Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
Em uma demonstração de força e articulação política na Mata Norte, a candidata a deputada federal Cássia do Moinho (MDB) e o ex-prefeito de Carpina e candidato a deputado estadual, Botafogo (Republicanos), comandaram, ao lado do candidato a governador de Pernambuco, João Campos (PSB), um dos maiores atos públicos da campanha em Carpina.
A inauguração do Espaço 40, comitê central da Frente Popular no município, reuniu uma multidão e transformou as ruas da cidade em um verdadeiro mar amarelo, chancelando o peso da aliança no palanque do candidato ao Governo de Pernambuco.
“Estar ao lado de Botafogo nessa caminhada ao lado de João Campos reforça o nosso compromisso com Carpina. Nós dois conhecemos de perto as dores da nossa cidade e sabemos que João é o nome certo e preparado para transformar Pernambuco. É uma parceria de trabalho, pé no chão e muita vontade de fazer mais pelo nosso estado”, afirmou Cássia do Moinho. “Com João liderando Pernambuco e o nosso grupo unido aqui na base, tenho certeza de que a Mata Norte vai avançar como nunca e ter os investimentos que sempre mereceu”, completou Botafogo.
O presidente da Câmara de Vereadores de Arcoverde e candidato a deputado federal, Luciano Pacheco (MDB), participou, ontem, de uma homenagem ao maestro Egerton Verçosa Amaral, conhecido como Beto da Oara, que completou 94 anos. O encontro aconteceu na Travessa Padre Roma, no Centro de Arcoverde, em frente à residência do homenageado.
Referência da história musical e cultural do município, Beto da Oara recebeu a homenagem da Filarmônica Joaquim Belarmino Duarte. Um dos momentos mais simbólicos da celebração ocorreu quando o maestro assumiu, por alguns instantes, a regência dos músicos, reafirmando sua profunda ligação com a música e emocionando os presentes.
Leia maisPara Luciano Pacheco, a trajetória de Beto ultrapassa as fronteiras de Arcoverde e ocupa um lugar de destaque na cultura pernambucana. “Beto da Oara é um patrimônio vivo não apenas da cultura arcoverdense, mas também da música de Pernambuco. Há mais de 60 anos, ele fez história ao criar a Orquestra de Ritmos Arcoverdenses Super Oara e levou o nome de Arcoverde para o mundo. É uma vida inteira dedicada à música e nós sempre estaremos aqui aplaudindo de pé esse grande artista e amigo”, destacou Luciano Pacheco.
A homenagem também integrou as comemorações da Filarmônica Joaquim Belarmino Duarte, que completa 98 anos no próximo dia 11 de setembro. Após o encontro, os músicos seguiram para a Praça da Bandeira, onde participaram da Alvorada Festiva em celebração ao Dia da Independência.
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A situação da PE-422, que liga a BR-316 ao município de Itacuruba, no Sertão de Itaparica, tem gerado revolta entre moradores. No trecho de cerca de 4 quilômetros, entre Belém e a região do Porto da Barra, a obra está paralisada e a aplicação de pó de brita, sem a devida umidificação, tem provocado muita poeira e transtornos para quem precisa trafegar pela estrada. Em julho deste ano, a governadora Raquel Lyra (PSD) prometeu a requalificação da rodovia, mas, até o momento, nada foi feito. O vídeo mostra a precariedade do trecho e a indignação da população.
Onze diretores da Polícia Federal manifestaram, por meio de uma nota, seu “total apoio” ao diretor-geral afastado Andrei Rodrigues e colocaram seus cargos à disposição para o delegado William Marcel Murad, diretor-geral substituto. O comunicado foi divulgado nesta terça-feira (8), algumas horas depois da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça que determinou o afastamento preventivo de Rodrigues e de Leandro Almada, da Diretoria de Inteligência do órgão.
“Para que fique absolutamente claro, repudiamos toda e qualquer tentativa de imputar a eles ou à Polícia Federal uma atuação não republicana. Tais acusações, desprovidas de fundamento, afrontam a história, a credibilidade e o compromisso institucional que sempre pautaram suas condutas. Neste ato, colocamos nossos cargos à disposição do Diretor-Geral substituto”. As informações são do portal G1.
