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O prefeito de Petrolina, Simão Durando, recebeu, na terça-feira (2), o ministro dos Transportes, George Santoro, para acompanhar o andamento das obras da Travessia Urbana do município, que contempla a duplicação da Avenida Honorato Viana e a ampliação da BR-407.
Além de acompanhar o andamento dos serviços, Simão aproveitou o encontro para pedir a construção de uma segunda ponte ligando Petrolina a Juazeiro. O gestor solicitou ao ministro apoio para a realização dos estudos de viabilidade e para a busca de recursos necessários à execução do projeto. As informações são do Blog da Folha.
Leia mais“Fiz essa solicitação em nome de Petrolina e de todo o Vale do São Francisco. Precisamos avançar nos estudos e buscar investimentos para uma obra fundamental para o futuro da nossa região”, disse.
O ministro George Santoro reafirmou o compromisso do governo federal com a conclusão da obra e anunciou a expectativa de entrega até setembro deste ano. “Assumimos o compromisso de concluir esse trecho até o final de setembro para fazermos uma entrega conjunta entre Petrolina e Juazeiro, integrando esse corredor de travessia urbana tão importante para a região”, declarou.
No caso da Travessia Urbana, Simão destacou a importância da obra para a mobilidade urbana da cidade e ressaltou que a intervenção está em fase final de execução. “Estamos muito felizes com essa obra, uma das maiores intervenções de mobilidade urbana que passa por Petrolina. Ela está entrando na reta final e ainda neste segundo semestre teremos a felicidade de devolver essa mobilidade para a população”, afirmou o prefeito.
Com mais de 11 quilômetros de duplicação, a obra beneficia diretamente diversos bairros e importantes corredores comerciais da cidade. A visita contou ainda com a presença do diretor-geral do DNIT, Fabrício Galvão, do líder do governo federal no Senado, Jaques Wagner, e do vice-prefeito, Ricardo Coelho.
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O governo do Brasil divulgou nesta quarta-feira (3) uma nota em que afirma discordar de maneira “profunda” das conclusões do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sobre falhas na importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
No comunicado, divulgado pelo Palácio do Planalto, o governo afirma que vai recorrer a instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade para reagir a “situações de injustiça” contra o Brasil. As informações são do g1.
O comunicado do Planalto é uma resposta à investigação do escritório norte-americano que concluiu, na terça-feira (2), que 59 países, entre eles o Brasil, e a União Europeia falharam em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
Leia maisComo resposta, o governo americano propôs a aplicação de tarifas adicionais de 12,5% sobre todos os produtos desses países.
“É lamentável que tema tão relevante como o da proteção de condições dignas para milhões de trabalhadores e trabalhadoras seja desvirtuado para servir de justificativa a medidas protecionistas unilaterais”, afirma a nota do Palácio do Planalto.
“O Brasil se reserva o direito de recorrer aos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, para fazer face a situações de injustiça contra o Estado brasileiro, sem amparo nas regras do comércio internacional”, completa o comunicado.
A Lei de Reciprocidade é um mecanismo que permite a um país aplicar a outra nação as mesmas medidas, restrições ou tarifas que sofreu por parte dela. Na prática, se um governo estrangeiro impõe sanções ou barreiras unilaterais “injustas”, o Brasil usa a norma para reagir na mesma moeda, adotando restrições equivalentes para reequilibrar as relações e proteger a economia.
O governo também afirma, na nota, que adotará todas as medidas necessárias para reduzir eventuais danos que venham a ser causados à economia nacional, aos empregos e à renda dos brasileiros.
No documento, o governo do Brasil afirma ainda que a Organização Internacional do Trabalho (OIT) reconhece, há décadas, o Brasil como uma referência internacional no combate ao trabalho escravo e forçado, fruto de uma combinação de fiscalização rigorosa, responsabilização, cooperação entre instituições e compromisso político.
Brasil diz que detalhou normas contra trabalho forçado
Na nota, o governo afirmou que, durante o processo de investigação nos EUA, o Brasil enviou manifestações escritas e explicações detalhadas sobre as normas do país para coibir a entrada de bens produzidos por trabalho forçado.
De acordo com as autoridades brasileiras, a Receita Federal e os órgãos aduaneiros já possuem competência legal para negar a entrada e confiscar qualquer mercadoria estrangeira que atente contra a moral, os costumes, a saúde e a ordem pública.
