Os deputados federais Eduardo e Lula da Fonte, juntamente com o deputado estadual Adalto Santos, participaram de reunião com a ministra da Saúde, Nísia Trindade. Durante o encontro, abordaram questões fundamentais, como a interiorização dos serviços de saúde em Pernambuco, a modernização dos equipamentos de oncologia e oftalmologia, bem como a melhoria do atendimento à população.
A comitiva que acompanhou os parlamentares incluiu importantes representantes da área de saúde nas especialidades de oncologia e oftalmologia do estado. O Dr. Marcelo Ventura e Dra. Liana Ventura, presidentes da Fundação Altino Ventura, Sidney Neves, superintendente geral do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), Dr. Luiz Henrique Soares, presidente do Instituto do Câncer Infantil do Agreste (ICIA), e a diretora do Hospital Santa Maria de Araripina, Irmã Fátima, além do vereador de Caruaru, Anderson Corrêa.
O diretório nacional do PSOL aprovou neste sábado (7) resoluções em que sinaliza o apoio do partido à reeleição do presidente Lula desde o primeiro turno, mas recusou proposta de federação com o PT, optando por renovar a Federação PSOL-Rede para os próximos quatro anos.
Decisão de apoiar atual presidente Lula já no primeiro turno das eleições deste ano tem objetivo de enfrentar e derrotar a extrema-direita. Segundo o partido, a prioridade em nível nacional segue sendo a construção da unidade entre setores populares contra a extrema direita. As informações são do UOL.
PSOL vetou proposta de federação com o PT para as eleições de 2026. A ideia foi debatida neste sábado (7), em reunião virtual do diretório nacional do partido. Foram 47 votos contrários e 15 favoráveis. “O tema foi acolhido e, assim como os demais, debatido de modo democrático e amplo, conforme nossa tradição partidária. Vamos seguir agora orientados pelas decisões hoje tomadas, mas sempre com respeito a posições divergentes”, disse, por meio de nota, a presidente nacional do PSOL, Paula Coradi.
Direção nacional do PSOL renovou, por mais quatro anos, a federação do partido com a Rede Sustentabilidade. Segundo o diretório nacional, o balanço da experiência atual é positivo como instrumento para que os partidos ultrapassem a cláusula de barreira nas eleições deste ano e aumentem as bancadas federais e estaduais com autonomia política. “Construímos unidade em temas centrais e estabelecemos diálogos ponderados para lidar com as diferenças. Seguimos crescendo com consistência programática num contexto adverso para o conjunto das esquerdas”, diz trecho da resolução aprovada.
Decisão representa derrota para grupo de Boulos. A vertente do PSOL liderada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, vinha sofrendo baixas nas últimas semanas em meio a pressões internas para que o partido aceitasse formar a federação. A recusa evidenciou essa resistência na legenda em torno da ideia de se unir ao PT, quase 22 anos depois da dissidência dentro do partido de Lula que originou o próprio PSOL.
Alinhados a Boulos apontam desafios de partido seguir sem formar uma federação. Também lembram que a Rede pode se separar do PSOL neste ano e que há deputados estaduais petistas que ainda rejeitam alinhamento com o prefeito do Rio.
Cláusula de barreira é uma regra eleitoral brasileira que estabelece performance mínima nas eleições deste ano para assegurar acesso ao Fundo Partidário. Indicador também serve de base para tempo de propaganda no rádio e na televisão. Em 2026, para vencer essa cláusula, os partidos precisarão ter ao menos 2,5% dos votos válidos distribuídos em pelo menos nove estados, com um valor mínimo de 1,5% em cada um desses Estados, ou eleger 13 deputados federais, distribuídos em pelo menos nove estados.
Em 2022, em federação com a Rede Sustentabilidade, o PSOL elegeu 14 deputados. Conquistou ainda mais um parlamentar para a bancada após a reversão de um resultado eleitoral no Amapá. Hoje, a federação tem 11 deputados do PSOL e quatro da Rede. Os eleitos pela legenda são, em sua maioria, do Rio de Janeiro e de São Paulo. As únicas exceções são Célia Xakriabá (MG) e Fernanda Melchionna (RS).
Integrantes do partido contrários à federação reconhecem que o cumprimento da cláusula ficaria mais difícil. No entanto, avaliam que pode haver crescimento na votação de parlamentares do partido e também veem possibilidade de o PSOL atrair nomes de peso para as eleições.
