A deputada federal Maria Arraes oficializa sua filiação ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), hoje, em cerimônia às 18h30, na sede do partido em Brasília, com a presença do presidente nacional da sigla, o prefeito do Recife João Campos, e do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin.
Eleita em 2022 como a deputada federal mais jovem da história de Pernambuco, Maria é neta do ex-governador Miguel Arraes, uma das maiores referências da política democrática e progressista do Brasil e um dos fundadores do PSB. Seguindo o legado do avô, Maria mantém sua atuação em defesa da justiça social e de políticas públicas que transformam vidas.
Durante seu mandato, Maria foi nomeada vice-líder do Governo Lula, tem três leis sancionadas pelo presidente Lula, contribuiu para a incorporação de três novas vacinas ao Sistema Único de Saúde e é coautora da PEC que propõe o fim da escala 6×1.
Por Diana Câmara
À medida que o calendário eleitoral avança, alguns marcos silenciosos começam a redesenhar o tabuleiro político. Entre eles, poucos são tão determinantes e, ao mesmo tempo, tão subestimados quanto o prazo de filiação partidária.
Para as eleições de 2026, a regra é objetiva: o cidadão que pretende disputar um cargo eletivo deve estar com filiação deferida por partido político até seis meses antes do pleito, nos termos do art. 9º da Lei nº 9.504/1997. Trata-se de condição de elegibilidade, não de mera formalidade. Sem ela, não há candidatura possível.
Leia maisMas reduzir a filiação a um requisito burocrático é um erro estratégico.
A filiação partidária, na prática, é o primeiro ato jurídico relevante da candidatura. É a partir dela que se inicia, de forma legítima, a construção de um projeto político-eleitoral. É também nesse momento que se estabelecem vínculos, compromissos internos e alinhamentos que impactarão diretamente a viabilidade da candidatura.
Sob o ponto de vista jurídico, um aspecto merece atenção especial: a regularidade da filiação. Não basta preencher ficha ou anunciar ingresso no partido. A filiação precisa ser formalizada até 4 de abril e estar devidamente registrada no sistema da Justiça Eleitoral, dentro deste prazo legal. Eventuais inconsistências, omissões ou indeferimentos podem comprometer o registro de candidatura no futuro, gerando questionamentos que, muitas vezes, só aparecem quando já não há tempo para correção.
Além disso, é importante lembrar que a filiação não é um ato isolado no tempo. Ela dialoga com outros institutos do Direito Eleitoral, como a fidelidade partidária e a própria dinâmica das convenções.
A escolha do partido político exige uma leitura que vá além da afinidade ideológica e alcance a engenharia eleitoral que sustenta a disputa. É preciso compreender como a legenda performa na prática: sua capacidade de atingir o quociente eleitoral, a expectativa real de eleger candidatos, a densidade de votos que consegue produzir, a política interna de distribuição do fundo partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), bem como o tempo de rádio e televisão que efetivamente agrega valor à campanha. Não menos relevante é avaliar o ambiente interno: se há previsibilidade na formação da chapa, compromisso com candidaturas competitivas e estrutura mínima de apoio.
Em síntese, escolher o partido certo é, antes de tudo, uma decisão jurídica e estratégica que pode definir não apenas a viabilidade, mas o destino eleitoral do pré-candidato.
A escolha do partido, portanto, não deve ser guiada apenas por afinidade momentânea ou conveniência eleitoral imediata, mas por uma análise jurídica e estratégica mais ampla.
Para assessores e advogados, este é um período de atuação preventiva. É o momento de conferir documentação, validar registros, orientar pré-candidatos e antecipar riscos. No Direito Eleitoral, muitas das grandes controvérsias surgem não de teses complexas, mas de falhas simples em requisitos formais.
Para o pré-candidato, a mensagem é clara: o prazo está se aproximando, e decisões que parecem administrativas têm impacto direto no futuro da candidatura.
E, para o eleitor, ainda que esse movimento ocorra nos bastidores, é justamente aqui que começam a se desenhar as opções que estarão disponíveis na urna. A democracia também se constrói nesses detalhes, muitas vezes invisíveis, que garantem a legitimidade do processo eleitoral.
Na próxima semana, avançaremos para outro ponto crucial desse mesmo marco temporal: a desincompatibilização e seus reflexos jurídicos nas eleições de 2026.
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Poder360
Levantamento divulgado pela AtlasIntel, hoje, mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria o pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em todos os cenários testados para a Presidência.
