











O desembargador aposentado Bartolomeu Bueno se filiou ao PSDB e anunciou que disputará uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições deste ano. Advogado, ele ingressa na legenda em alinhamento com a governadora Raquel Lyra, a quem declarou apoio.
Natural do Sertão do Pajeú, Bartolomeu afirmou que pretende concentrar sua atuação política em segmentos ligados ao meio jurídico, como advogados, magistrados e servidores do Judiciário, além de buscar votos de opinião.
Ao comentar seu posicionamento político, o novo filiado afirmou que seguirá uma linha de centro-esquerda dentro da legenda. “Sou de centro-esquerda, social-democrata, e estou no partido nessa tendência”, declarou.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve a inelegibilidade do ex-deputado Adalberto Cavalcanti por oito anos, em decisão unânime, impedindo-o de disputar eleições até novembro de 2028. A sanção é decorrente de condenação por abuso de poder político e econômico durante as eleições de 2020.
De acordo com o acórdão, a condenação está relacionada à utilização de recursos públicos e à concessão de benefícios a eleitores, como perfuração de poços e outras ações associadas à Codevasf, com potencial de influenciar o resultado do pleito. O tribunal apontou que houve “participação ativa” do ex-parlamentar nas práticas consideradas irregulares.
Ao analisar o recurso, a Corte entendeu que não havia основания para modificar a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) e destacou que a revisão do caso exigiria reexame de provas, o que não é permitido nessa etapa processual. Com isso, foi mantida a inelegibilidade imposta ao ex-deputado.
O município de Águas Belas, no Agreste de Pernambuco, receberá um aporte de R$ 1,5 milhão para a área da saúde. Os recursos foram viabilizados por meio de articulação entre o deputado estadual Claudiano Filho, o prefeito Elton Martins e o deputado federal Eduardo da Fonte, com o objetivo de fortalecer a rede municipal de atendimento.
De acordo com os envolvidos, o investimento será destinado à ampliação de serviços e melhoria da estrutura de saúde no município. “Essa é uma conquista muito importante para Águas Belas e para o povo da nossa terra”, afirmou Claudiano Filho, ao destacar a parceria institucional para viabilização dos recursos.
A destinação integra ações voltadas ao fortalecimento da saúde pública no município, com foco na ampliação da capacidade de atendimento à população. A gestão municipal ainda deve definir a aplicação detalhada dos recursos nas unidades de saúde.
Referência em representatividade feminina no exercício do Direito na Capital do país, a ‘Advocacia Fernanda Hernandez’ irá encerrar março, o Mês da Mulher, com um encontro entre lideranças femininas, mulheres do Direito e do Poder Judiciário e uma das juízas do Afeganistão asiladas no Brasil.
A magistrada afegã irá narrar sua trajetória, abordando os desafios da mulher contemporânea no mundo. Seu depoimento é um testemunho emocionante de superação, resiliência e determinação, com foco nas adversidades enfrentadas por mulheres no exercício profissional, em diferentes culturas e países.
Leia maisA juíza afegã chegou a Brasília em 2022, onde recebeu asilo político. A vinda para o Brasil decorreu da mudança do regime político no Afeganistão, em 2021. A estrutura de poder atual naquele país impõe restrições aos direitos das mulheres, incluindo proibição de acesso ao mercado de trabalho, à educação secundária e ao ensino superior.
Anualmente, no mês de março, a Advocacia Fernanda Hernandez realiza um encontro entre mulheres operadoras do Direito e lideranças femininas da capital do país, para abordar a questão da mulher no mercado de trabalho. Neste ano, a realização será na próxima sexta, dia 27 de março, durante o café da manhã.
A Advocacia Fernanda Hernandez é uma sociedade de advogados em atuação desde 1990, com reconhecida expertise em nos segmentos do Direito Constitucional, Tributário, Civil, Minerário, Imobiliário e Administrativo. O encontro da próxima semana será restrito a convidadas. Por razões de proteção, pede-se não mencionar o nome da juíza convidada para o encontro.
