Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
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SBT NEWS
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) pode ser alvo novamente de sanções do governo de Donald Trump. Fontes relataram ao SBT News com exclusividade que o governo norte-americano monitora a situação no Brasil atentamente e que, caso haja retaliações à direita no país durante o processo eleitoral, autoridades brasileiras sofrerão novas sanções.
A reportagem questionou se uma possível anulação de uma domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro seria motivo para aplicação de qual tipo de sanção. A resposta foi sim e que essa possibilidade motivaria uma possível reaplicação da Lei Magnitsky ao juiz Alexandre de Moraes.
Nesta semana, Alexandre de Moraes irá analisar se mantém o ex-presidente Jair Bolsonaro em prisão domicilar ou se o transfere para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como a “Papudinha”.
Leia maisO magistrado analisa por que uma arma do ex-presidente Jair Bolsonaro foi identificada com um agente do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) pela polícia Civil do Distrito Federal em uma blitz em Brasília. Jair Bolsonaro irá prestar depoimento nesta terça-feira (22) sobre o caso.
Na última quarta-feira (17), o deputado cassado Eduardo Bolsonaro afirmou em entrevista à âncora do SBT News, Raquel Landim que “a reaplicação de sanções da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes “seria apenas uma questão de tempo”.
O SBT News procurou o STF e o espaço segue aberto para qualquer manifestação.
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A poucos dias do fim do prazo da prisão domiciliar concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tem mantido uma rotina marcada por cuidados médicos, convivência familiar, momentos de oração e pouca atividade política — embora não seja nula. Enquanto aliados aguardam uma definição sobre uma eventual prorrogação da medida, o ex-presidente divide os dias entre consultas, sessões de fisioterapia, jogos de cartas com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e visitas autorizadas.
Segundo interlocutores da família, os dias de Bolsonaro começam com a medicação prescrita e seguem entre compromissos relacionados à recuperação física, como as sessões de fisioterapia. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisAinda em tratamento após a cirurgia no ombro direito realizada neste ano, o ex-presidente segue sentindo fortes dores no local, quadro que tem limitado parte de suas atividades.
Aliados relatam ainda que os episódios de soluço que marcaram suas internações continuam ocorrendo ocasionalmente, como tem afirmado Michelle em eventos públicos recentes. A ex-primeira dama revelou ainda que a medicação do marido foi alterada para contornar o problema.
Quando não está cumprindo recomendações médicas, Bolsonaro costuma passar parte do tempo no quintal da residência para tomar sol. Outra parte do período em casa é dedicada a conversas com familiares e os seguranças que acompanham a rotina.
Aliados do ex-presidente afirmam ainda que ele tem aproveitado o tempo fora da Papuda para se dedicar mais tempo à filha Laura, ajudando em tarefas da escola e acompanhando mais de perto seu cotidiano, algo que pessoas próximas apontam como um efeito colateral positivo do período de recolhimento em casa.
O ex-presidente também costuma jogar cartas com Michelle e dedicar parte do dia à leitura da Bíblia, hábito incentivado pela ex-primeira-dama. À noite, faz uso de medicação para dormir.
A alimentação passou a ser controlada de forma mais rígida desde a transferência para casa. Segundo interlocutores, Michelle assumiu pessoalmente o preparo de parte das refeições do marido, que segue uma dieta restritiva recomendada pelos médicos e mantém preferência pela comida preparada pela mulher.
Dentre os frequentadores da casa mais assíduos estão os advogados responsáveis por sua defesa e integrantes da equipe médica que acompanham sua recuperação. No dia 13 de junho, um sábado, o visitante foi o senador Flávio Bolsonaro. Moraes autorizou a ida entre 11h e 13h, e pai e filho acabaram não vendo o primeiro jogo do Brasil na Copa juntos — a seleção empatou em 1 a 1 com o Marrocos, em partida que começou às 19h.
Embora tenha reduzido significativamente a presença em agendas públicas, Michelle não se afastou completamente das discussões políticas do grupo bolsonarista e tem frequentado lançamento de pré-candidaturas de deputados.
