











O São João de Caruaru 2026 teve a programação completa divulgada nesta quinta-feira (19). Este ano, a abertura do evento será no dia 10 de abril com a caravana do São João na Roça, no distrito de Lajes, Zona Rural de Caruaru, no Agreste de Pernambuco. Ao todo 27 polos de animação estarão espalhados pela área urbana e rural da cidade.
O evento deste ano tem como tema “Tecido de tradições, costurando gerações”. Os festejos começam com a caravana do São João na Roça, que contará com 13 polos nas comunidades rurais. Após o início das festividades na Zona Rural, o evento chega a área urbana em grandes polos como o Pátio de Eventos, o Azulão e o Alto do Moura. As informações são do g1.
Leia maisA programação completa foi divulgada em um evento de lançamento na manhã desta quinta-feira, no Centro Multicultural do Alto do Moura. Diversas autoridades estiveram presentes para prestigiar o momento.
Segundo a gestão municipal, a escolha do tema do São João de Caruaru 2026 tem como proposta homenagear a história do desenvolvimento da Capital do Agreste.
“Um fio que nasceu na Fábrica Caroá e ajudou a construir histórias, gerar renda e transformar Caruaru. Passou por mãos dedicadas, virou tecido, ganhou as ruas e encontrou na feira seu lugar de troca, de encontro e de vida. Com o tempo, esse fio virou tradição. Costurou gerações, fortaleceu o polo têxtil e se tornou parte da identidade da nossa gente. E é no São João que tudo isso ganha cor, forma e movimento”, diz publicação na página oficial do evento.
Este ano, as homenageadas foram mulheres que marcaram a cultural caruaruense. Anastácia Rainha do Forró, Nádia Maia, Prazeres Barbosa e Mércia Pinheiro foram as escolhidas desta edição.
Confira a programação do São João de Caruaru 2026:
PÁTIO DE EVENTOS LUIZ LUA GONZAGA
30 de maio
31 de maio
04 de junho
05 de junho
06 de junho
07 de junho
12 de junho
13 de junho
14 de junho
19 de junho
20 de junho
21 de junho
23 de junho
24 de junho
26 de junho
27 de junho
POLO AZULÃO
28 de maio
05 de junho
06 de junho
12 de junho
13 de junho
19 de junho
20 de junho
23 de junho
ALTO DO MOURA
06 de junho
07 de junho
13 de junho
14 de junho
20 de junho
21 de junho
23 de junho
24 de junho
27 de junho
Por Cláudio Soares*
O fundo partidário brasileiro, que se aproxima da casa dos R$ 6 bilhões, escancara uma das contradições mais incômodas da política nacional: o financiamento público robusto de estruturas partidárias comandadas, em muitos casos, por figuras historicamente associadas ao pragmatismo extremo, à sobrevivência política e a sucessivos rearranjos de poder.
Nomes como Valdemar Costa Neto, Gilberto Kassab, Paulinho da Força, Baleia Rossi, Antonio Rueda, Ciro Nogueira e Edinho Silva representam diferentes espectros ideológicos, mas convergem em um ponto essencial: o controle de máquinas partidárias abastecidas por recursos públicos vultosos e recorrentes.
Leia maisA crítica não reside apenas nos indivíduos, mas no modelo. O fundo partidário, concebido para fortalecer a democracia, garantir autonomia às legendas e reduzir a influência do poder econômico privado, acabou consolidando uma elite dirigente que se perpetua no comando das siglas. São estruturas pouco permeáveis à renovação interna, onde a distribuição de recursos frequentemente segue critérios políticos, estratégicos e, não raramente, pessoais.
O resultado é um sistema que, aos olhos do contribuinte, soa dissonante. De um lado, serviços públicos pressionados, demandas sociais urgentes e carga tributária elevada. Do outro, bilhões destinados a partidos que muitas vezes operam mais como instrumentos de poder do que como canais efetivos de representação popular.
