Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
A corridinha diária de 9 km, hoje, em Brasília, na Asa Norte, foi no friozinho: 15 graus. A corte já esfriou bastante, já dá para desligar o ar-condicionado para dormir. Mas é um frio seco, com a umidade relativa do ar baixando muito.
Jornal Opção
Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, do jornalista Magno Martins, o ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, detalhou sua estratégia para 2026 e reiterou o tom que deve ter sua campanha ao Palácio do Planalto.
Caiado destacou resultados de sua gestão, sobretudo na segurança pública, e comentou tanto a possibilidade de composições com outros nomes da direita quanto o desafio de romper o atual cenário político polarizado.
Leia maisA aliança com Romeu Zema
Um dos pontos da entrevista foi o questionamento de Marcelo Tognozzi, jornalista do Poder360, sobre a viabilidade de uma chapa conjunta com o ex-governador mineiro Romeu Zema. Tognozzi destacou que ambos possuem gestões bem avaliadas e são “ficha limpa” e perguntou: “O que que está faltando para vocês se entenderem e montarem uma chapa para ganhar a eleição?”.
Caiado respondeu pregando cautela e respeito à autonomia partidária de Zema: “Eu tenho que respeitar um colega ex-governador que também fez uma boa gestão no seu estado e que tem um partido e como tal leva a sua candidatura à presidência da República… essa aí eu eu diria a você que esta liberdade em continuar a sua caminhada na campanha eleitoral é algo que depende muito mais de uma decisão de fórum pessoal”.
Ele revelou ainda que, em conversas privadas, o mineiro mantém sua pretensão de disputar a eleição: “Às vezes que eu tenho conversado com ele ele tem deixado claro que quer levar a sua campanha até a o final do primeiro turno… não houve nenhum avanço nesse sentido”.
A declaração de Caiado vem após o próprio Romeu Zema dizer que não descarta uma aliança com Caiado ainda no primeiro turno. Em um evento com investidores nesta terça-feira, 26, em São Paulo, o mineiro disse que pretende levar sua sua pré-candidatura e campanha “até o final”, mas que está aberto para uma composição com o ex-governador goiano.
“Me dou muito bem com o Caiado […]. Eu gosto dele. No meu governo, criamos um consórcio, com sete governadores, e me dei muito bem com todos, inclusive com o Tarcísio. Goiás e Minas são quase estados gêmeos, com uma semelhança muito grande”, disse.
No entanto, questionado se ele pode ser o vice de Caiado, Zema brincou: “Não pode ser o contrário?”.
O desafio de romper a polarização
O jornalista Euler de França Belém, editor-chefe do Jornal Opção, questionou o ex-governador sobre a dificuldade de consolidar uma alternativa ao atual cenário: “Por causa do Banco Master o pré-candidato Flávio Bolsonaro do PL caiu nas pesquisas… No entanto a polarização entre ele e o presidente Lula da Silva persiste. O que fazer para romper essa polarização?”.
Caiado enfatizou que sua principal tarefa é tornar-se conhecido nacionalmente e provar que tem experiência prática: “Eu tenho vários desafios: primeiro lugar, eu tenho que caminhar muito, trabalhar muito, dar entrevistas como esta… para poder demonstrar que não se governa aprendendo a governar na cadeira da presidência da República… se governa com experiência de resultados”.
O goiano defendeu que o eleitor buscará quem oferece soluções reais contra o crime e a corrupção: “E você vê que em toda a pesquisa quais são os dois primeiros itens que estão lá? … Violência e narcotráfico e o segundo corrupção. E o terceiro aí entra saúde. Então é isso aí, Goiás é um exemplo para dizer que esse modelo pode ser copiado para o Brasil todo”.
Segurança pública e críticas ao governo federal
Mais uma vez, como em outras entrevistas, a segurança foi apresentada como o principal trunfo de sua trajetória. Caiado disse que terá rigor absoluto contra facções criminosas se eleito presidente: “Hora que a mão pesada do Caiado chegar na presidência da República, bandido vai ver que não vai ter espaço dentro do meu governo. Eu vou fazer uma política de que não vou conviver com que bandido faccionado comande nem um metro de terra nesse território brasileiro”.
