Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
Blog do Lauro Jardim – O GLOBO
Antonio Rueda, presidente do União Brasil, tem em seu WhatsApp uma foto de perfil ao lado de do deputado estadual Márcio Canella (União), preso hoje em operação da Polícia Federal contra um esquema de lavagem de dinheiro por meio de uma rede de postos de combustíveis.
O registro mostra a dobradinha Rueda/Canella durante a campanha e foi mantido pelo chefe do União mesmo após a prisão de seu colega.
Na imagem, Rueda é descrito como “o federal do Canella”. Ele foi eleito à Câmara com 155 mil votos.
A propósito, o slogan da dupla é: “Trabalho e coragem para defender o cidadão de bem”.
Blog do Lauro Jardim – O GLOBO
Márcio Canella, deputado estadual do Rio de Janeiro que foi preso agora cedo pela PF, acusado de utilizar uma rede criminosa composta por 112 empresas — sendo 96 postos de combustíveis no Grande Rio — para lavar cerca de R$ 7,6 bilhões, foi o impulsionador e responsável pela eleição de Antonio Rueda, presidente do União Brasil, como deputado federal.
Canella e Antonio Rueda formaram uma “dobradinha” nas eleições de outubro de 2026. Foram eleitos respectivamente com 197 mil votos e 155 mil votos.
Sem Canella, Rueda não teria sido eleito.
No podcast Direto de Brasília da próxima terça-feira, faltando quatro dias para o confronto final entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), o cientista político Antônio Lavareda fará prognósticos e avaliações sobre a eleição presidencial em segundo turno. Um dos melhores e mais conhecidos especialistas em pesquisas eleitorais, Lavareda também fará uma análise dos levantamentos realizados pelos mais variados institutos nacionais.
Sociólogo, jornalista e advogado, Lavareda é mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e doutor em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj). Presidente do Conselho Científico do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), é professor colaborador da pós-graduação em Ciência Política da UFPE e presidente de honra da Associação Brasileira de Pesquisadores Eleitorais (Abrapel).
Leia maisCom experiência na análise de cenários políticos e no planejamento de campanhas eleitorais, Lavareda também se dedica ao estudo do comportamento do eleitor e da influência das emoções nas decisões de voto. É autor de obras como Democracia nas Urnas e Emoções Ocultas e Estratégias Eleitorais, além de pioneiro no Brasil na aplicação de estudos de neuropolítica às campanhas eleitorais.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, e mais 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem a Rede Nordeste de Rádio, a Rede Mais Rádios, da Paraíba; a Rede ANC, no Ceará; a revista Mais Nordeste, em Fortaleza; e a TV LW, em Arcoverde.
Entram como parceiros na mídia institucional a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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Por Maysa Sena – Blog da Folha
O senador e pré-candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) publicou, na madrugada desta quinta-feira (15), em seu perfil no Instagram, uma foto da governadora reeleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), ao lado dos deputados eleitos Gilson Machado Neto (PL), para a Câmara dos Deputados, e Gilson Machado Filho (PL), para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

A imagem foi registrada durante um almoço promovido por Raquel Lyra, na quarta-feira (14), com aliados políticos. Na publicação, Flávio Bolsonaro parabenizou os dois deputados eleitos e a governadora. “Parabéns aos deputados @gilsonmachado22 e @gilsonfilhope e à governadora de Pernambuco @raquellyraoficial”, escreveu o senador.
O Prêmio Engenho de Comunicação anunciou, nesta semana, os finalistas da 22ª edição da premiação, que reconhece jornalistas e veículos com atuação a partir de Brasília. São três indicados em cada uma das nove categorias, além de uma homenagem especial. Os finalistas serão diplomados no dia 20 de outubro, durante o Jantar dos Finalistas, na sede do Sistema CNA-Senar, em Brasília.
Entre os indicados estão Ana Flor, Basília Rodrigues e Rodrigo Orengo, na categoria Analista de Conjuntura; Lilian Tahan, Bela Megale e Roseann Kennedy, entre os colunistas; Heraldo Pereira, Kenzô Machida e Neila Medeiros, como âncoras de TV; e Breno Pires, Rodrigo Rangel e Thiago Dominicci, na categoria Jornalista do Ano. Correio Braziliense, Metrópoles e Poder360 disputam o título de Veículo do Ano. A jornalista Mara Régia, da Rádio Nacional, receberá a homenagem da edição.

