











Poder360
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deu uma bronca no ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, por causa de um documento enviado à Câmara no qual o chanceler afirmava que havia risco de os Estados Unidos fazerem uma intervenção militar em território brasileiro.
Durante ligação telefônica, o petista disse que foi um erro o Itamaraty mandar um documento assinado pelo ministro em resposta a um requerimento do deputado Evair de Melo (Republicanos-ES). O congressista perguntava ao Ministério da Relações Exteriores as consequências de os EUA terem classificado como terroristas as facções PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho. No início de junho, o Departamento de Estado dos EUA já havia negado publicamente a possibilidade de haver intervenção militar no Brasil.
Leia maisNa última quarta-feira, o governo norte-americano voltou a rejeitar a avaliação do Itamaraty. Chamou a conclusão do governo brasileiro de “absurda”. Disse também que “os Estados Unidos estão adotando medidas decisivas, com base em suas próprias prerrogativas soberanas, para combater narcoterroristas”.
O fato de o documento ter sido uma resposta oficial do governo e enviada ao Congresso foi considerado um fator agravante tanto pelo Planalto como por integrantes das Forças Armadas. Na avaliação de Lula, o tema foge da alçada do Itamaraty.
O Itamaraty não fala publicamente sobre o episódio. Em reserva, o ministério nega que tenha havido a ligação de Lula para Vieira. Além de causar incômodo no Planalto e nas Forças Armadas, a declaração de Mauro Vieira também provocou desconforto dentro do próprio Itamaraty e na Embaixada dos Estados Unidos – que deve trabalhar para minimizar esse entendimento.
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Amargando o segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, o governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), afirma que a virada já começou e aguarda o debate com o adversário, o ex-ministro e ex-governador Ciro Gomes (PSDB). Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o petista acusou o tucano de trair a centro-esquerda. “Quero muito encontrá-lo no debate”, disparou Elmano, que também falou dos desafios da segurança pública e do pós-Lula (PT).
Governador, as pesquisas têm colocado o seu adversário Ciro Gomes na liderança para o Governo do Ceará, algumas com mais de dez pontos percentuais à sua frente. Como reverter esse cenário para a sua reeleição?
Tem pesquisa em que eu estou na frente, tem pesquisa em que ele está na frente e tem pesquisa que é praticamente empate. Mas o que eu tenho percebido claramente é de que a mudança é muito grande no Estado do Ceará. Nós vamos chegar à época da convenção já à frente do nosso adversário.
Mas, desde março, Ciro vem pontuando sempre acima dos 40%. Não acha que é um voto consolidado?
Olha, eu vivi isso em 2022. Eu estava com 4% e meus adversários tinham 40% e 30% cada. E, quando terminou a eleição, eu tive 54% dos votos, o outro (Capitão Wagner, pelo União Brasil) tirou 31% e outro (Roberto Cláudio, pelo PDT) teve 14%. Então eu tenho muita convicção de que, nesse momento, o cidadão não está pensando em eleição. Quem está pensando em eleição são os políticos e aqueles que acompanham a política. Nós temos pesquisa dizendo que mais de 70% do povo não está nem pensando em eleição. Então ainda vai chegar o momento em que a população vai acompanhar, debater, discutir e comparar, e nós já temos pesquisas apontando uma situação muito diferente do que estávamos há 60 ou 80 dias. Elas apontam claramente uma vantagem nossa em relação à candidatura da oposição. Não tenho nenhuma dúvida, o nosso time nem entrou em campo ainda para conversar com o povo sobre aquilo que temos realizado. Muita gente sequer sabe. Quando isso vier à tona, nós vamos presenciar uma grande mudança nos dados das pesquisas que temos conhecido até aqui.
Ao que o senhor atribui essa liderança dele? Seria fadiga de material, já que seu grupo está no comando do Ceará há 20 anos?
Efetivamente, o pré-candidato da oposição tem muito recall. Ele tem um nome muito conhecido, já foi candidato a presidente do país por quatro vezes e foi bem votado no Estado do Ceará como candidato a presidente. Mas, na última, ele traiu um acordo realizado com o senador Cid Gomes (PSB) e com Camilo, e resolveu lançar outro candidato. Ele teve uma derrota fragorosa no Ceará. Movido pelo ódio, resolveu se abraçar com os bolsonaristas. Imagina o que pode dar num governo quando se junta ódio com ódio. Isso não vai dar certo, mas felizmente nós vamos derrotar esse projeto no Ceará mais uma vez, com o campo progressista de esquerda.
