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O deputado federal Eduardo da Fonte (PP) e o vereador de Caruaru e pré-candidato a deputado estadual Anderson Correia (PP) defenderam, nesta sexta-feira (3), a transformação do Instituto do Câncer Infantil do Agreste (ICIA) em Hospital Infantil do Agreste (HIA). A proposta prevê a ampliação da atuação da unidade para além da oncologia pediátrica e foi formalizada por Eduardo da Fonte em ofícios encaminhados à governadora Raquel Lyra e à Secretaria Estadual de Saúde, solicitando prioridade e celeridade no processo de credenciamento da unidade.
Autor de uma indicação apresentada na Câmara Municipal de Caruaru sobre o tema, Anderson Correia afirmou que a medida poderá ampliar a oferta de atendimento especializado para crianças e adolescentes no interior do Estado. “Esse é um sonho que defendemos há muito tempo e que agora ganha ainda mais força com o apoio de Eduardo da Fonte. O ICIA já é referência no tratamento oncológico infantil, mas pode ir muito além, tornando-se um Hospital Infantil do Agreste, com todas as especialidades necessárias para atender nossas crianças”, declarou.
A chapa apoiada pelo atual presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco (CREA-PE), Adriano Lucena, venceu as eleições realizadas nesta sexta-feira (3). Nielson Christianni foi eleito presidente da entidade com 2.840 votos, mais de 1,5 mil à frente da segunda colocada, Hilda Gomes, que recebeu 1.322 votos.
Também foram eleitos Clóvis II para a Diretoria-Geral da Mútua, Ayrton Nepomuceno para a Diretoria Administrativa e Maristela para a Diretoria Financeira.
Além de revogar o porte de arma e o Certificado de Registro (CR) de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC) na decisão em que manteve a prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o recolhimento de todo o arsenal registrado em nome do antigo mandatário, composto por dez armas de fogo, entre fuzis, carabinas, pistolas e espingardas.
Na decisão, Moraes deu prazo de 48 horas para que a defesa entregue o armamento à Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal. O ministro também determinou a comunicação imediata à PF para que sejam adotadas as providências necessárias à revogação do porte de arma e do registro de CAC de Bolsonaro. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisA lista inclui sete pistolas, duas espingardas e duas carabinas/fuzis, de calibres permitidos e restritos. Entre elas está a pistola Glock calibre 9 milímetros apreendida no último dia 15 de junho durante uma abordagem da Polícia Militar do Distrito Federal a um militar do Exército que integrava a equipe de segurança do ex-presidente.
Na decisão desta sexta, além da Glock, Moraes determinou a apreensão de:
Embora tenha mantido Bolsonaro na prisão domiciliar, Moraes concluiu que sua atual condição jurídica é incompatível com a manutenção do direito de possuir armas de fogo.
Ao citar o parecer do procurador-geral da República, Paulo Gonet, o ministro destacou que “a condição atual do custodiado é incompatível com a posse de arma de fogo”, uma vez que a legislação exige, entre outros requisitos, que o proprietário não responda a investigação criminal nem cumpra pena.
Apesar disso, Moraes afastou a possibilidade de considerar que Bolsonaro tenha cometido falta grave durante o cumprimento da prisão domiciliar. Segundo o ministro, as investigações conduzidas pela Polícia Civil e a manifestação da Procuradoria-Geral da República não comprovaram violação das regras do regime domiciliar capaz de justificar seu retorno ao regime fechado.
O magistrado advertiu, no entanto, que o descumprimento das condições impostas à prisão domiciliar ou de qualquer medida cautelar implicará a revogação do benefício e o retorno imediato de Bolsonaro ao regime fechado.
Bolsonaro foi condenando a 27 anos e dois meses de prisão pelo STF por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
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O presidente e pré-candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta sexta-feira (3) um pacote com as últimas entregas do Executivo antes do prazo de restrições do período eleitoral.
