Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
O que Lula finge não enxergar
Há um detalhe nesta eleição que Lula (PT) finge que não enxerga: quem votou em Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno e sinaliza repetir a aposta no próximo domingo, no segundo turno, enxerga no candidato da direita o freio de arrumação no Supremo Tribunal Federal.
O eleitor de Flávio conhece o passado dele, suas fragilidades e sua incapacidade até de dar rumo ao País. Mas tem a certeza de que, ele eleito, já com uma maioria esmagadora de senadores e deputados num Congresso conservador e de direita, iniciará uma cruzada pelo impeachment de Alexandre de Moraes e de outros ministros da alta corte da justiça brasileira.
Leia maisO que, convenhamos, Lula não fará. Por isso, o voto em Flávio está cristalizado. Ninguém muda. De nada adianta Lula fazer pirotecnias, entre elas ir ao STF abrir o seu sigilo para constranger o adversário. Se essas coisas contagiassem o eleitor, o envolvimento de Flávio no escândalo do Master já o teria inviabilizado.
O que Lula precisa entender é que não se concebe que o Supremo que prendeu Bolsonaro sob acusação de golpe seja o mesmo que tem ministros envolvidos com Vorcaro, o dono do banco Master, a começar pelo relator da prisão do ex-presidente, Alexandre de Moraes, cuja esposa embolsou R$ 130 milhões num contrato para defender o banqueiro bandido. Isso gera indignação e repulsa por parte da sociedade.
Ninguém que vota em Flávio, portanto, acredita na sua inocência, nos seus propósitos ou nas suas propostas de governo para um Brasil melhor. Mas enxerga nele uma esperança de passar a limpo uma justiça injusta, que só enxerga do seu umbigo para baixo. Esta é uma eleição em que o mote STF está acima das questões partidárias ou ideológicas.
MORAES DERROTADO – A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou contra a abertura de uma investigação por abuso de autoridade contra o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), a partir de uma representação apresentada pelo ministro Alexandre de Moraes. Em documento sigiloso enviado ao presidente da Corte, Edson Fachin, no sábado, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que não há elementos suficientes para dar prosseguimento à apuração. Ao analisar a representação de Moraes contra Mendonça, a PGR afirmou que os relatórios internos da Polícia Federal que motivaram o conflito entre os ministros não constituem provas e tampouco demonstram a prática de crime de abuso de autoridade.

Nem celular usa – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, ontem, que vai enviar ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, uma autorização para que sejam abertos seus sigilos bancário e telefônico, assim como os de seus filhos, como Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. O presidente cobrou que o senador Flávio Bolsonaro (PL), seu adversário, faça o mesmo. Lula não tem telefone celular e utiliza para se comunicar o aparelho do ajudante de ordens e da primeira-dama, Janja da Silva. O presidente é pai de Lulinha, Lurian, Marcos, Sandro e Luis Claudio.
Sidônio na berlinda – O desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no debate da Band na noite de domingo ampliou as críticas à comunicação da campanha à reeleição do petista liderada pelo ministro da Secretaria da Comunicação Social, Sidônio Palmeira. Integrantes da equipe de Lula apontam que o petista deixou de apresentar propostas, deu respostas pouco firmes às acusações do adversário e transmitiu uma imagem de cansaço em alguns momentos. Sidônio foi o responsável pela preparação do presidente para o debate e estava sentado na primeira fileira da plateia no estúdio.
Só fez Lula tremer – Há um entendimento entre membros da campanha de que a postura de Sidônio transmitiu nervosismo ao presidente. O trabalho da comunicação vem sendo alvo de questionamentos desde o primeiro turno. O tom da propaganda eleitoral voltado ao legado do presidente foi criticado internamente. As cobranças aumentaram nos dias seguintes ao resultado da primeira etapa da disputa em que Flávio terminou dois pontos à frente de Lula.

É o vale-tudo para se salvar – O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) antecipou o calendário de pagamentos do Bolsa Família e todos os beneficiários irão receber os valores reajustados antes do segundo turno das eleições presidenciais, no próximo domingo. Pelo calendário original, os pagamentos seriam feitos entre ontem e o dia 30. Com a mudança nas datas, os beneficiários receberão o reajuste do Bolsa Família antes da disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL) no próximo domingo.
