Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
O Partido Liberal (PL) realiza, nesta quinta-feira (22), uma mobilização política em apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, no Recife. O ato, intitulado “Bloquinho do 22”, é realizado no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul da capital pernambucana, e conta com a participação do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e outros políticos conservadores.
A concentração ocorre na Pracinha de Boa Viagem. Os participantes seguem em caminhada pela orla da Avenida Boa Viagem até o Parque Dona Lindu. As informações são da Folha de Pernambuco.
Leia maisEntre os políticos que participam da caminhada estão o deputado federal eleito Lucas Pavanato (PL-SP), o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) e o senador eleito Marcel van Hattem (Novo-RS).
Também marcam presença representantes pernambucanos, como o presidente estadual do PL e deputado federal eleito, Anderson Ferreira; o deputado estadual eleito André Ferreira (PL); e o ex-candidato ao Senado e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro em Pernambuco, Mendonça Filho (PL), além de outros políticos e aliados.
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A ex-líder do governo de Jair Bolsonaro (PL) no Congresso Joice Hasselmann (Podemos) declarou nesta quinta-feira (22) que votará no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em vídeo publicado no Instagram, a ex-parlamentar explica que sua decisão decorre da defesa da democracia, apesar das divergências políticas que mantém com Lula e o PT. “Afinal, perder uma eleição, tudo bem. Perder a democracia, jamais”, afirma. As informações são do Brasil 247.
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Joice apresenta o voto como uma escolha pela preservação das condições que permitem o debate político e o exercício da oposição. “Voto em Lula, sem meias palavras, sem hipocrisia”, declara.
No vídeo, Joice relembra sua trajetória de enfrentamento ao PT e sua participação na campanha de Jair Bolsonaro em 2018. Ela afirma que acreditava estar contribuindo para uma mudança política e para o combate à corrupção.
“Em 2018, acreditei em Bolsonaro, sim”, diz. A ex-deputada recorda a proximidade que teve com o então candidato e sua atuação posterior como líder do governo no Congresso Nacional.
Segundo seu relato, a decepção ocorreu ainda no primeiro ano da gestão. Joice afirma que a convivência com o núcleo familiar e com aliados de Bolsonaro revelou práticas incompatíveis com as promessas que a haviam levado a apoiar o projeto.
“Eu vi o clã por dentro”, afirma. Ao reconhecer sua responsabilidade na ascensão do ex-presidente, acrescenta: “Eu errei em ajudar, mas não poderia ficar de braços cruzados”.
Joice afirma que o rompimento foi acompanhado de perseguições, agressões e ataques à sua reputação. No vídeo, relata ter perdido poder, aliados e base política, além de ter sido grampeada e espancada – o que ocorreu em 2021, quando seu apartamento foi invadido.
A ex-parlamentar também afirma que denunciou a existência de uma minuta de golpe ainda em 2019 e que levou a informação ao então presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli.
“Esta minuta já existia no primeiro ano de governo”, declara. Ao revisitar sua trajetória, Joice sustenta que suas denúncias foram feitas quando ainda enfrentava resistência e ataques de antigos aliados.
O argumento central da declaração de voto é a distinção entre divergências políticas e ameaça à democracia. Joice afirma que continua discordando da esquerda, mas considera que essas diferenças podem ser enfrentadas dentro das instituições.
“Hoje posso confirmar: os dois lados não são iguais”, diz. Sobre o campo político ao qual se opôs durante décadas, afirma que ele tem ideias que combate, “mas dentro das regras da democracia”.
A ex-deputada faz duras acusações contra a família Bolsonaro e sustenta que o grupo representa um risco à alternância de poder. Em sua avaliação, uma vitória de Flávio Bolsonaro poderia abrir caminho para a continuidade do domínio familiar sobre a Presidência durante décadas, além de assalto aos cofres públicos.
Joice afirma estar consciente das consequências pessoais e políticas de seu posicionamento. Prevê críticas, rompimentos de amizades e fechamento de portas, mas diz que esses custos não a farão recuar. “Já perdi muito e não tenho medo de perder”, declara.
