











Do portal Tempo Real
O CEO da AtlasIntel, Andrei Roman, fez duras críticas aos principais institutos de pesquisa do país após a vitória de Lula (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL), no domingo (25). Em publicações no X, Roman afirmou que o receio de sofrer represálias judiciais e de enfrentar uma CPI das pesquisas levou os institutos a superestimarem o desempenho do candidato bolsonarista.
Segundo Roman, Quaest e Datafolha utilizaram modelos equivocados de eleitor provável, ignorando o crescimento da mobilização lulista na reta final da campanha. O executivo também reconheceu um erro da própria AtlasIntel: a coleta de dados durante cinco dias teria diluído a tendência de aproximação entre os candidatos. Segundo ele, o monitoramento mais recente da empresa apontava uma diferença de apenas 0,6 ponto percentual, contra os 1,6 ponto divulgados anteriormente.
Leia maisO pesquisador ainda elogiou a concorrente Futura, afirmando que ela teve mais coragem que AtlasIntel, Quaest e Datafolha juntas. Para Roman, a pressão política e judicial comprometeu a independência dos levantamentos. Ele defendeu uma profunda reforma e despolitização da Justiça brasileira, além do impeachment de ministros, mas não apresentou, nas publicações, provas de que as pressões mencionadas tenham efetivamente alterado os resultados das pesquisas.
A manifestação ocorre após uma eleição em que Lula contrariou as projeções de vitória de Flávio Bolsonaro e conquistou a reeleição com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% do adversário. As declarações de Roman, à frente de um dos principais institutos de pesquisa do país, reacendem a discussão sobre a precisão dos levantamentos e os efeitos da judicialização sobre a atividade dos pesquisadores.


Uma pessoa ficou ferida após uma forte ventania atingir a orla do Janga, na cidade de Paulista, no Grande Recife, na noite do domingo (1º). Imagens que circulavam nas redes sociais mostram a força do vento, que arrastou cadeiras, tendas de barracas, brinquedos infláveis, balanços e outros equipamentos instalados na orla.
Segundo comerciantes e moradores que estavam no local, a ventania aconteceu por volta das 19h50 e provocou momentos de tensão entre as pessoas que aproveitavam a véspera do feriado do Dia de Finados na área. As informações são do g1.
Um homem que estava sentado na calçada foi atingido por uma placa de um estabelecimento comercial. Ele recebeu atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Como o nome dele não foi divulgado, não foi possível obter informações sobre o estado de saúde.
Um morador identificado apenas como Gesiel contou que esteve no local pouco depois da ventania e que os ventos fortes atingiram um trecho específico da orla. “As pessoas estavam assustadas, realmente, essa ventania não aconteceu na orla toda, foi apenas nesse ponto específico. O pessoal ficou assustado, e algumas pessoas que estavam em outras áreas da orla, para elas, nada aconteceu. A gente não sabe exatamente como uma coisa dessas acontece apenas numa área específica”, disse o morador à TV Globo.
O que diz a Apac
De acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), rajadas fortes de vento podem ser provocadas pela Alta Subtropical do Atlântico Sul (Asas), sistema meteorológico que costuma apresentar maior intensidade entre os meses de agosto e dezembro.
Por meio de nota, a Apac explicou, ainda, que a presença do fenômeno El Niño, que apresenta forte intensidade no Oceano Pacífico nessa época do ano, também pode contribuir para alterações no padrão de pressão atmosférica, favorecendo:
Além disso, a Alta Subtropical atua como inibidora da formação de chuvas, contribuindo para a redução das precipitações.
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Por Agência O Globo
O bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo, fez uma crítica ao lema “Deus, Pátria e família”, associado à família Bolsonaro. Em trecho da declaração que viralizou nas redes sociais neste fim de semana, o líder da organização religiosa questiona a hierarquia citada na declaração, e coloca a família à frente do Estado ou “o que mais queira ser”.
