











Fechando o terceiro dia de visitas a cidades do interior de Pernambuco, a pré-candidata ao Senado, Marília Arraes (PDT) participou de encontros políticos e atividades culturais em cinco cidades sertanejas, ao lado do pré-candidato ao Governo do Estado, João Campos (PSB) e o pré-candidato a vice-governador, Carlos Costa (Republicanos). Amanhã, o grupo encerra o giro em Águas Belas, e retorna à Região Metropolitana do Recife, onde Marília, João e o senador Humberto Costa (PT) receberão, a partir das 19h, o título de cidadão de Paulista, em solenidade na Câmara dos Vereadores.
Em Floresta, Marilia e todo o time de Lula foram recebidos pelo deputado estadual Fabrizio Ferraz (SD), uma das principais lideranças políticas da região sertaneja, que reuniu seu grupo político para cravar o apoio à chapa. De lá o grupo seguiu para Flores, para um novo encontro com apoiadores e correligionários. Na sequência, em Betânia, Marília prestigiou as festividades da 9º Missa do Vaqueiro do município, ao lado do prefeito Erivaldo Bezerra (PSB), mais conhecido como Bebe Água.
Em Inajá, a pedetista participou da 21ª Festa do Vaqueiro, ao lado de João Campos, Carlos Costa e lideranças locais. Na última parada do dia, a pré-candidata ao Senado conversou com aliados e reforçou estratégias de atuação na região. Um novo encontro, mais amplio, acontecerá amanhã, antes da comitiva seguir para Águas Belas.
“Em cada cidade que chegamos o sentimento é de esperança e união em torno de um projeto político que tem como prioridade nossa gente. O time de Lula tem trabalho para mostrar e está pronto para seguir lutando por investimentos que tragam para o sertão e para todo o estado de Pernambuco, um novo tempo”, concluiu Marília.
Do g1 Pernambuco
Parte do forro de gesso do teto do setor de pediatria do Hospital Getúlio Vargas (HGV), no bairro do Cordeiro, na Zona Oeste do Recife, despencou na madrugada deste domingo (7). Imagens enviadas ao g1 e à TV Globo mostram os estragos na sala.
O acidente aconteceu quando não havia pessoas no local. Pelas imagens, é possível ver destroços do gesso no chão e um buraco no teto, de onde é possível ver vigas e encanações. A Secretaria Estadual de Saúde (SES) isolou o acesso às enfermarias de pediatria da unidade de saúde.
Leia maisA mãe de uma das crianças internada no hospital, que não quis se identificar, contou que o acidente aconteceu por volta das 4h30. Segundo o relato da testemunha, as mães das crianças internadas ouviram um barulho forte e acharam que um dos pacientes ou equipamento teria caído. Ainda de acordo com ela, ao entrarem na sala da enfermaria – onde ficam guardados os pertences dos pacientes e as medicações são separadas – encontraram o forro do teto caído.
Em nota, a SES informou que o espaço “será reformado com a substituição integral do forro nos próximos dias”. O Hospital Getúlio Vargas está com contrato de manutenção no valor de R$ 6,8 milhões.
A área onde o forro desabou ainda não tinha sido contemplada com essa reforma, ainda conforme a secretaria, que também afirmou que foi iniciada uma apuração para identificar as causas do ocorrido. Entre as linhas de investigação do governo, está a possibilidade de vazamentos no local.
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O TCU (Tribunal de Contas da União) arquivou um pedido do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para investigar a relação de uma empresa ligada à ex-nora do presidente Lula (PT) com o MEC (Ministério da Educação).
Os ministros do TCU decidiram arquivar o processo por falta de provas. O senador pedia para apurar verbas federais enviadas à Life Tecnologia Educacional, onde trabalhava Carla Ariane Trindade, ex-mulher de Marcos Cláudio Lula da Silva, o filho mais velho de Lula com a ex-primeira-dama Marisa Letícia (1950-2017). As informações são do UOL.