No 1º cenário, Lula aparece com 45,9%, contra 40,1% de Flávio. Renan Santos (Missão) tem 4,4%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD-GO), com 3,7%, Romeu Zema (Novo-MG), com 3,1%, e Aldo Rebelo (Democracia Cristã), com 0,6%.
A pesquisa foi realizada pela AtlasIntel Bloomberg de 18 a 23 de março de 2026. Foram entrevistadas 5.028 pessoas com 16 anos. O intervalo de confiança é de 95%. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no TSE sob o nº BR-04227/2026. A pesquisa custou R$ 75.000 e foi paga com recursos próprios. Clique aqui e confira a matéria na íntegra.
No dia em que o senado aprovou projeto tornando a misoginia crime, o vereador Eduardo Correia, conhecido como Eduardo de Quiterinha, usou a tribuna da Câmara Municipal de Angelim, no Agreste de Pernambuco, para ofender a secretária de saúde, Amannda Morais.
Ao criticar o trabalho da titular da saúde em Angelim, o vereador exagerou. “Se não se aguentar de pé se deite”, disse em relação à secretária, no discurso desta terça-feira (23). As informações são do blog do Roberto Almeida.
No pronunciamento, Eduardo de Quiterinha ainda procurou desqualificar Amannda aconselhando-a a mudar de profissão. Os vereadores governistas do Legislativo Municipal, que são maioria na Casa, reagiram aos ataques, que consideraram desrespeitosos. Nem mesmo os outros dois oposicionistas presentes à sessão usaram da palavra para endossar as palavras de Eduardo Correia.
O prefeito Caíque (PSB), reagiu com nota e vídeo divulgados nas redes sociais. “Falas como essa, provenientes de agentes políticos em posição de destaque, prejudicam o árduo trabalho de conscientização para o combate à misoginia e a desigualdade entre homens e mulheres”, frisa a nota assinada pelo Governo Caíque.
Segundo moradores de Angelim o vereador da oposição tem um histórico machista. Há poucos dias, nos grupos de WhatsApp da cidade foi reproduzido um áudio em que o político ataca a própria esposa, seguindo-se um enorme bate boca. De acordo com a imprensa angelinense, Eduardo de Quiterinha é ligado ao deputado federal Fernando Rodolfo (PL).
Metrópoles
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes concedeu a Jair Bolsonaro (PL), ontem, alvará de soltura para cumprimento de prisão domiciliar por 90 dias. Com a decisão, o ex-presidente aguarda, agora, autorização médica para seguir com o tratamento da broncopneumonia em casa.
Bolsonaro, no entanto, só deve deixar o hospital na sexta-feira (27/3), em razão do ciclo de antibióticos, segundo integrantes da equipe médica do ex-presidente.
O último boletim do hospital DF Star não indica data para alta. Bolsonaro deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na noite de segunda-feira (23/3), após internação iniciada no dia 13. Ele segue em tratamento de pneumonia bacteriana bilateral e realiza sessões de fisioterapia respiratória e motora.
“Quem pode dar jeito no Brasil é o eleitor”, defende Álvaro Dias
Por Larissa Rodrigues – Repórter do blog
O eleitorado brasileiro assiste aos inúmeros escândalos na política sem se dar conta de que o país depende do voto para mudar de situação. A opinião é do ex-senador Álvaro Dias (MDB), entrevistado, ontem (24), no podcast Direto de Brasília, comandado pelo titular deste blog em parceria com a Folha de Pernambuco. Para ele, “o Brasil tem jeito”.
“Quem pode dar jeito no Brasil é o eleitor. Enquanto ele não prestar atenção nesses detalhes, de comportamento, de postura, nós vamos ficar patinando”, afirmou. O ex-senador referiu-se às imperfeições do sistema, à falta de respeito às siglas partidárias e aos valores sociais, que muitas vezes só valem para o discurso.
Leia maisÉ preciso focar a atenção nos balcões de negócios que se instalam na política, inclusive porque esse tipo de conduta promove uma relação promíscua entre poderes, alertou Álvaro Dias. “A existência do conluio entre poderes se estabelece. Quando se fala em invasão de competência, não é só o Supremo Tribunal Federal (STF) invadindo a competência do Congresso Nacional. É o Congresso invadindo a competência do Executivo”, observou.
As emendas parlamentares, que ao longo dos anos se transformaram em uma maneira de o Congresso ampliar o poder sobre o orçamento brasileiro, são um exemplo, destacou Dias. “Na verdade, inventam mecanismos, né? Houve uma época que era mensalão, depois veio o Orçamento Secreto”, destacou.
