Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
O candidato do Podemos, Dr. Daniel, foi eleito governador do Pará neste domingo. O candidato alcançou um total de 51,67% dos votos válidos e pôs fim à disputa no primeiro turno. Hana Ghassan (MDB) ficou na segunda posição, com 46,20%.
Também disputaram o Governo Araceli (PSOL), Gal Leite (UP), Ruth Reis (Democrata) e Well Macedo (PSTU). Ruth Reis estava com o registro indeferido sob recurso na atualização de 1º de outubro.
Ao votar neste domingo, na Escola Dom Alberto Gaudêncio Ramos, em Ananindeua, o médico de 40 anos disse que “o eleitor paraense vai decidir se quer saúde perto de casa, se ele quer parar de pagar pedágio para andar em estrada esburacada, se quer água na sua torneira”. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisA candidatura do agora governador integrou a coligação “O Pará é do Povo!”, composta pelos partidos Podemos, PL, DC, NOVO, PRD e Solidariedade.
Daniel Barbosa Santos, natural de Açailândia, no estado do Maranhão, se formou em Medicina pela Universidade do Estado do Pará (UEPA), com especialização em ginecologia e obstetrícia.
Na política, foi eleito vereador de Ananindeua em 2012 e 2016 e deputado estadual do Pará em 2018, quando também passou a presidir a Assembleia Legislativa do Estado. Em 2020, foi eleito prefeito de Ananindeua e reeleito em 2024. Em 2026, deixou o cargo para disputar o governo do Pará pelo Podemos.
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Arthur Lira (PP) e Marina JHC (PSDB) foram eleitos senadores por Alagoas neste domingo (4), nas Eleições 2026.
Os dois terminaram entre os candidatos mais votados na disputa pelas duas cadeiras do estado no Senado Federal e garantiram mandatos de oito anos, que começam em 2027.
Com 84,71% das seções totalizadas, Marina teve 27,68% dos votos, enquanto Arthur Lira registrou 29,23%. As informações são da Revista Fórum.
Leia maisA eleição para o Senado em Alagoas teve ainda Renan Calheiros (MDB), Davi Davino Filho (Republicanos), Dr. Wanderley (MDB), Alexandre Fleming (UP) e Mariedson (Democrata) entre os candidatos.
A eleição representa uma mudança na trajetória política de Arthur Lira, que exerce mandato de deputado federal desde 2011 e presidiu a Câmara dos Deputados entre 2021 e 2025. Antes de chegar ao Congresso, ele também foi vereador de Maceió e deputado estadual.
Marina JHC, por sua vez, disputou uma das vagas depois de atuar como primeira-dama de Maceió. Ela é casada com JHC (PSDB), que deixou a prefeitura da capital alagoana para concorrer ao governo do estado.
As pesquisas divulgadas na reta final mostravam os três primeiros colocados próximos. Na última Quaest, Marina aparecia com 29% dos votos válidos, Arthur Lira com 27% e Renan Calheiros com 25%, em situação de empate técnico considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.
Diferentemente das eleições para governador e presidente, não existe segundo turno para o Senado. Como Alagoas renovou duas cadeiras neste ano, os dois candidatos mais votados ficam com as vagas.
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Na noite de hoje, o candidato ao governo de Pernambuco pelo PSB, João Campos, acompanhou a apuração da votação de maneira reservada, no Hotel Luzeiros, no bairro do Pina, na Zona Sul do Recife. Com mais de 97,32% das urnas apuradas, a governadora Raquel Lyra (PSD) foi reeleita ao Executivo de Pernambuco pelos próximos quatro anos no 1° turno.
João inicia, em breve, coletiva de imprensa para avaliar o resultado das urnas e comentar os próximos passos de sua trajetória política.
Com 97,32% das urnas apuradas, Raquel Lyra (PSD) foi reeleita governadora de Pernambuco com 53,26% dos votos validos. O principal adversário da governadora, João Campos (PSB), recebeu 44,80% dos votos.
Em uma eleição presidencial marcada pela consolidação da polarização entre bolsonarismo e petismo, o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vão disputar o segundo turno das eleições presidenciais no próximo dia 25.
A confirmação de que haverá segundo turno foi anunciada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na noite deste domingo (4). As informações são do g1.
