João Campos lança site para questionar salário de R$ 60,8 mil de Raquel como procuradora

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) divulgou, no fim da noite de ontem (12), um vídeo nas redes sociais sobre o site “O Maior Salário do Brasil”, criado para questionar a remuneração recebida pela governadora Raquel Lyra (PSD) e autorizado pela Justiça Eleitoral. A página reúne informações sobre os R$ 60,8 mil mensais recebidos pela governadora, valor classificado como inconstitucional e quase três vezes superior ao subsídio de R$ 22 mil previsto para chefes do Poder Executivo pernambucano.

Cálculo do montante recebido pela governadora Raquel Lyra entre 2023 e 2026 | Foto: Reprodução/O maior salário do Brasil

A terceira edição do Festival Sebastião Dias de Repente acontece neste domingo (13), em Tabira, às 20h, logo após a missa, no pátio da igreja matriz. Esta edição será dedicada ao poeta e repentista Raimundo Borges, que faleceu em 25 de agosto deste ano. Parceiro de Sebastião Dias, Raimundo participou ao lado dele no primeiro LP da carreira, “Um Passeio no Sertão”.

A programação reúne nomes da cantoria e da poesia como as duplas Aryel Freire & João Lourenço, Adelmo Aguiar & Arnaldo Pessoa, Diomedes Mariano & Felipe Pereira, George Alves & Josivaldo Rodrigues, Pedro de Alcântara & Edivaldo Nogueira e Zecarlos do Pajeú & André Santos.

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), recebeu R$ 2,2 milhões em salários e vantagens vinculados à carreira de procuradora do Estado durante os quase quatro anos de mandato. Segundo o Portal da Transparência de Pernambuco, a remuneração mensal de Lyra chega a R$ 60,8 mil. Desse total, R$ 50,7 mil correspondem ao salário e R$ 10,1 mil a vantagens relacionadas à carreira de procuradora.

O valor acumulado pela governadora é quase três vezes superior ao subsídio atualmente destinado aos chefes do Poder Executivo pernambucano, de R$ 22 mil, e ultrapassa o teto constitucional do funcionalismo público brasileiro. As informações são do Brasil 247.

Caruaru - Minha rua nova

Por Flávio Chaves*

Carpina acendeu na última sexta (11) a nonagésima oitava vela de sua emancipação política, declarada pela Lei Estadual nº 1.931, de 11 de setembro de 1928, quando a antiga Chã do Carpina, já então chamada Floresta dos Leões, rompeu o cordão que a prendia a Paudalho e a Nazaré da Mata e passou a decidir, com as próprias mãos, o que fazer do próprio destino.

Essa ruptura não caiu do céu nem coube em um único gesto de caneta. Já em 1923 o deputado Armando Gayoso havia levado à Assembleia a primeira tentativa de fazê-la, cinco anos antes de vencer as resistências que a atrasaram. Foi ele quem, na tribuna, converteu em lei o desejo de uma terra cansada de pedir licença a outros municípios para cuidar de si mesma, e a ele se somam, na memória que a cidade guarda em nome de rua, Odair Santana e Antônio Bezerra de Menezes, e o jornalista Francisco José Chateaubriand Bandeira de Melo, que anos antes já havia dado àquele povoado um nome e um símbolo próprios, o leão, antes mesmo de a política lhe dar um governo próprio. A esses homens Carpina deve não uma data no calendário, mas o direito de ser sujeito da sua própria história. E é exatamente esse direito que hoje, quase um século depois, parece devolvido a quem a cidade um dia teve a coragem de deixar para trás.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Por Silvino Teles Filho*

A inteligência artificial deixou de ser uma simples ferramenta de produtividade para se tornar uma mediadora ativa da mente e das relações humanas. O impacto dessa integração não é linear: ao mesmo tempo em que expande nosso acesso ao conhecimento, altera estruturas profundas da nossa arquitetura cognitiva e da nossa dinâmica interpessoal.

No campo cognitivo, o principal ponto de atenção é o risco do sedentarismo mental. A facilidade com que sistemas generativos entregam sínteses, análises e soluções prontas transfere para a máquina etapas cruciais do raciocínio lógico, do pensamento crítico e da memória de trabalho. Quando a tomada de decisão e a resolução de problemas são constantemente delegadas, reduz-se o estímulo sobre funções executivas essenciais, como o planejamento e a tolerância à frustração inerente ao aprendizado denso.

Olinda - Refis 2026

Lendo o livro de Edilberto Coutinho sobre Carlos Pena Filho, me deparei com uma tragédia que não tinha conhecimento: o poeta que imortalizou o bar Savoy com o seu poema “São trinta homens sentados, trezentos desejos presos, trinta mil sonhos frustrados”, perdeu a vida em 1960, com apenas 31 anos, num acidente de carro no Recife na companhia do então advogado Moura Cavalcanti, que mais tarde viraria governador biônico de Pernambuco.

O carro era conduzido pelo motorista de Moura e foi atingido por um ônibus desgovernado no centro da capital pernambucana. Carlos Pena Filho recebeu uma pancada muito violenta na cabeça. O motorista e Moura Cavalcanti sofreram apenas ferimentos leves. O poeta não resistiu à gravidade do trauma craniano e faleceu dias depois no hospital.

Palmares - Creche Quilombo II

Renegade MHEV: como o velho guerreiro enfrenta os chineses

O Renegade, montado no Polo Automotivo da Stellantis em Goiana, em Pernambuco, é um guerreiro. Em 2025, vendeu 44,8 mil unidades no Brasil. De janeiro a junho deste ano, foram negociadas 21 mil unidades do SUV — ou 47% do volume do ano anterior. Em 11 anos, a Jeep produziu no país mais de 700 mil unidades. O modelo continua vendendo muito apesar de estar envelhecido. Enfim: mantém uma presença comercial relevante — apesar de dois fatores:

a) a grande quantidade de SUVs compactos e médios que surgem no mercado a cada mês, muitos deles com preços e equipamentos extremamente atrativos. Há 10 anos, o compacto reinava quase sozinho nas ruas; hoje enfrenta uma concorrência de pelo menos 15 modelos

b) o natural desgaste comercial que afeta qualquer modelo com mais de uma década no mercado

Então, a que se atribui essa resistência? Vai do design (ponto forte do modelo) à tradição da marca Jeep ou de um motor turbo eficiente (agora com um sistema híbrido-leve) à ampla rede de concessionárias e um bom mercado de usados. Apesar da erosão compreensível do ciclo de vida, o modelo ainda mantém atributos que sustentam bem suas vendas. A coluna De Bigu, na tentativa de entender esse fenômeno, testou por 15 dias a versão Sahara, talvez a que oferece o melhor custo-benefício para o comprador.

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Garanhuns - Juntos construindo o futuro
Imobiliária Gravatá - Fernando Cavalcanti
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