CURTAS
IMITOU – A decisão do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de antecipar o calendário de pagamentos do Bolsa Família, de modo que todos os beneficiários recebam os valores antes do segundo turno das eleições, tem precedente. Em 2022, o então presidente Jair Bolsonaro (PL) adotou o mesmo expediente.
PAROU – O canal de WhatsApp “Exército do Lula” está parado há mais de 12 horas, desde a internação de André Janones (Rede-MG) com arritmia cardíaca. Com a ausência do deputado, o canal de mobilização digital —o maior da campanha— está sem mensagens desde a madrugada de ontem. Janones é o único administrador e responsável pelo disparo de mensagens no canal que já reúne mais de 5 milhões de apoiadores.
LAVAREDA – Professor, cientista político e profundo conhecedor da leitura de pesquisas eleitorais, além de excelente formulador de estratégias políticas, Antônio Lavareda será o entrevistado de hoje do meu podcast Direto de Brasília, uma parceria com a Folha de Pernambuco, transmitido para 165 emissoras de rádio no Nordeste. Vai ao ar às 18 horas.
Perguntar não ofende: O debate da Globo também será de agressões e sem propostas?
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A PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifestou contra um pedido do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), para investigar André Mendonça, que também integra a Suprema Corte.
Com base em informações de relatórios da PF (Polícia Federal), Moraes havia apontado suspeitas de irregularidades na condução de Mendonça nos inquéritos sobre o Banco Master e sobre as fraudes no INSS.
A manifestação da PGR, contrária ao pedido de Moraes, foi encaminhada ao presidente do STF, Edson Fachin, no último sábado (17). As informações são da CNN.
Leia maisGonet afirmou que não viu irregularidade na atuação da PF de ter elaborado um relatório de inteligência sobre a conduta de André Mendonça, mas que não há elementos suficientes para abertura de investigação contra o magistrado.
“Os relatórios sugerem direção das investigações com vieses desafeiçoados da posição de neutralidade do magistrado incumbido de supervisionar os procedimentos policiais. A representação, contudo, não parece demonstrar que a conduta possa ser reconduzida a ato punido por algum tipo da Lei n. 13.869/2019, a Lei de Abuso de Autoridade, que é o tema que cabe examinar neste momento”, afirma.
O procurador-geral, porém, afirmou que a apuração contra Mendonça pode prosseguir caso o STF entenda ser necessário.
“Ao ver da Procuradoria-Geral da República, portanto, a representação não apresenta condições de ter seguimento, ressalvado entendimento em contrário do Plenário, titular da decisão de admitir ou recusar autorização para investigar integrante da Corte”, afirma.
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O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) prometeu ampliar a regularização fundiária no Pará e eliminar o que chamou de “entraves ambientais por razões ideológicas”. Durante uma motociata em Marabá, nesta segunda-feira (19/10), ele afirmou que pretende garantir aos produtores rurais mais liberdade para utilizar suas terras.
Flávio disse que ouviu de moradores paraenses o pedido para trabalhar sem impedimentos do governo. Segundo o senador, a proposta é promover o que classificou como “a maior regularização fundiária que o Pará já viu” e assegurar o direito à propriedade privada. As informações são do Metrópoles.
Leia mais“Você vai poder plantar, criar gado, vai fazer o que quiser na sua terra”, afirmou.
O presidenciável, no entanto, não detalhou como pretende implementar as medidas nem quais regras ambientais pretende alterar. O Pará reúne terras indígenas, unidades de conservação e áreas marcadas por conflitos fundiários, fatores que tornam a regularização das propriedades e o uso da terra temas complexos no estado.
Durante discurso, o senador também afirmou que pretende atuar em favor do desenvolvimento econômico da região amazônica. Ele criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e disse que o petista poderia retaliar o Pará após a derrota de aliados na eleição estadual.
“O atual presidente da República tem uma coisa no DNA dele: além da mentira e da corrupção, tem a vingança. Nosso governador Daniel se elegeu em primeiro turno contra os Barbalhos (aliados de Lula no Estado) e como o presidente Lula é vingativo, ele vai se vingar contra o povo do Pará”, disse Flávio Bolsonaro.
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Entidades sociais se reuniram nesta segunda-feira (19/10) em frente à sede da Meta, em São Paulo, para protestar contra uma suposta interferência da empresa estadunidense nas eleições presidenciais brasileiras.
