Vereadora de Carpina, Cássia do Moinho (MDB) oficializou sua pré-candidatura à Câmara Federal, hoje. Segundo a parlamentar, a decisão nasce da necessidade de viabilizar mais recursos federais para a região da Mata Norte. Vale destacar que Cássia possui um forte recall político não apenas em sua base principal, mas também na cidade de Lagoa de Itaenga.
“Fui testada, fui à luta, fui candidata, fui suplente e tive a honra de assumir como deputada estadual. Hoje, como vereadora, sigo firme, sem baixar a cabeça. E é por isso que eu estou pronta”, afirmou Cássia. No cenário estadual, a vereadora já definiu seu posicionamento: irá fortalecer o palanque do pré-candidato ao Governo, João Campos (PSB). “João representa o futuro, a inovação e a esperança que Pernambuco precisa para retomar o caminho do crescimento. Com ele no comando do Estado, conseguiremos retomar a nossa força, pontuou.
Sabe-se, na história mundial da literatura, de escritores de todas as épocas, que deixaram seus arquivos secretos. Muitas vezes, o que chamamos de “gênio” é o resultado de uma escrita rigorosa; o que sobra no rascunho é a vulnerabilidade, o erro e o caminho tortuoso até à perfeição. A tortura da forma. Talvez o caso mais famoso seja o do poeta português Fernando Pessoa. Cada vez que se abre a sua “arca”, há sempre um novo tesouro. Vladimir Nabokov foi outro desses casos.
O autor de “Lolita” era obsessivo com o controle de sua imagem; deixou instruções para que sua esposa destruísse o manuscrito inacabado de “The Original of Laura”. Philip Larkin, poeta britânico, ordenou que seus diários fossem triturados após sua morte. Já J.D. Salinger, após o sucesso de “O Apanhador no Campo de Centeio”, isolou-se e continuou escrevendo por décadas sem publicar nada. Seus arquivos originais tornaram-se o “Santo Graal” literário, guardados sob sete chaves em sua casa em Cornish, longe de biógrafos e curiosos. Não se pode falar de originais secretos sem citar Franz Kafka. Foi demais…
Ele é o exemplo máximo da tensão entre o desejo de desaparecer e o desejo de ser lido. Pediu ao seu amigo Max Brod que queimasse todos os seus manuscritos (incluindo “O Processo” e “O Castelo) “sem lê-los”. Bem próximo do leitor, foi o caso de Francisco Brennand: tornou-se impiedoso com as “sobras” dos seus famosos “Diários”, um Dos seus escritos sobre os encontros semanais de amigos em Casa Forte, ele e Deborah, sempre aos domingos.
Chegou a vez do paisagista mais famoso do seu tempo: Roberto Burle Marx. Entre os milhares de papéis e projetos paisagísticos deixados por ele — que estão sendo agora descobertos e catalogados por uma equipe do Instituto Burle Marx (RJ) — uma surpresa veio somar-se a tantas outras: dois poemas datilografados, datados de setembro de 1939. Devo essa descoberta a Ana Cecília Burle Marx, sobrinha do “Poeta dos Jardins”, minha amiga. Sua poesia revela um tom bucólico e contemplativo. É poesia dos 30 anos, carregada de melancolia e intimismo. Diferente dos seus jardins vibrantes e ensolarados, aqui encontramos uma “paleta de cores” cinzenta e úmida.
Vento da Tarde
“O vento da tarde vem vindo, /fazendo vacilar as ninfeias/do meu poço tranquilo…/ Levando a fumaça das fábricas, /levando um punhado de pétalas da minha cerca dorida./ Saudades, / petúnias, / perpétuas. /Vento da tarde/ que conta histórias/de vitórias perdidas;/roubou a luz dos meus templos:/de cabeças, /de seios, // de troncos. Apagou os teus círios acesos, /deixando a todos/de olheiras pesadas nas ruas de um subúrbio escondido”.
Muros Velhos
“Vou guardar o teu sorriso triste na garoa das tardes de inverno / esconder a minha revolta muda na sombra de teu rosto pálido, sepultar os meus soluços no emaranhado dos teus cabelos sonolentos, em brejos//e quando a noite apagar/o contorno de teu olhar cansado,/sentirei teu pranto/escorrer sobre meu corpo./A chuva fina/molhará minha dor surda/ e velhos muros/cobertos de estrelas brancas.//Um vento louco/impelirá nuvens tontas/pela terra afora, e as estrelas brancas/ de meus muros velhos…”
O pré-candidato a governador João Campos (PSB) defendeu, hoje, a necessidade de Pernambuco adotar um ritmo de gestão compatível com os avanços vivenciados em outros estados do Nordeste e no Recife, capital administrada por ele nos últimos cinco anos e três meses. As declarações ocorreram em Agrestina, mais um município visitado pelo líder da Frente Popular em seu giro pelo estado. João foi recebido pelo prefeito Josué Mendes (PSB) e seguido por uma multidão pelas ruas do centro da cidade, onde conversou com comerciantes e recebeu o carinho da população.
