Minha corridinha diária de 8 km, há pouco, foi no Eixo Monumental, o Eixão, em Brasília, rente à Torre de TV. A corte está bem verdinha, tem chovido muito por aqui, mas o clima está um abafadão terrível.
Minha corridinha diária de 8 km, há pouco, foi no Eixo Monumental, o Eixão, em Brasília, rente à Torre de TV. A corte está bem verdinha, tem chovido muito por aqui, mas o clima está um abafadão terrível.
Estão abertas até o dia 30 de junho as inscrições para a edição 2026 do Prêmio Banco do Nordeste de Jornalismo em Desenvolvimento Regional. A premiação é destinada a jornalistas profissionais e estudantes universitários e distribuirá R$ 290 mil em prêmios, com valores que variam de R$ 3 mil a R$ 38 mil. Podem concorrer trabalhos inéditos produzidos em todo o país e publicados entre 1º de janeiro de 2025 e 30 de junho de 2026, desde que abordem ações realizadas na área de atuação do Banco do Nordeste, que inclui os estados nordestinos e parte de Minas Gerais e do Espírito Santo.
O Grande Prêmio Nacional terá como tema o microcrédito rural e concederá R$ 38 mil ao vencedor. Além dessa categoria, serão premiados trabalhos relacionados ao desenvolvimento regional em áreas como expansão de crédito, empreendedorismo urbano e rural, geração de emprego e renda, tecnologia e inovação, infraestrutura, responsabilidade socioambiental e manifestações culturais. Os materiais inscritos devem se enquadrar nas categorias texto, fotografia, áudio, audiovisual ou projetos multimídia.
A premiação também contará com categorias estaduais, contemplando dois vencedores por unidade da federação da área de atuação do Banco do Nordeste: um jornalista profissional e um estudante universitário. O regulamento completo e as inscrições estão disponíveis no portal do Banco do Nordeste.
O deputado federal Eduardo da Fonte (PP), pré-candidato ao Senado, participou nesta sexta-feira (5) de um encontro promovido pela Comissão de Desenvolvimento do Agreste Meridional (Codeam), que reuniu prefeitos, ex-prefeitos, vereadores e lideranças políticas da região. O evento contou também com a presença do deputado estadual Izaías Régis.
Durante a reunião, lideranças municipais destacaram ações e investimentos destinados a municípios do Agreste, com ênfase na área da saúde. “Esse reconhecimento das lideranças do Agreste nos dá ainda mais força para continuar trabalhando por Pernambuco. Nosso compromisso é seguir levando investimentos, fortalecendo a saúde e melhorando a vida das pessoas em todas as regiões do estado”, afirmou Eduardo da Fonte.
Entre os participantes estavam os prefeitos Júnior de Rivaldo (Manari), Wilson Lima (São João), Arnóbio Gomes (Terezinha), Saulo Maruim (Brejão), Zé Elias (Calçado), Júnior de Beto (Palmares), Zé Baiano (São Benedito do Sul), Miruca (Água Preta) e Edmilson da Bahia (Correntes). Também participaram os ex-prefeitos Sílvio Roque (Tupanatinga), Otaviano Martins (Manari), Sandoval Cadengue (Cupira), Nogueira (Calçado), Matheus Martins (Terezinha), João Lucas (Bom Conselho) e Valmir do Leite (Paranatama), além dos deputados estaduais Dannilo Godoy, Cleiton Collins e Claudiano Filho, e do presidente da União dos Vereadores de Pernambuco, Léo do Ar.
Se o leitor não conseguiu acompanhar a entrevista com o cantor e compositor Maciel Melo ao quadro “Sextou”, do programa Frente a Frente, ancorado por este blogueiro e exibido pela Rede Nordeste de Rádio, não se preocupe. Clique aqui e confira. Está incrível!
Por Paulo Fernandes Pinto*
Todo ano eleitoral repete o mesmo enredo. Centenas de candidatos têm o registro indeferido pela Justiça Eleitoral, recorrem para as instâncias superiores e o eleitor acaba votando em nomes cuja situação só será resolvida bastante tempo depois, muitas vezes após a própria eleição. São as candidaturas chamadas de sub judice.
