Meu filho Pedro Renan tinha apenas 12 anos quando, em uma ligação que mudaria nossas vidas, me disse: “Papai, quero morar com o senhor em Recife para estudar.” Meu coração se encheu de expectativa e esperança. Enquanto ele vivia em São José do Egito com Gina, sua mãe, eu já residia em Recife.
Não hesitei. Fui buscá-lo imediatamente, ansioso para tê-lo ao meu lado e apoiar a sua educação. Pedro havia terminado a oitava série no renomado Colégio Interativo em São José do Egito, nosso berço, e estava preparado para avançar na jornada acadêmica. Aos professores e à direção do Interativo, meus agradecimentos.
Ao chegarmos ao Recife, a primeira tarefa foi matriculá-lo em uma boa escola. Escolhi o Damas, localizado na Avenida Rui Barbosa, na Zona Norte da capital, uma instituição reconhecida por sua excelência no ensino. Ali, Pedro iniciaria o 2º grau, teria a oportunidade de expandir seus conhecimentos, fazer novas amizades e construir um futuro brilhante.
Essa mudança foi um marco não apenas na vida de Pedro, sinto-a também na minha. Juntos, enfrentamos os desafios da nova rotina e celebramos cada conquista, sempre com a certeza de que a educação é a chave para abrir portas e transformar vidas.
A decisão de mudar não foi simples, mas a determinação de Pedro e o apoio mútuo nos ajudaram a superar os obstáculos. Cada dia trouxe novas descobertas, amizades e o aprendizado contínuo que a educação proporciona. Assistir ao seu crescimento e dedicação foi uma das maiores recompensas que eu poderia ter.
Quando Pedro Renan terminou o segundo grau em Recife, decidiu cursar Direito na Unipê, em João Pessoa. Embora tenha sido um dos melhores aprovados no vestibular, não se sentiu satisfeito com o curso. Então, procurou-me e disse: “Papai, eu quero Medicina. Vou estudar mais para prestar vestibular”. Eu o incentivei, lembrando que a escolha era dele, mas que Medicina exigiria muito esforço. Estudar sempre foi uma marca em sua vida.
Pedro dedicava até 14 horas por dia aos estudos. Certa vez, cheguei ao apartamento às 2h da madrugada e o encontrei literalmente agarrado em livros. Ele me pediu ajuda para fazer um curso de redação com Valdenoura, professora renomada em uma escola situada no Meg Shopping daquela cidade.
Após um ano de preparação, Pedro decidiu enfrentar os vestibulares. Primeiro, prestou para faculdades privadas e foi aprovado em quatro delas, incluindo a Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS), na Avenida Mascarenhas de Moraes, em Recife. Fui com ele para fazer a matrícula, pois, se demorássemos, ele perderia a vaga. No entanto, a matrícula custava R$ 7.800,00. Mas tudo certinho.
Enquanto retornávamos para casa, eu o lembrei: “Pedro, a mensalidade é alta, você precisa estudar muito para ser um bom profissional e compensar esse investimento”. Ele me respondeu: “Papai, vou tentar a universidade pública agora”.
E assim foi. Quando chegou a prova do Enem, ele prestou o vestibular e logo sentiu que sua redação o levaria à aprovação. De fato, foi aprovado para cursar Medicina em uma instituição pública. Foi aprovado na UPE. Feliz, fui à FPS buscar meu dinheiro da matrícula de volta, devolvido de imediato.
Os seis anos seguintes foram desafiadores, especialmente com a pandemia em 2020. No entanto, Pedro permaneceu focado, vocacionado e cheio de projetos. Na próxima semana, precisamente no dia 17 de dezembro de 2024, ele receberá seu diploma de médico.
Sou grato a Deus, a Gina, sua mãe, e à sua querida avó, a professora Dasdores Marcinho. E também agradeço à minha mãe e minha família, que sempre oraram por Pedro.
Dia 17 de dezembro de 2024 (terça-feira) entra para a história. Ele já começa a trabalhar em janeiro de 2025. Mas sua jornada acadêmica continua. Ele quer fazer residência e se especializar. Não tenho dúvidas, meu filho vai ser um médico bom e um bom médico.
Pedro Renan aprendeu os ensinamentos divinos. Ele é inteligente, calmo, um bom filho e humilde, sem arrogância ou prepotência. Como Jesus disse: “A humildade é o caminho da sabedoria”. Amém!
Chegou o dia delas! O que seríamos de nós sem elas? Louvemos nossas mulheres neste Dia Internacional da Mulher! Diz o princípio bíblico que a mulher foi gerada da costela de Adão. A costela, segundo o livro de Gênesis, simboliza que a mulher está ao lado do homem, não abaixo. Não foi criada para ser pisada, nem acima para dominar, mas perto do coração para ser amada.
“Não se nasce mulher, torna-se mulher”, ensinou a filósofa e escritora francesa Simone de Beauvoir em sua obra “O Segundo Sexo”, na qual defende que o gênero é uma construção social e cultural, não um destino biológico. Ela argumenta que a sociedade molda comportamentos, impondo papéis femininos ao longo da vida.
Mamãe Margarida, minha heroína, que Deus arrebatou nas primeiras trovoadas de 2013, leu Simone de Beauvoir. Por isso, foi guerreira, não se curvou às convenções sociais que fabricam comportamentos considerados adequados. Desafiou as normas tradicionais. Fez a sua família e trajetória com dignidade. Pariu 9 filhos, sob o auxílio de parteira. Todos conquistaram o mundo, também com muito suor e a valentia sertaneja.
Minha Nayla, do tronco dos Valença de São Bento do Una, sangue sertanejo da abençoada Sertânia, carrega coragem no peito, rompeu os limites impiedosos da seca, com heroísmo e fé na vida. Aprendeu cedo com sua Mãe Quitéria, avó que a criou quando a mãe Ivete foi obrigada a buscar a terra prometida em São Paulo, que para resistir, conquistar e libertar-se precisa ter coragem.
Não é qualquer vento que a derruba. Suas armas de guerra são a sua voz e a sua inteligência. Também a determinação, o pulso firme, uma força implacável que quebra limites e inspira conquistas. É dona de toda a força que precisa. O Dia Internacional da Mulher é o bom combate do dia após dia. A data de hoje é apenas mero simbolismo.
Historicamente, nasceu em reconhecimento às operárias de tecelagem na Rússia que, em 1917, iniciaram a greve “Pão e Paz” contra a fome e a desigualdade, simbolizando a luta pelos direitos trabalhistas e sociais. Serve para homenagear figuras históricas e contemporâneas que lutaram contra a desigualdade e o sexismo.
Mulheres como Maria da Penha, biofarmacêutica cearense que se tornou símbolo na luta contra a violência doméstica, dando nome à lei que protege mulheres no Brasil. Passou quase 20 anos lutando para que o seu agressor fosse punido, depois de passar seis anos sofrendo agressões e quase ser assassinada por seu ex-marido, que a deixou paraplégica em uma das tentativas. Durante o processo, Maria escreveu o livro “Sobrevivi… posso contar”, em 1994.
Mulheres como Malala Yousafzai, do Paquistão, com seu ativismo pela educação de meninas. Foi a mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz. Mulheres, igualmente, como Dandara dos Palmares, quilombola que lutou contra a escravidão, símbolo de resistência e força feminina no período colonial.