Nessas agendas, ela se encontra com aliadas como a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e a deputada Bia Kicis (PL-DF). Há duas semanas, ela também teve um jantar reservado com senadoras que, segundo relatos, foi bom para que ela pudesse “descontrair”.
Aliadas e amigas de Michelle frequentemente afirmam, nos bastidores, que a prisão de Bolsonaro acabou por “prender” a ex-primeira-dama também, em referência à dedicação exigida de tempo e esforço exigidos no cuidado diário do marido.
Interlocutores dizem que a ex-primeira-dama reduziu significativamente sua atuação política durante o período de prisão domiciliar de Bolsonaro. A avaliação de pessoas próximas é a de que Michelle procurou evitar movimentos que pudessem ser interpretados como uma “provocação” a Moraes, ou que pudessem gerar novos desgastes para o ex-presidente.
Na véspera da decisão que autorizou Bolsonaro a cumprir prisão domiciliar humanitária, Michelle se reuniu reservadamente com Moraes e , desde então, aliados passaram a identificar uma tentativa de preservar canais de diálogo com o ministro.
O gesto mais explícito ocorreu em maio, dizem, quando a ex-primeira-dama chamou Moraes de “irmão em Cristo” durante um evento político ao agradecer a autorização para que um cabeleireiro fosse até a residência cortar o cabelo do ex-presidente.
A declaração gerou desconforto em parte do bolsonarismo, mas foi interpretada por interlocutores como mais um sinal da estratégia de evitar confrontos públicos com o magistrado, que é, no fim das contas, o único responsável pelas decisões envolvendo Bolsonaro.
Embora continue sendo apontada por aliados como um dos principais nomes do campo bolsonarista para o Senado do Distrito Federal em outubro, interlocutores afirmam que ela ainda não tomou uma decisão definitiva sobre disputar um cargo eletivo, mas admitem que é algo que a ex-primeira-dama deseja.
Ao mesmo tempo, ela também tem sido cobrada por uma ala do bolsonarismo a entrar de cabeça na campanha de Flávio, mas ela tem demonstrado resistência. No início de junho, ao ser questionada sobre o assunto, Michelle afirmou que pretende apoiá-lo, mas “no momento certo”, sem dar mais detalhes de quando isso ocorreria. Na oportunidade, ela voltou a defender a manutenção da prisão domiciliar do marido em razão de seu estado de saúde.
A atual fase do ex-presidente começou em março, depois que ele apresentou um quadro súbito de mal-estar enquanto estava custodiado no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, no Complexo da Papuda. Ele foi levado ao Hospital DF Star, em Brasília, após apresentar febre, queda na saturação de oxigênio e um quadro de pneumonia bacteriana decorrente de broncoaspiração. A partir dos relatórios médicos apresentados na época pela defesa, Moraes autorizou sua transferência para casa.
O ex-presidente retornou à residência em Brasília em 27 de março. Na decisão, Moraes estabeleceu prisão domiciliar por 90 dias, prazo que termina em 25 de junho, quinta-feira. Em maio, Bolsonaro acabou voltando a ser internado para uma cirurgia no ombro.
A poucos dias do término do prazo, aliados avaliam que Bolsonaro cumpriu as condições impostas pelo Supremo e evitou episódios que pudessem ser interpretados como descumprimento das determinações judiciais.
— É a primeira vez que eu vejo, na história do Brasil, uma prisão domiciliar com prazo de validade. Ela tem apenas regras que, se não forem cumpridas, a pessoa volta para o regime fechado. Fica um ponto de interrogação muito grande — diz o deputado Zé Trovão (PL-SC).
A principal preocupação do entorno neste momento envolve a apreensão de uma arma vinculada ao ex-presidente durante uma blitz no início da semana.
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) marcou para esta terça-feira uma audiência por videoconferência para ouvir Bolsonaro sobre o caso e informou ao STF que vai compartilhar as informações produzidas no inquérito aberto com o gabinete de Moraes. No boletim de ocorrência, o ex-presidente aparece na condição de “envolvido”.
Apesar do episódio, interlocutores de Bolsonaro avaliam que o caso não deve produzir consequências relevantes para sua situação judicial e a expectativa no grupo é que Moraes leve em consideração o cumprimento das demais condições da domiciliar ao decidir se mantém ou não a medida após o término do prazo inicialmente previsto.
