Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
No meio de toda essa movimentação eleitoral e em meio a muito forró, a política pernambucana parece cada vez mais marcada por reposicionamentos. Há nomes associados à esquerda buscando diálogo com setores da centro-direita, como é o caso de Túlio Gadêlha, que migrou da Rede para o PSD.
Um dos principais símbolos do PT, o senador Humberto Costa virou a bola da vez. É apontado por adversários e analistas como alguém que também conversa com esse campo político. Em ano pré-eleitoral, o voto parece falar mais alto do que antigas fronteiras ideológicas.
Hoje viralizou a imagem acima, com Humberto ao lado do grupo de direita mais fiel ao projeto de reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD), a família Gouveia. A disputa promete ser dura e, por isso, muita gente está em busca do eleitorado mais amplo possível.
O prefeito de Camaragibe, Diego Cabral, e a governadora Raquel Lyra entregaram, nesta sexta-feira (26), o Centro de Educação Infantil (CEI) José Maria Cabral Corrêa, no bairro de Vera Cruz, em Aldeia, e 15 ruas pavimentadas no município. A creche foi construída por meio do programa Juntos pela Educação, com investimento de R$ 6,3 milhões, enquanto as obras de pavimentação receberam aporte de R$ 10 milhões.
O novo centro de educação infantil atenderá crianças de 4 meses a 5 anos e 11 meses e conta com salas de aula climatizadas, refeitório, cozinha, sala multiuso, fraldário, sala de amamentação, playground e área para horta comunitária. “É muito bom trabalhar com alguém como o prefeito Diego Cabral, que acredita no nosso governo, no nosso trabalho e nosso projeto. Essa cidade se tornou um canteiro de obras graças a essa parceria”, afirmou a governadora Raquel Lyra durante a solenidade.
Além de Diego Cabral e Raquel Lyra, participaram da cerimônia a vice-governadora Priscila Krause, a vice-prefeita de Camaragibe, Comandante Débora, o senador Fernando Dueire (MDB), o deputado estadual João de Nadegi (PV), o secretário estadual de Educação, Gilson Monteiro, o secretário estadual de Meio Ambiente, Daniel Coelho, além de vereadores, secretários municipais e lideranças locais.
A Prefeitura de Serra Talhada contestou a alteração dos nomes de duas creches construídas pelo Governo de Pernambuco no município e afirmou que as denominações originais foram definidas por meio das Leis Municipais nº 2.165/2026 e nº 2.166/2026. Em nota divulgada nesta sexta-feira (26), a gestão da prefeita Márcia Conrado informou que o Governo do Estado havia solicitado oficialmente a indicação dos nomes das unidades e chegou a instalar a placa de uma delas antes de substituir a identificação sem comunicação prévia ao município.
A manifestação ocorre após o deputado estadual Luciano Duque anunciar, no último dia 17, que apresentou projeto de lei para homenagear outras personalidades nas novas creches estaduais de Serra Talhada. Segundo a prefeitura, a mudança ocorreu de forma unilateral e desrespeitou as leis municipais que deram às unidades os nomes de Lidiane Nogueira dos Santos e Cecília Tiburtino de Lima. O município informou ainda que encaminhou ofício ao Governo do Estado solicitando o restabelecimento das denominações aprovadas pela Câmara de Vereadores.
Na nota, a gestão municipal sustenta que a competência para denominar equipamentos públicos municipais está amparada na Constituição Federal, na legislação vigente e na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF). A prefeitura afirma esperar que o impasse seja solucionado administrativamente, “em respeito às leis municipais e às tratativas previamente estabelecidas entre as partes”. Com informações do Blog do Nill Júnior.
A Prefeitura de Goiana, por meio da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos e do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), realizou, nesta sexta-feira (26), a 10ª Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, no auditório do Sesc Ler Goiana. Com o tema “Fortalecendo o Sistema de Garantia de Direitos e a Democracia Participativa”, o evento reuniu representantes do poder público, instituições, conselhos, profissionais da rede de proteção, adolescentes e membros da sociedade civil para discutir propostas voltadas às políticas públicas para crianças e adolescentes.
