Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
O ator, produtor musical e cerimonialista do serviço público Pedro de Souza morreu nesta quinta-feira (1º), no Recife, de causas naturais. Ao longo da carreira, atuou por mais de duas décadas na Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, no papel do apóstolo Pedro, e também integrou o Teatro de Amadores de Pernambuco. Desde 2013, trabalhava como produtor musical do Quinteto Violado. O local do velório e do sepultamento ainda não foi definido pela família.
Por Antonio Magalhães*
“Devemos estar prontos para usar trapaça, fraude, violação da lei e mentira [….] Podemos e devemos escrever em uma linguagem que semeie entre as massas ódio, repulsa e desprezo por aqueles que discordam de nós”.
Não, leitor, esta proposta não é do campo político que controla hoje o governo. E ela não é vanguardista como a esquerda nacional imagina. Ao contrário, ela é, na verdade, antiga e ultrapassada. O autor da orientação é o político russo Vladimir Lênin (1870-1924), ideólogo e comandante da revolução soviética de 1917. Depois de 70 anos de comunismo na Rússia e na Europa Oriental, não sobrou nada de concreto do que ele pregava. Foram extintas as violentas e assassinas ditaduras que vigoraram na região e restou um saldo de miséria econômica.
Mas a ideologia, como um zumbi, não desapareceu. Ela se transformou, com os mesmos propósitos, em algo mais difícil de se detectar, misturando-se em meio a setores da sociedade, escolas, universidades, mundo das artes, na Justiça, em lugares onde é muito difícil prevalecer decisões para mudanças por votos populares, como partidos, Legislativo e Executivo
A eleição deste domingo é o pequeno espaço político em que o cidadão de bem pode agir para promover mudanças. Neste domingo, 4 de outubro, 158,7 milhões de eleitores brasileiros vão decidir, pelo voto ou pela ausência, o futuro do Brasil para os próximos quatro anos e muito mais à frente. Num país solidamente democrático, uma eleição seria apenas uma eleição, com votantes, candidatos, votos contabilizados e consagração dos eleitos. Mas esse não é o caso brasileiro.
Em 2022, os tribunais Eleitoral e Supremo semearam armadilhas tidas como legais para suprimir a vontade popular. Foram feitas intervenções contrárias à propaganda do candidato adversário do consórcio da época – STF/TSE/PT e velha imprensa -, beneficiando quem deixou a cadeia, depois de condenado em três instâncias por corrupção e lavagem de dinheiro, para ser eleito ao cargo máximo da Nação.
Agora, neste pleito de 2026, mudou a forma de agir de quem não deseja deixar o poder. Sem tanta força na justiça eleitoral como antes, o grupo empoleirado nas altas esferas dos Três Poderes criam artifícios para neutralizar ilegalmente a candidatura oposicionista. Inclusive alertando para uma suposta intervenção estrangeira no pleito ou apelando com falsas promessas em situações variadas. Como a proposta de aumento no subsídio da Bolsa-Família para depois da eleição, numa esdrúxula compra fiada de votos. Ou a entrega a um custo alto de canetas emagrecedoras pelo SUS, quando o sistema sofre para ter medicamentos básicos.
Entrou também no cardápio de medidas eleitoreiras a suspensão das loterias online legais, as Bets. Aprovadas pelo próprio governo, o presidente decidiu cancelar as autorizações sob o argumento que estava endividando famílias. A enganação foi por meio de uma Medida Provisória do governo enviada ao Congresso para ser votada ou com validade vencida só no próximo ano. A iniciativa assustou investidores, clubes de futebol, fornecedores e uma extensa de rede de empregados assistida pelas Bets. Com fim dos sites legais de apostas, foram criadas no mesmo dia 415 plataformas ilegais. Após a iniciativa governamental, caem ainda a arrecadação de impostos. A receita dos jogos na casa de bilhões de reais passa agora limpinha para o caixa do crime organizado.
A insegurança jurídica afetou os meios econômicos. Mas o que mais mexeu com o imaginário eleitoral foram postagens com a notícia falsa de que Flávio Bolsonaro iria destituir Nossa Senhora Aparecida do posto de padroeira do Brasil, se fosse eleito presidente da República. Uma grande mentira propagada na Basílica de Aparecida pelo arcebispo, exonerado do cargo pelo Papa Leão 14, Dom Orlando Brandes.
