Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
Nova pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (3) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 46% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro (PL) com 44% em uma simulação de segundo turno da eleição presidencial de 2026.
Aqueles que votariam em branco e nulo são 9%, enquanto os indecisos, 2%.
O instituto também testou outros cenários de 2º turno.
Enfrentando Ronaldo Caiado (PSD), Lula tem 46% e o ex-governador de Goiás, 41%.
Leia maisJá contra Romeu Zema (Novo), o presidente da República chega a 48% e o ex-governador de Minas Gerais, 39%.
No cenário contra Renan Santos (Missão), Lula tem 47% e o coordenador do MBL (Movimento Brasil Livre), 38%.
O Datafolha ouviu 2.002 entrevistados entre os dias 1º e 2 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com o nível de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número TSE-03669/2026. O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pelo Grupo Globo.
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O debate sobre o fim da escala 6 por 1 deixou, nos últimos dias, uma diferença cada vez mais clara entre João Campos e Raquel Lyra.
De um lado, João assumiu uma posição firme e contundente em defesa da aprovação da matéria pelo Senado. Foi às redes sociais, explicou sua posição e deixou claro que está ao lado dos trabalhadores e de uma mudança que pode representar mais qualidade de vida para milhões de brasileiros.
Do outro, mais uma vez, a governadora Raquel Lyra prefere ficar em cima do muro. Recusa-se a comentar o assunto, como se a discussão não tivesse relação com ela, com os trabalhadores de Pernambuco.
Leia maisRaquel não precisa dizer nada, não precisa assumir posição, não precisa se justificar. Essa parece ser a nova estratégia: diante dos grandes debates, silenciar; diante dos problemas, se colocar como vítima; e, quando cobrada, transformar tudo em drama para justificar a ausência de ações do seu governo. No fim das contas, é só chororô e mimimi.
Só que essa retórica está ficando cansativa. Pernambuco nunca foi assim.
Pernambuco sempre foi um estado altivo, corajoso, rebelde e protagonista da história do Brasil. Um estado que não se esconde diante dos grandes debates e que nunca teve medo de assumir posições.
Foi assim em 1817, quando Pernambuco protagonizou a Revolução Pernambucana e proclamou sua independência. Foi assim em tantos outros momentos da nossa história. A nossa tradição é de coragem, não de omissão. É de enfrentamento, não de vitimização.
Por isso, quando se discute uma questão tão importante para os trabalhadores brasileiros como o fim da escala 6 por 1, Pernambuco precisa saber quem está ao lado dos seus trabalhadores.
João Campos assumiu. Raquel Lyra, mais uma vez, preferiu ficar no muro. E Pernambuco não combina com muro. Combina com coragem.
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O Congresso Nacional aprovou nesta quinta-feira (3) a MP (medida provisória) que acaba com o imposto de importação conhecido como taxa das blusinhas. A votação representa uma vitória para o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a cerca de um mês das eleições de outubro.
A votação foi feita de forma simbólica na Câmara dos Deputados e no Senado, quando não há contagem nominal. O texto segue agora para a assinatura presidencial. As informações são da Folha de S. Paulo.
Na votação na Câmara, a oposição apresentou pedidos de destaques para tentar alterar a proposta e limitar os ganhos políticos do governo com a aprovação. Todos foram rejeitados, em uma sessão acelerada pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Leia maisNo Senado, a votação foi concluída de maneira expressa, sem discussão.
A MP que isenta as compras internacionais de até US$ 50 (cerca de R$ 259) em plataformas como Shein e Shopee foi alvo de intensas negociações no Congresso Nacional também por pressão de lobistas da indústria e do varejo nacional –que são contrários à derrubada da taxa e saíram derrotados.
Havia expectativa de que a proposta fosse levada ao plenário da Câmara ainda na quarta (2), quando foi aprovado o relatório da senadora Leila Barros (PDT-DF) na comissão mista. O texto, no entanto, só chegou à Casa nesta quinta.
A MP perderia a validade no dia 8 de setembro.
Em seu parecer, a senadora rejeitou a exclusividade dos Correios e emendas apresentadas por deputados e senadores para compensar a indústria nacional. Houve sugestão de isenções, créditos presumidos, devoluções ou extensão de benefícios tributários a produtos e operações nacionais.
