











O vereador do Recife Fabiano Ferraz (MDB), vice-presidente da Comissão de Segurança Cidadã da Câmara Municipal, cobrou do Governo de Pernambuco a adoção de medidas mais efetivas para combater a violência contra a mulher. A manifestação ocorre em meio ao aumento dos casos de feminicídio no estado, que, segundo a Secretaria de Defesa Social, registrou crescimento de 15% em 2025.
O parlamentar citou o assassinato da estudante de medicina Isabel Cristina Oliveira dos Santos, de 22 anos, morta pelo companheiro em um apartamento na Zona Sul do Recife, como exemplo da gravidade da situação. “Não podemos aceitar que essa violência contra a mulher continue crescendo, pelo contrário, precisamos é zerar esse número. E para isso o Governo do Estado precisa criar ações de combate mais eficazes”, afirmou Ferraz.
O presidente do PSD, Gilberto Kassab, anunciou nesta quarta-feira (25/3) sua saída do cargo de titular da Secretaria de Governo e Relações Institucionais da administração Tarcísio de Freitas (Republicanos).
“Diante das intensas atividades nos campos partidário e eleitoral que se apresentam no calendário político de 2026, com eleições para presidente, governadores, senadores e deputados em outubro, a minha atuação como secretário de Governo e Relações Institucionais do Estado de São Paulo torna-se incompatível com minha atividade política e eleitoral neste período. Desta forma, deixo o secretariado do governador Tarcísio de Freitas, que tive a honra de integrar desde o primeiro dia de seu mandato”, escreveu. As informações são do Metrópoles.
Leia maisKassab vive um momento de definição da candidatura de seu partido à Presidência da República. Após a desistência do então favorito à vaga, o governador Ratinho Jr., do Paraná, a escolha ficou entre os governadores Ronaldo Caiado (Goiás) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul). Enquanto o primeiro se reuniu com Kassab na manhã dessa terça-feira (24/3), o segundo esteve com o cacique nesta quarta-feira (25/3). Kassab diz que espera bater o martelo até o fim do mês.
Na postagem, o político relembrou a decisão de apoiar a candidatura de Tarcísio em 2022. “O êxito alcançado em todos os setores ao longo desses quatro anos credencia o governador e seu governo a postular uma recondução, que tem o apoio do PSD, como ocorreu quando da sua eleição”, afirmou.
A saída de Kassab ocorre em meio a tensões com Tarcísio devido à escolha de vice em sua chapa, que era pleiteada pelo presidente do PSD. No entanto, Felício Ramuth (PSD) deverá ser mantido no cargo. Nos bastidores, Ramuth admite que pode deixar o partido para permanecer na vaga. O Metrópoles mostrou que o próprio Tarcísio chegou a articular para que o auxiliar migrasse para o MDB.
Aliados de Kassab vinham especulando que a eventual saída do cacique da gestão Tarcísio antes de 4 de abril, data limite para desincompatibilização do cargo para a disputa das eleições, poderia significar que ele ainda nutria esperança de ser candidato. A interlocutores, o presidente do PSD tem negado que será candidato.
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Por Muciolo Ferreira*
Além de se destacar nos jardins, campos e bosques, nos interiores de qualquer ambiente, seja residencial ou comercial, a Margarida sempre foi muito mais que uma flor singela — branca ou amarela — delicada e associada ao amor, sobretudo ao lembrarmos da tradicional brincadeira “mal-me-quer, bem me quer”.
E será eterna fonte de inspiração citada em poesias e canções românticas.
Vinicius de Moraes, Fernando Pessoa e Álvaro de Campos eternizaram essa flor tão popular e fácil de ser cultivada. Todavia, muitos desconhecem suas propriedades medicinais que atuam no organismo humano como um anti-inflamatório, antioxidante, tratando e curando doenças digestivas, dermatológicas e ajudando na cicatrização.
Leia maisTudo isso que citei sobre a flor é apenas um preâmbulo de uma homenagem que presto hoje, 25 de março, a uma outra Margarida que se destacou no campo educacional, literário e cultural na cidade de Barra Mansa, interior do Rio de Janeiro.
