Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
O ex-prefeito de Condado, Cassiano, declarou apoio ao projeto de reeleição do deputado federal Silvio Costa Filho e do deputado estadual Sileno Guedes. Gestor por dois mandatos no município da Mata Norte, Cassiano construiu uma trajetória marcada por investimentos em infraestrutura, educação e fortalecimento das políticas públicas, consolidando-se como uma das principais lideranças políticas da região.
Ao anunciar o apoio, Cassiano destacou a atuação dos parlamentares em favor da Mata Norte e a parceria mantida com os municípios da região. “Silvio Costa Filho e Sileno Guedes têm um trabalho reconhecido em toda a Mata Norte. São parlamentares que sempre estiveram presentes, destinando recursos, defendendo investimentos e contribuindo para o desenvolvimento dos nossos municípios. Por isso, decidi caminhar ao lado deles nesse projeto de continuidade, porque sei do compromisso que ambos têm com a nossa gente”, afirmou.
Leia maisCassiano ressaltou ainda que os investimentos articulados pelos dois parlamentares têm gerado resultados concretos para a população, fortalecendo áreas essenciais como saúde, infraestrutura e assistência social.
Ao agradecer o apoio, Silvio Costa Filho destacou a importância da adesão de Cassiano ao seu projeto de reeleição. “Recebo com muita alegria o apoio de Cassiano, uma liderança respeitada e que conhece de perto as necessidades da população da Mata Norte. Essa parceria juntamente com o deputado Sileno Guedes reforça nosso compromisso de continuar trabalhando por mais investimentos, oportunidades e qualidade de vida para os pernambucanos. Tenho certeza de que seguiremos construindo muitas conquistas para a região ao lado de Cassiano e de Sileno”, declarou o deputado federal.
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Petrolina ganhará um novo marco de fé, devoção e turismo religioso. O prefeito Simão Durando anunciou a construção de uma escultura gigante de Nossa Senhora Rainha dos Anjos, padroeira do município, que será instalada no topo da Serra da Santa. Com cerca de 20 metros de altura, o equivalente a um prédio de sete andares, a obra será assinada pelo renomado artista plástico Ranilson Viana, reconhecido internacionalmente por suas esculturas sacras. Todo o projeto foi previamente apresentado e aprovado pela Diocese de Petrolina e pelo bispo Dom Antônio Carlos Cruz.
Além da nova imagem, o projeto prevê uma ampla requalificação do complexo religioso já existente na Serra da Santa. Estão previstas a reforma da Capela de Nossa Senhora de Lourdes, a revitalização e ampliação da escadaria de acesso, a construção de um novo mirante em um nível superior e a implantação de uma casa de velas na base da escultura. Também será criada uma via pavimentada de acesso ao topo da serra, garantindo acessibilidade para idosos, pessoas com deficiência e visitantes de todas as idades. A proposta é transformar o local em um dos principais polos de turismo religioso do interior nordestino.
Leia maisTradicional ponto de romarias e peregrinações, a Serra da Santa já integra o roteiro de fé da região, reunindo devotos de Nossa Senhora de Lourdes, participantes da tradicional Caminhada de São Miguel e visitantes que buscam momentos de espiritualidade e contemplação. Com a chegada da imagem de Nossa Senhora Rainha dos Anjos, o espaço ganhará ainda mais relevância, ampliando a capacidade de receber visitantes e fortalecendo a economia ligada ao turismo religioso. A expectativa é que o monumento passe a atrair peregrinos e turistas de diversas regiões do Brasil, consolidando Petrolina como destino de fé, cultura e contemplação.
Durante o anúncio, o prefeito Simão Durando destacou que o monumento será um símbolo permanente da identidade petrolinense. “Aqui na Serra da Santa, Petrolina vai ganhar uma imagem gigante de Nossa Senhora Rainha dos Anjos, padroeira da nossa cidade. A Serra da Santa vai se tornar cada vez mais um espaço de fé e peregrinação. Assim como o Cristo Redentor se tornou um símbolo do Brasil e a estátua de Padre Cícero movimenta Juazeiro do Norte, Petrolina também vai fortalecer sua identidade através da fé. Mais do que uma imagem, será um símbolo de devoção para o nosso povo”, afirmou.
Responsável pela execução da obra, Ranilson Viana comemorou a oportunidade de eternizar sua arte em sua cidade natal. “Para mim era um sonho. Em todo o Brasil as pessoas me perguntam qual é a grande obra que tenho em Petrolina. Com a chegada dessa imagem, vamos deixar um legado para as próximas gerações. Será uma obra que ficará na história não apenas de Petrolina e de Pernambuco, mas também do Brasil. Além de fortalecer a fé, ela impulsionará um dos segmentos que mais cresce no mundo, que é o turismo religioso”, ressaltou o artista.
