Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
Por Alex Fonseca – Blog da Folha
O deputado federal Túlio Gadêlha (PSD) afirmou que o ex-prefeito Recife e pré-candidato ao governo, João Campos (PSB), tem mantido o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mediante ameaça e não confiança. Em entrevista à Rádio Folha 96,7 FM na manhã desta terça-feira (2), o parlamentar sustentou que uma possível aliança entre o presidente e a governadora Raquel Lyra (PSD) é impedida pelo fato de o PSB ameaçar implodir acordos com o PT em estados estratégicos.
“O que João [Campos] quer é construir muros em torno do presidente Lula para que a força do presidente seja canalizada na campanha dele. João não pode cometer essa irresponsabilidade com o presidente, com o projeto de país. Tem que compreender que as alianças do presidente são muito maiores do que as alianças que ele [João] quer para Pernambuco. As alianças do presidente vão ditar o futuro do país pelos próximos anos, talvez décadas”, declarou.
Leia maisCotado para ser um dos candidatos ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra, o deputado argumentou que a estratégia de Campos tem restringido o potencial de votos do presidente Lula em Pernambuco. Ao defender uma extensão da aliança em torno da reeleição do presidente, que abrangeria também a governadora, Gadêlha disse que o voto decisivo para Lula obter o quarto mandato em outubro pode vir do estado natal dele.
“Uma aliança se consolida quando existe a intenção dos dois lados. Acho que a governadora precisa declarar o voto no presidente, assim como o presidente precisa declarar seu apoio à governadora. Esta é a minha opinião e estou trabalhando para fazer esse casamento […]. Mas existem forças políticas aliadas ao presidente que não querem que isso aconteça e que usam seu partido, seus aliados para ameaçá-lo e ameaçar o grupo político do PT em outros estados”, afirmou.
Nas contas do parlamentar, o chefe do Executivo federal poderia somar entre 600 e 700 mil votos a mais. Ele lembrou que Lula venceu a disputa contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em 2022, com mais de 60 milhões de votos, contra os 58 milhões do então presidente – 2 milhões de votos de diferença.
Para ele, é fundamental que Lula vença a eleição já no primeiro turno, uma vez que as demais forças políticas – além do pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) – são todas figuras identificadas com a direita, como ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) e o ex-governador Minas Gerais Romeu Zema (Novo).
“A gente tem tempo de consertar e fazer esse ajuste de rota para que a gente consiga entregar uma vitória ao presidente no primeiro turno”, enfatizou.
Bolsonarismo
Túlio Gadêlha defendeu a governadora das críticas de opositores que apontam alianças dela com figuras associadas ao bolsonarismo. Raquel tem entre os defensores do projeto de reeleição figuras como a do ex-ministro do Turismo no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, Gilson Machado Neto (Podemos), e da deputada federal Clarissa Tércio (PP).
“A gente escolhe em quem vota e não quem vota na gente. Quanto mais pessoas estiverem com a gente num projeto político, principalmente majoritário, melhor”, disse, ressaltando que existe a necessidade de obter votos entre evangélicos, profissionais das forças de segurança e conservadores.
Leia menos
A segurança pública do Rio de Janeiro é alvo de críticas antigas. Para o ex-governador e ex-ministro Moreira Franco (MDB), no entanto, a situação de seu estado não é muito diferente da das demais unidades da Federação. Segundo ele, é tudo um reflexo da situação política nacional, já que “o exemplo vem de cima”.
“Lamentavelmente, no Brasil, essa é a história. Não é só no Rio de Janeiro. Em qualquer estado do Brasil hoje, o quadro é mais ou menos o mesmo do Rio. Os problemas que surgem no governo federal, no Congresso Nacional, são casos que assustam porque fogem da regra normal. Não há normalidade institucional democrática nesse processo. Esse é o grande problema que vivemos. O Rio de Janeiro começou com o Comando Vermelho, depois outros grupos foram se formando, e hoje eles estão instalados no Brasil inteiro e se comunicam. É um problema que temos que enfrentar”, afirmou, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.
Leia maisMoreira Franco lembrou do período em que governou o Rio de Janeiro, entre 1987 e 1991, período em que o chamado Comando Vermelho ainda estava se organizando. “O Comando Vermelho surge quando o então presidente Ernesto Geisel resolve, no processo de reabertura política, colocar em um presídio os presos políticos misturados com os demais presos, que foram cooptados pelo crime e, em decorrência disso, acabaram lá. E os militantes mais radicais que estavam lá por questão política começaram a fazer a cabeça dos presos. Daí surgiu o Comando Vermelho, que tem esse nome por causa do vermelho do comunismo, cor associada ao Partido Comunista. O processo vem desde essa época e foi crescendo”, relembrou Moreira Franco.
