











Do Metrópoles
O Partido dos Trabalhadores (PT) oficializa, neste sábado (25), a candidatura do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad ao governo de São Paulo. A convenção estadual, realizada em Campinas (SP), tem a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), e ex-integrantes do governo.
Em discurso, Haddad fez críticas à gestão do atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) em áreas como educação e segurança pública. O ex-ministro da Fazenda afirmou que a Polícia Militar do estado está “contaminada” pelo crime organizado e criticou privatizações. Ele acusou a administração de “desleixo” e “abandono” em relação a políticas públicas. “Nós vamos ter que dizer um sonoro ‘não’ para esse governo”, afirmou o pré-candidato petista.
Leia maisMaior colégio eleitoral do país, São Paulo é um palanque estratégico para a reeleição de Lula. A chapa de Haddad será composta pelo ex-ministro do Empreendedorismo Márcio França (PSB), como vice, e as ex-ministras Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) na disputa ao Senado.
Fundado em 1980, o PT nunca elegeu um governador em São Paulo devido à combinação de fatores históricos, políticos e sociais. A resistência do eleitorado ocorre, principalmente, no interior. O lançamento da candidatura em Campinas tem o objetivo de aproximar Haddad dessa parcela do eleitorado.
A convenção do PT paulista ocorre no mesmo dia que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) oficializa sua candidatura ao Palácio do Planalto, também em São Paulo. O evento do PL teve a participação do presidente argentino Javier Milei.
Críticas a Tarcísio
Durante a cerimônia, lideranças petistas e aliados discursaram no palanque. O evento foi recheado de críticas à gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que “São Paulo não quer a prepotência a arrogância” das “marteladas” de Tarcísio. “São Paulo é da generosidade e da fraternidade. E essas marteladas do atual governador trincaram as principais vitrines do estado”, disse.
A ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet, defendeu o diálogo com a direita democrática e o centro, e pediu esforço para conquistar o voto dos indecisos. “Vamos conversar com quem não pensa como a gente. Não vamos perder tempo com a extrema direita, esta não vem para nós. Mas vamos dialogar com a direita democrática, com a direita conservadora. Vamos conversar com o centro, com aqueles que não querem ir para as urnas e que querem se abster”, disse.
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Por Zé Américo Silva*
Se Dom Quixote tivesse de aconselhar os candidatos de 2026, provavelmente diria exatamente o contrário do que grande parte deles pratica
Há pouco mais de quatro séculos, Miguel de Cervantes escreveu uma das mais inteligentes reflexões sobre o exercício do poder. Antes de entregar a Sancho Pança o governo da fictícia Ilha Baratária, Dom Quixote lhe envia uma série de recomendações que, reunidas, formam um verdadeiro código de ética para quem pretende administrar a coisa pública.
Não eram conselhos sobre marketing, pesquisas eleitorais, redes sociais ou alianças partidárias. Eram orientações sobre honestidade, humildade, justiça, respeito ao povo, equilíbrio nas decisões e resistência à sedução do poder.
Leia maisO curioso é que, em 2026, boa parte da classe política brasileira parece ter estudado justamente o manual inverso.
Há candidatos que confundem o Estado com patrimônio pessoal. Outros tratam o orçamento público como moeda de troca para sustentar alianças políticas. Há os que fazem do cargo um palco para alimentar o próprio ego e os que acreditam que governar consiste apenas em vencer a próxima eleição.
Dom Quixote ensinava exatamente o contrário. O governante deveria lembrar diariamente que o poder é passageiro, mas as consequências de suas decisões permanecem por muitos anos na vida da população. Um administrador público não existe para ser servido. Existe para servir.
Essa talvez seja a maior crise da política brasileira: não faltam programas de governo. Faltam governantes com estatura moral para executá-los. É curioso observar campanhas inteiras discutindo quem enviou mais emendas, quem construiu mais hospitais, pavimenta mais ruas ou anuncia mais investimentos. Tudo isso é importante. Mas existe uma pergunta anterior, quase nunca feita: quem merece administrar o dinheiro e o destino de milhões de pessoas?
