











A derrota histórica imposta por senadores com a rejeição do nome de Jorge Messias acendeu um alerta no STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a possibilidade de abertura de processos de impeachment contra ministros no Senado Federal.
A decisão de barrar a indicação, algo inédito em 132 anos, além de demonstrar erros na articulação do governo, expôs a força da pauta anti-STF no Senado. As informações são da CNN.
Leia maisO processo de impeachment de ministros do Supremo está previsto no artigo 52 da Constituição, que determina que o Senado é a instância responsável por julgar os magistrados em casos de crimes de responsabilidade.
Crimes de responsabilidade são ações cometidas por autoridades como ministros, presidentes e governadores que ameacem o funcionamento dos Poderes, a segurança interna, a Constituição e a União, por exemplo.
São necessários 54 votos dos 81 senadores para que um ministro do STF seja afastado pelo Senado. Apesar de, hoje, a avaliação ser a de que não há votos suficientes para isso, nota-se um aumento do apoio a iniciativas contrárias à Suprema Corte no Senado.
A avaliação é a de que uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições presidenciais deste ano, aliada a um aumento do número de senadores bolsonaristas, pode ampliar as chances de iniciativas contra o tribunal avançarem a partir do próximo ano no Senado.
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O ex-prefeito do Recife João Campos (PSB), pré-candidato ao Governo de Pernambuco, retoma nesta quinta-feira (30) sua agenda no interior do estado, com foco em agendas no Agreste e no Sertão. O retorno ocorre após cerca de 10 dias no exterior, onde ele passou lua de mel com a deputada federal Tabata Amaral (PSB).
Ao seu lado estará a pré-candidata ao Senado Marília Arraes (PDT), que percorrerá com ele sete municípios do Agreste e do Sertão ao longo de três dias. As informações são do JC.
A dupla reforça a aliança e intensifica a movimentação a menos de seis meses das eleições de outubro. O senador Humberto Costa (PT), que também compõe a chapa, não confirmou presença nas agendas.
Leia maisOs compromissos têm início na tarde desta quinta-feira, em Garanhuns. Às 14h30, ao lado do prefeito Sivaldo Albino (PSB), João participa da vistoria das obras do Hospital do Amor, destinado a tratamentos oncológicos.
Ainda em Garanhuns, o ex-prefeito recebe o título de Cidadão Honorário da cidade na Câmara Municipal e a Medalha Oswaldo Ferreira da Silva, em reconhecimento póstumo ao pai, o ex-governador Eduardo Campos. Marília Arraes também receberá a comenda. No fim do dia, a comitiva assiste aos shows do Viva Garanhuns.
Na sexta-feira (1º), a agenda percorre três municípios do Agreste. Em Panelas, junto ao prefeito Rubem Lima (PSB), participam do 52º Festival Nacional de Jericos. Em Sanharó, ao lado do prefeito César Freitas (PCdoB), marcam presença no Bingo do Trabalhador. O dia encerra em São Caetano, no Festival Carroça de Burro, com o prefeito Josafá Almeida (PRD).
No sábado (2) e no domingo (3), a agenda avança para municípios com prefeitos alinhados à governadora Raquel Lyra (PSD), sinal do esforço do grupo em ampliar sua base na região.
No sábado, João estará em São Bento do Una e em Pedra, onde participa do Pedra Agroshow. Em Pesqueira, acompanha o evento de filiação do Delegado Rossine ao PSB. Em Bom Jardim, marca presença na posse da nova diretoria do Sindicato dos Trabalhadores Rurais do município.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fará um pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão nesta quinta-feira (30). A fala, marcada para 20h30, terá duração de sete minutos e acontece na véspera do feriado de 1º de maio, Dia do Trabalhador.
O novo programa de renegociação de dívidas, o Desenrola 2.0, e o fim da escala 6×1 devem ser o foco principal do pronunciamento do presidente. As duas pautas são apostas do governo como bandeiras da campanha de reeleição de Lula. As informações são da CNN.
Leia maisO Palácio do Planalto tem pressa em anunciar o programa de renegociação de dívidas. O anúncio oficial deve ocorrer apenas na segunda-feira (4), segundo apurou a CNN.
Nas redes sociais, Lula disse que o pronunciamento tem o objetivo de “conversar diretamente com quem move” o país diariamente.