Leia maisAssinam a nota:
Ao todo, a corporação tem 15 diretorias. Entre os integrantes da cúpula, não assinam o documento o próprio Andrei e o diretor de Inteligência, Leandro Almada da Costa, ambos afastados, além da corregedora-geral, Aletea Vega Marona Kunde. Também não consta entre os signatários o diretor-executivo, William Marcel Murad, número 2 da corporação, que assumiu o comando no lugar de Andrei após seu afastamento.
Leia a íntegra do comunicado:
Os Diretores da Polícia Federal vêm a público expressar seu total apoio ao Diretor-Geral, Delegado de Polícia Federal Dr. Andrei Rodrigues, e ao seu Diretor de Inteligência, Delegado de Polícia Federal Dr. Leandro Almada, diante dos injustificados ataques sofridos pela Polícia Federal na data de hoje.
Da mesma forma como a Instituição Polícia Federal tem, em sua história e feitos, a razão de sólida admiração dos brasileiros, o Dr. Andrei também conta com um percurso profissional dedicado à defesa da PF, com atuação técnica, isenta e responsável.
Narrativas marcadamente influenciadas por interesses político-eleitorais não têm o poder de apagar a história, a reputação e a trajetória profissional de quem quer que seja.
Assim, cumprindo nosso dever de defender a Instituição de ataques e tentativas de usurpação de funções, e assegurando o interesse público na manutenção de uma Polícia Federal capaz de promover justiça e assegurar o Estado Democrático de Direito, tornamos público nosso apoio aos diretores.
Para que fique absolutamente claro, repudiamos toda e qualquer tentativa de imputar a eles ou à Polícia Federal uma atuação não republicana. Tais acusações, desprovidas de fundamento, afrontam a história, a credibilidade e o compromisso institucional que sempre pautaram suas condutas. Neste ato, colocamos nossos cargos à disposição do Diretor-Geral substituto.
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Por Luiz Queiroz – Capital Digital
A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) deu o passo final para transformar em ferramenta institucional do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin) um aplicativo desenvolvido pelo próprio Estado para comunicações seguras. O “msg gov”, concebido como alternativa ao uso de mensageiros comerciais como o WhatsApp nas comunicações governamentais sensíveis, passa a ter regras específicas de segurança, acesso e utilização pelos órgãos que integram o sistema de inteligência brasileiro.
A decisão amplia a institucionalização de um projeto que vinha sendo desenvolvido pela ABIN em parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC) e o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).
Leia maisA mudança foi estabelecida pela Portaria GAB/DG/ABIN/CC/PR nº 4.628/2026, assinada pelo diretor-geral da ABIN, Luiz Fernando Corrêa. O regulamento determina que os órgãos e entidades integrantes do Sisbin incorporem as regras de utilização do msg gov aos seus próprios normativos e procedimentos internos.
A intenção de criar uma alternativa aos aplicativos comerciais aparece desde a origem do projeto. Ao relatar publicamente como surgiu a iniciativa, o professor José Macêdo, coordenador do Insight Data Science Lab da UFC, resumiu a demanda apresentada pela ABIN: “vamos construir um aplicativo para substituir o WhatsApp dentro do governo”.
A própria UFC apresentou posteriormente o msg gov como uma alternativa às plataformas comerciais estrangeiras para comunicações oficiais. O projeto ganhou importância num momento em que o governo passou a colocar soberania e autonomia tecnológica entre os objetivos de sua política digital.
Criptografia
O diferencial do msg gov está principalmente na tecnologia usada para proteger as comunicações. Segundo informações divulgadas pela ABIN, o aplicativo utiliza duas camadas de criptografia, combinando criptografia comercial com tecnologia criptográfica desenvolvida pelo próprio Estado brasileiro. A criptografia estatal é produzida pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento para Segurança das Comunicações (CEPESC), unidade da ABIN responsável pelo desenvolvimento de tecnologias destinadas à proteção de informações sensíveis do governo.
