Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
Na Rádio Pajeú, com o radialista Aldo Vidal, falo neste momento do livro ‘O Estilo Marco Maciel’ e o lançamento em Afogados da Ingazeira, hoje, a partir das 19 horas, na Câmara de Vereadores.
À procura de culpados pela passagem do senador Flávio Bolsonaro (PT) para o segundo turno da eleição ao Palácio do Planalto na frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a cúpula do PT vai dar uma guinada na comunicação da campanha.
Um dia depois de assistir à onda bolsonarista invadir o País, Lula participou de duas reuniões: uma mais reservada, apenas com o seleto grupo de coordenadores de sua campanha, e outra com aliados do PT e de outros partidos. As informações são do Estadão.
Leia maisSem meias palavras, a ordem de Lula para a equipe foi direta: “mudar tudo” para conseguir se aproximar dos jovens, das mulheres e do espectro ideológico de centro. O núcleo de coordenação da campanha será ampliado, com a participação de partidos aliados, como o PSB do vice-presidente Geraldo Alckmin, e terá maior presença de integrantes do Nordeste, como o líder do PT no Senado, Camilo Santana.
No inventário de erros do primeiro turno, dirigentes do PT responsabilizam o ministro da Comunicação Social, Sidônio Palmeira, por boa parte dos problemas. Sidônio é sócio do publicitário Raul Rabello, que assina a propaganda eleitoral de Lula.
Ao menos por enquanto, não se discute a substituição de Rabello, mas, sim, uma parceria com o marqueteiro Otávio Antunes, dono de um estilo mais agressivo de comunicação. O publicitário foi responsável pelos programas eleitorais de Fernando Haddad (PT) ao governo de São Paulo.
Haddad perdeu a eleição ao Palácio dos Bandeirantes, no primeiro turno, para o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), mas essa fatura não foi debitada na conta de Antunes. O publicitário foi o criador da campanha sobre a “taxação BBB” – bilionários, bancos e bets –, lançada em meados do ano passado, em defesa da cobrança de impostos dos mais ricos. com a isenção dos mais pobres.
O processo de “caça às bruxas do PT” atribui a Sidônio a responsabilidade por convencer Lula a extinguir todas as apostas online no País, as chamadas bets, às vésperas do primeiro turno.
Coordenador da campanha de Lula, o presidente do PT, Edinho Silva, e o Ministério da Fazenda foram contra a medida radical, sob o argumento de que uma iniciativa assim, tomada de forma atabalhoada, não apenas provocaria impacto sobre a arrecadação federal como empurraria grande parte do eleitorado para o colo de Flávio.
A ideia inicial previa apenas a proibição dos cassinos online, como o jogo do Tigrinho. Mas Sidônio bateu o pé, mesmo comprando briga com Edinho e com a Fazenda. Procurado, o ministro não se manifestou sobre a insatisfação manifestada pelos petistas.
Além disso, o diagnóstico do PT é o de que o trabalho de redes sociais da campanha de Lula, no primeiro turno, foi pífio, possibilitando o avanço de Flávio nessa seara, até mesmo no exterior. Edinho chegou a acusar, sem provas, tentativas de interferência dos Estados Unidos e de outros países na disputa presidencial.
Como mostrou o Estadão, o trabalho de redes da campanha ficou fragmentado. Os perfis de Lula nas redes sociais são administrados pelo fotógrafo oficial, Ricardo Stuckert e pela jornalista Nicole Briones, que trabalha no PT e cuida das plataformas digitais.
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O deputado federal reeleito Waldemar Oliveira (Avante), o Dema, teve em Paulista sua maior votação entre os municípios pernambucanos nas eleições deste domingo (4). Ele recebeu 5.260 votos na cidade, onde contou com o apoio do presidente da Câmara Municipal, vereador Eudes Farias (MDB). No estado, Dema somou 97.152 votos e garantiu novo mandato na Câmara dos Deputados.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira (5) que o segundo turno das eleições no Brasil deve ser muito acirrado. A declaração foi dada a jornalistas em frente à Casa Branca, antes de o republicano partir para um compromisso no estado de Nebraska.
Questionado sobre o desempenho do senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do seu aliado Jair Bolsonaro, Trump se disse surpreso com o resultado. As informações são do g1.