O ex-senador ainda comentou o cenário eleitoral deste ano. Em nível nacional, a opinião dele é de que a eleição pode ser resolvida no primeiro turno, por causa da polarização entre o grupo do presidente Lula (PT) e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), representado pelo filho dele, Flávio Bolsonaro (PL).
“O prognóstico é que será uma eleição disputada palmo a palmo e que pode acabar já no primeiro turno, exatamente em razão da grandiosidade dessa polarização. Quem vencer será por muito pouco. Qualquer falha, qualquer escorregão, pode determinar a derrota. Não sou um especialista, mas é o que sinto”, pontuou Dias.
Ratinho Júnior jogou a toalha – Em nível estadual, Álvaro Dias considerou que o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), foi prejudicado justamente pela polarização. Dias lamentou a decisão do gestor de não disputar a Presidência, comunicada por ele, esta semana, ao dirigente nacional da legenda, Gilberto Kassab. “Eu diria para você que é da história do Paraná. Todos os governadores do Paraná sonharam ser presidente e anunciaram candidaturas, mas nenhum deles disputou a eleição. Quando eu disputei, em 2018, já tinham transcorrido 29 anos do tempo em que governei o Estado, então já muito distante dos efeitos publicitários de uma gestão no cargo executivo. E as dificuldades são impostas pela polarização atual. Certamente foi o que demoveu o governador Ratinho Júnior da ideia de disputar a eleição”, frisou.

Em casa, mas com regras – O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) terá que cumprir uma série de medidas cautelares no período em que permanecer em prisão domiciliar. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu o benefício, ontem (24), ao considerar o quadro de saúde de Bolsonaro, que tem apresentado intercorrências médicas sucessivas nos últimos meses. Entre as regras, o ex-chefe do Executivo terá que usar tornozeleira eletrônica; não poderá usar celular, telefone ou qualquer outro meio de comunicação externa “diretamente ou por intermédio de terceiros”; celulares de visitantes deverão ficar com os agentes policiais; Bolsonaro não poderá usar redes sociais nem ter fotos e vídeos divulgados.
Homenagem ao MDB – Ao lado do presidente nacional do MDB, Baleia Rossi (SP), e do presidente estadual, Raul Henry, o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Álvaro Porto, participou, ontem (24), em Brasília, da sessão solene em comemoração aos 60 anos de fundação do Movimento Democrático Brasileiro, partido ao qual se filiou no início do mês. O ato foi no plenário da Câmara e reuniu deputados, senadores e lideranças filiadas. Porto lembrou o legado de Jarbas Vasconcelos. “Jarbas é uma liderança incontestável, um homem público de trajetória coerente que comandou bem-sucedidas gestões na Prefeitura do Recife e no Estado, além de ter exercido mandatos combativos e brilhantes no Senado”, afirmou.
Moraes cobra oposição – O deputado Antônio Moraes (PSD), vice-líder do governo na Alepe, foi à tribuna da Casa, ontem (24), criticar novamente a oposição por retardar a votação da Lei Orçamentária do Estado (LOA) deste ano. Segundo ele, a motivação é meramente política. O parlamentar cobrou responsabilidade dos adversários da governadora Raquel Lyra (PSD) para com a população de Pernambuco, uma vez que o mês de março já está terminando e a administração ainda não dispõe de sua lei orçamentária, que garante como o governo pretende arrecadar e gastar os recursos públicos ao longo do ano.

Reforço em São Lourenço – Exercendo o segundo mandato em São Lourenço da Mata (RMR), o prefeito Vinícius Labanca (PSB) anunciou, ontem (24), o apoio de todo o seu grupo político à pré-candidatura de Marília Arraes (PDT) ao Senado. O socialista também oficializou sua adesão à pré-candidatura do prefeito do Recife, João Campos (PSB), ao Governo do Estado. “Marília é uma das principais lideranças políticas da minha geração e por isso mesmo eu tenho total propriedade de afirmar: Pernambuco conhece e confia na força, na experiência e na palavra desta mulher. E eu não poderia ter outro nome para apoiar se não o dela. Uma aliada ferrenha do presidente Lula e das pautas progressistas”, destacou Labanca.
CURTAS
João sem o PT 1 – Em entrevista à Rádio Folha 96,7 FM, ontem (24), o presidente da Câmara de Vereadores do Recife, Romerinho Jatobá (PSB), pré-candidato à Alepe, afirmou que seria uma “grande surpresa” se o PT não apoiar o prefeito João Campos (PSB) na disputa pelo Governo de Pernambuco, este ano.
