Durante a disputa contra Vinicius Castello (PT), Mirella Almeida (PSD) recebeu o apoio da governadora do estado, Raquel Lyra (PSDB), que classificou a vitória da aliada como uma representação da força da mulher e da vontade do povo.
“A vontade do povo foi feita e o povo decidiu ter uma mulher arretada à frente da prefeitura, que tem história e que sabe o que quer, que está junto com o povo”, destacou. Assista:
Um delegado da Polícia Federal lotado em Pernambuco foi flagrado furtando um item avaliado em R$ 300 em um supermercado no shopping RioMar, no bairro do Pina, Zona Sul do Recife. A ação, na última quarta-feira (8), foi registrada pelas câmeras de segurança do estabelecimento.
No vídeo, o suspeito, identificado como Erick Ferreira Blatt, de 50 anos, aparece em frente a uma prateleira, pegando um item pequeno e colocando em um carrinho de compras. Em seguida, ele se dirige a uma mesa na área da padaria, onde senta e, após alguns instantes, coloca o produto no bolso da bermuda. As informações são do Diário de Pernambuco.
Depois, vai ao caixa, paga por outras mercadorias e deixa o supermercado. Na saída, é abordado por seguranças, que o conduzem de volta ao estabelecimento. As imagens seguintes mostram ele retirando o produto do bolso e entregando a um segurança, que o revista. Segundo a TV Globo, o delegado tentou furtar um vidro de carpaccio de trufa.
Quem é o delegado
Blatt é delegado da PF desde 2006. Em 2020, quando atuava no Rio, ele isentou o senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma investigação da PF que apurava se o parlamentar tinha cometido lavagem de dinheiro e falsidade ideológica eleitoral em declarações de bens à Justiça Eleitoral. Na época, o colunista Guilherme Amado publicou que os dois se conheciam há cerca de sete anos.
Investigação
Em nota, a Polícia Civil disse que Erick Blatt foi conduzido à Delegacia de Boa Viagem para prestar esclarecimentos. O caso está sendo investigado como “furto em estabelecimento comercial”.
A Superintendência da Polícia Federal em Pernambuco informou que foi instaurado “procedimento de natureza disciplinar com vistas a rigorosa apuração pela Corregedoria Regional”.
O Diario não localizou a defesa do delegado. O espaço está aberto.
O candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), manifestou apoio público ao presidente da Câmara Municipal de Arcoverde, Luciano Rodrigues Pacheco, após o avanço do pedido de cassação do mandato do vereador. Em publicação nas redes sociais neste domingo (12), João divulgou um vídeo ao lado do parlamentar, em que presta solidariedade e reforça a legitimidade da atuação de Pacheco à frente do Legislativo municipal.
No vídeo, João afirma: “Tenho a minha solidariedade, você que foi eleito de forma legítima para representar o povo, conduz um poder municipal, um poder legislativo. Eu tenho certeza, Luciano, que o povo de Arcoverde tá com você. Você conta com a nossa solidariedade, nosso apoio, e o principal é trabalhar pelo povo”.
O gesto ocorre após o envio do pedido de cassação à Câmara, motivado por denúncia de uma servidora municipal que acusa Luciano Pacheco de descumprir o Estatuto da Advocacia ao exercer atividades típicas da profissão durante o mandato. Segundo o Blog do Elielson, há indícios de atuação do parlamentar em processos judiciais, o que, se confirmado, pode configurar infração político-administrativa e até improbidade.
Nos bastidores, aliados de Luciano Pacheco apontam motivação política no processo e relacionam o caso a um rompimento com o prefeito Zeca Cavalcanti (Podemos). O caso segue sob análise interna da Casa Legislativa e deve ter novos desdobramentos nos próximos dias, em meio a um ambiente de tensão política.
A mobilização em defesa da permanência da agência do Banco Itaú em Arcoverde ganhou novo reforço político após a divulgação da carta do Sindicato dos Bancários. A vereadora Célia Galindo declarou apoio público ao movimento liderado por entidades e pela sociedade civil, destacando a importância estratégica da unidade para a população local, especialmente diante do papel do município como polo regional no Sertão.
Em posicionamento firme, a parlamentar ressaltou o caráter essencial dos serviços prestados pela agência, sobretudo para os segmentos mais vulneráveis. “Estamos falando de um serviço essencial, que atende milhares de pessoas — especialmente aposentados, pequenos comerciantes e trabalhadores que dependem do atendimento presencial no dia a dia”, afirmou. Segundo ela, a realidade de exclusão digital ainda presente em parte da população reforça a necessidade de manutenção do atendimento físico.
A manifestação ocorre em meio às preocupações sobre os impactos econômicos e sociais de um possível fechamento da unidade, apontados em carta aberta divulgada recentemente. Célia Galindo reforçou o compromisso de atuar ao lado de diferentes setores para evitar o encerramento das atividades. “Sigo ao lado das entidades, dos comerciantes e de toda a população nessa luta. Arcoverde é um polo regional forte, e precisamos defender aquilo que sustenta nossa economia e o bem-estar do nosso povo”, declarou. A mobilização segue em andamento e busca abrir diálogo com a direção do banco.
Entre propinas, festas, milicianos, consultorias e honorários, em três anos, Daniel Vorcaro aspergiu, numa conta de padaria, mais de R$ 1 bilhão. Contratou serviços de um ex-presidente (Michel Temer, com R$ 10 milhões), dois ex-ministros (Ricardo Lewandowski, do STF, com pelo menos R$ 6,1 milhões e Guido Mantega, da Fazenda, com R$ 14 milhões.) Nessa constelação de notáveis brilha o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes (R$ 80 milhões). Em quatro anos o Master gastou mais de R$ 500 milhões com advogados de 91 bancas.
A milícia privada de Vorcaro custou-lhe R$ 68,66 milhões em 2023. Nas asas de suas empresas voaram pelo menos três ministros do Supremo: Alexandre de Moraes, marido da doutora Viviane, Gilmar Mendes e Dias Toffoli. Este, como relator do caso Master, quis impor sigilo ao processo e tentou blindar a investigação.
O escândalo do Banco Master tomou lugar da roubalheira da rede varejista Americanas, que expôs executivos e três dos maiores bilionários do Brasil. Segundo o ministro Fernando Haddad, Vorcaro armou a maior fraude bancária já vista em Pindorama. Ao contrário da turma da Americanas, Vorcaro é um exibicionista; uma festa em Taormina, na Itália, custou-lhe R$ 363 milhões, e um cruzeiro pelo Mediterrâneo saiu por R$ 11,5 milhões. Torrou R$ 3,3 milhões numa farofa para degustar uísque em Londres, enfeitando-a com ministros do STF. As farofas custaram-lhe R$ 60 milhões.
É pena que o ritual das delações premiadas não permita que estranhos às investigações participem das oitivas. Se Daniel Vorcaro fosse interrogado pelo antropólogo Michel Alcoforado, autor de “Coisa de rico”, suas confissões lançariam luz sobre a espécie. Essas oitivas poderiam ter a participação especial do festeiro Diogo Batista, conhecido como “concierge dos VIPs”. Ele armava festas e cruzeiros para Vorcaro. Um passeio pela França custou R$ 11,5 milhões.
