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A Federação PSOL-Rede em Pernambuco realiza, neste domingo (2), a convenção estadual do grupo. O evento acontecerá na Casa Marielle Franco, no bairro do Derby, das 13h às 17h.
O encontro deve homologar as candidaturas majoritárias da federação, com o pré-candidato ao governo do estado Ivan Moraes (Psol), a pré-candidata a vice-governadora Alice Galbino (Rede) e o pré-candidato ao Senado Paulo Rubem Santiago (Rede), além dos candidatos proporcionais. As informações são do Blog da Folha?
Leia maisA convenção também reunirá militantes, dirigentes partidários e eleitores para apresentar o alinhamento do projeto político coletivo voltado ao bem-viver em Pernambuco.
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O Comando Militar do Nordeste (CMNE) realiza, nesta terça-feira (29), no Forte Guararapes, no Recife, o VI Encontro da Rede Nordeste de Estudos Estratégicos e Inovação (ERENEEI). O evento reunirá militares, pesquisadores, professores, representantes da Base Industrial de Defesa e do setor produtivo para discutir temas relacionados à Defesa Nacional, inovação e geopolítica. Nesta edição, o encontro terá como tema “O saliente nordestino como vetor estratégico em cenários de conflito global”.
A programação prevê palestras e painéis sobre o contexto geopolítico do Nordeste brasileiro, o uso da inteligência artificial em conflitos contemporâneos, os impactos das novas tecnologias no ambiente operacional e os efeitos de conflitos internacionais envolvendo drones, mísseis balísticos e sistemas de defesa aérea. Também serão debatidas as transformações no cenário geopolítico mundial e seus reflexos para a Defesa Nacional.
Segundo o Comando Militar do Nordeste, o encontro tem como objetivo promover a integração entre o Exército Brasileiro, a academia, a Base Industrial de Defesa e outros setores da sociedade, além de incentivar o intercâmbio de conhecimentos e o desenvolvimento de pesquisas e soluções voltadas aos desafios estratégicos do país. A abertura do evento será às 8h e a imprensa foi convidada a acompanhar a programação.
O prefeito de Goiana, Marcílio Régio, realizou, nesta segunda-feira (27), uma visita técnica às obras da fábrica da Dragão, que está sendo construída às margens da BR-101, no município. Acompanhado da primeira-dama, Ana Silveira, o gestor foi recebido pelo diretor da empresa, João Abreu e Lima, e acompanhou o andamento da implantação da unidade industrial.
Durante a visita, foram discutidas as próximas etapas do empreendimento, que, segundo a prefeitura, representa a instalação de uma nova indústria em Goiana após 15 anos. O projeto integra o processo de expansão industrial do município e tem expectativa de gerar empregos e movimentar a economia local.
“Goiana volta a viver um novo ciclo de crescimento com a chegada da Dragão. Há 15 anos o município não recebia a instalação de uma nova indústria, e isso demonstra a confiança do setor produtivo no potencial da nossa cidade”, afirmou Marcílio Régio. O diretor da empresa, João Abreu e Lima, apresentou o cronograma de implantação da fábrica durante a visita.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira realiza, nesta terça-feira (28), a partir das 19h, no Beco do Hidratante, o Festival de Cultura Tabaqueiro. A programação inclui a apresentação do artista plástico Edgley Brito e o desfile dos tabaqueiros, com premiação para os dez destaques escolhidos por aclamação do público. O evento é coordenado pelo secretário municipal de Cultura, Augusto Martins, e integra as ações da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura.
Alvo de questionamentos jurídicos, o vídeo produzido com inteligência artificial exibido no último sábado na convenção nacional do PL foi uma decisão exclusiva da campanha de Flávio Bolsonaro, segundo integrantes da coordenação.
A equipe afirma que Jair Bolsonaro não foi informado previamente sobre a exibição da peça e que o material respeitou as regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sem violar as restrições impostas ao ex-presidente pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A estratégia busca afastar qualquer interpretação de que Bolsonaro tenha descumprido as medidas cautelares determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisSegundo a campanha, a decisão de exibir o vídeo foi precedida por discussões da equipe jurídica sobre os riscos da iniciativa. O entendimento dos advogados foi de que a peça atendia às normas do TSE para o uso de inteligência artificial e não configurava manifestação política do ex-presidente. A avaliação foi de que o aviso exibido no início do vídeo, informando que a imagem e a voz haviam sido geradas por IA, oferecia respaldo jurídico suficiente para sua utilização.