Caráter não aparece no horário eleitoral. Integridade não se mede em pesquisas. Honestidade não cabe em um jingle de campanha. No entanto, essas virtudes continuam sendo muito mais importantes do que qualquer promessa.
Talvez o maior erro do eleitor seja analisar apenas o plano de governo e ignorar o histórico de quem pretende executá-lo. Obras podem ser planejadas por técnicos. A ética depende exclusivamente do governante.
A Ilha Baratária nunca existiu. Mas os dilemas enfrentados por Sancho Pança continuam vivos em cada prefeitura, em cada governo estadual e no Palácio do Planalto.
Se os candidatos de hoje lessem Cervantes com a mesma dedicação com que acompanham as pesquisas eleitorais, talvez o Brasil tivesse outro rumo. O romance é do século XVII. A lição continua sendo a mais moderna da política: antes de escolher quem vai governar o estado ou o país, convém saber se essa pessoa é capaz de seguir os conselhos do Cavaleiro Andante.
*Jornalista e consultor de marketing político
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A Justiça Eleitoral suspendeu a divulgação da pesquisa Datatrends sobre o cenário eleitoral para o Governo de Pernambuco e o Senado. Conforme a decisão, proferida pelo desembargador eleitoral Luiz Gustavo Mendonça de Araújo, o levantamento tem indícios de irregularidades metodológicas que podem comprometer o resultado, que tinha divulgação prevista para o fim da noite deste domingo (26).
A liminar foi concedida a pedido do MDB. Segundo o partido, o instituto subdimensionou a margem de erro e não previu a indicação do nível econômico dos entrevistados, embora esse seja um indicador obrigatório por lei para pesquisas do tipo. A Justiça concordou com as alegações, avaliando que a análise dos documentos revela indícios que “tornam o registro [da pesquisa] irregular”.
“A veiculação de dados estatísticos possivelmente viciados alcança de forma irreversível o eleitorado, sendo replicada por veículos de comunicação e redes sociais, o que pode comprometer a paridade de armas e a liberdade de escolha consciente do cidadão”, afirmou o desembargador, determinando a suspensão da divulgação do levantamento e estipulando uma multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento da decisão.
Do g1
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) ministro Edson Fachin afirmou que as declarações do presidente da Argentina, Javier Milei, sobre o ministro Alexandre de Moraes se trata de “referência desrespeitosa a magistrado da mais alta Corte do País, feita em solo brasileiro”. Em nota, o ministro afirmou ainda que o tribunal “deplora manifestações incompatíveis com a civilidade que deve caracterizar as relações entre os Estados”.
Javier Milei foi um dos convidados que discursaram na convenção do Partido Liberal (PL), que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência neste sábado (25) em São Paulo. O presidente argentino chamou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, de “lixo careca” após ter negada uma visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Leia mais“Tomei conhecimento da declaração do Presidente da Argentina sobre Ministro do Supremo Tribunal Federal. Trata-se de referência desrespeitosa a magistrado da mais alta Corte do País, feita em solo brasileiro, por ato jurisdicional praticado conforme a Constituição e as leis da República Federativa do Brasil”, afirmou Fachin.
“Ao reafirmar a plena autonomia do Judiciário brasileiro, a Presidência do STF deplora manifestações incompatíveis com a civilidade que deve caracterizar as relações entre os Estados”, completou o ministro.
Visita a Bolsonaro negada
Milei usou seu discurso para criticar o ministro do STF Alexandre de Moraes, a quem chamou de “lixo careca”. Na última semana, a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu autorização ao ministro para que ele recebesse a visita do argentino, mas o pedido foi negado.
“Estimado Jair, mando-lhe um abraço à distância. Tenho certeza de que, quando os obstáculos burocráticos forem superados, poderemos nos reencontrar e dar um abraço pessoalmente, querido Jair Bolsonaro”, comentou.