As festas de Vorcaro eram enfeitadas por modelos nacionais ou europeias. Em tese, uma modelo sérvia não reconhece as companhias nacionais. (Em outro tempo, na prática, uma modelo francesa disse ao seu par: “Je vous ai vu à la télévision”, e estragou a noite.)
Vorcaro não é um corruptor comum, ele foi a expressão máxima de um grupo de novos ricos que não conseguem se relacionar com outras pessoas sem lhes dar algum capilé ou oferecer favor que os coloque em dívida, um voo no jatinho, por exemplo.
Os brasileiros endinheirados e/ou poderosos mudaram de patamar. No século passado, Tancredo Neves, ex-ministro da Justiça, e Magalhães Pinto, dono do banco Nacional e governador de Minas Gerais, moraram no mesmo edifício da Avenida Atlântica em apartamentos de 600 metros quadrados. Por algum tempo, lá morou também, na cobertura, o banqueiro Walther Moreira Salles.
O mundo dos bancos para Vorcaro “é uma máfia”, e seu “business” incluía a oferta de acompanhantes para os convidados ilustres. Com suas fraudes, Vorcaro entrou para a crônica política e policial. Ele é também um personagem para estudo dos antropólogos.
Os peruanos irão às urnas ao longo deste domingo (12) com um cardápio variado de candidatos presidenciais. No total, são 35 candidatos, um recorde peruano e sul-americano.
São muitos, mas nenhum deles consegue despertar o entusiasmo, já que a intenção de voto é ultrafragmentada. E, tal como na eleição de 2021, sempre podem ocorrer surpresas. Os principais candidatos oscilam entre os 5% e 15% das intenções de voto. Não se descarta um alto número de votos brancos e nulos. Aliás, na eleição de 2021, os brancos e nulos superaram o 1º colocado no primeiro turno. As informações são do g1.
Primeira em todas as pesquisas, Keiko Fujimori é filha do ex-ditador Alberto Fujmori e é a 4ª vez que tenta ser eleita presidente. Na vez anterior disse que “a terceira é a vencida”… e não deu. Agora diz que “a quarta será a vencida”. Representante da direita, tem propostas que são um mix de neoliberalismo e assistencialismo social.
Carlos Álvarez: humorista que faz o eleitorado gargalhar
Carlos Álvarez, de direita, é um humorista famoso que começou a fazer piadas sobre os rivais e imitá-los. Ele se tornou um sucesso e foi subindo nas pesquisas. Álvarez descobriu que seu principal capital político é fazer o eleitorado gargalhar. Ele promete implantar a pena de morte no país.
Rafael López Aliaga: o conservador que se autoflagela
Rafael López Aliaga é um católico fervoroso que diz que todos os dias se flagela com um cilicio metálico para evitar a tentação. Ele afirma também que não tem relações sexuais desde 1981. Contra o aborto, propõe dar um documento de identidade aos fetos. Ele propões enviar ladrões a prisões na Amazônia peruana e que estejam rodeados de serpentes venenosas.
Ricardo Belmont: o empresário que deu calote
Ricardo Belmont, o mais longevo dos candidatos, com 80 anos de idade, é empresário de centro-esquerda de alta exposição midiática nas últimas décadas. Ex-prefeito de Lima, ele foi protagonista de um calote em 56 mil pessoas que comparam ações do canal de TV que ele inaugurou no final dos anos 80 e que ele nunca pagou.
Roberto Sánchez: ‘cowboy’ de esquerda
Roberto Sánchez, de esquerda, promete anistiar o ex-presidente Pedro Castillo, preso por ter tentado dar um golpe de estado em 2022. Dias atrás apareceu no centro histórico de Lima montado a cavalo com o chapéu que o ex-presidente lhe deu na cadeia.
Alfonso López Chau: o acadêmico que perdeu força
Alfonso López Chau, economista de centro-esquerda, acadêmico, que começou a campanha despontando nas pesquisas, mas posteriormente sua candidatura foi se diluindo.
A pré-candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) participou, na última sexta (10), ao lado do senador e pré-candidato à reeleição Humberto Costa (PT) de um encontro com lideranças e profissionais do setor cultural.
A agenda, promovida pelo mandato do congressista, foi a primeira realizada conjuntamente pelos postulantes à Casa Alta na Região Metropolitana após a oficialização da chapa da Frente Popular. O evento ocorreu na sede do Sindicato dos Bancários de Pernambuco. As informações são do Blog da Folha.
Coautora das leis Aldir Blanc e Paulo Gustavo, que garantiram auxílio durante a pandemia da Covid 19 e investimentos de mais de R$ 3,86 bilhões no setor cultural, Marília destacou a importância da luta permanente em defesa da Cultura e fez uma avaliação do cenário nacional e estadual do setor.
“Nos últimos anos, o Governo Federal, sob a liderança do presidente Lula, recolocou a cultura no centro das políticas públicas, com a reconstrução do Ministério da Cultura, a retomada do diálogo com o setor e a implementação de uma política nacional estruturante, permanente e descentralizada. A criação da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, com repasses contínuos a estados e municípios, além da regulamentação e execução efetiva da Lei Paulo Gustavo, garantiram que os recursos chegassem na ponta. Também avançamos na valorização da economia criativa, na ampliação de editais, no fortalecimento do Sistema Nacional de Cultura e na inclusão de fazedores de cultura historicamente invisibilizados. É um novo momento, em que a cultura volta a ser entendida como estratégia de desenvolvimento, geração de renda e afirmação da nossa identidade”, disse.
Marília também afirmou que Pernambuco tem tido problemas na gestão da área e ressaltou a necessidade de os investimentos chegarem de forma adequada.
“Em contrapartida, Pernambuco ainda enfrenta problemas como burocracia, falta de planejamento, dificuldade de acesso a editais e pouca descentralização dos recursos. O que ouvimos aqui hoje mostra que quem faz cultura segue lutando quase sozinho. Precisamos mudar essa realidade, tratar a cultura como prioridade e garantir que os investimentos cheguem de forma justa e eficiente a todos os territórios e trabalhadores do setor. Por isso mesmo esse encontro, promovido pelo mandato do senador Humberto Costa é tão importante”, ressaltou.
O mercado de mentoria empresarial vive um processo de expansão impulsionado pelo avanço da economia digital, pelo aumento do empreendedorismo e pela crescente demanda por orientação estratégica para empresas em fase de crescimento. Apesar desse movimento, o setor ainda apresenta fragilidades estruturais importantes, como baixa padronização, ausência de certificação institucional, forte dependência da marca pessoal dos mentores e pouca governança organizacional.
É nesse contexto que Janguiê Diniz cria a Mentor Capital Group (MCG), uma holding empresarial estruturada para consolidar autoridade, padronização, governança, escalabilidade e capital no mercado de mentoria empresarial. Constituída como uma Sociedade Anônima (S/A), inicialmente fechada, a organização nasce com governança corporativa implantada, auditoria formal e tese futura de abertura de capital (IPO).
