Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
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O debate entre os candidatos à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT), na Band, está marcado para às 20h. A transmissão será realizada ao vivo na Band TV (Tribuna PE, canal 4), BandNews TV, nas rádios BandNews FM e Bandeirantes, no canal do YouTube de Band Jornalismo, no www.Band.com.br e no Bandplay. Clique no link abaixo e confira ao vivo, a partir das 20h.
Apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se reúnem neste domingo (18) em frente à sede da Band para acompanhar o debate presidencial entre os dois candidatos. Grades foram instaladas no local para separar os grupos. Os simpatizantes de Lula ficaram à esquerda, enquanto os apoiadores de Flávio se concentraram à direita. As informações são do Poder360 e o vídeo é da Band.
O encontro dos apoiadores se dá a uma semana do 2º turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro. Lula e Flávio participam do debate promovido pela Band na reta final da campanha. Veja fotos dos apoiadores em frente à emissora:


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) concentram suas agendas na reta final de preparação para o primeiro debate do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, promovido pela Band em conjunto com um pool de veículos. O encontro ao vivo ocorre neste domingo (18), a partir das 20h, nos estúdios da emissora em São Paulo. As informações são do portal da Band.
Concentrado em Brasília, o presidente Lula dedicou o fim de semana a reuniões com ministros, coordenadores de campanha e auxiliares para definir as diretrizes do enfrentamento. A equipe governista aposta em uma linha propositiva, com foco na defesa das entregas recentes da atual gestão e na projeção de propostas para um eventual novo mandato, priorizando o debate sobre o presente e o futuro do país.
Por sua vez, o senador Flávio Bolsonaro passou por compromissos de campanha em capitais das regiões Sudeste e Nordeste antes de retornar a São Paulo para os ajustes finais com sua equipe estratégica. A ordem no QG do candidato do PL é intensificar as críticas à condução econômica do atual governo e priorizar propostas para setores cruciais como segurança pública, saúde e economia.
Os organizadores e analistas políticos destacam que o formato de segundo turno, com apenas dois candidatos frente a frente no estúdio, eleva o peso estratégico do confronto na tomada de decisão dos eleitores indecisos a poucos dias da votação.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) participam do debate da TV Band neste domingo (18), a partir das 20h. Este será o primeiro confronto direto entre os candidatos na campanha presidencial. O debate tem transmissão ao vivo acessível pelo celular em diferentes plataformas digitais gratuitas. Com informações da Band e do jornal O Globo.
O segundo e último debate será promovido pela Globo na próxima sexta-feira (23), dois dias antes das eleições, marcadas para domingo (25).
Leia maisO debate será dividido em três blocos. Veja como vai funcionar:
Como assistir ao debate da Band ao vivo
O debate da Band acontece nos estúdios da Band em São Paulo. Além da transmissão ao vivo na própria emissora, o debate terá transmissão também no Estadão, na Jovem Pan, TV Gazeta e TV Cultura. Quem estiver fora de casa ou preferir acompanhar pelo smartphone pode escolher entre o app Bandplay, o portal www.band.com.br, o canal Band Jornalismo no YouTube e os aplicativos das rádios Bandeirantes e BandNews FM. Nenhuma dessas opções exige assinatura paga.
O segundo e último debate previsto é o da Globo, marcado para 23 de outubro.
Que horas é o debate entre Lula e Flávio?
O debate presidencial está marcado para as 20h. No encontro, Lula e Flávio vão se enfrentar diretamente, fazendo perguntas ao adversário, serão 15 minutos para cada candidato administrar como achar melhor. Jornalistas e os apresentadores Adriana Araújo e Eduardo Oinegue também farão perguntas.
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Por Juliana Dal Piva e Flávio VM Costa – do ICL Notícias
Daniel Vorcaro, dono do Master, e Ana Matos, responsável pelo marketing do banco, exigiram da cúpula da CNN Brasil que combinasse perguntas de uma entrevista que beneficiasse o Master em abril de 2025. Nas trocas de mensagens, obtidas pelo ICL Notícias, os dois relatam também que o Banco Master pagava R$ 10 milhões por ano à CNN Brasil em publicidade. Ambos comentam sobre os constantes pedidos de dinheiro do Master feitos pelos executivos do canal. “A CNN me parece outro saco sem fundo de querer grana. Kk”, afirmou Matos.
