Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
O prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Lula Cabral, participa, na Espanha, da Missão Internacional da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP), que reúne gestores brasileiros no Smart City Expo World Congress, um dos principais encontros mundiais sobre cidades inteligentes, inovação e transformação urbana. O evento reúne representantes de mais de 850 cidades, cerca de 1.100 empresas expositoras e um público estimado de 25 mil participantes.
Na agenda, Lula Cabral participa de encontros e interlocuções com empresas de tecnologia, especialistas e gestores públicos de diferentes partes do mundo, buscando conhecer soluções que possam ser incorporadas à administração municipal. Em Barcelona, a programação inclui experiências de inovação tecnológica no distrito 22, mobilidade sustentável, corredores verdes, planejamento climático, requalificação de espaços públicos e urbanismo inteligente. O prefeito também integra agendas institucionais na Prefeitura de Barcelona e encontros relacionados à rede Cidades e Governos Locais Unidos (CGLU).
Leia maisA missão seguirá ainda para Madri, onde estão previstas visitas a iniciativas de digitalização dos serviços públicos, centros de controle de tráfego com inteligência artificial, hubs de mobilidade sustentável e estruturas integradas de segurança e emergências. A programação inclui ainda experiências de requalificação urbana, parques públicos e equipamentos culturais.
Como vice-presidente de Cidades Litorâneas da FNP, Lula Cabral também fortalece a presença do Cabo nos debates internacionais sobre desenvolvimento urbano e amplia oportunidades de cooperação e parcerias com instituições e empresas. “Governar é ter capacidade de resolver os problemas de hoje, mas também de preparar a cidade para o futuro. Não podemos ficar olhando o mundo avançar. Estamos aqui para dialogar, conhecer novas tecnologias, construir parcerias e buscar soluções que façam diferença na vida das pessoas. Quero levar para o Cabo o que existe de melhor em inovação, mobilidade, segurança e modernização dos serviços públicos. Nosso compromisso é fazer uma cidade cada vez mais moderna, eficiente e preparada para oferecer mais qualidade de vida à nossa população”, destaca Lula Cabral.
A participação na missão reforça a estratégia de uma gestão que busca conhecimento, articulação institucional e novas oportunidades além das fronteiras, transformando conexões internacionais em caminhos para o desenvolvimento do Cabo de Santo Agostinho.
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O ex-prefeito de Caruaru e ex-deputado Tony Gel (PSB) vira, hoje, mais uma página do seu calendário da vida. Um amigo correto e leal, de uma carreira bem-sucedida na vida pública, com passagens pelos poderes Legislativo e Executivo, tendo sido por duas vezes prefeito de Caruaru, com uma gestão ousada e de grandes avanços no social.
Radialista, advogado e professor, Tony teve três mandatos de deputado federal e três de estadual, além de ter ocupado uma cadeira na Câmara Municipal de Caruaru. Atualmente, está filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB).
Leia maisAo longo de sua trajetória política, Tony protagonizou disputas eleitorais marcantes em Caruaru, especialmente contra João Lyra Neto, pai da governadora Raquel Lyra (PSD), a quem derrotou em 2004, tornando-se o primeiro prefeito reeleito da história do município.
Também detém o recorde de votação para vereador na cidade, com 8.628 votos conquistados em 2008. Após três mandatos na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), disputou sua última eleição em 2022, quando ficou na suplência. Filiado ao PSB, não concorreu a cargos eletivos em 2024 nem em 2026, mas permaneceu ativo na política, participando de campanhas e apoiando candidaturas.
Que possa “bebemorar” a vida!
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A prefeita de Olinda, Mirella Almeida, recebeu vereadores e vereadoras do município, hoje, no Palácio dos Governadores, sede do governo municipal, no bairro do Varadouro. O encontro teve como pauta o Projeto de Lei Ordinária nº 44/2026, aprovado pela Câmara Municipal na terça-feira (3) e anunciado pela gestora no dia seguinte (4) que a medida será vetada.
A reunião teve como objetivo discutir alternativas e construir, por meio do diálogo entre os poderes Executivo e Legislativo, o melhor caminho para a população, considerando a necessidade de atualização da legislação que trata do Sítio Histórico de Olinda.
