Por razões diplomáticas o Brasil, assim como o Conselho de Segurança da ONU, não designa o Hamas como grupo terrorista.
Mas seus estatutos e práticas, desde a fundação, preconizam o aniquilamento do Estado de Israel e expulsão de todos os infiéis, ainda que árabes ou palestinos (não islâmicos), daquela terra sagrada. Atacando civis inocentes, assassinando mulheres, crianças e até bebês, tendo no terror seu principal meio de atuação política/religiosa.
Dentre as condutas mais covardes do Hamas está o uso de civis como “escudos humanos”, à medida que suas células principais estão escondidas na Faixa de Gaza. Tal prática é condenada pela Convenção de Genebra e configura crime de guerra.
Tenho afetuosa admiração pelo povo judeu e genuína empatia pelo povo árabe, assim como, do ponto de vista humanitário, não consigo distinguir palestinos de israelitas. Todos estão igualados no mesmo “vale de lágrimas” deste atual confronto.
Creio que não há outra forma de enfrentar definitivamente o Hamas, que não a via bélica, embora isso implique na ocupação da Faixa de Gaza. Nesse enfrentamento militar infelizmente ocorre perdas de vidas civis, assim como em toda guerra, o que é lamentável.
Contudo, não consigo assimilar como alguns ainda insistem em equiparar as ações do Hamas à dura resposta de Israel. Gostaria que essas pessoas refletissem e compreendessem que há sim uma real diferença entre o terrorismo e a guerra. Entre o assassinato frio de jovens, mulheres, crianças e bebês e uma ação militar em território de guerra.
Rezo por todas as vítimas desse infeliz confronto, seus amigos e parentes e creio que só haverá paz no mundo quando houver o fim do terrorismo, mas infelizmente esta atuação ainda encontra muitos apoiadores camuflados de vanguardistas ou mesmo humanistas. Inocentes úteis que servem de fantoches na complexa relação da política externa das potências mundiais.
*Advogado, sócio-fundador do PHR-Soluções Jurídicas e ex-presidente da OAB-PE.
Moradores do Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, relataram uma série de explosões e muito fogo na manhã deste domingo (14) após a queda de pelo menos uma aeronave de pequeno porte.
Há relatos de que dois helicópteros caíram em um pátio de uma concessionária de veículos após um choque no ar, mas, até a última atualização desta reportagem, não havia confirmação do que causou o incêndio. As informações são do g1.
Um desses helicópteros explodiu na queda, e o incêndio pegou vários carros elétricos, o que levou a outras pequenas explosões. O incêndio se concentrava em um terreno alugado pela BYD no quarteirão da Avenida das Américas com as ruas Beth Lago e Rivadávia Campos. A pista lateral da Avenida das Américas no trecho foi fechada para o socorro.
O tempo não volta, é verdade, mas marca. E como marca! Marca o coração, se encrusta na alma, permanece na memória. Quando chega a Copa do Mundo, a minha memória reluz sobre uma serra em Afogados da Ingazeira, onde escalei, menino, para botar os olhos numa TV preto em branco, que, supostamente, passaria os jogos do Brasil.
Mas só assistimos chuviscos. Não lembro de quem foi a ideia, mas se propalou na cidade que o sinal de TV era alcançado em serras e montanhas, áreas de altitude. A população da minha terra acreditou piamente na tese e lá fomos para o cumo da serra, que não lembro mais o nome. Só recordo que foi uma arte desventurada, uma maluquice sem fim.
Nasci e cresci sem conhecer televisão. O único veículo de comunicação em Afogados da Ingazeira quando eu corria suas ruas descalço era o rádio. TV, só Recife, luxo exclusivo das civilizações, não de aldeias como a minha quando imberbe e ingênuo. A única novela na minha aldeia era o fuxico nas calçadas, as históricas de assombração do meu amigo de infância Fernando Moraes.
Danda de “Seu” Espedito, como assim era conhecido em nossa aldeia pajeuzeira, gostava de assustar garotos criados no colo da mãe como eu. Dizia que quando a luz apagava — a energia da cidade era movida por um motor a diesel que deixava de funcionar por volta de dez da noite — ninguém podia passar na praça porque aparecia um bicho papão.
