











Por Maysa Sena
Do Blog da Folha
O presidente estadual do PL, Anderson Ferreira, afirmou que uma eventual aliança com a governadora Raquel Lyra para as eleições de 2026 dependerá do apoio dela à candidatura do senador Flávio Bolsonaro à presidência da República. Em entrevista ao Blog da Folha, o dirigente destacou que a principal prioridade da legenda em Pernambuco é fortalecer o projeto político do parlamentar e que qualquer composição eleitoral passará por esse objetivo.
“A nossa prioridade é o Flávio Bolsonaro. E a prioridade seria alguém que também declarasse apoio a Flávio. Então, automaticamente, se declara apoio a Flávio, tem o apoio do PL. Isso é indiscutível. Se não há essa declaração, a gente tem que construir o melhor caminho para Flávio”, declarou.
Leia maisAnderson também reafirmou que o PL não pretende caminhar com partidos alinhados ao PT, como o PSB, mas indicou que a relação com Raquel Lyra dependerá da construção política para 2026.
Ainda segundo ele, ainda não há definição sobre a participação do PL na chapa majoritária, mas as decisões devem avançar até o fim deste mês.
“Estamos tentando reunir toda a tropa, mas isso sempre passa pela anuência da direção nacional. O que está sendo discutido aqui também está sendo discutido em Brasília”, afirmou.
Anderson explicou que as conversas envolvem lideranças estaduais e nacionais do partido, incluindo o senador Flávio Bolsonaro e o secretário-geral do PL, Rogério Marinho. De acordo com ele, o foco é construir a melhor estratégia para fortalecer o palanque da legenda em Pernambuco.
O dirigente ainda destacou o peso político da legenda no estado e afirmou que o partido pretende exercer protagonismo nas definições eleitorais. “O PL sabe o tamanho que tem. Nós temos o maior tempo de televisão, uma bancada forte e um exército orgânico. A direita sempre foi decisiva nas eleições em Pernambuco”, concluiu.
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Por Heron Cid
Do portal MaisPB
Muito antes do cantor Xand estourar com seus “Aviões”, Marizópolis já voava baixo nas “Asas do Forró”. A banda não tinha o potiguar Alexandre, mas nosso Manoel Baco-Baco chegou chegando. Na companhia de Beé no vocal, botavam para torar.
Menino, fiquei animado quando soube que a estreia da atração local seria num recanto do Pau de Leite, ainda de chão batido. À noite, desci a ladeira da “rua” e me bandeei para matar a curiosidade.
Leia maisDa principal do bairro, quebrei para a direita e o beco já estava entupido de gente. No barracão armado de estaca e decorado de palha de coco, a turma dançava e levantava poeira e o mormaço do piso de barro aguado.
O ritmo era o da bateria empolgada de Naim. A cada virada o prato do instrumento só faltava chorar. E o som dos acordes apurados da sanfona de Jurandir, o nosso ás da região, embalava a noite.
Enquanto a bandinha fazia a tábua do meio gemer, o suor dos forrozeiros pingava do rosto para dentro das calças e a saia das moças ficavam teimando em subir. Era uma mão nos ombros do cavalheiro e a outra segurando a roupa no perigo da meia luz.
Nos arredores, barracas de espetinho, cachorro mais frio do que quente, salgados e vendas de bebidas: cachaça para endoidar meio mundo de bêbado, rum para quem podia pagar e guaraná para quem não podia beber coisa mais quente.
O forró tinha hora pra começar e só terminava quando o dia amanhecesse, o calçado do matuto torasse ou o povo cansasse. Ou, se Tita e Totonho arrumassem alguma briga que obrigasse a polícia a sair no tapa e acabar a folia. O que não era muito difícil acontecer.
Um dia as “Asas do Forró” bateram as suas e se espalharam com o tempo. Mas a existência daquela simpática banda ainda voa nos meus pensamentos quando eles pousam no ninho das melhores lembranças de São João.
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No Nordeste, a expressão popular “pisar em rastro de corno” é usada para definir quem está dando azar, fazendo papel de bobo ou se metendo em uma situação constrangedora. E é exatamente essa a impressão que o deputado Túlio Gadêlha tem transmitido ao insistir, em suas redes sociais, na tese de que o presidente Lula não teria manifestado de forma espontânea seu apoio ao prefeito João Campos.