A metáfora é dura, mas encontra eco no sentimento de parte da sociedade: a percepção de que há uma disputa intensa não por ideias ou projetos de país, mas pelo controle de um cofre bilionário. Nesse cenário, lideranças experientes, alguns diriam “raposas políticas”, movem-se com habilidade, garantindo a sobrevivência e a relevância de suas legendas, ainda que à custa de um crescente distanciamento entre partidos e eleitores.
O debate, portanto, não pode ser superficial. Não se trata apenas de criticar nomes ou partidos específicos, mas de questionar se o modelo atual de financiamento cumpre, de fato, sua função democrática ou se se tornou mais um mecanismo de concentração de poder em um sistema já marcado por desigualdades estruturais.
Enquanto isso não for enfrentado com seriedade, o fundo partidário continuará sendo menos um instrumento de fortalecimento institucional e mais um símbolo de desconfiança pública.
*Advogado criminalista e jornalista
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O município de Brejo da Madre de Deus recebeu, nesta semana, o Selo ODS Educação, em cerimônia realizada no Teatro Luiz Mendonça, no Recife. O prefeito Roberto Asfora participou do evento acompanhado do vereador Roberto Asfora Filho. Entre as 192 instituições certificadas no país, o município foi o único de Pernambuco a receber a honraria na categoria de gestão pública municipal.
O selo reconhece iniciativas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU na área educacional. “Ser a única prefeitura de Pernambuco premiada é motivo de muito orgulho. Esse resultado é fruto do trabalho sério da nossa equipe da Secretaria de Educação, Esportes e Juventude”, afirmou o prefeito Roberto Asfora. No estado, além do município, apenas a Universidade Federal de Pernambuco também foi certificada.
Por Letícia Casado – UOL
Três aliados do governador do Rio, Cláudio Castro (PL), disseram à coluna que ele decidiu renunciar ao cargo para evitar ser cassado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) no julgamento que vai ser retomado na terça-feira (24).
Ele precisa sair do governo antes do julgamento para evitar ser cassado. Ainda assim, o julgamento prossegue; se for condenado, ele fica inelegível.
Castro responde a um processo por abuso de poder político e econômico no caso Ceperj/Uerj nas eleições de 2022, escândalo revelado pelo UOL.
Leia maisAssim como Castro, o presidente afastado da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio), Rodrigo Bacellar (União Brasil), também é réu e foi aconselhado a renunciar.
Bacellar foi denunciado no STF (Supremo Tribunal Federal) em outra investigação, que apura obstrução de Justiça e vazamento de investigações que envolvem lideranças do Comando Vermelho. Ele foi afastado da Alerj por ordem do ministro Alexandre de Moraes e cumpre medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica.
Disputa ao Senado mesmo se for condenado
Os aliados de Castro defendem que ele renuncie ao cargo como uma aposta para sua sobrevivência política.
Se renunciar antes da cassação, a ação no TSE perde o objeto, porque ele não está mais no cargo; o julgamento é concluído e ele fica inelegível. Pela lógica do grupo de Castro, ele vai ter apenas um problema jurídico para resolver: a inelegibilidade (e não dois, com a cassação).
Afirmam também que, mesmo se for condenado e ficar inelegível, Castro pode tentar viabilizar sua candidatura a uma das vagas ao Senado na eleição de outubro. Ele pode trabalhar para disputar sub júdice, com uma liminar da Justiça.
Além disso, seu grupo político pode trabalhar com foco na disputa do governo-tampão, que vai comandar o estado ao longo dos próximos meses, antes da eleição oficial de outubro. A linha sucessória está comprometida: o vice saiu do cargo e o número três seria Rodrigo Bacellar, então o estado terá uma eleição anterior à tradicional.