As conversas entre a executiva de marketing do Master e Vorcaro mostram também que houve um pedido de R$ 4 milhões, a título de patrocínio para o evento “CNN Talks”, e que o banqueiro fez aportes para ser sócio do canal CNN Money.
Leia maisProcurada, a CNN disse que Daniel Vorcaro “nunca foi sócio da CNN Brasil ou do CNN Money. A emissora tem um único controlador, Rubens Menin. O Banco Master foi anunciante da CNN Brasil, com entregas de mídia convencionais nos intervalos comerciais e nas plataformas digitais. Os valores dos contratos comerciais são protegidos por cláusulas de confidencialidade, política aplicada a todos os anunciantes”. A emissora ainda afirmou que “reitera seu compromisso com a independência editorial, a transparência e os princípios éticos que orientam sua atuação jornalística, mantendo a clara separação entre suas áreas comercial e editorial”.
Em uma das mensagens, a responsável pelo marketing do Banco Master relata, em outubro de 2024, que o Master já tinha feito o “primeiro aporte como acionista”.

“Tudo combinado. 100%”
Em 3 de abril de 2025, seis dias depois do anúncio da compra de 58% do Master pelo BRB, o banco público do Distrito Federal, Vorcaro conversa com Ana Matos sobre reportagens e postagens que falavam de modo negativo sobre o negócio. A operação era criticada por concorrentes e analistas, e o banco tinha acabado de divulgar seu balanço.
No início da manhã daquele dia, às 7h26, Vorcaro escreveu à executiva: “Ana, falei c joao, acho que tenho que ir cnn falar do balanco e operacao”. Seria uma menção a João Camargo era, à época presidente do conselho da CNN Brasil. Ana respondeu que Camargo também tinha ligado para ela e informado que a entrevista poderia ocorrer às 18h. Vorcaro questionou: “O que acha”. [A reportagem manteve a grafia das mensagens].
Ana Matos defendeu que ele deveria ir. “Eu respondi que ele tem que combinar com a gente antes as perguntas do Naka. Todas. Antes”, escreveu. “A gente dizer o que queremos falar. Tudo combinado. 100%. Eu vou com vc.” Naka é uma menção ao jornalista Fernando Nakagawa que chefiava a editoria de Economia da CNN Brasil e comentava todos os programas da casa, naquela época. Logo depois, Ana Matos ponderou: “Ainda assim temos que pensar que o João eh amigo de todo mundo. Sempre tem 2 agendas.”
João Camargo, então presidente executivo do Conselho da CNN Brasil, deixaria o canal em agosto de 2025, depois de romper com Rubens Menin, sócio-controlador.

Nos diálogos, nota-se que Vorcaro temia ficar exposto e, por isso, decide que quem iria em seu lugar era Paulo Gala, economista-chefe do banco. “O paulo falaria sobre balanço? Gala. Treinamos ele”, escreveu Vorcaro. Ana confirmou que Gala estaria preparado e disse ter feito “um vídeo básico com ele treinando”, um media training sem as “cascas de banana”. Às 11h55, Vorcaro decidiu: “Vou deixar o paulo entrar. Mesmo. Ta muita batida em mim. Vamos deixar poeira abaixar na semana que vem eu entro”. Passado algum tempo, Ana Matos confirma para Vorcaro às 13h04: “Paulo Gala hoje cnn”.
A entrevista de Fernando Nakagawa com Paulo Gala foi feita ao vivo no CNN Money às 18h e, depois, o site da CNN publicou a matéria “Venda para BRB beneficia ambas as partes, diz economista-chefe do Master”, com falas de Gala. “Para o BRB me parece que faz bastante sentido, porque é um banco que tem acesso a fundo mais barato”, disse ele. Gala também defendeu o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) como “o grande instrumento de fomento de crédito no Brasil”. No restante das mensagens entre Ana Matos e Vorcaro não está registrada as perguntas que seriam combinadas. O ICL Notícias procurou João Camargo, mas ele não respondeu.