O regulamento publicado pela Agência define o msg gov como um “recurso criptográfico baseado em algoritmo de Estado”. Pela legislação brasileira, algoritmo de Estado é uma função matemática de cifração e decifração desenvolvida pelo poder público para utilização exclusiva em interesse do serviço de órgãos e entidades federais. Essa característica faz com que o aplicativo receba tratamento diferente de um mensageiro convencional.
A própria Portaria determina que o msg gov seja considerado material de acesso restrito e fique submetido a procedimentos especiais de controle para acesso, manutenção, armazenamento, transferência, trânsito e descarte. Os termos oficiais de utilização do serviço também estabelecem que seu código-fonte é de acesso restrito e não possui licença de código aberto.
Na prática, o governo procura controlar diferentes partes da cadeia: o software, a tecnologia criptográfica e a infraestrutura utilizada para sua operação.
A regulamentação mostra também a preocupação da inteligência brasileira com o equipamento no qual o mensageiro será instalado. A orientação é para que o msg gov seja utilizado em dispositivo móvel corporativo de uso exclusivamente funcional sempre que esse equipamento for fornecido pelo órgão público.
O uso em celulares particulares não foi proibido, mas passou a depender de avaliação de risco e de autorização da alta administração de cada integrante do Sisbin. A norma reconhece expressamente que instalar o aplicativo em aparelho particular ou de uso misto representa “risco adicional à segurança da informação estatal”.
Nesse caso, o órgão terá de verificar se o smartphone atende aos padrões corporativos de software e aos controles previstos em sua política de segurança. A preocupação se estende às viagens internacionais. Para utilizar o msg gov no exterior a serviço, a ABIN recomenda autorização da alta administração, comunicação ao gestor de segurança da informação e medidas que garantam o controle físico do aparelho.
Sisbin
A transformação do aplicativo em instrumento do Sisbin aumenta significativamente o alcance potencial da plataforma. O Sistema Brasileiro de Inteligência não é formado apenas pela ABIN. Ele reúne órgãos federais responsáveis por diferentes áreas estratégicas do Estado e vem ampliando sua articulação com estruturas estaduais e outras instituições.
Essa expansão ajuda a explicar por que a Portaria não se limita a regulamentar o uso interno pela Agência. Ela determina que cada órgão ou entidade integrante do Sisbin adote providências para incorporar as regras do msg gov aos seus próprios procedimentos.
O Decreto nº 11.693/2023 já havia atribuído à ABIN, como órgão central do Sistema, a responsabilidade de disponibilizar ferramentas de comunicação segura e plataformas digitais destinadas ao compartilhamento de dados, informações e conhecimentos entre seus integrantes. A nova Portaria transforma essa atribuição genérica em regras concretas para utilização do msg gov.
A ABIN também vem incorporando novas instituições e estruturas locais ao ambiente do Sisbin. Em 2026 foram formalizados movimentos de integração envolvendo diferentes governos estaduais, enquanto instituições como o Banco do Brasil passaram a participar de estruturas temáticas do Sistema. O potencial de utilização do mensageiro, portanto, ultrapassa os servidores da própria Agência.
Serpro
Embora seja uma ferramenta vinculada à ABIN, a construção tecnológica envolve outras instituições públicas. A UFC participa da pesquisa e do desenvolvimento do aplicativo, enquanto o Serpro aparece nos documentos oficiais como responsável pela sustentação tecnológica do serviço e como operador de dados pessoais tratados pela plataforma.
A arquitetura cria uma combinação pouco comum na infraestrutura digital federal: a inteligência brasileira desenvolve a tecnologia criptográfica, uma universidade pública participa da pesquisa e desenvolvimento e a estatal federal de tecnologia sustenta a infraestrutura necessária à operação.