Os vencedores serão conhecidos em cerimônia marcada para 10 de novembro, em Brasília. A escolha é feita por um júri independente, que nesta edição reúne o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro; a secretária de Estado do Distrito Federal Giselle Ferreira; o professor Bruno Nalon, do UniCeub; Elisa Bruno, do Espaço Cultural TCU; e Eliziane Carvalho, do Senar. “O Prêmio Engenho foi instituído para distinguir esse grupo de profissionais, que têm uma elevada performance diária no desempenho de seus respectivos trabalhos”, afirmou a presidente da premiação, Kátia Cubel (foto em destaque).
Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã
O Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) fará, junto com a Associação Brasileira de Pesquisadores Eleitorais (Abrapel), sua segunda pesquisa neste segundo turno no sábado (17). Até lá, portanto, as observações do diretor do Ipespe, o cientista político Antônio Lavareda, são somente impressões.
Lavareda, porém, está impressionado com a capacidade de mobilização das ruas demonstrada pela campanha de Luiz Inácio Lula da Siva (PT), que tenta a reeleição. Desde o fim de semana, aconteceram grandes atos com milhares de pessoa na Avenida Paulista, em São Paulo, em Cobacabana, no Rio de Janeiro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, e outras localidades. Para Lavareda, as manifestações teriam reduzido a vantagem de Flávio Bolsonaro (PL) sobre Lula. Mas não viraram a eleição. Flávio, avalia Lavareda, segue na frente.
Leia maisNa quarta-feira (14), pesquisa Quaest confirmou a impressão de Lavareda. De acordo com ela, Flávio ficou com 46%. E Lula com 44%. Nos votos válidos, 51% a 49%. Uma diferença, portanto, de somente dois pontos. Assim, a diferença que era de seis pontos percentuais caiu para somente dois. Mas Lavareda observa: “As curvas não se inverteram”. Ou seja, é Flávio quem está à frente na disputa. E, no segundo turno, quem vence precisa ter somente um voto além da metade. Tudo, então, dependerá de dois fatores.
O primeiro é se Lula consegue continuar reduzindo a diferença até ultrapassar Flávio. O segundo é se Flávio consegue manter sua vantagem. Nesse sentido, os dois candidatos vêm traçando estratégias diferentes neste segundo turno. Lula trata de buscar acordar uma militância que andava amortecida, refazendo manifestações de rua que há muito não se via. Tivessem acontecido no primeiro turno, a história poderia ser outra. Como só acontecem agora, reverter um resultado desfavorável pode ser muito difícil.
Já Flávio neste começo de segundo turno joga mais parado. Seu propósito maior é consolidar e manter a vantagem que obteve no primeiro turno. Nesse sentido, trata de chamar para si os demais políticos conservadores e os seus eleitores. Obteve o apoio da maior parte dos candidatos de direita que disputavam as eleições contra ele e Lula. Vai puxando para si a maior parte dos políticos do Centrão.
O também cientista político André Cesar, da Hold Assessoria, faz avaliação semelhante à de Lavareda. “Os atos de rua têm sido impressionantes, mas, a onze dias da eleição, talvez já não tenham a capacidade de reverter o resultado”, considera. “É provável que o Flávio ganhe”, diz ele. “É possível que Lula ganhe. Mas é improvável”.
Para André Cesar, há uma dificuldade adicional para Lula: quebrar a hegemonia de Flávio nas redes sociais, terreno que se tornou fundamental para a disputa. O cientista político observa que houve uma intensificação desse trabalho no segundo turno, depois de um certo desprezo sobre o seu uso no primeiro turno.
O problema, para André Cesar, é que as redes sociais não parecem neutras, o que dificulta esse trabalho. Na quarta-feira, André Cesar estava impressionado com a constatação de que era verdadeiro algo relatado por várias pessoas de que a Inteligência Artificial da Meta produzia materiais para Flávio Bolsonaro e não produzia para Lula.
André Cesar afirma ter feito, então, duas experiências. E, segundo ele, um amigo fez também. Pediu à IA da Meta dois testes, usando a imagem de uma criança e de uma idosa. “Quando pedi que usasse as imagens para fazer uma propaganda para o Flávio, a IA gerou. Quando pedi com as mesmas imagens para o Lula, a IA não consegue gerar”.
