











A governadora Raquel Lyra literalmente ligou o sinal de alerta. Depois de levar uma saraivada de João Campos no debate, em Caruaru, a candidata decidiu reagir rapidamente e convocou prefeitos aliados para uma reunião de mobilização no Mar Hotel, em Boa Viagem.
O movimento revela a preocupação da campanha com o desempenho da governadora e com os rumos da disputa. A ideia é reunir forças políticas e tentar transmitir uma imagem de mobilização justamente no momento em que começam a surgir sinais de inquietação entre prefeitos que até pouco tempo estavam alinhados com Raquel.
Leia maisFontes do blog indicam que muitos desses prefeitos já começam a perceber a fragilidade da candidatura e, diante do cenário eleitoral, começam a roer a corda. Alguns já avaliam que manter uma aposta considerada cada vez mais arriscada pode ter um custo político elevado nos municípios.
A reunião no Mar Hotel, portanto, chega menos como uma demonstração de força e mais como uma demonstração de inquietação e desespero. Depois do debate, Raquel percebeu que precisava mexer rapidamente com sua base política.
O problema é que, quando uma campanha precisa convocar prefeitos às pressas para demonstrar força, o sinal de alerta já está ligado.
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Do g1
A Polícia Federal listou uma série de encontros presenciais, ligações e trocas de mensagens diretas entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono Master. Os dados constam em relatório da PF elaborado a partir da extração do celular de Vorcaro e de relatórios de inteligência financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O documento está entre os materiais de inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) cujos sigilos foram retirados pelo ministro André Mendonça.
Segundo os investigadores, os elementos indicam que Flávio não atuou apenas como terceiro citado em negociações, mas sim como um interlocutor direto de Vorcaro para viabilizar aportes financeiros para a produção da cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, obra intitulada “Dark Horse”.
Leia maisSobre essa apuração, Flávio Bolsonaro, após ter negado que havia pedido recursos a Vorcaro para a produção do filme, confirmou que solicitou verbas ao ex-banqueiro. O candidato do PL à Presidência alega que os contatos com Vorcaro fizeram parte de uma relação privada de captação de patrocínio. Ele negou ter recebido qualquer valor diretamente ou cometido irregularidades.
A PF aponta que a atuação do senador abrangeu desde a cobrança por repasses atrasados até reuniões presenciais e o acompanhamento próximo do cronograma das gravações.
A cronologia dos contatos, segundo a PF
De acordo com a linha do tempo montada pela PF, a relação direta entre o senador e o banqueiro intensificou-se no segundo semestre de 2025:






Não está no relatório da PF, mas, em maio deste ano, veio à tona a informação de que Flávio Bolsonaro se encontrou com Vorcaro quando o ex-banqueiro estava preso em regime domiciliar, utilizando tornozeleira eletrônica no fim de 2025.
Flávio Bolsonaro admitiu que se encontrou com o ex-dono do Master entre a primeira e a segunda prisões de Vorcaro. Segundo o senador do PL, a reunião serviu para para “botar ponto final na questão” do filme “Dark Horse”.
Linhas de investigação
Os agentes federais destacam que as apurações ainda precisam esclarecer: a origem dos recursos usados para financiar o filme, o papel da empresa Entre Investimentos e Participações como intermediária, a função do fundo Havengate Development Fund LP, nos Estados Unidos, e quem foram os beneficiários finais dos valores enviados ao exterior. A PF também busca identificar a participação de Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, Mario Frias, Thiago Miranda, Fabiano Zettel, Antônio Freixo e dos operadores do fundo americano na captação, gestão e destinação dos recursos.
O que diz Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro tem declarado publicamente que o financiamento da produção se tratou de uma relação privada de captação de patrocínio, negando ter recebido qualquer valor diretamente ou cometido irregularidades. A defesa do senador vem defendendo a retirada integral do sigilo dos autos das investigações.
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Do Blog da Folha
Com o tema “Dia 13 com Lula nas ruas”, a campanha para a reeleição do presidente Lula (PT) à Presidência da República divulgou uma programação de atividades espalhadas por todas as regiões do estado, neste domingo (13). A agenda foi mobilizada através da convocação dos diretórios municipais, militantes, as candidaturas proporcionais, os movimentos populares, as lideranças e os apoiadores em cada município e dos comitês populares. A ideia é que as ações aconteçam de forma simultânea em vários lugares.