João sem o PT 2 – “Pelo que a gente tem conversado e ouvido, esse grupo dentro do PT é menor dentro do próprio partido. Então, é natural que a maioria prevaleça e esteja com João, como já demonstra querer. Caso isso não aconteça, de fato, seria uma surpresa. A gente entende que a maioria do PT quer estar com João”, afirmou Jatobá à Rádio Folha.
Por falar na Câmara – Em meio aos ruídos na relação entre PT e PSB em Pernambuco, a Câmara Municipal do Recife realiza, amanhã (26), às 18h, uma Sessão Solene para a entrega do Título de Cidadão do Recife ao senador Humberto Costa (PT). A homenagem é iniciativa da vereadora Kari Santos (PT), em reconhecimento à trajetória política do parlamentar e aos serviços prestados à cidade e ao povo recifense.
Perguntar não ofende – Qual será o nome do PSD na disputa contra Lula?
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Os policiais civis de Pernambuco anunciaram nesta terça-feira (24) paralisação de 24 horas para a próxima quinta-feira (26). A decisão foi tomada pelo Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol) como forma de protesto por melhores condições de trabalho e para cobrar a abertura de canais de diálogo com o governo do estado.
De acordo com a categoria, o movimento foi motivado pelo descumprimento de um compromisso público da governadora Raquel Lyra (PSD). A gestora havia sinalizado que receberia a direção do sindicato para uma mesa de negociação no dia 16 de março. No entanto, a reunião não ocorreu e não houve justificativa oficial para o cancelamento, o que gerou indignação entre os agentes. As informações são do Leia Já.
Leia maisEm nota oficial, o sindicato criticou duramente a ausência da chefe do Executivo no encontro que havia sido agendado no Palácio do Campo das Princesas.
“A governadora prometeu, não cumpriu e tem adotado uma postura avessa ao diálogo com a categoria. Após anunciar a abertura de negociação, chegou a agendar reunião no Palácio do Campo das Princesas, mas não compareceu, frustrando os policiais civis e aprofundando o sentimento de desrespeito. Não se trata apenas de uma reunião cancelada. Trata-se de falta de compromisso com quem sustenta a investigação criminal no Estado“, declarou a entidade.
Atualmente, a categoria reivindica não apenas a retomada das conversas, mas também melhorias na infraestrutura das delegacias e valorização salarial. O sindicato informou ainda que a postura da gestão estadual tem “aprofundado o sentimento de desrespeito” com os profissionais que atuam na linha de frente da segurança pública.
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O Ministério da Cultura (MinC) e a Agência Nacional do Cinema (Ancine) anunciaram, no Recife, um investimento de R$ 630 milhões para o audiovisual brasileiro com a retomada do edital Arranjos Regionais. A formalização ocorreu em cerimônia realizada no Cinema São Luiz, nesta terça-feira (24).
O certame, lançado em 2025, vai injetar R$ 519 milhões em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e R$ 111 milhões em contrapartidas de estados e municípios. Durante o evento, foram assinados 41 Termos de Complementação dos Arranjos Regionais. As informações são do JC.
Leia maisA iniciativa tem como objetivo fortalecer a produção audiovisual em todo o país, com apoio a projetos de longa-metragem, séries e telefilmes, além da estruturação de polos regionais e da geração de emprego e renda no setor.
Em entrevista à Rádio Jornal, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, destacou a escolha do Recife para o anúncio.
“É muito importante estar em Recife fazendo isso, porque essa terra tem nos presenteado em relação à potência do audiovisual brasileiro, terra de Kleber Mendonça, terra do Cine São Luís. Então foi uma escolha estratégica lançar essa política dos arranjos regionais aqui”, afirmou.
Criado em 2014, o programa Arranjos Regionais realizou cinco chamadas públicas até 2018, quando foi descontinuado. No período, foram investidos R$ 557,5 milhões em todo o país, somando recursos federais e aportes locais.
Segundo a ministra, a retomada representa um esforço de reestruturação do setor. “É um resgate, porque esse programa existiu antes, mas ficou um tempo sem investimento. Nós reposicionamos esse programa que vai gerar investimento, oportunidades de trabalho e possibilidades nesse momento em que o Brasil se encontra fortalecendo cada vez mais a produção cinematográfica”, pontuou.
O evento de formalização contou também com a participação da secretária do Audiovisual do MinC, Joelma Gonzaga, e da secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula. A realização é uma parceria do MinC com a Secretaria de Cultura de Pernambuco, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe).
Como vai funcionar
O Arranjos Regionais será destinado a municípios e estados interessados em fortalecer o audiovisual. Segundo a ministra Margareth Menezes, o projeto é voltado para cidades que já têm ativação do audiovisual.
