O Sindicato dos Gestores Governamentais de Pernambuco participou da retomada da Federação Nacional das Carreiras de Gestão de Políticas Públicas, em articulação com entidades representativas de diversos estados, do Distrito Federal e da Associação Nacional dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental. A iniciativa reúne carreiras ligadas à gestão pública em âmbito nacional.
Segundo as entidades envolvidas, a federação pretende atuar em pautas relacionadas à valorização dos servidores e ao fortalecimento técnico da administração pública. A proposta também prevê ações voltadas à modernização da gestão pública e à melhoria da execução de políticas públicas.
Por Andréia Sadi – G1
O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), promulgou nesta sexta-feira (8) a Lei da Dosimetria, que será publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). O projeto de lei permite a redução de penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, incluindo a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão no julgamento da trama golpista.
O projeto foi inicialmente vetado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no dia 8 de janeiro deste ano, exatamente no dia em que os ataques completaram três anos, mas, na última quinta-feira (30), a Câmara dos Deputados e o Senado votaram pela derrubada do veto.
Leia maisNa Câmara, foram 318 votos favoráveis à derrubada e 144 contrários. No Senado, foram 49 votos para a derrubada do veto e 24 votos contra.
Desde que o veto presidencial foi derrubado, Lula tinha 48 horas para promulgar o projeto de lei, mas optou por deixar essa ação para o presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Para que o veto fosse derrubado, eram necessários ao menos 257 votos na Câmara e 41 no Senado.
Pela Constituição, quando um veto presidencial é rejeitado pelo Legislativo, o texto é enviado ao chefe do Executivo, que tem 48 horas para promulgá-lo. Caso o presidente não o faça nesse prazo, o ato volta ao Congresso, e a competência passa sucessivamente ao presidente da casa e do Senado Federal e, persistindo a omissão, ao vice-presidente da Casa.
Segundo apuração do g1, Lula optou por não promulgar o PL da Dosimetria para “não ter sua digital” no projeto.
Diante da derrota da semana passada, a base do governo já anunciou que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF). O líder do PT na Câmara, deputado Pedro Uczai (SC), afirmou que pretende anunciar em breve a judicialização da medida.
Entre os argumentos avaliados está o fatiamento do veto integral pelo Congresso, considerado pelos governistas passível de questionamento jurídico.
Apesar da articulação, a avaliação dentro do Planalto é a de que o STF não deve se intrometer na disputa com o Legislativo e tende a manter a decisão dos parlamentares.
Antes da votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), adotou uma manobra para evitar conflito com outra lei em vigor.
Ele retirou da análise do Congresso um trecho do PL da Dosimetria por contrariar a chamada Lei Antifacção, que endureceu regras para progressão de regime.
Esse trecho retirado por Alcolumbre, na prática, facilitava a progressão de regime para condenados por crimes graves, como feminicídio e crimes hediondos.
A medida de Alcolumbre é incomum e funcionou como um “desmembramento” do veto do presidente Lula, que foi integral, isto é, a todo o projeto.
Dessa forma, ou seja, retirando uma parte, o Congresso poderia derrubar o veto de Lula ao PL da Dosimetra e, assim, manter o projeto, sem prejudicar o PL Antifacção no que tange a progressão de regime.
Como o veto de Lula foi integral, o normal seria votar o texto por completo. Mas para evitar que a derrubada reintroduzisse esse trecho mais brando, Alcolumbre declarou a “prejudicialidade” dessa parte — ou seja, ela foi retirada da votação.
Essa manobra não é comum, mas foi adotada para impedir mudanças nas regras aplicadas a condenados por crimes mais graves.
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A Bandeirantes Mídia, do meu amigo Mauro Santos, ampliou a oferta de painéis de LED em Caruaru para atender à demanda publicitária do período junino. Os equipamentos estão instalados em pontos estratégicos da cidade, especialmente no entorno do Pátio de Eventos e de áreas de grande circulação durante o São João.
A empresa destaca que os espaços oferecem cobertura DOOH (Digital Out Of Home), modelo de mídia digital externa realizado por meio de telas eletrônicas e painéis de LED de alto brilho instalados em avenidas, fachadas e locais de grande fluxo, permitindo exibição dinâmica e atualização de anúncios em tempo real. A Bandeirantes também informou que dispõe de opções publicitárias em Campina Grande, na Paraíba.