A coordenadora da equipe jurídica da campanha, a advogada Maria Claudia Buchianeri, afirma que o vídeo observou as exigências da Justiça Eleitoral.
— É uma imagem de IA dizendo que é de IA e em um ato intrapartidário — afirmou.
A linha de defesa ganhou força após deputados do PT acionarem a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Ministério Público Eleitoral (MPE), alegando que a exibição do vídeo pode configurar irregularidade eleitoral e descumprimento das restrições impostas a Bolsonaro.
A campanha reitera que toda a concepção e execução da peça ficaram a cargo da coordenação eleitoral e que o ex-presidente não participou da elaboração nem foi comunicado previamente sobre sua exibição.
Reservadamente, auxiliares de Flávio reconhecem que o episódio abriu uma frente jurídica, mas afirmam que a campanha continua convencida de que agiu dentro da legalidade. A avaliação é que a presença simbólica de Bolsonaro na convenção era essencial para marcar o lançamento da candidatura presidencial e mobilizar a militância, razão pela qual a equipe optou por recorrer ao recurso tecnológico.
Como mostrou O GLOBO, especialistas em Direito Eleitoral avaliam, contudo, que o caso deverá ser analisado pela Justiça Eleitoral e poderá ter reflexos também no STF. Para o professor de Direito Eleitoral da Universidade Presbiteriana Mackenzie Flávio de Leão Bastos Pereira, será necessário esclarecer se Bolsonaro autorizou o uso de sua imagem.
— É preciso saber se ele autorizou a utilização de sua imagem. É criminal e vai ser avaliada pelo STF, podendo inclusive ocorrer a remoção do benefício da prisão domiciliar — afirmou.
Na avaliação do professor, o vídeo também pode ter violado a vedação ao uso de deep fake para favorecer candidaturas.
Já o advogado Rodrigo Pedreira, especialista em Direito Eleitoral, afirmou que, embora o vídeo informasse no início ter sido produzido por inteligência artificial, essa identificação deveria permanecer durante toda a exibição.
— A resolução impõe o dever de informar que o conteúdo foi manipulado e a tecnologia utilizada de forma explícita, por rótulo (marca d’água) e na audiodescrição, no caso de imagens estáticas — disse.
Por outro lado, a advogada e professora de Direito Eleitoral Francieli Campos avalia que a exibição ocorreu em um contexto de propaganda intrapartidária, distinta das regras aplicáveis à campanha eleitoral.
— Enquanto os atos de campanha e pré-campanha se voltam ao eleitorado em geral, a comunicação intrapartidária tem como público-alvo exclusivo os filiados e convencionais, com o objetivo único de viabilizar a indicação do pré-candidato para compor a chapa — afirmou.
A defesa de Jair Bolsonaro foi procurada, mas não se manifestou.
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A Justiça de Pernambuco condenou o ex-prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde Tássio José Bezerra dos Santos por improbidade administrativa em ação movida pelo próprio município. A sentença, proferida pela juíza substituta Ângela Maria Lopes Luz, da Vara Única da Comarca de Triunfo, concluiu que houve pagamento irregular de diárias em benefício do ex-gestor, sem a devida comprovação das despesas. Ainda cabe recurso ao Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).
A decisão determina a suspensão dos direitos políticos de Tássio Bezerra por cinco anos, o ressarcimento integral dos valores recebidos irregularmente a título de diárias, a aplicação de multa civil equivalente ao acréscimo patrimonial considerado indevido e a proibição de contratar com o poder público ou receber incentivos fiscais e creditícios pelo mesmo período. Segundo a sentença, a execução dessas penalidades ocorrerá apenas após o trânsito em julgado do processo.
A ação também tratava de supostas irregularidades relacionadas a repasses previdenciários, despesas com combustíveis e dispensas de licitação. No entanto, esses pontos foram julgados improcedentes com base nas alterações da Lei de Improbidade Administrativa e no entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), por ausência de comprovação de dolo específico e de efetivo prejuízo ao erário.
O MDB decidiu, em convenção nacional realizada nesta segunda-feira, 27, não apoiar nenhum candidato à Presidência da República nas eleições deste ano e liberar os diretórios estaduais para definir seus apoios conforme a realidade local.