“A mentoria empresarial cresceu muito nos últimos anos, mas esse crescimento ainda não foi acompanhado pela mesma evolução em estrutura, governança e critérios objetivos de qualidade. Existe uma lacuna institucional clara nesse mercado”, afirma Janguiê Diniz, idealizador do projeto.
A proposta da MCG é atuar justamente nessa lacuna por meio de uma infraestrutura institucional privada e seletiva, voltada à conexão entre mentores, conselheiros, investidores, empresários e líderes empresariais de alta performance.
Diferentemente de uma comunidade aberta ou de um grupo informal de networking, a organização foi concebida como um ecossistema estratégico de empresas de mentorias com critérios claros de entrada, governança interna e visão de longo prazo.
Entre os pilares da estrutura está o Mentor Capital Standard (MCS), sistema oficial de certificação interna criado para classificar, validar e posicionar mentores com base em critérios objetivos de performance empresarial, capacidade estratégica, governança, ética, escalabilidade de conhecimento com impacto comprovado. O sistema estabelece níveis de maturidade institucional dentro do ecossistema: Apex, Sovereign, Elite e Core, além da categoria Affiliated, destinada a parceiros em fase de qualificação para ingresso no padrão oficial do Mentor Capital Standard.
Na prática, o modelo cria para os mentores uma escada de progressão institucional com exigências objetivas. No nível Core, porta oficial de entrada no sistema de certificação Mentor Capital Standard, o participante deve atender a critérios como faturamento anual mínimo, crescimento anual mínimo, margem operacional mínima, NPS mínimo e estudos de casos auditáveis. Já a categoria Affiliated, que está fora do sistema oficial de certificação, funciona como etapa preparatória e exige, entre outros pontos, faturamento anual mínimo, receita mensal recorrente mínima, equipe estruturada, contabilidade regular e disponibilidade para compartilhar números e desafios em ambiente protegido.
Nos níveis mais avançados, os critérios se tornam progressivamente mais rigorosos. O nível Elite exige para os mentores faturamento anual mínimo de R$ 10 milhões; o Sovereign, R$ 20 milhões; e o Apex, R$ 40 milhões, além de indicadores crescentes de margem, recorrência, governança e impacto comprovado. Para preservar a densidade estratégica do ecossistema, a distribuição dos níveis também é limitada: o topo, Apex, poderá representar no máximo 5% dos membros, enquanto Sovereign terá teto de 15% e Elite, de 30% e Core 50%.
“Hoje, o mercado de mentoria ainda opera com muita assimetria de informação. Em muitos casos, a escolha de um mentor é feita por percepção e posicionamento, não por critérios objetivos de estrutura, governança e entrega real. Nossa proposta é oferecer um padrão institucional que ajude a organizar esse ambiente para ajudar as empresas de mentoria a escalar”, diz Janguiê.
Outro eixo central da holding é o 4E Growth Framework, metodologia proprietária e auditável criada para avaliar, estruturar e escalar empresas de mentoria com base em quatro dimensões: Elevation, Engine, Execution e Expansion. O framework funciona como base técnica para validação, progressão e manutenção dos níveis institucionais dos membros certificados, reduzindo subjetividade e orientando o desenvolvimento empresarial dos participantes.
Segundo a estrutura proposta, o modelo busca transformar negócios de mentoria ainda dependentes da figura do fundador em empresas mais previsíveis, escaláveis e institucionalmente maduras. A metodologia envolve desde posicionamento estratégico e estruturação de receita recorrente até implantação de governança, compliance, planejamento, KPIs e expansão estruturada, inclusive com potencial para novos mercados e operações de M&A.
Modelo econômico e incentivos
Para sustentar sua infraestrutura institucional — que inclui governança, certificação, metodologia, eventos estratégicos e plataforma de conexões empresariais — a MCG adota um modelo de royalties mensais progressivos. A lógica é simples: quanto maior o nível institucional do participante do mentor no ecossistema, menor o percentual aplicado. A estrutura inicial prevista é de 15% da receita para Affiliated, 13% para Core, 12% para Elite, 11% para Sovereign e 10% para Apex.
Esse desenho busca incentivar a evolução institucional dos mentores participantes, premiar maturidade empresarial, garantir sustentabilidade financeira da plataforma e alinhar os interesses individuais ao fortalecimento coletivo da organização. “Todo mercado que cresce sem estrutura chega a um ponto de inflexão. Ou se organiza, ou começa a perder credibilidade. O que estamos propondo é justamente antecipar essa profissionalização e criar uma nova camada institucional para o setor de mentoria empresarial”, afirma Janguiê Diniz.
A governança da Mentor Capital Group – MCG será composta por Assembleia Geral de Acionistas, Conselho de Administração Estratégico, Conselho Consultivo, Diretoria Executiva e comitês técnicos permanentes, como os de Certificação, Ética, Governança, Finanças, M&A e Expansão. A estrutura foi desenhada para garantir transparência institucional, qualidade nas decisões e sustentabilidade de longo prazo.
Mais do que uma rede de mentores, a Mentor Capital Group se apresenta como uma infraestrutura institucional privada voltada à construção de capital intelectual, reputacional e financeiro entre mentores líderes empresariais. A ambição, segundo seus idealizadores, é elevar o padrão da mentoria empresarial com base em critérios claros de reputação, performance, governança e colaboração estruturada.
Sobre Janguiê Diniz
Bacharel, mestre e doutor em Direito. Graduado também em Letras. Foi Juiz Federal do Trabalho Togado TRT da 6ª Região e Procurador do Trabalho do Ministério Público da União, além de professor da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE. Fundador, acionista controlador e presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional. Fundador e presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo. Fundador da Epitychia Investimentos. Sócio da Bossa Invest. Fundador da JD Business Academy, academia de negócios e infoprodutos. Criador do Movimento Obstinado, do CSE – Código Secreto da Empresa – Jornada de Escalabilidade Empresarial e do MBN – Million Business Network – Mentoria de Alta Performance Empresarial. Presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES). Autor de 39 livros nas áreas do Direito, educação, empreendedorismo e desenvolvimento pessoal. Empresário e mentor empresarial.
Eleitoras e eleitores de Cachoeirinha (RS), Cabedelo (PB) e Oiapoque (AP) voltam às urnas neste domingo (12) para escolher novos prefeitos e vice-prefeitos em eleições suplementares, de acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
As eleições foram convocadas após a perda do mandato dos gestores eleitos em 2024. Quem vencer nas três cidades vai cumprir mandato até 31 de dezembro de 2028. A votação ocorre das 8h às 17h, no horário de Brasília. A orientação vale para os três municípios que participam do pleito suplementar. As informações são do UOL.
Calendário de eleições suplementares de 2026 foi definido por portaria do TSE. A Portaria nº 567 foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico (DJE) em 17 de dezembro de 2025. Convocação e regras específicas de cada eleição ficam a cargo dos tribunais regionais eleitorais. Os TREs chamam o novo pleito e aprovam as instruções, respeitando o cronograma definido pelo TSE.
