Ouçam o Barbosa!

Por Marlos Porto*

Li críticas muito sensatas de Rubens Barbosa, ex-embaixador do Brasil nos EUA, veiculadas no UOL, sobre o anúncio das tarifas de Trump (https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2025/07/09/lula-se-precipitou-ao-responder-a-trump-antes-de-tarifa-diz-ex-embaixador.htm).

Ele afirma: “O Brasil não tem peso no comércio exterior americano, mas para nós os EUA são o segundo parceiro comercial. Eu acho que é uma situação muito delicada. (…) Eu acho que o Brasil tem que reagir com cautela, porque se reagirem ideologicamente, eles não vão ceder em nada desses 50%”.

O volume de carga movimentada pelos portos brasileiros, nos cinco primeiros meses do ano, é o maior registrado na história. Dados do Estatístico Aquaviário da Antaq apontam que a movimentação de cargas entre janeiro e maio foi de 532 milhões de toneladas, número que supera em 0,8% o registrado no mesmo período de 2024, até então o maior volume já movimentado pelos portos brasileiros. Os números apontam para o crescimento de novos negócios, gerando mais empregos e renda para os brasileiros.

O recorde foi comemorado pelo ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, que vê nas estatísticas o resultado do trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Governo Federal. “O crescimento da movimentação nos portos é reflexo das políticas públicas do governo do presidente Lula e do crescimento da economia. Temos adotado medidas estratégicas para ampliar ainda mais a capacidade de nossos portos e descentralizar a movimentação, promovendo o desenvolvimento socioeconômico em todas as regiões do país. A movimentação de cargas nos portos foi a maior da história e isso mostra que estamos no caminho certo. Isso é mais emprego e renda sendo gerado para a população”, comentou.

Jaboatão dos Guararapes - Operação Chuvas

Por Romualda Mirdes de Figueiroa Vieira

A inclusão escolar, na teoria, é um dos pilares de uma educação justa, democrática e equitativa. Está garantida em leis, diretrizes e discursos políticos. Mas, para quem está dentro da sala de aula, a realidade é muito diferente. E é sobre esse abismo entre teoria e prática que precisamos urgentemente falar.

Colocar crianças com e sem deficiência na mesma sala de aula por quatro horas diárias não significa, por si só, inclusão. A convivência, embora importante, não é suficiente para garantir aprendizagem, desenvolvimento e equidade. O modelo atual, na forma como vem sendo implantado, está fadado ao fracasso – e, mais grave, está condenando crianças e professores a experiências educativas frustrantes e dolorosas.

Petrolina - São João 2026

A Câmara dos Deputados se debruça sobre um Projeto de Lei que promete mudar a forma como o Brasil enfrenta um dos crimes mais devastadores e normalizados da atualidade: o furto, roubo e a receptação de celulares e outros dispositivos móveis. Apresentado pelo deputado federal Coronel Meira (PL), o PL 3325/2025 propõe que esses crimes sejam enquadrados como hediondos e recebam punições severas e proporcionais aos danos reais que causam.

Para Meira, é inaceitável que o crime organizado continue explorando a legislação ultrapassada, que ainda trata o furto de um celular como um simples crime contra o patrimônio. “Não é como o roubo de um aparelho na vitrine de uma loja. O furto ou roubo de um aparelho usado por alguém não deve ser tratado como a subtração de um bem físico. É a invasão da intimidade, da dignidade e da segurança de cada brasileiro. Cada celular roubado abre caminho para fraudes, extorsões e até operações internacionais de crime cibernético”, alerta o parlamentar.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

Nos últimos dias, o Brasil assistiu à primeira grande batalha política brasileira com o uso de Inteligência Artificial. O PT, primeiro, fez vídeos para discutir a ideia de justiça tributária, dizendo que o Congresso está ao lado dos ricos. Então, a Federação União Progressista, que une União Brasil e PP usou do mesmo modelo para dizer que o governo e o PT mentem na sua narrativa, que mais impostos elevam o Custo Brasil, e o resultado é que todos pagam ao final dessa conta.