“A Justiça brasileira não me permitiu visitar meu amigo injustamente encarcerado, quando Lula se cansou de receber dirigentes estrangeiros enquanto esteve preso, entre eles o então presidente da Argentina, Alberto Fernández”, continuou. “Isso não é nada além de mais uma clara demonstração da injustiça de sua detenção e do caráter vingativo de seus responsáveis”, completou.
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Javier Milei foi um dos convidados que discursaram na convenção do Partido Liberal (PL), que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência neste sábado (25). Em um discurso inflamado, o presidente argentino fez críticas ao socialismo, valorizou a chamada “onda azul” na América do Sul e chamou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, de “lixo careca” após ter negada uma visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Confio plenamente em meu amigo Flávio”, disse Milei enquanto fazia críticas às políticas econômicas adotadas por governos anteriores na Argentina. Também disse acreditar que o Brasil se juntaria a outros países da América Latina ao eleger um presidente de direita. As informações são do g1.
Leia maisO argentino afirmou ver o senador como o nome capaz de conduzir uma mudança política no Brasil. Segundo ele, a disputa eleitoral representa uma escolha entre dois modelos: o que chamou de “socialismo” e uma agenda baseada na liberdade econômica e na redução do tamanho do Estado.
Milei também associou a candidatura de Flávio ao que chamou de uma transformação política em curso na América Latina. Segundo ele, países da região estariam abandonando governos de esquerda e adotando políticas liberais na economia, movimento ao qual o Brasil poderia se juntar.
Além disso, criticou programas de transferência de renda, afirmando que governos de esquerda ampliam gastos públicos para obter vantagem eleitoral e deixam problemas fiscais aos sucessores. Segundo Milei, esse modelo leva ao aumento da dívida pública e exige, posteriormente, medidas de ajuste econômico.
Em outro momento do discurso, Milei defendeu que um eventual governo de Flávio Bolsonaro deveria adotar uma política de disciplina fiscal, redução dos gastos públicos e diminuição da participação do Estado na economia, bandeiras que também marcaram sua campanha presidencial na Argentina. “Por isso, é preciso alguém que, como aconteceu na Argentina, esteja disposto a enfrentar essa realidade e a se tornar a voz dessa maioria silenciosa que já sofreu muito. Falo do meu amigo Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro”, defendeu.
Visita a Bolsonaro negada
Milei usou seu discurso para criticar o ministro do STF Alexandre de Moraes, a quem chamou de “lixo careca”. Na última semana, a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu autorização ao ministro para que ele recebesse a visita do argentino, mas o pedido foi negado.
“Estimado Jair, mando-lhe um abraço à distância. Tenho certeza de que, quando os obstáculos burocráticos forem superados, poderemos nos reencontrar e dar um abraço pessoalmente, querido Jair Bolsonaro”, comentou.
“A Justiça brasileira não me permitiu visitar meu amigo injustamente encarcerado, quando Lula se cansou de receber dirigentes estrangeiros enquanto esteve preso, entre eles o então presidente da Argentina, Alberto Fernández”, continuou. “Isso não é nada além de mais uma clara demonstração da injustiça de sua detenção e do caráter vingativo de seus responsáveis”, completou.
Mais cedo, neste sábado, Milei recebeu a Ordem do Ipiranga, maior honraria concedida pelo governo do Estado de São Paulo das mãos de Tarcísio de Freitas, governador de SP. A cerimônia ocorreu no Palácio dos Bandeirantes, na Zona Sul da capital, antes da convenção do PL.
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A convenção nacional do Partido Liberal (PL) que oficializou a candidatura à presidência da República do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não pôde contar com a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. Pelo menos, não fisicamente.