André Cesar mostrou ao Correio Político que a IA chega mesmo a confessar o defeito. “Por que você consegue criar imagens com Flávio 22 mas não fez com Lula 13?”, perguntou o cientista político. “Você percebeu algo que é real e eu preciso ser transparente com você”, respondeu a IA. “As duas deveriam ter o mesmo tratamento”, admite.
Mas a IA reconhece. “Você pediu duas vezes uma imagem com criança ‘Lula 13’ e o gerador bloqueou. Você pediu exatamente a mesma coisa só mudando para ‘Flávio 22’ e gerou na hora”. Esse texto, André Cesar mostrou ao Correio Político. “Eu não controlo diretamente o filtro de segurança (…) mas (…) isso não é neutro”, conclui o texto.
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Por Osvaldo Matos*
Não precisa entender muito de economia e sociologia política para fazer uma previsão razoável do que poderá acontecer com o Brasil em cada um desses dois cenários.
Vou tentar resumir o que penso, com base na minha experiência profissional, na observação do mercado e no comportamento dos governos. Quem tiver dúvidas pode pesquisar, consultar os indicadores econômicos e tirar suas próprias conclusões.
Leia maisSe Flávio ganhar, acredito que a Bolsa de Valores terá uma reação muito positiva, com a entrada de investidores estrangeiros e a recuperação da confiança no Brasil. O dólar poderá cair, o risco do país diminuir e muitos empresários voltarão a enxergar boas oportunidades de investimento.
Com mais investimentos, juros menores e redução de impostos, novas empresas poderão ser abertas e as existentes terão condições de ampliar suas unidades produtivas. Isso significa empregos, renda, aumento da produção e mais dinheiro circulando na economia.
É assim que uma economia começa a recuperar sua capacidade de crescimento. Não adianta estimular o consumo se não houver produção suficiente para atender à demanda.
Se Lula ganhar, acredito que acontecerá o contrário. A Bolsa poderá cair, o dólar subir e muitos investidores poderão procurar outros mercados. As agências de classificação de risco observarão com ainda mais atenção as contas públicas, e grandes empresas poderão suspender investimentos ou direcioná-los para outros países.
O resultado poderá ser mais desemprego, inflação, preços elevados e perda do poder de compra. Dependendo da condução econômica, não descarto um período de recessão.
E existe uma questão que considero ainda mais grave.
Se Lula ganhar e continuar aumentando as despesas públicas, de onde sairá o dinheiro para obras, investimentos, saúde, educação, segurança, aposentadorias e salários dos servidores?
O governo já tem enormes dificuldades para equilibrar suas contas. A dívida pública cresce, os juros consomem recursos que poderiam ser destinados a investimentos e a população continua pagando impostos elevados sem receber serviços públicos na mesma proporção.
Se a atividade econômica diminuir, a arrecadação ficará comprometida. A inadimplência poderá aumentar e as empresas terão ainda mais dificuldades para produzir, vender e contratar.
Não existe milagre em economia. Quando as despesas crescem acima da capacidade de financiamento do Estado, a conta aparece em algum lugar. Pode ser no aumento dos impostos, na inflação, no endividamento ou na redução dos investimentos.
E quem paga é o povo.
Se Flávio ganhar, espero que tenha coragem para fazer uma ampla reforma do Estado. Cortar despesas desnecessárias, eliminar estruturas que não produzem resultados, combater a corrupção, reduzir impostos e criar condições para que o setor produtivo volte a investir.
O Brasil precisa aumentar suas exportações, fortalecer a indústria, ampliar a produção agrícola, atrair empresas estrangeiras e aproveitar melhor as oportunidades comerciais com outros países.
Tenho 36 anos de experiência de mercado e aprendi que nenhuma organização consegue crescer de maneira saudável gastando mais do que pode e deixando de investir naquilo que produz resultados.
O Estado tem suas particularidades, mas não está dispensado de fazer contas.
Se Lula ganhar, minha preocupação também será com a segurança pública.
A criminalidade organizada está cada vez mais poderosa. Existem comunidades onde o tráfico determina quem entra, quem sai, quem pode trabalhar e até como as pessoas devem viver.
Enquanto isso, continuamos discutindo benefícios penais, progressão de pena e saídas temporárias, muitas vezes deixando em segundo plano o sofrimento das vítimas e suas famílias.
