Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
O pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos, cumpre agenda em Arcoverde amanhã (12), onde participa da tradicional Festa da Divina Misericórdia, realizada na Serra das Varas. Durante a visita, João Campos estará acompanhado da ex-prefeita Madalena Britto e de lideranças políticas da região.
A participação no evento mantém uma tradição familiar, já que seu pai, o ex-governador Eduardo Campos, costumava marcar presença na celebração todos os anos. A agenda tem caráter religioso, acompanhando a programação que reúne milhares de fiéis no Santuário da Divina Misericórdia.
Nos bastidores, a visita também é vista como parte da estratégia de aproximação com o Sertão do Moxotó, especialmente em regiões consideradas relevantes no cenário político, como Arcoverde, que tem em Madalena, ex-prefeita por dois mandatos, sua principal liderança.
Após João confirmar presença na Festa da Divina Misericórdia, a assessoria da governadora Raquel Lyra também anunciou sua presença na Missa Solene da 22ª Festa da Divina Misericórdia, que tem à frente o Padre Adilson Simões.
O pré-candidato a governador João Campos (PSB) voltou ao Sertão do Pajeú para mais uma série de agendas com aliados políticos. Na noite de ontem (10), ele foi recebido no Sítio Poço Dantas, na zona rural de Tabira, pelo deputado federal e presidente estadual do PT, Carlos Veras, e um conjunto de prefeitos, vereadores e outras lideranças. No encontro, também prestigiado pelo pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), o grupo reafirmou a disposição de marchar em defesa do projeto da Frente Popular, o único palanque do presidente Lula (PT) em Pernambuco.
“Eu tive hoje uma reunião com Lula e Alckmin, mas eu não podia deixar de estar em Tabira e de poder fazer o que a gente acredita, que é ouvir as pessoas e conversar. Eu estava com uma saudade grande de poder estar no interior. Saúdo de forma especial todo mundo que trabalha aqui no campo, todos os sindicatos, as representações de todas as cidades do Pajeú aqui presentes, porque a gente sabe que a luta de vocês é a luta que levou Veras à Câmara Federal e é a luta que representa uma história que é muito maior que a nossa presença aqui. A nossa história, que eu devo ao meu pai, ao meu bisavô, vem da luta de muitas gerações. A gente pode mudar até a forma, porque o tempo muda a forma de fazer, mas não pode mudar nossa essência e a razão de a gente estar aqui, que é lutar por aqueles que precisam”, disse o pré-candidato a governador
Leia maisJoão Campos celebrou a parceria com Carlos Veras, que vai além da relação entre dirigentes partidários. “Tive a oportunidade de me aproximar de Veras quando a gente chegou junto à Câmara. Depois, como dirigentes partidários, a gente se aproximou ainda mais. Ele conduz a presidência do PT com muita maestria, muita capacidade de escuta e construção”, declarou.
Já Carlos Veras relacionou a presença de João Campos com o legado do ex-governador Miguel Arraes (1916-2005), que deixou como marca de seus governos a eletrificação de comunidades rurais. “Está vendo esses bicos de luz aqui? Quem botou foi Miguel Arraes. Esse time não faltou a Miguel Arraes, não faltou a Eduardo Campos e saiba que haverá muitos que também não faltarão a você nessa jornada, João”, afirmou. “Quero lhe agradecer pelo carinho, honra e respeito de vir aqui a essa comunidade rural onde nasci e me criei. Saiba que no Pajeú, que na cidade de Tabira, tem um time liderado pelo deputado federal Carlos Veras que não vai lhe faltar. Você não precisa ir buscar lá fora”, completou.
O encontro foi prestigiado pelos prefeitos Sandrinho Palmeira (PSB), de Afogados da Ingazeira; Luciano Torres (PSB), de Ingazeira; Aline Karina (PSB), de Itapetim; Mayco da Farmácia (PSB), de Solidão; Márcia Conrado (PT), de Serra Talhada; pelos ex-prefeitos Adelmo Moura (PSB), de Itapetim, e Djalma da Padaria (PSB), de Solidão; pelo superintendente da Codevasf em Petrolina, Edilazio Wanderley; por representantes de cerca de dez sindicatos de trabalhadores rurais da região e por outras lideranças de municípios como Tabira, Santa Terezinha, Carnaíba, Tuparetama e São José do Egito.