A programação contou com palestra magna, grupos de trabalho e plenária final, que aprovou propostas relacionadas ao fortalecimento do controle social, ampliação das ações do Conselho Tutelar, enfrentamento às violências contra crianças e adolescentes, criação de políticas voltadas à convivência familiar e comunitária, fortalecimento das equipes multiprofissionais nas escolas e combate ao trabalho infantil. Durante o encontro, também foram escolhidos os representantes de Goiana para a etapa regional da Conferência dos Direitos da Criança e do Adolescente.
O pré-candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) recebeu, nesta sexta-feira (26), o apoio de lideranças da oposição de Cortês, na Mata Sul do Estado. O anúncio foi feito durante um encontro político realizado no Recife e reuniu o ex-prefeito Geninho (PSB) e o Professor Eron (Solidariedade), que disputaram a Prefeitura do município nas eleições de 2024.
“Ainda na fase da pré-campanha, que é quando a gente alinha propósitos e une forças, a gente tem conseguido fazer a política que junta e constrói. Geninho e Eron disputaram as eleições de 2024 e reuniram uma quantidade de votos que, juntos, expressavam um desejo de mudança da realidade local”, afirmou João Campos. Também participaram do encontro os vereadores Alex do Povo (PSB) e Celso Cleiton (PSB), o presidente do PCdoB de Cortês, Raphael Monteiro, e outras lideranças políticas.
O município de Chã Grande sediou, nesta sexta-feira (26), uma edição especial do Conexão de Negócios, iniciativa do Governo de Pernambuco voltada à interiorização de serviços e ao fortalecimento da economia. Durante o evento, foi lançada a Agro AGE, nova linha de crédito da Agência de Empreendedorismo de Pernambuco (AGE), criada para ampliar o acesso ao financiamento de produtores rurais em diferentes regiões do Estado.
O presidente estadual do Avante, Sebastião Oliveira, participou da programação e afirmou que a iniciativa busca ampliar o acesso ao crédito para o setor agrícola. “A Agro AGE vai fazer a catraca girar para o lado de quem mais precisa. O time do Avante e a governadora Raquel Lyra têm um olhar diferenciado para os produtores rurais, que levam comida à mesa dos pernambucanos. O acesso ao crédito é fundamental para que eles possam investir, crescer e gerar emprego e renda”, declarou. O secretário de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo, Diogo Alexandre, destacou que a linha foi estruturada para atender às demandas dos produtores do interior.
O evento reuniu o prefeito de Chã Grande, Sandro Advogado, os prefeitos Araújo (Amaraji), Padre Joselito Gomes (Gravatá) e Jeyson Cavalcanti (Primavera), além do presidente da Câmara Municipal de Chã Grande, Ademir Batista, secretários municipais, lideranças políticas, representantes do setor produtivo e produtores rurais.
Por Jozailto Lima – JLPolítica
Ao morrer na madrugada desta quinta-feira, 25, aos 79 anos, o jornalista Diógenes Brayner já tinha nos deixado uma lição básica e elementar sobre o sacerdócio do jornalismo: a notícia é um trem vivo, deve ser tratada com respeito e nenhuma ideologia que a adultere deve repousar sobre ela.
A tradução real, líquida e certa disso é a de que nenhum noticiador deve se sentir superior à notícia. Muito menos aos personagens de quem ela trata.
Num tempo em que muitos dentro do mundo noticioso atuam para asfixiar a notícia, tirando o foco dela para si, sob o nome xaroposo e narcisista de digital influencer, o modus Brayner de ser constitui-se em uma causa nobre. Numa causa de reação.
Leia maisEra meritoso vê-lo, maduro e passado dos 70 anos, garimpando o ouro da apuração dos fatos com sua bateia de contatos, de liga-liga, de insistência.
Brayner deixou cravado, neste seu modo de ser, algo bom e óbvio: a notícia sempre foi e sempre será fruto de apuração intensa.
Quanto mais apuração, mais depurada e crível será a notícia. E não importa se você tem 70 anos e se comporta como um foca, um xereta iniciante.
Às vezes, para ser grande e preciso, é necessário até se parecer um ingênuo. O exemplo de Diógenes Brayner, que às vezes gostava de umas turras em nome de uma boa investigação, é para ficar numa galeria de comportamentos exemplares.
Vá em paz, companheiro, e mande notícias do mundo de lá!