A ex-deputada ressalta que seu voto não representa adesão ao programa do PT. Sua intenção, segundo explica, é retomar a oposição depois da eleição, com a garantia de poder exercê-la em um ambiente democrático.
“Sim, volto à oposição, mas dentro do processo democrático, onde é possível fazer oposição”, afirma.
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Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, a três dias do segundo turno, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de voto, contra 46% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O cenário é de empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais. Em votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, ambos têm 50%.
Na pesquisa Datafolha anterior, divulgada em 15 de outubro, Flávio Bolsonaro aparecia com 47% das intenções de voto, contra 45% de Lula.
Os dados da pesquisa espontânea — quando o nome dos candidatos não é apresentado ao entrevistado — mostram um cenário de estabilidade. Flávio manteve 46%, enquanto Lula marcou novamente 45%. Os indecisos, por sua vez, passaram de 3% para 4%. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisOs pesquisadores foram às ruas entre terça e quinta-feira. Ocorreram 2.520 entrevistas feitas pessoalmente. O levantamento, contratado pela TV Globo e pela Folha de S. Paulo, tem nível de confiança de 95%. O registro junto à Justiça Eleitoral foi feito sob o código BR-09709/2026.
A nova pesquisa mede o impacto de desdobamentos importantes da campanha. Na semana passada, foi promulgado o fim da escala 6×1, bandeira eleitoral de Lula. Depois, os candidatos participaram das entrevistas da Globo e do debate da TV Band. Também cresceram, desde então, as mobilizações nas ruas e nas redes em prol dos candidatos.
Nos últimos dias, outra tendência que se acentuou foi o duelo de narrativas sobre o Bolsa Família. Baseada em declarações da coordenadora econômica de Flávio, Daniella Marques, a campanha de Lula passou a alegar que a vitória do filho de Jair Bolsonaro colocaria em risco o programa. O período de entrevistas do instituto, no entanto, não pegou tanto o auge dessas afirmações, que cresceram ontem.
O debate da Band foi considerado de péssimo nível pelas campanhas, que tentam agora modular a postura de Lula e Flávio para o encontro da Globo, na sexta. Pesquisas qualitativas também diagnosticaram que os eleitores não gostaram do primeiro embate.
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O ministro André Mendonça, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) autorizou, nesta quinta-feira (22), os candidatos à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a divulgarem seus sigilos.
A decisão é uma resposta a ofícios apresentados pelos dois candidatos ao tribunal entre terça-feira (20) e quinta-feira. Cada um se dispôs a liberar seus dados e os de familiares e empresas, desde que o adversário fizesse o mesmo.
“Não cabe à Justiça Eleitoral definir o que cada candidato quer ou não divulgar. O que se quiser divulgar é escolha de cada um, e avaliar essa escolha cabe ao eleitor”, afirmou o ministro. As informações são da CNN.
Leia mais“Ante o exposto, e diante da ausência de óbice legal à divulgação espontânea de seus próprios dados, nos termos aqui expostos, reitera-se que os candidatos e pessoas físicas e jurídicas a que se referiram estão autorizadas a divulgar, por ato próprio, como e quando entenderem pertinentes, seus respectivos dados e informações, conforme os compromissos públicos assumidos”, concluiu o vice-presidente do TSE.
Na petição, Lula autoriza a abertura de seus sigilos e os da primeira-dama, Rosângela Lula da Silva, e dos filhos Lurian, Marcos Cláudio, Fábio Luís, Sandro Luís e Luís Claudio, referentes aos últimos oito anos.
O petista pede ainda que os dados sejam divulgados à população no sistema DivulgaCandContas, do TSE, ou em outro site de acesso público.
A condição é que Flávio adote a mesma providência em relação a si e a seus familiares: o ex-presidente Jair Bolsonaro, Rogéria Bolsonaro, os irmãos Carlos, Eduardo e Jair Renan e a mulher, Fernanda Bolsonaro.
O desafio foi lançado por Lula no final do primeiro debate do segundo turno, no domingo (18), e reforçado em ato de campanha em Porto Alegre na segunda-feira (19).
