Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com a ex-ministra do Planejamento e Orçamento e pré-candidata ao Senado, Simone Tebet (PSB), clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
A crise no abastecimento de água em Surubim está gerando tensão na relação do prefeito de Surubim, Cleber Chaparral (PSD), com a governadora Raquel Lyra (PSD). Há pouco, o secretário de Agricultura, Bruno Caymmi, protestou contra medidas da Compesa que agravam ainda mais o problema no abastecimento de água, o que fez também o prefeito perder a paciência com a governadora. A promessa da gestora é de outubro de 2025, conforme atesta o vídeo abaixo.
Na ocasião, Raquel assegurou que cidades abastecidas por Jucazinho, incluindo Surubim, teriam alternativa de água até o fim do ano passado. No entanto, em vídeo divulgado nesta terça-feira (7), Caymmi afirmou que o município foi retirado do decreto estadual de seca, junto com outras 32 cidades, e que isso provocou a suspensão do abastecimento por caminhões-pipa feito em parceria com a Compesa. Segundo ele, Surubim vinha recebendo mais de 40 abastecimentos diários nessa modalidade, enquanto a Barragem de Jucazinho, principal fonte de água do município, está com apenas 4% da capacidade.
O secretário informou ainda que a Prefeitura publicou o Decreto Municipal nº 046/2026, reconhecendo situação de calamidade por seis meses, para manter o atendimento pela Operação Carro-Pipa do Governo Federal. “Se Surubim é reconhecido pelo Governo Federal como estado de seca, por que o Estado não está reconhecendo a cidade também em condições de seca?”, questionou.
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O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (7) um projeto de lei que cria um mecanismo de cobrança automática da pensão alimentícia – batizado como “Pix Pensão Alimentícia”.
O texto foi aprovado de forma simbólica, ou seja, sem registro nominal de votos, e agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As informações são da CNN.
Leia maisNa prática, o projeto permite que o recebedor de pensão alimentícia solicite à Justiça que receba mensalmente o valor definido diretamente da conta de quem paga o montante.
A ideia da proposta é, segundo a autora do projeto, deputada Tabata Amaral (PSB-SP), “otimizar” o trabalho estatal e evitar que o credor tenha que reclamar ao juiz em momentos de dívida.
“É simples. Se o pai tem saldo, não importa em que conta, a pensão cai. A lei fica mais moderna: é menos custo pro Estado e mais segurança para quem mais importa, a criança”, disse Tabata.
O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados em abril de 2025 e aguardava despacho da Presidência do Senado. A relatora foi a senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA).
A partir das datas determinadas em decisão judicial, é de responsabilidade da instituição financeira de quem paga realizar a cobrança do valor acordado. Caso não haja saldo na hora do pagamento, o banco responsável atuará para bloquear ativos financeiros de quem deve até que a dívida seja paga.
No âmbito da Justiça, o PL 4.978 de 2023 também define que o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) compartilhe dados de pagamento de pensões alimentícias, bem como a relação de cobrança e dívida das partes envolvidas.
A pensão alimentícia é um direito destinado a garantir o conceito de subsistência, como alimentação, saúde, educação e lazer para filhos e dependentes.
O valor é calculado com base na regra do binômio: necessidade — de quem recebe — e possibilidade — de quem paga. O dever de pagar pode se estender a ex-cônjuges, outros parentes, gestantes e filhos de até 18 anos, com possibilidade de acréscimo até 24 anos caso o filho permaneça estudando ou sob necessidade do auxílio.
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A ex-ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (PSB), é a entrevistada no meu podcast em parceria com a Folha de Pernambuco, o Direto de Brasília, de hoje. Recém-filiada ao PSB e pré-candidata ao Senado por São Paulo, Tebet vai falar sobre os rumos da política nacional, o cenário eleitoral para 2026 e os movimentos que marcaram sua trajetória nos últimos anos, desde a candidatura à Presidência da República até sua passagem pelo governo Lula.
Simone Tebet deixou o Ministério do Planejamento para disputar uma vaga no Senado e tem ocupado espaço no debate político nacional com críticas à polarização ideológica. Em entrevistas recentes, defendeu que o Brasil se afaste da “lacração das redes sociais” e concentre esforços em medidas concretas para enfrentar problemas estruturais. Também chamou atenção ao criticar o que classificou como “agro do mal”, diferenciando produtores rurais de grupos envolvidos com crimes ambientais, invasões de terras e grilagem.