Leia maisA corte afirmou que o pedido de investigação se baseia apenas em notícias da imprensa. O tribunal rejeitou a abertura do caso em decisão publicada no dia 26 de maio. A informação só veio a público hoje em reportagem do Metrópoles confirmada pelo UOL.
O acórdão do TCU destaca a ausência de provas para manter a apuração. Os ministros dizem que a petição está “desacompanhada de documentos aptos a identificar contratos específicos”.
Inquérito da Polícia Federal continua
A decisão do tribunal de contas não afeta a investigação conduzida pela PF (Polícia Federal). A polícia apura se a ex-nora de Lula usou o nome do presidente para liberar recursos federais. A investigação ocorre junto com a CGU (Controladoria-Geral da União) para apurar fraudes em licitações. A empresa recebeu R$ 52 milhões do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) em Sumaré.
Defesa e ministério evitam comentar o caso
Os advogados de Carla Ariane decidiram não se manifestar sobre as investigações da polícia. A defesa nega as acusações desde o início da Operação Coffe Break, mas evita dar detalhes.
O MEC afirmou em nota que não tem relação com o caso. A pasta diz que “não tem relação com a operação policial” e evitou comentar uma reunião ocorrida em 2024. Carla Ariane foi recebida no prédio do ministério, em Brasília, em reunião fora da agenda em 12 de julho de 2024. Procurada novamente, a pasta não se manifestou até a publicação deste texto.
Na agenda do dono da Life, Carla é chamada de “nora”. Só no município de Sumaré (SP), foram repassados à empresa cerca de R$ 52 milhões entre 2021 e 2023, parte sob governo Jair Bolsonaro (PL) e parte sob Lula), com dinheiro do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica). Ela teria continuado recebendo pagamentos.
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Do g1
Com tema político, a 30ª edição da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo reúne neste domingo (7) uma multidão com camisas do Brasil e leques coloridos na Avenida Paulista, além de muitas famílias com crianças.
Sob o lema “A rua convoca, a urna confirma”, o evento celebra três décadas de luta e resistência da comunidade LGBTQIAPN+ e reforça a importância da ocupação das ruas como espaço de mobilização.
Leia maisNo mês passado, um projeto de lei aprovado em primeira votação na Câmara Municipal queria proibir a presença de crianças e adolescentes na Parada, mesmo quando acompanhados pelos pais ou responsáveis, o que provocou uma onda de críticas.
Este ano também marca os 30 anos da urna eletrônica. Por isso, a escolha do tema faz referência às eleições e ao voto na defesa e na ampliação desses direitos. Políticos também participaram da Parada e fizeram discursos do alto dos trios elétricos.
Verde e amarelo no arco-íris e leques

Vestindo a camisa da seleção brasileira, o artista plástico Hal Wildson, convidado pela organização do evento para uma ação junto com o Votinho, mascote deste ano, e o gestor cultural Patrice Pauc estavam entre os que levaram os filhos, Thiago e Nina.
“Trazer as crianças é reforçar que esse é um lugar seguro para todos. Esse ano mesmo tinha deputado querendo proibir a vinda de crianças como se aqui fosse um lugar hostil. Ao contrário, aqui a gente fala de amor, de orgulho, de futuro”, defende Wildson.
Foi o artista plástico que desenvolveu a bandeira que estampa a capa do personagem. “Trouxe as cores da bandeira do Brasil porque todas as pessoas podem existir debaixo dessas cores. No arco-íris, também tem verde e amarelo”, comenta.
Isabel e Sofia também foram para a Parada com a filha, Elis. “A importância de a Elis estar aqui é para ela entender que ela não é a única, que existem outras milhares de famílias homoafetivas, tanto no Brasil quanto no mundo e que ela faz parte de uma rede”, disse Isabel.
Trios
A concentração teve início por volta das 10h, e os trios elétricos começaram a se movimentar no início da tarde no sentido Consolação, seguindo pela Rua da Consolação.