“Qualquer bem produzido no todo ou em parte por trabalho forçado enquadra-se nessa definição”, diz a nota.
Além disso, o governo afirma que os acordos de livre comércio celebrados pelo Brasil e pelo Mercosul — incluindo os tratados com o Chile, a União Europeia e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA) — já contêm compromissos rígidos de eliminação do trabalho forçado e compulsório.
Cooperação e busca por consenso
Apesar da contrariedade com as conclusões do USTR, o Ministério do Trabalho e Emprego do Brasil ressaltou que segue à disposição para continuar a sua histórica e ativa cooperação com o Departamento de Trabalho dos EUA.
Nesta terça, após recomendação do USTR sobre tarifa adicional em razão de práticas desleais em áreas como PIX, propriedade intelectual e etanol, a Secretaria de Comunicação Social também fez referência à Lei da Reciprocidade.
No entanto, no Ministério das Relações Exteriores, diplomatas dizem que a orientação do governo segue sendo a busca por um consenso entre os dois países, com a apresentação de argumentos que possam convencer os americanos de que é melhor chegar a um acordo e à não aplicação de tarifas.
Nesse contexto, o presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Nelsinho Trad (PSD-MS), disse que, embora a reciprocidade seja um instrumento “legítimo” do Estado, ele defende que o governo aja com “responsabilidade” para não aumentar a tensão entre os dois países.
Por Áureo Cisneiros*
Nos últimos anos, uma prática tem avançado silenciosamente em todas as esferas do poder no Brasil: a substituição gradual do servidor concursado por contratos temporários e empresas terceirizadas. O que deveria ser uma exceção, prevista para situações específicas e transitórias, transformou-se em regra em muitos órgãos públicos.
Em Pernambuco, esse fenômeno não é novo. Ao contrário, trata-se de uma prática antiga que vem sendo aprofundada ao longo dos anos. Enquanto milhares de brasileiros estudam e se preparam para concursos públicos, observa-se uma crescente dependência de terceirizações e contratações temporárias para ocupar funções que, em muitos casos, possuem caráter permanente.
Leia maisO concurso público foi consagrado pela Constituição Federal como instrumento de impessoalidade, igualdade de oportunidades e profissionalização do Estado. Quando essa lógica é substituída pela expansão contínua de vínculos precários, abre-se espaço para questionamentos legítimos sobre transparência, eficiência administrativa e respeito aos princípios constitucionais.
O problema se torna ainda mais grave quando surgem denúncias, investigações ou suspeitas envolvendo sobrepreços, irregularidades contratuais e desvios de recursos públicos. O Brasil acumula um histórico preocupante de escândalos relacionados a contratos terceirizados em diferentes níveis de governo, demonstrando que a fiscalização precisa ser cada vez mais rigorosa.
Há também uma preocupação crescente com a utilização da máquina pública para fins políticos. Em diversas regiões do país, críticos apontam que contratações temporárias e indicações para determinados postos acabam sendo utilizadas como instrumentos de influência política e fortalecimento de grupos eleitorais. Ainda que cada situação deva ser analisada com responsabilidade e base em provas, a simples percepção de que empregos públicos podem servir como moeda de troca já representa um grave desgaste para a confiança da população nas instituições.
Esse não é um problema restrito ao Poder Executivo. O crescimento de estruturas terceirizadas e de contratações sem concurso é tema de debate em diferentes esferas do poder público brasileiro. A sociedade tem o direito de exigir transparência total sobre quem é contratado, quanto custa cada contrato, quais serviços estão sendo prestados e quais resultados estão sendo entregues.
Outro fator que exige atenção é a sofisticação do crime organizado no Brasil. Organizações criminosas modernas movimentam bilhões de reais por ano e buscam constantemente novas formas de infiltração econômica e lavagem de dinheiro. Por isso, contratos públicos precisam estar submetidos aos mais elevados níveis de controle, auditoria e fiscalização.
Defender concursos públicos não é defender privilégios. É defender um modelo de Estado baseado no mérito, na estabilidade institucional, na independência técnica e na igualdade de acesso aos cargos públicos.
O Brasil precisa interromper o ciclo da precarização do serviço público e retomar o fortalecimento das carreiras de Estado. A administração pública não pode ser confundida com interesses eleitorais, conveniências políticas ou mecanismos de acomodação de aliados. O patrimônio público pertence à sociedade e deve ser administrado com absoluta transparência, responsabilidade e respeito à Constituição.
