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A governadora Raquel Lyra chega a Petrolina neste sábado e encontrará uma pergunta que não pode ser respondida com discurso, promessa ou fotografia: onde está a solução para os pacientes que precisam de tomografia e continuam esperando?
O Ministério da Saúde destinou R$ 6,7 milhões para ampliar a oferta de tomografias em Petrolina. O recurso chegou a Pernambuco, mas, segundo as informações disponíveis, o Governo do Estado ainda não contratou o hospital credenciado para colocar o serviço efetivamente à disposição da população.
Enquanto isso, pacientes continuam enfrentando dificuldades para realizar um exame essencial e, em determinados casos, precisam se deslocar para Recife.
Leia maisE não é uma questão burocrática qualquer. O próprio Ministério da Saúde reconheceu, ao levar uma carreta de exames para Petrolina, que existe uma demanda urgente por tomografias na região. A pasta também alertou que, quando o exame não é realizado no momento necessário, o cuidado do paciente pode ser atrasado.
A situação é ainda mais delicada para quem está investigando ou acompanhando um câncer. Diagnóstico e tratamento dependem de tempo. Não se pode transformar a espera por um exame em mais uma barreira para quem já está enfrentando uma doença.
É por isso que a visita de Raquel Lyra a Petrolina precisa ser acompanhada de uma resposta objetiva:
Se o dinheiro está disponível, por que o serviço ainda não está funcionando?
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O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) percorreu as ruas de Arcoverde, no Sertão do Estado, durante uma grande carreata realizada na noite desta sexta-feira (25). A mobilização reuniu apoiadores e contou com a presença de Luciano Pacheco (MDB), Diogo Moraes (PSB) e Rosinaldo Manoel Veras, conhecido como “Já Morreu” (PSB).
Foto: Rafael Ribeiro Neves
Vídeo: Karina Noé
Em registro feito durante a carreata desta sexta-feira (25), em Arcoverde, no Sertão de Pernambuco, o candidato ao Governo do Estado João Campos (PSB) aparece no carro ao lado do candidato a deputado federal Luciano Pacheco (MDB), do deputado estadual e candidato à reeleição Diogo Moraes (PSB) e do candidato a deputado estadual Rosinaldo Manoel Veras, conhecido como “Já Morreu” (PSB).
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, na noite desta sexta-feira (25), de uma carreata pelas ruas de Arcoverde, no Sertão. Ele esteve acompanhado do candidato a deputado federal Luciano Pacheco (MDB), do deputado estadual e candidato à reeleição Diogo Moraes (PSB) e do candidato a deputado estadual Rosinaldo Manoel Veras, conhecido como “Já Morreu” (PSB). A mobilização reuniu lideranças locais, apoiadores e moradores e integrou a agenda de campanha de João pelo Sertão pernambucano. Com informações do Blog do Mário Flávio.
O POVO
Ciro Gomes (PSDB) e Elmano de Freitas (PT) estão, pela primeira vez na série de pesquisas Datafolha, tecnicamente empatados na eleição para Governador do Ceará. Ciro oscilou 3 pontos percentuais para baixo, no limite da margem de erro, e tem agora 44%. Elmano oscilou 3 pontos para cima e foi a 43%. A pesquisa foi contratada pelo O POVO.
A vantagem de Ciro sobre Elmano vem caindo ao longo da campanha e passou de 19 pontos percentuais, em agosto, para 1 ponto percentual agora. Uma semana atrás, a distância era de 7 pontos e caiu 6.
Leia maisCiro Gomes registrou o índice de intenção de votos mais baixo na série do Datafolha, enquanto Elmano teve o mais alto.
Pesquisa Datafolha Ceará estimulada
Se a eleição para governador do Estado do Ceará fosse hoje e os candidatos fossem estes, em quem você votaria?
A candidata Vera Lúcia (Novo) aparece com 1%. Delegado Huggo (Missão) tem também 1%.
Danilo Soares (Democrata), Zé Batista (PSTU) e Serley Leal (UP) foram citados, mas não chegaram a 1%. Ieri Braga (PCO) não foi citado.
Os entrevistados que disseram votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos são 6%, mesmo índice da pesquisa anterior.
Indecisos são 5%, 2 pontos a mais que no levantamento anterior.
Na pesquisa de agosto, Vera Lúcia não estava incluída. No registro da pesquisa, o candidato do partido era Pedro Brito (Novo), que renunciou e foi substituído por ela. Também não havia sido incluído Ieri Braga (PCO), que ainda não havia sido registrado.
O Datafolha entrevistou 1.204 eleitores em 59 municípios do Estado do Ceará entre 22 e 24 de setembro. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com os números CE-00198/2026 e BR-03296/2026.