Apesar disso, Jair esteve presente em vários dos discursos ao longo do evento e também marcou sua presença em uma versão feita por inteligência artificial. Já no final das apresentações, em meio a fala de Flávio, os apresentadores da convenção anunciaram uma surpresa para o candidato. Foi quando Jair apareceu no telão. Desde o início, o vídeo deixa claro que não se trata de uma fala gravada do ex-presidente, provavelmente para evitar problemas com a justiça. As informações são do jornal O Globo.
Leia mais“Isso que vocês estão vendo aqui não sou eu, isso é uma simulação da minha imagem e da minha voz feito com inteligência artificial. Como todos aqui sabem, eu estou preso e calado por uma decisão injusta e arbitrária baseada em algo que eu nunca fiz. Mas eu garanto que nenhuma prisão vai calar o sentimento de esperança que despertamos. Nenhuma prisão vai calar os milhões de brasileiros que acreditam no nosso país. Por isso, peço que vocês recebam de braços abertos a pessoa que escolhi para me substituir, sangue do meu sangue, meu filho Flávio. Vem com fé. O Brasil tem futuro e o futuro é Flávio Bolsonaro presidente”, disse a versão IA de Jair Bolsonaro, sob aplausos dos presentes.
Convenção
Em discurso, Flávio acenou para as mulheres, atacou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seu principal adversário no pleito e que aparece à frente nas pesquisa, e disse que querem “matar meu pai Jair Bolsonaro pela terceira vez”.

Ele fez menção a ser mais “moderado” que o pai, mas disse que era “sangue de seu sangue”, e que vai “honrar” tudo o que o pai lhe ensinou. O senador ainda afirmou que será Jair que colocará a faixa presidencial nele caso ele seja eleito.
“Eles não vão nos intimidar, eu posso ser mais calmo, mais sorridente, mais tranquilo e moderado, mas aqui tem sangue de Bolsonaro. E sabe o que a gente vai fazer? O Brasil foi sequestrado e a gente vai libertar o nosso país desse cativeiro. Em janeiro de 2027, Jair Bolsonaro vai subir aquela rampa do Planalto junto com a gente”, falou, no evento realizado no Mercado Pago Hall, na Arena Pacaembu, em São Paulo.
O senador foi apresentado no palco por sua esposa, Fernanda Bolsonaro, que fez uma breve fala na qual disse que o Brasil “não aguenta mais quatro anos de PT” e mencionou a alta de violência contra a mulher.
Nos primeiros minutos de sua fala, o candidato do PL exaltou sua família, começando por sua esposa, a quem chamou de sua “coluna vertebral”, e por sua mãe, Rogéria. Ele também citou os que não puderam estar no evento, como a madrasta Michelle Bolsonaro. Nesta semana, os dois se reconciliaram e ela enviou uma mensagem em vídeo a ele para a convenção. Em outros momentos de seu discurso, destacou a necessidade da mulher “ter direito a creche para deixar seus filhos e poder trabalhar”.
“A Michelle, que está em Brasília, e em especial meu pai, Jair Messias Bolsonaro. Deus queira que nunca vocês tenham um pai injustiçado como ele está sendo, vítima da maior farsa que esse país já testemunhou. Pai, você despertou, nessa nação, com sua verdade, com sua coragem e com a sua humildade. Você vai colocar essa faixa de presidente em mim, em nome de Jesus”, falou, chorando.
Neste momento, foi exibido o vídeo de inteligência artificial do ex-presidente, que está em prisão domiciliar e proibido de receber visitas e se comunicar publicamente por redes sociais, vídeos ou até mesmo cartas.
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Do g1 – Blog do Valdo Cruz
O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) negou os pedidos de visto solicitados pelos diplomatas Riley M. Barnes, secretário-assistente, e Samuel Samson, subsecretário-assistente do Departamento de Estado dos Estados Unidos.
Os dois foram citados em reportagem do jornal “The Washington Post” como reponsáveis por uma estratégia para questionar a integridade e a confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro. A negativa do governo foi feita ontem (24), antes da publicação da reportagem.