O ex-governador de Goiás também voltou a criticar presidente Lula da Silva, a quem chamou de conivente com práticas ilícitas: “Presidente Lula é corrupto na essência, na formação, na origem, no método, na maneira de governar, no dia a dia da sua vida”. Para Caiado, a centro-direita deve manter a unidade e respeitar o espólio político de Jair Bolsonaro para garantir a vitória no segundo turno em 2026.
Leia menos
A viagem de Flávio Bolsonaro (PL) ao entorno de Donald Trump tem, na avaliação de aliados e adversários, um objetivo político claro: tentar buscar a foto para mudar o foco da crise envolvendo sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro.
A estratégia é produzir imagem de força política, influência internacional e discurso ligado à segurança pública, numa tentativa de construir uma agenda positiva após o desgaste provocado pelo caso Vorcaro. As informações são do blog da Andréia Sadi.
Flávio Bolsonaro não queria que a viagem fosse dominada por perguntas sobre o banqueiro ou sobre dinheiro citado nas investigações.
O problema, porém, é que a crise não sai do radar porque seguem sem resposta perguntas centrais
A Polícia Federal quer investigar a declaração de Valdemar Costa Neto de que Flávio Bolsonaro teria ido buscar “o restante do dinheiro” na casa de Daniel Vorcaro relacionado ao filme.
A fala abriu nova frente de preocupação jurídica porque investigadores avaliam possíveis indícios de lavagem de dinheiro e corrupção passiva.
Isso porque a suspeita envolve um agente público supostamente pedindo vantagem indevida a um agente privado.
Na avaliação de investigadores, para a configuração do crime de corrupção passiva não é necessário, necessariamente, um ato formal de ofício como contrapartida diretaAgora, a PF deve tentar descobrir:
· se houve entrega de dinheiro;
· qual era a origem dos recursos;
· quem participou;
· e qual foi o destino desse dinheiro.
Depois da repercussão, Valdemar tentou fazer um “veja bem” para reduzir danos políticos internos.
O episódio ainda criou uma “crise dentro da crise” para Flávio Bolsonaro porque quem levantou publicamente essa suspeita foi justamente Valdemar Costa Neto, principal dirigente do PL.
Mas, nos bastidores, aliados de Flávio avaliam que a fala acabou ampliando o desgaste político e abrindo uma nova frente de pressão jurídica sobre o caso Vorcaro.
No Direto de Brasília, Caiado sobe o tom contra Lula, evita isolar Flávio e critica pauta da 6×1
O presidenciável e ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), subiu o tom contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante entrevista concedida ontem ao podcast Direto de Brasília, parceria entre este blog e a Folha de Pernambuco. Ao ser questionado diretamente se considera Lula corrupto, Caiado respondeu sem rodeios: “Na essência, na formação, na origem, no método, na maneira de governar, no dia a dia da sua vida”, afirmou o pessedista, que tenta se consolidar como alternativa da centro-direita para a disputa presidencial de 2026.
Ao longo da entrevista, Caiado buscou se apresentar como um nome capaz de romper a polarização entre PT e bolsonarismo, embora tenha reconhecido a força política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Você nunca viu um ex-presidente sair do poder com a capacidade de mobilização do ex-presidente Jair Bolsonaro”, declarou. O ex-governador também admitiu que nenhum nome da oposição, além de Flávio Bolsonaro (PL), possui hoje alcance nacional consolidado. “Hoje, 50% da população não me conhece”, disse, ao apostar nos debates eleitorais como fator decisivo para alterar o cenário das pesquisas.
Leia maisCaiado evitou atacar diretamente Flávio Bolsonaro no episódio envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, mas reconheceu desgaste político do senador após a revelação das mensagens e pedidos de recursos para um filme sobre Jair Bolsonaro. “Todas essas posições comprometeram enormemente a credibilidade dele”, afirmou. Apesar disso, defendeu que a crise não provoque divisão no campo da centro-direita. “O PT deseja exatamente essa queda de braço dentro da oposição”, declarou.