A narrativa chama atenção por desconsiderar a trajetória política de Lula. Com mais de quatro décadas de vida pública, o presidente acumulou experiência suficiente para conduzir suas manifestações políticas de acordo com suas próprias avaliações e estratégias. Nesse contexto, sustentar que uma declaração pública de apoio decorreu apenas de influência externa acaba soando, no mínimo, como uma leitura ingênua dos fatos.
Ao insistir nesse discurso, Túlio Gadelha parece reforçar uma narrativa que pouco encontra respaldo na realidade política e acaba se colocando em uma posição desconfortável. No fim das contas, a insistência pode produzir o efeito contrário ao pretendido: em vez de enfraquecer seus adversários, expõe sua própria dificuldade em compreender a dinâmica das decisões políticas e alimenta a percepção de que continua, politicamente, “pisando em rastro de corno”.
Uma entrevista concedida por Jaques Wagner horas depois de ser alvo de uma operação da Polícia Federal mudou o clima político em Brasília. A pressão pela saída do senador da liderança do governo no Senado aumentou nas últimas horas. A primeira avaliação no governo era de que qualquer mudança na liderança ocorreria de forma gradual, sem associação direta com as investigações do Caso Master.
Mas uma entrevista de Jaques Wagner mudou o cenário. Auxiliares de Lula informam que o presidente ficou contrariado depois de prestar solidariedade a Wagner e ver o senador revelar a existência do telefonema. As informações são do Jornal da Record.
Integrantes do governo afirmam que já houve a construção de uma saída honrosa para Wagner. Mas as declarações do líder criaram um constrangimento. A expectativa agora é de que o próprio senador coloque o cargo na liderança à disposição.
O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, defendeu a aplicação da lei sem distinção política ao comentar a operação da Polícia Federal. Já a deputada e ex-ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, disse acreditar na inocência do senador, mas que ele deverá responder à justiça caso sejam comprovadas irregularidades.
Por Lauro Jardim
Do jornal O Globo
Não foi só no fim de novembro de 2025 que Flávio Bolsonaro se reuniu com Daniel Vorcaro, num encontro assumido pelo Zero Um, que foi à casa do banqueiro em São Paulo para, segundo ele, “dar um ponto final” nas negociações em torno do financiamento de R$ 134 milhões para o filme “Dark horse”. Houve outras conversas presenciais.
Pelo menos uma delas ocorreu ainda no primeiro semestre do ano passado. O local foi a mansão que Vorcaro alugava em Brasília. Foi um encontro a dois. Tratava-se, portanto, de uma casa eclética em matéria de convidados.
O imóvel chegou a receber também Alexandre de Moraes, algoz do pai de Flávio.
A pré-candidata ao Senado, Marília Arraes, registrou neste domingo (21), os 22 anos da morte de Leonel Brizola. Em um texto marcado pela emoção e pelo reconhecimento histórico, ela destacou a importância do ex-governador para a democracia brasileira, a defesa da educação pública e das causas populares.
Na homenagem, Marília também relembrou a relação política e de respeito mútuo entre Brizola e Miguel Arraes, duas das principais lideranças do campo democrático e progressista do país. Na avaliação de Marília, o legado construído por ambos continua inspirando sua trajetória pública e sua forma de fazer política, baseada no compromisso com a justiça social, a educação e a defesa dos que mais precisam.
Ao recordar a história compartilhada entre Brizola e Arraes, Marília reafirmou que os valores defendidos pelos dois líderes permanecem atuais e seguem orientando sua atuação política, especialmente em um momento em que o Brasil volta a discutir os rumos da democracia e do desenvolvimento nacional.
A governadora Raquel Lyra esteve presente, ontem (20), no segundo dia de festas do São João 2026 de Limoeiro, Agreste Setentrional. O município conta com apoio do Governo do Estado para a realização do evento. Acompanharam a governadora o deputado federal Túlio Gadêlha; o prefeito de Passira, Severino Silvestre; e o ex-deputado federal Ricardo Teobaldo.
“O São João é uma festa linda, carregada de emoção, famílias e cultura. Cada vez que venho a Limoeiro, me surpreendo com o tamanho da festa e a alegria do povo. Destaco que esse é o São João mais seguro da nossa história. Temos lançamentos de efetivo em todos os grandes polos de animação e não podia ser diferente aqui em Limoeiro”, afirmou a governadora Raquel Lyra.
Leia maisDurante a visita, a chefe do Executivo estadual caminhou pela Rua da Alegria, principal palco da festa. A noite de ontem contou com shows de Felipe e Gabriel, Claudia Lauterea e Jorge de Altinho. O evento começou na última sexta-feira (19) e segue até o próximo domingo (28).
