O Dia do Servidor Público Estadual, tradicionalmente comemorado em 28 de outubro, foi transferido para 14 de novembro, segundo ato no Diário Oficial de hoje assinado pelo chefe da Casa Civil, José Neto. Não há justificativa para a mudança.

O Dia do Servidor Público Estadual, tradicionalmente comemorado em 28 de outubro, foi transferido para 14 de novembro, segundo ato no Diário Oficial de hoje assinado pelo chefe da Casa Civil, José Neto. Não há justificativa para a mudança.

Por Anthony Santana – Blog da Folha
O presidente do União Brasil em Pernambuco e ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), lançou o mote da pré-campanha para o Senado federal após a governadora Raquel Lyra (PSD) definir que ele e o deputado federal Túlio Gadêlha (PSD) farão parte da sua chapa como candidatos ao Senado.
A informação sobre a decisão da gestora foi divulgada em primeira mão nesta quarta-feira (15), na coluna Folha Política, assinada pela jornalista Betânia Santana, da Folha de Pernambuco. No Instagram, Coelho divulgou a própria foto com a imagem do Recife ao fundo e a frase “Miguel Coelho, a força do trabalho”.
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Na legenda, o pré-candidato escreveu “Começou”, indicando que iniciou a corrida por uma das vagas de Pernambuco na Casa Alta.
Coelho foi escolhido após disputar a indicação da Federção União Progressista (UP) com o deputado federal Eduardo da Fonte, presidente estadual do Partido Progressistas. O parlamentar chegou a ser indicado pelo grupo político, mas a governadora manifestou, em reunião com os líderes nacionais da federação, preferência por Miguel Coelho.
Ao justificar a rejeição ao nome de Eduardo da Fonte, Raquel Lyra alegou que ofereceu a vaga de candidato ao Senado e recebeu negativas dele por duas vezes. A relação entre os dois chegou a ser rompida após o líder progressista abrir canal de negociação com o opositor, o pré-candidato ao governo estadual, João Campos (PSB).
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O senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou em entrevista ao Flow Podcast não ter mais nenhuma relação com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Ao ser questionado sobre o vídeo em que a esposa de Jair Bolsonaro direciona críticas a ele, o parlamentar disse não ter assistido o material para “não se contaminar”.
— É uma questão de bom senso e de fidelidade à escolha do nosso líder, que é o presidente Jair Bolsonaro. Eu nunca pressionei pra entrar pra campanha ou pra não entrar, vem a hora que quer, vem se quiser também, porque assim, eu tô dando o meu melhor, eu sei qual caminho que eu tenho que seguir. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisO parlamentar alegou não compreender as motivações de Michelle para os ataques direcionados a sua campanha e negou que houvesse qualquer tipo de estratégia combinada por trás do atrito. Flávio afirmou ainda que a situação só não teria sido contornada de forma mais dura em respeito ao ex-presidente.
— Ainda mais ela sendo a esposa do meu pai, que eu sempre respeitei, que se não fosse, certamente, eu acho que não teria chegado nesse ponto, a gente teria estancado antes (…) Obviamente que vai estar sempre as portas abertas para todo mundo, não apenas ela, todo mundo que queira se engajar na campanha de corpo e alma, porque é contra o inimigo do Brasil, que é o atual governo — disse o senador.
Durante a entrevista, o senador também abordou a produção do filme “Dark Horse” e sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Segundo Flávio, a opção por realizar o longa-metragem nos Estados Unidos, com atores internacionais ocorreu pelo suposto receio de retaliações jurídicas no Brasil.
— Sabe por que não foi feito aqui? Porque senão alguém do Supremo Tribunal Federal ia dar uma canetada, ia inviabilizar o filme. Ia perseguir os atores, ia perseguir a produtora — justificou, acrescentando que Caviezel teria quase desistido do papel por temer a situação política brasileira e o fato de Eduardo Bolsonaro estar “exilado” nos EUA.
Flávio confirmou ter atuado na captação de recursos para a obra e disse que sua aproximação com Vorcaro se deu antes do banqueiro se tornar alvo do escândalo bilionário de fraudes financeiras. O pré-candidato voltou a defender que, à época das tratativas, segundo ele iniciadas em dezembro de 2024, o investidor não possuía irregularidades conhecidas e transitava livremente entre autoridades e veículos de imprensa.
