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Aliança de Flávio com Rubio amplia desgaste com os EUA
A resposta do secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, à carta enviada pelo senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) produziu um efeito político inverso ao esperado pelo parlamentar. Embora Rubio tenha agradecido o contato e sinalizado disposição para manter diálogo com um eventual futuro governo brasileiro, ele não cedeu um centímetro na principal reivindicação de Flávio: retirar ou suavizar a proposta de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.
Ao contrário, reafirmou que a investigação comercial conduzida pelos Estados Unidos encontrou “diferenças substanciais” na relação bilateral e que manteve o apoio às medidas protecionistas. O episódio evidencia um problema recorrente na política externa brasileira recente, quando interesses partidários passam a se misturar com a diplomacia entre Estados.
A aproximação entre Flávio Bolsonaro e Marco Rubio pode ser politicamente conveniente para o senador em sua estratégia eleitoral, mas pouco acrescenta aos interesses nacionais. A carta americana demonstra que Washington distingue a boa relação com um aliado ideológico da defesa de seus próprios interesses econômicos.
Questões como tarifas, comércio exterior e investimentos costumam ser conduzidas por governos e diplomatas, não por lideranças partidárias que disputam eleições. Quando um senador brasileiro assume protagonismo em negociações paralelas com autoridades estrangeiras, a mensagem transmitida é a de um país dividido, em que atores políticos buscam interlocução externa à margem dos canais oficiais.
Outro aspecto preocupante é que Rubio aproveitou a resposta para reforçar críticas já conhecidas dos Estados Unidos ao Brasil, incluindo questionamentos ao Pix, ao ambiente regulatório e ao combate às organizações criminosas. Ou seja, a carta serviu mais para reiterar as cobranças americanas do que para produzir qualquer concessão concreta.
Quando a relação bilateral passa a ser contaminada por alinhamentos eleitorais e afinidades pessoais, o risco é transformar uma parceria estratégica em instrumento de disputa política. A resposta de Marco Rubio deixou claro que amizades políticas podem render fotografias e cartas diplomáticas, mas dificilmente alteram decisões tomadas em defesa dos interesses econômicos dos próprios Estados Unidos.
Vice-presidente mulher na chapa de Flávio – Após a esposa de Jair Bolsonaro e presidente do PL Mulher, Michelle Bolsonaro, publicar um vídeo dizendo ter sido humilhada por Flávio Bolsonaro (PL-RJ), aliados do presidenciável reforçaram, nos bastidores, a defesa de que ele escolha uma mulher como vice. Dentre as favoritas para o cargo estão a senadora Tereza Cristina (PP-MS), as deputadas Simone Marquetto (PP-SP), Clarissa Tércio (PP-PE) e Bia Kicis (PL-DF), citada pelo próprio Flávio como possível vice. Segundo Michelle, Flávio teria afirmado que ela “não entende” de política e que, por isso, ficou afastada da pré-campanha do senador para a Presidência da República.
Valdemar tenta estancar crise – O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, antecipou o retorno dos Estados Unidos para tentar conter a crise entre Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A prioridade do dirigente é reunir os dois e evitar que o desgaste interno contamine o início da campanha presidencial. Nos bastidores, a avaliação é que o vídeo divulgado por Michelle transformou um conflito restrito à família em um problema político para o partido. Flávio já pediu desculpas à ex-primeira-dama e defendeu uma “união de forças”.
Flávio recorre ao pai – O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) esteve, ontem, na residência onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cumpre prisão domiciliar para tratar da crise aberta após o vídeo em que Michelle Bolsonaro tornou públicos os desentendimentos entre os dois. Segundo apuração da CNN, Flávio aproveitou a visita para discutir com o pai os desdobramentos do episódio e ouvir sua orientação sobre a condução da crise.