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Por Dra. Ricarda Samara*
Quando assumimos a missão de conduzir a Secretaria Municipal de Saúde do Cabo de Santo Agostinho, sabíamos que os desafios seriam imensos. Encontramos dificuldades estruturais, demandas reprimidas e uma população ansiosa por uma saúde mais acessível, mais resolutiva e mais humana. Mas também encontramos algo ainda mais forte: pessoas dispostas a acreditar que era possível transformar.
Hoje, ao completar um ano à frente da pasta, o sentimento que nos define é a gratidão. Gratidão a Deus, que guiou cada decisão, fortaleceu nossa caminhada nos momentos mais difíceis e nos permitiu manter a serenidade diante dos desafios. Foi pela fé que encontramos forças para seguir em frente, sempre com o propósito de servir.
Leia maisGratidão à minha mãe, minha Mainha, que me ensinou desde cedo os valores da honestidade, da perseverança e do compromisso com as pessoas. Sua força e seus ensinamentos estão presentes em cada conquista alcançada.
Gratidão à minha família, porto seguro de todas as horas, que compreendeu minhas ausências, compartilhou minhas preocupações e celebrou comigo cada avanço conquistado para a população do Cabo.
Gratidão ao prefeito Lula Cabral, que acreditou que era possível fazer diferente. Sua confiança, apoio institucional e compromisso com a população foram fundamentais para que pudéssemos construir uma nova história para a saúde do município.
Gratidão ao extraordinário TIME da Saúde do Cabo. Um verdadeiro exército do bem formado por profissionais comprometidos, competentes e incansáveis. Médicos, enfermeiros, técnicos, agentes comunitários de saúde, gestores, equipes administrativas e todos aqueles que compreenderam que a missão era maior do que qualquer interesse individual. Nenhuma conquista seria possível sem esse timaço que decidiu trabalhar diariamente para entregar resultados concretos à população.
E, acima de tudo, gratidão ao povo cabense.
À população que, aos poucos, compreendeu que cada decisão tomada tinha um único objetivo: garantir o acesso integral, universal e igualitário à saúde, respeitando rigorosamente os princípios do Sistema Único de Saúde. Lutamos para fortalecer a rede, ampliar o acesso, melhorar a assistência, valorizar os profissionais e devolver à população a confiança nos serviços públicos de saúde.
Os resultados começaram a aparecer. A saúde do Cabo voltou a ser reconhecida nacionalmente. Conquistamos premiações importantes, recebemos certificações, implementamos projetos inovadores, fortalecemos programas estratégicos e mostramos que gestão séria, planejamento e compromisso geram resultados.
Mais do que troféus e homenagens, cada reconhecimento representa vidas impactadas, atendimentos realizados, filas reduzidas, serviços fortalecidos e esperança renovada para milhares de famílias cabenses.
Essas conquistas não pertencem a uma pessoa. Elas pertencem a uma cidade inteira que decidiu acreditar que a mudança era possível.
Seguimos conscientes de que ainda há muito a fazer. Os desafios continuam grandes, mas a motivação é ainda maior. O primeiro ano demonstrou que, quando existe propósito, trabalho, união e compromisso com as pessoas, os resultados acontecem.
A saúde do Cabo não é construída por uma gestão. Ela é construída diariamente por homens e mulheres que acreditam no serviço público e que fazem do cuidado com o próximo uma missão de vida.
Que venham os próximos desafios. Que venham novas conquistas. E que nunca percamos a capacidade de sonhar, trabalhar e transformar.
Porque cuidar das pessoas continuará sendo, sempre, a nossa maior missão.
“Grandes conquistas não são resultado de um único esforço, mas da união de pessoas que acreditam no mesmo propósito.”
*Secretária Municipal de Saúde do Cabo de Santo Agostinho
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Por Antônio Campos*
O Acórdão nº 1.363/2026 do TCU manteve o núcleo do acordo firmado entre a União, a ANTT, o DNIT e a Ferrovia Transnordestina Logística (FTL), controlada pela CSN, mas promoveu alterações que, na prática, reduziram multa, beneficiando o grupo FTL/Grupo CSN, na devolução de trecho da malha não operacional da Transnordestina, tendo como relator o ministro Walton Alencar, o mesmo que foi relator da decisão que homologou o aditivo que retirou Pernambuco do traçado da Transnordestina.
O TCU manteve:
Onde a FTL/CSN também foi beneficiada
A principal vitória da FTL foi na questão do descomissionamento dos trechos devolvidos.