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João lidera e Raquel não converte aprovação em votos
A disputa pelo Governo de Pernambuco este ano começa a ganhar contornos mais definidos sob a lógica clássica de que “eleição é comparação”. No cenário atual, o embate entre João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) revela uma assimetria importante entre aprovação administrativa e intenção de voto, indicando que a avaliação de governo não tem se convertido automaticamente em capital eleitoral. A análise foi feita, a princípio, no jornal O Globo.
João Campos aparece, até aqui, como o nome mais competitivo. Amparado por alta aprovação à frente da Prefeitura do Recife, forte presença digital e pelo peso simbólico da herança política ligada a Miguel Arraes e Eduardo Campos, o socialista amplia sua influência para além da capital. Pesquisas recentes o colocam consistentemente na liderança, com índices que variam de cerca de 45% a mais de 50% das intenções de voto, em alguns cenários com possibilidade de vitória no primeiro turno. Esse desempenho reflete não apenas sua força na Região Metropolitana, mas também a capacidade de nacionalizar sua imagem dentro de um campo político alinhado ao lulismo.
Leia maisJá Raquel Lyra apresenta um quadro mais complexo. Embora registre aprovação superior a 60% em seu governo, enfrenta dificuldades claras de conversão desse índice em intenção de voto, aparecendo atrás do adversário em diferentes levantamentos. Sua principal base eleitoral está no interior do Estado, especialmente no Agreste, onde construiu capital político como ex-prefeita de Caruaru. Ainda assim, o desafio central da governadora é ampliar sua competitividade fora desse eixo e consolidar uma narrativa de continuidade administrativa capaz de mobilizar o eleitorado.
Um dos pontos mais sensíveis para a governadora é a Região Metropolitana do Recife (RMR), onde sua gestão enfrenta maior resistência e níveis relevantes de rejeição política. Trata-se justamente do maior colégio eleitoral do Estado, dominado historicamente por forças ligadas ao PSB. Nesse território, João Campos leva vantagem por combinar presença institucional recente, visibilidade administrativa e identificação simbólica com o eleitorado urbano, o que amplia sua dianteira nas pesquisas.
No campo das alianças, João também demonstra vantagem estratégica. O apoio formal do PT e a associação com o presidente Lula reforçam sua inserção no campo progressista, historicamente forte em Pernambuco. Raquel, por sua vez, buscou aproximação com o governo federal, mas não conseguiu consolidar um palanque robusto. A tentativa de evitar a nacionalização da disputa indica uma estratégia defensiva, focada na gestão e nas entregas administrativas.
Por fim, o cenário aponta para uma eleição polarizada, com baixa competitividade de candidaturas alternativas e forte concentração de votos nos dois principais nomes. Enquanto João Campos entra na disputa com vantagem consolidada nas pesquisas e forte penetração na RMR, Raquel Lyra aposta na força do interior e na vitrine administrativa do governo.
CORRIDA NO INTERIOR – Em agendas simultâneas pelo interior do Estado, a governadora Raquel Lyra (PSD) e o pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), ampliaram compromissos no Sertão e no Agreste. Em Taquaritinga do Norte, Raquel participou da entrega da requalificação da PE-130. Já João esteve em Tabira, onde se reuniu com aliados ao lado do deputado federal Carlos Veras (PT). A agenda segue neste fim de semana com visitas a Afogados da Ingazeira e Carnaíba, dois municípios que contam com prefeituras do PSB.

Raquel leva prefeito de Ouricuri – A governadora Raquel Lyra (PSD) oficializou a filiação do prefeito de Ouricuri, Victor Coelho, ao partido. Ele deixou o Republicanos e declarou apoio à reeleição da gestora. “Agora, faço parte do seu time oficialmente. A prioridade é a reeleição da nossa governadora”, afirmou. Raquel destacou a chegada como reforço político no Sertão e disse que o aliado “tem feito um trabalho arretado no município”.
Tempo nas mãos da UPB – A federação União Progressista (UPB), liderada em Pernambuco por Eduardo da Fonte (PP), passou a ocupar posição estratégica na montagem das chapas para 2026. Com a maior fatia de tempo de rádio e televisão entre os partidos, o grupo ampliou o poder de negociação após a saída de deputados do blocão governista na Alepe. Nos bastidores, o controle desse tempo é tratado como fator central para a definição de alianças.
Creches só no papel – O prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), disse que manterá relação institucional com a governadora Raquel Lyra (PSD), mas escancarou o atraso em obras prometidas pelo Estado. “Eram seis creches. Duas tiveram algum movimento de início de obra e as outras, até agora, nada”, afirmou. Marques também evitou falar em metas futuras, mas garantiu continuidade da expansão de vagas na rede municipal, herdando a vitrine deixada por João Campos (PSB).

