Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
O professor da USP e ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira (PSB), avalia que o Projeto de Lei Complementar (PLP 186/2026), que aumenta o teto de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI), deve ser aprovado pelo Congresso Nacional ainda este ano. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ele contou que vem conversando com líderes partidários para que o tema entre em pauta na próxima semana de esforço concentrado, que deverá ocorrer no final deste mês.
A proposta do governo é aumentar de forma gradual o teto de faturamento anual do MEI, que passaria dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027, e para R$ 140 mil em 2028. Além disso, seria permitida a contratação de até dois empregados por CNPJ, limite que hoje é de um único funcionário.
Leia mais“O MEI é um sistema facilitado, que dá acesso a direitos trabalhistas por um tributo de R$ 86 mensais. Exatamente por ser facilitado, a lei bota um teto. Nem todo mundo pode ser MEI. A lei permite até R$ 81 mil, se passar o teto, a pessoa sai da facilitação do MEI e tem que pagar pelo Simples. Ou seja, multiplica quase cinco vezes. O problema do teto é que ele está sem atualização desde 2018, ou seja, oito anos. O presidente Lula propôs um aumento de R$ 110 mil no ano que vem e R$ 140 mil para 2027, sem aumentar nenhum tributo extra e tirando do orçamento essa despesa. É uma medida importante”, defendeu Paulo Pereira.
“No MEI, temos hoje 17 milhões de pessoas que estavam na informalidade. A pessoa pode ganhar até R$ 6 mil por mês, um valor relativamente alto para os padrões da renda brasileira, e paga R$ 80. Antes essas pessoas não tinham direito previdenciário, auxílio-doença, auxílio-maternidade, nada disso. Nem tinham renda formalizada. Então, o projeto para aumentar o teto está no Congresso Nacional e estamos trabalhando. A Comissão da Câmara dos Deputados é muito séria, tem uma sensibilidade grande sobre o tema. Estamos trabalhando para aproveitar o segundo esforço concentrado, que seria no final de agosto, para tentar aprovar. É um tema que mexe com 17 milhões de pessoas, então tenho certeza que vão gostar de aprovar o projeto”, completou.
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Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) determinou que o cantor Gusttavo Lima pague uma indenização de mais de R$ 148 mil a um homem que teve o número de telefone citado na música “Bloqueado”, lançada em 2021. O valor total inclui a condenação original de R$ 70 mil, além de juros, correção monetária e honorários advocatícios.
De acordo com o TJPE, a decisão da 26ª Vara Cível da Capital autorizou o cumprimento provisório da sentença, mas ainda há um recurso apresentado pelo condenado em tramitação. O processo identifica tanto Gusttavo Lima pelo nome civil, Nivaldo Batista Lima, quanto também a Balada Eventos e Produções LTDA, empresa de entretenimento e gestão artística fundada pelo cantor. As informações são da CBN Recife.
Leia maisA primeira decisão do caso ocorreu em 2022. Após isso, os réus apresentaram um recurso à segunda instância, mas o pedido foi negado pela Segunda Câmara Cível do TJPE em março de 2025. Mas, após isso, a defesa dos réus voltou a recorrer, porém a ação ainda não foi julgada.
Com isso, o autor da ação entrou com um novo processo no TJPE, pedindo que a indenização fosse paga em até 15 dias úteis, mesmo enquanto o processo ainda tramita. Caso o recurso seja negado ou o processo for anulado, o dinheiro poderá voltar aos réus.
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O ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira, é o entrevistado do podcast ‘Direto de Brasília’ de hoje. Na pauta, a recente ida do ministro ao Congresso para a defesa da atualização do teto de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI) para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028. O ‘Direto de Brasília é uma parceria deste Blog com a Folha de Pernambuco.
Na ocasião, o ministro também vai alertar a glamourização excessiva do setor. Segundo ele, há uma visão romântica sobre abrir o próprio negócio. Ele ressalta que a atividade envolve riscos altos, forte carga de estresse, tensão e instabilidade financeira.
