











A Prefeitura do Recife embargou uma obra da RD Saúde, grupo farmacêutico que representa a Drogasil, após identificar irregularidades na construção de uma nova unidade da rede no bairro das Graças, na Zona Norte. A empresa adquiriu o terreno, localizado na Rua do Futuro, nº 41, e demoliu o antigo sobrado que ocupava o imóvel para dar lugar à farmácia. Segundo a gestão municipal, a empresa foi multada em quase R$ 130 mil. As informações e as imagens são da Folha de Pernambuco.
De acordo com a prefeitura, equipes de fiscalização estiveram no local nos dias 19 e 29 de setembro: “Na primeira ocasião, o imóvel estava sendo alvo de demolição sem autorização e na nova fiscalização constatou a falta de licença de construção”.
Procurada pela reportagem, a RD Saúde informou, em nota, que “prestou esclarecimentos à prefeitura e colabora com as autoridades para a retomada da obra”. Desde o embargo, os serviços permanecem paralisados. Em visita ao local na última quarta-feira (7), a Folha de Pernambuco constatou que o maquinário havia sido retirado e que tapumes foram instalados para impedir a visualização do interior do terreno. Imagens compartilhadas com o jornal mostram que o imóvel demolido tinha dois pavimentos, colunas de tijolos, muro baixo e jardim.
O advogado e professor de Direito Ambiental Sérgio Urt Moraes relatou à reportagem problemas durante a demolição. “Em 19 de setembro, um sábado, por volta das 8h, já estava lá todo o cenário de tragédia.Um monte de caçamba na frente do prédio. Os destroços se espalharam pela calçada e pela rua, não houve controle de trânsito, e uma máquina de muitas toneladas passou por cima da calçada, exatamente onde passam as tubulações de gás e água do bairro. Uma caixa d’água antiga também foi derrubada sem cuidado, junto com outros detritos que aparentavam conter amianto”, disse.
O secretário de Segurança Cidadã, Mobilidade e Defesa Civil de Paulista, Ricardo Bombeiro, enfrenta desgaste dentro da gestão do prefeito Severino Ramos (PSD), segundo informações do Blog do Luiz Neto. Relatos de fontes próximas ao secretário apontam insatisfação entre servidores efetivos, comissionados e integrantes do primeiro escalão, que o considerariam centralizador. Auxiliares diretos também afirmam que ele estaria tentando concentrar mais poder do que o próprio prefeito. Entre os atritos mencionados está o do secretário executivo de Mobilidade Urbana, Professor Murilo, que teria perdido atribuições e espaço administrativo.
Outro integrante da gestão que estaria enfrentando problemas com Ricardo Bombeiro é o secretário de Serviços Públicos, Agrailson de Ramos. Segundo fontes ouvidas pelo blog, o titular da pasta de Segurança estaria articulando medidas administrativas para desestabilizar o trabalho do colega. Os relatos, contudo, não foram confirmados pelos envolvidos. O desgaste também teria chegado à Câmara Municipal, onde um grupo de vereadores estaria articulando uma apuração sobre contratos e procedimentos administrativos da secretaria, especialmente os relacionados aos patinetes elétricos, às ciclovias e às ciclofaixas.
Ainda de acordo com a publicação, auxiliares do próprio Ricardo Bombeiro estariam reunindo documentos e encaminhando o material a vereadores para análise, com o objetivo de subsidiar questionamentos sobre a condução administrativa da pasta. A existência e o conteúdo dessas entregas não foram confirmados oficialmente. Uma auditoria na secretaria também estaria entre as medidas discutidas pelos parlamentares, que avaliam a possibilidade de convocar o secretário para prestar esclarecimentos no plenário da Câmara. As iniciativas, porém, ainda dependem de formalização.
Além dos questionamentos políticos, interlocutores da gestão também demonstrariam insatisfação com as entregas e a condução administrativa da secretaria. Em meio ao cenário de desgaste, circulam informações sobre uma possível saída de Ricardo Bombeiro do governo municipal. Até o momento, uma eventual exoneração ainda não foi confirmada oficialmente.
Por Estadão Conteúdo
Um jato executivo com nove pessoas a bordo mergulhou de nariz em um bairro do sul da Flórida ontem 1º de novembro, e se transformou em uma gigantesca bola de fogo que pareceu passar bem perto das casas antes de cair perto de uma via movimentada, criando uma enorme cratera em chamas no asfalto. Não se soube imediatamente se alguém a bordo do Learjet 60 ou no solo, no bairro do condado de Palm Beach, ficou ferido ou morreu.
A aeronave havia decolado do Aeroporto Internacional de Austin-Bergstrom, no Texas, e seguia para as Bahamas, de acordo com a Administração Federal de Aviação (FAA). As autoridades não informaram imediatamente o que causou a queda do jato nem quem estava a bordo.