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A prefeita de Sertânia, Pollyanna Abreu (PSD), anunciou apoio ao deputado federal Clodoaldo Magalhães (PV) como seu pré-candidato à Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. O movimento amplia a base política do parlamentar no Sertão do Moxotó. Segundo a gestora, a parceria tem sido construída por meio da atuação do deputado na destinação de emendas e na articulação de projetos voltados às áreas de saúde, infraestrutura e educação do município.
“A atuação de Clodoaldo em Brasília já trouxe resultados concretos para Sertânia. Com esse respaldo, ampliamos sua base e garantimos que ele continue ainda mais forte defendendo os nossos projetos”, afirmou Pollyanna. Clodoaldo Magalhães agradeceu o apoio e reafirmou o compromisso com o município. “Sou grato à prefeita e ao povo de Sertânia. Vamos seguir trabalhando juntos para trazer ainda mais recursos e oportunidades para o nosso povo. Essa é uma parceria de resultados”, declarou.
Por Rogério Carvalho*
O falecimento de Diógenes Brayner é mais que uma grande perda para o jornalismo sergipano. É, de certa forma, o símbolo de uma passagem de tempo: a despedida de uma geração que fez da reportagem um ofício de presença, paciência e escuta, em contraste com um presente cada vez mais apressado, barulhento e condicionado por métricas e pela disputa permanente por atenção, ainda que efêmera e fluida.
Os últimos anos têm sido particularmente cruéis com a imprensa sergipana. Nomes como Clara Angélica, Ivan Valença, Yara Belchior, Euler Ferreira e Eugênio Nascimento deixaram vazios que dificilmente serão preenchidos.
Leia maisCada um, à sua maneira, ajudou a formar uma memória profissional e afetiva do jornalismo local. A morte de Brayner, portanto, não chega isolada: ela se soma a uma sequência de perdas que nos dá a impressão de estarmos assistindo ao fechamento de uma redação inteira, não apenas à partida de indivíduos.
Brayner pertencia a uma cepa de profissionais que o mundo e o tempo tornaram mais raros. Mais que jornalista, era também um ator político: alguém que compreendia os movimentos do poder, acompanhava seus personagens, percebia seus silêncios e sabia que, muitas vezes, uma notícia nasce antes de ser anunciada. Durante décadas, sua Coluna Plenário foi referência para quem queria entender não apenas o que havia acontecido, mas o que poderia estar por trás dos acontecimentos.
Brayner tinha perfeita consciência do impacto que exercia na política sergipana. Nesse aspecto, lembrava nomes de outra tradição do jornalismo brasileiro, como Carlos Lacerda, Assis Chateaubriand e Hélio Fernandes: profissionais que não apenas narravam a política, mas interferiam no modo como ela era lida, discutida e, em alguma medida, praticada. Evidentemente, cada um com suas contradições e circunstâncias, mas todos pertencentes a um tempo em que a imprensa tinha menos ferramentas tecnológicas e, paradoxalmente, talvez mais centralidade no debate público.
Brayner representava um modelo de jornalismo que dependia menos da autopromoção e mais da credibilidade acumulada. A autoridade não vinha do número de seguidores, mas da confiança construída ao longo dos anos. Não era uma confiança abstrata: era resultado de convivência, memória, acertos, erros, correções e, principalmente, de uma relação quase artesanal com a notícia e as fontes.
Isso acontecia porque, antes de mais nada, Brayner era repórter – a condição mais nobre no jornalismo. E um grande repórter. Talvez por isso cultivasse profundo respeito pelas fontes. Ia atrás da notícia, mas era ainda mais cuidadoso na verificação de sua veracidade, na rigidez da apuração.
Hoje, temos a sensação de que o jornalismo é cada vez mais condicionado por uma lógica que nem sempre nasceu dentro das redações. O que antes era medido pela relevância pública, pela consistência da apuração e pela capacidade de iluminar temas complexos passou a disputar espaço com indicadores como engajamento, alcance, retenção e viabilidade comercial. O tal do algoritmo.
Não há, nisso, necessariamente uma condenação. Os tempos mudam, as linguagens mudam, as plataformas mudam. Há influenciadores responsáveis, há jornalistas que aprenderam a dialogar com as novas ferramentas e há públicos que encontraram nas redes sociais formas legítimas de expressão e participação. O problema aparece quando a lógica da atenção passa a ocupar o lugar da lógica da informação; quando o impacto imediato vale mais que a precisão; quando parecer o primeiro se torna mais importante do que informar corretamente.