Os governos locais também investirão recursos em ações de difusão, pesquisa, formação, memória e preservação audiovisual, atividades cineclubistas, desenvolvimento de projetos e núcleos criativos, produção de curtas, médias-metragens, jogos eletrônicos, animações e conteúdos voltados ao público infantil.
De acordo com a ministra, não é um trabalho voltado para a primeira formação, mas para a profissionalização. “Foi da ação Arranjos Regionais que surgiram, por exemplo, o Kleber Mendonça, a Rio Filmes, a SPC Filmes, então isso é uma ativação de uma indústria”, pontuou.
Revitalização de cinemas
Além dos investimentos na produção, a ministra também sinalizou ações voltadas à infraestrutura do setor, com foco na recuperação de salas de cinema.
“Nós estamos buscando recuperar os cinemas e trazer novas salas, principalmente olhando essa questão histórica. É um trabalho gigante, porque durante muito tempo a cultura ficou sem investimento, com o Ministério de costas para o setor”, disse.
Entre os projetos em discussão está o Cine Olinda. Abandonado há mais de 40 anos, o equipamento localizado no bairro do Carmo é marcado por anos de impasses nas obras de revitalização e licitações que não andaram.
Segundo Margareth Menezes, já há articulação política para viabilizar a recuperação do equipamento. “Já existe um movimento para isso e nós estamos buscando resgatar esses cinemas que estão parados e abrir novas salas”, contou.
A retomada dos Arranjos Regionais é apontada pelo governo como uma das principais estratégias para descentralizar investimentos e fortalecer a indústria audiovisual brasileira nos próximos anos.
Impacto cultural e simbólico
Durante a cerimônia de formalização dos Arranjos Regionais, realizada no Cinema São Luiz, nesta terça-feira (24), foi ressaltada a importância do investimento anunciado pelo Ministério da Cultura para o fortalecimento do audiovisual e da identidade cultural pernambucana.
A secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, destacou o simbolismo do local escolhido para o evento e o papel histórico do equipamento cultural.
“É uma simbologia muito forte estarmos aqui no São Luiz, porque ele não é apenas um equipamento cultural: é memória afetiva, é patrimônio, é identidade. É um dos marcos mais emblemáticos do cinema brasileiro. Sua reabertura, após um minucioso processo de requalificação conduzido pela Fundarpe e que ainda segue em andamento, é motivo de orgulho para todos nós, pois restaurar o São Luiz vai além de recuperar paredes, tetos, som e projeção. É devolver a Pernambuco, ao povo pernambucano e ao brasileiro um lugar de encontro, encantamento e pertencimento”, afirmou.
Ela também enfatizou o impacto da articulação entre políticas públicas e o potencial criativo de Pernambuco. A iniciativa amplia o acesso à cultura em todo o estado.
“Essa é mais de uma política que chega a todas as regiões do nosso estado, levando oportunidades através da cultura”, disse.
Já a vice-governadora Priscila Krause destacou o caráter prático do investimento anunciado durante o evento.
“O que nós estamos assistindo, através de um investimento de mais de R$ 630 milhões de reais em recursos públicos, sendo R$ 519 milhões de reais do governo federal, é um mecanismo concreto de política pública para a democratização dos recursos públicos e fomento ao nosso audiovisual. E o governo federal vem fazendo a sua parte, através da Lei Paulo Gustavo, da política Aldir Blanc, das parcerias e do fomento com os outros estados e municípios (…) Nós mostramos que aqui no Brasil, no Nordeste brasileiro, se faz cinema de qualidade”, destacou.
A vice-governadora ainda apontou para a importância do incentivo às novas gerações no setor cultural.
“Quando a gente fala de cultura, a gente fala do passado, das nossas raízes, mas também fala do presente e, sobretudo, do nosso futuro”, concluiu.
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O Senado aprovou nesta terça-feira (24) projeto que criminaliza a prática da misoginia. Agora, a proposta inclui a infração na Lei do Racismo, entre os crimes de discriminação ou preconceito.
Foram 67 votos a favor e nenhum contra. 11 senadores estavam ausentes e não houve nenhuma abstenção. As informações são do g1.
Leia maisO texto segue para a Câmara dos Deputados.
Como a proposta equipara a misoginia ao racismo, ela será um delito que não prescreve nem permite fiança. Quem praticar ou induzir misoginia, segundo o projeto, estará sujeito às mesmas punições dadas no contexto de preconceito de raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade.
