











Me emocionei profundamente, há pouco, ouvindo a reprise da belíssima, histórica e envolvente entrevista de Benito Di Paula ao Sextou, em junho de 2023. Quantas revelações fantásticas que ele fez dos bastidores que inspiraram seus grandes sucessos. Benito morreu ontem, aos 84 anos.
Clique no link e ouça!
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta segunda-feira (19) que vai entregar ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira (20) uma autorização para quebra de sigilo telefônico e bancário dele e da família e cobrou o adversário, candidato Flávio Bolsonaro (PL), a fazer o mesmo.
“Vou entregar isso amanhã no TSE na expectativa que o candidato adversário apresente proposta para abrir seu sigilo, das suas empresas e família”, disse Lula. As informações são do g1.
“Fiz questão de colocar meus cinco filhos porque toda eleição se inventa uma coisa contra minha família e eu resolvi não ficar quieto. Essa é minha última disputa eleitoral e não posso deixar que um ladrão tente jogar minha biografia no lixo. Isso é em defesa da minha honra, da honra da minha família e sobretudo na defesa desse país que não pode ter um ladrão governando esse país”, afirmou o petista.
O presidente é pai de cinco filhos, Lulinha, Lurian, Marcos, Sandro e Luis Claudio.
A fala ocorreu durante um pronunciamento à imprensa antes de um ato de campanha em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Durante o ato, o presidente escreveu em um cartaz “abre o sigilo Flávio”.
Durante o debate presidencial deste domingo (18), o presidente Lula propôs que os dois candidatos abram suas contas bancárias e seus sigilos telefônicos para análise antes da eleição.
Flávio afirmou não ter “absolutamente nada a esconder”, mas não afirmou se vai autorizar a quebra do sigilo.
Esse foi o primeiro confronto direto entre os dois candidatos em um debate nesta eleição. Durante o debate, os adversários trocaram acusações sobre investigações criminais de aliados e familiares.
Leia menos
Você sabia que Benito Di Paula, que Deus levou ontem, fez a música ‘Sanfona Branca’, em homenagem a Luíz Gonzaga, depois de conhecê-lo num banheiro quando se preparava para um show em Brasília? Depois, Gonzagão retribuiu a gentileza cantando “Como é bonito, Benito”.
Essa e outras revelações inéditas do cantor estão nesta antológica entrevista que fiz com ele em junho de 2023 para o Sextou, programa musical que ancoro às sextas na Rede Nordeste de Rádio no lugar do Frente a Frente.
Leia maisEssa e outras revelações inéditas do cantor estão nesta antológica entrevista que fiz com ele em junho de 2023 para o Sextou, programa musical que ancoro às sextas na Rede Nordeste de Rádio no lugar do Frente a Frente.
Benito chegou a chorar de emoção ao longo da entrevista quando falou da família, especialmente da mãe. “Passei 30 anos trabalhando duro para comprar uma casa para minha amada mãe”, disse ao falar da canção “Tudo está no seu lugar”, na qual agradece a Deus pela casa dada a sua mãe.
No lugar do Frente a Frente de hoje, resolvi reproduzir na íntegra a entrevista daquele que introduziu o piano no samba brasileiro e que agora entra para a história.
Imperdível!
Leia menos
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) iniciou nesta segunda-feira uma operação para conter o desgaste provocado pelas declarações da coordenadora econômica, Daniella Marques, sobre as regras de transição do Bolsa Família. A norma prevê um período em que os beneficiários permanecem no programa mesmo após conseguirem emprego formal ou abrirem uma pequena empresa.
Em entrevista, a ex-presidente da Caixa Econômica afirmou que um eventual governo Flávio adotaria uma regra de transição de dois anos para beneficiários do programa que conseguissem emprego com carteira assinada ou abrissem um negócio. As informações são do jornal O GLOBO.
Pelas normas de hoje, também há uma regra de transição do Bolsa Família. A família que ultrapassar a renda mensal per capita de R$ 218 (critério de acesso ao programa) por conta de nova renda, mas fique abaixo de R$ 706, pode continuar no programa por 18 meses, recebendo metade do benefício.
Leia maisIntegrantes do PL, porém, afirmam que a auxiliar de Flávio se expressou mal ao tratar o assunto de forma pouco detalhada. Já o PT aproveitou o caso para acusar o adversário de querer fazer cortes na política social.
O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro tratou o embate político como uma tentativa de impulsionar “uma fake news cabeluda”.
— Quem está no Bolsa Família vai ter uma regra de transição, como teve na época do governo Bolsonaro, de dois anos, para que possa abrir o seu negócio ou aceitar emprego de carteira assinada, e retorno automático se der errado — afirmou Daniella em entrevista nesta segunda-feira à rádio CBN Salvador.
