Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
O deputado federal Eduardo da Fonte lançou, nesta quinta-feira (18), em Aliança, na Mata Norte, o evento “Papo que Transforma”, reunindo prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças da região para discutir demandas e investimentos voltados ao desenvolvimento regional. Durante o encontro, o parlamentar apresentou um balanço de ações realizadas na Mata Norte ao longo de sua atuação na Câmara dos Deputados.
Na ocasião, Eduardo destacou investimentos destinados a áreas como saúde, educação, infraestrutura, agricultura, abastecimento de água, mobilidade e inclusão social. O deputado também defendeu a ampliação da estrutura de saúde no interior do estado. “Não é justo que milhares de pessoas precisem percorrer longas distâncias para conseguir uma consulta, um exame ou uma cirurgia. Pernambuco precisa avançar na descentralização da saúde”, afirmou.
Segundo os organizadores, o “Papo que Transforma” será realizado em outras regiões de Pernambuco para apresentação de ações, escuta de demandas e discussão de propostas. A próxima edição está prevista para acontecer na Mata Sul, no dia 26 de junho, seguida por um encontro no Agreste, em 3 de julho.
Por Muciolo Ferreira*
“Ninguém sabe quem sou eu”. Essa frase bem direta, objetiva e afirmativa é uma das mais emblemáticas de Maria Betânia, que hoje completa 80 anos. São oito décadas muito bem vividas, curtidas e carregadas de mistérios, interrogações, exclamações, interjeições, etc… etc…
Eu, um fã e admirador confesso dessa baiana arretada que não é apenas uma Diva da MPB e de todos os ritmos, digo apenas isso: e pra que saber quem você é, Betânia?
Basta você existir. Deixe que cada um a descubra do jeito que quiser… Até porque, se você é algo incompreensível, meu Deus é mais… Mistério sempre há de pintar por aí…
*Jornalista
A sinalização de que o PL poderia lançar uma candidatura própria ao Governo de Pernambuco, após reunião entre o presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto, e o dirigente estadual Anderson Ferreira, encontrou uma barreira de peso dentro do próprio partido: o senador Flávio Bolsonaro. Candidato do PL à disputa presidencial de 2026, Flávio teria deixado claro, segundo informações de bastidores, que sua preferência é pela manutenção de uma aliança com a governadora Raquel Lyra (PSD), descartando a abertura de uma nova frente de disputa no Estado.
A avaliação é de que o campo político que apoia uma eventual candidatura presidencial do PL já possui em Pernambuco uma estrutura consolidada ao redor de Raquel Lyra, reunindo lideranças como a deputada federal Clarissa Tércio, os deputados federais Mendonça Filho e Coronel Meira, além do ex-ministro Gilson Machado. O lançamento de uma candidatura própria da legenda poderia fragmentar esse grupo e enfraquecer a construção de um palanque competitivo para a eleição nacional.
Leia maisO posicionamento de Flávio Bolsonaro não chega a ser uma novidade. Reportagens publicadas anteriormente já haviam revelado anotações atribuídas ao senador nas quais Pernambuco aparecia entre os estados estratégicos para sua campanha presidencial, com Raquel Lyra apontada como principal referência local, ao lado de aliados como Mendonça Filho. O registro foi interpretado, à época, como uma demonstração clara de que o núcleo bolsonarista enxergava a governadora como o caminho mais viável para manter unido o campo conservador pernambucano.
Com isso, a tese de uma candidatura própria do PL ao Governo do Estado perde força e enfrenta resistência justamente de quem tende a ser o maior interessado na formação dos palanques estaduais da legenda em 2026. Nos bastidores, cresce a percepção de que a prioridade do partido será preservar a unidade do grupo político alinhado a Flávio Bolsonaro, evitando disputas internas que possam comprometer a estratégia nacional.