Ele então não teria mais para onde crescer?
Acho que a questão que mais limita a candidatura bolsonarista no Ceará é a avaliação que o povo cearense tem do que representou o governo Jair Bolsonaro (PL) para o estado. Tivemos obras paradas de escola que o governo federal não pagava, mesmo obrigado por convênio. Aqui não tem uma obra significativa do governo do ex-presidente Bolsonaro, não tem número de casas, não tem estrada em quatro anos, além da sua atuação na pandemia. E a aliança do Ciro Gomes com o bolsonarismo no Ceará, penso que acaba de vez a história de que Ciro era um homem do campo progressista. Penso que é muito vergonhoso vê-lo abraçado com pessoas que lutaram contra a vacina, contra o isolamento, que riram da cara do povo. E de quem ele fez as avaliações mais duras, seja do presidente Bolsonaro, do Flávio, dos filhos ou das suas esposas, e agora está abraçado e sendo candidato em uma aliança na qual o grupo bolsonarista é a maior força da aliança do Ciro Gomes.
Qual a estratégia que adotarão contra ele?
Vamos comparar, inclusive, os governos do PSDB com o que foram esses 20 anos do governo do campo progressista, com Cid Gomes, com Camilo Santana e comigo. Tenho a convicção de que o povo cearense pretende que a gente possa aperfeiçoar e melhorar as políticas, e que vai garantir essa continuidade que temos tido de transformar a educação do Ceará, a saúde pública. Os nossos governos foram os que mais criaram emprego. Meu opositor, quando governou, criou 40 mil empregos, o nosso governo já criou 172 mil empregos de carteira assinada, a diferença é muito grande. O povo vai saber fazer a comparação e avaliar o histórico de cada projeto e o que tem realizado para o povo cearense.
Mas a eleição de Fortaleza, há dois anos, foi decidida no segundo turno por 1% a favor do prefeito Evandro Leitão (PT) contra o deputado André Fernandes (PL). Aquilo não ligou um alerta?
Na eleição de Fortaleza, nós fomos para o segundo turno com o candidato bolsonarista disputando com o nosso candidato do PT. Nós não esperávamos que uma pessoa ou um grupo político em torno do Ciro Gomes tivesse a capacidade de trair e votar num candidato bolsonarista. Mas o Ciro teve essa coragem e essa incoerência inadmissível. O Ciro e sua turma foram votar no candidato bolsonarista, junto com o candidato semibolsonarista, que era o Capitão Wagner, e o Roberto Cláudio. Quando juntava os três grupos, dava 400 mil votos à nossa frente. Em 15 dias, o nosso time guerreiro foi para a rua reverter esses 400 mil votos para a candidatura da esquerda. E Evandro tem feito uma mudança muito importante para Fortaleza. Eu quero muito encontrá-los no debate, porque uma coisa é a conversa e outra coisa é o que de fato acontece.
A tese do senhor ser substituído pelo ex-governador e ex-ministro Camilo Santana (PT) é totalmente descartada?
Nós não estamos necessitando de mudança de nome nenhum, porque o nosso projeto é de muita entrega. Mesmo nas pesquisas que apresentaram o candidato da oposição à frente, a avaliação do nosso governo é amplamente positiva, de 58% a 62% de aprovação, com 45% de bom e ótimo, enquanto ruim ou péssimo ficou em torno de 15%. E, nesse momento, o que interessa mais são as intenções espontâneas. E em todas as pesquisas dá empate. À medida que forem acontecendo os debates, nós vamos ter a alteração e a manifestação real da população, e estamos muito confiantes na vitória.
Camilo então fica para o chamado pós-Lula?
Eu aprendi que é sempre bom ter humildade no coração. Nós temos uma eleição para acontecer em outubro, então vamos cuidar dessa eleição. É muito importante reeleger o presidente Lula, para o meu estado do Ceará, para o nosso povo, o Nordeste e para o Brasil. O pós-Lula nós vamos construir com muita tranquilidade. Eu aprendi que liderança não se constrói em gabinete nem na decisão de alguém. Liderança é esforço pessoal, é relacionamento com o povo, com as lideranças políticas. E, mais importante, candidatura a presidente, a governador ou a prefeito, são as circunstâncias do momento da decisão que definem. Nosso querido Camilo Santana é um homem muito maduro. Ele sabe que quem fica pensando muito nisso só tem uma certeza: de que não será (candidato). Então ele se concentra em trabalhar, em fazer o melhor pelo Brasil e pelo Ceará.
Mas ele pode ser presidenciável a partir de 2030?