Na terça-feira (28), Lula se reuniu com o vice-presidente Geraldo Alckmin, ministros e bancos públicos para discutir o a segunda versão do Desenrola, programa de renegociação de dívidas.
No Palácio do Planalto, a percepção é que o endividamento da população tem pressionado a avaliação de Lula diante do eleitorado. Por isso, junto com a aprovação do fim da escala 6×1, o Desenrola 2.0 tem sido visto como o grande programa do governo federal para que Lula consiga ser reeleito.
A ideia é que a proposta use o FGO (Fundo Garantidor de Operações) para aportar ao menos R$ 8 bilhões para cobrir eventuais não pagadores do programa. A expectativa, como a CNN antecipou, é que é cerca de R$ 7 bilhões sejam liberados do FGTS por meio do programa.
No pronunciamento, o presidente também deve defender o fim da escala 6×1, reforçando o discurso de que o trabalhador precisa de mais tempo com a família.
O governo Lula enviou um projeto de lei com pedido de urgência para a redução de jornada, mas o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), preferiu que o tema fosse discutido por meio de uma PEC (proposta de emenda à Constituição), visando mais “segurança jurídica”.
A Câmara instalou, na quarta-feira (29), a comissão especial que vai debater proposta. O deputado Alencar Santana (PT-SP) vai presidir o colegiado. O deputado Leo Prates (Republicanos-BA) vai relatar a PEC.
A ideia é que o texto seja aprovado na comissão até o dia 26 de maio e o Congresso promulgue a proposta até junho.
Como mostrou a CNN, o PL acionou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para limitar o pronunciamento de Lula.
Os advogados alegam que as falas do presidente à nação em cadeia de rádio e TV podem configurar desvio de finalidade, servindo como instrumento de promoção política.
No pedido, o partido pede uma liminar para barrar o pronunciamento, além da aplicação de uma multa no patamar máximo.
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Por Julia Duailibi – G1
Aliados do governo Lula discutem nos bastidores dois caminhos após a derrota recente no Senado: buscar composição para garantir a aprovação de projetos ou partir para o enfrentamento direto com o Congresso.
Entre parte deste grupo, cresce a defesa de um movimento mais duro.
A avaliação desse grupo é de que os momentos em que o governo conseguiu reagir melhor a derrotas foram aqueles em que apostou no discurso de confronto, apontando o Congresso como responsável por barrar medidas e prejudicar a população.
Leia maisNesse contexto, ganha força a ideia de indicar uma mulher para a próxima vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).
A estratégia tem um cálculo político claro.
Interlocutores ouvidos pelo blog avaliam que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, dificilmente colocaria um novo nome indicado pelo governo para avançar antes das eleições. Com isso, o governo poderia construir o discurso de que fez a indicação, mas Alcolumbre travou o processo.
O movimento também dialoga com o cenário eleitoral.
Flávio Bolsonaro, principal adversário de Lula, tem desempenho mais fraco entre mulheres e a indicação feminina entraria diretamente nesse discurso.
A ideia é simples: o governo indicaria uma mulher e passaria a dizer que Alcolumbre não quis botar o nome para andar. A partir daí, o embate seria direto, com a narrativa de que esse grupo não é amigo das mulheres e atua contra o próprio governo, numa estratégia que já foi usada antes, como no caso do IOF.
Essa conta também passa por uma leitura sobre o próprio Senado.
A avaliação é de que Davi Alcolumbre só iria para um confronto direto com o governo, até o limite, se estivesse convencido de que o governo pode perder a eleição neste ano.
E é exatamente essa a leitura que circula em Brasília hoje.
Alcolumbre já percebeu que o vento está soprando para a oposição e fez uma sinalização nesse sentido também pensando no próprio futuro: a eleição para a presidência do Senado em 2027.
Mas há um fator adicional nesse cálculo.
Se a oposição vencer a eleição presidencial, já há um nome colocado para comandar a Casa, o do senador Rogério Marinho.
E foi o próprio Marinho quem afirmou que a oposição pediu a Alcolumbre para não colocar mais nenhum nome indicado pelo governo para ser sabatinado até depois da eleição.
