Com a notícia da demissão em massa assinada pela governadora Raquel Lyra (PSDB), o Hospital dos Servidores está registrando uma corrida desesperada dos comissionados e comissionadas em tratamento de câncer. Os pacientes não terão mais cobertura de saúde e passarão a arcar com os custos dos medicamentos e das sessões de quimioterapia.
Pacientes e familiares estão, neste momento, no hospital em busca de informações. “É desumano ser exonerado no meio de um tratamento de câncer. Não sei o que fazer agora. Estou completamente sem chão”, escreveu um servidor demitido ao blog.
O decreto da governadora só salvou as servidoras grávidas ou em licença maternidade. Não teve mais exceções considerando o estado de saúde dos comissionados.
O prefeito de Goiana, Marcílio Régio, visitou as obras da futura unidade do SEST SENAT no município e acompanhou o andamento da implantação do equipamento, voltado à oferta de cursos de qualificação profissional, serviços de saúde e capacitação para trabalhadores, especialmente do setor de transporte. Durante a agenda, representantes da instituição e da prefeitura também discutiram possíveis parcerias para ampliação de ações voltadas à formação da mão de obra local.
Segundo a gestão municipal, a expectativa é de que a unidade atenda trabalhadores de Goiana e de municípios vizinhos, fortalecendo a oferta de capacitação profissional na região. “O SEST SENAT chega para fortalecer a qualificação profissional, abrir novas oportunidades e contribuir diretamente para o desenvolvimento da nossa cidade”, afirmou Marcílio Régio.
O pré-candidato a governador João Campos (PSB) afirmou, nesta sexta-feira (8), em Santa Cruz do Capibaribe, que participa das articulações para viabilizar a construção de um centro de convenções no Polo de Confecções do Agreste. Segundo ele, o projeto deverá contar com recursos federais e emendas parlamentares. O anúncio foi feito durante entrevista a uma rádio local, durante agenda no município.
De acordo com João Campos, o modelo de financiamento está sendo discutido junto ao Ministério da Micro e Pequena Empresa e ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, com apoio dos deputados Felipe Carreras e Diogo Moraes. “A gente conseguiu viabilizar dentro do Ministério da Micro e Pequena Empresa e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços um modelo para a construção de um centro de convenções”, afirmou. Durante a passagem pela cidade, o pré-candidato também visitou o Moda Center Santa Cruz e o Calçadão Miguel Arraes de Alencar, acompanhado de lideranças políticas da região.
A pouco mais de três meses de se completarem 50 anos da morte de Juscelino Kubitschek, um relatório da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) afirma que o ex-presidente foi morto em 1976 pela ditadura, e não vítima de um acidente automobilístico, como concluído à época e repetido pela Comissão Nacional da Verdade.
Elaborado pela historiadora Maria Cecília Adão, relatora do caso da morte de JK na CEMDP, o texto está sendo examinado pelos demais conselheiros do colegiado e será votado no próximo encontro do grupo –uma reunião com esse propósito chegou a ser agendada para 24 de abril em São Paulo, mas foi adiada porque os integrantes pediram mais tempo para estudar o documento, que tem mais de 5.000 páginas, incluindo anexos. As informações são da Folha de S. Paulo.
O relatório deve ser aprovado pelos conselheiros da comissão, apurou a reportagem. Reviravolta num caso controverso há tanto tempo, a medida é significativa pelo fato de a CEMDP ser um órgão de Estado –instituído por lei em 1995, no governo Fernando Henrique Cardoso, atualmente tem apoio técnico-administrativo do Ministério dos Direitos Humanos.
Sua finalidade é reconhecer pessoas mortas ou desaparecidas em razão de atividades políticas de 1961 a 1988, buscar localizar seus corpos e emitir pareceres sobre os requerimentos feitos por seus familiares.
Revelada no ano passado pela Folha, a decisão de reexaminar o caso da morte de JK manteve acesa uma novela que mobiliza versões e inflama correntes políticas desde que o ex-presidente morreu, em 22 de agosto de 1976.
Naquele domingo, o Opala em que estava o político mineiro, conduzido por seu motorista e amigo Geraldo Ribeiro, foi atingido por uma carreta na via Dutra. Desgovernado, o veículo atravessou o canteiro central e invadiu a pista oposta, sendo destruído pela colisão. Ribeiro também morreu no desastre.