Em entrevista a uma rádio local, o ex-prefeito do Recife avaliou que o povo pernambucano irá às urnas em outubro para fazer a comparação entre o atual governo e o seu projeto, que tem a capacidade de tirar compromissos do papel. João citou como exemplo a ampliação de vagas de creche, argumentando que, enquanto o Governo de Pernambuco só entregou três das 250 unidades de educação infantil prometidas em um período de quase quatro anos, ele triplicou a oferta na capital, com mais de 100 novas creches em funcionamento. O pré-candidato também enfatizou a necessidade de o próximo governador ter força política para atrair investimentos que, hoje, têm migrado para outros estados do Nordeste, como Bahia, Ceará e Paraíba.
“Eu sei fazer um compromisso e sei concretizar e tirar do papel esse compromisso. Eu tripliquei as vagas de creche no Recife, enquanto o Governo do Estado só fez três creches. Então, o que a gente vai colocar à disposição é a comparação. Pode comparar a saúde, a educação, a infraestrutura, a assistência, as obras. Compare o que eu fiz no Recife com o que está sendo feito no estado. Não perco em nada em uma comparação dessa, porque a gente fez, realizou e entregou”, disse.
Ainda durante a agenda em Agrestina, o pré-candidato a governador visitou a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), que presta assistência a pessoas com deficiência intelectual e múltipla. João Campos valorizou a importância da rede filantrópica na realização desses atendimentos, mas apontou a necessidade de o poder público também fazer a sua parte, implantando e fortalecendo esses serviços em equipamentos próprios. Ele citou os Centros TEA/NDI construídos por sua gestão no Recife, que multiplicaram por dez a capacidade de atendimento a esse público na capital pernambucana.
O prefeito Josué Mendes exaltou a presença de João Campos em sua cidade e falou de conquistas que a Frente Popular viabilizou na região. “É uma honra receber nosso pré-candidato ao Governo do Estado. Votei em seu pai, e ele carrega também a história de Arraes. Agrestina não tem problema com água. Seu bisavô construiu a Barragem do Prata. Foi na época dele. E Agrestina está dando essa demonstração hoje. A esperança se renova mais uma vez com João Campos. Ele demonstrou o que fez pela capital de Pernambuco e não tenho dúvida de que vai fazer muito mais pelo estado”, testemunhou.
Também acompanharam João Campos em Agrestina a vice-prefeita Carmem Miriam (União Brasil) e vereadores da cidade, o pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), o deputado estadual João Paulo Costa (PT), o pré-candidato a deputado federal Dilson Oliveira (PSB), a pré-candidata a deputada estadual Helloysa Ferreira (PSB), os prefeitos de Altinho, Marivaldo Pena (PSB), de Panelas, Ruben Lima (PSB), de São Caetano, Josafá Almeida, e de Cupira, Eduardo Lira, além de ex-prefeitos, vereadores e outras lideranças do Agreste e da Zona da Mata.
No último mês, o deputado estadual Joaquim Lira (PSD) intensificou sua agenda política com foco em entregas e acompanhamento de obras em diferentes regiões de Pernambuco. Entre as ações mais recentes, acompanhou a governadora Raquel Lyra (PSD) em Vitória de Santo Antão durante a vistoria e anúncios de empreendimentos como o Residencial IPA Vitória, que prevê cerca de 400 moradias, e o novo Complexo de Polícia Científica.
No âmbito legislativo, o parlamentar tem concentrado esforços na pauta do saneamento básico como coordenador-geral da Frente Parlamentar em Defesa da Universalização do Saneamento, criada para acompanhar o novo modelo de gestão da Compesa e a ampliação dos serviços de água e esgoto. Ao mesmo tempo, Lira tem reforçado articulações políticas no interior do Estado, ampliando a base de apoio em diversas regiões.
O conflito no Oriente Médio, que já resultou no Brasil em impactos no aumento de óleo diesel e está afetando empresas de vários segmentos, também tem tendência de modificar o setor de Aquecimento, Ventilação, Ar-Condicionado e Refrigeração (AVACR) no ano de 2026, que está refazendo suas projeções, principalmente quanto aos insumos.
Um dos efeitos disso, de acordo com relatório divulgado recentemente pela Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA), é que o Produto Interno Bruto do País (PIB), deve desacelerar ainda mais que o previsto em virtude do conflito.
O momento, conforme explicou Toribio Rolon, Diretor do Departamento de Economia e Estatística da ABRAVA, lembra o início da guerra entre Rússia e Ucrânia, mas com diferenças significativas.