As atividades vão ocupar ruas, praças, feiras, comunidades com caminhadas, bandeiraços, panfletagens, porta a porta, oficinas, adesivaços, encontros e outras ações de diálogo direto com a população. “O dia 13 será uma demonstração da força da nossa militância e do carinho que Pernambuco tem pelo presidente Lula. Vamos ocupar as ruas, conversar com as pessoas, defender a soberania, a democracia e os direitos do povo brasileiro. É hora de colocar a estrela no peito, a bandeira na mão e Lula 13 nas ruas de Pernambuco”, afirma Carlos Veras, coordenador estadual da campanha em Pernambuco.
Leia maisA expectativa da campanha é de uma programação ampla e descentralizada, com ações na Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata, Agreste e Sertão. O objetivo é fazer deste dia 13 o início da mobilização da campanha no estado.
Agendas confirmadas:
Abreu e Lima
Tema: Panfletagem na Feira
Horário: 8h
Local: Feira de Abreu e Lima
Arcoverde
Tema: Caminhada de Lula em Arcoverde
Horário: 15h13
Local: Concentração na Pinto de Campos (Subtenente), com destino à Estação da Cultura
Belo Jardim
Tema: Mobilização do Time de Lula
Horário: A partir das 10h
Local: Praça do Padre Cícero, Centro
Atividade: Oficina de pintura de camisas e distribuição de materiais
Caruaru
Tema: Mobilização do Time de Lula
Horário: A partir das 9h
Local: Sede do PT – Av. Dom Bosco, 174
Atividade: Oficina de camisas e adesivaço
Goiana
Tema: Dia 13 é o Brasil com Lula nas Ruas – Panfletagem em Flexeiras
Horário: 7h
Local: Feira Pública de Flexeiras – Bairro de Flexeiras
Ipojuca – Caetés
Tema: Mobilização do Time de Lula
Horário: 15h
Local: Concentração na Praça Principal – Caetés
Itapissuma
Tema: Itapissuma com Lula
Horário: Não informado
Local: Comunidade do Grêmio
Atividade: Porta a porta
Jaboatão dos Guararapes
Tema: Mobilização do Time de Lula – PT Jaboatão
Horário: 8h
Local: Ponto de encontro na Estação do Metrô de Cavaleiro
Atividade: Bandeiraço, adesivaço e panfletagem
Olinda
Tema: Oficina de Camisas
Horário: 9h
Local: Sede do PT – Rua Jenner de Souza, 10, Carmo
Tema: Feitiço da Estrela
Horário: 14h
Local: Concentração na sede do PT – Rua Jenner de Souza, 10, Carmo
Tema: Estrela Que Brilha – Exposição Coletiva “Artistas pela Democracia”
Horário: 16h
Local: Casa do Cachorro Preto – Rua 13 de Maio, 99, Carmo
Paulista
Tema: Caminhada de Lula na Feira de Paratibe
Horário: 8h13
Local: Feira de Paratibe
Pesqueira
Tema: Festa de Inauguração da Casa 13
Horário: 17h
Local: Rua Cardeal Arcoverde, 100, Centro
Petrolândia
Tema: Porta a Porta, Panfletagem e Adesivaço na Área Rural
Horário: 8h
Local: Agrovila 04 dos Mandantes
Tema: Panfletagem e Agitação Cultural
Horário: 16h
Local: Comitê Popular de Lula e Rosa – Avenida Manoel Borba, 317
Recife
Tema: Adesivaço na 25ª Parada da Diversidade
Horário: 8h30
Local: Pracinha de Boa Viagem – Recife
Tema: Pedal Lula Livre – Domingo
Horário: 9h
Local: Saída do Parque da Jaqueira, com destino a Boa Viagem
Tema: Bandeiraço BLEFE – Lula Presidente 13
Horário: 10h
Local: Pina (quadras de tênis) – Av. Boa Viagem, 956
Tema: O Dragão na Rio Branco – Eu Acho é Pouco
Horário: 16h
Local: Rio Branco – Recife Antigo
Tema: Caminhada com bandeiraço
Horário: 17h
Local: Circuito Pátio da Igreja Nossa Senhora do Rosário – Praça Pinto Damásio, Várzea, Recife
Ponto de encontro: Pátio da Igreja Nossa Senhora do Rosário, Várzea.
São Lourenço da Mata
Tema: Panfletagem e Camisaço
Horário: 8h
Local: Praça da Televisão – Pixete
Toritama
Tema: Festa de Lula em Toritama
Horário: 16h13
Local: Estacionamento do Parque
Vitória de Santo Antão
Tema: É Hora de Ir pra Rua! – Vitória de Santo Antão 13
Horário: 15h
Local: Praça da Matriz
O candidato a deputado federal Gilson Machado (Podemos) realizou uma carreata e motociata, ontem (11), em Taquaritinga do Norte, no Agreste de Pernambuco. Vestidos de verde e amarelo, apoiadores acompanharam o percurso em carros e motos, enquanto alguns participaram a pé.