Jim Reynolds, porta-voz do Aeroporto Internacional de Austin-Bergstrom, afirmou que se tratava de uma aeronave particular. Ele não pôde fornecer detalhes imediatamente sobre quem estava a bordo do voo. “Esta é, sem dúvida, uma tragédia”, disse ele. Ele informou que o número de cauda da aeronave era N722BD.
Vídeos gravados por pessoas dentro de seus carros capturaram o momento aterrorizante em que a aeronave despencou do céu, antes de colidir perto da rodovia e explodir. Chamas tremeluziam ao redor de pedaços de pavimento que se espalhavam pela cratera, enquanto as pessoas se aglomeravam, expressando choque pelo fato de a aeronave ter caído a apenas pés de distância de casas e a apenas polegadas de veículos que passavam. Uma espessa fumaça preta envolveu o local do acidente.
Não ficou claro se o acidente causou algum dano às casas. O acidente ocorreu próximo à Military Trail e à 10th Avenue North. O Gabinete do Xerife do Condado de Palm Beach fechou as vias em ambas as direções e pediu aos motoristas que evitassem a área. Bombeiros e outras equipes de emergência correram para o local. Uma mulher que trabalhava nas proximidades disse que a energia elétrica na área ficou cortada por aproximadamente duas horas após o acidente.
As circunstâncias do acidente continuavam sob investigação.
O Grupo Mateus, terceira maior rede de supermercados do Brasil, realizou uma grande reestruturação de seus negócios, com o fechamento de 28 lojas e demissão de 6 mil funcionários. De acordo com a empresa, as mudanças fazem parte de uma estratégia para diminuir despesas, melhorar os resultados financeiros e concentrar investimentos nas operações mais rentáveis.
A empresa registrou uma redução de 6.673 trabalhadores em apenas três meses. Paralelamente, desativou lojas especializadas na venda de eletrodomésticos, móveis e eletrônicos, além de modificar o funcionamento de outros estabelecimentos comerciais. O processo ocorreu depois de um período de forte expansão, marcado pela abertura de novas unidades, ampliação da presença em diferentes mercados e investimentos em centros de distribuição. As informações são do jornal Tempo Novo.
Leia maisApesar dos fechamentos e da diminuição do quadro de pessoal, a companhia continua entre as maiores redes supermercadistas do Brasil e mantém projetos de crescimento em regiões consideradas estratégicas. O Grupo Mateus possui operações em estados como Maranhão, Pará, Piauí, Ceará, Sergipe e Bahia.
O grupo registrou uma redução expressiva em seu quadro de trabalhadores entre dezembro de 2025 e março de 2026. No encerramento de 2025, a companhia contava com aproximadamente 47,9 mil funcionários nas operações incluídas no levantamento. Três meses depois, esse número havia diminuído para cerca de 41,2 mil. A diferença corresponde a 6.673 trabalhadores, representando uma redução aproximada de 13,9% no período.
A reorganização envolveu mudanças nas estruturas administrativas, nas equipes operacionais e na distribuição de funcionários entre diferentes estabelecimentos. O grupo não apresentou um levantamento detalhado com a quantidade de trabalhadores desligados em cada cidade ou estabelecimento.
Outro ponto importante envolve a interpretação dos números. A redução de 6.673 empregados representa a diferença líquida entre o quadro de funcionários registrado em dezembro e março.
Portanto, esse total não significa necessariamente que exatamente 6.673 pessoas tenham sido demitidas, já que a variação também pode incluir pedidos de desligamento, contratações e outras movimentações internas. Mesmo assim, os dados demonstram a dimensão dos ajustes promovidos pela gigante supermercadista.
Encerramento de 28 lojas em vários estados
Além das mudanças no quadro de funcionários, o Grupo Mateus decidiu encerrar parte de suas operações comerciais. Ao longo de 2025, a companhia fechou 28 estabelecimentos da bandeira Eletro Mateus, voltada à comercialização de eletrodomésticos, móveis, eletrônicos e outros produtos para o lar.
Embora o grupo esteja entre as maiores empresas supermercadistas do Brasil, as unidades encerradas pertenciam ao segmento de eletroeletrônicos. Dessa maneira, os fechamentos não representam o encerramento de 28 supermercados tradicionais.
O Pará esteve entre os estados com maior número de unidades afetadas. Somente no último trimestre de 2025, o grupo encerrou 13 lojas da Eletro Mateus no estado.
Além disso, a reestruturação provocou mudanças em outros 20 estabelecimentos de varejo alimentar. Nessas unidades, a companhia eliminou os departamentos de eletrodomésticos e eletrônicos mas manteve o funcionamento das demais atividades comerciais.
