Atuando na advocacia cível e empresarial há 22 anos, e há 15 anos como voluntário no Sistema OAB Pernambuco, o advogado Frederico Preuss Duarte concorre como candidato a uma vaga para a lista sêxtupla de candidatos para preencher uma vaga de desembargador no Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).
As eleições para o quinto constitucional acontecem juntamente com a escolha da presidência da OAB/PE, no dia 18 de novembro, pleito que pela primeira vez na história ocorre totalmente no formato on-line. Ou seja, advogados e advogadas poderão votar remotamente, com seus certificados digitais de qualquer lugar, o que assegura uma maior participação da classe.
Frederico Duarte é um entusiasta do Processo Judicial Eletrônico (PJe). É dele a coordenação para a implantação e aperfeiçoamento do PJe nos Tribunais, além de ter auxiliado na regulamentação do PJe no Conselho Nacional de Justiça. Também foi responsável por coordenar e implantar a plataforma e-Alvarás, da OAB-PE, durante a pandemia da Covid-19. A ação, possibilitou às advogadas e aos advogados a solicitação e o recebimento de alvarás, precatórios e RPVs online.
Frederico Preuss Duarte é graduado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e possui especialização em Direito Contratual pela UFPE. É pós-graduando em especializações em Direito Societário e Direito Imobiliário, ambas pela Faculdade Luiz Mário Moutinho, no Recife.
No escritório Duarte Advogados Associados, é sócio do irmão Ronnie Preuss Duarte, ex-presidente da OAB-PE e atual diretor geral da Escola Superior de Advocacia Nacional – ESA Nacional -, do Conselho Federal da OAB (CFOAB).
Em paralelo, Frederico Preuss Duarte se mostra incansável quando se trata de assuntos ligados à advocacia. Por isso, mantém iniciativas importantes para a área, como a “Dica do Fred”, conteúdos simples, com informações úteis para advogados, encaminhados desde 2016, via grupos de WhatsApp e também pelo Instagram. Além disso, alimenta mais de 70 (setenta) grupos de advogados no WhatsApp para promover a interação especificamente a respeito do PJe.
Voluntário do Sistema OAB
Como voluntário no Sistema OAB, já ocupou cargos em Pernambuco e em Brasília. Pelo Conselho Federal da OAB, integrou a Comissão Especial de Informática e Estatística (2012 – 2013), a Comissão Especial de Direito da Tecnologia da Informação (2013 – 2016), e foi presidente da Comissão Especial de Direito da Tecnologia da Informação (2016 – 2019).
Na OAB-PE, atuou como diretor Tesoureiro (2019 – 2021), Conselheiro Seccional (2010 – 2012 | 2013 – 2015), Ouvidor-Geral (2010 – 2014), além de membro da Comissão de PJe (2016 – 2024), da Comissão de Jovem Advogados (2008 – 2009), e da Comissão de Tecnologia da Informação (2010 – 2015).
Entre os pleitos e projetos de que participou como voluntário, além do e-Alvarás, estão a suspensão dos prazos no recesso forense do TJPE (Resolução TJPE n.º 293/2010); o Tutor PJe presencial e remoto (auxiliando advogados com dificuldades para uso do PJe); PJe em Foco (vídeos no canal da ESA-PE no YouTube para auxiliar advogados com o PJe, e-alvarás, certificado digital etc); Lista das intimações disponibilizadas (TJPE e TRF-5); auxílio nos pleitos da advocacia na regulamentação nacional do PJe (Resolução CNJ 185/2013); credenciamento da OAB/PE para emitir certificados digitais (credenciamento da OAB/PE como Autoridade de Registro vinculada à AC-OAB); Certificado digital itinerante (em escritórios e nas subseccionais da OAB-PE); e Caravana do Processo Eletrônico (no Recife e em todas as subseccionais da OAB-PE).
Por sua atuação no voluntariado da classe dos advogados, Frederico Duarte já recebeu diversas condecorações. Entre elas, a Medalha do Mérito Judiciário Desembargador Joaquim Nunes Machado – Comendador Geral, concedida em 2020, pelo Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco (TJPE); a Medalha Conselheiro João Alfredo Corrêa de Oliveira, concedida em 2018, pelo Tribunal Regional do Trabalho/6ª Região (TRT6), e a Medalha do Mérito Laboral de Pernambuco, concedida em 2013, pela Academia Pernambucana de Direito do Trabalho (APDT).
Corri meus 8 km diários, há pouco, na simbólica Diamantina, terra natal de Juscelino Kubitscheck, o estadista do Brasil que fez sua explosão econômica industrial em apenas cinco anos, mas que valeram por 50 anos. Aqui também viveu Chica da Silva, uma escrava alforriada que se tornou um símbolo de ascensão social no período colonial.
A cidade é linda, com prédios do século XVIII, casarões preservados, bons restaurantes e uma agitada vida noturna. Diamantina teve sua origem ligada à descoberta de diamantes na região, o que impulsionou seu desenvolvimento e a transformou em um importante centro de mineração.
O município preserva até hoje um conjunto arquitetônico colonial, com casarões, igrejas e ruas de pedras que refletem seu passado histórico. Em reconhecimento à sua importância cultural e histórica, a terra de JK foi declarada Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1999.
Fica na Serra do Espinhaço, com uma geografia marcada por montanhas, vales e rios, oferecendo uma paisagem natural exuberante. O município tem um clima tropical de altitude, com temperaturas amenas ao longo do ano e um período chuvoso concentrado nos meses de verão. Essas características tornam a região propícia para o ecoturismo e atividades ao ar livre.
Dos 90 sítios arqueológicos já identificados em Diamantina, 72 correspondem ao período pré-colonial. Além disso, em outros 10 foram identificados testemunhos materiais de ocupações pré-coloniais e históricas, o que indica que as centenas de grutas e abrigos seguiram servindo de acampamentos provisórios para garimpeiros, caçadores e coletores de sempre-vivas em tempos recentes.
