











O ex-prefeito do Recife e candidato ao Governo do Estado João Campos (PSB) comentou, durante o lançamento da 4ª edição da revista Folha Energia, nesta segunda (24), sobre a ausência do ex-presidente Lula no primeiro debate entre os presidenciáveis transmitido pela Band.
“Acho que o presidente tem muita experiência e sabe o caminho a seguir. O grande debate dessa eleição nacional é entre Flávio e Lula. Então, muitos candidatos vão aparecer ali,alguns para discutir Brasil, alguns para discutir problemas e talvez muitos para criar confusão e ir para um enfrentamento que passa da ordem das ideias, vai no pessoal, na coisa agressiva”, ponderou. As informações são do Blog da Folha.
Leia maisSegundo João Campos, haverá o momento certo dos principais concorrentes ao pleito presidencial acontecer. “Acho que o debate desse país é o debate eleitoral que vai se dar entre dois candidatos que é Flávio e Lula e os dois vão fazer um debate em algum momento e vai ser um debate à vera”.
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O jornalista Leandro Mazzini lança, nesta quarta-feira (26), em Brasília, o livro Depois do Papel – A Reinvenção da Imprensa na Era da Internet, pela Editora Senac-DF. Na obra, Mazzini parte de sua trajetória de 30 anos de profissão para abordar as transformações do jornalismo desde o início dos anos 2000, com temas como o fim do impresso, as mudanças no perfil do leitor e os novos modelos de negócio da mídia. O lançamento será às 18h, no Café-Escola Senac Casa de Chá, na Praça dos Três Poderes.

Por Pedro Beija – JC
O deputado federal e candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP) defendeu, nesta segunda-feira (24), a criação de mandatos de oito anos para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de outras cortes superiores, durante sabatina do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (SJCC).
Eduardo foi o primeiro candidato ao Senado submetido à sabatina do SJCC com os postulantes pernambucanos à Casa Alta. Na entrevista, o parlamentar também afirmou que estaria disposto a votar pelo impeachment de integrantes do Supremo em caso de descumprimento da Constituição, mas criticou o uso do embate entre os Poderes como bandeira eleitoral.
Leia maisEm seu quinto mandato na Câmara dos Deputados, Eduardo afirmou que pretende levar ao Senado a defesa de mudanças no funcionamento das cortes superiores. Na avaliação dele, a instituição de um período determinado para os ministros daria “mais legitimidade” ao Judiciário.
“A partir de agora, o ministro que for escolhido para o cargo, seja do STJ, seja do Supremo Tribunal Federal, [deveria] ser escolhido por oito anos”, afirmou.
O candidato também defendeu mudanças nas sabatinas realizadas pelo Senado antes da aprovação das indicações. Para Eduardo, a análise deveria ser mais aprofundada e poderia ocorrer em diferentes etapas.
Impeachment de ministros do STF
Ao tratar dos pedidos de impeachment de ministros do STF, pauta que tem mobilizado candidaturas ao Senado, Eduardo evitou antecipar apoio a algum processo específico. Afirmou que analisaria eventual pedido com base na Constituição e criticou políticos que, segundo ele, utilizam o tema como instrumento de campanha.
“Tem muita gente querendo usar isso como bandeira. Isso só gera instabilidade, isso só gera um ambiente ruim no País. Nós temos que respeitar os Poderes”, declarou.
“Se for necessário, irei votar o impeachment de um ministro, de um presidente, de um senador e cumprirei a Constituição. Cumprirei o que a Constituição manda, que é essa a nossa obrigação”, complementou.
Questionado diretamente se considera que os fatos conhecidos atualmente já justificariam um processo de impeachment contra algum ministro do STF, Eduardo não citou nomes nem defendeu a abertura imediata de um procedimento, mas alertou para um acirramento entre os Poderes.