Foram realizadas inaugurações nas áreas de saúde, educação e moradia. O evento contou com transmissões de cerimônias simultâneas em outras 12 cidades nos estados do Amazonas, São Paulo, Rio de Janeiro, Sergipe, Piauí, Alagoas e Pernambuco. As informações são da CNN.
A partir de 4 de julho, três meses antes do primeiro turno das eleições, entram em vigor regras mais rígidas previstas em lei para evitar o uso da máquina pública em benefício de candidaturas durante o pleito. Na quinta-feira (3), Lula criticou o prazo do chamado defeso eleitoral e o chamou de uma “papagaiada desgraçada”.
Leia mais“Agora a gente não pode inaugurar mais nada até as eleições. Embora não possa inaugurar, eu vou visitar muitas coisas que ainda tenho que visitar”, disse Lula no evento desta sexta.
Durante o defeso eleitoral, há restrições de publicidade institucional, como a presença de governantes em inaugurações. A vedação da presença em inaugurações também vale para pré-candidatos.
Para a divulgação do “pacotaço” de entregas, o Planalto escalou ministros, secretários, parlamentares aliados e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) para os eventos realizados fora de Brasília.
Em São Paulo, a ex-ministra Marina Silva (Rede-SP), pré-candidata ao Senado, também esteve em um evento de inauguração de novo campus de instituto federal em Mauá, no ABC Paulista.
Na área de Educação, foram inaugurados dez campi de institutos federais, com investimento de R$ 206,6 milhões, dos quais R$ 196,5 milhões são provenientes do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
“Se eu esperar o meu pessoal da Fazenda e o meu pessoal do Planejamento dizer para mim ‘olha, está sobrando dinheiro, vamos colocar na Educação’, a gente nunca vai investir. Porque nunca vai sobrar. Dinheiro público nunca sobra. E dinheiro bom não é dinheiro guardado, é dinheiro investido em obra, educação, saúde, ferrovia, rodovia, hidrovia”, declarou Lula no evento.
Maior colégio eleitoral do país, São Paulo foi o estado que teve mais cidades com eventos e transmissão simultânea na agenda no Planalto.
Para as entregas da Educação, Alckmin esteve em Bauru (SP) enquanto Marina Silva e o ministro da pasta, Leonardo Barchini, estiveram em Mauá (SP). O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, conduziu evento em Cotia (SP).
Em Campinas (SP), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou investimentos na assistência especializada, como foco no programa Agora Tem Especialistas.
Em relação ao setor habitacional, o Ministério das Cidades anunciou a entrega de 1.619 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida em seis estados brasileiros. O ministro da pasta, Vladimir Lima, esteve em Nova Iguaçu (RJ), onde foram entregues 900 residências.
De acordo com o governo, as unidades habitacionais vão beneficiar 6.476 pessoas em Nova Iguaçu, Barra de São Miguel (AL), Itabaiana (SE), Caldas Novas (GO), Campo Grande (MS) e Olímpia (SP). O investimento total estimado foi de R$ 262,9 milhões.
Nas últimas semanas, Lula acelerou entregas por conta do calendário eleitoral. Como mostrou a CNN, o presidente tem anunciado, em média, uma entrega a cada três dias em 2026. No geral, as agendas são voltadas à área social, de saúde e infraestrutura.
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Por Marlos Porto*
Na última sexta-feira, 19 de junho, após a vitória do Brasil por 3 a 0 sobre o Haiti, numa transmissão pós-jogo que reunia convidados para comentar a partida, uma imagem chamou a atenção de quem assistia. Romário, campeão mundial em 1994, artilheiro daquela conquista, eleito o melhor jogador do mundo naquele ano, autor de mais de mil gols na carreira, sentado no braço do sofá. Ao centro, dois apresentadores jovens ocupavam o lugar de destaque. Ao lado, Matheus Cunha, autor de dois gols na partida e grande nome do jogo, completava o grupo. A cena não passou despercebida e já gerou muitos comentários nas redes sociais.
