Fernando Rodolfo elogia postura de diálogo da governadora Raquel Lyra

O deputado federal Fernando Rodolfo (PL) elogiou a governadora Raquel Lyra (PSDB), após nova reunião da tucana com a bancada federal para priorizar investimentos para Pernambuco. Segundo o parlamentar, já não é a primeira vez que ela faz movimentos como esse, o que vem se consolidando como um novo jeito de governar.

“Desde o início do seu governo, Raquel tem dialogado com todos os segmentos da sociedade, buscando ouvir, colher sugestões e compartilhar todo o trabalho que vem sendo feito. Postura essa bem diferente do ex-governador do PSB, Paulo Câmara, que isolou Pernambuco e ainda estamos pagando essa conta. Paulo Câmara governou Pernambuco por oito anos, apenas metade desse período com Bolsonaro à frente do País, mas também fazendo oposição a Dilma e a Michel Temer. Ele culpava a todos os presidentes, quando a maior culpa mesmo foi a própria incompetência e incapacidade do PSB”, afirmou Fernando Rodolfo.

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Do G1

A Polícia Federal (PF) faz uma operação, hoje, para combater uma organização criminosa acusada de movimentar um esquema de fraudes em licitações, corrupção e lavagem de dinheiro.

O objetivo da ação, denominada Operação Vassalos, é investigar a ocorrência de fraudes e desvios de emendas parlamentares. A suspeita é que o esquema tenha movimentado bilhões em recursos.

Por Maurícios Rands*

De acordo com pesquisa Gallup, 80% dos americanos desaprovam o trabalho dos congressistas dos EUA, segundo a The Economist de 21.2.2026. Há 25 anos essa taxa era de 50%. Uma tendência geral no Ocidente. Cada vez mais o cidadão ordinário se distancia das instituições. Cresce a percepção de que os legisladores, mesmo eleitos, só cuidam dos próprios interesses. No Brasil, já virou bordão o discurso de que o atual é o “pior Congresso da nossa história”. A pesquisa Datafolha de dezembro de 2025 indica uma aprovação de apenas 21% sobre o trabalho dos parlamentares, com 31% de ruim ou péssimo. Para reverter esses números são necessárias mudanças profundas na qualidade dos parlamentares.

Precisamos de um Congresso que aprove propostas para combater as causas do atraso do desenvolvimento brasileiro. Que melhore o funcionamento das nossas instituições, tornando o estado mais eficiente e capaz de estimular o aumento da produtividade e do poder relativo das classes populares. Na direção proposta por Alexandre Rands em seu último livro (“O Grande Fracasso”, 2026). Para que esse empoderamento do povo resulte na ampliação do acesso à educação de qualidade e melhore o nosso capital humano. Um Congresso que promova uma revolução educacionista para colocar ricos e pobres nas mesmas escolas. Na linha de propostas como as de Cristovam Buarque, capazes de reduzir a desigualdade e a exclusão que hoje freiam nosso desenvolvimento

Que legisle para atender reivindicações do povo como o fim da jornada de trabalho de 6×1 que hoje é apoiada por 73% dos brasileiros, a proteção do trabalho por aplicativos, o acesso à moradia digna e a serviços de saúde e transportes decentes.

Que promova, de verdade, uma cruzada contra a corrupção, inclusive a própria. Que combata a captura do estado pelo crime organizado. Mas também pelos grupos econômicos com amplo acesso às altas autoridades dos três poderes. Como ficou escancarado com o caso Master em que Daniel Vorcaro conquistou “amigos” colocando ministros do STF em suas folhas de pagamentos, financiando campanhas de políticos corruptos, mas também organizando festinhas como as de Trancoso. Similares às de Epstein nos EUA.

Que deixe de legislar em causa própria e exerça a autocontenção que deputados e senadores exigem do STF. Um bom exemplo seria reduzir a captura do orçamento da União através das emendas que já chegaram a R$ 52 bilhões anuais com R$ 50 milhões para indicações individuais de cada parlamentar.

Que se comprometa a não votar projetos como a PEC da blindagem de parlamentares e presidentes de partidos, que chegou a ser aprovada na Câmara e, diante da pressão de manifestações de rua, foi rejeitada no Senado.

Que não derrube os vetos que o presidente impôs à Lei Geral do Licenciamento Ambiental, a Lei 14.954/2025. E que, assim, não legalize a licença por autodeclaração, com a emissão automática de licenças para empreendimentos de médio impacto apenas com a declaração do empreendedor e flexibilizando a consulta aos povos originários.

Que promova mudanças culturais que superem a atual cultura de preconceitos contra os ‘desempoderados’ historicamente. Para que novos padrões culturais combatam os preconceitos contra pobres, pretos, mulheres, gays, pessoas com deficiência, idosos e moradores das periferias.