O ministro pondera que o modelo oferece flexibilidade real para trabalhadores lidarem com desafios urbanos e familiares. Professor do Departamento de Direito do Estado da USP, Paulo é doutor em Filosofia e Teoria Geral do Direito e mestre em Direito pela mesma universidade.
No Governo Federal, passou pela assessoria especial do ministro Ricardo Lewandowski no Ministério da Justiça, comandou a Secretaria Nacional do Consumidor e também atuou no Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável da Presidência. Ele é filiado ao PSB.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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Oficialmente, o Congresso Nacional retomou as atividades em 1º de agosto, mas os parlamentares se deram, na prática, uma semana a mais de folga antes do chamado esforço concentrado nesta semana.
Com sessões em regime semipresencial e o calendário eleitoral no radar, a presença de deputados federais e senadores em Brasília ainda é baixa. A tendência é que o ritmo de votações permaneça limitado nos próximos meses. As informações são da CNN.
Leia maisA fila de propostas à espera de análise, por sua vez, é extensa. O cenário, porém, possibilita a votação apenas de projetos consensuais e deixa pelo caminho pautas consideradas polêmicas ou de grandes mudanças estruturais antes das eleições.
É nesse contexto que algumas das principais bandeiras do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrentam dificuldade para avançar no Legislativo.
O projeto de combate à misoginia, a proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 e a chamada PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Segurança Pública estão entre as matérias sem perspectiva clara de votação antes de outubro.
A resistência parte do centrão e da oposição, que avaliam que essas propostas podem beneficiar Lula em sua tentativa de reeleição. A falta de perspectiva de avanço também fez o próprio presidente reduzir as referências ao fim da escala 6×1 entre as principais ações de governo.
A questão, no entanto, vai além do calendário legislativo. Mesmo que as propostas permaneçam em tramitação, a disputa eleitoral pode empurrar a discussão para depois de outubro — e o resultado das urnas será determinante para definir se haverá disposição política para retomá-las.
No caso da escala 6×1 e da reforma na área de segurança, também falta consenso entre os próprios parlamentares. Uma eventual mudança de governo poderá alterar ainda mais as condições para que as matérias avancem.
A dificuldade de construir acordos não se restringe à agenda do governo. Projetos de maior interesse da direita também encontram obstáculos no Congresso.
Entre eles estão a proposta de aumento do limite de faturamento anual dos microempreendedores individuais (MEIs) e a renegociação de dívidas de produtores rurais.
No caso do agronegócio, governo e bancada ruralista tentam construir um meio-termo entre um projeto já existente e as restrições da equipe econômica. A Fazenda teme que uma solução mais ampla para as dívidas do setor represente uma nova pressão sobre as contas públicas.
A agenda do governo também é pressionada pelo vencimento de uma série de Medidas Provisórias. Algumas estão próximas de perder a validade sem que haja garantia de votação.
Entre elas está a MP que amplia o Plano Brasil Soberano, criado para apoiar empresas afetadas pelo tarifaço americano. Também estão na fila a medida voltada à renovação da frota de caminhões e ônibus por modelos mais sustentáveis e a MP que cria uma nova fase do Desenrola Brasil, que nem teve a comissão mista instalada.
Outra prioridade do Planalto, a MP que acaba com a chamada “taxa das blusinhas”, também não tem previsão de votação antes do próximo esforço concentrado, marcado para 31 de agosto a 3 de setembro.
Se a medida perder a validade, a cobrança volta a vigorar às vésperas do primeiro turno das eleições.
A reunião de líderes da Câmara nesta terça-feira (11) vai definir a pauta da semana na Casa. O governo ainda aposta na possibilidade de avançar em algumas matérias entre os deputados, especialmente diante da relação considerada positiva com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Entre os projetos com maior possibilidade de avanço está o que prevê subsídios para conter os preços dos combustíveis, uma medida de apelo econômico e eleitoral mais imediato.