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POR BLOG DO LUIZ NETO
Enquanto a governadora Raquel Lyra percorre Pernambuco entregando obras, anunciando investimentos e consolidando alianças para 2026, dois nomes têm desempenhado papel fundamental nos bastidores da gestão estadual: o secretário-chefe da Casa Civil, Túlio Vilaça, e o assessor especial André Teixeira.
Reconhecido pela capacidade de diálogo e pela habilidade de construir pontes entre o Governo do Estado, prefeitos, parlamentares e lideranças regionais, Túlio Vilaça se tornou uma das figuras mais importantes da estrutura administrativa do Palácio do Campo das Princesas. Homem de confiança da governadora, tem conduzido com discrição e eficiência a interlocução política da gestão em todas as regiões do estado.
Leia maisAo seu lado, André Teixeira vem desempenhando papel decisivo no fortalecimento das relações institucionais e no acompanhamento das demandas apresentadas por prefeitos, vereadores e representantes da sociedade civil. Com trânsito entre diferentes correntes políticas, o assessor especial tem contribuído para ampliar a presença do governo nos municípios pernambucanos.
A sintonia entre os dois auxiliares é apontada por diversas lideranças como um dos fatores responsáveis pela boa articulação construída pela gestão estadual. Nos últimos meses, a dupla tem sido presença constante em agendas estratégicas, ajudando a consolidar apoios e fortalecendo a base política da governadora.
Nos corredores do poder, a avaliação é que Túlio Vilaça e André Teixeira formam uma das parcerias mais eficientes do atual governo, combinando capacidade técnica, diálogo permanente e articulação política em favor do projeto liderado por Raquel Lyra.
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, comparou nesta segunda-feira o Supremo Tribunal Federal (STF) a uma “delegacia de polícia” durante evento com empresários promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.
Em discurso a representantes do setor produtivo, o parlamentar afirmou que não faz ataques a instituições, mas criticou a Corte ao afirmar que há no Brasil uma “insegurança jurídica” causada em parte pelas “canetadas” do STF, embora não tenha citado nenhum ministro específico. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia mais— O Supremo hoje parece mais uma delegacia de polícia do que uma Corte Constitucional. A todo momento tem um ou outro integrante daquela Corte querendo interferir no processo eleitoral, querendo escolher quem pode ser candidato e quem não pode — afirmou.
Ao falar sobre o ambiente de negócios no país, Flávio associou a insegurança jurídica à atuação do Judiciário e citou decisões da Corte que, segundo ele, teriam contrariado deliberações do Legislativo.
— Todos falaram sobre insegurança jurídica. É inaceitável que neste país continuemos sendo submetidos a uma canetada de um ministro do Supremo que pode, por exemplo, desfazer uma decisão do Congresso Nacional — disse.
Como exemplo, o senador mencionou a disputa em torno do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e criticou a possibilidade de decisões parlamentares serem revertidas judicialmente.
Na época, em julho do ano passado, o governo federal havia aumentado o IOF por meio de decreto, o qual foi derrubado pelo Congresso. A questão foi judicializada e Moraes acabou paralisando todas as ações sobre o assunto até que Executivo e Legislativo entrassem em um acordo.
— O Congresso aprova um projeto para revogar esse aumento e, numa canetada, um ministro do Supremo desfaz a decisão tomada majoritariamente tanto no plenário da Câmara quanto no plenário do Senado — afirmou.
As declarações ocorreram durante participação no evento “A Indústria na Agenda dos Presidenciáveis”, organizado pela CNI para ouvir propostas de potenciais candidatos ao Palácio do Planalto. Além de Flávio, participou do encontro o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). O ex- governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), deve se apresentar depois de Flávio.
Embora o fórum fosse voltado à apresentação de propostas para a indústria, Flávio dedicou parte significativa de sua fala a temas ligados à segurança pública e retomou suas propostas, divulgadas na semana passada, para a área. Ele falou das propostas do programa “Brasil sem Medo”, que prevê, dentre outros objetivos, a criação de mais cinco presídios federais, a classificação de PC e CVV como terroristas, e a castração química para estupradores.