“O que nós vemos hoje é um acirramento entre os Poderes. Um clima que só agrava a situação atual do País e muita gente utilizando dessa questão para fazer palanque político, ao invés de estar discutindo a educação, a saúde pública, dando soluções para o problema do povo”, respondeu.
Para o candidato, o tema exige “muita cautela” para não ser utilizado apenas durante a eleição.
“Nós temos uma Constituição a cumprir, mas precisamos, sim, apontar os problemas e as soluções do povo brasileiro”, completou.
“Meu presidente é Pernambuco”
Eduardo da Fonte também evitou declarar apoio a uma candidatura à Presidência da República. Ao ser questionado sobre quem apoiará na disputa pelo Palácio do Planalto, respondeu que seu “presidente da República é Pernambuco”.
O candidato recorreu a votações realizadas durante seus mandatos na Câmara para defender uma postura de independência em relação a quem ocupar o Executivo federal. Citou posições nas reformas da Previdência e trabalhista, além de pautas envolvendo o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a redução da jornada de trabalho.
“Tenho muita tranquilidade em dizer que meu presidente da República é Pernambuco, defendendo as pautas importantes para o Estado”, afirmou.
A posição acompanha a estratégia adotada pela governadora Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição e cabeça da chapa apoiada pelo PP, que também tem evitado declarar voto na eleição presidencial.
Mais adiante, porém, Eduardo rejeitou a avaliação de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deixará uma “herança maldita” para o próximo governo. Ao ser questionado sobre as contas da União, apontou esforços do presidente para tentar reduzir as taxas de juros.
“Lula tem trabalhado muito para reduzir os juros do nosso País. Ninguém entende por que o Brasil paga uma taxa de juros tão alta”, afirmou.
Segundo o candidato, caberá ao próximo Congresso trabalhar com quem assumir a Presidência para buscar a redução das taxas.
Temos a obrigação de ajudar o próximo presidente da República para que a gente trabalhe para reduzir a taxa de juros”, disse.
Apoio a Raquel Lyra e relação “extraordinária” com a governadora
Eduardo também foi questionado sobre os ruídos que marcaram a definição da chapa governista ao Senado, período em que diferentes nomes disputaram espaço para concorrer ao lado de Raquel.
O deputado classificou como “extraordinária” sua relação com a governadora e lembrou que seu grupo político está ao lado dela desde o segundo turno da eleição de 2022.
“Agora, o processo político é muito dinâmico. Nós temos a maior bancada da Assembleia Legislativa de Pernambuco, uma das maiores bancadas da Câmara Federal e um grande time político em todas as regiões. Então, não é só apertar um botão”, declarou.
Segundo Eduardo, a decisão de disputar o Senado foi resultado de uma construção interna envolvendo deputados, prefeitos e vereadores ligados ao seu grupo.
O candidato também disse que as divergências anteriores com integrantes do União Brasil estão superadas, citando que esteve no palanque do ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho e do grupo dos Coelho, após os meses de impasse em torno da candidatura ao Senado pela Federação União Progressista.
“A política é isso, é a construção, é o diálogo e é a união de forças para que a gente possa eleger Eduardo da Fonte senador, Raquel Lyra governadora e a maior bancada da Assembleia e da Câmara Federal”, disse.
Ao ser perguntado sobre o segundo voto para o Senado, Eduardo indicou o também candidato da chapa governista Túlio Gadêlha (PSD).
Fim da reeleição e reforma política
Eduardo também foi questionado sobre a proposta de acabar com a reeleição para cargos do Executivo. Em vez de defender ou rejeitar diretamente a mudança, afirmou que o assunto deveria fazer parte de uma reforma política mais ampla e com regras construídas para o longo prazo.
“Nós não podemos mexer numa regra eleitoral simplesmente porque é conveniente mexer para a próxima eleição”, afirmou.
O candidato defendeu que eventuais mudanças sejam aprovadas para entrar em vigor apenas duas eleições depois, como forma de reduzir o interesse direto dos parlamentares responsáveis pela alteração.