Se não deixar o cargo antes do julgamento, dizem os aliados, provavelmente será cassado. Dois dos sete integrantes do tribunal já votaram pela punição, e a presidente da corte, ministra Cármen Lúcia, agendou uma sessão extraordinária para o dia 25, indicando que está decidida a concluir o julgamento ainda neste mês.
Ao longo do processo no TSE, a expectativa no entorno do governador era que ele conseguisse articular um adiamento do fim do julgamento por meio de pedidos de vista (quando os ministros pedem mais tempo para analisar o processo).
Nesta semana, Castro viajou a Brasília para tentar articular uma saída para seu processo. Seu grupo político, no entanto, diz que não há mais alternativa a não ser a renúncia.
O que diz a ação no TSE
A ação no TSE que pode cassar o mandato de Cláudio Castro e torná-lo inelegível foi aberta a partir de uma série de reportagens do UOL que revelou um esquema de cargos secretos.
Reportagens publicadas em 2022 mostraram que milhares de pessoas foram contratadas no Ceperj (Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro) e na Uerj (Universidade do Estado do Rio) sem transparência.
Há indícios de que as contratações foram usadas para fins políticos. Parte dos cargos serviu para abrigar apadrinhados de Castro e de aliados políticos em ano eleitoral. Segundo afirma o Ministério Público Eleitoral com base em reportagem do UOL, os funcionários contratados nos cargos secretos atuavam como cabos eleitorais de deputados federais e estaduais.
A defesa de Castro nega irregularidades e argumenta que não houve abuso de poder comprovado.
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Mais um registro ao lado da turma do EJA da Escola Municipal Francisco Barros, que recebeu “Os Leões do Norte” com entusiasmo contagiante. Leitores curiosos, participativos e encantados com a história de Pernambuco — uma energia que transformou o encontro em um dos momentos mais especiais da agenda.
De saída do União Brasil para se filiar ao PL com o objetivo de concorrer ao governo do Paraná, o senador Sergio Moro (PR) foi alvo de um processo ajuizado por seu futuro partido após as eleições de 2022. Na ocasião, a sigla comandada por Valdemar Costa Neto se uniu ao PT para pedir a cassação do mandato de Moro, sob a acusação de abuso de poder político e econômico durante a corrida eleitoral.
Em 2023, PL e PT alegaram ao Ministério Público Eleitoral do Paraná que a exposição e os recursos de Moro na pré-campanha para a Presidência da República deram a ele uma vantagem indevida na campanha para o Senado. Antes de migrar para o União, o ex-juiz havia se colocado como pré-candidato ao Planalto pelo Podemos. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisO MP enviou um parecer favorável à cassação, em dezembro de 2023, ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do estado. Àquela altura, o órgão pediu o reconhecimento da prática de caixa 2, abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação social, que deveriam acarretar na “cassação da chapa eleita e decretação da inelegibilidade”.
Segundo o Ministério Público, conforme afirmaram PL e PT, Moro obteve “benefícios eleitorais” devido à “alta exposição”, o que tornou “a lisura e a legitimidade do pleito inegavelmente comprometidas”. No estado do Paraná, o limite de gastos para candidatos ao cargo de senador em 2022 foi de R$ 4.447.201,54, mas o total contratado pela campanha de Moro foi de R$ 5,1 milhões, segundos os procuradores do MP, além de R$ 2.030.228,09 na pré-campanha custeados em parte pelo Podemos.
O TRE, no entanto, decidiu pela absolvição de Moro, e o caso foi levado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na instância superior, os recursos de PT e PL também foram rejeitados por unanimidade. À época, o ex-presidente Jair Bolsonaro defendeu que seu partido não levasse o caso ao TSE como um gesto simbólico ao eleitorado conservador, mas Valdemar discordou.
— Vamos entrar com o recurso no TSE, sim. Essa retirada não ficaria bem para o partido e teríamos que arcar com a multa (de R$ 1,2 milhão com o escritório de advocacia caso não entrasse com recurso). Eu entrei com a ação para defender os interesses políticos do partido e seguirei agindo desta maneira. Tenho que defender os parceiros do PL — argumentou Costa Neto, ao GLOBO, em abril de 2024.