Entre as atrações confirmadas estão alguns dos principais nomes da música e da cultura LGBT+ no país, como Pabllo Vittar, Gloria Groove, Urias, Melody, Pepita, Jup do Bairro, Diego Martins, Thiago Pantaleão, Majur e Katy da Voz e as Abusadas.
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O pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), esteve neste domingo (7) em Betânia, no Sertão do Moxotó, onde acontecem as atividades culturais da 9ª Missa do Vaqueiro. Com informações da Folha de Pernambuco.
Ao chegar ao município, João foi recepcionado pelo prefeito Erivaldo Bezerra (PSB), também conhecido como “Bebe Água”, e acompanhou uma caminhada pelo pátio de eventos que recebe as atividades culturais da celebração. O evento reuniu moradores, visitantes e representantes políticos da região.
A passagem por Betânia integra uma série de compromissos que João Campos vem cumprindo no interior do estado. Desde a última sexta-feira (5), o pré-candidato realizou agendas em municípios do Agreste Meridional, do Agreste Central e do Sertão de Itaparica, ampliando sua circulação por diferentes regiões de Pernambuco.
O São João de Casinhas, no Agreste, chega neste fim de semana ao Pátio de Eventos, no Centro da cidade, etapa que concentra os principais shows da programação junina do município. Após uma série de apresentações culturais, quadrilhas e arraiás realizados em comunidades rurais e urbanas desde o fim de maio, a festa reúne atrações de forró e piseiro em dois dias de programação voltados ao público da região. Os festejos começaram no dia 31 de maio e seguem até 9 de junho, com atividades distribuídas por diferentes localidades do município. A iniciativa conta com apoio do Governo do Estado.
Ontem (6), passaram pelo palco principal a banda Arreio de Ouro e os cantores Pedrinho Pegação e Marcílio Azevedo. Neste domingo (7), a programação será encerrada com apresentações de Vitor Fernandes, conhecido como “Rei do Piseiro”, além de Capital do Sol e Marquinhos Show. Os shows estão previstos para começar às 21h.
Paralelamente às atrações do palco principal, escolas e comunidades mantêm a tradição dos arraiás juninos. Ontem, a Escola Municipal Benedito Roseno, na comunidade da Chatinha, promoveu sua festa com apresentação do cantor Ranny Mattos. Já neste domingo, a Escola Nossa Senhora de Fátima, no Diogo, realiza mais uma celebração junina, no pátio da associação local, com show de Edyli Silva.
O prefeito Lúcio Silva comentou a expectativa para o encerramento da programação deste fim de semana. “Estamos preparando um fim de semana muito especial, com muito forró, segurança e alegria para receber os casinhenses e os visitantes de toda a região. Convido todos para viverem conosco mais esse grande momento do São João de Casinhas 2026”, destacou.
O deputado federal e pré-candidato ao Senado, Eduardo da Fonte (PP/UP), participou, na manhã deste domingo (7), da 29ª Cavalgada de Macaparana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. Tradicional no calendário cultural da região, o evento reuniu uma multidão e atraiu público de diversas cidades do estado. Eduardo da Fonte esteve acompanhado do deputado federal Lula da Fonte (PP/UP), do prefeito de Macaparana, Paulo Roberto Paquinha (PP/UP), e do deputado estadual Antônio Moraes.
Durante a cavalgada, Eduardo destacou a importância cultural e econômica do evento. “A 29ª Cavalgada de Macaparana reafirma seu papel como um dos principais eventos do calendário cultural da Mata Norte pernambucana. É uma tradição que valoriza nossas raízes, movimenta a economia local e promove a integração entre os municípios. Fico muito feliz em participar de um momento tão importante para a região”, afirmou.
O STF (Supremo Tribunal Federal) deve retomar nesta semana a discussão sobre a responsabilização das plataformas digitais por conteúdos publicados por usuários. O plenário da Corte pautou para quarta-feira (10) a análise dos recursos apresentados por empresas como Google e Meta contra a decisão que alterou a interpretação do Marco Civil da Internet e ampliou as hipóteses de responsabilização das redes.