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O cenário eleitoral de Pernambuco tem produzido uma disputa digna de roteiro de novela, especialmente quando o assunto é a composição da chapa governista para o Senado. A governadora Raquel Lyra parece ocupar o papel de uma espécie de Dona Flor cercada por pretendentes políticos, todos em busca de um espaço ao seu lado na corrida de 2026.
Até aqui, a única demonstração mais clara de preferência foi em relação ao deputado federal Túlio Gadelha. Havia quem enxergasse nele uma ponte capaz de aproximar a governadora do presidente Lula, funcionando como um verdadeiro cupido político. Mas, pelo visto, após Lula cravar apoio a João Campos, ficou claro que o caso de Túlio com Lula não era amor, mas apenas amizade. Agora, neodireitista, Túlio tem buscado dialogar, cada vez mais, com setores conservadores de centro-direita e direita, movimento que não agrada aos eleitores lulistas.
Leia maisEnquanto isso, dentro do União Progressistas, trava-se uma batalha de pesos-pesados. De um lado, Miguel Coelho e, do outro, Dudu da Fonte. Um confronto político que lembra uma luta sem trégua entre Luciano Todo Duro e Evander Holyfield, com ambos buscando ocupar o espaço mais privilegiado da chapa governista.
Correndo por fora, mas igualmente atentos a qualquer oportunidade, estão o deputado Mendonça Filho e o senador Fernando Dueire. Ambos observam cada movimento da governadora, à espera de uma definição que tarda a chegar.
Nos bastidores, há quem enxergue certa crueldade na demora. A avaliação é de que Raquel Lyra assiste à disputa confortavelmente instalada na posição de quem detém a decisão final, enquanto os postulantes se desgastam em uma disputa permanente por atenção e preferência. Mas todos já perceberam que estão sendo usados ao bel-prazer ou interesse.
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Vestindo uma camiseta preta com o slogan “Brasil sem medo” e cercado por forte aparato de segurança, o senador Flávio Bolsonaro (RJ), pré-candidato à presidência da República pelo PL, apresentou nesta quinta-feira (18), em São Paulo, um plano de medidas para a segurança pública que deverão ser adotadas caso seja eleito.
É o primeiro evento do tipo feito pela pré-campanha do parlamentar, que aparece como principal nome da oposição contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas. As informações são da CNN.
Leia maisA agenda foi articulada após desgaste do caso Dark Horse, em que foram reveladas mensagens de Flávio para o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, para obter financiamento para a cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O programa é formado por 12 ações, que envolvem desde a criação de cinco novos presídios federais, a defesa da redução da maioridade penal de 18 para 16 anos e a castração química de estupradores.
Flávio fez a apresentação acompanhado do pré-candidato ao Senado e ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite (PP-SP), e do senador Sérgio Moro (PL), pré-candidato ao governo do Paraná e ex-ministro da Justiça. Ambos contribuíram na formulação das propostas.
O pré-candidato do PL prometeu declarar como organizações terroristas facções criminosas como Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital (PCC), milícias e demais grupos, a exemplo do que fez recentemente o governo Donald Trump, por meio do Departamento de Estado americano.
Flávio também prometeu criar uma “tropa de elite” das forças armadas para monitoramento das fronteiras terrestres e apertar a fiscalização do Porto de Santos.
Inspiração de El Salvador
Na área prisional, o plano prevê a criação de cinco novos presídios federais e 500 mil vagas para detentos. Inspirado no sistema prisional de El Salvador e na política linha dura do presidente do país, Nayib Bukele, o complexo será batizado de “Treva”. Além disso, o programa propõe a redução da maioridade penal de 16 para 18 anos e o fim da progressão de regime para condenados.
Flávio também prometeu implementar um sistema nacional de reconhecimento facial integrado a bancos de dados criminais, batizado de Muralha Brasileira. A ação é inspirada no programa Smart Sampa, sistema de reconhecimento facial utilizado pela Prefeitura de São Paulo, e no Muralha Paulista, do governo estadual.
