Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
Pré-candidata ao Senado pela Frente Popular, a ex-deputada Marília Arraes (PDT) mexeu em um vespeiro durante entrevista ao podcast Direto de Brasília. Ela relembrou que “jamais apoiou” o então governador Paulo Câmara, hoje presidente do Banco do Nordeste e sucessor de Eduardo Campos — pai do ex-prefeito do Recife e pré-candidato a governador João Campos, seu primo de segundo grau.
Na entrevista, ao ser questionada sobre os atrasos na Transnordestina em Pernambuco, ela afirmou que foi no período de Paulo à frente do Palácio do Campo das Princesas que a obra começou a travar.
“Eu não apoiei Paulo Câmara nem na primeira nem na segunda eleição e fui oposição durante todo o seu governo. Apoiei Eduardo Campos na sua primeira e na segunda eleição, e Pernambuco se desenvolveu bastante com os governos de Eduardo Campos. Paulo Câmara jamais teve o meu apoio, e foi aí que a gente viu a trava da obra da Transnordestina”, disse Marília.
Leia mais“A Transnordestina sempre foi uma luta muito grande de Miguel Arraes. Em 1989, quando Lula (PT) foi candidato a presidente, para apoiá-lo no segundo turno Arraes fez Lula se comprometer de que tiraria a Transnordestina do papel. No final da sua vida, enquanto deputado federal durante o governo Lula, a principal pauta que Arraes tratava com o presidente era a Transnordestina. Quando fui deputada federal, organizamos um movimento na bancada de deputados e senadores durante o governo Bolsonaro, que quis acabar com o trecho de Pernambuco, para a retomada dessas obras. Como senadora, sem dúvida alguma, quero me juntar não somente à bancada pernambucana, mas aos outros senadores e deputados do Nordeste para que a gente ressalte a importância da Transnordestina em Pernambuco e para a região inteira. Vai ser uma luta, uma prioridade do nosso mandato, sem dúvida”, concluiu.
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“A ex-deputada e pré-candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) afirmou que as divergências do passado com seus atuais colegas de chapa foram superadas. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ela relembrou atritos com o ex-prefeito João Campos (PSB), adversário no pleito do Recife em 2020, e com o senador Humberto Costa, com quem travou disputas internas no período em que esteve filiada ao PT. Marília também citou a conversa que teve recentemente com a governadora Raquel Lyra (PSD), da qual surgiram especulações de que ela poderia ir para o palanque do governo, antes de fechar com o primo João Campos.”
“Em relação a esse encontro com a governadora Raquel Lyra, conversas fazem parte do diálogo político. Não considero que eu tenha nenhum inimigo na política, de maneira alguma. Mas funciona assim: qualquer conversa que é feita comigo deixa bem claro de que lado estou, o que defendo e o que pretendo fazer”, resumiu, sobre o encontro com a governadora, da qual foi adversária no pleito de 22.
Leia mais“Essa aliança sempre foi construída ao lado de João Campos, porque ele ideologicamente está do mesmo lado que eu. Diferente da governadora Raquel Lyra, que prefere focar em assuntos que não são prioridade para a democracia, para o Brasil, de ter uma aliança com pessoas que defendem impeachment de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), que defenderam a tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023. Com esse tipo de gente eu não posso me misturar. Mas não significa que a gente não trave um diálogo por Pernambuco, que a gente não possa tentar construir o melhor para o Brasil. Se ela quiser declarar apoio ao presidente Lula (PT), acho importantíssimo. No momento de disputa que a gente está vivendo no país, de polarização, quanto mais apoio para o presidente Lula, melhor”, reforçou Marília.
Sobre a aliança com o primo, ela enfatizou que “não significa que há 100% de convergências”, mas que ambos têm “a maturidade de passar por cima de eventuais divergências e priorizar as convergências”. “Houve alguns desentendimentos de natureza política, não diretamente com o ex-prefeito, mas com o conjunto de que ele fazia parte na época, em relação a posicionamentos políticos e ideológicos. Foi sempre essa a nossa questão e discussão. Hoje o PSB e João Campos são uma base importantíssima de apoio ao presidente Lula e à democracia. E o nosso diálogo começou num momento extremamente crítico da política nacional, que foi em 2022, quando a gente estava vivendo o embate de Lula e Bolsonaro. A gente precisou se unir para garantir que um governo popular e que defendesse a democracia fosse eleito no Brasil. A gente teve embates políticos, o que é natural, e houve uma convergência”, relatou Marília.
Por fim, a pré-candidata esclareceu que as diferenças com Humberto Costa foram “internas e obviamente superadas”. “É essencial que Humberto esteja no Senado. Ninguém tem dúvida da firmeza de seus posicionamentos, assim como o Brasil não tem dúvida de que lado me posiciono, de que lado eu estou. Então não tem por que nós não estarmos juntos nisso. O projeto é muito maior, vai muito além de divergências pontuais ou do passado. A gente tem que olhar para o futuro do país, para a democracia, para o Brasil que a gente quer entregar para os nossos filhos”, finalizou.
