Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
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A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) foi questionada, no terceiro bloco do debate desta quinta-feira (17), sobre os planos para ampliar o abastecimento de água em Pernambuco após a concessão dos serviços da Compesa. Em resposta ao jornalista Ian Sobral, Raquel citou investimentos do programa Águas de Pernambuco, obras em andamento e recursos públicos e privados previstos para os próximos anos, mas não afirmou se a tarifa cobrada dos consumidores será mantida. O encontro é promovido pela Rádio Cultura do Nordeste, em parceria com o Diario de Pernambuco e a TV Nova Nordeste.
Responsável por comentar a resposta, o candidato Ivan Moraes (PSOL) chamou atenção justamente para esse ponto. “O jornalista deu à candidata a oportunidade de mais uma vez olhar para você e garantir que a tarifa d’água não vai aumentar, mas ela não teve condições de fazer”, afirmou. Ivan, que se posiciona contra a concessão dos serviços, defendeu a manutenção da Compesa sob controle público e argumentou que a empresa tem capacidade de buscar recursos para ampliar o abastecimento.
O candidato ao Governo de Pernambuco e ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) e a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) protagonizaram um dos principais embates do segundo bloco do debate desta quinta-feira (17), em Caruaru, promovido pela Rádio Cultura do Nordeste, em parceria com o Diario de Pernambuco e a TV Nova Nordeste. Raquel questionou o socialista sobre a redução do ISS para empresas de apostas durante sua gestão na capital e disse que as bets representam um problema social, econômico e de segurança pública. “As pessoas estão deixando de comprar comida para fazer uma aposta no celular”, afirmou. João respondeu que é pessoalmente contrário às apostas, mas sustentou que a mudança tributária elevou a arrecadação municipal com a atividade de cerca de R$ 80 mil para R$ 80 milhões.
Na sequência, o ex-prefeito resgatou a denúncia revelada pelo Metrópoles sobre pagamentos feitos pela advogada Maria Eduarda Lucena, que trabalhou para a Aposta Ganha, a internautas que publicavam comentários favoráveis a Raquel e críticos a ele nas redes sociais. A reportagem apontou repasses de R$ 75 por semana e mostrou mensagens com orientações sobre o teor das postagens. “Eu queria lhe perguntar se a candidata entrou com ação contra a advogada […] que confirmou que estava pagando via Pix para pessoas que me atacavam na rede social”, disse. A governadora classificou a fala como “mais uma acusação irresponsável” e voltou a questionar a política tributária adotada pelo Recife para o setor.
O tema reapareceu no fim do terceiro bloco. Nos segundos finais do comentário à resposta de Ivan Moraes (PSOL) sobre política penitenciária, João afirmou que a Justiça havia considerado falsa uma declaração de Raquel sobre as bets. “Eu quero aproveitar esses últimos segundos para comunicar à candidata Raquel que a Justiça acaba de decidir que a afirmação feita sobre as bets é falsa”, declarou. Em seguida, mencionou André Teixeira, primo da governadora, e disse que ele teria autorizado, neste ano, publicidade de casas de apostas em ônibus. “O primo dela, André Teixeira, que está aqui, autorizou a publicidade de bet nos ônibus este ano. O que é que ela acha disso?”, questionou.
Após a confusão registrada mais cedo entre apoiadores de Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB), um vídeo feito na noite desta quinta-feira (17), em Caruaru, mostra pedras dentro de mochilas usadas por militantes identificados com material da campanha da governadora. As imagens foram registradas durante a mobilização em torno do debate entre os candidatos ao Governo de Pernambuco, promovido pela TV Nova Nordeste em parceria com o Diario de Pernambuco e a Rádio Cultura do Nordeste.
O candidato ao Governo de Pernambuco e ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) rebateu, durante o debate desta quinta-feira (17), promovido pela TV Nova Nordeste em parceria com o Diario de Pernambuco e a Rádio Cultura do Nordeste, as acusações feitas pela governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) sobre o episódio envolvendo material de campanha no ato de Flávio Bolsonaro (PL), realizado na quarta-feira (16), no Recife. Raquel usou parte de suas considerações iniciais para relacionar o caso a pessoas ligadas ao PSB. “Pessoas ligadas ao PSB foram pegas roubando material nosso, colocando militantes supostamente nossos, com camisas roxas, mas que não eram ligados à nossa campanha”, afirmou.
A governadora voltou ao assunto no primeiro bloco, ao responder a uma pergunta sobre a judicialização da disputa eleitoral, e disse que vem recorrendo à Justiça contra o que classificou como uma ação coordenada de “fake news” e “incitação à violência”. João, responsável por comentar a resposta, afirmou que também vem sendo alvo de ataques. “Eu estou aqui para fazer um bom debate. Apresentamos propostas, mais do que qualquer outra candidatura, sempre falando de futuro, respeitando as pessoas”, declarou. Em seguida, a equipe do socialista pediu direito de resposta, concedido pela banca jurídica.
