Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
O presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou na noite desta quinta-feira (1º), em entrevista ao Flow Podcast, que o Brasil não teve perdas significativas com o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que não se importa com as falas sobre guerra, mas que não vai aceitar desrespeito e nem deixar de negociar com outros países.
“O Trump tem que saber que ele toma conta dos EUA, do Brasil cuido eu. Ao invés de ficar chorando, eu fui procurar parceiros, eu fui vender as minhas coisas”, afirmou Lula. “Você acha que eu vou me importar com o Trump. Fica falando que tem o maior exército, que não sei o que. Você acha que eu quero guerra com você, Trump? O que eu quero é respeito”, completou. As informações são do Brasil de Fato.
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Segundo o presidente brasileiro, o comércio com os EUA caiu 9,7% após o tarifaço. Porém, com a China cresceu 20%, com a Indonésia cresceu 15%, com a Alemanha também cresceu 15% e com o Vietnã 14%, além de crescimento nas vendas para outros 57 países.
“Tivemos R$ 80 bilhões de superávit na nossa balança comercial”, ressaltou Lula.
O petista também destacou que não vai aceitar pressões dos Estados Unidos no desenvolvimento de tecnologias de inteligência artificial, minerais críticos ou terras raras. “A China e os EUA podem ser nossos parceiros”, afirmou.
Questionado sobre as motivações de Trump para aplicar o tarifaço e as pressões contra o Brasil, Lula apontou para o protecionismo do presidente estadunidense.
E destacou que a própria aplicação de tarifas foi baseada em uma mentira, já que os EUA tiveram superávit de R$ 415 bilhões em 15 anos.
“Ele fez isso porque quer enriquecer os EUA, quer proteger os EUA. O que ele não fala é que tem muita gente morando na rua nos Estados Unidos. O povo pra ele é coisa de livro. Pra mim o povo é de onde eu vim”, disse Lula.
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Um homem foi detido na noite desta quinta-feira (1º) após tentar pular a grade do Supremo Tribunal Federal (STF), na Praça dos Três Poderes, em Brasília e abandonar uma mochila em uma parada de ônibus ao lado do prédio.
Equipes do Esquadrão Antibombas da Polícia Militar do DF foram acionadas, mas descartaram a presença de explosivos na bolsa. Após inspeção, apenas itens pessoais como escova e pasta de dentes foram identificados. As informações são do g1.
Leia maisO homem foi detido em flagrante, mas até as 22h ainda não se sabia se ele seria preso ou encaminhado para avaliação médica. O suspeito tem 28 anos e, segundo informações colhidas no local, dizia “frases desconexas” aos policiais.
Em nota (veja íntegra abaixo), o STF confirmou que o homem tentou pular as grades das Corte. A movimentação foi identificada pelo sistema de monitoramento, e a PM e a Polícia Judicial foram acionadas.
Segundo a PM, o homem não chegou a tentar invadir o prédio do Supremo – as grades que fazem o isolamento do prédio ficam a alguns metros de distância da entrada principal.
Ainda de acordo com a PM, o suspeito foi abordado pelos militares às 19h50, após ter sido visto arremessando a mochila sobre a parada de ônibus.
O homem resistiu à abordagem e, por isso, foi detido. Durante a ação, o suspeito fez “declarações de cunho reivindicatório” – o teor não foi divulgado.
“Um indivíduo, nas proximidades do ponto de ônibus localizado em frente ao Supremo Tribunal Federal, tentou pular as grades da Corte. A movimentação foi identificada pelo sistema de monitoramento do STF, sendo imediatamente acionadas a Polícia Militar e a Polícia Judicial.
Como ele arremessou uma mochila sobre o ponto de ônibus, tornou-se necessário acionar a Operação Petardo, com a adoção dos procedimentos previstos para averiguação de possível artefato explosivo.
Neste momento, equipes da Polícia Militar e da Polícia Judicial encontram-se no local realizando os procedimentos necessários.”