Quando a exceção vira regra, a impessoalidade enfraquece, a confiança da população diminui e a democracia perde força. O momento exige mais concursos, mais transparência, mais controle e menos dependência de estruturas que afastam o cidadão daquilo que deveria ser o verdadeiro objetivo do Estado: servir ao interesse público.
*Presidente do Sinpol-PE
O deputado federal Eduardo da Fonte apresentou o Projeto de Lei 4.951/2023, que estabelece a obrigatoriedade da instalação e manutenção de Salas Sensoriais em órgãos públicos de atendimento ao cidadão, concessionárias de serviços públicos e instituições financeiras.
A proposta garante espaços adequados para acolher pessoas neurodivergentes, como indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), TDAH, paralisia cerebral e outras condições que exigem suporte sensorial durante o atendimento de seus responsáveis.
As Salas Sensoriais deverão contar com profissionais especializados e ambientes preparados para estímulos visuais, táteis e auditivos, seguindo os padrões estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
“Nosso objetivo é assegurar mais dignidade, inclusão e acolhimento às pessoas com deficiência e suas famílias. O atendimento prioritário é um direito, mas também é necessário garantir condições adequadas para quem enfrenta longos períodos de espera”, afirmou Eduardo da Fonte.
Usuários de casas lotéricas relataram ao blog problemas causados por uma instabilidade dos sistemas da Caixa Econômica Federal, responsável pelos serviços operados nas unidades. As queixas incluem lentidão, interrupções no atendimento e falta de previsão para o restabelecimento dos sistemas.
Em uma lotérica localizada no Empresarial ETC, no Recife, clientes e funcionários enfrentaram dificuldades durante o atendimento no sábado (30) e nesta terça-feira (3). Segundo relatos, a instabilidade provocou filas, atrasos nos serviços e transtornos para usuários e trabalhadores das unidades.
A carteira de projetos estruturantes do Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE) reúne 102 iniciativas com demanda estimada de R$ 144 bilhões em investimentos. Os números foram apresentados nesta quarta-feira (3), durante encontro promovido pela Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), no Recife, que reuniu representantes de governos estaduais, instituições financeiras e organismos de cooperação para discutir alternativas de financiamento e viabilização dos projetos.
As propostas foram indicadas pelos estados e integram o principal instrumento de planejamento regional coordenado pela Sudene. Entre os projetos previstos, 56 são voltados à ampliação da infraestrutura regional e concentram R$ 115,8 bilhões em investimentos, o equivalente a quase 80% do valor total da carteira. Pernambuco participa com seis projetos, estimados em R$ 19,9 bilhões. A Bahia concentra o maior número de iniciativas, com 30 projetos e demanda de R$ 39,5 bilhões, enquanto o Piauí reúne seis projetos que somam R$ 68,6 bilhões, o segundo maior volume de recursos previstos.
O encontro contou com a participação de representantes dos governos estaduais e de instituições como Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Nordeste, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS). “Estamos diante de um conjunto expressivo de projetos que exigirá articulação permanente entre planejamento, financiamento e execução”, afirmou o superintendente da Sudene, Francisco Alexandre.
O deputado federal Luciano Bivar (MDB) causou polêmica após uma fala em que defende exterminar parte dos tubarões em Pernambuco, após os incidentes em que uma jovem de 19 anos e um menino de 11 anos foram mordidos nas praias de Boa Viagem e de Piedade, respectivamente. Os incidentes aconteceram em dois dias seguidos, no domingo (31) e na segunda-feira (1º).
Especialistas no assunto classificaram a fala como “absurda” e disseram que o extermínio da população de tubarões seria, além de ineficiente, uma medida “ecologicamente deturpada”, que causaria mais desequilíbrio ambiental.
Leia maisSomente neste ano, Pernambuco já contabiliza quatro pessoas mordidas por tubarões. Em janeiro, uma delas, um adolescente de 13 anos morreu após ser mordido na Praia Del Chifre, em Olinda. Nos casos mais recentes, as vítimas perderam uma das pernas.
