Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
Por Mariana de Sousa – JC
A convenção nacional do PSD oficializou, no domingo (26), a candidatura do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado à Presidência da República e de seu vice na chapa, Gilberto Kassab, presidente nacional da legenda. O evento, em São Paulo, teve lideranças do partido, mas sem a presença da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, estadual do partido, evidenciando as diferentes estratégias eleitorais adotadas pelo PSD nos estados.
A ausência ocorre poucos dias antes da convenção estadual do PSD que oficializará sua candidatura em busca da reeleição e reforça a estratégia da governadora de, assim como fez na disputa de 2022, concentrar esforços na disputa pernambucana, sem nacionalizar seu posicionamento, mesmo que seu partido possua um nome para a corrida presidencial.
Leia maisPara o cientista político Hely Ferreira, a estratégia pode trazer questionamentos sobre a relação entre a posição da governadora e a decisão tomada pelo próprio partido. Para ele, a estratégia que funcionou em 2022 pode não produzir o mesmo efeito na próxima disputa estadual.
“Se na eleição passada a postura funcionou, não significa que agora ela vai funcionar de novo em Pernambuco. O cenário era outro e outros fatores também facilitaram a postura de não deixar claro quem estava sendo apoiado.”
A posição de Raquel estaria em sintonia com o discurso adotado por Kassab desde que foi anunciado como companheiro de chapa de Caiado. Na ocasião, o dirigente evitou afirmar que a governadora apoiaria formalmente a candidatura presidencial do PSD em Pernambuco e afirmou que o partido respeitaria as “circunstâncias locais” de cada liderança, ressaltando que não haveria crise caso governadores construíssem alianças diferentes nos estados.
Na avaliação de Hely, porém, a situação ganha novos contornos com Kassab integrando a chapa presidencial. “Na hora em que você é filiado a um partido e não apoia o candidato, significa que está cometendo infidelidade partidária. Mesmo quando lideranças, e o próprio presidente Kassab, disseram que estariam liberados os apoio. Como vai ficar essa situação? O próprio partido tem uma governadora que não apoia seu candidato à Presidência da República?”, avalia o especialista.
O cientista político também afirma que a posição do PSD em relação ao governo federal contribui para alimentar esse debate. “O PSD joga dessa forma porque tem cargos dentro do governo Lula. Ao mesmo tempo em que lança um candidato de oposição à Presidência, mantém ministérios no governo federal. Como o partido quer ter credibilidade perante a população se o candidato faz oposição ao governo e, ao mesmo tempo, a legenda integra esse governo?”.
Hoje a legenda possui dois ministros na gestão do petista: Alexandre Silveira no comando de Minas e Energia, e André de Paula, em Agricultura e Pecuária.
Na avaliação dele, esse movimento reduz a capacidade de cobrança da direção nacional sobre seus próprios filiados. “A presidência nacional do partido não pode cobrar da governadora Raquel Lyra, nem dos demais filiados, uma posição clara e cristalina dentro do partido quando a própria legenda não abre mão dos cargos no governo federal.”
Segundo o cientista político, a ausência de lideranças nacionais na convenção também pode ser interpretada como um indicativo da estratégia adotada pelo partido. “A ausência de figuras do partido na convenção mostra o distanciamento que eles querem ter da própria candidatura oficial, entendendo que ela não tem, até o momento, força suficiente para ser competitiva. Se puderem se esconder e evitar a exposição, certamente irão fazer”, analisa.
O “não posicionamento” da governadora tem sido alvo de críticas de seus principais adversários, como a base do ex-prefeito do Recife João Campos (PSB). Eles afirmam que, ao mesmo tempo em que Raquel Lyra agradece com frequência ao presidente Lula (PT) por investimentos em Pernambuco, evita dizer de forma clara quem apoiará na disputa presidencial. Segundo o discurso de seus opositores, essa postura esconderia seu verdadeiro lado.