Autoridades públicas manifestaram solidariedade à secretária da Defesa dos Animais do Recife, Andreza Romero, após ela relatar ter sido vítima de importunação sexual durante visita ao Beach Park, em Aquiraz, Região Metropolitana de Fortaleza, ontem (6). O caso foi divulgado pela própria secretária em um vídeo publicado nas redes sociais, no qual afirma que a importunação havia sido praticada por um funcionário do parque enquanto ela aguardava na fila de um brinquedo, acompanhada da filha de três anos.
Entre as manifestações de apoio, a deputada estadual Dani Portela (PSOL) escreveu: “Primeira coisa. Você não tem culpa alguma. Segunda coisa. Você não está sozinha. Mexeu com uma, mexeu com todas. Denunciar é fundamental.” A senadora Teresa Leitão (PT) também comentou: “Minha solidariedade, Andreza! Fez muito bem em denunciar. Conte conosco, você não está sozinha.” Já a ex-deputada federal Marília Arraes afirmou: “Andreza, a vítima nunca é culpada! Sinta-se abraçada nesse momento. Resista e faça justamente isso: denuncie e encoraje tantas mulheres que você representa a fazerem o mesmo.”
Em nota, o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Álvaro Porto, também manifestou solidariedade. “Em nome da Alepe, expresso minha solidariedade à vereadora Andreza Romero, esposa do deputado Romero Albuquerque, pela inaceitável importunação sexual que sofreu no Beach Park, em Fortaleza. É lamentável que, em pleno século XXI, ainda enfrentemos atos que ferem a dignidade da mulher e da sociedade. Condeno veementemente essa violência e apelo às autoridades do Ceará para que tomem as providências necessárias. Que este episódio sirva como um chamado à ação pela defesa dos direitos das mulheres e pelo combate à impunidade”, afirmou.
Na rede social de Andreza Romero, o Beach Park se manifestou afirmando repudiar qualquer forma de importunação ou violência e lamentando o ocorrido. Segundo o parque, o funcionário citado foi afastado imediatamente e a empresa adotou as medidas cabíveis. Andreza Romero informou que registrou boletim de ocorrência e notificou formalmente o parque sobre o caso.
O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes negou ter trocado mensagens com Daniel Vorcaro em 17 de novembro de 2025, dia em que o fundador do Banco Master foi preso pela primeira vez pela operação Compliance Zero. Há, entretanto, muitos indícios de que houve de fato o diálogo por meio de aplicativo de mensagens entre o agora ex-banqueiro e o magistrado.
Vorcaro costumava escrever suas mensagens no aplicativo de notas do celular. Fazia uma imagem do que havia escrito e enviava essa captura de tela via WhatsApp — numa mensagem configurada para apagar automaticamente depois que o destinatário a abrisse.
Ocorre que o criador do Master se esqueceu de um detalhe que tornou vulnerável sua estratégia: todas as imagens que Vorcaro fazia da tela ficavam também arquivadas no álbum de fotos do celular, indicando o momento exato em que foram captadas. A Polícia Federal achou essas capturas de tela e os horários batiam com os das mensagens que o então banqueiro mandava para Alexandre de Moraes via WhatsApp.
É que a Polícia Federal também teve acesso a imagens da tela do celular de Vorcaro, inclusive do aplicativo WhatsApp. Essas imagens da tela foram reveladas pela jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo.
Mesmo com todos esses indícios, o magistrado passou os dois últimos dias negando ter sido o receptor das mensagens de Vorcaro. Falou com vários políticos e jornalistas ontem (6). Disse que as imagens das mensagens de texto do ex-banqueiro estavam arquivadas pela Polícia Federal em pastas junto com contatos telefônicos de outras pessoas no material extraído do celular de Vorcaro. Logo, as mensagens não teriam sido remetidas a ele, Alexandre de Moraes.
A mensagem mais comprometedora é a que Vorcaro pergunta: “Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?”. Foi enviada às 17h26 de 17 de novembro de 2025, poucas horas antes de o então banqueiro ser preso pela Polícia Federal.
O Poder360 notou um detalhe importante a respeito de onde está arquivada a imagem desse texto de Vorcaro. O arquivo está repetido em duas pastas no acervo que a PF enviou para a CPMI do INSS. Numa dessas pastas, está também arquivado o cartão de contato telefônico do senador Irajá (PSD-TO), filho da ex-senadora Kátia Abreu. Numa segunda pasta, a mesma imagem aparece junto com o cartão de contato da advogada Viviane Barci, mulher de Moraes.