O comentário de Luciano Bivar foi publicado num artigo de opinião no Blog do Magno. No texto, o deputado afirma que não sou biólogo nem ambientalista, mas que cresceu na Praia de Piedade, e que sempre houve “botos, cardumes infindáveis de sardinhas e peixes mil. Agora, nada disso”.
Ele acredita que o bioma das praias foi alterado pela “cadeia alimentar dos tubarões, em crescente proliferação”.
“Ou exterminamos um pouco desses tubarões, ou nossa fauna marinha de Piedade e Boa Viagem desaparecerá. No Quênia, em outras épocas, deram licenças para caçar elefantes que estavam causando impactos às florestas e savanas”, diz o texto.
Bivar também lamentou os incidentes e lembrou que, na juventude, nadava nas praias e sequer pensava em ser atacado. “Hoje, basta fazer uma vez. Ou nós controlamos essa proliferação ou adeus banhos de mar”, afirmou.
Em entrevista ao g1, Bivar reiterou a hipótese, e lembrou que, no Pantanal, a Justiça Federal autorizou o abate experimental de búfalos em áreas protegidas de Rondônia. Lá, no entanto, trata-se de uma espécie invasora, importada da Ásia como parte de um projeto fracassado do governo estadual.
“Você não vê mais tinteiro, não vê mais caravelas, não vê mais ouriços. Mas o que eu quero dizer é o seguinte, não era infectado dessas coisas. E a gente continua esperando, porque a gente está no habitat do tubarão, mas o habitat do tubarão também era das sardinhas, também eram dos xareus, dos camurins. Também era o habitat deles, e foram exterminados. […] Você tem que controlar, não pode deixar quem está no topo da cadeia alimentar não ter controle”, afirmou.
Questionado sobre discussões no Congresso Nacional sobre os incidentes com tubarão ou emendas parlamentares destinadas à questão, Bivar disse que pretende consultar ambientalistas sobre a possibilidade de abate dos tubarões e, possivelmente, dar andamento a projetos.
“Há um escritório de um ambientalista muito famoso, que é o Sérgio Buarque, pretendo falar com ele sobre esse assunto, se ele concorda. Se ele concordar, vou pedir a ele subsídios para a gente ver o que pode fazer para dar sustentabilidade ao governo e tomar medidas mais objetivas com relação ao controle dessa cadeia do ecossistema. Senão a fauna daqui de Piedade e Boa Viagem vai se acabar. […] E eu vou me consultar com o ambientalista para ver se tem algum projeto lá pronto para eu fazer a minha parte política e dar prosseguimento para a gente controlar isso”, disse.
Especialistas rejeitam alternativa
Segundo Danise Alves, secretária executiva do Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit), o extermínio da população de tubarões é uma ideia “absurda”. “Isso não é alternativa que exista. Alguns países tentaram, mas é ineficiente e ecologicamente deturpada”, explicou.
No Grande Recife, há seis espécies de tubarão, mas somente o tubarão-tigre e o tubarão-cabeça-chata estão relacionadas a incidentes — o primeiro mordeu a jovem de 19 anos na segunda-feira e o segundo, o menino de 11 anos, no domingo.
“O tubarão-tigre é migratório, frequenta áreas continentais e oceânicas. Se exterminar aqui, a população vai se manter e aumentar em outras áreas, porque eles migram constantemente. Já o cabeça-chata é mais residente, fica em águas rasas. Mas são predadores de topo. Se você os elimina, acaba eliminando as presas, porque elas vão se proliferar tanto que não vai ter alimento para se manterem. Isso vai prejudicar a pesca, o turismo e o equilíbrio marinho”, explicou.
Ainda segundo Danise Alves, a alternativa mais plausível para a ciência é a educação ambiental, a pesquisa e o monitoramento — que foi interrompido em 2015 e que deve ser retomado em junho pelo governo do estado, que lançou um edital no começo do ano para investimento nos estudos.
“Os pesquisadores vão começar a capturar os animais, inserir chips e soltar. No mar, vão implantar redes acústicas em locais onde há incidentes. Quando os tubarões passam perto, o chip se conecta ao dispositivo e armazena a posição geográfica daquele tubarão. Os pesquisadores vão entender melhor a dinâmica, se ficam aqui, se migram”, explicou.
Um dos responsáveis pelo monitoramento é o professor Paulo Oliveira, do departamento de Engenharia de Pesca da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Ele também conversou com o g1 e reiterou que monitoramento e educação ambiental são o melhor caminho.
