Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
Neste livro, de 1985, o empresário de múltipla visão e político Luciano Bivar, que vive mais nos Estados Unidos do que mesmo no Brasil, devido a expansão dos seus negócios, já previa a revolução industrial e tecnológica que se observa hoje na China, objeto de destacada reportagem ontem no Jornal Nacional.

“O fenômeno da China, mostrado, ontem, no JN da Globo, eu já havia previsto num livro que escrevi há mais de 40 anos, quando visitei a China”, disse Bivar, adiantando que chegou a hora de o Brasil também dar um salto para o futuro.
“A simplificação tributária que proponho acabaria com esse imposto declamatório (IVA), pelo qual, por incrível que pareça, estamos querendo aperfeiçoar o obsoleto”, alertou.

Segundo Bivar, os americanos ficaram ancorados num sistema imperial e mudar para um outro sistema implicaria em grandes custos. “É mais uma questão de inércia, mais do que uma questão técnica”, ponderou.

O título desta postagem está no refrão do sambinha “Clareou”, de Xande de Pilares, popularizado na atual novela global. Serve para nos inspirar. Ao invés de me chatear com o imprevisto no voo de ontem, que não pousou no Recife, mas em Natal, estou exercitando, literalmente, os conselhos do sambista neste fim de semana na capital potiguar.
Por Marcelo Tognozzi
Colunista do Poder360
É muito difícil alguém ir a Copacabana e não cruzar em algum momento a rua Barata Ribeiro. Ela está lá há mais de 100 anos. De uma simples picada aberta no fim do século 19, início do 20, ela virou uma das principais ruas do Rio, com seus 2.600 metros e um nome com muita história por trás.
Em 1920, a rua foi batizada com o nome de Cândido Barata Ribeiro (1843-1910), médico baiano que fez careira em São Paulo e depois no Rio. Era neto do jornalista e revolucionário Cipriano Barata (1762-1838), que no fim do século 18 e início do 19 participou de pelo menos três revoltas importantes: a Revolta dos Búzios ou Conjuração Baiana de 1798, a Revolução Pernambucana de 1817 e a Confederação do Equador em 1824, encerrada com o enforcamento de Frei Caneca.
Leia maisCipriano era um republicano incendiário e Cândido, mais comedido, herdou do avô o DNA da política. Cândido foi prefeito do Rio, nomeado pelo presidente Floriano. Acabou com os cortiços do centro da cidade, nos quais viviam milhares de pessoas em situação precária. Derrubados os cortiços, o povo foi viver nos morros e surgiram as favelas.
Naquele fim de século 19, o Brasil ainda engatinhava como República. Deodoro da Fonseca (1827-1892), líder do golpe contra a monarquia de 15 de novembro de 1889, renunciara e seu ministro da guerra, Floriano Peixoto (1939-1895), o general de ferro, assumiu o poder.
Floriano, alagoano como Deodoro, entrou em rota de colisão com o Senado. Queria porque queria dominar o Supremo Tribunal Federal, criado por decreto em 1890 e formalizado pela Constituição de 1891, da qual Rui Barbosa foi relator.
Rui não gostava de Floriano e vice-versa. Comandava o Senado Prudente de Morais— que depois se tornaria sucessor de Floriano e o primeiro presidente civil.
Floriano achou uma brecha na Constituição: os ministros tinham de ter notável saber (sem especificar qual) e reputação ilibada. Explorou essa brecha sem pudor. Indicou generais, médicos, burocratas. O que importava era a lealdade ao regime, não o currículo jurídico.
Assim, ele nomeou gente sem tradição jurídica, como Cândido Barata Ribeiro, que ficou na cadeira de ministro por 10 meses, mas o Senado acabou recusando sua nomeação argumentando que ele tinha “não só ignorância do direito, mas até uma grande falta de senso jurídico”. Não foi a primeira vez que Barata Ribeiro amargou um veto do Senado. Em 1893 passou por constrangimento semelhante ao ter seu nome rejeitado para prefeito do Distrito Federal.
Quando a República foi proclamada em 1889, o Brasil entrou num período de instabilidade que poucos imaginavam ser tão violento. Marechal Floriano Peixoto, governou de 1891 a 1894 em meio a duas guerras civis simultâneas: a Revolução Federalista, no Sul, e a Revolta da Armada, no Rio de Janeiro. Para controlar seus adversários, decretou estado de sítio e mandou prender opositores.