O acórdão anterior previa prazos rígidos para retirada de trilhos, adequações e encerramento das linhas, mesmo sem definição prévia da União sobre quais trechos seriam efetivamente desativados.
Agora o TCU reconheceu que:
Na prática, o Tribunal retirou da empresa o risco de ser penalizada por uma omissão governamental.
O segundo benefício relevante foi a mudança no sistema de penalidades.
O acórdão anterior previa que qualquer descumprimento das obrigações poderia gerar a cobrança integral da indenização calculada pela IN-DNIT.
O novo acórdão adotou uma lógica de proporcionalidade:
Isso reduz significativamente a exposição financeira futura da FTL.
Em termos regulatórios, o TCU substituiu uma lógica de “tolerância zero” por uma lógica de “gravidade da infração”.
O Tribunal retirou da decisão os conceitos de:
A empresa alegava que os conceitos eram imprecisos e poderiam gerar interpretações conflitantes.
Embora a vedação ao uso dos recursos para manutenção ordinária tenha sido mantida, a retirada desses termos reduz potenciais controvérsias futuras.
4.1. Aspectos controversos
4.2. Do ponto de vista econômico-regulatório, pode-se afirmar que o TCU optou por privilegiar a viabilidade do acordo da concessionária com o Governo Federal em detrimento de uma postura mais rigorosa de responsabilização pelo abandono da malha.
Em síntese, a CSN/FTL manteve a obrigação de pagar R$ 1,78 bilhão e devolver os trechos, mas obteve uma importante redução dos riscos futuros, abatimento bilionário de multa, especialmente ao garantir proteção contra atrasos do governo e substituir sanções automáticas por um modelo proporcional. Isso torna a execução do acordo significativamente mais favorável à concessionária do que a redação original do Acórdão 1.121/2026.
5.1. Como se vê, tal grupo econômico, que abandonou o trecho de Pernambuco, vem sendo beneficiado por acordos com o Governo Federal, tendo a chancela do TCU.
5.2. É necessária uma postura de maior fiscalização e de mais cobranças da nossa bancada política, especialmente dos Senadores, quanto aos privilégios do Grupo CSN e da FTL e da TLSA.
5.3. Decisões beneficiam a entrega da malha não operacional, algo relevante e, ao mesmo tempo, não cobra uma postura mais nítida quanto ao destino da malha ferroviária, do trecho de Pernambuco tão prometido e que não se torna realidade, tudo para o prejuízo da malha ferroviária do Nordeste.
5.4. Estarei encaminhando uma representação ao Ministério Público de Contas, no TCU, sobre essa questão, especialmente a redução da multa e outros benefícios, uma vez que cabe recurso de rescisão, pedindo um acompanhamento mais de perto do assunto, bem como encaminhando carta a bancada de Pernambuco sobre essa questão e sobre o trecho Salgueiro/SUAPE, tão prometido e tão esperado, que merece mais atenção da classe política.
Recife/Olinda, 04 de junho de 2026.
*Advogado
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Diário de Pernambuco
Quatorze anos após ter renunciado a seu terceiro mandato consecutivo de deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Maurício Rands projeta uma readmissão ao Congresso Nacional. Em entrevista exclusiva ao Diario de Pernambuco, o advogado e ex-parlamentar confirmou que articula pré-candidatura à Câmara dos Deputados, nas eleições de 2026, em projeto alinhado à reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD) e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo Rands, sua experiência acumulada em três legislaturas pode contribuir para fortalecer a bancada pernambucana em Brasília. “Apesar de toda essa experiência na vida pública, eu nunca deixei de ser alguém que quer transformar profundamente esse status quo. Então, nesse sentido, eu sou meio que um outsider na política convencional”, assegura.
Leia maisNa entrevista, o ex-líder do PT na Câmara também comenta a disputa pelo governo do estado e enxerga uma ligeira vantagem para Raquel Lyra. Segundo ele, os investimentos realizados pela gestão estadual começam a produzir resultados perceptíveis para a população, enquanto a vantagem inicial do ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) teria se pulverizado.
Qual a leitura que o deputado tem sobre o atual cenário político a nível nacional, especialmente no contexto de proximidade ao início das campanhas para as eleições de 2026?
O Brasil está dividido. Ninguém pode, em santa consciência, deixar de reconhecer que há riscos de retrocessos institucionais caso uma candidatura como a de Flávio Bolsonaro venha a ter êxito. A candidatura de Lula não é apenas uma candidatura progressista ou da centro-esquerda. Eu acho que ela é uma candidatura que pode sensibilizar todas aquelas pessoas que têm preocupação democrática, que percebem que o Brasil estava indo numa direção perigosa, com tentativas de golpes, de fechamento das instituições que foram comprovadas no julgamento da ação penal no Supremo. Isso é muito importante, não por qualquer sorte de revanchismo, mas para que novas tentativas de golpe que marcaram a história do Brasil sejam dissolvidas.