Se ele vai ser ou não vai ser, a gente não sabe. Pode acontecer de ser. A gente tem que dar o melhor de si naquilo que está fazendo, e as circunstâncias do momento é que vão definir se a pessoa é ou não é candidato. E, não sendo, não tem problema. Pode ser outro companheiro ou outra companheira. O importante é que a gente tenha compromisso com um projeto e com as políticas que vão melhorando a vida do povo brasileiro e a vida do povo cearense. Eu estou governador, mas podia ser outro companheiro. O importante é que a gente garanta a melhoria da educação, da saúde, da segurança, do emprego. Estamos na política para isso, não para disputar cargos. Nós disputamos cargos para realizar essas políticas, e o Camilo é um mestre, é uma referência de como se comportar na vida pública e como trabalhar para fazer essas políticas acontecerem no dia a dia.
Qual será o maior desafio do Brasil para os próximos quatro anos?
A segurança pública é o maior desafio do país hoje. A presença das facções ocorre em todo o território nacional, e é por isso que eu entendo que precisamos da aprovação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Segurança Pública e da aprovação da Lei Antifacção. Precisamos avançar na integração das nossas forças para agir de maneira conjunta. A América inteira tem tido esse problema de facções atuando de maneira muito intensa, pelo grande volume financeiro com que atuam. Nós precisamos fazer um trabalho de enfrentamento nas ruas, mas também um trabalho de inteligência, de asfixiar financeiramente essas organizações. Somente no nosso governo, já houve o bloqueio de R$ 3,3 bilhões de facções atuando no Estado do Ceará, autorizado pelo Poder Judiciário. Então precisamos ter ainda mais instrumentos legais para fazer um enfrentamento da cúpula e do aspecto financeiro das organizações. Precisamos de uma colaboração institucional dos Três Poderes para que a gente possa fazer um enfrentamento vitorioso dessas facções no Brasil.
O governo foi muito criticado por extinguir o Ministério da Segurança Pública e depois mandar um plano de segurança ao Congresso Nacional. Acha que foi tardia a proposta?
O tempo que a PEC está lá demonstra a dificuldade que temos no tema. Eu sou favorável que o governo tivesse, inclusive, um Ministério da Segurança Pública. Há muito tempo defendo que precisa haver uma separação do Ministério da Justiça e do Ministério da Segurança Pública, e, evidentemente, todos os entes federados, estados e a União, retardamos para estruturar as nossas polícias, as nossas forças no enfrentamento dessas facções. Fomos reestruturando, e não tínhamos também um aspecto legal. Agora que temos, é fazer o trabalho para enfrentar essas organizações efetivamente. O tempo foi aquém do que era necessário, isso eu tenho que concordar, mas estamos trabalhando intensamente para enfrentar essa dificuldade.
Quais foram os resultados no Ceará?
Temos feito um trabalho muito intenso. Nós apresentamos uma redução de 40% de homicídios e demais crimes violentos intencionais. E também redução da ordem de 50% de crimes violentos patrimoniais, o roubo. Isso fez com que o Ceará pudesse, no ano passado ainda, ter uma redução de quase 8% dos homicídios. Nesse primeiro semestre, já podemos dizer que o Ceará está fora dos dez estados mais violentos, estamos hoje em 11º. E Fortaleza, que era a quarta cidade mais violenta do país, passou para 18ª. Isso é fruto de mais de cinco mil homens e mulheres contratados para a Polícia Civil e a Polícia Militar, um aumento de 800% no trabalho da área de inteligência, de reestruturação de todas as forças.
Em Pernambuco, o ex-prefeito João Campos (PSB) brigou para ser o palanque único de Lula. Isso acontecerá com o senhor no Ceará? O quão Lula ainda é importante, principalmente nos estados do Nordeste?
Acho que são realidades muito distintas, cada estado tem uma realidade muito específica, mas eu considero muito importante a identidade política com o presidente Lula. Mas considero que o fator fundamental para quem é governador é a avaliação que a população tem do governo, das entregas que fizemos. Isso vai nos permitir ter uma vitória eleitoral muito significativa do nosso projeto no estado do Ceará, e tudo isso só é possível graças também à colaboração com o governo do presidente Lula. Tenho certeza de que o povo vai avaliar que é melhor ter um governador de mãos dadas com o presidente Lula, para fazer tanto quanto nós estamos fazendo ou mais, do que ter alguém que vai querer ficar brigando e brigando, e que a entrega reduz muito. Então a nossa convicção é de que o nosso povo vai fazer a escolha para que esse projeto possa acelerar, dar salto de qualidade para poder melhorar ainda mais a vida do povo cearense.