“Ninguém que estará lá votando e fazendo a reforma política vai fazer pensando em si próprio. A gente precisa ter maturidade para fazer uma reforma política que organize o processo eleitoral do Brasil”, disse.
Eduardo também argumentou que o sistema deve permitir renovação de quadros, mas ponderou que políticos que conseguem retornar sucessivamente aos cargos também passaram pela escolha do eleitor.
“Não podemos ficar mudando a regra como a gente muda de camisa. Não é uma partida de futebol que a gente joga um dia no Arruda e outro dia nos Aflitos”, comparou.
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O candidato a deputado estadual Sebastião Oliveira cumpriu agenda no fim de semana na Zona Rural de Serra Talhada, onde se reuniu com moradores e lideranças ao lado do vereador André Maio. Durante visita ao distrito de Luanda, afirmou que, caso retorne à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), pretende priorizar demandas da localidade.
Entre as medidas anunciadas está a destinação de recursos de emendas parlamentares para a elaboração do projeto executivo da estrada de acesso ao distrito. “Meu legado é grande, mas a minha vontade de fazer mais é ainda maior”, afirmou Sebastião. A programação foi encerrada no domingo com um adesivaço no comitê de campanha.
Por Carlos Britto*
Vejo com muita tristeza a ausência de presença da governadora Raquel Lyra nos materiais de rua desta campanha no Sertão. Caminhei ao lado da governadora desde lá atrás, assumi esse compromisso sem hesitar, e continuo firme nessa caminhada, mesmo diante de cenários que nos deixam, no mínimo, intrigados.
Raquel infelizmente não compareceu nem mesmo à abertura do meu comitê ao lado do candidato ao Senado Mendonça Filho e de Lara Cavalcanti. Mas o que mais chama a atenção é o contraste político que se desenha em Petrolina.
Hoje, a governadora só é vista em bandeiras e adesivos de forma explícita nas ruas ao lado de nomes como o meu e o de Lara. Aparece de maneira muito tímida nas peças de Julio Lossio, restrita praticamente às mídias sociais, já que o ex-prefeito ainda não imprimiu o mesmo ritmo de avanço nas ruas.
Leia maisO mais estranho de tudo isso é o papel de alguns aliados de palanque. O prefeito de Petrolina, Simão Durando, chegou a publicar matéria se intitulando como coordenador da campanha da governadora no Sertão. No entanto, nos carros da família dele não há sequer uma foto de Raquel Lyra, assim como nos materiais de rua de todos os candidatos do grupo de Miguel.
Podem procurar pelas ruas e verão Raquel em minhas peças publicitárias. Nas dos outros, não.
Fica o questionamento que não quer calar: como pode o principal grupo político da cidade — justamente aquele a quem a governadora rende as melhores homenagens administrativas e institucionais — continuar a esquecê-la justamente durante o pleito eleitoral? A política tem suas complexidades, mas a lealdade de rua deveria atestar, na prática, a força das parcerias que o Palácio celebra.
*Presidente do PL de Petrolina e candidato a deputado federal
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Uma corrente de solidariedade está sendo mobilizada para ajudar Daniele, moradora de Petrolina, mãe de João Guilherme, uma criança acamada que teve o seu Benefício de Prestação Continuada (BPC) cortado. Mesmo com o laudo médico e as receitas atualizadas, ela briga na justiça pela manutenção do benefício, mas sem sucesso.
Quem puder colaborar para a compra de fraldas e suplementos, pode contribuir com qualquer valor ou entrar em contato diretamente com a família. As doações podem ser feitas via Pix pelo número (87) 9.9102-8701. Informações e outras formas de ajuda também podem ser obtidas pelo WhatsApp: (87) 9.9139-4056. Qualquer contribuição será de grande importância.