Danda era tão ruim que descrevia a assombração para nos meter mais medo ainda: um bicho alto, vestido de branco, de boca grande para comer o fígado das crianças traquinas. Eu me tremia de medo e me escondia dentro do guarda-roupa. Quanta ingenuidade minha! Quanta maldade de Danda!
Mas voltando ao episódio da TV encravada na serra, a cidade inteira se transferiu para o nosso morro dos ventos uivantes. A subida era quase impossível: pedras, espinhos, carrapicho e urtiga. A ordem era se livrar dessa plantinha terrível, porque queima feito fogo.
O Brasil foi campeão na Copa do Mundo de 1970. O torneio aconteceu no México e a seleção brasileira conquistou o tricampeonato mundial de forma invicta, garantindo a posse definitiva da Taça Jules Rimet. O Brasil derrotou a Itália na grande final pelo placar de 4 × 1 no Estádio Azteca. Os gols brasileiros foram marcados por Pelé, Gérson, Jairzinho e Carlos Alberto Torres.
Mas não vimos nada pela TV escalada no alto da montanha em Afogados da Ingazeira. Que mico pagamos, fico a pensar hoje quando essa recordação me chega em meio ao clima de Copa do Mundo. Momentos marcantes são construídos com emoção, amor e vivências.
Tornam-se memórias inesquecíveis que definem nossa história de vida. Viram coisas especiais pela intensidade do sentimento, muitas vezes nos pequenos detalhes que se enraizam na memória. A vida é como uma câmera: a gente só captura esses momentos e sentimentos se o foco sair da memória.
A Copa também chega trazendo saudade, porque a saudade é o preço que pagamos por ter vivido momentos inesquecíveis. Momentos felizes passam, os inesquecíveis ficam e os eternos, logicamente, criam raízes sólidas para sempre.
Lembranças também existem com um toque de saudade para se gravar na memória. Para Rubem Alves, meu cronista do coração, a memória não é apenas um depósito de fatos passados, mas uma construção ativa, muitas vezes poética e indomável, que dá sentido à existência e mantém vivos os afetos.
Ele a via como uma forma de “comer o passado” para nutrir o presente, com memórias que têm “vida própria”.
Quando falamos em demência, muitas pessoas pensam imediatamente na doença de Alzheimer. No entanto, a demência não é um diagnóstico único, mas sim um conjunto de sintomas que afetam a memória, o raciocínio, a linguagem, o comportamento e a capacidade de realizar atividades do dia a dia. Existem diferentes tipos de demência, cada um com características próprias, causas distintas e formas específicas de tratamento e acompanhamento.
A doença de Alzheimer é a causa mais comum de demência. Geralmente, seus primeiros sinais estão relacionados ao esquecimento de fatos recentes, dificuldade para aprender novas informações e repetição frequente de perguntas ou assuntos. Com a progressão da doença, outras funções cognitivas também são comprometidas, afetando a autonomia do paciente.
Já a demência vascular ocorre em consequência de alterações na circulação sanguínea cerebral, muitas vezes associadas a hipertensão arterial, diabetes, colesterol elevado e histórico de acidentes vasculares cerebrais. Nesses casos, além das dificuldades cognitivas, podem surgir alterações na marcha, lentidão de pensamento e sintomas neurológicos focais. A evolução pode ocorrer de forma gradual ou em “degraus”, com pioras perceptíveis após eventos vasculares.
A demência por corpos de Lewy apresenta características bastante particulares. Os pacientes podem apresentar oscilações importantes da atenção e do estado mental ao longo do dia, alucinações visuais bem definidas e sintomas semelhantes aos da doença de Parkinson, como rigidez muscular e lentidão dos movimentos. O reconhecimento correto desse diagnóstico é fundamental, pois alguns medicamentos podem provocar efeitos adversos significativos nesses pacientes.
