Por Muciolo Ferreira*
Hoje, 17 de março, remete a uma pessoa bem especial pelo fato de tê-la até hoje como minha diva, a maior cantora que o Brasil já produziu. Falo da eterna “pimentinha” Elis Regina, que nos deixou muito cedo.
Também era a data de nascimento de Múcio Catão, o maior maquiador e artista pernambucano na arte de transformar rostos femininos em verdadeiras obras de arte quando as mulheres adentravam nos salões dos eventos sociais que reuniam a chamada “nata” da sociedade pernambucana.
Todavia, minha homenagem hoje vai para a aniversariante Nayla Valença Martins — a flor sertaneja, o girassol, esposa, companheira e musa inspiradora do jornalista, cronista, blogueiro e escritor Magno Martins. E qual o motivo de lembrar três pessoas de gerações tão diferentes jogando num único baú cultural? É só porque nasceram no dia 17 de março? Não. É porque são pessoas que admiro por admirar. A Elis Regina e o Múcio Catão pelo que eles foram como profissionais. Quanto a Nayla, é admiração pura e simples. E isso não tem explicação.
Leia maisE até pode. Basta qualquer pessoa já ter lido tudo o que o seu Bem-Amado Magno escreve ou fala sobre ela no seu blog ou entre os amigos. São crônicas poéticas e assertivas que podem futuramente ser transformadas em livros, o que aguça a curiosidade do leitor em tentar descobrir ou até servir de inspiração para escrever cartas de amor. Todas as vezes que Magno discorre sobre Nayla em datas comemorativas, eu me conecto com o casal como uma espécie de testemunha ocular.
Talvez por ser Nayla um nome árabe que remete a “aquela que alcança”, “conquistadora”, “bem-sucedida”, “mulher de olhos bonitos e grandes”, além de ser sinônimo de abundância e elegância. Querem mais? Leiam o Magno.
*Jornalista
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