“Exterminar uma determinada espécie nunca foi solução para nada. O tubarão ele não é um inseto, como o mosquito da dengue, e não é um animal exótico que está alterando o meio ambiente. Muito pelo contrário. Essa questão dos incidentes pode inclusive estar relacionada à alteração do meio que ele vive e a maneira como ele está respondendo”, disse.
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O Sextou, programa musical que ancoro às sextas-feiras no lugar do Frente a Frente, recebe nesta semana o cantor, compositor e poeta Maciel Melo, um dos principais representantes da música nordestina contemporânea. Natural de Iguaracy, no Sertão pernambucano, o artista construiu uma trajetória ligada à cultura popular nordestina, reunindo em suas composições temas como o sertão, o amor, a religiosidade e o cotidiano do povo nordestino.
O programa destaca seu mais recente trabalho, que traz canções como Antes de Forrar a Mesa, composta em parceria com Dorgival Dantas, Vida Severina, com César Amaral, Nem Veludo e Nem Cetim, com Zé da Flauta, e A Rosa e o Girassol, de sua autoria. Em clima de São João, Maciel fala sobre as novas músicas e os caminhos de uma carreira marcada pela valorização da cultura nordestina.
Ao longo da trajetória, teve músicas gravadas por artistas como Elba Ramalho, Dominguinhos, Santanna, Flávio José e Jorge de Altinho, consolidando-se como uma das vozes mais respeitadas da música produzida no Nordeste.
O Sextou vai ao ar das 18h às 19h, pela Rede Nordeste de Rádio, que reúne 48 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife. Para ouvir pela internet, acesse o link do Frente a Frente no topo desta página ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na Play Store.
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Em janeiro de 1997, durante uma reunião para formulação e refinamento do plano de governo do então prefeito do Recife, Roberto Magalhães, Sydia Maranhão, integrante do secretariado municipal à época; o então prefeito Roberto Magalhães; Raul Henry, que mais tarde viria a ocupar cargos como vice-prefeito do Recife, deputado federal e vice-governador de Pernambuco; e o engenheiro Fred Maranhão. A imagem integra o arquivo pessoal de Fred Maranhão, que a enviou para este quadro do blog.
Blog da Folha
A Secretaria de Auditoria (SAU) do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco orienta sobre os prazos para entrega das prestações de contas anuais. Todos os partidos que tiveram vigência durante qualquer período do exercício de 2025 devem apresentar suas contas à Justiça Eleitoral até 30 de junho de 2026, ainda que não tenham arrecadado recursos ou realizado despesas.
A prestação de contas deve ser elaborada por meio do Sistema de Prestação de Contas Anual (SPCA), disponível nos sites do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE).
Leia maisApós o encerramento da prestação de contas no SPCA, o processo será autuado automaticamente no Processo Judicial Eletrônico (PJE), na classe processual específica. Os demonstrativos gerados por meio do SPCA e a documentação comprobatória inserida nesse Sistema serão integrados, automaticamente, ao PJE, dispensando-se assim as assinaturas dos responsáveis naqueles demonstrativos. Depois da autuação, o partido deve providenciar, em até 5 (cinco) dias, a juntada dos documentos listados no art. 29, § 2º da Resolução TSE n.º 23.604/19.
O processo de prestação de contas tem caráter jurisdicional, dessa forma o partido e seus (suas) dirigentes devem constituir advogado ou advogada nos autos.
No TRE-PE, a unidade responsável pela análise técnica das contas anuais dos diretórios partidários estaduais é a Secretaria de Auditoria – SAU, por intermédio da Seção de Contas Partidárias – SECOP, que também presta atendimento pelo e-mail secop@tre-pe.jus.br ou pelos telefones (81) 3194-9296, 3194-9199, 3194-9234 e 3194-9241. Em se tratando de diretórios partidários municipais, as dúvidas deverão ser encaminhadas por e-mail para a zona eleitoral responsável, por meio do endereço zexxx@tre-pe.jus.br (onde xxx é o número com três dígitos da zona eleitoral do município) ou dirimidas por telefone, cujo número está disponível no site do TRE-PE.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, hoje, que não foi comunicado oficialmente pelo governo dos Estados Unidos sobre as propostas de novas tarifas comerciais a produtos brasileiros, e que pretende enviar uma nova carta a Donald Trump. As informações são do portal G1.