O ex-governador também reforçou a defesa de uma candidatura única da oposição no segundo turno e afirmou que o objetivo central da direita é derrotar Lula. Segundo ele, “aquele que atravessar terá o apoio dos demais”. Caiado ainda citou conversas com lideranças como Ciro Gomes (PDT) e mencionou articulações regionais para garantir palanques estaduais mesmo em estados onde o PSD mantém alinhamento local com o PT, caso de Pernambuco e Bahia.
A segurança pública foi o principal eixo do discurso do presidenciável. Caiado prometeu ampliar nacionalmente o modelo implantado em Goiás e direcionou atenção especial ao Nordeste. “Vou devolver o Nordeste aos nordestinos”, afirmou, ao defender combate duro ao narcotráfico e às facções criminosas. O ex-governador disse que a região vive hoje sob domínio do crime organizado e prometeu “tolerância zero” caso chegue ao Palácio do Planalto.
Ao falar sobre o Nordeste, Caiado tentou aproximar o discurso da realidade regional, citando investimentos em energia renovável, irrigação, qualificação profissional e inteligência artificial. Casado com uma baiana, o ex-governador afirmou ter “ligação histórica” com a região e prometeu políticas voltadas para geração de emprego e formação de mão de obra. Também elogiou iniciativas educacionais do Ceará e afirmou ter se inspirado em experiências do estado para implantar políticas em Goiás.
6×1 é “pauta vencida” – Durante a entrevista, Caiado também criticou a proposta de redução da jornada 6×1 defendida pelo governo Lula. Segundo ele, o debate apresentado pelo Planalto é “uma pauta vencida” e não dialoga com o novo perfil do mercado de trabalho. O presidenciável defendeu modelos mais flexíveis, baseados em produtividade e remuneração por hora trabalhada, afirmando que o jovem brasileiro “não deseja mais esse modelo rígido de trabalho”.

Flávio é recebido por Trump – O senador e pré-candidato à presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, foi recebido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ontem, na Casa Branca. A intenção do senador é usar a reunião com Trump para tentar ofuscar a crise de imagem na qual mergulhou nos últimos dias, após vir à tona sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro. O filho mais velho de Jair Bolsonaro também pretende usar a foto ao lado do presidente americano para demonstrar que tem prestígio no cenário internacional e que sua candidatura é para valer. Flávio estava acompanhado do irmão Eduardo Bolsonaro.
“Não é a porta para o céu” – O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou, ontem, que a vitaliciedade no cargo de juiz não “significa ingresso no reino dos céus”. A fala do magistrado ocorreu em sessão na Primeira Turma da Corte, durante o julgamento que acabou com a aposentadoria compulsória como maior punição a juízes. As informações foram registradas pelo portal Metrópoles. “A vitaliciedade não significa – e, definitivamente, sabemos todos – que alguém ingressará no reino dos céus de beca e de capa. Não, não ingressará nessa condição. Não será chamado de meritíssimo e, lá, a roupa não é preta: é branca, dos anjos. A vitaliciedade significa tão somente, como sabemos, que há, sim, perda do cargo”, brincou Dino.
ONU avalia Exército Brasileiro – A Organização das Nações Unidas (ONU) realizou, na última semana, uma avaliação das tropas do Exército Brasileiro para emprego nas próximas missões internacionais de paz. A ação visa a incorporar os militares brasileiros ao Sistema de Prontidão de Capacidades de Manutenção da Paz da organização. O Exército Brasileiro participa historicamente da mediação de conflitos armados, com envio de militares. De 1957 a 1967, 6.300 brasileiros reforçaram a força emergencial das Nações Unidas na região entre Sinai e Faixa de Gaza. Em 1993, foram enviados 170 para Moçambique. Já para Angola, foram mais de 3.300 militares de 1995 a 1997. No Haiti, foram 37.000 em mais de 10 anos de missão de paz.