A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) realiza, nesta quarta-feira (26), às 9h, uma audiência pública para discutir a atualização da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e o financiamento da política de saúde mental no Estado. O encontro, promovido pela Comissão de Saúde no auditório Sérgio Guerra, reunirá representantes dos governos federal, estadual e municipais, além de órgãos de controle, Judiciário, entidades profissionais e sociedade civil. Entre os pontos em debate estão a defasagem dos parâmetros da rede, o aumento da demanda por atendimento e a expansão da judicialização na área.
A audiência também discutirá a divisão das responsabilidades financeiras entre União, Estado e municípios, além da habilitação de novos serviços e da regionalização da assistência. Gestores municipais apontam dificuldades com a previsibilidade dos repasses federais e com os recursos disponíveis para manter e ampliar a rede. Devem participar representantes do Ministério da Saúde, Tribunal de Justiça de Pernambuco, Ministério Público de Pernambuco, conselhos profissionais e entidades ligadas à gestão da saúde.
O prefeito de Casinhas, Lúcio Silva, declarou apoio à candidatura ao Senado do deputado federal Eduardo da Fonte (PP). A manifestação reforçou a ampliação do grupo de lideranças municipais que reconhecem a trajetória do parlamentar e defendem seu nome para representar Pernambuco na Casa Alta.
Ao longo dos últimos anos, Eduardo da Fonte construiu uma relação próxima com os municípios pernambucanos, com atuação na articulação de recursos e na destinação de emendas parlamentares para áreas essenciais. Para Lúcio Silva, a experiência acumulada pelo progressista representa um diferencial para fortalecer a representação de Casinhas e dos demais municípios, ampliando a capacidade de conquistar investimentos e novos avanços para todo o Estado.
“Recebi com muita alegria o apoio do prefeito Lúcio Silva. Essa confiança aumenta ainda mais a nossa responsabilidade de continuar trabalhando por Casinhas e por todo o Agreste. Quero levar para o Senado a experiência que construí na Câmara dos Deputados e ampliar nossa capacidade de buscar investimentos, oportunidades e desenvolvimento para os municípios”, afirmou Eduardo da Fonte.
Um levantamento do portal UOL aponta que nove deputados federais investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeitas de desvios de emendas parlamentares e de recursos da cota parlamentar tiveram, juntos, um aumento patrimonial de mais de R$ 33,9 milhões entre 2022 e 2026. Os valores foram obtidos a partir das declarações de bens apresentadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nos registros de candidatura das últimas eleições e deste ano.
Os parlamentares estão envolvidos em investigações conduzidas pela Polícia Federal sobre supostos desvios e fraudes ocorridos entre 2020 e 2026. Os casos tramitam no STF em razão do foro privilegiado dos deputados. Fazem parte do levantamento Carlos Jordy (PL-RJ), Dal Barreto (União Brasil-BA), Elmar Nascimento (União Brasil-BA), Félix Mendonça Júnior (PDT-BA), Fernando Coelho Filho (União Brasil-PE), Júnior Mano (PSB-CE), Juscelino Filho (União Brasil-MA), Pastor Gil (PL-MA) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ).
Leia maisO maior crescimento patrimonial foi registrado por Fernando Coelho Filho. O deputado pernambucano declarou R$ 3,7 milhões em bens em 2022 e passou a informar R$ 17,1 milhões neste ano, uma alta de R$ 13,3 milhões, ou 362%. O patrimônio inclui ações, direitos creditórios, imóveis e veículos. Em fevereiro deste ano, ele foi alvo de uma operação da Polícia Federal ao lado do pai, o ex-senador Fernando Bezerra Coelho, em uma investigação que apura supostos desvios de emendas destinadas a Petrolina e possíveis fraudes em licitações.