Em outro sítio arqueológico, batizado de “Lapa da Contagem 1”, antigos vestígios de garimpeiros foram encontrados por arqueólogos em 2017, lembrança do período em que as serras de Diamantina foram exploradas intensamente por brasileiros e portugueses em busca de ouro e diamantes.
Antes da chegada dos colonizadores portugueses, no século XVI, o território era habitado por grupos indígenas etnicamente diversos. Na região do Vale do Jequitinhonha e áreas próximas, há o registro de etnias como Kaposo (Copoxós), Panyame (Panhames), Malali (Malales) e Monoxó, com fontes indicando sua presença ainda na primeira metade do século XIX.
Contudo, o processo de colonização portuguesa na região fez com que boa parte dos nomes das populações que habitavam o centro-norte de Minas Gerais não chegasse até os dias atuais, tendo em vista as mortes causadas por doenças e guerras contra os indígenas.
Populações falantes de idiomas tupi-guarani também foram descritas pelos portugueses como habitantes dos arredores do Jequitinhonha, como os Abaetés e Caetés. Além disso, há registro da presença de grupos relacionados ao tronco linguístico Macro-Jê, como os Kayapós, Kariris e Xakriabás.
O vereador e presidente do PT do Recife, Osmar Ricardo, acusou, na última sexta-feira (16), o deputado estadual João Paulo (PT) de tentar reduzir a importância do presidente Lula nas eleições em Pernambuco. A declaração foi dada em resposta à sugestão de João Paulo de haver múltiplos palanques para o presidente no estado.
Nesta semana, o deputado chegou a defender que a governadora Raquel Lyra (PSD), o prefeito João Campos (PSB) e o ex-vereador Ivan Moraes (PSOL), todos pré-candidatos à disputa pelo Palácio do Campo das Princesas, apoiem simultaneamente a candidatura à reeleição do chefe do Executivo federal. Em nota divulgada à imprensa, Osmar Ricardo rechaça a proposta e afirma que a iniciativa prejudica a unidade da legenda.
O dirigente petista também reafirmou a aliança entre o PT e o PSB e defendeu a candidatura de João Campos ao governo. “Usar malabarismos políticos que incluem a desqualificação do presidente Lula como tentativa de justificar uma aproximação com outro campo para favorecer anseios e alianças pessoais reflete a falta de compromisso com o principal projeto do PT”, criticou.
Confira a nota na íntegra:
Lula é o PT e o PT é Lula
A tentativa de reduzir o peso eleitoral de Lula para justificar uma estratégia que não está posta como alternativa na condução política do Partido dos Trabalhadores é incompatível com o compromisso da unidade necessária para reconduzir o projeto que vem reconstruindo o Brasil e melhorando a vida da classe trabalhadora. E a gravidade dessas iniciativas se acentuam quando são promovidas por representantes legislativos do partido.
A fala do Deputado João Paulo reduzindo a relevância do Presidente Lula não representa o pensamento do PT em qualquer que seja o nível de suas instâncias. Muito menos representa as forças constituídas no atual Diretório Estadual, onde o deputado não possui o quórum necessário para fazer prevalecer sua orientação política.
A quadra política que atravessamos é fundamental para garantir o fortalecimento da nossa democracia e, sobretudo, para restaurar a dignidade da classe trabalhadora. Portanto, ilações que não dialogam com a realidade das alianças necessárias para sustentar o protagonismo do Presidente Lula andam na contramão daquilo que o Partido dos Trabalhadores e sua militância almejam.
A realidade que se impõem é que o PT tem uma aliança já estabelecida com o PSB, que hoje tem João Campos como seu presidente nacional e virtual candidato a governador de Pernambuco. Usar malabarismos políticos que incluem a desqualificação do Presidente Lula como tentativa de justificar uma aproximação com outro campo para favorecer anseios e alianças pessoais reflete a falta de compromisso com o principal projeto do PT.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou um levantamento que aponta que o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE), quando entrar em vigor, vai aumentar de 8% para 36% o acesso brasileiro ao mercado de importações mundiais de bens. Isso porque a União Europeia, sozinha, respondeu por 28% do comércio global em 2024.
A análise foi divulgada ontem (17), após a assinatura do tratado pelos representantes do bloco europeu e dos países integrantes do Mercosul, em cerimônia em Assunção, no Paraguai. A entidade industrial brasileira avalia a formalização do acordo como uma virada estratégica para a indústria brasileira.
O levantamento indica também que 54,3% dos produtos negociados, que correspondem a mais de cinco mil itens, terão imposto zerado na União Europeia assim que o acordo Mercosul-UE entrar em vigor. Já do lado do Mercosul, o Brasil terá prazos mais longos, entre 10 e 15 anos, para reduzir tarifas de 44,1% dos produtos (4,4 mil itens), assegurando uma transição gradual e previsível.
“Com base nos dados de 2024, 82,7% das exportações do Brasil para a UE passarão a ingressar no bloco sem tarifa de importação desde o início da vigência. Por outro lado, o Brasil se comprometeu a zerar imediatamente tarifas de apenas 15,1% das importações com origem na União Europeia, reforçando a diferença favorável ao país”, avalia a CNI.
Após a assinatura, o texto ainda será submetido à ratificação do Parlamento Europeu e dos congressos nacionais de cada país integrante do Mercosul. A entrada em vigor da parte comercial do acordo depende da aprovação legislativa, com previsão de implementação gradual ao longo dos próximos anos.
Ainda de acordo com a análise da entidade, o Brasil terá, em média, oito anos adicionais para se adaptar à redução tarifária, se comparado ao prazo do bloco europeu e considerando o comércio bilateral e o cronograma previsto no Acordo Mercosul-UE.
“A assinatura do acordo é um marco histórico para o fortalecimento da indústria brasileira, a diversificação da pauta exportadora e a integração internacional do país ao comércio global”, diz a CNI.