Procurado Fernando Nakagawa informou que conduziu “a entrevista normalmente sobre o factual, que era o resultado do Master e a intenção de compra do BRB. Não lembro de nenhuma interferência na pauta, como a imposição de perguntas. Tanto que abordo temas não confortáveis ao Master, como a sustentabilidade da oferta de CDBs com 140% do CDI, se o banco estava dando lucro por que era tão importante procurar um sócio e sobre as críticas do uso do FGC e se o Master topava mudar a maneira de usar o FGC”. Nakagawa disse que “desconhecia temas relacionados à área comercial ou assuntos societários relacionados à empresa”.
O Banco Central (BC) rejeitou em setembro de 2025 a compra do Banco Master pelo BRB. e, em novembro daquele ano, decretou a liquidação extrajudicial do Master.
Na véspera da entrevista, em 31 de março, Ana tinha escrito a Vorcaro: “Levantei todos os pontos positivos do balanço para o João Camargo, para veicular amanhã na CNN money”. Alguns dias depois, Gala voltou à CNN. Em 14 de abril de 2025, Ana Matos escreveu a Vorcaro que tinha conseguido a entrada do economista na pauta: “Eu pedi essa entrada hoje na pauta. Paulo seguiu meu briefing. Defendeu CDB via segurança do FGC, e abordou concentração que eh nossa pauta contínua” (sic).

“To entrando na CNN com o Rubens Menin”
Em 18 de setembro de 2024, Ana Matos e Vorcaro discutem o lançamento do CNN Money. Ana encaminha o release e Vorcaro responde: “Ana, na verdade guarda isso com voce mas to entrando na cnn com o rubens menin.” (sic) Rubens Menin é o controlador da CNN Brasil.
O banqueiro ainda completa: “Mas cnn precisa aprovar. E eu entrar no conselho”. Sobre o novo canal, disse: “Pq esse canal sera conteudo escolhido por nos. Vc participando do editorial. Do conselho editorial de tudo.”

Em 26 de setembro de 2024, Ana escreve a Vorcaro que está na CNN e fala da proposta para o lançamento do CNN Money, o novo canal de economia da emissora. O Master poderia entrar como “sócio fundador”, com a marca “cobranded com CNN” em mídia, eventos e outdoors. “Para isso eles pedem 12mm por 12 meses”, escreveu ela.
Ela, porém, sugere outra negociação: “Nós já temos 10mm com eles/ano em CNN News. Eu renovo com eles esse valor pra CNN Money. Faria essa cota fundador Money exclusiva banco master.” E acrescentou: “Faria uma black list de quem não pode patrocinar. Colocaria alguém – pode ser eu – para entender conteúdo editorial do canal pra ver nossos interesses.” Vorcaro respondeu: “Concordo com tudo”.
Em 16 de outubro, escreveu que o vice-presidente da CNN, Cris Moreira, dizia que o banco já tinha feito “um primeiro aporte como acionistas”. No entanto, no dia anterior, 15 de outubro, Vorcaro avisou que estava repensando o negócio. “Cnn deu um ruido grande. Nao gostei postura joao. Estou avaliando o que fazer.” O banqueiro, porém, não deixa claro o motivo e o restante das mensagens não confirma como a negociação foi finalizada.
O canal foi lançado em 4 de novembro de 2024, na Casa Fasano, em São Paulo. A participação do Banco Master de Daniel Vorcaro como um dos seis cotistas-fundadores do CNN Money foi revelada pela revista Fórum, na manhã deste domingo (18). Os outros cinco eram Itaú Personnalité, Banco Inter, Qualcomm, Claro e Ambipar., esta última também investigada pela Polícia Federal por suspeita de participação nas fraudes financeiras do Banco Master.

Master pagou R$ 1 milhão pelo CNN Talks
As conversas entre Ana Matos e Daniel Vorcaro mostram que o Master patrocinou um evento da CNN Brasil.
No dia 19 de agosto de 2024, Ana Matos envia mensagem para Vorcaro sobre patrocínio e possível participação no CNN Talks, braço de eventos da emissora. O evento que aconteceria dali a dez dias reuniu “autoridades e empresários para falar sobre os desafios e as oportunidades para o crescimento da Indústria no país na visão do setor privado.”