Em Cachoeirinha, quatro chapas disputam a prefeitura. As candidaturas são Claudine de Lima Silveira e Marco Aurélio Albernaz de Oliveira (PP); Jussara Maria da Silva e Luis Carlos Azevedo da Rosa (Coligação Compromisso com a Nossa Gente); Laís Rocha Cardoso e Breno de Oliveira Munhoz (Federação PSOL/Rede); e Tairone Rodrigo Pereira Keppler e Cláudia Azevedo de Oliveira (Federação Brasil da Esperança e PT/PCdoB/PV).
Em Cabedelo, dois candidatos concorrem ao cargo de prefeito. Edvaldo Neto (Avante) tem como vice Evilásio Cavalcante (Avante), e Walber Virgolino (PL) concorre com Morgana Macena (PL).
Em Oiapoque, três chapas disputam a prefeitura. São elas Inácio Monteiro Maciel (PDT) e Oscar (PSOL); Guido Mecânico (União Brasil) e Marcelo Martins (PP); e Sena da Dinâmica (MDB) e Yuri Alesi (MDB).
Como votar e quando justificar
Para votar, é possível se identificar com documento oficial com foto, inclusive pelo e-Título, se a foto aparecer no aplicativo. Também valem carteira de identidade, passaporte, documento de categoria profissional reconhecida por lei, certificado de reservista, carteira de trabalho e Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Quem não puder comparecer precisa justificar a ausência. A regra vale para eleitoras e eleitores que estão aptos a votar nas três cidades.
Quando há eleição suplementar
Código Eleitoral prevê situações em que novas eleições podem ser convocadas. Uma delas ocorre quando a nulidade de votos ultrapassa metade da votação para cargos majoritários, como prefeito.
Justiça Eleitoral também pode chamar novo pleito em outras hipóteses previstas em lei. Entre elas estão indeferimento de registro, cassação de diploma ou perda de mandato em eleição majoritária, independentemente do número de votos anulados.
Minha corridinha diária de 8 km, hoje, há pouco, foi em chão de areia respirando o ar puro do Vale do Catimbau, onde passo o fim de semana na maravilhosa pousada Vila Mara, da empresária Marília Santos.
Viver com depressão é como carregar uma mochila invisível que fica mais pesada a cada passo. Psicoterapia e medicação são fundamentais para aliviar esse peso, mas existe um terceiro pilar que muitas vezes define a diferença entre estagnar e se recuperar: a rede de apoio.
Depressão não se enfrenta sozinho
A depressão é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde como um transtorno que afeta mais de 300 milhões de pessoas no mundo. Ela altera neurotransmissores, sono, apetite e a forma como interpretamos a realidade. Um dos sintomas centrais é o retraimento social. A pessoa se afasta, sente que é um fardo e passa a acreditar que ninguém pode ajudar.
É nesse ponto que familiares, amigos, colegas de trabalho e profissionais de saúde fazem diferença. Não para resolver a depressão pelo outro, mas para garantir que a pessoa não precise enfrentar tudo sozinha enquanto o tratamento age.
Cinco funções da rede de apoio que impactam diretamente a recuperação
O contato humano regular ajuda a quebrar o ciclo de isolamento. Ele reduz níveis de cortisol e aumenta a liberação de ocitocina, hormônio ligado à sensação de segurança. Uma mensagem, um convite para caminhar ou apenas fazer companhia em silêncio já são intervenções poderosas contra o afastamento social.
A rede também sustenta a adesão ao tratamento. Até 50% dos pacientes abandonam antidepressivos nos primeiros três meses por efeitos colaterais ou por acharem que “não está funcionando”. Lembrar dos horários, acompanhar em consultas e reforçar que a melhora em quadros depressivos costuma ser gradual faz com que a pessoa continue no processo.
Outro papel essencial é a corregulação emocional. Quem está em depressão tende a ter autocrítica severa. Ouvir que a luta é legítima tem efeito terapêutico. Validar não significa concordar com pensamentos distorcidos, e sim reconhecer o sofrimento sem julgamento.
O suporte prático para tarefas do dia a dia também é decisivo. Funções executivas como planejar, iniciar e concluir atividades ficam comprometidas. Ajuda com mercado, organização da casa, transporte para terapia ou preparo de refeições libera energia mental para que a pessoa consiga focar na recuperação.
Por fim, quem convive de perto consegue identificar sinais de alerta mais cedo. Parar de responder mensagens, abandonar higiene, aumento do uso de álcool ou falas sobre desesperança são bandeiras vermelhas. Notar essas mudanças e incentivar a busca de ajuda profissional imediata pode evitar agravamento do quadro. Em caso de risco de suicídio, o CVV atende 24h pelo telefone 188.
O apoio emocional aparece na escuta ativa e na presença sem cobrança. É estar junto sem exigir que a pessoa “melhore logo” ou “pense positivo”. O apoio instrumental é a ajuda prática e logística. Levar à consulta, organizar os remédios na caixa semanal, resolver uma burocracia que virou uma montanha para quem está sem energia.
O apoio informacional é orientar sobre o tratamento sem impor. Indicar um psiquiatra de confiança, explicar como a terapia funciona, compartilhar material de fontes seguras. O apoio social mantém a pessoa conectada à vida. Chamar para atividades leves, sem pressão por desempenho, como ver um filme, tomar um sol por dez minutos ou caminhar no quarteirão.
Troque soluções prontas por perguntas reais. Em vez de dizer que a pessoa precisa sair mais, pergunte o que seria possível hoje. Uma volta no quarteirão juntos pode ser suficiente. Combinados claros criam segurança. Avisar que vai mandar mensagem toda segunda, quarta e sexta funciona melhor que esperar a pessoa pedir ajuda. Ferramentas agem.
Conheça seus limites. Você não precisa ter todas as respostas. Seu papel é ser ponte, não ser o tratamento inteiro. Cuide-se para conseguir cuidar. Rede de apoio esgotada não sustenta ninguém. Tenha com quem conversar também.
Antidepressivos regulam serotonina, terapia cognitivo comportamental reestrutura crenças, a rede de apoio garante que a pessoa continue viva, nutrida e integrada à realidade enquanto essas ferramentas agem. Se você conhece alguém em tratamento, sua presença constante e sem julgamento pode ser o fator que vai ser o ponto decisivo no processo de recuperação.
*Médico com Pós Graduação em Psiquiatria e Neurologia Clínica
Criado no interior, em chão de vidas secas, carrego no corpo e na alma um perfume impregnado pelo tempo. Exala o cheiro da terra, da vida nos sertões de veredas, serras e montanhas, de pau a pique. Com o tempo, a profissão me arrastou para arranha-céus que se perdem de vista no mundo das civilizações modernas, equidistantes em calor humano.
Sou caboclo do sertão, só tenho amor no coração, diz uma canção da compositora Rita de Cássia, popularizada pelo grupo Mastruz com Leite. Eis a síntese da valorização da cultura sertaneja e o amor sincero, espontâneo e natural do homem pela sua vida longe dos agitos nos trevos e eixos cosmopolitas.
