Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), deu 72 horas para o ministro André Mendonça, também do STF, se manifestar sobre pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) para suspender afastamento do diretor-geral da Polícia Federal (PF).
A AGU pediu nesta terça-feira (8) ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, para contestar a decisão monocrática do ministro André Mendonça que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
Leia maisNa peça, assinada pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, a AGU sustenta que há “grave lesão à ordem pública e administrativa”.
O órgão argumenta que o afastamento cautelar viola frontalmente a prerrogativa constitucional privativa do Presidente da República para prover e desprover cargos de direção da Polícia Federal.
Em nota, a AGU ressalta ainda que “a descontinuidade abrupta na gestão do órgão compromete o funcionamento das atividades de polícia judiciária e gera risco de desorganização institucional”.
De acordo com a petição da AGU, a escolha, nomeação e livre exoneração do diretor-geral da Polícia Federal são prerrogativas exclusivas do chefe do Poder Executivo federal.
“Diante do quadro de urgência, a AGU requereu a concessão de liminar para suspender imediatamente o afastamento dos dirigentes e a subsequente confirmação do pedido no mérito até manifestação definitiva do órgão competente”, diz nota.
A única exigência legal para o provimento do cargo de diretor-geral da PF é que ele seja ocupado por um integrante de classe especial da carreira de Delegado de Polícia Federal.
O recurso da AGU chega em meio a um cenário de extrema polarização dentro do próprio Supremo. O afastamento de Andrei Rodrigues e do diretor de inteligência, Leandro Almada da Costa, foi determinado por André Mendonça sob acusação de monitoramento ilegal do próprio ministro relator e do advogado-geral da União, Jorge Messias, por meio de relatórios de inteligência apócrifos.
Na Segunda Turma da Corte, o julgamento extraordinário virtual para referendar o afastamento formou maioria de 3 votos a 0 com as manifestações de Mendonça, Luiz Fux e Nunes Marques.
No entanto, a sessão eletrônica acabou suspensa por um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. Enquanto o colegiado não retoma as deliberações em definitivo, a decisão individual de Mendonça continua em vigor, mantendo Rodrigues afastado.
A decisão que afastou Andrei Rodrigues impõe ainda a abertura imediata de procedimentos investigatórios criminais e administrativo-disciplinares na Corregedoria da PF para apurar as circunstâncias de produção de relatórios de inteligência que monitoravam autoridades.
Mendonça determinou também a suspensão de qualquer produção ou compartilhamento de relatórios de inteligência voltados a analisar a atuação funcional de magistrados, da advocacia pública ou da atividade de polícia judiciária.
A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) defendeu que o caso seja levado com urgência à análise do plenário da Corte, composto atualmente por 10 ministros.
Os diretores da Polícia Federal manifestaram, por meio de uma nota, seu “total apoio” ao diretor-geral afastado Andrei Rodrigues e colocaram seus cargos à disposição para o delegado William Marcel Murad, diretor-geral substituto que assumiu a corporação com o afastamento.
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O senador Humberto Costa (PT), candidato à reeleição, defendeu, durante sabatina promovida pela Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), o avanço do trecho pernambucano da Ferrovia Transnordestina e apontou a entrada da Petrobras como sócia do empreendimento como alternativa para viabilizar a obra. Segundo ele, a estatal poderia utilizar a ferrovia para escoar a produção de óleo diesel, instalar uma central de distribuição em Salgueiro e, com a expansão da malha, alcançar outras regiões do país pela Ferrovia Norte-Sul.
Humberto afirmou ainda que estudos já realizados apontam viabilidade para o projeto e citou análise da Sudene que estima ganho social de R$ 4,7 bilhões. O senador também defendeu a criação de um comitê estadual permanente, com participação de empresários, representantes do Governo de Pernambuco, da bancada federal, pesquisadores e sociedade civil, para acompanhar o andamento da obra. “A Petrobras pode entrar como sócia temporária desse projeto. Mais à frente, quando houver interesse de outros grupos em assumir a concessão, ela pode vender sua participação ou seguir utilizando”, afirmou.
Durante a sabatina, Humberto também se posicionou a favor do fim da escala 6×1. Segundo ele, as empresas teriam condições de se adaptar à mudança e o modelo em discussão prevê um período de transição. “O importante é destravar a obra agora, porque a Transnordestina não é só importante para Pernambuco, é estratégica para todo o Nordeste”, declarou.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) cumpriu agenda nesta terça-feira (8), em Serra Talhada, no Sertão. Durante a passagem pelo município, prometeu implantar um Centro de Diagnóstico e Tratamento de Câncer e participou da procissão de encerramento da 236ª Festa de Nossa Senhora da Penha.