A pena será de reclusão de um a três anos e multa nesses casos. Este tipo de crime exige regime fechado no início do cumprimento da pena.
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A ex-primeira-dama e Presidente do PL Mulher, Michelle Bolsonaro, comemorou a decisão desta terça-feira do ministro Alexandre de Moraes que autorizou ao ex-presidente Jair Bolsonaro cumprir prisão domiciliar. Outros nomes da direita também celebraram a mudança de regime, mas criticaram medidas anunciadas por Moraes, como a previsão de uma reavaliação da situação de Bolsonaro dentro de 90 dias.
“Sim, eu CELEBRO as pequenas vitórias. Não me detenho nos detalhes do processo. Sou esposa e mãe, e clamei muito a Deus para que nos ajudasse, para que ele pudesse ir para casa e receber o cuidado necessário. O amanhã pertence a Deus”, escreveu Michelle em uma publicação no Instagram. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisO prazo de 90 dias para uma reavaliação da situação de Bolsonaro incomodou a direita. Para o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), ao determinar este prazo, Moraes “ignora seus próprios precedentes”. O senador afirma que, no caso do ex-presidente Fernando Collor, o ministro não havia estabelecido uma data para reavaliar a necessidade de prisão. “Fica evidente que Bolsonaro está sendo tratado como refém, com sua execução penal usada para intimidar seu grupo político”, escreve Marinho.
Pré-candidato ao senado por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro (PL) publicou um vídeo em tom semelhante ao da nota de Marinho, no qual afirma que “prisão domiciliar não é liberdade”. Ele, no entanto, também se diz “extremamente aliviado” por poder ver o pai em casa. O ex-vereador do Rio de Janeiro afirma que o ex-presidente não deveria ter sido condenado.
No X, antigo Twitter, outro filho do ex-presidente, o vereador de Balneário Camboriú Jair Renan, comemorou a prisão domiciliar do pai. “Finalmente meu pai está voltando para casa! Foi uma agonia sem fim ver ele passando por tudo isso (…) São 90 dias iniciais pra ele tratar essa broncopneumonia, mas vamos trabalhar firme pra que essa permanência em casa seja definitiva”, escreveu o vereador.
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O prefeito do Recife, João Campos (PSB), voltou a destacar o diálogo com o Partido dos Trabalhadores (PT) e comentou respeitar o tempo da sigla para definir o apoio nas eleições estaduais.
A declaração ocorre a poucos dias da reunião do diretório estadual do PT de Pernambuco para definir a tática eleitoral do partido. O encontro ocorre no próximo sábado (28). As informações são do Blog da Folha.
“O diálogo com o PT é muito bom. É um diálogo harmonioso. É um partido aliado dentro de uma aliança nacional”, iniciou.
Leia mais“É importante respeitar o tempo dos partidos. Cada partido tem o seu tempo, a sua forma, a sua liturgia dentro do estatuto de tomada de decisão. Então, tanto no meu diálogo com Edinho Silva (presidente do PT), com Carlos Lupi (presidente do PDT). Como presidente do PSB, isso ficou muito claro e no âmbito local também. Então, é normal que cada partido tenha o seu roteiro, e nossa parte tem muito respeito por isso”, concluiu.
A fala foi dada após uma reunião entre o gestor municipal e lideranças do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Pernambuco (Sinduscon-PE) e da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE), na área central do Recife.
Embora alguns nomes do PT tenham manifestado que o partido deve apoiar João Campos nas eleições estaduais, também foi levantada a possibilidade da sigla ter mais de um palanque em Pernambuco e apoiar a governadora Raquel Lyra (PSD), por conta da boa relação dela com o presidente Lula.
Outro cenário que também já foi especulado é o do PT apoiar apenas um candidato de forma oficial, com grandes chances de ser João Campos, e do presidente Lula estar aberto a receber apoio de outros candidatos.
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O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) formou maioria nesta terça-feira (24) no julgamento que pode tornar o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) inelegível.
Após o voto divergente do ministro Nunes Marques, que se posicionou contra a condenação, os ministros Floriano de Azevedo Marques e Estela Aranha votaram pela cassação do mandato e pela inelegibilidade, acompanhando a relatora, ministra Isabel Gallotti.
Com isso, o placar chega a 4 votos a favor da condenação e um contra, formando maioria na Corte para condenar o ex-governador do Rio. As informações são da CNN.
Leia maisO julgamento apura suposto abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022, em um caso que envolve contratações na Fundação Ceperj e na Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).
