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Excepcionalmente nesta segunda-feira (18), o expediente do blog está sendo encerrado mais cedo. Logo mais, a partir das 19 horas, darei o start na primeira comemoração pelos 20 anos do blog: o jantar de adesão no restaurante Sal e Brasa Jardins, na Avenida Rui Barbosa, no Recife. O evento, já esgotado, reunirá 300 convidados entre leitores, amigos, parceiros, autoridades, lideranças políticas e nomes da cultura pernambucana.
Será uma noitada especial, embalada pelos artistas Alcymar Monteiro, Maciel Melo, Petrúcio Amorim, Almir Rouche, Josildo Sá, André Rio, Cristina Amaral, Fabiana Pimentinha, Irah Caldeira, Walquíria Mendes e Novinho da Paraíba, sob a coordenação musical do meu amigo Renato Bandeira.
Amanhã, o blog volta à programação normal, com os bastidores da festa e a cobertura completa da celebração.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta segunda-feira (18) que o Brasil precisa acelerar o mapeamento e a exploração de terras raras e minerais críticos no país.
Terras raras são um grupo de 17 elementos químicos amplamente utilizados na indústria de tecnologia devido a propriedades magnéticas e ópticas, por exemplo. Apesar do nome, os itens não são necessariamente raros, mas de difícil extração, pois aparecem dispersos e misturados a outros minerais. São componentes importantes para smartphones, turbinas, baterias e para a defesa militar. As informações são do g1.
O Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo e enfrenta o desafio de evoluir para a etapa industrial (liderada pela China, que concentra 90% do processamento de terras raras no mundo).
Leia maisAo comentar a disputa comercial e tecnológica no cenário internacional, Lula disse esperar que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixe de “brigar” com o líder chinês Xi Jinping e passe a se associar ao Brasil em projetos ligados ao setor.
O presidente, no entanto, ressaltou que o país “não abre mão da soberania” sobre suas riquezas minerais.
As declarações foram dadas durante cerimônia de entrega de novas linhas do acelerador de partículas Sirius, em Campinas (SP). Na ocasião, Lula reforçou que o Brasil está aberto a parcerias internacionais e citou diferentes países ao defender investimentos no setor.
“Estamos na era das terras raras, dos minerais críticos e não sei das quantas e o Brasil só tem 30% de conhecimento do que tem nesse seu território imenso. E vai ter que fazer um levantamento de 100% do Brasil. Eu estava pensando: o que o Sirius pode fazer pra gente? Porque, se a gente depender de fazer estudo cavando buraco, vai demorar muito”, disse Lula.
“A gente vai ter que contar com a inteligência e a ciência de vocês pra gente dar um salto e ver, se em um curto espaço de tempo, a gente faça com que o Trump deixe de brigar com o Xi Jinping e venha se associar a nós para que a gente possa explorar aqui”, afirmou.
“Não temos veto, preferência por ninguém, pode vir chinês, alemão, francês, japonês, americano, quem quiser, desde que tenham consciência de que o Brasil não abre mão da sua soberania. Os minerais críticos são nossos, as terras raras são nossas e a gente quer explorar aqui dentro”, afirmou o presidente.
Recentemente, Lula visitou Trump na Casa Branca. O petista declarou que, na reunião de quase três horas, disse ao norte-americano que os EUA pararam de investir no Brasil e esse espaço foi ocupado pela China.
Neste ano, os Estados Unidos apresentaram, para diferentes países, uma proposta de cooperação voltada à exploração de terras raras e minerais críticos. O Brasil, porém, rejeitou o modelo por avaliar que ele feria princípios ligados à soberania nacional.
Lula tem defendido que eventuais parcerias na área preservem o controle nacional sobre os recursos minerais. O governo também quer que a exploração das terras raras siga um modelo diferente do adotado historicamente com commodities, como, por exemplo, o ouro e minério de ferro.
A ideia, segundo o presidente, é que o processamento e a industrialização desses minerais aconteçam dentro do Brasil, para gerar desenvolvimento tecnológico, agregar valor à produção e ampliar a riqueza produzida no país.
Profissionais de medicina
No mesmo evento em Campinas, Lula afirmou que muitos jovens escolhem cursos de graduação pensando apenas nas demandas do mercado de trabalho e citou a medicina como exemplo.
“Não podemos continuar deixando que o mercado determine o curso que o jovem faz. Muita gente que estuda medicina não é pra trabalhar no Sistema Único de Saúde (SUS), mas pra abrir uma clínica e ganhar muito dinheiro”, afirmou o presidente.
Ao defender investimentos em ciência e na educação, o presidente disse que cabe ao Estado identificar as necessidades do país e orientar a formação de profissionais em áreas estratégicas.
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O PT (Partido dos Trabalhadores) elencou três “estados-problema” no cenário eleitoral de 2026: Goiás, Minas Gerais e Maranhão.
Nas três unidades federativas, o partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem dificuldade na formação de palanques. As informações são da CNN.