— O primeiro território que nós vamos recuperar são os que hoje são dominados por esses marginais e não pelo Estado — declarou.
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Por Mônica Bergamo – Folha de S. Paulo
O empresário Thiago Brennand vai se casar com a própria advogada, Karina Kufa, que o defende em processos criminais.
Condenado inicialmente a oito anos por estupro, sentença majorada posteriormente para mais de dez anos, ele cumpre prisão em regime fechado na penitenciária de Potim, no interior de SP.
Por isso, o casamento, marcado para o próximo dia 2, será por procuração.
Leia maisKarina Kufa, que já atuou em casos de repercussão que envolvem, por exemplo, a família de Jair Bolsonaro, afirmou à coluna que há quatro meses se juntou ao time de advogados que atuam em processos que envolvem o seu futuro marido.
Ela se diz “plenamente convicta” da inocência de Brennand e afirma que confia em sua absolvição. “Se Deus quiser, vamos tirá-lo logo de lá [da prisão]. E Deus há de querer.”
A advogada e o empresário, ambos com 46 anos, nunca tiveram contato físico e se apaixonaram conversando separados por um vidro em conferências no parlatório da penitenciária.
“Foi uma paixão pelas palavras. Me apaixonei pelo intelecto dele”, afirma Karina. “Sabe quando a pessoa é o seu espelho? Foi um acontecimento de Deus, um encontro de almas e de intelecto. Com ele, consigo conversar de igual para igual”, diz ela.
“Tudo aconteceu de uma forma diferente, mas eu não tinha como deixar de viver isso”, segue.
A advogada é divorciada e tem dois filhos, já avisados sobre o futuro matrimônio. Brennand tem um filho e nunca formalizou um casamento. “Ele disse ao pai que só se casaria uma vez”, afirma Karina Kufa.
A advogada diz que as pessoas criaram “a imagem de um monstro”, mas que o empresário é uma pessoa “inteligente e interessante”. Preso há três anos, “segue de forma positiva e confiante, determinado a provar a inocência e resolver todos os seus problemas.”
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A defesa do senador Jaques Wagner (PT-BA) acionou o STF (Supremo Tribunal Federal) nesta segunda-feira (22) para pedir a anulação da operação da PF (Polícia Federal) que resultou no cumprimento de mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao parlamentar.
Os advogados do senador afirmam que “erros graves que comprometem a medida”. O principal argumento da equipe de defesa é de que — diferentemente do que sugere a investigação — Jaques não teria atuado em favorecimento do Master no Congresso Nacional. As informações são da CNN.
Um dos momentos de suposto favorecimento, segundo a PF (Polícia Federal), teria se dado durante a tramitação de MP medida provisória que aumentava o limite de crédito consignado para a maior parte dos assalariados. A defesa de Jaques sustenta que a emenda apresentada por ele ao texto contrariava os interesses do banco ao “limitar juros e proteger consumidores”.
Leia maisA emenda propunha o seguinte artigo à MP: “Os juros para todas as modalidades de crédito consignado, independente do momento em que foi contratado, não poderá exceder ao limite de 300% da taxa média de juros dos Certificados de Depósito Interbancário (CDI)”.
O segundo momento de favorecimento teria ocorrido durante tramitação de PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que propunha a autonomia financeira do BC (Banco Central). Foi para este texto que o senador Ciro Nogueira (PP-PI) apresentou a chamada “Emenda Master”, que aumentava a cobertura do FGC (Fundo Garantidor de Créditos).
“O senador se posicionou contra a ‘Emenda Master’. Todos esses posicionamentos e atuações do senador Jaques Wagner são públicos. O próprio relator da proposta, senador Plínio Valério [PSDB-AM], reforçou em nota jamais ter sido procurado pelo líder do governo para tratar do assunto”, diz a defesa.
Já em relação aos valores em espécie encontrados em endereços do líder do governo Lula no Senado, os advogados afirmam que o dinheiro “tem origem lícita e comprovada”. “Parte é proveniente de diárias publicamente declaradas pagas pelo Senado para missões no exterior, e outra parte foi adquirida por meio de operações oficiais junto a instituição financeira, com registro regular”, indicam.