Pensando na eleição presidencial, outros nomes como Romeu Zema e Ronaldo Caiado estão com pré-candidaturas em curso. O deputado enxerga alguma possibilidade de alguém furar essa bolha da polarização? São candidaturas viáveis?
Acho pouquíssimo provável. Até o Flávio Bolsonaro não é só o candidato da extrema direita, ele é o candidato a presidente da direita brasileira. O que deveria levar a direita a fazer uma autorreflexão. Eu acho que a direita ainda deve ao Brasil um conjunto programático mais coerente. Quando a direita brasileira vai à candidatura do bolsonarismo, ela mostra que não está preocupada com o debate de ideias. E a população percebe que tanto Romeu Zema, quanto Ronaldo Caiado são crias do mesmo ambiente, do mesmo ecossistema bolsonarista, do mesmo ecossistema não-democrático, do mesmo ecossistema que se envolveu com essa organização criminosa de Daniel Vorcaro.
As lideranças de direita têm travado verdadeira guerra com o Supremo Tribunal Federal. Recentemente, ao lado do professor João Maurício Adeodato, você lançou o livro “O STF entre a relevância e a disfuncionalidade” com reflexões acerca do modus operandi da alta corte. O STF precisa, de fato, de mudanças estruturais?
À luz da Retórica Realista, teoria filosófica do grande Adeodato, a quem aqui presto homenagem, nós fizemos uma análise empírica da jurisdição do Supremo em cada uma das principais áreas da vida nacional. O Supremo Tribunal Federal não pode continuar do jeito que está. Defendemos que o STF possa ter mandatos temporários. A sociedade não aceita mais essa vitaliciedade. Apresentamos, entre outras propostas, a do mandato temporário de 4 anos, com recondução, ou um único mandato de 8 anos.
E como podemos avaliar o cenário em Pernambuco?
Acho que nós teremos uma eleição, como sempre, muito disputada. Mas a opinião pública está tomando consciência do grande volume de realizações da governadora Raquel Lyra. É normal todo governo ter um período de maturação dos investimentos. Ela agora já está apresentando bons resultados na segurança pública, na qualificação e ampliação das estradas, realizou barragens que os governos anteriores não conseguiram concluir. Em cada área, o governo de Raquel, em três anos e meio, tem mais realizações do que o governo do PSB em 8 anos. Arrisco dizer que é uma eleição difícil, mas com viés de favoritismo para a governadora Raquel.
Mas então a sua candidatura é aliada à gestão Raquel e ao mesmo tempo defende a reeleição do presidente Lula?
O voto “Luquel”, como está sendo chamado, em Lula presidente e Raquel governadora, é um voto muito forte e tende a se adensar. As pessoas começam a perceber que a narrativa do PSB não corresponde à verdade. Porque a narrativa do PSB é: “olha, quem vota em Lula tem que votar em João Campos”. Aquela sinalização de que Raquel seria a candidata dos conservadores e João Campos o candidato dos progressistas não é verdade. Há progressistas e conservadores nas duas campanhas. E lembro mais: João Campos, quando foi candidato a prefeito em 2020, teve um amplo apoio do voto de segmentos que se alinhavam com Bolsonaro. Tanto é que ele fez uma eleição dizendo que PT nunca mais, que não queria ninguém do PT no seu governo.
Agora, o deputado se coloca como uma alternativa para a Câmara Federal, depois de três mandatos entre 2003 e 2012? Podemos dizer que Maurício Rands é pré-candidato?
Eu exerci três mandatos de deputado federal que honrosamente me foram concedidos pelo povo de Pernambuco. Fui presidente da Comissão de Constituição e Justiça. Tive a honra de ser líder do Partido dos Trabalhadores, o partido presidente Lula, na Câmara. Eu estou colocando novamente o meu nome como uma pré-candidatura para nós dialogarmos com a sociedade, com os movimentos sociais organizados, com aqueles que querem também a continuidade do governo do presidente Lula e que querem também a continuidade do governo de Raquel.
E qual seria o significado de uma volta à Câmara dos Deputados?
Os três mandatos me permitiram acumular uma experiência de saber como é que se navega em Brasília, porque é um ambiente bastante complexo. Há uma demanda muito grande pela melhoria da qualidade da representação da bancada de Pernambuco na Câmara dos Deputados. Eu sei que eu tenho uma contribuição a dar. Apesar de toda essa experiência na vida pública, eu nunca deixei de ser alguém que quer transformar profundamente esse status quo. Então, nesse sentido, eu sou meio que um outsider na política convencional. Eu tenho, portanto, uma visão muito crítica sobre o atual sistema partidário brasileiro; acho que esse sistema partidário não-democrático e excessivamente concentrado em algumas cúpulas precisa ser implodido.