Leia maisDurante a conversa, a prefeita destacou que a legislação vigente, com 44 anos de existência, precisa passar por atualizações para acompanhar as transformações da cidade, sem deixar de lado a preservação de seu patrimônio histórico e cultural.
Grupo de trabalho vai discutir mudanças na legislação
Como encaminhamento da reunião, será formado um grupo de trabalho com representantes de diferentes setores da sociedade para estudar e avaliar a legislação atual e propor possíveis atualizações. “Vamos formar um grupo de trabalho com representantes da Prefeitura, Câmara de Vereadores, Conselho de Preservação, sociedade civil, universidade e Ministério Público para estudar, avaliar e atualizar a legislação sobre o Sítio Histórico de Olinda”, afirmou Mirella.
A prefeita também ressaltou que o diálogo com os vereadores continuará e defendeu a construção de uma cidade que consiga conciliar desenvolvimento, geração de oportunidades e respeito à sua história, à identidade cultural e aos moradores.
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Será às 20 horas, no auditório da Câmara de Vereadores do País de Caruaru, como assim batizou Nelson Barbalho esta charmosa capital do Agreste.
O presidente do Paraguai, Santiago Peña, renunciou ao cargo, hoje. Peña era alvo de um processo de impeachment que havia angariado o apoio tanto da oposição quanto da base governista por conta de uma crise bancária. Em vídeo, ele se desculpou e disse que decidiu renunciar pela estabilidade do país. “Hoje, devemos mostrar, mais uma vez, que respeitamos a democracia”, disse.
Conservador, Santiago Peña, era alvo de críticas por conta da crise bancária que começou após o banco digital Ueno fechar as portas e deixar milhares de clientes sem acesso ao próprio dinheiro. Peña foi acionista do grupo que controla a instituição, e a oposição acusa o Banco Central paraguaio de encobrir irregularidades.
Nesta manhã, o Congresso do Paraguai iniciou uma sessão extraordinária para debater o pedido de impeachment, e todas as bancadas da Câmara dos Deputados anunciaram que votarão a favor do impeachment. Mais cedo, aliados de Peña retiraram o apoio ao presidente nesta quinta e começaram a pedir sua renúncia, além de defender o processo de impeachment.
Metrópoles
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reúne, hoje, no Palácio da Alvorada, com um grupo de conselheiros de sua confiança para discutir os rumos da economia no quarto mandato. A ideia é encontrar caminhos que preservem os benefícios sociais, mudem a trajetória da dívida pública e atraiam investidores estrangeiros interessados em soluções ambientais e geológicas.
Segundo informação à coluna, foram chamados o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad; o atual titular da pasta, Dario Durigan; o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que não pôde comparecer devido a outro compromisso; e o vice-presidente Geraldo Alckmin. O ex-ministro Guido Mantega também quer ser ouvido, entre outros conselheiros.
Leia maisLula foi reeleito em 25 de outubro com 51,75% dos votos válidos, contra 48,25% de Flávio Bolsonaro (PL). A dívida pública ultrapassou 82% do PIB no atual governo, o que representa uma alta de cerca de 10 pontos percentuais ao longo do mandato. Cada conselheiro deve chegar à mesa com uma visão diferente sobre como enfrentar o problema.
Durigan, que assumiu a Fazenda quando Haddad saiu para disputar o governo de São Paulo, tem sido aconselhado por economistas mais ortodoxos. O ministro está preocupado com o crescimento das despesas e defende ajustes mais complexos e de longo prazo nas contas públicas, com medidas graduais, porém consistentes. Ele também enxerga potencial nos investimentos estrangeiros como alavanca para o crescimento. Justamente por apostar na entrada de capital externo interessado nos recursos naturais do país, Durigan tem ojeriza a qualquer medida que possa ser interpretada como controle de capitais. A avaliação na Fazenda é que um sinal nessa direção afastaria os investidores que o governo pretende atrair.
Galípolo deve defender um Banco Central independente e autônomo, a continuidade da meta de inflação e a posição do mercado financeiro tradicional, que cobra disciplina fiscal e sinais concretos de controle dos gastos como condição para a queda dos juros. Como a taxa básica pesa diretamente sobre o custo da dívida, a avaliação do Banco Central é considerada decisiva para qualquer estratégia de estabilização.