Mulheres, também, como a americana Rosa Parks, líder do movimento de libertação do preconceito racial, negra e corajosa, que se recusou a ceder seu lugar a um homem branco no ônibus, tornando-se ícone do movimento pelos direitos civis.
Mulheres ainda como Marie Curie, conhecida, principalmente, por suas pesquisas sobre radioatividade. A cientista foi a primeira mulher a ganhar um prêmio Nobel, em 1903, e também a única a conquistar este prêmio duas vezes, a segunda vez foi em 1911, além de ser a primeira professora contratada pela Universidade de Paris, uma grande conquista para uma mulher na época.
Mulheres, por fim, como Indira Gandhi, que lutou por uma presença ainda mais intensa na política. Foi a primeira mulher a se tornar chefe de governo na Índia, permanecendo em exercício no cargo por 18 anos. Após ser assassinada por seus guarda-costas em 1984, seu filho mais velho assumiu e começou um mandato. Além dos seus feitos e de ter sua imagem estampada em moedas das rúpias indianas, Indira foi eleita a “Maior Mulher do Milênio”, conforme votação da BBC no final do século XX.
Não dá para esquecer uma guerreira como Bárbara de Alencar, comerciante e revolucionária pernambucana, primeira presa política do Brasil, considerada heroína da Revolução Pernambucana e da Confederação do Equador. Foi presa em 1817 e condenada a trabalhos forçados, passando por severas perseguições na Bahia e no Ceará. Era mãe do revolucionário José Martiniano Pereira de Alencar e avó do escritor José de Alencar.
Em 2014, seu nome foi incluído no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves. Bárbara rompeu as convenções de gênero de sua época ao se engajar diretamente na política.
Celebrar tantas mulheres importantes na nossa vida não é uma data no calendário, é uma escolha de todos os dias. Pode até ser um lugar comum ou redundância, mas toda mulher carrega a coragem para transformar o mundo.
O mercado automotivo brasileiro acaba de registrar um marco inédito. Pela primeira vez no país, um carro elétrico é o mais vendido no ranking mensal do varejo entre automóveis e comerciais leves. O BYD Dolphin Mini emplacou 4.094 unidades no mês de fevereiro e garantiu a primeira colocação, com folga de mais de 200 unidades, superando modelos a combustão que há anos dominavam as ruas. Este feito ocorre há exatamente dois anos após o seu lançamento oficial no Brasil, em fevereiro de 2024.
Desde sua chegada, o modelo rapidamente se tornou o elétrico mais vendido do Brasil, fechando aquele ano com 21.944 emplacamentos. No ano passado, foram emplacadas mais 32.459 unidades. Desde que chegou ao mercado, o BYD Dolphin Mini já vendeu mais de 62 mil unidades no mercado geral e transformou a percepção pública sobre a viabilidade dos elétricos, além de serviu como porta de entrada para milhares de consumidores que, antes, enxergavam a eletrificação como algo distante, alterando o cenário das ruas e consolidando uma nova preferência nacional.
Em fevereiro, impulsionada por uma rede que já conta com mais de 200 concessionárias em operação em todo o território nacional, a BYD apresenta bons resultados no varejo em diversas regiões do país, e lidera em capitais como Brasília, Aracaju e Palmas, onde a marca se destacou ao saltar do 6º lugar em janeiro para a liderança.
Song Plus: motor turbo e bateria ampliada – E por falar em BYD, a chinesa acaba de trazer ao Brasil o Song Plus, com três grandes novidades para a sua versão 2027. A principal evolução está na plataforma DM-i (Dual Mode Intelligence), que agora passa a contar com um motor 1.5 turbo, atuando em conjunto com o motor elétrico. Com a nova configuração, a potência combinada do sistema atinge 239cv, permitindo aceleração de 0 a 100 km/h em 8,1 segundos. O Song Plus conta agora com a bateria Blade ampliada de 18,3 kWh para 26,6 kWh, elevando a autonomia do modo elétrico de 63 km para 99 km, segundo o PBEV — uma evolução de 57%, se comparado à versão anterior. A autonomia combinada agora passa a ser de até 1.150 km.
Outra novidade: a possibilidade de carregamento rápido. Em apenas 55 minutos é possível fazer a bateria do novo BYD Song Plus ir de 30 a 80%, com a inclusão do DC (corrente contínua). No interior, o SUV mantém um pacote robusto de tecnologia embarcada. O Song Plus teve sua segurança premiada com cinco estrelas no Euro NCap (2023), trazendo seis airbags e sistema ADAS 2, que inclui controle de cruzeiro adaptativo com função Stop & Go, alerta de colisão frontal, frenagem automática de emergência, assistentes de permanência e mudança de faixa e monitoramento de ponto cego.
A central multimídia flutuante de 15,6 polegadas, integrada à câmera 360°, é acompanhada por painel digital de 12,3 polegadas e head-up display. O sistema de som é assinado pela marca premium Infinity e o modelo oferece bancos dianteiros com ajuste elétrico e ventilação, além de teto solar panorâmico e acesso por NFC e bluetooth via celular. Para quem vai no banco de trás, há regulagem independente do ar-condicionado traseiro e opção de reclinar os bancos para maior conforto. Desde o seu lançamento em 2022, o modelo já soma mais de 44 mil unidades vendidas no Brasil. Mesmo com avanços, a BYD mantém o preço de R$ 249.990.
BYD Atto 8 – A BYD também lançou oficialmente o BYD Atto 8 no mercado nacional. O modelo foi apresentado pela primeira vez no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro. O SUV híbrido plug-in de sete lugares marca a estreia no Brasil da nova plataforma DM-P (Dual Mode Performance), voltada a aplicações de maior desempenho. O modelo entrega potência combinada de 488 cv e acelera de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos, com velocidade máxima limitada a 200 km/h. Com 5,04 metros de comprimento e entre-eixos de 2,95 metros, o Atto 8 combina dimensões amplas com capacidade de porta-malas que varia de 270 a 1.960 litros, conforme a configuração dos bancos.
Em segurança e dinâmica, o SUV incorpora suspensão eletrônica DiSus-C, capaz de controlar rolagem lateral, inclinação longitudinal e absorção de vibrações. O modelo tem alta tecnologia embarcada, contando com o pacote completo ADAS 2, sendo complementado com nove airbags. O model tem sistema de áudio premium da Disound, de 21 alto-falantes, central multimídia de 15,6 polegadas, com comando de voz em quatro zonas, além de bancos das duas primeiras fileiras com aquecimento, ventilação e massagem. O preço anunciado é de R$ 399.990.
Audi começa a produzir o novo Q3 – A marca alemã deu início à produção dos novos Q3 e Q3 Sportback, confirmando a chegada dos modelos à rede de concessionárias da marca a partir da segunda quinzena de maio. A terceira geração do veículo será produzida na fábrica em São José dos Pinhais, perto de Curitiba (PR). O utilitário compacto premium ganhou visual totalmente renovado e está mais potente, equipado e tecnológico. Em relação ao visual, o modelo abraçou a nova linguagem estética global da marca das quatro argolas, mais limpa e minimalista, porém sem perder a sua autenticidade. Já o cockpit adota ‘um novo conceito’ de palco digital, no qual os elementos são orientados para motorista, com destaque para a tela panorâmica e curvada. Os preços não foram divulgados.