A recente escalada de ataques de aliados do governo ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), acendeu o alerta entre lideranças governistas e dirigentes do PT. A preocupação aumentou após o líder do PT na Câmara, Pedro Uczai (SC), afirmar, na última terça-feira, que Alcolumbre seria considerado um “inimigo” caso não desse andamento à PEC que acaba com a escala de trabalho 6×1.
A declaração de Uczai caiu mal no Senado e foi classificada nos bastidores como “descabida” por lideranças do Planalto, que se apressaram para pontuar que a fala não representa as bancadas petista e governista no Congresso. As informações são do portal Metrópoles.
Ministros que tentam restabelecer as pontes entre o Palácio do Planalto e o comando do Senado também viram a provocação como um “exagero” que prejudica as negociações com o parlamentar amapaense.
A relação entre Alcolumbre e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se deteriorou após a indicação e a rejeição do nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF). De lá para cá, os dois participaram de poucos encontros e mantiveram escassas interações, cenário que, segundo interlocutores, contribuiu para travar o avanço de pautas prioritárias do governo, entre elas a PEC da escala 6×1. Clique aqui e confira a matéria na íntegra.
Portal FolhaPE
Após três dias de protestos consecutivos no Recife, o governo de Pernambuco explicou a situação do auxílio para as famílias atingidas pelas chuvas entre maio e junho.
Representantes da gestão estadual concederam entrevista coletiva para detalhar o balanço da Operação Chuvas nesta quinta-feira (9), no auditório da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE), em Santo Amaro, área central da capital pernambucana.
No momento, quando também foram apresentadas as ações preventivas no estado, estavam presentes membros do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Secretaria de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas (SAS), Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), Secretaria de Recursos Hídricos e Saneamento e Departamento de Estradas de Rodagem (DER).
A respeito do Auxílio Pernambuco, a secretária de Assistência Social, Combate à Fome e Política Sobre Drogas (SAS), Andreza Pacheco, explicou que as pessoas aptas a receber os recursos já estavam definidas.
No total, foram investidos R$ 8,7 milhões para atender 3.500 famílias com um valor de R$ 2.500 mil por família. O governo estadual recolheu os dados junto aos municípios que estavam em situação de emergência.
Para ser beneficiado, era necessário estar no Cadastro Único (CadÚnico) do governo federal, ter uma renda per capita família de meio salário mínimo e morar em uma região afetada pelas chuvas.
A prioridade eram famílias com pessoas idosas, com pessoas com deficiência, mulheres gestantes ou mulheres chefes de família.
“Nós pagamos ao longo dos dias esse valor que estava previsto em lei. A questão é que recebemos cadastros de mais famílias. Fizemos a quantidade de famílias a partir dos dados dos municípios em situação de emergência [do dia 1º de maio]. Naquele momento, os municípios informaram essa quantidade de famílias e foi com esse número que trabalhamos”, detalhou Andreza Pacheco.
Desde a última terça-feira (7) até esta quinta-feira (9), houve protestos em diversas áreas da capital pernambucana. Os bloqueios ocorreram em pontos da Imbiribeira, Caxangá e BR-101.
A secretária ressaltou que a gestão está ciente dos protestos, mas não há previsão para o pagamento de valores a novas famílias além das 3.500 garantidas na lei estadual.
“Temos ciência desses protestos, porém nós temos o cadastro das famílias e foram analisados os dados. Não temos previsão [das famílias receberem]. Mas temos outras frentes da assistência social em que a gente apoia as famílias através dos municípios com pagamento do benefício eventual emergencial”, completou Andreza Pacheco.
É a federação que decide e não Raquel
No encontro que teve com o senador Ciro Nogueira (PI) e o advogado Antônio Rueda, presidentes da Federação Progressista, segunda-feira passada, em Brasília, a governadora Raquel Lyra (PSD) botou as cartas na mesa.
Jogou em favor do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), para compor uma das vagas ao Senado, já que, para a outra, fez opção pelo deputado Túlio Gadelha, que migrou da Rede para o PSD, dando uma guinada à direita.
Raquel jogou pesado. Pediu uma definição da federação em curto espaço de tempo, algo em torno de 48 horas, prazo já vencido. O jogo não é jogado como a governadora quer. Em se tratando de uma federação tão robusta, quem escolhe o nome para o Senado não é ela, mas a própria federação.
Leia maisE a federação, num encontro que colocou o assunto em discussão e votação, não escolheu Miguel, mas o presidente do colegiado no Estado, deputado Eduardo da Fonte, para quem a governadora torce o nariz. Ciro vai comunicar a Raquel que o nome da federação para o Senado é o de Eduardo da Fonte.