Com essa mudança, os espaços passaram a priorizar alimentos, bebidas, produtos de limpeza e outros itens que fazem parte da rotina dos supermercados. Apesar das mudanças, a empresa não disponibilizou uma relação pública completa com os endereços de todas as 28 lojas encerradas.
O fechamento dos estabelecimentos faz parte de um processo de reorganização iniciado depois de anos de crescimento acelerado. Durante esse período, o Grupo Mateus ampliou sua atuação em diferentes estados, inaugurou supermercados, fortaleceu o segmento de atacarejo e investiu em centros de distribuição.
A expansão, porém, também elevou os gastos necessários para manter uma estrutura comercial de grande porte. A administração começou a revisar investimentos e identificar atividades que poderiam passar por ajustes. Uma das principais decisões envolveu a redução da presença no segmento especializado de eletrodomésticos e eletrônicos. Com isso, a empresa busca concentrar recursos nos negócios relacionados ao comércio de alimentos.
Apesar dos fechamentos, o Grupo Mateus não anunciou a paralisação de suas atividades no Brasil.
Lucro da rede de supermercados
Os resultados financeiros divulgados pelo Grupo Mateus mostram que a companhia enfrenta desafios para manter sua rentabilidade.
No segundo trimestre de 2026, a empresa apresentou lucro líquido atribuído ao grupo de R$ 236,8 milhões. O resultado representou uma diminuição de aproximadamente 39,3% em relação ao mesmo período de 2025, quando o lucro havia alcançado cerca de R$ 390 milhões.
A queda também apareceu nos números acumulados do primeiro semestre. Entre janeiro e junho de 2026, o grupo registrou lucro líquido atribuído à companhia de R$ 449,7 milhões, valor 32,1% inferior ao observado nos seis primeiros meses do ano anterior.
Outro indicador que apresentou resultado negativo foi o desempenho das vendas nas mesmas lojas. No segundo trimestre, essas vendas diminuíram 8%. Já no acumulado dos primeiros seis meses do ano, a retração chegou a 7,7%.
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Por Agência O Globo
Menos de uma semana após o fim da eleição que sagrou Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reeleito ao posto pelo quarto mandato, o entorno da presidência especula quem entra e quem sai para ocupar postos nos ministérios.
As acomodações vão desde a pessoas que se envolveram arduamente na campanha da virada no segundo turno, até quadros de partidos aliados derrotados e que devem ocupar algum posto ao lado do petista.
Leia maisO entorno de Lula afirma que ele só deve começar a decidir a composição do ministério em seu quarto mandato depois de 16 de novembro, quando retornar de uma viagem à Turquia e às Filipinas. O presidente participará da COP31 na cidade turca de Antália e da cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático na cidade filipina de Cebu.
Veja os nomes citados ao longo da semana.
Lincoln Gakiya
A criação do Ministério da Segurança Pública desponta como a principal novidade da Esplanada no quarto mandato de Lula. Prometida pelo presidente para ampliar a atuação do governo federal no combate ao crime organizado, a nova pasta já tem nomes cotados para o comando, entre eles o do promotor de Justiça Lincoln Gakiya, conhecido por sua atuação contra o Primeiro Comando da Capital (PCC).
Interlocutores do presidente afirmam que nenhum nome foi sondado para a função até o momento, mas que já há perfis sendo considerados internamente.
De acordo com aliados, Lula pretende dar peso institucional e protagonismo ao tema no seu quarto mandato, além manter o tom mais duro de combate ao crime, semelhante ao que adotou durante a campanha eleitoral. No segundo turno, o presidente chegou a usar o lema: “Para o povo trabalhador, a proteção. Para o bandido, a prisão.” A criação da pasta é uma promessa de campanha e depende da aprovação da PEC da Segurança no Senado.
Gakiya é considerado o maior especialista em combate ao PCC no país. Em 2019, enquanto o governo de São Paulo hesitava por medo de uma reprise do terror dos atentados de 2006, Gakiya decidiu agir sozinho para isolar a cúpula da facção no sistema penitenciário federal. Sem apoio formal do governador ou do procurador-geral, protocolou o pedido de transferência de Marcola e outros 21 líderes. Um ato que ele mesmo classifica como seu “decreto irreversível de morte”. Hoje, sua escolta rivaliza com a de governadores e presidentes.
Rafael Fonteles
Um dia depois do triunfo eleitoral sobre Flávio Bolsonaro (PL), com a pressão do mercado financeiro e o derretimento da Bolsa, o governador do Piauí, Rafael Fonteles, passou a ser cotado para o ocupar o cargo de maior destaque na Esplanada, o Ministério da Fazenda.
Como O Globo mostrou, Fonteles ampliou os investimentos no estado, mas enfrenta um déficit nas contas públicas. O matemático obteve à frente do estado um forte crescimento da arrecadação pública, que possibilitou uma ampliação significativa dos investimentos, mas com resultados primários negativos nos últimos anos.