Esse diálogo tem sido feito com qual partido?
Eu era afiliado ao Rede Sustentabilidade e a Federação PSOL-Rede tem um pré-candidato próprio ao governo do estado. Em comum acordo, todos que queriam apoiar a candidatura de Raquel Lyra migraram para outras siglas. Então esse outro partido, para mim, foi o Avante, um partido de centro que hoje está na base de sustentação do governo Lula. Neste momento, nós queremos um Brasil capaz de dialogar de modo não calcificado. A decisão das chapas vai ser feita nas convenções que podem ser realizadas até 30 de julho. Eu tenho percebido, onde eu vou, que as pessoas querem que o Congresso Nacional melhore de qualidade. Por isso estou sendo estimulado para fazer uma mudança na qualidade da bancada de Pernambuco na Câmara.
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A exemplo do que aconteceu em São Paulo em Alagoas, quando houve aumento no preço da tarifa de água depois da concessão, a Compesa deverá elevar o preço da conta de água para os pernambucanos. O aumento será feito automaticamente, sendo utilizado para cobrir custos operacionais das novas concessionárias, seja a Pátria Investimentos ou a BRK Ambiental.
A realidade é que a conta de água de Pernambuco vai ficar mais cara porque os reajustes serão feitos por prazos determinados e servirão para cobrir os custos operacionais das empresas que estão assumindo a concessão. A BRK, que administra a concessão de água em Alagoas, já realizou três aumentos na conta de água da Região Metropolitana de Maceió. A última delas no ano passado. No início da operação, em 2021, o aumento superou a casa de 8,085%. Em Pernambuco, a empresa será responsável que compreende 151 municípios, incluindo toda a Região Metropolitana.
Pernambuco convive historicamente com um dos maiores níveis de intermitência no abastecimento de água do país. Em parte das cidades, ocorre o efeito da conta que chega, mas com o fornecimento de água ineficiente. Estudos sobre o saneamento no estado apontam que o racionamento e o abastecimento por calendário atingem a maior parte dos municípios, inclusive na Região Metropolitana do Recife. Há registros de que cerca de 85% dos municípios pernambucanos convivem com algum grau de abastecimento intermitente.
A pré-candidata ao Senado Marília Arraes cumpriu agenda, ontem, na Mata Norte de Pernambuco, onde ampliou sua base de apoios políticos e recebeu uma homenagem em uma das cidades mais estratégicas da região. Em Araçoiaba, Marília reuniu nove dos 11 vereadores do município em torno de sua pré-candidatura. O movimento reforça sua presença em uma região considerada importante no cenário político estadual.
Na sequência, Marília seguiu para Goiana, principal polo econômico da Mata Norte e uma das cidades que mais receberam investimentos estruturadores do Governo Federal nas últimas décadas. No município, ela recebeu o título de cidadã goianense, homenagem concedida pela Câmara de Vereadores por iniciativa do vereador Alexandre Carvalho.
Leia maisDurante a solenidade, a pré-candidata destacou a importância dos investimentos federais para o desenvolvimento da região, citando empreendimentos como a Hemobrás e o polo automotivo da Stellantis. Marília também defendeu a continuidade de obras consideradas estratégicas para a Mata Norte, entre elas o Arco Metropolitano, previsto no Novo PAC.
“Goiana é um exemplo de como investimento público e planejamento podem transformar uma região. Recebo essa homenagem com gratidão e com o compromisso de continuar defendendo projetos que gerem desenvolvimento e oportunidades para Pernambuco”, afirmou.
A agenda na Mata Norte ocorre em meio à intensificação das articulações políticas de Marília na Região Metropolitana e pelo interior do estado, onde vem ampliando alianças e consolidando apoios para a disputa ao Senado.
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O deputado federal Eduardo da Fonte (PP) é autor do Projeto de Lei 4.093/2023, que amplia o acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) e ao Auxílio-Inclusão para pessoas com deficiência (PCD) e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A proposta elimina os critérios de renda familiar e de remuneração atualmente exigidos para a concessão dos benefícios.
O projeto também assegura o direito ao Auxílio-Inclusão sem limitação relacionada ao valor da remuneração recebida pelo beneficiário, incentivando a inserção dessas pessoas no mercado de trabalho sem o risco de perder o apoio financeiro.