Rueda, por sua vez, não tem falado português claro como Ciro. Soube que no encontro ficou o tempo todo calado, não defendeu nem Eduardo nem Miguel, mesmo que o grupo Coelho propague que, na condição de presidente nacional do União Brasil, tenha sido implacável na defesa de Miguel.
Se o prazo dado pela governadora, de 48 horas, já venceu sem que os caciques nacionais da federação tenham se manifestado, o impasse na chapa governista vai perdurar por mais tempo, provocando chafurdação e desagregação dentro do conjunto de forças que apoiam a reeleição da gestora.
IMEXÍVEL – Ante os dirigentes nacionais da federação, Raquel também deixou patente que a vaga de vice não está na roda das negociações, porque nunca teve planos para “queimar” Priscila Krause, que se transferiu do PSDB para o PSD a pedido da governadora. O impasse está na segunda vaga ao Senado, que, segundo Raquel disse no mesmo encontro em Brasília, teria sido solucionado muito lá atrás se o presidente estadual da federação, Eduardo da Fonte, tivesse aceitado disputar o Senado junto com Miguel, ou seja, as duas vagas ocupadas pela federação.

Eduardo não é bobo – Eduardo da Fonte, segundo Raquel, ao invés de aceitar as duas vagas da federação para o Senado, uma ocupada por ele e outra por Miguel, abriu negociações para sair candidato na chapa de João Campos (PSB), o que a irritou bastante, perdendo, consequentemente, a confiança no aliado. Mas Eduardo é do ramo. Não entrou nesse jogo de Raquel porque sabe que, teoricamente, com dois nomes de centro e o mesmo perfil, as chances da governadora eleger a chapa completa se reduziriam bastante. Na medição de forças com Miguel, Eduardo levaria desvantagem, podendo o segundo senador eleito sair da chapa de João.
O topa tudo – Numa entrevista ontem, Miguel Coelho voltou a defender o registro da sua candidatura ao Senado de forma avulsa, ou seja, sem as ligações formais com a Federação Progressista exigidas por lei. Especialistas em legislação eleitoral garantem, no entanto, que essa saída desesperada do ex-prefeito de Petrolina não tem respaldo legal, uma vez que PP e UB se uniram numa federação e, consequentemente, passaram a ser um mesmo partido e não mais legendas independentes e autônomas.
A máfia do Master – A Polícia Federal fez, ontem, uma operação para investigar a atuação do publicitário Thiago Miranda, que agiu ao lado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para intimidar a jornalista Malu Gaspar, colunista do jornal O Globo, e outras pessoas que eram vistas como “obstáculos” pela suposta organização criminosa. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos por determinação do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que destacou o “grau de periculosidade da organização, conferindo-lhe contornos de máfia”.

Soldado raso – Adversário figadal do grupo Coelho, o ex-prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel (PSD), que tenta uma vaga na Assembleia Legislativa, disse, ontem, numa emissora de rádio da região do Araripe, que a prerrogativa de indicar o candidato ao Senado na chapa de Raquel é da federação e não da gestora. “A federação já decidiu, por ampla maioria, em convenção estadual, que o candidato é Eduardo da Fonte”, afirmou. Com a palavra, a governadora Raquel Lyra, para quem Pimentel bate continência, igual a soldado raso.
CURTAS
MANIFESTAÇÕES 1 – Protestos em diversas localidades marcaram os últimos três dias no Grande Recife, pelo pagamento de R$ 2,5 mil às vítimas das fortes chuvas que atingiram 27 municípios da Região Metropolitana e da Zona da Mata. A Secretaria de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas (SAS) informou que todas as famílias já receberam e atribuiu a insatisfação a cadastros irregulares ou feitos posteriormente pelos municípios.
MANIFESTAÇÕES 2 – “Algumas famílias que estão reclamando ou não cumpriam os critérios (para o auxílio), ou chegaram depois. Nós temos ciência desses protestos, mas foram feitos mais cadastros pelos municípios, além dos 3.500 previstos inicialmente”, justificou a secretária da SAS, Andreza Pacheco, ao recordar que o levantamento inicial foi fruto do diálogo da Defesa Civil com os municípios afetados.
COM JOÃO – Do presidente estadual do Republicanos, Sílvio Costa Filho, após manifestação da direção nacional do partido pela candidatura de Flávio Bolsonaro: “Independente da posição que a Executiva Nacional venha tomar, em Pernambuco, como sempre fizemos, estaremos votando no presidente Lula e no pré-candidato ao governo de Pernambuco, João Campos”.
