Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
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O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) disse, nesta quinta-feira (9), em Campo Grande, que a senadora Tereza Cristina (PP) é um “sonho de consumo”, ao ser questionado sobre a vaga de vice na chapa.
“Tereza é sonho de consumo de todo mundo. Eu até brinquei com ela, eu chamo ela de vozinha, porque ela é muito parecida com a minha vó, é aparentemente uma forma carinhosa de chamar alguém que eu respeito demais”, respondeu o candidato ao ser questionado sobre o nome da senadora como vice na chapa à presidência. As informações são do g1.
Leia maisA declaração foi dada durante a abertura da 86ª Expogrande, a maior e mais tradicional feira agropecuária de Mato Grosso do Sul. A vinda de Flávio Bolsonaro é mais um ato de pré-campanha do política, que começou a viajar pelo país nos últimos meses.
Para o senador, a Tereza Cristina é uma das principais referências do agronegócio no Brasil e reúne qualidades para compor a chapa.
“Para mim, [Tereza Cristina] é uma das maiores referências do mundo no agro do Brasil. Nós tivemos o privilégio de tê-la como ministra do governo Bolsonaro e, mais para frente, vamos pensar com calma. Não tem como antecipar nada agora, mas fico muito feliz de poder tê-la entre as possibilidades”, disse Flávio Bolsonaro.
O nome de Tereza Cristina agrada ao Centrão e tem ampliado divisões no campo da direita. Senadora por Mato Grosso do Sul, ela é considerada uma das principais opções para a vaga e conta com o apoio do presidente do PL, Valdemar Costa Neto.
Nos bastidores da pré-campanha presidencial, a escolha do vice de Flávio Bolsonaro tem provocado uma disputa interna entre aliados, evidenciando diferentes estratégias dentro da articulação política do grupo.
Segundo o blog da Andréia Sadi, o Centrão tem defendido o nome da senadora Tereza Cristina (PP) para a vaga, enquanto integrantes do núcleo mais próximo do pré-candidato resistem à indicação e articulam alternativas, como o ex-governador Romeu Zema (Novo).
A divergência reflete diferentes estratégias dentro da aliança: de um lado, a busca por ampliar apoio político com partidos do Centrão; de outro, a preferência por um nome mais alinhado diretamente ao núcleo bolsonarista, em meio à tentativa de consolidar a candidatura para as eleições de 2026.
Tereza Cristina se esquiva e discursa sobre o agro
Durante o discurso, a senadora Tereza Cristina não comentou a possibilidade de ser vice na chapa de Flávio Bolsonaro.
Tereza evitou entrar no tema político e direcionou a fala para a situação do agronegócio em Mato Grosso do Sul. “Mato Grosso do Sul vai bem, obrigado! Tem gente responsável à frente do seu governo, mas não está fácil para ninguém.”
“Os agricultores estão endividados, porque ninguém aguenta pagar esses juros, que não cabem no bolso da agricultura. Além de tudo, nós temos uma guerra acontecendo, e as pessoas não estão se dando conta do que está passando no mundo.”
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Preso desde setembro do ano passado sob suspeita de ser um dos líderes do esquema de desvios de aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o empresário Maurício Camisotti confessou a existência de fraudes nos descontos das aposentadorias e assinou um acordo de delação premiada com a Polícia Federal.
É a primeira delação assinada na Operação Sem Desconto, que apura um esquema de desvios nas aposentadorias com prejuízos bilionários aos pensionistas. A PF já colheu os depoimentos da delação do empresário e enviou o acordo ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que está analisando os termos do documento para dar validade jurídica à delação. As informações são do Estadão.
Leia maisA expectativa do empresário é conseguir obter o direito à prisão domiciliar após a homologação do acordo.
Camisotti comandava associações de aposentados que firmaram acordos com o INSS para realizar descontos diretamente nas folhas de pagamento. Na delação, ele explicou a sistemática das fraudes envolvendo a inclusão de nomes de aposentados e os descontos indevidos de aposentadorias.
Outros alvos também negociam com PF
Além da delação de Camisotti, outros acordos de colaboração estão sob negociação com a Polícia Federal. Um deles é do ex-procurador-geral do INSS Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, preso em novembro sob suspeita de receber propina dos operadores do esquema.
A mulher dele, a médica Thaísa Hoffmann, também havia sido presa, mas foi solta por André Mendonça por questões humanitárias por ter um filho de apenas um ano de idade. Esse cenário, entretanto, pressionou Virgílio no caminho de um acordo de delação.