A fala, no entanto, foi dada no dia 25 de outubro pela manhã, ou seja, no domingo da eleição do segundo turno. “Eu não aprovo aquela teoria “Deus, pátria e família” (…). Primeiro Deus, segundo a família, e terceiro o Estado, ou o que mais que queira ser. Na igreja Universal do Reino de Deus nós priorizamos essa hierarquia: primeiro Deus. Assim foi com Abraão, assim foi com Isaac, assim foi com quem seguiu esse padrão: Deus, família, e então, o resto”, diz Edir Macedo, citando personagens bíblicos durante a declaração no culto.
O bispo complementa a oratória: “Se não houver família, vai haver pátria?”, questiona, enfatizando a declaração no púlpito aos fieis. “Hein? Impossível! Só vai haver pátria quando vier da família, que vem de Deus. Primeiro Deus, aí a família e todas as demais coisas.”
A declaração do líder ocorre após a igreja adotar uma postura de afastamento das eleições presidenciais deste ano. Durante o primeiro turno, a Universal manteve distância da disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). A posição difere da adotada em 2022, quando apoiou o nome de Jair Bolsonaro (PL) à reeleição.
No primeiro turno, a igreja lançou uma campanha espiritual, e os bispos reforçaram a necessidade de eleger nomes vinculados à Universal e seus valores para cargos no Legislativo. A estratégia era construir “muros” para protegê-la do que encaram como ameaças, como o PL da Misoginia e a taxação de templos.
A estratégia, no entanto, não obteve o êxito desejado. Na eleição à Câmara dos Deputados, a Universal viu metade dos seus 12 deputados que tentaram a reeleição, todos do Republicanos, fracassarem.
Em São Paulo, os deputados Marcos Pereira e Maria Rosas se reelegeram com votações inferiores às de 2022, enquanto Milton Vieira e Vinicius Carvalho ficaram fora. Pereira, que é também o presidente nacional do Republicanos, caiu de 231 mil votos há quatro anos para 196 mil agora.
Além da derrota na Câmara, o Rio quebrou sua tradição de eleger um senador com identidade evangélica quando há duas cadeiras em disputa. Benedita da Silva (PT) e Marcelo Crivella (Republicanos) foram superados por Carlos Jordy e Carlos Portinho, ambos do PL e associados ao bolsonarismo.
Para analistas, o resultado sinaliza que políticos evangélicos que se aproximaram do bolsonarismo, com aval de suas igrejas, vêm perdendo espaço entre esses apoiadores, que também têm identidade religiosa, mas atuam sem a chancela de pastores ou bispos.
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Por Fábio Chaves*
Deixei a chave reserva sob o vaso de samambaia, no degrau que dá para a rua. Era o nosso costume. Quem chegasse primeiro entrava e tornava a pôr a chave no lugar, uma pequena delicadeza que durante anos nos poupou de acordar um ao outro. Naquela manhã de sábado, porém, eu levava uma mala e ambos sabíamos que eu ia embora. Ainda assim me abaixei, ergui o vaso, acomodei a chave na marca que o tempo lhe cavara na madeira. Dos gestos daquela despedida, foi esse o que mais demorei a compreender. Eu havia decidido partir e, diante da porta, minhas mãos só sabiam fazer o que tinham aprendido para voltar.
No domingo anterior, ela usara um vestido amarelo. Lembro que, ao atravessarmos a ponte, o vento colara a saia em minhas pernas e ela dissera, com aquela seriedade que reservava para as coisas engraçadas, “Agora vais ter de acertar o passo comigo”. Foi assim que atravessamos, um pouco aos tropeços, rindo da dificuldade de andar a dois dentro de um vestido feito para um corpo só. Durante o resto da tarde ainda me aconteceu olhar para ela e rir sozinho, e ela, que sabia muito bem do que eu estava rindo, juntava os joelhos e prendia a saia com as duas mãos, embora estivéssemos sentados e já não houvesse vento algum.
Leia maisGente de fora da nossa casa invejava a alegria que tínhamos juntos e via na nossa união um obstáculo às próprias ambições. Era sobre a mulher que eu amava que recaía a parte mais dura daquele sofrimento. Naquela manhã de sábado, perto da janela onde ela costumava ler, contei-lhe por que eu tinha decidido partir. Queria poupá-la, e me custou dizer isso olhando para os olhos que eu teria querido ver envelhecer de perto. Depois fui buscar a mala. Ao atravessar a sala, pisei de leve, como quem passa por uma casa de madrugada e toma cuidado para não acordar nenhum cômodo.