Quando a decisão final é desfavorável, em geral os votos são anulados, mandatos são cassados e, não raro, é preciso fazer novas eleições (as chamadas eleições suplementares). O custo disso, em dinheiro público e em insegurança para o eleitor, é altíssimo.
Leia maisFoi para enfrentar esse problema que o legislador criou, no fim do ano passado, um novo instrumento que denominou de Requerimento de Declaração de Elegibilidade, o RDE. A Lei Complementar nº 219, de 2025, acrescentou o § 16 ao art. 11 da Lei das Eleições — Lei nº 9.504, de 1997 — para permitir que o pré-candidato (ou o partido político a que ele é filiado) leve à Justiça Eleitoral, antes do registro de candidatura (que só acontece no mês de agosto do ano da eleição), uma dúvida razoável sobre a sua própria elegibilidade.
Em vez de esperar o período de registro para descobrir, sob pressão de prazo, se aquele nome pode ou não concorrer, antecipa-se o debate. O Tribunal Superior Eleitoral regulamentou o procedimento por meio da Resolução nº 23.754, de 2026, que acrescentou o art. 9º-B à Resolução nº 23.609, de 2019, detalhando como o RDE deve tramitar.
A lógica do instrumento é simples e, ao mesmo tempo, ambiciosa: trazer previsibilidade e segurança jurídica para futuros candidatos e partidos políticos. Se a Justiça Eleitoral pode dizer com antecedência que determinada situação gera ou não inelegibilidade, o partido planeja melhor suas candidaturas, o pré-candidato sabe onde está pisando, o eleitor ganha em clareza e custos relevantes com eleições suplementares são evitados.
Para entender o caso julgado pelo TRE/PE (0600013-34.2025.6.17.0149), que patrocinei junto com outros colegas advogados, é preciso recuar um passo e explicar uma das hipóteses de inelegibilidade mais conhecidas do Direito Eleitoral: a chamada inelegibilidade por rejeição de contas ou inelegibilidade da alínea “g”. O art. 1º, I, “g”, da Lei Complementar nº 64, de 1990, chamada de Lei das Inelegibilidades, torna passível de ser declarado inelegível quem teve contas relativas à gestão de recursos públicos rejeitadas por irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa, em decisão irrecorrível do órgão competente.
Note-se que não basta ter contas rejeitadas. A jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral é firme há muitos anos no sentido de que a inelegibilidade só incide quando estão presentes, ao mesmo tempo, vários requisitos estabelecidos na citada alínea “g”: a rejeição de contas relativas ao exercício de cargo ou função pública, a decisão irrecorrível do órgão competente, a irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade, o prazo de oito anos ainda não vencido (contados a partir do marco legal estabelecido na legislação) e a ausência de decisão judicial que tenha suspendido ou anulado o julgamento. Faltando qualquer desses elementos, não há inelegibilidade.
A esse desenho a Lei Complementar nº 184, de 2021, adicionou uma regra importantíssima. Ela criou o § 4º-A do art. 1º da Lei das Inelegibilidades, segundo o qual a inelegibilidade da alínea “g” não se aplica a quem teve as contas julgadas irregulares sem imputação de débito e foi punido exclusivamente com multa. Em outras palavras: se o gestor não foi condenado a devolver dinheiro aos cofres públicos, e a única sanção que recebeu foi uma multa, não pode ser reconhecida a citada inelegibilidade.
Em 2024, o Supremo Tribunal Federal traçou o limite exato dessa exceção. Ao julgar o Tema 1304 da Repercussão Geral (RE nº 1459224, rel. Min. Gilmar Mendes), a Corte fixou a tese de que o § 4º-A só vale para os casos em que o gestor público teve as contas julgadas pelos Tribunais de Contas no exercício de sua competência exclusiva (ou seja, não sujeita à posterior apreciação pelo Poder Legislativo). Não se estende, portanto, ao julgamento das contas do chefe do Poder Executivo feito pelo Poder Legislativo (único competente para julgar as contas dos chefes do Poder Executivo, vez que, nessa hipótese, os Tribunais de Contas emitem apenas um parecer prévio de natureza opinativa). Trata-se de uma distinção que respeita as competências previstas nos incisos I (competência do Poder Legislativo para julgar as contas dos chefes do Poder Executivo) e II (competência exclusiva dos Tribunais de Contas para julgar as contas dos demais administradores de recursos públicos) do art. 71 da Constituição. É exatamente nesse terreno, o do julgamento de gestores pelos Tribunais de Contas, que se situa o caso pernambucano.