Neste sábado (12), às 16h, Gilson Machado e Gilson Filho (PL) participam de uma nova mobilização em Santa Cruz do Capibaribe. A concentração será no Largo do Rio Verde, com caminhada pelas ruas da cidade. Flávio Bolsonaro tem visita prevista ao município na próxima quarta-feira (16).
A presidente da OAB Subseccional São José do Egito, manifestou o posicionamento institucional da advocacia da região diante da crise que envolve o Supremo Tribunal Federal (STF) e outras instituições da República. A Subseccional acompanha e referenda a atuação da OAB Pernambuco e do Conselho Federal da Ordem, defendendo apuração rigorosa dos fatos, transparência e respeito absoluto às garantias constitucionais.
O posicionamento ocorre após uma série de manifestações do Sistema OAB e ganhou novo capítulo na última quinta-feira (10), quando a presidente da OAB Pernambuco, Ingrid Zanella, reuniu extraordinariamente, por videoconferência, o Colégio de Presidentes das Subseções pernambucanas para apresentar os encaminhamentos discutidos em Brasília e promover o alinhamento institucional da advocacia em todas as regiões do Estado. A reunião envolveu as 29 Subseções da OAB-PE.
Leia maisO Colégio Estadual referendou as providências defendidas pela advocacia nacional diante da crise institucional. Entre elas estão a investigação imediata dos fatos e de todos os eventualmente envolvidos; medidas destinadas a resguardar a imparcialidade das apurações; acesso institucional da OAB aos elementos necessários para análise técnica; e avaliação, pelas instâncias competentes da Ordem, das providências juridicamente cabíveis.
No âmbito nacional, o Conselho Federal e as 27 Seccionais protocolaram manifestação no Supremo requerendo acesso da OAB aos elementos de prova e demais documentos, apuração de eventuais ilícitos sem distinção em razão do cargo ou função e que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, se abstenha de atuar especificamente na PET 16.662/DF, com atuação de seu substituto legal. A entidade ressaltou que as medidas não representam antecipação de responsabilidade.
Para Hérica de Kássia, a gravidade dos acontecimentos exige da advocacia uma postura simultaneamente firme e responsável, sem transformar uma questão de Estado em disputa político-partidária.
“ A OAB não tem partido. Nosso partido é a democracia. Não nos cabe antecipar culpados nem aderir a versões, mas também não cabe à advocacia assistir em silêncio a uma crise que atinge a credibilidade das instituições. Queremos que os fatos sejam esclarecidos, que todos sejam submetidos à mesma Constituição e às mesmas leis e que sejam preservados o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a presunção de inocência. ”
A presidente da Subseccional ressalta que a defesa institucional do Supremo Tribunal Federal não pode ser confundida com a concessão de imunidade pessoal a qualquer de seus integrantes. Da mesma forma, cobrar investigação e responsabilização, quando cabíveis, não representa ataque à Suprema Corte.
“Defender o STF enquanto instituição essencial à República não significa defender pessoas acima das instituições. E exigir transparência, investigação e eventual responsabilização não significa atacar o Supremo. É justamente o contrário: instituições fortes são aquelas que não temem a verdade, o controle, a transparência e a aplicação igual da lei. ”
A posição segue a linha adotada pela OAB Pernambuco. Em nota pública, a Seccional já havia defendido que ninguém está acima da Constituição e das leis e que os fatos devem ser apurados independentemente e sem privilégios, mas igualmente sem prejulgamentos.
A Subseccional de São José do Egito também faz uma distinção importante quanto às discussões sobre eventual impeachment de ministros do STF. Há propostas nesse sentido encaminhadas ao Conselho Federal — entre elas a aprovada pela OAB do Distrito Federal —, mas isso não significa que tenha havido deliberação nacional do Sistema OAB pela apresentação desses pedidos. A OAB/DF decidiu encaminhar suas proposições ao Conselho Federal, a quem compete apreciá-las no âmbito institucional próprio.
Segundo Hérica, essa distinção é indispensável para que a sociedade receba informação correta em um momento de elevada tensão institucional. “Não podemos combater uma crise institucional com precipitação. A advocacia precisa ser uma voz de equilíbrio, mas equilíbrio não é omissão. É possível ser sereno e, ao mesmo tempo, firme. É possível defender o Supremo e cobrar respostas do Supremo. É possível respeitar autoridades sem admitir que qualquer autoridade esteja acima da Constituição.”
O posicionamento da Subseccional já havia sido apresentado pela presidente à advocacia regional em seu grupo institucional e também divulgado nas redes sociais da entidade.