O ministro Floriano de Azevedo Marques, relator da matéria no TSE, fez uma análise que restringiu os valores que poderiam ser considerados na contabilização, excluindo despesas com veículos, honorários e segurança pessoal. Ele concluiu que o valor gasto em pré-campanha foi “compatível” com a fase do processo, além de afirmar que o investimento na intenção de concorrer ao Planalto foi dedicado a uma “agenda nacional”, sem impacto na campanha paranaense.
Filiação
Moro vai se filiar ao PL no próximo dia 24 de março, em Brasília. A aliança ocorre após o senador se alinhar a Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, que rompeu com o PSD de Ratinho Júnior e passou a apoiá-lo na disputa estadual em meio ao fracasso das negociações por uma aliança mais ampla com o partido presidido por Gilberto Kassab.
Moro e o PL de Bolsonaro romperam em 2020, quando o paranaense decidiu sair do Ministério da Justiça. Após acusações frequentes de traição, Moro declarou apoio a Bolsonaro no segundo turno da disputa presidencial de 2022 e reaproximou do grupo político ligado ao ex-presidente de forma gradual, ainda sob desconfianças e críticas por sua atuação no Senado.
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Por Antonio Magalhães*
O governo federal sabe onde o presidente Lula se hospeda e dorme todas as noites. Pode ser no Brasil ou fora do país, uma vez que ele gosta tanto de viajar e é uma figura pública. Já uma portaria do Ministério do Turismo extrapola o bom senso ao implantar um registro digital de hóspedes, invadindo a privacidade e informando onde os turistas brasileiros e estrangeiros estão abrigados, onde descansam à noite, de onde vêm e para onde vão, qual o transporte usado, o interesse turístico, a forma de pagamento das diárias e outras informações privadas e desnecessárias. A portaria, que começa a valer em abril, transforma o segmento de hospedagem em agentes de vigilância estatal totalitária ao entregar informações que o cliente lhe confiou. Parece a China, mas é o Brasil.
Este é o estranho mundo digital brasileiro que sancionou esta semana a Lei do Felca, ou ECA Digital, com o objetivo de proteger menores na internet, mas enfrenta críticas severas sobre a privacidade de dados, restrição excessiva à liberdade digital de jovens, bloqueio de jogos populares e a transferência da responsabilidade dos pais para o Estado. A exigência de verificação de idade rígida pode obrigar plataformas a coletar documentos oficiais ou biometria facial, gerando preocupações sobre o vazamento de dados sensíveis de menores.
Leia maisSão restrições semelhantes às trazidas pela portaria do Ministério do Turismo, nº 4/2026, que estabelece que o segmento será obrigado a usar a Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) Digital, substituindo a ficha em papel, que apenas extraía dados estatísticos para disponibilizar em breve os dados privados em tempo real para os órgãos de segurança do país.
O ministério alega que o check-in 100% online, com reconhecimento facial e assinatura eletrônica com validade jurídica, é exemplo de um processo seguro. O compartilhamento indevido de dados ou o vazamento dos mesmos, segundo a portaria, resultarão em sanções e em multas de até 2% do faturamento da empresa ou do grupo empresarial.
Especialistas em proteção de dados alertam para a necessidade de rigor no sigilo do cadastro. O que é uma piada: a suposta proteção contra hackers, num país em que os intrusos digitais invadem Judiciário, Legislativo e Poder Executivo, bancos superprotegidos, grandes empresas, setores de segurança pública e muito mais.
O Ministério do Turismo do PT deveria estar preocupado em garantir a segurança pública dos turistas, vítimas de roubos, golpes e violências físicas, e não criar uma ficha digital para violar mais a privacidade do visitante, com reflexo do modo de ser de cada um e atacando sua liberdade individual. Como se o turista nacional ou estrangeiro gostasse de ser monitorado pelas autoridades nas suas férias, o que pode refletir na queda do fluxo turístico do país.