A promessa foi feita durante uma roda de conversa com quatro mulheres que realizam tratamento oncológico pela rede pública. Segundo João, o centro seria implantado a partir da ampliação dos serviços de oncologia do Hospital Governador Eduardo Campos (HEC), com diagnóstico, quimioterapia, radioterapia e exames especializados. As pacientes relataram que chegam a enfrentar cerca de sete horas de viagem de ônibus até o Recife para realizar o tratamento. “Nosso compromisso é implantar, a partir do próximo ano, o Centro de Diagnóstico e Tratamento de Câncer do Sertão, aqui em Serra Talhada”, afirmou.
Na sequência da agenda, João acompanhou a procissão de Nossa Senhora da Penha ao lado da prefeita Márcia Conrado (PT), do candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), do candidato a deputado estadual Breno Araújo e de lideranças locais. A celebração, realizada entre 29 de agosto e 8 de setembro, encerrou nesta terça-feira a programação dedicada à padroeira de Serra Talhada, que incluiu missas, novenas e procissões.
Por Míriam Leitão – O GLOBO
São homens, filiados majoritariamente a partidos do campo da direita, a maioria dos candidatos que fazem uso de termos religiosos no nome de urna. Estudo da série Perfil do Poder, produzido pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) em parceria com o Common Data, identificou 445 candidaturas com esse perfil. O levantamento aponta que 66,3% são homens e que 56,6% concorrem por partidos classificados como de direita.
O estudo mostra ainda uma concentração desse tipo de designação entre candidatos a deputado estadual, que representam 51,5% dos registros, e a deputado federal, com 40,7%. Juntas, as duas categorias correspondem a 92,2% das 445 candidaturas identificadas. Regionalmente, a maior parte dos registros está concentrada no Nordeste (33,9%) e no Sudeste (32,4%).
Leia maisO termo “pastor” é, de longe, o mais utilizado pelas candidaturas e aparece em 64% dos registros identificados. Entre os cinco termos mais usados estão ainda “irmão” (9,4%), “missionário” (8,8%), “bispo” (7%) e “mãe” (3,4%).
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou de um evento no Palácio do Planalto nesta terça-feira, dia em que o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, mas não fez qualquer menção ao episódio durante seu discurso.
Lula discursou em uma cerimônia sobre unidades de conservação, realizada em alusão ao Dia da Amazônia. Ao longo da fala, o presidente se concentrou em temas ambientais e nas ações de seu governo para a proteção da floresta. As informações são do jornal O GLOBO.
O silêncio se repetiu nas redes sociais. Lula fez publicações ao longo do dia, mas, até o fim da tarde, não havia se pronunciado diretamente sobre o afastamento de Andrei ou sobre a decisão de Mendonça.
Leia maisA determinação do ministro atingiu diretamente a cúpula da PF. Além de Andrei, Mendonça afastou o diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada. Andrei foi escolhido por Lula para comandar a corporação no início de seu terceiro mandato.
A Segunda Turma do STF chegou a formar maioria nesta terça-feira para manter a determinação de Mendonça, mas o julgamento foi interrompido por um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. Enquanto a análise não é concluída, a liminar que afastou os dois integrantes da PF continua em vigor.
A Advocacia-Geral da União (AGU) vai recorrer do afastamento de Andrei, sob o argumento de que a decisão invade uma atribuição do presidente da República relacionada ao comando da Polícia Federal.
Nos bastidores, porém, o caso mobilizou o Planalto ao longo do dia. Lula se reuniu com auxiliares, entre eles o advogado-geral da União, Jorge Messias, enquanto o governo discutia a resposta à decisão do Supremo.
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Titular do Ministério da Defesa desde o primeiro dia do governo Lula (PT), o pernambucano José Múcio Monteiro comemora os avanços na área, embora reconheça que há muito o que fazer. Defensor desde o primeiro momento de que o país precisa ampliar seu investimento na área da segurança e soberania, ele ressalta que o tema tem sido abordado por todos os candidatos à Presidência da República nesta eleição.
“A questão da Defesa melhorou muito. Veja que todos os candidatos a presidente estão falando em defesa, o que não se falava. O presidente Lula (PT) disse que uma das pastas prioritárias no segundo mandato será a Defesa. A grande vitória nossa foi trazermos para a discussão. Temos excelentes soldados no Exército, na Marinha, nas Forças Armadas, mas precisamos de instrumentos. Não para enfrentar ninguém, mas para defender o nosso país”, disse José Múcio, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.