Seu ecletismo foi fundamental na preparação e formação dos jovens alunos e alunas, indicando-lhes horizontes para que não fossem reprovados no “vestibular da vida”.
Essa flor foi a educadora Margarida Fialho Thompson, que há meio século nos deixou para viver na Plenitude Celestial, e isso aos 50 anos de idade, jovem ainda, mas a mestra é sempre lembrada nesta data pelos familiares, amigos e conhecidos.
Basta um olhar contemplativo ao passar por um jardim e sentir sua presença na fragrância que exala da singela planta com sua elegância clássica, igual ao que foi, em vida, dona Margarida Fialho Thompson, que só conheci muito tempo depois de sua partida por meio da escrita; das lembranças e emoções verbalizadas; e do olhar terno, eterno e nostálgico de uma outra flor nascida dela chamada Eliane Fialho Thompson.
*Jornalista
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Aprovado por unanimidade no Senado, inclusive com o voto do pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o projeto de lei que equipara a misoginia ao crime de racismo é alvo de críticas nas redes sociais por parte de deputados da direita e outros nomes do campo bolsonarista. O texto chegou a ser criticado pelo irmão de Flávio, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, no dia anterior à aprovação. O projeto segue agora para a Câmara dos Deputados.
“A atual tentativa de aprovar a chamada ‘Lei da Misoginia’, por agentes públicos eleitos sob a batuta do bolsonarismo, deve ser completamente repudiada”, escreveu Eduardo Bolsonaro no X, antigo Twitter. “Não posso aceitar calado que sequestrem o movimento conservador bolsonarista para uma agenda ideológica que considero antinatural e agressivamente antimasculina”. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisAlém de Flávio Bolsonaro, senadores de direita como Damares Alves (Republicanos) e Sergio Moro (PL-PR) também votaram a favor do projeto. Parlamentares da oposição afirmaram que projeto “causa divisão” entre homens e mulheres e busca “corroer famílias”, e atribuíram aprovação ao “medo de se opor” a pautas progressistas.
Há algum tempo, venho percebendo a tentativa de transformar a direita em um movimento feminista radical. Não posso aceitar calado que sequestrem o movimento conservador bolsonarista para uma agenda ideológica que considero antinatural e agressivamente antimasculina. A atual… pic.twitter.com/lolMIdhJY4
— Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) March 23, 2026
No Senado, o projeto foi relatado por Soraya Thronicke (Podemos-MS), e agora seguirá para votação na Câmara dos Deputados. Pela proposta, a injúria motivada por ódio ou aversão ao gênero feminino passa a ser punida com reclusão de dois a cinco anos e multa. Apesar das críticas de políticos bolsonaristas, especialistas ouvidos pelo GLOBO apontam que o novo enquadramento tende a endurecer a resposta penal e dificultar a impunidade para quem proferir manifestações misóginas concretas, ainda que ocorra em ambiente on-line.
A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) criticou, em suas redes sociais, que “ninguém se opôs” ao projeto. Segundo a parlamentar, a iniciativa “foi pensada para corroer o vínculo” entre homens e mulheres e “dissolver a família”.
“Acho que a gente tem que chegar em um ponto muito sério do debate dentro da direita: nossos representantes vão continuar cedendo a todo projeto progressista por medo? Eu não vou compactuar e não vou ceder um milímetro para conforto de alguns”, criticou Zanatta.
Um pouco do “grande” feito do Senado hoje. Acho que a gente tem que chegar em um ponto muito sério do debate dentro da direita: nossos representantes vão continuar cedendo a todo projeto progressista por medo? Eu não vou compactuar e não vou ceder um milímetro para conforto de…
— Júlia Zanatta (@apropriajulia) March 25, 2026
Ela ainda afirmou que o projeto será utilizado “por quem se veste de mulher para atacar e calar mulheres”. Na semana passada, Zanatta foi uma das principais vozes contrárias à eleição da deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, alvo de ataques da oposição por ocupar o cargo sendo transgênero.