Haddad defende a junção dos benefícios sociais em novo desenho. Ainda como ministro, em fevereiro, ele propôs nova arquitetura para os gastos assistenciais, com a unificação de programas, nos moldes do que foi feito em 2003, quando iniciativas dispersas foram reunidas no Bolsa Família.
Alckmin defende levar para Brasília a mesma fórmula que aplicou no governo de São Paulo. Como governador, ele tratou o ajuste fiscal como tarefa permanente, com contingenciamento do Orçamento logo no início de cada gestão, corte de despesas de custeio, redução de cargos comissionados e revisão de contratos, preservando, ao mesmo tempo, a capacidade de investimento do Estado.
Para Alckmin, o governo federal precisa dar o primeiro exemplo antes de pedir sacrifícios a outros setores, cortando gastos supérfluos e os supersalários do funcionalismo. O vice também pretende rever o fundo eleitoral e as emendas parlamentares, que consomem fatia crescente do Orçamento e reduzem a margem do Executivo para investir.
Mantega representa a ala desenvolvimentista do PT. O ex-ministro sustenta que o principal problema da economia brasileira está na política monetária, que ele já classificou como irracional, e não no excesso de gastos. Na visão dele, os juros altos encarecem a dívida, travam o investimento produtivo e limitam o crescimento, que seria o melhor caminho para reequilibrar as contas. Mantega comandou a Fazenda entre 2006 e 2014, período em que a dívida líquida caiu de 49% para 33% do PIB, conforme lembram defensores de sua gestão.
Além do ajuste das contas, o governo quer usar a transição energética e os recursos minerais, como as terras-raras, como vitrine para o capital estrangeiro. A aposta é que investimentos em energia limpa, preservação ambiental e mineração estratégica tragam dólares, crescimento e arrecadação, sem pressionar o Orçamento.
Na reunião, Lula deve, como costuma fazer nesses encontros, mais ouvir do que falar, sobretudo porque está poupando a voz para a gravação do pronunciamento.
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A ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, será homenageada pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) com o título de Doutora Honoris Causa, em reconhecimento da contribuição da gestora para o fortalecimento da agricultura familiar e das políticas públicas de desenvolvimento rural.
A cerimônia integra as comemorações dos 114 anos da Universidade e acontece nesta sexta-feira (6), no Recife, e contará com a presença de mulheres e juventudes do campo, das águas, das florestas e de povos e comunidades tradicionais beneficiadas por projetos desenvolvidos em parceria com o MDA.
Leia maisA homenagem contará com a presença de mulheres e juventudes do campo, das águas, das florestas e de povos e comunidades tradicionais de diferentes territórios de Pernambuco e do Nordeste, participantes de iniciativas como os projetos Jandaíras, Baraúnas dos Sertões e Projeto Dom Hélder Câmara, desenvolvidos no âmbito das políticas públicas do MDA em parceria com UFRPE.
Cientista política formada na USP, foi bolsista em Harvard e trabalhou com organizações de catadores e de luta pela terra. Fazia doutorado com o professor Fernando Limongi quando foi convidada para a equipe de transição de Lula, em 2022. Gestora pública concursada, chefiou o gabinete da Secretaria-Geral da Presidência na gestão de Gilberto Carvalho, próximo a Lula. Depois, foi chefe de gabinete de Patrus Ananias, então ministro do Desenvolvimento Agrário e hoje deputado federal.
Em 2023, voltou ao ministério como secretária-executiva de Paulo Teixeira, hoje deputado federal, a quem sucedeu no comando da pasta em abril de 2026. Como ministra, lançou o maior Plano Safra da Agricultura Familiar da história.
Serviço
Solenidade de concessão do título de Doutora Honoris Causa à ministra Fernanda Machiaveli
Quando: sexta-feira – 06/11/2026
Hora: 14h
Local: Salão Nobre da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para receber visitas dos senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Tereza Cristina (PP-MS) na residência em que cumpre pena por tentativa de golpe.
Ambos os parlamentares foram ministros durante a gestão de Bolsonaro e indicam participação na disputa pela presidência do Senado para o biênio 2027–2028. No pedido encaminhado ao ministro do STF, os advogados de Bolsonaro solicitaram que as visitas ocorram em datas a serem fixadas pelo gabinete de Moraes, “preferencialmente às terças, quartas ou quintas-feiras”.