Com isso, foi mantida a atribuição do Ministério da Fazenda de zerar o imposto de importação para compras de até US$ 50 e reduzir, até 30%, a taxa sobre remessas de até US$ 3.000.
Os destaques foram apresentados somente pela oposição, incluindo o líder do bloco, o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), e a deputada Adriana Ventura (Novo-SP). Os pedidos de alteração visavam, principalmente, estender a isenção ou oferecer benefícios também à indústria nacional e ao varejo.
Sem sucesso, a oposição tentou aplicar a isenção ou tributação simplificada de até US$ 100 aplicado às importações seja estendido de forma equivalente às compras de pessoas físicas em empresas brasileiras.
Em outra frente, o grupo tentou o valor limite global para aplicação do RTS (Regime de Tributação Simplificada) de US$ 3 mil para US$ 5 mil por remessa postal. As iniciativas foram rejeitadas pela relatora na comissão especial por falta de embasamento e de fonte de receita para sustentar esses benefícios.
A deputada Bia Kicis (PL-DF), candidata ao Senado, admitiu a estratégia da oposição de apresentar emendas para dificultar o aval do texto, criticou o governo Lula por apresentar uma “MP eleitoreira” às vésperas do pleito e afirmou que a sessão estava sendo “tratorada” por Hugo Motta.
“Essa MP veio para aparentemente retirar um problema que foi criado pelo próprio governo: a taxação de pequenas compras. O governo colocou o bode na sala. Posteriormente, vendo que a medida não agradou ninguém e não favoreceu a indústria nacional, o governo vem, às vésperas da eleição, propor tirar o bode da sala.”
Em discurso após a aprovação, o presidente da Câmara comemorou a aprovação e fez acenos a Lula e ao chefe do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Também disse reconhecer as preocupações da indústria e do varejo, que passam por “mudanças estruturais que impõem novos desafios às empresas brasileiras”.
“A Câmara continuará dialogando com o setor produtivo, buscando conciliar a proteção do poder de compra das famílias sem deixar de olhar para a competitividade da indústria e a força do varejo nacional”, declarou Motta.
A taxa das blusinhas é um tema sensível para a reeleição de Lula, e o governo teve de correr contra o tempo para articular a aprovação da medida e evitar a volta da cobrança, em meio ao esvaziamento do Congresso Nacional. Essa é a última semana de esforço concentrado nas Casas antes das eleições.
Após uma reunião com a gestão petista, o presidente da comissão que analisou a MP, Reginaldo Lopes (PT-MG), e a relatora do texto incorporaram uma proposta de avaliação periódica dos impactos da isenção do tributo nas empresas brasileiras para verificar a necessidade de oferecer alguma compensação futura.
O intervalo acordado foi de três meses em um primeiro momento, e depois a cada seis meses. A partir desses resultados, o governo apresentaria um novo projeto de mitigação de impactos para os setores afetados.
No fim de semana, Leila Barros esteve com representantes de associações como CNI (Confederação Nacional da Indústria) e CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) e da Renner e do Mercado Livre.
Uma nota técnica da CNI divulgada na última semana estima que o fim da taxa das blusinhas pode pôr em risco 109 mil empregos no Brasil. Analistas da entidade avaliam que a produção doméstica perde R$ 3,11 para cada real gasto em encomendas de pequeno valor adquiridas em sites estrangeiros.
Segundo o estudo, isso pode gerar a perda de R$ 21,8 bilhões para a indústria brasileira.
Aliada do governo Lula, Leila foi escolhida para a relatoria da MP após a base governista falhar em uma primeira tentativa de dar início às atividades da comissão mista durante a semana de 10 a 14 de agosto. Também houve adiamentos que atrasaram a análise do texto apresentado pela senadora.
A chamada taxa das blusinhas entrou em vigor em 2024 por meio de lei que estabeleceu a taxação em 20% para compras em plataformas internacionais como Shein, Shopee e AliExpress.
A MP não altera a tributação cobrada pelos estados sobre essas encomendas. O ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) incidente é atualmente de 17% a 20%.
A decisão de Lula de zerar a taxa das blusinhas foi anunciada de última hora em maio deste ano, após meses de desgaste e críticas de partes da população por cobrar imposto sobre compras de pequenos valores.
