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Por Tarsila Castro – Blog da Folha
A ex-deputada federal e pré-candidata ao Senado por Pernambuco, Marília Arraes (PDT), destacou que o grupo liderado pelo pré-candidato ao governo do estado João Campos (PSB) está mais consolidado em relação às pré-candidaturas ao Senado. Em março deste ano, Campos anunciou os nomes de Marília Arraes e do senador Humberto Costa (PT) para compor a chapa e disputar as vagas.
“O nosso campo sempre esteve muito mais consolidado em relação aos pré-candidatos ao Senado e à certeza de que o PT ficaria formalmente com João Campos. Isso já se sabe há muito tempo, até pela conjuntura nacional”, afirmou Marília em visita à Folha de Pernambuco.
Leia mais“Por mais que um ou outro tenha tentado plantar dúvidas aqui, mas quando você parte para o cenário nacional e analisa, João Campos é o presidente de um partido importante do Brasil, que tem o vice-presidente da República. Como o apoio formal do PT não viria a ele? Essas premissas já estão postas há muito tempo. Para evitar problemas como o outro palanque está tendo, foi necessária essa decisão na hora que foi tomada”, reiterou Marília.
A pré-candidata também declarou que é difícil definir estratégias sem saber quem é o adversário. “A gente vai fazendo o que está posto nos permite e vai traçando uma estratégia. No momento, estamos em uma pré-campanha, traçando uma estratégia do nosso posicionamento”, disse.
Papel do senador
Marília Arraes afirmou que, antes de tudo, quer que o eleitor entenda qual é o papel do senador.
“Eu estou preocupada, neste primeiro momento, em explicar às pessoas a importância e o impacto do voto que elas vão dar para o Senado. Dois terços do Senado serão renovados para decidir os próximos oito anos. Praticamente uma década estará nas mãos das pessoas que forem eleitas este ano. A partir do momento em que as pessoas entenderem o papel do senador e da senadora, vão poder entender melhor e definir qual será o seu voto”.
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A Procuradoria-Geral da República (PGR) rejeitou a segunda proposta de delação premiada apresentada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Com a Polícia Federal já posicionada contra o acordo, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), deve decidir ainda nesta semana o futuro das negociações e a situação prisional do investigado.
A Polícia Federal já formalizou a rejeição da segunda proposta de delação apresentada pelo banqueiro e encaminhou ao ministro um pedido para que ele deixe a cela especial da Superintendência da corporação e seja transferido para a Penitenciária Federal de Brasília. As informações são do jornal O GLOBO.
Para os investigadores, as informações apresentadas pela defesa não trouxeram fatos suficientemente inéditos nem elementos de corroboração capazes de justificar a continuidade das tratativas.
Leia maisComo o GLOBO mostrou nos últimos dias, a PGR manteve a proposta sob análise mesmo após a manifestação da Polícia Federal e vinha realizando uma avaliação mais aprofundada do material apresentado pela defesa.
A avaliação predominante também na PGR é que as informações apresentadas pela defesa carecem de meios de prova e não trazem, até o momento, fatos novos capazes de contribuir de forma relevante para o avanço das investigações.
Mendonça já indicou a interlocutores que considera desejável uma posição convergente entre a PF e a PGR sobre o caso.
A situação difere da primeira tentativa de delação, rejeitada em maio, quando a Polícia Federal abandonou as negociações enquanto a Procuradoria manteve as tratativas abertas. O ministro também já sinalizou que a colaboração só deverá avançar caso apresente fatos efetivamente inéditos e relevantes para as investigações.
Integrantes envolvidos no caso afirmam que a Procuradoria examinou a consistência dos relatos, a possibilidade de comprovação dos fatos narrados e a utilidade prática das informações para o avanço das investigações.
Desde março, Vorcaro ocupa uma cela especial na Superintendência da PF em razão das negociações para um acordo de colaboração.
Após firmar um termo de confidencialidade, ele passou a receber diariamente seus advogados, das 9h às 17h, para discutir os termos da proposta. A segunda versão da delação foi apresentada após a rejeição da primeira tentativa e depois de uma troca na equipe de defesa.
