Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
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O ministro Edson Fachin, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), solicitou nesta quinta-feira (10) que André Mendonça retire o sigilo das investigações sobre o caso Master no tribunal.
Fachin sustenta em seu despacho que o processo que diz respeito às mensagens trocadas entre Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro tem relação direta com o caso Master e será julgado na próxima terça-feira (15).
O presidente do STF menciona em sua decisão a necessidade de ser tornada pública a investigação que levou à prisão de Vorcaro em março deste ano e de todos os procedimentos nela contidos ou a ela relacionados. As informações são da CNN.
Leia maisA ordem de Fachin ressalva apenas o que diga respeito a diligências cujo sigilo seja imprescindível à realização da medida. Essas poderão permanecer em sigilo.
O despacho do presidente do STF também solicita que Mendonça envie aos gabinetes de todos os ministros do tribunal um HD com todos os procedimentos contidos ou relacionados à investigação do Master que levou à prisão de Vorcaro.
A medida foi feita “de ofício”. Ou seja, feita por ele mesmo, não atendendo a pedido de nenhuma parte.
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Professores adjuntos da Universidade de Pernambuco (UPE) divulgaram uma carta aberta dirigida aos candidatos ao Governo do Estado, à sociedade pernambucana e à comunidade acadêmica para cobrar mudanças nas regras de progressão da carreira docente.
No documento, os professores afirmam que quase 60% do quadro docente está concentrado na classe de adjunto e que mais de 800 doutores estariam impedidos de progredir para professor associado. Entre as reivindicações estão a conclusão da tramitação da Minuta/2025, a retirada de entraves legais e a garantia de um fluxo previsível de progressão na carreira.
Confira o comunicado na íntegra:
Leia maisCARTA ABERTA AOS CANDIDATOS AO GOVERNO DE PERNAMBUCO, À SOCIEDADE PERNAMBUCANA E À COMUNIDADE ACADÊMICA
Assunto: O represamento na classe de professor adjunto e a urgência de uma reforma justa da carreira docente da UPE
A Universidade de Pernambuco (UPE) é a única universidade estadual pública de Pernambuco, responsável por formar profissionais, produzir ciência e atender à sociedade. No entanto, nos últimos anos, o debate público sobre a carreira docente da UPE tem ganhado maior visibilidade em torno da criação da função de professor titular de carreira, reivindicação que alcança uma parcela restrita do quadro docente. Trata-se de uma reivindicação legítima, mas que não esgota os problemas estruturais da carreira.
O que pouco recebe visibilidade é o Represamento dos Professores Adjuntos – realidade invisibilizada de quase 60% do quadro docente da UPE; força motriz institucional, que está com a carreira congelada na função de professor adjunto. São mais de 800 doutores, com anos de dedicação exclusiva à graduação, à pós-graduação, à extensão e ao atendimento nos hospitais universitários, que cumprem todos os requisitos de desempenho acadêmico, mas estão impedidos de progredir para a função de professor associado.
Essa retenção forçada é consequência de uma lei com exigências excludentes, extemporâneas e burocráticas – travas criadas no passado que funcionam como um pedágio institucional (Decreto-Lei 38.765/2012). Na prática, o congelamento da progressão serve como um mecanismo de economia forçada para o Estado, realizada às custas do adoecimento, da desvalorização e do confisco salarial daqueles que de fato carregam a universidade no dia a dia.
Focar exclusivamente na criação da função de titular é uma saída politicamente confortável para o governo, mas deixa a base da pirâmide desamparada.
Aos colegas docentes adjuntos, fazemos um chamado à mobilização urgente. A inércia cobra um preço alto em nossos contracheques e em nossa dignidade profissional. Se não pautarmos a nossa realidade agora, continuaremos invisíveis.
Exigimos uma carreira justa, mediante a aprovação do dispositivo substitutivo (Minuta/2025), construído por anos de discussões, inclusive com a participação do próprio governo e que agora está engavetado na Secretaria de Administração (SAD PE) expressando o descaso e o desrespeito aos professores.