Hely Ferreira avalia que a estratégia de neutralidade pode ser mais difícil de sustentar no atual cenário político. “Nos parece que a postura que o PSD tem adotado na política nacional é uma espécie de Diana do pastoril: quer ser cordão azul e vermelho ao mesmo tempo, quer agradar a dois senhores. Mas, na política, quem tenta se posicionar dessa forma geralmente pode sofrer desgastes, porque existe uma cobrança natural”.
Leia menos
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) inorizou a crise com o presidente da Argentina, Javier Milei, ao ser questionado por jornalistas. “Quem é esse cara?”, respondeu Lula ao ser questionado sobre o presidente argentino.
“Como você viu essa história do Milei?”, perguntou o repórter Daniel Carvalho, da Bloomberg, enquanto Lula esperava o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, no Palácio do Itamaraty, em Brasília.
Leia mais“Eu? Quem é esse cara?”, respondeu Lula.
Milei participou da convenção nacional do PL que oficializou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como candidato à Presidência da República. Durante seu discurso na convenção, Milei fez ataques diretos a Lula e ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
O argentino chamou Lula de “presidiário” e Moraes de “lixo careca”. As declarações provocaram uma reação imediata do Itamaraty, que convocou o embaixador argentino em Brasília para prestar esclarecimentos. Também chamou de volta o embaixador brasileiro em Buenos Aires para consultas.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que a economia brasileira está melhor do que a Argentina e chamou Milei de “palhaço”.
O ministro afirmou que o risco-país brasileiro está melhor do que o argentino, e que o Brasil está com mínima de desemprego, de inflação, e recordes na balança comercial, assim como safra expressiva e desmatamento em queda.
“O palhaço do presidente da Argentina veio ao Brasil ontem e falou de Brasil, quando o risco-país da Argentina é muito mais alto, a dívida pública é muito mais alta, a inflação é muito mais alta”, declarou o ministro da Fazenda.
Antes do evento, integrantes do governo Lula afirmavam que não viam problema na presença de Milei em um ato partidário, mas avisavam que reagiriam caso o argentino fizesse comentários sobre temas internos do Brasil, como o sistema eleitoral, o governo federal ou autoridades brasileiras.
O Ministério das Relações Exteriores informou que o ministro Mauro Vieira e embaixador em Buenos Aires, Júlio Bitelli, se reuniram na tarde desta segunda-feira (27) no Palácio do Itamaraty para uma primeira avaliação da situação da relação bilateral com a Argentina.
Segundo o ministério, a conversa durou cerca de 40 minutos e os dois voltarão a conversar quando o Mauro Vieira retornar da viagem a Lima, capital do Peru, onde representará Lula na posse presidencial de Keiko Fujimori, na terça-feira (28).
Javier Milei foi um dos convidados que discursaram na convenção do PL. Ele esteve em São Paulo para o evento.
Em um discurso inflamado, o presidente argentino fez críticas ao socialismo, valorizou a chamada “onda azul” na América do Sul e chamou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, de “lixo careca” após ter negada uma visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Milei também associou a candidatura de Flávio ao que chamou de uma transformação política em curso na América Latina e chamou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de “presidiário”.
Segundo ele, países da região estariam abandonando governos de esquerda e adotando políticas liberais na economia, movimento ao qual o Brasil poderia se juntar.
Na última semana, a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu autorização ao ministro Moraes, que é relator do caso, para o encontro com o argentino. Moraes negou a solicitação.
No discurso durante o evento, Milei criticou a negativa. “A Justiça brasileira não me permitiu visitar meu amigo injustamente encarcerado, quando Lula se cansou de receber dirigentes estrangeiros enquanto esteve preso, entre eles o então presidente da Argentina, Alberto Fernández”, continuou.
“Isso não é nada além de mais uma clara demonstração da injustiça de sua detenção e do caráter vingativo de seus responsáveis”, completou.