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O Congresso derrubou, nesta quinta-feira, o veto integral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto que altera regras de cálculo de penas e reduz punições para condenados pelos atos de 8 de janeiro, em uma decisão que pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A votação impõe ao Planalto uma nova derrota política no dia seguinte à rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). Na sessão desta quinta-feira, o placar foi de 318 votos a 144 na Câmara e de 49 a 24 no Senado. As informações são do jornal O GLOBO.
A análise ocorreu em sessão conjunta de deputados e senadores presidida por Davi Alcolumbre (União-AP), que retomou a convocação do Congresso após semanas de pressão de parlamentares.
Leia maisO resultado confirmou a avaliação que já predominava nos bastidores: de que oposição e Centrão reuniam maioria confortável para reverter o veto presidencial.
Com a derrubada do veto, a expectativa é que Bolsonaro possa progredir do regime fechado para o semiaberto daqui a dois anos. O ex-presidente encontra-se em prisão domiciliar, concedida após o seu quadro de saúde se agravar por uma pneumonia.
Nesta quinta-feira, a derrubada do veto se deu sob críticas da base do governo. A ex-ministra e deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) afirmou que a sessão era motivo de vergonha:
— Não podemos votar um projeto e anistia e redução de penas. O projeto é tão ruim que foi vetado totalmente pelo presidente Lula. Essa sessão é fruto de um acordo mal feito para derrotar Messias no STF. Quero fazer um pedido a vossa excelência: instale a CPI do Master. Queremos fazer o debate aqui no Congresso Nacional.
Apesar do pleito de Gleisi, como noticiou o GLOBO, houve um acordo nos bastidores para que Alcolumbre não pautasse a instalação de uma CPI. A sessão foi feita em pauta única, para tratar da dosimetria e atender os pleitos da oposição.
Além da derrubada do veto integral, os senadores também optaram por desconsiderar um trecho do projeto da Dosimetria que se sobrepunha ao PL Antifacção, aprovado posteriormente no Congresso e que poderia beneficiar condenados por outros crimes, como feminicídio, homicídio e estupro. Segundo Alcolumbre, alguns trechos da lei ficaram, por esse motivo, prejudicados e caberia à Presidência da Casa “compatibilizar a intenção do legislador em ambas as matérias”.
Ao mesmo tempo, há em tramitação na Câmara um projeto, de autoria do deputado Paulo Abi Ackel (PSDB-MG), que reforçaria a redução de penas prevista na lei antifacção. A urgência do projeto foi aprovada nesta semana pelos deputados, mas que agora avaliam que o texto já não deve mais ser votado uma vez que a situação foi resolvida na sessão conjunta.
Com a derrubada dos vetos, passam a valer as mudanças aprovadas pelo Congresso, que flexibilizam critérios para a dosimetria de penas. Entre os principais pontos, o texto impede a soma de condenações por crimes de mesma natureza — como abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado — e amplia a possibilidade de progressão de regime, permitindo que condenados avancem após o cumprimento de cerca de 16,6% da pena.
A medida tem potencial de impacto direto sobre condenados pelos ataques às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023, e é vista por parlamentares como um caminho para reduzir o tempo de prisão desses réus.
A votação expôs, mais uma vez, a fragilidade da articulação política do governo no Legislativo. Integrantes da base aliada já admitiam, nos bastidores, que não houve mobilização relevante para tentar manter o veto. Um interlocutor classificou a condução do tema como “entregue para Deus”, indicando que o Planalto optou por não gastar capital político na disputa.
A baixa articulação ocorreu em meio à concentração de esforços do governo na tentativa de aprovar a indicação de Messias ao STF — estratégia que também fracassou. O advogado-geral da União foi rejeitado pelo Senado após não alcançar os votos necessários, em um resultado considerado histórico.
A sequência de derrotas reforçou, entre parlamentares, a percepção de que o Congresso passou a impor limites ao governo e a atuar com maior autonomia frente ao Planalto. A derrubada do veto da dosimetria, nesse contexto, foi interpretada como um recado político direto ao presidente.
Relatores da proposta nas duas Casas, o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) e o senador Esperidião Amin (PP-SC), já afirmavam antes da votação que havia votos suficientes para a derrubada — cenário que se confirmou em plenário. A proposta havia sido aprovada com margem confortável e, para um desfecho diferente, dependeria de maior empenho do governo para reversão de votos.