Outra condição importante é a demência frontotemporal, que costuma surgir em idade mais precoce quando comparada ao Alzheimer. Nela, as alterações de comportamento e personalidade frequentemente aparecem antes dos problemas de memória. O indivíduo pode tornar-se impulsivo, apresentar perda da empatia, comportamentos socialmente inadequados ou mudanças marcantes nos hábitos alimentares e na forma de se relacionar com outras pessoas.
Existem ainda outras causas de declínio cognitivo que podem simular quadros demenciais, incluindo deficiência de vitaminas, alterações hormonais, depressão, distúrbios do sono, uso de determinados medicamentos e algumas doenças neurológicas. Por esse motivo, uma avaliação médica cuidadosa é essencial para identificar a causa correta dos sintomas.
O diagnóstico das demências envolve uma análise detalhada da história clínica, exame neurológico, avaliação cognitiva e, quando necessário, exames laboratoriais e de neuroimagem. Quanto mais precoce for o diagnóstico, maiores são as possibilidades de tratamento, planejamento familiar e preservação da qualidade de vida.
Diante de queixas persistentes de memória, alterações comportamentais ou dificuldades cognitivas progressivas, a melhor conduta é procurar avaliação especializada. Nem todo esquecimento faz parte do envelhecimento normal, e entender o tipo de demência presente é um passo fundamental para oferecer o cuidado mais adequado ao paciente e à sua família.
*Médico pós-graduado em Psiquiatria e Neurologia Clínica | Instagram: @drsilvinoteles
ID.4 será o primeiro elétrico da VW à venda no Brasil
SUV 100% elétrico com DNA alemão, o ID.4 é um dos modelos usados pela Volkswagen na sua ofensiva global e está com passaporte carimbado para chegar ao Brasil. Ainda em 2026, a Volkswagen — uma das últimas empresas a dar atenção aos elétricos no Brasil — inicia as vendas do modelo. A marca promete atributos como qualidade construtiva, segurança, dirigibilidade e eficiência. Embora a Volkswagen ainda não revele dados da versão destinada ao mercado brasileiro, o ID.4 chegará em uma configuração mais avançada do que a anteriormente disponibilizada por meio da modalidade de assinatura VW Sign&Drive. O SUV terá mais potência, torque, autonomia, além de mais velocidade de recarga em corrente contínua (DC).
Além da evolução em desempenho e autonomia, o ID.4 também se destaca, segundo a montadora, pelo amplo espaço interno. O SUV terá um dos maiores entre-eixos e porta-malas entre seus principais concorrentes, oferecendo conforto e versatilidade para diferentes perfis de uso. Esse conceito de aproveitamento do espaço é resultado direto da plataforma MEB, desenvolvida exclusivamente para veículos elétricos do Grupo Volkswagen. A plataforma MEB é um pilar da estratégia global de eletrificação do Grupo Volkswagen e já serviu de base para cerca de 3 milhões de veículos elétricos entregues em todo o mundo.
Somente a marca Volkswagen já entregou mais de dois milhões de veículos totalmente elétricos aos seus clientes. Atualmente, a marca lidera o mercado europeu de carros elétricos, enquanto o Grupo Volkswagen domina de forma isolada com 26% do mercado total de elétricos na Europa. Com mais de 700 mil unidades vendidas globalmente, o modelo consolidou-se como um dos principais representantes da ofensiva elétrica da marca e contribui para o fortalecimento da presença da Volkswagen no segmento de veículos elétricos em diversos mercados internacionais.
BYD lança o Atto 2 – A BYD aproveitou o comecinho da Copa do Mundo de Futebol para lançar, no estádio do Palmeiras, em São Paulo, o Atto 2 DM I flex – o que seria seu novo camisa 10. O valor surpreendeu: R$ 150 mil na versão GL e R$ 170 mil na GS. O novo SUV híbrido plug in flex tem 177cv de potência, dois motores, um elétrico e outro a combustão 1.5 aspirado que prometem, juntos, 1.045km de autonomia – sendo 110km usando-se apenas o motor elétrico. Já a versão GS é ofertada com 197cv de potência. O Atto 2 vai de 0km/h a 100km/h em 8.4 segundos e chega a 180km de velocidade final. Ele é o primeiro SUV compacto híbrido plug-in flex do Brasil. O novato, que é o irmão gêmeo de um velho conhecido dos brasileiros, o elétrico Yuan Pro, terá as vendas iniciadas agora em junho, com montagem local em Camaçari (BA).