O que se celebra hoje, no entretenimento esportivo e em outras esferas da mídia, não é a qualidade, mas a aderência. Não se pergunta: “O que essa pessoa tem a dizer?”; pergunta-se: “Essa pessoa gera reação?”. A linguagem que domina é a do excesso: vozes elevadas, risadas que soam quase cenográficas, gestos amplos, trejeitos que funcionam como marca registrada. A aparência, por vezes, acompanha esse exagero: cabeleiras desgrenhadas, figurinos que buscam chamar atenção. Não há juízo de valor estético nessa constatação; trata-se de observar que o invólucro, muitas vezes, ocupa o lugar que deveria ser do conteúdo. O comentário não precisa ser inteligente; precisa ser rápido. Não precisa ser verdadeiro; precisa ser impactante. Não precisa acrescentar; precisa entreter. E o público, educado para consumir esse modelo, começa a confundir popularidade com autoridade e ruído com relevância.
Leia maisA inversão se dá em várias camadas. Quem construiu uma carreira por décadas vê seu espaço ocupado por quem aparece por um clique. O saber é substituído pelo espetáculo. Romário tem muito a dizer sobre tática, sobre posicionamento em campo, sobre a inteligência para ler o jogo e decidir no momento exato. Tem uma compreensão ímpar do espaço e do tempo dentro das quatro linhas, algo que poucos jogadores na história dominaram como ele. Tem também uma personalidade fortíssima, que se manifestava na postura em campo, na confiança inabalável, na capacidade de assumir a responsabilidade nos momentos decisivos. Do ponto de vista humano, sua trajetória é repleta de lições sobre superação, resiliência e autoconfiança, elementos que poderiam enriquecer qualquer debate sobre futebol e sobre a formação de atletas. Mas o programa, muitas vezes, não quer isso; quer a “lenda” dando risada, sendo descontraída, validando o clima de “resenha”. E o convidado, mesmo tendo mais a oferecer, se curva ao palco. Fala o que se espera. Entra no jogo da leveza, da anedota, da brincadeira, porque ser levado a sério, hoje, muitas vezes, significa ser chato.
Não custava nada um daqueles apresentadores ter se levantado e dado o lugar para Romário. Seria um ato de profunda gentileza, um reconhecimento mínimo à trajetória de quem ali estava. Mas talvez eles tenham receio de perder o espaço se fizerem isso. E essa é uma das faces mais reveladoras do modelo vigente: o lugar de destaque é ocupado com tanta insegurança que não pode ser cedido, nem mesmo por um instante, a quem evidentemente o merece mais.
Romário não precisava estar ali. Ele tem seu próprio canal, a Romário TV, com sua própria voz e curadoria. Tem uma história no futebol que poucos no mundo podem ostentar, com atuações que marcaram gerações. Isso sem falar no mandato de senador, que traz ainda um relevo maior para sua participação (não há incompatibilidade da atividade de comentarista com suas funções parlamentares, e o senador pode participar de sessões de forma remota). Mas sentou no braço do sofá por escolha, porque topou o jogo, porque entrou na dinâmica da “resenha leve”, talvez pensando em dar uma força, se divertir ou simplesmente aparecer. Ao fazer isso, ao aceitar o lugar marginal, ao não questionar o formato, escancarou, sem querer, a mediocridade do programa. Porque, se até Romário, com todo o peso que tem, aceita ser coadjuvante num formato que não privilegia quem tem o que dizer, o que isso revela sobre o modelo?
Qualquer pessoa comum, sem formação em mídia, com um mínimo de senso de hospitalidade e respeito, perceberia o constrangimento da cena. Bastaria um olhar leigo para sentir que a figura maior deveria ocupar o lugar maior, não por vaidade, mas por reconhecimento elementar. Se uma pessoa comum percebe o equívoco, por que os profissionais não percebem? Porque não querem. Perceber significaria abrir mão do centro, reconhecer que o protagonista da história não são eles.