Havia um desejo do PT de atrair o partido para a coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas, segundo fontes do MDB, nunca houve uma negociação de fato, apenas movimentações por parte dos petistas. As informações são do Estadão.
Leia maisA possibilidade de liberar os Estados foi admitida pelo presidente do MDB, deputado federal Baleia Rossi (SP), em entrevista ao Estadão no início do ano. Ao ser questionado sobre o posicionamento do partido no pleito nacional, respondeu: “Hoje, se houver uma eleição absolutamente polarizada, eu acho que a tendência do MDB é realmente, em nível nacional, liberar.”
A liberação foi a saída encontrada pela legenda para conciliar suas divisões internas. No Nordeste e em parte do Norte, o partido tende a se alinhar com o governo Lula, enquanto no Centro-Oeste, no Sul e no Sudeste há maior resistência a uma aliança com o PT. Nesse contexto, o apoio formal a um dos candidatos poderia provocar um racha interno.
“A liberação nacional acaba unindo e pacificando, deixando o partido mais forte para que nos Estados tenha um resultado bastante positivo”, disse Baleia, na convenção. “Nossa vontade sempre é ter candidatura própria, mas vivemos um momento de muita radicalização, e o MDB tem essa característica de ter uma posição sempre equilibrada para fazer a diferença nas grandes discussões do País. Tendo uma força significativa no Congresso Nacional, vamos conseguir ajudar o País a avançar, crescer e se desenvolver.”
Durante a convenção, integrantes da legenda elogiaram a decisão e reconheceram a dificuldade de apoiar um candidato em um cenário de forte polarização política.
O deputado federal Hildo Rocha (MA) afirmou que ter um candidato próprio iria “desunir o partido”. Gabriel Souza, vice-governador do Rio Grande do Sul, foi no mesmo sentido: “O MDB é plural no Brasil inteiro. Cada diretório tem seus contextos e temos que respeitar essas conjunturas, na medida em que não temos candidato próprio”, afirmou Gabriel, que declaro apoio ao ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD).
Também houve defesa para que o partido volte a lançar um nome próprio ao Palácio do Planalto em 2030. Representantes do diretório do Rio Grande do Sul chegaram a sugerir que o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, seja o candidato da legenda. A proposta foi endossada por outros integrantes do partido durante os discursos.
Ao abrir mão de firmar uma aliança nacional, o MDB concentra seus esforços nas disputas estaduais — com 10 candidatos a governador e seis a vice — e no fortalecimento de sua bancada no Congresso Nacional, para a qual lançou 20 candidatos ao Senado. A meta da legenda é eleger 50 deputados federais e de 10 a 12 senadores.
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Ciro Gomes (PSDB), candidato ao Governo do Ceará nas eleições de 2026, registrou uma queda de bens quando comparado com as eleições de 2022. De acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ciro registrou R$ 1,7 milhão em bens este ano. No pleito anterior, o valor foi de R$ 3 milhões.
Para as eleições de 2026, Ciro Gomes declarou ter dois apartamentos, dois carros e outros bens como participações societárias e partes de imóveis.
Já em 2022, quando concorreu à Presidência da República, Ciro declarou ter duas casa a mais do que em 2026, além de dinheiro em espécie e quinhões de capital.
A Federação PSDB-Cidadania oficializou a candidatura de Ciro Gomes ao Governo do Ceará durante convenção partidária realizada em Fortaleza em 20 de julho.
Roberto Cláudio (União Brasil) foi registrado como o candidato a vice-governador na chapa de Ciro.
Os pedidos de candidaturas ainda serão analisados pelo TSE.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, classificou o presidente da Argentina, Javier Milei, como “palhaço” ao comentar, nesta segunda-feira (27), as declarações do líder argentino no lançamento da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República.
A declaração de Durigan foi dada durante entrevista ao programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal, na qual o ministro fez uma defesa da condução da economia pelo governo Lula, descartou uma recessão em 2027, afirmou que o País encerrará o atual mandato com as contas públicas mais equilibradas e utilizou indicadores econômicos para rebater as críticas feitas por Milei ao Brasil. As informações são do JC.
Leia mais“O palhaço do presidente da Argentina veio ao Brasil ontem e falou de Brasil, quando o risco-país da Argentina é muito mais alto, a dívida pública é muito mais alta, a inflação é muito mais alta”, afirmou Durigan.