Não concordo com um sistema que permite a determinados criminosos condenados por crimes gravíssimos voltar à liberdade antes de cumprir integralmente suas penas.
Também considero necessária uma revisão da legislação aplicada aos adolescentes que cometem homicídios, estupros e outros crimes violentos. Hoje, um jovem de 16 ou 17 anos pode cometer um crime dessa natureza e ficar submetido a uma internação socioeducativa limitada a três anos.
Quem perdeu um filho, uma filha, um pai ou uma mãe para a violência dificilmente considera isso uma resposta suficiente.
Se Flávio ganhar, espero mudanças profundas nessa área.
Defendo o endurecimento das penas para crimes violentos, a revisão das regras de progressão, mudanças nas audiências de custódia e maior rigor contra criminosos reincidentes.
Defendo também que os recursos e bens apreendidos das organizações criminosas sejam utilizados, nos limites da legislação, para reparar os prejuízos das vítimas e de suas famílias.
Mas existe outra questão que me chama muito a atenção: a tecnologia.
O Brasil poderia utilizar muito mais inteligência artificial, drones, sensores, câmeras inteligentes e sistemas integrados de informação na segurança pública.
Estamos falando de um país com dimensões continentais, milhares de quilômetros de fronteiras e organizações criminosas que movimentam bilhões de reais.
Não podemos continuar combatendo estruturas criminosas altamente organizadas utilizando métodos ultrapassados e informações que muitas vezes nem sequer são compartilhadas entre os órgãos de segurança.
Precisamos integrar nossas polícias, investir em inteligência e monitoramento, utilizar tecnologia para prevenir crimes e identificar a movimentação financeira das organizações criminosas.
Também considero fundamental ampliar a cooperação com os países das Américas para enfrentar o narcotráfico, o tráfico de armas e as organizações criminosas transnacionais, inclusive discutindo instrumentos jurídicos mais rigorosos de combate a esses grupos.
Não basta prender o traficante da esquina enquanto os responsáveis pelo financiamento e pela estrutura das organizações continuam movimentando dinheiro.
É preciso atingir o comando e, principalmente, o dinheiro do crime.
Vou ficar por aqui para não tornar este artigo cansativo. Poderia continuar falando sobre educação, saúde, infraestrutura, relações internacionais e administração pública, mas acredito que esses exemplos sejam suficientes para explicar minha preocupação com o futuro do Brasil.
Na minha avaliação, estamos diante de dois caminhos bastante diferentes.
Acredito que Flávio poderá representar uma mudança importante na condução econômica e administrativa do país. É jovem, tem a oportunidade de reunir uma equipe de ministros técnicos e poderá estabelecer relações mais próximas com países que defendem a liberdade econômica e o fortalecimento da iniciativa privada.
É claro que tudo dependerá das decisões que tomar, da equipe que escolher e da capacidade de conseguir apoio político para executar as mudanças.
Quanto a Lula, não vejo motivos para acreditar que um novo mandato representará uma mudança profunda na maneira como administra o país. Minha expectativa é de continuidade de um modelo que considero excessivamente dependente dos gastos públicos e pouco comprometido com a redução do tamanho do Estado.
Posso estar errado em algumas previsões. Economia não é uma ciência de resultados automáticos, e nenhum presidente controla sozinho o mercado, o Congresso ou os acontecimentos internacionais.
Mas tenho minhas convicções, construídas ao longo de muitos anos de trabalho, estudo e observação da realidade brasileira.
E uma delas é que não existe prosperidade duradoura sem produção, investimento, segurança e respeito ao dinheiro de quem trabalha.
Quem governa pode fazer promessas. Quem produz precisa pagar a folha de salários, os fornecedores, os impostos e todas as demais despesas, independentemente de como esteja a economia.
E quem vive do próprio trabalho sabe muito bem o que significa chegar ao final do mês e descobrir que o dinheiro não foi suficiente.
Por isso, quando penso nesses dois cenários, não penso apenas em quem estará ocupando a Presidência da República.
Penso no empresário que poderá fechar as portas, no trabalhador que precisa de emprego, na família que não consegue pagar suas contas e no cidadão que tem medo de sair de casa.
É sobre essas pessoas que as decisões de governo produzem consequências.
Tenho minha posição e não escondo.
A escolha é sua. Mas as consequências não serão apenas suas. Serão de todos os brasileiros.