É nesse contraste que a figura de Brayner ganha ainda mais significado. Ele vinha de um tempo em que a notícia exigia deslocamento, conversas reservadas, telefonemas insistentes, leitura de ambiente e, muitas vezes, silêncios. Um tempo em que a fonte era cultivada, não explorada; em que a informação precisava amadurecer antes de virar manchete; em que o jornalista era cobrado por sua palavra, não apenas por sua performance.
Talvez por isso sua partida pareça dizer mais do que a biografia de um profissional. Ela nos obriga a perguntar o que estamos perdendo junto com esses nomes. Perdemos repertório, memória, experiência, mas também uma certa forma de estar no mundo: menos ansiosa, menos refém da aprovação instantânea, mais comprometida com a densidade dos fatos.
Brayner, com seu faro aguçado de repórter e seu respeito absoluto às fontes, provavelmente percebeu essas transformações antes de muitos de nós. Talvez tenha visto, com lucidez, que o jornalismo que ele ajudou a construir já não ocupava o mesmo lugar. Talvez tenha compreendido que nenhuma geração permanece indefinidamente no centro da cena. E talvez tenha aceitado, como poucos conseguem aceitar, que chega um momento em todas as redações em que é preciso fechar a edição do dia.
Mas fechar a edição não significa encerrar a história. O legado de Diógenes Brayner permanece justamente naquilo que o jornalismo não pode abandonar, mesmo quando muda de suporte, ritmo e linguagem: a apuração rigorosa, a independência, a responsabilidade com a palavra e a consciência de que informar é também servir à vida pública.
Para pessoas como eu, Marcelo Déda, José Eduardo Dutra e tantos outros companheiros que aprenderam a lidar com a política a partir da militância nos movimentos sociais e fizeram disso uma missão e razão de vida, jornalistas como Brayner tiveram papel decisivo. Eram interlocutores, críticos, observadores atentos e, muitas vezes, testemunhas privilegiadas de uma geração que levou para as instituições as inquietações nascidas nas ruas, nos sindicatos, nas pastorais, nos grêmios, nos DCEs e nos partidos.
Entre a militância e o exercício do poder, havia sempre a necessidade de alguém capaz de registrar, questionar e interpretar esse percurso. Diógenes Brayner foi um desses nomes: acompanhando a política sergipana, ajudou a dar sentido público às trajetórias de quem fez dela uma extensão do seu compromisso ético e social.
*Médico e senador da República
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Se o leitor não conseguiu acompanhar a entrevista com o cantor e compositor Leninho de Bodocó ao quadro “Sextou”, do programa Frente a Frente, ancorado por este blogueiro e exibido pela Rede Nordeste de Rádio, não se preocupe. Clique aqui e confira. Está incrível!
Diversos países do mundo lamentaram os terremotos que devastaram a Venezuela na quarta-feira e anunciaram nesta quinta-feira (25) o envio de equipes de resgate e ajuda humanitária ao país sul-americano. O desastre natural deixou mais de 100 mortos e centenas de feridos.
A presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, agradeceu nesta quinta-feira à comunidade internacional pela solidariedade e afirmou que os primeiros socorristas estrangeiros devem chegar ao território venezuelano ainda nesta quinta. As informações são do g1.
Leia maisDelcy não especificou a logística da chegada dessas equipes, já que o principal aeroporto do país, o Simon Bolívar, em Caracas, sofreu danos pelo terremoto e foi fechado por segurança. Os socorristas estrangeiros se unirão às mais de 500 equipes venezuelanas que estão buscando vítimas entre os escombros.
O chefe do Escritório da ONU para Coordenação de Assuntos Humanitários, Tom Fletcher, afirmou nesta quinta que a ajuda humanitária à Venezuela requer um “esforço em massa e coletivo” dos outros países.
Veja abaixo o que cada país anunciou ter enviado à Venezuela para ajudar nos resgates:
O presidente Lula chamou a Venezuela de “país irmão” e prometeu enviar ajuda à Venezuela, porém não especificou o que. Ele disse ter pedido ao Itamaraty para coordenar o envio da ajuda necessária.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que o país enviará ajuda humanitária à Venezuela com equipes de resgate, recursos médicos e itens de ajuda humanitária.