Perguntar não ofende: Para onde irá Eduardo da Fonte se Raquel insistir na opção Miguel Coelho para o Senado?
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O pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos) rechaçou nesta quinta-feira (9) qualquer possibilidade de o seu partido a nível estadual não apoiar a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele lembrou, ainda, uma nota em que o seu irmão, o deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos), presidente estadual da sigla, ratificava tal posição.
“Nós estamos muito tranquilos quanto a isso. Sempre fomos muito ligados ao presidente Lula”, afirmou Carlos Costa. O imbróglio se dá diante da possibilidade de o Republicanos vir apoiar o PL na pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para o Palácio do Planalto.
Leia maisUsando o mesmo tom da nota emitida por Silvio Costa Filho, Carlos Costa disse ainda que o presidente nacional do Republicanos, deputado federal Marcos Pereira, dá total liberdade para que a sigla defina sua posição no estado. “Em Pernambuco, o Republicanos estará ao lado do presidente Lula e do futuro governador de Pernambuco, João Campos (PSB)”, continuou.
O pré-candidato ao governo, João Campos (PSB), comentou que, apesar de cada partido ter a sua independência sobre qual posição tomar em relação a eventuais apoios, a relação entre Lula e Silvio Costa Filho sempre foi firme. “O fundamental é ter a clareza da posição que se toma. E Silvio, agora presidente do Republicanos [Pernambuco], sempre deixou isso muito claro. Ele é um dos maiores apoiadores de Lula, inclusive no Congresso Nacional”, reiterou.
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Investigação da Polícia Federal (PF) aponta que o esquema de Daniel Vorcaro à frente do Banco Master incluía a “intimidação de jornalistas” e “campanhas de desinformação” para blindar a gestão fraudulenta à frente do banco.
Operação realizada nesta quinta-feira (9) teve como um dos principais alvos o publicitário Thiago Miranda, ligado a Daniel Vorcaro. Miranda é suspeito de coordenar uma ação em redes sociais voltada a comprometer a credibilidade e a atuação do Banco Central, indica a investigação — a defesa do publicitário nega. As informações são do g1.
Leia maisConforme a decisão do ministro André Mendonça, relator do inquérito sobre o caso Master no STF, Thiago Miranda é apontado pela PF como o principal articulador de um esquema para recrutar influenciadores digitais e jornalistas – utilizando valores de até R$ 2 milhões e contratos com cláusulas de confidencialidade.
Decisão do ministro Mendonça aponta que Miranda “estaria diretamente envolvido no recrutamento de influenciadores e jornalistas” para “fins intimidatórios e ameaçadores” em caso de recusar em ajudar no esquema.
Entre os alvos das ações do grupo de Thiago Miranda, estão a colunista Malu Gaspar, do jornal “O Globo”, e o empresário do setor financeiro Milton Maluhy Filho, do Itaú Unibanco, cujos relatórios confidenciais com dados civis e fiscais circulavam por orientação de Thiago.
A investigação aponta que o esquema de Vorcaro obteve de forma ilegal os dados financeiros, patrimoniais e cadastrais da jornalista Malu Gaspar, além de ter identificado seus filhos. O grupo teria identificado qual o carro utilizado por ela.
Como parte de um plano de gestão de crise, o publicitário também mantinha contato direto com jornalistas e veículos para negociar ações para reduzir danos de reportagens negativas contra Daniel Vorcaro e conseguir a remoção de conteúdos considerados prejudiciais aos interesses do grupo investigado.
Segundo a PF, o esquema criminoso do Master estava dividido em núcleos:
Segundo as apurações, o grupo investigado utilizava informações obtidas ilicitamente — incluindo quebra de sigilo e devassas em dados financeiros, cadastrais e de familiares de jornalistas e concorrentes — para coagir e intimidar aqueles que resistiam aos interesses do esquema.
Na decisão que deu aval à operação, o ministro André Mendonça autorizou a apreensão pelos agentes da PF de documentos físicos e eletrônicos, dispositivos de armazenamento de dados e mídias, além de bens de alto valor e dinheiro em espécie acima de R$ 20 mil.
Thiago Miranda é dono da Miranda Comunicação, também conhecida como Agência MiThi. Nas redes sociais, o publicitário também se apresenta como fundador e sócio do portal de notícias Léo Dias.
Miranda é investigado pela Polícia Federal (PF) por ser suspeito de contratar influenciadores para defender o Banco Master e atacar, de forma coordenada, o Banco Central durante o processo que culminou na liquidação do Master.