Em maio de 2026, essa estrutura ganhou ainda a participação do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Uma carta-acordo envolvendo UFC, ABIN, Serpro, Fundação Cearense de Pesquisa e Cultura e PNUD abriu uma nova etapa de desenvolvimento do projeto. A UFC informou que o trabalho inclui o desenvolvimento de um novo módulo voltado ao Sisbin com financiamento do PNUD.
Evolução
O msg gov vem recebendo novas funcionalidades rapidamente. Além das mensagens individuais, versões recentes incorporaram QR Code, canais e listas de transmissão. Uma nova versão apresentada em maio passou a incluir chamadas de voz e vídeo em grupo, ferramentas de auditoria e painel de gerenciamento.
A inclusão de recursos de auditoria e administração institucional ajuda a diferenciar o projeto de aplicativos utilizados individualmente pelos servidores. A proposta deixa de ser apenas oferecer um mensageiro criptografado e passa a incluir mecanismos para sua administração dentro das estruturas do Estado.
A regulamentação também estabelece responsabilidades individuais. Os usuários respondem pelos atos realizados com suas credenciais, devem utilizar o aplicativo exclusivamente para fins institucionais e precisam possuir credencial de segurança ou, excepcionalmente, assinar Termo de Compromisso de Manutenção de Sigilo.
A institucionalização do msg gov acrescenta uma nova peça à estratégia do governo de reduzir dependências tecnológicas em áreas consideradas críticas.
Enquanto serviços convencionais de mensageria dependem de plataformas, infraestrutura e tecnologias controladas por empresas privadas, muitas delas estrangeiras, o modelo adotado pelo msg gov procura manter sob controle estatal justamente o elemento mais sensível: a criptografia utilizada para proteger as comunicações.
Isso não significa que WhatsApp e outros mensageiros deixarão de ser usados pelo funcionalismo público. A Portaria não estabelece uma proibição geral dessas plataformas nem determina sua substituição em toda a administração federal.
A mudança ocorre inicialmente dentro de um universo específico: o Sistema Brasileiro de Inteligência. Mas é justamente nesse ambiente que comunicações governamentais podem envolver algumas das informações mais sensíveis do Estado.
O projeto que começou com a ideia de construir um aplicativo capaz de substituir o WhatsApp dentro do governo entra, assim, em uma nova fase. Com a regulamentação publicada pela ABIN, o msg gov deixa de ser apenas uma solução tecnológica em desenvolvimento e passa a integrar formalmente a arquitetura de comunicação segura da inteligência brasileira.
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O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, avalia que a crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) está perto do fim. “Porque não pode piorar”, disparou ele, em entrevista ao podcast ‘Direto de Brasília’, que vai ao ar logo mais, às 18h. “Essa é uma crise nunca vista na história do Brasil, com o agravante de ocorrer a 20 dias do primeiro turno”, acrescentou.
Para ele, existe uma série de acusações que precisam ser esclarecidas, porque a sociedade exige isso. “Mas precisamos ter cuidado para, no calor eleitoral, não partidarizar a crise na Justiça”, ponderou.
“Ainda estamos sob a égide da notícia, não sabemos as motivações, os argumentos, mas é uma coisa única. Um ministro do Supremo pediu o afastamento do chefe da Polícia Federal e já soubemos que outro ministro pediu vistas, que outros não concordaram. Então vamos ter uma semana importante, acho que vamos evoluir nisso”, completou o ministro da Defesa.
“Isso é muito ruim, porque envolve todo mundo, envolve pessoas. Lamento porque isso estimula a descrença da população, e você vê o resultado nas pesquisas. Nunca tivemos uma coisa tão disputada no Brasil, em função da polarização”, concluiu.
O candidato ao Senado e deputado federal Eduardo da Fonte (PP) intensifica, hoje, a agenda ao lado da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra pelo Sertão de Pernambuco. Ao longo dos dois dias, Eduardo cumpre compromissos em diferentes municípios da região, combinando agendas institucionais, na condição de parlamentar, com compromissos políticos e de proximidade com a população do interior.