Para a gestão 2025–2027 da OAB São José do Egito, a atuação da Ordem neste momento decorre de sua própria missão constitucional e legal de defesa do Estado Democrático de Direito e do fortalecimento das instituições republicanas.
“Menos paixões e mais instituições. Menos versões e mais fatos. Menos precipitação e mais transparência. É desse lugar que a OAB São José do Egito continuará se posicionando: com independência, responsabilidade e coragem institucional.”
Hérica de Kássia Nunes de Brito
Presidente da OAB Subseccional São José do Egito
Gestão 2025–2027
O encontro da governadora Raquel Lyra (PSD) com prefeitos aliados, na manhã deste sábado, deve ter um clima agridoce. É que gestores ligados ao candidato ao Senado, Eduardo da Fonte (PP), andam ressabiados com a candidata pelo estímulo informal que o Palácio do Campo das Princesas vem dando a Mendonça Filho (PL), candidato a senador que vem “roubando” votos de Da Fonte.
A principal queixa é que, além de não ter agido com liderança para impedir que Mendonça se lançasse dois dias depois de Eduardo, Raquel estaria fechando os olhos para o apoio informal que a vice-governadora Priscila Krause (PSD) vem dando ao liberal, de quem já foi companheira de partido nos tempos do DEM e até sua candidata a vice-prefeita do Recife nas eleições de 2020.
Leia maisSegundo a pesquisa Quaest divulgada ontem, Mendonça aparece numericamente em terceiro lugar, mas já muito próximo de Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT), inviabilizando uma reação de Eduardo da Fonte. Os prefeitos que apoiam Da Fonte lembram que foi ele quem segurou a barra nos momentos mais difíceis de Raquel, garantindo a governabilidade dela por meio da liderança que exerce sobre a bancada de deputados estaduais de seu partido na Assembleia Legislativa (Alepe).
Por essa leitura, o gesto de Raquel e Priscila, neste momento, é visto como uma ingratidão ao cacique do PP. No encontro deste sábado, Raquel pretende cobrar dos prefeitos maior engajamento em sua campanha para tentar sair de um cenário de estagnação nas pesquisas.
No entanto, observadores da cena política avaliam que ela terá que dosar a cobrança para não gerar o efeito contrário: a desmobilização de prefeitos que já andam incomodados com o tratamento que ela vem dando a Eduardo da Fonte e outros aliados.
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O candidato a deputado estadual Breno Araújo (PT) visitou comunidades e projetos sociais da Região Metropolitana do Recife nos últimos dois dias. A agenda incluiu passagens pelo Ibura, na Zona Sul do Recife, pela Várzea e pelo Vasco da Gama, nas zonas Oeste e Norte, além de Jaboatão dos Guararapes.
“Eu tenho dito que não existe projeto para Pernambuco sem ouvir quem vive nas comunidades. Esses dois dias foram muito importantes para conhecer de perto diferentes realidades, conversar com as pessoas e ver iniciativas que já estão fazendo a diferença”, afirmou Breno Araújo.
Na quinta-feira (10), o candidato participou de um porta a porta no Ibura ao lado do vereador Wilton Brito. No dia seguinte, esteve no Habitacional Várzea 2, acompanhado do conselheiro tutelar Jorge João, e visitou o Projeto Leão de Judá, no Vasco da Gama. A iniciativa oferece atividades de artes marciais e balé.
À noite, em Jaboatão dos Guararapes, Breno conheceu a ONG Despertar do Bem, que realiza ações voltadas a pessoas com deficiência e neurodivergentes e seus familiares. “Essa caminhada tem mostrado que existe uma força muito grande nas comunidades e que Pernambuco precisa de uma política que esteja presente, que escute e que ajude a transformar boas iniciativas em oportunidades”, disse. Segundo Breno, a experiência será levada para seu eventual mandato, com foco em áreas como esporte, cultura, educação e inclusão.
O candidato a deputado estadual Raimundo Pimentel (PSD) cumpriu agenda ontem (11), em Lagoa Grande, no Sertão do São Francisco. Durante a passagem pelo município, ele participou de reuniões com apoiadores e lideranças locais e discutiu ações voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar nas áreas irrigadas.
A primeira reunião ocorreu no Projeto Bebedouro, com apoiadores da vereadora Augusta Borges (MDB). Em seguida, Pimentel se reuniu com amigos do professor Vavá (PT), que também é vereador do município. Entre os temas abordados nos encontros, estiveram o fortalecimento da produção agrícola, o apoio aos pequenos produtores e a criação de melhores condições para geração de renda nas comunidades que dependem da agricultura familiar.
Pimentel já exerceu três mandatos como deputado estadual antes de ser eleito prefeito de Araripina por duas vezes. Atualmente, disputa novamente uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).