Deputado cobra explicação sobre taxa de mortes – O deputado estadual Romero Albuquerque (PSB) cobrou explicações do Governo de Pernambuco após a divulgação do Atlas da Violência 2026. O estudo aponta que Pernambuco tem a terceira maior taxa de mortes violentas de jovens do Brasil. Enquanto o Brasil reduziu em 39% a taxa de mortes violentas de jovens entre 2014 e 2024, Pernambuco aumentou em 7,5%. Para o deputado, o resultado escancara o descompasso entre o discurso oficial e a realidade vivida pela população pernambucana. “A propaganda oficial vende redução da violência. Os dados do Ipea desmentem a propaganda. Pernambuco não está melhorando, está piorando em comparação ao restante do país. E nenhuma peça publicitária paga com dinheiro do povo apaga 1.814 vidas perdidas em um único ano”, declara o parlamentar.
CURTAS
VIOLÊNCIA – Duas cidades da Grande Recife estão entre as 20 cidades mais violentas do Brasil, segundo dados divulgados pelo Atlas da Violência 2026. O Cabo de Santo Agostinho e São Lourenço da Mata ocupam, respectivamente, a 14ª e a 16ª posições entre os municípios com maiores taxas de homicídios por 100 mil habitantes. O relatório anual é produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).
POBRE É INVISÍVEL – O presidente Lula (PT) afirmou que a população mais pobre “é tratada como invisível” e que “só na época da eleição que os pobres viram importantes”. “O Brasil é um país que já poderia estar muito melhor, mas o Brasil não fica bom porque, de vez em quando, a gente elege alguém que não tem nenhum compromisso com nada. São pessoas que exercem o mandato de presidente e estão pouco ligando para o povo pobre”, declarou.
APOSENTADORIA COMPULSÓRIA – A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, ontem, confirmar a decisão individual do ministro Flávio Dino que acabou com a aposentadoria compulsória como pena máxima a juízes condenados por faltas disciplinares graves, como venda de sentenças, corrupção, assédio sexual e moral, entre outras. O fim da aposentadoria compulsória também foi chancelado pelos ministros Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia.
Perguntar não ofende: A foto com Trump conseguiu abafar a crise do caso Dark Horse?
Leia menos
Por Edson Mota – Blog da Folha
Questionado nesta terça-feira (26), durante visita à Folha de Pernambuco, o pré-candidato ao governo de Pernambuco, João Campos (PSB), disse que se considera preparado para discutir sobre qualquer tipo de comparação entre sua gestão à frente da prefeitura do Recife com governo o de Raquel Lyra.
“Estamos prontos para comparar o que foi realizado enquanto prefeito do Recife e o que ela fez como governadora ou até mesmo como prefeita (de Caruaru), se for o caso”, frisou.
Ele afirmou, ainda, que o Estado estava em boas condições financeiras quando Raquel assumiu o governo. “Se estivesse realmente quebrado, ela não conseguiria o aval de operação de crédito. Vamos ver os balanços recentes e compará-los com os dos anos anteriores. Se você tiver o nome sujo, consegue pegar dinheiro emprestado? Não”, considerou.
Leia maisJoão disse ainda que está pronto para discutir com ela sobre o assunto. “Estou pronto para falar sobre o meu trabalho e o dela, mas não quero falar só disso. Estou principalmente disposto a falar sobre o futuro. Não falarei apenas daquilo que foi feito, embora a comparação seja muito ruim para o atual governo”, destacou.
Leia menos
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou que a viagem que fez aos Estados Unidos para se encontrar com o presidente Donald Trump teve como objetivo desviar o foco do caso Master.
Questionado se a reunião com o republicano tentou desviar a atenção da divulgação recente de conversas e áudios com Daniel Vorcaro, nos quais o parlamentar negocia repasses para custear um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, Flávio respondeu: “De forma alguma”. As informações são da CNN.
Leia maisQuando questionado pela CNN sobre o caso Master ter influenciado a viagem, o senador acrescentou que não tem mais nada a esconder e que não passa de um “desespero” do governo Lula.
“Isso é um desespero do governo Lula, eu já falei tudo que eu tinha que falar sobre esse assunto, não tenho nada a esconder. É por isso que eu insisto aqui o tempo inteiro: vamos instaurar a CPI do Banco Master. Eu desafio o governo Lula a colocar sua base para pressionar o presidente do congresso. Isso não acontece porque ele tem muito o que explicar ainda”, disse.
Além de desafiar a base do governo em apoiar a CPI do Banco Master, Flávio questionou as reuniões de Lula com Vorcaro.