“Hoje, no Brasil inteiro, existem esses grupos organizados, bem instalados, encravados na atividade criminosa nos estados. Quando há um processo muito violento no Rio de Janeiro, eles vão para outros estados, e vice-versa. Esse é um grande problema que vivemos e tem que ser enfrentado, e não é fácil enfrentar. Não temos essa tradição. Existe um aparato militar e policial que não foi treinado nesse ambiente, mas é inevitável que esse problema seja enfrentado com a seriedade e determinação que exige”, concluiu o ex-governador.
Leia menos
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), usou seu tempo de discurso hoje na sessão do plenário para se queixar das cobranças que recebe para instalar a CPI do Banco Master, que tenta investigar o escândalo financeiro protagonizado pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Um requerimento para criar um colegiado com deputados e senadores já tem as assinaturas necessárias para ser instalado por Alcolumbre, que também acumula a função de presidente do Congresso. Apesar disso, duas sessões já foram realizadas pelo Congresso após o número de apoios ter sido atingido, mas a comissão não saiu do papel. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia mais– Eu passei quatro horas sendo agredido na sessão do Congresso Nacional, da direita para a esquerda, porque eu não li o requerimento de CPMI do Banco Master. Meu amigo, a Polícia Federal, o Ministério Público Federal, a Justiça brasileira, está todo mundo investigando isso. Não sei quem é o culpado, se é o Banco Central do Brasil, se são as pessoas que fizeram errado, se é Comissão de Valores Mobiliários, mas está todo mundo investigando isso.
Alcolumbre disse que a CPI seria uma forma de dar “palanque eleitoral” para a esquerda e para direita e indicou que vai se manter contra a criação do colegiado.
— Querem abrir mais uma CPMI para fazer palanque eleitoral. Esse é o problema nosso. Estão cobrando do presidente Davi, agredindo, ofendendo e atacando para abrir mais um palanque eleitoral, que não é para mim e nem para o Brasil, é para direita ou para esquerda, esse negócio está se retroalimentando, cada um fala para o outro.
Em meio ao cerco contra o Banco Master, que foi alvo de liquidação extrajudicial e teve seu dono preso, Alcolumbre tem um aliado alvo de questionamentos no Amapá por levar o fundo de pensão do estado a alocar R$ 400 milhões em papéis da instituição.
Os aportes da Amapá Previdência (Amprev), que ocorreram em julho de 2024, foram conduzidos pelo presidente do fundo, Jocildo Silva Lemos, que afirma ter assumido o comando do fundo por “convite” de Alcolumbre. O senador tem negado qualquer envolvimento com o escândalo financeiro.
Leia menos
O ex-governador do Rio de Janeiro e ex-ministro Moreira Franco (MDB) lançou recentemente o livro “Política como Destino”, onde faz uma reflexão sobre décadas de vivência política no Brasil até os tempos atuais. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, apresentado por este blogueiro, ele analisou um dos momentos mais tensos da história recente do país, desmentindo a tese de que o 8 de janeiro de 2023 tenha sido uma tentativa de golpe.
“Não sou adepto dessa tese. Primeiro porque golpe se faz com Forças Armadas, e não tinha ali. Não conheço nenhum golpe militar sem que haja um exército. Nesse caso não houve, houve um movimento que se deu de maneira difusa, nas portas dos quartéis. Houve uma invasão do Congresso Nacional, que foi muito mais baderna e depredação do que propriamente a busca da violência para criar um constrangimento de natureza política com consequências de um golpe militar. Não havia militar, e não existe golpe sem ter Forças Armadas, seja de direita, de esquerda. É indispensável que tenha, a história mostra que isso se dá quando existem homens e mulheres organizados de maneira tradicional, usando arma como instrumento de luta. Isso não houve. Houve baderna”, apontou Moreira Franco.
Leia maisPara ele, o mundo está passando por um processo de ruptura tecnológica e institucional, em que diversos movimentos contestam a realidade institucional. “É um momento de mudança, sobretudo tecnológica. Estamos começando a ver questionamentos de ordem institucional, tecnológica e política. Certamente irá surgir uma nova ordem. Temos que estar preparados para ela”, advertiu.