Um documento elaborado por André Marinho, candidato do Novo ao governo do Rio de Janeiro e aliado de Flávio Bolsonaro (PL), propõe uma parceria entre Brasil e Estados Unidos para exploração, refino e processamento de minerais críticos e terras raras em um eventual governo do senador. A informação foi revelada pelos jornalistas Guilherme Amado e João Pedroso de Campos, no portal Amado Mundo.
A campanha de Flávio Bolsonaro não respondeu se encomendou a produção do documento a Marinho, se tem alguma relação com as ideias ali expostas, se deu anuência a elas e se esperava que o documento fosse apresentado nos Estados Unidos. A campanha também não se pronunciou se recebeu algum recurso financeiro de empresas americanas ligadas ao grupo Rockbridge, formado por investidores trumpistas. A acusação foi feita por Renan Santos, do Missão, adversário de Flávio na disputa pelo Planalto.
Leia maisAndré Marinho admitiu em entrevista ao Amado Mundo ter analisado junto à Rockbridge a instalação de uma célula do grupo no Brasil. Foi Marinho também quem conectou à Rockbridge o empresário Pedro Sang, apontado por Renan Santos como intermediário dos supostos repasses para a campanha de Flávio. Se comprovada, a conduta poderia levar até à cassação da chapa do PL, por receber recursos de governos estrangeiros para financiamento eleitoral, o que é vedado.

O novo documento acrescenta outro elemento à relação entre o entorno de Flávio e o trumpismo. Produzida em inglês, a apresentação de 22 páginas foi elaborada por Marinho em 19 de março. Na capa, aparece a inscrição “Flávio Bolsonaro | 2026 Campaign”, enquanto as demais páginas trazem o nome do senador e o slogan “Prosperity Partnership”.
Segundo os metadados, Marinho é o autor, informação que ele confirmou ao Amado Mundo. Ele, porém, afirma que o estudo foi uma iniciativa pessoal, sem relação com a campanha de Flávio, e que não foi apresentado a autoridades americanas. A campanha do senador não respondeu se encomendou ou tinha conhecimento do material.
Brasil como solução para os EUA
O documento classifica o governo Lula como “pró-China”, enquanto a proposta de Flávio é resumida pela frase: “Lula hesita, Bolsonaro executa”. Na conclusão, destinada a “interlocutores americanos”, o texto afirma: “O OCIDENTE NÃO TEM UM PROBLEMA DE MINERAIS. TEM UM PROBLEMA DE EXECUÇÃO. O BRASIL É A SOLUÇÃO”.

No texto, entre os riscos de uma continuidade do petista na Presidência são citados “tornar-se um mero fornecedor de matérias-primas para a China”, “perder oportunidades industriais” e “perder a janela de oportunidade para o realinhamento da cadeia de suprimentos dos EUA”.
Já a “parceria para a prosperidade”, como o plano descreve suas ideias para um governo Flávio Bolsonaro, em oposição a Lula, teria diretrizes como “claro alinhamento ocidental”, foco na “execução”, “política industrial + integração minerária”, “aceleração regulatória” e “atração de capital”.
O plano estima, em dez anos, investimentos de US$ 50 bilhões a US$ 100 bilhões, criação de 500 mil a 1 milhão de empregos e aumento de 1,5 a 2,5 pontos percentuais no PIB.

Nove dias depois, em 28 de março, Flávio fez declaração semelhante durante a CPAC, em Dallas, ao afirmar: “O Brasil vai ser o campo de batalha onde o futuro do hemisfério será decidido, porque o Brasil é a solução dos EUA para quebrar a dependência da China por minerais críticos, especialmente elementos de terras raras”.
A declaração coloca o Brasil na posição de fornecedor estratégico dos Estados Unidos na disputa com a China.

Ligações com o trumpismo
André Marinho é filho de Paulo Marinho, suplente de Flávio Bolsonaro no Senado. A família também mantém vínculos com integrantes do círculo trumpista: a cantora Giulia Be, irmã de André, é casada com Conor Kennedy, filho de Robert Kennedy Jr., secretário de Saúde do governo Trump.
No início de abril, André esteve nos Estados Unidos e se encontrou com o vice-presidente J.D. Vance. Em maio, Flávio se reuniu com Donald Trump, Vance e o secretário de Estado Marco Rubio. Segundo o senador, terras raras estiveram entre os assuntos tratados com Trump.
Em entrevista ao Amado Mundo, André negou que o documento tenha relação com a campanha de Flávio ou que tenha sido levado a autoridades americanas. Também afirmou que nunca tratou ou presenciou qualquer negociação envolvendo recursos estrangeiros para campanhas no Brasil. A campanha de Flávio não respondeu aos questionamentos sobre o documento nem sobre eventual recebimento de recursos de empresas americanas ligadas à Rockbridge.
