Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
O preço do descaso
Por Inácio Feitosa*
Na primeira parte, perguntei por que o recifense se acostumou com o feio e arrisquei uma resposta cultural: virou hábito, e hábito não se enxerga — apenas se atravessa. Aqui quero mostrar que o hábito tem preço, pago todo dia em reais, empregos e arrecadação que deixa de existir.
Hoje, 4 de agosto, a caminho do aeroporto, voltei a ser vítima do descaso com a Avenida Mascarenhas de Moraes, principal corredor de quem embarca no Recife. Fui deixar o carro numa oficina do outro lado da via, e só isso me obrigou a percorrer os dois sentidos — de Afogados ao aeroporto e de volta — para constatar, na ida e na volta, o mesmo abandono.
Leia maisAntes que me enquadrem em alguma trincheira: não é crítica a uma gestão. É crítica a todas as das últimas duas ou três décadas, e também ao Governo do Estado — a responsabilidade é compartilhada. Não puxo pelo cordão azul nem pelo encarnado. No pastoril da nossa política, prefiro o papel da Diana, a que fica no meio e não se filia a cordão nenhum. O feio não é de esquerda nem de direita: é de todos e, por isso, acaba não sendo responsabilidade de ninguém.
Vamos ao caso concreto, porque é nele que a conta aparece. Na oficina de seu Alexandre — chamemos assim —, num ponto nobre da avenida, a água já batia nos cinquenta, sessenta centímetros. Não foi evento climático extraordinário: foi chuva de rotina encontrando uma rede de drenagem sem manutenção, bueiro sem desobstrução, galeria sem limpeza. O resultado é previsível — e, por ser previsível, ainda mais indesculpável. Eu teria perdido o voo não fosse a gentileza de Milena, funcionária da casa, que me arrumou transporte a tempo; se dependesse do aplicativo, o motorista ainda estaria “chegando em 2 minutos”. Foi preciso a bondade de uma desconhecida para suprir o que o poder público deveria entregar.
Agora, a conta. A oficina emprega setenta pessoas — setenta contratos CLT, com INSS patronal, FGTS, 13º e férias provisionados. São custos fixos: correm chova ou faça sol, com a porta aberta ou fechada. E a empresa ainda sustenta, com pontualidade, dois caixas da Federação: o do município — ISS sobre os serviços e IPTU sobre o imóvel — e o do Estado, via ICMS sobre as mercadorias. Para abrir todo dia, seu Alexandre gasta entre trinta e cinquenta mil reais. Quando a avenida alaga e a oficina não abre, esse valor não some: vira prejuízo puro, custo fixo sem faturamento. Some o efeito em cadeia — o serviço não prestado não gera ISS, a peça não vendida não gera ICMS, o cliente que desiste talvez não volte — e multiplique pelas dezenas de portas fechadas naquela manhã. Esse é o custo real, em reais, de uma avenida que ninguém resolve.
É aqui que erramos o diagnóstico. Tratamos o alagamento como fatalidade meteorológica quando ele é falha de gestão — e falha de gestão tem externalidade. O descaso funciona como um imposto invisível sobre o setor produtivo: um tributo que não está em lei, mas que a empresa paga em prejuízo sempre que a cidade não faz o dever de casa. E é preciso ser honesto quanto ao tamanho do problema: naquele trecho da Mascarenhas de Moraes, a solução vai muito além de limpar esgoto ou desobstruir bueiro. É uma obra estruturante de drenagem — imprescindível, cara e tecnicamente complexa — que nenhum governo, estadual ou municipal, teve até hoje a coragem de encarar e resolver. Adia-se a obra definitiva de gestão em gestão e, no intervalo, não se faz nem o paliativo. Some-se a isso a lição mais básica da administração pública: a manutenção preventiva custa uma fração da recuperação e, ainda assim, é a primeira rubrica sacrificada, porque bueiro limpo não vira palanque nem rende foto. E há a nossa maldição estrutural — a descontinuidade a cada quatro anos, que faz da manutenção, tarefa silenciosa e permanente, algo que ninguém assume como seu.
