*Por Cláudio Soares
O papo furado de lideranças do PSB é que tem 140 prefeitos e que seu pré-candidato ao Governo do Estado, Danilo Cabral, batizado de Coronel Danulo pelo deputado Guilherme Uchoa, ainda vai crescer nas pesquisas.
*Por Cláudio Soares
O papo furado de lideranças do PSB é que tem 140 prefeitos e que seu pré-candidato ao Governo do Estado, Danilo Cabral, batizado de Coronel Danulo pelo deputado Guilherme Uchoa, ainda vai crescer nas pesquisas.
Fundador e ex-presidente da Associação Comercial e Industrial de Toritama (ACIT), Edilson Tavares recebeu homenagem da entidade ontem (25), no encerramento do Festival do Jeans de Toritama. Ex-prefeito por dois mandatos e pré-candidato a deputado federal, ele foi reconhecido pela atuação no comércio local e no Polo de Confecções.
Segundo a entidade, a homenagem destaca o papel de Edilson na organização do setor empresarial no município, que se consolidou como um dos principais polos de produção de jeans do país. Ao entregar a homenagem, o presidente da ACIT, Luan Leitão, afirmou que Edilson foi o primeiro dirigente da entidade e participou da criação do festival. “Edilson é uma inspiração para todos nós”, disse.
Edilson agradeceu o reconhecimento e afirmou que a trajetória foi construída ao longo do tempo. “Dar o primeiro passo é essencial, mas não basta. É preciso ter coragem para continuar e compromisso para construir algo que permaneça”, disse. Ele acrescentou que a homenagem tem significado especial por acontecer no Festival de Jeans. “É a certeza de que nossa história, construída com trabalho e dedicação, continua inspirando o desenvolvimento da nossa terra e do Polo das Confecções”, afirmou.
O empresário do cantor Anderson Neiff, Thiago Gravações, informou nas redes sociais que a cirurgia do artista foi bem-sucedida. O artista passou por uma procedimento cirúrgico após ser baleado na madrugada deste domingo (26). “A cirurgia foi um sucesso, graças a Deus. Sucesso total, ocorreu tudo certinho”, disse em vídeo publicado nos stories do Instagram.
O artista pernambucano voltava de um show e já estava próximo ao hotel onde estava hospedado quando criminosos em motos atiraram contra o veículo, em São Paulo. O cantor foi atingido no ombro e socorrido para o Hospital Sírio-Libanês. As informações são da Folha de Pernambuco.
Leia maisUm vídeo que circula nas redes sociais e foi compartilhado com a reportagem mostra o estado da van do cantor pernambucano Anderson Neiff. Nas imagens, é possível ver dois buracos deixados no vidro traseiro do veículo após os tiros. Veja abaixo:
Polícia investiga o caso
Em nota à Folha de Pernambuco, a Polícia Civil de São Paulo informou que já investiga a tentativa de homicídio contra o cantor. De acordo com a corporação, o crime aconteceu na Av. Nove de Julho, zona oeste da capital.
“No local, os PMs apuraram que a vítima estava em uma van com demais integrantes de um grupo musical, quando suspeitos em motos se aproximaram e atiraram. Eles fugiram na sequência”, afirmou a polícia. A corporação confirmou ainda que Neiff foi atingido no ombro e socorrido para o Hospital Sírio Libanês. “A perícia foi acionada e o caso foi registrado no 14° DP (Pinheiros)”, completou.
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A pré-candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) negou, em comunicado enviado ao blog, a informação de que teria definido Arlen Pereira como seu suplente. Segundo ela, a notícia não procede e foi recebida com estranheza. Marília garantiu que a definição sobre suplências deve ser discutida adiante, priorizando, por ora, a construção de propostas.
Por Marlos Porto*
O presidente Lula, num evento da Embrapa em Planaltina (DF), na última quarta-feira (23), cometeu um deslize grave. Disse, com toda a pompa de quem acredita estar iluminando o mundo, que enquanto outros querem “fazer guerra”, ele quer “ensinar o povo africano a fazer paz”. Ensinar paz? Quem ele pensa que é?