A comunidade dos professores adjuntos não aceita propostas de natureza excludente e manifesta suas exigências centrais aos futuros governantes de Pernambuco:
• Fim imediato das travas legais e anacrônicas com a conclusão da tramitação da Minuta/2025, e a manifestação formal do Governo do Estado;
• Garantia de fluxo real e previsível de progressão na carreira;
• Tratamento da base docente como prioridade.
POR UMA CARREIRA DOCENTE JUSTA PARA OS ADJUNTOS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO!
Profa. Rejane Ferreira e Profa. Gleicy Fátima Medeiros de Souza
Representantes dos professores adjuntos no Conselho Universitário da Universidade de Pernambuco. Recife, 6 de setembro de 2026.
O espetáculo “UPA QUE PARIU” será apresentado no dia 27 de setembro, às 19h30, no Teatro Barreto Júnior, no Recife. A montagem transforma situações vivenciadas em unidades de pronto atendimento em cenas de comédia, com improviso, música, paródias, dança e personagens, abordando temas como superlotação, classificação de risco, falta de medicamentos e atendimentos inusitados.
A apresentação é conduzida pelo humorista e enfermeiro Diego Besou, que tem 15 anos de experiência na área da saúde e ganhou projeção nas redes sociais com vídeos sobre a rotina dos profissionais do setor. O espetáculo tem 90 minutos de duração, classificação indicativa de 12 anos e ingressos disponíveis pelo site www.diegobesou.com.br.
A Polícia Civil de Pernambuco indiciou o empresário Gabriel Oliveira, proprietário da Editora Cristã Eccoprime e diretor do Colégio Eccoprime, em Aldeia, em uma investigação envolvendo uma adolescente de 13 anos. Em reportagem anterior, o blog informou que a Polícia Civil não indiciou o empresário por crime sexual, mas, em tese, por constrangimento de adolescente e violência psicológica. O investigado negou as acusações e afirmou que suas atitudes faziam parte do dever de educar.
O processo tramita sob segredo de Justiça. Segundo informações divulgadas sobre o caso, foram determinadas medidas protetivas que impedem Gabriel Oliveira e a mãe da adolescente, Andressa Oliveira, de se aproximarem da menor a menos de 300 metros. A adolescente está atualmente sob a guarda do pai, o empresário Laércio Guerra, e o caso segue sob análise da Justiça.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quinta-feira as decisões tomadas pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, na véspera, mas afirmou esperar que ele faça mais coisas para debelar a crise que atinge a Corte.
— Eu acho que o Fachin agiu corretamente ontem. Ele vai ter que pegar esse processo e trazer para ele, colocar ordem na casa e fazer com que a Suprema Corte faça um processo de apuração. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisEm entrevista ao SBT, o presidente falou que os ministros do Supremo não podem ficar brigando diante da sociedade.
— Então eu acho que está no caminho certo agora. Colocou um pouco de ordem na casa. Não é possível, não é aceitável que, diante da sociedade, fiquem os ministros da Suprema Corte brigando um com outro, dando declaração um contra o outro e a sociedade passiva assistindo.
Lula classificou mais de uma vez as decisões de Fachin como corretas, mas revelou que ainda aguarda novas medidas.
— Eu acho que o Fachin tomou a atitude correta. Não terminou de tomar as atitudes, espero que ele faça mais coisa para colocar ordem na casa e devolva a credibilidade que o povo brasileiro sempre teve na Suprema Corte.
Na entrevista, Lula afirmou que os minitros do Supremo Alexandre de Moraes, André Mendonça e outros agentes públicos devem ser investigados caso haja suspeita de irregularidade cometida.
— Falta apurar. Quem é culpado de verdade? Se o Moraes é o culpado, tem que pagar, se o Mendonça é o culpado, tem que pagar, se o Fachin é culpado, tem que pagar. Todo mundo tem que estar à disposição do cumprimento da Constituição. A lei está acima de tudo e a verdade é soberana.
O presidente se disse favorável uma reforma do Judiciário, incluindo a adoção de mandatos para ministros do Supremo. Também afirmou que os ministros não podem ter escritório atuando na Corte, numa referência indireta a Moraes. O escritório da mulher do ministro, Viviane Barci, foi contratado pelo banqueiro Daniel Vorcaro por R$ 130 milhões.