O problema era o Supremo Tribunal Federal. A Corte começou a conceder habeas corpus a presos políticos, muitos detidos por ordem direta do presidente. Irritado, Floriano explodiu: “Se os ministros do tribunal concederem ordens de habeas corpus contra os meus atos, eu não sei quem amanhã dará aos ministros os habeas corpus que eles, por sua vez, necessitarão“.
A solução encontrada por Floriano foi ocupar o STF com aliados — uma tradição que se manteve. Mas isso tinha de ser feito de forma discreta.
Não era apenas uma questão técnica. Era uma guerra institucional. Floriano queria um STF dócil e o Senado queria dar um freio no Executivo. Barata Ribeiro foi a vítima mais ilustre desse embate, por razões jurídicas e políticas.
Ao todo, o Senado rejeitou cinco indicados de Floriano em 1894: além de Barata Ribeiro, foram barrados dois generais sem formação jurídica (Ewerton Quadros e Demóstenes Lobo) e dois bacharéis considerados sem o brilho (Galvão de Queiroz e Antônio Sève Navarro).
Derrotado repetidamente, Floriano foi obrigado a indicar nomes com maior respaldo técnico, que acabaram aprovados. Deixou o poder em novembro daquele mesmo ano, sucedido por Prudente de Morais.
Depois de 1894, o Senado nunca mais rejeitou um indicado ao STF. Por 132 anos, a sabatina foi, na prática, uma formalidade. Presidentes negociavam nos bastidores, evitavam nomes polêmicos e o resultado era sempre o mesmo: aprovação. O episódio de Floriano havia ensinado uma lição que presidentes e senadores internalizaram tão bem que o conflito aberto se tornou impensável.
O equilíbrio durou até 29 de abril de 2026, quando o Senado rejeitou por 42 votos a 34 a nomeação de Jorge Messias, advogado-geral da União indicado pelo presidente Lula para a vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso. O problema não era Messias, como não era Barata Ribeiro. Era o presidente da República.
A rejeição de Messias era evidente. Os sinais, claríssimos. Lula achou que podia tudo e seguiu numa marcha da insensatez, cometendo engano em cima de engano. Se indicasse o senador Rodrigo Pacheco, como queria a cúpula do Senado, teria feito melhor negócio. Não houve traição, porque o trabalho contra a nomeação de Messias foi feito abertamente. Lula achou que bastava gastar muito dinheiro para conseguir o que queria. Alcolumbre mostrou que dinheiro não é tudo, embora seja muito importante.
Tanto em 1894 quanto agora, havia uma disputa de poder em curso. E em ambos os casos, o STF estava no centro de disputas sobre os limites do poder. Em 1894, o conflito era de Floriano contra o Senado e o Supremo ao mesmo tempo: ele queria um tribunal submisso e o Senado se recusou a entregar. Em 2026, o Senado deu um recado ao STF e ao Executivo, mostrando que ninguém pode tudo.
Lula na sua campanha para a nomeação de Jorge Messias apostou mais nas emendas do que na política. Lembra uma história contada pelo ex-governador e senador do Paraná Roberto Requião, sobre uma das eleições que disputou.
Um belo dia os cabos eleitorais de Requião o procuraram para contar das propostas financeiras do banqueiro José Eduardo de Andrade Vieira, então dono do banco Bamerindus, para mudarem de lado. Requião pragmático, nem quis ouvir o resto da história: “Peguem o dinheiro do Zé do Banco e votem em mim”. Dito e feito, Requião eleito.
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O Desenrola ainda enrolado
Em mais uma cartada eleitoral com vistas à reeleição, o presidente Lula (PT) anunciou a criação do que ele chamou de “Novo Desenrola Brasil” em pronunciamento na véspera do 1º de maio, Dia do Trabalhador. O programa é um novo pacote de medidas para reduzir o endividamento das famílias por meio de renegociações com bancos.
O presidente afirmou que vai lançar na próxima segunda-feira. O que se sabe já de antemão é que deve permitir a troca de dívidas em atraso no cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal sem garantia por um contrato mais barato.
Leia maisAs renegociações serão feitas no banco em que os clientes têm dívidas, ao contrário do Desenrola de 2023, em que os clientes tinham que acessar uma plataforma. Os bancos vão oferecer descontos sobre os débitos. De acordo com o presidente, os descontos na dívida serão de 30% a 90% no valor da dívida.
“Assim, você vai ter uma parcela bem menor e mais tempo para pagar sua dívida”, disse Lula, na sua fala. Os juros serão mais baixos, com taxas limitadas a 1,99% ao mês. Atualmente, o juro do cheque especial é de cerca de 8% ao mês.