Durante o protesto, os manifestantes criticaram a empresa por supostamente agir em favor do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) na campanha. Segundo os organizadores do ato, a Meta estaria boicotando conteúdos relacionados ao presidente Lula (PT) em benefício do adversário bolsonarista. As informações são do Metrópoles.
Leia maisAlém de ataques contra a Meta e Flávio Bolsonaro, os manifestantes também criticaram empresários como Elon Musk, dono da Space X, Jeff Bezos, dono da Amazon, e o próprio presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alegando que todos eles se beneficiariam caso Flávio fosse eleito presidente do Brasil.
Durante o ato nesta segunda, foram vistos bonecos infláveis satirizando Trump, Jeff Bezos, Elon Musk e de Mark Zuckerberg, diretor e fundador da Meta, além de diversas faixas pedindo a regulamentação de plataformas digitais, para que autoridades brasileiras possam controlar o algoritmos das redes sociais no Brasil. Confira imagens da manifestação:
Organizadores tinham planejado entregar uma carta assinada por movimentos sociais ao diretor-geral da Meta no Brasil, Conrado Leister, mas foram barrados pelos seguranças do prédio, que liberaram a ida dos organizadores apenas até a garagem falar com o assessor de Conrado, o que frustrou o movimento. A gigante de tecnologia é a controladora das plataformas Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads.
O Metrópoles entrou em contato com a Meta, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto.
No documento, pedem para que a Meta, “imediatamente e em prazo compatível com o calendário eleitoral”, proíba a veiculação de anúncios político-eleitorais do exterior, com bloqueio de pagamentos em moeda estrangeira, e restitua toda a receita auferida com anúncios eleitorais irregulares.
Também solicitam um painel público de transparência atualizado em tempo real, com o número de contas banidas, posts removidos e anúncios recusados/aprovados, discriminados por plataforma, além do restauro dos conteúdos removidos e as contas banidas por manifestação política legítima e conforme a regulamentação eleitoral.
Requerem ainda que a redução seletiva de alcance seja cessada e que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) seja notificado sobre todo e qualquer limite de distribuição, bem como que a Meta realize uma auditoria independente dos algoritmos das plataformas. As organizações da sociedade civil (OSC) exigem, da mesma forma, proteção especial a jornalistas, veículos de comunicação, movimentos sociais e organizações da sociedade civil e uma apuração interna de supostas violações já ocorridas.
Por fim, os movimentos pedem que a big tech reconheça publicamente “as falhas e violações ocorridas durante as eleições de 2026” e sugerem a seguinte mensagem a ser exibida no comunicado: “Reconhecemos que, durante as eleições de 2026, falhas técnicas nos nossos sistemas de publicidade, moderação e inteligência artificial afetaram a distribuição e a disponibilidade de conteúdos de usuários e de campanhas no Brasil, prejudicando, em especial, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva. Pedimos desculpas ao Brasil e aos eleitores”.
A carta é assinada pelas organizações não governamentais (ONGs) Código Não Binário, ARTIGO 19 Brasil e América do Sul e CTRL+Z. As entidades tentaram entregar a carta ao diretor-geral durante um ato contra as suspeitas de interferência da Meta na corrida eleitoral brasileira, realizado em frente à sede da gigante de tecnologia na Avenida Faria Lima, nº 3732, no Itaim Bibi, zona oeste de São Paulo.
A entrega, contudo, foi barrada pelos seguranças da big tech, que aceitaram somente que a carta fosse entregue a um assessor de imprensa na garagem do prédio, algo que não foi aceito pelos movimentos.
Ainda sobre esse tema, o ministro do TSE Marco Aurélio Bellizze deu 24 horas para que a big tech comprove isonomia na distribuição dos posts das campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O novo prazo foi estipulado após a empresa não cumprir o prazo inicial de 72 horas para prestar as informações.
Na última semana, a Justiça Eleitoral atendeu a um pedido da campanha do presidente Lula, candidato à reeleição, para que a Meta fosse obrigada a se explicar. A equipe do petista alega que a multinacional estaria favorecendo publicações da direita em detrimento de conteúdos do PT, o que infringe a lei eleitoral.
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Por Andreza Matais – Metrópoles
A federação PP-União Brasil vai abandonar Davi Alcolumbre (União-AP) na disputa pela presidência do Congresso. Ele se aliou ao presidente Lula, enquanto os dirigentes de seu partido estão com Flávio Bolsonaro (PL).