Leia maisA proposta foi apresentada após reivindicações de organizações de pais, mães e entidades ligadas à defesa dos direitos das pessoas com deficiência e do autismo. Segundo Eduardo da Fonte, o objetivo é corrigir uma injustiça enfrentada por famílias que, mesmo superando os limites de renda atualmente previstos em lei, continuam arcando com elevados custos de tratamento, acompanhamento e inclusão social.
Para viabilizar a ampliação dos benefícios, o projeto prevê como fonte de custeio o aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das instituições financeiras. O PL aguarda a designação de relator na Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados.
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O Globo
Após dez dias de julgamento, o 2º Tribunal do Júri do Rio condenou, na madrugada de hoje, o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, tortura e coação no curso do processo pela morte de Henry Borel. A pena total foi fixada em 43 anos, 9 meses e 20 dias de reclusão.
Já Monique Medeiros, mãe do menino, teve a acusação de homicídio doloso desclassificada pelos jurados. O Conselho de Sentença entendeu que houve negligência em sua conduta, reconhecendo a prática de homicídio culposo. Apesar disso, a juíza Elizabeth Machado Louro concedeu perdão judicial pelo crime. Monique também foi condenada por omissão em relação à tortura sofrida pelo filho. A sentença foi lida por volta de 1h da manhã.
Leia maisOs jurados acolheram a tese acusatória de que Jairinho foi responsável pela morte de Henry e também pela prática de tortura contra o menino. Além disso, o ex-vereador foi condenado por coação no curso do processo. Na dosimetria, a magistrada fixou as seguintes penas:
Ao justificar a pena, Elizabeth Machado Louro fez duras críticas à conduta do réu. Segundo a magistrada, Jairinho demonstrou uma “personalidade insidiosa, perfeitamente apta ao engano e à dissimulação”. A juíza também destacou a condição de extrema vulnerabilidade de Henry e afirmou que a criança foi submetida a sofrimento físico e psicológico incompatível com sua idade.
No caso de Monique Medeiros, os jurados afastaram a acusação de homicídio doloso. O entendimento foi de que não houve intenção de matar, mas, sim, negligência, resultando na desclassificação para homicídio culposo.
Ao analisar a situação da ré, a juíza afirmou que todas as circunstâncias judiciais eram favoráveis a Monique. Elizabeth Louro destacou que a professora era primária, não possuía antecedentes criminais, além de que não havia elementos suficientes para uma avaliação negativa de sua personalidade ou conduta social.
Ao justificar o perdão judicial, Elizabeth Machado Louro afirmou que Monique foi submetida, ao longo dos últimos cinco anos, a uma reação social que classificou como desproporcional. “Claramente discriminatória de gênero, influenciada pela cultura patriarcal”, disse a juíza.
A juíza também declarou que a condição de mãe teve peso decisivo na forma como Monique foi julgada socialmente. “Fosse o pai e não a mãe, na mesma situação, nem sequer teria sido ele processado”, afirmou.
Apesar do perdão judicial pelo homicídio culposo, Monique foi condenada a 1 ano e 4 meses de detenção por omissão em relação à tortura sofrida por Henry. A magistrada considerou o período já cumprido pela ré ao longo do processo.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a disputa presidencial em São Paulo, enquanto o ex-ministro Fernando Haddad (PT) aparece a menos de oito pontos percentuais do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) na corrida pelo Palácio dos Bandeirantes. Os dados constam na pesquisa mais recente realizada pelo Instituto Badra e obtida com exclusividade pelo blog.
Na disputa pelo Planalto, Lula registra 44,2% das intenções de voto, contra 34,3% do senador Flávio Bolsonaro (PL). Cabo Daciolo aparece com 2,9% e Aécio Neves, com 2,5%. Os demais candidatos não ultrapassam 2%. Outros 4,5% afirmaram não votar em nenhum dos nomes apresentados, 2,2% declararam voto branco ou nulo e 1,3% não souberam responder.
O levantamento também mediu a rejeição dos possíveis candidatos à Presidência da República. Flávio Bolsonaro lidera o indicador, com 33,6% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Lula aparece em seguida, com 31,8%.
Na disputa pelo Governo de São Paulo, Tarcísio registra 36,7% das intenções de voto, seguido por Haddad, com 29%. Paulo Serra aparece em terceiro lugar, com 11,2%, enquanto Kim Kataguiri soma 8,8%. Outros 8,1% afirmaram não votar em nenhum dos candidatos apresentados, 3,2% declararam voto branco ou nulo e 3% não souberam responder.
