Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
O município de Petrolândia, no Sertão de Pernambuco, será palco, neste sábado (11) e domingo (12), do 1º Seminário “Todos por Itaparica”, evento que reunirá representantes de diversas instituições públicas e da sociedade civil para discutir os desafios e as soluções para os projetos de irrigação do Sistema Itaparica. A programação acontece na Escola EREM Maria Cavalcanti Nunes e contará com a participação de órgãos federais, estaduais e municipais, além de entidades como Codevasf, Embrapa, movimentos sociais, associações de produtores e comunidades tradicionais.
Entre os participantes confirmados está o deputado federal Fernando Monteiro (PSD), que deve contribuir com o debate sobre políticas públicas e investimentos voltados ao fortalecimento da agricultura irrigada e ao desenvolvimento sustentável da região. O seminário propõe discutir temas como infraestrutura hídrica e energética, manutenção dos sistemas de irrigação, sustentabilidade produtiva e a aprovação do projeto de retrofit dos perímetros irrigados. A iniciativa busca promover a integração entre agricultores, lideranças e instituições, reforçando a importância da articulação coletiva para garantir melhorias concretas para milhares de famílias que dependem do Sistema Itaparica.
Vero Notícias
A Polícia Federal (PF) instaurou um inquérito para apurar a existência de uma suposta estrutura de comunicação digital voltada a atacar adversários políticos criada e mantida pelo Governo de Pernambuco. A investigação foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
O procedimento ocorre em meio ao acúmulo de denúncias públicas feitas nos últimos meses envolvendo aliados da governadora Raquel Lyra. As suspeitas apontam para a possível existência de um núcleo organizado de atuação nas redes sociais, nos moldes do chamado “gabinete do ódio” da família Bolsonaro.
Em agosto de 2025, o presidente da Assembleia Legislativa (Alepe) denunciou publicamente um assessor do governo estadual por comandar uma “milícia digital”.
Segundo as declarações, o grupo atuaria por meio da disseminação de denúncias anônimas e campanhas nas redes sociais, prática que pode configurar abuso de poder político e uso indevido de estruturas públicas.
A investigação deve apurar se houve uso de recursos públicos, participação de agentes estatais e eventual organização criminosa voltada à produção dos ataques a adversários políticos.
A disputa de 2026 revela três estilos — e um eleitor ainda indeciso
Por Zé Américo Silva*
O Brasil de 2026 ainda não escolheu seu próximo presidente — mas já começou a escolher o estilo que quer ver no poder.
De um lado, Lula corre. Literalmente. Aos 80 anos, o presidente transforma a própria imagem em argumento político. Vídeos na academia, caminhadas aceleradas em eventos, gestos ensaiados para transmitir vigor. Mais do que governar, Lula parece empenhado em responder a uma pergunta silenciosa do eleitor: “ele aguenta?”. E responde com o corpo.
Do outro lado, Flávio Bolsonaro salta. Sua estratégia é movimento, energia, presença constante. Em eventos, especialmente com jovens, encena dinamismo e tenta consolidar-se como herdeiro de um campo político que permanece mobilizado. Não é apenas discurso — é performance. Flávio quer parecer novo, mesmo carregando um sobrenome que representa continuidade.
E então há Ronaldo Caiado. Que não corre. Não salta. Trabalha a imagem de quem entrega.
Enquanto seus adversários disputam percepção, Caiado disputa credibilidade. Sua entrada no jogo se dá pelo contraste: menos espetáculo, mais currículo. Menos gesto, mais histórico. É uma aposta clara — ocupar o espaço de uma direita que quer vencer, mas sem repetir os excessos da polarização.
Os números da pesquisa Meio/Ideia ajudam a organizar esse cenário. Lula lidera o primeiro turno com 40,4%, seguido de perto por Flávio Bolsonaro, com 37%. Não há folga. Há disputa.