Ao adentrar, ontem, na monotonia silenciosa e gostosa da natureza no Vale do Catimbau, para um fim de semana de beijos e abraços no mato, ao lado da minha Nayla, me rendi, mais uma vez, a um rito que me chega como eco de advertência dela: na roça, Nayla sempre me disse, a simplicidade é o tesouro mais valioso.
Ela é orgulhosamente do mato, onde a vida é mais calma, os vizinhos são amigos e o café é sempre fresquinho. Na quietude do campo, minha Nayla encontra a verdadeira paz interior. No mato, ela aprendeu a valorizar as coisas mais importantes da vida, a ter o coração no lugar certo, a certeza de que o relógio só serve de enfeite, porque o tempo dá prazer.
Em meio ao verde da roça, ela encontrou paz, tranquilidade e infinitas alegrias. Com minha Nayla, minha inspiração, aprendi também que no mato cada detalhe revela a beleza da simplicidade, o sol brilha mais forte e o sorriso é mais sincero. A vida é como um balanço na varanda: tranquila, suave e cheia de encanto.
Me apaixonei pelo Vale do Catimbau, o segundo maior parque arqueológico do Brasil. Tem 62.00 hectares e abriga reservas arqueológicas e a Reserva Indígena Kapinawá. Foi eleito um dos principais destinos do ecoturismo no País. Suas trilhas, obrigatórias, oferecem uma vista da paisagem natural única e espetacular, como as trilhas de Malhador, Coqueiro, Jibóia, Brejo de São José, Igrejinha, Cerca de Pedra, Pinga, Gogó da Ema, Torres e Canyon.
Há sítios arqueológicos com pinturas rupestres e artefatos da ocupação pré-histórica. Na região também é possível encontrar terrenos antigos com cavernas, cânions e lapiais. Além do ecoturismo, os turistas ainda podem aproveitar a vista do céu e ter a oportunidade de observar e fotografar estrelas cadentes, satélites, planetas e o nascer da lua através de um céu limpo.
Na verdade, o Catimbau é um tesouro escondido no Sertão pernambucano, ainda pouco explorado, mas com grande potencial. Parece coisa de outro mundo, o Vale do Catimbau acabou sendo escolhido como um dos cenários de “Mar do Sertão”, novela da TV Globo.
Eleita uma das Sete Maravilhas do Estado, o Catimbau é, desde 2021, a Capital Pernambucana da Arte Rupestre, com cerca de 30 sítios arqueológicos, dos quais cinco estão abertos para visita. O maior deles é o Alcobaça, paredão de 60 metros com grafismos de grandes proporções.
Outras opções são a Loca das Cinzas e a Casa de Farinha, aos pés da muralha da Serra de Jerusalém. Se tiver disposição, dá para terminar o dia com pôr do sol no Chapadão, trilha fácil de 2km entre a fissura de um cânion e um mirante natural, a 300 metros de altura, que se debruça sobre um vale em forma de ferradura.
O Catimbau atrai gente de visão. Uma das primeiras a pisar seu solo para criar infraestrutura turística foi a empresária Marília Santos, do grupo Bandeirantes Outdoor. Abriu um belíssimo equipamento turístico, a pousada Vila Mara. A estrutura é sensacional, a hospitalidade sem igual. Há muito aconchego, um cantinho inspirador, bom para viver, excelente para namorar.
Vou voltar muitas vezes aqui, já disse a Mara, porque a beleza do Catimbau não se explica, se sente: no calor do sol, na areia fofa e na imensidão dos cânions. Um lugar incrível, cheio de história, para os de outrora um lar, para os de agora, um renovar, onde a caatinga preserva o passado e o turismo ilumina o futuro.
Commander 2027 ganha opções de motores híbridos-leve
O Jeep Commander é líder entre os SUVs de sete lugares desde o seu lançamento, em 2021. Já vendeu mais de 80 mil unidades no país. Mas nem por isso parou no tempo. A linha 2027 do modelo, por exemplo, ganha motorizações inéditas e abre o leque de versões. As Limited e Overland passam a adotar a motorização híbrida-leve de 48V (MHEV), mudança que pode oferecer uma redução de até 9,4% no consumo, chegando a registrar 11 km/l com gasolina em ambiente urbano, segundo o Inmetro. A melhora nas emissões de CO² pode chegar até 5%, no uso combinado entre cidade e estrada.
Na versão Blackhawk, com o conhecido e respeitado motor Hurricane de 272cv de potência, agora ganha versão flex. O Commander ainda segue com a motorização turbodiesel de 200 cv de potência e 45,9kgfm de torque na versão Overland. Essas evoluções, na verdade,complementam a atualização de design realizada na versão 2026.
Sobre a motorização MHEV, trata-se de equipamento capaz de fornecer energia mecânica e elétrica, operando paralelamente ao sistema elétrico convencional do veículo. Uma gestão eletrônica controla a operação entre os modos de condução, otimizando eficiência, economia e disponibilidade de torque visando um conforto ainda maior na dirigibilidade do modelo. No caso do Jeep Commander, as versões MHEV também se beneficiam de algum tipo de isenção de IPVA em seis estados e no Distrito Federal — e esses ganham podem chegar a até R$ 9 mil, por exemplo — além da isenção do rodízio na cidade de São Paulo.
Visual e segurança – O Jeep Commander também ganha detalhes visuais. Como o acabamento light bar em piano black em todas as versões, que passa a sensação de algo bem mais sofisticado do que efetivamente o é. E isso é reforçado pelo conjunto óptico com faróis com assinatura em LED. O Commander 2027 chega com redução de preços na versão Blackhawk e mantém os preços nas versões Longitude, Limited e Overland, também em suas novas versões MHEV, reforçando a competitividade na categoria.
Todas as versões do Commander seguem equipadas com tecnologia de direção autônoma Adas de nível 2, que garante mais segurança aos ocupantes do carro. O pacote, o mais completo e avançado oferecido no Brasil, inclui alerta de colisão com frenagem automática, detecção de ponto cego e de tráfego cruzado, alerta de mudança de faixa e detector de fadiga do motorista, entre outras funções. O pacote de segurança é reforçado por até sete airbags. O interior do Commander segue com acabamento premium e bem confortável, com destaque para os sete lugares — que aumentam o conforto dos passageiros. Exemplo disso é a terceira fileira de bancos, que quando rebatida, gera um assoalho completamente plano com 661 litros de capacidade de carga.
Novos motores – As diferentes motorizações fazem com que o Jeep Commander seja o SUV mais versátil dessa categoria. O motor Hurricane 2.0 turboflex entrega 272cv de potência e 40,8kgfm de torque, acelerando de 0 a 100 km/h em 7 segundos. Para quem prefere a opção diesel, o motor Multijet 2.2 turbodiesel entrega 200cv de potência e 45,9kgfm de torque. Ambos os motores estão associados a um câmbio automático de nove marchas e à tração 4×4 Jeep Active Drive Low com seletor de terrenos e boa capacidade off-road, incluindo o controle de descida em rampas e as Off-Road Pages no painel de instrumentos. Na versão Blackhawk, toda a condução também é facilitada pelas Performance Pages, que indicam a pressão da turbina, G-force, potência e torque. Já o motor T270 turboflex, agora associado à tecnologia MHEV (disponível nas versões Limited e Overland), oferece 176cv de potência e 27,5kgfm de torque.