A declaração passou a ser explorada por aliados de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), levando o próprio senador a publicar um vídeo para negar que pretenda acabar com o benefício após dois anos.
— O futuro ex-presidente, o Lula, está espalhando uma fake news daquela cabeluda e eu peço que você compartilhe esse vídeo urgentemente para a gente combater essa mentira dele. E qual que é a mentira que ele está contando? Ele está dizendo por aí que eu acabaria com o Bolsa Família em até dois anos. É óbvio que isso não vai acontecer, é óbvio que isso é mentira — afirmou Flávio.
Na gravação, o candidato disse que sua proposta prevê a manutenção temporária do benefício para quem conseguir emprego ou abrir um negócio, com a possibilidade de retorno ao programa caso a nova fonte de renda não se sustente.
— O que estou fazendo de proposta que é muito melhor do que isso. É para incentivar você, caso você queira, quando você arrumar um emprego de carteira assinada, você abrir a própria empresa, você continua recebendo o seu Bolsa Família por até dois anos. E, se acontecer alguma coisa nesse meio tempo, você for demitido, por exemplo, ou a sua empresa não der certo, no mesmo dia você está recebendo o Bolsa Família — disse.
A campanha também divulgou uma nota acusando o PT de espalhar informações falsas.
A fala de Daniella foi divulgada por aliados de Lula em grupos de apoio ao petista e nas redes sociais. Governistas também resgataram publicações antigas de Flávio criticando o benefício, chamado por ele de forma pejorativa de “bolsa-farelo”. O próprio presidente compartilhou uma postagem do PT com críticas à declaração da coordenadora econômica.
Um dos coordenadores da campanha de Lula, o senador Camilo Santana (PT-CE), criticou a declaração e associou a proposta Daniella Marques à promessa de Flávio de reduzir despesas públicas.
— Isso já mostra claramente de onde é que o Bolsonaro quer cortar os R$ 200 bilhões. A gente vem dizendo que é exatamente dos programas sociais. É exatamente das conquistas dos trabalhadores e trabalhadoras desse país — afirmou Camilo, que também acusou o candidato do PL de querer repetir medidas adotadas pelo governo de Jair Bolsonaro.
Diante da repercussão, integrantes da equipe de Flávio passaram a se mobilizar para afastar a interpretação de que um eventual governo do senador estabeleceria um prazo máximo de dois anos para a permanência das famílias no programa.
Nos bastidores, aliados avaliam que Daniella não conseguiu explicar com clareza a medida e acabou criando uma crise em um dos temas mais sensíveis da disputa, a seis dias do segundo turno.
O episódio também ampliou o desconforto de integrantes da campanha com a exposição de Daniella, que tem concedido uma série de entrevistas sobre propostas de um eventual governo. Entre interlocutores do senador, há críticas à falta de alinhamento prévio de algumas declarações com o núcleo político da candidatura.
A avaliação é que a coordenadora abriu uma frente de desgaste desnecessária em um momento em que Flávio tenta afastar o discurso de que promoveria cortes em programas sociais.
Embora a medida já estivesse prevista no plano de governo, aliados consideram que a forma como foi apresentada abriu margem para que o prazo fosse entendido como um limite geral para o recebimento do benefício.
Depois do embate tomar as redes, Daniella gravou um vídeo sobre o assunto. A economista explicou que os dois anos seriam destinados à transição de famílias que passassem a ter outra fonte de renda, e não ao desligamento de todos os beneficiários.
A equipe sustenta que a medida busca incentivar a entrada no mercado de trabalho sem deixar desassistidos aqueles que não conseguirem manter o emprego ou o negócio.
Um auxiliar direto de Lula afirma que a campanha petista pretende continuar explorando o episódio e recuperar outras declarações antigas de Flávio sobre o benefício.
Em uma publicação de 2011, o senador menciona uma emenda apresentada a um projeto para “limitar em dois anos” o período de recebimento do programa. A intenção é usar esse histórico para reforçar o discurso sobre as incertezas em relação à manutenção de políticas sociais em um eventual governo Flávio.
O Bolsa Família é um dos pontos de atenção das duas campanhas na reta final. Pesquisa Datafolha divulgada na última quinta-feira mostrou que a vantagem de Lula sobre Flávio entre os beneficiários do programa aumentou cinco pontos percentuais. Nesse segmento, 61% declararam voto no petista, ante 32% no senador. O levantamento foi realizado após o reajuste concedido pelo governo federal ao benefício às vésperas da eleição.
Desde o início do segundo turno, Lula tem questionado os efeitos do ajuste fiscal prometido pelo adversário e cobrado explicações sobre quais despesas seriam reduzidas.