Segundo ele explicou, no conflito entre Rússia e Ucrânia foi observada uma crise de “matérias-primas físicas”. O mundo descobriu a dependência de metais russos e grãos ucranianos. Porém, para a construção civil e a indústria automotiva, o aumento do aço e do níquel foi o golpe mais duro.
Por sua vez, na guerra entre EUA e Irã o que se está sendo observada é uma crise de “fluxo e energia”. “O impacto é mais transversal: o diesel mais caro encarece desde a entrega da última milha até a operação de máquinas pesadas”, informou.
Além disso, conforme explicou Toribio, o fechamento de rotas marítimas vitais cria um “problema logístico” que aumenta o custo de qualquer insumo importado, independentemente da sua origem.
“Para o Brasil, o conflito no Irã tende a ser mais inflacionário no curto prazo devido à política de preços de combustíveis e à dependência de fertilizantes daquela região, afetando o custo de produção de alimentos e o frete industrial. Já a guerra na Ucrânia teve um impacto mais estrutural em setores específicos como o imobiliário (custo do aço) e tecnológico”, acentuou.
Um dos pontos preocupantes do conflito é a elevação dos custos de produção de insumos. Isto porque a forte desvalorização do real em relação ao dólar em 2024 foi parcialmente revertida em 2025, reduzindo os custos dos insumos. Mas agora, fatores conjunturais e geopolíticos geraram incertezas sobre commodities, como o preço do cobre, essencial para o setor AVACR.
“As previsões para os custos dos insumos em 2026 ainda são incertas, devido à complexa geopolítica. A principal preocupação do momento entre as empresas deste segmento da economia é com o aumento dos fretes para o Brasil.
Em relação aos custos, dados da consultoria Solve Shipping (março/2026), apontaram que o valor do frete para um contêiner de 40 pés na rota Ásia–Brasil saltou para aproximadamente US$ 3.100. Este valor representa três vezes a média registrada em fevereiro de 2026, antes da escalada das hostilidades no Oriente Médio.
Uma das principais causas disso foi a suspensão de trânsitos pelo Estreito de Ormuz e as interrupções no Canal de Suez, que forçaram os navios a contornar o Cabo da Boa Esperança (África), adicionando cerca de 3.500 milhas náuticas e US$ 1 milhão em custos de combustível por viagem.
Em relação ao cobre especificamente, com base nos dados mais recentes da London Metal Exchange (LME) e do mercado de futuros, o cobre apresentou uma trajetória de forte valorização nos últimos 12 meses (de março de 2025 a março de 2026), impulsionada pela demanda em setores de energia renovável e inteligência artificial.
Já em relação ao alumínio, com base nos dados mais recentes da London Metal Exchange (LME) e do mercado de commodities, o alumínio apresentou uma tendência de valorização constante nos últimos 12 meses (março de 2025 a março de 2026), impulsionada por gargalos na produção e pelo aumento da demanda em setores de transporte e embalagens.
O Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos EUA (ICE) dos Estados Unidos prendeu o ex-deputado federal Alexandre Ramagem, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 16 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado. A informação foi confirmada pela Polícia Federal ao portal O Globo.
Ramagem foi condenado no ano passado, em julgamento da trama golpista realizado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), a uma pena de dezesseis anos pelos crimes de organização criminosa, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de estado. A sentença foi aplicada no mesmo processo que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A família do garimpeiro Rodrigo Martins de Mello, mais conhecido como Rodrigo Cataratas, desempenhou “papel de protagonismo” na fuga do ex-deputado federal, segundo a Polícia Federal. Rodrigo Cataratas, a mulher Priscila de Mello e o filho Celso Rodrigo de Mello viabilizam a estadia de Ramagem em um condomínio de luxo nos Estados Unidos e o ajudam a obter documentos falsos.
O trecho da investigação da Polícia Federal consta na decisão do ministro Alexandre de Moraes de dezembro que negou, à época, a transferência para a prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o trecho destacado pelo ministro, os documentos falsos seriam usados por Ramagem, que estava desde setembro em Miami, na Flórida, para “ludibriar as autoridades americanas” e conseguir uma carteira de motorista. Para a PF, a conduta da família mostrava “o claro intuito de financiar a organização criminosa” investigada pela trama golpista.
No momento, o ex-governador José Roberto Arruda (PSD) se considera apto a disputar as eleições para governador do Distrito Federal. A mudança ocorrida na Lei da Ficha Limpa alterou os prazos de inelegibilidade e, pela nova forma de cálculo, ele teria ficado elegível desde 2022.
Mas a Rede entrou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda terá de julgar. Arruda acredita que o STF manterá a mudança da lei. E ele, então, entrará na disputa. Há, porém, quem julgue que, mesmo se tornando elegível, Arruda possa vir a ter uma fragilidade. O caso Master tornará forte mais uma vez o debate sobre corrupção no DF. E Arruda entrará como alguém que já foi condenado.