No Senado, o cenário é mais difícil. Apesar de sinais de reaproximação entre Lula e o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), não há expectativa de que o Senado consiga destravar, neste momento, as principais medidas de apelo popular defendidas pelo governo.
A tendência, portanto, é de um Congresso funcionando em ritmo lento e seletivo até as eleições: matérias consensuais podem avançar, enquanto projetos capazes de alterar o equilíbrio político ou gerar ganhos eleitorais relevantes devem continuar travados.
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O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, determinou o cumprimento de mandado de busca e apreensão contra o ex-secretário de Estado do Maranhão, Raimundo Cutrim, nesta 3ª feira (11.ago.2026). Ele é apontado como a fonte do jornalista Luís Pablo, que publica o Blog do Luís Pablo, em reportagens sobre o uso de carros oficiais por familiares do também ministro da Corte, Flávio Dino.
A operação foi solicitada pela Polícia Federal e recebeu parecer favorável da Procuradoria Geral da República. A medida é um desdobramento das apurações iniciadas depois de o repórter ter sido alvo de ação de busca em março, quando as denúncias foram publicadas. As informações são do Poder360.
Leia maisEm nota enviada à CNN, o advogado José Berilo de Freitas Leite, que defende Cutrim, disse que a ordem judicial se fundamentou na quebra do sigilo telefônico do profissional de imprensa. A perícia nos aparelhos indicou que o ex-secretário repassava informações a Luís Pablo, com o auxílio do advogado do jornalista.
Cutrim é delegado aposentado da Polícia Federal, ex-deputado estadual e ex-secretário de Segurança Pública do Maranhão. Adversário político de Dino no Estado, ele também exerceu cargo no governo de Carlos Brandão.
Eis a nota oficial do advogado José Berilo de Freitas Leite, que defende Cutrim:
“A defesa do Sr. Raimundo Cutrim esclarece que, até o presente momento, não teve acesso à íntegra dos autos relativos às medidas de busca e apreensão cumpridas em desfavor de seu cliente — nem quanto às diligências anteriores, nem quanto à de hoje —, os quais tramitam sob sigilo perante o Supremo Tribunal Federal.
Observa-se que a diligência de hoje guarda relação direta com as reportagens publicadas pelo jornalista Luís Pablo, que denunciaram o suposto uso irregular, por familiares do Ministro Flávio Dino, de viaturas oficiais do Tribunal de Justiça do Maranhão — fatos que, até onde se tem notícia, permanecem sem apuração. Segundo consta da própria decisão que fundamentou a medida, o Sr. Raimundo Cutrim foi identificado como fonte jornalística do referido profissional, tendo a diligência sido determinada pelo Ministro Alexandre de Moraes, do STF, a requerimento da Polícia Federal, em atendimento a representação formulada pelo Ministro Flávio Dino.
A defesa registra sua preocupação técnica quanto à exposição de alguém na condição de fonte jornalística, garantia diretamente vinculada ao sigilo da fonte assegurado pelo art. 5º, inciso XIV, da Constituição Federal, e ao pleno exercício da liberdade de imprensa, valores que devem ser preservados independentemente do desfecho das apurações em curso.
A defesa reafirma sua confiança na Justiça e no devido processo legal, e permanece à disposição para os esclarecimentos que se fizerem necessários, tão logo tenha acesso pleno aos autos”.
Eis a nota oficial da assessoria de Flávio Dino:
“A assessoria do ministro Flávio Dino, em face da repetição de inverdades, informa que JAMAIS houve uso irregular de veículos oficiais do Tribunal de Justiça do Maranhão. Um carro blindado foi cedido por solicitação da Secretaria de Segurança do STF, no âmbito de acordo de cooperação vigente com todos os tribunais do país. A assessoria não pode transmitir detalhes de segurança do ministro e de sua família, inclusive porque ele é alvo constante de agressões e ameaças, como é público e notório. Nesse sentido, investigações recentes demonstraram que até mesmo os VEÍCULOS PARTICULARES do ministro e sua família eram “monitorados” e seguidos. A assessoria não possui outras informações, tendo em vista que os processos tramitam em segredo de justiça. Em face de fatos novos, o gabinete já solicitou providências adicionais de segurança para o ministro e sua família, também de natureza reservada”.