“Esse tipo de lei será usado por quem se veste de mulher para atacar e calar mulheres. Além de responder por transfobia, ainda vai responder por misoginia, sendo que qualquer um pode ser mulher. E quem nos chamou de imbecis vai continuar livre para nós atacar”, escreveu, em alusão à reação de Hilton contra as críticas sofridas pela eleição ao cargo, que afirmou que “a opinião de transfóbicos e imbecis é a última coisa que importa”.
Passou no Senado por unanimidade, ou seja: ninguém se opôs.
— Júlia Zanatta (@apropriajulia) March 24, 2026
Lei Felca, misoginia…. Censura passando sob o manto de defesa das crianças e das mulheres.
Pior que isso: esse tipo de lei será usado por quem se veste de mulher para atacar e calar mulheres.
Além de responder por… pic.twitter.com/GJDZirR6Ll
Já a deputada federal Bia Kicis (PL-DF) declarou que o projeto “acelera” a “divisão e ódio” entre homens e mulheres. De acordo com ela, a direita “caiu na armadilha” da esquerda ao aprovar o texto.
“Projeto de divisão e ódio entre homens e mulheres acelerado com sucesso. E a direita cai na armadilha da esquerda. Primeira pergunta a ser respondida pela esquerda: mas afinal, o que é uma mulher? Nem isso vocês sabem dizer. Na Câmara trabalharemos para derrotar esse projeto”, escreveu.
O Senado aprovou hoje a equiparação da misoginia ao crime de racismo. O projeto define misoginia como: “conduta que manifeste ódio ou aversão às mulheres, baseada na crença da supremacia do gênero masculino”. Projeto de divisão e ódio entre homens e mulheres acelerado com…
— Bia Kicis (@Biakicis) March 25, 2026
Na mesma linha, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) também afirmou que irá trabalhar para derrubar o projeto de lei definido por ele como “inacreditável” e “aberração”.
“Inacreditável é a palavra… Amanhã começa o trabalho pra derrubar essa aberração que foi aprovada hoje no Senado”, publicou.
Inacreditável é a palavra…Amanhã começa o trabalho pra derrubar essa aberração que foi aprovada hoje no Senado.
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) March 25, 2026
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF), por sua vez, utilizou as redes sociais para esclarecer o que chamou de “fake news” sobre ter sido autora do projeto. Apesar de ter votado a favor, ela afirmou que analisou o texto “com toda cautela”, trabalhando para realizar alterações capazes de tornar o texto mais claro.
“Agora, imagine se aprovam um projeto mal escrito? Qualquer um de nós poderá ser perseguido apenas por expressar nossos valores. Não se deixem enganar por quem quer dividir o nosso campo com intrigas. Eu não quero guerra entre homens e mulheres; eu quero famílias fortes e protegidas!”, disse.
Gente, preciso falar seriamente com vocês. Estão espalhando por aí que eu sou a autora de um projeto de lei sobre misoginia que poderia até proibir um simples “bom dia” às mulheres. ISSO É UMA FAKE NEWS ABSURDA!
— Damares Alves (@DamaresAlves) March 24, 2026
Esse projeto NÃO É MEU. Pelo contrário, eu sou aquela que está no… pic.twitter.com/zcvVthEBtf
‘Movimento decisivo’
Pelo texto aprovado ontem, serão punidos “os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional ou praticados em razão de misoginia”, ampliando o alcance da legislação penal.
De acordo com o relatório apresentado em plenário, a misoginia passa a ser definida como a “conduta que exteriorize ódio ou aversão às mulheres”, deixando claro que não se pune o pensamento em si, mas sua manifestação concreta, ainda que ocorra em ambiente on-line.
— A equiparação da misoginia ao racismo é um movimento decisivo para delimitar, no ordenamento jurídico brasileiro, o que efetivamente constitui discurso de ódio. Não se trata apenas de ampliar penas, mas de afirmar que a violência contra mulheres, que hoje se expressa diariamente em números alarmantes de mortes, é alimentada e legitimada por práticas discursivas que o Estado não pode mais tolerar — destaca Maraísa Cezarino, sócia da Daniel Advogados e especialista em Direito Digital.