No minuto adicional, João rejeitou qualquer associação de sua campanha com o episódio das bandeiras e voltou a cobrar Raquel sobre as denúncias envolvendo um suposto “gabinete do ódio” no entorno do Governo do Estado. “Eu faço política respeitando as pessoas, o debate no campo das ideias. Fazer uma ilação em torno disso não é responsável”, afirmou. O ex-prefeito disse ainda que entrou com ação judicial contra Amisadai Andrade da Silva, ex-servidor estadual citado nas acusações de ataques digitais, e questionou se a governadora também havia acionado judicialmente o ex-auxiliar.
Apoiadores de João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) se envolveram em uma briga na noite desta quinta-feira (17), em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. Os dois candidatos ao Governo do Estado estão na cidade participando, neste momento, de um debate no Centro de Convenções do Senac, promovido pela Rádio Cultura do Nordeste em parceria com o Diario de Pernambuco e a TV Nova Nordeste.
O candidato à presidência do Brasil Flávio Bolsonaro (PL) disse, nesta quinta-feira (17), que Alexandre de Moraes e Flávio Dino não têm condições de seguir no Supremo Tribunal Federal (STF).
A declaração foi dada durante discurso para apoiadores, na Bahia. Ele também falou em indicar até seis nomes para a Corte, caso seja eleito. As informações são do g1.
“Eu, como presidente da República, vou ter direito a quatro vagas. Pra colocar lá homens e mulheres, que sejam contra as drogas, que sejam contra o aborto, que respeitem a Constituição, que não usem a caneta pra perseguir adversários do governo de plantão. Só que não vão ser quatro, vão ser cinco, porque Alexandre de Moraes não tem mais condições de continuar sendo ministro do STF. Mas já estou pensando que podem ser seis vagas, porque o Flavio Dino também não tem condição de ficar lá”, afirmou.
Leia maisVale destacar que quatro ministros irão se aposentar durante o próximo mandato presidencial. Os outros dois citados pelo candidato só sairiam se renunciassem ou via impeachment.
Quando fez as declarações, Flávio participava de uma “motociata”, em cumprimento à sua agenda de campanha, na cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste baiano.
Em outro momento do discurso, o candidato citou a palavra “nojo” ao falar do julgamento que discute a validade de um relatório da Polícia Federal (PF) envolvendo Alexandre de Moraes.
O próprio candidato é investigado pela Polícia Federal (PF), em inquérito aberto para apurar a possível prática de crimes relacionados ao financiamento da produção do filme “Dark Horse”, sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O mérito do caso, ou seja, se o plenário vai abrir uma investigação ou não sobre Moraes, ainda não começou a ser analisado. Na sessão da terça-feira (15), os ministros analisaram uma questão de ordem apresentada pelo ministro Gilmar Mendes e pelo ministro Flávio Dino.
A questão prevê a reunião dos processos relacionados ao caso, a redistribuição da relatoria por sorteio e a abertura de prazo para manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Após o pedido de vista de Dino, que suspendeu a sessão, o placar terminou com 4 votos a 3 para manter separadas as análises pelo Supremo das condutas de Alexandre de Moraes, na relação com Daniel Vorcaro, e de André Mendonça, na condução do relatório do caso Master.
Flávio Dino tem até 90 dias para devolver o processo para análise. O prazo se encerra em dezembro deste ano.
Durante o ato na Bahia, Flávio Bolsonaro também declarou guerra ao que classificou como “narcoterrorismo”. Além de se comprometer a classificar facções e milícias como terroristas, ele prometeu intensificar o combate a esses grupos.
“Eu vou resgatar esse Brasil de verdade. A partir de janeiro do ano que vem, pode escrever aí: eu vou declarar guerra ao narcoterrorismo. (…) E se tem algum de vocês aí que ouviu nesse momento, porque eu sei que vocês já estão tentando fazer algo mais grave contra mim. Não adianta, porque aqui é protegido de Deus. Aqui é com propósito. E os seus dias estão contados, porque, a partir do ano que vem, ou vocês serão presos ou vocês vão ser neutralizados pelas nossas polícias”.
O ato aconteceu em frente a um estádio de futebol, após o grupo passar pelas principais ruas e avenidas da cidade. Flávio chegou em Vitória da Conquista de avião e ficou em cima de um trio elétrico durante o desfile. Do sudoeste baiano, o candidato segue para Brasília, para outros compromissos da agenda.