A agenda começou em Sertânia, no Sertão do Moxotó, onde Eduardo, como deputado federal, acompanhou ao lado de Raquel Lyra as obras de construção de uma creche e de capeamento de ruas. Antes, a comitiva visitou o Centro de Excelência em Derivados de Carne e Leite (Cedoca) e a Barragem de Campos, onde acompanhou ações relacionadas à infraestrutura e à segurança hídrica da região.
Leia maisEm Arcoverde, Eduardo participa de um almoço com Zeca Cavalcanti, em mais um momento de diálogo e articulação política no Sertão. À tarde, em Serra Talhada, acompanha a Procissão de Nossa Senhora da Penha, tradicional celebração religiosa que reúne moradores e fiéis no município.
Encerrando a agenda desta terça-feira, Eduardo da Fonte participa, à noite, de um evento em Salgueiro ao lado do prefeito Fabinho. O encontro reúne lideranças, apoiadores e moradores, fortalecendo o diálogo com a população e a articulação política na região.
Amanhã, a agenda terá início em Serra Talhada, onde Eduardo acompanhará as obras da Maternidade Socorro Godoy. Na sequência, participa de um almoço em Triunfo e, à tarde, estará em Quixaba para acompanhar, como deputado federal, as obras de construção de uma creche e de capeamento de ruas no município.
Ainda na quarta-feira, Eduardo participará de um porta a porta em Afogados da Ingazeira, ao lado do candidato a deputado estadual Romero Sales Filho e do deputado federal Danilo Simões. À noite, encerrará a agenda com uma caminhada em Tabira, ao lado do prefeito Flávio Marques, em mais um momento de mobilização política e contato com a população.
A agenda reforça a presença de Eduardo da Fonte no interior de Pernambuco e sua atuação em diferentes frentes, acompanhando, como parlamentar, investimentos e ações nos municípios e, como candidato ao Senado, ampliando o diálogo e fortalecendo alianças para o projeto de Pernambuco.
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Metrópoles
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, na manhã de hoje, para manter a decisão do ministro André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, do cargo.
Os ministros Kassio Nunes Marques e Luiz Fux anteciparam seus entendimentos e acompanharam integralmente a decisão do relator. Antes da maioria, o decano Gilmar Mendes havia pedido vista (mais tempo de análise) no julgamento.
Com a interrupção de Gilmar, a análise do caso foi suspensa, mas o afastamento imediato continua em vigor. O ministro Dias Toffoli se declarou impedido de votar. Nesta manhã, Mendonça ordenou o afastamento preventivo de 90 dias do diretor-geral da Polícia Federal. O magistrado afirmou ter sido alvo de “monitoramento sistemático e ilegal” da corporação por mais de 30 dias.
Treze ministros aposentados do Supremo Tribunal Federal (STF) divulgaram uma carta aberta pedindo ao presidente, Edson Fachin, uma “rigorosa apuração” dos fatos que envolvem a Corte.
Eles classificam o atual momento do STF como “a mais aguda crise de sua história” e, ainda segundo a carta, o que vem comprometendo o prestígio e a autoridade do Tribunal, a confiança do povo e a estabilidade das instituições democráticas.
Leia maisOs ex-ministros ainda dizem ter a absoluta convicção de que Fachin vai convocar com urgência uma sessão pública para que o plenário do STF apure os fatos.
Assinam o documento Néri da Silveira, Francisco Rezek, Sydney Sanches, Celso de Mello, Carlos Velloso, Ilmar Galvão, Nelson Jobim, Ellen Gracie, Cezar Peluso, Ayres Britto, Joaquim Barbosa, Eros Grau e Rosa Weber.
A carta foi encaminhada nesta terça-feira (8), a três dias do fim do prazo estabelecido por Fachin para que os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça deem explicações sobre os fatos da semana passada, quando a crise teve uma escalada.