A frase é reveladora. Não fala em “levar uma mensagem”, em “dialogar”, em “aprender com a sabedoria ancestral”. Não. É ensinar — verbo que carrega assimetria e hierarquia. Pressupõe que o mestre tem o que ensinar. Mas o mestre, neste caso, é um Brasil que mal consegue resolver o drama de suas próprias favelas, em grande parte dominadas por traficantes e milícias, e que, ironicamente, não tem grandes lições de paz para oferecer.
Leia maisOlhemos para nossa própria história. Tivemos a Guerra do Paraguai (1864-1870) — conflito brutal que terminou com o massacre de uma nação inteira, sem qualquer negociação de paz. Tivemos Canudos (1896-1897), nossa guerra civil mais grave, imortalizada por Euclides da Cunha, que também foi encerrada pela força das armas, com o arrasamento total do arraial. Não houve acordos, não houve mediação. Houve extermínio. Portanto, o Brasil não está em posição de dar aula de pacificação.
Isso não significa que o Brasil não tenha exemplos positivos, mas Lula, infelizmente, não está aprendendo com eles. Tivemos a grandeza de homens como o Barão do Rio Branco, que resolveu questões de fronteiras com nossos vizinhos de forma pacífica, pela via diplomática. Tivemos, no processo de redemocratização (1979-1985), figuras como Petrônio Portela, Tancredo Neves, Teotônio Vilela, Fernando Lyra e Marco Maciel, e é preciso reconhecer que até mesmo os generais Geisel e Figueiredo, por mais que se desgoste do regime militar que representavam, tiveram a grandeza — ou a inteligência — de buscar a abertura política, de não acirrar os ânimos, de costurar uma transição negociada que evitou um banho de sangue. Isso foi paz construída.
Lula, hoje, faz o oposto. Ridiculariza, estigmatiza, fecha portas para qualquer processo que possa culminar em pacificação genuína, inclusive por meio de anistia ou reconciliação nacional. Ele não olha no espelho. Não aprende com as próprias lições do passado brasileiro.
E, em vez disso, resolveu escolher a África como alvo de sua arrogância professoral. A África, ao contrário do que parece imaginar, sabe fazer paz. Sozinha, sem mediação europeia, sem ONU. Fez e faz. E os três exemplos abaixo são apenas a ponta do iceberg — casos que desmascaram essa retórica subalterna.
O fim do apartheid na África do Sul (década de 1990) não veio de uma invasão estrangeira nem de um acordo imposto por potências brancas. Veio de negociações lideradas por Nelson Mandela e Frederik de Klerk — ambos africanos —, que desmantelaram o regime racista por dentro. A Comissão da Verdade e Reconciliação, inspirada para o mundo inteiro, foi uma invenção sul-africana. Quem ensinou quem?
No Quênia, em 2008, após a explosão de violência pós-eleição que matou mais de mil pessoas, o continente não chamou Hillary Clinton nem o Conselho de Segurança. Chamou um painel de personalidades africanas liderado por Kofi Annan (ganês). Em semanas, um acordo de coalizão foi costurado. Sem tanques, sem tutela. Somente política africana.
Na Etiópia, a guerra no Tigray (2020-2022) matou centenas de milhares. A solução não veio de Genebra ou Washington. Veio da União Africana, com mediação da África do Sul. O Acordo de Pretória, assinado em 2022, foi inteiramente negociado e garantido por africanos. O cessar-fogo se mantém. Ninguém precisou de “aula brasileira”.
A África não é uma tela em branco para o Brasil. É um continente com instituições, pacificadores e sabedoria própria. Quando Lula diz “ensinar”, ele coloca o Brasil numa posição de superioridade que não tem — e que contrasta com sua própria incapacidade de aprender com os exemplos pacificadores da história brasileira, de Rio Branco à abertura política. Antes de tentar ensinar alguém, que cuide das lições não aprendidas em casa.