Vem aí o e-Vitara – A Suzuki garante para ‘poucos dias’ o início de venda do e-Vitara, o SUV 100% elétrico que chega ao mercado brasileiro na versão única 4Style 4×4. O preço, porém, não foi divulgado. O modelo é equipado com dois motores elétricos: um dianteiro, com 174CV e 19,6 kgfm de torque e outro traseiro, com 65CV e 11,6 kgfm de torque. Combinados, desenvolvem 184 cv de potência e 31,2 kgfm de torque. O SUV tem baterias de íons de lítio de 61 KWh que dão autonomia de 293 quilômetros segundo as normas do Inmetro. O carregamento pode ser feito por meio de dois plugs de carga: um AC tipo 2 de 7 kW capaz de carregar o modelo dos 10% aos 100% em 9 horas e outro, ideal para cargas rápidas, é um DC do tipo CCS2 com 150kW, com carregamento dos 10% aos 80% em apenas 45 minutos.
O primeiro carro nacional da Geely – A fábrica conjunta da Renault e Geely no Paraná começou a montar, em regime de testes, o utilitário esportivo híbrido EX5 EM-I. Ele deve chegar às ruas somente no segundo semestre de 2026. Ele será o primeiro híbrido da marca no Brasil. Hoje, ela tem dois elétricos: o EX5 e o compacto EX2, importados da China. O EX5 híbrido será fabricado na mesma linha de montagem de onde saem atualmente os Renault Kardian e Boreal. A adaptação para produzir o representante da Geely faz parte do atual ciclo de investimentos da empresa de R$ 3,8 bilhões, anunciado em novembro de 2025.
Mercado usados mantém alta – A Fenauto, federação que reúne os revendedores de veículos, divulgou esta semana que o mercado de seminovos e usados segue em trajetória ascendente. Mesmo com o calendário reduzido de fevereiro, o setor registrou a venda de 1.363.383 unidades, uma alta de 1,7% em relação a janeiro. O desempenho consolida um início de ano vigoroso. No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o setor já soma 2.703.716 de trocas de propriedade, o que representa um salto de 16,1% na comparação com o mesmo período de 2025.
A evolução desse crescimento não é isolada, já que o setor vem de uma sequência de resultados históricos positivos. Em 2024, por exemplo, consolidou-se como um ano de recuperação sólida e recorde de transações. No ano passado, manteve o fôlego, impulsionado pela maior oferta de crédito e pela estabilização dos preços dos usados, servindo de base para os números expressivos que vemos agora no início de 2026.
Carros e mulheres – Em alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado neste domingo, o Sem Parar, plataforma de soluções para o carro, realizou uma pesquisa nacional para entender o perfil das mulheres motoristas e sua relação com mobilidade, segurança, autonomia e serviços digitais.
No campo da tecnologia, os serviços digitais aparecem como aliados da autonomia: 60% das entrevistadas afirmam que ferramentas digitais facilitam a gestão do carro e tornam a rotina mais prática. Quando o tema é a gestão do veículo, como manutenção, pagamentos e seguros, 68% dizem resolver tudo sozinhas, indicando um alto nível de protagonismo na relação com o carro.
Para 59% das entrevistadas, o principal motivo para aprender a dirigir foi o desejo de ter mais independência. O carro é utilizado principalmente para deslocamento ao trabalho (47%), compras rotineiras (19%) e apoio à rotina da família (17%). O uso do veículo é frequente: 74% afirmam dirigir todos os dias. Em relação à autonomia, 57% das mulheres declaram que são as principais motoristas do carro, enquanto 36% dividem essa responsabilidade com outra pessoa. A segurança aparece como um dos principais pontos de atenção.
Segundo a pesquisa, 68% das mulheres evitam dirigir em determinados horários ou trajetos por receio relacionado à segurança. Entre as situações que mais geram desconforto estão o comportamento agressivo de outros motoristas 46%, a direção noturna 21% e a falta de iluminação ou sinalização adequada 19%. Além disso, 54% relatam já ter presenciado ou vivenciado alguma situação de agressividade no trânsito. O levantamento também mapeou os ambientes do universo automotivo onde as mulheres se sentem menos confortáveis, oficinas mecânicas lideram o ranking com 41%, seguidas por lava-jatos 26%, concessionárias, locadoras e revendedoras de veículos 19% e postos de abastecimento 12%.
Risco de acidentes é até três vezes maior na madrugada – Em meio ao alerta do mais recente Relatório Global sobre o Estado do Trânsito Rodoviário, que indica o aumento nas mortes no trânsito e maior vulnerabilidade em países de baixa renda, um estudo com base em dados brasileiros chama atenção para um fator ainda pouco explorado nas políticas públicas, o horário do dia.
A pesquisa realizada pelo Instituto Mauá de Tecnologia, em parceria com a USP e a Universidade de Swansea, do Reino Unido, estimou a probabilidade de acidentes a cada hora nas rodovias do país, cruzando registros de ocorrências com dados médios de fluxo de veículos. O resultado mostra que, proporcionalmente, o risco de acidente na faixa entre 2h e 4h é até três vezes maior do que no período das 7h às 18h, associados ao maior volume de tráfego. O risco relativo nesses horários é inferior ao registrado na madrugada. O dado reforça a necessidade de estratégias mais direcionadas, como fiscalização inteligente e campanhas específicas para períodos críticos, considerando fatores como fadiga, baixa visibilidade e direção sob efeito de álcool.
Commander agora também blindado – A Jeep anunciou a expansão da blindagem homologada, que agora está disponível também para o Jeep Commander. O serviço mantém a garantia de fábrica de 5 anos do modelo e conta com processo de blindagem nível lll-A, (maior nível de proteção civil autorizada pelo Exército Brasileiro). Dentro das capacidades técnicas, o veículo se beneficia de todas as qualidades, como potência, capacidade e suspensão para enfrentar qualquer situação. Agora, a Jeep oferece dois dos SUVs, Compass e Commander, com a opção de blindagem homologada, em parceria com quatro das principais empresas de blindagem do país, com mais de 10 anos de mercado.
Tukan, o 1º eletrificado da Volkswagen no Brasil – A montadora alemã Volkswagen anunciou que a picape Tukan será o primeiro veículo eletrificado da marca por aqui – e que já nascerá com 76% de peças nacionais, índice que valoriza fornecedores e gera empregos para o país. No portfólio de modelos Total Flex, a marca já opera com 85% de peças nacionais e, em 2026, aumentará em 7% as suas compras (peças + gerais), totalizando quase R$ 35 bilhões. Dos 750 fornecedores da Volkswagen atualmente, 80% têm operação no Brasil.
E vale um exemplo: só de aço, que equivale a cerca de 70% do carro, a Volkswagen do Brasil movimenta 26 mil toneladas por mês. A Volkswagen investe R$ 16 bilhões no (2024 a 2028), com uma ofensiva de 17 novos carros, dos quais 8 já foram lançados. Somente em 2025, foram R$ 3 bilhões de investimentos destinados a maquinário e modernização produtiva, pesquisa & desenvolvimento. A picape Tukan representa um segmento inédito para a Volkswagen do Brasil, sendo um modelo 100% desenhado, planejado, desenvolvido e produzido aqui.