No aeroporto, o desfecho. Vi a aflição de argentinos que chegavam em cima da hora, reclamando — em bom castelhano e com toda a razão — do caos para cruzar a cidade. E me veio o pensamento mais recifense possível: nós já nos acostumamos com o feio; agora só falta internacionalizar o hábito e convencer o turista a se acostumar também. Quem sabe não entra no roteiro: “conheça o Recife e atravesse a nado até o portão de embarque”.
Respondo, enfim, à pergunta que abriu a Parte I: o recifense se acostumou com o feio porque ele saiu barato para quem governa e caro para quem produz — e porque, por tempo demais, ninguém fez essa conta em voz alta. A saída não está em obra faraônica de vitrine, e sim em duas coisas que faltaram até aqui: coragem para enfrentar a intervenção estruturante que se adia há décadas e disciplina para transformar a manutenção em política de Estado, com continuidade entre gestões e responsabilização por resultado. O feio não tem partido; o cuidado também não deveria ter. Eis a questão — e recusar-se a aceitá-la como resposta talvez seja o primeiro passo.
*Advogado, mestre em Educação pela UFPE e escritor.
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O Partido Liberal (PL) de Pernambuco realizou, hoje, a sua Convenção Estadual partidária para homologar as candidaturas que disputarão o pleito deste ano. Entre os principais destaques proporcionais da legenda, está a oficialização da candidatura do administrador caruaruense Raffiê Dellon para o cargo de deputado estadual. “Chegamos a esta convenção respaldados por um intenso trabalho de escuta popular nas bases, tendo percorrido dezenas de bairros e comunidades rurais do nosso interior”, destacou Raffiê.
O 7º Festival Café Cultural encerrou sua programação, no último domingo (2), em Taquaritinga do Norte, consolidando-se como a maior edição já realizada do evento. Durante quatro dias, o município recebeu visitantes de diversas regiões de Pernambuco e de outros estados do país, com uma agenda voltada à cultura, ao turismo, à cadeia produtiva do café e ao fortalecimento da economia local.
A programação que integra o Festival Pernambuco Meu País, incluiu oficinas técnicas, workshops, cursos, dias de campo, campeonato de baristas e atividades ligadas à cadeia produtiva do café, reunindo especialistas de Pernambuco e de outros estados. A Rua do Café concentrou produtores e empreendedores do setor, enquanto o Polo do Artesanato reuniu artesãos do município para exposição e comercialização de produtos.
Leia maisNo Polo Cultural, artistas locais participaram da programação, que também contou com a entrega de certificados aos novos Pontos de Cultura reconhecidos pelo Ministério da Cultura e homenagens a mestres da cultura popular.
Os shows realizados na Praça Padre Otto Sailler e na Praça Antônio Pereira reuniram atrações locais, regionais e nacionais entre os dias 30 e 31 de julho e 1º e 2 de agosto. Segundo a organização, a apresentação da banda Roupa Nova registrou o maior público da história dos eventos promovidos em Taquaritinga do Norte.
O festival também movimentou a economia regional. Hotéis, pousadas, chalés e imóveis de temporada registraram alta ocupação durante o período do evento. O aumento da demanda alcançou, ainda, meios de hospedagem em municípios vizinhos, como Caruaru, Toritama, Santa Cruz do Capibaribe e Surubim. Bares, restaurantes, cafeterias, lanchonetes, food trucks e comerciantes também registraram aumento no volume de vendas.
“O 7º Festival Café Cultural não foi apenas um evento, foi a afirmação de um projeto de desenvolvimento. Batemos todos os recordes de público, de organização, de vendas e de geração de oportunidades. Mostramos ao Brasil a força do nosso café, da nossa cultura e do nosso povo. Taquaritinga do Norte fez o maior festival da sua história”, destaca o prefeito de Taquaritinga do Norte, Gena Lins.