Nas redes sociais, muita gente criticou o Romário por estar sentado no braço do sofá, por ter pegado o celular e mandado um áudio durante o programa. Mas essa crítica revela mais sobre o público do que sobre ele. Se o programa não o tratou com o devido respeito, por que ele teria que dedicar toda sua atenção àquele formato? Se o lugar que lhe ofereceram foi marginal, por que ele deveria corresponder com protagonismo? A atitude de Romário, olhar para o celular, enviar mensagens, não se entregar totalmente à dinâmica foi, talvez, uma resposta silenciosa ao espaço que lhe deram e uma exposição involuntária do que o programa realmente valoriza.
Não se trata de um programa específico, de um apresentador ou de um sofá pequeno. Trata-se de uma parcela significativa dos espectadores, aquela que aplaude o palavrão em vez da ideia, que lota canais para ver alguém reagir, mas não lê uma página de análise, que confunde autenticidade com ausência de filtro e profundidade com pedantismo. Romário no braço do sofá é a imagem de uma sociedade que não sabe mais onde colocar seus verdadeiros patrimônios, colocando-os na margem, no canto, no desconforto e ainda achando bonito.
Obviamente, os apresentadores fazem seu trabalho dentro das regras do jogo que o mercado estabeleceu e conforme o que eles têm a oferecer. O tal Casimiro construiu um negócio legítimo, gera empregos, movimenta a economia (e ainda ajuda a quebrar um pouco a tão danosa hegemonia da Globo). Mas há uma escolha estética e ética que estamos fazendo coletivamente: a de valorizar mais o invólucro do que o conteúdo, mais a forma do que o fundo, mais o “como” do que o “quê”: um modelo que privilegia a superficialidade em detrimento da substância. Romário, por sua trajetória, por sua bagagem tática, técnica e humana, não precisa daquele sofá. Mas aceitou o lugar e, ao aceitar, deu um atestado involuntário da mediocridade do programa. E, ao pegar o celular e se desconectar, mostrou que o respeito, quando não é oferecido em termos minimamente aceitáveis, também não precisa ser devolvido em padrões ideais.
A pergunta que fica é: até quando uma parcela significativa do público continuará valorizando a superficialidade, enquanto quem tem o que dizer segue sentado no braço do sofá?
*Ensaísta
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A cantora pernambucana Bruna Magalhães, vocalista da banda Forró Cariciar, informou que sofreu uma tentativa de assalto na tarde desta sexta-feira (3), no Terminal Integrado de Passageiros (TIP), no Recife. Segundo ela, um homem tentou roubar seu celular enquanto aguardava o ônibus da banda para uma apresentação. Bruna reagiu e conseguiu impedir a ação, recuperando o aparelho. Ela não se feriu e embarcou normalmente com a equipe.
O relato foi publicado nas redes sociais e recebeu manifestações de apoio de fãs e amigos. O caso ocorre uma semana após a cantora Kally Fonseca, ex-vocalista da banda Cavaleiros do Forró, relatar ter sido assaltada na Avenida Boa Viagem, no Recife. Na ocasião, a artista informou que teve o celular e joias avaliadas em cerca de R$ 40 mil levados pelos criminosos.
Se o leitor não conseguiu acompanhar a entrevista com a cantora e compositora Alaíde Costa ao quadro “Sextou”, do programa Frente a Frente, ancorado por este blogueiro e exibido pela Rede Nordeste de Rádio, não se preocupe. Clique aqui e confira. Está incrível!
O pré-candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nesta quinta-feira (2), de uma série de entregas e anúncios no Recife ao lado do prefeito Victor Marques (PCdoB). A agenda incluiu a assinatura da ordem de serviço para a construção de uma escola municipal em tempo integral em Boa Viagem, a entrega de escadarias requalificadas no Brejo da Guabiraba, de uma obra de contenção de encosta em Dois Unidos e da requalificação de uma quadra esportiva no Cordeiro, além da autorização para obras de drenagem e pavimentação de ruas no bairro da Torre. Durante as agendas, João destacou ações realizadas durante sua gestão na capital, especialmente nas áreas de educação, infraestrutura e urbanização.