Ao Correio Político, Arruda afirmou que está preparado se o debate acontecer por esse viés. “Creio que, sim, o debate sobre corrupção vai acontecer”, disse Arruda. “E quero ter uma chance de me explicar”, completou. Arruda foi alvo da Operação Caixa de Pandora, e houve a divulgação de um vídeo no qual ele de fato recebia uma sacola cheia de dinheiro. “Recebi, sim, a doação. Mas foi antes de ser governador. E declarei”, afirma ele agora.
“De qualquer modo, ainda que tivesse havido, perto de tudo isso que agora aparece, meu caso deveria ter sido julgado no Juizado de Pequenas Causas”, brinca Arruda. “E, ainda nessa linha, fui condenado e fiquei 16 anos inelegível. Não era o caso de ter acabado?” O ex-governador prossegue com um outro argumento do campo político-eleitoral. “O eleitor no seu julgamento ainda me dá 30% das intenções de voto. Então, já deve ter tirado as suas conclusões”. Os últimos levantamentos mostraram Arruda competitivo contra a governadora Celina Leão (PP).
De qualquer modo, Arruda turbina as redes sociais com vídeos na sua pré-candidatura. Num deles, apontou propostas concretas para a crise do BRB a partir do rolo do Master, que deixou para o Banco de Brasília um rombo de R$ 16 bilhões. Para Arruda, as soluções apontadas por Celina, de venda de imóveis para cobrir o rombo, não irão resolver o problema.
Se Celina disse que poderia pedir ajuda ao governo federal, Arruda tem, nesse sentido, uma proposta concreta: tornar o BRB o banco gestor do Fundo do Centro-Oeste (FCO). São R$ 15 bilhões. “Isso daria ao BRB uma capacidade de ser banco de fomento. E faz todo sentido, porque o BRB é um banco regional”.
A segunda proposta feita por Arruda é que o banco trabalhe com a conta movimento. “Todas as receitas de impostos e transferências da União para Brasília passam pelo BRB. São mais de R$ 70 bilhões por ano. Trabalhar o fluxo dessa conta movimento pode gerar um superávit, com juros de 15% ao ano”.
Então, na linha do que defende Arruda, fazer o BRB voltar ao que deveria. Em vez da ideia de se tornar um grande banco comercial, patrocinando time de futebol, camarotes vips de Fórmula Um, com agências no exterior, voltar a ser o banco de Brasília. “Precisa cortar na carne, acabar com isso tudo”, prega.
No meio dessa confusão toda que acabou virando a eleição do DF, com Celina Leão assumindo o governo com um discurso de oposição a Ibaneis Rocha (MDB), de quem ela era vice-governadora, com quem Arruda vai compor para formar sua chapa para o Senado? “Isso vai evoluir até a convenção, mas hoje eu diria que com ninguém”.
Ao fechar com Michelle Bolsonaro e a deputada federal Bia Kicis, ambas do PL, como candidatas a senadora, Celina deixou órfãos outros partidos e abriu flancos para que seus adversários ampliassem suas alianças. “Mas eu não sei se é o caso de eu ter candidato a senador na minha chapa”, surpreende Arruda.
“Eu tenho voto à esquerda e à direita. Talvez fechar alianças, em vez de ampliar, me limite”, raciocina Arruda. Para ele, o jogo no DF vai passar pelo maior escândalo financeiro da história. “a coisa mais grave que já aconteceu no sistema bancário nacional” com suas consequências. E Arruda está no jogo.
Com o clima de pré-campanha crescendo em Pernambuco, o tom das críticas ao governo de Raquel Lyra (PSD), pré-candidata à reeleição, vai se elevando. Ontem, no lançamento das pré-candidaturas do presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Álvaro Porto, à reeleição, e de Gabriel Porto a deputado federal, em Canhotinho, não faltaram farpas à gestão estadual.
Presente ao evento, o pré-candidato ao governo do estado João Campos (PSB) afirmou que muito do prometido não foi feito. Gabriel avaliou que Pernambuco vive uma situação alarmante, com um governo sem entregas e Álvaro Porto classificou a administração como a pior da história do estado.
Ainda antes de subir ao palco, armado nas instalações da antiga fábrica Mucuri, Campos, que vinha de agenda em Arcoverde, disse que cabe ao povo responder se a governadora tem cumprido o que prometeu, mas que ressaltou que “no caminho, é impressionante a quantidade de tapume que, quando a gente olha, não vê obra dentro”. Segundo ele, a situação é o oposto do que se observa no Recife, onde muitos projetos não contam com tapume, mas as obras existem.
No discurso, Campos reafirmou que ao se andar pelo estado, não se vê uma grande obra entregue, a exemplo de um hospital ou uma escola técnica. Lembrou também que apenas três das 250 creches prometidas foram concluídas e fez contraponto, com números, elencando resultados das entregas da sua gestão no Recife. O pré-candidato destacou ainda a importância de contar com aliados como Álvaro e Gabriel, por ambos carregarem um legado de trabalho que perpassa gerações em favor de Canhotinho e do Agreste.