“Em negociação há mais de 25 anos, trata-se do tratado mais moderno e abrangente já negociado pelo Mercosul e vai além da redução de tarifas ao incorporar disciplinas que aumentam a previsibilidade regulatória, reduzem custos e criam um ambiente mais favorável aos investimentos, à inovação e à criação de empregos”, avalia a entidade.
Geração de empregos
Em 2024, segundo a CNI, a cada R$ 1 bilhão exportado do Brasil à UE foram criados 21,8 mil empregos e movimentados R$ 441,7 milhões em massa salarial e R$ 3,2 bilhões em produção.
Em relação ao setor agroindustrial, o acordo também traz resultados positivos, uma vez que cotas negociadas favorecem setores-chave e, no caso da carne bovina, são mais do que o dobro das concedidas pela União Europeia a parceiros como o Canadá e mais de quatro vezes superiores às destinadas ao México. As cotas de arroz superam o volume atualmente exportado pelo Brasil ao bloco, ampliando o potencial de acesso ao mercado europeu.
Cooperação tecnológica
A assinatura do tratado cria ainda um ambiente favorável para ampliar projetos pesquisa e desenvolvimento voltados à sustentabilidade e à inovação tecnológica, aponta a CNI.
“As novas exigências regulatórias e de mercado impulsionam oportunidades em tecnologias de descarbonização industrial – como captura, uso e armazenamento de carbono, uso e mineralização de CO, eletrificação com hidrogênio de baixa emissão, motores híbrido-flex e reciclagem de baterias e minerais críticos –, e no desenvolvimento de bioinsumos para uma agricultura mais resiliente. A articulação dessas frentes fortalece a cooperação tecnológica, acelera a transição para uma economia de baixo carbono e amplia a competitividade do Brasil no mercado europeu”, aponta a entidade.
Em 2024, a União Europeia foi destino de US$ 48,2 bilhões das exportações brasileiras, o equivalente a 14,3% do total exportado pelo país, e permanece como o segundo principal mercado externo do Brasil, atrás da China. No mesmo período, o bloco respondeu por US$ 47,2 bilhões das importações brasileiras, 17,9% do total.
A quase totalidade (98,4%) das importações brasileiras provenientes da Europa corresponderam a produtos da indústria de transformação, enquanto 46,3% das exportações brasileiras à UE foram de bens industriais. Considerando os insumos industriais, a participação no comércio em 2024 foi de 56,6% das importações originárias do bloco e de 34,2% das exportações do Brasil para a União Europeia, segundo a CNI.
“Essa complementaridade contribui para a modernização do parque industrial brasileiro aumentando a competitividade da indústria. A UE também é destaque como o principal investidor no Brasil. Em 2023, o bloco respondeu por 31,6% do estoque de investimento produtivo estrangeiro no país, somando US$ 321,4 bilhões. O Brasil foi o maior investidor latino-americano na União Europeia: o bloco foi destino de 63,9% dos investimentos brasileiros no exterior”.
A CG160 e seus 50 anos de mercado – A história da Honda CG é bem marcante no Brasil. Afinal, inaugurou as operações da fábrica da marca japonesa em Manaus (AM) — e, desde seu lançamento, em outubro de 1976, tornou-se a motocicleta nº 1 do mercado nacional, tendo superado a marca de 15 milhões de unidades produzidas, tornando-se assim o veículo a motor de maior produção da indústria nacional.
Sinônimo de economia, confiabilidade e facilidade de uso em qualquer uma de suas versões — a atual é a 10ª geração do modelo —, a Honda CG também é responsável pela inclusão no mundo da mobilidade de milhões de brasileiros e brasileiras, oferecendo-lhes a efetiva liberdade de ir e vir em um país de dimensões continentais e profundos contrastes em termos de oferta transporte público e padrão da malha viária. Para marcar tudo isso, chega a versão especial CG160 Special Edition.
Além do logo comemorativo “CG 50 ANOS” estampado no para-lama dianteiro e nas laterais, esta versão da CG 160 Titan será produzido em exclusiva cor vermelha com inscrições alusivas à comemoração da data nas aletas laterais e tanque de combustível, além de trazer a chave e os amortecedores traseiros também em vermelho. A ideia dos designers foi a de realizar uma Honda CG160 Titan que será facilmente identificada como uma genuína “Special Edition”, distinta dos modelos de produção normal. Ela mantém as especificações técnicas, como o motor monocilíndrico 4T arrefecido a ar de 162,7cm3 flex, e custa R$ 20.976 (base São Paulo/SP).
XR300L Tornado ganha versão especial – Na história da Honda, alguns modelos se destacam por despertarem muita atração. A razão para tal é difusa e sempre contém múltiplos fatores – como o design. Por isso, ao resgatar o nome Tornado e aplicá-lo à XR300L, a Honda conecta plenamente a novidade ao modelo homônimo, comercializado de 2001 a 2008. A antiga XR250 Tornado era reconhecida pela versatilidade, moto capaz de encarar usos múltiplos com estilo claramente inspirado nas mais radicais off-road Honda, perfil este idêntico ao da atual XR300L Tornado.
A bem sucedida associação entre o nome do passado e a mais recente tecnologia colocou a XR300L Tornado em outro patamar de admiração, e sua aceitação se confirma pelo fato de que, em pouco mais de um ano de mercado, 30 mil XR300L Tornado tenham chegado às ruas de todo o Brasil, colorindo trajetos no mais puro “Red Rider”. Aliás, é exatamente o “Fighting Red” a cor base para a criação da XR300L Special Edition – que traz também discretos detalhes em branco e azul formando o clássico tripé cromático das Honda mais radicais.
Tecnicamente, a Honda XR300L Tornado Special Edition mantém inalterada suas características: motor monocilíndrico com 293,5 cm3 de capacidade e potência máxima é de até 24,8cv e torque de 2,74kgfm. O modelo estará disponível na rede de concessionários Honda a partir de fevereiro por R$ 31.540 (base São Paulo/SP).