Lula fala em defesa nacional – O presidente Lula (PT) voltou a elevar o tom contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao defender investimentos na área de defesa e afirmar que o mundo está “cheio de nego maluco”. Em agenda em Santa Catarina, o petista citou as ameaças de Trump de assumir o controle da Groenlândia, incorporar o Canadá e retomar o Canal do Panamá para sustentar que o Brasil precisa estar preparado diante do atual cenário internacional. Lula também reforçou o discurso em defesa da soberania nacional, em meio às recentes tensões entre Brasília e Washington.
Falha na tornozeleira de Bolsonaro – A Polícia Militar do Distrito Federal enviou agentes à residência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após uma falha no sinal da tornozeleira eletrônica levantar suspeita de nova violação do equipamento. Após a inspeção, os policiais constataram que o dispositivo estava intacto e atribuíram a perda de sinal a uma falha de comunicação com os satélites. O episódio ganhou repercussão porque Bolsonaro já havia violado a tornozeleira em 2025, quando utilizou um ferro de solda no equipamento, o que resultou em sua prisão preventiva.
CURTAS
Raquel diz que querem afastá-la de Lula – A governadora Raquel Lyra (PSD) acusou adversários de tentarem desgastar sua relação com o presidente Lula (PT) e voltou a defender a parceria institucional com o governo federal. Em agenda no Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), ontem, a gestora afirmou que há quem queira dividir Pernambuco “pelas cores”. “Querem dividir a gente do governo federal, e isso não vai acontecer”, declarou
João critica segurança de Raquel – O pré-candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a mirar a segurança pública, principal vitrine da gestão da governadora Raquel Lyra (PSD). Em entrevista à Naza FM, afirmou que o governo concentra efetivos da Polícia Militar em bairros mais ricos do Recife, enquanto o interior e as periferias permanecem desassistidos. João também cobrou o cumprimento da promessa de construção de creches, criticou a política de saúde e afirmou que Pernambuco perdeu protagonismo na atração de investimentos. O movimento amplia a ofensiva do socialista sobre áreas centrais da administração estadual.
Aliança com Lula reiterada – João Campos usou uma plenária no Recife, na quinta-feira (25), para transformar a reunião que teve com o presidente Lula (PT), em Brasília, em demonstração de força política. Ao detalhar os bastidores do encontro, afirmou que PSB e PT estarão juntos “em todos os estados da federação” e apresentou o acordo fechado em São Paulo como símbolo da aliança nacional. João ainda contou que Lula perguntou sobre a repercussão do vídeo em apoio à sua candidatura.
Perguntar não ofende: Até quando Raquel tentará colar em Lula?
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, minimizou críticas feitas pelo pré-candidato ao governo do Ceará Ciro Gomes (PSDB) ao ex-presidente Jair Bolsonaro e defendeu o apoio do partido ao tucano. A declaração ocorreu após a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro criticar, em vídeo publicado nesta semana nas redes sociais, a aliança do PL com Ciro, lembrando declarações contra a família Bolsonaro.
Valdemar defende o apoio a Ciro como meio de vencer a eleição contra o PT, que aposta na campanha à reeleição do governador Elmano de Freitas. O presidente do PL também cita o racha familiar que colocou Ciro e o senador Cid Gomes (PSB) em campos opostos desde 2022. As informações são do jornal O GLOBO.
— O Ciro fala mal e briga até com o irmão, briga até… com a família toda. É o jeito dele. Agora o que que acontece? Não trata-se da nossa preferência. O Ciro é um homem sério, que tem muitos defeitos. Ele teve defeitos de atacar todo mundo. Mas é o único que tem chance de vencer o PT. Se nós não formos com ele, o governador do Ceará vai ser do PT. Se nós formos com ele, ele ganha a eleição — disse Valdemar à Rádio Gaúcha na quinta-feira.
Michelle, por sua vez, defende que o senador Eduardo Girão (Novo) seja o candidato da direita ao governo do Ceará e afirmou que um eventual apoio do PL a Ciro deveria ocorrer apenas em um segundo turno.
Apesar do apoio do PL, Ciro vem buscando se esquivar da nacionalização da campanha e descarta dar palanque para Flávio — no Ceará o presidente Lula teve 69,7% no segundo turno de 2022. A campanha do tucano planeja explorar pautas como saúde e segurança pública para a atacar gargalos da gestão de Elmano. Na quinta-feira, ele evitou falar sobre o vídeo de Michelle.