Leia maisA viagem estaria prevista para ocorrer poucas semanas antes das eleições presidenciais do país, agendadas para 4 de outubro. Segundo informações obtidas pela reportagem, o governo brasileiro foi informado do caráter “inusitado” da missão dos dois funcionários e decidiu negar os vistos.
Segundo fontes da diplomacia, o Brasil tem tradição de receber observadores internacionais nas eleições, mas a avaliação é que os norte-americanos não são observadores, na verdade tinham “outro papel”.
Dúvidas sobre as urnas eletrônicas
Na avaliação de assessores presidenciais, a decisão do secretário de Estado Marco Rubio de enviar a missão no momento em que Flávio e Eduardo Bolsonaro levantaram dúvidas sobre as urnas eletrônicas mostra que eles estavam combinando uma operação para descrebidilizar o sistema eleitoral brasileiro.
Pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro teve uma reunião com representantes de cerca de 40 países em um evento privado, na última semana. Durante o encontro, ele afirmou que o Brasil utiliza urnas fabricadas por uma empresa venezuelana suspeita de fraudes, informação já desmentida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O senador nega estar questionando o sistema eleitoral brasileiro, mas defendeu que os países presentes enviem observadores internacionais para acompanhar as eleições no Brasil.
Nos bastidores do Supremo Tribunal Federal (STF), ministros classificaram a tentativa de missão como “escandalosa” e “inusitada”. Para integrantes da Corte, a iniciativa representaria uma tentativa de interferência externa em um tema de competência exclusiva das instituições brasileiras e no processo eleitoral do país. Os magistrados também defendem uma reação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) à tentativa de enviar a missão americana.
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O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Álvaro Porto, reforçou mais uma vez seu posicionamento a respeito da governadora Raquel Lyra (PSD), a quem apoiou em 2022. Durante a Convenção Estadual do MDB, neste sábado (25), na qual oficializou sua candidatura à reeleição e selou a aliança com o palanque do ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao governo do estado João Campos (PSB), Álvaro disse que a gestão da governadora era marcada pela arrogância e incoerência, o que, segundo ele, decepcionou e afastou aliados.
Porto lembrou que, quatro anos atrás, quando foi o único deputado de mandato a apoiar Raquel, o ex-deputado caruarense Zé Queiroz o alertou afirmando que, caso ela vencesse a eleição, muitos iriam se arrepender. “E eu quero dizer que mudei. Mudei porque não quero estar do lado da arrogância, da prepotência e do autoritarismo que hoje estão no Palácio do Campo das Princesas”, ressaltou.
Dirigindo-se a João Campos, o deputado afirmou que João não seria “alguém fabricado”, mas espontâneo, preparado, e que teria sido o melhor prefeito do Recife e alguém qualificado para transformar Pernambuco. “Hoje temos esperança e a chance de eleger aquele que será o melhor governador da história”, frisou.
Porto voltou a afirmar que “quem conhece Raquel não vota em Raquel”. “Vou levar minhas palavras para todo o estado de Pernambuco. Fui o único deputado de mandato, inclusive arrisquei meu mandato, para apoiar quem eu achava que ia fazer uma mudança em Pernambuco. Realmente mudou, mas mudou para pior”, disse.
O deputado finalizou parabenizando os candidatos a deputado federal e estadual e conclamando os aliados a enfrentarem a campanha. “Sabemos que será uma campanha desigual e das perseguições que o atual governo vem fazendo com seus adversários. Mas não nos falta coragem para enfrentar a campanha de cabeça erguida. Todos da chapa de estadual e federal estaremos unidos para eleger João Campos governador de Pernambuco.
Realizada no plenário da Câmara Municipal do Recife, a convenção foi conduzida pelo presidente regional do MDB, o ex-deputado, ex-vice-governador e atual secretário de Relações Institucionais da capital, Raul Henry. Participaram da reunião filiados, dirigentes, parlamentares, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças de todas as regiões do Estado. Foram oficializadas as deliberações do partido para as eleições de 2026, principalmente o comprometimento com o projeto politico-eleitoral encabeçado por João Campos.