Novo Taos parte de R$ 200 mil – O Volkswagen Taos, reconhecido por seu conjunto equilibrado, chega à linha 2026 mais seguro e conectado. O modelo passa a ser comercializado a partir de R$ 200 mil 199.990,00 na versão Comfortline e R$ 210 mil na Highline, com início das vendas em 22 de janeiro, durante o Open Doors, evento nacional da rede Volkswagen que marca a chegada oficial dele às concessionárias. O novo Taos chega com novo design, assinatura de iluminação exclusiva, interior mais refinado, além de avanços em tecnologia, segurança e conectividade.
Ele conta agora com recursos do Meu VW 2.0, que permitem acesso a informações do veículo e serviços diretamente pelo smartphone. O interior evoluiu com novos revestimentos premium, costuras em contraste e Ambient Light com 10 opções de cores, criando uma atmosfera sofisticada. O painel ganhou nova construção e o VW Play Connect de 10,1” agora é semiflutuante, acompanhado do ar-condicionado digital de duas zonas e carregador por indução. Atendendo aos pedidos dos clientes, o volante segue com botões físicos, mantendo todas as funções de conectividade e segurança ao alcance das mãos. A segurança continua sendo um dos pontos fortes do Novo Taos, que reafirma sua posição como referência em proteção.
O modelo conquistou novamente a nota máxima (5) no Latin NCAP, agora sob o protocolo mais rigoroso da instituição. As duas versões trazem, de série, recursos avançados como Frenagem Autônoma de Emergência, seis airbags, alerta de frenagem de emergência e controles de tração e estabilidade.
Novo Aston Martin Vantage S: seu por R$ 2,7 milhões – A primeira unidade do novo Aston Martin Vantage S acaba de chegar ao Brasil. Quem o trouxe foi a revendedora da marca em São Paulo. O carro tem interior bicolor, motor V8 biturbo de 4 litros com 680cv de potência e 81.57kgfm de torque. A versão S tem detalhes de acabamento externo e interno diferenciados em relação ao Vantage normal e custa no mínimo R$ 2,7 milhões. O sufixo “S” é usado pela Aston Martin em versões especiais e de alto desempenho. Uma convenção que começou com o Vanquish S, que estreou no Salão do Automóvel de Paris em 2004, seguido pelos Vantage S com motor V8 e V12, lançados em 2011 e 2013, respectivamente. O modelo faz de 0 a 100 km/h em apenas 3,4 segundos e de 0 a 200 km/h em 10,1 segundos. A velocidade máxima permanece inalterada: 325 km/h.
O Jaecoo 7 SHS e seus recordes – A Omoda & Jaecco conduziu, recentemente, testes reais de eficiência, a bordo de seu Jaecoo 7 SHS, em 16 países (Europa, Ásia, África e América do Sul). Todos os resultados ultrapassaram os 1.200km com apenas um tanque. Esses índices são, cada vez mais, usados na intensa competição global por desenvolvimento de tecnologia híbrida de longo alcance, colocando a “autonomia real” como critério definitivo para compra de um SUV híbrido. Os testes foram conduzidos em condições reais de uso, superando de forma consistente os números oficiais:
Reino Unido: 1.353km
África do Sul: 1.294km
Sudeste Asiático: 1.427km
México: 1.613km
Brasil: 1.450km
Os números foram obtidos em cenários complexos, com deslocamentos urbanos, rodovias, subidas contínuas em regiões montanhosas e variações extremas de temperatura. O Sistema Super Híbrido (SHS) é composto por motor híbrido dedicado com 44,5% de eficiência térmica e transmissão com 98,5% de eficiência, motor elétrico de 150kW e 31,6kgfm de torque, além do sistema inteligente de gestão de energia. Para os consumidores, autonomia não é apenas ir do ponto A ao ponto B, mas, também, a liberdade de não depender de pontos de recarga. Modelos como o Jaecoo 7 amplia o raio de uso dos SUVs híbridos e redefine a experiência de mobilidade:
Deslocamento urbano 100% elétrico: mais de 79 km em modo EV, suficiente para cobrir a rotina diária nas cidades.
Viagens interestaduais e de longa distância: consumo em modo de autonomia estendida com mais de 16km/l, reduzindo, drasticamente, os custos com combustível em relação a um veículo de motor convencional.
Na prática, com um tanque o modelo é capaz de ir de Paris a Berlim sem paradas e desempenho estável, mesmo sob altas temperaturas, como em regiões da África do Sul.
Toyota Hiace estreia na versão furgão – A Toyota do Brasil anunciou a chegada da Hiace Furgão ao mercado brasileiro e amplia o leque de soluções para o segmento de vans, no qual estreou com a versão Minibus, em setembro de 2025. Focada no transporte de cargas, o modelo recebeu novos equipamentos – como retrovisores elétricos e faróis de neblina – e já está disponível por R$ 304.990. Regulamentada para condução com habilitação de categoria B, a mesma de veículos de passeio, a nova Hiace Furgão se destaca pela versatilidade no uso urbano, com portas deslizantes em ambos os lados, uma exclusividade que proporciona mais comodidade e segurança ao usuário. Além disso, com 2,28 m de altura, o furgão pode acessar garagens de edifícios comerciais e residenciais, que geralmente têm vão livre de 2,40m.
Outros atributos da família Hiace foram mantidos, como o Toyota 10, que estende a garantia por até 10 anos sem custo adicional, e o Revisão Facilitada, que oferece as três primeiras manutenções gratuitas e o melhor custo-benefício da categoria. Por sua vez, o conjunto mecânico é o mesmo já consagrado da Hilux, reconhecido pela confiabilidade e durabilidade, com câmbio automático de seis velocidades e tração traseira. Projetada para o uso profissional intensivo, a nova Hiace tem capacidade para transportar até 1.055 kg com volume de carga de 9,3 m³. Com foco na robustez, ela traz o conjunto mecânico da Hilux: motor 2.8 turbodiesel de 174cv de potência e torque de 45,8kgfm, com médias de consumo de até 8,8 km/l na cidade e 10,2 km/l na estrada.