Horas depois da declaração, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, reagiu às falas de Milei e afirmou que as declarações do presidente da Argentina sobre o ministro Moraes são uma “referência desrespeitosa a magistrado da mais alta Corte do País, feita em solo brasileiro”.
“Tomei conhecimento da declaração do Presidente da Argentina sobre Ministro do Supremo Tribunal Federal. Trata-se de referência desrespeitosa a magistrado da mais alta Corte do País, feita em solo brasileiro, por ato jurisdicional praticado conforme a Constituição e as leis da República Federativa do Brasil”, afirmou Fachin.
Leia menos
A sucessão de agendas nacionais cumpridas por Marília Arraes nas últimas semanas revela um movimento político que vai além da disputa eleitoral em Pernambuco. Mesmo mantendo uma intensa agenda no estado, a pré-candidata ao Senado ampliou sua participação nas articulações nacionais do campo progressista e passou a ocupar espaços de destaque em convenções, encontros e atos políticos realizados em diferentes regiões do país.
Na Convenção Nacional do PDT, em Brasília, coube a Marília receber o presidente Lula na chegada ao evento, conduzi-lo ao palco e fazer a saudação que antecedeu seu discurso. Um gesto que, mais do que protocolar, evidencia o espaço de confiança e interlocução que ela vem construindo no cenário nacional.
Sua presença, em diferentes agendas, ao lado de lideranças como Juliana Brizola, Manuela D’Ávila, Leila Barros, Benedita da Silva e Martha Rocha também reforça uma característica cada vez mais evidente de sua atuação: a capacidade de estabelecer pontes entre diferentes gerações, forças políticas e regiões do país.
A deputada federal Clarissa Tércio (PP) está sendo processada por uma empregada doméstica que diz ter trabalhado para ela ao longo de sete meses sem que a carteira de trabalho fosse assinada. A autora da ação, protocolada em maio deste ano, também afirma que a rotina de trabalho era “extensa e extenuante”. Ainda não há decisão sobre o caso.
Segundo a empregada, o “pacto laboral” durou de 22 de setembro de 2025 a 4 de abril de 2026 no âmbito “residencial/familiar” da deputada. Ela afirma que, durante todo o período, trabalhou em escala fixa de quatro dias por semana, às quintas, sextas, sábados e domingos. As informações são do Diario de Pernambuco.
A jornada, segundo o processo, era praticada das 7h às 19h, totalizando 12 horas diárias de trabalho. “Embora houvesse referência a intervalo para almoço, a Reclamante não usufruía integralmente 1 hora de intervalo intrajornada, permanecendo à disposição da Reclamada durante a maior parte do período diário de labor”, diz trecho do documento.
Leia maisA trabalhadora pede à Justiça o reconhecimento do vínculo de emprego doméstico, anotação da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) e que Clarissa Tércio pague cerca de R$ 64,7 mil relacionados a verbas rescisórias, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), horas extras, intervalo intrajornada, domingos e feriados trabalhados sem compensação, multas e indenização por dano moral.
Para requerer a indenização por dano moral, no valor de R$ 16 mil, a defesa da doméstica cita ausência de anotação da CTPS, informalidade contratual qualificada, ausência de recolhimentos previdenciários e fundiários, ausência de controle de jornada, jornada extensa de 12 horas diárias e não fruição integral do intervalo intrajornada.
A empregada doméstica também afirma ter interesse na realização de audiência de conciliação.
Ainda conforme os autos, a mulher recebia R$ 200 por dia trabalhado, tendo um pagamento mensal aproximado de R$ 3,2 mil. Ao todo, ela diz ter trabalhado 111 dias efetivos. Os pagamentos eram realizados mediante depósitos em dinheiro pela Caixa Econômica Federal.
A frequência de quatro dias trabalhados por semana supera o parâmetro previsto na lei sobre contrato de trabalho doméstico.