Humberto nega ruído – O senador Humberto Costa (PT) negou desconforto na composição da chapa com João Campos (PSB) e Marília Arraes (PDT). “Estou perfeitamente à vontade. É uma chapa com a qual eu me identifico politicamente”, afirmou. Segundo ele, o grupo está alinhado em torno do presidente Lula e deve intensificar agendas conjuntas em Pernambuco.
CURTAS
SEM CPI DO MASTER – Ao convocar sessão do Congresso para o dia 30 com pauta única, voltada à análise de veto presidencial, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), indicou que não pretende ler requerimentos de criação da CPI do Banco Master. Nos bastidores, interlocutores confirmam que o tema perdeu prioridade, inclusive entre parlamentares da oposição.
FLÁVIO ELEVA O TOM – Em agenda de pré-campanha no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro (PL) colocou o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal como critério central para a escolha de candidatos ao Senado. Ele também criticou a carga tributária, classificando-a como “insuportável”, defendeu a revisão da reforma tributária e apontou segurança pública e desburocratização como eixos da sua futura plataforma eleitoral.
ACORDO CONTRA O TRÁFICO – Brasil e Estados Unidos firmaram cooperação para combate ao tráfico de armas e drogas, com troca de dados em tempo real. O objetivo é permitir que cargas suspeitas sejam identificadas ainda na origem, antes de deixarem território americano. Segundo o governo, a iniciativa amplia a capacidade de resposta das autoridades e melhora o rastreamento de rotas ilegais.
Perguntar não ofende: Por que Raquel não consegue transformar aprovação em voto?
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Senadores da oposição estão fazendo um cálculo político sobre o possível apoio velado que podem dar à aprovação do nome de Jorge Messias, atual advogado-geral da União, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo informações apuradas pelo analista de Política Pedro Venceslau, parlamentares avaliam que o voto secreto pode favorecer a aprovação do indicado do presidente Lula.
Venceslau contou durante o CNN 360º desta sexta-feira (10) que conversou com três senadores da oposição e ouviu deles que o fato da votação ser secreta deixa o processo mais aberto e favorável ao nome de Jorge Messias. Entre os entrevistados está o senador Isalcio Lucas, do PL do Distrito Federal, que afirmou ainda não ter definido seu voto e que pretende ouvir a sabatina antes de tomar uma decisão. As informações são da CNN.
Leia maisA sinalização do senador do PL indica que mesmo parlamentares ligados ao bolsonarismo podem eventualmente apoiar Messias. “A questão do voto secreto deixa a votação em aberto”, destacou um dos entrevistados, sugerindo que parlamentares que não querem se expor às suas bases podem votar favoravelmente ao indicado.
Um ponto que pode favorecer Jorge Messias, diferentemente do que ocorreu com Flávio Dino, é o fato dele ser evangélico e contar com o apoio de ministros do STF indicados por Bolsonaro. O ministro André Mendonça, por exemplo, está em campanha aberta pelo nome de Messias e chegou a defendê-lo numa cerimônia na Assembleia Legislativa de São Paulo organizada por bolsonaristas.
O governo está otimista com a aprovação e acredita que o indicado pode obter entre 48 e 52 votos no Senado, quando são necessários apenas 41 para a aprovação. A postura de Davi Alcolumbre, presidente do Senado, também é vista como positiva, já que ele imprimiu um ritmo célere ao processo de sabatina, diferentemente do que ocorreu com André Mendonça.
A avaliação entre os aliados do governo é que, mesmo que Alcolumbre apenas “não atrapalhe” o processo, já será uma boa notícia para o presidente Lula. Há indícios de uma possível reaproximação entre Lula e Alcolumbre, o que pode facilitar a tramitação da indicação de Messias ao STF.
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A Integrity voltou para casa. Com um pouso suave no oceano Pacífico, próximo à costa da Califórnia, terminou a missão Artemis 2, encerrando a primeira jornada humana à Lua no século 21.
A amerissagem se deu às 21h07 (ainda à tarde, 17h07, na costa oeste dos Estados Unidos), exatamente como o planejado, no ponto culminante de uma cadeia de eventos que começou às 15h53, quando a cápsula Orion usou seu módulo de serviço para realizar a última manobra de correção de trajetória, colocando-a rumo ao seu destino final.