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Por Antonio Magalhães*
O Supremo Tribunal Federal (STF), a mais alta instância do Poder Judiciário no Brasil, sempre foi um “puxadinho” do Poder Executivo. Em toda a história da Corte, os presidentes da República nomearam ministros simpatizantes ao regime vigente. Alguns, em determinados momentos, no entanto, agiram com independência, mesmo com o risco de perder o cargo, mas outros se entregaram totalmente ao poder vigente, como acontece hoje, que se vê um STF não mais como um ente subordinado, mas muito pior, como um sócio de governança, um “partido” que dá sustentação aos ditames do Executivo e extrapola a legalidade em benefício próprio.
Por isso, diante do desgaste da administração petista e a excessiva exposição negativa de suas ações e de seus integrantes, a Suprema Corte é mal vista pelos brasileiros. A recente pesquisa de opinião realizada pela AtlasIntel, apontou que 60% dos entrevistados não confiam no STF. Na mesma enquete, 70% dos nacionais acham que esta corte tem um alto grau de parcialidade. Que não trata todos os investigados da mesma forma. E o estudo aferiu ainda que 9 dos 10 ministros atuais da Corte são mais rejeitados do que os aprovados.
Leia maisNo período do regime militar, a relação do Supremo com o Poder vizinho nem sempre foi amistosa. Durante os anos em que os militares ocuparam o Palácio do Planalto, houve momentos de estremecimento entre o Executivo e o Supremo, a ponto de, em 16 de janeiro de 1969, três ministros do supremo serem aposentados à força pelo Ato Institucional 5 (AI 5).
Hermes Lima, Victor Nunes Leal e Evandro Lins e Silva eram considerados de esquerda pelos militares. Antes de assumirem o cargo no STF, tinham atuado no primeiro escalão de governos anteriores ao dos militares. Ao ouvirem o ato que os cassou – pela Voz do Brasil – outros dois ministros saíram por não concordar com a aposentadoria compulsória: o então presidente da Corte, Gonçalves de Oliveira, e aquele que seria o seu sucessor na Presidência, Antônio Carlos Lafayette de Andrada.
Um episódio contado no livro “O Julgamento da Liberdade”, de Ézio Pires, demonstra o clima de intrigas entre o Planalto e o Supremo. O presidente da Corte em 1964, Álvaro Moutinho Ribeiro da Costa, teria dito ao general Castello Branco que, caso o Supremo sofresse repressão na consciência e julgamento dos magistrados, ele fecharia o Tribunal e entregaria as chaves na portaria do Palácio do Planalto.
Apesar da pressão constante dos militares sobre a Corte – inclusive na nomeação de novos ministros – não era interessante ao regime chegar a ponto de fechá-lo, porque isso configuraria a ditadura na sua forma mais primitiva. Por isso, o Supremo permaneceu aberto, mas sob a extrema ingerência dos militares na vida da Corte. Talvez a maior delas tenha sido a proibição de julgar habeas corpus pedido por autores de crimes políticos ou contrários à segurança nacional. Com isso, podia-se encobrir todas as violências do regime, institucionais ou mesmo físicas.
A Nação Brasileira vai continuar vendo inerte os atos do STF além da legalidade? Há uma saída para esta crise de credibilidade da Corte e seus ministros? Há como reinventar o STF?
O jurista pernambucano Edgar Moury Fernandes acha que sim. Ele vê o Supremo cada vez mais longe da sua razão de ser constitucional e de sua competência, explícita nos artigos 101 e 102 da Constituição Federal. Para ele, as decisões irregulares desta corte correspondem a atividades legislativas e administrativas. E também, por meio de investigações, ações penais, recursos e processos, muitos deles promovidos de ofício e por partidos políticos.
“Nada contra a política, fundamental que é o trato da coisa pública. Entretanto, ela não pode orbitar à esfera judiciária, que deve estar distante de paixões ideológicas e disputas partidárias, bem assim ter como propósito a prestação jurisdicional, sempre fundada na legalidade, imparcialidade, impessoalidade, moralidade, transparência e efetividade, para que se tenha no país um ambiente de segurança, confiança e previsibilidade jurídica”, acrescenta Moury Fernandes.