A sessão desta quinta também ocorreu sob pressão política adicional. Parlamentares da oposição tentaram constranger Alcolumbre a ler o requerimento de criação de uma CPMI para investigar o caso do Banco Master, mas o presidente do Congresso manteve a pauta restrita à análise do veto, como já havia sinalizado previamente.
Ao vetar integralmente o projeto, Lula argumentou que o texto violava princípios constitucionais, comprometia a individualização das penas e representava interferência do Legislativo sobre atribuições do Judiciário. A avaliação, no entanto, não foi suficiente para segurar sua base no Congresso. Governistas afirmam, por outro lado, que o gesto político foi feito pelo Planalto, independentemente do resultado final.
Diante da derrota, aliados do governo não descartam recorrer ao STF para questionar a constitucionalidade da medida.
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A Câmara dos Deputados rejeitou, nesta quinta-feira (30), o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto conhecido como “PL da Dosimetria”, que reduz penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023. A análise agora segue para o Senado.
Para que o veto fosse derrubado, eram necessários ao menos 257 votos na Câmara. Foram 318 votos favoráveis à derrubada e 144 contrários. No Senado, são necessários, pelo menos, 41. As informações são do g1.
Deputados e senadores votam separadamente, em sessão conjunta do Congresso Nacional.
Leia maisO projeto permite a redução de penas de condenados por atos antidemocráticos e pode beneficiar ao menos 280 pessoas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Bolsonaro está há pouco mais de um mês em prisão domiciliar por questões de saúde, mas, em tese, segue em regime fechado, após condenação de 27 anos e três meses por tentativa de golpe.
Segundo a Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, ele só poderia passar ao regime semiaberto em 2033.
Especialistas estimam que, caso o projeto passe a valer, o ex-presidente pode migrar de regime em um prazo entre dois e quatro anos.
O texto impede a soma de dois crimes — abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado —, estabelecendo que deve ser aplicada apenas a pena do crime mais grave, com acréscimo de um sexto até a metade.
A proposta também prevê redução de pena de um a dois terços quando os crimes ocorrerem em contexto de multidão, desde que o réu não tenha financiado os atos nem exercido papel de liderança.
Se o veto for derrubado também no Senado, o texto será encaminhado para promulgação. O presidente da República terá até 48 horas para promulgar a lei.
Caso isso não ocorra, a tarefa caberá ao presidente do Senado e, posteriormente, ao vice-presidente da Casa. Após a promulgação e publicação oficial, a nova regra passa a valer.
Mesmo após entrar em vigor, a lei poderá ser questionada no Supremo Tribunal Federal, que poderá decidir sobre a validade das mudanças.
A votação ocorre em meio a uma crise entre o governo e o Congresso. Na terça-feira (29), o Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para o STF — a primeira vez desde 1894 que um indicado ao Supremo é barrado.
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A minha corridinha diária de 8 km, hoje, foi em Brasília, no Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek, em excelente companhia: o amigo Walber Agra.
Senadores e deputados repercutem nas redes sociais a sessão desta quarta-feira (30) do Congresso Nacional que decidirá se será mantido o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto que reduz penas de condenados pelos ataques aos Três Poderes em 2023, o chamado PL da Dosimetria.
Até a publicação desta reportagem, a sessão seguia em andamento. O senador Humberto Costa (PT-PE) afirmou no X que “bandido bom é bandido anistiado pela família Bolsonaro”. Já a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) classificou na mesma rede social a possibilidade de derrubada do veto como “parte do sequestro de todos os poderes da República pelo Legislativo”. As informações são do g1.
Leia maisBandido bom é bandido anistiado pela família Bolsonaro. pic.twitter.com/q2Wlwjva8D
— Humberto Costa (@senadorhumberto) April 30, 2026
A deputada Maria do Rosário (PT-RS) escreveu no X: “Contra a anistia aos golpistas: defender a democracia é defender o Brasil”. O deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), por sua vez, afirmou que a proposta tenta mascarar o real objetivo ao usar o termo “dosimetria”.
“O que a extrema direita articula no Congresso, ao pressionar pela derrubada do veto do presidente Lula, é mais uma tentativa de beneficiar os envolvidos na tentativa de golpe de 8 de janeiro e esvaziar a responsabilização pelos crimes cometidos”, escreveu.
Ontem, o Senado negou a indicação de Jorge Messias ao STF.