Advogada e professora, Tebet construiu sua carreira política em Mato Grosso do Sul. Foi deputada estadual, prefeita de Três Lagoas por dois mandatos, vice-governadora, senadora da República e candidata à Presidência da República em 2022. Após terminar a disputa em terceiro lugar, tornou-se uma das principais apoiadoras de Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno e passou a integrar a equipe de transição do governo eleito, assumindo posteriormente o Ministério do Planejamento e Orçamento.
Nos últimos anos, Tebet consolidou-se como uma das principais vozes do centro político brasileiro, defendendo pautas ligadas à responsabilidade fiscal, ao desenvolvimento sustentável e à modernização da gestão pública. Sua filiação ao PSB e a pré-candidatura ao Senado por São Paulo estão entre os movimentos políticos mais observados do cenário nacional para as eleições de 2026.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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CNN
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) quer manter a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro na disputa ao Senado pelo Distrito Federal mesmo em meio à crise com o filho mais velho, o senador e pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro (RJ).
Segundo apurou a CNN, embora tenha ameaçado, em conversa com o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, ficar fora da disputa, Michelle deve lançar sua candidatura ao Senado em breve.
A previsão é que o anúncio oficial ocorra próximo do dia 25 de julho, quando a sigla fará sua convenção nacional, em São Paulo, e confirmará Flávio como candidato ao Palácio do Planalto. Até lá, Michelle deverá evitar declarações públicas para não ampliar o desgaste familiar.
Leia maisDe todo modo, a ex-primeira-dama deve seguir se manifestando sempre que considerar que foi alvo de ataques, como ocorreu na semana passada, depois de ser criticada por dizer que a Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos, lançada pelo Ministério da Educação do governo Lula, era um “sonho realizado”. Michelle justificou tratar-se de uma pauta “acima da ideologia”.
Na avaliação de amigos, com um mandato em mãos, a ex-presidente do PL Mulher muda de patamar e amplia a própria força.
Em meio aos atritos públicos com Flávio, Michelle comunicou Valdemar Costa Neto, na semana passada, seu desligamento do comando do PL Mulher. A saída ocorreu após divulgar um vídeo dizendo que o enteado a “maltratou”, “desrespeitou” e “humilhou” em meio às divergências sobre o apoio do PL ao ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) no Ceará.
Como mostrou a CNN, aliados de Flávio Bolsonaro avaliam que a eventual entrada de Michelle na disputa pelo Senado pode se tornar um fator de desagregação ainda maior.
Há ainda o receio de que a ex-primeira-dama passe a usar a própria campanha para promover críticas ao filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Até hoje, a ex-primeira-dama jamais admitiu a vontade de concorrer, pela primeira vez, a um cargo público, embora também nunca tenha negado essa possibilidade. Quando questionada, a agora ex-presidente do PL Mulher sempre diz que seu destino político está entregue a Deus e será definido junto com o marido, no tempo certo.
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Integrantes do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmam que o discurso de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em audiência nos Estados Unidos nesta terça-feira reforçou a imagem de que o senador se coloca contra o tarifaço imposto pelo governo Donald Trump apenas por um cálculo eleitoral, e não para defender os interesses brasileiros.
Flávio participou de audiência organizada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), que não foi transmitida, numa tentativa de conter danos à sua campanha à Presidência. As informações são do jornal O GLOBO.
A atuação dele junto a autoridades americanas vem sendo usada por aliados de Lula para criticar o senador, afirmando que ele atenta contra a soberania brasileira. Nas últimas semanas, governistas reforçaram o mote de “Tariflávio” para associar o senador à implementação das tarifas.
Leia maisEm sua fala de cinco minutos nesta terça, Flávio disse que o “momento” eleitoral é o “pior possível” para a implementação das taxas de 25% contra os produtos brasileiros e que elas “foram exploradas politicamente pelo atual governo brasileiro”. O senador também defendeu o Pix, mecanismo de pagamento que virou alvo do governo americano.
Segundo o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, Flávio faz “diplomacia clandestina da pior qualidade”.
— O sinal foi claro: implorar para o Trump não fazer nada até outubro e apontar que entregaria tudo que ele quer caso fosse eleito, inclusive o Pix — afirmou.
De acordo com um integrante do governo, a fala de Flávio seguiu roteiro já esperado pelo Palácio do Planalto, com o teor semelhante ao de carta enviada ao parlamentar aos EUA .
Ele diz também que o senador está muito associado à imposição das tarifas e que não teve sucesso para desfazer essa imagem. Na avaliação desse governista, Flávio atua de forma oportunista e eleitoreira.