O interior do carro é diferenciado, com os acessórios como tela multimídia de 12,5” e uma tela cluster, a que fica por trás do volante, de 8”. O câmbio automático é acessado por uma pequena chave por trás do volante do carro. Na parte inferior, onde originalmente ficaria o manete do câmbio, a BYD colocou um carregador por indução e um sistema de arrefecimento que ajuda a refrigerar o celular durante o carregamento. Há porta-trecos e espaço para duas garrafas de água. O porta-malas também surpreende: são 450 litros na posição original e mais de 1 mil litros de bagagem quando os bancos são rebatidos. O teto panorâmico ocupa toda a extensão do carro.
Do ponto de vista da segurança, o SUV oferece o sistema Adas de nível II. Além de todos os sensores de proteção, que freiam o carro assim que detectam movimento à frente e em volta de seu espaço, o Atto 2 também conta com o sistema automático de frenagem para descer serras. “Esse sistema garante mais segurança e descanso para o motorista”, afirmou Alexandre Baldy, vice-presidente geral da montadora no Brasil. (Walberto Maciel, especial para a coluna).
Novo modelo da Hyundai, o i20 chega por R$ 100 mil – Depois de vários posts e insights nas redes sociais, a Hyundai finalmente apresentou, na quinta-feira (12), o novo i20. O modelo passa a ocupar uma posição entre o hatch compacto HB20 e o SUV Creta. É produzido em Piracicaba, no interior de São Paulo, e busca uma fórmula até meio desgastada: juntar características dos hatchs tradicionais com ‘atributos’ associados aos SUVs. Enfim, o i20 chega com preços a partir de R$ 100 mil (versão Comfort). O preço, claro, vai subindo o leque de equipamentos das seis configurações ofertadas – sendo quatro equipadas com motor 1.0 turbo. O novo modelo foi desenvolvido especificamente para atender às preferências do consumidor brasileiro.
E, segundo os engenheiros da marca, com dimensões superiores às de concorrentes hatchs compactos e SUVs de entrada. Vejamos: o veículo mede 4,13 metros de comprimento, 1,78 metro de largura e tem entre-eixos de 2,58 metros, além de porta-malas com capacidade para 346 litros. O lançamento introduz o novo design da Hyundai, chamado de “Art of Steel” — que aposta em linhas inspiradas em cortes retos do aço —, e na assinatura luminosa, que utiliza elementos em LED para mostrar a letra “H”, símbolo da marca. Dependendo da versão, o modelo contará com iluminação contínua na dianteira e traseira, além de faróis com projetores. O i20 também vende como diferencial o conceito “Dynamic Premium Tech” – para combinar acabamento “refinado”, tecnologia embarcada e foco na ergonomia. Por exemplo: o conjunto de telas é integrado com duas de 12,3 polegadas tanto para o painel de instrumentos quanto para a central multimídia. Os bancos são revestidos em couro bicolor – nas versões mais caras, claro.
Atualização remota – A Hyundai também estreia por aqui uma tecnologia (a OTA, de Over The Air) já presente em concorrentes, que permite atualizações remotas de software sem necessidade de deslocamento à concessionária. O sistema de conectividade Bluelink será item de série em todas as versões, ampliando os recursos de monitoramento e interação remota com o veículo. O modelo também traz equipamentos ainda pouco usuais em modelos básicos (ou quase básicos, digamos assim): freio de estacionamento eletrônico, partida por botão com chave presencial, saídas de ar para os ocupantes traseiros, carregador por indução, ar-condicionado digital automático, painel digital e integração sem fio com Apple CarPlay e Android Auto.