*Publicitário, cientista político e social
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O prefeito Lula Cabral anunciou, pelo segundo ano consecutivo, o pagamento de um bônus de R$ 1 mil aos professores da Rede Municipal do Cabo de Santo Agostinho pelo Dia do Professor, celebrado em 15 de outubro. Serão contemplados 2.354 professores ativos em sala de aula, efetivos e contratados, admitidos até setembro de 2026. A medida soma-se aos investimentos da gestão em formação, intercâmbios e melhores condições de trabalho para os educadores.
Neste ano, Lula Cabral viabilizou a primeira edição do Programa Professores sem Fronteiras, com uma imersão de dois meses na Universidade de Aveiro, em Portugal, para oito professores da Educação Básica e dois integrantes da equipe técnico-pedagógica. Realizada no primeiro semestre, a iniciativa tornou o Cabo o primeiro município brasileiro a firmar convênio com a instituição portuguesa para esse programa.
Leia maisA gestão também retomou o Programa Do Cabo para o Mundo, que selecionou dois professores e 16 estudantes para intercâmbio educacional em Córdoba, na Argentina. Os docentes retornaram nesta semana, após um mês de estudos. O programa custeia passagens aéreas de ida e volta, seguro-saúde, translados, hospedagem e auxílio financeiro.
Para apoiar o trabalho em sala de aula, os professores receberam, no início do ano, kits pedagógicos com mochila, agenda, apagador, pincéis para quadro branco, borracha, caderno, canetas, estojo, squeeze e outros materiais.
A valorização dos profissionais também marcou o primeiro ano da gestão. Em 2025, além do bônus de R$ 1 mil pelo Dia do Professor, Lula Cabral garantiu um benefício de R$ 600 para utilização na 15ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, contemplando 3.044 profissionais, entre educadores, técnicos e servidores da Secretaria Municipal de Educação.
Ainda em 2025, o prefeito quitou cerca de R$ 20 milhões em salários atrasados deixados pela gestão anterior e pagou valores pendentes do Programa de Bônus por Desempenho Educacional (PROBON), referentes a 2023.
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O deputado federal Eduardo da Fonte (PP), coautor da proposta pelo fim da escala de trabalho 6×1, comemorou a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221/2019) pelo Senado Federal, na noite de ontem. A matéria foi aprovada em dois turnos, com 75 votos favoráveis e apenas um contrário, e segue para promulgação.
A proposta extingue o modelo de seis dias de trabalho para um de descanso e estabelece a redução da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial. O texto também prevê dois dias de descanso remunerado por semana, preferencialmente incluindo o domingo.
A mudança será implementada de forma gradual. Dois meses após a promulgação, a jornada máxima semanal será reduzida para 42 horas. Após mais um ano, chegará ao limite de 40 horas semanais. Para Eduardo da Fonte, a aprovação representa um avanço na valorização dos trabalhadores brasileiros, ao reconhecer a importância do descanso, da convivência familiar e da qualidade de vida.
O Grupo Globo anunciou, hoje, o desligamento de Frederic Kachar (na foto, à esquerda), diretor-geral de Mídia Impressa e Rádio da empresa. A demissão do profissional foi anunciada após vazamento de mensagens polêmicas trocadas entre ele e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso desde março.

Em comunicado à imprensa, o Grupo Globo afirmou que o conteúdo das conversas privadas mantidas entre Frederic Kachar com Daniel Vorcaro entre outubro de 2023 e julho de 2025 “revela uma relação inadequada do executivo com um anunciante”. As informações são do portal Metrópoles.
Leia mais“A Editora Globo reforça seu compromisso com a ética e a transparência e reafirma a absoluta independência editorial do jornalismo de seus veículos, premissa essencial de sua atuação”, disse o Grupo Globo, por meio de nota.
A empresa afirmou que teve acesso, ontem, ao material vazado. “O protagonismo da cobertura crítica, isenta e independente que tem feito do caso Master é a demonstração concreta do compromisso inegociável de seus veículos com os Princípios Editoriais do Grupo Globo”, ressaltou.
“A empresa reconhece os 29 anos de dedicação de Kachar ao desenvolvimento de seus negócios de mídia e informa que o nome de seu substituto à frente da Editora Globo e do Sistema Globo de Rádio será divulgado em breve”, encerrou o Grupo Globo.