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Encontrei o maestro pernambucano Israel de França no aeroporto de Brasília, logo após uma apresentação na Catedral da capital federal. O artista aproveitou para anunciar um concerto neste sábado (28), na Catedral da Sé, em Olinda, às 19h, com entrada gratuita. Confira:
Sobre o artista
Radicado na Espanha, Israel de França atua há 36 anos como primeiro violinista da Orquestra Ciudad de Granada e também desenvolve projetos no Brasil como maestro e formador de jovens músicos. Nascido em Peixinhos, em Olinda, filho de uma lavadeira e de um operário, iniciou sua trajetória musical ainda na adolescência, ao ingressar na banda estudantil da Escola Cônego Jonas Taurino, onde começou tocando requinta. A partir daí, seguiu carreira, passando pela Orquestra Sinfônica do Recife e aprofundando os estudos em Portugal e Londres.
Com trajetória internacional consolidada, já se apresentou em diversos países europeus e acumulou premiações em concursos de música. Ao longo da carreira, mantém fortes vínculos com a sua terra natal, participando de iniciativas de formação musical e incentivando novos talentos.
Atualmente, o maestro preside o Instituto Maestro Israel de França (IMIF) e se dedica ao Projeto Espiral, voltado ao ensino gratuito de música para jovens em situação de vulnerabilidade social na Região Metropolitana do Recife. As iniciativas incluem a formação de orquestras, grupos de cordas e corais, além de apresentações em espaços públicos, hospitais e escolas, ampliando o acesso à música erudita e popular.
Em uma resposta contra o cerceamento do trabalho parlamentar, a juíza Olívia Zanon Dallorto, da Vara Única da Comarca de Correntes, concedeu medida liminar que assegura ao vereador Clayton Francisco Umbelino o poder de fiscalizar a gestão municipal sem depender de autorização de adversários políticos.
O parlamentar precisou recorrer ao Judiciário após ser barrado por um “decreto verbal” do presidente da Câmara, Joseylton Anderson de Vasconcelos, em sessão plenária ocorrida em 2025, no início dos trabalhos legislativos após as eleições de 2024.
Leia maisO presidente da Câmara convocou os funcionários públicos de Correntes a barrarem a entrada do vereador de oposição em qualquer órgão municipal, afirmando que ações de fiscalização pelo parlamentar poderiam dar razão a instauração de processo de cassação de mandato.
Como justificativa, condicionava-se a fiscalização individual por qualquer parlamentar à aprovação prévia da maioria dos vereadores em Plenário — o que, na prática, inviabilizava o trabalho dos vereadores de oposição, que têm enfrentado um histórico de projetos e proposições sistematicamente negados pela bancada de situação.
Após tais limitações e sucessivas omissões e negativas em responder a qualquer ofício ou requerimento apresentado às Secretarias Municipais, o vereador impetrou um Mandado de Segurança para restaurar a legalidade. A Justiça foi clara: o direito de fiscalização das ações públicas municipais é uma prerrogativa individual e constitucional do vereador eleito, e não depende de votação ou de ‘licença’ dos seus colegas de bancada, a fim de que apenas a maioria dos vereadores possa decidir as ações e serviços públicos que podem ou não ser fiscalizados.
O Judiciário declarou a ilegalidade das ações que prejudicavam o vereador, proibindo inclusive o presidente da Câmara de praticar qualquer ato, seja verbal, formal ou informal, que impeça ou condicione o exercício individual do direito de fiscalização conferido pelo povo ao parlamentar eleito.
Ficou provado no processo que pedidos de informações foram ignorados ou negados de forma sistemática. Agora, os secretários municipais de educação, cultura, obras e infraestrutura tem o prazo de 5 dias para responder a todos os questionamentos e entregar os documentos solicitados pelo vereador em diferentes ofícios e requerimentos apresentados aos órgãos municipais.