Fonteles caiu nas graças de Lula no segundo turno da campanha presidencial. Ele foi um dos incentivadores de que o presidente usasse mais a comunicação nas redes, por exemplo. Formado com láurea acadêmica em Matemática com apenas 19 anos e com mestrado em Economia Matemática pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), o governador é visto como um quadro técnico dentro do PT. No mercado financeiro, os interlocutores que o conhecem elogiam o seu trabalho.
No Piauí, o atual governador assumiu como secretário da Fazenda com 29 anos de idade, em 2015, e ficou até 2022 no cargo, quando se candidatou e foi eleito como governador do estado. Neste ano, foi reeleito no primeiro turno, com 70,9% dos votos válidos, o maior percentual do país.
João Campos
O ex-prefeito de Recife João Campos é considerado por aliados de Lula um nome certo para participar do ministério do petista. Sem mandato depois de ser derrotado por Raquel Lyra (PSD) na disputa pelo governo de Pernambuco, Campos preside o PSB, principal partido aliado do PT.
Segundo um auxiliar do presidente reeleito, a expectativa é que o ex-prefeito seja indicado na primeira conversa formal que o PSB tiver com Lula para discutir a composição do novo governo. Não há até o momento uma definição sobre qual pasta ele ocuparia.
O entorno do petista considera possível, porém, que o PSB pleiteie o Ministério da Ciência e Tecnologia, que foi comandado por Eduardo Campos, pai de João, entre 2004 e 2005, no primeiro mandato de Lula. Hoje, a pasta é comandada por Luciana Santos, filiada ao PCdoB.
Geraldo Alckmin
Vice de Lula na gestão passada e na próxima que virá, Geraldo Alckmin (PSB) teve uma atuação relevante na segunda etapa do pleito e é cotado para o Ministério da Fazenda. Durante quase todo o terceiro mandato do petista, o ex-governador de São Paulo acumulou o cargo de ministro da Indústria e Comércio.
Camilo Santana
Senador pelo Ceará e ex-ministro da Educação, o petista Camilo Santana é cotado para algumas pastas. Por seu discurso considerado mais duro dentro do partido de combate à criminalidade, o novo Ministério da Segurança Pública poderia ser ocupado por ele.
Mais próximo ainda de Lula no segundo turno, e após uma campanha que garantiu o segundo mandato de Elmano de Freitas à frente do governo do Ceará após derrotar Ciro Gomes no primeiro turno, Camilo também é cotado para assumir a Casa Civil, atualmente sob o comando de Rui Costa. Um aliado do presidente diz ser preciso nacionalizar a imagem do cearense para projetá-lo como possível sucessor de Lula.
André Janones
Após arregimentar 10 milhões de usuários como “general” no canal de WhatsApp “Exército do Lula”, o deputado reeleito André Janones (Rede-MG) pode ganhar algum cargo junto ao Lula 4. Ao longo da semana, o mineiro afirmou que seguirá a orientação de Lula, seja à frente de um ministério ou na Câmara dos Deputados.
O parlamentar almoçou com o presidente na última quinta-feira e, antes do encontro, disse que considera mais útil permanecer no Congresso, mas não descartou assumir um cargo no governo caso seja convidado.
Janones ganhou força após sua atuação na mobilização digital da campanha eleitoral e passou a ter o nome ventilado como uma possibilidade para a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom). Questionado sobre o assunto, afirmou que não recebeu convite.
Fernando Haddad
O ex-ministro da Fazenda representa uma incógnita. Antes das eleições, ele era dado como praticamente certo para ocupar a Casa Civil. No entanto, o desempenho nas urnas, com a derrota ainda no primeiro turno na disputa pelo governo de São Paulo, colocou em dúvida a indicação para o cargo e deixou incerto o espaço que Haddad ocupará em um eventual novo governo Lula.
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A cônsul honorária do México no Recife, Iara Flores Dubeux, morreu na madrugada desta segunda-feira (2). A cerimônia de despedida está prevista para a tarde, no cemitério Morada da Paz, em Paulista. As informações são do Portal Mais 360 Pernambuco.
Iara teve uma trajetória marcada pela aproximação cultural e diplomática entre Pernambuco e o México. Ela era a quarta integrante da família Dubeux a ocupar o cargo, dando continuidade a uma história que começou em 1920 e atravessou mais de um século.
À frente do consulado, participou de iniciativas de divulgação da cultura mexicana, como as celebrações da Independência do México e o tradicional Día de los Muertos. Também atuava no acolhimento e na assistência à comunidade mexicana residente em Pernambuco.
O Consulado Honorário do México no Recife foi inaugurado em 19 de dezembro de 1904. Em 2024, ao completar 120 anos, a representação diplomática destacou oficialmente o trabalho de Iara na promoção das tradições mexicanas e no fortalecimento dos vínculos entre os dois países.