E ainda vem com um caprichado pacote de segurança com sistemas de assistência à condução (o Adas): frenagem autônoma de emergência com detecção de pedestres e ciclistas, assistente de permanência e centralização em faixa, detector de fadiga, alerta de ponto cego, assistente de tráfego cruzado traseiro e alerta de saída segura. E mais: todas as versões têm seis airbags, controles eletrônicos de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa e freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem.
Conjunto mecânico – Os motores do modelo são um Kappa 1.0 aspirado flex, de até 80 cv, e um Kappa 1.0 turbo flex de 115 cv e torque de 17,5kgfm. O foco do turbo está nas retomadas e ultrapassagens, favorecidas pela ampla faixa de torque em baixas rotações. O novo i20 será comercializado com cinco anos de garantia sem limite de quilometragem para uso particular. Para empresas, a cobertura permanece em cinco anos ou até 100 mil quilômetros. A montadora informa ainda que as revisões possuem preço fixo até os 60 mil quilômetros.
O Hyundai i20 2026/2027 será comercializado nas seguintes versões:
Comfort 1.0 MT: R$ 99.990
Limited 1.0 MT: R$ 104.990
Limited 1.0 TGDI AT: R$ 125.990
X Line 1.0 TGDI AT: R$ 128.990
Platinum 1.0 TGDI AT: R$ 134.990
Ultimate 1.0 TGDI AT: R$ 139.990
Kawasaki apresenta a nova Z900RS – Algumas motocicletas marcam uma época. Outras atravessam gerações. A nova Kawasaki Z900RS, já como linha 2027, nasce exatamente dessa conexão entre passado, presente e futuro. Inspirada na lendária Z1 de 1972, modelo que ajudou a construir a história da Kawasaki, a novidade chega ao mercado brasileiro reafirmando o conceito que acompanha a família RS desde seu lançamento: preservar a essência das grandes clássicas sem abrir mão das tecnologias mais avançadas da atualidade. Sob o conceito global “Legends Never End”, a nova Z900RS traduz um estilo de vida para motociclistas que valorizam autenticidade, personalidade e uma experiência de pilotagem que desperta emoções desde o primeiro olhar até cada quilômetro percorrido.
Visualmente, a Z900RS mantém as linhas que remetem diretamente à Z1, considerada uma das motocicletas mais emblemáticas da história da Kawasaki. O tanque em formato clássico, a silhueta atemporal, os acabamentos cuidadosamente trabalhados e o conjunto visual equilibrado reforçam a proposta neo-retrô que tornou o modelo uma referência mundial. Para 2027, porém, o espírito clássico ganha ainda mais tecnologia. A motocicleta passa a contar com acelerador eletrônico, controle de tração Kawasaki (KTRC), Cruise Control, Quick Shifter bidirecional, conectividade com smartphone por meio do aplicativo Rideology, além de uma Unidade de Medição Inercial (IMU) capaz de monitorar a motocicleta em seis eixos e integrar diferentes sistemas eletrônicos para elevar a segurança, estabilidade e precisão da pilotagem.
O motor quatro cilindros em linha de 948 cm³ também recebeu atualizações. Com novos comandos de admissão e escape, a motocicleta entrega respostas mais refinadas, maior controle em baixas e médias rotações e ganhos de potência e torque em altas rotações, ampliando ainda mais o prazer ao pilotar. Outro destaque está na ergonomia. O guidão foi reposicionado, ficando mais baixo e estreito, proporcionando uma posição de pilotagem mais natural. O assento também foi revisado para aumentar o conforto tanto do piloto quanto do garupa, tornando a experiência ainda mais agradável em deslocamentos urbanos ou viagens de longa distância.
Três versões, três personalidades
A linha Z900RS 2027 será comercializada no Brasil em três versões, permitindo que cada motociclista encontre a configuração que melhor representa seu estilo.
Z900RS
A versão tradicional preserva a essência do conceito neo-retrô da Kawasaki. Equipada com a nova plataforma eletrônica, a Quick Shifter bidirecional, Cruise Control, conectividade com smartphone e o consagrado motor de 948 cm³, oferece o equilíbrio ideal entre tradição, tecnologia e desempenho.
