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A ampliação do funcionamento da Delegacia da Mulher para atendimento 24 horas em Arcoverde foi o principal ponto levantado pela vereadora Célia Galindo durante a sessão da Câmara Municipal, realizada na última segunda-feira (23). O pedido foi direcionado à governadora Raquel Lyra (PSD), diante do crescimento expressivo dos casos de violência doméstica na região.
Em sua fala, a parlamentar destacou que a atual estrutura da Delegacia da Mulher, que funciona apenas de segunda a sexta-feira, nos períodos da manhã e da tarde, não atende à realidade enfrentada pelas vítimas, especialmente no período noturno. “É à noite que muitas vezes a violência acontece dentro das famílias, quando o agressor chega em casa e a mulher não tem a quem recorrer”, afirmou. A parlamentar também destacou a importância de integração entre Guarda Municipal e Polícia Militar como estratégia para reduzir os índices de violência e garantir mais segurança às mulheres.
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), desembarcou, hoje, na cidade de São Paulo, para iniciar uma série de articulações para ser candidato à Presidência da República em outubro. Após a desistência de Ratinho Júnior da disputa pela indicação do PSD à vaga, Leite disse que vai se encontrar durante a tarde com o presidente nacional da sigla – Gilberto Kassab – para apresentar o que ele chama de “projeto eleitoral alternativo ao medo” na eleição presidencial deste ano.
No desembarque na capital paulista, Leite afirmou que o Brasil não pode “perder a oportunidade em 2026 de apresentar ao eleitoral uma alternativa à polarização política. As informações são do portal G1.
Leia mais“As pessoas não estão divididas entre duas candidaturas [Lula e Flávio Bolsonaro] com entusiasmo. Boa parte dos brasileiros está dividida entre dois medos. O medo de que Lula permaneça, o medo de que Bolsonaro volte. E a gente não pode ter numa democracia o desperdício de uma oportunidade eleitoral para votar com medo, simplesmente, sobre um ou sobre o outro. A gente tem que votar com esperança, com entusiasmo para construir um futuro”, declarou.
“Estou muito animado com a perspectiva de liderar um projeto que ajude a mostrar uma alternativa para o país, para o Brasil, para os brasileiros. As circunstâncias não são simples, não são fáceis, são complexas, mas eu escolho não me render às circunstâncias e ajudar a redesenhar o destino político do Brasil”, afirmou.
O governador gaúcho também afirmou que, caso não seja escolhido o candidato à Presidente do PSD, ele descarta ser vice em qualquer das chapas apresentadas até agora, mesmo que o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, seja o escolhido do PSD.
Ele também descartou concorrer ao Senado pelo seu estado. “Não estou discutindo ser vice, ser alternativa de Senado, nem nada. A minha intenção e a minha disposição firme é de liderar um projeto. Eu tenho certeza, certeza absoluta, que se nós tivermos a bola no pé para entrar em campo, a gente ganha essa eleição”, disse.
“Se não houver essa possibilidade eu permaneço no cargo até o final do meu mandato”, declarou. Ao responder sobre a concorrência que tem de Ronaldo Caiado dentro do próprio PSD na disputa pela indicação para a candidatura presidencial, Leite afirmou ser a melhor opção dentro do partido por não ter identificação com nenhum dos dois polos polarizados atualmente, o lulismo e o bolsonarismo. “O PSD tem que decidir se vai defender indulto, anistia, ou se vai ser o partido que vai falar de um Brasil diferente, sem adesão a um polo ou outro”, declarou.
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Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã
O governador do Paraná, Ratinho Jr., já estava escolhido: seria ele o candidato do PSD à Presidência da República. Os nomes dos três governadores pré-candidatos – além de Ratinho, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite – foram submetidos a votação no diretório nacional.
E o governador do Paraná obteve a maioria. Além disso, pesquisas internas também apontavam qual seria a sua viabilidade eleitoral. Segundo os números, ele largaria tendo em torno de 12%, sendo dos três o único com alguma entrada na região Nordeste. Teria ainda o recall de ser filho do apresentador de TV Ratinho, o que o tornaria mais conhecido que os outros dois governadores.
Leia maisA intenção do presidente do PSD, Gilberto Kassab, era anuncia Ratinho Jr. como candidato nesta quarta-feira (25). Até domingo (22), esse era o quadro no PSD. Por isso, foi uma grande surpresa para Kassab quando soube na manhã de segunda-feira que Ratinho Jr. estava desistindo do páreo presidencial. O governador paranaense já queria naquela mesma hora anunciar sua desistência. Kassab telefonou para tentar demovê-lo.