Recepcionando a governadora, o prefeito de Limoeiro, Orlando Jorge, falou da expectativa da festa na cidade. “Nossa cultura popular se reveste na Rua da Alegria, no São João mais alegre de Pernambuco. Estamos muito felizes com o nosso povo curtindo a festa, com a presença de nossos visitantes e com o apoio do Governo do Estado, que nos prestigia em todas as áreas, e no São João não seria diferente”, declarou o gestor municipal.
Na segurança, até o dia 28, serão 274 lançamentos operacionais, reunindo tecnologia e reforço no policiamento. Além do aumento dos lançamentos, o planejamento da segurança inclui monitoramento aéreo com drones, ampliação do efetivo nas ruas, fiscalização nas rodovias e ações preventivas voltadas à preservação da ordem pública e da segurança viária ao longo da programação festiva.
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Do Blog da Folha
O pré-candidato a governador João Campos (PSB) voltou ao Sertão do Pajeú, na noite de ontem (20), para prestigiar o Arraial do Distrito São João do Barro Vermelho, em Serra Talhada.
Acompanhado da prefeita Márcia Conrado (PT) e de outras lideranças, ele percorreu as ruas da localidade, acompanhou uma apresentação de quadrilhas juninas e destacou a agenda como um símbolo da presença que pretende ter, como governador, nos lugares distantes das sedes dos municípios.
“São João do Barro Vermelho respira cultura e é reconhecido por fazer uma das festas juninas mais tradicionais em áreas rurais no nosso estado. O povo daqui é muito acolhedor, amoroso, mas também vivencia muitos desafios pela distância da sede de Serra Talhada, pelo acesso em estrada de barro. Estar aqui é um símbolo do nosso compromisso em fazer um governo que vai trabalhar para todo mundo, mas que vai se preocupar ainda mais com o pequeno, em chegar junto, em dar apoio aos municípios e se fazer presente não só nos grandes centros, mas também nos lugares mais afastados”, disse.
A agenda foi acompanhada pelo pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), pelo deputado federal Pedro Campos (PSB), pelo pré-candidato a deputado estadual Breno Araújo (PT), pelo pré-candidato a deputado federal Charlles de Tiringa (PSB), pelo prefeito de São José do Belmonte, Vinicius Marques (PSB), e outras lideranças.
Por Estadão Conteúdo
O governo do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), conseguiu reduzir para 38% a sua avaliação negativa (ruim ou péssima) – um ponto porcentual a menos do que no último levantamento -, mas manteve os patamares de aprovação (ótimo e bom) em 32%, mostra pesquisa Datafolha publicada ontem (20).
Outros 29% avaliam como regular a gestão petista e um 1% não soube responder à pesquisa. O resultado demonstra estabilidade do governo federal, que preservou os mesmos patamares da última pesquisa divulgada no dia 13 de maio deste ano.
Leia maisO instituto ouviu, presencialmente, 2.004 eleitores, nos dias 17 e 18 de junho. A confiança no levantamento, realizado em pontos de fluxo populacional, é de 95%, e a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-09956/2026.
Aprovação x reprovação
O Datafolha também questionou os entrevistados se aprovam ou desaprovam o terceiro mandato do presidente Lula. Os resultados mostram equilíbrio: 48% dizem aprovar o atual governo, enquanto 49% reprovam. No último levantamento realizado em maio, a reprovação era um ponto porcentual inferior (48%). Já a aprovação manteve o mesmo desempenho.
Intervalo marcado por discussões relevantes
O intervalo de um mês entre as duas pesquisas foi marcado por discussões relevantes envolvendo o governo federal. No final de maio, a Câmara dos Deputados aprovou o Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe fim à escala 6×1 — pauta encampada pelo governo Lula, que chegou a enviar um projeto de lei em regime de urgência para tratar do tema.
No ínterim entre as duas pesquisas, o governo ainda entregou outras políticas públicas de apelo popular, como o crédito para trabalhadores de aplicativo e o programa Brasil Contra o Crime Organizado, que investiu R$ 11 bilhões no combate às facções criminosas.
Em âmbito internacional, o governo se viu às avessas na relação com os Estados Unidos, que impôs novas tarifas de 25% sobre produtos brasileiros e classificou o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, contrariando a posição do Itamaraty e atendendo os interesses do principal adversário de Lula nas eleições deste ano, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Comparação com mandatos anteriores
O instituto questionou os entrevistados se o terceiro mandato de Lula é melhor, pior ou igual às suas duas gestões anteriores, entre 2003 e 2010. Somente 5% veem o atual governo como muito melhor que os anteriores, enquanto 27% consideram melhor.