Leia maisDaqui a três semanas, os eleitores voltam às urnas para definir se Flávio Bolsonaro governará o país pelos próximos quatro anos ou se Lula terá um quarto mandato presidencial .
Se Flávio for eleito, tomará posse, aos 45 anos, no dia 5 de janeiro de 2027, na cadeira ocupada por seu pai, Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022.
Se vencer, Lula assumirá o quarto mandato aos 81 anos e será o primeiro brasileiro a presidir o país quatro vezes.
Flávio e Lula deixaram para trás Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Edmilson Dias (PCB), Hertz Dias (PSTU), Samara Martins (UP), Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC) e Rui Costa Pimenta (PCO).
Flávio começou liderando assim que o TSE iniciou a apuração nas primeiras urnas. O candidato do PL chegou a ficar acima dos 50% votos nas primeiras horas da apuração.
Por volta de 19h15, com 64% das urnas apuradas, Flávio voltou a ficar abaixo dos 50%, mas com cerca de cinco milhões de votos de diferença para o segundo colocado Lula.
Augusto Cury, Renan Santos e Ronaldo Caiado ficaram boa parte do tempo da apuração nas terceira, quarta e quinta posições, respectivamente.
Flávio votou no início da manhã deste domingo no Rio de Janeiro. Ele chegou pouco depois das 8h, logo após a abertura dos portões da Escola Municipal Barão Homem de Mello, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio.
Ele estava acompanhado da esposa, Fernanda Bolsonaro. Após votar, Flávio disse estar preparado para presidir o país.
“É um dia muito importante, onde eu espero que o brasileiro ponha fim a essa era do atraso que apostou tudo, que vale tudo. Que perdeu a linha de usar dinheiro público, a máquina pública, para tentar interferir nas eleições”, disse.
Flávio Bolsonaro retornou a Brasília, onde acompanhou a apuração ao lado de aliados, depois de votar no Rio.
Já Lula votou, por volta das 9h10, na escola estadual João Firmino, no bairro Assunção, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.
Ele estava acompanhado de Alckmin, Fernando Haddad, candidato derrotado ao governo de São Paulo, e das candidatas ao Senado pelo estado Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede), que também perderam as eleições. Após votar, Lula defendeu mudanças na escolha dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Não é possível continuar com a promiscuidade em que o país está. Eu, sinceramente, vamos ter que pensar, chamar juristas, pessoas do mundo do Direito, para [definir] quem vai para a Suprema Corte”, disse.
Lula votou e acompanhou a apuração em São Paulo, com aliados e familiares.
Com 99,72% das urnas apuradas, Sergio Moro (PL) é eleito para o governo do Paraná, no primeiro turno, com 50,13% dos votos. Atrás dele, Sandro Alex (PSD), candidato apoiado pelo atual governador Ratinho Jr., fez 25,34% e Requião Filho (PDT), candidato do campo progressista, 23,47%.
Embora o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda não tenha concluído as apurações, o ex-juiz foi matematicamente eleito. A disputa quase foi para o segundo turno. Quem assume o cargo no Senado de Moro é o primeiro suplente, o advogado Luis Felipe Cunha. Ele fica no cargo até fevereiro de 2031. Cunha nunca exerceu um cargo eletivo.
Para o Senado, foram eleitos os candidatos Filipe Barros (PL), com 27% dos votos válidos, e Deltan Dallagnol (Novo), com 25%. O mandato no Senado é de 8 anos no legislativo federal. O TSE ainda não encerrou a contagem de votos. As informações são do Brasil de Fato.
Hoje, os pernambucanos reelegeram o senador Humberto Costa (PT), com 30% dos votos e elegeram para o Senado Federal a ex-deputada federal Marília Arraes (PDT), com 25% dos votos. As informações são do portal Brasil de Fato.
Os dois foram candidatos pela mesma aliança, a Frente Popular de Pernambuco, e realizaram uma campanha firme de “voto casado”. Deu certo. Eles se somam à senadora Teresa Leitão (PT) em Brasília, formando um trio de senadores alinhados com o presidente Lula.
Leia maisA lista de candidatos derrotados tem três deputados federais: Mendonça Filho (PL) ficou com 19%; Eduardo da Fonte (PP) recebeu 13,5% dos votos; e Túlio Gadêlha (PSD) obteve 7%, que ficou na sexta colocação.
