Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
Meu voo 1793, da Gol, atrasou seu pouso em Brasília por 45 minutos, devido a um forte temporal que desabou sobre o Distrito Federal, que estava sem chuva há mais de 150 dias. A aeronave ficou sobrevoando a cidade aguardando a melhora do tempo.
Um incêndio atingiu um laboratório de pesquisa do Departamento de Física da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) na tarde desta quarta-feira (30) no bairro da Várzea, Zona Oeste do Recife. Não houve feridos. A suspeita é de que as chamas tiveram origem de forma acidental em um forno mufla, equipamento utilizado para aquecimento de substâncias em alta temperatura. As informações são do Diario de Pernambuco.
O Corpo de Bombeiros foi ao local com duas viaturas. Apenas após a saída dos brigadistas será possível avaliar os danos e as causas com mais precisão, segundo informações enviadas ao Diario pela assessoria de comunicação da universidade.
O ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco tomou posse nesta quarta-feira (30) como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), mas não participou daquela que seria sua primeira sessão plenária após assumir o cargo.
No início dos trabalhos, o presidente da Corte, ministro Vital do Rêgo, informou que Pacheco apresentou uma justificativa para a ausência.
Ele passa a ocupar a vaga aberta com a saída de Bruno Dantas, que renunciou ao cargo para atuar na iniciativa privada. As informações são do g1.
Leia maisDe perfil discreto, o novo ministro dispensou cerimônia pública de boas-vindas. A posse ocorreu em um ato reservado realizado pela manhã na sede da Corte de Contas, em Brasília, com a presença de autoridades dos três Poderes.
Participaram da cerimônia o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin; os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Kassio Nunes Marques e Cristiano Zanin; além do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Na semana passada, os ministros do TCU atestaram que Pacheco cumpria os requisitos constitucionais para assumir o cargo. Natural de Porto Velho (RO) e criado em Minas Gerais, ele é advogado formado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), com atuação na área de direito penal.
Pacheco iniciou a carreira política como deputado federal por Minas Gerais, em 2014. Na Câmara dos Deputados, presidiu a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes de ser eleito senador, em 2018.
Em fevereiro de 2021, foi eleito presidente do Senado com amplo apoio partidário e acabou reconduzido ao comando da Casa para o mandato seguinte. Durante sua gestão, destacou-se pela interlocução entre os Poderes e pela defesa da estabilidade institucional e dos ritos democráticos.
Durante a atuação no Congresso Nacional, Pacheco participou da articulação de propostas como a chamada PEC da Transição e apresentou projetos relacionados à regulamentação da inteligência artificial e à atualização do Código Civil.
E, ao longo da trajetória política, passou por MDB e DEM, migrou para o PSD e, mais recentemente, filiou-se ao PSB.
A indicação de Rodrigo Pacheco para o TCU foi aprovada pelo Senado em 1º de setembro, poucos dias após o anúncio da renúncia de Dantas, em votação realizada diretamente no plenário, sem análise prévia da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
No dia seguinte, a Câmara dos Deputados confirmou a indicação por 404 votos favoráveis e 61 contrários. Após a aprovação nas duas Casas, o ato foi promulgado pelo Congresso Nacional.
O nome de Pacheco foi articulado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), após a abertura da vaga decorrente da saída antecipada de Bruno Dantas.
O TCU tem, entre as atribuições, apreciar contas prestadas anualmente pelo presidente da República e fiscalizar a aplicação de recursos da União.
O tribunal é composto por nove ministros titulares, dos quais:
A Constituição estabelece que, para ocupar a vaga de ministro do TCU, é necessário ter mais de 35 anos e menos de 65 anos, idoneidade moral e reputação ilibada e também notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos, financeiros ou de administração pública.
O cargo é vitalício, com aposentadoria compulsória aos 75 anos.
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O Ministério Público Eleitoral entrou com uma ação junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para que o candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), seja punido com multa por não declarar à Justiça Eleitoral um site referente aos apoios de sua campanha.
Trata-se do portal Senadores da Direita, que compila os quadros de apoio do PL para as vagas ao Senado em todos os estados. A maioria dos assentos na Casa Alta é a prioridade da ala bolsonarista para as eleições de outubro pelo caráter investigativo e punitivo a ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). As informações são da CNN.
Leia maisSegundo a ação do MPE, o site faz parte do projeto on-line da campanha de Flávio, custeado pelo recurso proveniente do Fundo Eleitoral, partidário ou de doações para o candidato, bem como um canal de comunicação do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O site também possui um link para que apoiadores doem para as campanhas dos senadores vinculados ao PL.