Jaques Wagner e familiares foram alvos de busca e apreensão na última quinta-feira (18). Uma ala do Palácio do Planalto avalia que a operação prejudica a imagem do governo e defende uma substituição na liderança.
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Seis anos após a sua fundação, a CNN Brasil vai deixar de ser apenas um canal de TV por assinatura e será uma rede de televisão aberta. O canal de notícias liderado por Rubens Menin negocia com diversas TVs locais pelo Brasil a formação de uma rede nacional.
O grupo do dono da construtora MRV tem acordos bastante avançados com emissoras do Sul e do Sudeste, por exemplo. A ideia é estrear a nova rede no segundo semestre deste ano, antes das eleições presidenciais ou, no mais tardar, nos meses iniciais de 2027. As informações são da UOL.
Leia maisA CNN Brasil projeta alcançar cerca de 80 a 100 milhões de pessoas se o plano avançar como se deseja. O objetivo, no médio prazo, é estar presente em todas as regiões do país.
No momento, a CNN Brasil trabalha para lançar seu sinal aberto em 20 capitais. Já está encaminhado um contrato que garante a transmissão em São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte e Vitória.
Nos bastidores, o plano ganhou corpo devido a uma percepção de Menin e de executivos da empresa, que notaram um desgaste do jornalismo da Globo com o público.
Uma pesquisa da Reuters, divulgada nesta semana, apontou a CNN Brasil como a marca de maior credibilidade do jornalismo na TV brasileira. A Globo ficou apenas em sexto lugar, atrás de SBT e Record, por exemplo.
Outra aposta da CNN Brasil é que não há um canal de notícias de verdade em rede nacional. A Record News, que tem sinal aberto desde seu lançamento em 2007, não está presente em inúmeras capitais ou tem sinal de difícil acesso.
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A ex-ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (PSB), é a convidada do meu podcast em parceria com a Folha de Pernambuco, o Direto de Brasília, que será transmitido excepcionalmente nesta quinta-feira em razão do feriado de São João. Recém-filiada ao PSB e pré-candidata ao Senado por São Paulo, Tebet vai falar sobre os rumos da política nacional, o cenário eleitoral para 2026 e os movimentos que marcaram sua trajetória nos últimos anos, desde a candidatura à Presidência da República até sua passagem pelo governo Lula.
Simone Tebet deixou o Ministério do Planejamento para disputar uma vaga no Senado e tem ocupado espaço no debate político nacional com críticas à polarização ideológica. Em entrevistas recentes, defendeu que o Brasil se afaste da “lacração das redes sociais” e concentre esforços em medidas concretas para enfrentar problemas estruturais. Também chamou atenção ao criticar o que classificou como “agro do mal”, diferenciando produtores rurais de grupos envolvidos com crimes ambientais, invasões de terras e grilagem.
Leia maisAdvogada e professora, Tebet construiu sua carreira política em Mato Grosso do Sul. Foi deputada estadual, prefeita de Três Lagoas por dois mandatos, vice-governadora, senadora da República e candidata à Presidência da República em 2022. Após terminar a disputa em terceiro lugar, tornou-se uma das mais importantes apoiadoras de Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno e passou a integrar a equipe de transição do governo eleito, assumindo posteriormente o Ministério do Planejamento e Orçamento.
Nos últimos anos, Tebet consolidou-se como uma das principais vozes do centro político brasileiro, defendendo pautas ligadas à responsabilidade fiscal, ao desenvolvimento sustentável e à modernização da gestão pública. Sua filiação ao PSB e a pré-candidatura ao Senado por São Paulo estão entre os movimentos políticos mais observados do cenário nacional para as eleições de 2026.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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Uma reportagem exibida pela TV Asa Branca no Dia do Cinema Brasileiro, celebrado na última semana, destacou a história do Cine São José, em Afogados da Ingazeira, um dos poucos cinemas de rua em atividade no interior de Pernambuco.
Inaugurado em 1942, o espaço atravessou diferentes períodos da história da cidade, enfrentou crises, chegou a ser fechado e sofreu com a deterioração da estrutura, mas foi recuperado por iniciativa da sociedade civil e voltou a funcionar após um processo de restauração.