A pesquisa também avaliou a corrida pelas duas vagas ao Senado. No primeiro cenário testado, considerando a soma do primeiro e do segundo voto, André do Prado lidera com 15,8%, seguido por Márcio França, com 15,3%. Simone Tebet registra 14,1% e Guilherme Derrite, 13,8%. Ricardo Salles aparece com 7,4% e José Aníbal, com 6,5%. Outros 12,7% afirmaram não votar em nenhum dos candidatos apresentados, 5,5% declararam voto branco ou nulo e 8,8% não souberam responder.
No segundo cenário, Simone Tebet assume a liderança, com 11,2% das intenções de voto. Em seguida aparecem André do Prado (10,4%), Guilherme Derrite (9,5%), Márcio França (7,8%), Marina Silva (7%), José Aníbal (6,1%), Paulinho da Força (4,9%) e Ricardo Salles (4,8%). Nesse cenário, 18,9% disseram não votar em nenhum dos nomes apresentados, 7,9% declararam voto branco ou nulo e 11,4% não souberam responder.
Os números do Senado ganham relevância em meio às negociações para a formação dos palanques de 2026 em São Paulo. Aliados de Lula e a cúpula do PSB discutem a composição da chapa majoritária no estado, cenário em que Márcio França e Simone Tebet aparecem entre os nomes mais competitivos medidos pelo levantamento.
Para a Câmara dos Deputados, Celso Russomanno lidera com 22,5% das intenções de voto. Em seguida aparecem Ana Carolina Oliveira (12,7%), Tabata Amaral (8,9%), Baleia Rossi (8,7%), José Luiz Datena (6,7%), Delegado Palumbo (6,2%), Erika Hilton (6%), Renato Bolsonaro (4,5%), Delegado Bruno Lima (2,9%), Lucas Pavanatto (2,2%), Zé Dirceu (2,1%), Nat Boulos (1,1%) e Luna Zarattini (0,9%). Outros 7,3% afirmaram não votar em nenhum dos nomes apresentados, 3,6% declararam voto branco ou nulo e 3,7% não souberam responder.
A pesquisa foi realizada entre os dias 28 e 31 de maio, com 1.500 entrevistas presenciais em 62 municípios paulistas. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A amostra é composta por 53% de mulheres e 47% de homens. Em relação à faixa etária, 39% dos entrevistados têm entre 25 e 44 anos, 26% possuem de 45 a 59 anos, 25% têm 60 anos ou mais e 10% estão na faixa de 16 a 24 anos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números SP-05297/2026 e BR-05119/2026.
Antonio Magalhães*
É difícil entender a inoperância dos burocratas oficiais, dos acadêmicos de televisão e dos pesquisadores dos mares para resolver ou pelo menos atenuar o problema causado pelos ataques dos tubarões no litoral de Pernambuco, especialmente na praia de Boa Viagem. O Estado é hoje o epicentro do conflito biológico mais letal do país. Não se tem notícia de tantos ataques de tubarões em toda costa brasileira. Desde 1992, o litoral pernambucano registrou 84 incidentes, dos quais 27 foram fatais. Somente na Praia de Boa Viagem contabilizam-se 25 ataques ao longo da série histórica.
A única iniciativa de controle destes predadores foi da Universidade Federal Rural de Pernambuco que criou o Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit). O barco do comitê capturava o peixe, inseria um chip com GPS e o soltava para observar sua rota pelo canal costeiro perto da orla. Um projeto hoje desativado. E só..
No momento, a busca de responsáveis pelo aumento dos ataques na orla da Região Metropolitana do Recife concentra-se nos construtores do Complexo Portuário de Suape, no litoral sul do Estado, que promoveram a alteração do ecossistema pelo aterramento de manguezais e a dragagem do estuário do rio Jaboatão, pondo fim ao berçário da espécie Cabeça-Chata. Tudo verdade.
A instalação portuária teve, de fato, um caráter predatório, alertado pelos chamados Ecochatos que não queriam a construção do porto. Mas ele foi feito e abriga hoje milhares de trabalhadores e é um ponta-de-lança do crescimento de Pernambuco. Mas poderia ter sido construído atentando para as consequências da obra. Os cuidados tomados, no entanto, foram insuficientes. E os pernambucanos perderam a praia e o mar, espaços de lazer e saúde.
E devem ser retirados na lista de vilões as espécies Cabeça-Chata e Tubarão Tigre, envolvidos na maioria dos ataques. Parcialmente, Suape é responsável. Mas, na verdade, o vilão mesmo desses acontecimentos é o “tempo”, a busca pelo desenvolvimento econômico, o crescimento populacional, o aumento da produção de lixo e outros dejetos, saldo de uma sociedade moderna.