Em depoimento à PF em março, Miranda negou que tenha contratado influenciadores para atacar autoridades ou órgãos de Estado e afirmou que o trabalho era para a “reconstrução reputacional da imagem” do dono do Master.
Em janeiro, o g1 revelou o esquema de contratação de influencers. Um criador de conteúdo digital de São Paulo afirmou, sob condição de anonimato, que recebeu R$ 7,8 mil por uma única postagem com críticas ao Banco Central, publicada em dezembro.
Segundo o influencer, o pagamento foi feito pela empresa de Thiago Miranda.
A defesa de Thiago Miranda divulgou uma nota em que nega a prática de “qualquer ilegalidade” por parte do publicitário, que foi alvo da 10ª fase da Operação Compliance Zero. Os advogados afirmam que a atuação profissional de Thiago Miranda sempre foi pautada pela legalidade, transparência, respeito às instituições e pelo livre exercício da liberdade de expressão.
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O Recife está entre as três cidades brasileiras indicadas pelo Ministério das Relações Exteriores para disputar a primeira edição do prêmio WIPO City of Innovation, promovido pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI/WIPO), agência especializada da Organização das Nações Unidas (ONU). As candidaturas serão avaliadas pela organização, que divulgará as cidades finalistas até o fim de setembro. A cerimônia de premiação está prevista para 12 de outubro, em Genebra, na Suíça, durante o 6º Fórum de Prefeitos da ONU.
A candidatura do Recife destaca iniciativas voltadas ao fortalecimento da inovação, da pesquisa aplicada, da transferência de tecnologia e da proteção da propriedade intelectual. Entre os programas apresentados estão o NITRO, desenvolvido em parceria com o Porto Digital para fortalecer os Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs), a Rede NIT Recife, o Programa CORETO e políticas municipais de inovação aberta, transformação digital e incentivo a startups.
Segundo o secretário de Transformação Digital, Ciência e Tecnologia do Recife, Rafael Cunha, a indicação reconhece a estratégia adotada pelo município para integrar universidades, centros de pesquisa, empresas, startups e poder público. “Ser uma das cidades escolhidas pelo Brasil para disputar o WIPO City of Innovation representa o reconhecimento de uma estratégia construída para transformar conhecimento em desenvolvimento”, afirmou. Caso seja vencedora, a capital pernambucana conquistará seu quarto prêmio internacional concedido por organismos ligados à ONU em seis anos, de acordo com a prefeitura.
O Hospital do Câncer de Pernambuco (HCP) homenageou, nesta quarta-feira (8), o deputado federal Waldemar Oliveira em reconhecimento aos recursos destinados à instituição por meio de emendas parlamentares. Segundo o hospital, o parlamentar já encaminhou mais de R$ 1,2 milhão para fortalecer os serviços da unidade. A homenagem foi entregue pelo superintendente-geral do HCP, Sidiney Neves.
Ao agradecer o reconhecimento, Waldemar Oliveira destacou a importância da instituição para a saúde pública no Estado. “Recebo essa homenagem com muita gratidão e com a certeza de que investir no Hospital do Câncer é investir diretamente na vida das pessoas. O HCP realiza um trabalho essencial para Pernambuco, acolhendo pacientes e famílias em momentos muito difíceis. Nosso mandato seguirá parceiro dessa instituição tão importante”, afirmou.
O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República pelo PL (Partido Liberal) disse que está aguardando o “tempo” que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro “achar que é o suficiente” para entrar na campanha dele.
“Eu estou sempre aberto aqui a conversar, sempre esperando o tempo que ela achar que é o suficiente para estar com a gente na campanha, vestindo a camisa, porque eu tenho certeza que a Michelle pensa igual a mim”, disse o parlamentar. As informações são da CNN.
Leia mais“Tem que estar todo mundo junto para combater esse inimigo do Brasil que é o atual governo”, acrescentou.
A declaração ocorre poucos dias após a ex-primeira dama expor, em vídeos publicados nas redes sociais, um atrito com o enteado. O desentendimento surgiu após uma discordância sobre o acordo envolvendo o ex-ministro da Fazenda Ciro Gomes (PSDB), pré-candidato ao governo do Ceará.
“Ele foi muito ríspido, me desrespeitou e me maltratou ao telefone e eu não tinha feito nada contra ele. Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política. Diante dessa humilhação, eu disse a ele que estava tudo bem. Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante e então eu me recolhi”, afirmou a ex-primeira-dama.