A PF sustenta que o banqueiro tem dificuldade para apresentar documentos capazes de corroborar seus relatos porque já não possui controle sobre o Banco Master, liquidado pelo Banco Central em novembro do ano passado.
Investigadores afirmam que as informações apresentadas pela defesa não trouxeram fatos suficientemente inéditos nem elementos independentes de comprovação capazes de justificar a celebração de um acordo de colaboração.
Outro fator que pesou contra a proposta foi a avaliação de que Vorcaro concentrou esforços em apresentar sua versão dos fatos e justificar relações mantidas com integrantes da classe política, em vez de admitir crimes, apontar a participação de terceiros ou abrir novas frentes de investigação. Na percepção de investigadores, o material entregue tem caráter predominantemente defensivo e não atende ao objetivo esperado de uma delação premiada.
Também existe entre integrantes da corporação a avaliação de que o banqueiro ainda não demonstrou disposição efetiva para cooperar com as investigações. Nos bastidores, investigadores afirmam que as sucessivas complementações da proposta não alteraram substancialmente o conteúdo inicialmente apresentado e reforçaram a percepção de que a estratégia estaria voltada mais a prolongar as negociações do que a fornecer informações inéditas às autoridades.
A rejeição da primeira proposta de Vorcaro ocorreu em maio e levou a uma mudança na equipe de defesa. Na ocasião, o advogado José Luis Oliveira Lima, o Juca, deixou o caso, que passou a ser conduzido pelo criminalista Sérgio Leonardo.
Interlocutores da defesa, por sua vez, sustentam que o material apresentado contém relatos inéditos e informações relevantes para as investigações. Na visão deles, há resistência de investigadores em prosseguir com as negociações, apesar dos complementos feitos à proposta ao longo das últimas semanas.
Vorcaro é suspeito de comandar um esquema de fraudes financeiras que teria causado prejuízos bilionários a investidores e correntistas do Banco Master, incluindo fundos de previdência de estados e municípios. As investigações também apuram suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro, ocultação patrimonial, intimidação de adversários, monitoramento ilegal de autoridades e tentativas de interferência em órgãos de fiscalização.
O colapso do Banco Master provocou um impacto estimado em mais de R$ 50 bilhões no Fundo Garantidor de Créditos (FGC), responsável por assegurar depósitos e aplicações de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. Entre os investidores atingidos estão fundos de previdência estaduais e municipais, como o Rioprevidência.
Um acordo de colaboração premiada é um meio de obtenção de provas e prevê, entre outros pontos, a confissão de crimes e o pagamento de multa. Em troca, o investigado obtém benefícios, como redução de pena e progressão de regime, entre outros.
Caso a delação seja definitivamente rejeitada, a tendência é que Mendonça determine a transferência de Vorcaro para uma unidade prisional comum, encerrando o regime diferenciado que permitiu as negociações com a PF e a PGR nos últimos meses.
Além disso, o conteúdo apresentado durante as tratativas não poderá ser utilizado pelas autoridades nas investigações.
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O pré-candidato do PSB a governador, João Campos, acabou de chegar em Gravatá e foi ovacionado por uma multidão. Pelos cálculos da organização, mais de vinte mil pessoas. Confira as imagens!
Com sérias dificuldades na saúde, onde, a cada dia, pipocam casos como tetos desabando, ratos e timbus aparecendo nos hospitais, a governadora Raquel Lyra tenta, desesperadamente, remendar os furos no casco do navio. Na clara pressa de mostrar alguma obra positiva na desastrada gestão da saúde, a mandatária apela para o gasto desenfreado, para a dispensa de licitações e para o favorecimento de aliados.