”Sigilo protege o próprio titular”
Mendonça argumenta que os sigilos existem para proteger o titular, que pode abrir mão deles quando quiser. O ministro cita a Lei Complementar 105/2001, segundo a qual não há quebra do dever de sigilo quando as informações são reveladas com consentimento expresso dos interessados.
Segundo a decisão, extratos bancários estão disponíveis nos bancos ou em seus aplicativos, as declarações de Imposto de Renda podem ser acessadas no portal da Receita Federal pela conta gov.br e os registros de chamadas podem ser obtidos com as operadoras de telefonia.
“Para que não reste dúvida”, o relator reafirma que os candidatos e as pessoas físicas e jurídicas citadas estão autorizados a divulgar os dados “como e quando entenderem pertinentes”.
Sobre gastos com recursos públicos, como os do cartão corporativo, Mendonça afirma que, se essas informações tiverem sido classificadas como sigilosas com base na Lei de Acesso à Informação, a própria autoridade responsável pela classificação, ou uma superior, pode revê-la e dar publicidade imediata, sem necessidade de intervenção judicial.
O ministro, porém, faz uma ressalva sobre o alcance da divulgação. Segundo ele, é de conhecimento público que recursos de corrupção e lavagem de dinheiro costumam não passar pelas contas dos beneficiários, mas por intermediários, os chamados “laranjas”.
Por isso, diz Mendonça, a divulgação voluntária de extratos e declarações, embora legítima, não substitui investigações conduzidas por órgãos competentes sob controle judicial.
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Por Cláudio Humberto – Diário do Poder
O verdadeiro sócio do advogado Willer Tomaz, investigado pela Polícia Federal, tem nome e sobrenome bem diferente de Flávio Bolsonaro (PL). Ao contrário do que o governo Lula (PT) e aliados na mídia tentam fazem parecer, o sócio de verdade de Willer se chama Eugênio Aragão, é um velho ativista de esquerda que atuou como advogado das campanhas do PT e de Lula em 2018 e a mais recentemente, em 2022. Por sua militância, acabou premiado com o cargo de ministro da Justiça do governo Dilma Roussef (PT).
Aragão foi ministro de Dilma por curto período, entre março a maio de 2016, porque foi obrigado a deixar o cargo com a aprovação pelo Senado do impeachment da então presidente.
Leia maisA dupla Eugênio Aragão/Willer Tomaz são sócios há 9 anos no escritório Aragão & Tomaz Advogados Associados, e atuam fortemente em tribunais superiores, principalmente no Supremo Tribunal Federal (STF).
A “parceria” foi anunciada oficialmente em 17 de outubro de 2017, logo após Eugênio Aragão se aposentar do Ministério Público Federal (MPF), onde foi subprocurador de uma classe mais antiga que permitia o exercício da advocacia. A associação profissional com o escritório de Willer Tomaz segue registrada e ativa em casos nos tribunais superiores.
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O prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), compartilhou nas redes sociais um vídeo mostrando o andamento de obras de contenção de encostas no bairro de Coqueiral, na Zona Oeste. Segundo ele, as intervenções somam mais de R$ 6,6 milhões e devem beneficiar cerca de 360 moradores.
Confira:
Um grupo de médicos lançou um manifesto de apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. O documento apresenta propostas para a área da saúde e convida profissionais médicos de todo o país a aderirem à iniciativa por meio de uma plataforma online.
Entre os pontos defendidos estão o fortalecimento e a modernização do Sistema Único de Saúde (SUS), a redução das filas para consultas, exames e cirurgias, a ampliação do acesso ao diagnóstico e ao tratamento do câncer, medidas voltadas à saúde mental e ações de valorização dos profissionais e de melhoria da formação médica.
O manifesto também pede que os médicos que concordem com as propostas assinem o documento e compartilhem a iniciativa com outros colegas. O material divulgado não informa quantos profissionais já aderiram nem identifica os responsáveis pela coordenação do movimento.