“A Polícia Militar do Distrito Federal informa que, às 19h50 desta quinta-feira (1º/10), durante monitoramento nas proximidades do Supremo Tribunal Federal (STF), na Praça dos Três Poderes, em Brasília, foi visualizado um homem de 28 anos que teria arremessado uma mochila sobre uma parada de ônibus. A situação foi comunicada ao posto de policiamento fixo da região, que realizou a abordagem.
Durante a intervenção policial, o homem apresentou resistência. Após a verificação da dinâmica dos fatos, não foram identificados elementos que caracterizassem tentativa de invasão às dependências do STF. Durante a abordagem, o homem também proferiu declarações de cunho reivindicatório.
A ocorrência permanece em processamento para as providências cabíveis”.
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Lula elevou o tom contra Flávio Bolsonaro (PL) nesta quinta-feira (1º) e chamou o adversário de “vira-lata” durante entrevista ao Flow Podcast. A declaração surgiu enquanto o presidente falava sobre as negociações comerciais com Donald Trump e acusava o campo bolsonarista de atuar nos Estados Unidos contra interesses brasileiros.
“Meu adversário é um vira-lata. Mandou o irmão para lá para falar mal do Brasil?”, afirmou Lula, em referência a Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio. As informações são da Revista Fórum.
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Eduardo vive nos Estados Unidos e mantém interlocução com setores ligados a Trump. Nas últimas semanas, voltou a defender sanções contra autoridades brasileiras e declarou que pretende influenciar a política externa caso o irmão vença a eleição.
A crítica apareceu depois de Lula defender sua própria estratégia diante do tarifaço norte-americano. O presidente afirmou que preferiu ampliar parceiros comerciais e negociar diretamente com Washington antes de recorrer à Lei da Reciprocidade Econômica.
Lula disse que o Brasil possui recursos estratégicos capazes de dar força ao país nessa negociação e citou o nióbio. Segundo ele, os Estados Unidos dependem fortemente do mineral brasileiro.
“Na hora que a gente colocar ele na reciprocidade, eu vou jogar do mesmo jeito que ele jogou”, afirmou.
O presidente também contestou a justificativa comercial utilizada por Trump para tarifar produtos brasileiros e disse que os Estados Unidos acumularam superávit nas relações com o Brasil ao longo dos últimos anos.
Apesar das críticas, Lula afirmou que não pretende entrar em uma guerra com Washington. “Eu não quero guerra com você. Eu quero derrotar você na narrativa”, disse, ao reproduzir uma conversa que afirma ter mantido com Trump.
A relação com os Estados Unidos virou um dos temas da disputa presidencial. Flávio já esteve em Washington para negociar com integrantes do governo Trump e sustenta que busca evitar prejuízos comerciais ao Brasil. Seus adversários, por outro lado, tentam associar a família Bolsonaro às pressões e sanções impostas pelos norte-americanos.
Foi nesse contexto que Lula retomou o discurso de soberania nacional e atacou diretamente o candidato do PL, a três dias do primeiro turno.
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Um grupo de apoiadores do candidato à Presidência Renan Santos (Missão) provocou o também candidato Flávio Bolsonaro (PL) com gritos de “Flávio arregão”, após o candidato do PL anunciar que não participaria do debate da TV Globo, marcado para a noite desta quinta-feira (1º/10).
A desistência de Flávio aconteceu depois que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes determinou que Renan Santos fosse incluído no debate.
O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou no Flow Podcast que o Brasil buscou ampliar relações comerciais com outros países após o tarifaço imposto pelo governo de Donald Trump. Segundo Lula, as medidas americanas reduziram o comércio bilateral, enquanto as vendas brasileiras cresceram em outros mercados. “Ao invés de ficar chorando com o Trump, eu fui procurar parceiro. Eu fui vender minhas coisas”, disse.
Lula afirmou ainda que mantém negociações com o presidente dos Estados Unidos e citou os minerais críticos como um dos pontos estratégicos da relação entre os dois países. “Eu estou negociando com o Trump. […] O Trump sabe que nós temos coisa estratégica que ele precisa”, declarou. O petista disse também que o Brasil ainda não aplicou a Lei da Reciprocidade e mencionou a posição brasileira na produção de nióbio. Nesta semana, representantes dos dois governos voltaram a discutir o tarifaço, mas a expectativa no governo brasileiro é de que uma proposta mais concreta dos EUA seja apresentada apenas após as eleições.