Leia maisA solicitação ocorre em meio às articulações políticas para a eleição da Mesa Diretora do Senado, marcada para a primeira semana de fevereiro. O vencedor precisará reunir a maioria absoluta dos votos da Casa – ao menos 41 dos 81 senadores, em votação secreta.
Nesta semana, a bancada do PL oficializou a pré-candidatura de Rogério Marinho, atual líder da Oposição no Senado. A legenda contará com 29 integrantes a partir de fevereiro de 2027, consolidando-se como a maior bancada da Casa.
O principal adversário de Marinho na disputa é o atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que trabalha pela reeleição e reúne apoio de parcelas do centro e de aliados governistas.
Já a senadora Tereza Cristina (PP-MS) também se movimenta para viabilizar sua candidatura no bloco partidário. Ao lançar seu nome, Marinho afirmou que ele e Tereza integram o mesmo campo político e devem atuar de forma coordenada.
Além de comandar o Senado e o Congresso, o presidente da Casa tem entre as atribuições a definição da pauta de votações do plenário e a prerrogativa regimental de dar andamento ou arquivar pedidos de impeachment contra autoridades, incluindo ministros do STF e o procurador-geral da República.
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Natural de Carnaíba, no Sertão do Pajeú, a advogada e professora Janielly Nunes chega à próxima etapa da disputa por uma vaga de desembargadora do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) credenciada por um resultado expressivo nas urnas, concedido pela advocacia pernambucana. Na próxima segunda-feira (9), o Tribunal escolhe os três nomes que formarão a lista tríplice do Quinto Constitucional, etapa que pode aproximar a sertaneja de um dos cargos mais importantes do Judiciário estadual.
Janielly foi a mais votada na eleição promovida pela OAB-PE, em 6 de outubro. Recebeu 6.829 votos, ficando à frente dos outros cinco nomes que integram a lista sêxtupla. O resultado ganha ainda mais significado quando se observa a distribuição da votação: a advogada conquistou apoio em diferentes regiões do Estado, demonstrando capilaridade para além da Região Metropolitana do Recife.
Leia maisNa subseção de Afogados da Ingazeira, sua terra de origem, Janielly também terminou na primeira colocação, com 123 votos. A advogada é casada com o advogado Dominici Mororó e cunhada do Danilo Mororó, chefe de gabinete do conselheiro Ranilson Ramos, do Tribunal de Contas do Estado.
Também disputam o espaço os advogados Leonardo Oliveira (com 5.460 votos), Diana Câmara (com 5.359 votos), Isabela Lessa (com 4.759 votos), Henrique Seixas (com 4.561 votos) e Eliel Gomes (com 2.036 votos).
A votação, que reuniu 14.836 advogados e advogadas, foi a primeira realizada integralmente de forma on-line pela OAB. Depois da escolha dos seis representantes da advocacia, caberá agora ao Pleno do TJPE selecionar três nomes. A lista será encaminhada à governadora Raquel Lyra, responsável pela escolha final e nomeação do novo integrante da Corte.
A decisão da governadora também terá um componente de representatividade. Na escolha anterior, em novembro de 2025, Raquel optou pelo advogado Carlos Gil Rodrigues Filho, embora a lista tríplice também contasse com duas mulheres: Adriana Caribé e Diana Câmara.
Agora, uma nova oportunidade se apresenta para ampliar a presença feminina nos espaços de decisão do Judiciário pernambucano. Caso Janielly consiga chegar à lista tríplice, seu nome estará entre os que serão avaliados pela governadora.
Esta é a segunda vez que a advogada sertaneja participa da disputa pelo Quinto Constitucional. Na tentativa anterior, em 2024, não conseguiu avançar para a lista sêxtupla. Dois anos depois, retorna ao processo em uma condição diferente: além de integrar a relação dos seis escolhidos pela advocacia, conquistou a primeira colocação geral, com uma votação que a colocou em evidência no cenário jurídico estadual.
A sessão do próximo dia 9 será, portanto, mais um capítulo de uma trajetória que começou no Sertão e ganhou dimensão estadual. Para Janielly, o desafio agora é transformar o reconhecimento conquistado junto à advocacia em mais um passo rumo ao Tribunal de Justiça de Pernambuco.