Que aprove a PEC da Segurança Pública e o PL Antifacção para que haja mais integração entre a União, os estados e os municípios no combate à criminalidade, seja a violência nas ruas, seja a do crime organizado, sejam os feminicídios.

Que modifique o atual sistema partidário e eleitoral em que as cúpulas partidárias distribuem ao seu bel-prazer os bilhões dos fundos partidário e eleitoral, favorecendo apaniguados e familiares na organização das listas de candidatos.

Essas e muitas outras propostas de reformas parecem utópicas. Mas qualquer mudança começa por um diagnóstico sobre o que precisa ser feito. Mesmo essas propostas não sendo unânimes. Por isso, a democracia exige a construção de consensos parciais sobre alguns temas que podem produzir resultados a partir de coalizões pontuais. Uma revolução na educação, o combate à corrupção e à violência são campos em que poderia haver alguma construção de consensos pontuais. Mas isso começa pela qualidade dos representantes que o Brasil vai eleger em outubro. Logo, depende do crescimento da consciência cidadã do nosso povo.

*Advogado formado pela FDR da UFPE, professor de Direito Constitucional da Unicap, PhD pela Universidade Oxford

Ipojuca - No Zap

Leandro Grass alerta para necessidade de pacto em torno do patrimônio cultural brasileiro

Por Larissa Rodrigues – Repórter do blog

O Brasil precisa de mais investimentos na consolidação de uma cultura de preservação dos seus patrimônios culturais. Embora o País tenha avançado nos últimos três anos nessa questão, ainda há um caminho a percorrer. Essa é a opinião do presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e pré-candidato a governador do Distrito Federal pelo PT, Leandro Grass.

Ele foi o entrevistado de ontem (24) do podcast Direto de Brasília, comandado pelo titular deste blog em parceria com a Folha de Pernambuco. Para Leandro Grass, é preciso conectar a população e os gestores municipais e estaduais ao patrimônio cultural, porque ele pertence à sociedade brasileira, não a governos nem mesmo ao Iphan.

Caruaru - Quem paga antes, paga menos

A prefeita de Bezerros, Lucielle Laurentino (União Brasil), enviou nota ao blog após a publicação de matéria sobre atrasos no pagamento de cachês de artistas que se apresentaram no São João de Serra Negra. No comunicado, a gestora reconhece que ainda há pagamentos em aberto e afirma que a situação está relacionada à virada do exercício financeiro e a trâmites administrativos de início de ano.

Segundo a prefeita, os repasses pendentes seguem um cronograma financeiro definido pela gestão municipal. Ela também destacou que a equipe mantém contato com os artistas e seus representantes para tratar das pendências e que os pagamentos serão realizados.

Na nota, a gestora afirmou ainda que a expectativa é concluir os pagamentos dentro do planejamento estabelecido pela administração municipal, após a realização dos eventos recentes e a organização do calendário financeiro.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O ministro Flávio Dino, presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), agendou para março o julgamento de uma denúncia contra o pastor Silas Malafaia. A ação foi incluída na pauta do plenário virtual da turma.

A análise foi marcada para ocorrer entre os dias 6 e 13 de março. Além de Dino, fazem parte do colegiado os ministros Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes, que é o relator do caso.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) acusa Malafaia de ter cometido injúria e calúnia contra o comandante do Exército, general Tomás Paiva. Segundo a PGR, os fatos teriam ocorrido durante uma manifestação em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ocorrida em São Paulo. Durante o ato, o pastor chamou generais de “frouxos, covardes e omissos”. Ele também disse que os militares “não honram a farda que vestem”. As informações são do jornal O GLOBO.

Palmares - Pavimentação Zona Rural

Em vias de deixar a presidência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para disputar novamente o Governo do Distrito Federal, o petista Leandro Grass celebrou os passos de sua gestão para a preservação do patrimônio nacional. Todavia, reconhece que ainda há “um caminho a percorrer” nesse sentido.

“Acredito que a gente tenha dado passos importantes de 2023 para cá, no sentido de conectar a população, os gestores municipais e estaduais e a sociedade ao patrimônio cultural. Que é dela, não é de alguém, não é do governo, não é do Iphan. O Brasil tem 60 bens reconhecidos, como o forró, o frevo, a capoeira, o patrimônio arqueológico, que é vasto, imenso, no nosso país, tudo isso é patrimônio do povo brasileiro. E aí entra uma questão que tem que ser trabalhada cada vez mais nas escolas, nos meios de comunicação, que é a educação patrimonial, a conexão das pessoas com aquilo que é delas. A gente só vai cuidar daquilo que a gente conhece, a gente só ama aquilo que a gente conhece, e o Iphan investiu muito na educação patrimonial ao longo desses últimos anos”, destacou Grass, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

Olinda - Refis últimos dias 2025

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) reabriu a investigação contra o ex-vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PL) e outras 25 pessoas para apurar suspeitas de desvio de dinheiro público com o uso de funcionários fantasmas – prática conhecida como rachadinha – na Câmara Municipal

A decisão pela reabertura é da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), que avaliou que a apuração anterior deixou de cumprir diligências consideradas essenciais. As informações são do g1.