Também são investigados o ex-vice-governador e atual conselheiro do TCE-RJ, Thiago Pampolha (MDB), e o deputado estadual Rodrigo Bacellar (União Brasil), presidente afastado da Alerj.
Antes de Nunes Marques, o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Antonio Carlos Ferreira, também havia votado pela condenação.
A maioria dos ministros acompanha a relatora, que apontou abuso de poder político por parte de Castro. Segundo o voto, houve uso indevido da máquina pública para fins eleitorais.
Apesar da saída do governo, o processo segue no TSE e pode resultar na aplicação da pena de inelegibilidade, que independe da permanência no cargo.
Entenda o caso
As ações em julgamento apontam um suposto esquema de contratações irregulares na Fundação Ceperj (Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro), com cerca de 27 mil cargos temporários que, segundo as investigações, teriam sido usados para empregar cabos eleitorais e fortalecer a campanha de reeleição de Castro em 2022.
O caso chegou ao TSE após recurso do Ministério Público Eleitoral contra decisão anterior do TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro) que havia rejeitado os pedidos de cassação.
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A polarização refletida nas pesquisas de intenção de voto entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) deve se manter até a abertura das urnas na eleição de outubro. É o que avalia o ex-senador Álvaro Dias (MDB). Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ele avalia que a saída de seu aliado, o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), fará com que a disputa se concentre entre os dois líderes dos campos de esquerda e direita, respectivamente.
“O prognóstico é que será uma eleição disputada palmo a palmo e que pode acabar já no primeiro turno, exatamente em razão da grandiosidade dessa polarização. Mas será uma eleição muito disputada. Quem vencer será por muito pouco. Qualquer falha, qualquer escorregão, pode determinar a derrota. É o que vejo. Não sou um especialista, mas é o que sinto”, pontuou Dias, com a experiência de quem disputou as eleições de 2018, quando Jair Bolsonaro (PL), pai de Flávio, saiu vitorioso contra Fernando Haddad (PT), no segundo turno.
Leia mais“A verdade é que a polarização elimina a hipótese do chamado candidato de terceira via. A polarização se consolidou. Então, hoje a disputa é Lula e Flávio Bolsonaro. Uma eleição que pode inclusive acabar no primeiro turno, porque o país está tão dividido. Em 2018, quando tivemos a consagração dessa polarização, nós tínhamos várias alternativas. Pela esquerda, tinha Guilherme Boulos, Geraldo Alckmin, Ciro Gomes e Marina Silva. Hoje não há nenhum outro candidato à esquerda dividindo votos com o Lula. Não há nenhum outro candidato, pelo menos com qualquer força eleitoral. E tinha candidatos com outros perfis, como João Amoêdo, Henrique Meireles, Cabo Daciolo, ou seja, vários candidatos além de Jair Bolsonaro. Mas a polarização se estabeleceu. E os que estavam ao centro foram dizimados eleitoralmente, ficaram com índices muito baixos, medíocres mesmo. Eu próprio, que estava na disputa, vi meus votos que inicialmente se anunciavam desaparecerem. Porque se estabeleceu um confronto da extrema esquerda com a extrema direita. Isso faz desaparecer as outras alternativas, como se não existisse vida inteligente entre esses extremos”, avaliou.
Sobre o governo Lula, Dias reconheceu que o petista tem bons indicadores, mas que erros gravíssimos têm prejudicado a imagem da gestão. “Os indicadores são extremamente positivos, eu tenho que considerar isso. Os indicadores econômicos, a queda do desemprego, da pobreza. Agora, estamos vivendo momentos delicados. Como mudancistas, nós desejávamos reformas mais profundas. Desde 2018, eu vinha pregando uma medida inicial de governo, que seria a contenção dos gastos, um redutor de despesas, a exemplo do que ocorreu com Angela Merkel na Alemanha; depois, Barack Obama repetiu a dose na América. Hoje o grande problema do atual governo é o déficit público, o endividamento de forma avassaladora. E no Brasil são dois endividamentos fatais: o público e o privado das famílias, que também cresce de forma assustadora. Esses são os dois gravíssimos problemas que o governo brasileiro deve enfrentar”, completou.
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O ex-ministro José Jorge, do Tribunal de Contas da União, deu uma demonstração de prestígio no lançamento da sua biografia, há pouco, em Brasília. Reuniu um robusto pedaço do poder federal: ministros, senadores, deputados federais e um expressivo contigente da colônia pernambucana na corte.
O livro foi escrito pelo jornalista Ângelo Castelo Branco, que também esteve presente e fez um discurso breve sobre a obra. Dei uma passadinha lá para pegar o meu autógrafo. A noite de autógrafos foi no salão nobre do TCU.