Quem se despede
Este ano, com duas vagas em renovação, a população escolheu manter o atual senador Humberto Costa (PT), ex-ministro da saúde do governo Lula; enquanto o outro senador pernambucano, Fernando Dueire (PSD), sequer disputou a reeleição. Ele era suplente do ex-senador Jarbas Vasconcelos (MDB), que se afastou da vida pública por questões de saúde.
Dueire tem bom trânsito entre lideranças políticas pernambucanas, mas não conseguia superar a marca de 1% nas pesquisas de intenção de voto, o que levou sua aliada Raquel Lyra (PSD) a preterir do seu nome, levando para a disputa do Senado os deputados federais Eduardo da Fonte (PP) e Túlio Gadêlha (PSD), ambos derrotados neste domingo.
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João Azevêdo (PSB) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB) foram eleitos senadores pela Paraíba neste domingo (4). Até às 20h17, com 98,90% das urnas apuradas, o ex-governador Azevêdo recebeu 32,53% dos votos válidos, enquanto Veneziano teve 22,71% e conseguiu mais oito anos no Senado.
Em terceiro lugar ficou o ex-prefeito de Patos Nabor Wanderley (Republicanos), pai do presidente da Câmara, Hugo Motta. Nabor recebeu 20,90% dos votos válidos. O ex-ministro Marcelo Queiroga (PL) teve 12,49%. As informações são do SBT News.
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Dr. Furlan (PSD) foi eleito governador do Amapá neste domingo (4). Às 20h40, com 93,68% das urnas apuradas, o candidato tinha 62% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A vice-governadora eleita é Luciana Gurgel (PL).
Segundo colocado, Clécio Luís (União Brasil) tinha 37%. As informações são do g1.
Leia maisA disputa foi concentrada principalmente em Dr. Furlan (PSD) e Clécio Luís (União Brasil), que protagonizaram a campanha.
Ex-prefeito de Macapá por dois mandatos, Furlan entrou na corrida eleitoral com alta popularidade na capital. Clécio, por sua vez, buscou a reeleição com base na experiência como governador. Os demais candidatos também participaram da disputa, mas a principal disputa política ocorreu entre os dois concorrentes ao Palácio do Setentrião, sede do governo estadual.
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O resultado das eleições de hoje mostrou que a arrogância, a prepotência e a falta de senso de Miguel Coelho não só o tiraram da disputa pelo Governo do Estado e pelo Senado, como também quase o deslocaram da disputa para deputado federal em Pernambuco.
Ao lançar sua candidatura simultaneamente à do irmão, que vinha de quatro mandatos e de uma passagem como ministro de Minas e Energia, Miguel afrontou não só a própria família, mas também o princípio básico do respeito à liderança e às relações, sobretudo familiares.
O resultado veio das próprias urnas. Fernando Filho deu um banho de votos nele e saiu da eleição com uma votação maior do que a do irmão.
Miguel Coelho contava que pudesse ser um dos três candidatos mais votados na eleição. No final, o coelhinho pariu uma catita.
Resultado de 90,44% das seções totalizadas 107.634.527 dos votos validos até o momento. O candidato Flávio Bolsonaro aparece com 48,01% dos votos, enquanto Lula tem 44,01%. Os candidatos vão para o segundo turno.
Os candidatos Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT) disputarão o segundo turno das eleições para o Governo do Distrito Federal. Com 99,5% das urnas apuradas, Celina tinha 49,91% dos votos válidos, contra 34,49% de Leandro Grass (PT).
Celina passou a comandar a capital federal em março de 2026, depois de Ibaneis deixar o governo com a intenção de disputar uma vaga ao Senado – em julho, ele anunciou a desistência da candidatura em meio ao desgaste envolvendo a tentativa frustrada de compra do Banco Master pelo BRB (Banco de Brasília). Antes, ela foi deputada distrital e federal.
A governadora aposta no apoio de Flávio Bolsonaro (PL), candidato a presidente, e dos principais nomes da direita no DF: Michelle Bolsonaro (PL), Bia Kicis (PL) e Damares Alves (Republicanos). Ex-deputado distrital e presidente do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), Grass deixou o PV e se filiou ao PT no último ano. Ele tem o apoio de Lula (PT), candidato a presidente.