Não conseguiu. O máximo que obteve foi que Ratinho Jr. segurasse o anúncio por mais algumas horas para que o partido recompusesse sua estratégia. Ratinho Jr. fez seu anúncio à tarde. Kassab fez uma nota reafirmando a intenção de ter um nome no páreo presidencial. Mas já não parecia provável, até o fechamento da coluna, que ele mantivesse ao anúncio do candidato para hoje. Na direção do PSD, a avaliação nesta quarta era que a decisão de Ratinho Jr. tinha sido um erro. No mínimo, com 44 anos, era dada a ele a chance de crescer politicamente.
Se a decisão do governador era permanecer no Paraná para ter controle sobre a sucessão e evitar a eleição de seu adversário, o senador Sergio Moro, que se filiou ontem no PL, a avaliação é que também optou pelo pior caminho. Se saísse candidato a senador, poderia pegar seu candidato a governador pelo braço e rodar o estado com ele.
Então, a leitura era de que a desistência de Ratinho Jr. tinha um possível dedo de Lula. Se a intenção é combater a eleição de Moro, Ratinho não poderá tecer elogios ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na sua campanha presidencial. No mínimo, terá que ficar neutro, num pacto de não agressão.
Outro dado que impressionou é o fato de Ratinho Jr. não ter um sucessor claramente definido. Fala-se no presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi, ou no secretário de Cidades, Guto Silva, ambos do PSD. Mas Paraná Pesquisas de março dava Curi 13 pontos atrás de Moro e Guto 39.
Também surgiram cogitações envolvendo o possível nome do prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, que é também do PSD. Mas, no caso, há um grande problema. O vice-prefeito da capital do Paraná, Paulo Martins, é do PL. Enfim, Ratinho Jr. pode ter transformado sua sucessão numa grande bagunça.
No caso da candidatura presidencial do PSD, também não estava dado de barato que o nome do partido, com a desistência de Ratinho Jr., seria Ronaldo Caiado. Embora o governador de Goiás pareça ter mais musculatura, ele teria um problema: uma aproximação maior com o ex-presidente Jair Bolsonaro, demonstrada algumas vezes.
Se a intenção de Kassab era apresentar um nome próprio do partido para não ter que se definir ainda no primeiro turno pela polarização Lula/Flávio, poderia ser um problema político escolher alguém que acabasse soando como uma linha auxiliar de Flávio Bolsonaro na corrida presidencial, espécie de escada para ele.
De qualquer modo, na terça-feira (24), Caiado já correu para se reunir com Kassab. Não há informações de que Leite tenha feito o mesmo. Apenas reafirmou a sua disposição de assumir a missão pelo partido. Mestre do jogo político, Kassab parece ter agora um nó a desatar. Para onde irá?
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O historiador e leitor assíduo deste blog, Rinaldo Remígio, me enviou, hoje, a mensagem transcrita abaixo, sobre a exibição do meu podcast em parceria com a Folha de Pernambuco, o ‘Direto de Brasília’, veiculado ontem. Rinaldo elogiou a condução da entrevista, mas, principalmente, o posicionamento do ex-senador Álvaro Dias sobre o atual momento político do país. Confira!
Caro Magno,
Assisti ao podcast de ontem com o ex-senador Álvaro Dias e gostaria de lhe parabenizar pela condução e pela qualidade do debate. Foi uma conversa de alto nível, que contribui de forma relevante para a reflexão política em nosso país.
Leia maisDestaco, em especial, o posicionamento de que “quem pode dar jeito no Brasil é o eleitor”. Trata-se de uma afirmação simples, mas de grande profundidade, pois resgata o verdadeiro papel da sociedade no processo democrático. Enquanto não houver maior atenção do eleitor quanto à postura, aos valores e ao compromisso dos seus representantes, continuaremos enfrentando as mesmas distorções.
Muito pertinente também a abordagem sobre os “balcões de negócios” na política e os riscos do conluio entre os poderes, tema que precisa, de fato, ser debatido com seriedade e transparência.
Parabéns pelo conteúdo e pela relevância do seu trabalho, que tanto contribui para a formação de opinião consciente.
Forte abraço!
Rinaldo Remígio
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A Polícia Civil de Pernambuco informou, hoje, que instaurou um procedimento interno para identificar os responsáveis pela inclusão das imagens das deputadas federais Duda Salabert (PDT-MG) e Erika Hilton (PSol-SP) em um álbum de suspeitos. A situação foi revelada após a Defensoria Pública de Pernambuco notificar as parlamentares sobre o ocorrido. Confira abaixo a nota da PC na íntegra:
NOTA:
Sobre o uso de imagens pela Polícia Civil de Pernambuco, em reconhecimento fotográfico, a Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social (SDS) iniciou uma Investigação Preliminar, por meio da qual as informações serão verificadas, assim como serão coletados os subsídios necessários para instauração de processo administrativo.