Por José Adalbertovsky Ribeiro*
MONTANHAS DA JAQUEIRA – O General Medo venceu as eleições no reino de Pindorama. “Um fantasma ronda a Europa”, dizia o energúmeno Karl Marx no Manifesto Comunista de 1848, o mais infame tratado político da humanidade desde o século XIX. Os vermelhos ressuscitaram fantasmas nos tempos de agora. Um fantasma ronda o Brazil S.A., o fantasma do fascismo — disseram os lobisomens. “Boi, boi, boi da cara preta, pega esse menino que tem medo de careta”.
Ninguém precisa entender o que seja o fascismo. Basta ter medo do boi da cara preta. A seita vermelha exumou o fascismo de Mussolini na Itália, sepultado desde a década de 1940.
Vejamos a performance do General Medo durante as eleições. Cada vez que a infantaria vermelha espalhava maldades contra o Programa Bolsa Família, eles sonorizavam: Estamos lutando contra o fascismo e pelo Bolsa Família de nossos filhos, netos e bisnetos, até que este País se transforme num imenso curral eleitoral tipo o Maranhão do faraó Ribamar Sarney. O guru da seita vermelha também é candidato a faraó.
O Bolsa Família é o cuscuz da democracia, a sustança da democracia. O que seria da democracia se não fosse o cuscuz e o jabaculê?! O SUS é a joia da coroa republicana. Dizendo-se doentes e dependentes do Sistema, a patota do cordão encarnado atacou SUS pelas costas. Disseram que os doentes ficariam sem remédio e sem benefícios, apenas por malvadeza dos reacionários golpistas.
O que dizer do cowboy Donald Tramp?! Ele estava de olho gordo nas terras raras destas terras tropicais. Era o comandante em chefe dos bois das caras pretas, em guerra contra a tribo dos peles vermelhas.
Voltando ao início, Flávio Bolsonaro foi um candidato derrotado de antevéspera. Entrou no páreo por um erro de cálculo do patriarca Jair para manter o clã em evidência. O guru da seita vermelha adorou, era seu sparring preferencial. O candidato natural das oposições seria o governador Tarcísio de Freitas para derrotar o vermelhão por nocaute. Mas, o se histórico não existe.
Flavio fez campanha apenas para cumprir tabela no campeonato Brasileirão. Na reta final, foi derrotado por incompetência diante do rolo compressor do PT. Agora no exílio, Flávio tá lascado.
O vitorioso Tarcísio de Freitas tá na linha, aliás, continua na linha. Tornou-se o líder natural das oposições nesta pinoia. Consta que maioria eleita do Congresso Nacional é conservadora ou de direita. Bobagem. Até o meio do ano essa turma vira a casaca. Alguém duvida?
Se o maior gângster da história deste Brazil S.A., o vulcão, for condenado a uma cadeia pesada feito Débora do batom ou se devolver a fortuna roubada, eu renuncio ao meu mandato de aiatolá da República.
Nesta hora grave e solene eu repito, com amor no fígado e no coração, o mantra do meu ídolo o economista Roberto Campos: “Esta Terra de Vera Cruz, a terra da verdadeira Cruz, não corre nenhum risco de dar certo!” Falei.
*Periodista, escritor e quase poeta
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Gustavo desponta para presidente da Alepe, mas Podemos não quer contrariar Raquel
Decano da Casa, o deputado Antônio Moraes, que atuou por muito tempo no PP e emplacou o oitavo mandato pelo PSD, é o candidato preferido da governadora Raquel Lyra (PDS) para presidir a Assembleia Legislativa, sucedendo a Álvaro Porto (MDB), impedido de disputar a reeleição, conforme restrições do regimento interno.
Raquel construiu uma ampla base de apoio partidário para o seu segundo mandato. Seu partido e o PSB saíram das urnas com o maior número de deputados eleitos — nove, cada um. O PP, de Eduardo da Fonte, que tinha a maior bancada, detém agora sete cadeiras, seguido do Podemos, com seis e o PT, que ampliou de quatro para cinco a sua representação.
Leia maisDiferentemente do que ocorreu na legislatura passada, quando já queria Moraes presidente e foi surpreendida pelas articulações, a força e o prestígio de Álvaro na Casa, que acabou eleito, a governadora, aparentemente, não terá dificuldades na eleição de um aliado para o comando do Legislativo Estadual.
Mas, entre os próprios deputados governistas, identifiquei uma discreta resistência ao nome de Moraes. Há quem já fale em lançar o nome de Gustavo Gouveia (Podemos), irmão do deputado federal eleito Marcelo Gouveia, presidente estadual da legenda. Apurei, entretanto, que Marcelo não fará nenhum movimento que venha a criar problemas para Raquel e que seu grupo ficaria satisfeito sendo contemplado com a primeira-secretaria para Gustavo, que já exerceu a função.