Com o discurso alinhado aos petistas, registrado em vídeo, segundo a BBC Brasil, Brandes afirmou que rumores apontam que, caso eleito presidente, Flávio Bolsonaro poderá vir a atender uma reivindicação de setores evangélicos. “No caso de continuidade da expansão de evangélicos entre os brasileiros, cabe também perguntar se o país não consolidará uma transição cultural rumo a um conservadorismo ainda mais rígido em relação aos costumes. Não falo isso fazendo um juízo de valor a priori, qualificando tal fenômeno como bom ou ruim, mas é inevitável pensar se o Brasil continuará a ser “Brasil” caso a maioria religiosa do país deixe de ser católica”, acrescentou o religioso demitido pelo Papa por sua pregação militante.
Depois de passar a erguer imagens de Nossa Senhora em atos da campanha, o presidente petista também levou o caso da padroeira para a propaganda eleitoral. Um vídeo postado na noite de terça-feira nas redes sociais do petista em formato de “nota oficial” diz ser inaceitável que Flávio Bolsonaro desrespeite religiosos. É onde cabe a célebre expressão do escritor francês François La Rochefoucauld: “A hipocrisia é a homenagem que o vício presta à virtude”. O mesmo quando uma pessoa sente a necessidade de fingir que segue os padrões corretos.
No episódio, bispos e padres católicos militantes da esquerda, uniram-se à ala radicalmente antirreligiosa, encarnada pelo PT, para atacar evangélicos visando derrotar a candidatura de oposição. A CNBB negou qualquer responsabilidade por este caso, embora em seus quadros estejam os bispos mais radicais que assinam notas contra a oposição.
E na noite desta quarta-feira, 30, veio uma decisão deste caso por parte do TSE. A Corte decidiu manter a exclusão de postagens que veiculam a notícia falsa de que Flávio Bolsonaro iria destituir Nossa Senhora Aparecida do posto de padroeira do Brasil, se fosse eleito presidente da República.
A santa, acreditam os que têm fé, inspirou a Corte para barrar tal estupidez. Quem defende “fazer o diabo para ganhar a eleição” viu a verdade suplantar a mentira. Cabe lembrar, caro leitor, que sua decisão na hora do voto ou no esforço para comparecer ao local de votação vão ser decisivos para você, sua família e sua descendência ter um futuro com liberdade garantida e prosperidade. É isso.
*Jornalista
A Câmara Municipal do Paulista elegeu, na manhã de hoje, a Mesa Diretora que ficará à frente do Legislativo municipal no biênio 2027-2028. Em chapa única, o vereador Eudes Farias foi reconduzido à presidência da Casa Torres Galvão, por unanimidade.
A votação ocorreu no Plenário Vereador Adolfo Pereira e aconteceu dentro do período estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para a eleição das Mesas Diretoras responsáveis pelo segundo biênio das legislaturas.
Leia maisEleição ocorreu dentro do prazo
Em decisões relacionadas à escolha de Mesas Diretoras, o STF estabeleceu que as eleições para o segundo biênio devem ocorrer a partir de outubro do ano anterior ao início do novo período. O entendimento foi consolidado, entre outros julgamentos, na ADI 7.733.
Com a votação realizada em 1º de outubro de 2026, a Câmara do Paulista realizou o novo processo eleitoral dentro do marco temporal indicado pela Suprema Corte.
Composição da Mesa
A chapa única eleita nesta quinta-feira ficou composta da seguinte forma:
A nova composição assumirá a condução da Câmara para o segundo biênio da atual legislatura, com mandato previsto para 2027 e 2028.
Após a votação, Eudes Farias destacou a união entre os vereadores em torno dos trabalhos do Legislativo e afirmou que a Casa deve continuar direcionando sua atuação para as demandas da população, e enfatizou a parceria com a gestão municipal para fazer as entregas necessárias aos cidadãos.
O presidente também citou ações implementadas durante sua primeira gestão à frente da Câmara, especialmente nas áreas de transparência e tecnologia, e anunciou o novo concurso público da Câmara.
A nova Mesa Diretora ficará responsável pela condução dos trabalhos legislativos e administrativos da Câmara Municipal do Paulista durante os próximos dois anos.
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O deputado federal Felipe Carreras (PSB) fez um alerta à população de Santa Cruz do Capibaribe após a identificação de materiais eleitorais que estão sendo distribuídos no município sem autorização e com informações que não correspondem aos apoios declarados pelo candidato a deputado estadual Fábio Aragão.