O do crédito pessoal não consignado fica em torno de 6,5% ao mês. No parcelamento do cartão de crédito, a taxa média é de 9,6% ao mês e no rotativo, 15% ao mês. Lula também mencionou na TV a negociação de débitos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que prevê descontos de 12% até 99% do valor consolidado do débito, nos casos de pessoas inscritas no Cadastro Único para Benefícios Sociais (CadÚnico) do governo federal.
Foi uma decisão de Lula incluir estudantes com pendências no Fies no programa para o pagamento de dívidas que ele vai lançar na segunda-feira. Quanto ao uso do FGTS para abater dívidas, o Governo já definiu que será permitido o uso de até 20% do saldo do FGTS para essa negociação.
A preocupação do governo é também fazer um desenho que evite que as pessoas voltem a se endividar no curto prazo. Por isso, haverá uma trava de um ano para apostas em bets pelos beneficiados pelo programa.
“Agora, o que não pode é renegociar a dívida e continuar perdendo dinheiro apostando em bet. Por isso, quem aderir ao Novo Desenrola Brasil ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas on-line. Não é justo que as mulheres tenham que trabalhar ainda mais para pagar as dívidas de jogo dos maridos”, afirmou o petista.
INTRIGA – O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), negou que a bancada do partido teria atuado contra a indicação. Em nota, o senador classificou as versões como “intriga” e “maledicência” e afirmou que o governo tenta transferir responsabilidades pela derrota: “Aqueles que deveriam aprender com os erros estão afastando aliados ao tentar criar um ‘bode expiatório’ para a situação”, argumentou.

Cavalo de Tróia – O senador Renan Calheiros (MDB-AL) também negou ter traído o governo. “São improcedentes as ilações sobre o MDB e mentirosas as especulações sobre o meu voto, dos senadores Renan Filho e Eduardo Braga. Trabalhamos e votamos em Jorge Messias. Derrotas devem ensinar e não gerar efeitos lisérgicos vindos do cavalo de Tróia dentro do governo”, escreveu Renan nas redes sociais. Messias teve apenas 34 votos a seu favor, sete a menos do que o necessário. A votação foi secreta. O núcleo mais alinhado ideologicamente ao governo, formado por senadores do PT, PDT e PSB, reúne 18 votos.
Contas que não bateram – Integrantes do Palácio do Planalto afirmam que o líder do governo do Senado, Jaques Wagner (PT-BA), terá de prestar contas por ter desenhado cenário equivocado de votação para a indicação do ministro Jorge Messias. Às 13h15 de quarta-feira, Wagner previu a aprovação de Messias por 45 votos. À tarde, Lula chamou Wagner no Palácio da Alvorada para acompanhar uma agenda e o questionou sobre a situação de Messias no Senado. De volta ao Congresso, após o encontro com Lula, Jaques Wagner previa placar menor que o anterior, de 41 votos, o limite necessário para a aprovação, e relatou o diálogo com o presidente no qual o tranquilizou.
Palanque mineiro ameaçado – A derrota do nome de Jorge Messias abriu uma crise política que ameaça atingir o principal plano eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Minas Gerais. Com a rejeição do advogado-geral da União por um placar negativo além das traições já contabilizadas pela base, aliados do governo passaram a manifestar desconfiança sobre a atuação do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG), hoje visto como peça central na estratégia do Planalto para disputar o governo do Estado. Há também, nos bastidores, reclamações sobre o fato de o senador não esclarecer se votou a favor ou contra Messias, o que, na visão de integrantes do partido, reforça a percepção de falta de comprometimento.

Ex-prefeito de BH é alternativa – Diante das dúvidas sobre o papel de Rodrigo Pacheco, o impacto político já é sentido em Minas Gerais enquanto petistas passam a considerar a possibilidade de que o senador não leve adiante a candidatura ao governo do Estado e já discutem alternativas. Entre os nomes citados nos bastidores estão o deputado Reginaldo Lopes (PT) e o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), que poderiam assumir a disputa caso o plano com Pacheco não se concretize.
CURTAS
MAIS UM – No cenário mineiro, também entrou no radar político recente a filiação do empresário Josué Gomes, ex-presidente da Fiesp e filho do ex-vice-presidente José Alencar, ao PSB de Minas Gerais. O movimento é visto como mais uma variável na definição das candidaturas no Estado.
NA JUSTIÇA – O Governo vai questionar na Justiça a derrubada do veto em si da redução de penas para os envolvidos nos atos golpistas, alegando que crime contra o estado democrático de direito não pode pela Constituição ser objeto de graça, indulto ou anistia. Então não pode também receber redução de pena.