Diversas investigações buscaram elucidar por que o motorista perdeu o controle do Opala. As conduzidas pela ditadura concluíram que logo antes da batida o carro foi atingido por um ônibus da viação Cometa ao tentar ultrapassá-lo. Foi o mesmo veredito de uma comissão externa da Câmara dos Deputados em 2001 e da Comissão da Verdade em 2014. Por essa versão, tratou-se de um acidente.
Outras apurações concluíram que JK foi, na verdade, vítima de um atentado político, reunindo indícios de que não houve batida entre o Opala e o ônibus e de que o carro se desgovernou por alguma ação externa —sabotagem mecânica ou mesmo um tiro ou envenenamento do motorista.
Essa foi a conclusão das Comissões Estaduais da Verdade de São Paulo —amparada por um grupo de trabalho com pesquisadores das universidades USP e Mackenzie— e de Minas Gerais e da Comissão Municipal da Verdade de São Paulo.
Conforme apurou a Folha, o relatório de Maria Cecília Adão vai nessa mesma linha e tem como referência também um inquérito civil conduzido pelo MPF (Ministério Público Federal) por seis anos, de 2013 a 2019 –concluído, portanto, depois do relatório final da Comissão da Verdade–, mas divulgado só em 2021, considerado a investigação mais completa sobre o tema.
O inquérito do MPF descartou que tenha havido choque entre o ônibus e o Opala, mas concluiu ser “impossível afirmar ou descartar” a hipótese de atentado, “vez que não há elementos materiais suficientes para apontar a causa do acidente ou que expliquem a perda do controle do automóvel”.
O procurador da República Paulo Sérgio Ferreira Filho escreveu que “houve falhas severas nas investigações realizadas pelo Estado brasileiro”. Cita entre elas os processos por homicídio culposo contra Josias Oliveira, o motorista do ônibus da Cometa que teria batido no Opala –ele terminou absolvido–, e a ausência, nas perícias médicas da época, de laudo toxicológico para substâncias distintas do álcool, para saber se pode ter havido intoxicação ou envenenamento de Geraldo Ribeiro.
Mas a “peça chave” para entender o que houve, que constitui a “maior contribuição que o (…) inquérito civil trouxe para o caso”, segundo o procurador Ferreira Filho, foi uma perícia conduzida pelo engenheiro Sergio Ejzenberg, especialista em transportes, convidado pelo MPF para examinar laudos feitos em 1976 e 1996 pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), do Rio —que embasaram a tese oficial de choque do ônibus no Opala– e preparar um novo estudo sobre o acidente.
O trabalho de Ejzenberg, que inclui vídeos em 3D simulando o desastre, demoliu tecnicamente os laudos anteriores e rejeitou a hipótese de que tenha havido uma colisão com o ônibus antes de o Opala se desgovernar. Segundo ele, as conclusões da Comissão da Verdade “se apoiaram em laudos imprestáveis do ICCE, sendo, portanto, conclusões equivocadas”.
O reexame do caso pela CEMDP não incluiu novas investigações. O relatório de Maria Cecília Adão compila todos os trabalhos pregressos –com ênfase no mais recente, o do MPF– e apresenta arcabouço jurídico para sustentar a tese de responsabilidade do Estado, calcada na teoria do “in dubio pro victima” (na dúvida, a favor da vítima), defendida por juristas como Gilberto Bercovici (professor titular de direito da USP) e o argentino Luis Moreno Ocampo (ex-procurador-chefe do Tribunal Penal Internacional).
O relatório ressalta o contexto político da morte. Favorito nas eleições presidenciais que ocorreriam em 1965 caso não tivesse havido o golpe, JK votou em Castello Branco na eleição indireta no Congresso que tornou o general o primeiro presidente-ditador acreditando que os militares manteriam o pleito direto no ano seguinte. Pouco após o golpe, ainda em 1964, o mineiro, que era senador, teve seu mandato cassado e seus direitos políticos suspensos por uma década.
JK foi um dos líderes da Frente Ampla, grupo de oposição à ditadura sufocado pelos militares. Apoiada pelos EUA, a Operação Condor, ação coordenada entre ditaduras do Cone Sul para perseguir opositores políticos, planejou eliminar lideranças políticas da região. Numa carta de Manuel Contreras (chefe da polícia secreta chilena e cabeça da Condor) a João Figueiredo, então chefe do SNI e futuro presidente-ditador, o nome de JK foi citado junto com o do diplomata e ativista chileno Orlando Letelier como ameaças à estabilidade dos governos da região. Letelier foi assassinado pela ditadura chilena num atentado em Washington em 1976.