R$ 3,7 bilhões para renovar frota de caminhões – O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou R$ 3,7 bilhões em financiamentos destinados à aquisição de caminhões novos e seminovos no âmbito do programa Renovação de Frotas. O montante já representa 36,8% do orçamento total de R$ 10 bilhões reservado à iniciativa e indica avanço consistente na execução da política pública voltada à modernização do transporte rodoviário brasileiro. Dados atualizados até a primeira semana de março mostram que R$ 3 bilhões já foram efetivamente contratados e R$ 1,9 bilhão desembolsado. Ao todo, foram aprovadas 3.318 operações para a compra de aproximadamente 5.800 equipamentos, distribuídos em 1.028 municípios. O tíquete médio por operação é de R$ 1,1 milhão, o que evidencia o perfil de investimento voltado à renovação estrutural da frota e não apenas à reposição pontual de ativos.
A maior parte dos recursos aprovados, cerca de R$ 3,6 bilhões, foi direcionada à aquisição de caminhões novos, contemplando 3.126 operações. O dado sinaliza estímulo direto à indústria nacional de veículos pesados e à cadeia produtiva associada. O programa está em vigor desde 30 de dezembro de 2025 e prevê prazo para solicitação de financiamento até maio, conforme a documentação exigida em cada modalidade. Para o Sindicato Nacional dos Cegonheiros (Sinaceg), que congrega mais de 5 mil trabalhadores diretos especializados no transporte de veículos zero quilômetro em todo o Brasil, o avanço do programa tem impacto direto sobre a qualidade operacional e a sustentabilidade do setor. A atividade exige implementos específicos, alto padrão técnico e constante atualização tecnológica para atender às exigências de montadoras e concessionárias.
Luz do óleo acesa? Pare imediatamente – Entre os diversos indicadores do painel, a luz de pressão do óleo é uma das indicações mais importantes para a preservação do motor. Quando permanece acesa após a partida ou surge com o veículo em funcionamento, é recomendável que o motorista interrompa a condução, pois o aviso pode indicar falha no sistema de lubrificação e risco iminente de danos graves. A NTK, marca da Niterra, multinacional japonesa, destaca como agir ao identificar a luz do óleo acesa:
1 – Pare o veículo imediatamente em local seguro. A continuidade da condução com baixa pressão de óleo pode causar danos severos ao motor, em poucos minutos.
2 – Desligue o motor. Isso evita o agravamento do possível desgaste interno causado pela falta de lubrificação adequada.
3 – Verifique o nível do óleo com a vareta de medição. Certifique-se de que o veículo esteja em superfície plana e aguarde pelo menos 10 minutos antes da medição.
4 – Complete o nível, se necessário, com o lubrificante especificado pela montadora. O uso de produtos fora da especificação pode comprometer o funcionamento do sistema. Motores mais modernos possuem especificações de viscosidade e aditivos específicos. Por isso, consulte o manual do veículo.
5 – Caso a luz permaneça acesa, não volte a ligar o motor. Procure imediatamente um mecânico de confiança para um diagnóstico técnico.
O óleo exerce papel vital no funcionamento do motor, formando uma película protetora entre as peças metálicas, a fim de reduzir o atrito, auxiliar na dissipação de calor e contribuir para a limpeza interna dos componentes. A circulação ocorre por meio de uma bomba que pressuriza o lubrificante e o distribui pelas galerias internas. “O sistema conta com um interruptor de pressão de óleo, responsável por monitorar se a pressão está dentro dos níveis especificados pela montadora. Esse componente é o responsável por acionar a luz de advertência no painel quando detecta queda de pressão do óleo lubrificante do motor. Caso apresente falhas, pode gerar alertas incorretos ou deixar de sinalizar um problema real, reforçando a importância da verificação técnica”, explica Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da Niterra.
Vazamentos – Entre as possíveis causas para o acionamento da luz de óleo estão nível insuficiente do lubrificante, vazamentos, desgaste da bomba, obstrução no sistema ou uso de produtos inadequados. Nessas condições, as peças deixam de receber a lubrificação correta, o que pode provocar superaquecimento, desgaste prematuro de componentes internos e, em situações extremas, danos graves ao motor. Os interruptores de óleo devem ser substituídos, sempre que ocorrerem problemas de vazamentos de óleo pela peça, problemas de formação de borra no sistema de lubrificação, retíficas de motor e falhas no circuito elétrico do interruptor.
Vale reforçar: a precisão do sistema depende do correto funcionamento dos sensores e interruptores de pressão. Por isso, procure aqueles desenvolvidos com alta tecnologia e rigoroso controle de qualidade, que contribuem para diagnósticos confiáveis e maior segurança ao motorista. A manutenção preventiva, seguindo os intervalos recomendados pela montadora, é a melhor forma de evitar falhas e garantir a durabilidade do motor.
Renato Ferraz, ex-Correio Braziliense, tem especialidade em jornalismo automobilístico.
O deputado federal Túlio Gadêlha (Rede) protocolou uma representação junto à Procuradoria-Geral Eleitoral solicitando a abertura de investigação sobre o uso de uma aeronave executiva pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL) durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2022.
A ação pede que seja apurada a vinculação de um jatinho utilizado pelo parlamentar com o empresário Daniel Vorcaro, à época então CEO do Banco Master. A aeronave teria sido utilizada para realizar deslocamentos ligados à mobilização eleitoral em apoio à candidatura à reeleição do ex-presidente Jair Bolsonaro. As informações são do Diário de Pernambuco.
Segundo o documento encaminhado à Procuradoria, a aeronave Embraer 505 Phenom 300 teria sido utilizada em viagens realizadas entre os dias 20 e 28 de outubro de 2022, período em que ocorreu o segundo turno da eleição presidencial. Os deslocamentos teriam sido realizados no âmbito das ações da caravana “Juventude pelo Brasil”, iniciativa que percorreu diversas capitais promovendo eventos políticos e atos de mobilização eleitoral.
A representação destaca que a utilização de uma aeronave executiva para a realização de atividades de campanha pode configurar benefício econômico relevante vinculado à promoção eleitoral.
Caso o uso do avião tenha sido disponibilizado por empresa ou pessoa jurídica, a prática pode caracterizar doação eleitoral vedada pela legislação brasileira, que proíbe o financiamento de campanhas por empresas.
Contas eleitorais
O documento também aponta necessidade de verificar se houve registro desse benefício nas prestações de contas eleitorais. Segundo a representação, a eventual omissão de um recurso dessa natureza poderia configurar falsidade ideológica eleitoral ou até financiamento eleitoral paralelo, conhecido como “caixa dois”, caso os custos envolvidos não tenham sido declarados à Justiça Eleitoral.
“Os fatos divulgados levantam dúvidas importantes sobre o uso de estrutura econômica privada em atividades de campanha”, afirma Gadêlha. Segundo o parlamentar, o objetivo da representação é permitir que os órgãos competentes verifiquem se houve irregularidades. “Queremos saber quem custeou esses deslocamentos, em que condições a aeronave foi utilizada e se tudo foi devidamente declarado à Justiça Eleitoral. O processo democrático exige transparência”, acrescenta.