“Bom, é uma grande vitória. Muito apertada, mas impressionante, na verdade”, afirmou.
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O americano evitou falar mais sobre a disputa no Brasil. Nos dias anteriores ao pleito do último domingo (4), o republicano não respondeu se apoiaria Flávio.
“Estamos de olho em tudo e vamos observar esta eleição de muito perto”, afirmou, na última sexta (2).
Na manhã desta segunda, o secretário de Estado do país, Marco Rubio, disse que “todos esperavam” que o pleito fosse para o 2º turno. Ele indicou também que o governo Trump acompanhará a nova disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula em 25 de outubro.
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Anthony Garotinho (Republicanos) desistiu nesta segunda-feira, 5, do recurso apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o indeferimento de sua candidatura ao governo do Rio de Janeiro. O movimento abre caminho para a Corte definir se Douglas Ruas (PL) deve ser declarado eleito ainda no primeiro turno ou se enfrentará Eduardo Paes (PSD) em uma nova votação no dia 25.
A defesa de Garotinho pediu ao TSE nesta segunda-feira que encerre o recurso em que tentava reverter a decisão que barrou sua candidatura. No documento, Garotinho afirma desistir de forma “livre, expressa, consciente e irretratável” do recurso apresentado contra a decisão que barrou seu registro e solicita que ela seja reconhecida pela Corte. As informações são do Estadão.
Leia maisEm entrevista coletiva, ele afirmou que renunciou aos 274,411 mil votos para que o eleitor fluminense “arque com as consequências” das suas escolhas.
“Em função do resultado manifesto pela população nas ruas, não me resta outra opção jurídica a não ser desistir de forma livre, expressa, consciente e irretratável do recurso ordinário eleitoral interposto nos autos do requerido processo que tramita no TSE tentando validar os meus votos”, afirmou.
Lula e Sidônio: presidente avalia que comunicação da campanha deve mudar radicalmente.
Foto: Jose Cruz/Agência Brasil
Foto: Jose Cruz/Agência Brasil
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O pedido ainda precisa ser analisado pelo TSE. Se a desistência for aceita e prevalecer o indeferimento decidido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ), os votos dados a Garotinho poderão ser retirados da base usada para calcular a maioria absoluta da eleição.
Com 100% das urnas apuradas, Ruas terminou com 49,27% dos votos considerados na totalização, contra 42,76% de Paes. Garotinho recebeu 3,17%. Sem os votos do ex-governador na conta, Ruas passa para aproximadamente 50,9% dos válidos, porcentual suficiente para vencer no primeiro turno.
Para o advogado eleitoral Alberto Rollo, a desistência do recurso é um ato unilateral de Garotinho e não depende da concordância do Ministério Público ou das demais partes. Segundo ele, o relator pode apenas confirmar a desistência, sem analisar o mérito, e devolver o processo ao TRE-RJ para uma nova totalização dos votos.
“Se a retirada dos votos de Garotinho alterar a maioria absoluta, o Ruas vai ser declarado vencedor da eleição”, diz.
A situação produz uma reviravolta em relação à reta final da campanha. A própria coligação de Paes havia recorrido ao TSE antes da eleição para cobrar uma definição rápida sobre a candidatura de Garotinho. Os advogados alertavam que a demora poderia fazer o Rio entrar num segundo turno e, só depois, descobrir que a nova votação era desnecessária porque os votos do ex-governador deveriam ter sido retirados da conta.
Naquele momento, porém, as pesquisas indicavam que Paes seria o principal beneficiado por uma eventual exclusão de Garotinho. O candidato do PSD liderava os levantamentos e poderia alcançar a maioria necessária para encerrar a eleição na primeira votação.
As urnas inverteram essa lógica. Ruas terminou à frente e muito próximo dos 50%. Assim, a exclusão dos votos de Garotinho, que antes da eleição poderia favorecer Paes, passou a ser o caminho que pode entregar ao candidato do PL uma vitória ainda no primeiro turno.
O TRE-RJ indeferiu o registro de Garotinho por causa de uma condenação por improbidade administrativa que suspendeu seus direitos políticos por oito anos. O processo envolve fatos ocorridos entre 2005 e 2006, durante o governo de Rosinha Garotinho, quando ele ocupava a Secretaria de Estado de Governo. A ação apontou irregularidades na transferência de recursos da área da Saúde.