“Ele que tem que explicar o que ele foi fazer em mais de sete ou oito reuniões fora da agenda não só com Vorcaro mas com Augusto Lima, da Bahia. Muita gente tá esquecendo desse nome”, relatou.
Augusto Lima é um dos sócios de Vorcaro que tem relações com integrantes do partido na Bahia. A relação começou quando o líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) comandava a Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia, em 2018.
Segundo os documentos divulgados pelo Intercept Brasil, Vorcaro repassou cerca de R$ 61 milhões entre fevereiro e maio de 2025 para financiar o projeto. No áudio obtido, Flávio relata estar que está passando por momentos de dificuldade para conseguir arcar com os custos. Augusto Lima venceu uma licitação de venda da Ebal (Empresa Baiana de Alimentos) e criou o CredCesta, um cartão de crédito consignado com juros muito abaixo do mercado e direcionado principalmente a funcionários públicos.
Com o êxito do empreendimento, o modelo do cartão foi para outros estados, onde Vorcaro viu potencial no negócio. Com essa aproximação, Augusto Lima entrou, em 2020, na sociedade do liquidado Banco Master com o CredCesta.
Lula esteve com o ex-banqueiro em dezembro de 2024, em um encontro fora da agenda oficial articulado por Guido Mantega, ex-ministro da Fazeda do governo de Dilma Rousseff (PT). No encontro, o presidente teria ouvido de Vorcaro relatos sobre a situação operacional do banco. Entretanto, conforme apurou a CNN, Lula teria dito que as questões apresentadas pelo ex-dono do Master deveriam ser direcionadas ao Banco Central.
Leia menos
O presidente da Compesa, Douglas Nóbrega, e o secretário de Recursos Hídricos e Saneamento de Pernambuco, Almir Cirilo, vistoriaram obras de esgotamento sanitário e abastecimento de água em andamento no Agreste pernambucano. Em Caruaru, a comitiva acompanhou a fase final da primeira etapa do Sistema de Esgotamento Sanitário do Alto do Moura, empreendimento que recebeu investimento de R$ 53 milhões do Governo do Estado e deve beneficiar cerca de 12 mil moradores.
Segundo a Compesa, a operação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) está prevista para começar no próximo mês. O sistema inclui duas estações elevatórias, cerca de 36 quilômetros de redes coletoras, implantação de ramais condominiais e mais de 2 mil ligações domiciliares. “Estamos chegando a uma etapa decisiva de uma obra estruturadora para Caruaru, que ampliará a cobertura de esgotamento sanitário da cidade”, afirmou Douglas Nóbrega.
A comitiva também vistoriou obras no distrito de Encruzilhada de São João, em Bezerros, onde a Compesa executa intervenções para antecipar os benefícios da Adutora do Agreste. O projeto prevê implantação de uma Estação de Tratamento de Água simplificada e assentamento de tubulações para ampliar o abastecimento da localidade. A expectativa é que aproximadamente cinco mil moradores passem a receber água tratada nas torneiras.
POR HERON CID – MAIS PB
O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), afirmou, na noite desta terça-feira (26), que o senador Flávio Bolsonaro teve sua credibilidade “comprometida” após a negociação envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro. A declaração foi durante participação no podcast Direto de Brasília, em parceria com o programa Hora H, da Rádio POP FM e da Rede Mais,
Caiado defendeu que Flávio ainda precisa se esclarecer ao seu eleitorado, mas que isso não deve permitir que o PT crie uma “queda de braço” no campo da direita brasileira. O presidenciável afirmou que não pretende alimentar conflitos internos e defendeu a manutenção da unidade entre os grupos oposicionistas, especialmente diante da disputa nacional que se aproxima.
Leia mais“Não terão nenhuma capacidade de me colocar nesse sentimento de ruptura dessa unidade que demorou muito e eu acredito que nós repetiremos aqui a mesma situação do Chile”, disse.
Ao concluir, o presidenciável afirmou que os candidatos da direita não podem estar “gladiando” e que uma unidade, especialmente no segundo turno, é fundamental. “Nós derrotaremos o PT no segundo turno e governaremos o Brasil, pode ter certeza”, complementou.