— Eu acho que a gente precisa discutir mandato para a Suprema Corte. Ninguém pode ficar 40 anos no mesmo cargo. Ninguém pode ter escritório trabalhando na Suprema Corte. Outro dia, eu disse, brincando: quem quiser ser da Suprema Corte não pode querer ser rico. Se quiser ser rico, vai trabalhar no seu escritório. Se quiser ser juiz, com método e respeito, vai para a Suprema Corte.
Questionado, porém, sobre o tempo de mandato, o presidente não respondeu. Afirmou apenas que pretende debater o tema com a sociedade.
Lula também defendeu o fim do sigilo sobre os inquéritos que estão na Corte e disse que tratou do tema com Fachin e outros ministros.
— Já que é para fazer vazamento seletivo, eu ontem conversei com o ministro Fachin e outros ministros: tem que fazer abertura do sigilo de todo mundo. Colocar todo mundo nu diante da sociedade brasileira para ver se a Suprema Corte recupera a sua credibilidade.
Questionado se a crise institucional do STF afeta o governo, Lula negou, e afirmou que o Executivo “não tem nada a ver” com a situação.
— Minha preocupação, como presidente, é que que a Suprema Corte é muito importante, e não pode ser banalizada. Os membros da Suprema Corte tem que ter um comportamento acima do nível da sociedade brasileira
No fim da tarde desta quarta-feira, o presidente do Supremo tomou uma série de decisões, entre elas o agendamento para a próxima terça-feira, dia 15, de julgamento para tratar de um relatório da Polícia Federal (PF) que mostra troca de mensagens entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes. Além disso, Fachin assumiu a investigação do chamado inquérito das fake news, retirando Moraes da função, e suspendeu as decisões que tratavam sobre o afastamento de Andrei Rodrigues do cargo de diretor-geral da Polícia Federal.
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O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) mostrou, no guia eleitoral, a casa onde Dona Lindu, mãe do presidente Lula (PT), viveu com a família em Caetés, no Agreste. No programa, o socialista relembrou a trajetória da pernambucana e apresentou propostas voltadas às mulheres, entre elas ações nas áreas de segurança, geração de renda e acolhimento.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou à Prefeitura de Caruaru e à Autarquia de Mobilidade de Caruaru (AMC) a adoção de uma série de medidas relacionadas ao lote L01 do transporte público municipal, entre elas a realização de uma nova licitação em até 180 dias. A recomendação foi expedida no âmbito do Inquérito Civil nº 01871.000.043/2025, instaurado após representação apresentada pela advogada Alice Gabino (Rede), candidata a vice-governadora na chapa de Ivan Moraes (PSOL).
Na representação, Alice apontou possíveis irregularidades na transferência da concessão para a empresa Bandeira Mobilidade e Serviços, questionando a capacidade técnica e financeira da operadora, o emplacamento da frota fora de Caruaru, a cobrança de multas contratuais e a situação ambiental da garagem utilizada pela empresa. Na recomendação, o MPPE apontou vícios de legalidade na transferência da concessão e orientou a declaração de nulidade dos termos aditivos e do termo de transferência, mantendo a operação apenas de forma precária e transitória por até 180 dias para evitar a interrupção do serviço.
O órgão também recomendou que as providências para uma nova concorrência pública sejam iniciadas em até 30 dias e concluídas dentro do prazo máximo de 180 dias. Entre as demais medidas estão a regularização do registro e licenciamento da frota em Caruaru, a retenção de 5% da receita tarifária bruta diária para resguardar débito de ISS e a adequação ambiental da garagem da concessionária, com interrupção de lançamentos de efluentes sem tratamento no Rio Ipojuca.
Por Yuri Costa – Blog da Folha
O candidato ao governo de Pernambuco pela Frente Popular, João Campos (PSB), afirmou, na manhã desta quinta-feira (10), em sabatina no Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol), que a governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD) não dialogou com a entidade e que não construiu novas delegacias em quase quatro anos de gestão.
Raquel Lyra, que também havia sido convidada para o debate, não compareceu ao encontro, que terminou virando uma sabatina. Na agenda do dia da governadora, divulgada na quarta (14), a gestora tinha uma gravação do guia eleitoral uma hora depois do evento do Sinpol.