A divergência está menos na existência da condenação e mais em quando começa a contagem dos oito anos de suspensão. A defesa de Garotinho sustenta que o período começou em 2018 e já havia terminado antes da eleição. O TRE-RJ adotou como referência o trânsito em julgado da condenação, ocorrido em 2025, interpretação que manteria o ex-governador impedido de concorrer até 2033.
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O vereador do Recife e deputado estadual eleito Gilson Machado Filho se reuniu, nesta segunda-feira (5), com a governadora reeleita Raquel Lyra (PSD), no Palácio do Campo das Princesas. O encontro fez parte de uma reunião com novos deputados estaduais eleitos e teve como objetivo aproximar os parlamentares da futura bancada governista na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Gilson, que recebeu 132.322 votos e foi o segundo mais votado para a Alepe, esteve acompanhado do ex-ministro Carlos Brito. “A governadora Raquel Lyra pode contar com meu apoio na Assembleia Legislativa para legislarmos projetos que façam Pernambuco avançar”, afirmou.
O deputado estadual Coronel Alberto Feitosa foi reeleito para seu sexto mandato, ontem. Uma vitória conquistada nas ruas, percorrendo o estado de ponta a ponta, do Litoral ao Sertão. Para Feitosa, a eleição não acabou. O deputado anunciou que manterá seu comitê aberto para o segundo turno, com foco total na campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
Não por acaso, ao longo de toda a disputa, o nome de Flávio Bolsonaro esteve presente em cada ato, em cada carreata, em cada encontro com o povo pernambucano. O segundo turno acontece no dia 25 de outubro, quando os brasileiros voltam às urnas para definir o próximo presidente do país.
Com a totalização dos votos, ontem, o Partido Social Democrático segue sua trajetória de crescimento e já se consolida como a principal legenda de Centro do País. O partido recebeu 9,39 milhões de votos para deputado federal, um crescimento de 13% em relação ao pleito de 2022, elegendo 43 deputados federais, uma cadeira a mais desta vez. Números que fazem do PSD o terceiro colocado com mais votos (era o 5º em 2022) e o quarto colocado com mais cadeiras conquistadas (era o 5º). Foram eleitos federais em 17 estados, ante 15 em 2022.
Também foram eleitos neste primeiro turno quatro governadores, com as reeleições de Raquel Lyra em Pernambuco, com 53,27%, e Fábio Mitidieri em Sergipe, com 59,27%, e as vitórias de Eduardo Braide no Maranhão, com 54,02%, e de Antônio Furlan no Amapá, com 62,75% dos votos válidos. O partido segue ainda na disputa no Amazonas, onde Omar Aziz terminou o primeiro turno na liderança, com 40,63%, e no Rio de Janeiro, onde Eduardo Paes recebeu 42,76% dos votos válidos. Em 2022 o partido havia vencido em dois governos estaduais.
Leia maisNas assembleias legislativas o crescimento foi ainda superior. A legenda recebeu 11,48 milhões de votos, um crescimento de 47% na comparação com 2022, passando de 5o a 3o colocado. Foram eleitos 103 deputados, 24 a mais do que na eleição passada, que o levam da 6a para a 4a posição no país, distribuídos em 21 estados.
Os resultados desta eleição se somam aos das eleições municipais de 2024, quando o PSD se tornou o partido com mais prefeitos eleitos, com 891, sendo quatro em capitais, e com a maior população governada no país, mais de 37 milhões de cidadãos. Naquela oportunidade foram eleitos ainda 6.914 vereadores.
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A candidata a deputada estadual em Pernambuco Lara Cavalcanti destacou, hoje, a importância do papel das mulheres nas eleições deste ano em todo o país. Para ela, as mulheres conquistaram um protagonismo ainda maior e abriram uma expectativa histórica de ocupação de espaços de poder.
Em relação a Pernambuco, Lara reconheceu que houve avanços, mas lamentou que o PL não tenha conseguido eleger nenhuma deputada federal e nenhuma deputada estadual. Ela fez a avaliação falando também a partir da própria experiência: foi a mulher mais votada do PL no estado.