Para 25% dos entrevistados, o governo Lula 3 é pior, e muito pior para outros 19%. O porcentual de 21% avalia como igual o desempenho das três gestões e 3% não soube avaliar.
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Roraima realiza, neste domingo (21), uma eleição suplementar para escolher governador e vice-governador. São 384.582 eleitores aptos a votar das 8h às 17h em 350 locais de votação distribuídos pelos 15 municípios do Estado. O mandato em disputa vai até 5 de janeiro de 2027. A eleição foi determinada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) depois da cassação do governador Edilson Damião (União Brasil).
Com a saída de Damião, o presidente da Assembleia Legislativa de Roraima, Soldado Sampaio (Republicanos), assumiu interinamente o governo até a definição dos novos gestores pelo voto popular. As informações são do Poder360.
Leia maisAs seções eleitorais somam 1.483 unidades, distribuídas em nove zonas eleitorais que atendem aos 15 municípios do Estado. Boa Vista concentra 229.509 eleitores, o equivalente a quase 60% do total. Rorainópolis aparece em seguida, com 22.606 eleitores, e Cantá registra 17.254 aptos. São João da Baliza tem o menor colégio eleitoral do Estado, com 5.556 eleitores, o equivalente a quase 60% do total.
Rorainópolis aparece em seguida, com 22.606 eleitores, e Cantá registra 17.254 aptos. São João da Baliza tem o menor colégio eleitoral do Estado, com 5.556 eleitores.
As chapas na disputa
Três chapas concorrem ao governo de Roraima. Sampaio disputa a eleição ao lado de Tayla Peres (Republicanos). Nelita Frank (PT) tem Bartô Macuxi (PSOL) como candidato a vice. Arthur Henrique (PL) e Subtenente Velton (PL) participam do pleito em situação sub judice, ou seja, está em análise pela Justiça e ainda não teve decisão definitiva. A chapa foi barrada por descumprimento da regra de desincompatibilização e aguarda o julgamento de recursos.
O voto é obrigatório. Os eleitores que não comparecerem às urnas nem justificarem a ausência estão sujeitos a multa e a outras penalidades previstas na legislação eleitoral.
Entenda
As eleições suplementares em Roraima foram convocadas após o TSE cassar, em 30 de abril, o mandato do então governador Damião e determinar a realização de um novo pleito. Sampaio, então presidente da Assembleia Legislativa, assumiu o governo interinamente.
A data das eleições suplementares foi fixada com pouca antecedência, e os interessados em disputar seguiram uma decisão do TRE-RR que fixou prazo de desincompatibilização em 24 horas, de acordo com jurisprudência da Justiça Eleitoral. Esse prazo define quando ocupantes de cargos públicos devem deixar suas posições para concorrer à eleição.
No entanto, em 27 de maio, Dino cassou o acórdão do TRE-RR e determinou que a Corte eleitoral local reexaminasse o calendário da eleição suplementar e adotasse as regras gerais de desincompatibilização – 3, 4 ou 6 meses.
Isso beneficiou Sampaio, filiado ao Republicanos, partido que acionou o Supremo contra a regra fixada pelo TRE-RR. Ele tem apoio do MDB (Movimento Democrático Brasileiro), partido do ex-senador Romero Jucá.
Por outro lado, a medida prejudicou Arthur Henrique, que era prefeito da capital do Estado, Boa Vista, havia renunciado ao mandato no prazo fixado pelo TRE local para concorrer ao governo e aparecia bem posicionado nas pesquisas.
Na mesma situação ficou Antônia Pedrosa (PT), professora e funcionária pública, que se afastou de vínculos municipal e estadual dentro do prazo fixado pelo TRE-RR e foi impedida de concorrer. Em 1º de junho, o PT anunciou a substituição de Pedrosa pela socióloga Nelita Frank, mas a legenda tem pouca força eleitoral no Estado. O PL decidiu não indicar um substituto. Arthur Henrique segue fazendo campanha e terá seu nome na urna, mas deve ter seus votos anulados se a decisão de Dino prevalecer.
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A governadora Raquel Lyra (PSD) entregou, ontem (20), o Residencial Dom Avelar, em Petrolina, no Sertão do São Francisco. O empreendimento reúne 200 unidades habitacionais destinadas a beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida, na modalidade Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).