É preciso, no entender do jurista, mudar o critério de escolha dos ministros para minimizar o efeito político-partidário na corte. Ele sugere que os integrantes da corte deveriam ser elegíveis unicamente por antiguidade. “Objetivamente, os ministros dos demais tribunais superiores, onde há magistrados preparados e já testados na função de julgar. Dessa maneira, não teria mais a influência político-partidária no ato de escolha”.
“De forma a reduzir o tempo de permanência dos ministros no cargo, para que o Tribunal esteja sempre a se oxigenar e renovar, por meio de salutar alternância de poder, bastaria aumentar para 60 anos a idade para ingressar na Corte e reduzir para 70 a de aposentadoria compulsória”, acrescenta o jurista.
Ele também se declara contra um mandato, defendido por muitos – diz, como meio de reduzir o tempo de permanência dos ministros no Tribunal, sobretudo sem idade mínima, pois isso poderia fazer da Corte um “trampolim profissional” para alguns, que estariam apenas de passagem pela magistratura, pensando mais no mercado que teriam adiante do que na fidelidade à Constituição.
Por fim, defende o fim do foro privilegiado com o intuito de impedir o uso da Corte como instrumento partidário e de oposição ao poder eleito e a adversários políticos. “É preciso, com a extinção do privilégio para alguns, proibir, expressamente, que políticos e seus partidos continuem a provocar a Corte sobre questões criminais e afeitas às políticas públicas e de competência do Legislativo e do Executivo”. Essa mudança, se ocorrer, retira do STF a possibilidade de pressionar parlamentares com ações engavetadas na Corte. Ou o político resolve a questão de interesse da Corte ou o processo judicial é reaberto.
Como conhecedor profundo do processo jurídico e político, Edgar Moury Fernandes diz que o modelo sugerido por ele não é perfeito, “está longe de esgotar o tema e precisa de reflexão, mas, sem dúvida, alterações como essas melhorariam o ambiente, pois retirariam a política das ante salas da Corte, fariam o entendimento do STF ser uno e impediriam que muito poder, durante tanto tempo, estivesse, como hoje, nas mãos de tão poucos”. As mudanças propostas podem ser realizadas por meio de uma Emenda à Constituição. Tudo é só política para corrigir ou atrapalhar. É isso.
*Jornalista
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O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Álvaro Porto (MDB), rechaçou a manobra tentada na sessão ordinária de hoje. “O que vivemos hoje na Alepe foi uma tentativa de golpe parlamentar por parte da base do governo! Felizmente, conseguimos impedir a tempo esse brutal desrespeito ao regimento da Casa. Nenhuma manobra em troca de cargos na máquina estadual e indicações para chapa vai prosperar enquanto eu presidir a Alepe, missão que me honra muito”, afirmou.
O presidente lembra que o Regimento da Casa, no seu artigo 193, é muito claro: “a pauta de deliberação do Plenário deve estar previamente definida na Ordem do Dia, cuja elaboração é de competência exclusiva da Presidência. O que não aconteceu”.
“Portanto, o vice-presidente Rodrigo Farias assumiu a presidência da sessão e anulou todos os atos, como manda a norma”, disse. E prossegue: “ressalto que, em 191 anos de história desta Casa Legislativa, nenhuma matéria foi deliberada em plenária sem que estivesse devidamente pautada na Ordem do Dia e publicada em Diário Oficial com a devida antecedência, sendo princípio basilar do Processo Legislativo”, ressaltou.
O prefeito do Recife, João Campos (PSB), ainda não perdeu a esperança de ter a Federação União Progressista, que foi homologada hoje, como aliada na disputa pelo Governo de Pernambuco. Apesar de o presidente do União Brasil, Miguel Coelho, agora estar com a governadora Raquel Lyra (PSD), e o presidente do PP, Eduardo da Fonte, não ter sido escolhido para disputar o Senado, Campos avalia que há tempo para reverter a situação.
“Não muda nada. Até a eleição tem muito diálogo”, respondeu rapidamente João Campos, após entregar a segunda etapa do Parque da Tamarineira, na sua programação de despedida da Prefeitura do Recife. No dia 2 de abril, ele renunciará ao mandato de prefeito. As informações são do blog do Dantas Barreto.