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Uma comissão mista do Congresso Nacional aprovou, hoje, o parecer de uma medida provisória que torna obrigatório o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) para estudantes de Medicina. O texto tem até amanhã para ser votado nos plenários Câmara dos Deputados e no Senado. Caso contrário, a medida provisória perde a validade.
O parecer aprovado é do deputado Doutor Luizinho (PP-RJ), relator da proposta. A medida provisória que instituiu o exame foi editada pelo governo em junho. O Enamed é uma prova anual aplicada desde 2025 pelo MEC por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para avaliar a formação médica no Brasil.
Leia maisO exame vai aferir a proficiência dos estudantes de medicina e avaliar os cursos de graduação a partir da média acumulada nas etapas, com peso maior para a última avaliação. O texto original da medida provisória previa duas provas durante a graduação. O texto aprovado, entretanto, propõe três etapas de avaliação, realizadas:
Os critérios de aprovação e o nível de desempenho exigido ainda serão definidos por uma comissão responsável. Os participantes que não obtiverem nível proficiente após o resultado final do Enamed poderão refazer a terceira etapa do exame em outras edições.
Os médicos graduados com diploma reconhecido nacionalmente e obtido antes da publicação da medida provisória, em 19 de junho de 2026, não serão submetidos ao Enamed.
Os médicos formados em instituições estrangeiras que tenham sido aprovados na primeira etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) até a data de publicação da MP também não serão submetidos ao Enamed. Eles permanecerão habilitados a realizar o exame de habilidades clínicas nas duas edições seguintes do Revalida.
A exigência de nível proficiente no resultado final do Enamed para o exercício da Medicina não se aplica aos estudantes que já estavam matriculados em cursos de graduação em Medicina no Brasil antes da publicação da MP. Esses estudantes permanecerão submetidos às normas vigentes à época de seu ingresso na instituição de ensino superior.
A nota individual obtida no resultado pelo participante que alcançar nível proficiente no Enamed também poderá ser utilizada no processo seletivo para ingresso direto em programas de residência médica.
Os cursos de graduação em medicina receberão um conceito anual, calculado com base na proporção de estudantes que alcançarem nível proficiente na terceira etapa do Enamed. Um resultado insatisfatório levará à abertura de processo de supervisão e à aplicação de medidas.
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Do G1/PE
Uma delegada do Pará foi presa, hoje, numa operação interestadual que investiga tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio, além de corrupção de agentes públicos.
Segundo o Ministério Público do Pará (MPPA), que auxiliou nas investigações, Maria Virgínia Grimwood Pinto é suspeita de repassar informações sigilosas à facção Primeiro Comando da Capital (PCC).
Leia maisA Operação Sinalagma foi deflagrada pela Polícia Civil de Pernambuco. A delegada foi presa em Brasília, num hotel onde estava hospedada. Também há mandados de prisão cumpridos em Belém, São Paulo e no Recife.
Um dos suspeitos foi encontrado em um apartamento de luxo no Cais José Estelita, no bairro do Cabanga, na área central da capital pernambucana.

Conforme as investigações, Maria Virgínia Grimwood Pinto mantinha “laços de intimidade e confiança” com um membro do PCC. Ela, que atuava na Divisão de Polícia Administrativa da Polícia Civil do Pará, teria recebido dinheiro em troca de informações sigilosas e proteção institucional a membros da facção.
As investigações também apontam indícios de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio por meio de contas de terceiros, com a finalidade de esconder a origem dos valores e repassá-los à delegada.
Segundo a Polícia Civil de Pernambuco, as investigações foram iniciadas em janeiro de 2025, com a prisão de um membro da cúpula do PCC em Ipojuca, no Grande Recife.
Nesta quinta-feira, são cumpridos, ao todo, três mandados de prisão, além de 11 de busca e apreensão e ordens judiciais de sequestro de bens e bloqueio de ativos financeiros. Todos foram expedidos pela ara Criminal da Comarca de Ipojuca. Os nomes dos outros envolvidos não foram divulgados.
Os crimes apurados são corrupção passiva e ativa, violação de sigilo funcional e falsidade ideológica. Entre os órgãos que participam da Operação Sinalagma, além das Polícias Civis de Pernambuco, do Pará e de São Paulo, estão os Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaecos) desses três estados, vinculados ao Ministério Público. A Força Integrada de Combate ao crime Organizado no Distrito Federal (Ficco-DF) também atua na operação.
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