Leia maisEm Minas Gerais, falta o “não” derradeiro do senador Rodrigo Pacheco (PSB) e o PT já procura, com muita dificuldade, por um plano B.
Dirigentes são categóricos em dizer que a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), não é uma opção porque está bem posicionada para a disputa ao Senado Federal.
A alternativa é costurar outra opção. O empresário Josué Alencar (PSB) é citado como uma possibilidade, assim como o ex-procurador Jarba Soares, muito próximo de Pacheco.
O ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, também aparece no rol de apostas, mas interlocutores afirmam que a aliança com o PDT dependeria de um gesto pessoal do presidente Lula.
No Maranhão, o cenário é igualmente complexo. O ex-prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), é o melhor posicionado e tem adotado um discurso de independência, sem se posicionar nacionalmente.
O governador Carlos Brandão abdicou de disputar as eleições e se manter no governo para ajudar a capitalizar o nome do sobrinho Orleans Brandão (MDB).
O grupo rachou com o PSB de Flávio Dino, ex-governador e hoje ministro do STF (Supremo Tribunal Federal).
O PT, de antigo aliado de Brandão, vai para a disputa com o vice-governador Felipe Camarão, que não tem apresentado bom desempenho.
Em Goiás, a deputada federal Adriana Accorsi (PT) é uma opção ao estado, mas ainda não foi oficializada. Com o atual governador — e herdeiro do ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) — Daniel Vilela (MDB), e o ex-governador Marconi Perillo (PSDB) no páreo, a esquerda deve ter dificuldade para chegar a um segundo turno.
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O jornal O Poder, do meu amigo José Nivaldo Júnior, repercutiu as comemorações pelos 20 anos deste blog e destacou a trajetória pioneira da plataforma no jornalismo digital em Pernambuco. Em texto publicado hoje, o veículo ressaltou a liderança do blog e a programação festiva iniciada com o jantar realizado na noite desta segunda-feira (18) no Recife.
Confira na íntegra:
Leia maisBlog do Magno, 20 anos. Muitas razões para comemorar hoje, com jantar no Recife
Por José Nivaldo Júnior – O PODER
Com a palavra, o próprio blogueiro aniversariante:
“Chegou o grande dia! Na noite de hoje, realizo o primeiro evento em comemoração aos 20 anos do blog: um jantar de adesão, a partir das 19 horas, no restaurante Sal e Brasa Jardins, na Avenida Rui Barbosa. O evento está esgotado.
Planejado para apenas 300 pessoas, em razão da capacidade do espaço, o encontro reunirá amigos, lideranças políticas, leitores, parceiros e personagens que fazem parte dessa trajetória construída com muito trabalho, ousadia e persistência. As pulseiras de acesso seguem disponíveis com a cerimonialista Branca Góes. Quem adquiriu e ainda não retirou pode entrar em contato pelo número (81) 9.9973-6095.
Será uma noitada bem especial e regada a muita música. Grandes artistas passarão pelo evento para homenagear o blog e dividir comigo esse momento tão simbólico, entre eles Alcymar Monteiro, Maciel Melo, Petrúcio Amorim, Almir Rouche, Josildo Sá, André Rio, Fabiana Pimentinha, Cristina Amaral, Irah Caldeira, Walquíria Mendes e Novinho da Paraíba. Todos sob a batuta do meu amigo Renato Bandeira, músico reconhecido pela versatilidade na MPB e na música instrumental, integrante da Spok Frevo Orquestra e parceiro de nomes como Dominguinhos e Gal Costa.
O tempo voa! Parece que foi ontem que promovi um café da manhã na Sal e Brasa, quando funcionava no Pina, para anunciar o start do blog. Ali, em meio a uma mesa bem comprida e recheada de frutas, estavam apenas publicitários, marqueteiros e alguns colunistas.
Todos estavam estupefatos, olhando nos meus olhos com ar de desconfiança. Senti que, no fundo, eles diziam: “Se o Magno já dava sinais de doido, agora não se tem mais dúvidas”. E eles tinham razão de sobra. Há 20 anos, a cultura de informação no Estado ainda prevalecia fortemente com o jornal impresso, o rádio e a televisão.
Arriscar um palpite empresarial fora dessa caixinha rotulada era mesmo uma loucura. Mas o tempo, que é o senhor da razão, foi mostrando que eu estava certo e que os publicitários estavam errados. Hoje comemoro duas décadas de funcionamento ininterrupto do blog, com 2 milhões de acessos mensais, 10 milhões de contas alcançadas pelo Instagram e milhares de acessos também pelo Facebook e pelo X.
As comemorações seguem no dia 13 de junho, com o 1º Forró do Magno, no Sesc de Arcoverde, a partir do meio-dia, animado pela Super Oara e com participações especiais, entre elas, a de Maciel Melo. As mesas já estão disponíveis pelo número (81) 9.9973-6095.
Haverá, por fim, um terceiro evento para fechar as festividades dos 20 anos em alto astral: um jantar de adesão em Brasília. A ideia era promover logo em seguida ao forró de Arcoverde, mas Brasília fica esvaziada em junho e, em seguida, vem o recesso de julho. Em razão disso, ficou agendado para 11 de agosto”.