EMPOLGAÇÃO – Empolgado com os resultados adversos para o Governo, o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato ao Planalto pelo PL, cantou vitória antecipada nas eleições de outubro. “O governo Lula acabou”, decretou, após a reprovação de Jorge Messias. Ele avisou que já tem “vários nomes” para indicar ao Supremo. Estimulado a decliná-los, disse: “Não vou antecipar isso, não sou presidente ainda”.
Perguntar não ofende: Lula vai identificar os traidores?
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Perdi a noção do tempo que viajo de avião, não só de carreira. Já voei de Sênica (bimotor), Xingu, Bandeirantes e muito de helicóptero também. Foi num helicóptero, acompanhando uma visita a uma obra com o então governador Joaquim Francisco, de quem fui secretário de Imprensa, que por pouco não perdi a vida.
O piloto não havia visto um fio de alta tensão e fez um procedimento emergencial depois de um grito do governador. Na manobra, meu estômago embrulhou. Vindo do Chile, enfrentei um temporal passando pela Cordilheira dos Andes com tamanhas turbulências que as aeromoças, servindo o jantar, viram as bandejas serem jogadas longe e por pouco não se feriram.
Leia maisEm outra oportunidade, num monomotor que levava o então governador Marco Maciel, uma vaca surgiu de repente na pista de pouso, o piloto arremessou com uma habilidade louvável. Num outro voo, indo para o Rio, o piloto fez uma manobra radical para desviar de pássaros no Santos Dumont.
Hoje passei por mais um perrengue. Vindo de Brasília com destino ao Recife pela Latam, o piloto teve que suspender o pouso já na cabeceira da pista porque chovia torrencialmente. Aliás, caia um dilúvio no Recife.
Depois da manobra, 40 minutos sobrevoando o Recife na esperança da chuva dar uma trégua. E nada! O engraçado é que o comandante não nos informou nada. Após 20 minutos, comunicou que iria tentar pousar em João Pessoa. Mas, como o Recife, a capital paraibana também havia virado um mar.
Foi quando o comandante resolveu comunicar que iria pousar em Natal, para alívio de todos nós, passageiros, com os nervos à flor da pele. Por mais de 40 minutos, o uso do toalete foi proibido. Uma senhora, entretanto, aparentando uns 60 anos, levantou-se e correu em direção ao toalete, gritando para a tripulação que estava apertada e não iria fazer xixi na roupa.
Quando o tempo melhorou na chegada a Natal, a tripulação permitiu usar o toalete e se formou logo uma grande fila. A tortura não acabou. No pouso, os passageiros foram proibidos de desembarcar em Natal, sob a alegação de que a aeronave seria reabastecida e uma nova tentativa de pouso iria ser tentada.
Eu só consegui deixar a aeronave porque não havia despachado mala e informei que iria pegar um táxi por conta própria até o Recife. Fui escoltado pelo pessoal de terra até a saída do aeroporto. Confesso que não soube do desfecho final: se o avião voltou ao Recife e conseguiu pousar.
Que dia, meu Deus!
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A prefeita de Olinda, Mirella Almeida (PSD), e a governadora Raquel Lyra (PSD) realizaram vistoria conjunta na obra do Canal do Fragoso, na tarde desta sexta-feira (1⁰). Com o objetivo de garantir melhor escoamento das águas pluviais, foi realizada uma abertura emergencial em um dos trechos do serviço.
“A governadora Raquel Lyra acabou de sair daqui, junto com a gente, em um dos trechos da obra do Canal do Fragoso que a gente viu a necessidade de fazer uma abertura para minimizar esses danos causados”, comentou Mirella.
As gestoras reforçaram que a obra está em andamento. “Seguimos aqui, ouvindo a população e trabalhando juntos para definir ações que realmente façam a diferença na vida dos moradores”, afirmou Mirella.
A prefeita de Olinda afirmou que as equipes seguirão de prontidão 24h. “Vamos continuar trabalhando dia e noite para superarmos os desafios juntos. Em situação de emergência, acione a Defesa Civil pelo 0800.081.0060 ou no 9.9266.5307 (WhatsApp)”, completou.
A prefeita de Olinda, Mirella Almeida, lamentou a morte de mãe e filho no Passarinho, após fortes chuvas. “Recebo com profunda tristeza a notícia de que uma mãe e seu filho perderam a vida após um deslizamento em Passarinho. Me solidarizo com os familiares e me uno à dor de todos neste momento tão difícil”, declarou.
Nesta sexta-feira (1º), uma ocorrência de deslizamento de barreira deixou uma mulher de 20 anos e um bebê mortos na localidade.