Na assinatura da ordem de serviço da nova unidade de ensino, que terá investimento de R$ 8,2 milhões e capacidade para atender 650 estudantes, João Campos afirmou que ampliou a oferta de vagas na rede municipal e fez críticas à gestão estadual na área da educação. “Nós saímos de 90 mil para 110 mil alunos, mais de 20 mil alunos a mais em nossa rede. Fomos a cidade do Brasil que mais criou vagas de creche por três anos seguidos. Enquanto isso, a gente viu o estado diminuir na educação integral e não conseguir entregar as 250 creches prometidas”, declarou.
Também nesta quinta-feira, João Campos participou da assinatura da ordem de serviço para a construção de 4.665 cisternas em 58 municípios, em ação executada pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Ao encerrar a programação no Recife, o pré-candidato afirmou que a legislação eleitoral deve impedir novos atos administrativos conjuntos com a gestão municipal. “Eu dediquei cinco anos e três meses da minha vida a cuidar do Recife de forma integral. Eu consegui chegar a todos os bairros da cidade com alguma obra, com ação, com investimento”, disse.
POR LETÍCIA LINS – OXE RECIFE
Como se não bastassem as denúncias que envolvem a situação precária dos hospitais públicos no estado – tetos desabando, goteiras, vazamentos, presença de pragas como ratos – os pacientes que precisam de serviço público de saúde enfrentam outros problemas que afetam inclusive a acessibilidade. A reclamação mais recente vem do Hospital da Polícia Militar, no bairro do Derby, onde os elevadores estão quebrados e enfermeiros e maqueiros se alternam na cansativa tarefa de subir escadas carregando pacientes em cadeiras de rodas. Até os acompanhantes ajudam na “tarefa”.

“Fui levar um amigo ao Hospital da PM e tomei um susto com a situação do hospital. Militar da reserva, ele teve que ser carregado por quatro pessoas até o segundo andar em cadeira de rodas”, afirma Genival Paparazzi, fotógrafo que acompanhava um colega, Manoel Ribeiro Filho, que está na reserva, e que precisou de atendimento médico. “Ele necessita de cirurgia e o aconselharam a ir para a Casa de Misericórdia, mas ele disse que ia ficar lá, pois recebe seu salário com desconto, justamente para ter direito ao atendimento de saúde fornecido pela corporação”. Segundo informaram aos acompanhantes do paciente, os dois elevadores do Hospital estão quebrados há 22 dias, sem que até o momento tenha aparecido empresa para realização do conserto. De acordo com Paparazzi, alguns banheiros estavam “imundos” e sem água. Também há várias poltronas reclináveis encostadas e com defeito nos corredores do hospital. É triste que os PMs tenham descontos para ter direito a atendimento médicos e hospitalar e encontrem o hospital nessa situação. Como se sabe, a administração do Centro Médico Hospitalar da Polícia Militar cabe à própria PM. Mas manutenção, investimentos e gestão do sistema de saúde dos PMs são com o governo.
Leia maisPortanto, os dois precisam se explicar à sociedade. “Meu amigo ficou lá internado, para aguardar a vez de fazer cirurgia. A poltrona que poderia lhe servir ou a um acompanhante está quebrada. A filha dele colocou um papelão no chão, para sentar e deitar”, afirmou o fotógrafo. Vamos ver o que diz a PM .
E também aguardamos explicação do Governo de Pernambuco que, por enquanto, vem tentando melhorar a situação da rede pública de hospitais. Nessa sexta, a Governadora Raquel Lyra entregou a primeira etapa de requalificação do Hospital Ulysses Pernambucano, que vem a ser o segundo psiquiátrico inaugurado no Brasil.
Mais conhecido como Hospital da Tamarineira, ele funciona em um bonito prédio do final do século 19. Sua arquitetura passou a ser mais contemplada pelo público, após a abertura do Parque da Tamarineira, que foi implantado pela Prefeitura do Recife no terreno imenso ao qual antes só tinham acesso pacientes e servidores. O terreno pertencia à Santa Casa de Misericórdia do Recife, mas em 2023 a instituição e a Prefeitura firmaram um contrato de permuta autorizando a transferência do espaço.