Leia menos
Por Maysa Sena – Blog da Folha
O senador Humberto Costa (PT) foi o entrevistado do programa Folha Política, da Rádio Folha 96,7 FM, na manhã desta segunda-feira (19). Na conversa, ele avaliou o resultado do primeiro turno das eleições e comentou a mobilização em torno da candidatura do presidente Lula (PT). Questionado sobre o desempenho de Flávio Bolsonaro no primeiro turno e se o resultado teria despertado o PT para a necessidade de intensificar a mobilização, Humberto Costa avaliou que o movimento vai além do partido e envolve a própria sociedade.
“Eu diria, não somente o PT, mas a própria sociedade”, afirmou o senador, ao comentar a mobilização em torno da candidatura de Lula no segundo turno. Para ele, o momento representa um movimento cívico de defesa de direitos conquistados ao longo dos últimos anos.
“Eu não tenho dúvida, eu já vi alguns comentários sobre isso e eu penso exatamente assim, o que está acontecendo agora no segundo turno é na verdade um movimento cívico, é uma coisa da sociedade”.
Leia maisO senador ponderou que o apoio ao presidente não se resume à identificação pessoal com o candidato, mas também ao receio de perder direitos e conquistas sociais.
“É uma coisa assim que a sociedade, muita gente que a gente vê pelo meio da rua e que tá ali e o cara diz: ‘Olha, eu a primeira vez que eu vou votar em Lula é essa agora, mas eu sei que se eu não votar, eu posso sofrer violência, eu posso perder coisas que eu conquistei com muita dificuldade, a gente que tá no SUS recebendo tratamentos que são extremamente caros e que tem medo de perder isso caso o bolsonarismo volte’”, disse.
Ao avaliar o impacto do resultado eleitoral sobre o partido, Humberto reconheceu a importância de rever a relação com a população. “Foi bom para a gente despertar e ver como nós estávamos distantes de muita gente no nosso país”.
Nova comunicação
Humberto também defendeu que a estratégia de comunicação adotada durante a campanha, especialmente nas redes sociais, seja mantida após as eleições. O senador reconheceu que precisa superar resistências pessoais ao uso dessas ferramentas.
“A outra coisa que eu acho significativa também é que o governo precisa disso que ele está fazendo agora. […] Utilizando as redes sociais, falando com a juventude, isso não pode acabar no dia seguinte à eleição, entendeu? Isso tem que ser uma preocupação permanente de todos nós”.
Ele afirmou que faz uma autocrítica em relação à própria atuação nas plataformas digitais.
“Eu mesmo faço uma autocrítica. Eu tenho uma certa resistência nessa questão de trabalhar as redes sociais, de está o tempo inteiro ali gravando vídeo. Não é muito fácil.”
Lula em Petrolina
O senador também comentou a agenda do presidente Lula em Petrolina, prevista para esta terça-feira (20). A cidade do Sertão pernambucano é considerada estratégica para a disputa eleitoral e é comandada politicamente pela família Coelho, que faz oposição ao presidente.
Humberto Costa demonstrou expectativa de grande participação popular no evento e projetou um desempenho melhor do PT na região e em Pernambuco no segundo turno.
“Eu acho que vai ser uma coisa gigantesca, né? É uma agenda que envolve dois estados, Bahia e Pernambuco. Nós sempre fazemos essa agenda em toda a eleição e sempre é um sucesso grandioso, né? E eu acredito que dessa vez será também. Nós vamos ganhar em Petrolina, nós vamos ganhar em Juazeiro, nós vamos ter um desempenho melhor em Pernambuco do que tivemos no primeiro turno”.
Local
Ao comentar sua votação no primeiro turno, superior numericamente à do ex-prefeito do Recife que disputou o governo de Pernambuco, João Campos (PSB), Humberto Costa rejeitou a interpretação de que teria atuado de forma isolada ou deixado de transferir votos para o aliado.
“O eleitor, ele é livre. Nós temos uma democracia, ele escolhe e faz as suas opções e os votos que eu recebi são decorrentes de um trabalho que eu tenho acumulado ao longo da minha vida. Como ministro da saúde, como deputado, como senador, como secretário estadual”, ressaltou.
Humberto também atribuiu parte do resultado à relação construída com prefeitos de diferentes municípios pernambucanos, independentemente do alinhamento político com a governadora Raquel Lyra (PSD).
Comparação
Humberto também contestou a comparação direta entre sua votação e a de João Campos. Segundo ele, as disputas para o governo do estado e para o Senado têm características diferentes, já que cada eleitor pode votar em dois candidatos ao Senado.
“Essa comparação de que o senador teve mais votos do que o governador significa que a gente tem uma campanha forte também, mas não dá para fazer essa comparação assim porque não são disputas iguais”.