O ex-diretor de Benefícios do INSS André Fidélis também já procurou os investigadores para conversar sobre um acordo de delação, mas as tratativas ainda estão em estágio inicial. Fidélis está preso desde novembro e seu filho, o advogado Eric Fidélis, foi preso no mês seguinte.
De acordo com fontes com conhecimento do caso, Camisotti também relatou suspeitas de crimes envolvendo a atuação de dirigentes do INSS e de políticos. O teor dos depoimentos está mantido sob sigilo e deve ser usado para abrir novas fases da Operação Sem Desconto.
O nome de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não deve aparecer na delação de Camisotti. O relator da CPI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), chegou a propor o indiciamento de Fábio Luís por conta de seu envolvimento com outro empresário: Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS.
A defesa de Lulinha chegou a admitir ao Supremo Tribunal Federal (STF) que ele teve uma viagem a Portugal bancada pelo empresário Antônio Camilo. Ele negou, porém, ter firmado qualquer negócio ou recebido valores do empresário.
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A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), voltou a dizer que não está preocupada neste momento em conquistar votos para as eleições estaduais deste ano. A declaração ocorreu nesta quinta-feira (9) durante agenda em Dormentes, no Sertão do estado.
Na ocasião, a chefe do Executivo estadual defendeu como prioridade a realização de entregas para a população pernambucana. As informações são do Blog da Folha.
“A conta não é de quantos votos ou como vão ser as eleições em Dormentes neste ano. Se eu fosse fazer uma conta dessa, eu não botava dinheiro em cidade que tem poucos habitantes. Não foi assim que fizeram por tanto tempo? Nós não estamos aqui trabalhando para fazer voto. Estamos aqui trabalhando para garantir dignidade para o nosso povo”, disparou.
Leia maisDurante o discurso, a gestora ainda argumentou que sempre olhou com atenção para todos os pernambucanos, independente dos votos nas eleições passadas. Sem citar nomes, ela ainda indicou que adversários políticos vão querer dividir as pessoas.
“Nesse tempo de eleição, vão querer dividir a gente. Eu nunca dividi o povo para governar, nunca perguntei em quem votou para poder atender. A gente trabalha para todo cidadão pernambucano, porque foi assim que eu aprendi com o meu avô, o meu pai e a minha mãe. A gente não deve dividir as pessoas, a gente deve unir elas pelo amor, e a gente deve honrar elas com trabalho”, pontuou.
Abastecimento de água
Durante a agenda, Raquel também anunciou a implantação de dois dessalinizadores e cinco poços equipados com sistema de energia solar para comunidades rurais. A iniciativa deve ampliar o acesso à água potável no município e fortalecer a convivência com o semiárido, beneficiando diretamente moradores da zona rural.
Somado a isso, a governadora também comentou sobre o processo de concessão da Compesa, no qual fez questão de reforçar que não se trata de uma privatização.
“A gente está trabalhando por todos os municípios do estado com uma certeza: depois de feita a concessão da Compesa, além dos R$ 7 bilhões que a gente arrumou de empréstimo, a gente conseguiu mais R$ 21 bilhões da iniciativa privada. E não é privatização da Compesa, porque tem gente com discurso fácil que fica querendo enganar as pessoas, mas como Fernando Monteiro disse: pouco importa de onde vem o recurso, o importante é a água chegar na torneira da casa das pessoas”, disse.
Agenda
Durante agenda em Dormentes, Raquel Lyra inaugurou o Centro de Referência da Mulher (CRM) Fernanda Cavalcanti, equipamento que integra a política estadual de fortalecimento da rede de atendimento às mulheres em situação de violência.
Na ocasião, a chefe do Executivo estadual também autorizou o início das obras da creche do município, com investimento de R$ 3,6 milhões e firmou parceria com a prefeitura para construção da Escola em Tempo Integral Municipal.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (9), em publicação na rede social Truth Social, que o Irã está fazendo um “trabalho muito ruim” e “desonroso” no Estreito de Ormuz.
Segundo os EUA, o acordo de cessar-fogo prevê a reabertura da via marítima; na prática, o Irã mantém o estreito efetivamente fechado.
“O Irã está fazendo um trabalho muito ruim, desonroso, alguns diriam, em sua liberação da passagem do petróleo pelo Estreito de Ormuz. Isso não é o acordo que temos!”, disse, implicando que Teerã não está respeitando sua pate no acordo de cessar-fogo. As informações são do g1.