Na proteção às mulheres, o plano prevê o monitoramento de agressores com tornozeleira eletrônica e o endurecimento da lei para que assassinos e agressores cumpram pena ema regime fechado. Outro ponto prevê a castração química de estupradores, medida já aprovada pela Câmara e à espera de deliberação pelo Senado.
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O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), afirmou que não pretende voltar atrás nas críticas feitas ao também pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O posicionamento ocorre após a divulgação de mensagens em que o senador aparece cobrando recursos de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
A declaração foi dada durante entrevista à rádio CBN Paraíba nesta quinta-feira (18). Na ocasião, Zema afirmou que mantém a avaliação sobre pessoas que tiveram aproximação com o banqueiro. As informações sã do g1.
Leia mais“O que eu tinha de dizer, eu já disse. Eu falo que pau que bate em Chico bate em Francisco. Na minha opinião, quem se aproximou do banqueiro bandido tem de ser visto com reservas”, afirmou Zema.
Histórico de críticas
O relacionamento entre Romeu Zema e Flávio Bolsonaro, que já foi de proximidade no campo da direita e chegou a envolver especulações sobre alianças eleitorais, se desgastou após a divulgação de mensagens e áudios que mostraram o senador pedindo recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro.
O embate público começou no dia 13 de maio, quando o ex-governador de Minas Gerais utilizou as redes sociais para criticar o senador.
“Flávio Bolsonaro, ouvir você cobrando dinheiro do Vorcaro é imperdoável. É um tapa na cara dos brasileiros de bem. Não adianta nada criticar as práticas de Lula e do PT e fazer a mesma coisa”, declarou o político na ocasião.
Três dias depois, em 16 de maio, Zema justificou a fala e disse que foi duro por ter ficado decepcionado, mas ressaltou que agiu de acordo com seus princípios. “Pra mim, agora é página virada”, disse à época.
No entanto, no dia 12 de junho, Zema voltou a criticar Flávio Bolsonaro durante uma entrevista ao canal Brasil Paralelo, no YouTube.
“Teria como eu aplaudir alguém que se aproxima do maior banqueiro bandido do Brasil? Eu acho que é difícil alguém querer aplaudir quem esteve, quem conviveu, com uma pessoa como ele”, questionou.
Repercussão política
As seguidas declarações de Zema geraram reações na família Bolsonaro. No último fim de semana, dia 15 de junho, o deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL), irmão de Flávio, publicou uma mensagem nas redes sociais em que sugeriu um “rompimento geral” com o Novo.
Relembre o caso
No dia 13 de maio, uma reportagem do “Intercept Brasil” mostrou áudios e mensagens de texto em que Flávio trata Vorcaro, dono do Banco Master, como “irmão” e pede dinheiro para financiar o filme “Dark Horse” (termo em inglês para ‘azarão’), cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Vorcaro teria pago R$ 61 milhões a Flávio. A PF investiga se os valores foram usados para bancar Eduardo Bolsonaro, outro filho de Jair, nos Estados Unidos.
No dia 15 de maio, o senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro, afirmou que não tem motivos para se justificar com ninguém.
“Não tenho que justificar nada para ninguém. Foi uma época lá atrás, quando buscava investidor. Quando o Vorcaro era uma pessoa que circulava por todas as rodas, patrocinava eventos de várias emissoras de televisão, circulava perto de autoridades. Uma pessoa que era cortejada por todo o país. Ele topou fazer um investimento privado e não tem nada além disso”, disse o senador.
Vorcaro está preso em Brasília. Ele é acusado de chefiar um esquema bilionário de fraudes financeiras que podem chegar a R$ 12 bilhões, segundo a PF.
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O cantor Gusttavo Lima cancelou, nesta quinta-feira (18), cinco apresentações que faria em Pernambuco e no Ceará. Os shows estavam previstos para ocorrer nos municípios de Surubim, Petrolina, Araripina e Carpina, além da participação na Expocrato, no Ceará. Até o momento, a equipe do artista não informou oficialmente o motivo dos cancelamentos.