— ERIKA HILTON (@ErikakHilton) April 30, 2026
Hoje, o Congresso vai tentar derrubar o veto ao PL da “Dosimetria” e impedir que criminosos e corruptos sejam punidos.
E isso tudo faz parte do sequestro de todos os poderes da República por parte do poder Legislativo.…
Entre parlamentares da direita, os deputados Júlia Zanatta (PL-SC) e Carlos Jordy (PL-RJ) comentaram nas redes sociais o discurso do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) durante a sessão que votará o PL da Dosimetria.
“Um jovem me mandou mensagem dizendo que o Flávio estava ‘farmando aura’ na sessão. Como sou uma jovem senhora, fui obrigada a perguntar o que seria ‘farmar aura’. Então, ele me respondeu: ‘farmar aura’ é uma expressão que significa acumular carisma, moral. É isso mesmo, jovens?”, escreveu Zanatta.
Um jovem me mandou dizendo que o Flávio estava “farmando aura na sessão”.
— Júlia Zanatta (@apropriajulia) April 30, 2026
Como sou uma jovem senhora fui obrigada a perguntar o que seria “farmar aura” e então ele me respondeu:
“farmar aura” é um expressão que significa acumular carisma, moral.
É isso mesmo, jovens? pic.twitter.com/fn4O9zNBZp
Durante a sessão, a deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS) afirmou que Flávio Bolsonaro empregou em seu gabinete integrantes do “escritório do crime”.
A fala faz referência à mãe e à mulher do ex-capitão Adriano Magalhães da Nóbrega, apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como um dos líderes da organização criminosa suspeita de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ). As mulheres eram funcionárias de Flávio até 2018.
Em resposta, o senador, que é pré-candidato à Presidência da República, afirmou que “nunca foi condenado a nada” e fez um aceno eleitoral aos colegas parlamentares.
“Tudo o que o Brasil não precisa é desse ódio. Se for da vontade de Deus, eu vou governar esse país para todo mundo, inclusive para quem me xinga nessa tribuna com mentiras e calúnias”, declarou.
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O Congresso Nacional iniciou há pouco a votação sobre o veto do presidente Lula ao PL da Dosimetria, que reduz as penas para os condenados nos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023 em Brasília.
Assista ao vivo:
O vice-líder da bancada do governo na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Antônio Moraes (PSD), comemorou a assinatura da governadora Raquel Lyra (PSD) no contrato para a concessão de serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário da Compesa com a concessionária BASA Saneamento Ambiental S.A, que ocorreu nesta quarta-feira (29).
O parlamentar ressalta que a concessão não significa a privatização da Compesa, e defende que a medida vai beneficiar 151 municípios. As informações são do Blog da Folha.
“Não é verdade que a Compesa foi vendida. Toda a parte de adutoras, todas as barragens e estações de tratamento, tudo continua sob o controle do governo. A concessão trata apenas da distribuição de água e esgotamento sanitário, garantindo que os serviços possam melhorar e chegar à maioria das casas dos pernambucanos. Esse acordo é um marco histórico para nosso Estado”, afirma Moraes.
Leia maisA meta, segundo o deputado Antônio Moares, é que até 2033 o Pernambuco atenda a pelo menos 90% das residências do estado, cumprindo o que determina a Lei Federal do Marco Legal do Saneamento.
“Parabenizo o Governo de Pernambuco pelo grande compromisso assumido com a questão hídrica. Temos uma gestão com coragem e determinação para enfrentar um problema que é tão sério em nosso Estado”, complementa.
A concessão de serviços da Compesa foi dividida em dois blocos. O mais brecentemente assinado é formado por 151 municípios da Região Metropolitana do Recife, da Zona da Mata, Agreste e Sertão do Pajeú, e foi arrematado pela Basa Saneamento S.A., consórcio formado pelas empresas BRK Ambiental e Acciona.
O contrato prevê investimentos em distribuição de água e coleta e tratamento de esgoto que chegam a R$ 20 bilhões nos próximos anos.
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O empreendedor Janguiê Diniz promove, nesta quinta-feira (30), um jantar exclusivo em sua residência, em São Paulo, para o lançamento da Mentor Capital Group (MCG), holding criada para mpulsionar mentores e empresários a multiplicarem valor, capital e impacto por meio de negócios estruturados, com padronização, sociedade, governança corporativa estruturada, estratégicas de escalabilidade, conexões empresariais de alto nível, dealflow para criação de negócios bilionários e capital financeiro.