Durante entrevista ao Flow Podcast, o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que não interfere nas decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), mesmo entre ministros indicados por ele. A declaração ocorreu após ser questionado sobre Flávio Dino, que pediu vista no julgamento em que a Corte discutia como conduzir a análise de uma possível investigação sobre a relação do ministro Alexandre de Moraes com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. O mérito das suspeitas contra Moraes não chegou a ser julgado. Supremo Tribunal Federal notícias “Eu não indico ninguém para fazer favor para mim. Ninguém. […] Nunca liguei para ninguém para pedir um favor pessoal”, afirmou Lula.
O petista elogiou Dino, a quem chamou de “extraordinário ministro”, mas afirmou que o presidente da República deve respeitar a autonomia da Corte. Lula também disse considerar que os conflitos recentes vêm provocando desgaste na imagem do STF e contou ter conversado três vezes com o presidente do tribunal, Edson Fachin, durante a crise. “O presidente não pode nada na Suprema Corte. O presidente da República, se ele quiser governar com tranquilidade, precisa respeitar primeiro a autonomia de cada Poder”, declarou.
O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante entrevista ao Flow Podcast, que pretende ampliar a formação de jovens em áreas ligadas à tecnologia, inteligência artificial, engenharia e pesquisa em um eventual novo mandato. Segundo ele, o objetivo é preparar mão de obra para setores estratégicos e reduzir a dependência externa. “Nós queremos formar milhares de jovens na questão desse mundo digital. O Brasil não vai ficar vendendo nada a ninguém sobre inteligência artificial”, disse.
Lula também relacionou a política educacional à exploração de minerais críticos e afirmou que o país deve agregar valor antes de exportar esses recursos. “A gente quer fazer uma revolução na formação de engenheiros, de pesquisadores, de engenheiros físicos, para a gente explorar a terra rara e minerais críticos. A gente não vai deixar mais exportar o nosso minério. O que nós queremos é transformar aqui no Brasil”, afirmou.
O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez críticas duras a Flávio Bolsonaro (PL) durante entrevista ao Flow Podcast nesta quinta-feira (1º). Ao falar sobre a disputa presidencial, Lula afirmou que o adversário é “desqualificado” para o cargo e atacou sua trajetória política. “Ele não tem passado, não tem presente e não tem futuro. Esse rapaz nunca trabalhou na vida”, disse. Em outro momento, questionou: “Eu fico analisando por que alguém votaria no Flávio Bolsonaro. O que ele tem para oferecer?”.
Lula também disse que parte do apoio a Flávio se explica pelo sentimento “anti-Lula” e “anti-esquerda” e voltou a atacar a qualificação do adversário. “Do ponto de vista da qualificação, o meu adversário não tem nenhuma, nenhuma para ser síndico de prédio”, afirmou. O petista ainda disse acreditar em uma vitória no primeiro turno: “Eu sinceramente acho que eu vou ganhar essa eleição em um primeiro turno. Se não for, paciência”.
Na abertura do Flow Podcast, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) explicou sua ausência no debate da TV Globo, que aconteceria na noite desta quinta-feira (1) e que foi cancelado pela emissora carioca, após o petista e Flávio Bolsonaro (PL) anunciarem que não compareceriam.
“Eu tenho questionado os debates da Globo. Eu fui em todos, em 1989, em 1994 não teve debate porque a Globo defendia a eleição do Fernando Henrique Cardoso e não teve debate, assim como 1998. Quando você tem debate com cinco ou seis candidatos, você fala um minuto e espera dez. Esses debates são infrutíferos e não produzem nada. Aí, o pessoal começa a fazer gracinha e quando você está num debate pela presidência da República, você está discutindo o país, é sério”, explicou Lula. As informações são do Brasil de Fato.
Leia mais“Então, eu estava decidido a não ir no debate, o pessoal já me conhece demais”, contou o presidente, que anunciou na última quarta-feira (30) que não participaria do encontro promovido pela Globo.