No quarto alugado onde passei a morar, descobri aos poucos a extensão da mudança. Certa manhã, vesti a camisa pelo avesso e só dei por isso na padaria, ao procurar o bolso para pagar o pão. Levei a mão ao peito, achei o bolso do lado de dentro e me ocorreu, inteira, a frase que lhe diria ao chegar em casa, que eu andava tão distraído que já precisava entrar na camisa para tirar o dinheiro. Era uma tolice das nossas. Havia anos eu lhe dizia coisas assim com a liberdade de quem sabia que podia ser um pouco menino aos olhos de uma mulher sem que ela o amasse menos por isso. Voltei com o pão debaixo do braço e, pela primeira vez desde a partida, senti saudade de mim. Daquele homem que atravessara uma ponte metido na saia do vestido dela e, se a ponte fosse mais comprida, teria agradecido.
Hoje, quando passo pela rua, ainda olho o degrau. A samambaia cresceu, as folhas mais compridas já tocam o chão. Nunca mais vi seu rosto. Não bato. Não ligo. Nunca mais levantei o vaso.
*Jornalista, poeta, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras
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Por Agência O Globo
O senador Flávio Bolsonaro, em sua primeira aparição pública após fuga para os Estados Unidos, foi a um culto evangélico, na Flórida. Nas fotos, ele aparece acompanhado da mulher, a dentista Fernanda Bolsonaro, o irmão Eduardo Bolsonaro e a cunhada, Heloísa.
Ele também posou com os pastores responsáveis pela igreja Alice Fernandes, a Mãezona, e José Maurício Fernandes, conhecido como Paizão.
Durante o culto, José Maurício chegou a falar diretamente para o senador sobre derrota, mas sem citar diretamente a eleição. “Não ganhou ou perdeu porque com Jesus você não perde. E se perder, você está ganhando”, falou o pastor.
Por Estadão Conteúdo
O deputado federal eleito André Janones (Rede-MG) publicou no fim da noite de ontem (1º), no X, um texto em que explica porque não será ministro do quarto mandato do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Janones disse que não poderia ter amarras do cargo nem ficar preso em compromissos burocráticos.
Segundo ele, o único lugar em que conseguirá entregar a Lula o que entregou no segundo turno da eleição é na Câmara dos Deputados. “Um ministério seria minha zona de conforto, mas o que eu quero é ajudar o presidente com o exército para que ele tenha a melhor avaliação de um mandato de toda a vida dele!”, escreveu Janones.
Leia maisEm entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo, veiculada ontem, Janones afirmou que não será ministro nem mudará de partido e que o modelo implantado por ele no canal de WhatsApp “Exército do Lula” não é uma forma de democracia plena, mas mitigada.
“É o que eu chamo de democracia mitigada. Não é a democracia no seu estado pleno. Não é a democracia que eu quero no nosso País. Não é um modelo de democracia sustentável. Isso aqui é um modelo transitório, necessário para a gente vencer uma eleição”, afirmou o parlamentar eleito.
Janones declarou ainda que é amigo do governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho (Republicanos), mesmo estando em lados opostos da política atualmente. “Ele é um cara que está se propondo a fazer algo que o País precisa muito, que é pacificar, que é superar essa questão ideológica, essa polarização que tem feito tão mal para o povo brasileiro. É alguém que fala a língua do povo e eu realmente acredito que ele vai fazer um bom governo para Minas Gerais”, completou.
Por fim, detalhou que não pretende mudar de partido porque preza pela liberdade que a Rede lhe dá.
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Do Metrópoles
O governador da Flórida, Ron DeSantis, disse que a queda do jato Learjet “parecia um míssil caindo” e abriu uma grande cratera na lateral da estrada. A declaração foi feita durante coletiva de imprensa, nesse domingo (1º), logo após o acidente que deixou nove mortos.
“Foi um acidente aéreo catastrófico. Parecia um míssil caindo. Deixou uma grande cratera na beira da estrada”, afirmou. O governador também ressaltou a gravidade do acidente. “Acho que as pessoas reconhecerão isso como uma grande tragédia.”