À tarde, a chefe do Executivo estadual participa de uma sabatina promovida pela Acic e pelo Grupo Asa Branca, em Caruaru.
Leia mais“Eu dialoguei com as categorias (quando era prefeito do Recife). Cinco categorias assinaram um compromisso de implementação de modelo. Enquanto isso, a atual gestão do estado nem dialogou com vocês (do Sinpol) e, em quatro anos, não tem uma delegacia construída”, disse Campos.
Caso eleito, o socialista se comprometeu a dialogar com o sindicato. Ao final da sabatina, Campos ainda assinou uma carta-compromisso com as reivindicações da categoria.
Propostas
Na sabatina do Sinpol, João Campos também reforçou que sua proposta para a segurança pública passa pela integração das forças, pela valorização dos profissionais e pela capacidade de gestão do estado. Ele garantiu que, se eleito, a categoria participará na construção do modelo de segurança do estado.
“Eu estou aqui para falar do futuro do estado, falar de segurança e também como um ato de respeito e valorização à Polícia Civil de Pernambuco. A gente vai construir um tempo de muito trabalho e de uma construção coletiva pelo povo de Pernambuco”, afirmou.
Como uma das proposta, o socialista defendeu a ampliação da rede de proteção às mulheres e anunciou que todas as cidades pernambucanas com mais de 60 mil habitantes terão Delegacia da Mulher funcionando 24 horas.
O candidato ainda reforçou a garantia da quantidade necessária de tornozeleiras eletrônicas para o monitoramento de agressores submetidos a medidas protetivas.
“Em janeiro do ano que vem nós vamos fazer uma grande aquisição e o estado de Pernambuco terá quantas tornozeleiras forem necessárias. Se forem 20 mil, 30 mil, não vamos fazer conta. Vamos garantir que o trabalho que a Polícia Civil faz tenha concretização e que as mulheres sejam protegidas”, garantiu.
Sinpol
Após a sabatina, o presidente do Sinpol, Áureo Cisneiros, destacou a importância de se debater melhorias na segurança pública.
“A proposta do Sinpol é de diálogo e debate por uma segurança pública melhor para o povo pernambucano. Nada melhor do que se discutir segurança pública com os policiais”, afirmou.
Cisneiros lamentou a ausência de Raquel Lyra no encontro, mas reforçou que o diálogo com a governadora estará aberto.
“A gente gostaria de ter feito um debate, mas, infelizmente, a governadora não veio […]. A gente está aberto ao diálogo, as portas vão estar abertas para a governadora. Tanto a carta como todas as perguntas que nós fizemos ao candidato João Campos também vão ser enviadas a Raquel Lyra”, disse.
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O incidente registrado, nesta quinta-feira (10), no Hospital da Restauração (HR), no Recife, ocorreu durante uma obra e não envolveu a queda de um teto, conforme o blog havia informado inicialmente. Segundo uma fonte ouvida pelo blog, um trecho de alvenaria caiu enquanto uma parede era quebrada, e um tijolo atingiu o pé do próprio trabalhador que executava o serviço. Ainda de acordo com o relato, não houve comprometimento de laje nem problema estrutural.
A informação inicial sobre a queda de um teto teria surgido em meio ao pânico provocado pelo acidente, quando pessoas que estavam no corredor, sem saber exatamente o que havia ocorrido, gritaram que o teto havia caído. O trabalhador atingido foi levado para atendimento, como mostra o vídeo publicado anteriormente pelo blog. Ainda segundo a fonte, a obra segue normalmente.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), planeja remarcar seu pronunciamento público para a véspera de julgamento na Suprema Corte, na próxima terça-feira (15).
O magistrado havia marcado uma fala pública nesta quinta-feira (10) para defender sua atuação como relator do inquérito das Fake News, mas desmarcou uma hora depois. As informações são da CNN.
Segundo relatos feitos à CNN, a avaliação na Suprema Corte é de que o pronunciamento traria novamente a instabilidade institucional ao debate público.
Leia maisAlém disso, na Suprema Corte, a avaliação é de que a operação da Polícia Federal sobre o filme “Dark Horse” poderia ser ofuscada por um discurso público do magistrado.