“Inaugurado” nesta segunda-feira (15) com pompa por Raquel, o Hospital Central Nossa Senhora Aparecida, também conhecido como Hospital Central de Paulista, é uma verdadeira mina de ouro de recursos públicos para as empresas que o administram — em especial a do vereador do Recife Paulo Muniz (Solidariedade). Seis sócios de três famílias ligadas ao hospital, entre elas a do parlamentar, já receberam R$ 479 milhões, sem qualquer licitação, do Governo do Estado.
Leia maisA unidade foi reaberta nesta segunda-feira (15), após uma série de licitações impugnadas, que levaram Raquel — a toque de caixa, devido ao período eleitoral — a cedê-lo a uma organização social contratada também sem licitação, por R$ 56,7 milhões por apenas seis meses, ou um custo mensal de R$ 9,5 milhões.
O Hospital Central foi desapropriado em junho do ano passado, via decreto da governadora (número 58.824), e deveria servir de retaguarda para absorver parte da demanda do Hospital da Restauração, possibilitando acelerar as obras naquela unidade.
Os empenhos para desapropriação do Hospital Central de Paulista somam R$ 178,3 milhões em favor de três CNPJs: a Sociedade Beneficente Santa Terezinha (R$ 24 milhões), o Hospital Santa Terezinha (R$ 36,5 milhões) e a AMM Participações (R$ 117,3 milhões). O Hospital Santa Terezinha tem entre seus sócios o vereador do Recife Paulo Muniz, que integra a bancada de oposição à gestão do PSB (agora com Victor Marques).
Chama a atenção a disparidade entre os valores movimentados pela empresa e a declaração de bens do parlamentar à Justiça Eleitoral. Em 2024, Paulo Muniz declarou possuir apenas R$ 524,5 mil em bens. Em 2020, o patrimônio declarado era significativamente maior: R$ 2,8 milhões, incluindo um crédito de R$ 1,3 milhão a receber de Cleonilia Magno Rodrigues de Freitas Lins, administradora da Sociedade Beneficente Santa Terezinha — outra entidade amplamente beneficiada pelos repasses do governo.
A investigação sobre os CNPJs envolvidos levanta ainda mais dúvidas sobre a natureza das contratações. A AMM Participações S/A, que recebeu a maior fatia da desapropriação (R$ 117,3 milhões), tem como atividade econômica principal o “aluguel de imóveis próprios” e é gerida por familiares e sócios ligados ao grupo do Hospital Santa Terezinha.
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Um encontro que seria regional de João Campos com lideranças do Agreste se transformou no primeiro grande movimento da pré-campanha do socialista. Sem espaço no auditório, local do evento, o povo invadiu, literalmente, as dependências do hotel Canarius para aguardar a chegada de João.
Lideranças do PL relataram que Michelle Bolsonaro tem colocado uma condição para entrar na campanha de Flávio Bolsonaro. A ex-primeira-dama quer um gesto público dos filhos do ex-presidente com um pedido de desculpas.
A relação com Flávio sempre foi distante e azedou de vez depois que o senador chamou a madrasta de “autoritária”. A crítica ocorreu após Michelle condenar a aliança do PL com Ciro Gomes no Ceará. As informações são da CNN.
A relação da ex-primeira-dama com Eduardo Bolsonaro também segue azeda. Os dois chegaram ao rompimento depois que o ex-deputado desaprovou abertamente Michelle como opção de candidata à Presidência ou a vice. Eduardo foi um dos principais articuladores do nome de Flávio na corrida ao Palácio do Planalto junto ao pai.
Leia maisAliados de Michelle do PL afirmam que ela só deve entrar na campanha quando a crise com Flávio e Eduardo for contornada. Hoje ela quer um pedido público de desculpas.
Questionada na semana passada sobre o momento em que entrará na campanha de Flávio, Michelle disse que quem precisa dela hoje é Jair Bolsonaro.
A queda de Flávio nas pesquisas fez com que bombeiros do PL entrassem em campo para tentar melhorar a relação e trazer a ex-primeira-dama para a campanha. O argumento é que só com a eleição do senador é que Jair Bolsonaro conseguiria ter um caminho para sair da prisão domiciliar.