— Não vi o vídeo e nem vou ver. É uma questão do PL nacional e envolve coisas muito mais complexas do que a nossa paróquia aqui. Eu sigo aqui tranquilo. O eixo do nosso entendimento aqui é um projeto de emancipação do Ceará que nós consideramos que está sendo muito mal tratado.
Racha familiar
Ciro e Cid Gomes estão afastados há cerca de três anos, após discordarem sobre quem deveria ser o candidato do PDT, partido que integravam, no pleito estadual de 2022. O senador defendia a continuidade da então governadora Izolda Cela, que assumiu o cargo após a saída de Camilo para disputar as eleições. Já Ciro bancou a candidatura do ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio.
O objetivo de Ciro era ter um palanque no estado em sua campanha ao Planalto, quando disputou com Lula. O PT, que defendia a candidatura de Izolda, rompeu com o PDT e lançou Elmano. O petista teve 54,02% dos votos, e o aliado de Ciro, 14,14%.
Atrás de Ciro nas pesquisas, o campo petista tenta fortalecer a chapa de Elmano pressionando Cid a disputar a reeleição para antagonizar com o irmão.
Com a presença de Cid na chapa, o PT deseja utilizar esse antagonismo familiar para fortalecer Elmano. Mas o senador resiste, mesmo com a pressão pública da irmã, a deputada estadual Lia Gomes (PSB). Ele afirma ter um compromisso firmado com o deputado Junior Mano para que ele seja o candidato do PSB ao Senado. A defesa da candidatura do aliado também é justificada por Cid pelo apoio angariado por Junior Mano entre prefeitos — mais de 40 já se comprometeram a atuar na campanha. A segunda vaga da chapa de Elmano ao Senado deve ser distribuída para outro partido da base do governo.
A Polícia Federal (PF) afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, cometeu crime de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao fazer uma postagem atribuindo crimes como os de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro ao presidente.
“Resta claro o cometimento, pelo Exmo. Sr. Senador Flavio Nantes Bolsonaro, do crime tipificado no art. 138 c/c art. 141, inciso I e § 2° do Código Penal. Posto isto, encerram-se os trabalhos de Polícia Judiciária, remetendo-se os presentes autos para apreciação e demais providências que se entendam pertinentes, permanecendo este órgão policial à disposição para eventuais outras diligências que sejam imprescindíveis à apuração do fato”, disse a PF. As informações são do g1.
Em abril, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou a abertura de uma investigação para apurar se Flávio cometeu crime em uma postagem, publicada no X (antigo Twitter), em 3 de janeiro de 2026 (veja todos abaixo). Segundo o relatório da Polícia Federal, o senador fez uma falsa imputação de crime a Lula.
Ao concluir o caso, a PF pede que o STF adote as providências necessárias. Moraes deve encaminhar o relatório da PF para análise da Procuradoria-Geral da República (PGR), que pode pedir mais diligências, o arquivamento do caso ou oferecer uma acusação contra o senador à Justiça.
O inquérito foi aberto a pedido da PF e com parecer favorável da PGR. A PGR sustentou que a conduta apresenta “indícios concretos” de atuação criminosa, caracterizando uma atribuição falsa e “vexatória” de delitos.
Postagem de Flávio Bolsonaro
O senador também associou imagens de Lula ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acompanhadas de um texto afirmando que o presidente brasileiro “será delatado”.
“Tendo em vista o teor da postagem associando a imagem do Presidente Lula ao do ex-Presidente Maduro, que acabara de ser preso, acusado pelos EUA de envolvimento com o tráfico de drogas, alegando que o primeiro seria delatado, fica claro que o Senador afirma que a delação seria feita por Nicolas Maduro, e que, no entendimento do Senador, os crimes pelos quais o Presidente Lula seria delatado estão listados na sequência da postagem, quais sejam, tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras e eleições fraudadas”, afirmou a PF.