Moraes sugere que as mensagens de Vorcaro teriam sido enviadas ao senador Irajá porque a imagem do bloco de notas estava numa pasta com o contato do político. Só que esse mesmo argumento então poderia ser usado para sustentar que a mensagem teria sido destinada a Viviane Barci.
Pasta no acervo de dados que a PF enviou para a CPI do INSS com dois arquivos: uma é a mensagem comprometedora de Vorcaro antes de ser preso e uma é o cartão com dados de contato do senador Irajá. Para Moraes, isso seria indicação de que a mensagem foi para o senador
Pasta no acervo de dados que a PF enviou para a CPI do INSS com três arquivos: uma é a mensagem comprometedora de Vorcaro antes de ser preso, outra é o cartão com dados de contato da advogada Viviane Barci, mulher de Alexandre de Moraes e mais outra são anotações de nomes de advogados no que parece ser um guardanapo
O argumento de Moraes é frágil do ponto de vista técnico. Os dados baixados do celular de Vorcaro aparentemente foram salvos pela PF em diversas pastas de maneira aleatória — é o que se observa nos cerca de 700MB de arquivos enviados à CPMI do INSS e depois vazados para a mídia, inclusive para o Poder360. O fato de cartões de contatos estarem salvos em diversas pastas, numa primeira análise, não indica nenhum tipo de relação entre esses vários conteúdos.
O senador Irajá mandou notas para todos os principais veículos de comunicação negando que tivesse recebido mensagens de Vorcaro. “A informação de que Daniel Vorcaro teria enviado qualquer mensagem ao senador Irajá é completamente inverídica. O fato de o senador eventualmente constar na lista de contatos de Daniel Vorcaro não significa absolutamente nada”, disse o político de Tocantins.
Atuação fora da jurisdição
Há mais um problema a ser enfrentado por Alexandre de Moraes. Ele soltou uma nota com os argumentos para se defender dizendo que se baseava em “análise técnica realizada nos dados telemáticos de Daniel Vorcaro, tornados públicos pela CPMI do INSS”. Ocorre que os vazamentos de dados pela CPI são ilegais do ponto de vista formal. Não estão disponíveis para análise técnica nem legal. Além disso, ao dizer que fez esse tipo de análise, o magistrado entrou num caso em que não atua — o relator do inquérito do Banco Master é o ministro André Mendonça. Na tarde de ontem, Mendonça abriu um inquérito para investigar os vazamentos.
Não há um risco imediato para Moraes, pois ministros do Supremo só podem ser investigados pelo Senado se o presidente da Casa aceitar abrir um processo de impeachment. Não há indicação de que Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que preside o Senado, tenha intenção de seguir esse caminho agora.
O problema para Moraes é que o próprio Supremo pode investigar o que se passou. Se Daniel Vorcaro vier a delatar para tentar reduzir sua pena, será indagado sobre quem foram os destinatários de suas mensagens escritas no bloco de notas do celular. Se confirmar que mandou as imagens e textos para Moraes, o magistrado ficará ainda mais fragilizado.
A nota de Alexandre de Moraes o coloca numa situação de desconforto em relação a André Mendonça. Ao assumir a relatoria do caso Master, em 12 de fevereiro, Mendonça restringiu o acesso a informações só aos policiais federais diretamente envolvidos nas investigações. Nem mesmo superiores dos agentes poderiam tomar conhecimento das informações. Em 20 de fevereiro, o ministro autorizou o compartilhamento das informações da PF com a CPMI do INSS — informações essas que já estavam no Senado sob guarda da presidência da Casa desde antes de Mendonça assumir o caso.
Ao usar, como diz Moraes, material que foi vazado (com o eufemismo “tornado público”) pela CPMI, o magistrado saiu de sua jurisdição e analisou dados do caso Master, cujo inquérito está sob o cuidado exclusivo de André Mendonça.
Acervo da CPMI do INSS
A investigação sobre fraudes em descontos de aposentados e pensionistas do INSS recebeu cerca de 700MB de arquivos que estavam dentro de um ou mais celulares de Vorcaro. O ex-banqueiro teve sete celulares apreendidos nas fases um e dois da operação Compliance Zero. A PF não informou ao Congresso de quais celulares extraiu o conteúdo, que é incompleto.
A imagem da mensagem no bloco de notas que está causando controvérsia aparece repetida em duas pastas dos arquivos recebidos pela CPMI, como está mostrado nas imagens acima neste post. Há também uma imagem numa dessas duas pastas com anotações feitas à mão no que parece ser um guardanapo de papel.