O Poder confraterniza com o Blog do Magno. Pioneiro e até hoje líder disparado. Uma ideia inovadora, adaptada ao mundo digital, que respeita, ao longo do tempo, uma regra pétrea do jornalismo: a interpretação, a opinião, são livres. O fato é sagrado.
Parabéns ao amigo titular do blog e a toda a sua dedicada e competente equipe.
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Um ato da mesa do Senado Federal impede que o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, seja analisado para uma vaga ao Supremo Tribunal Federal ainda 2026.
O ato editado em 2010 prevê a proibição de apreciação de um indicado rejeitado pelo plenário naquela mesma sessão legislativa. No Senado, sessão legislativa corresponde ao ano de trabalho do Congresso. O que diz o artigo 5 do texto: “É vedada a apreciação, na mesma sessão legislativa, de indicação de autoridade rejeitada pelo Senado Federal”. As informações são do jornal O GLOBO.
O governo, no entanto, avalia que há brechas possíveis e margem para negociação. Um dos argumentos é de que a norma não consta na Constituição Federal. Também apontam que um ato da mesa diretora, não necessariamente repercute nas regras do regimento interno.
Leia maisAliados de Messias apontam ainda o precedente de Alexandre de Moraes. Em 2005, o atual ministro do STF teve sua indicação rejeitada ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) barrada. Na semana seguinte, porém, em uma manobra da presidência da Casa, foi submetido a nova votação e teve o nome aprovado. O caso, no entanto, ocorreu em 2005 e a norma da mesa é de 2010.
Integrantes do governo apontam ainda que o que está em jogo não é uma questão regimental, mas um problema político. E que o nome de Jorge Messias ou de qualquer outro indicado de Lula, terá chances de aprovação quando as ranhuras ente o governo e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) forem resolvidas.
Há três semanas, o nome de Jorge Messias foi rejeitado no plenário do Senado em uma derrota história para o governo Lula. Messias recebeu 34 votos de 41 que eram necessários para chegar ao STF. A avaliação majoritária do governo é que a derrota de Messias foi orquestrada por Alcolumbre, que desde o início ficou contrariado com a escolha do petista em indicar o chefe da AGU.
O senador defendia o nome de seu antecessor, Rodrigo Pacheco (PSB-MG), um de seus principais aliados. Publicamente, Alcolumbre nega qualquer atuação nesse sentido.
Nos últimos dias, Lula avisou a que pretende reenviar ao Senado a indicação de Messoas. De acordo com seu entorno, Lula passou a tratar o episódio não como uma derrota pessoal de Messias, mas como uma afronta política ao governo e à prerrogativa constitucional do presidente da República de escolher ministros da Corte.
Nos bastidores, interlocutores afirmam que Lula chegou a discutir alternativas para a vaga no STF após a derrota de Messias, inclusive diante da pressão de setores do PT e de movimentos ligados ao governo pela indicação de uma mulher. A hipótese, contudo, perdeu força rapidamente.
O primeiro encontro público de Lula e Davi após a derrota de Messias, na posse do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kássio Nunes Marques na última terça-feira, mostrou que uma reconciliação entre presidentes do Executivo e do Senado pode estar longe de ocorrer. Antes da cerimônia, de cumprimentaram com aperto de mão e tapinha nas costas. Durante o evento, mesmo sentados lado a lado, se ignoraram durante toda a solenidade.
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O pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), marcou uma reunião com deputados federais para esta terça-feira (19).
A intenção é alinhar com a bancada estratégias importantes para a pré-campanha, após a divulgação do áudio em que ele pede dinheiro para financiar um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. As informações são da CNN.
Leia maisUm dos pontos a serem trabalhados são os discursos em agendas. Flávio tem percorrido estados como pré-candidato e deve contar com o endosso de candidatos a senadores e deputados na chapa.
Na semana passada, aliados relataram surpresa e até uma crise de desconfiança por Flávio não ter avisado nem sua tropa mais próxima sobre a relação com o ex-banqueiro do Master, Daniel Vorcaro.
O líder da bancada na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), nega que o áudio tenha desanimado os parlamentares bolsonaristas.
“A bancada está animada, é uma questão de alinhamento. Graças a Deus, a ampla maioria está engajada”, declarou.
Durante entrevista à CNN na sexta-feira (15), o senador pediu desculpas por ter negado inicialmente qualquer relação com o banqueiro Daniel Vorcaro e disse estar “100% disposto” a tornar público os contratos de investimento do filme “Dark Horse”, cinebiografia inspirada na trajetória política do pai de Flávio, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Segundo a troca de mensagens vazada pelo Intercept Brasil, Flávio teria negociado cerca de R$ 134 milhões com o dono do Banco Master para financiar a produção.
À CNN, o senador afirmou que os contratos têm vínculo com um fundo privado e sediado nos Estados Unidos e que a publicização depende de regras de compliance.
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