PODER 360
O publicitário João Pinto Rodrigues da Costa Júnior, conhecido como João Dude, recebeu R$ 1,02 milhão do projeto Conexão Cidadã, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, de março de 2024 a agosto de 2026 –ano eleitoral.
Dude é diretor de Planejamento da Leiaute Propaganda, de Salvador. Sidônio Palmeira é um dos fundadores da agência. É atualmente ministro licenciado da Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República) do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Leia maisO programa Conexão Cidadã financia o envio de mensagens por WhatsApp e RCS –tecnologia de comunicação usada em aplicativos de mensagens de celulares Android– com a marca do Governo Federal para divulgar informações sobre políticas públicas, como Bolsa Família e Farmácia Popular.
João Dude é um dos profissionais que assinam, como analistas “notáveis”, os relatórios de avaliação das entregas da Microtarget, empresa de marketing responsável pela operação do canal. No projeto, os “notáveis” são os profissionais, em teoria isentos, que assinam avaliações das entregas realizadas pela empresa.
Os pagamentos a João foram registrados em 26 lançamentos, no valor bruto total de R$ 1,02 milhão, conforme a prestação de contas do Iaupe (Instituto de Apoio à Fundação Universidade de Pernambuco), responsável pela parceria com o ministério. Leia mais sobre o valor pago pelo envio de SMS nesta reportagem.
Em 16 de agosto de 2026, João foi contratado pelas campanhas dos petistas Jaques Wagner e Rui Costa ao Senado, na Bahia, por R$ 112,5 mil cada um.
CRESCIMENTO ACELERADO
O Conexão Cidadã foi formalizado em 29 de dezembro de 2023, quando o MDS assinou um termo de fomento de R$ 34,5 milhões com o Iaupe. O objetivo declarado era desenvolver uma metodologia de comunicação com beneficiários de programas sociais e ampliar o acesso a informações sobre políticas públicas.
A parceria foi firmada sem chamamento público. Nos registros do Transferegov, o programa recebeu propostas de um proponente específico em 13 de dezembro de 2023, mesmo dia em que foi aberto e encerrado o prazo para apresentação.
O critério de seleção fregistrado como “objeto singular”. O instituto recebeu 5 acréscimos de valor ao termo original. Com os aditivos, a parceria chegou a R$ 273,2 milhões, quase 8 vezes o valor inicial.
O último acréscimo, registrado em dezembro de 2025, elevou o total em mais R$ 34,5 milhões e estendeu a vigência até 29 de dezembro de 2026.
Em 2024, o 1º ano da parceria, os repasses federais ao instituto chegaram a R$ 113,5 milhões. Até setembro de 2026, o MDS havia transferido R$ 237,8 milhões. O último aditivo foi registrado no sistema com o objeto da alteração descrito como “teste”. Os documentos não esclarecem o motivo da utilização dessa expressão.
MICROTARGET E PAGAMENTOS
Embora a parceria tenha sido assinada com o Iaupe, a operação do canal de mensagens ficou a cargo da Microtarget, que foi subcontratada. A página oficial do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social informa que a empresa realiza a operação do canal RCS.
Até 27 de abril de 2026, o instituto pagou R$ 215,4 milhões a fornecedores com recursos do projeto. Desse total, R$ 134 milhões –62,2%– foram destinados à Microtarget e a empresas contratadas, segundo os registros de pagamentos e os documentos societários analisados. A Microtarget recebeu diretamente R$ 110,8 milhões. Outras parcelas foram destinadas a empresas que o próprio site da companhia apresenta como integrantes de seu grupo ou que têm vínculos societários com pessoas ligadas à empresa.
As 131 compras registradas pelo instituto no âmbito do projeto foram classificadas como inexigibilidade, modalidade que dispensa a competição entre fornecedores quando preenchidos os requisitos legais. A compra de serviços de mensageria, registrada sob o número 019-CC, tinha valor de R$ 20,4 milhões, mas os pagamentos contabilizados chegaram a R$ 94 milhões. Os registros mostram, portanto, que a execução financeira da parceria se concentrou em fornecedores privados, apesar de o instrumento original ter sido celebrado com uma organização da sociedade civil.