Em Surubim, onde a apresentação estava marcada para esta noite, a Prefeitura já havia efetuado o pagamento contratado para o show. Segundo o prefeito Cléber Chaparral, o valor deverá ser devolvido pela equipe do cantor com a devida correção. Um comprovante de transferência no valor de R$ 1,353 milhão, em favor da empresa responsável pela apresentação, circula nas redes sociais. As prefeituras e organizadores dos demais eventos ainda não divulgaram informações sobre eventuais reembolsos ou substituições na programação.
Por Clara Oliveira – Blog da Folha
Um dia após a governadora Raquel Lyra (PSD) afirmar que nada muda na relação institucional com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), depois do mesmo divulgar um vídeo declarando apoio oficialmente ao pré-candidato ao governo João Campos (PSB), a gestora estadual reforçou elogios ao presidente e ao deputado federal Túlio Gadêlha (PSD). A declaração foi dada em entrevista à Rádio Grande Serra na manhã desta quinta-feira (18).
A iniciativa revela a tentativa de Raquel de se aproximar do eleitorado lulista e de esquerda, grupo focal do seu principal adversário.
Leia mais“Desde o primeiro momento que eu estive no governo federal com o presidente Lula, a minha para ele foi a seguinte: ‘não vamos permitir que a política eleitoral atrapalhe o que a gente pode fazer para Pernambuco’. E o presidente Lula me disse: ‘Raquel, nós iremos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para levar mais investimentos para Pernambuco’”, declarou a governadora.
O ex-prefeito do Recife João Campos possui uma chapa majoritária integralmente lulista, com a ex-deputada federal Marília Arraes (PDT) e o senador Humberto Costa (PT) como pré-candidatos ao Senado, e Carlos Costa (Republicanos) pleiteando a vaga de vice-governador.
O grupo da Frente Popular também conta com o apoio formal do Partido dos Trabalhadores e do presidente Lula, fato que distancia os eleitores de esquerda da governadora. Como estratégia política, Raquel tem buscado fortalecer em discursos a relação administrativa com o chefe do Executivo Federal.
A governante também tenta fortificar a ligação com o presidente Lula por meio de Túlio Gadêlha. O parlamentar se filiou ao Partido Social Democrático, legenda chefiada pela governadora, em abril deste ano. Além disso, Gadêlha apoiou Raquel durante o segundo turno das eleições de 2022.
“Nós vamos apresentar a nossa chapa no momento certo, mas o mais importante é termos pessoas como Túlio. E eu quero agradecer a ele a confiança, porque ele não fez o caminho mais fácil, vindo para o nosso partido e se colocando à disposição para disputar qualquer eleição, inclusive a de senador. Ele coloca o seu nome à disposição, e não é só o nome, [mas também] o que ele representa”, argumentou.
Eleição
A governadora Raquel Lyra também mencionou o processo eleitoral em curso neste ano, e enfatizou que uma eleição é fruto das entregas realizadas anteriormente. “Todo ano é político, a diferença é que esse ano tem uma eleição no meio do caminho. Porque eu aprendi em casa que uma eleição é resultado do trabalho que você fez antes”, explica.
A chefe do Executivo estadual esclareceu, ainda, que a chapa majoritária que ela encabeça será definida após o período de convenções, em agosto, mas antecipou que as articulações do grupo governista já são evidentes.
“Não terá surpresa [na chapa], porque nós representamos algo que é previsível. Não é sobre mim, é sobre Pernambuco”, concluiu.
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O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou nesta quinta-feira que vai continuar no cargo de líder do governo no Senado até decisão contrária do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O parlamentar disse que Lula falou com ele hoje para prestar solidariedade após o senador ser alvo de operação da Polícia Federal.
Wagner foi alvo de mandados de busca e apreensão que investigam suspeitas de que ele teria recebido dinheiro para favorecer os interesses do banco Master. As informações são do jornal O GLOBO.