Alcolumbre tem se mostrado apreensivo com a possibilidade real de perder o posto a partir do próximo ano e buscado cooptar senadores novatos para votarem pela sua recondução.
Leia maisA coluna apurou que o senador oferece gabinetes em espaços privilegiados e presidências de comissões, colegiados responsáveis por analisar projetos de lei antes da votação em plenário.
Considerando também os parlamentares com mandato até 2031, a federação União Progressista deverá começar 2027 com 12 senadores: seis do PP e seis do União Brasil. Alcolumbre pode disputar a presidência de forma avulsa, sem o apoio do partido, mas isso torna sua recondução ainda mais difícil.
Nas últimas semanas, Alcolumbre fez dois movimentos para ajudar Lula. 1) pautou a escala 6X1 e 2) retirou de pauta a PEC da Segurança Pública para evitar a aprovação da maioridade penal, uma agenda de Bolsonaro e que constrange o PT. Antes disso, Alcolumbre segurou todos os pedidos de impeachment de ministros do STF.
Nesse tema, ministros do Supremo foram alertados de que se partirem para cima do Congresso, condenando o uso de emendas parlamentares, por exemplo, correm o risco de a Casa eleger um presidente de extrema direita e não um moderado de centro ou de direita.
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O deputado federal Silvio Costa Filho participou, nesta segunda-feira (19), de uma plenária no Recife em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ex-ministro de Portos e Aeroportos e líder da maioria na Câmara dos Deputados, ele afirmou que tem atuado em Pernambuco e em Brasília nas articulações em torno da candidatura petista e defendeu a continuidade dos investimentos federais no Estado.
“Estamos juntos ao lado do time do presidente Lula em defesa de Pernambuco e do Brasil”, afirmou Silvio. Durante o discurso, o deputado citou investimentos e obras realizados no Estado, entre eles adutoras, barragens, duplicações de estradas e os hospitais da Criança e da Mulher. “Foi um conjunto de obras que o presidente fez por Pernambuco”, declarou.
Silvio também defendeu a ampliação da votação de Lula em Pernambuco no segundo turno, marcado para o próximo domingo (25). “O povo de Pernambuco pode prestar no próximo domingo a maior homenagem ao presidente, que é fazer que o presidente seja o mais votado no nosso Estado”, disse. O deputado ainda pediu união entre partidos e lideranças do campo progressista nesta reta final da campanha.
O presidente nacional do PSB, João Campos, participou, na noite desta segunda-feira (19), no Recife, da plenária “Bora, Lula”, que reuniu cerca de 800 pessoas entre dirigentes partidários, lideranças comunitárias e militantes. Durante o encontro, o ex-prefeito da capital pernambucana afirmou que o Nordeste terá papel decisivo no segundo turno e defendeu a ampliação do diálogo com eleitores que não votaram em Lula no primeiro turno.
“O Nordeste tem um papel decisivo nessa eleição. E, mais do que o Nordeste em si, a gente precisa falar com aquelas pessoas que não votaram no primeiro turno ou que não pensam necessariamente como a gente”, afirmou. João também comparou sua experiência à frente da Prefeitura do Recife durante os governos de Jair Bolsonaro e de Lula. “Eu fui prefeito do Recife tendo Bolsonaro como presidente e tendo Lula como presidente. Não se compara”, declarou.
A plenária contou ainda com as presenças do prefeito Victor Marques, da senadora Teresa Leitão, do senador Humberto Costa, dos deputados federais Pedro Campos e Silvio Costa Filho, além de dirigentes partidários e representantes de legendas como PT, PSB, PCdoB, PV, PSOL e Cidadania. João afirmou que a mobilização deve continuar nesta terça-feira (20), com atos previstos em São Luís, Juazeiro e Petrolina.
A campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a acionar nesta segunda-feira (19) o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alegando que a Meta continua favorecendo a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL).
Segundo a campanha do petista, a empresa, que é responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, descumpre a decisão do TSE de garantir isonomia entre as candidaturas presidenciais no segundo turno. As informações são do g1.
Leia maisDe acordo com o pedido, a Meta continua produzindo e entregando conteúdos favoráveis a Flavio Bolsonaro a partir da ferramenta de inteligência.
Ao se pedir imagens relacionadas a “presidente”, “presidência da república” e “eleições”, ainda que atreladas a personagens fictícios ou figuras aleatórias, resultando em propagandas com o número “22”, independentemente do contexto do pedido.