Gabriel foi no mesmo tom e pontuou que o atual governo é perseguidor, vive de propaganda e tem limitada capacidade de realizações. Afirmou que João Campos tem todas as condições mudar essa situação, fazendo o estado ser novamente um Leão no Norte. Destacou ainda o legado que recebeu da família e de toda a história construída a partir do avô, Lourival Mendonça de Barros, ex-prefeito de Canhotinho, e que terá de trabalhar muito para honrar o que cada um lhe passou de ensinamento.
Gabriel ressaltou que a energia vista em Canhotinho é sentida nas caminhadas pelas diversas regiões do estado. “O que vivemos aqui hoje em Canhotinho é uma demonstração da força coletiva deste projeto. Todo mundo que está aqui vai percorrer o estado e suar a camisa para dar a vitória a João Campos”, enfatizou.
Por sua vez, Álvaro Porto reforçou o tom das críticas lembrando que há quatro anos promoveu, também em Canhotinho, o lançamento da pré-candidatura da atual governadora, mas que era hora de pedir perdão. “Hoje, eu peço desculpas ao povo de Pernambuco por ter pedido voto para o pior governo da história. É um governo de maquiagem, que não faz entregas”, declarou.
Em entrevista, o deputado de observou que Canhotinho é pé quente. “A gente está junto nessa caminhada com a pré-candidatura de João Campos e não temos menor dúvida de ele que vai ser o governador do Pernambuco”, disse. “A gente vem trabalhando pela região e, com as nossas ações, a região se modificou bastante. E temos plena certeza que Gabriel Porto, deputado federal, vai trabalhar mais em favor do desenvolvimento do Agreste e do estado”, completou.
A advocacia pernambucana já pode se programar para um oportuno debate de interesse do segmento. A Faculdade de Direito do Recife (UFPE) e o Instituto dos Advogados de Pernambuco (IAP) trarão ao Recife, amanhã, os professores da Universidade de Girona (Espanha), Carmen Vázquez e Jordi Ferrer Beltrán, referências internacionais em raciocínio probatório tendo como pauta “prova sem convicção: standards de prova e devido processo”.
Vázquez é coordenadora acadêmica do mestrado em raciocínio probatório oferecido pelas Universidades de Girona e pela Universidade degli studi de Gênova. Ferrer Beltrán é professor titular de filosofia do direito (Girona), onde também responde como diretor da Cátedra de Cultura Jurídica e pelo Mestrado em Raciocínio Probatório
“A cátedra de cultura jurídica, que Beltrán coordena, se transformou em um dos maiores centros do estudo. Brasileiros, sul-americanos, europeus, americanos vão lá estudar. Suas obras são citadas em supremas cortes e cortes superiores do Peru, Brasil, Portugal, Espanha e outros países”, lembra a presidente do IAP, lembra Érika Ferraz. “Esses debates fortalecem o diálogo entre as instituições e é uma das preocupações atuais do IAP continuar promovendo ações que gerem conhecimentos para nossa advocacia” afirma Ferraz.
A partir de hoje, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passa a ser liderado por Ana Cristina Viana Silveira. Servidora de carreira, ela assume a presidência do órgão com a missão estratégica de acelerar a análise de benefícios e simplificar os processos internos do Instituto. Ana Cristina substitui Gilberto Waller, que esteve à frente da instituição nos últimos 11 meses.
Com mais de duas décadas dedicadas ao sistema previdenciário, Ana Cristina ingressou no Instituto em 2003 como Analista do Seguro Social. Antes de assumir a presidência do INSS, ocupava o cargo de secretária-executiva adjunta do Ministério da Previdência Social. Sua trajetória inclui, ainda, a presidência do Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS) por quase três anos – durante sua gestão, dobrou a capacidade de análise de recursos.
A escolha de uma servidora com visão sistêmica – que compreende o fluxo previdenciário desde o atendimento nas agências até a fase recursal – marca um novo momento para o Instituto, focado na redução do tempo de espera e qualidade do atendimento aos segurados.
“Agradeço a Gilberto Waller pela importante contribuição nesse período e dou as boas-vindas à Dra. Ana Cristina. Ela tem o perfil ideal para iniciar esse novo momento e cumprir a determinação do presidente Lula, que é solucionar a fila e não deixar nenhum brasileiro para trás. Sua nomeação também entrega o comando do Instituto nas mãos de seus próprios servidores. Tenho a alegria ainda de anunciar mais uma mulher para a alta cúpula do órgão, que já tem quatro diretoras”, disse o ministro.