Esse integrante do governo, no entanto, avalia que a fala do parlamentar pode prejudicar as negociações que estão em andamento entre os dois governos, já que o senador estaria dando tom político e eleitoral a uma questão que deveria ser tratada tecnicamente.
Na avaliação desse governista, ao citar encontros que teve com Donald Trump, JD Vance e Marco Rubio, Flávio tenta imprimir tom político nas conversas.
O governo brasileiro deverá insistir no diálogo institucional pelas vias diplomáticas para buscar um entendimento e evitar a aplicação das tarifas. A audiência desta terça integra a etapa final da investigação comercial aberta pelos Estados Unidos com base na legislação americana.
Além do Pix, o procedimento avalia políticas brasileiras relacionadas ao comércio digital, propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol, tarifas preferenciais, combate à corrupção e desmatamento ilegal. As manifestações apresentadas durante os dois dias de audiência servirão de subsídio para a recomendação técnica que será encaminhada ao governo americano antes da decisão definitiva sobre a aplicação ou não das tarifas, prevista para 15 de julho.
Segundo esse governista, novas conversas entre os representantes dos governos americano e brasileiro deverão acontecer nos próximos dias. Ele diz ainda que há expectativa de uma nova reunião entre o ministro Márcio Elias Rosa (Indústria) e Jamieson Greer, representante comercial dos EUA no governo Donald Trump.
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Num encontro, ontem, com os presidentes do Partido Progressista (PP) e do União Brasil (UB), partidos que formam a Federação Progressista, a governadora Raquel Lyra (PSD) comunicou que os seus candidatos a senador são o deputado Túlio Gadelha (PSD) e Miguel Coelho (UB). Diante do senador Ciro Nogueira e de Antônio Rueda, presidentes da federação, Raquel disse que a escolha por Miguel se deu por um motivo muito simples: compromisso e lealdade.
Explicou que havia oferecido as duas vagas de senador, lá atrás, à federação, mas Eduardo da Fonte, presidente da federação estadual, não aceitou e abriu negociações com o adversário João Campos, pré-candidato a governador pelo PSB. “Só agora, Eduardo se posicionou, o que me deixou insegura e certa de que a melhor alternativa seria Miguel, leal o tempo todo”, teria dito a governadora durante o encontro.
A decisão por Miguel está tomada e foi comunicada, ontem, em Brasília, num encontro com a cúpula da federação, do qual participaram o próprio Eduardo e o deputado Fernando Bezerra Filho, este representando o grupo Coelho e o União Brasil estadual.
Os deputados federais Eduardo da Fonte (PP) e Lula da Fonte (PP) encaminharam ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional um pedido para a abertura controlada das comportas da Barragem de Entremontes, localizada em Parnamirim, no Sertão de Pernambuco, atendendo a um pleito do prefeito Múcio Angelim e de agricultores e aliados da região.
A medida tem como objetivo aproveitar a água já armazenada no reservatório para abastecer importantes barragens da região, fortalecer a irrigação, garantir água para os rebanhos e atender comunidades rurais que dependem do recurso para suas atividades diárias.
Leia maisSegundo Lula da Fonte, a iniciativa representa um passo importante para impulsionar o desenvolvimento do Sertão, ampliando a produção agrícola, gerando emprego e renda e reforçando a segurança hídrica de Parnamirim, Exu e municípios vizinhos. Estudos apontam que o sistema possui potencial para irrigar mais de 28 mil hectares, contribuindo diretamente para o fortalecimento da economia local.
No documento enviado ao ministro, os parlamentares destacam ainda que informações da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) indicam que o volume atualmente armazenado na barragem é suficiente para permitir a abertura controlada das comportas, desde que sejam observados os critérios técnicos de operação.
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Estadão
O pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) culpou a política externa do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelo tarifaço dos Estados Unidos contra produtos brasileiros, mas afirmou esperar que a crise seja resolvida “independentemente de quem vier a solucionar isso”. A declaração foi dada hoje, ao ser questionado sobre a participação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), também pré-candidato ao Planalto, em uma audiência realizada em Washington sobre a proposta de novas tarifas contra produtos brasileiros.
Zema afirmou que Lula e o Itamaraty têm demonstrado “falta de habilidade” na relação com os Estados Unidos e atribuiu parte do desgaste à aproximação do governo petista com países como Cuba, Venezuela e Irã.
Leia mais“Eu espero que o Brasil resolva essa questão independentemente de quem vier a solucionar isso. O que eu posso adiantar é que o governo Lula e o Itamaraty têm faltado com habilidade com relação à política externa, porque o governo Lula, o PT, são notoriamente próximos de países antiamericanos”, afirmou em evento em São Paulo diante de lideranças femininas dos setores financeiro e de negócios.