Em comunicação com a central de comando, assim que cápsula tocou as águas do Pacífico, a tripulação afirmou estar bem. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia mais“A criança que existe em mim não consegue acreditar no que acabou de ver. Esperei a minha vida toda para ver isso. Como administrador da Nasa, eu não poderia estar mais orgulhoso de toda a equipe”, afirmou Jared Isaacman, administrador da Nasa, logo após o pouso.
Isaacman chamou os astronautas de “embaixadores da humanidade” e classificou a missão como perfeita. “Esse é apenas o começo, vamos voltar a fazer isso e com frequência, enviando missões à Lua até pousarmos em 2028 e começar a construir a nossa base.”
O administrador da agência afirmou que há muito a celebrar no momento, mas também é necessário começar a se preparar para a Artemis 3, prevista para o ano que vem.
A bordo da Integrity (nome que o quarteto formado por Reid Wiseman, 50, Victor Glover, 49, Christina Koch, 47, e Jeremy Hansen, 50, deu à sua Orion), coube aos astronautas apenas acompanhar cada etapa, controlada pelo computador de bordo.
Às 20h33, ocorreu a separação do módulo de serviço, expondo o escudo térmico da cápsula para seu duro trabalho –sobreviver à temperatura de quase 2.800 graus Celsius a que foi submetido conforme a violenta compressão de atmosfera à frente da nave produzia um plasma incandescente, gradualmente freando a cápsula que até então voava a cerca de 38,4 mil km/h na direção do planeta.
A última manobra propulsada foi feita pela própria cápsula, para se orientar corretamente para o primeiro contato com a atmosfera, às 20h37. Dali a pouco mais de 15 minutos, as coisas começaram a realmente esquentar, e o plasma envolveu a cápsula, causando um blecaute de comunicações de cerca de seis minutos.
Na redução de velocidade causada pela resistência atmosférica, a tripulação deve ter experimentado forças próximas de 4 G (como se fosse uma gravidade quatro vezes mais intensa que a da Terra ao nível do mar).
Às 21h03, os paraquedas drogues (responsáveis por dar uma freada e estabilizada inicial na descida) se abriram, seguidos pelos três paraquedas principais, um minuto depois, que conduziram a Orion a um impacto com a água a (não tão) suaves 30 km/h (eis porque um pouso na água é uma boa pedida para amortecer o fim da descida).
Uma vez na água, coube à Marinha dos EUA, em coordenação com a Nasa, proceder, primeiro, com o resgate da tripulação, colocada em botes e então levada de helicóptero, e, depois, da própria cápsula. O USS Murtha ficou encarregado das operações, e os astronautas passaram por exames médicos enquanto eram levados à costa para então voarem de volta ao Centro Espacial Johnson, em Houston.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (10) que vai incluir estudantes com pendências no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) no novo programa para o pagamento de dívidas de trabalhadores – que está em estudo e pode ser lançado pelo governo nos próximos dias.
“Agora estamos com problema porque está aumentando endividamento do Fies. Vamos ter que colocar eles também na nossa negociação de endividamento. Não pode tirar o jovem do seu sonho universitário porque está devendo”, disse Lula.
“Tem tanta gente que deve pro governo. A gente sonha que ele pague a dívida dele sendo profissional competente. Vai melhorar qualidade da produtividade do país, mais mão de obra qualificada”, afirmou. As informações são do g1.
Leia maisA elaboração de um programa para pagamento de dívidas foi uma demanda do presidente Lula, que tem demonstrado, em entrevistas e discursos, preocupação com o nível de endividamento das famílias.
O petista deu a declaração durante uma visita novo prédio do Campus Sorocaba do Instituto Federal de São Paulo.
Com o alto nível de endividamento da população, o governo anunciou que avalia medidas para aliviar a pressão sobre as finanças das famílias — e uma delas envolve o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Segundo o Ministério do Trabalho, a pasta avalia a liberação de até R$ 17 bilhões do fundo para ajudar trabalhadores a quitar dívidas.
A proposta pode beneficiar mais de 10 milhões de pessoas e integra um pacote mais amplo para reduzir o endividamento, tema tratado como prioridade pelo presidente Lula e reforçado nesta semana pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan.
De acordo com o ministério, o plano prevê duas medidas diferentes:
A primeira medida prevê a liberação de um valor entre R$ 9 bilhões e R$ 10 bilhões para ajudar trabalhadores a quitarem dívidas.