– Eu continuo na liderança até que o presidente Lula peça que eu me retire. Não acho que ele vai fazer isso, mas se ele fizer é um direito dele. O cargo de líder do governo é do presidente da República, mas eu falei com ele hoje e ele sequer tocou nesse tema – disse em entrevista à BandNews.
Leia maisO petista também disse que vai manter a candidatura à reeleição ao Senado.
Mais cedo nesta quinta-feira, Wagner foi alvo de um mandado de busca e apreensão na nona fase da Operação Compliance Zero.
A PF apontou que Jaques Wagner foi o “beneficiário central” de “vantagens econômicas” pagas por integrantes do Banco Master. Entre esses benefícios estão pagamentos de um apartamento de R$ 2,45 milhões em Salvador, o uso de aeronaves ligadas ao Master e o ingresso para o camarote de um show internacional em Los Angeles que teria custado R$ 63,3 mil.
O ponto de conexão de Wagner com o caso Master se dá por meio do ex-sócio do banco, o empresário baiano Augusto Lima, que também foi alvo na Operação de hoje.
A PF identificou uma mensagem em que o petista envia a Lima detalhes sobre um apartamento que ele estaria interessado em adquirir em Salvador. “A unidade é a 1702 e o preço é 2,45 milhões”, escreveu ele. A mensagem é datada de novembro de 2024.
Na entrevista, Wagner disse que não recebeu dinheiro do Master.
– Nunca recebi de dinheiro de ninguém, muito menos do Master e do Augusto Lima
Ele também negou qualquer irregularidade na aquisição do apartamento:
– Sobre o apartamento, na verdade é um apartamento que está em construção. Eu tinha interesse em dar um apartamento, ajudar minha filha a comprar um apartamento desse. Como o Guga, o Augusto Lima, é um investidor, disse a ele: “pode comprar? Depois eu vou recomprar”.
Líder do governo no Senado, Wagner sempre negou ter qualquer relação com as “falcatruas” do Banco Master – como ele mesmo chamou o esquema de fraudes financeiras envolvendo a instituição financeira em fevereiro deste ano.
Em sinais de atuação a favor do Master, a PF citou que o senador do PT também teria feito lobby no governo pela aprovação da compra do Master pelo Bando de Brasília (BRB) e no Senado pela aprovação de outra emenda, conhecida como “emenda Master”, que foi apresentada pelo senador Ciro Nogueira (PI-PP) e propunha aumentar de R$ 250 mil para R$ 1 milhão a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito para investimentos em CDBs.
Wagner está na liderança do governo no Senado durante todo o terceiro mandato presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva. Nas gestões petistas passadas ele acumulou funções importantes no governo federal, como os ministérios da Casa Civil, Defesa e Relações Institucionais.
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Por Mauro Souza*
O Abu Dhabi Food Hub é um megaprojeto de infraestrutura logística dos Emirados Árabes Unidos (EAU). Trata-se de um ecossistema destinado ao comércio, processamento, armazenamento e distribuição global de produtos alimentícios, que foi concebido a partir de uma parceria entre o gigante portuário AD Ports Group e o conglomerado Ghassan Aboud Group.
Devido à necessidade dos EAU em garantir as suas rotas de suprimentos, o Abu Dhabi Food Hub tornou-se um ativo relevante para o mercado brasileiro. Em junho de 2026, deu-se a assunção da operadora portuária CLI (Corredor Logística e Infraestrutura), pelo AD Ports Group. O acordo garantiu aos árabes 100% das ações da CLI Norte (Porto de Itaqui, MA) e 80% da CLI Sul (Porto de Santos, SP).
Leia maisNasceu, de todo este processo, um dos maiores corredores logísticos do mundo: uma parcela significativa das commodities agrícolas (grãos, açúcar e proteínas) do Brasil é escoada por portos nacionais, e enviada diretamente para o Abu Dhabi Food Hub. Dali, os produtos são distribuídos para todo o Oriente Médio, Norte da África e Ásia Meridional, uma região que concentra bilhões de consumidores.