Ao concluir a avaliação sobre a campanha de João Campos, Humberto afirmou que o candidato fez uma boa disputa, mas enfrentou dificuldades por concorrer contra uma governadora que buscava a reeleição e tinha avaliação positiva do governo.
Leia menos
A mesa da Assembleia Legislativa de São Paulo recebeu nesta tarde um pedido de cassação do deputado Marcelo Aguiar (PL), que desferiu um tiro numa casa noturna ontem à noite, tendo atingido de raspão o apresentador Fred Bruno, da TV Globo.
A representação, que pede a punição para Aguiar por quebra de decoro parlamentar, foi protocolada pela deputada Mônica Seixas (PSOL). As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisAlém de pedir para apurar as circunstâncias em que o disparo foi feito, a oposição pede que seja apurado uso irregular de uma licença do carro funcional usado por Aguiar. Ele estaria utilizando um veículo BYD preto que não integra a frota oficial da Assembleia, equipado com placa de representação parlamentar. A identificação utilizada no automóvel estaria vinculada a outro veículo, um Toyota Corolla.
“São dois fatos graves que precisam ser esclarecidos: o disparo de arma de fogo em uma festa, colocando em risco a segurança das pessoas, e a utilização de uma placa oficial da Assembleia Legislativa em um veículo particular que não consta no cadastro da Casa”, afirmou Seixas em comunicado à imprensa. “Nossa representação pede a abertura do procedimento no Conselho de Ética e, uma vez comprovada a quebra de decoro, a cassação do mandato parlamentar”.
O caso ocorre no fim da passagem de Aguiar pela Assembleia. Na eleição de 2026, ele recebeu 37.585 votos, mas não conseguiu se reeleger e ficou como suplente para a próxima legislatura. Caso perca o cargo, deixará de receber como deputado por apenas quatro meses.
Tecnicamente, o documento protocolado por Seixas é uma “denúncia por quebra de decoro parlamentar”, com pedido de “instauração de procedimento disciplinar” e “cassação do mandato”.
Leia menos
O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, disse nesta segunda-feira (19) que pretende realizar um programa de regularização fundiária no Pará e eliminar o que classificou como “entraves ambientais por razões ideológicas”, assegurando que os produtores rurais teriam autonomia sobre propriedades.
“Eu vou fazer a maior regularização fundiária que o Pará já viu. A sua terra vai ser sua no papel. Vamos respeitar a propriedade privada. Você vai poder plantar, criar gado, vai fazer o que quiser na sua terra e o que você explorar da terra é seu. Esses entraves que existem ambientais por causa de razões ideológicas a gente vai acabar”, afirmou. As informações são do g1.
Leia maisO candidato não explicou detalhes das medidas, caso eleito, mas sugeriu flexibilização de regras ambientais e fundiárias no estado que tem forte presença de terras indígenas, unidades de conservação, áreas federais e marcadas por conflitos fundiários.
Flávio Bolsonaro participou de uma motocarreata com apoiadores na cidade de Marabá, no sudeste paraense, incluindo o governador eleito em 1º turno Dr Daniel (Podemos) e o prefeito da cidade Toni Cunha (PL).
O candidato desembarcou no aeroporto da cidade por volta de 10h20 e seguiu em cortejo pelas ruas do município.
O ato político em Marabá reuniu apoiadores por ruas da cidade e em uma ponte, onde candidato discursou sobre as demandas locais de trabalho e infraestrutura.
O candidato também discursou sobre segurança pública e o combate à criminalidade, defendendo o aumento do tempo de prisão para roubos e a aplicação de castração química.
“Eu vou devolver a soberania sobre o seu celular. Eu vou devolver a sua soberania sobre a sua bolsa, sobre a sua moto, sobre o seu carro, sobre a sua propriedade. Eu vou resgatar cada metro, eu vou resgatar cada rua, cada bairro, cada cidade, cada território que esses vagabundos tomaram do povo brasileiro e vou devolver pro povo brasileiro”, disse.
O embarque para deixar a cidade ocorreu por volta de 12h40. A próxima agenda do candidato foi prevista para 20h, em Manaus (AM).
Leia menos
Os presidentes dos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) assinaram nesta segunda-feira (19) uma nota conjunta em que afirmam que as mudanças nos locais de votação entre o primeiro e o segundo turno das eleições são realizadas somente quando “absolutamente necessário” e por motivos “extraordinários”.
No documento endereçado ao presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Kassio Nunes Marques, os presidentes dos tribunais regionais dizem que as alterações são normalmente motivadas por eventos climáticos extremos, problemas de infraestrutura nos prédios utilizados como locais de votação que não foram identificados previamente ou questões relacionadas à segurança pública.