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CORREIO DA MANHÃ
Divulgado nesta segunda-feira (10), o novo relatório do Índice Brasil de Impacto Digital (iBR) com o desempenho dos principais candidatos à Presidência da República levanta uma questão interessante. Ainda que se constate o peso maior das redes sociais nas campanhas políticas, até que ponto elas serão mesmo definidoras em uma eleição que está, usando o termo do diretor do Instituto Quaest, Felipe Nunes, cristalizada?
A partir do cruzamento de diversas méticas, o iBR, produzido pelo DSC Lab, atribui uma pontuação para o desempenho de cada candidato. Na rodada de julho, o candidato do Missão, Renan Santos, ultrapassou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no desempenho digital, e encostou no candidato do PL, Flávio Bolsonaro, que lidera. Mas, em contrapartida, Renan Santos tem somente 4% das intenções de voto no primeiro turno, segundo pesquisa BTG/Nexus.
Leia maisA série do iBR mostra um crescimento consistente de Renan Santos. Não foi um salto de momento, quando chegou a acontecer com o candidato do Novo, Romeu Zema, em abril. Em março, Renan somava no iBR 36,01 pontos. Em abril, passou para 42,55. Em maio, subiu para 43,11. Pulou para 51,14 pontos em junho. E agora atinge 60,85 pontos, ultrapassando Lula, que fechou com 42,30. Flávio lidera o ranking com 69,73. A vantagem de Flávio sobre ele caiu de 22,43 pontos para 8,87.
Segundo o estudo feito pelo DSC Lab, Renan Santos ganhou 335,5 mil seguidos em julho, chegando a 2,2 milhões, uma alta de 18,3%. Mas o próprio Tiago Falqueiro, responsável pelo levantamento, admite: a melhora digital não se reverteu em votos reais. “O teste de Renan passa a ser ampliar a candidatura”, comenta. “Os dados permitem falar em continuidade de crescimento, mas não permitem concluir que a candidatura já resolveu a sua sustentabilidade”, comenta Falqueiro. Renan, porém, construiu seu discurso digital.
“Se coloca uma pergunta para os próximos meses: se a mobilização de nicho e conflito conseguirá se traduzir em proposta capaz de ampliar o alcance”, considera Tiago Falqueiro. Em termos digitais, no entanto, a rodada de julho do iBR, apontou queda no desempenho de Flávio Bolsonaro, que tem a melhor performance e, especialmente, do presidente Lula, que despencou em julho depois de ter apresentado melhora.
Flávio demonstra o maior domínio sobre o mundo digital que outras candidaturas de direita também parecem ter. Ele lidera porque tem a maior escala de interações médias: 86,8 mil. Ou porque suas postagens atingiram 147,8 milhões de visualizações. Mas caiu. Sua pontuação total baixou de 73,57 para 69,72. Em maio, tinha chegado a 77,85.
A situação de Lula parece pior. Para Tiago Falqueiro, representa uma reversão no seu desempenho, não apenas perda de impulso. Lula perdeu 12,98 pontos em julho. No total, caiu de 55,28 pontos para 42,30, e perdeu o segundo lugar. “Desfaz a leitura de que a alta de junho teria inaugurado uma tendência de crescimento”, observa Falqueiro.
Em maio, Lula tinha 45,77 pontos; depois do salto de junho, fecha julho com 42,30″. Lula manteve postagens propositivas, muito voltadas a entregas do governo em saúde, educação, etc. Mas, pelo que se viu, elas não empolgaram o seu eleitorado. Não geraram interação. Ou seja, o impacto inicial obtido antes não se consolidou.
“Esses indicadores não medem adesão eleitoral nem permitem concluir que houve debandada de base. O que mudou foi a capacidade de interação”, diz Falqueiro. “A audiência classificada pelo levantamento continuou mais favorável do que contrária ao presidente, mas o perfil não repetiu o desempenho de junho”.