No dia 1º de junho de 2026, o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE/PE) julgou um dos primeiros Requerimentos de Declaração de Elegibilidade do país. O ineditismo, por si só, já chama atenção. Trata-se de instrumento criado há poucos meses, recém-regulamentado, e que ainda carece de jurisprudência consolidada. Cada decisão proferida agora, nesta fase inicial, ajuda a desenhar como o RDE vai funcionar na prática, em especial quanto a quem pode usá-lo, em que condições e com que efeitos.
No caso julgado pelo TRE/PE, a requerente havia tido contas julgadas irregulares pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco, mas com uma característica decisiva: foi sancionada apenas com multa, sem imputação de débito. Ainda assim, seu nome constava da relação de gestores com contas rejeitadas enviada pela Corte de Contas à Justiça Eleitoral no ano de 2024 (a lista relativa às eleições de 2026 ainda não foi enviada pelo TCE/PE). Daí a dúvida razoável que autorizou a utilização do RDE: a tensão entre estar formalmente na lista e, ao mesmo tempo, enquadrar-se na exceção legal que afasta a inelegibilidade.
O julgamento enfrentou duas questões distintas, e vale separá-las porque elas operam em planos diferentes.
A primeira é processual: as chamadas condições da ação, isto é, os requisitos sem os quais o pedido sequer poderia ser examinado no mérito. A leitura conjunta da lei e da resolução do TSE indica que o RDE exige, em síntese, que o requerimento seja apresentado por pré-candidato filiado ou pelo partido; que a petição inicial demonstre a dúvida razoável sobre a elegibilidade; que haja anuência expressa do partido (quando o pedido parte do pré-candidato) ou do filiado (quando parte do partido); e que se comprove a filiação partidária regular. O Tribunal reconheceu que todos esses requisitos estavam presentes, admitindo o requerimento e abrindo caminho para a análise de fundo.
A segunda é o mérito propriamente dito, ou seja, o exame de se a requerente estaria ou não inelegível. Aqui o TRE/PE entendeu que não. Embora as contas tenham sido rejeitadas, a ausência de imputação de débito e a aplicação exclusiva de multa atraem a exceção do § 4º-A do art. 1º da Lei das Inelegibilidades. E, por se tratar de gestora julgada por Tribunal de Contas, e não de chefe do Executivo julgada pelo Legislativo, o caso se ajusta com precisão ao limite fixado pela Suprema Corte no Tema 1304. Com esse fundamento, o requerimento foi julgado procedente para declarar a elegibilidade da requerente.
O caso é importante para além do interesse individual da requerente, uma vez que ele mostra o RDE saindo do papel e ganhando contornos concretos: o tribunal definiu, na prática, o que precisa estar presente para que o requerimento seja conhecido e como o mérito deve ser examinado quando a discussão envolve a inelegibilidade por rejeição de contas. Em um instituto tão recente, decisões assim funcionam como balizas, ou seja, referências que outros tribunais e os próprios partidos passarão a observar à medida que o instrumento for sendo usado.
Resta acompanhar como o instituto vai amadurecer. Mas, ao menos por ora, o RDE deu uma resposta àquilo que sempre incomodou no processo eleitoral: a dúvida deixada para a última hora. Antecipar o debate sobre quem pode concorrer, com regras claras e decisão fundamentada, é um passo na direção de eleições mais previsíveis. E isso, no final das contas, interessa aos candidatos, aos partidos políticos e, em especial, ao eleitor, que certamente poderá exercer seu direito de voto com mais previsibilidade e segurança.
*Procurador da Assembleia Legislativa de Pernambuco, ex-procurador do Ministério Público de Contas do TCE/PE e advogado especialista em Direito Público e Eleitoral
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Numa parceria com a Wingos Outdoor, empresa do meu amigo Buga, Arcoverde já está “inundada”de outdoors propagando o 1º Forró do Magno, no próximo dia 13, a partir do meio-dia, no Persone, a casa de eventos mais fantástica da terra do Cardeal. O evento, o primeiro que promovo no Interior, será em comemoração aos 20 anos de fundação do blog, pioneiro e líder no Nordeste.