Moreira Franco ironizou ainda a chamada minuta do golpe, encontrada na casa de ex-auxiliares do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Nunca vi minuta de golpe. Não me passa pela cabeça que se faça uma minuta de um golpe. Não consigo ver isso. Se faz minuta de golpe em quartel. Não é possível que essas pessoas sejam tão despreparadas a esse ponto. E no Brasil, onde temos uma experiência vivida a custo muito alto e profundo para a população e para o país, fazer uma coisa tão desorganizada, tão sem consistência, sem referências mais sólidas. Não acredito. Acho que, se tentaram fazer golpe, são incompetentes, não conseguiram realizar o que queriam”, concluiu o ex-governador.
Leia menos
Ex-ministro nos governos de Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB), Moreira Franco (MDB-RJ) nega que seu correligionário tenha tido participação ativa no processo de impeachment da petista. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o ex-governador do Rio de Janeiro avalia que a postura de Temer foi de colaborar, citando ainda o documento Ponte para o Futuro. No entanto, a postura intransigente de Dilma teria feito ruir as negociações, culminando no processo de afastamento da ex-presidente.
“Quem conhece o ex-presidente Temer sabe que em nenhum momento houve essa intenção (de impeachment), ao contrário. Em determinado ponto, eu mesmo me juntei com alguns companheiros e coordenamos um programa para tirar o país de uma crise econômica que já se vivia naquela época e restabelecer parâmetros que permitissem uma recomposição. Esse programa foi debatido, eu coordenei a conversa com as melhores cabeças que se tinha na época, e elas davam sugestões, escreviam textos que eram debatidos entre nós. Com todo esse esforço, fizemos uma proposta chamada Ponte para o Futuro. Esse programa foi entregue ao presidente Temer, que na época era vice-presidente, e ele levou esse projeto à presidente Dilma. Mas ela não quis aceitar”, detalhou Moreira Franco.
Leia mais“Dilma achou que aquilo era uma tentativa talvez de desprestigiá-la. Ela tratou o programa e o próprio presidente Michel Temer de maneira pouco protocolar, digamos assim. Como se pode falar em tentativa de golpe, em ruptura ou em mau trato do vice-presidente, quando se tem um processo institucional, com ritos definidos na Constituição, presidido até o momento final pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que depois foi ministro da Justiça do presidente Lula (PT)? Não acho que procede uma avaliação que veja nesse processo qualquer desvio da responsabilidade institucional e moral do vice-presidente com a presidente. Não houve golpe”, detalhou o ex-governador do Rio de Janeiro.
Leia menos
Flávio Bolsonaro aproveitou a passagem por Belo Horizonte, nesta terça-feira, para fazer uma visita especial. Passou parte da manhã com Eduardo Cunha, velho aliado do pai.
O pré-candidato do PL deu uma entrevista de quase meia hora à Rádio Maravilha, emissora evangélica controlada pelo ex-deputado cassado e preso na Lava-Jato. As informações são do jornal O GLOBO.
Flávio contraternizou com Cunha, que o recebeu nos estúdios e assistiu à gravação.
Curiosamente, o presidenciável evitou divulgar o encontro nas redes sociais. As únicas imagens dos dois juntos foram publicadas no perfil do ex-deputado, que se instalou em Minas para tentar voltar à Câmara.
Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o ex-governador do Rio de Janeiro e ex-ministro Moreira Franco (MDB), clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
O prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, vistoriou nesta terça-feira (2) a conclusão da primeira etapa das obras de requalificação da Avenida Cícero Monteiro de Melo, via que dá acesso ao campus da Universidade de Pernambuco (UPE) e ao bairro Teresópolis. Nesta fase, a Prefeitura executou serviços de drenagem, pavimentação e asfaltamento em mais de 4,5 quilômetros da avenida. “Nesta primeira etapa realizamos drenagem, pavimentação e asfaltamento, garantindo mais segurança, mobilidade e qualidade de vida para a população”, afirmou o prefeito durante a visita.
Na ocasião, Zeca também anunciou o início da segunda etapa da intervenção, que prevê mais de 11 mil metros quadrados de recapeamento asfáltico na região. A obra atende uma das principais vias de acesso à universidade e integra o conjunto de ações de infraestrutura urbana executadas pela gestão municipal. “Vamos iniciar a segunda etapa dessa obra, com mais de 11 mil metros quadrados de recapeamento asfáltico”, declarou.