A primeira etapa de obras no Ulysses Pernambucano contempla a fachada do hospital, um patrimônio arquitetônico e histórico de Pernambuco. De acordo com o governo estadual, cerca de R$ 18 milhões estão sendo investidos na unidade.
Raquel diz ser esta a maior intervenção estrutural da história do hospital. As reformas começaram em 2025. Vêm sendo executados: serviços de manutenção, recuperação de espaços assistenciais, modernização da infraestrutura e preservação do patrimônio histórico.
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O senador Humberto Costa (PT) participou, nesta sexta-feira (3), da inauguração do Hospital de Amor de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, unidade que atenderá exclusivamente pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Durante a solenidade, também foram entregues mais de 100 veículos destinados à rede pública de saúde, entre ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), odontomóveis e veículos sanitários. O evento contou com a presença do secretário de Atenção Especializada do Ministério da Saúde, Mozart Sales, e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que acompanhou a cerimônia por videoconferência.
Em seu discurso, Humberto Costa criticou a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro na área da saúde e afirmou que houve descontinuidade de políticas públicas. “A gente não esquece o que foi a gestão anterior. Há bem pouco tempo, o Brasil enfrentava uma das maiores pandemias da história e clamava por vacina, enquanto o ex-presidente zombava de milhares de mortos, fazendo chacota da dor das famílias brasileiras”, declarou. O senador também afirmou que o governo Lula retomou investimentos no SUS. “Hoje, vivemos um novo momento. Temos um presidente que valoriza o SUS de verdade e que está inaugurando hospitais em todo canto do Brasil: como este, aqui em Garanhuns”, disse.
Segundo o parlamentar, o Hospital de Amor terá capacidade para realizar cerca de 20 mil atendimentos mensais, ampliando a oferta de tratamento oncológico no Agreste. “Hoje, não inauguramos apenas um prédio, mas um novo tempo para a saúde do Agreste e de Pernambuco”, afirmou. A agenda reuniu ainda o pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), os deputados federais Carlos Veras (PT), Felipe Carreras (PSB) e Silvio Costa Filho (Republicanos), além do prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino (PSB).
O pré-candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) está sendo recebido, neste momento, por apoiadores em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata. Ao lado do prefeito Paulo Roberto e de outras lideranças, o socialista participa de uma agenda com inaugurações e anúncios nas áreas de saúde e infraestrutura no município.
Uma das precursoras da Bossa Nova, a cantora e compositora Alaíde Costa estará no Sextou de hoje, programa musical que ancoro as sextas-feiras, no lugar do Frente a Frente, pela Rede Nordeste de Rádio, formada por mais de 40 emissoras em Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Bahia. Residente em São Paulo, Alaide vem ao Recife no próximo dia 10 para um show dentro da grade do projeto Seis e Meia, no Teatro do Parque.
Hoje com 90 anos, Alaide é uma das mais longevas artistas de um movimento que encantou o Brasil entre os anos 70 e 90. Já se apresentou ao lado de grandes nomes da MPB, como Vinicius de Moraes, Johnny Alf e Tom Jobim. Gravou com integrantes do legendário Clube da Esquina e imprimiu sua singularidade no cenário musical.
Leia maisNo projeto ‘Seis e Meia’, ela dividirá o palco com Ayrton Montarroyos, cantor pernambucano revelado nacionalmente no programa “The Voice Brasil”, considerado um dos grandes intérpretes da nova geração da MPB.
Em 2020, Alaíde dedicou sua primeira apresentação com transmissão ao vivo pela internet à obra de Johnny Alf. A “live” emocionou o rapper Emicida e o produtor musical Marcus Preto, a ponto de eles decidirem produzir um novo álbum de Alaíde Costa.
O Sextou vai ao ar das 18h às 19h, pela Rede Nordeste de Rádio, que reúne 48 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife. Para ouvir pela internet, acesse o link do Frente a Frente no topo desta página ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na Play Store.
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