Segundo relatos feitos à CNN, o objetivo do pronunciamento é fazer uma defesa pública de investigações conduzidas pelo magistrado em combate a discursos de ódio e dispersão de notícias falsas.
Apesar de especulação, o magistrado disse a aliados que não cogita a hipótese de se aposentar de maneira antecipada por causa dos indícios de envolvimento com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
O pedido de autorização para investigação do ministro foi marcado para ser votado na terça-feira (15) no plenário do Supremo Tribunal Federal.
Em decisão nesta quarta-feira (9), o presidente da Corte, Edson Fachin, retirou de Moraes a relatoria do inquérito das Fake News e anulou decisões de Flávio Dino e André Mendonça.
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As investigações da Polícia Federal (PF) que resultaram, na manhã desta quinta-feira (10), na operação relacionada ao financiamento do filme “Dark Horse”, que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro, apontam que o esquema para fraudar emendas parlamentares era formado por uma teia de empresas que distribuíam os repasses.
Karina Gama, produtora do filme, e o deputado federal Mario Frias (PL-SP) são alvos da ação. Duas entidades de propriedade de Karina também foram alvos de buscas de agentes da PF: o Instituto Conhecer Brasil (ICB) e a Academia Nacional de Cultura (ANC). As informações são do g1.
O caso está sob relatoria do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Leia maisDino é o responsável por autorizar esse tipo de ação porque ele é o relator de processos no Supremo que investigam irregularidades no repasse desses recursos públicos, enviados por parlamentares para suas bases eleitorais.
A operação não tem mandados de prisão, apenas de busca e apreensão. A empresa produtora do filme, Go Up, não está na mira dos mandados.
De acordo com a decisão que embasou a operação da PF, o dinheiro das emendas parlamentares enviadas por Frias percorria um “circuito fechado” entre as empresas investigadas com o intuito de fragmentar os repasses e dificultar a rastreabilidade.
“Essa circulação de recursos entre o parlamentar, a entidade executora, a empresa contratada e outra organização beneficiária não se compatibiliza com relações negociais independentes e economicamente justificadas”, justificou a PF.
A PF ainda classificou o esquema e os participantes como “organização criminosa” que buscava ocultar verbas públicas.
“Em verdade, há fortes indícios de uma única organização criminosa, estruturada para captar, disseminar e ocultar recursos provenientes de verbas públicas”, apontou.
As investigações ainda apontam que as contratações relacionadas às emendas evidenciam uma “atuação coordenada”.
“Em vez de agentes econômicos independentes contratando entre si em condições de mercado, o que se observa é a atuação coordenada de entes formalmente distintos, mas materialmente integrados por interesses comuns e por um fluxo financeiro sem justificativa negocial consistente”, disse.
A TV Globo entrou em contato com Mario Frias e com a defesa de Karina Gama, mas ainda não obteve resposta.
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Por Maysa Sena – Blog da Folha
O senador e candidato à reeleição Humberto Costa (PT) responsabilizou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça de agir politicamente para beneficiar o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).
“Eu acho que ele está agindo do ponto de vista político. Ele está sendo uma tábua de salvação para o Flávio Bolsonaro”, afirmou.
A declaração foi dada nesta quinta-feira (10), na estreia da série de sabatinas com candidatos ao Senado promovida pela Rádio Folha 96,7 FM.
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Durante a entrevista, o senador questionou a diferença de tratamento do ministro com Flávio Bolsonaro e outros investigados e mencionou casos relacionados a suspeitas de corrupção e ao Banco Master.
Ao criticar novamente André Mendonça e Flávio Bolsonaro, o senador citou uma declaração do jornalista Otávio Guedes e afirmou que o ministro seria o “Posto Ipiranga” de Flávio Bolsonaro em assuntos relacionados à corrupção.
“Ele ainda tem a cara de pau de ir para o meio da rua fazer comício pedindo a prisão ou pedindo a investigação de Alexandre de Moraes. E para ele não? Para ele não tem?”, perguntou.
Para Humberto Costa, a atuação do ministro e do STF representa “um problema de ordem política que precisa ser resolvido”.
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