Ainda de acordo com a gestora municipal, todas as pessoas que vivem em áreas de risco devem buscar local seguro, seja em um abrigo da Prefeitura de Olinda ou na casa de familiares e amigos. “Preservar vidas é a nossa prioridade”, afirmou Mirella Almeida. As informações são da Folha de Pernambuco.
Se o leitor não conseguiu acompanhar a entrevista com o cantor Neno o Magnífico, um dos vocalistas mais duradouros e marcantes da banda Magníficos, ao quadro “Sextou”, do programa Frente a Frente, ancorado por este blogueiro e exibido pela Rede Nordeste de Rádio, não se preocupe. Clique aqui e confira. Está incrível!
A governadora Raquel Lyra (PSD) se manifestou, há pouco, nas redes sociais, sobre as mortes provocadas pelas fortes chuvas na Região Metropolitana do Recife, na noite desta sexta-feira (1º). A publicação ocorreu cerca de uma hora após o blog noticiar que ela ainda não havia se solidarizado com as vítimas. No texto, Raquel lamentou as mortes de mães e crianças em Dois Unidos, no Recife, e em Passarinho, em Olinda, prestou condolências às famílias e afirmou que o governo segue mobilizado, com equipes atuando em resgates e na assistência à população afetada.
Estreia nos cinemas, em junho, o filme “963 dias — A história de um presidente que recolocou o Brasil nos trilhos”, que narra a trajetória política do ex-presidente Michel Temer (MDB) durante os 963 dias em que comandou o Planalto. A primeira exibição do filme, que tem 1 hora e 40 minutos de duração, será em 14 de junho, em São Paulo. Com informações da Revista Veja.
Com direção de Bruno Barreto e produção executiva de Elsinho Mouco, principal marqueteiro de Temer durante seu mandato presidencial (2016-2018) e em momentos posteriores, o filme também conta com a consultoria de Elio Gaspari, colunista da Folha de S.Paulo e do jornal O Globo.
Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo em 2023, Barreto avaliou que o ex-chefe do Executivo “foi ótimo no cargo”, e que ele não será “contra nem a favor”: “não faço arte militante”, disse Barreto.
O Sextou, programa musical que ancoro às sextas-feiras no lugar do Frente a Frente, recebe daqui a pouco o cantor Neno o Magnífico, um dos vocalistas mais duradouros e marcantes da banda Magníficos, grupo que ajudou a consolidar o forró eletrônico romântico no Brasil a partir dos anos 1990.
Com mais de duas décadas de carreira, Neno construiu sua trajetória dentro de uma das formações mais populares do gênero, integrando o trio vocal que marcou a fase de maior sucesso da banda. Após seguir carreira solo, mantém o repertório que o consagrou, com canções que atravessam gerações do forró romântico.
O programa desta semana gira em torno do novo DVD do artista, gravado recentemente em Monteiro, na Paraíba, com participação da própria banda Magníficos e de outros nomes do forró. O projeto reúne os grandes sucessos que marcaram sua trajetória e celebra sua história na música nordestina.
O Sextou vai ao ar das 18h às 19h, pela Rede Nordeste de Rádio, que reúne 48 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife. Para ouvir pela internet, acesse o link do Frente a Frente no topo desta página ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na Play Store.
A governadora Raquel Lyra (PSD) ainda não se solidarizou com uma mãe e um filho de seis anos que perderam suas vidas depois de um deslizamento em Dois Unidos, no Recife, após fortes chuvas que atingiram a Região Metropolitana, nesta sexta-feira. Segundo relatos de moradores, o Corpo de Bombeiros não teria chegado ao local em tempo hábil, sendo o socorro feito pelos próprios moradores da comunidade.
Em casos assim, o protocolo exige que a Defesa Civil isole o local, que o Corpo de Bombeiros faça o resgate e que o Samu realize o socorro. A brigada de socorro do Samu estava o postos no momento de retirada da família, mas mãe e filho não resistiram aos ferimentos a caminho do hospital. O prefeito do Recife, Victor Marques, e o ex-prefeito João Campos se solidarizam com a família e alertaram para a importância de proteger e salvar vidas, pedindo às famílias em área de risco que busquem um dos abrigos da Prefeitura do Recife.
O desmoronamento foi registrado na Segunda Travessa da Vertente do Lério. As vítimas foram identificadas como Jaqueline Soares da Silva, de 24 ano e Riquelmy, de 6 anos. O pai, José Rodrigues da Silva, de 30 anos, e a irmã da vítima, uma bebê de seis meses, ficaram feridos.