Na Bahia, Dal Barreto e Elmar Nascimento também tiveram crescimento expressivo. Barreto declarou patrimônio de R$ 7,3 milhões em 2022 e R$ 14,7 milhões neste ano, praticamente o dobro. O deputado foi alvo da sexta fase da Operação Overclean, em 2025, que apurou suspeitas de fraude em licitações e desvio de emendas. Já Elmar, que teve familiares como alvos de mandados durante a quinta fase da operação, elevou os bens de R$ 2,5 milhões para R$ 8,5 milhões, incluindo imóveis, um jet-ski e um quadriciclo.
Entre os demais parlamentares, Pastor Gil, que foi condenado pela Primeira Turma do STF por corrupção passiva em processo relacionado ao desvio de emendas, teve aumento de R$ 552 mil no patrimônio. Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara e alvo da Operação Galho Fraco, registrou crescimento de R$ 595 mil. Carlos Jordy aumentou seus bens em R$ 982 mil, enquanto Júnior Mano passou de R$ 371 mil para R$ 997 mil. Juscelino Filho, ex-ministro das Comunicações e investigado em operações sobre desvios de emendas e fraudes em licitações, teve alta de R$ 163,4 mil. Félix Mendonça Júnior também integra o grupo analisado pelo levantamento.
Especialistas ouvidos pelo UOL ressaltam que o aumento patrimonial, isoladamente, não representa prova de irregularidade, mas deve ser compatível com as fontes de renda e devidamente justificado. O coordenador de projetos da Transparência Brasil, Cristiano Pavini, chamou atenção para mecanismos que podem dificultar o rastreamento de recursos, como empresas de fachada e contratos informais. O advogado Arthur Rollo também apontou falhas de transparência na aplicação de emendas destinadas a eventos, especialmente na contratação de artistas. Os deputados federais recebem atualmente salário bruto de cerca de R$ 46 mil, além de poderem exercer outras atividades privadas remuneradas.
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A possibilidade do Espirito Santo eleger dois senadores aliados do presidente Lula (PT), que disputa a reeleição, não está descartada. O ex-governador Renato Casagrande (PSB) e o senador que busca a reeleição, Fabiano Contarato (P), lideram a corrida no Espírito Santo pelas duas vagas em disputa este ano.
O portal Agência Congresso teve acesso a um levantamento feito a pedido de partidos políticos, após o último dia de registro de candidaturas (15 de agosto). A pesquisa mostra Casagrande com 31% e Contarato com 12%. O terceiro colocado com 9% é o deputado estadual Sérgio Meneguelli (PSD).
Rose de Freitas (MDB), Evair de Mello (REP) e Maguinha Malta (PL) tem 6% cada um deles. Os percentuais foram arredondados. A consulta foi feita de 17 a 20 de agosto em 30 municípios, Grande Vitória e cidades polos. Também apurou governo do estado e Câmara Federal.
O instituto Real Time Big Data divulgou, hoje, uma pesquisa de intenções de voto para governador e senadores no estado do Paraíba, nas eleições 2026. As informações são do portal Gazeta do Povo.
Lucas Ribeiro (PP) e Cícero Lucena (MDB) são os mais lembrados em cenário espontâneo. Porém, a 48 dias para a realização do primeiro turno, que ocorre em 4 de outubro, 48% do eleitorado paraibano ainda não sabe ou não respondeu sobre qual deve ser o voto para governador.
Leia maisEm cenário estimulado, Lucas Ribeiro abre vantagem na disputa pelo voto no 1º turno para os demais concorrentes, com 35% das intenções de voto.
Foram simulados três cenários de segundo turno. Se as eleições fossem hoje, conforme levantamento do Real Time Big Data, o candidato do PP venceria Lucena por 42% a 35% e ganharia de Efraim Filho (PL) por 46% a 30%. Em eventual disputa direta entre Lucena e Efraim Filho, o candidato do MDB venceria por 42% a 31%.
A pesquisa também mediu a percepção popular sobre a atual administração do governador Lucas Ribeiro. A aprovação da gestão estadual chega a 65%, contra 30% dos eleitores que a desaprovam — outros 5% não souberam ou não responderam à pergunta.