Hoje, no entanto, os filhos de Jair Bolsonaro não sinalizam chances de fazer um pedido de desculpas em alto e bom som para todos ouvirem, como quer a madrasta.
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Delegações de vários municípios do Estado lotam, neste momento, o auditório do hotel Canarius, em Gravatá, para receber o pré-candidato a governador pelo PSB, João Campos com os seus candidatos ao Senado, Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT).
O pré-candidato a governador pelo PSB, João Campos, chega em instantes a Gravatá para lançar a primeira consulta popular junto às lideranças do Agreste. O auditório do hotel Canarius, às margens da BR-232, já está apinhado de gente.

Procurado para se posicionar no cenário eleitoral pernambucano de 2026, Antonio Lavareda explica que não abriu mão da condição que abraçou nos últimos anos de comentarista em veículos de comunicação. O que o impede, por questões contratuais, de atuar nessa campanha.
O sociólogo e cientista político trabalhou ao longo de sua carreira em mais de 91 campanhas dentro e fora do país, sendo cinco delas presidenciais e as demais para governos, Senado e prefeituras de capitais.
No momento, semanalmente, às sextas-feiras, ele participa como comentarista eleitoral da programação ao vivo da CNN Brasil.
Os antigos campos de várzea do Recife vêm sendo transformados com a implantação dos chamados Gramadões, que substituem áreas de terra por grama sintética, ampliando a prática esportiva e o uso comunitário dos espaços públicos.
O vereador Aderaldo Pinto, que atua na pauta desde seu primeiro mandato, iniciado em 2013, destaca que o projeto surgiu diante da redução desses espaços na cidade, muitos afetados pela expansão urbana. Inspirado em experiências de São Paulo e Fortaleza, ele afirma que os Gramadões representam “espaços de inclusão social, formação cidadã e oportunidades para crianças e jovens”.
Leia maisA implantação começou em 2021, durante a gestão do prefeito João Campos, e atualmente o Recife conta com 16 Gramadões distribuídos pelas Regiões Político-Administrativas (RPAs). Entre eles estão os campos do Bueirão (Torre), Cacique (Madalena), Quinze (Avenida do Forte), Biu (Iputinga), Roda de Fogo, Campo do Barro (Coque) e o Habitacional do Cordeiro, ainda em implantação.
A ocupação dos espaços aumentou significativamente. Nos períodos noturnos, os campos recebem partidas e treinamentos; durante o dia, são utilizados por escolinhas de futebol e projetos sociais voltados a crianças e adolescentes. Segundo Aderaldo Pinto, os equipamentos reforçam o vínculo das comunidades com os espaços esportivos e ampliam oportunidades de convivência e desenvolvimento social.
O projeto agora é continuar a expansão levando a ideia para todo estado de Pernambuco, com a inclusão no plano de governo de João Campos – Pré-Candidato ao Governo – com a meta de implantar 60 campos em todas as 12 áreas de desenvolvimento de Pernambuco, ampliando o acesso ao esporte e ao lazer no estado.
Um exemplo de impacto é o Campo do CSU, no Engenho do Meio, preservado após muita luta e resistência dos esportistas do bairro, que propiciaram ajustes no projeto habitacional original junto ao MPPE, que compatibilizaram a mudança do projeto com a manutenção do espaço esportivo junto ao projeto habitacional.
“Foi uma luta importante e fruto de resistência dos times e agremiações esportivas que reivindicaram bastante a manutenção do Campo e ao final do procedimento, a vitória veio com a manutenção de um Campo quase centenário e que revelou grandes nomes ao cenário esportivo nacional no bairro do Engenho do Meio.” pontuou Aderaldo Pinto
Com os Gramadões, o Recife vem se consolidando na prática esportiva e agora Pernambuco poderá ter a chance de ampliar uma política pública que alia esporte, inclusão social e desenvolvimento comunitário, oferecendo novas oportunidades para crianças, jovens e famílias em toda a cidade.