Eis aí, talvez, o dado da cristalização política. Eleitores que já decidiram seus votos reduzem a sua atividade. É como se em parte das cabeças do eleitorado os temas já estivessem resolvidos, e não mais animassem maior participação. Nesse ponto, vale avaliar também a atuação dos demais pesquisados: Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema.
Caiado e Zema viram somente uma recuperação tímida de seus desempenhos. Zema interrompeu duas quedas seguidas. Mas subiu somente 0,81, passando para 19,26. Caiado subiu 2,95 pontos, chegando a 15,07 pontos. Mas continua a ser o último entre os cinco pesquisados. Fica a questão: a eleição digital não é a mesma da vida real?
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A Polícia Federal deu início à Operação Voto Lacrado nesta terça-feira, 11, para apurar crimes de corrupção eleitoral ocorridos no pleito de 2024, no estado de Pernambuco. O inquérito foi aberto após a descoberta de R$ 100 mil em dinheiro vivo e materiais de campanha dentro de um veículo, o que levantou suspeitas dos investigadores.
Sob ordens da Justiça Eleitoral, agentes federais cumprem mandados busca e apreensão em residências e escritórios nas cidades de Garanhuns e Tupanatinga, no Agreste pernambucano, além de Petrolina, no Sertão do estado. O objetivo central da diligência é identificar a origem do dinheiro e os beneficiários da prática ilícita por meio da coleta de provas documentais e eletrônicas.
De acordo com a PF, a ação visa garantir a integridade do processo democrático e punir o uso irregular de recursos financeiros em campanhas municipais.
O deputado federal Fernando Monteiro participou, nesta terça-feira (11), na Câmara dos Deputados, da sessão solene em homenagem aos 35 anos da TV Asa Branca. A iniciativa foi proposta por Fernando Monteiro em conjunto com o senador Humberto Costa, que conduziu a solenidade. O evento reuniu autoridades, representantes do setor de radiodifusão e integrantes da direção do Grupo Asa Branca para celebrar uma trajetória marcada pela informação e pela valorização do interior de Pernambuco.
A homenagem contou com a presença dos sócios e diretores do Grupo Asa Branca Vicente Jorge Espíndola, Shirley Oliveira e Luíza Malta, que representaram a empresa durante a solenidade. Também participaram o prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro, acompanhado de secretários municipais, reforçando a importância da emissora para a cidade onde sua história começou, além do prefeito de Paranatama, Dr. Henrique Gois.
O setor de comunicação também esteve representado por Wilson Diniz Wellisch, secretário nacional de Radiodifusão do Ministério das Comunicações, e por Cristiano Lobato, presidente-executivo da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT). A presença de representantes de importantes instituições da radiodifusão brasileira destacou a dimensão alcançada pela TV Asa Branca ao longo de sua trajetória.
Fundada em 1º de agosto de 1991, em Caruaru, pelos empresários Vicente Jorge Espíndola e Luiz de França Leite, a TV Asa Branca alcança atualmente 108 municípios e uma audiência superior a três milhões de telespectadores. A emissora integra um grupo de comunicação que também expandiu sua atuação para plataformas digitais, rádio e, mais recentemente, para o estado de Alagoas.
Para Fernando Monteiro, a homenagem no Congresso Nacional representa o reconhecimento à importância da emissora para Pernambuco. “É uma história de compromisso com a informação, com o Agreste e o Sertão, com Pernambuco e com todos os municípios alcançados pela emissora. Homenagear a TV Asa Branca é reconhecer também a força do interior e de todos os profissionais que ajudaram a construir essa trajetória”, destacou o deputado.