— Foi um contrato privado, para um filme privado. Sem nenhuma contrapartida pública — argumentou o senador. Questionado sobre a sua reação ao ver o escândalo financeiro estourar, Flávio argumentou que o empresário tentava vender o banco e negociar com o Banco Central de forma supostamente legal, e que apenas com o avanço do caso teria ficado claro que houve erros na origem das operações.
O senador e pré-candidato também acusou na entrevista os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino de utilizarem a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) para esvaziar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e interferir no processo político.
Segundo o parlamentar, a Corte tem relativizado a imunidade parlamentar para impor constrangimentos à direita, citando como precedente a condenação de seu irmão, Eduardo Bolsonaro, por falas na tribuna. — Eles estão fazendo uma articulação para que essa primeira turma seja uma espécie de bypass do TSE durante as eleições — afirmou Flávio, alegando que a tática visa beneficiar o PT.
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A Prefeitura de Goiana inaugurou, nesta quarta-feira (15), a Escola Municipal Professora Belisana Pinto de Abreu de Araújo, no distrito-sede. Construída com recursos próprios, a unidade substitui uma escola que funcionava em imóvel alugado e passa a atender estudantes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. O espaço conta com 12 salas de aula climatizadas, biblioteca, laboratórios de Ciências e Informática, auditório, quadra poliesportiva coberta, refeitório, cozinha, sala de recursos e ambientes acessíveis. Neste primeiro momento, a escola atenderá 175 alunos, com previsão de abertura de novas turmas de creche no segundo semestre.
A escola homenageia a professora Belisana Pinto de Abreu de Araújo, que atuou nas redes municipal e estadual de ensino. Durante a inauguração, o prefeito Marcílio Régio afirmou que a entrega amplia a infraestrutura educacional do município. “Estamos entregando um equipamento público pensado para oferecer mais oportunidades às nossas crianças e melhores condições de trabalho para os profissionais da educação. É mais um passo para elevar o ensino em Goiana”, disse. Segundo a prefeitura, a unidade iniciará as atividades em regime regular e está prevista para funcionar em tempo integral a partir de 2027.
A pesquisa Quest, divulgada nesta quarta-feira (15), com o senador Flávio Bolsonaro (PL) caindo para 28% das intenções de voto, ante 40% do presidente Lula (PT), surpreendeu alguns observadores da cena política nacional. No entanto, para a líder do governo no Senado, a pernambucana Teresa Leitão (PT), o quadro ainda não reflete a real queda do pré-candidato adversário.
“Acho que a pré-candidatura do senador Flávio tem mostrado uma certa resiliência, porque era para estar menos do que isso. Significa que a extrema direita existe no Brasil, mas também tem fracassado muito na plataforma político-eleitoral. Qual é a plataforma de Flávio Bolsonaro para governar o Brasil? Submissão a Donald Trump. E o brasileiro não está gostando disso”, disparou Teresa, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.
Leia mais“Ao lado disso, tem toda essa questão que a cada dia vai ficando mais agravada, que são as relações íntimas com o Banco Master. Toda a crise, toda a configuração do banco nasceram no governo de Jair Bolsonaro (PL), com Daniel Vorcaro, que frequenta a casa de Flávio, é amigo do peito, amigo-irmão. A população está cansando de ter um candidato que não tem o que mostrar, nem diz o que vai fazer para o Brasil melhorar. E nós estamos mostrando como ampliar os índices de empregabilidade, como combater a inflação, como enfrentar os problemas da desigualdade social, o feminicídio. As coisas que são caras para a população nós precisamos tratar, e a gente está tratando. Um quarto governo tem que ser melhor do que o terceiro”, completou Teresa.
“Flávio Bolsonaro não está mostrando isso. A única coisa que ele tem pautado é amor eterno a Trump, o Brasil ficar submisso e a dancinha nos palanques. Um país como o nosso, fruto de tantas revoluções que ocorreram ao longo da sua história, não concorda com isso”, concluiu a senadora, que prometeu “fazer um esforço grande” para a reeleição do presidente.