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Adversária da governadora Raquel Lyra (PSD) nas eleições de 2022, a ex-deputada e atual pré-candidata ao Senado, Marília Arraes (PDT), revelou que gostaria de ter a gestora no palanque do presidente Lula (PT). Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, Marília afirmou que lamentava a postura “em cima do muro” de Raquel e chegou a citar o tio dela, o ex-ministro Fernando Lyra, um dos artífices da reabertura democrática do país nos anos 1980, para reforçar que o povo reconhece quem não assume um lado.
“O próprio tio da governadora dizia que o povo identifica bem quem está do lado de lá e quem está do lado de cá. E está bem afirmado quem defende o projeto do presidente Lula, quais as lideranças políticas que historicamente estiveram do lado de cá. E, do lado de lá, tem muita gente que defende Bolsonaro com ela (Raquel). Gilson Machado (Podemos), que foi ministro de Bolsonaro, Mendonça Filho, que agora está no PL, e o próprio Anderson Ferreira (PL), que é diretamente ligado a Bolsonaro, estão no palanque da governadora, entre tantas outras forças políticas. É uma pena isso”, afirmou Marília.
Leia mais“Mas se ela quiser apoiar o presidente Lula, qual é o problema? A gente precisa de apoio para o presidente Lula, a gente precisa ganhar essa eleição. Então tem que, sim, aceitar todo apoio. Agora, o povo vai definir bem, o povo vai discernir quem é do lado de lá e quem é do lado de cá. Para o presidente Lula, a gente quer todo apoio possível. Eu não sei se ela vai sair de cima do muro e defender o presidente Lula, até porque ela não fez isso na outra eleição, que era crucial. E nessa eleição é crucial também a definição de um campo político, dada a polarização que a gente vive no Brasil e no mundo. Ela insiste em se colocar em cima do muro e dizer que tanto faz, então acho isso uma pena. Gostaria muito de ter, não somente aqui, mas em vários outros estados, vários palanques para o presidente Lula”, completou Marília.
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Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com a ex-deputada federal Marília Arraes (PDT), pré-candidata ao Senado em Pernambuco, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
A ex-deputada federal Marília Arraes (PDT), pré-candidata ao Senado em Pernambuco, é a convidada do podcast ‘Direto de Brasília’ de hoje, projeto em parceria com a Folha de Pernambuco. Ela aparece na liderança de todas as pesquisas de intenção de voto para a Casa Alta do Congresso como postulante na chapa do pré-candidato a governador, João Campos (PSB).
Em pauta, sua volta ao jogo político depois de perder duas eleições majoritárias, uma para Prefeitura do Recife, outra para o Governo do Estado. Na entrevista, Marília abordará também a relação agravada do Supremo com o Senado, os escândalos nacionais e as eleições.
O podcast Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste. Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas; a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras na Paraíba; a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid; a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado; além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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O pré-candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nesta terça-feira (19), de agendas no município de Lajedo, no Agreste Meridional, durante as comemorações pelos 77 anos da cidade. Ao lado do prefeito Erivaldo Chagas, o socialista participou da inauguração da Escola Municipal Carlos João dos Santos, no Sítio Queimadinha. A unidade foi construída no padrão do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com seis salas de aula e quadra coberta, a partir de investimento federal de R$ 2,7 milhões.
Durante o evento, João Campos destacou a parceria com o Governo Federal e citou a necessidade de articulação para obras de infraestrutura na região, entre elas a duplicação da BR-423 no trecho entre Lajedo e Garanhuns. “Vocês têm o privilégio de ter um presidente da República que nasceu a poucos quilômetros daqui, um presidente que ajuda Pernambuco”, afirmou. O pré-candidato também declarou que pretende manter parcerias institucionais entre os governos estadual e federal a partir de 2027.
Na agenda, João Campos também fez críticas à gestão estadual ao comentar a entrega de creches em Pernambuco e comparou números da Prefeitura do Recife com ações do Governo do Estado. O evento contou ainda com a participação da pré-candidata ao Senado Marília Arraes (PDT), dos deputados Felipe Carreras (PSB) e Álvaro Porto (MDB), da presidente do FNDE, Fernanda Pacobahyba, além de prefeitos e lideranças políticas da região.
A Prefeitura de Lajedo, no Agreste pernambucano, inaugurou nesta terça-feira (19) a Escola Municipal Carlos João dos Santos, no Sítio Queimadinha, durante as comemorações pelos 77 anos de emancipação política da cidade. A solenidade contou com a presença do deputado federal Felipe Carreras (PSB), do prefeito Erivaldo Chagas, do presidente nacional do PSB, João Campos, da presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Fernanda Pacobahyba, além de prefeitos, vereadores e lideranças políticas da região.