A Pesquisa CNT/MDA de Opinião, divulgada hoje, aponta para vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra Flávio Bolsonaro (PL) em disputas de 1º e 2º turnos entre os dois presidenciáveis. No primeiro turno, o petista registra 42,4%, enquanto o senador tem 28,7%. Ambos estão bem à frente dos demais adversários. Veja os números:
O levantamento mostra ainda vantagem de nove pontos percentuais do petista contra o candidato do Partido Liberal no segundo turno. Os entrevistados responderam à pergunta: “Em uma hipótese de 2º turno para presidente do Brasil, em quem o(a) Sr.(a) votaria?”. Veja os resultados:
Na pesquisa anterior, realizada em junho pelo mesmo instituto, Lula tinha 49% das intenções de voto, ante 37% de Flávio Bolsonaro – ou seja, uma vantagem de 12 pontos percentuais (p.p.), que caiu para 9 pontos no último levantamento divulgado nesta terça.
Outros cenários
A pesquisa também testou outros cenários de 2º turno com Lula, que levou vantagem sobre todos os demais presidenciáveis testados. Veja:
Contra Romeu Zema (Novo)
Contra Ronaldo Caiado (PSD)
Contra Renan Santos (Missão)
Contra Augusto Cury (Avante)
Lula tem 52,6% potencial de voto e 46,2% dos entrevistados o rejeitam, apontando o petista como o presidenciável em quem não votariam. Flávio Bolsonaro dispara como o candidato com maior índice de rejeição: 54,5% dos entrevistados afirmam que não votariam no filho mais velho de Jair Bolsonaro (PL) para a Presidência da República.
Metodologia
O levantamento foi encomendado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e ouviu 2.002 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 9 de agosto. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o código BR-06935/2026.
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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e o senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), estiveram juntos, hoje, para a gravação de propaganda eleitoral. Foi o primeiro encontro presencial da madrasta com o enteado desde as rusgas envolvendo os dois.
“Colocamos as desavenças de lado. Qual família que é perfeita? Levanta a mão aí quem não tem problema na família. Levanta a mão. Mas, graças a Deus, a gente conversou, nos unimos em prol de algo muito maior para a nossa nação”, disse Michelle ao final do compromisso.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) definiu como prioridade, junto com o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, a votação no Senado da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. A proposta amplia a coordenação da União na área e estabelece diretrizes nacionais para o combate ao crime organizado. As informações são do blog do Valdo Cruz.
Aprovada a proposta, Lula quer criar o Ministério da Segurança Pública antes do primeiro turno das eleições, para apresentar a iniciativa como um trunfo de campanha na área em que enfrenta mais dificuldades de aprovação. A votação da PEC da Segurança será um dos temas prioritários da próxima conversa entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que está sendo articulada para esta semana.
Leia maisOs dois tiveram um primeiro encontro na semana passada, depois do rompimento em abril, provocado pela rejeição, pelo Senado, da indicação de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). A avaliação do governo é que a votação da PEC da Segurança Pública tem mais viabilidade de ocorrer do que a PEC que prevê o fim da escala de trabalho 6×1, outra prioridade do Palácio do Planalto.
Nesse caso, a expectativa é que a proposta avance na tramitação, mas dificilmente seja aprovada antes das eleições deste ano. Integrantes do governo avaliam, porém, que politicamente o Planalto já obteve dividendos com a defesa da proposta, tema que pretende explorar durante a campanha presidencial, que começa oficialmente neste fim de semana.
O governo também quer tentar aprovar no Senado o projeto que regulamenta a exploração de terras raras, grupo de minerais estratégicos usados em setores de alta tecnologia, na transição energética e na indústria de defesa.
Após reunião com Lula nesta manhã José Guimarães ainda destacou em sua rede social a importância da aprovação da MP que acaba com a chamada “taxa das blusinhas”, cobrada sobre compras internacionais de até US$ 50.
“Não há nenhuma dúvida em relação à Medida Provisória que trata do fim da taxa das blusinhas. É nossa prioridade a instalação da comissão mista e trabalhar pela sua rápida aprovação, fazendo valer a Medida Provisória assinada pelo presidente Lula. Vamos solicitar ainda hoje ao presidente Davi Alcolumbre a instalação das comissões das Medidas Provisórias, entre elas a que trata desse tema”, escreveu.
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