No segundo turno, o dado é ainda mais revelador: Flávio aparece com 45,8% contra 45,5% de Lula — um empate técnico com leve vantagem do candidato da direita. O país segue dividido ao meio, como já esteve antes, mas agora com novos protagonistas.
Caiado, por sua vez, ainda aparece com 6,5% no primeiro turno. Um número modesto — mas politicamente relevante. Porque cresce. E cresce justamente no espaço onde há maior volatilidade.
E aqui está o dado mais importante da eleição até agora: mais da metade dos eleitores (51,4%) ainda pode mudar de voto.
Isso muda tudo.
Significa que Lula lidera, mas não consolida. Flávio cresce, mas ainda precisa provar que amplia. E Caiado aposta em algo raro na política recente: convencer, em vez de mobilizar.
Há, portanto, três campanhas em curso.
A de Lula, baseada na resistência — política e física.
A de Flávio, baseada na energia — ideológica e estética.
E a de Caiado, baseada na previsibilidade — administrativa e pragmática.
No fundo, o eleitor brasileiro está diante de uma escolha menos ideológica do que parece. Não se trata apenas de esquerda contra direita. Trata-se de estilo de liderança.
Quer um presidente que prove que ainda tem fôlego?
Um que encarne a continuidade de um projeto político já conhecido?
Ou um que ofereça a promessa de gestão sem espetáculo?
O problema — ou a oportunidade — é que o Brasil ainda não decidiu.
E, até decidir, vai assistir.
Um que corre, outro que salta e quem propõe entrega.
*Jornalista e consultor de marketing político
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado marcou para a próxima terça-feira (14) o depoimento do ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL). As informações são do portal G1.
Na mesma sessão, os parlamentares devem acompanhar a leitura do relatório do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) sobre os trabalhos do colegiado e votar o documento – que pode propor às autoridades o indiciamento de alvos da CPI e projetos de aperfeiçoamento da legislação.
A próxima terça é o último dia de funcionamento da comissão, instalada em novembro do ano passado. Os integrantes da comissão tentaram prorrogar os trabalhos, mas, segundo os parlamentares, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), decidiu não atender a esse pedido.
Além da frustração de não ter a prorrogação da CPI, os integrantes do colegiado tem se queixado de decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que têm desobrigado o comparecimento de convocados, o que pode se repetir em relação ao depoimento de Cláudio Castro.
O pré-candidato a deputado estadual Romerinho Jatobá segue ampliando sua base de apoio em Pernambuco e anunciou mais uma importante parceria política. Agora, seu time conta com o apoio do vereador Mano do Som, de Caruaru, reconhecido por sua atuação no Agreste e pelo trabalho desenvolvido junto à população local.
A adesão reforça o compromisso do projeto com lideranças que conhecem de perto a realidade do povo. “Seguimos fortalecendo nosso projeto com quem tem compromisso de verdade com o povo. Recebo com muita satisfação o apoio do vereador Mano do Som, um representante forte do Agreste que tem trabalho prestado e respeito na sua cidade”, destacou.
Veja
Na última pesquisa eleitoral do instituto Real Time Big Data, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com dez pontos a menos no estado de Pernambuco, um dos principais redutos petistas no Nordeste, na comparação com o total de votos que obteve na sua eleição e 2022. Para fazer o levantamento, o instituto ouviu 1.600 eleitores do estado entre os dias 7 e 8 de abril, gerando um índice de confiança de 95% e uma margem de erro de dois pontos percentuais.
Em 2022, Lula foi o candidato presidencial mais votado em Pernambuco (confirmando-se como o maior cabo eleitoral do estado), com quase 70% do total dos votos válidos: 66,93%. No levantamento feito neste mês, no entanto, o eleitor pernambucano parece estar menos certo sobre a manutenção do petista no comando do país, com 56% dos entrevistados afirmando que votariam nele no primeiro turno, uma redução de dez pontos.