A Justiça Eleitoral determina que novos canais de comunicação sejam informados em até 24 horas durante a campanha eleitoral, em casos que sejam referentes a propaganda na internet. O caso está sob relatoria da ministra Estela Aranha.
Na página oficial da candidatura de Flávio no TSE, 41 endereços referentes à campanha foram declarados – dentre eles estão sites oficiais, perfis nas redes sociais, páginas em players de música e até jogos de videogame vinculados à campanha -, mas a plataforma de apoios ao Senado não está presente.
A punição para esse tipo de desacordo eleitoral pode ser de multa de R$ 5 mil a R$ 30 mil ou, se o valor gasto na elaboração da plataforma for superior, cobrança equivalente será referente ao dobro da quantia gasta.
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Por Alex Fonseca – Blog da Folha
Pouco antes de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmar que não irá ao debate da TV Globo, marcado para a noite desta quinta-feira (1º), o candidato ao governo de Pernambuco João Campos (PSB) avaliou que a participação do petista poderia resultar em um confronto desequilibrado.
Em coletiva de imprensa realizada após sabatina no Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde, Laboratórios de Pesquisas e Análises Clínicas do Estado de Pernambuco (Sindhospe), na tarde desta quarta-feira (30), Campos também disse que Lula tem debatido temas importantes para a população.
Leia mais“Tem uma coisa muito objetiva: uma eleição que nacionalmente é provável ser de dois turnos. Vejo os dois candidatos que disputam, Flávio (Bolsonaro, do PL) e o presidente Lula, (como principais candidatos) e acho que o grande debate é entre os dois. Do jeito que está configurado (o debate), pode ser um movimento que fique desequilibrado. Juntar todos os candidatos que estão à direita para ficar todos contra Lula, é criar uma disparidade de funcionamento”, declarou.
Reeleição
João Campos aproveitou a sabatina para direcionar críticas à administração da governadora e candidata à reeleição pelo PSD, Raquel Lyra. Sustentou que o instituto da reeleição não foi feito para reforçar as promessas não cumpridas ou realizadas no primeiro mandato.
“Agora não é hora de fazer uma repactuação com o contrato não feito. O instituto da reeleição não é uma pactuação do não feito para jogar para frente. Quando há um ambiente de reeleição, há uma consagração do que foi feito para fazer mais na frente”, alfinetou.
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Não foi só a luz amarela que acendeu na campanha da governadora Raquel Lyra. Foi a luz vermelha mesmo. Nos últimos dias, Raquel Lyra gastou mais de R$ 1,27 milhão em impulsionamento nas redes sociais, segundo dados da própria Meta.
O valor é superior ao investimento feito pelos candidatos a presidente da República no mesmo período.
A diferença chama atenção pelo tamanho da disparidade e ocorre justamente depois da divulgação de cinco pesquisas consecutivas nas quais Raquel aparece atrás de João Campos.
O volume de recursos é tão grande que, pelo visto, a governadora resolveu tentar uma nova função nesta reta final: ser a governadora digital de Pernambuco.
Soube, há pouco, de rumores, dentro do Governo Estadual, dando conta de que o entorno mais próximo da governadora Raquel Lyra estaria planejando e já teria determinado aos órgãos que seja realizada uma enorme quantidade de blitzes no Recife e na Região Metropolitana para o dia da eleição.
A intenção seria causar enormes congestionamentos na RMR, para que as pessoas não consigam votar. A RMR é onde o candidato da oposição, João Campos, é mais forte e tem larga margem de intenção de voto sobre a governadora.
Em 2022, isso foi classificado pelo TSE como uma tentativa de intervir nas eleições e uma afronta à democracia.
A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou, hoje, que Nikolas Ferreira (PL-MG) remova, em até 24 horas, uma publicação no X em que associa uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a conteúdo sexual envolvendo crianças e adolescentes.
Na decisão, a ministra afirma que a postagem descontextualizou uma fala de Lula feita durante um discurso sobre prevenção e tratamento do câncer de próstata e sobre a resistência dos homens à realização de exames médicos. Estela Aranha também determinou que Nikolas se abstenha de republicar ou divulgar novamente o mesmo conteúdo ou mídias “substancialmente idênticas”.