“O próprio Tribunal Superior do Trabalho consolidou entendimento de que a prestação de serviços domésticos por apenas dois dias na semana não configura vínculo de emprego, justamente porque a LC nº 150/2015 exige prestação por mais de dois dias semanais. Por consequência lógica, quando comprovada a prestação por quatro dias na semana, como ocorre no presente caso, resta preenchido o requisito objetivo da continuidade”, afirma a advogada da empregada na ação.
A advogada anexa diálogos entre a empregada e a secretária de Clarissa Tércio para demonstrar “comunicação vinculada à prestação dos serviços, bem como a existência de ordens, tratativas e encaminhamentos relacionados ao trabalho desempenhado”. Ela também diz ter prova testemunhal.
Audiência
Uma audiência foi agendada para a próxima sexta-feira (31) pela Vara Única do Trabalho de São Lourenço da Mata, no Grande Recife, do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT6). Caso a autora da ação não compareça, implicará no arquivamento do processo. Já se a defesa de Clarissa Tércio se ausentar, haverá verificação de revelia e aplicação da pena de confissão.
Em nota, Clarissa Tércio declara que não se manifestará publicamente sobre questão submetida à apreciação do Poder Judiciário. Segundo ela, “quaisquer esclarecimentos serão prestados exclusivamente nos autos do processo”.
Procurada, a defesa da empregada doméstica destacou que o processo ainda está em fase inicial e que o maior interesse é resolver da melhor forma possível, “utilizando das ferramentas conciliatórias”. Acrescenta também que o processo será tratado como “todos os demais casos do escritório, com responsabilidade, excelência e sobriedade”.
Leia menos
O deputado federal Fernando Monteiro (PSD) anunciou, neste domingo (26), a destinação de uma emenda parlamentar de quase R$ 1 milhão para a requalificação do Parque de Exposições Renato Moraes, em Sertânia. O anúncio foi feito durante a 52ª Exposição de Caprinos e Ovinos (Expocose). Segundo o parlamentar, os recursos serão utilizados para melhorias na estrutura do parque, a pedido da vereadora Patrícia.
Durante a visita ao evento, Fernando Monteiro afirmou que o investimento busca fortalecer a realização da Expocose e de outros eventos ligados à caprinovinocultura. “A Expocose já é uma referência para Pernambuco e, com esse investimento, terá uma estrutura ainda melhor para receber quem faz a força do campo”, disse. O deputado também participou da programação da feira ao lado da prefeita Pollyanna Abreu.
Ainda em Sertânia, Fernando Monteiro visitou as obras do programa Minha Casa, Minha Vida Rural destinadas a comunidades quilombolas do município. De acordo com o parlamentar, a iniciativa também contempla Serra Talhada, Buíque e Alagoinha, por meio de articulação com o Governo Federal para construção de moradias destinadas a famílias da zona rural.
O pré-candidato a deputado estadual Breno Araújo participou, neste domingo (26), da celebração do Dia dos Rodoviários, promovida pelo Sindicato dos Rodoviários de Pernambuco (Sintro-PE), e recebeu o apoio da entidade à sua pré-candidatura. O evento reuniu trabalhadores do transporte público e seus familiares no Recife, e contou com a presença do presidente do sindicato, Roberto Carlos, e do vereador Wilton Brito. “É uma alegria estar aqui celebrando essa data tão importante ao lado dos rodoviários de Pernambuco. Contem comigo nessa caminhada e na luta por mais valorização e melhores condições para os trabalhadores”, afirmou Breno.
A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia afirmou nesta segunda-feira, 27, que a democracia brasileira deve ser fortalecida sem interferências externas e defendeu que apenas os brasileiros têm legitimidade para decidir os rumos do país. As declarações foram feitas durante a reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), realizada em Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
Durante o evento, a ministra destacou a importância de preservar as instituições e advertiu contra iniciativas que possam enfraquecer o sistema democrático. Embora não tenha citado nomes ou governos, a fala ocorre em meio às recentes tensões diplomáticas envolvendo o Brasil e os Estados Unidos, após manifestações do governo do presidente norte-americano Donald Trump sobre a política brasileira. As informações são do Estadão.