Ranger Tremor chega ao Brasil – A Ford prometeu fazer 20 lançamentos até o final do próximo ano e já começa 2026 cumprindo: depois de confirmar a chegada das Ranger com cabine simples e híbrida plug-in, anuncia agora mais um modelo da linha. A Ranger Tremor é equipada com um pacote off-road exclusivo, se diferenciando pela altura elevada do solo, suspensão e amortecedores especiais, ângulos de entrada e saída ampliados, pneus todo-terreno, diferencial blocante e protetores inferiores.
“A família Tremor chegou ao Brasil no segundo trimestre do ano passado, com a F-150 e a Maverick, e foi muito bem recebida pelo mercado. Tanto que tornou-se a versão mais vendida de ambas as linhas”, diz Martín Galdeano, presidente da Ford América do Sul. A Ranger Tremor também terá como diferencial um novo motor flex, o 2.3 GTDi EcoBoost, que – assim como o propulsor da Ranger híbrida plug-in – está sendo desenvolvido exclusivamente para o mercado brasileiro.
Novo Mustang Dark Horse SC – A Ford apresentou no Salão de Detroit, nos Estados Unidos, o Mustang Dark Horse SC, nova versão do modelo desenvolvida pela Ford Racing, com motor V8 5.2 supercharged e refinamentos que o colocam num nível próximo de um modelo de competição. Usando a experiência acumulada nas pistas com o Mustang GT3 e tecnologias de performance do Mustang GTD, a marca deixa claro que o seu objetivo é desafiar os carros esportivos premium da Europa.
Mas o Mustang Dark Horse SC estará disponível para pedidos nos EUA a partir do segundo trimestre de 2026, com entrega em meados do ano. No desenvolvimento da versão, os engenheiros e designers buscaram aprimorar cada aspecto do carro – desde o motor, caixa de câmbio, aerodinâmica, arrefecimento, frenagem, ajuste de suspensão, sensação de direção e até compostos de pneus. O motor V8 é acoplado a uma transmissão de dupla embreagem de sete velocidades para trocas rápidas e precisas.
Dia do Fusca: confira as dicas essenciais para a manutenção desse ícone automotivo – Símbolo da história automotiva brasileira e paixão nacional, o modelo é celebrado em 20 de janeiro com o Dia Nacional do Fusca, reunindo gerações de admiradores, colecionadores e clubes em todo o país. Para marcar a data, a Niterra, detentora da marca NGK, referência em sistemas de ignição, reforça a importância de cuidados específicos com a manutenção para garantir o bom funcionamento e a preservação de carros clássicos.
Apesar de sua reconhecida robustez e simplicidade mecânica, o Fusca exige atenção especial, principalmente por se tratar de um veículo que, em muitos casos, roda com menor frequência ou permanece longos períodos parado. Nessas condições, o sistema de ignição, por exemplo, assume papel ainda mais relevante para evitar falhas, desgaste prematuro e dificuldades de partida. Entre os principais cuidados recomendados para Fuscas e carros clássicos, a NGK destaca:
1- Utilize velas de ignição corretas e dentro das especificações originais: sempre é importante estar de acordo com as orientações da montadora, respeitando grau térmico e aplicação adequada ao motor.
2- Realize inspeções periódicas das velas: mesmo em veículos que rodam pouco, é preciso verificar o desgaste, carbonização ou oxidação.
3- Atente-se ao estado dos cabos de ignição: forma de garantir o bom isolamento elétrico e evitar fuga de corrente elétrica.
4- Verifique outros componentes do sistema de ignição: além dos itens de desgaste como velas, devemos verificar o platinado, rotor, bobina, diafragma do avanço a vácuo, acionamento do avanço dinâmico e folga no eixo do distribuidor. Como possuem mais componentes, há uma série de itens de inspeção e regulagens.
5- Mantenha o sistema de ignição sempre bem regulado: essa ação contribui para uma queima eficiente da mistura ar-combustível.
5- Evite componentes de procedência duvidosa: essas peças podem comprometer o funcionamento do motor e a integridade de peças originais.
6- Evite o envelhecimento do combustível: em veículos pouco utilizados, pode ocorrer o envelhecimento do combustível armazenado no tanque. O ideal é que o veículo seja utilizado frequentemente evitando o envelhecimento do combustível. Para veículos que irão ficar muito tempo parados há procedimentos específicos para evitar os problemas de envelhecimento do combustível, consulte o seu mecânico quanto a necessidade e procedimentos necessários.
“Nos carros clássicos, a manutenção preventiva é ainda mais importante. Um sistema de ignição eficiente garante partidas mais fáceis, funcionamento estável e ajuda a preservar o motor, respeitando as características originais do veículo. Veículos com carburador tendem a provocar uma maior carbonização das velas de ignição, por trabalharem com uma mistura ar/combustível mais rica, necessitando uma mão de obra mais especializada no momento da manutenção do sistema de carburação”, afirma Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da Niterra do Brasil. “No caso do Fusca, a vela de ignição correta faz toda a diferença para manter a confiabilidade que tornou o modelo um ícone.”