Além da Super Oara, do grande vocalista e músico Elaque, a festa contará com atrações de artistas regionais consagrados, como Silvério Pessoa, Paulinho Leite, João Lacerda e Sebá Rossi, cover de Reginaldo Rossi. O forrobodó vai de meio-dia até às 19 horas, horário da estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo.
Em razão disso, providenciamos um telão para que nossos convidados possam assistir a estreia do Brasil na Copa do Mundo. Como a festa começa de meio-dia, vamos servir uma feijoada aos nossos convidados e também xerém com galinha de capoeira.
Se você ainda não comprou a mesa o ou ingresso individual, passe uma mensagem neste contato e fale com Tayse Lira: 87. 98824-0969.
Após visita de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos, tarifaço de Trump, ofensiva contra o PIX e novas tensões comerciais transformam a relação com Washington em um dos temas centrais da eleição de 2026
Por Zé Américo Silva*
A política costuma ser impiedosa com coincidências difíceis de explicar. E a coincidência da vez atende pelo nome de Flávio Bolsonaro.
Dias depois de sua visita aos Estados Unidos, onde se reuniu com Donald Trump, J.D. Vance e Marco Rubio, o governo americano anunciou a proposta de uma tarifa de 25% sobre diversos produtos brasileiros. A medida foi apresentada como resultado de uma investigação comercial conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR).
Leia maisÉ verdade que a investigação não começou agora. Também é verdade que Washington alega razões comerciais envolvendo comércio digital, propriedade intelectual e outras disputas regulatórias. Mas a política não vive apenas de fatos. Vive, sobretudo, de percepção.
E a percepção que rapidamente tomou conta das redes sociais e do debate público foi devastadora para o bolsonarismo.
Nasceu assim o apelido “Tariflávio”, criado inicialmente por adversários políticos e rapidamente incorporado ao debate nacional para associar Flávio Bolsonaro às medidas hostis adotadas pelo governo americano contra o Brasil.
O problema para o bolsonarismo não é apenas econômico. É simbólico.
Historicamente, a direita brasileira construiu parte importante de sua narrativa em torno do patriotismo, da soberania nacional e da defesa dos interesses do país. Quando um dos principais líderes desse campo político aparece ao lado das mais altas autoridades americanas e, poucos dias depois, o Brasil passa a ser alvo de medidas que afetam empresas, exportadores e consumidores brasileiros, a oposição encontra terreno fértil para construir uma narrativa politicamente poderosa.
Inicialmente, o desgaste estava concentrado no tarifaço. Mas a situação ganhou contornos ainda mais delicados quando o governo Trump ampliou sua ofensiva comercial e passou a questionar o PIX.
O sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central tornou-se uma das iniciativas mais bem-sucedidas da história recente da economia brasileira. Utilizado diariamente por milhões de pessoas e empresas, o PIX se consolidou como símbolo de modernização financeira, inclusão bancária e redução de custos para consumidores e comerciantes.
Por isso, qualquer movimento externo percebido como ameaça ao sistema desperta imediata reação popular.
A discussão deixou de ser apenas econômica e passou a ser também emocional. Para grande parte da população, o PIX é uma conquista brasileira. E quando um governo estrangeiro sinaliza medidas que possam dificultar sua expansão ou favorecer interesses de concorrentes internacionais, a questão rapidamente assume contornos de soberania nacional.
Nesse ambiente, Flávio Bolsonaro passou a enfrentar um problema político que vai muito além das tarifas.
Levantamento divulgado pela Folha de S.Paulo mostrou que cerca de oito em cada dez manifestações opinativas monitoradas em grupos públicos de WhatsApp e Telegram associavam diretamente Flávio Bolsonaro tanto ao tarifaço quanto às ameaças ao PIX. Embora esse tipo de monitoramento não tenha valor de pesquisa eleitoral, ele funciona como um importante termômetro da disputa narrativa travada nas redes sociais. E narrativas importam.
Importam porque eleições são disputadas não apenas em torno de fatos objetivos, mas também em torno das interpretações que os eleitores constroem desses fatos.
O próprio Flávio Bolsonaro percebeu o tamanho do desgaste e passou a afirmar publicamente que pediu a Trump para não impor tarifas ao Brasil. Também procurou demonstrar preocupação com os efeitos econômicos das medidas anunciadas por Washington.