Leia menos
O deputado federal Felipe Carreras (PSB-PE) apresentou requerimento na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados para realização de uma audiência pública sobre os impactos da Medida Provisória 1357/2026, relacionada à chamada “taxa das blusinhas”, na indústria têxtil nacional e no Polo de Confecções do Agreste de Pernambuco. A proposta prevê discussão sobre as mudanças nas regras de tributação das remessas postais internacionais e os reflexos para produtores e comerciantes do setor.
Segundo o parlamentar, a audiência também vai tratar do antidumping sobre fibras e malhas de poliéster importadas, utilizadas pela cadeia produtiva da região. O debate deverá reunir representantes do Governo Federal, entidades ligadas ao comércio exterior, empresários e lideranças de municípios como Santa Cruz do Capibaribe, Toritama e Caruaru. “Estamos trabalhando há meses para defender o Polo de Confecções do Agreste, porque estamos falando de milhares de famílias que vivem da produção, da costura, do comércio e do empreendedorismo”, afirmou Felipe Carreras.
O requerimento prevê ainda a participação de representantes do setor produtivo e gestores públicos ligados ao Polo de Confecções. De acordo com o deputado, a intenção é fornecer ao Congresso Nacional informações técnicas, econômicas e sociais sobre os efeitos das mudanças tributárias e das medidas relacionadas à importação de insumos para a indústria têxtil pernambucana.
Leia menos
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta terça-feira (26) que pediu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump que as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) sejam classificadas como organizações terroristas.
A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa logo após o encontro entre os dois em Washington. O senador disse que viajou até os Estados Unidos após ser convidado para se reunir com Trump na Casa Branca. As informações são do g1.
Flávio afirmou que conversou com Trump sobre diferenças entre um eventual governo liderado por ele e a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o senador, o presidente norte-americano não declarou apoio à pré-candidatura dele.
Leia maisO parlamentar disse ainda que discutiu com Trump temas como segurança pública, tarifas e terras raras.
“Pedi enfaticamente ao presidente Trump que designe o quanto antes o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras”, afirmou.
Segundo Flávio, Trump respondeu que irá analisar a classificação das facções brasileiras como grupos terroristas.
O senador também afirmou que prometeu a Trump incluir o Brasil no Escudo das Américas caso seja eleito. A coalizão, criada pelos EUA com países latino-americanos, tem como foco o combate ao crime organizado e a interferências estrangeiras.
Ainda segundo Flávio, Trump também perguntou sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, atitude que ele classificou como um “gesto humano”. O parlamentar afirmou ainda ter recebido do presidente americano uma “challenge coin”, uma espécie de moeda militar comemorativa.
Flávio chegou aos EUA na segunda-feira (25). A viagem foi articulada por Eduardo Bolsonaro junto à ala ideológica do governo Trump.
Segundo o blog do Valdo Cruz, Flávio pretendia abordar dois assuntos com Trump: a classificação de facções como organizações terroristas e a garantia plena da liberdade de expressão nas redes sociais no Brasil, uma bandeira comum entre os dois.
Apesar de Flávio afirmar que a comitiva ficou por cerca de uma hora e meia na Casa Branca e passou bastante tempo reunida com Trump, fontes relataram que o encontro entre os dois foi rápido.
Membros da comitiva disseram ao g1 que entregaram documentos a assessores da Casa Branca. Na sequência, Flávio, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo entraram no Salão Oval apenas para tirar uma foto com o presidente norte-americano.
Uma outra fonte relatou que Trump não chegou a se levantar para receber os brasileiros.
Com o encontro, Flávio Bolsonaro tentou desviar o foco da agenda negativa que atingiu a campanha nas últimas semanas, segundo o blog do Valdo Cruz.
A divulgação da proximidade do senador com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, afetou as intenções de voto de Flávio, de acordo com a mais recente pesquisa Datafolha.
Nas simulações de primeiro turno, o senador recuou de 35% para 31%, uma queda de quatro pontos percentuais. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, oscilou de 38% para 40%. Com isso, a diferença entre os dois passou de três para nove pontos percentuais.