Leia maisNesta quinta mais cedo, o vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Saeed Khatibzadeh, disse que o Estreito de Ormuz estava aberto, mas com restrições de passagem. O Irã alertou para o risco de minas navais na região, e disse que a Guarda Revolucionária estaria coordenando o tráfego marítimo no local.
Trump fez vários comentários sobre Ormuz em sua rede social ao longo desta quinta. Mais cedo, ele havia declarado que “rapidamente veremos o petróleo voltar a fluir, com ou sem a ajuda do Irã”.
Ele também comentou a possibilidade de cobrança de pedágio, indicada pelo Irã.
“Há relatos de que o Irã está cobrando taxas de navios-tanque que passam pelo Estreito de Ormuz — é melhor que não esteja e, se estiver, é melhor parar agora!”, disse.
Ormuz e o cessar-fogo
O acordo de cessar-fogo firmado na terça-feira (7) envolvia a reabertura de Ormuz para o tráfego marítimo, por parte do Irã. Ambas as partes se comprometeram a pausar os combates por duas semanas.
Na quarta-feira (8), porém, Teerã voltou a fechar o estreito em resposta aos pesados bombardeios executados por Israel sobre o Líbano. Israel alegou que nem o Líbano, nem o grupo extremista Hezbollah, que atua no país, faziam parte do cessar-fogo — o que contradiz a declaração do Paquistão, que mediou a pausa nos combates.
Na prática, o Estreito de Ormuz está praticamente fechado pelo Irã, que . Nesta quinta, apenas seis navios passaram pela rota, contra cerca de 140 normalmente, mostraram dados de rastreamento de navios divulgados pela Reuters.
O Estreito de Ormuz é uma rota marítima por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo. A região é considerada estratégica e o controle do seu funcionamento tem sido usado pelo Irã na guerra contra os EUA e Israel.
Rota de Larak
A Guarda Revolucionária do Irã quer que as embarcações naveguem pelas águas iranianas ao redor da Ilha de Larak para evitar o risco de minas navais nas rotas habituais pelo estreito, informou a agência de notícias semioficial iraniana Tasnim nesta quinta.
As embarcações devem entrar no estreito ao norte da Ilha de Larak e sair ao sul dela até segunda ordem, em coordenação com a Marinha da Guarda Revolucionária, segundo a Tasnim.
“Há uma possibilidade real de risco contínuo para trânsitos não autorizados pelo Estreito de Ormuz, bem como para embarcações ligadas a Israel e aos EUA que tentam transitar”, disse a empresa britânica de segurança marítima Ambrey em um comunicado divulgado pela Reuters.
“Mesmo embarcações com autorização aparente foram impedidas de passar nas últimas semanas durante o trânsito”, acrescentou.
Minas navais
Minas navais, instaladas pelo Irã no Estreito de Ormuz, são explosivos que ficam submersos ou à deriva e podem ser acionados automaticamente por contato ou quando detectam a passagem da embarcação.
Poder do Irã: Estimativas apontam que o governo iraniano pode ter um estoque entre 2 mil e 6 mil minas navais. As armas são explosivos posicionados no mar para atingir embarcações.
Ainda de acordo com o Strauss Center for International Security and Law, da Universidade do Texas, mesmo que o Irã consiga atingir navios no Estreito de Ormuz, dificilmente uma única mina seria capaz de afundar uma embarcação de grande porte, como um petroleiro. O navio, no entanto, poderia sofrer danos.
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Pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT) admitiu, nesta quinta-feira (9), que tem conversado com Teresa Vendramini, ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira nas últimas semanas. Ele não confirmou tê-la convidado diretamente para ser vice, mas citou seu nome entre outros que poderiam ocupar a vaga, como os ex-ministros Márcio França (PSB), Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB). No mês passado, Teresa se filiou ao PDT.
— A Teca (como Teresa é conhecida) é uma bela liderança do agro e tem uma grande penetração no interior paulista. Eu penso que estamos com um bom time de pessoas cujos assessores já estão sendo convocados a elaborar um plano de governo para São Paulo. Essa equipe vai se reunir e apresentar um plano de governo. Essas pessoas já estão filiadas, de maneira que nós temos cinco partidos congregados, incluindo o PSOL, fora os que estamos conversando, para se somarem a esse esforço de modernização do estado de São Paulo — falou Haddad em entrevista ao SBT News. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisNo mês passado, Teresa se filiou ao PDT, mas nesta quarta (8) ela disse à CNN Brasil que negou o convite do petista para ser sua vice. Nas últimas semanas, o nome de Teca vem sendo ventilado entre petistas como uma possível vice na chapa de Haddad, de olho em diminuir a resistência histórica que o Partido dos Trabalhadores tem no interior do estado.