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Enquanto a Justiça Eleitoral se prepara para enfrentar desafios como inteligência artificial, deepfakes, fake news e o crescimento de influenciadores digitais na política, especialistas alertam para um problema antigo que continua influenciando diretamente o resultado das eleições: o uso político de investigações, operações policiais e decisões judiciais contra candidatos em plena campanha.
A discussão volta ao centro do debate em 2026, ano em que cresce a preocupação com o equilíbrio da disputa eleitoral e com o impacto que ações do Estado podem ter sobre a imagem pública de candidatos.
Leia maisPara o advogado Rafael Carneiro, especialista em Direito Público e sócio do Carneiros Advogados, o debate atual acabou concentrando atenção apenas nas novas tecnologias, enquanto outros riscos seguem pouco discutidos.
“Todo mundo está olhando para inteligência artificial, deepfakes, fake news e influenciadores digitais, o que é importante. Mas existem problemas antigos que continuam tendo enorme potencial de interferir nas eleições e sobre os quais pouco se fala”, afirma.
Segundo ele, um dos principais pontos de atenção envolve o uso indevido da estrutura estatal durante campanhas eleitorais. “Quando um governador disputa a reeleição, por exemplo, existe uma preocupação sobre o uso político de estruturas do Estado contra adversários. A Polícia Civil, a Polícia Militar e outros órgãos deveriam atuar com total neutralidade, mas há casos em que investigações e operações acabam tendo impacto direto na eleição”, diz.
O advogado cita como exemplo o caso do ex-governador do Paraná, que foi alvo de operações policiais durante a campanha de 2018. Na época, ele chegou a ser preso e sofreu buscas e apreensões em meio à disputa eleitoral. Anos depois, parte das acusações perdeu força na Justiça, mas o desgaste político já havia ocorrido.
“Esse foi um caso emblemático. Ele sofreu busca e apreensão, foi preso, e depois não havia nada contra ele. Mas acabou perdendo a eleição”, afirma Carneiro.
O advogado também relembra um caso ocorrido em Alagoas nas eleições de 2022, quando um candidato foi afastado do cargo entre o primeiro e o segundo turno por causa de uma investigação criminal que depois acabou sendo suspensa pela Justiça.
“Essas medidas geram uma exposição negativa muito forte. Mesmo que depois a investigação seja anulada ou o processo seja trancado, o dano político muitas vezes já aconteceu”, avalia.
Segundo Rafael Carneiro, esse tipo de situação levanta uma discussão importante sobre igualdade na disputa eleitoral. “A preocupação é garantir que todos os candidatos disputem em condições equilibradas, sem que investigações ou ações do Estado sejam usadas de maneira indevida para influenciar o eleitor”, explica.
O tema já chegou ao Supremo Tribunal Federal, que atualmente discute casos relacionados aos limites da atuação estatal em períodos eleitorais e ao impacto de medidas judiciais durante campanhas.
Por fim, o especialista analisa que as eleições de 2026 devem ampliar esse debate porque o país vive um momento de forte polarização política e de crescimento da influência das redes sociais sobre a opinião pública. “Os desafios modernos são reais e precisam ser enfrentados. Mas os desafios antigos também continuam vivos e ainda têm capacidade de interferir diretamente no resultado das eleições”, conclui.
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O presidente estadual do União Brasil e pré-candidato ao Senado, Miguel Coelho, participou, hoje, de uma solenidade no Palácio do Campo das Princesas, no Recife, ao lado da governadora Raquel Lyra (PSD). Na ocasião, foram entregues 184 veículos a todos os municípios pernambucanos por meio do programa Move SUAS PE.
Os veículos serão destinados aos serviços de acolhimento, fortalecendo o trabalho das equipes municipais e ampliando o alcance das ações de proteção social. “São 184 veículos para 184 municípios e regiões do estado que a governadora Raquel Lyra está entregando hoje. Esses investimentos permitem grandes avanços sociais. Um exemplo é que Pernambuco conseguiu reduzir em 40%, além de diminuir os internamentos por desnutrição em um terço, segundo dados oficiais”, observou Miguel Coelho.