A reação à portaria ministerial foi imediata: a deputada federal Carol De Toni (PL-SC) apresentou um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) na Câmara dos Deputados para sustar os efeitos da portaria. A parlamentar condenou a concentração de dados pessoais em uma base governamental centralizada.
Para ela, uma iniciativa dessa magnitude deveria passar por discussão legislativa e análise criteriosa de impactos regulatórios. A iniciativa da deputada é para evitar que normas infralegais criem novas obrigações para cidadãos e empresas.
“A criação de uma grande base nacional com dados pessoais de hóspedes precisa ser discutida com transparência e responsabilidade. Não se pode ampliar o poder de coleta de informações do Estado sem ouvir os interessados e sem respaldo legal”, disse.
Se os entusiastas da ditadura chinesa acham que é mais uma lorota da oposição a comparação nacional com o registro de hóspedes na terra do Dragão Asiático Vermelho, vale consultar o Google e ver a semelhança do que já ocorre por lá e onde o Brasil quer chegar com a gestão petista do turismo.
Segundo o Google, “o registro em hotéis na China é rigoroso, obrigatório e altamente tecnológico, utilizando reconhecimento facial para check-in, acesso a elevadores e quartos. Estrangeiros devem apresentar passaporte original, e o hotel envia os dados à segurança pública em 24 horas, sendo necessário confirmar se o estabelecimento aceita estrangeiros”. É isso.
*Jornalista
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Por Alex Fonseca – Blog da Folha
O prefeito do Recife, João Campos (PSB), avaliou, nesta quinta-feira (19), que sua provável candidatura ao governo deverá ter apoios do centro e da centro-direita. O gestor também revelou “não achar ruim” uma chapa puramente lulista, com os nomes de Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT).
“Eu não acho ruim ser lulista (a chapa), até porque eu sou admirador do presidente Lula. Não nego isso. Eu acredito que o mais importante é a gente estar diante de uma frente que representa o sentimento do povo, o desejo de construção de um futuro muito melhor e que possa dialogar com as pessoas”, declarou.
Leia maisEle citou o exemplo da reeleição, em 2024, quando venceu a disputa com 78% votos, e relatou ter certeza que muitos eleitores desse espectro político votaram nele. João Campos ressaltou, ainda, que faz política de forma dialogada e moderada.
“Eu tenho muito respeito por essas pessoas (de centro e centro-direita). Agora, eu não faço política de forma extremada, de forma imprudente. Eu acredito que a gente precisa ter uma capacidade ampla de juntar, não só para fazer uma eleição, mas para governar”, apontou.
Animação
O prefeito também revelou estar “animado” com a construção da chapa dele para o governo estadual. Na quarta (18), houve a revelação de que Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT) seriam candidatos ao Senado na chapa de Campos e de que Carlos Costa (Republicanos) seria o vice.
O prefeito relatou, ainda, ter conversado com os presidentes do PDT, Carlos Lupi, e do PT, Edinho Silva. De acordo com o gestor, as reuniões foram para alinhar acordos entre as legendas.
“Ontem, inclusive, tive uma reunião com o presidente Edinho, do PT, e com o presidente Lupi, do PDT, estreitando as nossas relações e os compromissos nacionais entre os partidos. A gente está muito animado com essa construção que vai se dar no âmbito da Frente Popular de Pernambuco”, afirmou.
“Novo caminho”
João Campos garantiu que as conversas sobre a articulação vão continuar e prometeu que apresentará um “novo caminho” para o estado.
“Todas as conversas seguem avançando e a gente vai poder conversar junto com a imprensa, apresentar ao povo de Pernambuco esse novo caminho que está sendo desenhado com muita animação”, disse.