Leia maisNos dois cenários de segundo turno desenhados pelo instituto, a redução também pôde ser percebida. Na eventual disputa contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Lula teria 59%, o que representa quase oito pontos a menos.
Já se o opositor for o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), a queda de Lula é menor junto ao eleitorado, mas ainda percebida, com o petista aparecendo com 62% das intenções de voto – redução de quase cinco pontos na comparação com 2022.
Pernambuco é a terra natal de Lula e costuma dar votações expressivas para ele. Com 7,1 milhões de eleitores, o estado é o sétimo maior colégio eleitoral do país e segundo maior do Nordeste. Em 2022, Jair Bolsonaro, que foi ao segundo turno com Lula, obteve apenas 33,07% no estado. Em alguns municípios, Lula chegou a ter mais de 90% do total de votos válidos.
Outro dado da mesma pesquisa que aponta para uma possível queda da percepção do eleitor pernambucano sobre Lula está na avaliação do governo. Quando questionados sobre o assunto, 60% dos entrevistados disseram aprovar a gestão – número próximo daqueles que disseram que votariam no petista.
Em outros termos, os entrevistados disseram considerar o governo Lula:
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) promove, neste fim de semana (11 e 12), mutirões para atendimentos extras nas cinco regiões do país. Ao todo, são oferecidas mais de 17 mil vagas, somando perícias médicas – realizadas pela Perícia Médica Federal do Ministério da Previdência Social – e avaliações sociais, a cargo do INSS. Ambas são etapas obrigatórias para a concessão de benefícios.
No Nordeste, o mutirão possui um volume significativo de atendimentos, registando a maior quantidade do país, são 10.838 vagas distribuídas entre os nove estados. Em Pernambuco, a ação reunirá serviços em diferentes municípios, entre perícias médicas e avaliações sociais, somam-se mais de mil vagas.
Leia mais– Recife (APS Encruzilhada): 1.180 perícias médicas
– Petrolina/ Serra Talhada: 70 avaliações sociais
– Garanhuns: 120 perícias médicas
– Caruaru: 265 perícias médicas
As perícias serão realizadas de forma presencial e por meio de Perícia Conectada, modalidade de teleatendimento que amplia o acesso da população aos serviços periciais, especialmente em localidades com menos disponibilidade de profissionais peritos.
A mobilização faz parte do conjunto de ações nacionais do INSS, visando garantir mais agilidade na análise dos benefícios, redução da demanda reprimida e ampliação do atendimento. Através da ação, o Instituto integra o esforço contínuo para otimizar o atendimento à população.
Mais informações sobre o mutirão nacional podem ser acessadas na matéria completa: https://www.gov.br/inss/pt-br/assuntos/inss-disponibiliza-17-mil-vagas-de-atendimento-em-mutirao-neste-fim-de-semana.
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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), mandou uma mensagem implícita na nota em que anuncia o agendamento, para 30 de abril, da sessão do Congresso que votará o veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria, que reduz as penas de Bolsonaro e golpistas condenados na trama golpista.
Ele ressaltou que o veto será o único item da pauta da sessão. O recado, nas entrelinhas, é o de que o senador não irá ler requerimentos de criação de CPI ou CPMI do Master. Interlocutores de Davi Alcolumbre confirmam essa intenção do presidente do Senado e do Congresso. As informações são do blog do Valdo Cruz.
Leia maisNa oposição, por sinal, já há um entendimento de que a CPI do Master não é prioridade por dois motivos:
Por sinal, até o dia da sessão do Congresso, não está descartada a possibilidade de alguns senadores retirarem suas assinaturas dos requerimentos de criação da CPI do Master.