Segundo um parlamentar governista, com o apoio dos partidos de oposição — PSB e PT somam 14 votos — e a dissidência de partidos da base, como o PP, o Podemos, que elegeu seis deputados, poderia ir para o confronto do bate-chapa com Moraes e promover uma reviravolta no jogo.
“Mas Marcelo está plenamente afinado com a governadora e se o candidato for Antônio Moraes o partido não criará nenhum impedimento”, disse um parlamentar da base governista muito próximo ao presidente do Podemos.
TENÓRIO LEMBRADO – Nos bastidores da Alepe, outro nome ventilado para disputar a Presidência é o de Joãozinho Tenório, do PSD de Raquel. Segundo um parlamentar da oposição, Tenório não teria restrições de nenhum partido, porque é hábil na articulação, transita bem na Casa e tem a confiança da governadora. Tanto que já foi líder do Governo com excelente desempenho. “Não identifico nenhuma resistência ao nome dele”, disse o mesmo parlamentar oposicionista, ao traduzir o ambiente na Casa sobre a sucessão de Porto.

Podemos quer a primeira-secretaria – Se a governadora não abrir mão da indicação de Antônio Moraes para suceder a Álvaro Porto, o Podemos vai exigir em troca a primeira-secretaria para Gustavo Gouveia, irmão de Marcelo Gouveia. O deputado não conseguiu ser reeleito para a função, há dois anos, graças a uma manobra da oposição, que emplacou Francismar Pontes (PSB), muito querido na Casa. Passa pelo primeiro-secretário o poder de controlar o orçamento e os atos administrativos do Legislativo, com autonomia, mas em perfeita sintonia com o presidente.
Débora secretária, Marconi deputado – Quantos deputados estaduais a governadora vai convocar para o seu novo Secretariado? A deputada Débora Almeida (PSD) está entre os nomes mais especulados para o primeiro escalão, porque, além de ser muito próxima a Raquel, abriria a sua vaga na Alepe para o primeiro-suplente Marconi Santana (PSD), ex-prefeito de Flores, que teve mais de 42 mil votos, mas não se elegeu. Santana seria mais um representante do Sertão na Alepe.
A fagulha – De Raul Rabelo, o marqueteiro de Lula no segundo turno ao explicar numa entrevista ao Globo o que levou o comando do presidente a mudar a estratégia de campanha do primeiro para o segundo turno: “Tivemos um susto (com Flávio à frente de Lula) e isso trouxe uma mobilização com mais força. Foi natural que a gente reagisse com energia. No primeiro programa de TV do segundo turno, trouxemos aquela molecada que estourou de voto, como a Camila Jara (PT-MS), Ana Elisa (PT-MG), Guilherme Cortez (PSOL-SP). Essa juventude começou a levar a campanha à frente. Houve também o movimento dos estudantes. Tudo isso acendeu a fagulha”.

O choro de Triunfo – Triunfo, a cidade mais charmosa e fria do Sertão, parou, literalmente, sábado passado, para chorar na despedida do jovem João Caio, de 26 anos, filho do ex-prefeito João Batista Rodrigues. Ele morreu num acidente de moto a caminho de Serra Talhada, na madrugada do próprio sábado, gerando um ambiente de profunda consternação no Estado, especialmente no Pajeú e fortemente em Triunfo. O prefeito Luciano Bonfim, que sucedeu a João, esteve na casa do amigo desde a hora que soube da fatalidade. “Uma tragédia, sem palavras”, resumiu. Bonfim decretou luto oficial por três dias no município.
CURTAS
BOICOTE – Na quinta-feira passada, uma ala do PT chegou a boicotar uma reunião da Executiva Nacional, instância decisória mais restrita, sob o argumento de que aquele não era o fórum adequado para avaliação da campanha. O presidente Edinho Silva convocou então um encontro do diretório para o dia 13 de novembro.
CRÍTICAS – No PT, a expectativa é que ele ouça críticas à condução da campanha eleitoral, da qual foi coordenador. Dirigentes do partido se queixam de concentração de decisões nas mãos de Edinho. Líderes estaduais cobram mais autonomia para decidir sobre o destino de recursos da legenda.
REBELIÃO – Aliados de Edinho, por sua vez, afirmam que a rebelião não tem relação com a condução da campanha de Lula. Eles atribuem a disputa interna à insatisfação de um grupo de petistas com um processo de esvaziamento de seu poder e uma proposta de intervenção no diretório do PT no Rio de Janeiro.
Perguntar não ofende: Quando Raquel vai dar o start da sucessão na Alepe?