Caso sejam confirmados indícios de irregularidades, a representação pede que o Ministério Público Eleitoral adote as medidas legais cabíveis para responsabilização dos envolvidos.
O presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, confirmou em entrevista que o empresário Fabiano Zettel, citado como cunhado de Daniel Vorcaro (Banco Master), “deu 3 milhões na campanha do Bolsonaro” em 2022. A fala reforça a informação já publicada pela Fórum, que revelou a doação de R$ 3 milhões vinculada ao entorno do Banco Master durante a campanha presidencial.
Valdemar foi questionado sobre o caso Banco Master e sobre o fato de figuras da direita, inclusive dentro do PL, evitarem se expor publicamente sobre o tema. No trecho, o dirigente tenta responder ao argumento de que o doador teria sido “o maior” financiador e diz que o rótulo se explica pelo valor depositado na campanha de Bolsonaro.
“Quando eles falam que ele foi o maior doador, é porque ele deu 3 milhões na campanha do Bolsonaro, deu diretamente na conta do Bolsonaro. Na conta do partido também entrava dinheiro. E nós tivemos até doações de 7 milhões de uma pessoa só”, declarou.
A frase central é objetiva: Valdemar confirma a doação de R$ 3 milhões para a campanha de Jair Bolsonaro. Mas, ao emendar que “na conta do partido também entrava dinheiro”, ele adiciona um segundo elemento que amplia o alcance político do assunto: não fala apenas de repasse para a campanha presidencial, e sim de entrada de recursos no próprio PL.
Na prática, Valdemar faz algo que o PL vinha evitando: dá a cara para reafirmar um repasse associado ao núcleo do caso Banco Master. E faz isso num momento em que o assunto voltou a pressionar o partido e seus aliados, com o tema circulando de forma pesada nas redes e no debate público.
O trecho também expõe um movimento defensivo: o dirigente tenta enquadrar o assunto como “doação de campanha”, mas acaba admitindo, na mesma resposta, que houve dinheiro no partido, uma linha que pode render novos desdobramentos e novas cobranças.
O deputado federal Felipe Carreras esteve em Garanhuns, neste sábado (7), para acompanhar obras na área da saúde do município. Ao lado do prefeito Sivaldo Albino, do deputado estadual Cayo Albino, do vice-prefeito Eraldo Ferreira e dos vereadores Johny Albino, Alcindo Correia, Bruno Taveira, Darliane de Natalício, Fabiana Zoobi, Juca Viana, Leleu Andrade, Luizinho Roldão, Luiza da Saúde, Marcos de Zaqueu, Nelma Carvalho, Matheus Martins e Professor Cláudio, o parlamentar visitou o local onde estão sendo construídos o Hospital de Amor e o Hospital Municipal Antônio Carlos Figueira.
As duas unidades estão em obras e devem ampliar a estrutura de saúde do município. O Hospital de Amor terá uma unidade em Garanhuns com foco no atendimento oncológico, enquanto o Hospital Municipal Antônio Carlos Figueira integra o projeto da prefeitura para reforçar a assistência hospitalar da cidade. As obras contam com recursos destinados por meio de emendas parlamentares do deputado federal Felipe Carreras.
A deputada estadual Dani Portela publicou, neste sábado (7), um vídeo nas redes sociais em que critica uma festa realizada por alunos do Colégio Damas, na Zona Norte do Recife, na última quinta-feira (5), véspera do feriado, com o tema “Deu a Louca no Morro”.
A parlamentar apontou que o evento reproduziu racismo recreativo ao estigmatizar moradores de favelas e periferias. “Uma das modalidades da prática de racismo é o racismo recreativo. É quando o racismo é praticado como piada, como meme, como brincadeira, que foi o que aconteceu nessa festa Deu a Louca no Morro”, disse. Ao final do vídeo, ela cobra uma resposta da escola e afirma que “racismo não pode ser ensinado na escola”.
Tem um fenômeno impressionante mexendo com a política britânica. E a vitória de Hannah Spencer, uma encanadora e gesseira do norte da Inglaterra tem tudo a ver com isso.
Os dois partidos tradicionais, o Conservador e o Trabalhista, que dominam a política do país há mais de um século estão murchando. É uma reviravolta surpreendente que está acontecendo agora. Na última eleição, em 2024, o Partido Trabalhista teve uma vitória histórica: pegou 63% das cadeiras do parlamento. E agora, um ano e meio depois, está em terceiro lugar nas pesquisas. As informações são do portal g1.
O partido que mais cresceu nos últimos meses foi o Reform UK, de extrema-direita, e que inclusive conseguiu cooptar várias figuras importantes do Partido Conservador.
Como reação a esse movimento, não foram os trabalhistas que ficaram mais fortes. A nova pesquisa trouxe uma grande surpresa. O Partido Verde — que era periférico — terminou a última eleição com 1% das cadeiras do parlamento e está agora com 21% das intenções de voto, em 2º lugar. Se aproximando bastante do Reform UK, que está em primeiro. Já os Trabalhistas e os Conservadores estão ficando pra trás. É um sinal do cansaço dos britânicos com a esquerda e a direita tradicionais.
E a Hannah Spencer é a primeira grande surpresa dessa mudança. Ela surgiu no contexto de uma eleição suplementar do parlamento. Não tem a política como profissão. Ela é encanadora. E no discurso de vitória, ela até brincou, dizendo pros clientes que teria que desmarcar os agendamentos, pra assumir o novo trabalho em Westminster.
O cientista político e sociólogo Alberto Carlos Almeida costuma ser uma voz que a esquerda considera relevante ouvir para tomar decisões. Antes de lançar seus últimos dois livros, foi recebido em Brasília por petistas como o presidente Lula, os ministros da Casa Civil, Rui Costa, e da Secretaria das Relações Institucionais, Gleisi Hoffman, e os senadores Jaques Wagner e Humberto Costa.
“A mão e a luva: o que elege um presidente” enaltece a importância dos resultados econômicos para um governante ser bem avaliado e, consequentemente, se reeleger. “A cabeça do brasileiro, vinte anos depois: o que mudou” lança luz sobre o perfil conservador do eleitor brasileiro. Em entrevista para a newsletter “Jogo Político”, Almeida explica por que considera em risco a reeleição de Lula em outubro mesmo com o petista na liderança das pesquisas.
O caso Master atinge ministros do Supremo Tribunal Federal, o PT da Bahia, o Centrão e parte da direita. Na corrida presidencial entre Lula e Flávio Bolsonaro, quem sairá como o maior prejudicado?
O Lula. O Caso Master atinge o sistema como um todo e, hoje, quem simboliza tudo isso é o presidente, e não o Jair Bolsonaro e o seu filho. O escândalo reforça percepções como “todo político é ladrão, nada muda no Brasil”. As denúncias no INSS vão pelo mesmo caminho, é tudo ruim para o governo. Agora, ainda não é possível dizer que corrupção será o grande tema da eleição, teremos que ficar atentos naquela pergunta típica das pesquisas: “Qual a sua maior preocupação?”. Esse dado oscila. Em 2005, por exemplo, o mensalão durou como escândalo que impactou a avaliação do Lula de meados do ano até novembro. Depois, o presidente passou a recuperar a popularidade, e venceu a eleição.