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Começa às 20h55 desta quinta-feira (17), em Caruaru, o debate entre os candidatos ao Governo de Pernambuco Raquel Lyra (PSD), João Campos (PSB) e Ivan Moraes (PSOL). O encontro será realizado no Centro de Convenções do Senac Caruaru e é promovido pela Rádio Cultura do Nordeste, em parceria com a TV Nova Nordeste e o Diario de Pernambuco. A mediação será dos jornalistas Wanda Maia e César Lucena, e o formato prevê confronto direto de propostas e perguntas feitas por profissionais dos três veículos.
O debate será transmitido pela Rádio Cultura FM 96,5, pela TV Nova Nordeste e pelos canais dos veículos no YouTube, além de retransmissão por emissoras de rádio em diferentes regiões do estado.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta quinta-feira (17), a proposta de disponibilizar canetas emagrecedoras pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para pacientes com obesidade, mediante indicação médica. A medida também integra a pauta defendida pela candidata ao Senado por Pernambuco Marília Arraes (PDT), que vem propondo a oferta desses medicamentos na rede pública, a quebra da patente da tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro, e a transferência de tecnologia para permitir a produção nacional.
Marília afirma que o acesso deve ocorrer com prescrição e acompanhamento médico, dentro dos protocolos do SUS, especialmente para pessoas com obesidade e doenças associadas. “Quem tem dinheiro já consegue ter acesso a esses tratamentos. O que defendemos é que os avanços da medicina também cheguem a quem depende do SUS”, declarou. A candidata também defende medidas para reduzir o custo dos medicamentos e ampliar a produção no país.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, tomou conhecimento da lista de exigências apresentada pelos Estados Unidos ao Brasil durante as negociações do tarifaço e determinou que os pontos relacionados à política interna brasileira fossem imediatamente rejeitados.
A existência do texto foi revelada nesta quinta-feira pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pelo GLOBO. Segundo a publicação, o documento reunia 21 demandas apresentadas pelo governo Trump em outubro do ano passado, após a imposição de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros. As informações são do jornal O GLOBO.
Segundo interlocutores, o presidente Lula foi informado sobre o teor das demandas e o chanceler teria deixado claro ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, que temas políticos não entrariam nas conversas entre os dois países.
Leia maisA lista misturava reivindicações comerciais e regulatórias com cobranças de caráter político. Entre os assuntos econômicos estavam o Pix, a atuação do Banco Central, o etanol, o desmatamento e as barreiras investigadas pelos Estados Unidos com base na Seção 301 de sua legislação comercial. Os pontos políticos envolviam críticas ao tratamento dado a opositores no Brasil e poderiam alcançar a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O documento foi recebido por integrantes da diplomacia brasileira em Washington no dia 16 de outubro do ano passado, quando Vieira esteve na capital americana para preparar o encontro entre Lula e o presidente Donald Trump, marcado para o dia 26, na Malásia. A reunião ocorreria em meio às tentativas de reduzir as tarifas impostas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros.
A equipe diplomática em Washington teve acesso ao texto e apresentou seu conteúdo ao chanceler. Vieira telefonou ao presidente para explicar a abordagem americana e informar que havia barrado qualquer negociação sobre assuntos internos do Brasil. O episódio voltou a ser discutido no dia seguinte, em reunião no Palácio da Alvorada com outros integrantes do governo.
A orientação dada pelo Itamaraty foi separar as duas frentes. O Brasil continuaria disposto a negociar tarifas, regras comerciais e questões econômicas, mas não aceitaria condicionar o avanço das conversas a decisões do Judiciário, ao processo contra Bolsonaro ou a mudanças na política interna do país.
Vieira transmitiu essa posição a Rubio e informou que as exigências políticas não tinham possibilidade de prosperar.
A cobrança seguia a linha adotada por Trump desde o anúncio do tarifaço. Em julho do ano passado, o presidente americano relacionou a sobretaxa de 40% aplicada ao Brasil ao processo contra Bolsonaro, que classificou como uma “caça às bruxas”. A medida se somou à tarifa de 10% já anunciada pelos Estados Unidos, embora produtos brasileiros tenham sido posteriormente retirados ou poupados das alíquotas mais altas.
No encontro de Lula com Trump na Malásia, as exigências políticas não voltaram a ser apresentadas. A conversa se concentrou na relação comercial e na busca de uma saída para o tarifaço.
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Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (17) mostra como está a disputa pela Presidência da República em simulações de 2º turno. Lula (PT) aparece com 46% das intenções de voto, contra 44% de Flávio Bolsonaro (PL). O cenário é de empate técnico, dentro da margem de erro.