Z900RS Café
Inspirada nas clássicas Café Racers, a versão apresenta uma carenagem frontal exclusiva, reforçando o visual esportivo e nostálgico. O modelo entrega uma identidade visual ainda mais marcante para os apaixonados pelo estilo retrô esportivo.
Z900RS SE
A versão topo de linha eleva o conceito premium da família RS. Entre os diferenciais estão os freios Brembo de alta performance, discos e pastilhas Brembo, mangueiras em malha de aço, suspensão traseira Öhlins S46 e acabamentos que reforçam a sofisticação e a esportividade do modelo.
Preços
Kawasaki Z900RS 2027 – R$ 70.990 (+ frete)
Kawasaki Z900RS Café 2027 – R$ 71.990 (+ frete)
Kawasaki Z900RS SE 2027 – R$ 78.990 (+ frete)
Produção de motos tem alta de 10% até maio – A produção de motocicletas no Polo Industrial de Manaus (PIM) acumulou 932,5 mil unidades até maio. Esse volume é 10,1% superior ao registrado há um ano (846,6 mil). A Abraciclo, associação que reúne os produtores, lembra que o desempenho se apresenta como o segundo melhor resultado para o período de janeiro a maio. Somente no mês passado, saíram das linhas de montagem 186,7 mil motocicletas. Na rede de concessionários, o consumidor comprou de janeiro a maio pouco mais de 980 mil motos, evolução de 15,3% sobre o anotado um ano antes (850,1 mil). Por fim, as exportações cresceram nos cinco primeiros meses 22,8% para quase 19,1 mil unidades ante às 15,5 mil embarcadas um ano antes
Toyota adere ao Move Brasil – A Toyota integra o lançamento do Programa Move Brasil Táxi e Aplicativos com o Yaris Cross XR, ampliando o acesso ao SUV compacto. Após aplicação de 10% sobre o valor público sugerido de R$ 149.990, o modelo terá valor final de R$ 112.480,63 para taxistas, incluindo as demais isenções já praticadas; e R$ 134.991,00 para motoristas de aplicativos, conforme as condições e benefícios aplicáveis a cada categoria. Motoristas de aplicativos, táxis e cooperativas interessados em adquirir o Yaris Cross XR por meio do Move Brasil Táxi e Aplicativos devem se cadastrar na plataforma do Programa do governo.
Após a confirmação, os profissionais podem se dirigir à rede de concessionárias e instituições financeiras participantes para análises de crédito e de avaliação de viabilidade de concessão do financiamento. O Yaris Cross XR é equipado com motor 1.5L flex, que se destaca por oferecer desempenho ágil, eficiência energética e a reconhecida confiabilidade da marca. Com até 122 cv de potência a 6.000 rpm e 15,3 kgfm de torque a 4.800 rpm, sempre associado à transmissão CVT Multidrive, o SUV alcança médias de até 12,6 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada, com gasolina, e, com etanol, 8,8 km/l e 10,2 km/l, respectivamente.
Vendas da Jeep crescem – A Jeep fechou o mês de maio com 22% de crescimento em relação às vendas do mês anterior, com 10.393 emplacamentos. No acumulado do ano, a Jeep já ultrapassa 45 mil veículos vendidos no Brasil, evidenciando a solidez de seu portfólio e sua competitividade no mercado nacional. Entre os destaques do mês, o Novo Jeep Renegade também apresentou forte performance, com seu melhor mês de vendas no ano.
O modelo emplacou 4.323 unidades em maio, um crescimento de 37,5% em relação ao mês anterior, conquistando 0,3 p.p. de participação no mercado automotivo e reforçando sua relevância no segmento de SUVs compactos. As versões híbridas MHEV corresponderam a 55% das unidades do Jeep Renegade emplacadas em maio, mostrando o sucesso dessas versões. O Jeep Compass segue consolidando sua liderança entre os SUVs médios no Brasil. Em maio, o modelo emplacou 4.583 unidades, mantendo-se na primeira posição de seu segmento. No acumulado de 2026, o Jeep Compass já soma 22.903 unidades vendidas.