Os recursos serão analisados em um momento de disputa sobre a regulação das plataformas digitais no país. No final de maio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) editou decretos que ampliam a fiscalização sobre as chamadas big techs e fortalecem o papel da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados), medida que desagradou a oposição no Congresso. As informações são da CNN Brasil.
Leia maisEm junho de 2025, o STF considerou parcialmente inconstitucional o artigo 19 do Marco Civil da Internet, dispositivo que condicionava a responsabilização das plataformas ao descumprimento de uma ordem judicial de remoção de conteúdo.
Pela tese aprovada, as empresas podem ser responsabilizadas em diversas situações após receberem notificações extrajudiciais sobre conteúdos considerados ilícitos.
A decisão também criou um “dever de cuidado” para plataformas em casos envolvendo conteúdos relacionados a terrorismo, atos antidemocráticos, crimes contra crianças e adolescentes, violência contra mulheres, discriminação e outros ilícitos graves.
Agora, Google e Meta pedem esclarecimentos sobre diversos pontos da decisão. Entre os principais questionamentos estão a definição do marco temporal para aplicação da nova tese, os critérios mínimos para notificações extrajudiciais, o alcance da responsabilização das plataformas e os parâmetros para caracterização de conteúdos ilícitos.
A Meta também defende que a Corte esclareça que a remoção sem ordem judicial deve ocorrer apenas em casos de ilegalidade manifesta, argumentando que a redação atual pode estimular a remoção excessiva de conteúdos por receio de sanções.
As empresas ainda pedem que o STF estabeleça um período de adaptação para implementação das novas obrigações impostas às plataformas e esclareça o alcance de conceitos como “falha sistêmica”, “dever de cuidado” e “presunção de responsabilidade”.
Debate além do Judiciário
Para Bianca Mollicone, advogada especializada em regulação de plataformas digitais, o julgamento dos embargos ganhou uma relevância maior após a edição dos decretos do governo Lula.
“O decreto editado pelo governo incorpora diversos elementos da tese fixada pelo STF, inclusive em temas que ainda são objeto de pedidos de esclarecimento perante a própria Corte”, afirmou em entrevista à CNN Brasil.
Segundo a especialista, o julgamento ganhou relevância além do campo jurídico e passou a afetar o debate sobre quem deve estabelecer as regras para o funcionamento das plataformas digitais no Brasil.
“O timing é institucionalmente relevante porque os embargos serão julgados justamente quando o debate sobre a regulação das plataformas digitais deixou de ser apenas judicial e passou a envolver diretamente, além do Legislativo, também o Poder Executivo”, disse.
Na avaliação da advogada, pontos que ainda aguardam definição pelo STF, como os conceitos de “falha sistêmica”, “dúvida razoável”, responsabilidade por notificações e alcance do dever de cuidado, podem impactar o próprio fundamento regulatório dos decretos editados pelo governo.
Reação do Congresso
Os decretos assinados por Lula provocaram forte reação de congressistas da oposição. Na Câmara dos Deputados, parlamentares da oposição protocolaram PDLs (Projetos de Decreto Legislativo) para derrubar os decretos editados pelo governo. No Senado, congressistas também apresentaram iniciativas com o mesmo objetivo.
Os críticos argumentam que o governo estaria ampliando competências da ANPD e criando mecanismos de regulação das plataformas sem autorização legislativa.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), determinou que a consultoria jurídica da Casa avalie se os decretos extrapolaram as competências constitucionais do Poder Executivo.
Para Bianca Mollicone, uma das principais controvérsias pode estar justamente na escolha da ANPD como órgão responsável pela fiscalização das plataformas. “O ponto mais controverso do decreto talvez não seja a moderação de conteúdo em si, mas a escolha institucional feita pelo Executivo”, afirmou.