Livre acesso
A decisão judicial ainda garante que o parlamentar tenha livre acesso e circulação em áreas comuns de prédios públicos, sem precisar de aviso prévio ou “licença” das autoridades. Isso inclui recepções, corredores, pátios e setores de atendimento de secretarias, escolas e hospitais.
Obviamente, ações fiscalizatórias não podem atrapalhar o serviço público, então devem respeitar limites fundamentais: a privacidade dos pacientes em ambientes de saúde, a segurança e o aprendizado de alunos em sala de aula e o uso obrigatório de equipamentos de proteção em canteiros de obras. A busca pela transparência não deve comprometer a eficiência e a dignidade do serviço público oferecido ao cidadão.
A ação judicial é assinada pelo advogado Ebner Raphael Capitó – OAB/PE 56.620, e a decisão judicial nela proferida deve ser cumprida imediatamente pelos agentes públicos e autoridades notificadas.
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Informe publicitário*
Depois de um ano de negociações institucionais, a Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes e representantes da companhia de energia Axia – sucessora da antiga Eletrobras/Chesf – avançaram para por soluções habitacionais no município. Estão alinhadas estratégias para viabilizar a doação de terrenos e ampliar ações de regularização fundiária e reassentamento de famílias que vivem em áreas de risco.
A reunião teve como foco duas frentes principais: a destinação de áreas para projetos de habitação de interesse social e o acompanhamento de um processo de reintegração de posse em uma área considerada de risco.
Leia maisUm dos pontos discutidos foi a intenção da companhia de doar terrenos ao município para a construção de unidades habitacionais populares, por meio do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), do Governo Federal. A empresa informou que está realizando o mapeamento de áreas que podem ser destinadas a essa finalidade e que, em até 30 dias, deverá apresentar à Prefeitura um levantamento detalhado com as possibilidades identificadas.
As tratativas entre a Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes e a Axia vêm sendo construídas ao longo do último ano. No período, foram identificadas e qualificadas áreas pertencentes à companhia. A proposta em discussão é transformar esses espaços em áreas destinadas à habitação social ou avançar em processos de regularização fundiária, garantindo segurança jurídica às famílias que já vivem nesses territórios.
De acordo com a Prefeitura, a criação de um setor de inteligência fundiária dentro da própria companhia permitiu a construção de uma solução conjunta entre o poder público e a empresa privada, com potencial de gerar impacto social positivo.
Como encaminhamento da reunião, ficou definida a realização de um novo encontro entre a Prefeitura e a companhia nos próximos 15 dias. O objetivo será integrar as bases de dados das duas instituições, ampliando a identificação de áreas com potencial de destinação social ou de regularização fundiária.
A expectativa da gestão municipal é que o modelo de parceria em construção no município possa se consolidar como uma experiência de cooperação entre poder público e iniciativa privada para enfrentar o déficit habitacional, ampliar a oferta de moradia e promover o desenvolvimento urbano de forma mais segura e planejada em Jaboatão dos Guararapes.
*Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes
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Em mensagem, há pouco, o ex-senador Álvaro Dias, do MDB do Paraná, revelou que ficou impressionado com a repercussão da sua entrevista, ontem, ao meu podcast ‘Direto de Brasília’, em parceria com a Folha de Pernambuco. Veja abaixo:
“Caro Magno,
Muito obrigado pelo espaço no seu podcast ‘Direto de Brasília’ para o Nordeste que foi ao ar, ontem, comigo. A repercussão foi estrondosa, muito boa. Fiquei impressionado com o número de mensagens que recebi de todo o País. Parabéns pelo formato e a capacidade de comando.
Abraço,
Álvaro Dias”
O livro “Ecos de uma Jornada”, que retrata a trajetória política do ex-senador e ex-ministro José Jorge, lançado, ontem, em Brasília, teve uma forte e calorosa acolhida na corte. Reuniu autoridades dos mais diversos postos do poder federal. A obra, escrita pelo jornalista Angelo Castelo Branco, conta detalhes da atuação do biografado em mais de 60 anos de vida pública.