Observação: elaborado com auxílio do Deepseek IA.
*Analista político
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Preso após o tiroteio nas proximidades do jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, Cole Tomas Allen, de 31 anos, é professor particular e desenvolvedor de jogos da Califórnia. Ele foi detido ontem (25), após o episódio que levou o presidente Donald Trump a ser retirado do evento por agentes de segurança.
Registros públicos e perfis profissionais indicam que Allen tem formação em tecnologia. Ele concluiu mestrado em ciência da computação pela California State University, Dominguez Hills e se formou em engenharia mecânica pelo California Institute of Technology, em 2017. As informações são do portal g1.
Leia maisUm professor da universidade onde ele estudou descreveu o ex-aluno como dedicado e participativo. Em relato à Associated Press, afirmou que Allen costumava se sentar nas primeiras fileiras, acompanhava as aulas com atenção e enviava dúvidas com frequência. “Ele era um aluno excelente”, escreveu. O docente também disse ter ficado surpreso com a notícia.
‘Professor do mês’
Segundo currículo, Allen trabalhava havia cerca de seis anos na C2 Education, empresa de preparação acadêmica para estudantes que pretendem ingressar no ensino superior. Em 2024, foi citado como “professor do mês” em uma publicação da companhia.
Além da atuação como tutor, mantinha projetos próprios na área de tecnologia. Ele desenvolveu um protótipo de freio de emergência para cadeiras de rodas durante a faculdade, apresentado em reportagem de TV local.
Também criou jogos digitais, incluindo um título baseado em conceitos de química molecular publicado na plataforma Steam, e mencionava estar trabalhando em um novo jogo ambientado no espaço.
Trump escapou ileso
O tiroteio ocorreu na noite de ontem (25), nas proximidades do jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, realizado em Washington. O evento reuniu autoridades, jornalistas e o presidente Donald Trump.
Segundo autoridades, o homem abriu fogo perto do local, atingindo agentes de segurança. Trump e a primeira-dama, Melania Trump, foram retirados às pressas por agentes do Serviço Secreto.
O suspeito foi detido no local. Ele estava armado com uma espingarda, uma pistola e facas, de acordo com informações divulgadas por autoridades.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se solidarizou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelo tiroteio durante um jantar de gala promovido ontem (25) pela Associação de Correspondentes da Casa Branca em Washington, na presença do próprio Trump e de sua esposa, Melania.
Lula disse, em publicação no X na manhã deste domingo (26), que “o Brasil repudia veementemente o ataque” e que “a violência política é uma afronta aos valores democráticos”. As informações são do Estadão.
Leia maisMinha solidariedade ao presidente Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e a todos os presentes no jantar com correspondentes em Washington. O Brasil repudia veementemente o ataque de ontem à noite. A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos…
— Lula (@LulaOficial) April 26, 2026
“Minha solidariedade ao presidente Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e a todos os presentes no jantar com correspondentes em Washington. O Brasil repudia veementemente o ataque de ontem à noite. A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger”, afirmou o presidente.
O jantar se transformou em pânico quando um homem portando várias armas passou a correr por um posto de controle de segurança no hotel Washington Hilton e trocou tiros com agentes da polícia antes de ser detido.
Trump disse ter ouvido um barulho alto vindo da parte de trás do salão de baile antes de um agente do Serviço Secreto gritar “tiros disparados”. Agentes correram até o presidente e escoltaram ele e a primeira-dama para fora do local.
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O cantor pernambucano Anderson Neiff foi baleado em São Paulo na madrugada deste domingo (26). Em publicação nas redes sociais, o empresário do artista, Thiago Gravações, informou que Neiff passará por cirurgia nesta manhã e pediu solidariedade e ajuda dos fãs. As informações são da Folha de Pernambuco.
“Precisamos de todas as orações para o Mago. Ele está nesse momento em cirurgia”, afirmou o empresário na publicação, que contém ainda uma foto do cantor no hospital.