CURRÍCULO – Graduada em Direito, Ana Cristina Viana Silveira é servidora de carreira do INSS desde 2003, no cargo de Analista do Seguro Social. Entre 2020 e 2024, atuou como professora de Direito Previdenciário. Ocupou a presidência do Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS) de abril de 2023 até fevereiro de 2026, quando foi nomeada secretária-executiva adjunta do Ministério.
A notícia lida no Painel do Estadão deste último domingo, apontando a possível indicação do senador Ciro Nogueira (PP), do Piauí, para presidir a federação União Progressista em São Paulo, vai além de um movimento de pacificação local. Ela evidencia, com clareza, o novo desenho partidário em curso no país.
Trata-se de um modelo decisório e determinante concentrado na direção nacional. O estatuto da federação, especialmente em seu art. 27, não deixa margem a dúvidas ao atrair para a instância superior a solução de conflitos estaduais, sobretudo nas definições sobre eleições majoritárias. Nesse contexto, Antônio Rueda e Ciro Nogueira assumem papel central na condução dos impasses.
As disputas surgem, principalmente, onde os dois partidos são adversários locais ou possuem divergências sobre os apoios majoritários, o que torna a convivência obrigatória mais complexa.
A questão, no entanto, é simples: não se trata de desconhecimento das realidades políticas regionais, mas do fortalecimento consciente de um modelo em que prevalecem as decisões da cúpula nacional.
E não há espaço para surpresa. O processo de amadurecimento da federação foi longo, com meses de discussão, e sua homologação ao final da janela partidária garantiu ampla liberdade de mobilização aos parlamentares.
O resultado é inequívoco: uma estrutura partidária robusta, com elevada capacidade de investimento e significativo tempo de televisão, redesenhando o equilíbrio de forças na política brasileira.
É isso, na Federação União Progressista, a palavra final será sempre da direção nacional.
A 9ª edição do Congresso Pernambucano de Municípios promovido pela Amupe, que acontece nos dias 27 e 28 deste mês, no Recife Expo Center, consolida-se como um encontro estratégico para as lideranças municipais de Pernambuco. Sob a gestão de Pedro Freitas, prefeito de Aliança e presidente da Amupe, o evento terá como ponto alto a vinda do ministro do STF, Flávio Dino, que debaterá a autonomia municipal e as emendas parlamentares.
Para Pedro Freitas, a presença de Flávio Dino reforça o protagonismo da associação na defesa dos interesses federativos. Além do peso jurídico, o congresso foca no “Mapa da Mina” para captação de recursos: o presidente da Amupe articulou a presença de representantes da Caixa, Banco do Nordeste (BNB) e do Ministério da Gestão e Inovação (MGI), colocando os prefeitos frente a frente com os principais operadores do orçamento federal.
MONTANHAS DA JAQUEIRA – A terra gira, a lua gira, os planetas giram, as estrelas giram, os girassóis giram, graças a Deus! Este planeta Brazil não pode girar apenas em torno do umbigo do aiatolá da seita vermelha.
A poderosa revista Veja fez a revelação de que existem sussurros e conspirações nas cavernas do poder com vistas a substituir o principal centroavante da seleção do Planalto na guerrilha eleitoral deste ano.
O pobrezinho do Neymar continua em recuperação, o técnico Ancelotti ainda não decidiu se ele jogará na copa do mundo. Está na idade avançada de 34 anos. As torcidas organizadas e desorganizadas afirmam que o velhinho da seita vermelha, com a idade de ser bisavô de Neymar, deveria pendurar as chuteiras e ir para casa jogar gamão, cuidar dos netinhos, ou cuidar do filho Lulinha que é meio treloso. O joelho de Neymar e a CPMI da INSS guardam mistérios entre o céu e a terra. E o ancião da seita do cordão encarnado sofre com esses mistérios. Aliás, o joelho de Neymar é puro e inocente nessa história.
No caso de impedimento de Neymar, o técnico Ancelotti dispõe de várias alternativas para o lugar dele, aliás, o lugar da seleção que ninguém é dono absoluto. Quem seria o poste para substituir o centroavante vermelhoo? Este é o Xis do problema, o antigo Twitter do problema. O poste Radar já foi testado e deu chabu. Excluídos os postes improvisados tipo Camilo Santana, restaria o Doutor Chuchu, promovido a protagonista da cena do crime.
Para ganhar autonomia de voo o Doutor Chuchu dependeria de um impulso maior de modo a romper a força de gravidade entre a seita vermelha raiz e a Chuculândia, assim feito a sonda da missão Artemis para vencer a barreira da gravidade entre a Terra e a Lua.
Os altos índices de rejeição e o maior risco de derrota diante do avanço dos adversários conspiram contra o centroavante vermelho. Este ano, na esfera de gravidade do cowboy Donald Tramp, não haverá dólares da CIA para financiar os movimentos de esquerda abaixo da linha do Equador. Faz parte da linha de combate à cultura WOKE nas Américas, na base da força bruta do Big Stick, o grande porrete nada diplomático.