Portanto, não vale a pena reclamar do que já passou. A conversa hoje deve ser outra: como amenizar os efeitos nefastos desses incidentes. Uma das ações imediatas deve ser a despoluição do rio Jaboatão – atualmente um lixão flutuante -, o que restauraria o estuário e seus manguezais. É possível? Não se sabe, pois se existem planos de limpeza dessas águas jamais saíram do papel.
Outra opção seria instalar em pontos de Boa Viagem redes de proteção contra tubarões, como já existem nas áreas de risco na China e na Austrália. Uma sugestão defendida até pelo Ministério Público Estadual. A iniciativa, no entanto, foi rechaçada pelos Ecochatos sob a alegação de que essas redes poderiam capturar, como efeito colateral, tartarugas marinhas ou outras espécies não letais. Um argumento irritante de quem despreza a vida humana. Na hipótese de enroscamento nas redes desses animais, caberia ao poder público a liberação deles e a fiscalização da segurança da proteção e sua manutenção. Será que uma vida humana vale menos do que uma tartaruga?
Já a solução proposta ontem, neste blog, pelo deputado Luciano Bivar (MDB-PE) de exterminar parte dos tubarões em Pernambuco, após os incidentes desta semana, foi rechaçada pelos mesmos ambientalistas que só reclamam e não fazem nada. Eles consideram um absurdo a proposta do parlamentar. E é mesmo. Esses especialistas dizem que o extermínio da população de tubarões seria, além de ineficiente, uma medida “ecologicamente deturpada”, que causaria mais desequilíbrio ambiental.
Bivar sonha com uma situação do passado que não existe mais, nem existirá no futuro. Ele disse: “não sou biólogo nem ambientalista, mas que cresci na Praia de Piedade, e que sempre houve botos, cardumes infindáveis de sardinhas e peixes mil. Agora, nada disso”.
Se não for levada a sério esta questão por autoridades e ambientalistas, a beleza da orla oceânica de Pernambuco vai ser só para os olhos, como no poema de Carlos Pena Filho sobre Olinda. As águas do mar, em breve, serão apenas uma lembrança, numa paródia trágica da poesia, ou um quadro na parede, uma foto, um post no Youtube.
Por conta de três décadas de descaso, a praia de Boa Viagem e a orla dos arredores metropolitanos são hoje só areia para quem a frequenta. O banho de mar se tornou uma atividade de risco, que pode mutilar ou matar. Um mergulho para se refrescar pode ser fatal no encontro com o maior predador do oceano. Esse peixe cartilaginoso, que habita o planeta há cerca de 400 a 425 milhões de anos, muito antes dos dinossauros, e que sobreviveu até agora por sua adaptabilidade aos contextos mais hostis.
O tubarão agora faz parte do dia-a-dia do pernambucano. É assunto doméstico, está nas placas de aviso na praia, nos folhetos turísticos e o viajante tem de tirar uma foto diante de um aviso de perigo no mar para comprovar sua passagem por Boa Viagem.
Por enquanto é assim. Quem tem condições de garantir a segurança dos banhistas, não o faz. Presume-se que a contagem de ataques não será afetada. Só crescerá, embora os humanos não sejam o alimento preferencial dos tubarões. Mas a mordida em pessoas é exploratória, às vezes fatal pela dimensão afetada e alta possibilidade de infecções. São eles, no topo da cadeia alimentar, que controlam as populações marinhas de outras espécies, evitam a propagação de doenças ao se alimentarem de animais doentes ou mortos, e ajudam a manter a saúde dos recifes de corais. E nós entramos sem pedir licença no habitat do predador. Um descuido e tudo pode acontecer. É isso.
*Jornalista
Além de orientações sobre entregas antes do período eleitoral, o presidente Lula aproveitou a reunião ministerial de ontem para fazer observações a respeito da comunicação do governo.
Na parte fechada do encontro, segundo fontes do Palácio do Planalto, Lula pediu mudanças em propagandas oficiais sobre ações do governo nos estados que serão veiculadas nas próximas semanas. As informações são do portal Metrópoles.
Ao ser apresentado a vídeos sobre as propagandas que serão exibidas em São Paulo e em Minas Gerais, dois maiores colégios eleitorais do Brasil, Lula fez ao menos duas ponderações.
A primeira foi um pedido para incluir nos vídeos citações ao programa “Pé de Meia”, uma das principais novidades do terceiro mandato do petista, e a ações do governo na área de habitação.
A segunda colocação de Lula foi para que os vídeos deixem explícito que algumas das obras mencionadas nas propagandas estão sendo feitas em parceria com os governos estaduais.
Apesar dos pedidos de mudanças no material, auxiliares presidenciais ressaltam que o presidente da República aplaudiu os dois vídeos exibidos durante a reunião ministerial.