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Por Rinaldo Remígio*
Nas décadas de 1970 e 1980, as campanhas eleitorais, em minha singela percepção, pareciam mais pacíficas. Existiam partidos, grupos políticos e adversários, naturalmente, mas havia maior respeito nas relações. Não pretendo entrar no mérito do regime político vigente naquela época, pois o foco desta reflexão é outro: a maneira como as pessoas conviviam com as diferenças.
Não me recordo de tantos ataques, ofensas e difamações pessoais. Talvez isso também acontecesse, mas não com a intensidade e a exposição que vemos atualmente. O horário eleitoral já existia, embora tivesse outro formato e alcance, e ainda não havia as redes sociais, que hoje espalham uma informação — verdadeira ou falsa — em poucos segundos.
Leia maisMinha gente, estas eleições prometem ser desconfortáveis para o eleitorado brasileiro. O debate político já vem sendo marcado pela agressividade, pela intolerância e pela tentativa de transformar adversários em inimigos. Esse ambiente não contribui para a democracia nem ajuda o cidadão a escolher os melhores representantes.
Nós, formadores de opinião, temos uma responsabilidade ainda maior. Precisamos colaborar para a construção de um debate respeitoso, orientar as pessoas a verificarem as informações antes de compartilhá-las e mostrar que é possível defender um candidato sem atacar a honra de quem pensa diferente.
Vamos solicitar aos candidatos e postulantes a cargos em todas as esferas que, em vez de ataques, apresentem propostas; em vez de agressões e acusações, ofereçam soluções; e, em vez de qualquer abuso de autoridade, adotem atitudes e orientações voltadas exclusivamente para o bem-estar da população. O eleitor precisa conhecer aquilo que cada candidato pretende realizar, e não apenas assistir a disputas pessoais que em nada contribuem para o desenvolvimento do país.
A política não deve separar famílias, acabar com amizades nem alimentar o ódio. As eleições passam, os mandatos terminam e os candidatos seguem seus caminhos. Nós, porém, continuaremos convivendo nas mesmas cidades, frequentando os mesmos espaços e compartilhando os mesmos sonhos de um país melhor.
Que possamos discutir propostas, comparar trajetórias e cobrar compromissos, mas sempre preservando a dignidade humana. Divergir faz parte da democracia; difamar, humilhar e agredir jamais poderão ser considerados comportamentos aceitáveis.
*Professor universitário aposentado
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Por Bela Megale – O GLOBO
A fotografia em que Alexandre de Moraes e outros ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aparecem rindo em meio a uma das maiores crises que a corte vive gerou uma série de críticas ao tribunal. O registro foi feito pelo fotógrafo Brenno Carvalho, do jornal O Globo, ao fim da sessão desta quarta-feira (2).
Ministros ouvidos pela coluna relataram que o clima descontraído da foto não representa o ambiente que permeou toda a sessão plenária. Aquele foi o primeiro momento em que os membros da corte se reuniram após a revelação das mensagens trocadas entre Moraes e Daniel Vorcaro.
Leia maisO material se tornou público após o relator do caso sobre as fraudes do Banco Master, André Mendonça, retirar o sigilo do relatório policial. Também foi Mendonça quem determinou que a Polícia Federal identificasse o interlocutor da conversa com Vorcaro, que acabou sendo o ministro Alexandre de Moraes.
Segundo magistrados do Supremo, o motivo do riso foi uma piada feita pelo ministro Flávio Dino sobre o tema tributário analisado na sessão. O julgamento tratava do PIS e Cofins nas reservas técnicas de seguradoras.
Ministros relataram que todos estavam presentes na roda, menos André Mendonça. Eles afirmam que aquele foi o único momento de descontração, ocorrido após o fim da sessão.
Segundo presentes, Dino tentou distensionar o clima de apreensão que permeou o dia, já que ninguém sabia quais seriam as reações da crise entre Mendonça e Moraes no plenário do tribunal. Havia, inclusive, o receio de que uma briga ocorresse entre os ministros.
O silêncio sobre o maior desgaste que o STF vive foi a tática adotada ao longo da sessão para lidar com o problema, pelo menos em um primeiro momento.
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Em sabatina pela Folha/UOL, realizada nesta quinta-feira (3), a governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), comentou sobre a abertura de seu primeiro guia eleitoral na televisão, exibido no dia 28 de agosto. Diferente dos adversários, Lyra iniciou a peça com alguns segundos em silêncio.