A campanha comemorativa pelos 20 anos de fundação deste blog chegou às BRs de Pernambuco. Desta vez, em parceria com a Bandeirantes Outdoor, do meu amigo Mauro Santos, as peças começaram a ganhar espaços estratégicos ao longo da BR-232, principal corredor viário do Estado, ligando a Região Metropolitana ao Agreste.

Os primeiros outdoors já podem ser vistos em Gravatá, no ponto localizado em frente ao Condomínio Champagne, sentido Caruaru; em Bezerros, em frente ao Posto Ipiranga, também no sentido Caruaru; em Pombos, na Serra das Russas, após o viaduto, sentido Gravatá (foto de capa); e em Caruaru, em frente à Jacaúna Móveis, no acesso ao município.

A campanha dos 20 anos do blog vem sendo espalhada por várias regiões de Pernambuco em parceria com empresas do setor de mídia exterior. As peças foram criadas pela agência RXZ, do meu amigo René Bensoussan, responsável também pela identidade visual comemorativa das duas décadas de funcionamento ininterrupto deste espaço, pioneiro no Nordeste e líder absoluto em acessos.

Estive presente no 9º Congresso Pernambucano de Municípios (Amupe) e pude comprovar pessoalmente o que todos comentavam nos corredores: o estande da Compre Asfalto foi, sem sombra de dúvida, o mais imponente e o mais visitado por prefeitos e gestores de todas as regiões do Estado. A estrutura não apenas chamava a atenção pela estética, mas se consolidou como o principal ponto de convergência para quem busca soluções reais em infraestrutura urbana.
O grande chamariz da marca nesta edição foi a robusta linha de equipamentos pesados. O mostruário, que incluía rolos compactadores e placas vibratórias, apresentou soluções práticas e de alta eficiência para resolver gargalos imediatos nas prefeituras, especialmente em operações de tapa-buraco e manutenção de vias. A aceitação entre os gestores foi massiva, reafirmando a Compre Asfalto como a grande referência do setor em Pernambuco.
Além da excelência tecnológica, a empresa reafirmou sua força como representante oficial dos produtos Buffalo, com um foco estratégico que interessa diretamente ao Erário: a locação de equipamentos para o poder público. É o casamento perfeito entre inovação, logística de ponta e economia, chegando para transformar a gestão de obras nos municípios pernambucanos.
Bolsonaristas ligados à governadora Raquel Lyra (PSD) tentaram tumultuar a agenda política cumprida pelo pré-candidato a governador João Campos (PSB), nesta sexta-feira (8), em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste de Pernambuco. Aos gritos de “Raquel e Bolsonaro”, os apoiadores do ex-presidente ensaiaram empreender um clima hostil dentro do Moda Center Santa Cruz, mas perderam força diante de uma multidão que gritava “É João” e buscava abraçar e tirar fotos com o ex-prefeito do Recife.
A agenda foi cumprida ao lado do pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), do senador e pré-candidato à reeleição Humberto Costa (PT), do deputado Diogo Moraes (PSB) e de outras lideranças da região. Com forte apelo entre frequentadores e comerciantes, João percorreu, ao longo de uma hora e meia, as ruas do Moda Center e o Calçadão Miguel Arraes de Alencar, entregue na gestão do ex-governador Eduardo Campos.
Taquaritinga do Norte, no Agreste pernambucano, comemora no próximo domingo (10) os 139 anos de emancipação política com uma programação voltada ao esporte, lazer e atividades cívicas. O principal destaque será a 40ª Corrida Rústica Viva Taquaritinga, que deve reunir 600 atletas em um percurso de 7,6 quilômetros entre o Sítio Placas e a sede do município.
A concentração dos participantes está marcada para as 5h, em frente ao Hotel Fazenda, no Sítio Placas, com largada prevista para as 6h. A prova contará com cinco pontos de hidratação e cronometragem oficial da Pace Time Cronometragem Esportiva. Todos os inscritos receberão kit com camisa, numeral de peito e medalha de participação. A premiação contemplará categorias geral, local, PCD local e Master 60+, com troféus e premiação em dinheiro.
A programação segue a partir das 9h com manhã esportiva aberta ao público na área central da cidade, incluindo atividades recreativas como cabo de guerra, corrida do saco e pau de sebo. Às 15h, será realizado o tradicional desfile cívico pelas ruas centrais de Taquaritinga do Norte, com participação de escolas, instituições e moradores do município.
Na conveniência do posto Cruzeiro, em Arcoverde, o prazer de reencontrar, há pouco, o ex-prefeito de Cabrobó, Auricelio Torres, que adquiriu o meu livro Os Leões do Norte. Esta conveniência é o shopping de Arcoverde, como digo para minha Nayla.