O ex-ministro da Fazenda afirmou que conversou com ela e lhe pediu que ela “participasse da vida pública” e considerasse entrar para a política. A filiação dela ao PDT animou os petistas, que ainda não desistiram.
Na entrevista, Haddad aproveitou para acenar ao setor do agronegócio, afirmando que há uma ideia “equivocada” sobre o segmento, afirmando que há um grupo “extremamente moderno, com compromisso ambiental e com a saúde pública” e que Teca “faz parte de um agro que não tem nenhum vínculo com trabalho escravo e infantil”, que “barateia o custo da comida no Brasil” e que Teca é “uma pessoa muito progressista” e não faz parte de “um nicho do agronegócio”.
— Eu sou amigo e admirador da Teca, e nós conversamos nas últimas semanas, ela se filiou a um partido político. E eu falei “olha, Teca, seria muito importante você participar da vida pública”. Nessas conversas, o que houve foi o seguinte: “venha para a política, se dê a oportunidade de pensar, eventualmente, na vida pública e você terá uma grande contribuição a dar”. Vamos ver como é que a coisa se desdobra, com toda tranquilidade — acrescentou.
Conversas com Kassab
Desde que deixou o Ministério da Fazenda, no fim de março, Haddad tem focado em conversar com aliados, definir seu plano de governo e também como será a chapa em São Paulo. Neste momento, o nome mais consolidado na esquerda é de Tebet para uma das vagas ao Senado, enquanto a outra é motivo de impasse entre França e Marina. A vaga de vice também está na mesa. Nesta semana, Haddad conversou com França, que tem insistido em concorrer ao Senado.
Em busca de ampliar as alianças no estado, Haddad afirmou que procurou Gilberto Kassab, presidente do PSD que deixou o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) no mês passado, em meio a divergências sobre a composição da chapa. Haddad afirmou apenas que quer “ouvir” Kassab, que já foi prefeito de São Paulo e foi secretário de Governo de Tarcísio, e que o procurou por mensagem.
— Eu gostaria de ouvir o Kassab, que tem uma visão sobre o estado de São Paulo. Eu gostaria de ouvi-lo, mas não tenho nada agendado, embora eu tenha mandado uma mensagem para ele. Teve uma resposta simpática, ele disse que “oportunamente”. Eu tenho convicção de que vamos apresentar um plano de governo que é melhor do que o que vem sendo aplicado nos últimos quatro anos. Eu converso com todo mundo. E quando se começa uma conversa, não é bom começar com grandes expectativas. Eu quero ouvi-lo, por que ele apoiaria o Tarcísio? Um governo que não teve aderência com o estado — falou.
Publicamente, Kassab e Tarcísio afirmam que a relação dos dois não tem nenhum problema, mas nos bastidores, aliados do governador admitem que houve um distanciamento entre os dois nos últimos meses. Isso porque Kassab tinha o desejo de ser vice de Tarcísio na disputa à reeleição, mas o governador optou por manter Felício Ramuth no posto. Ramuth, por sua vez, trocou o PSD pelo MDB, o que fez com o que a sigla de Kassab perdesse espaço na chapa — as duas vagas ao Senado devem ficar com o PP e com o PL. Ainda assim, ao deixar o governo, Kassab garantiu o apoio do PSD à reeleição de Tarcísio em São Paulo.
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O empresário e ex-deputado Guilherme Coelho aceitou o convite do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, para assumir a presidência do Conselho de Administração da Embrapa (Consad). Nesta quarta-feira (9), Coelho esteve na sede da instituição, em Brasília, acompanhado do ministro, onde se reuniu com a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, e integrantes da diretoria.
O Consad é responsável pela orientação estratégica, organização, controle e avaliação das atividades da empresa. “Recebo com grande alegria e honra o convite do ministro André de Paula para presidir o Consad. A Embrapa é referência mundial em pesquisa e inovação agropecuária e que teve papel decisivo na transformação do Brasil em uma potência no setor”, afirmou Guilherme Coelho.