Segundo a gestão municipal, a nova unidade amplia a estrutura da rede pública de ensino e busca oferecer melhores condições para estudantes e profissionais da educação. Durante o evento, Felipe Carreras destacou a parceria institucional em torno das ações voltadas ao município. “A presença de grandes lideranças políticas reforça a força do município e o compromisso coletivo de continuar investindo em áreas essenciais, especialmente na educação”, afirmou o deputado.
A ex-deputada federal e pré-candidata ao Senado pelo PDT, Marília Arraes.







O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou para uma plateia de empresários em São Paulo (SP), hoje, que ninguém vai impor “na marra” o fim da escala 6×1 no Brasil. “Não fiquem assustados. A escala 6×1 é uma coisa que é necessária porque hoje o povo quer mais tempo pra ficar em casa, para lazer, para estudar, para namorar. É normal. A sociedade tem avançado muito […]. Enquanto tiver trabalhador, a gente tem que respeitá-los”, disse.
“A jornada de trabalho vai ser aplicada levando em conta a especificidade de cada categoria, ninguém vai impor na marra. É preciso a gente respeitar a realidade de cada profissão, de cada setor econômico, para a gente fazer as coisas que resultem no benefício que nós queremos para a sociedade”, ponderou o presidente. As informações são do portal G1.
Leia maisRepresentantes do setor produtivo consideram que a redução da jornada de trabalho implica aumento de custos para o empregador, com prejuízos à competitividade das empresas e impactos sobre a geração de novas vagas.
Na avaliação de economistas, o debate no governo federal e no Congresso Nacional precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.
No discurso desta terça (19), Lula afirma que eventuais mudanças na jornada de trabalho serão feitas levando em conta a realidade de cada categoria profissional. O presidente defendeu ainda que a redução da carga de trabalho é uma demanda da sociedade por mais tempo de lazer e convivência familiar.
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O cantor e compositor Josildo Sá.



Ao participar da inauguração de Escola João dos Santos, no Sítio Queimadinha, em Lajedo, durante as comemorações dos 77 anos do município, hoje, o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Álvaro Porto (MDB), afirmou que os lajedenses têm como maior presente a excelência da gestão do prefeito Erivaldo Chagas (Republicanos). “Erivaldo tem demonstrado uma grande capacidade de trabalho e entregas, está transformando Lajedo e já é o maior e melhor prefeito da história do município”, destacou.
No discurso, Porto salientou, entre outras ações, a oferta de creches no município e aproveitou para fazer um contraponto com a ineficiência do governo do estado nesta área. O deputado lembrou que, enquanto o prefeito Erivaldo vem inaugurando equipamentos e acelerando ordens de serviços para novas unidades, a gestão estadual entregou, em três anos e quase cinco meses de gestão, apenas duas das 250 prometidas em campanha.
Porto afirmou que o grupo que se encontrava ali representa um projeto político que trabalha por Pernambuco sem discriminar e perseguir adversários. Disse, que diferentemente da atual gestão estadual, Pernambuco tem a possibilidade de voltar a ter um governo sem segregação, com capacidade de aglutinar forças e trabalhar sem excluir gestores por questões partidárias. A declaração fez referência ao projeto majoritário liderado por João Campos, atualmente em pré-campanha.
Uma grande conquista para o Agreste de Pernambuco foi consolidada em Brasília durante a manhã de hoje, na Marcha dos Prefeitos. Em agenda realizada no Ministério dos Transportes, ao lado do ministro George Santoro e de uma comitiva do estado, foi assinada a autorização do edital de licitação para a execução das obras da Travessia Urbana de Toritama.
O projeto prevê intervenções profundas em cerca de três quilômetros do perímetro urbano da BR-104, trazendo modernização, segurança e um verdadeiro upgrade na infraestrutura do município, considerado a capital do jeans. O edital oficial será publicado nesta sexta, com a abertura do processo licitatório marcada para o dia 29 de junho.
O prefeito de Toritama, Sérgio Colin (PP), celebrou o avanço e destacou a união de forças que tornou o momento possível, fazendo questão de lembrar o legado que pavimentou o caminho para essa vitória. “Este é um sonho que finalmente se torna realidade para Toritama e para todo o Polo de Confecções. São mais de R$ 30 milhões em investimentos que vão transformar a nossa mobilidade urbana. Não posso deixar de agradecer à governadora Raquel Lyra por cumprir o compromisso com a BR-104, ao senador Fernando Dueire pelo apoio incondicional, e ao nosso líder Edilson Tavares, que batalhou incansavelmente desde o início por essa conquista histórica”, enfatizou o gestor diretamente da capital federal.