É ponto de parada obrigatório para quem vem para o Sertão ou faz o percurso inverso para o Recife. Também se revelou como excelente exposição para o livro, batendo recorde de vendas.
Auricelio disse que vai ler e estimular a leitura da obra nas escolas de Cabrobó, município que geriu com muita eficiência de 2013 a 2016.
Faleceu nesta quinta-feira (8), aos 76 anos, Evalda Guerra de Albuquerque Rosendo, mãe do prefeito de Riacho das Almas, Dió Filho. Em nota de pesar, a Prefeitura destacou a atuação de Dra. Evalda na saúde pública do município, onde exerceu por 18 anos o cargo de secretária municipal de Saúde.
“Construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com o serviço público e pela dedicação incansável à saúde de Riacho das Almas”, afirmou a gestão municipal. O velório será realizado hoje no Cemitério Parque dos Arcos, com sepultamento previsto para as 17h.
O requerimento de pedido de instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) no Congresso para apurar o escândalo financeiro do Banco Master, de autoria do deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ), contou com a assinatura de 27 parlamentares do partido Progressistas (PP), presidido pelo senador Ciro Nogueira (PI). O líder partidário foi alvo de uma operação da Polícia Federal (PF), nesta quinta-feira, por suspeita de ter recebido “vantagens econômicas indevidas” ao atuar em favor do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Ao todo, o documento, protocolado em fevereiro deste ano, conta com a assinatura de 281 parlamentares, dos quais 42 senadores e 239 deputados. O partido com o maior número de assinaturas (89) foi o PL, seguido por partidos do Centrão como União Brasil, PSD, PP, MDB e Republicanos. Parlamentares de 17 partidos deram apoio ao requerimento. No PT, houve apenas uma assinatura, do senador Fabiano Contarato (ES). As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisO PP conta com 47 deputados e sete senadores. Após a formação da Federação “União Progressista”, em conjunto com o União Brasil, Ciro passou a comandar, ao lado de Antônio Rueda (União), a maior bancada da Câmara. Dois deputados que à época do requerimento eram do partido estão entre os que assinaram, apesar da migração para outras siglas em meio à janela partidária.
O governo Lula não se posicionou oficialmente nem a favor nem contra a instalação de CPIs sobre o Master, embora o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), tenha dito nesta terça que a bancada assinaria os requerimentos de Rollemberg, que também já foram protocolados, e os pedidos de CPMI da deputada Heloísa Helena (PSOL-AL) e Fernanda Melchionna (PSOL-RS), que não atingiram o número mínimo de assinaturas para serem protocolados.
Ciro Nogueira foi alvo de mandados de busca e apreensão em sua residência e em empresas ligadas a ele. O irmão do senador também foi alvo. O primo de Daniel Vorcaro, Felipe Vorcaro, foi preso durante a ação policial.
Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária nos estados do Piauí, São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal. As medidas foram autorizadas pelo STF. A Corte também determinou o bloqueio de bens, direitos e valores que somam R$ 18,85 milhões.
“A narrativa policial enfatiza que os elementos colhidos demonstrariam a existência de um arranjo funcional e instrumental orientado por benefício mútuo, extrapolando relações de mera amizade”, frisou Mendonça.
Em conversas privadas de 2024, extraídas do celular de Vorcaro pela PF, o ex-banqueiro celebrou uma emenda do parlamentar a um projeto que favorecia o Master. Àquela altura, Ciro justificou que “mantém diálogos por mensagens com centenas de pessoas, o que não o torna próximo apenas por, eventualmente, interagir com elas”.
Na atual fase da Compliance Zero, como mostrou a coluna de Malu Gaspar, do GLOBO, Ciro teria recebido o texto de uma emenda parlamentar que beneficiaria os negócios de Vorcaro em arquivo enviado pelo próprio banqueiro. Mensagens obtidas pela PF mostram que, após enviar a chamada “emenda Master” para o escritório de Ciro, Vorcaro escreveu: “saiu exatamente como mandei”.
A sugestão de Ciro, que não foi contemplada em texto final do Congresso, sugeria elevar a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) de R$ 250 mil para até R$ 1 milhão por depositante e também defendia que o fundo deixasse de ter gestão privada. Em um dos trechos das mensagens extraídas pela PF e obtidas pelo GLOBO em março deste ano, Vorcaro afirma que a proposta seria “uma bomba atômica” para o setor.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve chegar ao Brasil nesta sexta-feira (8) após concluir sua agenda com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em em Washington.