A campanha de Lula sustenta ainda que o algoritmo da meta ao traduzir mensagens de apoio a Lula e contrárias a Flávio Bolsonaro, em comentários de publicações das redes sociais, distorce completamente o significado da mensagem inicial, invertendo-a, como por exemplo “Flávio futuro presidiário!!” para “Flávio future president!! [Flávio futuro presidente]” e “Nosso futuro presidiário” para “our future president [nosso futuro presidente”.
“Com isto, o eleitorado que consulta a ferramenta de IA da REPRESENTADA recebe propaganda do candidato adversário a partir de pedidos neutros, e o eleitorado que lê os comentários das publicações recebe, como tradução, o oposto do que o autor do comentário escreveu”, diz a ação.
Para a coligação de Lula, os novos fatos revelam que não há uma falha pontual como a Meta alegou, mas que o mecanismo generativo da META AI é deficiente e gravemente enviesado, sendo que a correção alega pela empresa não ocorreu e representa ato atentatório à dignidade da Justiça.
“Em outras palavras, a META não apenas mentiu para o Relator, em suas petições anteriores, como abertamente descumpriu o principal comando da ordem judicial originária, em nítido desrespeito à dignidade dos agentes do processo e da própria Justiça Eleitoral”.
A campanha pede que o TSE brigue a Meta a parar de gerar imagens políticas em suas ferramentas de inteligência artificial, que pare imediatamente de alterar as traduções dos comentários dos usuários e que a multa diária pelo descumprimento da ordem seja aumentada para R$ 1 milhão até que o problema seja resolvido por desrespeito à Justiça.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta segunda-feira (19/10), estar convencido de que vencerá o segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro. Durante a sabatina do SBT, o petista atribuiu a confiança à mobilização popular em defesa da democracia e à estratégia de recuperar votos em estados onde perdeu apoio no primeiro turno.
“Eu confesso para você que eu achei que a gente podia ganhar as eleições no primeiro turno. Tal era a performance das coisas que havia realizado no governo. Não deu para ganhar no primeiro turno, nós agora vamos ganhar no segundo turno”, declarou. As informações são do Correio Braziliense.
Leia maisQuestionado sobre pesquisas eleitorais divulgadas no mesmo dia, que apontaram redução da diferença entre ele e o adversário, Flávio Bolsonaro (PL), e sobre avaliações de especialistas de que teria atingido o limite de crescimento, Lula disse que a direita tem ampliado a força no Brasil e em outros países.
“Ninguém subestima a capacidade da direita nesse país e no mundo inteiro, porque ela tem crescido de forma, sabe, muito grande em quase todos os países do mundo. E nós sabemos o que representa o bolsonarismo, que representa a direita no Brasil”, afirmou.
O presidente destacou a participação de apoiadores na campanha e disse que o envolvimento da população tem sido uma novidade nesta disputa. Segundo ele, foram realizados entre mil e 1,7 mil movimentos em diferentes cidades no último fim de semana, com passeatas e carreatas.
“O povo está assumindo a responsabilidade da campanha, sobretudo porque o povo quer garantir a continuidade do processo democrático”, declarou. Para Lula, a mobilização é um dos fatores que sustentam sua expectativa de vitória em 25 de outubro.
Durante a entrevista, Lula também comparou a atual disputa com a eleição presidencial de 2002, quando enfrentou José Serra (PSDB). O presidente afirmou que aquela foi a eleição em que mais se frustrou por não conseguir vencer no primeiro turno.
Segundo ele, a confiança na vitória naquela ocasião era tão grande que chegou aos debates eleitorais com a sensação de que já estava eleito. Após o resultado, disse ter precisado discursar para levantar a moral da minha tropa”, relatou.
Desta vez, o presidente afirmou estar mais tranquilo diante da necessidade de disputar o segundo turno. Ele reconheceu perdas de votos em estados onde não esperava um desempenho desfavorável e disse que a campanha trabalha para reverter o cenário.
“Nós perdemos votos em alguns estados que a gente não imaginava perder voto. E nós agora estamos trabalhando para recuperar esse voto com ajuda de vários governadores do Nordeste”, afirmou.