Acidente
A aeronave, identificada preliminarmente como um Learjet 60, teria atingido uma árvore e derrubando fios de energia antes de cair na área residencial, nesse domingo. Nove pessoas morreram. Até o momento, os nomes das vítimas não foram divulgados.
Imagens divulgadas nas redes sociais mostram uma grande cratera no terreno, destroços em chamas e uma intensa coluna de fogo. O acidente também afetou moradores de uma comunidade vizinha. Cerca de 600 pessoas precisaram deixar as casas e passar a noite em abrigos. O secretário de Transportes dos Estados Unidos, Sean Duffy, lamentou o ocorrido.
As circunstâncias da queda ainda são investigadas pela Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, sigla em inglês) e pelo Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB).
Por Terezinha Nunes – Blog Dellas, JC
A senadora eleita Marília Arraes falou, de forma clara, para pessoas próximas que se a direção nacional do PDT aprovar a Federação do partido com o PSB, ela deixa a legenda. Uma das pessoas que ouviu esta confissão de Marília informou a este blog que ela ainda espera que a legenda tome outro rumo, que seria uma Federação com o PSDB ou com partidos menores como o Avante, Solidariedade e PRD.
Porém, não aceita o entendimento com o PSB, um partido com o qual tem tido problemas de relacionamento e que, embora perdendo a eleição para governador com João Campos, tenderia a exercer protagonismo na Federação, isolando-a do processo.
Leia maisMesmo durante a campanha estadual e o 2º turno nacional, a senadora eleita já vinha demonstrando incômodo na convivência com os socialistas. O caldo entornou, segundo a mesma fonte, quando João Campos fez um café da manhã no dia do segundo turno com todas as lideranças que participaram do processo eleitoral presidencial e não convidou Marília.
Por outro lado, lideranças do PSB não teriam absorvido bem o que chamam de excessiva exposição de Marília ao lado de Lula no segundo turno, quando o petista não podia vir a Pernambuco para não prejudicar a transferência de votos dos eleitores de Raquel para o presidente, o chamado voto Luquel.
Apoio de Wolney
A verdade é que Marília, que na resistência à Federação com o PSB tem o apoio do ex-deputado federal e ministro Wolney Queiroz, presidente estadual do PDT, foi ternurada pela própria campanha de Lula do primeiro para o segundo turno. Ela foi colocada ao lado do então candidato Lula na reunião que ele fez em Brasília logo depois do resultado do 1º turno e, convidada, o acompanhou na ida a Natal, no Rio Grande do Norte, e a Petrolina, em Pernambuco. No caso de Petrolina, ela estava na linha de frente ao lado de Lula no carro que transportou a comitiva principal, enquanto João ficou à distância.
Nas conversas sobre a possibilidade de deixar o PDT, a senadora eleita tem colocado que, exercendo um cargo majoritário a partir de fevereiro de 2027, não terá problema em mudar de legenda, pois os majoritários — prefeitos, governadores e senadores — têm direito a mudar de partido durante o mandato, o que não é permitido a deputados federais, estaduais ou aos vereadores.
Problemas antigos
Os problemas de Marília com o PSB, sobretudo com o primo João Campos, são antigos e permanecem mesmo ele tendo aceitado que ela figurasse como candidata ao Senado pela sua chapa. A aceitação do nome dela, no entanto, não foi automática e só ocorreu quando a mesma, junto com o deputado federal Sílvio Costa Filho, iniciaram entendimento com a governadora Raquel Lyra durante o processo eleitoral.
Percebendo o perigo de ter contra ele os dois então pré-candidatos ao Senado, João se apressou a fechar sua chapa com Humberto e Marília como senadores e o advogado Carlos Costa, irmão de Sílvio, como vice.
Não se sabe exatamente quando a família Campos e Marília iniciaram um processo de afastamento, mas ele projetaria também um embate de bastidores entre os Campos e os Arraes. Após a morte de Eduardo Campos, os Arraes começaram a se queixar da perda de protagonismo no PSB.