Segundo Durigan, a economia brasileira apresenta atualmente um cenário mais favorável do que o argentino em diferentes indicadores. Além do risco-país menor, o ministro destacou que o Brasil registra inflação em trajetória de controle, desemprego em mínima histórica, recordes na balança comercial, uma safra agrícola expressiva e queda do desmatamento.
A fala foi dada no momento em que o ministro respondia a questionamentos sobre a possibilidade de uma desaceleração mais intensa da economia brasileira nos próximos anos e sobre a necessidade de novos ajustes fiscais para conter o avanço da dívida pública. Durigan rejeitou a hipótese de uma recessão em 2027 e afirmou que previsões nesse sentido desconsideram os fundamentos atuais da economia brasileira.
Durante a entrevista, o ministro afirmou que parte das avaliações mais pessimistas sobre a economia brasileira tem sido utilizada no debate político.
“Em 2022 diziam que o Brasil ia virar a Venezuela, que o risco Brasil ia explodir e que o dólar ia disparar. Hoje o dólar está mais baixo, o risco Brasil está em uma das mínimas históricas e a situação do emprego e da inflação é muito melhor. Estão usando esse discurso de forma eleitoral”, declarou.
Embora tenha reconhecido que o País ainda enfrenta desafios, especialmente em relação aos juros elevados e ao nível de endividamento público, Durigan sustentou que o principal problema da economia brasileira atualmente não é um desequilíbrio das contas públicas.
“O que é verdade é que os juros do País seguem altos e o endividamento segue alto. Temos essa milha final para cumprir, que é reduzir os gastos obrigatórios, consolidar a trajetória fiscal e criar condições para que o Banco Central possa trabalhar com juros menores”, afirmou.
O ministro também voltou a defender que o governo encerrará o mandato com uma situação fiscal mais sólida do que a encontrada em 2023.
Segundo ele, o déficit registrado no primeiro ano da atual gestão decorreu principalmente do pagamento de precatórios represados e da compensação aos estados pelas perdas de arrecadação do ICMS pelo governo Bolsonaro, enquanto as contas públicas passaram a apresentar equilíbrio a partir de 2024.
A declaração de Durigan ocorre um dia após Javier Milei desembarcar no Brasil para participar da convenção nacional do PL, que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
Durante o evento, realizado no sábado (26), o presidente argentino fez um discurso de cerca de meia hora em espanhol, no qual afirmou que a América Latina vive uma “transformação política” em direção à direita e associou a candidatura de Flávio a esse movimento.
Milei também fez ataques ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a quem voltou a chamar de “presidiário”, e ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, classificado por ele como “lixo careca”. O argentino ainda criticou a decisão de Moraes que negou seu pedido para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A resposta institucional do governo brasileiro às declarações de Milei foi dada pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. Em entrevista exibida no domingo (26), o chanceler classificou as falas do presidente argentino como “ríspidas, grosseiras e inaceitáveis”.
“Nós precisamos de explicações do governo argentino sobre o motivo de o presidente da Argentina ter vindo ao território brasileiro fazer esse tipo de manifestação e declarações ríspidas, grosseiras e inaceitáveis. Todo o episódio é extremamente grave e inaceitável”, afirmou.
Ainda no domingo, o Itamaraty informou ter convocado o embaixador da Argentina no Brasil, Daniel Raimondi, para transmitir a “repulsa do governo brasileiro aos impropérios emitidos pelo presidente Javier Milei” e solicitar explicações formais sobre o episódio.
Por determinação de Mauro Vieira, o embaixador brasileiro em Buenos Aires, Julio Bitelli, também foi chamado a consultas em Brasília, medida considerada um forte gesto diplomático de protesto.
Em nota, o Ministério das Relações Exteriores afirmou que não há precedentes de um presidente estrangeiro utilizar território brasileiro para atacar o chefe de Estado, instituições democráticas e o Poder Judiciário do País, classificando o episódio como “especialmente lamentável” diante da relação histórica entre Brasil e Argentina.
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Ainda sem a definição de um vice para a chapa, o Novo oficializou nesta segunda-feira (27) em Brasília o nome do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, como candidato à presidência da República.
O anúncio foi feito em convenção nacional da legenda em Brasília e contou com a presença do presidente da sigla, Eduardo Ribeiro.