Foram encontrados santinhos e outras peças de campanha associando a imagem e o nome de Fábio Aragão a candidatos que não fazem parte de sua composição política. Segundo o deputado, há ainda material que não apresenta as informações obrigatórias de identificação de produção.
Leia maisCarreras informou que o caso está sendo tratado com seriedade e que as providências cabíveis estão sendo adotadas para que a origem dos materiais e eventuais responsabilidades sejam apuradas pelos órgãos competentes.
“Quero me solidarizar com Fábio Aragão. Estão utilizando o nome e a imagem dele em materiais que não foram autorizados e atribuindo a ele apoios que não existem. Política não se faz dessa maneira. Já estamos tomando as providências cabíveis junto à Justiça Eleitoral e também na esfera criminal para que tudo seja devidamente apurado”, afirmou Felipe Carreras.
O parlamentar pediu atenção especial aos eleitores de Santa Cruz do Capibaribe diante da proximidade da eleição e reforçou a importância de verificar a procedência das informações antes de compartilhar conteúdos ou considerar como oficial qualquer material recebido.
Fábio Aragão também se manifestou sobre o caso e reforçou que, desde o início da campanha, tem buscado conduzir o processo eleitoral de forma propositiva e baseada na verdade.
“Eu me propus a fazer uma campanha limpa, propositiva e baseada na verdade. Porque é assim que eu acredito que a política deve ser feita: com respeito e responsabilidade. Nos últimos dias, porém, tenho sido alvo de ataques ao meu trabalho, à minha fé e, agora, também de fake news. Estão circulando santinhos me associando a candidatos que eu não apoio e até vídeos utilizando a minha imagem como se eu estivesse pedindo votos para outro candidato. Todos sabem quem são os meus candidatos nas cidades. Em Santa Cruz do Capibaribe, eu estou com Felipe Carreras para deputado federal e Raquel Lyra para governadora”, declarou.
O ex-prefeito pediu ainda que a disputa eleitoral seja conduzida dentro dos limites da ética e do respeito à população. “Por isso, eu peço aos meus adversários: vamos manter a ética e fazer política com respeito. Respeitem a minha trajetória, respeitem as minhas escolhas e, principalmente, respeitem o povo de Santa Cruz do Capibaribe. Chega de fake news”, completou Fábio Aragão.
Felipe Carreras destacou ainda que divergências e disputas fazem parte do processo democrático, mas defendeu que o debate eleitoral seja conduzido com transparência e respeito à população.
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Um trompetista apoiador do presidente Lula (PT) animou o horário do almoço no Shopping RioMar, na Zona Sul do Recife, há pouco. O músico foi até a praça de alimentação do centro de compras e tocou o famoso jingle do presidente e candidato à reeleição: “Olê, olê, olá, Lula, Lula”. Ele foi acompanhado por várias pessoas presentes, que surpreenderam ao cantar a dobradinha entre o candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), e o presidente. Confira nas imagens.
A Frente Popular de Pernambuco acionou o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e a Superintendência Regional da Polícia Federal (PF) em Pernambuco para solicitar medidas preventivas que garantam o livre trânsito dos eleitores no próximo domingo (4). As petições citam preocupações com o possível uso de operações de fiscalização de trânsito por forças policiais sob controle do Governo de Pernambuco que possam dificultar ou atrasar a chegada dos cidadãos aos locais de votação.
A coligação que representa João Campos (PSB) alega ter recebido informações de que medidas nesse sentido estariam sendo planejadas especialmente para o Grande Recife, região onde se concentra a maior parte do eleitorado do estado e onde o candidato tem maior vantagem sobre a governadora Raquel Lyra (PSD).
Leia maisNo pedido encaminhado ao TRE, a Frente Popular solicita que a presidência do tribunal oficie a Secretaria de Defesa Social, a Polícia Militar (incluindo o BPTran), a Polícia Civil, o Detran e as autarquias municipais de trânsito para orientar que as forças estaduais e municipais se abstenham de realizar blitzes ou bloqueios que prejudiquem o fluxo de eleitores. A medida pede que abordagens sejam restritas às hipóteses de flagrante delito ou risco iminente à vida, alinhando as exigências às diretrizes já impostas aos órgãos federais.