Um paradigma a ser seguido no caso JK é o da estilista Zuzu Angel, cuja morte, num acidente de automóvel em 1976, a CEMDP trouxe evidências de ter sido de responsabilidade da repressão. No caso de Zuzu, um primeiro julgamento da comissão não reconheceu o pedido da família para que fosse considerada vítima do Estado, mas investigação posterior, com novos laudos e testemunhas, mudou o resultado, afirmando que o acidente foi na verdade um atentado.
Diferentemente de Zuzu, o possível reconhecimento de JK como vítima política não ensejará indenização financeira à sua família, porque a reabertura do caso ocorreu depois de expirados os prazos para requerimentos fixados pela lei que criou a comissão (tampouco houve pedidos da família nesse sentido). A reabertura do caso foi justificada com o argumento de esclarecimento da verdade histórica.
Ao concluir que JK teve uma morte não natural, violenta, causada pelo Estado brasileiro por perseguição política, o colegiado poderá aprovar também que sua certidão de óbito e a de Geraldo Ribeiro sejam retificadas para registrarem essa conclusão –como tem ocorrido há um ano e meio com dezenas de vítimas da ditadura a partir de um convênio entre a CEMDP e o CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
Procurada, a relatora Maria Cecília Adão disse que não se manifestaria, por se tratar de tema ainda em deliberação pela comissão.
Entre os sete conselheiros, o relatório elaborado por ela deve ser aprovado com ao menos cinco votos: o dela própria e os de Diva Santana (familiares de mortos e desaparecidos), Natália Bonavides (Câmara dos Deputados), Vera Paiva (filha de Rubens Paiva, representante da sociedade civil) e da procuradora Eugênia Gonzaga (presidente do colegiado).
O representante do Ministério Público Federal, Ivan Marx, e o do Ministério da Defesa, Rafaelo Abritta, são desde o início os mais reticentes com a reabertura do caso. Procurados, não quiseram dar entrevista.
No ano passado, Abritta afirmou que reconhecer vítimas da ditadura sem embasamento jurídico sólido poderia causar o risco de mais tarde a ação ser contestada na Justiça. Uma crítica dele a um pedido da CEMDP para ter acesso a arquivos das Forças Armadas na ditadura provocou mal-estar no colegiado.
Nos bastidores, Abritta demonstrou receio de que, com a provável aprovação do relatório do caso JK, a comissão possa ser usada politicamente num ano eleitoral.
Abritta, porém, nem deve votar. Está de saída da comissão, para uma temporada acadêmica no exterior. O Ministério da Defesa já apontou o seu sucessor, Bruno Correia Cardoso, chefe de gabinete da Secretaria-Geral da pasta, que ainda não assumiu a função.
O Sindicato dos Gestores Governamentais de Pernambuco participou da retomada da Federação Nacional das Carreiras de Gestão de Políticas Públicas, em articulação com entidades representativas de diversos estados, do Distrito Federal e da Associação Nacional dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental. A iniciativa reúne carreiras ligadas à gestão pública em âmbito nacional.
Segundo as entidades envolvidas, a federação pretende atuar em pautas relacionadas à valorização dos servidores e ao fortalecimento técnico da administração pública. A proposta também prevê ações voltadas à modernização da gestão pública e à melhoria da execução de políticas públicas.
O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), promulgou nesta sexta-feira (8) a Lei da Dosimetria, que será publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). O projeto de lei permite a redução de penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, incluindo a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão no julgamento da trama golpista.
O projeto foi inicialmente vetado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no dia 8 de janeiro deste ano, exatamente no dia em que os ataques completaram três anos, mas, na última quinta-feira (30), a Câmara dos Deputados e o Senado votaram pela derrubada do veto.
Na Câmara, foram 318 votos favoráveis à derrubada e 144 contrários. No Senado, foram 49 votos para a derrubada do veto e 24 votos contra.
Desde que o veto presidencial foi derrubado, Lula tinha 48 horas para promulgar o projeto de lei, mas optou por deixar essa ação para o presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Para que o veto fosse derrubado, eram necessários ao menos 257 votos na Câmara e 41 no Senado.