“Se tem algo, talvez o maior legado que o Zema tenha deixado em MG, e o que a gente quer mostrar para o brasileiro que é capaz de fazer no Brasil é que uma boa gestão com pessoas capacitadas e corajosas enterra o PT. Como nós enterramos em MG e vamos enterrar o PT no Brasil”, afirmou Ribeiro.
Leia maisZema foi governador de Minas Gerais de 2019 a março de 2026, quando renunciou à cadeira para disputar a presidência.
O empresário é nascido em Araxá, tem 61 anos, e é formado em administração de empresas pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
Zema tem histórico de aproximação com a família Bolsonaro. O candidato apoiou Jair Bolsonaro no segundo turno de 2022.
Recentemente, subiu o tom contra Flávio, filho de Jair Bolsonaro e candidato do PL ao Palácio do Planalto, pelas relações com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, envolvido em uma fraude de bilhões de reais. Zema negou ser vice na chapa de Flávio.
Com a candidatura oficializada, Zema ainda busca um nome para ocupar o posto de vice em sua chapa.
O ex-governador esteve perto de ter Geraldo Rufino, filiado ao Podemos, como vice, mas o empresário se lançou como pré-candidato ao Senado em São Paulo.
No último sábado (25), Zema elogiou o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, como um possível vice.
“Já comentei com o ministro Joaquim Barbosa que, indo ao Rio de Janeiro, quero sim ter um encontro com ele”, afirmou.
Ainda como pré-candidato, Zema adotou um tom crítico ao STF após a revelação de possíveis conexões dos ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Dias Toffoli com o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Master.
Zema divulgou vídeo em que os ministros são retratados de forma irônica por meio de fantoches, em um vídeo que trata do caso Master.
Na linha de criticar o Supremo, Zema disse que Joaquim Barbosa representa o “oposto de vários ministros do STF”.
“Tenho certeza que ninguém da família dele, nem ele próprio, obteve contratos e vantagens como os atuais ministros têm obtido”, afirmou.
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O pré-candidato a deputado federal Gabriel Porto (PSB) recebeu, neste domingo (26), o apoio do Sindicato dos Rodoviários de Pernambuco (Sintro-PE). A entidade, que reúne mais de 22 mil trabalhadores do transporte rodoviário urbano de passageiros no Recife, Região Metropolitana, Mata Sul e Mata Norte, também declarou apoio à pré-candidatura de Breno Araújo (PT) à Assembleia Legislativa de Pernambuco.
Durante as comemorações do Dia do Rodoviário, Gabriel Porto afirmou que o apoio da categoria fortalece sua pré-campanha. “Contar com a confiança de uma categoria com tanta representatividade é a confirmação de que nosso projeto está no caminho certo, dialogando e construindo relações com diversos setores da sociedade. Temos o compromisso de defender direitos e lutar por avanços para os trabalhadores e estaremos ao lado dos rodoviários na concretização de novas conquistas”, disse.
A nova pesquisa do Instituto Múltipla, contratada pelo Blog do Nill Júnior e divulgada nesta segunda-feira (27), mostra um cenário de equilíbrio na corrida pelo Governo de Pernambuco. No levantamento estimulado, a governadora Raquel Lyra (PSD) aparece com 44% das intenções de voto, enquanto o pré-candidato João Campos (PSB) registra 40%. Ivan Moraes (PSOL) soma 1%, com 7% de indecisos e 8% de votos brancos e nulos.
Apesar da vantagem numérica de quatro pontos para Raquel, o resultado configura empate técnico, já que a pesquisa tem margem de erro de 3,3 pontos percentuais para mais ou para menos. Nesse intervalo, a governadora oscila entre 40,7% e 47,3%, enquanto João Campos varia entre 36,7% e 43,3%, fazendo com que as faixas de ambos se sobreponham estatisticamente.
Leia maisO levantamento também reforça o ambiente de competitividade observado em pesquisas recentes, indicando uma disputa aberta entre os dois principais candidatos. Na simulação de segundo turno, Raquel Lyra aparece com 45% e João Campos com 41%, resultado que igualmente permanece dentro da margem de erro, caracterizando novo empate técnico.
A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 26 de julho, ouviu 900 eleitores e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número PE-00028/2026. A margem de erro é de 3,3 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
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