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Acabou, há pouco, em Camaragibe, a manhã de autógrafos do meu livro “Os Leões do Norte”, pela editora Eu Escrevo. A programação aconteceu na Escola Municipal São José, reunindo alunos do 9º ano, professores e gestores da rede municipal.

A interação dos estudantes marcou o evento, com participação ativa ao longo da palestra, questionamentos sobre os personagens históricos e interesse pelos bastidores da política pernambucana retratados na obra.
Leia maisPrestigiaram o encontro o secretário interino de Educação, Paulo Freitas; o assessor especial de Planejamento e Monitoramento da Gestão, Wagner Maciel; o chefe de Gabinete, Neto Borba; a gestora da escola, Tina Monteiro; o secretário de Inovação e Tecnologia, Marcos Ribeiro; a secretária de Política Urbana, Habitação e Meio Ambiente, Amanda Matos; o secretário de Comunicação, Rossini Barreira; o professor de História Marcelo Vasconcelos; e o vereador Heldinho Moura (União Brasil).



A agenda segue ainda hoje à noite em São Lourenço da Mata, com noite de autógrafos às 19h, na Escola Municipal Ministro Apolônio Sales, com apoio da Prefeitura. Para amanhã, estão previstos novos lançamentos em Goiana e Moreno, ainda com locais e horários a serem definidos.


“Os Leões do Norte” reúne 22 minibiografias de ex-governadores de Pernambuco (1930–2022), fruto de extensa pesquisa jornalística e historiográfica. A obra resgata a memória política e institucional do Estado e propõe reflexão sobre os legados e impactos das gestões ao longo de quase um século.
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Em meio às definições da chapa encabeçada pelo prefeito do Recife, João Campos (PSB), o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos), anuncia a decisão de tentar a reeleição como deputado federal. A declaração foi feita pelas redes sociais de Silvio na manhã desta quinta-feira (19). Segundo o parlamentar, a articulação foi decidida em acordo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As informações são do Blog da Folha.
“Depois de um amplo diálogo com o presidente Lula, com o nosso partido e com o nosso campo político no estado, tomamos a decisão de ser candidato à reeleição para deputado federal. Vamos trabalhar muito para ajudar na reeleição do presidente Lula e do nosso futuro governador João Campos”, escreveu Silvio Costa Filho na publicação.
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No início do ano, o ministro havia anunciado a saída da pasta de Portos e Aeroportos durante do período de desincompatibilização para concorrer ao Senado. Chegou, inclusive, a conversar com a governadora do estado, Raquel Lyra (PSD), após surgir a possibilidade de não ter espaço dentro da chapa da Frente Popular.
Com as atuais definições, Silvio Costa Filho busca a permanência na Câmara dos Deputados. Carlos Costa, irmão dele, concorre à vaga de vice-governador, ao lado de João Campos. Na chapa do Senado, estão o senador Humberto Costa (PT) e a ex-deputada federal Marília Arraes (PDT).
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O sargento da Polícia Militar Pedro Inácio Araújo de Maria, condenado pela morte da estudante Zaira Cruz, de 22 anos, foi promovido duas vezes e continuou recebendo salários normalmente durante os cerca de sete anos em que esteve preso sob custódia da corporação no Rio Grande do Norte.
Nesse período, o salário do militar mais que dobrou, saindo de pouco mais de R$ 4 mil em março de 2019 para mais de R$ 10,6 mil no último mês de fevereiro, de acordo com os dados do Portal da Transparência. As informações são do g1.
Leia maisConsiderando-se o vencimento do mês de março de cada ano multiplicado por 13 (salários mensais de 13º), o servidor recebeu quase R$ 600 mil em salários brutos (sem desconto de previdência) ao longo desse tempo.
Quando foi preso, o militar era cabo da Polícia Militar, mas foi promovido a terceiro sargento e depois a segundo sargento enquanto aguardava julgamento.
As promoções foram confirmadas pelo comandante geral da Polícia Militar, coronel Alarico Azevedo, em entrevista à Inter TV Cabugi após a repercussão da progressão de pena do policial para o regime semiaberto com uso de tornozeleira.