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Há pouco mais de 40 anos, o Brasil festejava um momento histórico: a eleição e a futura posse do primeiro presidente civil, após duas décadas do regime militar. A internação na véspera da posse — e a morte inesperada do presidente eleito Tancredo Neves em 21 de abril de 1985 — mudou novamente os rumos da política nacional. E, ainda hoje, é cercada de mistérios e até teorias da conspiração.
Uma decisão dada pela Justiça Federal nesta semana pode começar a solucionar essas dúvidas. O Tribunal Regional Federal da 1ª Região foi unânime ao aprovar que a família de Tancredo tenha acesso a documentos sigilosos sobre a internação no Hospital de Base, em Brasília. As informações são do g1.
Leia maisO objetivo é sanar a dúvida da família — e de inúmeros eleitores da época — sobre a suspeita de erro médico. Tancredo Neves foi internado na véspera da posse presidencial com quadro de diverticulite — inflamação na região do intestino grosso. Ele morreu um mês depois, em 21 de abril de 1985.
Com a nova decisão, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF), devem liberar prontuários, relação de médicos e outros documentos. Procuradas pelo g1, as entidades afirmaram que ainda não foram oficialmente notificadas.
Caminho na Justiça
Apesar de a decisão ter chegado apenas em 2026, a busca por explicações começou em 2010, com a publicação do livro “O paciente”, de Luís Mir. Com autorização da família, o escritor pesquisou a fundo o período e encontrou falhas nos procedimentos.
A advogada Juliana Porcaro explica que a família pediu aos conselhos que liberassem os documentos, mas a demanda foi negada com base no sigilo da relação médico-paciente. Por isso, o caso foi parar na Justiça.
As hipóteses de erro médico levantadas pelo autor e pelos familiares se sustentam em quatro fatores.
• Cirurgia imediata: especialistas ouvidos pelo escritor questionam a decisão de uma cirurgia de emergência. Isso porque os procedimentos contra diverticulite costumam ser eletivos, ou seja, passíveis de agendamento enquanto o paciente segue com outros tratamentos.
• Técnicas questionáveis: Mais de 30 acompanhantes estiveram na sala de cirurgia durante o procedimento, o que é proibido por razões de segurança.
• Advertência: Médicos envolvidos no tratamento receberam advertência do CRM-DF. O motivo da notificação, no entanto, segue como um mistério.
• Falhas na recuperação: O autor acredita que falhas no protocolo de recuperação podem ter contribuído para complicações.
Uma das fotos mais emblemáticas da época é a foto de Tancredo Neves sentado ao lado dos médicos (foto principal). Por conta da região da cirurgia, no entanto, ele não poderia ter sido colocado naquela posição.
Após hemorragia e outras complicações, Tancredo foi transferido do Instituto do Coração (Incor) já em estado grave. “Quando ele veio a óbito, os médicos não tiveram coragem de declarar o óbito, eles chamaram o médico americano [Warren Zapol], que veio ao Brasil e avaliou”, conta Juliana.
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Do UOL
A Polícia Federal informou que dois servidores da Prefeitura de Tacuru, no Mato Grosso do Sul, admitiram ter sido os responsáveis por divulgar áudios com ameaças a indígenas da Aldeia Sassoró. O governo federal tem recebido denúncias de ameaças, racismo e violência contra comunidades indígenas depois das eleições.
O que servidores alegaram
Eles foram ouvidos pela PF e disseram que gravaram os áudios, mas não pretendiam colocar as ameaças em prática. “Falaram que foi da boca para fora”, afirmou a corporação ao UOL. Os nomes dos dois não foram divulgados.
Leia maisOs áudios falavam em envenenar água consumida por indígenas da aldeia, localizada em Tacuru. Após a divulgação das mensagens, a PF abriu investigação sobre o caso.
O diretor de Amazônia e Meio Ambiente da PF, Humberto Freire, disse que investigados culparam “bebedeira” por áudios. Ele afirmou à TV Morena que os servidores alegaram não ter como “materializar as ameaças” e minimizaram as mensagens, que chamaram de “besteira” e “palavra mal colocada”.
Freire disse ainda que investigações não se basearão apenas nas declarações dos servidores. A coleta de provas por parte da PF continua. Após a conclusão do inquérito, o material será encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para análise de eventuais responsabilizações.
Ministros vão ao Mato Grosso do Sul
Ministros do governo visitaram ontem aldeias ameaçadas. Eloy Terena (Povos Indígenas) e Janine Mello (Direitos Humanos e Cidadania) foram até as comunidades Taquapery, em Coronel Sapucaia (MS), e Sassoró, em Tacuru (MS), para reforçar as ações do governo na região e avaliar, em diálogo direto com as lideranças, a necessidade de medidas adicionais.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César e Lima, esteve em Dourados (MS). Ele realizou uma reunião de trabalho com as forças de segurança pública, abrangendo Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, a Força Nacional de Segurança Pública e órgãos estaduais, incluindo a Secretaria de Segurança Pública, Polícia Civil e Polícia Militar.