A fala foi dada no dia em que o governo americano realizou a segunda etapa da audiência pública promovida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) para discutir uma proposta de resposta comercial contra o Brasil, que inclui tarifa adicional de 25% sobre determinados produtos brasileiros. A audiência ocorreu em Washington nos dias 6 e 7 de julho e integra a investigação aberta sob a Seção 301 da legislação comercial americana.
O senador Flávio Bolsonaro também participou da agenda em Washington nesta terça-feira. Ele havia se registrado para defender a suspensão da tarifa e afastar de si o desgaste de uma eventual nova medida contra o Brasil, em um momento em que o tema passou a integrar a disputa eleitoral com Lula.
No evento em São Paulo, Zema também defendeu maior participação feminina na política e associou a presença de mulheres em espaços de poder ao combate à corrupção. Ao sustentar o argumento, citou o escândalo envolvendo o Banco Master. “Eu não vi nenhuma mulher, pelo que eu me recordo, envolvida no caso do Banco Master. Pelo que eu me recordo, só homens envolvidos”, afirmou.
Na sequência, o pré-candidato disse que a menor participação feminina na população carcerária demonstraria que mulheres cometem menos crimes e voltou a defender uma presença maior delas na política. “No que depender de mim, como o Partido Novo tem feito, nós queremos que as mulheres avancem a sua participação na política e isso também vai ajudar no combate à corrupção”.
O aceno ocorre em um momento em que o eleitorado feminino voltou ao centro das estratégias para a eleição presidencial, por representar a maioria das pessoas aptas a votar no País e ter tido peso relevante na disputa de 2022. Questionado sobre a composição de sua chapa, Zema disse que o Novo conversa com partidos que não têm candidato próprio à Presidência, mas afirmou que ainda não há definição sobre o nome do vice nem preferência fechada por uma mulher.
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A segurança pública de Arcoverde ganhou um importante reforço com a implantação de 25 câmeras de videomonitoramento de alta resolução, instaladas em pontos estratégicos da cidade por meio de uma parceria entre a Prefeitura de Arcoverde, a Autarquia de Trânsito e Transportes de Arcoverde (Arcotrans) e a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS).
A iniciativa integra o conjunto de ações previstas no programa de governo do prefeito Zeca Cavalcanti, que já implantou a Guarda Civil Municipal e promoveu a modernização da iluminação pública com a instalação de mais de 3 mil luminárias de LED em diversos bairros. Segundo o prefeito, a chegada do novo sistema representa mais um avanço no fortalecimento da segurança e na prevenção da criminalidade.
Leia mais“Essas câmeras são fruto de um convênio firmado entre a Arcotrans, a Prefeitura de Arcoverde e a Secretaria de Defesa Social. Os equipamentos já estão instalados em diversos pontos estratégicos da cidade, como o Centro, São Cristóvão, São Geraldo, São Miguel, além das entradas e saídas do município, ampliando a capacidade de monitoramento e contribuindo para a segurança da população”, destacou Zeca Cavalcanti.
De acordo com o presidente da Arcotrans, Vlademir Cavalcanti, o sistema opera integrado à central de monitoramento da Secretaria de Defesa Social, localizada no Recife.
As câmeras possuem tecnologia capaz de realizar a leitura automática de placas de veículos, identificar automóveis com restrições por roubo ou furto e utilizar recursos de reconhecimento facial, permitindo uma atuação mais eficiente no combate à criminalidade.
“Inicialmente, o sistema fará a captura de imagens para identificar veículos com restrição de roubo ou furto, auxiliando no combate à criminalidade e na prevenção de delitos. Além disso, as câmeras possuem tecnologia de reconhecimento facial, com monitoramento em tempo real realizado pela SDS”, explicou.
Sempre que alguma irregularidade é detectada, as informações são encaminhadas imediatamente pela central de monitoramento à Polícia Militar de Pernambuco, que atua no município para adoção das medidas cabíveis.
Os equipamentos foram distribuídos em áreas consideradas estratégicas para o monitoramento urbano e o controle do tráfego. Entre os locais contemplados estão as avenidas Severiano José Freire, José Bonifácio, Dom Pedro II, Conselheiro João Alfredo, Pinto de Campos, o Corredor, o Centro da cidade, Cohab II, Novo Arcoverde, além dos principais acessos ao município.
A expectativa é de que o sistema contribua para a redução dos índices de criminalidade, aumente a capacidade de resposta das forças de segurança e fortaleça a sensação de segurança da população.