Essa conexão coloca o agronegócio e a infraestrutura logística do Brasil em um patamar estratégico sem precedentes. O país deixa de ser apenas um exportador tradicional de commodities, para se tornar um parceiro da soberania alimentar do Oriente Médio, e um elemento importante da cadeia global de valor.
Estamos frente a um redesenho do fluxo do comércio internacional do Brasil. Historicamente, o país vendia seus grãos e proteínas para intermediários internacionais, que cuidavam do frete e da distribuição. Ao adentrar no coração do Abu Dhabi Food Hub, o Brasil recebe capital estrangeiro para modernizar seus portos e ferrovias, e se torna sócio do abastecimento de uma das regiões mais ricas do planeta. É o que se chama de uma simetria estratégica.
De forma silenciosa, um outro segmento brasileiro também dá os primeiros passos rumo à proeminência. Falo do desenvolvimento e da utilização de soluções de IA regulatória. No transcorrer do processo de aquisição da CLI pelo AD Ports Group, por exemplo, a ANTAQ (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) se fez presente como o órgão regulador de Estado. As atribuições da agência iniciaram quando da análise prévia (habilitação) e do julgamento (aprovação), continuando com a fiscalização no pós-fechamento.
No Brasil, os contratos de arrendamento demandam revisões, pedidos de reequilíbrio econômico-financeiro e prorrogações antecipadas de prazo. Quando mal fundamentados ou fora dos critérios técnicos do Órgão Regulador, geram atraso e perdas financeiras vultosas.
Por mais que se discuta a desregulamentação nacional, ela leva tempo e exige negociações as mais variadas, algumas vezes envolvendo tratativas entre os Poderes Executivo e Legislativo. Por decorrência, a adoção de tecnologia de IA regulatória, por investidores internacionais, tem um papel estratégico. Este tipo de IA funciona como uma “ponte de tradução”: ela viabiliza o cruzamento de normas, consultas e decisões de Agências Reguladoras, alertando os investidores e mitigando os riscos sobre o fluxo de caixa futuro.
Existe uma startup brasileira, denominada JX, que desenvolveu uma IA regulatória de alto desempenho. A plataforma da JX centraliza, estrutura e analisa decisões, processos, normas e projetos das Agências Reguladoras. Ela possui um extrator proprietário, que coleta e mantém atualizados os documentos advindos das Agências. Esses dados são processados por um algoritmo especificamente ajustado para o domínio jurídico-regulatório brasileiro, capaz de interpretar a terminologia técnica e as nuances contextuais dos julgados e normativos.
Por intermédio de uma interface intuitiva, o usuário da plataforma submete consultas e recebe uma análise direcionada, com o resumo das respostas e a cópia integral de todas as decisões e normas que serviram de fundamentação. A plataforma da JX agiliza o acesso a documentos essenciais para a consecução de fusões e aquisições, para a análise de mercado e para a participação em consultas públicas, leilões e licitações.
A entrada em campo, de uma solução robusta de IA regulatória no mercado brasileiro, reduz os riscos dos investimentos de longo prazo, destravando a entrada de aportes bilionários provenientes de fundos soberanos e de Venture Capital.
*Engenheiro elétrico com pós-graduação em robótica e mestrado em telecomunicações.
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Uma denúncia enviada ao blog mostra o que pode ser mais uma medida do Governo Raquel Lyra para inflar números positivos artificialmente às vésperas das eleições. Uma moradora de Brejão, no Agreste, alega ter recebido pela segunda vez, agora em 2026, um título de propriedade que já era dela desde 2021, ainda na gestão do governador Paulo Câmara. O flagrante é comprovado em documentos entregues pelo Governo de Pernambuco nas duas ocasiões.