Dos nove ministros do Tribunal de Contas da União, cinco compareceram à cerimônia, que também reuniu nomes como o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, e senadores, entre eles o pernambucano Fernando Dueire. O salão ficou lotado, e, segundo o cerimonial da instituição, foi o maior lançamento de livro realizado no local nos últimos meses.
Leia maisEm seu discurso, Angelo Castelo Branco destacou que a obra busca contribuir para o resgate da memória de homens públicos comprometidos com o interesse nacional. O autor ressaltou o papel dessa geração na modernização da administração pública, com a introdução de tecnologias e a consolidação de uma cultura digital que ampliou o acesso da população aos serviços do Estado e reduziu a burocracia.
O jornalista também enfatizou a importância histórica do grupo político ao qual José Jorge esteve ligado, responsável por conduzir a transição do regime militar para a redemocratização. Nesse contexto, citou a influência de lideranças como Marco Maciel, além de nomes como Aureliano Chaves, José Sarney, Jorge Bornhausen, Guilherme Palmeira e Ulysses Guimarães, destacando o papel de Pernambuco e de José Jorge como representante dessa geração que ajudou a moldar o Brasil contemporâneo.
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A assinatura da ordem de serviço para o início das obras do Aeroporto Oscar Laranjeira, em Caruaru, nesta próxima sexta-feira (27), pela governadora Raquel Lyra (PSD), destaca o papel do deputado federal Fernando Monteiro (PSD) na viabilização do projeto. Único parlamentar a destinar emenda de bancada para o equipamento, ele garantiu R$ 7 milhões, contribuindo diretamente para tirar do papel uma obra aguardada há décadas pela população do Agreste.
Com investimento total de R$ 96 milhões por parte do Governo de Pernambuco, a requalificação do aeroporto vai ampliar a capacidade operacional do terminal, permitindo o pouso e decolagem de aeronaves de maior porte e impulsionando o desenvolvimento regional, especialmente do Polo de Confecções. “Esse é um investimento estratégico, que vai transformar a realidade de Caruaru e de todo o Agreste. Fico feliz de poder contribuir, com nosso mandato, para que essa obra finalmente se torne realidade”, destacou Fernando Monteiro.
Além da atuação no aeroporto, o deputado já viabilizou cerca de R$ 200 milhões para Caruaru, entre emendas parlamentares e articulações junto ao Governo Federal, incluindo recursos do PAC. “Nosso compromisso é seguir trabalhando, sob a liderança do prefeito Rodrigo Pinheiro, para garantir investimentos que gerem oportunidades, desenvolvimento e mais qualidade de vida para o povo de Caruaru”, completou.
O deputado federal Fernando Rodolfo assumiu oficialmente, hoje, o comando da federação formada pelos partidos PRD e Solidariedade em Pernambuco. O ato de filiação aconteceu na liderança do PRD na Câmara dos Deputados, em Brasília, reunindo dirigentes nacionais das duas legendas. Com a definição, Fernando Rodolfo passa a presidir a federação no estado e terá a missão de conduzir as estratégias políticas e eleitorais das duas siglas em Pernambuco.
A formação da chapa proporcional está sendo articulada pelo pastor Edinazio Silva, reconhecido pela experiência na construção de nominatas competitivas no estado. Ele assumirá a presidência do Solidariedade em Pernambuco e terá papel central na estruturação do grupo que disputará as eleições de 2026.
Leia mais“Estamos construindo uma chapa competitiva, com nomes que têm densidade eleitoral e compromisso com Pernambuco. Nosso objetivo é claro: eleger dois deputados federais e fortalecer a representatividade do estado em Brasília”, afirmou Fernando Rodolfo.
Nos bastidores, a movimentação já começa a atrair lideranças políticas de diversas regiões, interessadas em integrar o projeto que vem sendo estruturado pela federação. Fernando Rodolfo destacou ainda que a condução da federação em Pernambuco terá identidade própria, respeitando a realidade local e mantendo coerência com as posições que sempre defendeu ao longo de sua trajetória pública.
O ato contou com a presença de dirigentes nacionais do PRD e do Solidariedade, entre eles o diretor-geral do PRD, Jorcelino Braga, o líder Fred Costa e o presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força.
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