O velhinho não é mais aquele, o que se há de fazer com ele?! O pobrezinho padece da fadiga dos materiais, enferrujou o cérebro. Os matemáticos dizem que em termos de aprovação/rejeição, o guru vermelho atingiu a curva de Napoleão invertida.
O aiatolá do cordão encarnado acostumou-se às glórias do poder desde a primeira eleição para presidente em 2002. Manda e desmanda nestes roçados de cabresto. O fantasma de uma derrota eleitoral agora, montado na garupa do poder, seria equivalente a uma viagem, sem retorno, ao lado escuro da Lua. Ficou triste quando o cowboy Donald Tramp capturou seu amigo o ditador Nicolas Maduro na Venezuela. O galegão espera sair do imbróglio no Irã para intervir em Cuba dos amores comunistas da caterva vermelha.
O papa Leão XIV, afirmou, hoje, que não teme críticas e seguirá se posicionando contra a guerra após ser alvo de ataques do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que afirmou não ser “fã do papa Leão” e que o pontífice – “fraco” – “não estaria fazendo um bom trabalho”.
“Não tenho medo do governo Trump nem de proclamar em voz alta a mensagem do Evangelho, que acredito ser o que estou aqui para fazer, o que a Igreja está aqui para fazer”, disse o pontífice.
“Não quero entrar em debate com ele. Não acho que a mensagem do evangelho deva ser deturpada da maneira como algumas pessoas estão fazendo. Continuarei a me manifestar veementemente contra a guerra, buscando promover a paz, o diálogo e as relações multilaterias entre os Estados para encontrar soluções justas para os problemas”, afirmou o papa.
A declaração do líder católico foi feita para jornalistas durante voo de Roma para a Argélia, onde o pontífice inicia nesta sgeunda uma viagem por quatro países africanos.
Ainda segundo Leão XIV, “muitas pessoas estão sofrendo no mundo hoje. Muitas pessoas inocentes estão sendo mortas. E acredito que allguém precisa se levantar e dizer que há um caminho melhor”.
Declaração de Trump
Nesse domingo (12/4), Donald Trump publicou críticas ao líder da Igreja Católica, na sua rede Truth Social. “O papa Leão XIV é fraco no combate ao crime e péssimo para a política externa. Não quero um papa que ache normal o Irã ter uma arma nuclear”, disse o presidente dos EUA.
Nos ataques ao pontífice, que é norte-americano, Trump disse que o religioso é “uma pessoa muito liberal” e deveria “parar de ceder à esquerda radical”. As informações são do jornal The Guardian.
Logo após as críticas a Leão XIV, Trump publicou, também na Truth Social, uma imagem de si mesmo, gerada por inteligência artificial, em que aparece vestido de Jesus na cura de enfermos. Veja:
Os ataques de Trump ao líder católico vieram depois de um apelo que Leão XIV fez, no sábado (11/4), para que os EUA, Israel e Irã cheguem a um consenso que determine o fim da guerra no Oriente Médio. O pontífice chamou o conflito de “loucura” e acusou os envolvidos de terem idolatria por dinheiro.
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado marcou para amanhã (14) o depoimento do ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL). As informações são do portal G1.
Na mesma sessão, os parlamentares devem acompanhar a leitura do relatório do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) sobre os trabalhos do colegiado e votar o documento – que pode propor às autoridades o indiciamento de alvos da CPI e projetos de aperfeiçoamento da legislação.
A próxima terça é o último dia de funcionamento da comissão, instalada em novembro do ano passado. Os integrantes da comissão tentaram prorrogar os trabalhos, mas, segundo os parlamentares, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), decidiu não atender a esse pedido.
Além da frustração de não ter a prorrogação da CPI, os integrantes do colegiado tem se queixado de decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que têm desobrigado o comparecimento de convocados, o que pode se repetir em relação ao depoimento de Cláudio Castro.
A indefinição da governadora Raquel Lyra (PSD) em relação a montagem da sua chapa não estende apenas o ciclo de ansiedade em quem tanto aguarda sem ter certeza da opção pelo seu nome, como é o caso do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), que sonha acordado em uma das vagas ao Senado.
Provoca também desgastes. A vice-governadora Priscila Krause (PSD) não sabe igualmente se será mantida na chapa da reeleição. Já está prejudicada porque se sobrar apenas a alternativa de disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados ou de volta à Assembleia Legislativa, como se especula, o cenário em busca de parcerias com prefeitos se estreitou. E muito!
A esta altura, praticamente todos os prefeitos dos 184 municípios do Estado já assumiram algum tipo de compromisso com seus respectivos candidatos, tanto a federal quanto a estadual. As chances de uma disputa proporcional sem o lastro do suporte municipal se reduzem drasticamente. Já o senador Fernando Dueire, que chegou a trocar de partido, saindo do MDB para o PSD, legenda da governadora, pode ser a grande vítima da longa espera.