Segundo a Prefeitura, a Arcotrans também contará, em breve, com uma sala de monitoramento própria, que permitirá acompanhar as imagens em âmbito municipal, ampliando a integração das ações de trânsito e segurança pública.
Com investimentos em tecnologia, infraestrutura e integração entre os órgãos públicos, Arcoverde avança na modernização do sistema de segurança, utilizando ferramentas inteligentes para apoiar o trabalho das forças policiais e proteger a população.
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A ex-ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (PSB), é a entrevistada no meu podcast em parceria com a Folha de Pernambuco, o Direto de Brasília, de hoje. Recém-filiada ao PSB e pré-candidata ao Senado por São Paulo, Tebet vai falar sobre os rumos da política nacional, o cenário eleitoral para 2026 e os movimentos que marcaram sua trajetória nos últimos anos, desde a candidatura à Presidência da República até sua passagem pelo governo Lula.
Simone Tebet deixou o Ministério do Planejamento para disputar uma vaga no Senado e tem ocupado espaço no debate político nacional com críticas à polarização ideológica. Em entrevistas recentes, defendeu que o Brasil se afaste da “lacração das redes sociais” e concentre esforços em medidas concretas para enfrentar problemas estruturais. Também chamou atenção ao criticar o que classificou como “agro do mal”, diferenciando produtores rurais de grupos envolvidos com crimes ambientais, invasões de terras e grilagem.
Leia maisAdvogada e professora, Tebet construiu sua carreira política em Mato Grosso do Sul. Foi deputada estadual, prefeita de Três Lagoas por dois mandatos, vice-governadora, senadora da República e candidata à Presidência da República em 2022. Após terminar a disputa em terceiro lugar, tornou-se uma das principais apoiadoras de Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno e passou a integrar a equipe de transição do governo eleito, assumindo posteriormente o Ministério do Planejamento e Orçamento.
Nos últimos anos, Tebet consolidou-se como uma das principais vozes do centro político brasileiro, defendendo pautas ligadas à responsabilidade fiscal, ao desenvolvimento sustentável e à modernização da gestão pública. Sua filiação ao PSB e a pré-candidatura ao Senado por São Paulo estão entre os movimentos políticos mais observados do cenário nacional para as eleições de 2026.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, que será excepcionalmente transmitida amanhã, o governador do Ceará, Elmano Freitas (PT), negou que tenha afastado os delegados investigados por atuação no episódio da Fazenda da Maconha. O caso, denunciado pelo deputado federal André Fernandes (PL), envolve a apreensão de 290 mil pés de maconha no município de Acopiara, no final de junho. Ontem (6), os delegados Vicente de Paula Rodrigues e Marcos Sandro Nazaré de Lira foram exonerados dos cargos.
Elmano negou que tenha atuado para retirar os policiais. “Primeiro, no Ceará o governador não afastou ninguém. Quem afastou foi o processo de apuração. No Ceará, nossa Controladoria Geral de segurança tem uma previsão de que, na medida em que a comissão que está apurando avalia que tem indício de alguma irregularidade, automaticamente essa comissão tem o poder de determinar o afastamento. A comissão tem autonomia e independência”, afirmou Elmano, sucessor do ex-governador e ex-ministro Camilo Santana (PT).
Leia mais“Foi o que eu disse que ia fazer. Eu disse tem que ter firmeza para não passar a mão na cabeça, e serenidade para não ter injustiça, e muito menos interferência política. Tem que ter celeridade e serenidade. E a comissão tem plena autonomia para apurar e afastar para garantir mais tranquilidade na apuração. E eu estou aguardando o que é que essa Comissão vai ao final definir o que de fato vai ser apurado”, completou Elmano.
O caso da Fazenda da Maconha envolve a descoberta de uma das maiores plantações ilegais da história do Ceará, localizada na zona rural de Acopiara. No fim de junho, a Polícia Civil localizou uma megaestrutura de produção com cerca de 290 mil pés de maconha – equivalentes a cinco toneladas da droga – distribuídos por uma área de quase três hectares. A operação rapidamente se transformou em um escândalo político e administrativo após denúncias de André Fernandes. O parlamentar foi até o local e gravou vídeos afirmando que a polícia havia abandonado a área sem vigilância adequada, deixando provas para trás e enterrando parte da droga em vez de incinerá-la totalmente. Elmano de Freitas também visitou a fazenda e prometeu rigor na apuração.
O podcast Direto de Brasília com o governador do Ceará vai ao ar excepcionalmente nesta quarta-feira, das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
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Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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