Velas de metal nobre – Além das velas convencionais, hoje já existem opções de velas de ignição com metais nobres, como o irídio e platina para as velas de rosca mais longas, que também podem ser utilizadas em Fuscas, observando a compatibilidade com o tipo de cabeçote utilizado no motor. Os motores desses veículos possuem dois tipos de cabeçote, de rosca curta e longa, respeitar as especificações corretas de aplicação é fundamental. As velas de irídio e platina se destacam pelo eletrodo central mais fino, que favorece uma centelha mais precisa e estável, contribuindo para partidas mais rápidas, funcionamento mais uniforme do motor e melhor eficiência da queima, mesmo em veículos que ficam longos períodos parados. Outro benefício das velas de metais nobres é a maior durabilidade em comparação às velas tradicionais, o que reduz a necessidade de substituições frequentes, uma vantagem especialmente interessante para carros clássicos preservados. No entanto, é fundamental que o proprietário ou restaurador avalie o uso desse tipo de vela de acordo com o projeto original do motor, sempre observando o grau térmico correto e a recomendação técnica adequada, garantindo confiabilidade sem comprometer a originalidade e o desempenho característicos do Fusca.
Renato Ferraz, ex-Correio Braziliense, tem especialidade em jornalismo automobilístico.
O Supremo Tribunal Federal determinou a quebra de sigilo fiscal e bancário de 101 envolvidos em supostas fraudes no Banco Master. A decisão é do ministro Dias Toffoli, que também determinou o bloqueio de R$ 5,7 bilhões em bens de 38 investigados.
As fraudes no Banco Master podem ter movimentado R$ 17 bilhões com a venda de títulos de crédito falsos. A instituição financeira foi alvo de operações da Polícia Federal e também teve decretada a liquidação extrajudicial pelo Banco Central.
A quebra de sigilo abrange o período de 20 de outubro de 2020 a 21 de outubro de 2025. A medida vai permitir à Polícia Federal analisar a origem e o destino dos recursos movimentados e avaliar a real capacidade financeira dos envolvidos.
A investigação apontou indícios dos crimes de organização criminosa voltada à prática de gestão fraudulenta; induzimento ou manutenção em erro de investidor; uso de informação privilegiada; manipulação de mercado; e lavagem de capitais.
O ministro Dias Toffoli também atendeu a um pedido da Polícia Federal e prorrogou por mais 60 dias as investigações no inquérito que apura suspeitas de irregularidades na tentativa de compra do Banco Master pelo BRB, o Banco de Brasília.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) seja transferido para uma Sala de Estado Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF), no Complexo da Papuda, onde já está sozinho em uma cela com capacidade para até quatro pessoas. A unidade, conhecida como “Papudinha”, fica ao lado do presídio da Papuda.
Segundo informações do STF, o espaço tem área total de 64,83 metros quadrados — dimensão equivalente à de um apartamento padrão de dois quartos — sendo 54,76 m² de área coberta e 10,07 m² de área externa. As informações são do jornal O Globo.
A estrutura inclui banheiro, cozinha, lavanderia, quarto, sala e área externa. As acomodações contam com cozinha com possibilidade de preparo e armazenamento de alimentos, banheiro com chuveiro de água quente, geladeira, armários, cama de casal e televisão.
A unidade fornece cinco refeições diárias (café da manhã, almoço, lanche, jantar e ceia) e Bolsonaro poderá realizar banho de sol em área externa ‘com total privacidade e horário livre’, além de exercícios físicos, com possibilidade de instalação de equipamentos como esteira e bicicleta. O espaço para visitas e para atendimento de advogados e médicos é amplo, segundo o STF, com mesas e cadeiras tanto na área coberta quanto na externa.
Na decisão, Moraes afirmou haver “total ausência de veracidade nas reclamações anteriormente descritas” por familiares e advogados de Bolsonaro, como o tamanho das dependências, o banho de sol e o ar-condicionado.
O ministro ressaltou que isso não impede a transferência para uma Sala de Estado Maior “com condições ainda mais favoráveis, igualmente exclusiva e com total isolamento em relação aos demais presos do complexo”, permitindo a ampliação do tempo de visitas a familiares e a realização livre de banho de sol e exercícios em qualquer horário do dia.
O deputado estadual Romero Albuquerque (União) informou que irá apresentar um pedido de impeachment da governadora Raquel Lyra, após o governo admitir o fracasso na gestão do transporte intermunicipal. A empresa Logo Caruaruense, vinculada ao ex-governador João Lyra Neto — pai de Raquel — entregará suas linhas à Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI).
A medida foi anunciada hoje, após pressão social e representação formal feita por Romero junto ao Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE), apontando irregularidades operacionais e falta de fiscalização dos transportes por parte do Governo do Estado.
“A entrega das linhas é o reconhecimento do fracasso administrativo, fruto da pressão da opinião pública e da nossa denúncia ao TCE”, afirmou Romero. As denúncias apontam que a empresa ligada à governadora operava com ônibus sem vistorias técnicas obrigatórias há anos e problemas na regularização da sua frota. “A fiscalização disso é uma responsabilidade do Governo do Estado, mas ficou claro que eles protegem os amigos do poder mesmo que isso coloque em risco a vida da população”, afirmou.
Diante disso, Romero dará entrada na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) no processo de impeachment da governadora, por favorecimento, prevaricação e advocacia administrativa. “O governo favoreceu deliberadamente uma empresa ligada à família da governadora, fechando os olhos para as irregularidades. Isso é prevaricação, quando o agente público deixa de cumprir seu dever para atender a interesses pessoais. Também se configura advocacia administrativa, quando a autoridade usa sua influência para beneficiar alguém. O que aconteceu no caso que veio à tona não é incompetência, é escolha política. Eles sabiam o que estavam fazendo, ou deixando de fazer”, explicou Romero.
Pessoas próximas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmam que a decisão de aceitar ou não o convite dos Estados Unidos para integrar o chamado “Conselho da Paz” em Gaza precisa ser tomada com extrema cautela.
Um interlocutor do governo declarou que não há como dar uma resposta “sem entender as consequências” e que “essa decisão não pode ser tomada de forma açodada”. Esse mesmo interlocutor ressalta a necessidade de avaliação detalhada dos impactos diplomáticos e geopolíticos antes de qualquer posicionamento definitivo. As informações são do jornal O Globo.