Leia mais“Tem uma coisa importantíssima que é a previsibilidade orçamentária. Enquanto não se aprovar isso, seremos sempre os pedintes. Qualquer presidente que tiver que escolher entre colocar recurso na defesa ou na saúde, vai botar na saúde, ou na educação. Nos países que se preocupam com Defesa, tem uma previsibilidade de tantos por cento e ninguém mexe. Você prepara o resto do orçamento, separando o que foi para a Defesa. O que precisa aqui é previsibilidade orçamentária. No ano passado, investimos em torno de 1,1% do PIB, enquanto a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) recomenda que sejam 5%”, observou.
“O presidente Lula tem sido extremamente sensível com isso. Vamos ter um bom orçamento no ano que vem. Não é o que precisamos, mas é bom. Na nossa fronteira, temos 20 mil homens em 17 mil quilômetros. Não é nada. A República Dominicana tem 300 quilômetros de fronteira com o Haiti, e tem 13 mil homens lá. Precisamos ser mais rigorosos na defesa do nosso território”, ponderou José Múcio. “Mas veja, a questão dos recursos não é uma construção rápida. Quando você encomenda um produto de defesa, é o que mais se vende no mundo. Nada é no curto prazo. Precisamos ter previsibilidade para fazer o contrato e pagar as prestações. Há quatro anos falo diuturnamente nesse assunto”, completou.
Segundo ele, o Brasil precisaria investir entre 2,5% e 3% do PIB na Defesa. “Por conta da riqueza que somos. O Uruguai investe 2% do PIB, a Colômbia 3,2%, o Peru 2%. Estamos entre os menores investimentos da América Latina. Agora, defesa é investimento que não dá voto. É como plano de saúde, tem que ter o melhor e torcer para não precisar usar. Precisamos investir em defesa para dissuasão. Temos tudo o que se discute de valor no mundo. Temos petróleo, gás, quase 17 mil quilômetros de fronteira seca, 8.500 quilômetros de fronteira marítima, terras raras, a maior reserva de água doce, uma reserva florestal que o mundo se preocupa, então precisamos cuidar mais de nós. Nossos grandes adversários estão aqui. Precisamos saber o que queremos, o que somos”, concluiu.
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Há três anos e nove meses comandando o Ministério da Defesa, o pernambucano José Múcio Monteiro conseguiu o que parecia impossível no início do Governo Lula (PT): pacificar a relação da classe política com as Forças Armadas, que foi ainda mais abalada logo na primeira semana de gestão, após os ataques de 8 de janeiro de 2023.
Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ele afirmou que sua intenção era apenas passar uma chuva na Esplanada, mas já é o segundo mais longevo na missão, atrás apenas de Nelson Jobim, que ficou entre junho de 2007 e agosto de 2011, entre as presidências de Lula e Dilma Rousseff (PT).
Leia mais“Acho que foi da política que eu trouxe as ferramentas para trabalhar aqui no Ministério da Defesa. Foi por isso que o presidente Lula, quando me convidou, falou que iria me botar num lugar em que eu era necessário. Fomos uma ponte entre a política e as Forças, e tenho impressão de que conseguimos esse objetivo (de pacificar)”, celebrou José Múcio.
“Vim para passar um ano. Acho que fui a pessoa que mais entregou o lugar na vida pública brasileira (risos). E o presidente, que é um sedutor, me convencia a ficar mais um ano. Já sou o segundo mais longevo aqui no Ministério da Defesa”, brincou o auxiliar do petista.
José Múcio disse torcer pela reeleição do presidente no próximo mês, mas se mostra reticente quanto a continuar na pasta – e, consequentemente, bater o ‘recorde’ de Jobim. “Continuo torcendo pelo presidente. Estou querendo ir para a arquibancada. É aquele lugar que quero, vou pegar bandeira e vou torcer para que o presidente continue construindo esse país do jeito que ele imaginou”, concluiu José Múcio.
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A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu, nesta terça-feira (8/9), em caráter de urgência, que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, suspenda a decisão de André Mendonça que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada.
O documento, assinado pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, e por outros integrantes da direção da AGU, sustenta a existência de grave lesão à ordem pública e administrativa. As informações são do Metrópoles.
Leia maisO órgão argumenta que o afastamento cautelar viola frontalmente a prerrogativa constitucional privativa do presidente da República para prover e desprover cargos de direção da Polícia Federal. Além disso, destaca “que a descontinuidade abrupta na gestão do órgão compromete o funcionamento das atividades de polícia judiciária e gera risco de desorganização institucional”.