A reunião entre os presidentes durou aproximadamente três horas e aconteceu na Casa Branca, onde também almoçaram juntos. As informações são da CNN.
Leia maisApós o encontro, o mandatário brasileiro concedeu entrevista e respondeu a perguntas de jornalistas brasileiros e estrangeiros. Lula disse, por exemplo, que não acredita que o presidente Donald Trump irá interferir nas eleições brasileiras.
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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), manifestou a emissários do governo o desejo de conversar pessoalmente com o presidente Lula (PT). A ideia é reconstruir pontes após a Casa impor ao petista uma derrota histórica na última semana, rejeitando a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF (Supremo Tribunal Federal).
A interlocutores Alcolumbre avisou que deseja encerrar o caso —nas palavras dele, “passar a régua” no episódio. Nessas conversas, o presidente do Senado sustenta que não trabalhou contra a indicação de Lula e que a rejeição foi resultado de uma insatisfação da Casa, cujo risco foi alertado por ele ao Planalto anteriormente. As informações são da Folha de S. Paulo.
O recado é que o parlamentar não quer prejudicar o governo e não vai trancar propostas ou pautar surpresas indigestas para o Executivo.
Leia maisAté a derrota de Messias, Alcolumbre era visto como o presidente de uma Casa que deu pouca dor de cabeça a Lula. O tom dado pelo senador amapaense é que segue sendo do seu interesse jogar junto ao governo. A aliados do centrão ele havia comunicado que apenas procurava abrir um canal de interlocução com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), principal adversário do petista na eleição à Presidência, mas sem aderir à oposição.
Lula, por sua vez, também deixou claro que não deseja queimar pontes com Alcolumbre. Após a derrota na semana passada, disse “vida que segue” aos seus articuladores. Na terça-feira (5), o ministro José Mucio (Defesa) foi ao encontro do Senador para sentir a temperatura. Na quarta-feira (6), foi a vez do ministro José Guimarães (Relações Institucionais) almoçar com o chefe do Legislativo.
No Senado, Alcolumbre tem conversado com aliados de Lula, como o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), com quem esteve na manhã desta quinta-feira (7).
No rol de possibilidades aventadas no Planalto para melhorar o desempenho no Senado, está a troca de ocupantes de lideranças do governo na Casa. Aliados sugerem que Randolfe seja afastado por causa da sua proximidade com Alcolumbre, pela aliança no Amapá, e também porque o petista precisará se dedicar à reeleição no estado.
O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), também é alvo de objeções. Alcolumbre rompeu relações com o petista durante o processo de indicação de Messias, e uma ala do governo aponta a impossibilidade de mantê-lo na liderança sem relação direta com o presidente da Casa.
O governo tem propostas importantes nas mãos de Alcolumbre. Estão para ser votadas no Senado as PECs (Propostas de Emenda à Constituição) do Suas (Sistema Único de Assistência Social) e a da Segurança Pública. O projeto que regulamenta a exploração de minerais críticos no Brasil, as chamadas “terras raras”, também aguarda análise dos senadores.
A prioridade legislativa do governo para a eleição, o fim da escala 6×1, também precisará passar pelo Senado. A PEC está na Câmara e deve ser votada até o final de maio. Ou seja, o Planalto precisará da boa vontade de Alcolumbre para aprová-la até junho, mês que naturalmente é mais conturbado pela intensificação da pré-campanha e pelo início da Copa do Mundo.
Apesar desses movimentos, a fase do relacionamento entre Alcolumbre e governo foi descrita como abrasiva por um ministro de Lula. E, mesmo com esse esforço mútuo de reaproximação, o envolvimento de líderes do centrão com o caso do Banco Master deverá ser explorado pelo PT na disputa presidencial.
Sobre a rejeição de Messias, por exemplo, a estratégia será reprisar que adversários de Lula se uniram a ministros do STF para impedir o avanço das investigações, prejudicando um evangélico.
A associação de bolsonaristas ao caso ameaça azedar a relação com dirigentes partidários investigados. Pivô do escândalo, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro se reuniu com Alcolumbre em 2025 na residência oficial do Senado, de acordo com diálogos dele com a ex-namorada Marta Graeff que estavam em um dos celulares apreendidos pela PF.
A Amprev (Amapá Previdência), gestora do regime próprio de previdência do estado, aplicou R$ 400 milhões em títulos de alto risco do banco. A instituição era comandada por Jocildo Silva Lemos, alvo da PF em fevereiro e afilhado político de Alcolumbre.
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