Leia maisO socialista também está certo de que o MDB se manterá na Frente Popular, apesar das investidas de Raquel Lyra. “Nossa relação com o MDB é sólida e bem construída Brasil afora. É um partido que tem diretório estadual, é um partido que o próprio nome já diz, é um movimento democrático, é um partido muito democrático, um partido que tem autonomia das suas decisões. Claro, o MDB vai falar pelo MDB, mas a minha posição é de muita confiança e tranquilidade na aliança que nós temos”, assegurou.
Questionado se o convite do MDB ao deputado Luciano Bivar para ser suplente do senador Humberto Costa (PT) indica que o apoio da sigla está garantido, João Campos disse que se trata de uma grande construção que envolve duas lideranças políticas.
“Vejo com bons olhos, agora isso é uma construção que não depende exclusivamente de mim. É uma construção que deve ser liderada pelo senador Humberto Costa, pelo partido do senador, por Luciano, pelo eventual partido dele. Eu acho que são grandes nomes dialogando. Em relação ao MDB, eu tenho muita confiança”, comentou Campos.
ALCKMIN
Falando na condição de presidente nacional do PSB, João Campos voltou a afirmar que não há motivo para Geraldo Alckmin deixar a vice do presidente Lula (PT). Ontem, o petista disse que tem muita gente de olho na vaga.
“Eu tenho muita confiança na vice-presidência com Alckmin. Não por uma ser uma luta específica do espaço. É um reconhecimento do trabalho dele. Na minha opinião, é irretocável é uma atuação muito importante, de confiança, credibilidade, estabilidade e participação ativa em momentos decisivos”, defendeu João Campos, afirmando desconhecer quais partidos estariam interessados na vaga de vice-presidente da República.
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O ex-prefeito de Belém do São Francisco, Gustavo Caribé, afirmou, em publicação nas redes sociais, que teve as contas dos quatro anos de sua gestão (2021 a 2024) aprovadas por unanimidade pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE). Segundo ele, o resultado técnico reforça a regularidade da administração municipal no período, destacando que os dados analisados pelo órgão refletem organização, controle e responsabilidade na condução dos recursos públicos.
Na postagem, Caribé também rebateu críticas feitas durante sua gestão e mencionou que houve tentativas de levantar questionamentos sobre sua administração, incluindo rumores sobre possível inelegibilidade. O ex-prefeito ressaltou que a aprovação unânime das contas comprova a lisura da gestão. “Gestão pública não é improviso, é responsabilidade. Essa aprovação é a prova de que governamos com organização, respeito ao dinheiro público e compromisso com as pessoas. No fim, a verdade sempre prevalece”, declarou.
O apresentador da TV Jornal Ciro Bezerra recebeu alta hospitalar, hoje, após passar quase 15 dias internado em uma unidade de saúde. A informação foi confirmada pelo próprio comunicador, que publicou um vídeo nas redes sociais para anunciar a recuperação e agradecer o apoio recebido durante o período de internação.
Ciro Bezerra passou mal logo após apresentar o programa e foi socorrido às pressas. Após dar entrada no hospital, ele foi diagnosticado com um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Durante o período em que esteve internado, o apresentador passou por acompanhamento médico e apresentou evolução no quadro de saúde. As informações são da TV Jornal.
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) promove, nos dias 28 e 29 de março, uma ampla mobilização no Nordeste, com a realização de mutirões que somam entre 10.247 e 10.297 atendimentos à população. Desse total, aproximadamente 7.748 a 7.798 são perícias médicas e 2.499 avaliações sociais, reforçando o esforço do órgão para reduzir o tempo de espera e agilizar a concessão de benefícios.
Na Bahia, o mutirão soma 1.908 atendimentos, sendo 1.834 perícias médicas e 74 avaliações sociais, com destaque para a forte atuação em Salvador e no interior do estado. No Ceará, são 2.792 atendimentos, com 1.732 perícias e 1.060 avaliações sociais, concentrando um dos maiores volumes da região, especialmente na área social.