A pesquisa é quantitativa, por amostragem, feita com abordagem presencial aos entrevistados em pontos de fluxo populacional.
Votos válidos
Em votos válidos, Ciro tem 49% (tinha 52%) e Elmano, 48% (tinha 44%). O cenário é de indefinição sobre haver 2º turno ou não. Para vencer no 1º turno, um candidato precisa ter mais de 50% dos votos.
Vera Lúcia, Delegado Huggo e Danilo Soares têm 1% dos votos válicos, cada. Zé Batista e Serley Leal não alcançaram 1% e Ieri Braga não foi citado.
A contabilidade de votos válidos exclui votos brancos, nulos e indecisos.
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Após participar da caminhada ao lado de Lula, o ex-prefeito do Recife e candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) chegou a Arcoverde, no Sertão de Pernambuco, na noite desta sexta-feira (25), para participar de uma carreata pelas ruas da cidade.
Por Larissa Rodrigues – Efeito Político
A passagem do presidente Lula (PT) pelo Recife, nesta sexta-feira (25), não deixou dúvidas de que o petista quer o candidato da Frente Popular ao Governo do Estado, João Campos (PSB), eleito e comandando Pernambuco a partir de 2027.
Em várias ocasiões, o presidente reforçou o pedido de votos para João, diante de um Marco Zero lotado “no pingo do meio dia”, como se diz no Nordeste. Nesta reta final de campanha, Lula entendeu que precisa de João Campos tanto quanto João Campos precisa do presidente.
Se a vinda de Lula ao Recife pode ser o impulso final que João necessita para virar de vez as intenções de voto, que já vem crescendo há três rodadas de pesquisas, Lula, por sua vez, sairá ganhando com a eleição do ex-prefeito, porque a tendência na eleição nacional é de um segundo turno entre ele e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Sendo assim, vai ser fundamental que o petista tenha em Pernambuco um governador que vai trabalhar para eleger Lula para seu quarto mandato.
Leia maisA governadora Raquel Lyra (PSD) nitidamente, por sua própria decisão, não é essa pessoa. Faz pouco caso da disputa nacional e insiste em se omitir afirmando ser “pernambuquista”, como se Pernambuco fosse uma ilha isolada do Brasil e como se não fizesse diferença para o Estado um presidente comprometido com o Nordeste, ou um filho de Jair Bolsonaro, cuja a história com o Nordeste diapensa explicações. Em caso de vitória de Raquel Lyra, Lula ficará sem palanque em Pernambuco no segundo turno, porque a gestora nunca pediu voto para ele, nem em 2022 e nem agora, além de abrigar em seu palanque todos os aliados de Flávio Bolsonaro no Estado.
João Campos, por sua vez, fez questão de ressaltar, no evento desta sexta-feira, a pouco mais de uma semana para o primeiro turno: “Muita gente vai votar no senhor nesta eleição, mas a sua vitória vai vir do quintal da roça de dona Lindu (mãe de Lula), que é de Pernambuco”, demosntrando, assim, seu compromisso com a reeleição do presidente.
Além de reforçar o pedido de votos para João Campos, o presidente disse estar convencido de que o ex-prefeito será eleito pela maioria do voto das mulheres. Não se sabe se a certeza de Lula vem do desgaste de Raquel Lyra com o segmento feminino, depois de defender uma laqueadura sem consentimento em uma paciente da rede pública.
A certeza que o presidente deixou no Estado foi a do desejo no voto casado do PT e do PSB. “Quem gosta da educação vota no Lula. Quem gosta de saúde vota no Lula e vota no João. Quem quer Pernambuco melhor e o Brasil melhor vota no 13 e vota no 40”, enfatizou.
O pedido se estendeu aos senadores da chapa da Frente Popular, Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT). Lula sabe que também precisa da dupla na campanha de segundo turno e mais ainda se vencer, porque o plano bolsonarista é boicotar um eventual quarto mandato dele no Senado.
Mulheres
Diante dos escândalos envolvendo políticos e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) com o ex-banqueiro preso Daniel Vorcaro, que comprava apoio político e proteção por meio de viagens, festas com muitas mulheres e mimos para homens com acesso ao poder, existe uma discussão nacional de que é necessário colocar mais mulheres na política, porque elas não estão envolvidas em vexames regados a bebidas caras e garotas de programa suíças, como o presidente do Senado, por exemplo, Davi Alcolumbre (UB).
Por essa razão, o presidente Lula destacou, no Recife, a importância do voto em mulheres para renovar o Congresso Nacional. O petista não deixou dúvidas quanto a essa questão na sua fala. “As mulheres são maioria. Se as mulheres tiverem consciência e votarem em mulher, um dia a gente pode ter uma maioria congressual de mulheres e não de homens”, defendeu, referindo-se ao Congresso.