Pela Constituição, quando um veto presidencial é rejeitado pelo Legislativo, o texto é enviado ao chefe do Executivo, que tem 48 horas para promulgá-lo. Caso o presidente não o faça nesse prazo, o ato volta ao Congresso, e a competência passa sucessivamente ao presidente da casa e do Senado Federal e, persistindo a omissão, ao vice-presidente da Casa.
Segundo apuração do g1, Lula optou por não promulgar o PL da Dosimetria para “não ter sua digital” no projeto.
Diante da derrota da semana passada, a base do governo já anunciou que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF). O líder do PT na Câmara, deputado Pedro Uczai (SC), afirmou que pretende anunciar em breve a judicialização da medida.
Entre os argumentos avaliados está o fatiamento do veto integral pelo Congresso, considerado pelos governistas passível de questionamento jurídico.
Apesar da articulação, a avaliação dentro do Planalto é a de que o STF não deve se intrometer na disputa com o Legislativo e tende a manter a decisão dos parlamentares.
Manobra antes da votação
Antes da votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), adotou uma manobra para evitar conflito com outra lei em vigor.
Ele retirou da análise do Congresso um trecho do PL da Dosimetria por contrariar a chamada Lei Antifacção, que endureceu regras para progressão de regime.
Esse trecho retirado por Alcolumbre, na prática, facilitava a progressão de regime para condenados por crimes graves, como feminicídio e crimes hediondos.
A medida de Alcolumbre é incomum e funcionou como um “desmembramento” do veto do presidente Lula, que foi integral, isto é, a todo o projeto.
Dessa forma, ou seja, retirando uma parte, o Congresso poderia derrubar o veto de Lula ao PL da Dosimetra e, assim, manter o projeto, sem prejudicar o PL Antifacção no que tange a progressão de regime.
Como o veto de Lula foi integral, o normal seria votar o texto por completo. Mas para evitar que a derrubada reintroduzisse esse trecho mais brando, Alcolumbre declarou a “prejudicialidade” dessa parte — ou seja, ela foi retirada da votação.
Essa manobra não é comum, mas foi adotada para impedir mudanças nas regras aplicadas a condenados por crimes mais graves.
A Bandeirantes Mídia, do meu amigo Mauro Santos, ampliou a oferta de painéis de LED em Caruaru para atender à demanda publicitária do período junino. Os equipamentos estão instalados em pontos estratégicos da cidade, especialmente no entorno do Pátio de Eventos e de áreas de grande circulação durante o São João.
A empresa destaca que os espaços oferecem cobertura DOOH (Digital Out Of Home), modelo de mídia digital externa realizado por meio de telas eletrônicas e painéis de LED de alto brilho instalados em avenidas, fachadas e locais de grande fluxo, permitindo exibição dinâmica e atualização de anúncios em tempo real. A Bandeirantes também informou que dispõe de opções publicitárias em Campina Grande, na Paraíba.
A campanha comemorativa pelos 20 anos de fundação deste blog chegou às BRs de Pernambuco. Desta vez, em parceria com a Bandeirantes Outdoor, do meu amigo Mauro Santos, as peças começaram a ganhar espaços estratégicos ao longo da BR-232, principal corredor viário do Estado, ligando a Região Metropolitana ao Agreste.
Caruaru: em frente à Jacaúna Móveis
Os primeiros outdoors já podem ser vistos em Gravatá, no ponto localizado em frente ao Condomínio Champagne, sentido Caruaru; em Bezerros, em frente ao Posto Ipiranga, também no sentido Caruaru; em Pombos, na Serra das Russas, após o viaduto, sentido Gravatá (foto de capa); e em Caruaru, em frente à Jacaúna Móveis, no acesso ao município.
Gravatá: em frente ao Condomínio Champagne, sentido Caruaru
A campanha dos 20 anos do blog vem sendo espalhada por várias regiões de Pernambuco em parceria com empresas do setor de mídia exterior. As peças foram criadas pela agência RXZ, do meu amigo René Bensoussan, responsável também pela identidade visual comemorativa das duas décadas de funcionamento ininterrupto deste espaço, pioneiro no Nordeste e líder absoluto em acessos.