Na pesquisa anterior, divulgada em 11 de setembro, os números eram os mesmos: Lula tinha 46% e Flávio, 44%. O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S. Paulo. As informações são do g1.
Entre os cinco cenários de eventuais disputas de 2º turno, Augusto Cury (Avante) é o único a empatar numericamente com o presidente Lula: ambos aparecem com 44%.
Leia maisRonaldo Caiado (PSD) está em empate técnico: tem 42% contra 46% do petista; e Lula aparece à frente tanto de Renan Santos (Missão) quanto de Romeu Zema (NOVO).
O Datafolha ouviu 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 15 e 16 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR-04029/2026.
Veja, abaixo, os números das cinco simulações de 2º turno, com o resultado de agosto entre parênteses.
Veja os números da pesquisa estimulada, em que o Datafolha mostra aos eleitores os nomes dos candidatos. Entre parênteses, o resultado da pesquisa anterior.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acusou o ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), de usar a função de relator do caso Master “para fazer política”, em meio à crise que atinge o Tribunal. A declaração foi dada em entrevista à Itatiaia nesta quinta-feira (17).
“O Flávio Bolsonaro sabe que ele não vai escapar, ele sabe que ele está atolado até o pescoço em todas as falcatruas do Banco Master, e agora que o telefone que tem a nuvem, que estava com o André Mendonça, que estava utilizando o cargo dele de relator para fazer política, está provado que ele estava fazendo política, fazendo denúncia seletiva, divulgando apenas aquilo que interessava para ele”, disse o chefe do Planalto. As informações são da CNN.
Leia maisNa última semana, o presidente da Suprema Corte, Edson Fachin, assumiu a relatoria das investigações contra Alexandre de Moraes, e dos casos do Banco Master e INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Os três casos estavam sob relatoria de Mendonça.
A decisão foi tomada em meio à tensão que assola o Tribunal e após o próprio Moraes e os ministros Cristiano Zanin e Gilmar Mendes pedirem acesso integral aos materiais da PF. Como alternativa, os magistrados solicitaram que o próprio STF requisite à corporação o fornecimento das cópias.
Nesta tarde, Lula ainda acusou Mendonça de “vazar” dados que estavam no telefone do ex-dono do Banco Master.
“Aquele famoso telefone secreto, que parecia que estava em um outro planeta, na mão do André Mendonça, só ele sabia da notícia, vazando. Agora tá na mão do Gilmar, tá na mão do Flávio Dino, tá na mão do Zanin, tá na mão de outros ministros da Suprema Corte. Agora, é começar a vazar o que precisa vazar de verdade, para o povo saber da verdade”, prosseguiu o petista.
Mais cedo, a PF entregou a íntegra dos dados de Vorcaro aos gabinetes de Mendonça e Luiz Fux.
Os magistrados pediram acesso ao conteúdo na quarta-feira (16), um dia após o julgamento para decidir sobre a abertura de um inquérito contra Moraes após divulgação de relatório da PF que indica proximidade entre o ministro e o ex-banqueiro.
O material compartilhado com Mendonça e Fux é o mesmo entregue pela PF aos ministros Cristiano Zanin e Gilmar Mendes na segunda (14).
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O candidato à reeleição para o Senado Humberto Costa (PT) participou de sabatina promovida pela FecomércioPE, em parceria com as emissoras de Rádio CBN Recife e CBN Caruaru, nesta quinta-feira (17).
Após a entrevista, Humberto afirmou que a frente de esquerda articula a vinda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao estado ainda durante a campanha eleitoral, sob coordenação de João Campos (PSB). As informações são da Folha de Pernambuco.
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“Nós temos trabalhado para que ele possa vir ao nosso estado. Ele nos disse, da última vez que estivemos com ele, que o nosso candidato ao governo, João Campos, Marília Reis e eu, que viria a Pernambuco, que iria definir o melhor momento. […] e a nossa expectativa é que até o final da campanha o presidente Lula possa vir a Pernambuco”, declarou Humberto.
O parlamentar ressaltou que a meta do grupo é garantir a presença de Lula antes da votação inicial, observando o cenário competitivo da disputa no estado.
“Nós queremos que ele venha antes da realização do primeiro turno, até porque essa eleição aqui em Pernambuco é uma eleição muito disputada e é provável que ela possa se resolver ainda no primeiro turno”, completou.
Na sabatina, ele defendeu a ampliação de direitos para os trabalhadores de aplicativos, propondo uma pelotização da categoria. Costa debateu, ainda, sobre desenvolvimento econômico, geração de empregos, regularização da inteligência artificial — a qual considera benéfica, mas com ressalvas. Ainda falou sobre o projeto da Transnordestina e defendeu o fim da escala 6×1.
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