A decisão de Moraes, assinada em 13 de abril de 2026, atende a um pedido da Polícia Federal e conta com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Na publicação, o parlamentar atribuiu a Lula a prática de diversos crimes, incluindo:
A deputada estadual Divaneide Basílio (PT) teria sido agredida por um dos seguranças da primeira-dama Janja da Silva durante o evento “Mulheres do Time de Lula pelo Fim da Violência”, realizado nesta sexta-feira (26), na Arena das Dunas, em Natal. A informação foi divulgada pelo jornalista Dinarte Assunção, durante o programa Jornal das 6, da 96 FM.
Segundo o jornalista, após o episódio a parlamentar recebeu atendimento médico na própria Arena das Dunas e, em seguida, foi encaminhada ao Hospital do Coração. Até o momento, Divaneide Basílio não se pronunciou publicamente sobre o caso, e não há registro de boletim de ocorrência.
A primeira-dama Janja da Silva e sua equipe de segurança também não haviam se manifestado sobre o episódio até a publicação desta matéria.
O deputado estadual Cayo Albino (PSB) anunciou, por meio das redes sociais, o apoio do ex-prefeito de Jurema, Galego, e de seu grupo político ao projeto de reeleição para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). O anúncio foi feito nesta sexta-feira (26), em publicação no Instagram.
Ao comentar a aliança, Cayo Albino afirmou que a parceria busca ampliar a atuação política no município. “Estamos firmando uma parceria de compromisso, seriedade e trabalho por nossa gente. Galego tem uma trajetória marcada pelo trabalho, olhar pra quem mais precisa e dedicação para usar a política como ferramenta de transformação”, declarou o parlamentar.
Flávio Bolsonaro visitou o pai, Jair Bolsonaro, nesta sexta-feira (26), na residência onde o ex-presidente cumpre prisão domiciliar, em Brasília. O encontro ocorreu dois dias após Michelle Bolsonaro divulgar um vídeo de aproximadamente 30 minutos em que expôs publicamente atritos com Flávio, gerando uma crise dentro da família e do PL.
Segundo apuração da âncora Débora Bergamasco, Flávio conseguiu, apesar de ter agenda apertada no dia, reservar um espaço para visitar o pai. O acesso foi possível porque Flávio consta como advogado no corpo de profissionais autorizados a ter contato com Jair Bolsonaro durante a prisão domiciliar. Durante o encontro, os dois conversaram por um período considerável. As informações são da CNN.
“Eles estiveram juntos, conversaram para passar a limpo o que aconteceu, o que foi esse vídeo e pegar a orientação de Jair Bolsonaro sobre como continuar conduzindo essa história e quais os próximos passos”, afirmou Bergamasco ao CNN 360º desta sexta.
De acordo com as informações apuradas, Flávio Bolsonaro e sua pré-campanha foram pegos de surpresa com a divulgação do vídeo. Ele não havia sido avisado previamente de que o material seria publicado. Também não ficou claro, segundo a apuração, se Jair Bolsonaro teria dado aval para que Michelle gravasse e divulgasse o conteúdo.
No vídeo publicado na quarta-feira (26), Michelle relatou no vídeo que recebeu uma ligação de Flávio e que os dois se desentenderam por questões relacionadas a apoios políticos no Ceará. A ex-primeira-dama queria apoiar um determinado grupo, enquanto Flávio e outros preferiam apoiar um grupo diferente.
A divergência teria evoluído para um conflito mais grave: Michelle afirmou que Flávio teria sido grosseiro com ela durante a ligação, fazendo-a se sentir humilhada. Segundo ela, Flávio teria dito que ela “não entendia de política”, que “havia chegado agora” e que seria melhor que ela ficasse fora das decisões do partido.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi claro ao declarar publicamente seu apoio a João Campos para o Governo de Pernambuco, classificando essa aliança como um “compromisso histórico”.
Mesmo assim, Túlio Gadêlha resolveu inaugurar um novo método de interpretação política: quando a fala real não serve, cria-se uma versão por inteligência artificial. Pelo visto, para ele, uma imagem gerada por IA vale mais do que um vídeo com o próprio Lula falando.