A reportagem entrou em contato com a Polícia Civil de São Paulo em busca de mais informações sobre o caso. Ainda não houve retorno, mas o canal segue aberto.
O escritor Milton Hatoum tomou posse na Academia Brasileira de Letras (ABL) na última sexta-feira (24), em cerimônia na sede da instituição, no Petit Trianon, no Centro do Rio. Ele passa a ocupar a cadeira 6, na sucessão do jornalista Cícero Sandroni, que morreu em junho do ano passado. Eleito em agosto do ano passado, Hatoum é o primeiro autor nascido no Amazonas a integrar a ABL. As informações são do g1.
A escritora Ana Maria Machado deu boas-vindas ao escritor: “Milton Hatoum realmente tem uma relação muito pessoal com o tempo. Flerta com eternidades, invoca perenidades, submerge em águas de permanência. Por isso, às vezes chega a causar estranheza numa época como a nossa, que se caracteriza por uma certa preferência por fenômenos passageiros”, disse Machado. “Milton Hatoum destoa disso e é assim há muito tempo. Desde bem antes deste momento agora, o instante em que tenho a alegria de saudá-lo com admiração e carinho, quando chega oficialmente à imortalidade literária ao se tornar membro da Academia Brasileira de Letras”, completou.
Leia maisEm seu discurso, Hatoum lembrou a obra do jornalista Cícero Sandroni e de antigos ocupantes da cadeira que passa a ocupar como Barbosa Lima Sobrinho e Raymundo Faoro, por exemplo. O autor também falou de Vidas Secas, obra de Graciliano Ramos, escritor que não entrou para a ABL.
Três prêmios Jabuti
Com uma carreira consolidada, Hatoum é autor de romances, contos e crônicas que ganharam reconhecimento no Brasil e no exterior. Entre suas obras mais conhecidas estão “Relato de um certo Oriente”, “Dois irmãos” e “Cinzas do Norte”, livros premiados com o Jabuti — um dos principais prêmios da literatura brasileira (relembre aqui as obras).
Seus títulos foram traduzidos para diversos idiomas e publicados em países da Europa, América e Ásia. “Dois irmãos”, por exemplo, teve adaptação para a televisão em minissérie exibida pela TV Globo.
Ao longo da carreira, o escritor também atuou como professor universitário e colunista em veículos de imprensa, além de participar de programas acadêmicos e residências literárias em instituições internacionais.
Nascido em Manaus, em 1952, Hatoum viveu em diferentes cidades do Brasil e do exterior. Formou-se em arquitetura pela Universidade de São Paulo (USP) e cursou pós-graduação em literatura em Paris. Também lecionou na Universidade Federal do Amazonas e foi professor visitante em universidades como Berkeley e Sorbonne.
Além da produção ficcional, o autor publicou ensaios, traduções e artigos sobre literatura brasileira e latino-americana. Sua obra ultrapassa meio milhão de exemplares vendidos e reúne uma ampla recepção crítica dentro e fora do país.
Com a posse, Hatoum passa a integrar o grupo de 40 “imortais” da Academia, instituição criada no fim do século 19 e considerada uma das principais referências culturais do Brasil.
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O deputado federal Felipe Carreras, o prefeito Ismael Lira e o deputado estadual Aglailson Victor assinaram ontem (25), Agrovila 8 do Projeto Brígida, a ordem de serviço para a construção da Escola de Referência em Ensino Fundamental José Bento.
A nova unidade será uma escola moderna, ampla e estruturada, planejada para fortalecer o ensino público e ampliar as oportunidades para crianças e jovens da região. Durante a agenda, Carreras também anunciou a destinação de uma nova emenda no valor de R$ 500 mil para o fortalecimento da saúde do município, ampliando os investimentos em áreas essenciais.
A iniciativa reforça o trabalho do deputado Felipe Carreras em parceria com o prefeito Ismael Lira. Também estiveram presentes na solenidade os vereadores Alexandre Caetano (presidente da Câmara), Patrício do Projeto, Hélio de Zefinha, Thiago Vasconcelos, Tatinha da Saúde e Sandro Santos.