Ele disse que foi surpreendido pelo anúncio e que o país “não pode aceitar” o tratamento que os Estados Unidos deram ao Brasil. “Na última reunião, quando eu estive lá […] tivemos uma conversa com o Trump de três horas, e entregamos os assuntos que o Brasil quer discutir. Na hora da relação comercial, houve uma divergência entre o meu ministro e o ministro do comércio deles, eu propus ao Trump: ‘Já que não tem acordo entre os dois ministros, vamos dar trinta dias para que eles se entendam'”.
Leia maisO petista relatou ter dito a Trump que, se estiver errado, não tem problema em voltar atrás. Mas, caso contrário, o norte-americano teria que recuar. Esse prazo de um mês ainda não terminou, segundo Lula. “Não se concluiu nada. Por isso, a nossa surpresa com a decisão de mais um comunicado, de mais uma taxação com relação ao Brasil”, prosseguiu.
O presidente deu a declaração durante reunião ministerial no Palácio do Planalto. Durante a fala inicial, Lula reforçou discursos anteriores, em que criticou o Secretário de Estado norte-americano Marco Rubio, e o chamou de “latinoamericano frustrado”.
Lula também disse que entregou pessoalmente a Trump quatro documentos “muito importantes sobre a relação com o Brasil”. Os papéis traziam relatos do governo sobre temas como combate a facções criminosas, exploração de terras raras e sobre a guerra no Irã.
“Eu saí de lá convencido de que a gente estava estabelecendo uma nova lógica no relacionamento democrático e civilizado entre Brasil e Estados Unidos. E confesso a vocês que fui pego de surpresa ontem com a decisão deles de ontem, e a de antes de ontem”.
Uma investigação do escritório norte-americano concluiu, na terça-feira (2), que 60 países, entre eles o Brasil, falharam em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Como resposta, o governo americano propôs a aplicação de tarifas adicionais de 12,5% sobre todos os produtos desses países.
Essa sobretaxa, segundo o Ministério das Relações Exteriores, deve se somar à taxa proposta em outro relatório dos EUA, divulgado na segunda-feira (1º), que acusa o governo brasileiro de adotar práticas que “oneram ou restringem” o comércio com os norte-americanos. O primeiro texto previa a aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras. O segundo, um adicional de 12,5%. Portanto, a sobretaxa passaria para 37,5%, próximos aos 40% impostos no ano passado – caso entre em vigor.
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A Prefeitura de Goiana, por meio da Secretaria da Mulher, realizou, na última semana, a instalação do Banco Vermelho no Pátio da Misericórdia, marcando a chegada ao município de uma importante ação de combate à violência contra a mulher e ao feminicídio.
O Banco Vermelho é um símbolo de conscientização social e urbana. Pintado na cor vermelha, o equipamento traz mensagens de alerta e informações sobre os canais de denúncia, reforçando a importância do enfrentamento à violência doméstica e da proteção às mulheres.
Leia maisA ação foi articulada através da Secretaria da Mulher e reuniu representantes da rede de proteção feminina do município. A vice-prefeita Lícia Maciel e a delegada da Delegacia da Mulher de Goiana, Priscila Dantas, também participaram do momento, reforçando a importância da união entre os órgãos de apoio e combate à violência.
Além da instalação do banco, a Secretaria da Mulher destacou os serviços ofertados no município, como o Núcleo de Apoio às Mulheres, em Ponta de Pedras, e o CEAM – Centro Especializado de Atendimento à Mulher, que oferecem atendimento jurídico, psicológico e assistência social, através de uma equipe multidisciplinar, além de campanhas e ações educativas voltadas à conscientização da população.
A primeira-dama de Goiana, Ana Silveira, destacou a importância simbólica da iniciativa. “Esse banco representa um alerta e, ao mesmo tempo, uma mensagem de acolhimento. Precisamos continuar fortalecendo políticas públicas que protejam as mulheres e conscientizem toda a sociedade sobre a gravidade da violência doméstica e do feminicídio”, afirmou.
A Prefeitura de Goiana também disponibiliza atendimento através do WhatsApp da Secretaria da Mulher: (81) 97321-5428. O canal funciona para orientações, acolhimento e informações sobre a rede de proteção do município. Casos de violência também podem ser denunciados através do Ligue 180.
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