A emissora já tinha convidado o candidato Romeu Zema (Novo), que conseguiu uma liminar concedida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que obrigava a Globo a colocá-lo no debate. Duas horas antes do debate, Flávio Bolsonaro anunciou que não participaria do encontro.
Em seguida, outra decisão judicial obrigou a Globo a convidar Renan Santos (Missão), que chegou a publicar um vídeo indo para os estúdios da emissora. No entanto, menos de uma hora antes do encontro, a Globo cancelou o evento.
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A Globo recebeu há pouco, na noite desta quinta-feira (1º), duas intimações judiciais relacionadas à realização do debate presidencial programado para esta noite.
A primeira é assinada pela ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e atende a um pedido da coligação da candidatura de Lula, do PT, à Presidência da República.
A decisão torna inválido o item das regras do debate que trata de candidatos ausentes. As informações são do g1.
Leia maisA ata com as regras, assinada por todos os partidos, inclusive o PT, determina que em caso de ausência do candidato, o púlpito reservado a ele seja mantido vazio no cenário com uma placa que o identifique. E que numa das rodadas de tema livre, os candidatos presentes que assim desejarem formulem em trinta segundos a pergunta que fariam ao candidato que não compareceu.
A decisão da ministra Estela Aranha proíbe o púlpito com o nome de Lula e a formulação das perguntas que seriam feitas a ele.
A segunda intimação recebida pela Globo esta noite é de uma decisão proferida pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, e atende a um pedido feito pelo partido Solidariedade a respeito da participação no debate de Renan Santos, do Missão.
As regras que estabelecem que candidatos devem ser obrigatoriamente convidados para debates em rádio e TV são determinadas por lei e reguladas por portaria do Tribunal Superior Eleitoral.
Devem ser convidados obrigatoriamente os candidatos de partidos com representação de pelo menos cinco parlamentares no Congresso Nacional.
Em atendimento a essa regra, a Globo convidou para o debate os candidatos Augusto Cury (Avante), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Lula (PT).
Uma outra decisão, essa da última terça-feira (29), do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, alterou entendimento do próprio TSE sobre contagem de parlamentares no Congresso para fins de debate e decidiu que Romeu Zema, do Novo, teria direito de participar.
A decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo, proferida há pouco, determinou a participação do candidato Renan Santos, mesmo o Missão, partido de Renan, tendo apenas um parlamentar no Congresso Nacional.
A Globo tem longa tradição na organização de debates eleitorais. Nosso propósito é promover a discussão de ideias para o Brasil. Oferecer aos eleitores a oportunidade de comparar projetos. Nosso dever é o de promover a democracia.
Mas as sucessivas decisões judiciais tomadas momentos antes da realização do debate causam insegurança jurídica e representam uma interferência indevida na liberdade que os veículos de imprensa tem de organizar os debates eleitorais.
Por essa razão, a Globo decidiu cancelar o debate desta noite.
A Globo agradece aos demais candidatos e faz esses esclarecimentos em respeito aos eleitores e ao público que esperavam ter a oportunidade de ouvir propostas para o futuro do país.
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O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa, nesta quinta-feira (1º), de uma entrevista ao vivo no Flow Podcast, com início previsto para as 20h45.
Assista à entrevista ao vivo:
O presidente do Sinpol, Áureo Cisneiros, contestou, em publicação no Instagram, uma fala da governadora Raquel Lyra sobre investimentos na segurança pública. Segundo ele, é falsa a afirmação de que os policiais civis de Pernambuco só agora passaram a receber coletes individuais.
“Desde o Pacto pela Vida (2008), os profissionais recebem coletes, pistolas, distintivo e algemas individuais”, escreveu.
Áureo afirmou que o debate sobre investimentos também precisa considerar a remuneração e as condições de trabalho da categoria. Segundo o dirigente, os policiais civis de Pernambuco recebem o pior salário entre as polícias civis do Brasil e aguardam, há quase quatro anos, um reajuste do PJES.
Leia maisEle também apontou o déficit de efetivo e relatou que, em várias delegacias, os servidores precisam fazer cotas para pagar internet, água mineral e material de expediente. Ao final da publicação, criticou a falta de diálogo do governo com os policiais civis.