A iniciativa, no entanto, não deve contemplar todos os brasileiros: o foco será em pessoas de menor renda, com exclusão de quem recebe salários mais altos — como na faixa de R$ 20 mil, por exemplo. O entendimento da pasta é que essa faixa de renda teria mais condições de arcar com os débitos.
O Ministério, no entanto, não detalhou se já existe um teto salarial específico definido para essa proposta.
Já a segunda medida, divulgada anteriormente, prevê a liberação de cerca de R$ 7 bilhões para aproximadamente 10 milhões de trabalhadores. O valor é destinado a quem aderiu ao saque-aniversário, foi demitido e teve parte do saldo do FGTS bloqueada como garantia de empréstimos bancários.
Na prática, essa segunda proposta busca devolver valores que ficaram bloqueados além do necessário nessas operações. Quando o trabalhador antecipa o saque-aniversário, a Caixa Econômica Federal retém parte do saldo do FGTS como uma garantia do empréstimo — uma espécie de reserva para cobrir o pagamento caso o trabalhador tenha dificuldade de quitar a dívida.
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O quadro de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro tem evoluído de “forma satisfatória”, com “discreta melhora”, informou o médico do ex-chefe do Executivo, Brasil Caiado, em laudo encaminhado ao Supremo Tribunal Federal. Segundo o cardiologista, a pressão de Bolsonaro está controlada, mas ele ainda se queixa de fadiga e cansaço, além de “desequilíbrio”.
As informações constam de relatório que a defesa de Bolsonaro encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes em cumprimento às regras da prisão domiciliar do ex-chefe do Executivo. Ainda de acordo com o documento, na última semana Bolsonaro apresentou apenas um episódio de soluço de curta duração. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisO relator da ação penal em que o ex-presidente foi condenado autorizou a domiciliar humanitária até que Bolsonaro se recupere totalmente do quadro de broncopneumonia. A medida tem validade de 90 dias, contados a partir do dia 24. Ao final de tal prazo, Moraes vai decidir se Bolsonaro seguirá em casa ou voltará a cumprir pena na Papudinha.
Ainda de acordo com seu médico, Bolsonaro tem seguido “rigorosamente” o protocolo de fisioterapia três vezes por semana e de reabilitação cardiorrespiratória seis vezes por semana. Também começou a fazer exercícios de força para os membros inferiores, para reduzir o risco de quedas.
” Ao exame físico apresenta ausculta pulmonar alterada, com murmúrios vesiculares bastante reduzidos na base do pulmão esquerdo e normal a direita”, registrou ainda Caiado.
Segundo o médico, Bolsonaro recebeu nesta semana a visita de um ortopedista, que receitou analgésicos para dores no ombro direito do ex-presidente. A defesa já afirmou ao STF que há indicação para que o ex-presidente passe por uma cirurgia no local.
Também foi apresentado ao STF o laudo do fisioterapeuta, que relatou que Bolsonaro faz exercícios para ativação dos músculos da dorsal para ganho de força “no período pré-operatório”. O fisioterapeuta tem aplicado intervenções de laserterapia no ombro do ex-presidente, assim como técnicas de agulhamento e liberação miofascial.
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Durante agenda no Sertão pernambucano, Sebastião Oliveira visitou o canteiro de obras de duas creches no município de Cabrobó. As unidades, segundo informações da agenda, devem beneficiar famílias da cidade e integram ações realizadas em parceria entre a gestão municipal, o Governo Federal e o Governo de Pernambuco.
Pré-candidato a deputado estadual, Sebastião afirmou que mantém relação política com o município desde 2002 e citou ações realizadas ao longo desse período. “São mais de duas décadas de muito trabalho e entregas. Emendas de minha autoria contribuíram para o desenvolvimento de Cabrobó e para a melhoria da qualidade de vida da população”, disse. Ele também mencionou intervenções como passagens molhadas, recuperação de estradas vicinais, entrega de máquinas e perfuração de poços.
Na mesma agenda, o dirigente estadual do Avante comentou a atuação da gestão municipal e a continuidade de articulações políticas. “Eu, na Assembleia Legislativa de Pernambuco, e Waldemar Oliveira, na Câmara Federal, seguiremos atuando para garantir ações e investimentos que transformem a vida dos cabroboenses”, afirmou.
Isolado politicamente e com uma reeleição ameaçada, o deputado estadual Jarbas Filho, o Jarbinhas, dá mostras a cada dia de que está desnorteado. O que tem se visto nas recentes declarações do filho de Jarbas Vasconcelos é uma fúria crescente, talvez pela iminente derrota nas urnas, talvez pela falta de habilidade em articular uma candidatura consistente à reeleição.