Leia maisO X foi notificado para remover a publicação em até 24 horas e informar à Justiça Eleitoral as providências adotadas. A decisão é liminar, ou seja, provisória. A própria ministra determinou que o caso seja submetido ao plenário do TSE, inclusive com a possibilidade de análise em sessão virtual.
A ação foi apresentada pela Coligação “Brasil Pronto Pra Mais”, que sustenta que Nikolas divulgou, na terça (29), um trecho recortado de uma declaração de Lula e atribuiu à fala uma conotação sexual relacionada a crianças e adolescentes.
Segundo a coligação, a íntegra do discurso mostra que Lula falava sobre a resistência dos homens aos exames preventivos e comparava esse comportamento ao acompanhamento médico realizado por mulheres.
Na publicação questionada, Nikolas contestou essa interpretação e relacionou a declaração do presidente a meninas e a práticas criminosas envolvendo crianças.
Na decisão, Estela Aranha afirmou que a publicação de Nikolas vai além de uma crítica política ou de uma discordância sobre a expressão utilizada por Lula.
Segundo ela, o deputado deu à fala uma “conotação inteiramente diversa” da original, retirando a discussão do contexto de saúde pública e associando-a a crimes envolvendo crianças e adolescentes.
“Não se está diante de mera interpretação alternativa de um fato incontroverso, mas de construção discursiva capaz de conduzir o destinatário da mensagem à conclusão de que o candidato representado estaria fazendo referência, anuindo ou normalizando práticas de crimes extremamente graves envolvendo crianças e adolescentes”, afirmou a ministra.
A relatora também afirmou que a desinformação eleitoral não ocorre apenas quando uma informação falsa é criada, mas pode decorrer da forma como um conteúdo é apresentado.
“A desinformação eleitoral não se limita à mentira integralmente fabricada. A distorção também pode decorrer da maneira pela qual uma informação é apresentada”, escreveu.
Estela Aranha ressaltou ainda que a liberdade de expressão tem proteção ampla, principalmente no debate político, que admite manifestações críticas e até contundentes contra agentes públicos e governos.
A ministra considerou também que havia risco de dano pela permanência da publicação no ar porque o conteúdo foi divulgado em uma rede social de amplo alcance e por um perfil com “expressiva capacidade de difusão”.
Com esses argumentos, Estela Aranha concedeu parcialmente a liminar solicitada pela coligação. Além da retirada da postagem e da proibição de republicação do conteúdo, o processo seguirá para manifestação da Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) e será submetido ao plenário do TSE.
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As redes sociais deste blog, mais lido e pioneiro no Nordeste, continuam de vento em popa, registrando um dos maiores crescimentos no País. No Instagram, o recorde de 14 milhões de contas alcançadas, no último dia 28 de agosto, já foi batido hoje, com o acréscimo de mais de dois milhões, chegando a 16 milhões de contas alcançadas em apenas 30 dias. Se você ainda não nos segue nas redes, anote nossos endereços e seja mais um a ficar bem-informado de tudo nos bastidores da política e do poder.
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O advogado Antônio Campos obteve uma liminar na Justiça contra conteúdos publicados por blogs que, segundo a ação, teriam distorcido uma declaração da ministra aposentada do Tribunal de Contas da União (TCU) Ana Arraes, avó do candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB).
Os conteúdos questionados reproduziram um trecho de uma declaração antiga de Ana Arraes e, de acordo com a argumentação apresentada à Justiça, deram interpretação diferente daquela atribuída à fala em seu contexto original. As informações são do blog FamaMax.
Leia maisA publicação chegou a insinuar que João Campos teria agredido fisicamente a própria avó. A informação, entretanto, já havia sido objeto de checagem do Projeto Comprova, que classificou o conteúdo como enganoso. Segundo a verificação, a expressão utilizada por Ana Arraes fazia referência às críticas públicas feitas pelo neto durante um episódio de conflito familiar, e não a uma agressão física, o conflito foi com o Tio Antônio Campos, o quem relatou os fatos na petição.
A decisão obtida por Antônio Campos determina medidas em relação aos conteúdos apontados no processo, envolvendo a divulgação do vídeo e sua interpretação.
O episódio ocorre em meio à disputa eleitoral pelo Governo de Pernambuco e levanta novamente o debate sobre a utilização de vídeos antigos, cortes de entrevistas e conteúdos fora de contexto nas redes sociais durante o período de campanha.
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A assessoria do presidente Lula, candidato à reeleição pelo PT, informou à Globo, há pouco, que ele não participará do debate que será realizado pela emissora, amanhã à noite. Estão confirmados no debate os candidatos Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo).