Bezerros: em frente ao Posto Ipiranga, também no sentido Caruaru
Estive presente no 9º Congresso Pernambucano de Municípios (Amupe) e pude comprovar pessoalmente o que todos comentavam nos corredores: o estande da Compre Asfalto foi, sem sombra de dúvida, o mais imponente e o mais visitado por prefeitos e gestores de todas as regiões do Estado. A estrutura não apenas chamava a atenção pela estética, mas se consolidou como o principal ponto de convergência para quem busca soluções reais em infraestrutura urbana.
O grande chamariz da marca nesta edição foi a robusta linha de equipamentos pesados. O mostruário, que incluía rolos compactadores e placas vibratórias, apresentou soluções práticas e de alta eficiência para resolver gargalos imediatos nas prefeituras, especialmente em operações de tapa-buraco e manutenção de vias. A aceitação entre os gestores foi massiva, reafirmando a Compre Asfalto como a grande referência do setor em Pernambuco.
Além da excelência tecnológica, a empresa reafirmou sua força como representante oficial dos produtos Buffalo, com um foco estratégico que interessa diretamente ao Erário: a locação de equipamentos para o poder público. É o casamento perfeito entre inovação, logística de ponta e economia, chegando para transformar a gestão de obras nos municípios pernambucanos.
Bolsonaristas ligados à governadora Raquel Lyra (PSD) tentaram tumultuar a agenda política cumprida pelo pré-candidato a governador João Campos (PSB), nesta sexta-feira (8), em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste de Pernambuco. Aos gritos de “Raquel e Bolsonaro”, os apoiadores do ex-presidente ensaiaram empreender um clima hostil dentro do Moda Center Santa Cruz, mas perderam força diante de uma multidão que gritava “É João” e buscava abraçar e tirar fotos com o ex-prefeito do Recife.
A agenda foi cumprida ao lado do pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), do senador e pré-candidato à reeleição Humberto Costa (PT), do deputado Diogo Moraes (PSB) e de outras lideranças da região. Com forte apelo entre frequentadores e comerciantes, João percorreu, ao longo de uma hora e meia, as ruas do Moda Center e o Calçadão Miguel Arraes de Alencar, entregue na gestão do ex-governador Eduardo Campos.
Taquaritinga do Norte, no Agreste pernambucano, comemora no próximo domingo (10) os 139 anos de emancipação política com uma programação voltada ao esporte, lazer e atividades cívicas. O principal destaque será a 40ª Corrida Rústica Viva Taquaritinga, que deve reunir 600 atletas em um percurso de 7,6 quilômetros entre o Sítio Placas e a sede do município.
A concentração dos participantes está marcada para as 5h, em frente ao Hotel Fazenda, no Sítio Placas, com largada prevista para as 6h. A prova contará com cinco pontos de hidratação e cronometragem oficial da Pace Time Cronometragem Esportiva. Todos os inscritos receberão kit com camisa, numeral de peito e medalha de participação. A premiação contemplará categorias geral, local, PCD local e Master 60+, com troféus e premiação em dinheiro.
A programação segue a partir das 9h com manhã esportiva aberta ao público na área central da cidade, incluindo atividades recreativas como cabo de guerra, corrida do saco e pau de sebo. Às 15h, será realizado o tradicional desfile cívico pelas ruas centrais de Taquaritinga do Norte, com participação de escolas, instituições e moradores do município.
Na conveniência do posto Cruzeiro, em Arcoverde, o prazer de reencontrar, há pouco, o ex-prefeito de Cabrobó, Auricelio Torres, que adquiriu o meu livro Os Leões do Norte. Esta conveniência é o shopping de Arcoverde, como digo para minha Nayla.
É ponto de parada obrigatório para quem vem para o Sertão ou faz o percurso inverso para o Recife. Também se revelou como excelente exposição para o livro, batendo recorde de vendas.
Auricelio disse que vai ler e estimular a leitura da obra nas escolas de Cabrobó, município que geriu com muita eficiência de 2013 a 2016.
Faleceu nesta quinta-feira (8), aos 76 anos, Evalda Guerra de Albuquerque Rosendo, mãe do prefeito de Riacho das Almas, Dió Filho. Em nota de pesar, a Prefeitura destacou a atuação de Dra. Evalda na saúde pública do município, onde exerceu por 18 anos o cargo de secretária municipal de Saúde.
“Construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com o serviço público e pela dedicação incansável à saúde de Riacho das Almas”, afirmou a gestão municipal. O velório será realizado hoje no Cemitério Parque dos Arcos, com sepultamento previsto para as 17h.