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Da Folha de S.Paulo
O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) acumula inflação de 17,9% ao longo do terceiro governo Lula (PT), no período de janeiro de 2023 a agosto de 2026.
É a menor alta em um mandato presidencial até as vésperas das eleições desde o início do Plano Real — a moeda entrou em circulação em julho de 1994. A comparação considera o acumulado do IPCA até agosto do quarto ano de cada governo.
Leia maisO primeiro turno das eleições presidenciais de 2026 está marcado para 4 de outubro, mas o IPCA de setembro só será conhecido depois do pleito, em 9 de outubro. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) publicou os dados de agosto deste ano ontem (11).

O economista-chefe da consultoria MB Associados, Sergio Vale, diz que a inflação de Lula 3 não sofreu choques tão intensos do câmbio e do clima como em outros mandatos presidenciais. Isso, segundo ele, ajudou o IPCA a subir menos.
Vale acrescenta que a política de juros altos do BC (Banco Central) também freou o índice. Lula chegou a criticar a atuação do BC durante a gestão de Roberto Campos Neto — os juros elevados buscam controlar a inflação, mas dificultam o crescimento econômico.
Na visão de Vale, um IPCA de quase 18% em menos de quatro anos pode ser considerado alto, apesar do patamar menor em relação a outros mandatos. “A inflação poderia ser mais baixa do que isso. Acaba não sendo mais baixa porque tem um impulso fiscal que a gente vê acontecer nesse governo com bastante intensidade.”
Se de um lado a inflação ficou em um patamar menor e o mercado de trabalho bateu recordes, de outro o endividamento das famílias virou dor de cabeça para a gestão petista antes das eleições. O percentual de famílias brasileiras com dívidas a vencer manteve-se estável no patamar recorde de 82% em agosto, afirmou na quinta-feira (10) a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).
Para Vale, a situação pode explicar o mau humor de parte da população, mas o quadro econômico em linhas gerais ainda é favorável para Lula.
O principal adversário do presidente neste ano, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), vem mostrando crescimento nas pesquisas de intenção de voto. “Se você olhar aquilo que afeta mais o consumidor, como inflação e desemprego, isso está em seus melhores momentos. Se o Lula perder agora, não vai ser por conta da economia. Vai ser por outras questões mais relacionadas à política”, diz Vale.
Até então, o segundo mandato do petista (2007-2010) havia acumulado a menor inflação às vésperas de uma eleição. A alta registrada pelo IPCA foi de 19% no intervalo de janeiro de 2007 a agosto de 2010.
Na gestão de Jair Bolsonaro (PL), que antecedeu o terceiro mandato de Lula, o índice acumulou inflação de 25,3%. A variação foi observada de janeiro de 2019 a agosto de 2022.
O economista Fábio Romão, da consultoria 4intelligence, afirma que boas safras contribuíram para frear o IPCA durante o governo Lula 3. Além desse fator, que tem relação com o clima, o impacto menor do câmbio e o rearranjo de cadeias produtivas após a pandemia também ajudam a explicar o contexto desde 2023, segundo Romão.
Ele, porém, chama a atenção para a diferença entre a inflação, que mede o ritmo de aumento de bens e serviços, e o nível dos preços. Nesse sentido, Romão lembra que o custo dos alimentos vem de uma forte pressão da época da pandemia, embora tenha subido menos nos últimos anos. “Há um mal-estar gerado pela dificuldade de comprar no supermercado uma coisa que é basal. Você pode não comprar uma roupa ou postergar a compra de um veículo. No caso da alimentação, como é algo basal, esse raio de manobra é menor”, diz.
Principais quedas de alimentos em agosto
Principais altas de alimentos em agosto
Por Marcelo Tognozzi
Colunista do Poder360
O professor Alípio Silveira, em cujos livros estudaram muitos ministros e ex-ministros do Supremo, dizia que juiz não aplica a lei a partir de sentimentos pessoais ou simpatias de qualquer natureza. Se existir conflito entre o mandamento da lei e a opinião do juiz, sucumbe a opinião do juiz.
O Supremo foi empurrado para uma encruzilhada nesta crise sem precedentes porque sentimentos pessoais e simpatias prevaleceram e, em alguns casos, a opinião do juiz valeu mais que a letra da lei. E, assim, a Corte foi se enredando num labirinto.