É curioso. Lula fala. O vídeo existe. A declaração é pública. Mas Túlio prefere acreditar numa montagem feita por IA do que na palavra do presidente.
Pelo jeito, a inteligência artificial virou intérprete oficial de Lula sem que Lula soubesse. É uma inovação curiosa: o presidente fala uma coisa e o deputado inventa outra por meio de IA. Fica difícil competir com esse nível de imaginação.
No fim das contas, sobra uma dúvida: se a palavra do próprio Lula já não é suficiente, quem decide o que Lula pensa? O presidente da República ou o deputado com um aplicativo de geração de imagens? Porque, até onde se sabe, quem fala por Lula ainda é… Lula.
Vale lembrar que, hoje, Túlio é filiado ao PSD e integra uma bancada que atua em um bloco frequentemente associado ao Centrão no Congresso Nacional. Esse é um fato público e conhecido. A partir daí, cabe ao eleitor, com inteligência natural, avaliar a coerência entre o discurso apresentado e a atuação política de cada liderança.
Após sentir um mal-estar durante entrada ao vivo no “Encontro com Patrícia Poeta”, na manhã da última segunda-feira, o apresentador Alex Escobar deixou a cobertura da Copa do Mundo de 2026. O jornalista anunciou sua decisão nas redes sociais e afirmou que não está se sentindo seguro depois do ocorrido.
No comunicado, o apresentador deixou claro que nada de grave foi sido descoberto nos exames realizado nos Estados Unidos. Vale lembrar que Alex Escobar passou a noite de segunda-feira em observação no hospital. As informações são do jornal O GLOBO.
“Amigos e amigas desta rede, estou deixando a cobertura da Copa. Embora nada de grave tenha sido descoberto nos exames que fiz aqui nos States, não me sinto seguro para seguir. Passei esses dias pensando, avaliando, conversando com os colegas da Globo, família e o melhor a fazer agora é parar e resolver o B.O. Claro que fica uma frustração, tava me divertindo muito, mas estou bem. Obrigado pelo carinho! Vou atualizando a situação por aqui. Voa, Vini!!! Brasiiilll!!!”, escreveu Escobar.
Alex Escobar integrava a equipe que cobre a seleção brasileira em Nova Jersey, teve um pico de pressão devido às temperaturas elevadas.
Relembre o caso
Durante uma entrada no programa matinal de Patrícia Poeta, o apresentador teve um pico de pressão devido às temperaturas elevadas nos Estados Unidos. Minutos depois de se sentir mal, o jornalista foi para um hospital da região e fez uma série de exames. Alex Escobar está bem e vai passar a noite no hospital. Por precaução, ele não viajará para Miami, onde a seleção brasileira vai enfrentar a Escócia, na quarta-feira, pela terceira rodada do Grupo C da Copa do Mundo.
Horas depois do ocorrido, o apresentador Fred Bruno explicou, em outra entrada ao vivo, a ausência do colega de cobertura e tranquilizando os telespectadores sobre seu estado. Até o momento, a TV Globo não divulgou um boletim médico oficial sobre o estado de Escobar.
— Como vocês sabem, eu estou apresentando o ‘Globo Esporte Brasil’ com o meu parceiro Escobar, mas hoje ele teve um pico de pressão — contou Fred, fazendo questão de reforçar que o quadro já estava estabilizado e sob controle.
No meio de toda essa movimentação eleitoral e em meio a muito forró, a política pernambucana parece cada vez mais marcada por reposicionamentos. Há nomes associados à esquerda buscando diálogo com setores da centro-direita, como é o caso de Túlio Gadêlha, que migrou da Rede para o PSD.
Um dos principais símbolos do PT, o senador Humberto Costa virou a bola da vez. É apontado por adversários e analistas como alguém que também conversa com esse campo político. Em ano pré-eleitoral, o voto parece falar mais alto do que antigas fronteiras ideológicas.