Agrônomo, pecuarista e exportador de uva e manga no Vale do São Francisco, Coelho também atuou como presidente da Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas (Abrafrutas), cargo que ocupou por dois mandatos. A entidade reúne produtores e exportadores do setor e tem atuação voltada ao fortalecimento da fruticultura brasileira.
Uma ação civil pública na Justiça do Trabalho aponta atraso no pagamento de salários de trabalhadores terceirizados da área de vigilância vinculados a contratos do Governo de Raquel Lyra. O processo foi movido pelo sindicato da categoria contra a empresa B1 Vigilância e o Estado de Pernambuco, após registros de inadimplência nos vencimentos de funcionários .
De acordo com a ata da 4ª Vara do Trabalho de Olinda, houve bloqueio judicial de valores para garantir o pagamento dos salários atrasados. Os recursos, depositados em conta judicial, foram utilizados para quitar vencimentos referentes aos meses de dezembro de 2025, janeiro de 2026 e parte de fevereiro de 2026, envolvendo trabalhadores vinculados aos contratos firmados com o Estado .
O documento também registra que o Estado de Pernambuco não compareceu à audiência em que foi firmado acordo parcial entre a empresa e o sindicato. O processo segue em tramitação para tratar de parcelas não contempladas no acordo, como parte dos salários de fevereiro e benefícios como vale-alimentação dos trabalhadores.
A bancada estadual do PL em Pernambuco decidiu, nesta quinta (9), manter sua posição de independência na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). A definição ocorreu após reunião entre o presidente estadual do partido, Anderson Ferreira, e os deputados estaduais Coronel Feitosa, Abimael Santos e Nino de Enoque.
Durante o encontro, os parlamentares reforçaram a decisão de seguir com a mesma postura adotada desde o início do mandato, atuando de forma independente dentro da Casa. As informações são do Blog da Folha.
A bancada também destacou a ocupação de espaços estratégicos na Alepe. O deputado Coronel Feitosa preside a Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCJ), considerada a mais importante do Legislativo estadual.
Leia maisJá o deputado Nino de Enoque exerce a vice-presidência da Comissão de Agricultura, enquanto o deputado Abimael Santos é vice-presidente da Comissão de Assuntos Municipais e ficou definido que também será o líder da bancada do PL.
A decisão consolida a estratégia política do partido no Legislativo estadual, mantendo autonomia nas votações e discussões, como vem ocorrendo desde o início do mandato.
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O deputado estadual Alberto Feitosa solicitou ao Governo de Pernambuco a abertura de crédito no valor de R$ 120 milhões, no âmbito da Lei Orçamentária Anual (LOA), para apoiar o setor sucroalcooleiro. A proposta foi apresentada como alternativa para enfrentar a crise enfrentada pelos produtores, que relatam queda superior a 30% nos preços da cana-de-açúcar.
Segundo o parlamentar, a liberação dos recursos poderia ocorrer em curto prazo. “Esse é um caminho, em 48 horas esse recurso estará disponível para atender tudo aquilo que for necessário conforme a manifestação feita pela categoria”, afirmou. O setor tem reivindicado medidas de apoio financeiro diante das dificuldades enfrentadas na atual safra.
Além do crédito, Feitosa também defendeu a criação de uma compensação financeira para o segmento, nos moldes de programas já adotados para outras cadeias produtivas. “A Lei 15.132/2013 autorizou a concessão de compensação financeira no preço do litro do leite de vaca pago a produtor e a laticínio. Por que não olhar para necessidade do setor sucroalcooleiro também”, declarou.
Vim prestigiar o lançamento do livro “Eduardo Campos em histórias”, dos meus amigos jornalistas Evaldo Costa e Italo Rocha, na livraria Jaqueira do Paço Alfândega. Em nome da família do ex-governador, o ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), dividiu a sessão de autógrafos com os autores. Encontrei muita gente que não via tinha décadas. Foi uma solenidade extremamente concorrida.
O Banco Master, de Daniel Vorcaro, pagou R$ 27,2 milhões ao portal Metrópoles, do ex-senador Luiz Estevão, de 2024 a 2025, durante as negociações com o BRB.
Os repasses constam em relatórios do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).
Procurado, Estevão afirmou que os valores dizem respeito a patrocínios de futebol e “divulgação de conteúdo publicitário e marketing das marcas” do Master e do Will Bank, instituição liquidada que pertencia ao mesmo conglomerado. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia mais“Em meio às negociações com o BRB, que perduraram até setembro de 2025, o grupo Master/Will Bank buscou fortalecer a marca no ambiente local”, disse o ex-senador à Folha em março.