Isso aumentou quando João Campos enfrentou Marilia em 2020 na disputa pela Prefeitura do Recife e acabou atacando fortemente o PT, ao qual ela estava filiada, algo que virou um calcanhar de Aquiles para o ex-prefeito, inclusive na campanha deste ano, quando Raquel explorou à exaustão o que ele falara do PT no calor da campanha de 2020, coisa que os petistas não engolem até hoje.
No entorno de Marília, há queixas também ao fato de João ter convencido Maria Arraes, irmã dela, a desistir da candidatura a deputada federal para deixar uma janela para a senadora agora eleita ser contemplada no momento em que fosse dispensada da chapa majoritária para dar a João a possibilidade de fechar um acordo com a Federação União Progressista, o que seria muito problemático para Raquel. Maria acabou se candidatando a deputada estadual não pelo PDT, mas pelo PSB. As duas irmãs estariam afastadas politicamente por conta disso.
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A Associação Civil de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Pernambuco (Assepe) divulgou uma nota de repúdio à condução do Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Pernambuco (Sassepe) pelo Governo de Raquel Lyra (PSD). O posicionamento foi compartilhado hoje pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe), que declarou apoio às reivindicações da associação.
No texto, a Assepe critica o atendimento oferecido aos beneficiários do sistema e aponta dificuldades para conseguir consultas, exames e cirurgias no Hospital dos Servidores e na rede credenciada. A entidade também chama atenção para a suspensão, por 30 dias, dos atendimentos nos maiores hospitais credenciados de Caruaru e Arcoverde.
Confira a nota na íntegra:
Leia maisASSEPE – Associação Civil de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Pernambuco
O Governo do Estado segue desrespeitando os usuários do Sassepe no seu direito à vida.
A governadora Raquel Lyra e sua equipe gestora do Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Pernambuco (Sassepe) não cuida da assistência aos beneficiários/as com o devido respeito e responsabilidade. Em todo o Estado, a corrida em busca por consultas, exames, cirurgias no Hospital dos Servidores e na rede credenciada é grande.
A situação se agravou ainda mais nos últimos dias, quando os maiores hospitais credenciados de Caruaru e Arcoverde informam que o atendimento está suspenso pelos próximos 30 dias.
Não é justo que aqueles que contribuem mensalmente, através de desconto em folha, sendo a maioria idosos que aguardam por até seis meses ou mais, pra realizar seu procedimento, seja impedido de ter acesso ao atendimento, esperando ainda mais.
A Assepe exige que a governadora de Pernambuco e sua equipe gestora do Sassepe apresentem urgentemente, solução para os problemas dos beneficiários/as porque todos(as) têm direito à vida, pois não são inadimplentes.
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A Assembleia Legislativa de Pernambuco realiza, na próxima quarta-feira (4), às 18h, no Auditório Senador Sérgio Guerra, uma reunião solene em comemoração aos 380 anos da Batalha de Tejucupapo. A Casa fará uma homenagem à Associação Cultural Heroínas de Tejucupapo e fará o lançamento oficial da terceira temporada do podcast histórico-narrativo Sagas Pernambucanas, intitulada Terra de Heroínas. A realização é coordenada pela Superintendência de Comunicação Social (Scom), com apoio da Superintendência de Preservação do Patrimônio Histórico do Legislativo (SPPHLEG), a Biblioteca da Alepe e a Escola do Legislativo (Elepe).
Por iniciativa da Mesa Diretora, a cerimônia vai resgatar a memória do primeiro conflito armado com participação coletiva de mulheres registrado na história do Brasil. Na ocasião, em 1646, marisqueiras e agricultoras defenderam o território — que hoje é um distrito de Goiana, na Mata Norte — com armas rústicas, pimenta e água fervente, enfrentando uma tentativa de saque por parte das tropas holandesas da Companhia das Índias Ocidentais. As informações são do blog Cenário.
Leia maisO episódio é o mote da terceira temporada do podcast da Alepe Sagas Pernambucanas, que foca no período do Brasil Holandês, na Insurreição Pernambucana e desdobra-se até a Guerra dos Bárbaros no Sertão. Reconhecido nacionalmente com o 3º lugar no Prêmio Melhores Podcasts do Brasil (MPB 2025) na categoria Cultura e Literatura, o Sagas Pernambucanas é o primeiro podcast histórico e narrativo produzido por equipe própria de um Poder Legislativo no país.