Leia maisA Polícia Civil de Pernambuco assegura a apuração rigorosa dos fatos noticiados, bem como a adoção de todas as medidas cabíveis. A instituição também reforça a implementação contínua de diretrizes, protocolos e ações voltadas à orientação de seus servidores, visando a uma atuação sempre ética, responsável e livre de qualquer forma de preconceito.
A Corporação repudia, de forma veemente, qualquer prática de preconceito ou discriminação, reafirmando seu compromisso com a dignidade humana, o cumprimento dos preceitos legais e a promoção de um atendimento igualitário a toda a população.
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A Defensoria Pública do Estado de Pernambuco, por meio do Núcleo Criminal da Capital, identificou possível irregularidade no procedimento de reconhecimento fotográfico realizado no Processo nº 0037145-82.2025.8.17.2001, em tramitação na 16ª Vara Criminal da Capital, no Recife.
A análise foi conduzida pela defensora pública Gina Muniz, responsável pela atuação no caso. “Foram identificadas inconsistências na formação do álbum fotográfico utilizado pela autoridade policial, o que compromete a regularidade do procedimento”, destacou.
Leia maisO caso tem origem em inquérito que apura suposto roubo majorado, ocorrido em 24 de fevereiro de 2025, nas imediações da Faculdade FAFIRE, no bairro da Boa Vista. O reconhecimento fotográfico foi realizado em 8 de abril de 2025.
Segundo a defesa, o álbum exibido à vítima continha seis fotografias, entre elas imagens das deputadas federais Duda Salabert e Erika Hilton, pessoas públicas sem relação com o fato investigado, apresentadas como possíveis suspeitas.
Para a Defensoria, a inclusão indevida indica possível critério discriminatório, com indícios de transfobia e racismo institucional, comprometendo a validade do reconhecimento. O procedimento, realizado com base em estereótipos e não em características individualizantes, viola o art. 226 do CPP e princípios constitucionais como igualdade, não discriminação e dignidade da pessoa humana.
Diante disso, a Defensoria suscitou a nulidade do ato, por entender que a prova é inválida e não pode fundamentar eventual condenação. Também foi realizada comunicação formal às parlamentares sobre o uso indevido de suas imagens, assegurando ciência dos fatos e a adoção das medidas cabíveis.
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Nota de esclarecimento
Na qualidade de vereador, representante do povo de Angelim e, principalmente, pai de família, venho esclarecer que em nenhum momento quis criticar a secretária de Saúde do nosso município, enquanto MULHER, e sim, quis chamar a atenção quanto a necessidade de atender a nossa população, o nosso povo, com a atenção e a dignidade que merecem.
Em nenhum momento busquei atacar a honra, a dignidade, ou tive uma conduta de preconceito contra a secretária de Saúde por ser mulher, nem mesmo quando usei uma expressão popular da nossa região, momento em que busquei dizer apenas que: se ela, ele ou qualquer servidor público não pode honrar com suas atribuições, que deixe o cargo.
Leia maisA minha fala na Câmara de Vereadores na noite desta quarta-feira, foi referente ao fato de que o TFD deixou um cidadão em Recife, sem qualquer assistência. Marcone luta para seguir vivo e estava debilitado após um tratamento de saúde, mas foi deixado sozinho em Recife, sendo necessário que a família o fosse buscar.
Peço a todos que assistam o vídeo com o meu pronunciamento na totalidade e não com a edição feita pelo Prefeito de Angelim e os comandados dele, que de forma desonesta, busca me rotular como um homem que desrespeita mulheres, o que garanto não ser.
Essa prática, prefeito, é pequena, e só mostra o que você quer esconder: o Governo de Angelim não atende bem cidadãos dessa terra e nem presta o serviço de saúde que o nosso povo merece.
Angelim-PE, 25 de março de 2026.
Eduardo de Quiterinha – vereador de Angelim
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A deputada federal Maria Arraes oficializa sua filiação ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), hoje, em cerimônia às 18h30, na sede do partido em Brasília, com a presença do presidente nacional da sigla, o prefeito do Recife João Campos, e do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin.
Eleita em 2022 como a deputada federal mais jovem da história de Pernambuco, Maria é neta do ex-governador Miguel Arraes, uma das maiores referências da política democrática e progressista do Brasil e um dos fundadores do PSB. Seguindo o legado do avô, Maria mantém sua atuação em defesa da justiça social e de políticas públicas que transformam vidas.