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Recém-nomeada como líder do governo no Senado, a pernambucana Teresa Leitão (PT) elencou três pautas tidas como essenciais para sua nova função neste semestre. Além de colaborar para o distensionamento da relação entre o presidente Lula (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), a parlamentar se debruçará sobre matérias que tramitam na Casa Alta e espera vê-las aprovadas até o final do ano. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, Teresa elencou as Propostas de Emenda à Constituição (PECs) da Escala 6×1 e da Segurança Pública, além do Projeto de Lei dos Minerais Críticos e Estratégicos, como missões a cumprir.
“São as três prioridades legislativas do presidente Lula. Elas estão em níveis diferentes, não de importância, mas de tramitação. Cada uma tem a sua importância para aquilo a que se destinam. A PEC 6×1 é a que tem maior apoio popular. Apesar de toda a campanha empresarial contrária, ela se mantém firme e forte com 70% de aprovação. E também se relaciona com a posição mais efetiva do presidente do Senado. É sobre ela, inclusive, que estou dedicando as minhas forças, principalmente nesse momento final de semestre legislativo. Se a gente destravar, ela vai para a Comissão de Constituição e Justiça e caminhará rapidamente. Temos dois dias”, apontou Teresa Leitão.
Leia mais“A PEC da Segurança Pública exige um estudo grande, mas é também muito importante. Houve sobre o nosso governo uma cobrança de criação de um novo ministério. O presidente não quer simplesmente criar o Ministério da Segurança Pública, mas incluí-lo em uma proposta de reorganização da segurança pública nacional, que é uma questão gravíssima e importantíssima. O que está nessa PEC da Segurança é um novo papel de relacionamento federativo entre a União, os estados e os municípios, tem muita coisa importante. Eu diria que está mais atrasada do que a PEC da Escala 6×1. Embora estejam no mesmo estágio legislativo, ela está mais atrasada no debate”, complementou a senadora.
Sobre o PL dos Minerais, também chamado de Terras Raras, Teresa revelou ter conversado com o senador Renan Calheiros (MDB-AL) para adiar a votação para o final do semestre. “Ele está na pauta da Comissão de Integração, mas tem pontos que dizem respeito à concepção, em que a gente lida com a oposição, que é a concepção de soberania. Eles não querem ter um conselho que vá mediar possíveis conflitos de exploração dessas terras onde tem gente morando. Então tudo isso, na nossa visão, precisa ser considerado, sobretudo a soberania. Essas terras e esses minerais críticos são cobiçados. E o Brasil vai exportar, sim, mas também a gente quer criar a nossa própria inteligência tecnológica para que eles fiquem conosco. É uma pauta importante para as relações internacionais e para a balança comercial, evidentemente. Muita coisa da alta tecnologia depende desses minerais críticos, mas a gente quer ser dono do que é nosso. Essa proposta tem que contemplar isto”, concluiu Teresa.
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O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), se pronunciou após uma foto com Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário”, ser divulgada nesta quarta-feira (15).
O registro foi divulgado pelo ICL Notícias e mostra político ao lado do cúmplice do dono de Daniel Vorcaro em um hotel na zona sul do Rio de Janeiro em 2022. As informações são da CNN.
No vídeo postado nas redes sociais, Flávio questiona a veracidade da foto, atribuindo a publicação a “blogs de esquerda”, e afirmou que, se for real, não passa de “mais uma das várias que tiro todos os dias”. O senador rebate que não seria possível conhecer todas as pessoas que pedem um registro, uma vez que “todo mundo pede pra tirar foto”.
Leia mais“Eu não sei se é verdade, né? Se for verdade, certamente é mais uma das várias que eu tiro todos os dias, porque, graças a Deus, por onde eu ando, todo mundo pede para tirar foto, tem um carinho enorme pela gente, manda mensagem de confiança, que a gente precisa resgatar o Brasil. Então, graças a Deus, eu sou muito bem recebido por onde eu passo, tiro foto com todo mundo que me pede. Eu não tenho como saber quem é aquela pessoa que tá tirando foto com comigo, né?”, declarou.
O pré-candidato também aproveitou o vídeo para atacar seu rival político, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), comparando o episódio ao mandatário, que fez uma foto ao lado da influenciadora Deolane Bezerra na campanha de 2022. Deolane está presa atualmente, acusada de atuação junto ao PCC (Primeiro Comando da Capital).
Por meio de nota, a assessoria reafirmou o discurso do senador no vídeo de que Flávio é uma “figura pública e extremamente popular” e que recebe todos os dias “pedidos de dezenas de pessoas pelas ruas para fotos”.