O registro mais antigo é o do Cartório Único de Brejão. O documento, emitido em 18 de novembro de 2021, comprova a posse de um terreno de 200 metros quadrados para uma dona de casa. Recentemente, porém, a moradora recebeu um novo documento, desta vez com a identidade visual da Perpart, indicando a mesma coisa. O certificado contém a assinatura da governadora Raquel Lyra (PSD) e da vice-governadora Priscila Krause (PSD).
Leia maisNo texto, o governo de Raquel se declara como responsável por uma conquista antiga, colocando-a na conta do programa Morar Bem, criado apenas em 2023. “O programa Morar Bem Pernambuco reforça o compromisso do Governo do Estado em desenvolver políticas de habitação de interesse social, visando a melhoria da qualidade de vida de todos os pernambucanos”, afirma o texto de 2026.
A denúncia reforça críticas de opositores sobre Raquel estar fazendo um governo de fachada. Sempre que participa de eventos sobre a área de habitação, a governadora diz que já entregou mais títulos de propriedade do que os repassados em oito anos do Governo Paulo Câmara. A entrega de certificados a quem já tinha a posse dos terrenos indica que os números podem ter sido inflados de forma artificial.
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Na disputa pela Presidência do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco, o engenheiro Nielsen Christianni tem conquistado ampla adesão dos profissionais ligados ao Crea-PE. Com mais de três décadas de atuação profissional e institucional, Nielsen reúne competência, força de trabalho e experiência. Participou diretamente como Superintendente Técnico da gestão do atual presidente do Crea-PE, Adriano Lucena, que implantou programas muito bem-avaliados, como o Crea Qualifica, que já levou capacitação gratuita para mais de 4 mil profissionais.
Natural de Joaquim Nabuco, Nielsen construiu sua trajetória ocupando posições estratégicas no CREA-PE e no Confea. Em 2023, foi eleito Conselheiro Federal por Pernambuco, na mesma eleição em que Adriano Lucena foi reconduzido à Presidência do CREA-PE. O mandato federal teve início em 2024, sendo atualmente licenciado para disputar a Presidência do Conselho pernambucano.
Leia maisAntes de chegar ao Confea, Nielsen atuou como Superintendente do CREA-PE, período em que participou diretamente da estruturação e execução de diversos programas que marcaram a primeira gestão de Adriano. Entre eles estão iniciativas voltadas à qualificação profissional, modernização tecnológica, fortalecimento das inspetorias regionais, ampliação da presença institucional do Conselho e valorização das entidades de classe.
Projetos como o CREA Qualifica e o CREA Desenvolve surgiram nesse contexto de aproximação do Conselho com os profissionais e de fortalecimento da capacitação técnica em Pernambuco. Nielsen também participou de ações voltadas à redução de prazos de atendimento, modernização dos serviços e ampliação da atuação institucional do CREA no interior do estado.
Já no Confea, passou a atuar em pautas de alcance nacional. Exerceu funções como Diretor de Planejamento Estratégico, Diretor Financeiro e Vice-Presidente da instituição. Nesse período, participou de iniciativas como a implantação da carteira digital profissional, simplificação de registros profissionais e de obras, ampliação de direitos para recém-formados e empresas unipessoais, fortalecimento das empresas juniores e defesa da formação presencial nas Engenharias.
Ao apresentar sua candidatura à Presidência do CREA-PE, Nielsen defende a continuidade dos avanços obtidos nos últimos anos, associada a uma nova etapa de modernização, transformação digital, fortalecimento da fiscalização, valorização profissional e ampliação dos programas de qualificação.
A proposta é dar sequência a projetos já consolidados na gestão do presidente Adriano Lucena e ampliar o protagonismo das Engenharias, Agronomia e Geociências no desenvolvimento de Pernambuco, fortalecendo a presença do Conselho junto aos profissionais e às demandas estratégicas do estado.
“Continuar avançando” tornou-se o principal conceito da candidatura, associando experiência de gestão, conhecimento do Sistema e compromisso com a evolução permanente dos serviços oferecidos aos profissionais pernambucanos.
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