Lula deve, portanto, apenas iniciar debates com auxiliares sobre o assunto a partir de segunda-feira. O convite foi feito ontem e recebido pela embaixada do Brasil em Washington. Procurado, o Itamaraty não se manifestou.
A solicitação, feita pelo presidente Donald Trump, também foi feita a outros líderes globais, incluindo o argentino Javier Milei, o turco Recep Tayyip Erdogan, o egípcio Abdel Fattah al‑Sisi e o canadense Mark Carney.
A proposta do “Conselho da Paz”, segundo Trump, visa supervisionar a reconstrução, a governança e a transição política na Faixa de Gaza após o cessar‑fogo mediado pelos EUA, em meio a mais de dois anos de conflito entre Israel e o Hamas.
A iniciativa americana, anunciada como parte de sua estratégia de estabilização do território palestino, tem sido alvo de críticas internacionais, sobretudo pela ausência de representantes palestinos no núcleo decisório e pelo protagonismo explícito dos Estados Unidos. A composição do conselho inclui ainda figuras controversas para o governo brasileiro, o que levanta dúvidas sobre a legitimidade e eficácia prática do órgão.
Até o momento, o governo brasileiro não confirmou oficialmente a aceitação do convite, e os auxiliares de Lula reforçam que a decisão será tomada apenas após análise cuidadosa das implicações para a diplomacia brasileira e o histórico de atuação do país no conflito do Oriente Médio.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu ampliar a lista de nações convidadas para integrar o “Conselho da Paz”, órgão idealizado pelos EUA para capitanear a transição política, a segurança e a reconstrução da Faixa de Gaza.
Washington enviou carta convidando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente argentino Javier Milei, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan, o presidente egípcio Abdel Fattah al-Sisi e o primeiro-ministro canadense Mark Carney. As informações são do portal Metrópoles.
O Metrópoles apurou que o convite ao Brasil foi encaminhado ontem à Embaixada Brasileira nos EUA. O governo Lula ainda não respondeu.
O objetivo do orgão, segundo Trump, busca reunir líderes globais para conduzir a transição política, a segurança e a reconstrução do território palestino. Em publicação no X, o presidente da Argentina, Javier Milei, já confirmou presença. O mandatário argentino celebrou a inclusão de seu país como “membro fundador” do grupo.
“É uma honra para mim ter recebido esta noite o convite para que a Argentina integre, como membro fundador, do Conselho da Paz. A Argentina sempre estará do lado dos países que lutam de frente contra o terrorismo, que defendem a vida e a propriedade, e que promovem a paz e a liberdade”, disse Milei.
A criação do conselho ocorre em meio ao lançamento da “Fase Dois” do plano de 20 pontos de Trump para o fim do conflito em Gaza. O enviado especial dos EUA para o Oriente Médio, Steve Witkoff, detalhou que o foco agora migra do cessar-fogo para a desmilitarização e governança tecnocrática.
Segundo Witkoff, será estabelecido um Comitê Nacional para a Administração de Gaza (NCAG), responsável pela administração transitória. “Os EUA esperam que o Hamas cumpra totalmente com suas obrigações, incluindo o retorno imediato do último refém falecido. O fracasso em fazer isso trará consequências sérias”, alertou o enviado nas redes sociais.
Na última quinta-feira (15), Donald Trump afirmou que a primeira fase do plano entregou níveis recordes de ajuda humanitária e preparou o terreno para a transição política.
“Como presidente do Conselho da Paz, apoio um governo tecnocrático palestino recém-nomeado. Com o apoio do Egito, da Turquia e do Catar, garantiremos um acordo de desmilitarização abrangente com o Hamas, incluindo a entrega de todas as armas e o desmantelamento de todos os túneis”, afirmou Trump.
Após mais de 25 anos de negociações, o tratado econômico entre os países que compõem o Mercosul e a União Europeia (UE) foi assinado. A cerimônia que ratificou o tratado aconteceu neste sábado (17), em Assunção, no Paraguai.
Estavam presentes Santiago Peña, presidente do Paraguai, Javier Milei, presidente da Argentina, Yamandú Orsi, presidente do Uruguai, Rodrigo Paz, presidente da Bolívia, José Raúl Mulino, presidente do Panamá, Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, e António Costa, presidente do Conselho Europeu.
Em seu discurso, Peña lembrou do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que não foi ao evento, e disse que, “sem ele, não haveria acordo”. Já Paz e Milei aproveitaram a ocasião para prestar solidariedade ao povo venezuelano após a prisão de Nicolás Maduro.
Pelo lado europeu, Costa celebrou a assinatura do acordo em um mundo “cada vez mais turbulento” e von der Leyen destacou que a aliança dos blocos busca um “comércio justo no lugar de tarifas”.
Após a assinatura, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) brasileiro divulgou uma nota oficial celebrando o acordo. “Para o Mercosul, [o acordo] implica o acesso preferencial à UE, a terceira economia global, um mercado de 450 milhões de pessoas e cerca de 15% do PIB mundial”, destacou o MDIC.
“A União Europeia eliminará tarifas para 92% das exportações do Mercosul, no valor aproximado de US$ 61 bilhões. Além disso, concederá acesso preferencial para outros 7,5%, equivalente a US$ 4,7 bilhões, beneficiando assim quase a totalidade das exportações do bloco para a UE”, acrescentou a pasta.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) também divulgou nota, estimando que o acordo aumenta o acesso brasileiro ao comércio mundial, de 8% para 36%. “A assinatura do acordo é um marco histórico para o fortalecimento da indústria brasileira, a diversificação da pauta exportadora e a integração internacional do país ao comércio global”, destacou a CNI.
A assinatura do acordo, no entanto, não significa que ele já entrará em vigor. Ele ainda precisará ser ratificado pelos parlamentos dos países envolvidos, algo que pode enfrentar muitas resistências e gerar modificações na configuração final do tratado (entenda mais a seguir).