Segundo a candidata, a cena foi espontânea e refletiu um momento de vulnerabilidade e pausa após uma maratona intensa de sabatina. “Aquilo não foi programado. Não, absolutamente. Aquilo foi depois de quatro horas de uma sabatina; pediram para respirar e mandar uma mensagem para Pernambuco, e aquilo ali, eu nem sabia que estava sendo gravado. Eu respirei e eu não imaginei nunca que aquilo seria a abertura do guia”, garantiu a candidata. As informações são do Diario de Pernambuco.
Leia maisPor cerca de quatro minutos, Raquel usou um tom pessoal e afirmou que se tornou governadora “no momento mais difícil da minha vida”, referindo-se à morte do marido, o empresário Fernando Lucena, e que estar à frente do estado a permitiu “seguir em frente, cuidar dos meus e cuidar de Pernambuco”.
Em outro trecho, Raquel diz que não pegou “a casa arrumada” e que percorreu todas as regiões do estado, da capital à zona rural. No discurso, ela também listou as entregas, como também a geração de emprego com carteira assinada, crescimento da economia do estado, recuperação de estradas, reforma de hospitais e construção de creches.
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Por Maysa Sena – Blog da Folha
Em agenda de campanha realizada nesta quinta-feira (3) no município de São Lourenço da Mata, o candidato ao Governo de Pernambuco pelo PSB, João Campos, reagiu aos dados da mais recente pesquisa do instituto Real Time Big Data. O levantamento aponta um cenário de empate técnico entre ele e a atual governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), ambos com 43% das intenções de voto no primeiro turno e 44% no segundo turno.
Ao ser questionado sobre os números, João Campos afirmou estar “animado” com o ritmo do pleito e destacou que não costuma pautar sua estratégia por levantamentos eleitorais.
Leia mais“Eu tô muito animado. Sempre disse que a animação e a verdade são componentes da nossa caminhada. Eu vi meu pai sair com 3% da intenção de votos e ser governador de Pernambuco. Eu nunca fui comentarista de pesquisa nem serei”, declarou o socialista.
O candidato relembrou suas disputas anteriores na capital pernambucana para reforçar sua postura diante dos dados. “Não foi assim quando eu fui para a reeleição a prefeito, nem quando fui candidato pela primeira vez. […] Sinto o calor das ruas – não só fazendo caminhadas como a gente tem feito, mas ouvindo de perto, perguntando onde está o problema e o que as pessoas estão sentindo”.
João Campos defendeu que o eleitorado pernambucano avaliará a capacidade de entrega e de gestão na hora de definir o voto para o Palácio do Campo das Princesas.
“Tenho muita gratidão pela generosidade como as pessoas têm nos recebido. Tenho certeza de que, com muita fé em Deus e confiança no povo, nós venceremos essas eleições. As pessoas vão poder escolher quem tem mais capacidade de construir hospital, escola, creche, estrada e cuidar da vida das pessoas. Eu já mostrei o meu trabalho como prefeito do Recife e tô pronto pra fazer como governador”, concluiu.
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CNN
O ministro Gilmar Mendes propôs ao presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, que os gabinetes dos ministros da Corte sejam proibidos de contar com delegados da PF (Polícia Federal).
A proposta já havia sido levantada pelo decano do Supremo e será reforçada em uma reunião com Fachin. A informação foi revelada pela Folha de S.Paulo e confirmada pela CNN.
Leia maisA sugestão ocorre em meio à escalada da crise no Supremo após o ministro André Mendonça, relator do caso Master, determinar o levantamento do sigilo de um relatório da PF que expõe diálogos entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso desde março e investigado por uma fraude financeira bilionária.
Atualmente, dois delegados atuam no gabinete de Mendonça. Outros dois trabalham nos gabinetes de Moraes e do ministro Luiz Fux.
Na avaliação de Gilmar Mendes, a proximidade de delegados da PF com os magistrados pode arrastar a Corte para sucessivas crises e provocar interferências no andamento dos inquéritos.
A percepção do decano é de que é preciso colocar um freio na presença de policiais trabalhando no Supremo surgiu ainda durante a tensão entre Mendonça e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.
Mendonça concentra hoje sob sua relatoria algumas das investigações de maior repercussão política e eleitoral.