O encontro reunirá um grupo seleto de empresários, mentores e líderes de alta performance para a apresentação da proposta institucional da MCG, que surge com a missão de estabelecer novos parâmetros de governança, credibilidade e escalabilidade no setor. As informações são do jornal O Dia.
Leia maisEntre os convidados confirmados para o jantar de fundação, estão nomes como Gilberto Augusto, Roberto Shinyashiki, José Roberto Marques, Guto Galamba, William Douglas, Andreza Carício, Pyong Lee, Victor Damásio, Thiago Reis, Oséias Gomes, Carlos Wizard e Nathalia Beauty.
Também participam Sergio Bortolucci, Rodrigo Fonseca, Álvaro Dantas, Adriana Duarte, Rodrigo Boale, Alex Monteiro, Marcos Freitas, Lilian Primo, Guga Stocco, Maurício de Lucca, Alexandre Talleb, Reinaldo Zanon, Claudio Duarte, Rodrigo Minotauro, Jamile Argolo, Ricardo Oliveira, André Menezes, Roberto Martins (Dr. Bactéria), Roberto Navarro, Marcelo Bretas, Leonardo Sousa Castelo e Thaís Giraldelli.
A iniciativa nasce em um contexto de expansão acelerada do mercado de mentorias, ainda marcado pela ausência de critérios padronizados de validação, métricas objetivas de desempenho e mecanismos institucionais capazes de sustentar seu crescimento de forma consistente.
“A mentoria empresarial cresceu de forma relevante nos últimos anos. No entanto, esse avanço não foi acompanhado, na mesma medida, por estruturas de governança, critérios objetivos de qualidade e mecanismos institucionais sólidos. Existe uma lacuna evidente, e o Mentor Capital Group nasce para atuar exatamente nesse ponto”, afirma Janguiê Diniz, idealizador do projeto.
Estruturado como uma holding estratégica, a MCG foi concebida para funcionar como uma plataforma privada e seletiva, voltada à conexão entre mentores, empresários, conselheiros e investidores, aliada ao fortalecimento do posicionamento estratégico e à geração de crescimento sustentável.
“Não se trata apenas de ampliar conexões, mas de criar um ambiente estruturado, com critérios claros, capaz de gerar mais confiança, previsibilidade e valor para todos os envolvidos”, complementa.
Um dos principais pilares do projeto é o Mentor Capital Standard (MCS), sistema de certificação interna desenvolvido para classificar e validar mentores com base em critérios objetivos.
O modelo estabelece níveis de maturidade dentro do ecossistema: Apex, Sovereign, Elite e Core, além da categoria Affiliated, destinada a profissionais em processo de qualificação para ingresso no padrão oficial.
“Atualmente, ainda é comum que a escolha de mentores seja orientada por percepção de posicionamento, e não por dados concretos de performance. A proposta da MCG é oferecer um referencial mais estruturado para esse processo de decisão”, afirma Diniz.
A holding também adota como eixo estruturante o 4E Growth Framework, metodologia proprietária criada para avaliar, organizar e escalar empresas de mentoria a partir de quatro dimensões: Elevation, Engine, Execution e Expansion.
Segundo o fundador, o modelo contribui para reduzir subjetividades, orientar o desenvolvimento dos participantes e sustentar a evolução dos níveis institucionais dentro do ecossistema.
A Mentor Capital Group não se posiciona como uma comunidade de relacionamento, mas como uma estrutura voltada à construção de capital intelectual, reputacional e financeiro no setor de mentoria empresarial.
“Todo mercado que cresce sem estrutura chega a um ponto de inflexão: ou se organiza, ou passa a enfrentar perda de credibilidade. A MCG surge como uma proposta de organização e amadurecimento desse segmento no Brasil”, conclui.
Trajetória
Bacharel, mestre e doutor em Direito, Janguiê Diniz foi juiz Federal do Trabalho Togado TRT da 6ª Região e Procurador do Trabalho do Ministério Público da União, além de professor da Universidade Federal de Pernambuco. O empresário e mentor empresarial é, também, autor de 39 livros nas áreas do Direito, educação, empreendedorismo e desenvolvimento pessoal. É fundador, acionista controlador e presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional.
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