Na nota, os presidentes dos TREs também afirmam que o número de mudanças previstas para este ano é significativamente menor do que o registrado em 2022, apesar da previsão de ocorrência do chamado Super El Niño. As informações são da CNN.
Leia mais“A diretriz seguida à risca pelos tribunais é, sempre que possível, não alterar o local de votação entre os turnos”, afirma a nota.
As mudanças nos locais de votação é uma decisão que cabe ao TRE de cada estado, sem ingerência do TSE. Conforme mostrou a CNN, desde a última sexta-feira (17) os locais de voto de diversos cidadãos tem sido alterados.
O TSE passou a alertar sobre a medida em seu portal de notícias e orientar os cidadãos a checarem sua zona e sessão no app do E-título antes de irem votar.
O site do TSE também mostra quantos locais foram alterados após o primeiro turno, que, segundo a informação mais atualizada eram 554. Em 2022, última eleição presidencial, esse número foi de 5.822.
Para garantir a presença no segundo turno, o TSE recomenda que os eleitores chequem o local correto com antecedência através do aplicativo do e-Título ou pelo portal do TSE.
Pelo e-Título, basta baixar o aplicativo e logo na tela inicial selecionar o botão “onde votar”, que deve apresentar ao eleitor o endereço do local de votação, número da seção e da zona eleitoral.
Já pelo portal do TSE, na página inicial ao lado direito da tela, aparece uma lista de serviços, entre eles, a opção de “local de votação”. Para acessar a informação, o eleitor deve preencher dados como nome, CPF ou número do título de eleitor, data de nascimento e nome da mãe.
Leia menos
A coordenadora do núcleo econômico da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Daniella Marques, afirmou, hoje, que o programa Bolsa Família terá um período de transição de dois anos se ele for eleito.
Durante esse tempo, o beneficiário continuaria recebendo os valores, mesmo se conseguir um emprego. Perderia o benefício somente após 24 meses empregado. As informações são do portal G1.
Leia maisO senador Flávio Bolsonaro concorre à Presidência da República com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026. Os dois participaram do primeiro debate neste domingo (18). O segundo turno está marcado para 25 de outubro.
“Vai ter regra de transição de dois anos [no Bolsa Família] para que possa abrir seu negócio, ou aceitar emprego de carteira assinada. E um retorno automático caso dê errado. As pessoas não podem ficar presas para sempre no Bolsa Família. Aquilo é uma proteção, mas é o início de uma jornada. Todo mundo merece sonhar com algo com mais oportunidade, dignidade’, disse Marques, em entrevista à CBN Bahia.
De acordo com a coordenadora da campanha de Flávio Bolsonaro, o Ministério da Prosperidade, a ser criado em um eventual governo do PL, ajudaria a população a abandonar o Bolsa Família com a concessão de crédito para um novo negócio, além de oferecer capacitação.
“O coração do plano é focar na prosperidade. Colocar o brasileiro para crescer junto com o brasil. Estão preservadas as proteções sociais, mas a gente quer todo brasileiro um plano para que o cresçam mais, com crédito, capacitação e parcerias com empresas privadas para cursos livres”, acrescentou.
Leia menos
A Quaest divulga, na próxima quarta-feira, a pesquisa de intenção de voto para o 2º turno das eleições presidenciais de 2026. O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo.
Na pesquisa anterior, divulgada na semana passada, Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT) estavam em empate técnico. Flávio tinha 46%, e Lula, 44%. A diferença de dois pontos estava dentro da margem de erro, por isso o empate técnico.
Leia maisSegundo os dados registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), serão entrevistadas 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada como BR-08535/2026.
Já o próximo levantamento do Datafolha sobre a disputa presidencial será divulgado na quinta-feira (22). A pesquisa foi contratada pela Globo e pela Folha de S.Paulo.
Na pesquisa Datafolha anterior, divulgada na semana passada, Flávio e Lula também estavam tecnicamente empatados. O candidato do PL tinha 47%, e o presidente, 45%.
O novo levantamento do Datafolha prevê entrevistas com 2.520 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 13 e 15 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-09709/2026.
No sábado (24), véspera do 2º turno, Quaest e Datafolha divulgarão as últimas pesquisas de intenção de voto. Os levantamentos foram encomendados, respectivamente, pelo jornal O Globo e pela Globo; e pela Folha de S. Paulo e pela Globo.
O último levantamento da Quaest entrevistará 3.702 pessoas nos dias 23 e 24 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE como BR-09158/2026. No mesmo período, o Datafolha entrevistará 4.050 pessoas, com a mesma margem de erro e nível de confiança. O registro no TSE é BR-09540/2026.