No fim de fevereiro, o presidente do PT, Edinho Silva, falou que Flávio Bolsonaro é a “essência do fascismo”. É repetindo a estratégia de 2022 contra a direita que o Lula vai vencer a eleição de outubro?
É bobagem essa estratégia de chamar Flávio dessas coisas. Venho dizendo e reafirmo: ele é um candidato mais difícil de ser batido do que o Tarcísio de Freitas (governador de São Paulo). O Tarcísio teria que ficar fazendo sinais para a direita o tempo todo para se mostrar confiável e isso teria impacto na rejeição. O Flávio não precisa de nada disso, pode passar o ano inteiro se vendendo como moderado e sinalizando ao centro desde já. Lula versus Flávio será uma disputa sobre quem vai ter menos rejeição. Como estratégia, o melhor para o PT será jogar o Flávio para dentro do sistema também. Lembrar que ele é político, que é senador, que os aliados dele estão envolvidos no caso Master, lembrar a rachadinha. É por aí, e não falando de fascismo.
Mesmo assim, você tem dito nas redes que o Lula também vai precisar melhorar a própria popularidade para ganhar a eleição. Por quê?
Neste momento, o Lula é favorito para perder. Há anos, utilizo o dado de avaliação do governo em ótimo ou bom como régua. Lula fechou o ano na casa dos 30% neste quesito em várias pesquisas, mas os últimos levantamentos nas mãos do governo estão indicando o presidente na casa dos 25% e 26%. Pelo histórico brasileiro de eleições, ele precisa ter mais de 35% de ótimo ou bom se quiser vencer.
Mas o Lula tinha subido nas pesquisas no segundo semestre do ano passado com o discurso da soberania contra Donald Trump e a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro. O que está acontecendo agora para que pareça uma volta ao cenário do primeiro semestre de um presidente fragilizado?
Esses são fatos isolados, eventos de cobertura de mídia que, claro, balançaram a popularidade do Lula positivamente. É parecido com o exemplo do Barack Obama nos EUA. Quando o Osama Bin Laden foi capturado e morto, em 2011, a popularidade dele subiu nos Estados Unidos. Depois, caiu de novo. O ponto é que, passados quatro anos, o eleitor brasileiro continua achando que o governo não o atende, que não está fazendo diferença na sua vida. Falamos muito de queda da inflação nos últimos meses, mas há um elemento que talvez tenhamos que prestar mais atenção: a carestia. A verdade é que as coisas continuam muito caras para a população.
Renato Meirelles, em artigo no Globo essa semana, fala sobre essa tema com a seguinte provocação: “A inflação recuou nos índices, mas a Dona Maria não consulta o IPCA antes de ir à feira. Ela lembra que o frango custava metade”…
É isso. As pessoas não conseguiram aumentar a quantidade de coisas que compram, o salário deixou de dar conta. A isenção do Imposto de Renda, pelo visto, não está significando percepção de melhoria de vida das pessoas.
A repercussão ruim do desfile da Acadêmicos de Niterói com uma ala ironizando a “família em conserva” teve algum impacto?
Não acredito que uma ala de escola de samba faça as pessoas mudarem de ideia sobre o que pensam a respeito de um governo. Isso é uma afronta à inteligência do eleitor. Lula já é pior avaliado entre os evangélicos desde sempre, o desfile não alterou esse quadro.
E o que Lula pode fazer faltando tão pouco tempo para a eleição?
Não vai adiantar só comunicação, não. Para não ficar na dependência de eventos midiáticos aleatórios, as pessoas vão precisar sentir a melhoria de via na veia. O que fez o Bolsonaro em 2022? Baixou o preço dos combustíveis com canetadas. Ele estava numa situação muito pior que a do Lula neste momento e quase ganhou a eleição naquele ano.
O senhor está sugerindo que só vai restar ao Lula ser populista para vencer?
Sim. Vai precisar gastar mais, baixar os juros. Não basta falar que é defensor do fim da pauta 6×1 que pode vir a acontecer um dia. Vai precisar de medidas na área econômica para que a população perceba efeitos agora. E, de preferência, medidas que não precisem da autorização do Congresso. Porque pode ser que desta vez deputados e senadores não queiram mais aprovar nada a favor do governo.
Na sua opinião, Lula 3 está sendo pior que Lula 1 e 2?
Acho que há duas diferenças cruciais. A primeira, econômica. O Lula não fez os movimentos dos outros mandatos que é o de começar contendo gastos e fazendo ajustes para chegar no fim do governo expandindo. Ele deixou a Presidência em 2010 crescendo 7%. Desta vez, os dois primeiros anos terão crescimento superior aos dois finais. A segunda coisa é que ele não pegou um grande partido do centro e transformou em um grande aliado como foi o MDB lá atrás. Eram outros tempos, claro, mas trazer Geraldo Alckmin para vice e dar ministérios periféricos para o Centrão foi insuficiente. Acabou sendo um governo que ampliou pouco e que ficou muito vinculado à esquerda. Não adiantou ter escondido a Janja um pouco mais nos últimos meses, a cara do Lula 3 ainda continuou sendo essa: a de ser um governo muito petista e bastante exclusivista.
Várias dessas análises estão em seus livros e postagens na internet. Afinal, a esquerda gosta de te ouvir, mas não segue seus conselhos?
Acho que no fundo eles não leem as coisas que eu escrevo, não. O Lula foge de determinadas discussões até, mas já o PT, nada. A cartilha que o partido segue é insana. Dizer que pardo é preto? Dizer que a mulher é dona do seu corpo na questão do aborto? Ser contra privatizações, sendo que o brasileiro a apoia se o serviço melhorar? É tudo uma loucura na esquerda.
O diretório nacional do PSOL aprovou neste sábado (7) resoluções em que sinaliza o apoio do partido à reeleição do presidente Lula desde o primeiro turno, mas recusou proposta de federação com o PT, optando por renovar a Federação PSOL-Rede para os próximos quatro anos.
Decisão de apoiar atual presidente Lula já no primeiro turno das eleições deste ano tem objetivo de enfrentar e derrotar a extrema-direita. Segundo o partido, a prioridade em nível nacional segue sendo a construção da unidade entre setores populares contra a extrema direita. As informações são do UOL.
PSOL vetou proposta de federação com o PT para as eleições de 2026. A ideia foi debatida neste sábado (7), em reunião virtual do diretório nacional do partido. Foram 47 votos contrários e 15 favoráveis. “O tema foi acolhido e, assim como os demais, debatido de modo democrático e amplo, conforme nossa tradição partidária. Vamos seguir agora orientados pelas decisões hoje tomadas, mas sempre com respeito a posições divergentes”, disse, por meio de nota, a presidente nacional do PSOL, Paula Coradi.