Além do inquérito sobre as fraudes nos descontos do INSS, estão em seu gabinete duas das três novas investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha: a apuração sobre o Banco Master e o inquérito que investiga o financiamento do filme “Dark Horse”, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
De um lado, a cúpula da PF reclama de interferência na condução das investigações. Do outro, o gabinete de Mendonça se queixa da demora da corporação em dar andamento às apurações, entre elas o inquérito que cita Lulinha.
A crise se agravou nesta semana com o levantamento do sigilo do relatório da PF sobre o caso Master. Mensagens de Daniel Vorcaro citam o diretor-geral da corporação e o procurador-geral da República, Paulo Gonet.
“Não conseguimos reverter isso com Paulo e Andrei? Muita sacanagem isso. Isso em Brasília?”, escreveu Vorcaro ao ministro Alexandre de Moraes em 15 de novembro de 2025 — dois dias antes de ser preso pela primeira vez.
A cúpula da PF também demonstrou incômodo com o fato de Daniel Vorcaro ter sido ouvido, na semana passada, por um juiz auxiliar do gabinete de Mendonça, na presença de um representante da PGR. No depoimento, o ex-banqueiro afirmou que a blindagem a um diretor da PF impediu uma delação.
Como mostrou a CNN, o diretor-geral da PF demonstrou revolta e insatisfação e classificou como abuso de poder a condução de Mendonça nas investigações em que aparecem mensagens trocadas entre Vorcaro e Moraes.
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O deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP), presidente estadual da Federação União Progressista, será homenageado no próximo dia 16 de setembro com a Medalha da Ordem do Mérito Pontes de Miranda, concedida pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5). A sessão solene está marcada para as 14h, no Salão do Pleno da Corte, no Recife.
Criada em 1990, a Ordem do Mérito Pontes de Miranda é a mais alta honraria concedida pelo TRF5 e é destinada a autoridades e personalidades que tenham prestado serviços relevantes à Justiça, se destacado nos estudos do Direito ou na atuação junto à Justiça Federal. A comenda leva o nome do jurista e escritor alagoano Francisco Cavalcanti Pontes de Miranda.
“Receber a Medalha da Ordem do Mérito Pontes de Miranda é uma honra que recebo com muita gratidão e, acima de tudo, com um profundo senso de responsabilidade”, afirmou Eduardo da Fonte. O convite para a solenidade é assinado pelo presidente do TRF5 e presidente de honra do Conselho da Ordem do Mérito Pontes de Miranda, desembargador federal Francisco Roberto Machado.
Hoje, a candidata a deputada estadual Maria Arraes e o candidato a deputado federal Vitinho Maia, ambos do PSB, cumpriram agenda no comércio e na Feira de Caruaru. Destaques de engajamento nas redes sociais, os jovens candidatos somam milhões de visualizações mensais em suas plataformas.
Recebidos com muito entusiasmo pelos comerciantes e populares, Maria e Vitinho conversaram sobre a trajetória que já vêm construindo e apresentaram suas propostas para o legislativo estadual e federal.
Acompanharam a agenda os suplentes de vereador Gilberto de Dora, Nildo Som, Marcão do Povo, Chico, Irmão Cícero e Magno, além do grupo de Agentes Comunitárias de Saúde composto por Maria, Sidicleide, Vera, Socorro, Andrea e Karol.
Centenas de pessoas participaram, ontem, de um grande ato político em apoio às candidaturas de Anderson Luiz a deputado estadual e Fernando Monteiro a deputado federal. Realizado em uma casa de festas, em Caruaru, o evento foi comandado pelo presidente da Câmara Municipal, vereador Bruno Lambreta, e reuniu o prefeito Rodrigo Pinheiro, a vice-prefeita Dayse Silva e o secretário executivo de Articulação do Estado, José Pereira, que representou a governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra.
Anderson Luiz destacou os avanços conquistados por Caruaru e a força do time liderado por Rodrigo Pinheiro. “O prefeito que mais fez pontes em Caruaru, que mais calçou ruas, tem na agricultura familiar a maior do Brasil e promove avanços em todas as áreas. É por esse trabalho que, a partir de 2027, Caruaru terá um deputado estadual para chamar de seu”, afirmou. Anderson também ressaltou a atuação de Fernando Monteiro, que trouxe investimentos e ajudou a destravar importantes projetos em Brasília.