Para atender ao fluxo de visitantes, o município implantou um plano especial de mobilidade, com estacionamentos em pontos estratégicos e reorganização do trânsito no centro da cidade.
A segurança foi realizada de forma integrada, com atuação da Secretaria Municipal de Defesa Social, Guarda Civil Municipal, Polícia Militar de Pernambuco, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar, DETRAN, Ministério Público de Pernambuco e equipes de segurança privada. O evento contou ainda com videomonitoramento por meio do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC).
A estrutura disponibilizou camarote de acessibilidade para pessoas com deficiência, além de equipes do SAMU, serviços de urgência e emergência, Vigilância Sanitária, Centro de Referência da Mulher e Coordenadoria da Mulher, que desenvolveram ações de prevenção e atendimento durante a programação.
Promovido pela Prefeitura de Taquaritinga do Norte, por meio da SETURDE, SEAP, Departamento Especial de Imprensa e Marketing e FUNTART, em parceria com o SEBRAE e o Governo de Pernambuco, o festival contou com patrocínio da Ditongo e Pannos & Pannos.
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Entre os dias 10 e 15 de agosto, acontecerão os Jogos Escolares do Brejo da Madre de Deus, uma iniciativa da Secretaria Municipal de Educação, por meio Departamento de Esportes, em parceria com a Prefeitura.
Os estudantes poderão disputar as competições nas seguintes faixas etárias: Fraldinha, entre 7 e 9 anos; pré-mirim-mirim, entre 9 e 11 anos; e mirim, entre 12 e 14 anos de idade. As modalidades disputadas serão futsal, vôlei, badminton e xadrez.
Os jogos acontecerão em Brejo sede e nos distritos de Fazenda Nova e São Domingos, com premiação em medalhas para os dois primeiros colocados de cada modalidade e categoria. A iniciativa tem como objetivo incentivar a prática esportiva entre os estudantes, promover a integração entre as escolas do município e fortalecer valores como disciplina, respeito, trabalho em equipe e espírito esportivo.
Uma simulação ao vivo da atuação da Polícia Científica em uma cena de crime será realizada nesta sexta-feira (7), a partir das 15h30, durante o Congresso Vox Criminal Recife, no RioMar Eventos. A atividade, realizada com a participação do Sindicato dos Peritos Oficiais de Natureza Criminal de Pernambuco (SINPOCRIM), será aberta ao público e mostrará, na prática, como o trabalho pericial contribui para a investigação e a produção da prova científica.
A simulação reproduzirá uma cena de morte violenta por disparo de arma de fogo. O público poderá acompanhar procedimentos realizados pelos peritos, como isolamento e preservação do local, cadeia de custódia, identificação e coleta de vestígios biológicos e balísticos, exame perinecroscópico e análise dos elementos que ajudam a estabelecer a dinâmica do crime.
Leia maisA proposta é mostrar como vestígios encontrados em um local de crime são analisados cientificamente e podem se transformar em provas fundamentais para a investigação e para o sistema de Justiça.
Além da atividade prática, o SINPOCRIM também participa da programação científica do Vox Criminal. Na manhã da sexta-feira (7), o presidente da entidade ministra a palestra “O papel da perícia médico-legal na produção da prova técnica”.
A vice-presidente do sindicato, Sandra Santos, apresenta o tema “Da Cena do Crime ao Tribunal: O Papel da Genética Forense na Produção da Prova Científica”, abordando a contribuição da genética forense para a construção da prova científica.
O Congresso Vox Criminal Recife acontece nos dias 7 e 8 de agosto e reúne profissionais e estudantes das áreas de Direito Penal, Perícia Criminal, Segurança Pública e Psicologia Jurídica.