Pedro Inácio foi condenado em dezembro de 2025 a 20 anos de prisão em regime fechado por estuprar e matar a jovem durante o Carnaval de 2019, em Caicó, na região Seridó potiguar.
Promoções durante período como réu
Segundo o comandante, o policial era cabo e havia concluído o curso de formação de sargento em 2018, antes do crime. Mesmo preso desde 2019, ele foi promovido a terceiro-sargento e, posteriormente, a segundo-sargento enquanto aguardava julgamento.
De acordo com a corporação, isso ocorreu porque, à época, ele ainda não tinha condenação definitiva.
“A legislação militar permite que o policial, mesmo sub judice, sem condenação transitada em julgado, possa ser promovido”, explicou o coronel.
Durante todo esse período, o policial permaneceu vinculado à Polícia Militar, o que garantiu o pagamento regular dos salários.
Desde a prisão, em 2019, Pedro Inácio ficou sob custódia da própria Polícia Militar, inicialmente em um quartel na Zona Leste de Natal e, nos últimos anos, na Companhia Independente de Policiamento e Guarda, na Zona Norte da capital, unidade destinada a policiais militares presos.
Segundo as investigações, ele mantinha um relacionamento com a vítima e a estuprou duas vezes antes de matá-la por estrangulamento.
Conselho vai analisar situação do servidor na PM
Nesta semana, a Justiça autorizou a progressão de pena para o regime semiaberto. Com isso, o policial passou a cumprir pena em casa, com uso de tornozeleira eletrônica e restrição de horário para sair.
Apesar da mudança de regime, ele continua nos quadros da Polícia Militar.
De acordo com o comandante, a corporação vai instaurar um conselho de disciplina para avaliar a permanência do policial na instituição.
A comissão deve analisar a conduta do militar e decidir se ele será excluído da corporação. O prazo para conclusão é de cerca de 40 a 45 dias.
Situação funcional
Enquanto o processo administrativo estiver em andamento, Pedro Inácio ficará à disposição da Polícia Militar e deverá cumprir expediente em local a ser definido pela corporação, podendo ser convocado a qualquer momento.
Segundo o comandante, a exclusão de um policial não pode ocorrer de forma imediata sem o devido processo legal interno, sob risco de nulidade do ato.
Casos como o dele, de condenação superior a dois anos, no entanto, costumam resultar na saída da corporação.
“A maioria dos casos, praticamente todos, acabam com o entendimento de que o militar é indigno de permanecer na instituição”, afirmou o coronel.
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O escritório Limongi Advocacia, com sede no Recife e atuação nacional, foi classificado como “Altamente Recomendado” (Highly Recommended) pelo ranking francês Leaders League na categoria Resolução de Conflitos – Nordeste. O novo guia internacional, que avalia escritórios e profissionais da área jurídica, é reconhecido pelo rigor metodológico na análise de desempenho e reputação.
Sócio-fundador do escritório, Erik Limongi Sial destacou o reconhecimento obtido. “É gratificante recebermos pelo Leaders League o atestado de excelência dos serviços oferecidos pelo nosso Limongi no segmento de contencioso estratégico da região”, afirmou. Segundo ele, a classificação reflete a atuação do escritório ao longo de mais de três décadas na área. “Reflete um trabalho contínuo em contencioso estratégico no âmbito do Nordeste brasileiro, alicerçado sobre rigor técnico, estratégia processual e conhecimento das especificidades de cada cliente corporativo”, disse.
De acordo com a Leaders League, o processo de avaliação envolve um ciclo de pesquisa de cerca de quatro meses, com entrevistas, análise de casos, feedback de clientes e consulta a profissionais do mercado. A classificação considera critérios como complexidade dos casos, reputação, histórico da equipe e carteira de clientes, além da atuação em diferentes áreas do Direito.