Lula também mencionou a estratégia de ampliar sua votação no Sul e reduzir a diferença em São Paulo. O presidente disse acreditar que pode vencer em Minas Gerais e que um resultado favorável nesses estados pode garantir sua reeleição. “Estamos trabalhando para recuperar os votos no Sul, porque nós podemos ganhar eleições de Minas Gerais, nós podemos diminuir a diferença aqui em São Paulo e se isso acontecer, nós ganharemos as eleições como ganhamos as outras”, declarou.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta segunda-feira, 19, duvidar que o Congresso Nacional volte atrás no fim da escala de trabalho 6×1. Em entrevista ao SBT Brasil, o petista classificou a medida como uma “conquista do povo brasileiro” e disse que a mudança não representa apenas uma iniciativa de seu governo.
A sabatina foi realizada a seis dias do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo, 25, quando Lula disputa a reeleição contra o senador Flávio Bolsonaro (PL). As informações são do portal Terra.
Leia mais“Eu duvido [que o Congresso volte atrás], porque não é uma coisa do Lula, não é uma coisa do governo. O fim da escala 6×1 foi uma conquista do povo brasileiro”, declarou o presidente ao ser questionado sobre a possibilidade de a próxima composição do Congresso alterar a regra.
Lula afirmou que a redução da jornada de trabalho é uma reivindicação antiga e lembrou que a discussão já fazia parte das pautas do movimento sindical quando ele presidia o Sindicato dos Metalúrgicos, na década de 1980.
Segundo o presidente, enquanto algumas categorias já adotaram a jornada de cinco dias de trabalho para dois de descanso, outras ainda não conseguiram essa mudança. Ele defendeu que o novo modelo permita aos trabalhadores mais tempo para o lazer, para cuidar dos filhos, visitar parentes e viajar.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, na noite desta segunda-feira (19/10), durante sabatina no SBT, que o fim da escala 6×1 pode possibilitar negociações por categoria e que as especificidades de cada setor poderão ser discutidas.
Segundo Lula, a proposta não impõe uma regra única e fechada para todos os trabalhadores. As informações são do Metrópoles.
Leia mais“Você pode negociar as especificidades de cada categoria. Não é uma lei marcial que tem que aplicar… Você vai negociar aquilo que for necessário negociar para facilitar a vida dos trabalhadores e facilitar a continuidade de sobrevivência dos empresários”, declarou o petista.
Instantes depois, ao ser questionado sobre o risco de o novo Congresso reverter a mudança na Constituição, Lula afirmou haja retrocesso.
Disse também que a medida é uma consquista popular. “Eu duvido que tire porque não é uma coisa do Lula ou do governo. O fim da escala 6×1 foi uma conquista do povo brasileiro”, declarou.
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As emendas parlamentares poderão ser utilizadas para custear a gratuidade do transporte público coletivo aos fins de semana, segundo o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em sabatina do SBT nesta segunda-feira (19), o presidente afirmou que a proposta deve gerar discussões difíceis com o Congresso Nacional, mas demonstrou confiança de que os parlamentares apoiarão a iniciativa.
“Vai ser uma briguinha com o Congresso Nacional. Mas isso é uma parte da democracia. Todo deputado vai querer fazer uma concessão das suas emendas, para permitir que os seus eleitores possam passear no final de semana e visitar parentes. Eu, sinceramente, acho que não vai ter problema”, declarou. As informações são do SBT News.
Leia maisA proposta foi apresentada em meio à promulgação do fim da escala de trabalho 6×1. Lula relacionou as duas iniciativas ao defender que a ampliação do tempo livre dos trabalhadores precisa ser acompanhada de condições para aproveitar os dias de descanso, inclusive com atividades de lazer e visitas a familiares.
“Não adianta você dar dois dias para descansar e não ter como passear, ou visitar um parente. Então nós vamos fazer isso. De onde é que vai sair dinheiro? Nós vamos tirar das emendas parlamentares”, explicou.
A gratuidade do transporte aos fins de semana se soma a outras iniciativas anunciadas pelo governo nos últimos meses, durante a disputa eleitoral. Entre elas estão medidas relacionadas ao Bolsa Família, o programa Desenrola 3 e o Prospera MEI, voltado aos microempreendedores individuais (MEIs), com iniciativas de renegociação de dívidas.
A previsão mencionada pelo presidente é que a gratuidade comece a valer em 2027. Até lá, a proposta precisará avançar na definição do formato, das fontes de financiamento e dos mecanismos necessários para viabilizar a medida.
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