Mas, em política, muitas vezes a “defesa” acaba reforçando o problema.
Quanto mais o senador precisa explicar que não teve participação nas decisões americanas, mais a associação entre sua viagem, suas reuniões e as medidas anunciadas pelos Estados Unidos permanece viva no debate público.
O impacto potencial também preocupa setores produtivos. Tarifas elevadas reduzem competitividade, aumentam custos, geram insegurança para investidores e afetam cadeias produtivas inteiras. A simples ameaça de novas barreiras comerciais já produz efeitos negativos sobre expectativas econômicas.
Mais do que um episódio isolado, o caso pode se transformar em um dos grandes temas da campanha presidencial de 2026.
Pela primeira vez desde o surgimento do bolsonarismo, a esquerda parece ter encontrado uma narrativa simples, popular e facilmente compreensível para atacar diretamente um dos principais herdeiros políticos do ex-presidente Jair Bolsonaro. E campanhas eleitorais costumam transformar símbolos e apelidos em armas extremamente eficazes.
Agora, todas as atenções se voltam para as próximas rodadas de pesquisas eleitorais. Analistas, partidos e estrategistas querem descobrir qual dos dois polos da disputa presidencial conseguirá tirar maior proveito político desse episódio.
Se o eleitorado enxergar as medidas americanas apenas como consequência de uma disputa comercial entre governos, o impacto poderá ser limitado. Mas, se prevalecer a percepção de que setores do bolsonarismo mantêm uma relação de alinhamento automático com interesses estrangeiros, o desgaste poderá se aprofundar. Uma coisa, porém, já parece evidente.
“Tariflávio” deixou de ser apenas um apelido criado nas redes sociais para se transformar em um fato político.
E agora não se trata apenas de tarifas.
Trata-se de tarifas, do PIX, de soberania nacional, de interesses econômicos brasileiros e da percepção crescente de que a política externa pode ter se transformado, pela primeira vez em muitos anos, em um tema decisivo da disputa presidencial.
As próximas pesquisas dirão se esse desgaste ficará restrito ao ambiente digital ou se começará a aparecer também nas intenções de voto.
Se isso acontecer, Flávio Bolsonaro poderá descobrir que, em política, algumas tarifas custam muito mais caro do que parecem.
*Jornalista e consultor de marketing político
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O cantor Silvério Pessoa divulgou sua agenda de apresentações para o mês de junho, com participações em eventos ligados ao ciclo junino em Pernambuco. A programação começa neste sábado (7), às 17h, no Shopping Recife. No dia 11, o artista participa da Caminhada do Forró, em Arcoverde, e retorna ao município no dia 13 para se apresentar no 1º Forró do Magno, que promovo em comemoração aos 20 anos deste blog.
A agenda segue no dia 24, com apresentação em Serra Negra, distrito de Bezerros, às 12h, e será encerrada no dia 26, às 21h, no Sítio Trindade, no Recife. Conhecido por mesclar elementos da cultura popular nordestina com sonoridades contemporâneas, Silvério Pessoa integra a programação de eventos juninos realizados em diferentes regiões do Estado durante o mês de junho.
O ex-prefeito de Itapissuma Yves Ribeiro (MDB) e o deputado estadual Mário Ricardo (Podemos) anunciaram uma aliança política voltada às eleições de 2026, reforçando o grupo de apoio ao pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB). A articulação também busca ampliar as bases eleitorais das pré-candidaturas de Yves à Câmara dos Deputados e de Mário Ricardo à reeleição para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).
A parceria reúne duas lideranças com histórico de atuação política no Litoral Norte e concentra esforços principalmente nos municípios de Itapissuma, Itamaracá e Igarassu. Segundo os aliados, a aproximação ocorre após anos de disputas políticas na região e tem como objetivo fortalecer a presença do grupo nos municípios da área.
Yves Ribeiro foi o primeiro prefeito de Itapissuma e também governou os municípios de Igarassu e Paulista. Já Mário Ricardo exerce atualmente mandato de deputado estadual e foi prefeito de Igarassu por dois mandatos. Na Alepe, ele preside a Comissão de Desenvolvimento Econômico e Turismo.