Nessa modalidade, o novo sistema da Stellantis faz a recuperação de energia durante as desacelerações, aproveitando ao máximo para regenerar a bateria de 48V. Além disso, a assistência gera torque para auxiliar ao motor a combustão durante as acelerações e retomadas em até 65 Nm, proporcionando uma economia de combustível e redução de emissões, além de melhorar ainda mais o conforto na condução do modelo. Todo esse conjunto T270 turboflex MHEV de 48V é associado a um câmbio automático de 6 velocidades e tração 4×2 e o Jeep Traction Control+, sistema de controle de tração que atua em situações em que o veículo se encontra com uma das rodas em baixa aderência com o solo, aplicando torque de frenagem na roda que está escorregando e transferindo, pelo diferencial, o torque para outra roda em contato com o piso.
Torque imediato – As novas versões MHEV contribuem para uma dirigibilidade ainda mais confortável, com disponibilidade de torque imediata. O novo sistema torna o carro mais responsivo, pois age na curva de aceleração, oferecendo torque elétrico para uma resposta mais imediata ao acelerar o veículo. A motorização oferece ainda redução média de 9,4% no consumo e melhora nas emissões de CO² de até 5%, no uso na cidade e na estrada. As versões Overland e Limited passaram a registrar consumo de 11 km/l com gasolina em ambiente urbano, segundo a etiqueta do Inmetro.
Assim como toda a gama Jeep, o Commander oferece 5 anos de garantia e assistência 24h em todo território nacional, reforçando a força e a capilaridade no Brasil, um importante diferencial competitivo da marca em nosso país. O Commander 2027 mantém inalterados os preços em todas as versões — e redução na versão Blackhawk com novo motor Hurricane flex. Na versão Longitude T270, o preço sugerido é de R$ 228.790. Nas novas versões MHEV, a Limited chega por R$ 255.690 e a Overland por R$ 283.790. Já a versão Overland 2.2 Turbodiesel chega por R$ 319.990 e o novo Blackhawk Hurricane Flex conta com preço de R$ 329.990, uma redução de R$ 6,5 mil.
Confira os principais itens e preços públicos sugeridos do Jeep Commander. Todas as versões de 7 lugares:
Jeep Commander Longitude T270 – R$ 228.790
• Roda de 18’’
• Adas nível 2
• 6 airbags
• Abertura elétrica do porta-malas
• Banco de couro preto
• Terceira fileira de bancos
• Banco elétrico do motorista
• Sistema de som com 6 alto-falantes
• Ar-condicionado dual zone e ajuste de intensidade para as fileiras traseiras
• Centralizador de faixa (Lane Centering)
• Piloto automático adaptativo
• Sistema de estacionamento semiautônomo (Park Assist)
• Banco elétrico para o motorista
• Reconhecimento de placas de trânsito
Jeep Commander Limited T270 – R$ 255.690
Todos os itens do Longitude, mais:
• Novo – Motor MHEV
• Central Multimídia de 10,1″ com Adventure Intelligence Plus com Alexa in vehicle
Citroën C3 no Carro Sustentável custa R$ 77 mil – A Citroën, pertencente ao grupo Stellantis, apresenta boas novidades na linha 2026 do compacto C3. O hatch pequeno mais acessível do país passa a ser oferecido em versões que ganharam novos nomes: Live Go, Live Plus e Feel Plus, além de manter a topo de gama 1.0 MT XTR e a Turbo 200 AT YOU!. Entre os principais destaques na atualização está o investimento realizado pela marca nas três versões iniciais. Os modelos passam a adotar pneus tecnológicos com menor resistência ao rolamento, desenvolvidos com nova composição de borracha, capaz de reduzir o atrito, gerando para o motorista uma melhoria no consumo de combustível, além de uma redução nas emissões e menor ruído de rodagem.
Como resultado da mudança, as centrais de motor e freio também receberam nova calibração, garantindo um desempenho ainda melhor ao novo conjunto técnico. As alterações possibilitaram a entrada dos modelos Citroën C3 Live Go, Citroën C3 Live Plus e Citroën C3 Feel Plus no programa Carro Sustentável, criado dentro do programa Mover (Mobilidade Verde e Inovação) do governo federal. Com este avanço, Citroën C3 Live Go, Citroën C3 Live Plus e Citroën C3 Feel Plus obtêm a isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). “As versões Live Plus e Feel Plus passam a contar com conteúdos adicionais, enquanto a Live Go estreia com valor de R$ 76.990, mais de R$ 9 mil de desconto, posicionando-se inclusive com preço inferior ao já praticado até então”, destaca Pedro Silva, Head da Citroën para a América do Sul.
Pneus verdes – O Citroën C3 Feel Plus agora conta com o painel de instrumentos digital em TFT de 7”, igualando este conteúdo em todas as versões Feel das três gamas da marca. Para um conforto maior, a Feel Plus passa a ter como opcional o banco em tecido premium. Além dos pneus verdes, elas passam a contar com rodas diamantadas pintadas de 15” em preto. “A C3 Feel Plus, com os novos conteúdos, deve se tornar ainda mais estratégica na composição do mix na gama e ter uma boa performance, assim como ocorreu com a versão especial XTR, que hoje é a mais vendida dentro do portfólio”, reforça Pedro Silva.
A versão Citroën C3 Live Plus passa a contar com barras longitudinais no teto, novidade que reforça o visual externo e confere uma proposta mais robusta ao modelo. Além disso, é oferecida a R$ 86.990, valor R$ 6.600 menor que o de tabela do modelo vigente até então. Já a versão de entrada Live Go torna-se ainda mais acessível, com uma oferta especial no mês de lançamento, também R$ 9.600 menor que o valor de tabela, que a posiciona no valor de R$ 76.990. As três novas versões mantêm a motorização 1.0 Firefly com até 75 cv de potência, reconhecido na região graças à sua eficiência e economia comprovadas por milhões de quilômetros rodados a bordo de diferentes produtos da Stellantis.
Confira os preços da nova linha Citroën C3 2026
C3 Live Go – R$ 76.990
C3 Live Plus – R$ 86.990
C3 Feel Plus – R$ 90.590
C3 XTR – R$ 92.590
C3 YOU! – R$ 109.590
Linha Ora 03 agora só em versão única – A fabricante chinesa GWM alterou a linha Ora 03 no Brasil, adotando apenas uma versão, a intermediária das três até então existentes. O hatch elétrico passa a contar apenas a BEV58, eliminando a opção de entrada Skin e a topo de linha GT. O preço dela? R$ 169 mil. De novo, porém, apenas duas opções a mais de pinturas: a Azul Eletric, para realçar o visual ‘retrô-futurista’ do modelo, com pinças de freio amarelas, e a Cinza Zenith, até então disponível apenas na GT. A BEV58 tem carroceria na mesma tonalidade, sem teto e retrovisores pretos até então característicos da versão. As pinças de freio também são em amarelo. As rodas agora passam a ser pretas e de 18 polegadas. As configurações mecânicas e de equipamentos não mudam. A BEV58 conta com motor elétrico de 171cv e 25,5kgfm de torque, com bateria de 58kWh. A autonomia oficial, pela conta do Inmetro, é de 315 quilômetros.