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Por Aldo Paes Barreto*
Com apoio das esquerdas, incluindo o Partido Comunista, o industrial nacionalista Cid Sampaio foi eleito, em 1959, governador de Pernambuco. A campanha ainda era feita em palanques, jornais, comícios e até Prestes veio ao Recife apoiar Cid.
Foi a primeira campanha com apoio do marketing e de um frevo de bloco, composto por Nelson Ferreira, a joia da campanha. Ainda hoje, quase 70 anos depois, continua fazendo sucesso nos encontros carnavalescos do Bloco da Saudade, prévias carnavalescas onde a Saudade fez morada.
Leia maisNote-se que a canção não faz qualquer citação a Cid ou mesmo às eleições, embora o trocadilho inteligente esteja presente em “quando o povo decide”. Seria o hino perfeito para estes dias da virada esperada e anunciada pelos lulistas. A música consta de um dos CDs do Bloco da Saudade. Ei-la:
O Bloco da Vitória está na rua
Desde que o dia raiou
Vem ó minha gente, prô o nosso cordão
Que a hora da virada chegou!
Ô… Ô … Ô … Ô…
Quando o povo decide
Cair na frevança não há quem dê jeito
Aguenta o rojão,
Faz um ele grandão
Mas, no fim, ei!
Tá tudo ok!
Neste Carnaval
Quá! Quá! Quá! Quá!
O prazer é gargalhar
E com bate-bate de maracujá
A nossa vitória,
Vamos festejar
Neste domingo, o Brasil decide se a velha canção carnavalesca vai ficar na Saudade.
*Jornalista
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A Prefeitura de Ipojuca anunciou o projeto Ipojucano Conhecendo Ipojuca, que vai oferecer passeios gratuitos para moradores da zona rural conhecerem praias e outros pontos turísticos do município. A iniciativa prevê atividades um domingo por mês, com transporte e logística custeados pela gestão municipal, em parceria com operadores de turismo credenciados.
O projeto será voltado a moradores dos engenhos e outras comunidades rurais. “Queremos que o morador dos engenhos tenha a oportunidade de conhecer a praia, aproveitar um passeio e se reconhecer como parte de tudo isso”, afirmou o prefeito Carlos Santana.
Para executar a iniciativa, a Secretaria de Turismo busca credenciar profissionais e empresas de passeios de buggy, jangada, mergulho, ecoturismo e turismo regenerativo. Segundo a Prefeitura, a proposta também pretende ampliar a participação de prestadores de serviços locais nas atividades turísticas promovidas pelo município.
O júri de notáveis responsável pela escolha dos finalistas e vencedores do Prêmio Engenho de Comunicação conduziu a cerimônia de diplomação dos indicados à 22ª edição da premiação. A solenidade reuniu os principais jornalistas e veículos de comunicação da capital do país em um jantar realizado na última terça-feira, na sede do Sistema CNA-Senar, em Brasília.
Considerado o Oscar da Imprensa em Brasília, o 22º Prêmio Engenho de Comunicação – O Dia em que o Jornalista Vira Notícia conta, neste ano, com três finalistas em cada uma das nove categorias. A Homenagem do Ano será concedida à jornalista e radialista Mara Régia, da Rádio Nacional-EBC.
Leia maisNesta edição, o Júri de Notáveis é formado por cinco personalidades: o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro; a secretária de Estado do DF, Giselle Ferreira; o coordenador acadêmico do curso de Jornalismo do Uniceub, professor Bruno Nalon; a diretora do Espaço Cultural TCU, Elisa Bruno; e a diretora Jurídica do Senar, Eliziane Carvalho.
Os vencedores de cada categoria serão anunciados no dia 10 de novembro, durante a cerimônia de premiação do 22º Prêmio Engenho de Comunicação – O Dia em que o Jornalista Vira Notícia.