Paralelamente, o documento enviado à PF solicita que a instituição, que é a autoridade competente para apurar crimes eleitorais, reforce as equipes de plantão para monitorar e averiguar eventuais denúncias de bloqueios viários na Região Metropolitana do Recife durante o pleito. O texto ressalta que intervenções no trânsito sem justificativa de urgência podem caracterizar embaraço ao sufrágio e desvio de autoridade, requisitando a apuração imediata e a identificação das cadeias de comando caso irregularidades sejam constatadas no dia da votação.
Ainda nas petições, a Frente Popular de Pernambuco argumentou que essas preocupações se fundamentam em precedentes como o de 2022, quando a Polícia Rodoviária Federal (PRF) chegou a ser orientada a empreender bloqueios em estradas do Nordeste com o potencial de impactar o trânsito de eleitores em uma região que é considerada reduto eleitoral do presidente Lula (PT). O então diretor da PRF, Silvinei Vasques, foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 24 anos e seis meses de prisão e à perda do cargo público por participação no esquema. Já Marília Alencar, que era diretora de Inteligência do Ministério da Justiça, foi condenada a oito anos e seis meses de prisão, também com perda do cargo público.
A precaução da Frente Popular também encontra respaldo em providências já tomadas no âmbito federal. Portaria conjunta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Ministério da Justiça editada em 14 de setembro de 2026 estabelece limites para a atuação da PRF e outros órgãos federais de segurança no dia das eleições, determinando que as fiscalizações sejam feitas sem bloqueios ao trânsito e incidindo sobre infrações que tenham potencial de comprometer a segurança.
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A Justiça Eleitoral revogou, hoje, a medida cautelar que proibia o candidato Raimundo Pimentel de manter contato, direto ou indireto, com a ex-deputada e candidata Roberta Arraes. A medida havia sido solicitada por Roberta Arraes após ela alegar ter sido agredida verbal e fisicamente por Raimundo durante uma agenda institucional do Governo de Pernambuco, no dia 25 de setembro, no Hospital do Câncer do Araripe, em Araripina.
A decisão foi proferida pelo 10º Juízo das Garantias do Núcleo IV da Justiça Eleitoral de Pernambuco e acolheu o parecer do Ministério Público Eleitoral, que havia se manifestado pela revogação da medida cautelar.
Leia maisUm dos principais pontos analisados pela Justiça foi a acusação de violência política de gênero. Ao examinar o artigo 326-B do Código Eleitoral, o magistrado afirmou que, nesta fase da apuração, não foi identificado elemento concreto de menosprezo ou discriminação contra Roberta Arraes por sua condição de mulher, nem finalidade específica de impedir ou dificultar sua campanha em razão da condição feminina.
Segundo a decisão, os elementos disponíveis até o momento apontam para um contexto de disputa político-eleitoral entre candidatos ao mesmo cargo. O juiz ressalvou que não estavam presentes os requisitos necessários para sustentar a medida cautelar.
O juiz também analisou o registro audiovisual apresentado no processo. A decisão registra expressamente que “o material não capta os alegados empurrões” e conclui que o vídeo não fornece suporte suficiente para considerar demonstrada a materialidade da alegada agressão física com o grau de plausibilidade necessário para a manutenção de uma cautelar penal.
O entendimento da Justiça acompanha o parecer do Ministério Público Eleitoral, que se manifestou pela revogação da medida cautelar.
Outro fundamento utilizado pelo magistrado foi a ausência de risco concreto e atual que justificasse a continuidade da restrição. Segundo a decisão, após Raimundo Pimentel ser intimado da medida anteriormente determinada, não houve nova tentativa de contato ou abordagem da requerente.
Diante da ausência dos requisitos necessários para a manutenção da cautelar, o juiz concluiu que “impõe-se a revogação da medida”.
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A governadora Raquel Lyra (PSD) não teve como fugir da realidade dos contratos que firmou ao privatizar a Compesa. No debate de hoje, do Sistema Jornal do Commercio, após ser questionada pelo candidato Ivan Moraes, Raquel admitiu que haverá, sim, aumento na conta de água em Pernambuco.
Na sequência, João Campos deixou claro o tamanho do absurdo: o aumento previsto é de 15% na conta de água, inclusive para quem continua sem receber água regularmente em casa.
Ou seja: Pernambuco vai pagar mais caro pela água, com ou sem água na torneira, depois das eleições. De fato, Raquel demonstra uma sensibilidade especial com quem mais precisam.