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, como figura pública e extremamente popular, recebe todos os dias pedidos de dezenas de pessoas pelas ruas para fotos. Impossível o senador saber quem é cada uma das pessoas que dele se aproxima. É irresponsável tentar atribuir qualquer significado pessoal a uma imagem aleatória, declara o posicionamento oficial.
O portal ICL informou que, em parceria com o CLIP (Centro Latino-americano de Investigación Periodística), realizou a verificação da imagem por cinco diferentes ferramentas de detecção para checar se havia indícios ou marcas d’água de que seria gerada por inteligência artificial (Gemini, Hive Moderation, Sight Engine, Was It AI e Image Whisperer).
A reportagem afirmou não encontrar nenhum indício de que a fotografia tivesse sido criada com alguma IA generativa. Além disso, foi informado o uso da ferramenta de verificação InVID, em que não foi possível encontrar indícios de que a imagem tenha sido manipulada, ou de que seja uma montagem.
Segundo o portal, também foram analisadas as sombras das mãos e os reflexos nos óculos escuros de ambos, mostrando que estariam sendo iluminados pelas mesmas fontes de luz.
A foto entre Flávio e Sicário acontece dois meses após conversas entre o senador e banqueiro Daniel Vorcaro serem vazadas. Na troca de mensagens, o senador pede cerca de R$ 134 milhões para o financiamento do filme “Dark Horse”, que narra a história do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O senador confirmou ter pedido dinheiro para o ex-dono do Banco Master: “era um filho procurando patrocínio”, disse.
Em entrevista à CNN Brasil à época, Flávio afirmou que o dinheiro que pediu ao ex-dono do Banco Master foi “100% investido no filme”.
Flávio declarou também que Vorcaro fez um investimento que previa retorno financeiro conforme o desempenho comercial da obra. Segundo o senador, a partir do momento que os pagamentos deixaram de ser honrados, as relações entre ele e Vorcaro terminaram.
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão morreu em 6 de março após atentar contra a própria vida enquanto estava sob custódia da Polícia Federal no dia 4 março. O cúmplice de Daniel Vorcaro ainda ficou internado no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, mas não resistiu.
Nas investigações da Polícia Federal, foi constatada a existência de um grupo chamado de “A Turma”, do qual Vorcaro e Luiz Mourão faziam parte.
Segundo a PF, “Sicário” era responsável pela “coordenação de atividades voltadas à obtenção de informações, monitoramento de pessoas e levantamento de dados considerados relevantes para os interesses do grupo”.
A corporação aponta que o homem realizava consultas e extrações de dados em sistemas restritos de órgãos públicos, incluindo bases de dados utilizadas por instituições de segurança pública e investigação policial.
Conforme a autoridade policial, o investigado teria obtido acesso indevido aos sistemas da própria Polícia Federal, do MPF (Ministério Público Federal), e até mesmo de organismos internacionais, tais como FBI e Interpol.
Luiz Mourão também teria atuado em ações voltadas para remoção de conteúdos e perfis em plataformas, com o objetivo de obter dados de usuários ou tirar de circulação possíveis críticas ao grupo. Ele ainda teria papel de coordenação e mobilização das equipes responsáveis pelas ações da organização.
A PF diz ainda que Luiz Mourão também atuava para intimidar antigos funcionários do Master e levantar dados sobre essas pessoas.
Em uma das situações, “Sicário” estaria envolvido em uma conversa com Vorcaro na qual o banqueiro pedia para organizar um assalto e “dar um pau” no jornalista Lauro Jardim, de O Globo.
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Nesta terça-feira (14), o Senado aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria a aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias. Considerada “pauta-bomba” pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a matéria teve 73 votos favoráveis e apenas um contra. O impacto previsto no Orçamento é de R$ 27 bilhões na Previdência Social nos próximos dez anos. Mesmo assim, o resultado não foi considerado uma derrota pela líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT).
“Não considero propriamente uma derrota. Foi um processo que veio da Câmara, com aprovação por unanimidade, e foi para a Comissão de Constituição e Justiça, com aprovação por unanimidade. O governo tentou negociar algumas emendas com o relator, mas não foi possível. Os impactos são muito grandes, e vamos esperar a promulgação ocorrer para ver o que fazer”, disse Teresa, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.