A terceira temporada, intitulada “Terra de Heroína” conta com colaborações e participações especiais como a dos integrantes da banda Cordel do Fogo Encantado, Lirinha e Clayton Barros. Violonista do Cordel, Clayton Barros assina a trilha sonora original, trazendo elementos de seu trabalho solo (Primitivo Atemporal) para a narrativa histórica. Já o vocalista Lirinha participa dos episódios finais sobre a Guerra dos Bárbaros, emprestando sua voz e reflexões sobre Sertão, poesia popular, ancestralidade e resistência dos povos originários.
A premiada escritora e pesquisadora Micheliny Verunschk — vencedora do Prêmio Jabuti 2022 — participa fazendo leitura de trechos de seu livro “Depois do Trovão”. A solenidade presta reconhecimento ainda ao papel da Associação Grupo Cultural do Espetáculo de Tejucupapo que, há mais de três décadas, sob a liderança de figuras comunitárias como Dona Luzia Maria da Silva, realiza anualmente a encenação cênica A Batalha das Heroínas.
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O cantor, compositor e poeta pernambucano Josildo Sá cumpriu uma promessa religiosa no último sábado (31), em Tacaratu, sua cidade natal, no Sertão de Pernambuco. Carregando nos braços a imagem de Nossa Senhora da Saúde, padroeira do município, o artista percorreu de joelhos o trajeto entre sua residência e o santuário dedicado à santa.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Josildo contou que fez a promessa durante o período eleitoral. “Eu fiquei muito aflito, extremamente aflito, nessas eleições. Porque eu sabia do perigo que o nosso país, que o mundo, claro, a humanidade, corria com a eleição. Eu achei uma batalha super espiritual”, relatou.
No texto da publicação, Josildo reforçou o caráter político de sua manifestação e defendeu a continuidade da mobilização. “Que a gente nunca permita que as próximas gerações esqueçam da nossa luta! (…) Que esse momento histórico não seja esquecido NUNCA, pra que o nosso povo não volte a passar um sufoco desse. Vamos na fé! Viva Nossa Senhora da Saúde! Viva o nosso Presidente! Viva os nossos povos originários que nos ensinaram e seguem ensinando a lutar!”, escreveu.
A Prefeitura do Recife embargou uma obra da RD Saúde, grupo farmacêutico que representa a Drogasil, após identificar irregularidades na construção de uma nova unidade da rede no bairro das Graças, na Zona Norte. A empresa adquiriu o terreno, localizado na Rua do Futuro, nº 41, e demoliu o antigo sobrado que ocupava o imóvel para dar lugar à farmácia. Segundo a gestão municipal, a empresa foi multada em quase R$ 130 mil. As informações e as imagens são da Folha de Pernambuco.
De acordo com a prefeitura, equipes de fiscalização estiveram no local nos dias 19 e 29 de setembro: “Na primeira ocasião, o imóvel estava sendo alvo de demolição sem autorização e na nova fiscalização constatou a falta de licença de construção”.
Procurada pela reportagem, a RD Saúde informou, em nota, que “prestou esclarecimentos à prefeitura e colabora com as autoridades para a retomada da obra”. Desde o embargo, os serviços permanecem paralisados. Em visita ao local na última quarta-feira (7), a Folha de Pernambuco constatou que o maquinário havia sido retirado e que tapumes foram instalados para impedir a visualização do interior do terreno. Imagens compartilhadas com o jornal mostram que o imóvel demolido tinha dois pavimentos, colunas de tijolos, muro baixo e jardim.
O advogado e professor de Direito Ambiental Sérgio Urt Moraes relatou à reportagem problemas durante a demolição. “Em 19 de setembro, um sábado, por volta das 8h, já estava lá todo o cenário de tragédia.Um monte de caçamba na frente do prédio. Os destroços se espalharam pela calçada e pela rua, não houve controle de trânsito, e uma máquina de muitas toneladas passou por cima da calçada, exatamente onde passam as tubulações de gás e água do bairro. Uma caixa d’água antiga também foi derrubada sem cuidado, junto com outros detritos que aparentavam conter amianto”, disse.