Leia menos
Uma conquista histórica para quem trabalha por conta própria no Brasil. A Câmara dos Deputados e o Senado Federal aprovaram o Projeto de Lei Complementar nº 186/2026, que atualiza o limite de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI), perdoa dívidas fiscais acumuladas com o governo federal e amplia licitações exclusivas para MEIs, microempresas e empresas de pequeno porte.
A proposta agora segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para virar lei definitiva. A votação destrava um pacote amplo de valorização do empreendedorismo, o programa Prospera MEI, construído pelo Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP) junto aos ministérios da Fazenda, Casa Civil e Planejamento.
Leia maisO pacote foi pensado para resolver os maiores gargalos de quem mantém um pequeno negócio: o teto defasado que impedia o crescimento da atividade, o peso das dívidas tributárias e bancárias que tiravam o acesso a crédito e o excesso de papelada que atrapalhava o dia a dia. Para impulsionar os negócios com faturamento de até R$ 4,8 milhões por ano, também direciona uma parcela maior da demanda pública. Confira em detalhes como funcionam as novas medidas, o que muda na prática para o microempreendedor e onde cada regra está respaldada.
Teto de faturamento sobe para até R$ 140 mil e MEI poderá ter dois empregados
O teto de faturamento anual do MEI estava congelado em R$ 81 mil desde 2018. Com quase oito anos sem qualquer correção pela inflação, o limite virou uma barreira que punia quem prosperava: ao ultrapassar o teto, o trabalhador era retirado do regime e cai em uma tributação maior. A nova lei resolve essa trava. A partir de 1º de janeiro de 2027, o teto de faturamento anual salta para R$ 110 mil (o que equivale a R$ 9.166,67 por mês). Já a partir de 1º de janeiro de 2028, entra em vigor o novo teto definitivo de R$ 140 mil por ano (ou R$ 11.666,67 mensais para novos cadastros).
A medida é vantajosa tanto para os negócios consolidados, que continuam crescendo, quanto para as microempresas do Simples Nacional que foram desenquadradas no passado e agora, faturando até R$ 110 mil, poderão retornar à praticidade do MEI. Junto com o faturamento maior, o texto aprovado atende a uma reivindicação antiga dos empreendedores e autoriza a contratação de até dois empregados formalizados por empresa, dobrando o limite atual que permitia apenas um funcionário. Esses trabalhadores deverão receber um salário mínimo nacional ou o piso da respectiva categoria profissional, com garantia de todos os direitos trabalhistas e previdenciários recolhidos de maneira centralizada na folha do MEI.
Perdão total das dívidas tributárias com o Governo Federal
Quem acumulou boletos em atraso da guia mensal do MEI (o DAS) terá uma oportunidade inédita de recomeçar e acessar direitos, benefícios e programas do governo federal. A lei aprovada no Congresso Nacional determina a remissão integral — ou seja, o perdão de 100% — de todos os débitos fiscais federais (não inclui débitos estaduais e municipais) do MEI de titularidade da União, inscritos ou não em Dívida Ativa da União até 13 de outubro de 2026. A anistia zera o valor original da contribuição previdenciária em atraso e perdoa todas as multas, juros acumulados e encargos de cobrança. O perdão atinge créditos que já tenham sido ajuizados ou parcelados. No total, são mais de R$ 15,5 bilhões perdoados, aliviando o bolso de mais de 3,6 milhões de microempreendedores que devem, em média, R$ 3,4 mil ao governo.
O benefício entra em vigor a partir de 1º de janeiro de 2027.
O perdão exige que o empreendedor mantenha as suas guias mensais do DAS pagas rigorosamente em dia durante os seis meses seguintes à vigência da lei. Quem já tinha parcelamentos em andamento terá o saldo devedor restante cancelado, mas a lei não permite a devolução de quantias que já foram pagas aos cofres públicos no passado. Apenas os microempreendedores que tiverem processos judiciais abertos contestando a dívida precisarão apresentar uma declaração de desistência da ação na Justiça para ter a baixa definitiva confirmada, sem cobrança de honorários advocatícios pela desistência.
Desenrola 3.0: leilão vai limpar dívidas privadas com, no mínimo, 90% de desconto
Além das dívidas tributárias com a Receita Federal, o empreendedor brasileiro sofre com as dívidas privadas, como empréstimos atrasados, cartões de crédito da pessoa jurídica, saldo negativo de cheque especial e contas de água, luz e gás. Para atingir esse endividamento privado, o Governo Federal irá incluir as dívidas de Pessoa Jurídica dos MEIs no Desenrola 3.0, lançado com a Medida Provisória nº 1.393/2026.