O pedido de dinheiro foi feito por João Camargo, então presidente executivo do Conselho da CNN Brasil. O valor do patrocínio assustou a executiva de marketing e o banqueiro: R$ 4 milhões de reais.
“Eles me mandaram 4mm de patrocínio. Com a mensagem: Ana, consegue chegar em 4K? Achei muito. Ele me disse que tem o canal CNN Money vindo. Esse valor já não poderia estar dentro desse fee de patrocínio, que será $$$?”, afirmou Ana.
“Que isso”, respondeu Vorcaro.
“Muita grana”, disse Ana.
“Negocia aí”, pediu o banqueiro.
Logo depois, Ana Matos avisava que tinha fechado o patrocínio por um valor menor, R$ 1 milhão.
“Oi. Fechei 1mm com a CNN. Não sei se eles vão ligar pra vc, mas tá fechado com o VP do João. Foi tudo bem”.

A participação de Daniel Vorcaro foi posteriormente cancelada depois que o banqueiro descobriu que o presidente do Bradesco, Marcelo de Araújo Noronha, não participaria da mesa junto com ele.
Os constantes pedidos de dinheiro feito por executivos da CNN Brasil eram temas de comentários frequentes nos diálogos entre a superintendente de marketing do Master e seu chefe. No dia 29 de setembro de 2024, ela afirmou que a CNN “me parece outro saco sem fundo de querer grana. Kk”
Dois dias depois, dia 1º de outubro de 2024, Ana escreveu a Vorcaro: “Oi. Eu vou estar num eve to agora q estará Joao e Cris Moreira do comercial CNN. Eles falaram sabre mais grana com vc esses dias? Porque eu disse que nao haveria dinheiro novo como patrocinadores. Que eu redirecionaria o valor que já temos mês com eles” [a reportagem mantever a redação das mensagens da maneira que elas foram escritas].
“Não to sabendo”, respondeu Vorcaro.
“Tabom. Só pra estarmos alinhados porque eu não disse que nosso investimento permaneceria o que já temos. 10mm ano. Ao invés de CNN News vou direcionar pra Money”, explicou Ana Matos, citando o valor de R$ 10 milhões que o Master aplicou para se tornar cotista-fundador do canal CNN Money.
Ana Matos deixou o Master em dezembro de 2025. Daniel Vorcaro está preso desde o último mês de março, em Brasília. Ele já tentou por três vezes, sem sucesso, selar um acordo de delação premiada com as autoridades.
Nota da CNN Brasil
A CNN Brasil esclarece que Daniel Vorcaro nunca foi sócio da CNN Brasil ou do CNN Money. A emissora tem um único controlador, Rubens Menin. O Banco Master foi anunciante da CNN Brasil, com entregas de mídia convencionais nos intervalos comerciais e nas plataformas digitais. Os valores dos contratos comerciais são protegidos por cláusulas de confidencialidade, política aplicada a todos os anunciantes.
Vorcaro nunca concedeu entrevista à CNN Brasil ou ao CNN Money fora do CNN Talks – produto comercial, organizado desde sua criação pelo departamento comercial da emissora. Seus painéis são construídos em conjunto com as marcas parceiras e identificados ao público como conteúdo patrocinado. A redação não participa da concepção desses eventos e realiza apenas a cobertura jornalística. Os executivos que estavam à frente da CNN Brasil e de sua área comercial durante o período em que o Banco Master foi anunciante deixaram a empresa em agosto de 2025, meses antes da prisão de Daniel Vorcaro e da liquidação do banco.
A atual gestão mantém e fortalece a separação entre as áreas comercial e editorial, portanto, anunciantes não interferem nas decisões editoriais da CNN Brasil. Desde a liquidação do Banco Master, em novembro de 2025, a emissora vem realizando cobertura jornalística contínua sobre o caso e seus desdobramentos.
A CNN Brasil reitera seu compromisso com a independência editorial, a transparência e os princípios éticos que orientam sua atuação jornalística, mantendo a clara separação entre suas áreas comercial e editorial.
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A presença de atiradores de elite da Polícia Militar no alto de edifícios durante o ato de Flávio Bolsonaro (PL) na Avenida Paulista, neste domingo (18), chamou atenção de apoiadores e repercutiu nas redes sociais. Os snipers puderam ser vistos posicionados em edifícios como o Brazilian Financial Center, no número 1.374 da avenida.