O Departamento de Estado norte-americano confirmou o envio de uma equipe especializada em buscas urbanas com 80 resgatistas e seis cães. Segundo Rubio, a equipe enviada também terá um componente para prover imagens aéreas.
O presidente francês, Emmanuel Macron, disse que enviou à Venezuela 85 socorristas de equipe especializada em operações de busca e salvamento em estruturas desabadas.
O governo suíço afirmou que enviará à Venezuela 80 socorristas, 8 cães de resgate e 18 toneladas de suprimentos humanitários.
O governo espanhol anunciou que 54 membros da Unidade Militar de Emergência (UME) estão “preparados” para participar de operações de resgate na Venezuela.
O governo da Holanda anunciou que enviará uma equipe de busca e resgate que inclui socorristas, cães farejadores e equipamentos, além de um pacote de ajuda de dois milhões de euros (cerca de R$ 11,8 milhões).
O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, também disse que vai enviar 300 socorristas e paramédicos, além de 50 toneladas de equipamentos, medicações e suprimentos de primeira necessidade.
Outros países do mundo também disseram que vão ajudar a Venezuela com o que puder, só que não especificaram o que enviariam ao país. É o caso de México, Chile, Portugal, Turquia, Índia e Catar.
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O número de mortos por conta dos terremotos na Venezuela subiu nesta sexta-feira (26) para 920 pessoas, segundo um balanço atualizado do governo venezuelano às 14h20 de Brasília.
Um balanço divulgado mais cedo nesta sexta também afirma que há 2.980 feridos.
Na noite de quarta-feira (24), dois terremotos em sequência atingiram a região norte do país, onde fica Caracas. Além das mortes, os tremores derrubaram prédios e deixaram um rastro de destruição na capital venezuelana e arredores. Os sismos foram os mais fortes no país em mais de 100 anos. As informações são do g1.
Leia maisO novo balanço foi divulgado pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, e é provisório — a Organização das Nações Unidas (ONU) e o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) estimam que o número de vítimas possa ser bem maior, levando em conta a força do terremoto, a falta de estrutura e as áreas densamente populosas que foram atingidas.
O Escritório de Ajuda Humanitária da Organização das Nações Unidas (ONU) estima que o número de desaparecidos na tragédia seja de mais de 50 mil.
Na quinta-feira (25), Rodríguez, que é irmão da presidente Delcy Rodríguez, disse também que havia ainda 200 pessoas presas nos escombros. Ele também afirmou que o governo registrou, até agora, 250 edifícios que foram totalmente derrubados ou sofreram danos.
A presidente interina anunciou ainda que seu governo vai “militarizar” o estado de La Guaira, uma das regiões mais afetadas pelos terremotos. La Guaira, uma área costeira que fica nos arredores de Caracas, está dentro da chamada “zona de desastre” estipulada também pelo governo venezuelano.
Equipes de resgate agora lutam para encontrar desaparecidos e retirar pessoas dos escombros.
Pelas redes sociais, há também vários relatos e imagens de edifícios que desabaram.
Vários países, entre eles Estados Unidos e Brasil, anunciaram que enviarão equipes para auxiliar nas buscas. Nesta sexta-feira (26), a ajuda começou a chegar à Venezuela.

Os dois terremotos que abalaram a Venezuela ocorreram em um intervalo de menos de um minuto e com uma diferença de 5 quilômetros entre eles. O epicentro do tremor mais forte foi registrado na cidade venezuelana de El Guayabo, a 168 km da capital Caracas.
Réplicas ocorreram em cidades costeiras perto da capital venezuelana, como La Guaira, que ficou fortemente destruída. O aeroporto internacional de Caracas também foi fechado.
Além da intensidade dos tremores — de magnitudes 7,2 e 7,5 — a baixa profundidade dos dois abalos também explica o rastro de destruição deixado. Isso porque, quanto mais perto do solo, mais o terremoto é sentido.
Os tremores também ocorreram em áreas densamente populadas. Um cálculo feito pelo Serviço Geológico dos EUA estimou, com base nessas variáveis, que o número de mortos possa passar de 10 mil pessoas.
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