A pré-candidata ao Senado, Marília Arraes (PDT), já dá como certo o nome de Arlen Pereira, ex-secretário-executivo de Gestão do Governo de Maricá (RJ), uma das cidades mais ricas do Brasil, para ser seu suplente. Nos portais fluminenses, a notícia repercutiu após Arlen pedir exoneração no período de desincompatibilização para quem vai disputar as eleições.
A questão que fica é menos sobre o currículo de Arlen e mais sobre o critério da escolha: por que importar um aliado de fora, sem densidade política local e aparentemente sem qualquer sintonia com a engrenagem da Frente Popular? Em um jogo onde articulação e enraizamento costumam pesar, a decisão soa, no mínimo, desconectada da realidade pernambucana.
Depois de “O Descobrimento da Terra”, lançado no ano passado pela editora Tagore, o escritor Bruno Lago lança seu segundo romance. “Paradise Supernova”, lançado agora pela Editora Quimera Produções, é também uma distopia, o gênero ao qual Bruno se especializou. Agora, estamos em um tempo seco, árido, no qual se perderam quase todos os reservatórios de água. Uma estação de rádio, a Paradise Supernova, informa por suas ondas como sobreviver nessa nova realidade. No meio daquela aridez, o amor floresce. E se espalha pelas ondas do rádio.
Publicitário de formação, especializado em redes sociais, Bruno lançou-se nessa segunda aventura literária por encomenda da Quimera. A editora gostou tanto de seu romance de estreia que lhe pediu que desenvolvesse esse segundo tema. O livro já está disponível em formato digital pela Amazon (https://a.co/d/0di/QV400) ou o livro físico pela editora (htpps://www.quimeraproducoesliterarias.com.br/productpage/paradise-supernova.bruno-lago)
A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) realiza, amanhã (27) e terça-feira (28), o 9º Congresso Pernambucano de Municípios. O evento reúne prefeitos e membros das administrações públicas do Estado, além de autoridades nacionais, no Recife Expo Center, no bairro de Santa Rita. A programação reúne uma feira de negócios e uma grade de painéis de debate.
Sob a liderança do presidente da Amupe e prefeito de Aliança, Pedro Freitas, o congresso deve reunir 60 palestrantes, distribuídos em 12 espaços simultâneos, e quatro painéis com debates sobre temas como transformação digital, captação de recursos, previdência municipal, segurança pública, educação, saúde, sustentabilidade e desenvolvimento econômico. As informações são do portal LeiaJá.
Leia maisO 9º Congresso Pernambucano de Municípios conta com a presença do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, na palestra sobre “ Transparência nas Emendas Parlamentares e Autonomia Municipal”; e do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Antonio Anastasia, no painel “Controle Externo e a Boa Gestão Municipal”. A programação do evento terá ainda a entrega do “Prêmio Prefeitura Empreendedora”, promovido pelo Sebrae, e a apresentação de projetos de sucesso, o “10 Boas Práticas Municipais”, conduzida pela própria Amupe.
“O municipalismo se constrói com cooperação, troca de experiências e visão a longo prazo. Nosso compromisso é seguir avançando, unindo forças e preparando os municípios para os desafios que estão por vir. Desta forma, nosso congresso se fortalece como um espaço estratégico de articulação, capacitação e geração de oportunidades, reunindo gestores públicos, especialistas e representantes de instituições de todo o país em torno de temas essenciais para o desenvolvimento sustentável dos municípios do nosso estado”, pontua Pedro Freitas, presidente da Amupe e prefeito de Aliança.
O 9º Congresso Pernambucano de Municípios é gratuito e aberto ao público, mediante realização de inscrição. Já as salas temáticas são voltadas aos prefeitos e prefeitas, secretários, vereadores e demais profissionais que atuam na gestão pública. As vagas são limitadas e os interessados podem ter acesso a programação completa e se inscrever através do site (https://www.amupe.org/).
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