Adversário do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), na eleição de 2022, o ex-deputado distrital Leandro Grass (PT) concorrerá novamente ao Palácio do Buriti com críticas pesadas à atual administração. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o petista, atual presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), não mediu palavras, chamando o governador de “corrupto” e também criticando a vice-governadora, Celina Leão (PP), que assumirá o governo em abril e disputará a reeleição.

“Estamos completando quase oito anos daquilo que eu chamo de desgoverno. Essa gestão Ibaneis e Celina é desastrosa. Primeiro, pelos escândalos de corrupção, que estão sendo investigados, envolvendo o BRB, o Master, mas também na área da saúde; foram realizadas várias operações. O ex-secretário de Economia do governo Ibaneis e Celina foi condenado na Justiça. Então, na minha avaliação, é um governo corrupto, porque teve agentes que participaram desse governo e que já foram condenados por corrupção. E governos são pessoas, são formados por lideranças”, disparou Leandro Grass.

O empresário Antonio Ferreira Souza foi homenageado pela Assembleia Legislativa do Estado do Amapá com uma moção de aplauso pelos serviços prestados à comunidade, com destaque para a atuação na inclusão de jovens no mercado de trabalho. Segundo o documento, a empresa liderada por Souza promove a oferta de estágios e a contratação de aprendizes após o período de formação, contribuindo para a geração de oportunidades e inserção profissional.

Antonio Souza já foi reconhecido em diversos estados do país, a exemplo de premiação concedida pela Câmara Municipal de São Paulo, na categoria empresarial. Esse reconhecimento tem provocado inveja por parte daqueles que não absorvem o sucesso do empresário, que tem origem no sertão do Araripe.

O presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e pré-candidato do PT ao Governo do Distrito Federal, Leandro Grass, tem dado sinais de buscar um entendimento com o nome do PSB para a disputa, Ricardo Capelli, ex-interventor de Segurança Pública do DF e atual presidente da ABDI. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o petista revelou que já encontrou o colega e que há um esforço para construir uma unidade no campo progressista, mas respeitando a liberdade dos partidos de se lançar à disputa.

“A gente faz parte mesmo do governo, inclusive. Veja, o exercício de uma unidade exige, primeiro, entender que projetos individuais ou meramente partidários não podem se sobrepor a um projeto coletivo. Também exige da gente inteligência política e uma certa objetividade na construção do acordo, da composição de chapa. A gente está em bom posicionamento nas pesquisas, a gente tem um legado da eleição de 2022 e também essa capacidade de poder colaborar com todos os partidos ao mesmo tempo. Se o PT vai ter duas cabeças de chapa? Em outros cenários também já aconteceu, inclusive com o PSB, na última eleição”, afirmou Grass.

A Associação de Empresários do Brasil (AEBR) anunciou que vai propor a realização de uma audiência pública para discutir os impactos da Lei 15.235/2025 sobre o setor produtivo. A entidade afirma que não se opõe ao desconto social na tarifa de energia elétrica para famílias de baixa renda, mas questiona o modelo de financiamento previsto na legislação. A norma, originada da MP 1.300/2025, amplia a gratuidade na conta de luz dentro do programa “Luz do Povo”.

Pelo texto aprovado, a partir de janeiro de 2026, os custos das usinas nucleares de Angra 1 e 2 passarão a ser rateados entre todos os consumidores, incluindo pessoas físicas e jurídicas. A lei também prevê a criação de uma “Cota de Energia Nuclear” na fatura, com cobrança independente do consumo, podendo haver suspensão do fornecimento em caso de inadimplência.

O presidente da AEBR, Fernando Mendonça, defende a manutenção da política social, mas com outra fonte de custeio. “A AEBR não é contra o desconto social na conta de luz. Somos contra transferir para o empresário uma conta que deveria ser paga com recursos do Tesouro Nacional”, afirmou. Ele acrescentou que a entidade pretende levar o debate ao Congresso. “A audiência pública será um espaço técnico e democrático para discutir os impactos reais da medida. Precisamos garantir justiça social sem comprometer a sustentabilidade econômica das empresas que geram emprego e renda no país”, disse.