Os patrocinadores desta edição são o Sistema CNA-Senar, o Sistema Cofeci-Creci, a Fibra (Federação das Indústrias de Brasília) e a Apex. O Instituto Palavra Aberta e o Jornalistas&Cia são apoiadores institucionais. A premiação é organizada pela Engenho Comunicação e presidida, desde sua criação, em 2004, pela jornalista e ativista dos Direitos Humanos Kátia Cubel. Confira a seguir a lista dos Finalistas:
FINALISTAS 2026
COBERTURA DE BRASÍLIA
ANALISTA DE CONJUNTURA
COLUNISTA
ÂNCORA DE RÁDIO
PROGRAMA DE RÁDIO
ÂNCORA DE TV
PROGRAMA DE TV
JORNALISTA DO ANO
VEÍCULO DO ANO
HOMENAGEM DO ANO
A Faculdade de Medicina de Olinda (FMO) viveu, hoje, um daqueles momentos que uma instituição guarda para a própria história. Em solenidade realizada na cidade, o diretor-geral da instituição, Inácio de Barros Melo Neto, entregou ao Dr. Eduardo Paixão a Comenda Professor Doutor Inácio de Barros Melo, a mais alta distinção honorífica da faculdade. É a primeira vez que a honraria é concedida desde a sua criação.
O homenageado dispensa apresentações para quem acompanha a medicina no estado. Referência da cardiologia pernambucana e brasileira, o Dr. Eduardo Paixão construiu uma trajetória que atravessa gerações de médicos formados sob sua influência, entre a prática clínica de alto nível, a docência e a produção científica.
Leia maisO texto da comenda, impresso em diploma de duas páginas com moldura geométrica em azul-marinho e dourado, é preciso no reconhecimento. A FMO destaca a trajetória profissional, a excelência da atuação docente e as contribuições ao ensino médico, à pesquisa científica e à formação dos estudantes. Menciona ainda o fortalecimento da missão institucional e encerra com uma frase que resume o sentido da homenagem: dedicação, integridade e compromisso com o conhecimento como exemplo de profissionalismo.
O peso de um nome
O que transforma a cerimônia em um acontecimento singular não está apenas no currículo do homenageado. Está no nome que a comenda carrega. O Professor Doutor Inácio de Barros Melo, patrono da honraria, é avô do atual diretor-geral da FMO.
Nascido em Bonito, no interior de Pernambuco, ele fez do estudo o caminho de uma vida inteira. Advogado e professor formado pela Faculdade de Direito do Recife, fundou em 1968 a Faculdade de Direito de Olinda, instituição que dirigiu e que ajudou a firmar como referência no ensino jurídico do estado. Deixou uma frase que a FMO reproduz no documento entregue ao Dr. Eduardo Paixão: “Eu passarei, mas sempre haverá a perpetuação do ensino do Direito nesta instituição”.
A segunda página do diploma é dedicada justamente a ele. Ali está registrada a trajetória do menino do interior que acreditou no estudo, e a conclusão que amarra o presente à memória: ao dar o nome do avô à sua mais alta honraria, a faculdade celebra os valores que marcaram aquela vida e estabelece um critério. Receber esta comenda é ser reconhecido como herdeiro desses mesmos valores.
Uma coincidência que diz muito
Na primeira vez em que o nome do patrono é pronunciado em uma outorga, ele aparece ao lado do nome de um ícone da cardiologia brasileira. A coincidência é o coração da cerimônia. De um lado, a memória de quem fundou uma escola de ensino e entendeu a educação como forma de permanência. Do outro, a excelência de quem formou gerações de médicos e levou a medicina pernambucana ao reconhecimento nacional.
O selo circular que acompanha o diploma, com o ano de 2026 e a inscrição “Honra ao Mérito”, e a assinatura manuscrita do Diretor-Geral completam o documento. Nada ali é excessivo. O peso do reconhecimento dispensa ornamentos.
Para a FMO, a entrega da primeira Comenda Professor Doutor Inácio de Barros Melo não encerra um ciclo, abre um. A partir de agora, a honraria tem um critério, um patrono e um primeiro nome. E o primeiro nome escolhido diz bastante sobre o que a instituição pretende valorizar daqui em diante.
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