O relatório do Coaf, como mostrou o jornal O Estado de S. Paulo, aponta indícios de possíveis irregularidades em parte desses pagamentos, já que os valores eram repassados rapidamente para outras contas ligadas a Estevão ou seus familiares, praticamente em uma “transferência instantânea”.
“A movimentação financeira foi caracterizada pelo recebimento de crédito com o débito imediato dos valores”, diz o conselho em dois relatórios, ambos no segundo semestre de 2025.
Isso configura “possível movimentação de recursos em benefício de terceiros”, de acordo com o documento.
O Coaf aponta que tão logo o Master fazia o pagamento ao portal Metrópoles, o mesmo valor era repassado em uma série de transferências, que tinham como principal destinatária a Madison Gerenciamento —empresa que também pertence a Luiz Estevão.
“A empresa Madison dedica-se à gestão de recursos das empresas do Grupo Metrópoles, visando otimizar os rendimentos das suas disponibilidades de caixa”, disse o ex-senador.
Também receberam recursos do Metrópoles a Sense Construções e a Macondo Construções, que pertencem à família.
“A movimentação de recursos entre empresas é prática corriqueira no ambiente corporativo, não constituindo qualquer irregularidade”, completou.
O Banco Master também foi procurado, mas não respondeu aos questionamentos da reportagem.
O ex-senador aponta que os R$ 27,2 milhões tinham seis origens diferentes.
Parte foi pela aquisição dos naming rights da Série D do Campeonato Brasileiro e pelo patrocínio durante as transmissões do mesmo torneio.
Também houve acordo de publicidade para a disputa da Supercopa de 2025, na qual o Flamengo venceu o Botafogo por 3 a 1 no estádio do Mangueirão, em Belém.
Além disso, houve outras campanhas de marketing, de fortalecimento da marca do Will Bank.
“O Metrópoles Marketing foi correntista do Banco Master, onde movimentava seus próprios recursos”, completa o ex-senador.
Hoje preso, suspeito de coordenar uma fraude bilionária no mercado financeiro do Brasil, Vorcaro tentou vender o Master para o BRB, instituição estatal de Brasília. Na época, o negócio foi questionado pelo Banco Central.
Em resposta, Vorcaro iniciou uma campanha —por meio de influenciadores e peças de publicidade— com críticas ao BC e seus diretores.
Durante as tratativas, uma foto do hoje ex-diretor Renato Gomes chegou a ser estampada em painéis de LED gerenciados pelo Metrópoles em Brasília, apontando ele como responsável por dificultar o negócio.
À época, Gomes estava à frente da diretoria de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução, que recomendou o veto à compra. O negócio com o BRB acabou, de fato, barrado pelo Banco Central.
Entre investigadores, houve a suspeita ainda de que o portal tinha acesso a informações privilegiadas, em razão da proximidade entre as instituições.
Estevão afirma que as informações obtidas pelos jornalistas do grupo estão sob sigilo de fonte, mas que, “caso advogados que atuam no caso queiram nos abastecer de fatos, dados e documentos, serão bem vindos”.
Ele acrescenta que a atuação do BC também foi questionada durante o processo e que os painéis de LED do Metrópoles exibem, além de propagandas, reportagens jornalísticas.
“Conforme conhecimento público, diversos veículos de comunicação firmaram contratos de publicidade com a dupla Master/BRB”, completou.
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Na próxima quinta-feira, dia 16, recebo, em Triunfo, o título de cidadão triunfense, em sessão solene marcada para as 19h, no plenário da Câmara Municipal, uma homenagem que muito me honra pelo reconhecimento à minha trajetória na comunicação e aos vínculos construídos com o município.
Na semana seguinte, no dia 22, será a vez de Petrolina me conceder o título de cidadão petrolinense, iniciativa do vereador Ronaldo Cancão, aprovada por unanimidade. Minha relação com Petrolina vem de 1993, quando, no livro “O Nordeste que deu certo”, já destacava o potencial da região e sua vocação para o agronegócio, especialmente na fruticultura irrigada, que transformou o polo Petrolina-Juazeiro em referência nacional.
Leia maisSão dois reconhecimentos que recebo com enorme alegria e que reforçam ainda mais a minha ligação com o Sertão.
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