Leia maisNo próximo 15 de setembro, terá de decidir se investiga, ou não, o ministro Alexandre de Moraes. Serão oito os ministros aptos a votar, porque Dias Toffoli já se deu por impedido e Moraes não participará da sessão. Estarão presentes Edson Fachin, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Flávio Dino, André Mendonça, Kássio Nunes Marques, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin. Como serão sete ministros a votar, o presidente Edson Fachin não deve dar seu voto de minerva. O resultado tende a ser 4 X 3 para um ou para outro lado.
O problema é que, independentemente da decisão, a Corte precisará de um grande trabalho de resgate. O Tribunal não pode viver uma disputa permanente de poder político, como estamos assistindo. Não é aceitável que seus juízes mirem adversários do governo ou da oposição em plena reta final de uma eleição disputadíssima, tanto para os cargos majoritários quanto para a Câmara dos Deputados.
Há questões muito delicadas, muito além dessas disputas, que aprofundam o labirinto em que se meteu o Supremo. A principal é a suspeita de que, além de André Mendonça, os ministros Kássio Nunes Marques e Luiz Fux, ou seus familiares, teriam sido investigados ilegalmente. Circularam notícias nesse sentido, e é importante uma confirmação, porque, além de ilegal, é mais uma aresta a ser aparada.
No dia em que o Supremo se reunir para decidir sobre o caso Alexandre de Moraes, o Brasil inteiro estará ligado na TV Justiça acompanhando o que, inevitavelmente, transformará essa reunião em mais um round da disputa eleitoral. As pesquisas internas do PT e do PL indicam que a imagem do presidente Lula está muito associada à de Alexandre de Moraes. Antes do início da campanha, a base parlamentar do presidente explorou essa associação como um ativo. Mas, assim como certos investimentos de risco do mercado financeiro, ele perdeu valor na medida em que o Caso Master foi ocupando o noticiário com mensagens que, uma vez esclarecidas por investigação isenta, podem comprovar se o ministro cometeu ilegalidade nas relações com Daniel Vorcaro.
A corte já passou por momentos muito difíceis, mas nenhum deles como o de agora. Em 10 de março de 1971, o ministro Adaucto Lúcio Cardoso (1904-1974) tirou a toga e anunciou sua renúncia ao cargo como protesto por a Corte ter decidido pela constitucionalidade da censura prévia imposta pela ditadura militar aos meios de comunicação e aos livros. Ex-presidente da Câmara, apoiou o golpe de 1964 na ilusão de que, uma vez expurgados Jango e os comunistas, a normalidade democrática seria retomada. Carlos Lacerda acreditou na mesma lorota, assim como Juscelino Kubitschek, então senador por Goiás, eleitor de Castelo Branco no colégio eleitoral que legalizou a posse do 1º general presidente.
O problema de Adaucto, Lacerda e JK é que eles imaginaram serem amigos do monstro, crédulos de que ele mirava só o ex-presidente, seus aliados e a esquerda, que nunca seriam molestados. Esse é sempre o maior problema de quem acredita em monstros amigos e, mais dia menos dia, acabam por eles engolidos. Foi assim com Adaucto, de ministro a inimigo do regime, JK de eleitor de Castelo Branco a político cassado e exilado, e Carlos Lacerda, também cassado.
No fim dos anos 1990, o Brasil viveu um dos piores escândalos de corrupção do Judiciário, quando o juiz Nicolau dos Santos Neto, o juiz Lalau, foi flagrado desviando dinheiro das obras do Fórum Trabalhista de São Paulo, cuja construtora pertencia ao então senador Luiz Estevão. Uma CPI foi instalada. O desvio apurado pelo Ministério Público chegou a mais de R$ 169 milhões em dinheiro da época. O juiz foi preso e depois condenado. Luiz Estevão, cassado pelo plenário do Senado em 28 de junho de 2000, foi condenado e preso.
A crise provocada por Nicolau dos Santos Neto criou reação no Congresso e na própria Justiça. Veio a reforma do Judiciário por meio da Emenda Constitucional 45 de 2004. Foi abolido o cargo de juiz classista, criado o Conselho Nacional de Justiça e instituída a súmula vinculante, obrigando os demais órgãos do Judiciário e a administração pública a seguirem entendimentos consolidados da Corte.
Para sair do labirinto imposto pela crise atual, será necessária nova reforma do Judiciário, a ser tratada pelo Congresso eleito em 4 de outubro. Não há outro caminho para resgatar a Corte. Nos últimos dias, foram inúmeras as pressões para o desfecho racional da crise. A principal chegou numa carta assinada por 13 ex-ministros do Supremo, dirigida ao presidente Edson Fachin, pedindo solução para o impasse sob pena de o Tribunal perder o prestígio e a credibilidade perante o povo e comprometer a estabilidade democrática.