Leia maisNo Piauí, a mobilização contempla 1.420 atendimentos, todos voltados para perícias médicas, com forte concentração em Teresina. Em Pernambuco, estão previstas entre 570 e 620 perícias médicas, distribuídas entre unidades estratégicas como Caruaru e Recife.
Na Paraíba, o mutirão soma 687 atendimentos, todos de perícia médica, com destaque para João Pessoa e Campina Grande. Em Alagoas, são 920 atendimentos, também exclusivamente de perícias médicas, realizados nas unidades de Maceió e Arapiraca.
No Sergipe, a ação reúne 510 atendimentos, sendo 320 perícias e 190 avaliações sociais, concentrados na capital. Já no Maranhão, o total é de 283 atendimentos, com 265 perícias médicas e 18 avaliações sociais, distribuídos entre Imperatriz, Grajaú e Açailândia.
A iniciativa envolve agências de todos os estados da região e concentra atendimentos previamente agendados, com foco em serviços como perícia médica para o Benefício de Prestação Continuada (BPC), benefício por incapacidade temporária e avaliações sociais – etapa essencial para a análise de benefícios assistenciais.
A mobilização integra uma estratégia nacional do INSS para dar maior celeridade à análise de benefícios, reduzir a demanda reprimida e ampliar a capacidade de atendimento. Ao concentrar mais de 10 mil atendimentos em um único fim de semana, o Instituto reforça seu compromisso com a eficiência dos serviços e com a garantia de direitos da população, especialmente em regiões com alta demanda.
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O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), anunciou, hoje, a continuidade dos trabalhos do colegiado. A decisão ainda precisa ser confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em julgamento nesta tarde.
O anúncio ocorre em meio a um impasse em relação ao prazo de 48 horas estabelecido pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), oficializasse a continuidade da comissão.
Leia maisNa última segunda (25), Mendonça determinou que Alcolumbre marcasse uma sessão do Congresso para ler o requerimento que, na prática, representaria a prorrogação dos trabalhos.
Se isso não ocorresse, segundo a decisão, o presidente da CPMI poderia dar continuidade às sessões do colegiado. Foi o que ele fez. Sob argumento de que o prazo judicial se esgotou nesta manhã, Viana fez o anúncio. O Supremo, no entanto, começa a julgar às 14h se aprova, ou não, a decisão monocrática (individual) de Mendonça.
“Decisão judicial gente não questiona, exatamente o que nós temos feito. Em nome dos aposentados dos órfãos e das viúvas de um Brasil que quer o combate à corrupção, eu declaro prorrogada essa CPI”, declarou Viana.
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Hoje, a Justiça italiana decidiu que Carla Zambelli (PL-SP) será extraditada do país. No entanto, a defesa da ex-deputada já afirmou que vai recorrer da decisão – que ainda não tem prazo para análise nem para uma decisão final.
Zambelli, que tem cidadania italiana, deixou o Brasil em maio do ano passado após ser condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 10 anos de prisão por invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). As informações são do portal G1.
Leia maisCaso a extradição seja de fato decretada, o processo será analisado pelo Ministério da Justiça italiano, a quem cabe liberar a volta ao Brasil formalmente. Logo em seguida, as autoridades italianas comunicarão oficialmente ao governo brasileiro — que deve tomar as rédeas a partir daí. Por fim, a Polícia Federal será responsável por organizar a logística da transferência, já que cabe ao Brasil realizar a retirada da extraditanda. Durante todo o processo, Zambelli deverá permanecer presa.
No entanto, os advogados que fazem a defesa de Zambelli na Itália disseram que vão protocolar o recurso. Com isso, o caso voltará aos tribunais e subirá à Corte Suprema de Apelações. A decisão final cabe ao Ministro da Justiça italiano, Carlo Nordio.
Zambelli foi condenada por unanimidade pelo STF em maio de 2025 pela invasão dos sistemas do CNJ. Quando já estava na Itália, Zambelli foi condenada novamente pelo STF, desta vez por perseguir, armada, um homem em São Paulo em 2022.
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