Hoje viralizou a imagem acima, com Humberto ao lado do grupo de direita mais fiel ao projeto de reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD), a família Gouveia. A disputa promete ser dura e, por isso, muita gente está em busca do eleitorado mais amplo possível.
O prefeito de Camaragibe, Diego Cabral, e a governadora Raquel Lyra entregaram, nesta sexta-feira (26), o Centro de Educação Infantil (CEI) José Maria Cabral Corrêa, no bairro de Vera Cruz, em Aldeia, e 15 ruas pavimentadas no município. A creche foi construída por meio do programa Juntos pela Educação, com investimento de R$ 6,3 milhões, enquanto as obras de pavimentação receberam aporte de R$ 10 milhões.
O novo centro de educação infantil atenderá crianças de 4 meses a 5 anos e 11 meses e conta com salas de aula climatizadas, refeitório, cozinha, sala multiuso, fraldário, sala de amamentação, playground e área para horta comunitária. “É muito bom trabalhar com alguém como o prefeito Diego Cabral, que acredita no nosso governo, no nosso trabalho e nosso projeto. Essa cidade se tornou um canteiro de obras graças a essa parceria”, afirmou a governadora Raquel Lyra durante a solenidade.
Além de Diego Cabral e Raquel Lyra, participaram da cerimônia a vice-governadora Priscila Krause, a vice-prefeita de Camaragibe, Comandante Débora, o senador Fernando Dueire (MDB), o deputado estadual João de Nadegi (PV), o secretário estadual de Educação, Gilson Monteiro, o secretário estadual de Meio Ambiente, Daniel Coelho, além de vereadores, secretários municipais e lideranças locais.
A Prefeitura de Serra Talhada contestou a alteração dos nomes de duas creches construídas pelo Governo de Pernambuco no município e afirmou que as denominações originais foram definidas por meio das Leis Municipais nº 2.165/2026 e nº 2.166/2026. Em nota divulgada nesta sexta-feira (26), a gestão da prefeita Márcia Conrado informou que o Governo do Estado havia solicitado oficialmente a indicação dos nomes das unidades e chegou a instalar a placa de uma delas antes de substituir a identificação sem comunicação prévia ao município.
A manifestação ocorre após o deputado estadual Luciano Duque anunciar, no último dia 17, que apresentou projeto de lei para homenagear outras personalidades nas novas creches estaduais de Serra Talhada. Segundo a prefeitura, a mudança ocorreu de forma unilateral e desrespeitou as leis municipais que deram às unidades os nomes de Lidiane Nogueira dos Santos e Cecília Tiburtino de Lima. O município informou ainda que encaminhou ofício ao Governo do Estado solicitando o restabelecimento das denominações aprovadas pela Câmara de Vereadores.
Na nota, a gestão municipal sustenta que a competência para denominar equipamentos públicos municipais está amparada na Constituição Federal, na legislação vigente e na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF). A prefeitura afirma esperar que o impasse seja solucionado administrativamente, “em respeito às leis municipais e às tratativas previamente estabelecidas entre as partes”. Com informações do Blog do Nill Júnior.
A Prefeitura de Goiana, por meio da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos e do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), realizou, nesta sexta-feira (26), a 10ª Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, no auditório do Sesc Ler Goiana. Com o tema “Fortalecendo o Sistema de Garantia de Direitos e a Democracia Participativa”, o evento reuniu representantes do poder público, instituições, conselhos, profissionais da rede de proteção, adolescentes e membros da sociedade civil para discutir propostas voltadas às políticas públicas para crianças e adolescentes.
A programação contou com palestra magna, grupos de trabalho e plenária final, que aprovou propostas relacionadas ao fortalecimento do controle social, ampliação das ações do Conselho Tutelar, enfrentamento às violências contra crianças e adolescentes, criação de políticas voltadas à convivência familiar e comunitária, fortalecimento das equipes multiprofissionais nas escolas e combate ao trabalho infantil. Durante o encontro, também foram escolhidos os representantes de Goiana para a etapa regional da Conferência dos Direitos da Criança e do Adolescente.