Durante seu mandato, Maria foi nomeada vice-líder do Governo Lula, tem três leis sancionadas pelo presidente Lula, contribuiu para a incorporação de três novas vacinas ao Sistema Único de Saúde e é coautora da PEC que propõe o fim da escala 6×1.
Por Diana Câmara
À medida que o calendário eleitoral avança, alguns marcos silenciosos começam a redesenhar o tabuleiro político. Entre eles, poucos são tão determinantes e, ao mesmo tempo, tão subestimados quanto o prazo de filiação partidária.
Para as eleições de 2026, a regra é objetiva: o cidadão que pretende disputar um cargo eletivo deve estar com filiação deferida por partido político até seis meses antes do pleito, nos termos do art. 9º da Lei nº 9.504/1997. Trata-se de condição de elegibilidade, não de mera formalidade. Sem ela, não há candidatura possível.
Leia maisMas reduzir a filiação a um requisito burocrático é um erro estratégico.
A filiação partidária, na prática, é o primeiro ato jurídico relevante da candidatura. É a partir dela que se inicia, de forma legítima, a construção de um projeto político-eleitoral. É também nesse momento que se estabelecem vínculos, compromissos internos e alinhamentos que impactarão diretamente a viabilidade da candidatura.
Sob o ponto de vista jurídico, um aspecto merece atenção especial: a regularidade da filiação. Não basta preencher ficha ou anunciar ingresso no partido. A filiação precisa ser formalizada até 4 de abril e estar devidamente registrada no sistema da Justiça Eleitoral, dentro deste prazo legal. Eventuais inconsistências, omissões ou indeferimentos podem comprometer o registro de candidatura no futuro, gerando questionamentos que, muitas vezes, só aparecem quando já não há tempo para correção.
Além disso, é importante lembrar que a filiação não é um ato isolado no tempo. Ela dialoga com outros institutos do Direito Eleitoral, como a fidelidade partidária e a própria dinâmica das convenções.
A escolha do partido político exige uma leitura que vá além da afinidade ideológica e alcance a engenharia eleitoral que sustenta a disputa. É preciso compreender como a legenda performa na prática: sua capacidade de atingir o quociente eleitoral, a expectativa real de eleger candidatos, a densidade de votos que consegue produzir, a política interna de distribuição do fundo partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), bem como o tempo de rádio e televisão que efetivamente agrega valor à campanha. Não menos relevante é avaliar o ambiente interno: se há previsibilidade na formação da chapa, compromisso com candidaturas competitivas e estrutura mínima de apoio.
Em síntese, escolher o partido certo é, antes de tudo, uma decisão jurídica e estratégica que pode definir não apenas a viabilidade, mas o destino eleitoral do pré-candidato.
A escolha do partido, portanto, não deve ser guiada apenas por afinidade momentânea ou conveniência eleitoral imediata, mas por uma análise jurídica e estratégica mais ampla.
Para assessores e advogados, este é um período de atuação preventiva. É o momento de conferir documentação, validar registros, orientar pré-candidatos e antecipar riscos. No Direito Eleitoral, muitas das grandes controvérsias surgem não de teses complexas, mas de falhas simples em requisitos formais.
Para o pré-candidato, a mensagem é clara: o prazo está se aproximando, e decisões que parecem administrativas têm impacto direto no futuro da candidatura.
E, para o eleitor, ainda que esse movimento ocorra nos bastidores, é justamente aqui que começam a se desenhar as opções que estarão disponíveis na urna. A democracia também se constrói nesses detalhes, muitas vezes invisíveis, que garantem a legitimidade do processo eleitoral.
Na próxima semana, avançaremos para outro ponto crucial desse mesmo marco temporal: a desincompatibilização e seus reflexos jurídicos nas eleições de 2026.
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Poder360
Levantamento divulgado pela AtlasIntel, hoje, mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria o pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em todos os cenários testados para a Presidência.
No 1º cenário, Lula aparece com 45,9%, contra 40,1% de Flávio. Renan Santos (Missão) tem 4,4%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD-GO), com 3,7%, Romeu Zema (Novo-MG), com 3,1%, e Aldo Rebelo (Democracia Cristã), com 0,6%.
A pesquisa foi realizada pela AtlasIntel Bloomberg de 18 a 23 de março de 2026. Foram entrevistadas 5.028 pessoas com 16 anos. O intervalo de confiança é de 95%. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no TSE sob o nº BR-04227/2026. A pesquisa custou R$ 75.000 e foi paga com recursos próprios. Clique aqui e confira a matéria na íntegra.