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Folha de Pernambuco
O empresário Eduardo de Queiroz Monteiro, presidente do Grupo EQM e fundador da Folha de Pernambuco, será um dos seis homenageados na categoria Referências em Liderança da primeira edição do Prêmio Visão Agro Norte-Nordeste. O evento será realizado na noite desta quinta-feira (9), no Centro de Convenções Ruth Cardoso, em Maceió, Alagoas. Já o diretor de Comércio Exterior e Novos Negócios do Grupo EQM, Paulo Júlio de Mello Filho, também será um dos cinco agraciados na categoria Referência Executiva.
A Usina Cucaú, localizada em Rio Formoso, na Zona da Mata Sul de Pernambuco e que faz parte do Grupo EQM, ficará com o prêmio da categoria Melhores Usinas. A Cucaú está entre as principais produtoras de açúcar e etanol de Pernambuco e tem participação relevante no desenvolvimento econômico e social da região.
Leia maisEm fevereiro deste ano, a unidade completou 135 anos de história, consolidando uma trajetória marcada por permanência, modernização e presença ativa em um dos segmentos mais tradicionais da economia nordestina. Além de sua relevância industrial, a Cucaú também se destaca por sua atuação ligada à sustentabilidade.
No evento, uma das principais premiações do agronegócio no Norte e Nordeste, movimentando o networking e impulsionando a sustentabilidade e a produtividade no setor, estarão reunidos executivos, empresários e líderes do agronegócio em uma noite dedicada ao reconhecimento das empresas e profissionais que contribuem para o desenvolvimento do setor.
A cerimônia contará com representantes de usinas, grupos empresariais e empresas fornecedoras do setor sucroenergético, fortalecendo conexões e destacando a importância das iniciativas que impulsionam a produtividade, a inovação e o crescimento da bioenergia no país. O encontro, privado aos laureados e convidados, marca um momento especial de valorização do Norte e Nordeste, que possuem papel fundamental na produção de açúcar, etanol e energia renovável no Brasil, além de manter uma forte tradição ligada à cultura da cana-de-açúcar.
A realização do prêmio reforça o compromisso da Visão Agro, uma das principais plataformas de relacionamento e reconhecimento do agronegócio brasileiro, com forte presença no setor bioenergético, em reconhecer as empresas e lideranças que contribuem para o avanço do agronegócio brasileiro, valorizando o protagonismo das regiões Norte e Nordeste no desenvolvimento do setor.
O Prêmio Visão Agro, uma das principais premiações do setor bioenergético brasileiro, reconhece anualmente empresas, lideranças e iniciativas que impulsionam inovação, eficiência e sustentabilidade na cadeia da bioenergia. A premiação ocorre em diferentes edições, como o Prêmio Visão Agro Centro-Sul (PVCS) e o Prêmio Visão Agro Brasil (PVB), reunindo representantes das principais usinas, fornecedores e instituições do segmento.
Com categorias técnicas específicas e avaliação conduzida por um júri especializado, o prêmio consolidou-se como um reconhecimento de grande credibilidade no setor, destacando projetos e profissionais que contribuem para o avanço da indústria sucroenergética no país.
A primeira edição do Prêmio Visão Agro Norte-Nordeste conta com o patrocínio da Alcolina e da Dedini, além do apoio institucional da Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos do Agronegócio (Abramagro), Central Açucareira Santo Antônio, GTCA Engenharia Sucroenergética, NovaBio, São José Agroindustrial, Sindaçúcar-AL e Sindaçúcar-PE.
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O ex-ministro e deputado federal, Silvio Costa Filho, foi homenageado, nesta quinta-feira, pelo setor de seguros pelos serviços prestados à frente do Ministério que impulsionaram o setor em Pernambuco e no Brasil. A homenagem foi da SindSeg e contou com a presença do ex-ministro do Planejamento e presidente da CNseg, Diogo Oliveira.
Durante a solenidade, representantes do setor destacaram o papel estratégico desempenhado por Silvio Costa Filho no fortalecimento do ambiente regulatório e institucional do mercado de seguros, sobretudo em um momento de expansão de investimentos no país. Segundo eles, as ações conduzidas durante sua gestão contribuíram para ampliar a confiança de investidores e estimular o crescimento sustentável do setor.