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Médico oftalmologista e neurologista, Silvio Eraldo Gomes coloca sua experiência a serviço de Pernambuco. Com atuação nas regiões do Pajeú, Moxotó e Itaparica e trajetória marcada pela expressiva votação na disputa pela Prefeitura de Ibimirim, em 2012, ele foi convocado para disputar uma vaga na Câmara Federal ao lado da Frente Popular de Pernambuco.
Entre suas principais bandeiras estão o fim das Organizações Sociais (OS) na gestão de hospitais e UPAs, a defesa de uma saúde pública mais eficiente e humanizada, a revitalização do Perímetro Irrigado do Moxotó, a redução do IPVA pela metade e a implantação de creches para idosos em todos os municípios, garantindo mais dignidade e cuidado à população.
O ex-prefeito de Petrolina e presidente do União Brasil em Pernambuco, Miguel Coelho, anunciará o apoio do seu grupo político à candidatura de Mendonça Filho ao Senado Federal.
O pronunciamento oficial acontecerá, logo mais, às 15h, no escritório da família Coelho, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, e marcará a formalização da aliança política entre as duas lideranças.
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Fotos: Blog Ponto de Vista
A convenção do PL, que oficializou a candidatura de Mendonça Filho ao Senado, transformou-se em um grande ato político da direita em Pernambuco. O evento, comandado pelo presidente estadual do partido, Anderson Ferreira, reuniu as principais lideranças da legenda e aliados.

Um aspecto chamou a atenção durante toda a programação: a associação explícita entre o senador Flávio Bolsonaro e a governadora Raquel Lyra. Discursos, manifestações do público e peças de comunicação reforçaram o alinhamento político entre o PL e a governadora, algo que já vinha sendo esperado nos bastidores.
Leia maisNas últimas 24 horas, ficou evidente que as principais lideranças da direita e da extrema direita no Estado, inclusive Gilson Machado, fecharam apoio em torno da candidatura de Mendonça Filho e da aliança com Raquel Lyra.
Com isso, o cenário eleitoral ganha contornos mais definidos. Raquel Lyra passa a disputar a eleição ao lado de dois nomes identificados com a direita, Mendonça Filho e Eduardo da Fonte, além de Túlio Gadelha, que tem adotado posições que seus críticos classificam como de uma nova direita.
No campo adversário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia deixado clara sua posição ao sinalizar apoio ao palanque formado por João Campos, Humberto Costa e Marília Arraes.
Agora, resta acompanhar os próximos capítulos de uma disputa que tende a ser marcada pela polarização entre os dois projetos políticos.
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Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã
Veterano na política do Rio Grande do Sul, Beto Albuquerque foi deputado federal pela última vez até 2015. Dez anos depois, tenta voltar à disputa eleitoral, sempre pelo PSB, novamente candidato a deputado federal. Nessa tentativa, ele se torna um personagem em carne e osso da injustiça política do atual esquema de emendas orçamentárias, com orçamento secreto, emendas Pix e de liderança.
Em conversa com o Correio Político, Beto Albuquerque narrou como a disputa é inglória. “Quem não tem mandato tem uma imensa desvantagem com relação a quem tem”, comenta Beto. “O sistema de distribuição orçamentária deixa todos os prefeitos nas mãos de quem já é deputado federal. Trata-se de um sistema de compra de votos”, denuncia. E conclui que isso precisa mudar de maneira urgente. “A quem interessa distribuição de recursos orçamentários dessa maneira?”
Leia maisBeto Albuquerque responde. “Ao cidadão é que não é”, diz ele. A experiência que o candidato do PSB relata no Rio Grande do Sul é exatamente o que vem alertando o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino. Se não estiverem parando no bolso dos responsáveis, as emendas orçamentárias hoje azeitam um esquema de caixa dois nas campanhas eleitorais. Sem rastreio, esse dinheiro vai parar nos municípios e serve para os parlamentares acertarem com prefeitos os cabos eleitorais em suas bases.