Fernando Monteiro destacou a força da gestão municipal e a importância do trabalho conjunto. “Rodrigo faz política pública voltada para as pessoas e não faz isso sozinho. Tem um time de primeira qualidade, uma Câmara comandada por Bruno Lambreta que ajuda esse time a governar Caruaru e o talento de Anderson Luiz, que sempre foi um conselheiro de grandes acertos”, afirmou. O deputado também ressaltou ter destinado mais de R$ 100 milhões para Caruaru em apenas dois anos.
O prefeito Rodrigo Pinheiro reforçou a confiança na parceria com Raquel e na continuidade do trabalho que vem sendo realizado. “Na caminhada com Raquel, a gente continua aprendendo. Ela não chega prometendo nem com falsas promessas. Ela confia no time e chega com serviço. É assim que a gente faz, por isso tem obras e ações por toda Caruaru”, declarou o prefeito.
O Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) deve contar com um orçamento de R$ 61 bilhões em 2027, uma alta de 16% em relação aos recursos previstos para este ano. A estimativa foi apresentada hoje, durante reunião que marcou o início do processo de elaboração das disponibilidades financeiras do Fundo e dos critérios para a distribuição dos recursos para o próximo ano.
A programação é elaborada pela Sudene e pelo Banco do Nordeste (BNB), em articulação com governos estaduais e representantes da sociedade. Do orçamento estimado para 2027, 62% (R$ 37,8 bilhões) serão destinados a empreendimentos de portes prioritários, abrangendo empreendimentos de mini, micro, pequeno e pequeno-médio porte.
Entre os principais destinos dos recursos está o semiárido nordestino, que deverá receber aproximadamente R$ 30,5 bilhões, e as tipologias prioritárias da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), com previsão de R$ 42,7 bilhões. Para as Regiões Integradas de Desenvolvimento (RIDEs), está estimado R$ 1,82 bilhão, enquanto as Cidades Intermediadoras deverão contar com R$ 3,01 bilhões.
Além de estar alinhado às diretrizes da PNDR, o FNE é um dos principais instrumentos de financiamento do Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE), contribuindo para a redução das desigualdades e o fortalecimento da atividade econômica na região.
Entre os dias 11 e 30 de setembro, Sudene e Banco do Nordeste realizarão reuniões setoriais com os estados que integram a área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste. Nos encontros, serão apresentados os valores programados para o Plano Estadual de Aplicação de Recursos do FNE 2027. Para cada unidade federativa, os percentuais mínimo e máximo de aplicação dos recursos deverão variar entre 5% e 30% do orçamento do Fundo.
A definição da programação leva em consideração demandas regionais e prioridades estratégicas para o desenvolvimento do Nordeste. Entre as áreas priorizadas pela Sudene para aplicação dos recursos do FNE estão agricultura familiar, energias renováveis, indústria de transformação, infraestrutura econômica e urbana, turismo, cultura, economia criativa, serviços de base tecnológica, economia digital, saúde, educação, assistência social e proteção social.
A programação do FNE para 2027 também incorpora contribuições apresentadas durante consultas e escutas realizadas com a sociedade e os governos estaduais. Entre as sugestões recebidas estão a possibilidade de financiamento de infraestrutura de saneamento básico na modalidade de locação e a avaliação dos mecanismos de incentivo às empresas exportadoras da Região Nordeste.
FNE já aplicou R$ 26,5 bilhões em 2026
Durante a reunião, foi apresentado o monitoramento da execução do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste no primeiro semestre de 2026. No período, foram aplicados R$ 26,5 bilhões, correspondentes a 50,4% da meta prevista para o ano. Ao todo, foram realizadas 999,3 mil operações de financiamento.
Na distribuição espacial, o semiárido recebeu R$ 15,6 bilhões, enquanto as tipologias prioritárias concentraram R$ 26,4 bilhões. As RIDEs receberam R$ 833,1 milhões. Já os empreendimentos de mini, micro, pequeno e pequeno-médio porte tiveram acesso a R$ 16,4 bilhões.
A reunião contou com as participações do superintendente da Sudene, Francisco Alexandre; presidente do Banco do Nordeste, Paulo Câmara; diretor de Planejamento do BNB, José Aldemir Freire; superintendente de Políticas de Desenvolvimento Sustentável do Banco do Nordeste, Irenaldo Rubens Soares; secretário Nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), Eduardo Corrêa Tavares; e diretor de Fundos, Incentivos e de Atração de Investimentos da Sudene, Wandemberg Almeida.