Para os brasileiros, analistas projetam que o acordo Mercosul-UE pode significar uma redução no preço de alguns produtos importados, como vinhos, azeites, queijos e lácteos. Também é esperada a chegada de algumas marcas que não eram comercializadas no país, como a de alguns chocolates premium.
Uma redução de preços também poderá acontecer com outros itens, como veículos, medicamentos e insumos para o agro (como maquinários e produtos veterinários).
Já na exportação, a tendência é que produtos agropecuários e calçados brasileiros cheguem com mais facilidade (e menos taxas) aos países europeus. As negociações entre os blocos tinham chegado a um impasse, que só foi destravado no final de 2025, quando o Parlamento Europeu aprovou salvaguardas para proteger produtos agrícolas europeus.
As salvaguardas são mecanismos que haviam sido sugeridos pela França como forma de proteger os agricultores do país contra uma possível invasão de produtos agrícolas do Mercosul, em especial de carne. Elas definem em quais circunstâncias a União Europeia poderia suspender temporariamente as vantagens tarifárias concedidas ao Mercosul.
Por que Lula não participou do evento
Lula não esteve presente na cerimônia em Assunção.
Segundo informações divulgadas pela Folha de S.Paulo e pelo G1, o governo brasileiro entendeu que o evento de assinatura deveria envolver apenas os representantes de Relações Exteriores dos países sul-americanos e foi elevado para o nível dos chefes de Estado a partir da iniciativa do presidente do Paraguai, Santiago Peña, que atualmente ocupa a presidência do bloco sul-americano.
Peña, aliás, citou Lula em seu discurso durante a assinatura do acordo e destacou o presidente brasileiro como “fundamental” no processo de aproximação entre Mercosul e UE. “Sem ele, esse acordo não seria possível”, destacou o presidente paraguaio.
Lula se reuniu com von der Leyen, no dia anterior (16), no Rio de Janeiro. Na ocasião, a presidente da Comissão Europeia celebrou o acordo e prometeu que “o melhor está por vir”. “É assim que a gente cria a prosperidade verdadeira, que é a prosperidade compartilhada. Nós concordamos que o comércio internacional não é um jogo de zero a zero”, pontuou ela.
Já Lula prometeu “padrões elevados de respeito aos direitos trabalhistas e à defesa do meio ambiente”. “Não nos limitaremos ao eterno papel de exportador de commodities. Queremos produzir e vender bens industriais de maior valor agregado”, discursou o presidente brasileiro.
Saímos cedo de Vitória da Conquista. A caminho das cidades históricas de Minas, a grande emoção de dar uma paradinha em Medina, no Vale do Jequitinhonha, terra natal do meu amigo e irmão de fé José Maria Trindade, da Jovem Pan, em Brasília.
Trindade é um amigo de 40 anos. Nossa amizade nasceu numa entrevista exclusiva em Brasília com o saudoso Ulysses Guimarães, ele pela Tribuna da Bahia, eu pelo Diário de Pernambuco.
O Partido Democrático Trabalhista (PDT) deseja filiar a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que deve deixar a Rede Sustentabilidade após mudanças estruturais no partido tornarem, na avaliação de aliados, a saída dela “inevitável”. O presidente do PDT, Carlos Lupi, afirma nos bastidores que a ambientalista “seria muito bem-vinda”, mas não há negociações sobre a possível transferência até o momento. Com futuro político indefinido, a ministra vem sendo sondada pelo PT, PSB, PV e PSOL.
“Um quadro como a Marina Silva agregaria muito ao partido. Há uma vontade de filiá-la, seria um nome de peso”, afirma um dirigente nacional do PDT ouvido pela reportagem. As informações são do jornal O Globo.
Lupi integrou a Esplanada dos Ministérios junto à Marina até maio do ano passado. O ex-ministro da Previdência pediu demissão do cargo em maio, nove dias após uma operação da Polícia Federal (PF) e da Controladoria-Geral da União (CGU) revelar um esquema bilionário de desvios em aposentadorias e pensões do INSS.
O líder do PDT na Câmara, Mário Heringer (MG), afirma que o desejo da sigla pela filiação de Marina decorre da atuação da ministra na área ambiental: “Temos conversado no partido. Estamos assistindo essa dificuldade dela na Rede. Todos nós a receberíamos de porta aberta. A Marina é uma referência na defesa do meio ambiente no Brasil e no mundo”, diz o parlamentar.
Eleita deputada federal em 2022, Marina descarta disputar uma vaga na Câmara no pleito deste ano. A ambientalista admite apenas a possibilidade de concorrer por uma vaga ao Senado por São Paulo, um cenário que dependeria do rumo escolhido pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. A reportagem apurou ser “pouco provável” que a ministra vá às urnas caso Haddad seja candidato ao Legislativo.
O plano de Haddad é colaborar com a campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas o próprio chefe do Executivo já afirmou publicamente que gostaria que o ministro da Fazenda fosse candidato em São Paulo. O PT pressiona para que ele dispute o governo estadual ou uma vaga no Senado.
Uma definição sobre o rumo político da ministra na eleição ainda não foi tomada, segundo interlocutores ouvidos pelo Globo. Marina mantém uma relação de proximidade com Haddad no governo, com a pasta econômica na liderança dos projetos de transição ecológica.
Caso deseje ser candidata, Marina deve deixar a pasta do governo Lula até abril. A tendência é que o número dois, o secretário-executivo, João Paulo Capobianco, assuma o posto no ministério, mas uma decisão ainda não foi discutida com o presidente.
Marina afirma a aliados que uma eventual candidatura só existiria caso respeitasse três requisitos: apoio à reeleição de Lula, construção coletiva e fortalecimento de uma frente ampla, sobretudo em São Paulo, e o fomento à agenda verde. Segundo interlocutores, a definição de uma candidatura ao Senado também “passa por uma redefinição partidária”.