Porque, como Priscila, se vier a disputar um mandato proporcional, não lhe restará prefeitos que garantam apoio. Dueire chegou a revelar a aliados que sua vaga na chapa de Raquel já estava garantida pela própria governadora, o que até o momento não se configurou. O senador anda impaciente e desapontado. Não conseguiu levar o MDB para a coligação de Raquel, condição que parece ter sido imposta por ela.
O retardamento da governadora no calendário da sua chapa pode estar atrelado também ao fator Federação Progressista. Hoje, o presidente desta federação, que uniu PP e União Brasil, Eduardo da Fonte, reúne a bancava progressista na Alepe para decidir se mantém o afastamento da base do Governo ou se faz a opção por uma postura independente.
Na condição de presidente da Federação Progressista, Eduardo também não é carta fora do baralho para o Senado, o que também contribui para dificultar a escolha dos candidatos de Raquel ao Senado.
GADELHA NA ESPERA – Nem mesmo o deputado Túlio Gadelha, que se transferiu da Rede para o PSD, teria seu espaço para o Senado já definido na chapa de Raquel. Numa conversa com colegas de parlamento, na semana passada em Brasília, Gadelha confirmou que já havia conversado com a governadora, em duas ocasiões distintas, sobre eleições, sem, entretanto, ter ouvido dela que o martelo está batido com relação ao seu nome. Mas como entre os nomes é o único que tem perfil mais à esquerda, provavelmente será um dos postulantes ao Senado na chapa governista.
A sanha vingativa do prefeito de Arcoverde – Na sua passagem, ontem, por Arcoverde, para cumprir agenda religiosa, o pré-candidato a governador pelo PSB, João Campos, fez questão de procurar o presidente da Câmara de Vereadores, Luciano Pacheco (MDB), para comunicar que pode contar com seu apoio na luta pela manutenção do seu mandato outorgado pelo povo. O parlamentar sofre, no momento, uma perseguição implacável e desonesta do prefeito Zeca Cavalcanti (Podemos), aliado da governadora, que “patrocina” uma ação de cassação do mandato dele. Diversas instituições já manifestaram solidariedade.
PL inflado por Flávio – Desde que o senador Flávio Bolsonaro anunciou que seria candidato ao Planalto em 2025, o PL agregou 44.092 novos filiados, segundo levantamento do site Poder360. No total, a sigla comandada por Valdemar Costa Neto conta com 939.614 filiados registrados. No mesmo período, o Missão, que nasceu de uma dissidência interna do MBL (Movimento Brasil Livre), teve o segundo maior número de adesões, com 17.255 novos filiados. O partido foi criado formalmente em novembro de 2025.
Delegado já isentou senador – O delegado da PF suspeito de furtar um produto num supermercado no Recife, identificado como Érick Ferreira Blatt, 50 anos, quando atuava no Rio, em 2020, isentou o senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma investigação da PF que apurava se o parlamentar tinha cometido lavagem de dinheiro e falsidade ideológica eleitoral em declaração de bens à justiça eleitoral. Ele também é ex-diretor da Associação dos Delegados da Polícia Federal no Rio de Janeiro e foi alvo, segundo O Globo, de uma representação feita por associados em 2020 porque teria contratado a própria namorada para fornecer cestas de Natal para a entidade.
Cenário complicado para Lula – Pela primeira vez em simulações para a eleição presidencial de 2026, o senador Flávio Bolsonaro (PL) ultrapassou numericamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno, registrando 46% contra 45% do atual presidente. O levantamento do Datafolha aponta que a vantagem de Lula desapareceu, resultando em um empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. O cenário de equilíbrio se estende a outros nomes da direita, como Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), que aparecem com 42% contra 45% de Lula.
CURTAS
POLARIZAÇÃO – No primeiro turno, a polarização segue cristalizada, mas com sinais de mudança de tendência. Lula mantém a liderança com 39%, enquanto Flávio Bolsonaro oscilou positivamente para 35%, desenhando uma aproximação no limite da margem de erro.
CRESCIMENTO – Flávio também demonstrou força na modalidade espontânea, saltando de 12% para 16% das menções, enquanto o presidente permaneceu praticamente estagnado, oscilando de 25% para 26%. Entre os rivais do atual governo, Ronaldo Caiado foi quem demonstrou maior fôlego ao reduzir uma diferença de dez pontos para apenas três em relação a Lula no segundo turno.
PODCAST – No podcast Direto de Brasília de amanhã, o novo líder do Avante na Câmara dos Deputados, Valdemar Oliveira, fala sobre a candidatura do escritor Augusto Cury, recentemente filiado ao partido, para disputar a Presidência da República. O Direto de Brasília é uma parceria deste blog com a Folha de Pernambuco.
Perguntar não ofende: A candidatura de Lula está definhando?