Direção nacional do PSOL renovou, por mais quatro anos, a federação do partido com a Rede Sustentabilidade. Segundo o diretório nacional, o balanço da experiência atual é positivo como instrumento para que os partidos ultrapassem a cláusula de barreira nas eleições deste ano e aumentem as bancadas federais e estaduais com autonomia política. “Construímos unidade em temas centrais e estabelecemos diálogos ponderados para lidar com as diferenças. Seguimos crescendo com consistência programática num contexto adverso para o conjunto das esquerdas”, diz trecho da resolução aprovada.
Decisão representa derrota para grupo de Boulos. A vertente do PSOL liderada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, vinha sofrendo baixas nas últimas semanas em meio a pressões internas para que o partido aceitasse formar a federação. A recusa evidenciou essa resistência na legenda em torno da ideia de se unir ao PT, quase 22 anos depois da dissidência dentro do partido de Lula que originou o próprio PSOL.
Alinhados a Boulos apontam desafios de partido seguir sem formar uma federação. Também lembram que a Rede pode se separar do PSOL neste ano e que há deputados estaduais petistas que ainda rejeitam alinhamento com o prefeito do Rio.
Cláusula de barreira é uma regra eleitoral brasileira que estabelece performance mínima nas eleições deste ano para assegurar acesso ao Fundo Partidário. Indicador também serve de base para tempo de propaganda no rádio e na televisão. Em 2026, para vencer essa cláusula, os partidos precisarão ter ao menos 2,5% dos votos válidos distribuídos em pelo menos nove estados, com um valor mínimo de 1,5% em cada um desses Estados, ou eleger 13 deputados federais, distribuídos em pelo menos nove estados.
Em 2022, em federação com a Rede Sustentabilidade, o PSOL elegeu 14 deputados. Conquistou ainda mais um parlamentar para a bancada após a reversão de um resultado eleitoral no Amapá. Hoje, a federação tem 11 deputados do PSOL e quatro da Rede. Os eleitos pela legenda são, em sua maioria, do Rio de Janeiro e de São Paulo. As únicas exceções são Célia Xakriabá (MG) e Fernanda Melchionna (RS).
Integrantes do partido contrários à federação reconhecem que o cumprimento da cláusula ficaria mais difícil. No entanto, avaliam que pode haver crescimento na votação de parlamentares do partido e também veem possibilidade de o PSOL atrair nomes de peso para as eleições.
Autoridades públicas manifestaram solidariedade à secretária da Defesa dos Animais do Recife, Andreza Romero, após ela relatar ter sido vítima de importunação sexual durante visita ao Beach Park, em Aquiraz, Região Metropolitana de Fortaleza, ontem (6). O caso foi divulgado pela própria secretária em um vídeo publicado nas redes sociais, no qual afirma que a importunação havia sido praticada por um funcionário do parque enquanto ela aguardava na fila de um brinquedo, acompanhada da filha de três anos.
Entre as manifestações de apoio, a deputada estadual Dani Portela (PSOL) escreveu: “Primeira coisa. Você não tem culpa alguma. Segunda coisa. Você não está sozinha. Mexeu com uma, mexeu com todas. Denunciar é fundamental.” A senadora Teresa Leitão (PT) também comentou: “Minha solidariedade, Andreza! Fez muito bem em denunciar. Conte conosco, você não está sozinha.” Já a ex-deputada federal Marília Arraes afirmou: “Andreza, a vítima nunca é culpada! Sinta-se abraçada nesse momento. Resista e faça justamente isso: denuncie e encoraje tantas mulheres que você representa a fazerem o mesmo.”
Em nota, o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Álvaro Porto, também manifestou solidariedade. “Em nome da Alepe, expresso minha solidariedade à vereadora Andreza Romero, esposa do deputado Romero Albuquerque, pela inaceitável importunação sexual que sofreu no Beach Park, em Fortaleza. É lamentável que, em pleno século XXI, ainda enfrentemos atos que ferem a dignidade da mulher e da sociedade. Condeno veementemente essa violência e apelo às autoridades do Ceará para que tomem as providências necessárias. Que este episódio sirva como um chamado à ação pela defesa dos direitos das mulheres e pelo combate à impunidade”, afirmou.
Na rede social de Andreza Romero, o Beach Park se manifestou afirmando repudiar qualquer forma de importunação ou violência e lamentando o ocorrido. Segundo o parque, o funcionário citado foi afastado imediatamente e a empresa adotou as medidas cabíveis. Andreza Romero informou que registrou boletim de ocorrência e notificou formalmente o parque sobre o caso.
O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes negou ter trocado mensagens com Daniel Vorcaro em 17 de novembro de 2025, dia em que o fundador do Banco Master foi preso pela primeira vez pela operação Compliance Zero. Há, entretanto, muitos indícios de que houve de fato o diálogo por meio de aplicativo de mensagens entre o agora ex-banqueiro e o magistrado.
Vorcaro costumava escrever suas mensagens no aplicativo de notas do celular. Fazia uma imagem do que havia escrito e enviava essa captura de tela via WhatsApp — numa mensagem configurada para apagar automaticamente depois que o destinatário a abrisse.
Ocorre que o criador do Master se esqueceu de um detalhe que tornou vulnerável sua estratégia: todas as imagens que Vorcaro fazia da tela ficavam também arquivadas no álbum de fotos do celular, indicando o momento exato em que foram captadas. A Polícia Federal achou essas capturas de tela e os horários batiam com os das mensagens que o então banqueiro mandava para Alexandre de Moraes via WhatsApp.
É que a Polícia Federal também teve acesso a imagens da tela do celular de Vorcaro, inclusive do aplicativo WhatsApp. Essas imagens da tela foram reveladas pela jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo.
Mesmo com todos esses indícios, o magistrado passou os dois últimos dias negando ter sido o receptor das mensagens de Vorcaro. Falou com vários políticos e jornalistas ontem (6). Disse que as imagens das mensagens de texto do ex-banqueiro estavam arquivadas pela Polícia Federal em pastas junto com contatos telefônicos de outras pessoas no material extraído do celular de Vorcaro. Logo, as mensagens não teriam sido remetidas a ele, Alexandre de Moraes.
A mensagem mais comprometedora é a que Vorcaro pergunta: “Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?”. Foi enviada às 17h26 de 17 de novembro de 2025, poucas horas antes de o então banqueiro ser preso pela Polícia Federal.
O Poder360 notou um detalhe importante a respeito de onde está arquivada a imagem desse texto de Vorcaro. O arquivo está repetido em duas pastas no acervo que a PF enviou para a CPMI do INSS. Numa dessas pastas, está também arquivado o cartão de contato telefônico do senador Irajá (PSD-TO), filho da ex-senadora Kátia Abreu. Numa segunda pasta, a mesma imagem aparece junto com o cartão de contato da advogada Viviane Barci, mulher de Moraes.
Moraes sugere que as mensagens de Vorcaro teriam sido enviadas ao senador Irajá porque a imagem do bloco de notas estava numa pasta com o contato do político. Só que esse mesmo argumento então poderia ser usado para sustentar que a mensagem teria sido destinada a Viviane Barci.