Segundo ela, a discussão que tende a surgir é se a ampliação das atribuições da autoridade poderia ser realizada por decreto ou se dependeria de autorização legislativa específica do Congresso Nacional.
“O decreto atribui à ANPD funções regulatórias, fiscalizatórias e sancionatórias sobre deveres das plataformas que não estavam originalmente previstos na legislação que criou a agência. […] Apesar da ANPD ser hoje uma agência reguladora, isso não significa ter competência universal sobre qualquer matéria digital. No Brasil, competência regulatória continua sendo matéria de lei”, diz.
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A proposta do fim da escala 6×1 – de seis dias de trabalho e um de descanso – deve começar a ser debatida pelos senadores nesta semana. A expectativa é que o tema seja discutido entre líderes partidários e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), em reunião prevista para terça-feira (9).
O texto aprovado na Câmara dos Deputados chegou ao Senado há mais de dez dias, mas ainda não teve um despacho de Alcolumbre. Segundo ele, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) não irá direto ao plenário e deve passar pela análise em comissão. A intenção é alinhar o trâmite da matéria no encontro com os chefes de bancada nesta semana. As informações são da CNN Brasil.
Leia maisConsiderada um ativo eleitoral, a PEC foi aprovada na Câmara na última semana de maio. O governo considera a pauta prioritária e defende uma aprovação rápida. Alcolumbre, no entanto, já sinalizou que o Senado não atuará apenas como uma Casa “carimbadora” e deve sugerir ajustes no texto. Ele afirmou que o texto será analisado “sem pressa”.
O presidente do Senado vive momento de relação tensionada com o Planalto, desgastada desde a rejeição do nome de Jorge Messias para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal).
Em paralelo, um texto alternativo, que determina a remuneração por hora trabalhada, já recebeu despacho de Alcolumbre e foi enviado à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). A matéria foi articulada pela oposição e apresentada no Senado para contrapor o fim da escala 6×1.
Como a CNN mostrou, no entanto, a proposta da redução na jornada de trabalho aprovada na Câmara deve ter prioridade na análise na CCJ. Uma vez enviada para a comissão, caberá ao presidente do colegiado, senador Otto Alencar (PSD-BA), indicar o relator.
A PEC que recebeu o aval dos deputados define uma transição de 14 meses para a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais em duas etapas com diminuição de duas horas cada, sem redução de salários.
A primeira será feita 60 dias depois da promulgação do texto. A segunda será feita 12 meses depois, totalizando 14 meses após a promulgação da nova emenda. Na prática, a proposta mira garantir o fim da escala 6×1 com a determinação de dois dias de descanso, que também passará a valer 60 dias depois da promulgação do texto. Conforme a matéria, o dia de repouso deve ser “preferencialmente aos domingos”.
O texto teve o apoio do governo e foi articulado pelo presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB). Setores produtivos, no entanto, criticam a proposta e avaliam haver risco de impactos econômicos com o aumento de custos de produção e serviços.
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Da CNN
O Peru realiza o segundo turno da eleição presidencial neste domingo (7), colocando frente a frente a conservadora Keiko Fujimori e Roberto Sánchez, da esquerda. No primeiro turno, em 12 de abril, Fujimori liderou a votação com 17,2%, cinco pontos percentuais à frente de Sánchez. Os resultados só foram confirmados após mais de um mês de apuração.
Agora, os dois candidatos estão empatados tecnicamente nas intenções de voto, segundo pesquisa Ipsos feita no final de maio: 38% dos que participaram do levantamento dizem que vão votar na conservadora, enquanto 35% pontuaram que escolherão o representante da esquerda.
Leia maisQuem é Keiko Fujimori?
Keiko Fujimori tem 50 anos. Essa é a quarta vez que disputa a Presidência, sendo que em todas essas eleições passou para o segundo turno. Ela nasceu em Lima, em 25 de maio de 1975, e é a mais velha dos quatro filhos de Alberto Fujimori, que faleceu em 2024, e Susana Higuchi, que faleceu em 2021.