Entre os itens de série, destaque para teto solar panorâmico, carregador de celular por indução de 15W, espelho interno eletrocrômico, seis modos de condução e três de assistência de direção (conforto, normal e esportivo). O pacote de segurança oferta sete airbags, alerta e frenagem autônoma de emergência, inclusive para pedestres, motociclistas e ciclistas, câmera 360°, assistente de ponto cego com alerta de abertura das portas, reconhecimento de placas de trânsito, assistente de permanência em faixa e piloto automático adaptativo.
Melhor revenda – E por falar em Ora 03, o modelo foi eleito o vencedor do prêmio Melhor Revenda da revista Quatro Rodas na categoria de veículos elétricos de até R$ 300 mil. A premiação reconhece os modelos com menor desvalorização nos últimos 12 meses e é um dos principais indicadores de valor de mercado atualmente. A baixa desvalorização do Ora 03 deve-se a algumas estratégias adotadas pela GWM especialmente para esse fim, como é o caso da política de preço único para a mesma configuração de carro em todos os estados brasileiros, independentemente da cor e do frete, seja na loja física ou na compra pela internet. Essa iniciativa é uma inovação exclusiva da marca e ajuda a preservar o valor dos veículos da marca, eliminando variações regionais e assegurando que todos os clientes tenham acesso ao mesmo preço, tornando a experiência de compra mais transparente e conveniente.
GWM atinge 98% de disponibilidade de peças no Brasil – E já que estamos falando de GWM, o centro de distribuição e logística da chinesa GWM em Cajamar, em São Paulo, completa três anos em abril com mais de 800 mil peças em estoque, avaliadas em mais de R$ 85 milhões. Desde 2023, a área de armazenamento cresceu de 1.000 m² para de 8.000 m² e, para casos prioritários, o tempo de entrega pode chegar a 48 horas para qualquer região do país. No ano passado, a empresa alcançou um índice de disponibilidade de peças de 98% para seus seis modelos (Haval H6 e H9, ORA 03, Tank 300, Poer P30 e Wey 07), superando a média do mercado nacional, estimada em 93%.
O GLC 300 e seu som de alta performance – A Mercedes-Benz brasileira acaba de apresentar ao nosso mercado o GLC 300 4MATIC ainda com mais tecnologia para o segmento de SUVs. O grande destaque desta atualização é a inclusão do sistema de som Burmester 3D, que redefine a experiência no interior do automóvel ao entregar uma imersão sonora de excelência acústica, transformando o espaço interno do automóvel em um ambiente ainda mais sensorial e impactante. “O sistema proporciona uma experiência sonora imersiva com qualidade superior, elevando significativamente o entretenimento e a interação sensorial a bordo”, afirma Evandro Bastos, head de Produto Automóveis da Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil.
O sistema de som Burmester 3D entrega som tridimensional com alta definição e possibilidade de personalização, garantindo uma experiência única para todos os ocupantes. Essa imersão é potencializada pelo avançado sistema multimídia MBUX (Mercedes-Benz User Experience), com navegação integrada, funções estendidas, conectividade remota e integração para smartphones, incluindo Apple CarPlay e Android Auto. O interior tecnológico é complementado pelo display do motorista de 12,3 polegadas e pela tela central de 11,9 polegadas, além de recursos como leitor de impressão digital e carregamento wireless, que proporcionam praticidade e personalização no dia a dia. O Mercedes-Benz GLC 300 4MATIC está à venda por R$ 527.900.
Ford GT Mk IV bate recorde em Nürburgring – Há gerações, Nürburgring tem sido o campo de provas definitivo, um circuito implacável de 20,7 km de asfalto, repleto de curvas e mudanças de nível, conhecido carinhosamente como “Inferno Verde”. É um lugar onde lendas são criadas e limites são testados. Agora, a Ford registrou mais um recorde na famosa pista alemã, desta vez com o Ford GT Mk IV, que tornou-se o carro americano mais rápido (superando o Chevrolet Corvette ZR1X na categoria de protótipos), e o terceiro mais rápido no geral, incluindo carros de corrida e protótipos elétricos. Com o tempo de volta de 6 minutos, 15 segundos e 977 milésimos, ele agora também é o modelo com motor exclusivamente a combustão mais rápido do circuito.
Este supercarro é um dos únicos 67 exemplares programados para produção da terceira geração do Ford GT. Ele é equipado com motor Ford EcoBoost biturbo especialmente projetado de mais de 800 cv, suspensão de corrida Adaptive Spool Valve, distância entre-eixos mais longa e transmissão de corrida sob medida. Sua carroceria de fibra de carbono de cauda longa é uma obra de arte funcional, projetada para máximo downforce e velocidade. Para domar o “Inferno Verde” e extrair cada gota de desempenho do GT Mk IV, é preciso um piloto de talento excepcional e que conheça a pista. Frédéric Vervisch, piloto de fábrica da Ford Racing, foi escolhido para esse desafio. Além de conquistar duas vezes as 24 Horas de Nürburgring, em 2019 e 2022, ele foi um dos primeiros vencedores com o novo Mustang GT3 nas 24 Horas de Daytona em 2025, mostrando sua versatilidade e veia de campeão.
Inflação do usado subiu mais do que a de 0km – A inflação do carro usado subiu mais do que a do 0km entre 2020 e 2025, segundo dados do IBV Auto, índice do banco BV que mede a variação dos preços dos automóveis leves usados no país. Enquanto o preço dos veículos 0km ficou 51,5% mais alto, os usados tiveram aumento de 83% no período — uma diferença de mais de 30 pontos percentuais.
Uma das razões para essa diferença de preços está na menor procura por veículos 0km e no aumento da demanda por seminovos e usados iniciada na pandemia de Covid-19 — e que se consolidou nos últimos anos. Dados da Fenauto mostram que as vendas de usados saltaram mais de 40% desde 2020, chegando ao patamar de quase 18 milhões de veículos comercializados no ano passado.
A comercialização de carros 0km, por sua vez, somou 2,5 milhões em 2025, alta de 28% em relação a 2020, segundo a Fenabrave e Anfavea. “O movimento inflacionário que atingiu o preço dos 0km provocou uma mudança no perfil de compra do consumidor médio, já que a alta não foi acompanhada por um aumento proporcional da renda, fazendo com que cada vez mais pessoas optassem por veículos mais antigos”, explica Jamil Ganan, vice-presidente de Varejo do banco BV. Em 2020, devido à pandemia de Covid-19, o setor automotivo brasileiro passou por uma crise sem precedentes, com queda na produção de carros novos devido ao fechamento de fábricas e à falta de componentes, em especial semicondutores. Esse cenário gerou filas de esperas nas concessionárias, pressionou preços e levou o consumidor a comprar usados ou seminovos, que eram as opções disponíveis no mercado naquele momento.