Atualmente, o equipamento mantém programação regular de filmes e atividades culturais, além de ações voltadas para estudantes das redes pública e privada de ensino. Assista:
O almoço oficial em homenagem a Nelson Mandela oferecido por Leonel Brizola (então governador do Rio de Janeiro) ocorreu no dia 1º de agosto de 1991, no Palácio Guanabara, logo após o líder sul-africano desembarcar no Brasil.
O convite de Brizola a Joaquim Francisco (na época, governador de Pernambuco pelo PFL) para integrar o evento carrega um forte significado político e de bastidores da época.
Foi uma quebra de barreiras no campo ideológico, porque Leonel Brizola (PDT) era um expoente da esquerda trabalhista tradicional, enquanto Joaquim Francisco integrava o PFL (partido de centro-direita/conservador). Ao convidá-lo para a mesa com Mandela, Brizola buscou dar um caráter institucional e suprapartidário à recepção do líder global contra o apartheid.
Joaquim Francisco representava a principal força política de Pernambuco no momento. Incluí-lo no almoço ajudava a projetar a agenda de Mandela — que buscava apoio financeiro e político para as futuras eleições sul-africanas de 1994 — para além do eixo Rio-São Paulo.
Apesar de estarem em espectros opostos na política nacional, os dois governadores mantinham canais de diálogo cordiais e republicanos na condução de suas agendas de Estado, em especial o economista Roberto Viana, que havia sido o coordenador-geral do plano de governo de Brizola em 1989 e participou do almoço como amigo de Brizola e secretário de Governo de Joaquim Francisco.
O deputado federal Lucas Ramos (PSB) e o ex-vereador de Petrolina Elismar Gonçalves (Podemos) anunciaram uma aliança política visando as eleições de 2026 em Pernambuco. A articulação prevê a candidatura de Elismar à Assembleia Legislativa de Pernambuco, enquanto Lucas buscará a reeleição para a Câmara dos Deputados. Ex-vereador por três mandatos consecutivos e candidato a vice-prefeito na última eleição, Elismar foi indicado para a composição da chapa por Lucas Ramos.
Segundo os dois líderes, a parceria busca reunir apoios em Petrolina e em outras regiões do Estado. “Somar com a juventude e o histórico político de Elismar é juntar renovação e força popular nessa proposta sertaneja”, afirmou Lucas Ramos. Já Elismar destacou a trajetória do deputado federal. “Compor uma dobradinha com o jovem deputado Lucas, experiente em mandatos eletivos e com atuação no Executivo e no Legislativo, traz confiança e respeito”, declarou.
Dona Beatriz Ferreira Duarte completou 115 anos neste domingo (21), em Jaboatão dos Guararapes. Reconhecida como a segunda pessoa viva mais velha do Brasil, ela também está entre as pessoas mais longevas do mundo com idade oficialmente validada, segundo o grupo de pesquisa LongeviQuest Brasil.
A data foi celebrada ao lado de familiares e amigos em uma festa organizada especialmente para marcar o aniversário. O evento reuniu diferentes gerações da família, incluindo filhos, netos, bisnetos e tataranetos.
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De acordo com a neta Wivian Duarte, os preparativos começaram meses antes da comemoração. A família cuidou de cada detalhe da celebração, que contou com camisas personalizadas, lembranças para os convidados e registros fotográficos para eternizar o momento.
Nascida em 21 de junho de 1911, Dona Beatriz construiu uma extensa família ao longo de mais de um século de vida. Atualmente, ela tem três filhas, sete netos, 12 bisnetos, uma tataraneta e mais um tataraneto a caminho. As informações são do JC.
Para os familiares, a serenidade é uma das características mais marcantes da aniversariante. Segundo Wivian, Dona Beatriz sempre encarou os desafios da vida com tranquilidade e otimismo, transmitindo ensinamentos que seguem inspirando as novas gerações.
A celebração dos 115 anos reforçou o reconhecimento de Dona Beatriz como um exemplo de longevidade e uma personagem importante da história de Jaboatão dos Guararapes.
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