Em um vídeo publicado em seu canal no YouTube, ela conta que, quando jovem, não pensava em entrar para a política, mas sim em ser empresária. Por isso, estudou Administração de Empresas e, posteriormente, fez mestrado nos Estados Unidos.
Em 2007, quando ela era parlamentar, o pai dela foi extraditado do Chile para o Peru, onde, em 2009, foi condenado a 25 anos de prisão por homicídio qualificado e lesões graves nos casos Barrios Altos e La Cantuta.
Desde então, tanto o ex-presidente como a sua família rejeitaram as acusações e lutaram pela sua liberdade, que obtiveram em dezembro de 2023, depois de o Tribunal Constitucional do Peru ter validado o perdão humanitário que o então presidente Pedro Pablo Kuczynski lhe tinha concedido em 2017.
Quem é Roberto Sánchez?
Roberto Sánchez, de 57 anos, estudou Psicologia Social na Universidade Nacional de San Marcos, em Lima, e trabalhou como psicoterapeuta individual e em grupo na década de 1990. Possui experiência em administração pública no Ministério da Saúde e em outras áreas do governo peruano, além de consultoria privada, segundo seu perfil profissional.
Ele atuou como Ministro do Comércio Exterior e Turismo durante o governo Castillo, de quem conta com apoio explícito, e foi eleito para o Congresso nas eleições de 2021 para um mandato até 2026. Candidato do Juntos por el Perú, ele buscou conquistar o voto rural, segmento fundamental para superar a desvantagem inicial na contagem de votos.
Sánchez se define como o “candidato presidencial castilista”. Ele busca reabilitar e soltar o ex-presidente Pedro Castillo, que governou o país entre 2021 e 2022 e atualmente cumpre pena de prisão por conspiração para cometer rebelião, acusações que ele nega.
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O pré-candidato a governador João Campos (PSB) conquistou, neste fim de semana, o apoio do vice-prefeito de Orocó, Hugo de Galego de Abílio. A chegada do gestor ao palanque de João gera uma dissidência na base da governadora Raquel Lyra (PSD) no Sertão do São Francisco. Também acompanharam o movimento os vereadores Ricardo Amando (MDB), Lucas Leal (PT), Ighor de Tatá (MDB) e Dr. Sandro Santos (PT).
O grupo está unido em torno da eleição de João Campos como governador, de Eliane Soares (PSB) como deputada federal e de Bruno Marques (PSB) como deputado estadual. A aliança foi firmada durante passagem do pessebista pela cidade de Petrolândia, no Sertão de Itaparica.
“Uma alegria contar com esse apoio do vice-prefeito Hugo, dos vereadores Ricardo, Lucas, Ighor, Dr. Sandro e ver nosso time crescer e se fortalecer em todo o Sertão, junto com Eliane Soares e Bruno Marques, que são nossos pré-candidatos aqui nessa região. Vamos seguir desse jeito, juntando gente comprometida com o povo”, declarou João.
O neodireitista Túlio Gadelha, que disputa uma vaga no Senado na chapa governista de Raquel Lyra, que tem o apoio do bolsonarismo no Estado, publicou um vídeo em suas redes sociais no qual, apesar das críticas a João Campos (PSB) e da choradeira em torno do apoio de Lula ao prefeito, deixa claro que seu papel na chapa oficial é promover uma aproximação entre o universo lulista e o campo da direita, especialmente as forças conservadoras.
Essa posição tem sido mal interpretada nos últimos dias, período em que Túlio vem sendo acusado de incoerência e oportunismo. O que parece não compreender é que essas mesmas forças conservadoras foram responsáveis por perseguir o presidente Lula, combater a esquerda e contribuir para um ambiente de radicalização que criou um clima de instabilidade na democracia brasileira.
Afinal, a pergunta que vale um milhão: qual projeto Túlio Gadelha representa?