Catalisador ajuda a reduzir riscos à saúde – A poluição do ar é hoje um dos principais fatores de risco à saúde humana, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Nesse contexto, o relatório “State of Global Air 2025” (Estado Global da Qualidade do Ar 2025) aponta que a poluição atmosférica foi responsável por 7,9 milhões de mortes em 2023, consolidando-se como o segundo principal fator de risco para morte, atrás apenas da pressão alta. Uma parcela relevante dessas emissões está associada às emissões veiculares, especialmente nos centros urbanos. É nesse contexto que o catalisador automotivo se torna peça-chave. “Instalado no sistema de escapamento, o componente atua na conversão de gases tóxicos gerados pela combustão em substâncias menos nocivas, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade do ar e para a proteção da saúde da população”, destaca Miguel Zoca, gerente de Aplicação de Produtos da unidade de Catalisadores Automotivos da Umicore.
Efetividade – No Brasil, a efetividade de soluções como os catalisadores pode ser observada na prática. A combinação entre evolução tecnológica e normas ambientais mais rigorosas, como as implementadas pelo Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve), tem impulsionado a redução de poluentes associados às emissões veiculares. Um exemplo desse avanço pode ser observado nos dados do “Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas por Veículos Automotores Rodoviários” (ano-base 2024), publicado em dezembro de 2025, que mostram que as emissões anuais de monóxido de carbono (CO) no país caíram de cerca de 5,5 milhões para 1 milhão de toneladas entre 1991 e 2024. O documento aponta que essa redução está associada à adoção de tecnologias de controle de emissões, como os catalisadores, além de melhorias nos sistemas de alimentação de combustível.
Dos gases tóxicos à saúde – Com a atuação do catalisador automotivo, o monóxido de carbono é convertido em dióxido de carbono (CO₂); os óxidos de nitrogênio (NOx) são transformados em nitrogênio (N₂) — gás que compõe a maior parte do ar atmosférico — e água; e os hidrocarbonetos (HC) são convertidos em vapor d’água e dióxido de carbono. Essa transformação é relevante porque esses poluentes têm efeitos diretos no organismo. Entre eles, o monóxido de carbono é um gás altamente tóxico e asfixiante, que reduz a capacidade do sangue de transportar oxigênio. A exposição pode causar tontura, fadiga e, em concentrações elevadas, levar à morte.
Sistema respiratório – Os óxidos de nitrogênio afetam diretamente o sistema respiratório, estando associados ao agravamento de doenças como asma, bronquite e enfisema. Já os hidrocarbonetos (HC) incluem compostos que podem ser tóxicos e até cancerígenos, além de estarem associados a irritações nos olhos, nariz e garganta e ao agravamento de problemas respiratórios. “Ao longo das últimas décadas, os catalisadores evoluíram significativamente e hoje são capazes de reduzir de forma expressiva a emissão de poluentes nocivos. Em um cenário de aumento da frota, essa tecnologia segue sendo essencial para mitigar os impactos da mobilidade na qualidade do ar e na saúde da população”, afirma Zoca.
Renato Ferraz, ex-Correio Braziliense, tem especialidade em jornalismo automobilístico.
Uma nova pesquisa realizada pelo instituto AtlasIntel, em parceria com a revista Semana, aponta que Abelardo de la Espriella, do movimento direitista Defensores da Pátria, lidera as intenções de voto para o segundo turno das eleições presidenciais de 2026 na Colômbia.
Com 52,6% da preferência do eleitorado, De la Espriella mantém uma vantagem sobre seu oponente, Iván Cepeda — líder da esquerda, que aparece com 44,8%. Os votos em branco somam 2,6%.
A série temporal do levantamento indica um movimento de consolidação da liderança de De la Espriella, que apresentou crescimento consistente desde maio, enquanto o grupo de eleitores indecisos ou que pretendem votar nulo/branco encolheu drasticamente.