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A deputada estadual Roberta Arraes acusou o ex-prefeito de Araripina e candidato a deputado estadual Raimundo Pimentel de tê-la agredido durante uma visita ao Hospital do Câncer do Sertão do Araripe, em Araripina. Em publicação nas redes sociais, a parlamentar afirmou que o episódio ocorreu no fim da visita e classificou a suposta agressão como violência política de gênero. Roberta registrou um boletim de ocorrência e informou que solicitará uma medida protetiva.
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Segundo Roberta, Pimentel teria gritado com ela durante o evento. “Ele gritou muito, ele gritava e, com muita raiva, eu não entendo que raiva é essa”, relatou. A deputada não detalhou, na publicação, se houve contato físico. “Nenhuma divergência justifica agressividade, desrespeito ou qualquer tentativa de intimidação”, escreveu.
Pimentel utilizou as redes sociais para negar a acusação e apresentar sua versão do episódio. Segundo ele, os dois estavam na sala de tomografia do hospital, na presença da governadora Raquel Lyra e de outras pessoas, quando Roberta teria arrancado do peito de uma pessoa um adesivo com os nomes dele e de sua esposa, Socorro Pimentel, deputada estadual e candidata a deputada federal. O ex-prefeito afirmou que a parlamentar amassou o adesivo e o jogou no chão e que sua única reação foi perguntar: “Por que essa raiva?”. “Em nenhum momento houve qualquer contato físico entre eu e a ex-deputada Roberta Arraes”, declarou. Pimentel classificou a denúncia como uma tentativa de criar um fato político durante o período eleitoral.
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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta sexta-feira (25), em São Paulo, a proibição de apostas e jogos virtuais online no país. A proibição, feita a nove dias das eleições, foi formalizada em uma Medida Provisória (MP) assinada pelo presidente Lula.
As medidas provisórias são editadas pelo governo federal e enviadas ao Congresso Nacional. Para se tornarem leis definitivamente precisam ser votadas em até 120 dias na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. As informações são do g1.
Leia maisLula também enviou ao Congresso um projeto de lei que estabelece penas para quem explorar, operar ou divulgar as chamadas bets.
“Eu tomei a decisão de tomar medida dura e drástica necessária. É como câncer, ou tira tumor, ou tumor vai matar a gente. […] Foi muita briga, foi muita discussão, foi muito vamos fazer aquilo, faz tudo, faz nada, faz pela metade, não. Já que tem que fazer, vamos fazer o que tem que ser feito. Acabar com as bets”, disse Lula.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a partir desta sexta, “não se pode colocar mais dinheiro nos sites de apostas do país. Os sites ficarão disponíveis para as pessoas, para os apostadores, fazerem o resgate do saldo remanescente até as 23h59 do dia 5 de outubro”.
“Então a partir da publicação dessa medida provisória, as contas onde as plataformas de apostas recebem os aportes dos apostadores não serão mais admitidos nenhum novo aporte a partir da publicação da medida provisória”, prosseguiu.
A expectativa é que a medida provisória seja publicada ainda nesta sexta, em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).
Os apostadores vão ter até o dia 5 de outubro para retirar voluntariamente o dinheiro disponível nas plataformas. Caso não consigam retirar até o dia 5, os bancos que operam para bets farão a devolução entre os dias 9 e 14 de outubro.
Segundo o governo, as bets terão entre os dias 7 e 8 de outubro para informar aos bancos que operam os valores que estão nas contas.
A medida provisória prevê ainda a retirada de todas as peças e ações de publicidade, propaganda e marketing de bets, tanto em meios físicos como digitais, até às 23:59 do dia 5 de outubro.
Segundo o governo, o mesmo prazo será dado para a retirada de marcas oriundas de contratos de patrocínio.
A partir da publicação da medida, não seram mais permitidas novas publicidades de apostas.
As iniciativas integram um pacote de ações econômicas voltadas ao combate ao endividamento das famílias brasileiras, anunciadas durante um evento em São Paulo.
A ofensiva contra as bets ocorre na reta final do primeiro turno das eleições, na esteira de uma série de críticas feitas pelo presidente às apostas.
Nesta semana, durante seu discurso de abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Lula afirmou que as plataformas transformam “vício em lucro” e estão “destruindo lares”.
Nos últimos dias, o petista reforçou o tom em atos de campanha. Durante ato no Recife (PE) nesta sexta, depois de voltar a dizer que vai acabar com as bets, o candidato à reeleição afirmou que “não é correto gastar o que não tem pra tentar ganhar o que não existe”.
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Por Ricardo Viveiros*
Segundo cientistas sociais, ainda há muitos indecisos diante da eleição que se aproxima. São desiludidos, desesperançados, que não definiram seu voto. Diante desse quadro, cabe um apelo ao bom senso, à lógica e à responsabilidade.