Segundo a Polícia Militar, a presença dos atiradores de elite teria sido uma “medida protocolar e preventiva, adotada conforme diretrizes internacionais de segurança”. De acordo com a corporação, o evento contou com a participação de autoridades do Executivo e do Legislativo, “o que justifica a adoção de protocolos rigorosos”.
Batizado de “Bloco 22”, o evento reuniu apoiadores da candidatura bolsonarista, como Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito Ricardo Nunes (MDB) e os senadores eleitos Guilherme Derrite (PP-SP) e Deltan Dallagnol (Novo-PR). As informações são do jornal O Globo.
O Rio de Janeiro tem dois atos em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste domingo (18), a uma semana do segundo turno das eleições presidenciais. Pela manhã, estudantes, movimentos sociais e apoiadores do presidente se reuniram na região da Candelária, no Centro. Para a tarde, está prevista uma manifestação com apresentações musicais em Copacabana, na Zona Sul.
O segundo ato, chamado de Ato Musical pela Democracia, estava marcado para as 16h, no Posto 5 da Praia de Copacabana. A mobilização foi convocada pelo cantor Caetano Veloso e pelo movimento 342 Artes, com participação de artistas de diferentes gêneros musicais. Com informações do g1 e vídeo da Mídia Ninja.
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A concentração começou por volta das 14h. Entre os nomes anunciados estão Djavan, Simone, Marina Sena, Chico César, João Bosco, Frejat, Fernanda Abreu, Ivan Lins, Rubel, Duda Beat e Xamã.
Por volta de 16h15, o ato musical começou, com a abertura de Edu Krieguer. Em seguida, a atriz e cantora Sophie Charlotte cantou Dê um role, música lançada por Gal Costa em 1971.
A manifestação ocorre em meio à mobilização de apoiadores de Lula na reta final da campanha eleitoral. O presidente disputa o segundo turno com Flávio Bolsonaro (PL), marcado para o próximo domingo (25).
Ato estudantil
Pela manhã, a região da Candelária recebeu uma manifestação organizada por estudantes e movimentos sociais, com apoio de partidos políticos e representantes de blocos de carnaval. A concentração começou por volta das 10h na Igreja da Candelária e às 11h começou a caminhar até a Cinelândia, onde a multidão se dispersou.
O cantor Chico Buarque participou do ato: “Vamos juntos contra a ignorância, contra a truculência, contra a subserviência. Viva a juventude, viva a democracia. Viva o presidente Lula”, declarou em cima do carro de som.

Do Metrópoles
A manifestação convocada pelo candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) reuniu 71,9 mil pessoas na Avenida Paulista, região central de São Paulo, neste domingo (18).
A contagem do público é realizada pelo Monitor do Debate Político, grupo de pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) e do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) com a ONG More in Common. Bolsonaristas ouvidos pelo Metrópoles durante a manifestação avaliaram que o público ficou abaixo do esperado, embora o PL tenha projetado oficialmente 20 mil manifestantes.
O ato foi convocado em resposta à caminhada promovida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na mesma avenida há uma semana. O Partido dos Trabalhadores vetou a contagem de público do Monitor do Debate Político na ocasião, mas a campanha petista afirmou que 1 milhão de apoiadores estiveram na Paulista no último domingo (11).
Considerando a margem de erro de 12%, o cálculo do monitor indica que havia entre 63,3 mil e 80,5 mil participantes na paulista neste domingo, durante o horário de pico, às 12h20. O cálculo é feito a partir de fotografias tiradas com drones e analisadas por inteligência artificial.
Manifestantes que participaram do ato convocado pelo candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pediram um ataque nuclear do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Brasil. “Trump, jogue uma bomba nuclear no Brasil” (“Trump nuke Brazil”, na tradução livre), escreveram os bolsonaristas em um míssil inflável carregado pela Avenida Paulista neste domingo (18). As informações são do Metrópoles e da Carta Capital.
Durante o ato, apoiadores também exibiram bandeiras dos Estados Unidos e de Israel, embora a organização do evento tenha pedido para que os símbolos de países estrangeiros fossem evitados. “Hoje é a nação brasileira, queria pedir para que bandeiras de outros países fossem recolhidas”, disse um dos organizadores, ao microfone, no carro de som que logo depois foi ocupado por Flávio.