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O meu dentista de confiança, doutor Cesar Mello, lança, no próximo dia 24 de novembro, o livro ‘Uma Só Carne em Cristo’, em evento marcado para as 19h, na Igreja Batista da Capunga, no Recife. A solenidade será realizada no Salão Edézio Guerra, localizado na Rua João Fernandes Vieira, 769, na Praça Parque Amorim. A obra propõe uma reflexão sobre o casamento e a família à luz dos princípios cristãos, abordando o propósito de Deus para a união conjugal. Não perca!
Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã
Ex-banqueiro e ex-governador de Minas Gerais, atribui-se a Magalhães Pinto uma das mais frases mais célebres da sabedoria política brasileira. Aquela que diz: “Política é que nem nuvem. A gente olha, está de um jeito. Olha de novo, já mudou completamente”.
Quem olhasse o céu da política após o primeiro turno das eleições presidenciais, veria nas nuvens um formato perfeito para o crescimento da direita no Brasil, talvez até com grandes possibilidades de uma conformação hegemônica. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) saía dessa primeira volta à frente na corrida presidencial. E o PL conquistava as maiores bancadas tanto na Câmara quanto no Senado.
Leia maisO final do segundo turno já mostrou as nuvens numa outra conformação. Luiz Inácio Lula da Silva derrotou Flávio Bolsonaro. Que acabou em seguida fugindo para os Estados Unidos.
Os movimentos seguintes deram uma coloração de chumbo a essas nuvens. Pelo menos no que se refere aos planos da direita. A tempestade para os ultraconservadores tornou-se perfeita com a derrota do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nas eleições de meio de mandato.
Foi uma derrota acachapante. A apuração não terminou, mas, preliminarmente, os democratas fizeram 234 cadeiras na Câmara contra somente 139 dos republicanos, enquanto outras 62 seguiam em disputa na quarta-feira (4). No Senado, serão 54 democratas contra 44 republicanos. E foram eleitos 28 governadores oposicionistas a Trump contra 20 que são seus aliados.
Uma situação que nubla completamente os planos dos irmãos Bolsonaro – Flávio e Eduardo – de contar com Trump para pressionar politicamente o Brasil a partir dos Estados Unidos. As chances de Trump impor novas sanções, como o tarifaço, ficarão bem reduzidas. Imaginar algo mais drástico como o que ele fez na Venezuela ao depor Nicolás Maduro, nem pensar. Trump é a partir de agora um “lame duck”, um “pato manco”, como os norte-americanos chamam os presidentes que saem enfraquecidos dessas eleições de meio de mandato.
E, por aqui, a banda da direita já começara a tocar em outro ritmo. A vitória por unanimidade que Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) obteve na PEC da Segurança o coloca muito forte no páreo para se manter no comando do Senado no ano que vem. O fato de a direita sair dividida com duas candidaturas – Rogério Marinho (PL-RN) e Tereza Cristina (PP-MS) – só o ajuda nos seus planos. Da mesma forma, na Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) monta uma grande frente a seu favor. Que a desistência de Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) só facilita.
Se o céu da política seguirá assim daqui até fevereiro, quando o Congresso voltar na nova legislatura, não há meteorologista que possa saber. Afinal, já dizia Magalhães Pinto, “política é que nem nuvem”…
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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, avaliou, hoje, que a taxa básica de juros da economia brasileira, fixada pelo Banco Central, é muito alta no Brasil.
Ele evitou, entretanto, criticar a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central que interrompeu nesta quarta-feira (4) o ciclo de corte da Selic ao manter a taxa estável em 13,75% ao ano.
“Eu não vou fazer esse tipo de comentário valorativo, mas, mais uma vez, a taxa de juros no Brasil é muito alta, o esforço que nós temos que fazer no governo Lula 4 é dar as condições corretas, estruturais, os corretos estímulos para que a gente diminua a taxa de juros”, disse o ministro.
Ele afirmou que a equipe econômica continuará trabalhando para reequilibrar as contas públicas, que vêm registrando déficits sucessivos nos últimos anos — fator que, segundo o mercado financeiro, tem pressionado as expectativas de inflação, o dólar e, consequentemente, a taxa de juros.
