‘Desbolsonarização’ no governo Lula atinge militares em cargos políticos

A ordem do Palácio do Planalto é “desmilitarizar” a Esplanada dos Ministérios. Nos primeiros dias de governo, a equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva começou a retirar militares da ativa e da reserva de cargos políticos. O processo atinge integrantes das Forças Armadas, policiais e mulheres e filhos de oficiais nomeados em postos-chave pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, que serão repassados a apadrinhados de partidos aliados.

Bolsonaro foi o presidente que mais nomeou militares no primeiro escalão, até mesmo na comparação com governos da ditadura, como Castelo Branco (1964-1967), primeiro presidente do ciclo militar. O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou 6.157 oficiais ocupando cargos comissionados em funções civis em 2020 – o dado mais recente representa mais que o dobro da quantidade verificada em 2016 (2.957), quando o PT deixou o poder com o impeachment de Dilma Rousseff.

A presença de militares em cargos políticos foi mais perceptível nas áreas social e ambiental, além de postos diretamente subordinados à Presidência da República. As informações são do Estadão.

Petrolina - Destino

Jair Bolsonaro não esconde de aliados próximos a sua irritação com as aparições públicas do presidente de seu partido, Valdemar Costa Neto.

Com o silêncio do ex-presidente desde a derrota, o cacique político do PL passou a publicar gravações com agradecimentos a apoiadores de Bolsonaro e críticas a Lula. Nos vídeos, Valdemar também faz elogios ao ex-presidente. Mesmo assim, o material tem desagradado o capitão reformado. As informações são da colunista Bela Megale, do O Globo.

Ipojuca - IPTU 2026

Embora tenha deixado o comando do Executivo no dia 31 de dezembro, o ex-presidente Jair Bolsonaro manterá personagens indicados em lugares-chave de diferentes braços da máquina federal ao longo dos próximos anos. Ao todo, ao menos 50 autoridades nomeadas por ele para cargos com mandato continuarão em seus postos durante a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O legado bolsonarista é representativo nas mais diversas instituições. Em algumas delas, a maioria dos ocupantes dos postos de comando foi escolhida pelo ex-presidente. Na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), por exemplo, quatro dos cinco diretores têm mandatos que só terminam entre maio de 2025 e setembro de 2026, ou seja, entre o terceiro e o quarto ano de Lula no Palácio do Planalto.

O cenário é semelhante na Agência Nacional de Águas (ANA), em que somete um dos cinco nomes da diretoria colegiada deixará o cargo em 2024 e dois em 2026, quando a gestão petista já estiver na reta final. As informações são do O Globo.

Caruaru - São João na Roça

O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, entregou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na primeira reunião ministerial do novo governo, um relatório que aponta uma grande desmobilização dos acampamentos bolsonaristas no entorno de quartéis do Exército. Segundo publicou o jornal “O Estado de S. Paulo”, o número de pessoas aglomeradas na porta das unidades militares teria caído de 43 mil para cerca de 5 mil. Ainda de acordo com o jornal, a redução de 38 mil pessoas se deu num intervalo de um mês. As 43 mil foram contabilizadas na primeira semana de dezembro, e as 5 mil, na última quinta-feira, dia 5. Múcio vem recebendo diariamente um relatório da inteligência do Exército sobre os manifestantes.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Com seu líder fora de combate, o bolsonarismo viveu os primeiros dias do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em clima de desorientação e esfarelamento, com desmobilização nas ruas e nas redes sociais, enquanto Jair Bolsonaro (PL) aproveita férias nos Estados Unidos.

A base arregimentada pelo ex-presidente refluiu no início do mandato do arquirrival na Presidência, com a agitação virtual longe dos patamares até então comuns e políticos outrora aliados buscando descolamento —num processo que ainda não se sabe se é passageiro ou definitivo.

Bolsonaro, que deixou o Brasil dois dias antes de Lula assumir, foi ignorado nos discursos de posse de dois dos governadores do Sudeste que o apoiaram no segundo turno, Cláudio Castro (PL-RJ) e Romeu Zema (Novo-MG), e recebeu agradecimento apenas de Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP). As informações são da Folha de S.Paulo.