Vídeos extremamente parecidos. Com o uso das mesmas ferramentas. Tendo como resultados a mesma velocidade e eficiência. Para o especialista Marcelo Senise, presidente do Instituto pela Regulamentação da Inteligência Artificial (Iria), foi o primeiro duelo. E o que está por vir preocupa.

Caruaru - São João que o mundo reconhece

O prefeito de Brejo da Madre de Deus, Roberto Asfora (PP), defendeu com firmeza que a reeleição do senador Fernando Dueire (MDB) representa uma prioridade para os gestores da região. Segundo ele, Dueire tem se destacado por uma atuação municipalista consistente, sendo um parceiro próximo dos municípios e um defensor atento das pautas locais em Brasília.

“Fernando Dueire é um verdadeiro amigo dos municípios. Ele não apenas nos ouve, mas entende as nossas demandas, compartilha das nossas dificuldades e, acima de tudo, busca soluções concretas. Tem sido fundamental no destravamento de projetos e no fortalecimento das gestões locais. É um senador presente, comprometido e com sensibilidade para a realidade dos prefeitos”, declarou Asfora.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Estadão

O presidente americano, Donald Trump, enviou carta ao presidente Lula da Silva para informar que pretende impor tarifa de 50% para todos os produtos brasileiros exportados para os EUA. Da confusão de exclamações, frases desconexas e argumentos esquizofrênicos na mensagem, depreende-se que Trump decidiu castigar o Brasil em razão dos processos movidos contra o ex-presidente Jair Bolsonaro pela tentativa de golpe de Estado e também por causa de ações do Supremo Tribunal Federal (STF) contra empresas americanas que administram redes sociais tidas pelo STF como abrigos de golpistas. Trump, ademais, alega que o Brasil tem superávit comercial com os EUA e, portanto, prejudica os interesses americanos.

Não há outra conclusão a se tirar dessa mixórdia: trata-se de coisa de mafiosos. Trump usa a ameaça de impor tarifas comerciais ao Brasil para obrigar o País a se render a suas absurdas exigências.

Palmares - Casa Azul

Líderes da oposição chamaram, ainda na noite de ontem, uma reunião de emergência para discutir como reagir ao tarifaço de 50% anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o Brasil. O saldo final foi amargo. “Foi um tiro no pé. Quem é que vai ser a favor disso? Quem é que vai ficar contra o país?”, relatou um líder do Senado. As informações são do blog da Daniela Lima.

Trump havia feito o anúncio colocando o nome do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no primeiro parágrafo de sua nota, colocou abertamente a interrupção do julgamento de Bolsonaro no Supremo como condição para a mesa de negociações. E, pior: o presidente americano cometeu erros factuais. Hoje, o Brasil mais compra do que vende aos Estados Unidos. Aliás, é assim desde 2009.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou, hoje, que não há “racionalidade econômica” na decisão do presidente americano, Donald Trump, em aumentar as tarifas impostas a produtos brasileiros. Segundo ele, trata-se de uma decisão política. As informações são do portal G1.

“Eu acredito que essa decisão é uma decisão eminentemente política, porque ela não parte de nenhuma racionalidade econômica. Não há racionalidade econômica no que foi feito ontem [quarta], uma vez que os Estados Unidos, como todos sabem, ele é super arbitrário com relação à América do Sul como um todo, e ao Brasil também”, afirmou Haddad.

Passados doze dias desde o encerramento oficial do São João de Arcoverde, a 250 km do Recife, a estrutura montada para os festejos, na Estação Ferroviária, localizada na avenida Zeferino Galvão, ainda não foi desmontada. A permanência do palco tem causado transtornos ao tráfego na região, gerando críticas da população e motoristas que utilizam diariamente a via.

A demora na desmontagem levanta questionamentos sobre a eficiência da empresa contratada pela Prefeitura para executar o serviço, contratada a peso de ouro, diga-se de passagem. Será que realmente são necessários doze dias para desmontagem de um palco?