No quesito rejeição, o cenário é polarizado: 57,6% das mulheres afirmam rejeitar mais Iván Cepeda, enquanto 65,1% dos jovens entre 18 e 24 anos rejeitam mais Abelardo de la Espriella.
O cenário eleitoral é fortemente influenciado pela percepção do atual governo. A pesquisa revela que a gestão de Gustavo Petro, que apoia a candidatura de Cepeda, enfrenta um alto índice de desaprovação, atingindo 55,2% da população colombiana. Por outro lado, 42,8% dos eleitores aprovam a forma como o atual presidente conduz o país, e 2,1% não souberam opinar.
A desaprovação de Petro é mais acentuada entre homens (48%) e eleitores na faixa etária de 45 a 59 anos (70,6%). Regionalmente, a região Central é a que mais desaprova o governo (60,9%), enquanto o maior apoio a Petro vem dos eleitores jovens de 18 a 24 anos, com 64,7% de aprovação.
A confiança do eleitorado para administrar áreas críticas do Estado está dividida entre os perfis dos dois candidatos. Enquanto Abelardo de la Espriella é o favorito em áreas ligadas à ordem e infraestrutura, Iván Cepeda apresenta melhor desempenho em pautas sociais e de sustentabilidade.
A pesquisa AtlasIntel/Semana contou com a participação de 3.681 entrevistados entre os dias 5 e 10 de junho de 2026, utilizando a metodologia de Recrutamento Digital Aleatório (Atlas RDR). A margem de erro é de dois pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%.
Por Betânia Santana Da Folha Política – Folha de Pernambuco
A presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), em Pernambuco ontem (12) desenhou uma disputa política silenciosa entre os dois principais postulantes ao governo do estado. O presidente nacional do PSB, João Campos, e a governadora Raquel Lyra (PSD) exploraram e desfrutaram das agendas, cada um em seu território.
O dia do vice-presidente começou com João Campos e o prefeito do Recife, Victor Marques, na assinatura da ordem de serviço para drenagem e urbanização de dois canais, um investimento de R$ 64 milhões, em parceria municipal e federal. O evento virou ato de pré-campanha.
Ovacionado, João Campos discursou, tirou selfies, recebeu abraços. Ciceroneando o correligionário, marcou presença em Suape. Não teve direito a voz, mas apareceu na foto da visita ao terminal, sem a governadora, que não havia chegado. Ficou na última fileira e saiu antes da fala de Raquel Lyra e Alckmin.
Em seu discurso, na solenidade de inauguração do novo terminal de contêineres da APM Terminals, em Suape, a governadora agradeceu ao vice-presidente e ao presidente Lula o compromisso com Pernambuco. Disse que o estado vive um novo momento e que o jogo virou.
Pontuou ações, registrou ter iniciado o Arco Metropolitano e lembrou a Alckmin que a segunda etapa da obra é com o governo federal. Não subiu em cadeira, mas segurou a bandeira do estado para mostrar o que deve unir todos. Foi aplaudida em vários momentos. Depois de Suape, seguiu para entregar duas creches no interior.
Sem liberação do TCU
Quem ouviu Geraldo Alckmin dizer que a Transnordestina tem recursos, está licitada e contratada — e só depende do TCU dizer “sim” para a obra começar — saiu de Suape com a sensação de que nem tão cedo o trecho da ferrovia em Pernambuco vai virar realidade. Garantiu trabalhar pela liberação, mas sem garantia de prazo.
Porto do Recife
Alckmin ainda assinou, com o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, ordem de serviço de R$ 108 milhões para dragagem e proteção de embarcações, no Porto de Recife. A vice-governadora Priscila Krause e o prefeito Victor Marques participaram do ato.
Teve início, há pouco, em Arcoverde, a 260 quilômetros do Recife, o 1º Forró do Magno. Boa música e alto astral dão o tom da festa. Além de uma deliciosa feijoada e um xerem com galinha de capoeira.
Venha que ainda dá tempo! As últimas mesas e senhas podem ser adquiridas pelo contato (87) 9.8824-0969, com Tayse Lira.