Logo mais, às 18h, vai ao ar a entrevista do ex-governador do Rio de Janeiro e ex-ministro Moreira Franco (MDB) ao meu podcast em parceria com a Folha de Pernambuco, o Direto de Brasília. Atualmente, Moreira é presidente do Conselho Curador da Fundação Ulysses Guimarães (FUG).
No podcast, Moreira irá abordar temas como o plano nacional, as eleições deste ano e as recentes movimentações no Congresso Nacional. Também entrará em pauta o seu livro “Política como destino – Caminhos e descaminhos da redemocratização”, lançado em abril deste ano. A obra apresenta um relato detalhado dos bastidores das principais decisões políticas do país nas últimas décadas.
Leia maisO podcast Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste. Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas; a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras na Paraíba; a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid; a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado; além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
Leia menos
Por Maysa Sena – Blog da Folha
Em visita à Folha de Pernambuco nesta terça-feira (2), o deputado federal Túlio Gadêlha (PSD) reafirmou sua pré-candidatura ao Senado por Pernambuco. Aliado da governadora Raquel Lyra (PSD), o parlamentar disse que está determinado a disputar uma das duas vagas que serão abertas na Casa em 2026.
O parlamentar foi recebido pelo presidente do Grupo EQM e fundador da Folha de Pernambuco, Eduardo de Queiroz Monteiro; pela vice-presidente do jornal, Mariana Costa; pelo diretor-executivo, Paulo Pugliesi; pelo diretor-operacional, José Américo Lopes Góis; e pela editora-chefe da redação, Leusa Santos.
Leia mais“Eu sou pré-candidato ao Senado. Essa é uma construção feita junto à direção nacional do partido. O presidente Kassab reafirmou isso em um jantar que realizamos com 70 prefeitos. A gente agradece ao partido pela confiança”, disse.
Segundo o parlamentar, o projeto já está definido politicamente. “Eu lhe digo hoje que nossa candidatura é irreversível pela construção que foi feita com o partido, pela construção que foi feita junto à governadora Raquel Lyra e pela construção feita junto ao Palácio do Planalto, ao governo do presidente Lula”, afirmou.
Leia menos
O Banco do Nordeste (BNB) contratou R$ 2,3 bilhões em financiamentos para projetos enquadrados na política Nova Indústria Brasil (NIB) entre janeiro e abril de 2026. Entre as áreas contempladas, infraestrutura, moradia e mobilidade sustentáveis concentraram o maior volume de recursos, com R$ 1,12 bilhão em contratações nos estados atendidos pela instituição.
Em Pernambuco, as contratações superaram R$ 130 milhões no primeiro quadrimestre deste ano. Desse total, R$ 72 milhões foram destinados a cadeias agroindustriais sustentáveis e digitais, R$ 10,4 milhões ao complexo econômico-industrial da saúde e R$ 48 milhões a projetos de descarbonização, transição energética e bioeconomia. “O Banco desempenha um papel fundamental na indução de investimentos e no fortalecimento da economia regional com geração de emprego, renda e inovação”, afirmou o presidente do BNB, Paulo Câmara.
Um dos exemplos citados pelo banco é a Unidade 14 da Baterias Moura, em Belo Jardim, inaugurada em 2025 com financiamento da instituição. A estrutura adota medidas como reciclagem de ácido, reaproveitamento de água da chuva e uso de energia 100% renovável.
A Masterboi foi reconhecida com o Selo Empresa Verde Pernambuco 2026, certificação concedida pelo Governo de Pernambuco a empresas que adotam práticas voltadas à sustentabilidade, responsabilidade social, governança corporativa e gestão ambiental. A entrega oficial ocorrerá nesta sexta-feira (5), durante a programação da Semana do Meio Ambiente. Segundo a avaliação do programa, a empresa alcançou 139 pontos em critérios relacionados à gestão ESG, conformidade ambiental, educação ambiental, uso de recursos naturais, gestão de resíduos, projetos sustentáveis, ações sociais e governança.
De acordo com a empresa, o resultado é fruto do trabalho desenvolvido por áreas como Meio Ambiente, ESG, Cultura e Pessoas, Compliance, Governança e Operações. “Receber o Selo Empresa Verde é o reconhecimento de práticas que sempre fizeram parte da nossa história. Sabemos que ainda temos muito a evoluir, mas temos orgulho de ver que nossas ações em sustentabilidade, responsabilidade social e governança estão sendo reconhecidas”, afirmou o fundador e presidente da Masterboi, Nelson Bezerra.