Essa maior procura, por sua vez, resultou em valorização recorde dos usados, tendência que vem se mantendo nos últimos anos. “O mercado de usados é enorme, com opções de modelos e faixas de preço para todos os bolsos. Mesmo com a valorização desse segmento, existem alternativas que atendem diferentes perfis”, complementa Jamil Ganan. Entre as marcas com maiores variações nos últimos anos estão o Renault Clio (57,8%), Renault Logan (49,9%) e Ford Focus (44,9%). Na outra ponta, com menor variação no período, ficaram o Jeep Renegade, com alta de1,2%. Tiveram queda de preço o Volkswagen Nivus (-3,5%) e Volkswagen T Cross (-5,4%).
Locadoras compraram um carro por minuto em 2025
Mesmo diante de instabilidades econômicas e juros elevados, as locadoras de veículos ampliaram sua frota e faturamento no ano passado, mantendo o nível de crescimento registrado nos últimos anos. “Os números do setor demonstram que o negócio de locação de veículos tem sido resiliente ao longo dos últimos anos e já alcança um protagonismo que impacta positivamente em diversas áreas de grande importância econômica, como a indústria automotiva, o turismo e a mobilidade”, avalia o presidente da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla), Marco Aurélio Nazaré, ao lançar o anuário da categoria.
O ritmo de renovação de frota das locadoras de veículos, por exemplo, continua acelerado. Em 2025, as empresas do setor emplacaram 628.970 automóveis e comerciais leves, o que perfaz uma média de mais de um veículo adquirido a cada minuto. Com isso, a frota total disponibilizada atingiu o patamar recorde de 1.717.848 automóveis e comerciais leves, um crescimento de 100 mil veículos ou 6,2% em relação ao ano anterior. A idade média da frota das locadoras caiu de 17,5 meses para 16,4 meses. As empresas do setor investiram R$ 79,3 bilhões na aquisição de novos automóveis, quase R$ 11 bi a mais do que em 2024, o que representa aumento de 15,3%. O investimento médio por automóvel atingiu R$ 126.050 (19% a mais do que o ano anterior).
Considerando que os emplacamentos totais de automóveis e comerciais leves no Brasil atingiram 2,5 milhões de unidades em 2025, as locadoras foram responsáveis por 24,6% desse total. O Fiat Argo Drive (55.424 unidades) foi o veículo mais emplacado pelas locadoras. A montadora, aliás, garantiu a liderança nas aquisições com 28,9%, seguida de Volkswagen (24,1%) e Chevrolet (15%). Os hatches pequenos respondem por 39,4% dos emplacamentos (247.939). Seguidos pelas SUVs que representaram 21,7% das unidades adquiridas pelas locadoras em 2025 (136.726). As frotas das locadoras estão cada vez mais diversificadas, com destaque para a oferta do aluguel de motocicletas. Houve 81% a mais de emplacamentos entre as locadoras em 2025. Com isso, há 263.330 motocicletas nas frotas das locadoras, crescimento de 81,6% em relação a 2024.
Mitos e verdades sobre manutenção automotiva: o que faz diferença? – Manter o carro em boas condições vai muito além de revisões periódicas. No dia a dia, muitos motoristas ainda seguem práticas baseadas em “dicas” antigas ou informações equivocadas, o que pode impactar diretamente o desempenho, a segurança e até o bolso. Para ajudar a separar o que é fato do que é mito, especialistas da AutoZone Brasil reuniram algumas das dúvidas mais comuns sobre manutenção automotiva e explicam o que realmente faz diferença na rotina do motorista.
Água de torneira no radiador: mito – Apesar de parecer inofensivo, utilizar água de torneira no sistema de arrefecimento pode causar danos ao motor. Isso porque ela contém minerais que favorecem a corrosão e o acúmulo de resíduos. O recomendado é sempre utilizar aditivo específico, que ajuda a controlar a temperatura e protege o sistema contra ferrugem.
Aditivo de performance funciona? Depende – Existem produtos no mercado que prometem melhorar o desempenho do motor. Alguns, quando certificados e utilizados corretamente, podem contribuir para a limpeza do sistema e melhor eficiência. No entanto, não fazem “milagres” e devem ser usados com orientação, respeitando as especificações do fabricante do veículo.
Cera automotiva protege contra sol e maresia: verdade – A aplicação de cera vai além da estética. Ela cria uma camada protetora na pintura, ajudando a minimizar os efeitos da exposição ao sol, poluição e maresia — especialmente importante para quem vive em regiões litorâneas.
Gasolina comum com aditivo ou gasolina aditivada: depende – Ambas podem cumprir bem o papel de manter o sistema limpo, desde que o combustível seja de qualidade. A gasolina aditivada já contém detergentes e dispersantes, enquanto a comum pode receber aditivos posteriormente. O importante é manter um padrão de abastecimento e evitar misturas constantes.
Aquecer o motor parado: mito – Essa prática era comum em veículos antigos, mas hoje não é mais necessária. Os motores modernos — ou seja, veículos com injeção eletrônica, amplamente presentes no mercado brasileiro a partir do fim dos anos 1990 e consolidados nos anos 2000 em diante — foram projetados para funcionar de forma eficiente desde a partida. Sistemas eletrônicos ajustam automaticamente a mistura de ar e combustível, garantindo o desempenho adequado mesmo com o motor ainda frio. Por isso, o recomendado hoje é ligar o carro e começar a rodar suavemente, evitando acelerações bruscas nos primeiros minutos.
Rodar com o tanque na reserva: mito – Manter o veículo constantemente na reserva pode trazer riscos. Além de aumentar a chance de pane seca, pode comprometer componentes como a bomba de combustível, já que impurezas acumuladas no fundo do tanque podem ser sugadas com mais facilidade.
Troca de filtros (ar, óleo e cabine): “só trocar quando está muito sujo”? Mito – Os filtros não devem ser trocados apenas quando estão visivelmente sujos. Eles têm vida útil definida e são essenciais para o bom funcionamento do veículo. O filtro de ar protege o motor, o de óleo garante a lubrificação adequada e o de cabine cuida da qualidade do ar interno. Rodar com filtros saturados pode aumentar o consumo, causar desgaste e até afetar a saúde. O ideal é seguir as recomendações de troca do fabricante.
Segundo a AutoZone Brasil, a informação é uma das principais aliadas na manutenção preventiva. “Pequenos cuidados e decisões no dia a dia fazem toda a diferença na durabilidade do veículo e na segurança do motorista. Buscar orientação confiável é essencial para evitar custos desnecessários e problemas maiores no futuro”, destaca a empresa.
Renato Ferraz, ex-Correio Braziliense, tem especialidade em jornalismo automobilístico.