Mediado pelo jornalista César Tralli, o encontro será transmitido ao vivo pela TV Globo direto dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, e também poderá ser visto simultaneamente no g1 e na GloboNews. O debate será logo após o Jornal Nacional, com início previsto para as 21h30. Pela primeira vez, o programa ocupará a faixa da novela das 21h, “Quem Ama Cuida”.
Leia maisComo será o formato do debate
O programa terá quatro blocos de perguntas e respostas, além das considerações finais. Dois blocos são de temas determinados e dois, de tema livre. A dinâmica dos candidatos acontece ao redor de um mapa do Brasil posicionado no centro do cenário.
Por meio do mapa, o debate abordará as regiões do Brasil e temas específicos como a preservação da Amazônia; segurança nas fronteiras e combate ao crime organizado; e desafios para melhorar a infraestrutura para as exportações brasileiras.
Além disso, os candidatos poderão escolher entre temas predefinidos no telão para fazer as suas perguntas. O candidato que faz a pergunta terá dois minutos para dividir entre a formulação da questão e a réplica. O candidato que responde terá três minutos para dividir entre resposta e tréplica.
Na terça-feira (29), o ministro Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), concedeu uma decisão liminar (provisória) requerida pelo Partido Novo, alterando entendimento anterior do TSE que define os critérios de participação de partidos em debates eleitorais em emissoras de rádio e TV.
A decisão garantiu a participação dos candidatos do Partido Novo nos debates das eleições de 2026 em todas as emissoras de rádio e TV a partir de terça. O ministro determinou que os candidatos do Novo ao governo do Distrito Federal (DF), Kiko Caputo, e do Rio de Janeiro (RJ), André Marinho, participassem dos debates realizados pela Globo na noite de terça. A decisão também beneficia o candidato a presidente pelo Novo, Romeu Zema.
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Faleceu, na manhã de hoje, vítima de um câncer, o ex-deputado federal pernambucano Edgar Moury Fernandes Sobrinho. Aos 82 anos, ele estava internado para o tratamento da doença. Advogado, Edgar também foi secretário de Estado durante a gestão do ex-governador Jarbas Vasconcelos (MDB).
Edgar iniciou a trajetória política como deputado estadual pelo MDB e exerceu diversos mandatos na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), onde chegou a ocupar a Presidência em exercício da Casa. Ao longo da carreira, participou das campanhas de Jarbas Vasconcelos para a Prefeitura do Recife, o Governo de Pernambuco e o Senado. Também ocupou cargos nas administrações municipal e estadual.
Durante o primeiro e o segundo governos de Jarbas Vasconcelos, Edgar comandou a Secretaria da Casa Civil, uma das principais pastas da administração estadual. Deixou o cargo ao final do segundo mandato para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados, onde exerceu dois mandatos. O velório de Edgar será realizado na Assembleia Legislativa de Pernambuco, a partir das 15h.
A deputada federal Iza Arruda aposta em uma linguagem diferente para apresentar parte de sua atuação parlamentar. A minissérie “A Lei da Vida – Histórias que poderiam ser as suas” reúne dramaturgia, informação e situações inspiradas no cotidiano das pessoas.
Com atores e talentos de Vitória de Santo Antão, a produção apresenta, em quatro capítulos, histórias relacionadas à inclusão, à acessibilidade, à proteção das mulheres e à amamentação. Em cada episódio, uma situação se conecta a uma das quatro leis originadas de projetos apresentados por Iza Arruda e já transformadas em legislação federal.
Leia maisA proposta, exibida nas redes sociais da deputada, busca mostrar, por meio de personagens e situações comuns, como o trabalho realizado no Congresso pode chegar à vida real das pessoas. “Eu sempre acreditei que a política também precisa inovar na forma de se comunicar. Uma lei não pode ser apenas um número ou um texto no papel. Ela precisa chegar às pessoas, ser compreendida e, principalmente, fazer diferença na vida de quem precisa. ‘A Lei da Vida’ nasceu com esse propósito”, afirma Iza Arruda.
Além das quatro leis já sancionadas, a parlamentar mantém outros projetos em tramitação na Câmara dos Deputados. “A Lei da Vida” tem criação e produção de Djalma Andrade, roteiro de Letícia Azevedo e direção de fotografia de Victor Nelo. Os quatro episódios estão sendo lançados em sequência nas redes sociais da deputada, sempre às 17 horas, e já foram exibidos dois episódios.
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