Lara afirmou que o partido agora vai concentrar suas atenções na eleição de Flávio Bolsonaro, mas destacou que é preciso pensar também no futuro e na construção de novas lideranças femininas dentro do PL. Sobre Petrolina, Lara afirmou que a cidade deu ontem um recado muito claro através das urnas: Petrolina não é quintal nem curral eleitoral de família nenhuma.
Por Houldine Nascimento e Julia Amoêdo – Poder360
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reunirá, hoje, com aliados para discutir a estratégia da campanha para o 2º turno. O encontro envolve candidatos que disputaram o governo e o Senado e está marcado para as 17h no Hotel San Marco, localizado na Asa Sul, em Brasília.

Alguns aliados chegaram à capital federal por volta das 15h05 para participar do encontro emergencial. O ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira, aguardava o candidato derrotado ao governo de Pernambuco, João Campos (PSB), na saída do desembarque do aeroporto Juscelino Kubitschek.
O governador eleito da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), e o senador eleito João Azevêdo (PSB) também chegaram para o encontro. O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), o senador eleito Rui Costa (PT) e o senador Jaques Wagner (PT) também participarão do encontro.
Eleita com mais de 144 mil votos, Rosa Amorim foi a candidata do PT à Câmara dos Deputados mais votada em Pernambuco nas eleições deste domingo (4). O resultado leva a parlamentar à bancada federal petista e amplia sua atuação política para o Congresso Nacional a partir de 2027.
Rosa deixa a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), onde cumpriu seu primeiro mandato eletivo, para ocupar uma cadeira na Câmara. Militante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a deputada eleita construiu sua trajetória política nos movimentos populares e na organização da juventude antes de chegar ao Legislativo.
Leia maisA parlamentar chega a Brasília com uma agenda que inclui reforma agrária popular, combate à fome, valorização do trabalho e redução das desigualdades. Durante a campanha, também defendeu o fim da escala 6×1, a taxação dos super-ricos e o fortalecimento da educação pública, da agricultura familiar e das políticas voltadas às mulheres, à população negra, à juventude e à comunidade LGBTQIA+.
Criada no Assentamento Normandia, em Caruaru, Rosa é filha de dirigentes do MST e iniciou ainda jovem sua trajetória na militância política. Antes de ser eleita deputada estadual, passou pela União Nacional dos Estudantes (UNE) e pelo Levante Popular da Juventude.
A votação superior a 140 mil votos coloca Rosa como o principal nome do PT pernambucano na disputa proporcional para a Câmara e projeta para o Congresso uma liderança formada a partir dos movimentos sociais. No mandato federal, a deputada eleita pretende levar a Brasília pautas que já fizeram parte de sua atuação na Alepe, agora em uma arena de alcance nacional.
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O ex-prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, foi convocado pelo presidente Lula (PT), hoje, para ajudar na construção de sua campanha para o segundo turno das eleições presidenciais, no próximo dia 25. Em suas redes, João postou um vídeo falando sobre os próximos passos e agradecendo os mais de 2 milhões de votos recebidos para o Governo de Pernambuco. Confira!
O ex-ministro e ex-governador Mendonça Filho foi escolhido pela cúpula do PL para assumir a coordenação da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência da República em Pernambuco.
Mendonça, que vem ganhando espaço entre as principais lideranças do PL, tem a confiança de Flávio Bolsonaro e do senador Rogério Marinho, coordenador nacional da campanha. A relação foi construída desde sua entrada no partido, em abril, quando sua filiação foi prestigiada justamente por Flávio, Valdemar Costa Neto, Rogério Marinho e Anderson Ferreira.
Leia maisO pernambucano já está a caminho de Brasília, onde participará de reuniões que vão definir o arranjo da campanha do partido no Estado.
A escolha de Mendonça assume um significado político importante. Depois de quatro anos marcados por divisões e conflitos dentro do campo da direita em Pernambuco, ele aparece como um nome capaz de estabelecer um ponto de convergência entre diferentes grupos e lideranças.
A tarefa será especialmente relevante porque Pernambuco e o Nordeste foram regiões em que Lula obteve ampla vantagem em 2022. A campanha de Flávio, porém, trabalha para reduzir essa diferença em 2026, e Pernambuco está entre os estados nordestinos considerados estratégicos nessa estratégia.
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