Nas simulações de segundo turno, Lula e Flávio apareciam empatados com 45%. Na pesquisa mais recente, o petista foi a 47%, enquanto o senador recuou para 43%, abrindo uma vantagem de quatro pontos percentuais.
Leia menos
O pré-candidato a presidente pelo PSD, Ronaldo Caiado, tem levantado a bandeira da segurança pública em todos os seus pronunciamentos. Destacando os resultados de sua gestão à frente do Governo de Goiás por dois mandatos, ele promete expandir os dados para o país, com tolerância zero para a criminalidade. Em especial, promete transformar a realidade do Nordeste, onde muitos estados e municípios lideram índices de violência.
“Na hora que a mão pesada do Ronaldo Caiado chegar à Presidência da República, bandido vai ver que não vai ter espaço no meu governo. Vou alforriar os nordestinos, que não ficarão submetidos à truculência do narcotráfico. É a região que mais tem sofrido no país. Em nenhuma região o narcotráfico proliferou tanto no Brasil quanto no Nordeste. Podem ter certeza e acreditar. Comigo no governo, vocês vão poder viver em paz. Vou devolver o Nordeste aos nordestinos”, afirmou Caiado, em entrevista ao podcast Direto de Brasília, apresentado por este blogueiro.
Casado com uma baiana, o ex-governador de Goiás afirmou ter uma forte ligação com o Nordeste e planeja buscar as potencialidades da região para promover o desenvolvimento. “Ninguém vai competir com o Nordeste do ponto de vista de geração de energia fotovoltaica e eólica. Mas, junto a isso, tem que beneficiar a área irrigada, ampliar as opções de emprego, dar perspectiva para os jovens poderem desenvolver cada vez mais a área da tecnologia, da inteligência artificial, da pesquisa. É o que a juventude deseja, e onde temos uma riqueza na produção. O Nordeste todo cresce, e o que falta é a preparação de mão de obra, são políticas emancipadoras, cursos profissionalizantes. Isso é o que sei fazer. Como fiz no Nordeste goiano, farei no Nordeste brasileiro”, reforçou Caiado.
O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), tem evitado comentar os esclarecimentos do senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre os contatos com o banqueiro Daniel Vorcaro. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o pessedista afirmou que a avaliação que lhe cabe fazer é dentro das pesquisas de opinião, onde o liberal sofreu queda, mas as intenções de voto não se refletiram para os demais nomes da oposição.
“Caberá ao senador prestar todos os esclarecimentos à população brasileira, a seus eleitores. Isso é responsabilidade do candidato, se apresentar e trazer seus argumentos. Para tal, ele realmente está tentando se explicar. Se realmente a população vai absorver os argumentos ou não, isso vai depender do que as pesquisas vão detectar. O que posso dizer é que nunca fiz política com oportunismo”, afirmou Caiado.
Leia mais“Entendo que este momento é de termos habilidade política no sentido de chegarmos ao segundo turno sem fragilizar o acordo que temos na centro-direita, de estarmos unidos para derrotar o presidente Lula (PT). Esse é o objetivo principal. Aqueles que tenham problemas de ordem pessoal, cabe a cada um dar suas explicações, mas isso jamais poderá fragilizar o nosso ponto de concordância. Aquele que passar para o segundo turno terá apoio de todos nós para derrotar aquele que está no comando do país há 20 anos, em que só progrediu a corrupção, tanto no Banco Master quanto no assalto aos aposentados, petrolão, mensalão, aquele que roubou o futuro dos jovens do nosso país”, disparou o ex-governador.
Sobre captar os votos perdidos por Flávio, Caiado acredita que ainda não é o tempo dessa “migração”, que só deverá ocorrer no segundo semestre. “Sem dúvida, as pesquisas sofreram pouca alteração do que víamos em relação às anteriores. Acredito que refletirá mais nos debates que virão”, observou. “A população ainda não se engajou na campanha. Talvez só depois da Copa do Mundo ela volte as atenções para a política nacional. Aí sim eles irão formando a opinião que será vencedora. Espero poder chegar ao segundo turno e levar uma condição de um ponto de concordância em torno da centro-direita para batermos o Lula”, concluiu.
Leia menos