O semblante fechado e o tom agressivo com os quais o deputado atacou o presidente da Alepe, Álvaro Porto, em uma rádio, nesta sexta, não escondem o que os números e as alianças já apontam: ele está perdido e tenta, a todo momento, se salvar.
Fontes ligadas ao Palácio e aos principais articuladores do Estado confirmam que o parlamentar vem perdendo terreno de forma acelerada. Jarbinhas, que antes circulava com desenvoltura, hoje assiste ao encolhimento de seu grupo e à perda de suas principais bandeiras. A raiva citada por interlocutores seria o reflexo de quem se sente desnorteado diante de um tabuleiro que já não consegue mais controlar.
Leia maisA situação é tão crítica que o sinal de alerta já virou uma sirene de emergência. Pela primeira vez em sua trajetória recente, Jarbinhas está seriamente ameaçado de perder a eleição. Sem o oxigênio das bases aliadas e vendo antigos parceiros buscarem novos portos, o projeto de reeleição parece estar por um fio.
O discurso de isolamento não é apenas retórica da oposição; é um fato constatado no esvaziamento de seus eventos e na ausência de apoio de grandes lideranças majoritárias. Ao adotar uma postura raivosa e reativa, o político acaba por afastar até os mais moderados, aprofundando o abismo em que se encontra. Resta saber se haverá tempo para uma autocrítica ou se o destino de Jarbinhas será, de fato, o ostracismo político após o fechamento das urnas. O fato é um só: o herdeiro está perdendo o prumo.
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O deputado federal Felipe Carreras participou, nesta sexta-feira (10), de uma agenda em Garanhuns que incluiu a assinatura de ordens de serviço e o lançamento da programação do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). Ao lado do prefeito Sivaldo Albino e do deputado estadual Cayo Albino, o parlamentar acompanhou o anúncio de investimentos que somam quase R$ 16 milhões em diferentes áreas do município. “Eu tenho um orgulho gigantesco de caminhar junto com o prefeito Sivaldo e o deputado Cayo, trabalhando para trazer recursos e transformar projetos em realidade”, afirmou.
Entre as ações anunciadas está a construção de um complexo educacional que inclui uma creche com 10 salas, uma escola em tempo integral com 20 salas e uma quadra poliesportiva. O pacote também prevê a implantação de um abrigo municipal de animais, além de obras de pavimentação, drenagem e sinalização de 10 ruas no bairro Boa Vista. Segundo a gestão municipal, as intervenções integram um conjunto de iniciativas voltadas à ampliação da infraestrutura urbana e educacional.
A agenda também marcou o lançamento da programação dos 23 polos do Festival de Inverno de Garanhuns, considerado um dos principais eventos culturais do país. Neste ano, o festival passa a contar com reconhecimento oficial como manifestação da cultura nacional, após sanção de lei de autoria de Felipe Carreras. A programação do evento reúne atividades culturais em diferentes áreas e deve mobilizar artistas e público durante sua realização.
O diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) em Pernambuco promove, neste domingo (12), o Encontro Regional do Sertão do Araripe e do Sertão do São Francisco, em Petrolina.
A atividade será realizada das 9h às 13h, no Hotel Nobile Petrolina, e tem como objetivo fortalecer o diálogo com as bases partidárias e avançar na construção da estratégia eleitoral para 2026. As informações são do Blog da Folha.
A atividade será realizada das 9h às 13h, no Hotel Nobile, reunindo dirigentes, parlamentares e lideranças de diversos municípios das duas regiões, como Araripina, Bodocó, Cabrobó, Dormentes, Exu, Granito, Ipubi, Lagoa Grande, Moreilândia, Orocó, Ouricuri, Petrolina, Santa Maria da Boa Vista, Santa Cruz, Santa Filomena e Trindade.
Leia maisO encontro será coordenado pelo presidente estadual do partido, o deputado federal Carlos Veras, pelo secretário de Organização, Oscar Barreto, e pela secretária-geral, Angela Cristina.
A programação contará ainda com análise de conjuntura nacional e estadual, com o senador Humberto Costa e a senadora Teresa Leitão.
A iniciativa integra o processo de escuta dos diretórios municipais e da militância, com foco na definição da estratégia política do partido, priorizando a reeleição do presidente Lula, do senador Humberto Costa, além do fortalecimento e da ampliação das bancadas federal e estadual.
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