Palmares - IPTU 2026

A filha mais velha de Michelle Bolsonaro, Letícia Firmo, rebateu os comentários negativos da primeira-dama, Janja Lula da Silva, 56 anos, sobre as condições do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência. Segundo Letícia, Janja é “sem noção”. 

A mulher do presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), recebeu uma equipe da GloboNews e apresentou os “estragos” deixados pela administração de Jair Bolsonaro (PL). Citou tapetes puídos, tacos de madeira desgastados, área do teto com infiltração no gesso perto de uma porta de vidro. Em todos os governos, porém, quando um presidente deixa a residência, há reparos a ser feitos.

Letícia rebateu os apontamentos ao comentar uma publicação no perfil do Instagram da Bandeirantes, sobre os “danos no teto, paredes e patrimônio”. O post mostra o palavra “Edu” escrita em uma parede com uma grafia infantil. 

“Nunca escrevemos ou escreveram Edu em uma parede… Pelo amor de Deus né! Essa mulher eh sem noção”, rebateu Letícia, em referência à Janja. 

Em seu perfil no Instagram na função Story, Janja compartilhou a mesma publicação. Como legenda, escreveu: “Temos muito a fazer, mas já estamos trabalhando para deixar tudo lindo e reabrir o Alvorada para visitas o quanto antes”. 

Clique aqui para ler a matéria do Poder360 na íntegra.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), escreveu, em suas redes sociais, na manhã deste sábado (7/1), que as pessoas agredidas em “manifestações políticas” e em atos extremistas devem registrar boletins de ocorrência. Segundo o ex-governador do Maranhão, se os processos adentrarem a esfera federal, a pasta atuará imediatamente.

Ele também afirmou que a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal estão em contato com o Ministério da Justiça para agir em caso de crime federais.

“Desde cedo, eu e os diretores gerais da PF e da PRF estamos em diálogo e definindo novas providências sobre atos antidemocráticos que podem configurar crimes federais. Vamos manter a sociedade informada. Pequenos grupos extremistas não vão mandar no Brasil”, afirmou. As informações são do Metrópoles.

O Manhattan Café Theatro promove, próxima sexta (13) e sábado (14), uma verdadeira viagem no tempo com a melhor banda Beatles do Brasil que se apresenta com o musical Hey Jude. Informações e reservas pelo (81) 98888.4818/ 3325.3372.

O deputado Federal Fernando Monteiro encerra, neste mês, o seu segundo mandato na Câmara dos Deputados. Em postagem em suas redes sociais, hoje, o parlamentar aproveitou para fazer um resumo dos principais projetos viabilizados ao Estado através de suas emendas, com destaque para as que viabilizaram a construção da Adutora do Agreste.

“Uma das minhas maiores satisfações, sem dúvida alguma, foi ter contribuído para avançarmos no acesso à água e ao saneamento. Para a Adutora do Agreste, por exemplo, que agora em dezembro teve mais um trecho de sua obra concluída, já conquistei mais de R$ 600 milhões. Também viabilizei a perfuração de mais de 200 poços artesianos com energia solar para vários municípios, liberei recursos para a implantação de sistemas de abastecimento voltados para as comunidades rurais em fortalecimento ao Sisar, além de apoiar a gestão da Compesa na interlocução e captação de verbas junto a diversos órgãos. E volto a dizer, minha gente: é só o começo!”, garantiu o deputado.

O PL tem grandes planos para a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, considerada uma revelação na última campanha.

Ela deve assumir o PL Mulher assim que retornar com o marido dos EUA, com direito a sala em Brasília e oito assessoras. Dinheiro não deve faltar, uma vez que a lei eleitoral exige que 5% dos recursos do fundo partidário sejam destinados às alas femininas das legendas.

A ideia é que Michelle tenha uma presença nacional, percorrendo vários estados e lançando projetos para mulheres focados na defesa da família. Tudo para prepará-la para uma candidatura em 2026. As informações são da coluna Painel, da Folha de S.Paulo.