Para o Senado, o Real Time Big Data apresentou um cenário estimulado para primeiro e segundo votos. O candidato João Azevêdo lidera na vaga pela primeira cadeira em disputa, com 29% das intenções de voto, seguido por Veneziano (MDB) com 23%.
O Real Time Big Data fez pesquisa espontânea (quando os nomes não são apresentados, em uma pergunta aberta) e um cenário estimulado (quando são mostrados os nomes dos concorrentes para escolha do eleitor).
Lucas Ribeiro e Cícero Lucena são os mais lembrados em cenário espontâneo
Lucas Ribeiro abre vantagem na disputa pelo voto no 1º turno, segundo cenário estimulado
Pesquisa de segundo turno para governador da Paraíba
A pesquisa Real Time Big Data estimulou três cenários de segundo turno para governador da Paraíba.
Lucas Ribeiro x Cícero Lucena
Lucas Ribeiro x Efraim Filho
Cícero Lucena x Efraim Filho
Rejeição dos candidatos ao governo da Paraíba
O Real Time Big Data perguntou para o eleitor em qual possível candidato ele não votaria de jeito nenhum para governador da Paraíba. O resultado foi:
Pesquisa para o Senado pela Paraíba
Para o Senado, o Real Time Big Data apresentou um cenário estimulado para primeiro e segundo votos. Cada entrevistado poderia escolher dois nomes e o resultado de cada cenário é o consolidado do primeiro e do segundo voto reduzidos para 100%.
Cenário estimulado
*Os candidatos Adriano Trajano (PCO), Rinaldo Júnior (DC), João Batista (UP) e Rosilene Santana (UP) não foram citados, conforme divulgação feita pelo instituto de pesquisa.
Metodologia: O Real Time Big Data ouviu 1.600 pessoas nos dias 19 a 22 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi contratada pelo próprio instituto. O nível de confiança é de 95%. Registro no TSE nº PB-07790/2026.
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Por Bernardo Mello Franco – O Globo
Esvaziado pelos ausentes e avacalhado pelos presentes, o debate da Band foi o pior encontro de presidenciáveis transmitido pela TV brasileira desde 1989. À frente nas pesquisas, Lula e Flávio Bolsonaro já haviam informado que não compareceriam. No domingo, Romeu Zema surpreendeu ao se juntar ao boicote.
Dos seis convidados, restaram três, que por pouco não se reduziram a dois. O psiquiatra Augusto Cury já estava na portaria da Band quando deixou repórteres perplexos ao avisar que daria meia-volta para casa. “Vocês não percebem a minha mágoa?”, perguntou.
Leia maisMinutos depois, ele desistiu da desistência e se juntou a Ronaldo Caiado e Renan Santos no estúdio. Eles se acomodaram num cenário melancólico, com três púlpitos vazios. Apesar do esforço da emissora, não havia muito o que extrair dali. Os nanicos pareciam mais interessados em criticar os favoritos do que em apresentar propostas para justificar suas próprias candidaturas.
Renan Santos mostrou a que veio ao exibir duas fraldas com os nomes de Lula e Flávio. Ao longo do debate, despejou falas misóginas e xingou eleitores dos adversários. Chegou a ser repreendido por Cury, que se disse espantado com sua agressividade.
Também estreante em eleições, o psiquiatra se mostrou uma metralhadora de chavões de autoajuda embrulhada num exótico terno verde. Faltou explicar o que faz na corrida presidencial.
Ronaldo Caiado não soube aproveitar o fato de ser o único presente com experiência política. Gastou a maior parte do tempo descrevendo Goiás como um paraíso nos trópicos. A imagem do vice cochilando enquanto ele falava resume sua participação no debate. Difícil criticar Gilberto Kassab pela soneca. Quem resistiu uma hora e meia diante da TV é que merecia uma medalha.
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