No papel, há quatro registros:
Marcela Mattiuzzo – advogada, sócia no escritório VMCA, e ex-chefe de gabinete da presidência do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica);
VMCA – escritório de advocacia especializado em concorrência, regulação econômica, tecnologia e compliance;
Rodrigo Mudrovitsch – advogado que tem excelente relação com o ministro Gilmar Mendes, é presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos. O ministro o elogiou quando foi indicado ao cargo;
Vitor Rufino – advogado no escritório Mudrovitsch Advogados.
Nada prova que essas imagens e arquivos tenham alguma relação entre si, exceto que tudo foi extraído de celulares de Daniel Vorcaro. Moraes não explica na nota como a “análise técnica” foi feita nem quem teria conduzido o procedimento para sustentar que possivelmente a mensagem de Vorcaro teria ido para outras pessoas e não para ele. O Poder360 questionou a assessoria do STF sobre o assunto. “É o que tem na nota” foi a resposta enviada.
Polícia Federal Seletiva
Em meio à controvérsia sobre as mensagens entre Moraes e Vorcaro, há também a atuação seletiva da Polícia Federal. A CMPI do INSS pediu acesso a dados do Banco Master que pudessem ter relação com fraudes em empréstimos consignados e com a Previdência Social. A PF mandou para a CMPI só uma fração do que apreendeu até agora. No despacho para o colegiado do Congresso, mandou também dados que não têm relação com o INSS –– por exemplo, quase 2.000 páginas de texto reproduzindo em grande parte conversas pessoais de Vorcaro com uma namorada que teve nos anos de 2024 e 2025.
A PF também enviou para a CPMI dados só extraídos de celulares de Vorcaro. Não se sabe se esses 69 contatos foram os únicos que os peritos conseguiram extrair ou se a PF filtrou o que desejou repassar para o colegiado.
O deputado federal Felipe Carreras cumpriu agenda em Cachoeirinha, no Agreste, neste sábado (7), para visitar obras e acompanhar o andamento de projetos nas áreas de saúde e educação, ao lado do prefeito André Raimundo, do vice-prefeito Geraldo de Cabanas, dos vereadores Euclides Raimundo, Gilvania de Geraldo de Cabanas e Genilson de Geraldo Dentista, além de outras lideranças locais.
Um dos pontos da agenda foi a visita ao Hospital Municipal, onde o prefeito apresentou ao parlamentar o bloco cirúrgico da unidade. Implantado na gestão do ex-prefeito Roberto Raimundo, o espaço permaneceu desativado por vários anos e passa por reestruturação com recursos destinados pelo parlamentar em parceria com a gestão municipal. O investimento já foi pago e a previsão é que o bloco seja reaberto em breve, após a conclusão das adequações necessárias.
A agenda também incluiu uma visita ao terreno onde será construída uma nova creche na cidade, obra viabilizada por meio do Novo PAC. O equipamento vai ampliar a oferta de vagas na educação infantil e garantir mais estrutura para o atendimento às crianças de Cachoeirinha.
Por fim, a comitiva também esteve no bairro Tancredo Neves, onde está sendo construída uma nova Unidade Básica de Saúde (UBS), por meio de recursos do Novo PAC. A obra vai fortalecer a atenção básica no município, ampliando o acesso da população aos serviços de saúde.
Irmão do empresário e influenciador Pablo Marçal (União Brasil), Hudson Marçal afirmou ao blog que deve disputar uma vaga de deputado federal nas eleições deste ano. Pablo ganhou projeção nacional ao disputar a Prefeitura de São Paulo em 2024.
Filiado ao Partido Liberal (PL), Hudson concorreu pela primeira vez a um cargo eletivo no mesmo ano, quando disputou uma vaga de vereador em Goiânia. Na ocasião, recebeu 915 votos e não conseguiu se eleger.
Mas agora, o cenário mudou e a projeção do irmão em São Paulo pode ter forte influência na campanha em Goiás.
Presidente da CPI do INSS, o senador Carlos Viana (Podemos-MG) rebateu, ontem (6), a nota divulgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a pedido do ministro Alexandre de Moraes e afirmou que a comissão parlamentar não divulgou material sigiloso envolvendo integrantes da Corte.
A manifestação foi publicada nas redes sociais após a nota a pedido de Moraes afirmar que conversas encontradas no celular do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, no dia em que foi preso foram tornadas públicas pela CPI do INSS. No comunicado, Moraes nega que prints de mensagens atribuídos ao banqueiro tenham sido enviados a ele. As informações são do Estadão.