Leia maisNa última semana, o Brasil negou o visto a oficiais dos EUA que pretendiam questionar urnas eletrônicas. Além disso há uma crise com a Argentina, após declarações do presidente Javier Milei contra Lula e Alexandre de Moraes. Ele chamou o presidente brasileiro de “presidiário” e o ministro do STF de “lixo careca”.
“É preciso fortalecer a democracia no Brasil e em todos os lugares do mundo, para que ninguém queira também interferir e fragilizar a nossa democracia”, afirmou.
Durante o discurso, a ministra ressaltou que a participação da sociedade e a produção científica são elementos essenciais para a consolidação do Estado Democrático de Direito. Segundo ela, espaços de debate, como a reunião da SBPC, contribuem para o fortalecimento das instituições e da democracia.
A magistrada também destacou que o compromisso com os valores democráticos exige vigilância permanente diante de qualquer tentativa de enfraquecimento institucional.
Leia menos
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta segunda-feira (27) um grupo de trabalho para acelerar o acordo Mercosul com a Coreia do Sul durante visita do presidente do país, Lee Jae-myung, ao Brasil.
O objetivo do grupo de trabalho é “identificar sensibilidades dos dois lados e evitar que elas sejam um empecilho para a retomada das negociações” de um acordo de livre comércio. As informações são da CNN
“Nesse grupo de trabalho, indiquei meu companheiro, o vice-presidente Geraldo Alckmin, para ser o coordenador do nosso grupo, para fazer com que a nossa relação possa andar mais rápido, e o presidente Lee indicou uma pessoa de confiança dele para facilitar os acordos entre Brasil e Coreia”, disse Lula.
Leia maisO chefe do Executivo também ressaltou a aproximação entre Brasil e o país asiático. “Há 11 anos não recebíamos uma visita de Estado de um presidente da Coreia do Sul. Essa também é a primeira vez que o presidente Lee vem ao Brasil. Janja tem o prazer de apresentar à primeira-dama um pouco da diversidade da cultura brasileira e receber a gentileza com a qual foi recebida em Seul”, afirmou.
As negociações para um acordo comercial foram lançadas em 2018 e, após anos de tratativas, voltaram a ganhar fôlego nos últimos meses. A avaliação no Planalto é de que o tarifaço global dos Estados Unidos tem incentivado países a firmar novos tratados e diversificar parceiros.
Em seu movimento mais recente, em abril, o governo federal realizou uma consulta pública para colher percepções do setor privado sobre o comércio de bens, serviços, investimentos, compras governamentais e demais aspectos de um possível tratado.
Em fevereiro, Lula viajou à Coreia do Sul para uma reunião com o presidente e empresários. No mesmo mês, os governos anunciaram expansão do comércio e da mineração.
A expectativa do Planalto é de que essa seja a última vez que Lula recebe chefes de Estado em Brasília até o fim das eleições de 2026. A única agenda internacional prevista é a viagem aos Estados Unidos para participação da Assembleia-Geral da ONU (Nações Unidas).
Leia menos
Por Bela Megale – O GLOBO
O governo dos Estados Unidos prepara uma resposta ao Brasil após a negativa de vistos para dois funcionários da gestão Donald Trump. A coluna conversou com representantes dos EUA no Brasil, que informaram que uma medida está em estudo, mas não deram detalhes sobre o que será feito.
A informação já chegou ao grupo de Eduardo Bolsonaro e seus aliados que vivem nos EUA, que acompanham os desdobramentos do caso.
Entre as medidas que estariam no radar há possíveis sanções individuais contra autoridades brasileiras.