Segundo a petição, o conjunto de fatos atrelado à produção e à divulgação de relatórios de inteligência da PF já se encontrava sob a condução direta da presidência da Suprema Corte desde 3 de setembro de 2026, nos autos da PET nº 16.704/DF.
Esse procedimento delimitou pontos de investigação e concedeu prazo de cinco dias úteis para manifestação de autoridades, inclusive dos diretores da PF afastados. Para a União, a decisão monocrática de André Mendonça antecipou juízos cautelares e submeteu ao referendo da Segunda Turma do STF matéria indicada pelo próprio ministro-relator como de competência do plenário.
Diante do quadro de urgência, a AGU requereu a concessão de liminar para suspender imediatamente o afastamento dos dirigentes e a subsequente confirmação do pedido no mérito até manifestação definitiva do órgão competente.
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Se Pernambuco vive hoje uma disputa polarizada, a situação não é uma novidade. Quarenta anos atrás, o atual ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, viveu um momento parecido, enfrentando o ex-governador Miguel Arraes numa das eleições mais duras da história do estado. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o atual auxiliar de Lula relembrou com carinho aquele momento. “Eu existo por causa daquela derrota”, afirmou.
“Tudo valeu a pena naquela eleição. Não me arrependo de nada do que fiz. Depois dali, fui deputado federal por cinco mandatos, líder do governo Lula, ministro das Relações Institucionais, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) e agora ministro da Defesa. Se não tivesse perdido aquela eleição, não teria a história política que construí ao longo dos anos”, reconhece o pernambucano.
Leia maisEntre os principais momentos, José Múcio aponta o debate na TV Globo como aquele que não sai de sua cabeça, especialmente nos tempos atuais. “Não consigo esquecer do debate, um debate de respeito. Eu chamava doutor Arraes de senhor, pedia ‘por favor’, usando o que a elegância e a educação nos impõem fazer. Teve uma coisa curiosa. Eu tinha 37 anos e representava o passado, todo o contencioso político que havia. E Arraes com 70 anos representava o futuro. Os jovens votavam nele, enquanto os mais velhos votavam em mim. Mas foi uma coisa muito respeitosa. Ali fundamos uma amizade que perdurou até ele nos deixar, em 2005. Ele dizia que a vitória dele foi valorizada pelo estilo da campanha que impusemos. E eu existo por conta daquela derrota”, colocou José Múcio.
O ministro ainda fez um paralelo com o passado e o momento atual, por conta do risco que havia quanto à democracia, recém-conquistada em 1985. “Quando meu pai dizia que eu tinha que ser engenheiro, eu questionava minha vocação. Mas acho que ele acertou, porque sempre fui um construtor de pontes e estava presente nas polarizações. Em 1986, eu estava numa fase do passado e estávamos reconstruindo a democracia no Brasil. Dessa vez é a mesma coisa. Quando o presidente me chamou pra ser ministro da Defesa dele, não era minha vocação, mas vim para construir pontes. Pena que a política esteja tão polarizada e que as pessoas não respeitem as opiniões contrárias, que é o princípio básico da democracia. Nesse sentido, foi um trabalho parecido”, concluiu.
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Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
O candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP/UP) recebeu o apoio do presidente da Câmara Municipal de Sertânia, Vando do Caroá (PL), e de outros sete vereadores do município. Também declararam apoio a Damião Silva, Rielson de Algodões, Doia, Junhão Lins, André Chaves Gijio, Patricia de Júnior do Posto e Luiz Abel.
Eduardo da Fonte integra a chapa majoritária da governadora Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição, e tem participado de agendas políticas ao lado dela em diferentes regiões de Pernambuco. O outro candidato ao Senado na chapa é Túlio Gadêlha (PSD).
“Receber o apoio da maioria dos vereadores de Sertânia aumenta ainda mais a nossa responsabilidade. É uma demonstração de confiança no trabalho que construímos por Pernambuco e no projeto que estamos levando ao Senado ao lado da governadora Raquel Lyra”, afirmou Eduardo da Fonte.
Um vídeo enviado ao blog mostra as condições de abandono de um trecho da PE-499, no Sertão de Pernambuco. Nas imagens, é possível ver diversos buracos e pontos de desgaste no asfalto ao longo da pista.
Conhecida como Estrada da Cebola, a PE-499 teve um trecho de 31,96 quilômetros, entre Terra Nova e Cabrobó, pavimentado pelo Governo Raquel Lyra e entregue em maio de 2024. A obra recebeu investimento de R$ 41,1 milhões e incluiu serviços de terraplenagem, pavimentação, drenagem e sinalização.
