De Gaulle tinha razão

Daqui a exatamente oito dias, o eleitor brasileiro estará de volta às urnas. É a prática do exercício democrático. Com o voto, maior arma do cidadão, se decide rumos, aposta-se no que está dando certo, muda-se o errado, se corrigem rumos. No Brasil, nunca se viu uma polarização tão maléfica como a que se observa entre Lula e Bolsonaro. Não é a luta do bem contra o mal.

Para uns, o voto em Lula, mesmo com todo passado tenebroso dele e do PT, marcado pelo símbolo da corrupção, servirá para se livrar de Bolsonaro. Há quatro anos, ocorreu justamente o contrário: o voto em Bolsonaro era livramento antipetista. O Brasil não é apenas o País dos contrastes sociais. É também das maledicências políticas.

Novo Polo, velho Gol: só 77 cavalos?

O Volkswagen Polo tem 47 anos, sendo 20 deles com passaporte brasileiro. Nunca foi um objeto de desejo de muitos jovens como o Golf. Mas era benquisto por sua ‘esportividade’, boa pega de volante e algum charme. Mas, agora, virou um mero ‘carro de entrada’ da marca alemã – e com motores 1.0 aspirado e turbo. Na versão MPI, está de ‘entrada’ o propulsor oferta apenas de 77cv (gasolina) a 84cv (etanol) e ínfimos 10,3kgfm de torque – e câmbio manual de 5 marchas. Nas versões mais caras, um 1.0 turbo de 116cv e 16,8kgfm de torque. O bom 1.0 turbo de 128cv e 20,4kgfm usado na linha atual foi aposentado.

Nas versões Comfortline e Highline, o propulsor TSI é acompanhado do câmbio automático de seis marchas. O tradicional modelo produzido em São Bernardo do Campo (SP) se ‘inspira’ visualmente no congênere europeu lançado em 2021 (na frente, usa o mesmo para-choque; atrás, a Volkswagen manteve o formato do Polo anterior). É o único modelo do segmento a oferecer faróis de LED desde as versões mais básicas – e conjunto é completo: farol alto, baixo, e sinalização diurna, luz de posição e luz direcional em LED. O farol principal tem 50% a mais bna quantidade de luz irradiada.