Os magistrados subscritores da carta cumpriram seu papel institucional com zelo e todos, sem exceção, deixaram o Tribunal levando com eles os louros da dignidade e da moralidade. Ministros que conheci de perto, como Nelson Jobim ou Sepúlveda Pertence, foram brilhantes não somente pelo conhecimento e cultura jurídica, mas pelas escolhas refletidas nas suas condutas enquanto juízes.
Alípio Silveira era irmão do meu avô. Seu sobrinho, o ex-desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo Silveira Neto, nas conversas em volta da mesa, depois do almoço de família, dizia que, quando alguém é nomeado para o Supremo entra para a história querendo ou não. Mas, apesar disso, o novo ministro tinha de decidir se entraria para a história pela porta da frente ou pela porta dos fundos.
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Por Gastão Cerquinha Neto*
Os jardins de chuva são um tipo de infraestrutura verde que ajudam as cidades a lidar com as mudanças climáticas. Essas estruturas recebem a água da chuva e ajudam a infiltrar no solo, reduzindo e desacelerando o escoamento que poderia gerar alagamentos.
Todo o processo começa com a chuva que cai sobre telhados, calçadas ou qualquer superfície impermeável. Nas cidades, essa água escoa e procura os meios-fios das ruas e bocas-de-lobo por onde seguem para as galerias de drenagem. Quando a galeria fica sobrecarregada, as ruas alagam, provocando transtornos. Com o jardim de chuva esse processo é interrompido, e a água antes de chegar às galerias passa por um jardim de chuva.
Leia maisAparentemente, parecerá um canteiro como qualquer outro na cidade. Porém, no subsolo dessas estruturas há muita tecnologia e ciência. Camadas de materiais escolhidos minuciosamente são capazes de captar, armazenar e infiltrar grandes quantidades de água no solo. Além do benefício para a cidade, reduzindo os alagamentos, os jardins ajudam a recarregar o lençol freático e reduzem as altas temperaturas dos centros urbanos, tornando o clima mais ameno, principalmente, em tempos de mudanças climáticas e ondas de calor.
Benefício reconhecido
Em São Paulo, a experiência na construção de grandes estruturas cinzas, como os piscinões e canais, mostrou que é preciso muito mais do que medidas convencionais para resolver os alagamentos. Ou ainda, que tais estruturas, além de muito caras, tem muitas limitações, em um mundo com incertezas quanto ao futuro das águas nas cidades, necessitando alternativas sustentáveis, duráveis e econômicas. Para isso, a cidade tem espalhado jardins de chuva, onde hoje já são 528 implantados com meta de dobrar esse número nos próximos dois anos.
Jardins de chuva são elementos importantes na infraestrutura de cidades dos Estados Unidos, utilizados no gerenciamento das águas pluviais, em busca de um urbanismo sensível às águas. Nova York, por exemplo, possui um plano de infraestrutura que inclui jardins de chuva desde 2010, e hoje já são mais de 4.500 implantados. Com tamanhos variados, cada estrutura consegue reter e manejar até 7 m³ de águas pluviais.
Estrutura em camadas
Além dos cuidados que uma obra requer, se você deseja construir um jardim de chuva e contribuir para reduzir os alagamentos, deve ficar atento a alguns detalhes. Basicamente, é feita uma vala de largura 2 metros e comprimento 5 metros, que varia conforme a disponibilidade do local. A profundidade está em torno de 1 metro, limitada a existência de lençol freático. A primeira camada no fundo é a camada de suporte, com um material permeável como o pó de pedra envolvido em geomembrana, que permite passar a água, mas segura os agregados. Acima dessa camada, vem talvez a camada mais importante, composta por brita nº 3, onde a água ficará armazenada por um tempo, permitindo a infiltração, que ocorre lentamente no solo.
Uma boa camada de substrato para as plantas sobre a brita é importante para que a vegetação permaneça saudável no jardim de chuva. As plantas irão ajudar na redução da temperatura, sejam arbustivas, herbáceas ou até árvores de pequeno porte compatíveis com o tamanho da estrutura.
Assim, os jardins de chuva representam muito mais do que um elemento paisagístico no cenário urbano, eles são um verdadeiro pacto de resiliência entre a cidade e a natureza. Ao aliar ciência, sustentabilidade e infraestrutura verde, essas estruturas provam que a solução para os desafios climáticos do futuro não está apenas em grandes obras de concreto, mas em reaprender a conviver com o ciclo natural das águas dentro do próprio ambiente urbano. Seja por meio de políticas públicas ou de iniciativas locais, investir nessa tecnologia é pensar em uma cidade preparada para as próximas gerações.

*Engenheiro civil, doutor em Recursos Hídricos pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Atualmente, é tecnologista do Cemaden (MCTI) em São José dos Campos (SP).
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