Confira a manifestação na íntegra:
“Os ministros aposentados e ex-presidentes, abaixo assinados, vêm manifestar plena confiança na seriedade, discernimento e firmeza de V. Exª na condução dessa Suprema Corte, na mais aguda crise de sua história, e a absoluta convicção de que V. Exª designará, com toda a urgência, sessão pública para que o Pleno determine imediata e rigorosa apuração, sob o devido processo legal, dos gravíssimos fatos cuja divulgação vem comprometendo o prestígio e a autoridade desse Tribunal, a confiança do povo e até a estabilidade das instituições democráticas.”
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Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã
Os analistas de pesquisa gostam de usar um número mágico para avaliar as possibilidades de reeleição dos “incumbentes”, como chamam aqueles que disputam o cargo no mandato. O número mágico é 47%. Nessa avaliação, candidatos que têm uma aprovação abaixo de 47% teriam probabilidade muito baixa de reeleição. Por esse raciocínio, essa parece ser a situação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo a Genial/Quaest divulgada no dia 2, ele tem 45% de aprovação. O CEO e fundador do Instituto Indexa, Arilton Freres, tem cautela quanto a essa conclusão automática. “O Brasil tem circunstâncias muito próprias que precisam ser levadas em consideração antes de se adotar um padrão automático de experiências no exterior”, disse ele ao Correio Político. Para ele, a polarização política tornou a disputa eleitoral brasileira uma competição de rejeições.
Leia maisAssim, por aqui sempre vale a máxima do genial maestro Tom Jobim: “O Brasil não é para amadores”. A construção da análise que torna os 47% de aprovação um número mágico desconsidera uma série de outros fatores na acirrada disputa brasileira, que coloca de um lado um entusiasmado time de lulistas, do outro um igualmente fanático time de bolsonaristas, e, no meio, um grupo que gostaria de ter alternativas, mas não as encontra. É preciso lembrar: se a rejeição de Lula é alta, a de Flávio Bolsonaro também é.
De acordo com a mesma pesquisa Genial/Quaest, a rejeição a Flávio Bolsonaro (PL), o principal adversário do presidente, é maior que a de Lula. Flávio tem rejeição de 55%, Lula de 53%. “No final, isso é o que parece que decidirá as eleições deste ano”, considera Arílton Freires. “De que a sociedade tem mais medo? Da continuação do lulismo ou da volta do bolsonarismo?”. As pesquisas ainda não mediram os impactos das últimas notícias sobre o caso Master. Essa repercussão poderá definir para onde pende a balança.
No momento, as acusações contra o ministro Alexandre de Moraes e sua briga contra André Mendonça desgastam o Supremo Tribunal Federal (STF). Arílton observa que seria baixa a chance de Lula evitar que a crise que desgasta Moraes não o atinja. “Boa parte da sociedade considera que Moraes age no STF alinhado com o governo”, diz ele. Uma evolução incrível na trajetória de Moraes.
Moraes foi escolhido para o STF por Michel Temer, alguém que o PT considera ter dado um golpe em Dilma Rousseff. Por outro lado, o caso afastou do noticiário as acusações de envolvimento de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, no escândalo do INSS. “Em certa medida, isso também beneficia Lula”, considera. Teria maior potencial de desgaste.
A semana terminou com a possibilidade de surgimento de novas informações sobre o caso Dark Horse. O empresário Antonio Carlos Freixo Júnior, o Mineiro, mediador dos repasses de Daniel Vorcaro, do Master, para o filme Dark Horse, negocia uma delação premiada, que foi encaminhada ao STF pela Procuradoria-Geral da República.
Para Arílton Freres, a volta da aproximação de Flávio com relação a Lula, com situações de empate no segundo turno, mostraria que, no momento, o caso Dark Horse parou de desgastá-lo. Embora ainda faltem as devidas explicações sobre os repasses, o eleitor já teria “precificado” o caso Dark Horse. Os votos não foram para outros.
No meio disso tudo, há, porém, o fenômeno Augusto Cury (Avante). Arílton Freres aponta que seu crescimento, passando para terceiro e ficando com mais de dois dígitos em três pesquisas nacionais, já vinha sendo observado pelo Indexa em pesquisas estaduais que o instituto está fazendo. A primeira constatação deu-se no Maranhão.