As dificuldades que Beto Albuquerque relata vir sofrendo na tentativa de obter os votos necessários para voltar a ser deputado federal se encaixam na avaliação do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que é “amicus curiae” nas ações sobre orçamento. O termo, traduzido do latim para “amigo da Corte”, designa instituições que fazem parte das ações de forma indireta. Para o MCCE, essas ferramentas que vêm tornando o orçamento menos transparentes acabam por sequestrar o voto do brasileiro.
Segundo o ex-juiz eleitoral Márlon Reis, integrante do MCCE, os partidos conseguem hoje, com uma margem de erro mínima, saber exatamente quem elegerão quando elaboram as suas listas de candidatos. A forma como distribuem os recursos e como montam as listas permite saber exatamente quem será eleito, quem vai puxar votos e quem vai fazer figuração. No caso dos recursos, os legais e os ilegais.
Uma auditoria feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e divulgada no final do mês de julho ajuda a entender um pouco mais o tamanho da encrenca. O TCU analisou 100 repasses de emendas Pix para 73 municípios e dois estados brasileiros. E constatou a existência de irregularidades em nada menos que 82% dessas transferências.
Quanto aos supostos beneficiários, as irregularidades alcançam 82,4% dos beneficiários. Estamos falando de R$ 198 milhões no total e pelos R$ 49 milhões de prejuízo aos cofres públicos. A auditoria do TCU investigou emendas feitas aos orçamentos de 2020 a 2024. E o problema maior é exatamente a caixa preta.
A caixa preta significa não se saber exatamente quem destinou, para quem, para onde e com qual finalidade. Os auditores identificaram diversos outros problemas mesmo onde foi possível identificar. Movimentação de recursos em contas correntes não específicas. Falta de relatórios de gestão. Pagamentos sem a comprovação adequada.
Os problemas seguem. Fraudes em licitações. Obras não concluídas ou parcialmente executadas. Diversas dessas coisas infelizmente fazem parte da rotina de rolos desde o escândalo dos Anões do Orçamento. Ou mesmo antes. O que espanta é que isso cada vez mais venha se tornando regra. Deixa de ser esquema para ser a própria regra.
O resultado prático disso é que a renovação da Câmara dos Deputados torna-se baixíssima. Nas eleições de 2022, mais de 60% dos deputados que disputaram o mandato novamente se reelegeram. O MCCE estima que essa taxa de manutenção dos mandatos chegue em outubro a 80%. Seria menos ruim se a população estivesse satisfeita.
Datafolha em março apontou que 39% consideram o Congresso ruim ou péssimo. Somente 21% o acham ótimo ou bom. Mas os senhores parlamentares lá seguirão. Beto Albuquerque luta para ser um caso de renovação. Com outro dado triste: se ele vier a conseguir ou não, serão poucos os eleitores que mais adiante se lembrarão.
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Blog da Folha
O PL confirmou que o deputado federal Mendonça Filho (PL) será o nome do partido nas eleições para o Senado. O anúncio foi realizado há pouco, durante a convenção da sigla, no Bugan Hotel, em Boa Viagem.
Na ocasião, o deputado federal e presidente do PL em Pernambuco, Anderson Ferreira, afirmou estar animado com o lançamento da candidatura de Mendonça à Casa Alta.
“Estou muito animado. Mendonça tem história, tem legado. Não tenho dúvida nenhuma que vamos ter o primeiro senador de direita de Pernambuco”, afirmou.
Cerca de mil pessoas participaram, na noite de ontem, do XIII ato do movimento ‘Direitos Já’, no auditório do Tuca, na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo. O deputado federal e candidato a suplente ao Senado, Luciano Bivar (MDB), participou do evento. Em sua fala, ele falou sobre os ataques sistemáticos para enfraquecer o judiciário, a distorção do financiamento público e a situação de congressistas corruptos, entre outros temas. Confira abaixo o seu pronunciamento.