Aos 81 anos, o ex-senador Álvaro Dias (MDB) tem capítulos importantes da política nacional frescos na memória. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, relembrou diversas histórias com importantes nomes da República, como Tancredo Neves, e citou diversos pernambucanos, entre Sérgio Guerra, Marco Maciel, Marcos Freire, Jarbas Vasconcelos e Miguel Arraes. Do mito, rememorou uma visita que fez e ouviu uma de suas famosas tiradas a respeito dos quinze anos que passou exilado na Argélia, devido aos tempos sombrios da Ditadura Militar.
“Pernambuco produziu belíssimas figuras. Eu convivi com algumas, como meu amigo Jarbas Vasconcelos e Miguel Arraes. Uma vez eu fiz uma visita a Arraes e perguntei como tinha sido a sua experiência na prisão, na época da ditadura. Ele falou que todo político deveria ficar preso pelo menos um ano. Porque ele estudou bastante e aprendeu bastante (risos). Eu nunca mais esqueci. Também tinha o Marcos Freire, que teve uma bela presença no Congresso Nacional, daqueles tempos áureos, em que não era uma casa de caixeiros viajantes, e sim de legisladores e combatentes, fiscais do estado”, contou.
Leia maisIndagado sobre se teria planos de voltar à política, já que seu nome vem sendo lembrado para deputado federal na chapa articulada pelo governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), Dias conta que uma candidatura não está em seu radar. Mas, ao citar os quatro mandatos de senador, um de governador, dois de deputado federal e um de estadual, obviamente, a mudança de rota é questão de tempo.
“Eu não sei se participarei da campanha ou se serei um analista da vida pública brasileira, especialmente da disputa eleitoral deste ano. Meu desejo seria ficar em paz, como estou atualmente. Mas, se houver necessidade de participação e de uma convocação real, eu não posso fugir da responsabilidade. Obviamente vou participar, se sentir que realmente as pessoas estão considerando isso importante. Se sentir que há esse entendimento de que a minha participação como protagonista é importante, eu vou me sacrificar e participo. Se não, não”, admitiu o ex-parlamentar.
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Aliado do governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), o ex-senador Álvaro Dias (MDB) lamentou a decisão do gestor de não disputar a Presidência da República. Para o emedebista, a história se repete e teria relação com a polarização estabelecida nacionalmente entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). A decisão de Ratinho foi comunicada por ele ontem ao dirigente nacional da legenda, Gilberto Kassab, após ter sido escolhido internamente e pontuar com 7% das intenções de voto nas pesquisas.
“Eu diria para você que é da história do Paraná. Todos os governadores do Paraná sonharam ser presidente da República e anunciaram candidaturas, mas nenhum deles disputou a eleição. Quando eu disputei, em 2018, já tinham transcorridos 29 anos do tempo em que governei o estado, então já muito distante dos efeitos publicitários de uma gestão no cargo executivo. E as dificuldades são impostas pela polarização atual. Certamente foi o que demoveu o governador Ratinho Júnior da ideia de disputar a eleição”, disse Dias, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.
Leia maisNos bastidores, fala-se que o fato de o senador Sérgio Moro liderar as pesquisas para o governo do Paraná contra todos os nomes da base de Ratinho tenha pesado na decisão do governador. Dias admite o aparente favoritismo do ex-juiz da Lava Jato, que impediu sua própria reeleição para o Senado em 2022, mas lembra que ainda é muito cedo para definir a situação atual.
“Realmente o Sérgio Moro hoje lidera as pesquisas, mas há que se considerar um componente importante, que é o peso da máquina governamental. Nós teremos ainda um jogo a ser jogado, que é a definição do candidato do governador Ratinho Júnior. Quando fui governador, tive que ficar até o último dia do meu mandato, exatamente priorizando a eleição do sucessor, que tinha 2% nas pesquisas. Era o Roberto Requião. E na oposição estavam o José Richa, que já havia sido governador e tinha 45%, e o José Carlos Martinez, que chegou ao segundo turno, apoiado pelo então presidente Fernando Collor. E nós vencemos as eleições. Então, embora hoje o ex-juiz Sérgio Moro seja o favorito indicado pelas pesquisas, muita água ainda vai passar debaixo da ponte. Dependendo da escolha que o governador fizer e, sobretudo, da composição de chapa que ele conseguir consolidar, nós começamos a jogar. Porque aí iniciará um novo jogo, e as pesquisas podem ser alteradas”, ponderou.
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