Pasta no acervo de dados que a PF enviou para a CPI do INSS com dois arquivos: uma é a mensagem comprometedora de Vorcaro antes de ser preso e uma é o cartão com dados de contato do senador Irajá. Para Moraes, isso seria indicação de que a mensagem foi para o senador
Pasta no acervo de dados que a PF enviou para a CPI do INSS com três arquivos: uma é a mensagem comprometedora de Vorcaro antes de ser preso, outra é o cartão com dados de contato da advogada Viviane Barci, mulher de Alexandre de Moraes e mais outra são anotações de nomes de advogados no que parece ser um guardanapo
O argumento de Moraes é frágil do ponto de vista técnico. Os dados baixados do celular de Vorcaro aparentemente foram salvos pela PF em diversas pastas de maneira aleatória — é o que se observa nos cerca de 700MB de arquivos enviados à CPMI do INSS e depois vazados para a mídia, inclusive para o Poder360. O fato de cartões de contatos estarem salvos em diversas pastas, numa primeira análise, não indica nenhum tipo de relação entre esses vários conteúdos.
O senador Irajá mandou notas para todos os principais veículos de comunicação negando que tivesse recebido mensagens de Vorcaro. “A informação de que Daniel Vorcaro teria enviado qualquer mensagem ao senador Irajá é completamente inverídica. O fato de o senador eventualmente constar na lista de contatos de Daniel Vorcaro não significa absolutamente nada”, disse o político de Tocantins.
Atuação fora da jurisdição
Há mais um problema a ser enfrentado por Alexandre de Moraes. Ele soltou uma nota com os argumentos para se defender dizendo que se baseava em “análise técnica realizada nos dados telemáticos de Daniel Vorcaro, tornados públicos pela CPMI do INSS”. Ocorre que os vazamentos de dados pela CPI são ilegais do ponto de vista formal. Não estão disponíveis para análise técnica nem legal. Além disso, ao dizer que fez esse tipo de análise, o magistrado entrou num caso em que não atua — o relator do inquérito do Banco Master é o ministro André Mendonça. Na tarde de ontem, Mendonça abriu um inquérito para investigar os vazamentos.
Não há um risco imediato para Moraes, pois ministros do Supremo só podem ser investigados pelo Senado se o presidente da Casa aceitar abrir um processo de impeachment. Não há indicação de que Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que preside o Senado, tenha intenção de seguir esse caminho agora.
O problema para Moraes é que o próprio Supremo pode investigar o que se passou. Se Daniel Vorcaro vier a delatar para tentar reduzir sua pena, será indagado sobre quem foram os destinatários de suas mensagens escritas no bloco de notas do celular. Se confirmar que mandou as imagens e textos para Moraes, o magistrado ficará ainda mais fragilizado.
A nota de Alexandre de Moraes o coloca numa situação de desconforto em relação a André Mendonça. Ao assumir a relatoria do caso Master, em 12 de fevereiro, Mendonça restringiu o acesso a informações só aos policiais federais diretamente envolvidos nas investigações. Nem mesmo superiores dos agentes poderiam tomar conhecimento das informações. Em 20 de fevereiro, o ministro autorizou o compartilhamento das informações da PF com a CPMI do INSS — informações essas que já estavam no Senado sob guarda da presidência da Casa desde antes de Mendonça assumir o caso.
Ao usar, como diz Moraes, material que foi vazado (com o eufemismo “tornado público”) pela CPMI, o magistrado saiu de sua jurisdição e analisou dados do caso Master, cujo inquérito está sob o cuidado exclusivo de André Mendonça.
Acervo da CPMI do INSS
A investigação sobre fraudes em descontos de aposentados e pensionistas do INSS recebeu cerca de 700MB de arquivos que estavam dentro de um ou mais celulares de Vorcaro. O ex-banqueiro teve sete celulares apreendidos nas fases um e dois da operação Compliance Zero. A PF não informou ao Congresso de quais celulares extraiu o conteúdo, que é incompleto.
A imagem da mensagem no bloco de notas que está causando controvérsia aparece repetida em duas pastas dos arquivos recebidos pela CPMI, como está mostrado nas imagens acima neste post. Há também uma imagem numa dessas duas pastas com anotações feitas à mão no que parece ser um guardanapo de papel.
No papel, há quatro registros:
Marcela Mattiuzzo – advogada, sócia no escritório VMCA, e ex-chefe de gabinete da presidência do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica);
VMCA – escritório de advocacia especializado em concorrência, regulação econômica, tecnologia e compliance;
Rodrigo Mudrovitsch – advogado que tem excelente relação com o ministro Gilmar Mendes, é presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos. O ministro o elogiou quando foi indicado ao cargo;
Vitor Rufino – advogado no escritório Mudrovitsch Advogados.
Nada prova que essas imagens e arquivos tenham alguma relação entre si, exceto que tudo foi extraído de celulares de Daniel Vorcaro. Moraes não explica na nota como a “análise técnica” foi feita nem quem teria conduzido o procedimento para sustentar que possivelmente a mensagem de Vorcaro teria ido para outras pessoas e não para ele. O Poder360 questionou a assessoria do STF sobre o assunto. “É o que tem na nota” foi a resposta enviada.
Polícia Federal Seletiva
Em meio à controvérsia sobre as mensagens entre Moraes e Vorcaro, há também a atuação seletiva da Polícia Federal. A CMPI do INSS pediu acesso a dados do Banco Master que pudessem ter relação com fraudes em empréstimos consignados e com a Previdência Social. A PF mandou para a CMPI só uma fração do que apreendeu até agora. No despacho para o colegiado do Congresso, mandou também dados que não têm relação com o INSS –– por exemplo, quase 2.000 páginas de texto reproduzindo em grande parte conversas pessoais de Vorcaro com uma namorada que teve nos anos de 2024 e 2025.
A PF também enviou para a CPMI dados só extraídos de celulares de Vorcaro. Não se sabe se esses 69 contatos foram os únicos que os peritos conseguiram extrair ou se a PF filtrou o que desejou repassar para o colegiado.
O deputado federal Felipe Carreras cumpriu agenda em Cachoeirinha, no Agreste, neste sábado (7), para visitar obras e acompanhar o andamento de projetos nas áreas de saúde e educação, ao lado do prefeito André Raimundo, do vice-prefeito Geraldo de Cabanas, dos vereadores Euclides Raimundo, Gilvania de Geraldo de Cabanas e Genilson de Geraldo Dentista, além de outras lideranças locais.
Um dos pontos da agenda foi a visita ao Hospital Municipal, onde o prefeito apresentou ao parlamentar o bloco cirúrgico da unidade. Implantado na gestão do ex-prefeito Roberto Raimundo, o espaço permaneceu desativado por vários anos e passa por reestruturação com recursos destinados pelo parlamentar em parceria com a gestão municipal. O investimento já foi pago e a previsão é que o bloco seja reaberto em breve, após a conclusão das adequações necessárias.
A agenda também incluiu uma visita ao terreno onde será construída uma nova creche na cidade, obra viabilizada por meio do Novo PAC. O equipamento vai ampliar a oferta de vagas na educação infantil e garantir mais estrutura para o atendimento às crianças de Cachoeirinha.
Por fim, a comitiva também esteve no bairro Tancredo Neves, onde está sendo construída uma nova Unidade Básica de Saúde (UBS), por meio de recursos do Novo PAC. A obra vai fortalecer a atenção básica no município, ampliando o acesso da população aos serviços de saúde.