A senadora reforçou que alguns pontos da PEC podem ser questionados, mas ressaltou que o governo orientou a liberação da bancada na votação. “Eu liberei, a bancada toda votou sim, e eu não podia votar contra de forma nenhuma. Até por posição pessoal. Sou responsável por anunciar a posição do governo, que às vezes nem é a posição de Lula, do ponto de vista de entendimento e de relações. Mas é uma posição que vai ensejar ao governo uma mão de obra muito grande. Primeiro porque o governo vai ser questionado pelos municípios, que são os pagadores. Por isso eu disse que tem algumas questões muito fortes na relação previdenciária. Mas a gente vai ter que cuidar depois disso”, completou Teresa.
Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com a líder do Governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
O Hospital e Maternidade Petronila Campos, em São Lourenço da Mata, alcançou a marca de 5 mil nascimentos desde a reabertura da maternidade. Além de atender gestantes do município, a unidade também recebe pacientes de outras cidades da Região Metropolitana do Recife. Segundo a gestão municipal, Camaragibe responde por 1.361 dos partos realizados no período, o equivalente a 26% do total.
De acordo com a Prefeitura de São Lourenço da Mata, a maternidade manteve o atendimento mesmo sem convênios firmados com o Governo de Pernambuco para custeio ou fortalecimento dos serviços nos últimos três anos e meio. A administração municipal afirma que os investimentos próprios garantiram o funcionamento da unidade e o atendimento à demanda regional.
Não digo um viva à Argentina, mas ao craque Lionel Messi, o dono do jogo contra a Inglaterra, mais uma vez. Estou torcendo pela Argentina. Messi merece encerrar sua brilhante carreira com a taça nas mãos.
A entrevistada do podcast ‘Direto de Brasília’ de hoje, meu projeto em parceria com a Folha de Pernambuco, é a líder do Governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE). Na pauta, as pautas-bombas colocadas em votação pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (UB-AP), o distensionamento da relação de Alcolumbre com o presidente Lula (PT) e as eleições.
Teresa é professora, pedagoga e sindicalista. Filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT), foi deputada estadual por cinco mandatos em Pernambuco. Formada em Pedagogia pela Universidade Católica de Pernambuco, em 1975, iniciou sua carreira profissional na rede estadual de ensino. Ingressou no movimento sindical em 1984 como diretora da Associação dos Orientadores Educacionais de Pernambuco (AOEPE). Em 1993, foi eleita presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe).
Filiada ao PT desde 2000, foi eleita em 2002 à Assembleia Legislativa de Pernambuco com 23 mil votos. Sendo reeleita em 2006 com 37 mil votos, 2010 com 39 mil, 2014 com 38 mil e em 2018 com 31 mil votos. Na Assembleia, presidiu a Comissão de Educação e Cultura da casa. Nas eleições de 2022, foi eleita senadora por Pernambuco, tornando-se a primeira mulher da história a representar o estado no Senado Federal.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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Esta é uma pergunta que ecoa cada vez mais nos bastidores, no debate político e na própria sociedade de Pernambuco. Ao longo do mandato, a governadora Raquel Lyra (PSD) construiu uma trajetória marcada por movimentos que muitos aliados e adversários classificam como imprevisíveis.
Aproxima-se de uns, afasta outros; prestigia hoje quem amanhã pode perder espaço; cria conflitos, recompõe alianças e, muitas vezes, adota um discurso de vítima, enquanto conduz uma estratégia política que seus críticos consideram difícil de compreender.
O atual impasse em torno da definição da chapa para o Senado tornou essa percepção ainda mais evidente. A disputa envolve nomes de peso, interesses divergentes e relações políticas marcadas por conflitos, enquanto a decisão permanece indefinida.
A formação da chapa governista segue em aberto, em meio às disputas fratricidas entre partidos e pré-candidatos da própria base. Para a maioria, o episódio reforça uma característica recorrente do governo: a sensação de que as relações políticas são conduzidas de acordo com a conveniência do momento, sem previsibilidade ou estabilidade.
Independentemente da leitura que cada um faça sobre esses fatos, uma pergunta continua sendo repetida em Pernambuco, nos corredores da política e nas conversas do dia a dia: quem confia na palavra de Raquel Lyra?