Na nota, o ministro não nega, porém, que tenha conversado com Vorcaro em 17 de novembro do ano passado, dia no qual o banqueiro foi preso pela primeira vez — na primeira fase da Operação Compliance Zero. Pessoas ouvidas pelo Estadão confirmam que houve troca de mensagens entre ambos neste dia.
A troca de mensagens se dava com prints no modo visualização única. Para manter o sigilo, tanto Vorcaro quanto Moraes escreviam textos em seus blocos de notas, capturavam a tela e enviavam as imagens com o recurso que só permite uma única visualização antes de apagar o arquivo.
Mendonça manda PF investigar vazamento
Carlos Viana também reagiu à decisão do ministro André Mendonça, relator do caso no STF, que determinou a abertura de investigação para apurar eventual vazamento de dados relacionados à CPI.
O senador afirmou receber a medida “com serenidade e respeito institucional”, mas ressaltou que o Congresso possui prerrogativas constitucionais próprias para conduzir investigações. “O Parlamento não pode abrir mão de suas competências constitucionais de investigar fatos graves que atingem milhões de brasileiros”, escreveu, citando especialmente denúncias que envolvem aposentados e pensionistas.
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (7) pelo jornal “Folha de S.Paulo” aponta que, em um cenário de 2º turno nas eleições de 2026, Lula (PT) teria 46% e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), 43% das intenções de voto para a Presidência.
No levantamento anterior, divulgado em dezembro, o presidente aparecia com 51% das intenções de voto contra 36% de Flávio. Em julho de 2025, a pesquisa mostrou Lula com 48% e o filho do ex-presidente Bolsonaro, preso por tentativa de golpe, com 37%. As informações são do portal g1.
Flávio Bolsonaro (PL) – 43% (eram 36% em dezembro);
Branco/nulo/nenhum – 10% (eram 12% em dezembro);
Não sabem – 1% (era 1% em dezembro).
O instituto ouviu 2.004 eleitores de 16 anos ou mais entre segunda-feira (3) e quinta-feira (5), com moradores de 137 municípios. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos e o nível de confiança é de 95%.
Lula x Tarcísio
O Datafolha também perguntou aos entrevistados em quem votariam para presidente em um cenário de 2º turno entre Lula e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) — que confirmou que vai tentar a reeleição ao cargo. O presidente aparece com 45% das intenções de voto enquanto o governador tem 42%.
Em dezembro, Lula tinha 47% e Tarcísio, 42%, no limite da margem de erro, que era de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Já na pesquisa de julho de 2025, Lula (45%) e Tarcísio (41%) apareciam empatados pela margem de erro.
Veja os números:
Lula (PT) – 45% (eram 47% em dezembro);
Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 42% (eram 42% em dezembro);
Branco/nulo/nenhum – 11% (eram 10% em dezembro);
Não sabem – 2% (eram 2% em dezembro).
Lula x Ratinho Jr.
Em uma disputa contra o governador do Paraná, Ratinho Jr (PSD), Lula teria 45% contra 41% nas intenções de voto. Em dezembro, o presidente aparecia na frente, com 47% contra 41%. Em julho, eram 45% para Lula contra 40% para Ratinho.
Veja os números:
Lula (PT) – 45% (eram 47% em dezembro);
Ratinho Junior (PSD) – 41% (eram 41% em dezembro);
Branco/nulo/nenhum – 13% (eram 11% em dezembro);
Não sabem – 2% (era 1% em dezembro).
Lula x Ronaldo Caiado
Contra o governador de Goiás em um possível 2º turno, Lula tem 46% e Ronaldo Caiado (PSD), 36%.
Veja os números:
Lula (PT) – 46% (eram 47% em dezembro);
Ronaldo Caiado (PSD) – 36% (eram 41% em dezembro);
Branco/nulo/nenhum – 16% (eram 11% em dezembro);
Não sabem – 2% (era 1% em dezembro).
Lula x Eduardo Leite
Em um cenário de 2º turno com uma disputa entre Lula e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), o presidente aparece com 46% contra 34%.
Veja os números:
Lula (PT) – 46% (eram 47% em dezembro);
Eduardo Leite (PSD) – 34% (eram 41% em dezembro);
Branco/nulo/nenhum – 18% (eram 11% em dezembro);
Não sabem – 2% (era 1% em dezembro).