No mesmo dia da publicação, Flávio rebateu às acusações: “Em nenhum momento ofendi ou tive a intenção de ofender a Michelle. Se o fiz em algum momento, mais uma vez peço desculpas”.
Cerca de cinco dias depois, Michelle anunciou sua saída da presidência do PL Mulher após uma reunião com o presidente da legenda, Valdemar Costa Neto. O motivo citado por ela, é a vontade de se dedicar exclusivamente aos cuidados do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar.
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Por Malu Gaspar – O GLOBO
Mensagens obtidas pela Polícia Federal (PF) no âmbito das investigações de um esquema de corrupção e fraude bilionária no Banco Master mostram que o executivo Daniel Vorcaro pediu o monitoramento do CEO do Banco Itaú, Milton Maluhy Filho, e de sua esposa, Camila Moretti Maluhy, encomendando um dossiê com “informações confidenciais”.
“Estou precisando fazer um levantamento do Milton Maluhy. Está me causando muito problema”, escreveu Vorcaro ao publicitário Thiago Miranda, dono da agência que contratou influenciadores para uma operação de “marketing de guerrilha” nas redes sociais em favor do Banco Master e contra a liquidação movida pelo Banco Central (BC). “Deixa comigo”, respondeu Miranda.
Leia maisEm outra conversa, Miranda informa Vorcaro que o material estava pronto, mas que queria veicular as informações “por outro veículo”. “Passando o carnaval falamos. Estou com tudo pronto do Milton. Mas quero fazer da mesma forma. Soltar por outro veículo”, escreveu o publicitário.
As mensagens são citadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, na decisão que autorizou uma operação de busca e apreensão contra Miranda, acusado pela Polícia Federal de integrar um grupo criminoso que atuava em diferentes frentes para proteger Vorcaro, manipular a opinião pública e violar dados sigilosos de concorrentes do setor.
A decisão de Mendonça não especifica em quais datas as conversas ocorreram, mas a equipe da coluna apurou que os diálogos são de fevereiro de 2025, um mês antes do anúncio da compra do Master pelo BRB. Na época, o Itaú pressionava nos bastidores o Banco Central para apertar o cerco contra o Master. A autoridade monetária, por sua vez, já havia detectado a deterioração dos indicadores do banco de Vorcaro no primeiro semestre de 2024 e exigido a adoção de uma série de medidas, como a “adequação da gestão de liquidez”.
Após a liquidação do Master pelo BC, em novembro de 2025, o CEO do Itaú criticou o impacto das fraudes no Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e defendeu mudanças na regulação do setor.
Os investigadores encontraram inclusive um dossiê intitulado “Família Maluhy Relatório sobre Execução Fiscal – Caso Milton Maluhy Filho e Camila Moretti Maluhy”.
O arquivo, elaborado com a identidade visual da empresa de Miranda, a Agência Mithi, trazia o alerta de que se tratavam de “informações confidenciais” sobre os Maluhy.
“A despeito dos substanciosos indícios de autoria e materialidade, a Polícia Federal aponta a existência de lacunas probatórias relevantes quanto à real dimensão dos ilícitos, bem como quanto à identificação das demais pessoas que integravam o ‘time’ utilizado por Thiago para executar os levantamentos contra os desafetos da organização criminosa”, ressaltou Mendonça na decisão.
Procurado, o Itaú informou que não vai se manifestar.
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O Recife recebe, no próximo dia 14 de julho, o lançamento de duas obras que abordam temas relacionados à economia e ao sistema de Justiça no Brasil. O evento será realizado a partir das 18h, no Boteco Porto Ferreiro, no bairro das Graças, e marcará a apresentação dos livros O Grande Fracasso: O porquê do Brasil não ter se desenvolvido nos últimos 75 anos, do economista Alexandre Rands Barros, e O STF Entre a Relevância e a Disfuncionalidade, dos advogados Maurício Rands e João Maurício Adeodato (in memoriam).
Em O Grande Fracasso, Alexandre Rands Barros analisa fatores que, segundo o autor, contribuíram para o baixo crescimento econômico brasileiro nas últimas décadas, abordando temas como produtividade, instituições, educação e inovação. Já O STF Entre a Relevância e a Disfuncionalidade examina o papel desempenhado pelo Supremo Tribunal Federal no cenário político e institucional do país, discutindo a atuação da Corte diante do aumento da polarização e de temas de repercussão nacional.
O lançamento será aberto ao público e contará com sessão de autógrafos e participação dos autores. A proposta é promover um espaço de diálogo entre leitores, pesquisadores, profissionais do Direito, economistas e demais interessados nos temas abordados pelas publicações.