Leia maisO segmento de seguros tem ganhado cada vez mais relevância no Brasil, sendo hoje considerado fundamental para garantir segurança jurídica e viabilizar a conclusão de grandes obras de infraestrutura. Projetos de rodovias, portos, aeroportos e energia dependem diretamente de instrumentos como seguros garantia e apólices específicas, que reduzem riscos e asseguram a continuidade das obras, mesmo diante de eventuais imprevistos.
Entre as principais realizações do Ministério de Portos e Aeroportos (MPOR) no tema seguros em 2025, destacam-se a assinatura de um protocolo de intenções com a CNseg; a participação na elaboração do Guia Prático de Seguros e Capitalização voltado para contratos de concessão e Parcerias Público-Privadas (PPPs); e a construção de um diagnóstico sobre seguros nos Terminais de Uso Privados (TUPs), em parceria com a Associação de Terminais Portuários (ATP).
Também foram realizados levantamentos de desafios relacionados aos produtos de seguros junto a entidades representativas do setor, como a Associação Brasileira de Rodovias (ABR), a Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP) e a Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias (ABEPH), que servirão de base para um grupo de trabalho específico. Além disso, o ministério passou a integrar o grupo de trabalho de Seguro Catástrofe da Susep.
Já em 2026, o avanço das políticas públicas voltadas ao setor foi consolidado com a criação do Grupo de Trabalho Seguros Infra, reunindo instituições como a CNseg, a Federação Nacional de Seguros Gerais (FENSEG), a Federação Nacional dos Corretores de Seguros (FENACOR), além de associações dos setores de portos e aeroportos e órgãos reguladores como a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e a própria Susep.
Outra iniciativa relevante foi o lançamento do Guia Técnico de Seguros, elaborado em conjunto com a CNseg, com ênfase no seguro de operador portuário — instrumento considerado essencial para dar mais previsibilidade e segurança às operações no setor.
Na avaliação de lideranças presentes, o avanço do setor está diretamente ligado à modernização de marcos legais e ao diálogo entre o poder público e a iniciativa privada — pontos que foram reforçados durante a atuação de Silvio Costa Filho no governo federal.
Ao agradecer a homenagem, o parlamentar destacou a importância do reconhecimento e reforçou seu compromisso com o desenvolvimento do país. “Recebo essa homenagem com muita gratidão e senso de responsabilidade. Seguiremos trabalhando para fortalecer o setor de seguros, ampliar a segurança jurídica e contribuir para que o Brasil avance com grandes obras de infraestrutura e geração de oportunidades para a população”, afirmou.
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Por Danilo Forte*
A eleição para o Tribunal de Contas da União (TCU), na próxima terça-feira, ultrapassou os limites burocráticos e interna corporis do passado. Não se trata de uma disputa interna qualquer, mas de uma escolha que definirá o equilíbrio entre os Poderes e a capacidade do Congresso Nacional de exercer plenamente suas prerrogativas constitucionais.
Reduzir esse processo a uma decisão de cúpula, como tem sido conduzido até agora, em nome da preservação de uma espécie de baronato no colegiado de líderes, é um grave erro. Sobretudo em uma legislatura que, em seu início, evocou Ulysses Guimarães e prometeu retomar a democracia interna da Câmara dos Deputados.
Leia maisÉ preciso romper com o modelo excessivamente centralizador, no qual decisões estratégicas são tomadas sem o devido diálogo com o conjunto dos congressistas. Por natureza, somos uma Casa plural – e seu norte deve ser a tradução da vontade do plenário, não o seu atropelo.
Mais do que nunca, essa eleição do TCU representa a preservação das prerrogativas do Poder Legislativo diante de movimentos claros, públicos e notórios que visam ao nosso enfraquecimento. Há pressões, tanto do atual governo e seu partido, o PT, quanto do Judiciário para limitar a autonomia do Congresso, reduzir o alcance das emendas parlamentares e, na marra, reconfigurar o equilíbrio da Constituição – que é de cunho parlamentarista.