Mesmo assim, diversas bandeiras e símbolos dos países aliados da extrema-direita foram vistos na manifestação. Houve também registros de bolsonaristas usando o boné MAGA, símbolo de Donald Trump: Make America Great Again (faça a América grande novamente).

O ato de Flávio Bolsonaro na Avenida Paulista contou com as presenças do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, o ex-coach Pablo Marçal, além de Nikolas.
Do Metrópoles
Apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reúnem na manhã deste domingo (18) para um ato em defesa da reeleição do petista, às vésperas do segundo turno das Eleições de 2026, na Praça do Museu Nacional da República, em Brasília (DF).
Nomeada como “Ato da virada”, a iniciativa reúne apoiadores da esquerda no Distrito Federal em um momento de intensificação de apoio a Lula para a etapa decisiva da disputa presidencial. No primeiro turno, o petista registrou 45% dos votos válidos contra aproximadamente 47% do senador Flávio Bolsonaro (PL).
Leia maisO encontro também ocorre em meio à campanha de Leandro Grass (PT) ao Governo do Distrito Federal (GDF). Ele participou do ato e afirmou que “a juventude, as famílias e a o povo está nas ruas defendendo direitos”. No segundo turno, o candidato disputa o comando da capital contra a atual governadora, Celina Leão (PP), que tenta a reeleição.
Após a concentração, no Museu da República, os manifestantes caminharam até o Congresso Nacional. Já no começo da tarde, por volta das 13h, uma rápida chuva atingiu a região onde os manifestantes se concentravam. No momento, a banda brasiliense Natiruts animava o público com a famosa canção “Eu quero ser feliz também”.
O ato contou com a participação de parlamentares do DF já eleitos nessas eleições, como Fábio Felix (PSol), Max Maciel (PSol), Keka Bagno (PSol), Chico Vigilante (PT) e Ricardo Vale (PT).
A concentração acontece dias após os apoiadores do atual presidente realizarem um ato político, na terça-feira (13/10). Com o lema “Bolsonaro nunca mais”, estudantes da Universidade de Brasília (UnB) e outros manifestantes se reuniram para protestar contra a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República e defender a “soberania e a reeleição de Lula”.
Naquela ocasião, participantes cantaram “Olê, olê, olá, Lula, Lula” e entoaram palavras de ordem contra a escala 6 x 1. “Trabalhador, presta atenção: a escala 6 x 1 só é boa para o patrão”, cantou o grupo.
Além da escala 6 x 1, o combate ao fascismo, a defesa da soberania nacional, da democracia e da universidade pública estavam entre as pautas apresentadas pelos manifestantes. A mobilização foi convocada pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UnB e pela União Nacional dos Estudantes (UNE).
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Uma nova pesquisa para o segundo turno do Governo do Distrito Federal realizada pelo Instituto Gazeta de Pesquisas (Igape) e divulgada neste domingo (18) aponta que Celina Leão (PP) lidera as intenções de voto na capital federal.
No cenário de votos válidos, Celina aparece com 60,7% das intenções de votos válidos, enquanto Grass tem 39,3%. Os votos válidos excluem brancos, nulos e indecisos.
A pesquisa foi encomendada pela TV Atual, afiliada à Record News e ouviu 1.200 pessoas nos dias 16 e 17 de outubro. A margem de erro indicada é de 2,8 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número DF-08796/2026. As informações são do Metrópoles.
Por Lauro Jardim
Do jornal O Globo
Entre os aliados mais próximos de Flávio Bolsonaro há dois grupos divididos em relação à possibilidade de Jair Bolsonaro ser solto em novembro — se o julgamento da revisão criminal do ex-presidente for mesmo pautado por Nunes Marques e o plenário assim decidir.
Na hipótese de vitória de Flávio, seus apoiadores mais moderados avaliam que Bolsonaro livre tem o potencial de prejudicar a transição de governo, monopolizando as atenções e nublando a autoridade e as ações iniciais do presidente eleito.
Já os bolsonaristas raiz não querem nem saber deste tipo de preocupação.