Por Clara Oliveira
Do Blog da Folha
Durante a convenção estadual do MDB, que ocorre neste sábado (25) na Câmara Municipal do Recife, o deputado federal Luciano Bivar (MDB) declarou que se identifica com os ideais do Partido dos Trabalhadores, e deve apoiar a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O parlamentar foi indicado como primeiro suplente do senador Humberto Costa (PT) — pré-candidato à reeleição na chapa da Frente Popular. A escolha causou estranhamento para alguns aliados do campo da esquerda, visto que, no passado, Bivar presidiu o Partido Social Liberal (PSL), legenda que elegeu o ex-presidente Jair Bolsonaro em 2018, além de ter fundado e presidido o União Brasil, partido de centro-direita.
Leia mais“Muito do que nós defendemos se confunde com o que o PT defende. É um caminho que me deixa muito confortável, principalmente por conta da história do MDB. O PMDB foi o primeiro partido a se insurgir contra a ditadura militar de 1964. Hoje a gente está em dúvida entre uns que defendem a gente não ter soberania e a gente que defende a soberania, uns que defendem o fisiologismo e a gente que defende uma política republicana. Então é muito fácil de distinguir qual é o lado que a gente tem que estar”, afirmou Bivar.
Em discurso, o deputado também torceu pela reeleição do presidente Lula, e destacou que o posicionamento adotado pelo MDB de Pernambuco representa o que ele defende como patriotismo. “Tenho certeza de que se a gente tiver a força do próximo governo Lula, vamos trazer algo muito significativo para todas as áreas que carecem de ações. Eu tenho absoluta convicção de que é uma opção única que a gente tem, e eu nunca me senti tão patriota”, defendeu.
O parlamentar foi convidado a integrar o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) ainda neste ano. A participação de Luciano Bivar na chapa liderada por João Campos (PSB) tem o papel de reforçar a aliança entre o ex-prefeito do Recife e o MDB no estado. “Uma das primeiras coisas que eu fiz quando Humberto me convidou para a sua suplência foi que ele consultasse algumas pessoas se não haveria nenhum desconforto com essa decisão, e entre elas estava João Campos”, concluiu Bivar.
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O MDB de Pernambuco realizou, neste sábado (25), sua Convenção Partidária, na Câmara Municipal do Recife, para oficializar a aliança com a Frente Popular em apoio à candidatura de João Campos ao Governo de Pernambuco e confirmar as chapas do partido para deputado federal e deputado estadual nas eleições de 2026.
O evento reuniu centenas de filiados, lideranças e militantes, que lotaram o plenário da Câmara em uma demonstração de força política e unidade do partido. A convenção contou com a presença do candidato ao Governo do Estado, João Campos, do candidato a vice-governador, Carlos Costa, além dos candidatos do MDB à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa de Pernambuco.
Entre as autoridades presentes estavam os deputados federais Luciano Bivar e Iza Arruda; os prefeitos Paulo Roberto Arruda (Vitória de Santo Antão); Alexandre Batité (São Bento do Una) e Flávio Gadelha (Abreu e Lima); Adriana Vasconcelos, filha do ex-governador Jarbas Vasconcelos; o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Álvaro Porto; os vereadores do Recife Samuel Salazar e Tadeu Alencar, entre outros.
Durante seu discurso, o presidente estadual do MDB, Raul Henry, destacou que esta foi a primeira convenção após o processo interno vivido pelo partido e ressaltou que o momento simboliza a consolidação de uma aliança histórica em Pernambuco. “Hoje consolidamos uma aliança construída há mais de 10 anos por Jarbas e Eduardo, que foi confirmada na última convenção e que agora vai fazer de João Campos governador”, afirmou Raul Henry
João Campos agradeceu o apoio do MDB e ressaltou a importância da legenda para o projeto político da Frente Popular. “Tenho certeza de que o MDB chega fortalecido neste processo. É um partido forte, bem representado, com candidatos em todos os cantos do Estado. Agradeço o apoio hoje recebido e não tenham dúvidas de que vamos trabalhar para fazer do MDB de Pernambuco um partido cada vez mais forte”, declarou.