Não estamos diante de uma disputa menor. Estamos diante da defesa do próprio papel do Congresso na democracia brasileira. Nesse contexto, é fundamental lembrar que o TCU cumpre função essencial. Como órgão auxiliar do Congresso, é peça-chave para garantir a correta execução das políticas públicas aprovadas pelo Legislativo, para fiscalizar o Executivo e, inclusive, para analisar e julgar as contas do presidente da República.
A escolha de seus membros, portanto, não pode ser tratada como moeda de negociação política, mas como uma afirmação inequívoca da independência e da força do Legislativo. publicidade Entregar essa posição ao atual governo —que, reiteradamente, destrata e busca diminuir o Congresso— em nome de acordos individuais apenas reforça essa lógica de enfraquecimento. Da mesma forma, é lamentável que setores da direita avancem em um movimento equivocado ao lançar uma candidatura que, na prática, beneficia o candidato do PT, fruto de uma negociação pouco transparente.
A direita precisa decidir se pretende, de fato, defender as instituições ou se continuará refém de acordos que fragilizam o próprio Congresso. Ceder essa posição estratégica ao PT, neste momento, é um equívoco de grandes proporções. Com influência crescente em outras esferas, inclusive no Supremo Tribunal Federal, a ocupação de mais esse espaço tende a enfraquecer o papel fiscalizador do TCU e a reduzir ainda mais a autonomia do Legislativo.
A centro-direita e o plenário estão prontos para as implicações dessa escolha? É uma pergunta que faço ao colegiado de líderes e aos parlamentares desse campo. Registro aqui, portanto, a coerência de minha candidatura, lastreada em uma trajetória parlamentar de quatro mandatos, sempre em defesa do Poder Legislativo. Construí essa história na prática: fui o autor das emendas impositivas, em 2014, garantindo a autonomia do congressista. E, em 2024, atuei para estabelecer o cronograma de pagamento dessas emendas, assegurando transparência e execução efetiva.
Essa não é uma eleição trivial. É uma escolha que definirá o lugar da Câmara dos Deputados no sistema político brasileiro. Defender o TCU como órgão técnico, independente e alinhado às prerrogativas do Legislativo é, acima de tudo, defender a democracia representativa.
*Advogado e deputado federal pelo PP do Ceará
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A Câmara Municipal de Santa Cruz da Baixa Verde aprovou, ontem, o Projeto de Lei nº 005/2026, que redefine os valores das diárias pagas a servidores públicos municipais durante viagens a serviço. A matéria foi aprovada por maioria, com 6 votos favoráveis e 3 contrários, mas o grande destaque da sessão foi a postura dos vereadores de oposição Nildo Alves, Lika da Bernarda e Joaquim Marques, que votaram contra o projeto e se posicionaram em defesa dos servidores municipais.
De acordo com a nova lei, o prefeito passará a receber R$ 900,00 em diárias dentro do estado e R$ 1.200,00 em viagens interestaduais. Já o vice-prefeito terá direito a R$ 700,00 (estadual) e R$ 1.000,00 (interestadual). Enquanto isso, servidores da base da administração — como motoristas, auxiliares administrativos, técnicos de enfermagem e outros — terão diária estadual fixada em apenas R$ 150,00, com R$ 200,00 para viagens interestaduais.
Os vereadores que votaram contra chamaram atenção para o fato de que, em dezembro de 2025, havia sido aprovado um valor de R$ 200,00 de diária para motoristas, o que representa agora uma redução de R$ 50,00. Para os parlamentares, a nova lei cria um cenário de desigualdade ao manter ou ampliar benefícios para o alto escalão, enquanto reduz valores destinados a quem está na linha de frente do serviço público.