O debate do Sistema Jornal do Commercio, encerrado, há pouco, voltou a colocar frente a frente Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB), candidatos que polarizam a disputa ao Governo do Estado. Como nos enfrentamentos anteriores, João se saiu muito melhor.
Mostrou-se mais seguro, firme e propositivo. Voltou a deixar a governadora sem respostas em temas essenciais para os pernambucanos. Questionou as denúncias publicadas hoje pelo jornal Metrópoles, envolvendo pagamentos a um primo da gestora, e cobrou explicações sobre as investigações envolvendo a vice-governadora Priscila Krause.
Leia maisMas foi principalmente na cobrança pelos resultados do governo que João colocou Raquel diante das contradições de sua própria gestão. A governadora passou a campanha sem conseguir se justificar por não ter feito as 250 creches que prometeu, os 1.200 leitos fechados, a falta de delegacias comuns e Delegacias da Mulher e sequer uma escola técnica.
Mas uma coisa ela admitiu: vai haver aumento na conta de água, depois da privatização da Compesa. Raquel voltou, apenas, a recorrer a promessas e projeções para o futuro. João defendeu seu legado de obras e entregas ao Recife e apresentou propostas para Pernambuco enfrentar os problemas nas áreas de saúde, educação, segurança e infraestrutura.
Reforçou que quem está na tarifa social e não receber água ou estiver no racionamento de água não pagará a conta. Ao final, disse lamentar que a governadora não estivesse ali para debater o Estado, desafiando-a a comparar o trabalho que ele fez no Recife com o dela no Estado.
Em resumo, João Campos chega à reta final embalado, e Raquel, acuada.
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As fraudes nos tratamentos de hemodiálise e câncer do Hospital da família da vice-governadora, Priscila Krause (PSD), revelados pela Auditoria Federal do Ministério da Saúde, continuam dando trabalho a governadora Raquel Lyra (PSD).
O desvio de um milhão de reais apontado na Auditoria Federal, é hoje motivo da investigação da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Tribunal de Contas da União. O marido de Priscila é o alvo principal da investigação e a própria vice agora será investigada pelo processo de impeachment.
A Procuradoria da Alepe, após análise dos aspectos legais, decidiu admissibilidade do pedido de impeachment de Priscila Krause. Agora o pedido avança para a Comissão de Constituição e Justiça, e ao final, se for comprovado o crime de responsabilidade, a vice-governadora poderá afastada do cargo.
O candidato ao Governo de Pernambuco e líder da Frente Popular, João Campos (PSB), criticou a condução da educação durante o governo da candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), no debate promovido pelo Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (SJCC), hoje.
Durante o encontro, João questionou a candidata sobre a redução da oferta de ensino integral e das matrículas nas escolas técnicas e rebateu o discurso de que as ações anunciadas pela adversária já estariam sendo executadas.
“Eu lembro que vocês percebem que ela veio com uma frase treinada: ‘não é promessa, já está sendo feito’. Na verdade, a frase correta é: ‘foi promessa e não foi feito’. Porque ela não fez”, afirmou João.
O candidato também questionou a previsão de entrega de creches apresentada pela governadora. João destacou a diferença entre o número de unidades que, segundo Raquel, já foram entregues e a quantidade prevista para os próximos meses.
“Ela diz que entregou 25 creches em três anos e 10 meses e que, nos próximos dois meses, vai entregar 100. Vocês acreditam nisso? Não sei nem se a candidata acredita nisso. Se em três anos e 10 meses não fez nem 25, como é que em dois meses vai fazer 100?”, questionou.
No terceiro bloco do debate da TV Jornal entre os candidatos ao Governo de Pernambuco, o candidato João Campos (PSB), em resposta ao candidato Ivan Moraes (PSOL), que perguntou sobre o combate à desinformação no Estado, relatou ter sido vítima de ataques planejados pelo “gabinete do ódio”.
João afirmou que os ataques à sua candidatura estão sendo investigados pela Polícia Federal e que ele acredita na justiça. “Só existe uma delegacia de crimes cibernéticos em Pernambuco e eu pretendo, se eleito no próximo domingo, vou criar um departamento estadual de combate aos crimes cibernéticos. Quero evitar ataques aos idosos e o combate a desinformação”, afirmou.
Além das promessas, João relembrou o caso da bet de Caruaru, a Aposta Ganha, que estava pagando as pessoas, via pix, para quem criticasse João nas redes e elogiasse a gestão de Raquel. Ele ressaltou o quanto é importante a investigação da PF neste caso.