O Sextou, programa musical que ancoro às sextas-feiras no lugar do Frente a Frente, recebe, hoje, o cantor, compositor e poeta Maciel Melo, um dos principais representantes da música nordestina contemporânea. Natural de Iguaracy, no Sertão pernambucano, o artista construiu uma trajetória ligada à cultura popular nordestina, reunindo em suas composições temas como o sertão, o amor, a religiosidade e o cotidiano do povo nordestino.
O programa destaca seu mais recente trabalho, que traz canções como ‘Antes de Forrar a Mesa’, composta em parceria com Dorgival Dantas, ‘Vida Severina’, com César Amaral, ‘Nem Veludo e Nem Cetim’, com Zé da Flauta, e ‘A Rosa e o Girassol’, de sua autoria. Em clima de São João, Maciel fala sobre as novas músicas e os caminhos de uma carreira marcada pela valorização da cultura nordestina.
Ao longo da trajetória, teve músicas gravadas por artistas como Elba Ramalho, Dominguinhos, Santanna, Flávio José e Jorge de Altinho, consolidando-se como uma das vozes mais respeitadas da música produzida no Nordeste.
O Sextou vai ao ar das 18h às 19h, pela Rede Nordeste de Rádio, que reúne 48 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife. Para ouvir pela internet, acesse o link do Frente a Frente no topo desta página ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na Play Store.
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A campanha do pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, lançou nesta sexta-feira (5) seu primeiro jingle oficial, com o slogan “Vem com Fé”.
Segundo integrantes da campanha, a expressão foi escolhida para sintetizar a estratégia adotada pela nova equipe que assumiu a coordenação eleitoral em um momento em que o candidato enfrentava resistência entre parte do eleitorado, da classe política, do setor produtivo e do mercado. As informações são da CNN.
Leia maisPesquisas qualitativas encomendadas pela campanha indicaram, à época, um cenário de descrença, desânimo e desconfiança em relação à candidatura.
A partir desse diagnóstico, os estrategistas passaram a trabalhar o conceito de “fé” como uma ideia associada à esperança, confiança e mobilização popular.
Dessa construção surgiu a mensagem central da campanha: “Pode acreditar, vamos fazer. Venha com fé”.
A peça audiovisual, com cerca de dois minutos de duração, reúne imagens do ex-presidente Jair Bolsonaro, da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e dos irmãos de Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro.
De acordo com a campanha, o objetivo é mobilizar apoiadores em torno de um projeto político para o futuro, reforçando temas tradicionalmente associados ao bolsonarismo, como fé, liberdade, valores familiares e participação popular.
O vídeo também busca transmitir uma imagem de união da família Bolsonaro em torno da candidatura, em meio a especulações sobre divergências internas e falta de alinhamento entre integrantes do clã.
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A pré-candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) recebeu, nesta quinta-feira, o apoio de vereadores de Jaboatão dos Guararapes durante agenda realizada no município. Os parlamentares acompanharam Marília e o pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), em visita ao Mercado das Mangueiras, em Prazeres. Entre os vereadores que anunciaram apoio à pedetista estão Márcio do Curado, Melque Almeida, Eládio Rangel e Henrique Metalúrgico.
“Receber o apoio de vereadores que conhecem de perto a realidade de Jaboatão fortalece ainda mais o nosso projeto para Pernambuco. A cidade, além de ser o segundo maior colégio eleitoral do Estado, tem uma importância estratégica para toda a Região Metropolitana do Recife”, afirmou Marília. Ainda nesta quinta-feira, a pré-candidata seguiu para São Bento do Una, onde participará de cerimônia para receber o título de cidadã do município. Nos próximos dias, ela cumprirá agenda ao lado de João Campos em cidades do Agreste e do Sertão.
O ex-deputado Sebastião Oliveira (Avante), que também é cantor nas horas de lazer, confirmou que estará presente no 1° Forró do Magno, dia 13, em Arcoverde, em comemoração aos 20 anos do blog. Com sua banda, fará um show como
cover de Reginaldo Rossi, cantando todos os sucessos do saudoso rei do brega.
Nesta eleição, Sebá, que já foi estadual e federal, será candidato a estadual em uma dobradinha com o irmão Waldemar Oliveira, o Dema, também do Avante. Não tenho duvidas de que Sebá cover de Rossi irá roubar a cena.