Trackings preliminares no Maranhão começaram a apontar Augusto Cury com 10% das intenções de voto no estado. Isso chamou a atenção dos pesquisadores, e se confirmou depois, com Cury alcançando 9% no estado. No Amapá, pesquisa o apontou com 8%. “É um crescimento que aconteceu em todos os estados”, diz Arílton.
Segundo Arílton, no entanto, Augusto Cury teria parado de subir. “É preciso ver agora se o eleitor irá mesmo em busca de alternativa”, observa. Ou ficará mesmo entre Lula e Flávio. Na última Indexa, ambos tinham a mesma rejeição de 49%. “Ou seja, é um número proibitivo para ambos. Nesse cenário, portanto, a rejeição é que vai decidir a eleição”.
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A OAB Pernambuco – Subseção São José do Egito realiza, em setembro, mais uma etapa das Capacitações Itinerantes, levando atividades aos municípios de Itapetim, Brejinho, Santa Terezinha e Tuparetama. A iniciativa busca ampliar a presença da entidade no interior, com visitas da diretoria aos profissionais durante a manhã para ouvir demandas e fortalecer o diálogo, seguidas, à tarde, por capacitações nas Câmaras Municipais. O projeto também promove a integração entre diferentes Subseções, com troca de experiências, networking e participação de lideranças da advocacia de outras regiões.
Além da formação jurídica, o circuito contará com serviços da CAAPE, incluindo vacinação e distribuição de adesivos de estacionamento para advogados adimplentes, além da divulgação de benefícios oferecidos pelo Sistema OAB. As inscrições terão caráter social: cada participante deverá entregar cinco itens de limpeza, que serão destinados à ONG Amigos de Quatro Patas, voltada à proteção animal. Com a ação, a Subseção reforça a proposta de aproximar a OAB da advocacia do interior, unindo qualificação profissional, integração institucional, prestação de serviços e compromisso com a sociedade.
Os enfermeiros da rede municipal de Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife, entram em greve por tempo indeterminado a partir das 7h do dia 8 de setembro com Ato em frente a secretaria de saúde. A decisão foi tomada na manhã da última terça-feira (1º), durante Assembleia Geral Extraordinária realizada pelo Sindicato dos Enfermeiros no Estado de Pernambuco (SEEPE), no Auditório do CECOSNE.
A categoria cobra da Prefeitura a abertura de uma mesa efetiva de negociação e reivindica, entre outros pontos, a adequação do salário-base dos enfermeiros da Estratégia Saúde da Família (ESF) ao valor pago aos profissionais de Analista/RAPS com jornada de 40 horas, considerando a mesma categoria e jornada de trabalho. Também estão entre as reivindicações o pagamento das verbas federais destinadas às campanhas de vacinação, aumento do vale-alimentação e outras pautas de valorização dos profissionais.
Leia maisDurante a assembleia, a categoria também definiu os percentuais de paralisação e manutenção dos serviços. Na urgência e emergência, que inclui policlínicas, SAMU, serviços de pronto atendimento e UPAs, haverá paralisação de 30% das atividades, com manutenção de 70% dos serviços. Na atenção básica, incluindo os serviços de vacinação, a paralisação será de 80%, com manutenção de 20% das atividades.
Segundo o SEEPE, a decisão pela greve ocorre após o encerramento das negociações por parte da Administração Municipal, diante da exclusão dos enfermeiros do reajuste legalmente devido, do não cumprimento de decisão judicial transitada em julgado e da retenção de verbas federais destinadas aos profissionais das campanhas de vacinação.
“A gestão de Jaboatão desrespeita os enfermeiros e insiste em ignorar nossas reivindicações. Não vamos aceitar esse descaso de braços cruzados. A greve mostra a força de uma categoria que se organiza, se mobiliza e luta por respeito e valorização”, Ludmila Outtes, presidenta do SEEPE
O SEEPE informa que o movimento terá início hoje e será conduzido com a manutenção dos serviços definidos pela categoria, garantindo o atendimento das necessidades essenciais da população.
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