O Ministério da Fazenda vai realizar a partir de novembro leilões com os bancos, buscando comprar cerca de R$ 6 bilhões em carteiras de dívidas ativas de microempreendedores individuais. Para que o governo compre as dívidas, as instituições financeiras credoras têm de aplicar um desconto mínimo de 90% sobre o saldo devedor cobrado. Quanto maior o desconto ofertado pelo banco, maior a prioridade de venda no leilão. Ao final, todo o desconto obtido pelo governo na recompra desses ativos será automaticamente transferido para o MEI.
Não é necessário acionar a Justiça nem passar por procedimentos burocráticos: a intermediação é feita diretamente entre o Ministério da Fazenda e o setor privado para reabilitar o crédito e beneficiar mais de 1,6 milhão de MEIs inadimplentes.
Fim da exigência de nota fiscal e criação do NanoMei
Todos os empreendedores do país, independente do tamanho, serão altamente beneficiados pela simplificação burocrática, redução no número de impostos, fim da cumulatividade tributária e crescimento da produtividade gerados pela implementação da reforma tributária dos impostos indiretos – que entra em sua fase mais importante em 2027.
Nesse contexto, o presidente Lula editará decreto para consolidar de forma definitiva que o microempreendedor individual não é obrigado a emitir nota fiscal individual nas vendas de mercadorias ou prestação de serviços quando o comprador for uma pessoa física (consumidor final). A exigência de emitir nota continua restrita unicamente às vendas ou serviços prestados a outras pessoas jurídicas (empresas privadas) ou a órgãos públicos.
O pacote traz ainda a figura do Nanoempreendedor, o “Nano MEI”, modelo criado no âmbito da Reforma Tributária que entrará em vigor a partir de 2027. Essa categoria é voltada a quem trabalha por conta própria com faturamento anual de até R$ 40.500,00. Quem se enquadrar como Nano MEI terá dispensa total de constituir CNPJ e não precisará emitir nenhum tipo de nota fiscal, legalizando a renda de milhões de pequenos comerciantes, costureiras, camelôs e prestadores autônomos sem burocracia contábil.
PixMei: apoio financeiro de até R$ 5 mil a fundo perdido
Cumprindo compromisso prioritário do Governo Federal de apoio produtivo ao trabalho popular, o pacote compromete o governo com o lançamento do Pix MEI, uma transferência direta de renda para estruturar a atividade econômica de quem mais precisa. Trata-se de um capital semente de até R$ 5.000,00 depositado diretamente para o microempreendedor investir no aumento da sua produtividade. Diferente das linhas de crédito bancárias comuns, o Pix MEI não é empréstimo nem financiamento: o recurso é não reembolsável (a fundo perdido), o que significa que o trabalhador não precisará devolver o dinheiro e nem pagar juros.
O dinheiro deve ser aplicado obrigatoriamente na aquisição de bens que gerem desenvolvimento produtivo. Maquinários, ferramentas profissionais, bancadas de trabalho e a reforma e adaptação de veículos utilitários e de entrega são alguns exemplos de projetos que serão aprovados. A política pública prevê o atendimento de cerca de 1 milhão de microempreendedores a partir de 2027, somando R$ 5 bilhões em investimentos produtivos, com acompanhamento do Sebrae. A seleção dará prioridade no atendimento a mulheres empreendedoras — que já respondem por 48% dos registros de MEI no país — e a MEIs com faturamento de até R$ 40.500. O edital tem expectativa de ser apresentado até o final deste ano.
Compras públicas
Outro pilar de fortalecimento do MEI aprovado na lei é a ampliação da sua participação no orçamento de compras do governo. No PLP nº 186/2026, os congressistas atualizaram os limites da Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021) para assegurar processos licitatórios exclusivos voltados a microempresas, empresas de pequeno porte e microempreendedores individuais. A medida se soma aos esforços de expansão nacional do Contrata+Brasil, plataforma digital que conecta a administração pública de todo o país à contratação direta de prestadores de serviços cadastrados como MEI.
O Contrata+Brasil, que atualmente permite contratações de até R$ 13.098,41 por serviço, permite a contratação de serviços em 272 áreas de atuação econômica (CNAEs), abrangendo desde manutenção predial e elétrica até reparos mecânicos e suporte operacional. As oportunidades de trabalho são disparadas aos MEIs pelo Whatsapp.
Com a aprovação do PLP 186, a partir de 2027 os microempreendedores individuais poderão ser beneficiados com a realização de processos licitatórios exclusivos a esse público – em valores de até R$ R$ 32.746,06. Um valor que será atualizado anualmente pela administração pública.
Da mesma forma, serão beneficiadas as microempresas e as empresas de pequeno porte. Todas as licitações de até R$ 130.984,20 serão destinadas exclusivamente a esse segmento. O objetivo é impulsionar o crescimento e tornar mais igualitária a distribuição do capital produtivo nacional.