Denúncias estão sendo encaminhadas aos órgãos competentes para apuração. “Queremos ser absolutamente rigorosos para que nenhuma dessas práticas possa ocorrer sem a responsabilização. E, por outro lado, queremos tranquilizar a todos de que outros episódios não aconteçam mais”, declarou o ministro da Justiça.
O Ministério da Justiça atua em uma força-tarefa com as polícias estaduais para proteção das comunidades. “A ideia é que a força-tarefa se mantenha pelo tempo que for necessário, em diálogo permanente com o Ministério da Justiça, com a Polícia Federal, com a Defensoria Pública da União e com o Ministério Público”, declarou a ministra dos Direitos Humanos.
Terena afirmou não será permitida violência contra indígenas. “Não iremos permitir que nenhuma violência, nenhuma ameaça perpetrada contra comunidades indígenas ou seus integrantes será desconsiderada”, declarou o ministro dos Povos Indígenas a jornalistas ontem. Equipes da Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas) no estado foram enviadas às aldeias de onde vieram as denúncias, para conferir informações e prestar apoio.
O Ministério dos Direitos Humanos recebeu 189 denúncias que envolvem violência política, intimidação e discriminação relacionadas às eleições até 30 de outubro em todo o país. São casos de agressões físicas, xenofobia e assédio eleitoral no trabalho. Já entre os indígenas, o Ministério dos Povos Indígenas recebeu 10 denúncias que, segundo o comunicado, já foram encaminhadas aos órgãos responsáveis para investigações.
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Por Marcelo Damasceno*
Se fosse mais observado com lupa socialista, os feitos do então deputado Osvaldo Coelho (in memorian) seriam realizações da reforma agrária ao assentar milhares de agricultores nordestinos para fins da irrigação com o protagonismo das águas desse Rio São Francisco. E a região inteira a partir de Petrolina experimentou essa alquimia.
O que era semiárido com a visita cíclica inclemente da seca virou esse tapete verde de fruticultura irrigada. Os drones da tecnologia avançada dão esses detalhes daquela visão analógica de Osvaldo Coelho, um homem formado na política de centro-direita com pregação na distribuição de renda e uma correção drástica nas desigualdades regionais.

Sua atuação permanente no Congresso, em Brasília, na defesa de uma política agrícola desindexada do Sul, Sudeste e Centro-Oeste fez diferença nas linhas de crédito para o agricultor que virou colono, com cifras na balança comercial. Petrolina mudou, cresceu e carrega a liderança de um desenvolvimento sustentável.
Num país onde se verifica a gritaria surda das elites vigentes em torno da centralidade do conhecimento e da tecnologia, Osvaldo Coelho arrebentou os portões ricos do litoral e fincou o ensino médio de qualificação profissional com dinheiro público, estabelecendo, simultaneamente, a Universidade Federal do Vale do São Francisco, que abriu precedentes valiosos na interiorização do ensino universitário. Imagine se fosse comunista, como seria interpretado agora.
Osvaldo Coelho estudou e viajou para conhecer economias liberais que adotaram estratégias de irrigação em regiões semiáridas. Reuniu cientistas e doutores para seu empreendimento parlamentar, gratuito e sem esconderijos de emendas secretas.
Há 11 anos, perdemos sua presença inspiradora e corajosa. Sua memória se reflete no Vale Sanfranciscano, com sucesso.
*Radialista e articulista político
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, neste domingo (1º), que nenhum programa social será extinto durante seu quarto mandato. Em vídeo publicado nas redes sociais, o petista também acusou a extrema direita de espalhar notícias falsas sobre o fim de benefícios do governo federal.
Lula afirmou que a gestão poderá criar novos programas ou aprimorar os já existentes. “Nenhum programa social será extinto nesse país. O que pode acontecer é a gente criar novos programas sociais, ou melhorar aqueles programas que já estão”, disse em vídeo publicado no Instagram.
O presidente reagiu à circulação de informações falsas sobre o encerramento de programas sociais após as eleições. Entre os boatos, estavam alegações de que o governo acabaria com o Bolsa Família e suspenderia o Gás do Povo. As informações foram desmentidas pelo governo federal e verificadas por agências de checagem, como a Agência Lupa e pelo UOL Confere.
No vídeo, Lula também comentou seu estado de saúde. Ele disse que passou uma semana sem conseguir falar bem, mas que está se recuperando. “Estou bem de saúde, a voz melhorou e logo quero voltar a percorrer os estados”, disse.
Lula ainda agradeceu aos eleitores que garantiram sua reeleição e afirmou que pretende visitar todos os estados brasileiros para agradecer pessoalmente pelos votos recebidos.