Não se trata de pedir que alguém goste de Lula, muito menos de exigir entusiasmo, adesão irrestrita ou silêncio diante de seus possíveis erros. É legítimo criticá-lo, discordar de suas escolhas e considerar insuficientes suas políticas. A democracia existe para garantir essa liberdade.
Leia maisVale lembrar o que aconteceu quando o poder esteve nas mãos daqueles que transformaram a mentira em método, o ódio em linguagem e a ignorância em programa político. Foram anos de ataques às instituições, às urnas eletrônicas, aos tribunais, à imprensa, às universidades, aos professores e à ciência. A própria ideia de verdade passou a ser tratada como inimiga. A política foi reduzida ao fanatismo. A bandeira nacional, as cores verde e amarelo e o orgulho de ser brasileiro, símbolos de todos nós, foram apropriados como instrumentos de divisão. O suposto patriotismo tornou-se, em discursos e manifestações, justificativa para a intolerância e o desprezo pelo adversário, muitas vezes tratado como inimigo.
Mulheres foram humilhadas. Negros insultados. Pessoas LGBTQIAPN+ atacadas. Povos indígenas apresentados como entraves ao desenvolvimento. Migrantes e refugiados desrespeitados. A floresta foi vista, muitas vezes, como território a ser explorado, e não como patrimônio a ser protegido. A pobreza e a corrupção também permaneceram no centro de graves controvérsias.
Quando o país enfrentou uma das maiores tragédias sanitárias de sua história, faltaram, segundo seus críticos, grandeza, responsabilidade e empatia. Diante da dor de milhares de famílias, houve negacionismo e conflitos em torno da ciência. Quando era necessário oferecer serenidade, muitas vezes prevaleceu o confronto.
Nada disso significa que Lula esteja acima de críticas. Não está. Nenhum presidente, partido ou político deve estar. Democracia não pode ser confundida com idolatria. Defender instituições democráticas significa também fiscalizar, cobrar e denunciar os erros de quem governa.
Um país democrático pode sobreviver a governos ruins. Pode corrigir políticas equivocadas. Pode trocar presidentes, parlamentares e partidos pelo voto, jamais pelo golpe. Pode reconstruir instituições depois de erros, mas não pode aceitar a normalização da violência política, da mentira deliberada, do desprezo pelas instituições e da ideia de que qualquer coisa é permitida para conquistar ou conservar o poder.
Instituições, liberdades, ciência, imprensa, pluralismo, respeito às diferenças, direito ao contraditório, respeito ao resultado das eleições e igualdade perante a lei não pertencem à esquerda ou à direita. Pertencem à democracia e são patrimônio de todos nós.
O voto é uma decisão individual e democrática. Que seja exercido com razão, lucidez, informação e consciência dos valores que estão em jogo. Eu votarei em Lula. Bolsonaro nunca mais!
*Jornalista, professor e escritor, é doutor em Educação, Arte e História da Cultura (UPM), membro da Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e dos Direitos Humanos da Associação Brasileira de Imprensa (ABI); autor, entre outros livros, de A vila que descobriu o Brasil, Memórias de um tempo obscuro e O sol brilhou à noite.
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Recife, 25 de setembro de 2026
Magno Martins da Fonseca
https://blogdomagno.com.br/
O Sextou, programa musical que ancoro às sextas-feiras no lugar do Frente a Frente, recebe hoje o cantor Ribamar José, conhecido pelo brega romântico que conquistou o público no Norte do país. Nascido no Piauí, criado em Imperatriz, no Maranhão, e radicado em Belém, no Pará, o artista começou a carreira cantando na noite e participou de programas de auditório como os de Chacrinha, Raul Gil e Bolinha. Seu primeiro disco foi lançado em 1984, em São Paulo.
O primeiro sucesso veio em 1987, com Benzinho, que ganhou espaço nas rádios de Manaus. Na década seguinte, Ribamar lançou músicas como Só Você, Me Leva pra Casa e Nosso Amor, esta última gravada com a participação de Josiane. Em 1999, chegou ao público Quando Eu Te Tocar, que ficou conhecida como Melô do Thururú e se tornou uma das canções mais lembradas de seu repertório.
Leia maisNo Sextou de hoje, Ribamar José apresenta sucessos como Melô do Thururú, Perdi Você e Minhas Qualidades, canção lançada no álbum Minha Estrela, de 2000, que também alcançou repercussão no Recife. O programa destaca o romantismo que marca suas músicas e a trajetória construída pelo cantor ao longo de mais de quatro décadas.
O Sextou vai ao ar das 18h às 19h, pela Rede Nordeste de Rádio, que reúne 48 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife. Para ouvir pela internet, acesse o link do Frente a Frente no topo desta página ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na Play Store.
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