Leia menos
Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã
Na semana passada, o diretor do Instituto Indexa, Arílton Freres, que faz pesquisas para o Estadão/Broadcast, dizia sobre a corrida eleitoral que a possibilidade de uma virada de Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, que tenta a reeleição, sobre Flávio Bolsonaro (PL), seu adversário que terminou o primeiro turno em primeiro, era “possível”, mas “improvável”.
Avaliando, porém, a evolução esta semana a partir da pesquisa que fez e das demais divulgadas, Arílton muda seu prognóstico. “Não dá mais para dizer que é improvável. Há agora, de fato, um sinal de crescimento de Lula”, diz o diretor do Indexa. É um sinal, porém, ele alerta, modesto. “Sempre disse que essa seria uma eleição muito disputada e definida no detalhe”, pondera. “Mas os movimentos agora de fato apontam para uma tendência favorável a Lula na corrida eleitoral”. Tudo agora, diz ele, irá depender dos erros e acertos das campanhas.
Leia maisOs números das pesquisas, de fato, dão os sinais. Flávio Bolsonaro chegou ao segundo turno com uma vantagem de 1,8 ponto percentual. Nas primeiras pesquisas divulgadas após o resultado, chegou a abrir cinco pontos de vantagem em alguns levantamentos. Essa vantagem foi se reduzindo. Na Indexa, divulgada na quinta-feira (15), a vantagem de Flávio era de dois pontos: 51% a 49%. Mesmo resultado do Datafolha. Pesquisa PoderData na sexta já apontou rigoroso empate entre os dois: 50% a 50%.
Em conversas anteriores, Arilton Freres já observara a sensação de que Flávio Bolsonaro tinha calçado um salto alto depois do primeiro turno que poderia prejudicá-lo. Alguns dos seus aliados já davam a eleição como favas contadas. Algo parecido com o que fez Lula e parte da sua militância imaginando que venceria no primeiro turno. Agora, avalia o diretor do Indexa, observa-se esse e outros erros de Flávio. Em contrapartida, Lula e o PT parecem ter acordado da sua letargia. “As manifestações de rua foram impressionantes”.
Para Arilton Freres, alguns “movimentos erráticos” de Flávio teriam contribuído para o crescimento de Lula. O maior deles o posicionamento sobre o fim da escala 6×1: primeiro contrário, depois votando a favor e depois sinalizando que poderia derrubar a PEC caso fosse eleito. As pesquisas mostram amplo apoio da sociedade ao fim dessa escala de trabalho. Na média, a aprovação sempre foi em torno de 70%.
Arílton Freres aponta, porém, para um fator importante na última pesquisa do Datafolha. Flávio teve, no levantamento, uma queda nas suas intenções de voto. Mas Lula não subiu. Os votos perdidos por Flávio tornaram-se em branco ou nulos. Como o Indexa não tinha feito outra pesquisa no segundo turno não tem o mesmo dado.
“Esse dado é um alerta importante para Lula”, observa o diretor do Indexa. Ele lembra que Flávio experimentou antes do primeiro turno um movimento de queda semelhante, que foi também para nulo. “Depois, esses votos votaram para ele”, analisa. “Esse é um risco para Lula, que vai precisar ser observado nesta última semana”, diz.
Além dos atos nas ruas – há muito tempo não se viam manifestações tão grandes feitas pela esquerda –, Arilton Freres observa o forte crescimento nas redes sociais. “Houve um aumento expressivo da presença nas redes, retirando o domínio que se via antes somente da direita”, diz o diretor do Indexa. Há uma associação entre redes e ruas.
Os atos nas ruas foram principalmente organizados a partir de estudantes e fandons. A pesquisa Indexa e também a Datafolha mostra que houve uma inversão no apoio entre os mais jovens. Segundo o Datafolha, Lula tem agora 50% dos eleitores entre 16 e 24 anos, contra 43% de Flávio. Na Indexa, Lula ficou com 53,5% e Flávio com 31%.
Assim, Arílton Freres volta a dizer o que tem dito desde o primeiro turno: será uma eleição definida “por um detalhe” a favor de um ou outro candidato. No primeiro turno, ele observou, e registramos no Correio Político, o movimento de voto útil que saiu dos demais candidatos do campo conservador para Flávio Bolsonaro.
Agora, será preciso ver que “detalhe” irá surgir nesses dias finais da corrida eleitoral. Para Arilton Freres, Lula entrou na última semana de campanha com o vento a seu favor. Mas em uma disputa acirradíssima, empatada. Para onde soprará o vento no domingo, se muda ou não de direção, ninguém com prudência arrisca de fato dizer.
Leia menos