Leia maisO Brasil negou os pedidos de visto para Riley Bernes e Samuel Samson, funcionários do Departamento de Estado americano, chefiado por Marco Rubio. O Itamaraty justificou a medida alegando que os americanos tinham o objetivo de questionar o sistema eleitoral brasileiro.
O jornal Washington Post revelou que o objetivo da viagem seria levantar dúvidas sobre a segurança do sistema de votação nacional.
A avaliação interna do Ministério das Relações Exteriores levou em consideração que o pedido de visto dos funcionários ligados a Rubio ocorreu em um momento em que o candidato à presidência Flávio Bolsonaro questionava as urnas eletrônicas em um evento com diplomatas. A conclusão foi a de que havia risco de instrumentalização da visita em um contexto eleitoral.
Leia menos
A Federação PSOL-Rede em Pernambuco realiza, neste domingo (2), a convenção estadual do grupo. O evento acontecerá na Casa Marielle Franco, no bairro do Derby, das 13h às 17h.
O encontro deve homologar as candidaturas majoritárias da federação, com o pré-candidato ao governo do estado Ivan Moraes (Psol), a pré-candidata a vice-governadora Alice Galbino (Rede) e o pré-candidato ao Senado Paulo Rubem Santiago (Rede), além dos candidatos proporcionais. As informações são do Blog da Folha?
Leia maisA convenção também reunirá militantes, dirigentes partidários e eleitores para apresentar o alinhamento do projeto político coletivo voltado ao bem-viver em Pernambuco.
Leia menos
O Comando Militar do Nordeste (CMNE) realiza, nesta terça-feira (29), no Forte Guararapes, no Recife, o VI Encontro da Rede Nordeste de Estudos Estratégicos e Inovação (ERENEEI). O evento reunirá militares, pesquisadores, professores, representantes da Base Industrial de Defesa e do setor produtivo para discutir temas relacionados à Defesa Nacional, inovação e geopolítica. Nesta edição, o encontro terá como tema “O saliente nordestino como vetor estratégico em cenários de conflito global”.
A programação prevê palestras e painéis sobre o contexto geopolítico do Nordeste brasileiro, o uso da inteligência artificial em conflitos contemporâneos, os impactos das novas tecnologias no ambiente operacional e os efeitos de conflitos internacionais envolvendo drones, mísseis balísticos e sistemas de defesa aérea. Também serão debatidas as transformações no cenário geopolítico mundial e seus reflexos para a Defesa Nacional.
Segundo o Comando Militar do Nordeste, o encontro tem como objetivo promover a integração entre o Exército Brasileiro, a academia, a Base Industrial de Defesa e outros setores da sociedade, além de incentivar o intercâmbio de conhecimentos e o desenvolvimento de pesquisas e soluções voltadas aos desafios estratégicos do país. A abertura do evento será às 8h e a imprensa foi convidada a acompanhar a programação.
O prefeito de Goiana, Marcílio Régio, realizou, nesta segunda-feira (27), uma visita técnica às obras da fábrica da Dragão, que está sendo construída às margens da BR-101, no município. Acompanhado da primeira-dama, Ana Silveira, o gestor foi recebido pelo diretor da empresa, João Abreu e Lima, e acompanhou o andamento da implantação da unidade industrial.
Durante a visita, foram discutidas as próximas etapas do empreendimento, que, segundo a prefeitura, representa a instalação de uma nova indústria em Goiana após 15 anos. O projeto integra o processo de expansão industrial do município e tem expectativa de gerar empregos e movimentar a economia local.
“Goiana volta a viver um novo ciclo de crescimento com a chegada da Dragão. Há 15 anos o município não recebia a instalação de uma nova indústria, e isso demonstra a confiança do setor produtivo no potencial da nossa cidade”, afirmou Marcílio Régio. O diretor da empresa, João Abreu e Lima, apresentou o cronograma de implantação da fábrica durante a visita.