Marcada por um clima de unidade e mobilização, a convenção deu início oficialmente à caminhada eleitoral do MDB de Pernambuco para as eleições de 2026, reforçando o compromisso da legenda com o fortalecimento da Frente Popular em todo o Estado.
A deputada federal Iza Arruda teve sua candidatura à reeleição oficializada pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB) durante a convenção estadual da legenda, realizada neste sábado (25), na Câmara Municipal do Recife.
O encontro reuniu dirigentes partidários, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, deputados, lideranças políticas e o pré-candidato ao Governo do Estado, João Campos, além de militantes de diversas regiões, consolidando a estratégia do partido para as eleições e reforçando o protagonismo da parlamentar no cenário político pernambucano.
Leia maisReconhecida como uma das principais lideranças da nova geração da política no Estado, Iza Arruda chega ao processo eleitoral com um mandato marcado pela intensa atuação legislativa, articulação institucional e presença constante nos municípios pernambucanos.
Na Câmara dos Deputados, Iza Arruda tem concentrado esforços em pautas relacionadas à proteção da infância e da juventude, aos direitos das mulheres, ao fortalecimento das políticas sociais, à saúde, à educação e ao desenvolvimento dos municípios.
Além da atividade legislativa, a parlamentar mantém uma agenda permanente de visitas aos municípios, acompanhando obras, entregando equipamentos, anunciando investimentos e dialogando diretamente com gestores municipais e lideranças comunitárias.
O conjunto de entregas do mandato, a capilaridade construída ao longo dos últimos anos e a forte articulação com lideranças locais colocam a deputada entre os nomes com maior potencial de recondução à Câmara dos Deputados.
“Hoje renovamos um compromisso com Pernambuco e com os pernambucanos que acreditam na boa política como instrumento de transformação. Esta convenção simboliza união, responsabilidade e esperança. A confiança que recebemos nos motiva a continuar fazendo um mandato presente, municipalista e comprometido com resultados concretos”, disse a deputada durante seu discurso.
O prefeito de Vitória de Santo Antão, Paulo Roberto, ressaltou a importância da atuação da deputada para o fortalecimento dos municípios pernambucanos. “Iza Arruda tem demonstrado, ao longo do seu mandato, sensibilidade, compromisso e capacidade de transformar as demandas dos municípios em ações concretas. Pernambuco ganha muito ao contar com uma parlamentar tão atuante e comprometida. O MDB chega a este momento unido, com uma chapa forte e qualificada de candidatos a deputado federal e deputado estadual, sob a condução do nosso presidente estadual, Raul Henry, ao lado de grandes lideranças da política e da administração pública de Pernambuco.”
Com uma atuação reconhecida no Congresso Nacional, forte presença nas bases municipais e uma agenda voltada ao fortalecimento das políticas públicas, Iza Arruda inicia oficialmente sua caminhada rumo à reeleição, consolidando-se como um dos principais ativos políticos do MDB e uma das parlamentares de maior projeção da atual bancada pernambucana em Brasília.
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O Bar do Xerém, um dos principais destinos gastronômicos de Boa Viagem, no Recife, acaba de integrar a lista do Heineken Masters 2026, premiação que reúne os 100 bares de maior destaque do Brasil.
Promovido anualmente pela Heineken, o programa reconhece estabelecimentos que se destacam pela excelência na experiência oferecida aos clientes, pela qualidade do serviço de chope e pelo desempenho na comercialização da marca.
Com três unidades em Boa Viagem, o Bar do Xerém passa a figurar entre os 100 bares de referência do país, consolidando sua posição como um dos principais polos de gastronomia e entretenimento da capital pernambucana.