Com investimento de R$ 30,5 milhões, o conjunto habitacional integra uma parceria entre os governos estadual e federal. O residencial está localizado na Avenida da Redenção e é formado por 13 blocos, com apartamentos distribuídos em prédios de três e quatro pavimentos.
Leia maisDurante a agenda, Raquel Lyra também anunciou a abertura do processo licitatório para aquisição de um equipamento de tomografia computadorizada para o Hospital Dom Tomás. O investimento previsto é superior a R$ 8 milhões. “Entregar casas é entregar sonhos. Hoje, 200 famílias recebem suas chaves e saem do aluguel para um lar definitivo, incluindo pessoas com deficiência e famílias neurodivergentes, que agora terão mais segurança e dignidade”, afirmou a governadora. Ela destacou ainda a atuação conjunta entre diferentes esferas de governo e instituições para viabilizar as entregas.
O empreendimento foi selecionado pelo Ministério das Cidades em julho de 2024. Desde então, passou por etapas de aprovação junto a órgãos como Neoenergia, Compesa, CPRH e Corpo de Bombeiros, com execução operacional sob responsabilidade da Caixa Econômica Federal.
Representando o governo federal, o secretário Nacional das Periferias do Ministério das Cidades, Vitor Araripe, afirmou que a parceria entre os entes públicos tem sido decisiva para viabilizar projetos habitacionais. “Com essa parceria conseguimos tirar do papel investimentos importantes, como a entrega de unidades habitacionais que transformam a vida de centenas de famílias”, disse o secretário.
O prefeito de Petrolina, Simão Durando, também participou da solenidade e destacou a presença do governo estadual no município. “O Governo do Estado nunca chegou aqui em Petrolina de mãos vazias. Sempre traz consigo ações, obras, anúncios importantes e inaugurações”. Já beneficiários, como Jaqueline Fernandes, de 35 anos, receberam as chaves das novas moradias durante o evento. “Tudo está acontecendo no tempo certo. É um sonho realizado, que esperei por muitos anos”, afirmou.
A agenda contou ainda com a presença dos deputados federais Túlio Gadêlha e Fernando Filho, do deputado estadual Antonio Coelho, do ex-prefeito Miguel Coelho, além de secretários estaduais e lideranças políticas da região.
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O pré-candidato a governador João Campos (PSB) consolidou, ontem (20), todos os grupos de oposição de Mirandiba em seu palanque. Em passagem pelo município do Sertão Central, João participou de um evento de declaração de apoio promovido pelo ex-prefeito Dr. Bartolomeu Carvalho e pelo atual vice-prefeito Gilberto de Alonso (União Brasil). O ex-candidato a prefeito Natinho do Sindicato, que disputou as eleições de 2024 no campo adversário, também se definiu por caminhar com João Campos, o que, na prática, isola o atual prefeito, que é aliado da governadora Raquel Lyra (PSD).
Durante o encontro, João Campos voltou a defender investimentos na área da saúde no Sertão e citou como prioridade a interiorização do atendimento oncológico, com a proposta de ampliação de serviços em unidades como o Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada. O pré-candidato também reforçou a aliança com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como eixo central de seu projeto político para o estado. “Sabe por que Lula está comigo e eu estou com Lula? Porque nós estamos do lado do povo. E aqui tem um senador e uma pré-candidata a senadora que também têm esse mesmo propósito. Vou trabalhar todo santo dia para a gente fazer o nosso estado voltar a ser o Leão do Norte”, disse.
Leia maisO ex-prefeito Dr. Bartolomeu fez críticas ao governo estadual e afirmou ter se frustrado com a gestão eleita em 2022. Segundo ele, promessas de campanha não se traduziram em melhorias para o município, com destaque para a situação da PE-425. “Vejo nesse governo falhas terríveis, e a principal delas são as promessas não cumpridas. Parece que está começando um governo, quando, na verdade, está acabando. Por isso que a esperança para Mirandiba é você, João”, afirmou.
Já Natinho do Sindicato também destacou o apoio ao pré-candidato e afirmou acreditar em avanços para o município com a nova aliança política. “Mirandiba e Pernambuco têm muito a crescer com você sendo nosso governador. Pode ter certeza que esse time aqui vai trabalhar muito para que nossa cidade e nosso estado possam avançar de verdade”, declarou.
Também estiveram presentes em Mirandiba o pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), o senador Humberto Costa (PT), a pré-candidata ao Senado Marília Arraes (PDT), além do prefeito de São José do Belmonte, Vinicius Marques (PSB), vereadores e lideranças da região.
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