Cenários com Haddad
O Datafolha também pesquisou dois cenários em que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), disputa o 2º turno para presidente contra Flávio Bolsonaro e Ratinho Júnior.
Por Betânia Santana e Tarsila Castro – Blog da Folha
O presidente nacional do PSB, prefeito do Recife e potencial candidato ao governo de Pernambuco, João Campos, saiu em defesa do nome do presidente do União Brasil no estado e pré-candidato ao Senado, Miguel Coelho, dez dias após a operação da Polícia Federal que investiga um suposto esquema de desvio de recursos públicos ligado a emendas parlamentares e a fraudes em processos licitatórios.
“Eu jamais vou fazer prejulgamento na política. Acho que se a gente prejulga qualquer pessoa, qualquer ato, a gente corre um sério risco de cometer uma injustiça”, declarou o prefeito, ao ser questionado se o nome de Miguel Coelho continuava em sua lista de opções para uma das vagas para o Senado.
A operação da Polícia Federal foi realizada no dia 25 de fevereiro e batizada de “Vassalos”. “Eu não tenho nenhuma dúvida de que Miguel é uma pessoa preparada, foi um grande prefeito de Petrolina, tem capacidade política, de gestão, e presidente de um grande partido, o União Brasil. O principal: Miguel foi prefeito de Petrolina e saiu com 90% de aprovação. O povo que ele governou sempre aprovou, inclusive, aprova no dia de hoje. E é isso que posso dizer e que Miguel conta com o meu respeito”, destacou o prefeito.
João Campos conversou com a imprensa na manhã de ontem (6), minutos antes de inaugurar a primeira etapa do Parque Linear do Rio Pina, na Vila Cipuíra, no bairro do Pina, Zona Sul do Recife. Com investimento de R$ 5,2 milhões, o novo espaço representa uma mudança histórica. A área era ocupada por uma média de 400 palafitas e habitações precárias. As mudanças devem beneficiar cerca de 12 mil moradores, de seis comunidades da região.
Avulsas
Na entrevista, o prefeito do Recife descartou a existência de candidaturas avulsas e defendeu o que chamou de “arranjo padrão” na composição da chapa majoritária. A declaração foi feita após reunião com o presidente do PT nacional, Edinho Silva, realizada na última quarta-feira (4), em Brasília. Também participaram do encontro o senador Humberto Costa e o deputado federal Carlos Veras. Os petistas enfatizaram a necessidade de a chapa ter apenas dois candidatos ao Senado, para evitar o risco de pulverizar os votos e acabar, com isso, favorecendo a oposição.
“Se você tem uma chapa majoritária, é natural que essa chapa seja composta de uma candidatura ao governo, uma a vice e duas ao Senado. Esse é o arranjo desenhado no Brasil inteiro, não só em Pernambuco. O arranjo padrão é esse e é uma forma que eu defendo, e é uma forma que Edinho defende, que o PT defende e que todos os partidos com os quais eu conversei defendem”, declarou.
João Campos reiterou que o PSB seguirá essa diretriz em todo o Brasil. “Não é só em Pernambuco. Você olha no Brasil inteiro. Você vê a construção em São Paulo, por exemplo. O que é que está sendo construído? Uma candidatura ao governo e duas candidaturas ao Senado. Então, no Brasil inteiro essa é a diretriz que a gente vai seguir”, disse.
O alinhamento entre os partidos PT e PSB ocorre em meio ao anúncio da ex-deputada federal Marília Arraes (Sem partido) de que irá candidatar-se ao Senado, nas eleições deste ano, compondo ou não uma chapa majoritária. Ela está disposta a ser candidata avulsa, sem candidato ao governo.
Decisão conjunta
Após ser questionado se o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz (PDT), estaria cotado para ser seu vice na disputa pelo Governo de Pernambuco, João Campos também afirmou que a composição da provável chapa liderada por ele não será decidida por uma pessoa só e, sim, pela frente de partidos que estão juntos em defesa de um projeto político semelhante.
“Em relação à composição de chapa não será uma pessoa que tomará uma decisão sozinha sobre quem será vice, senador, governador. Ninguém toma decisão sozinho. Isso se constrói em torno de uma frente. Então, você precisa convencer a maioria e ter apoio de partidos políticos, porque ninguém é candidato de si”, disse Campos.
Segundo o gestor, é natural que todos os partidos conversem entre si, apresentem nomes, alternativas e chapas. “A janela partidária foi até o dia 4 de abril. Então, é um momento onde a política no Brasil e a política partidária começam a fervilhar. Eu tenho um carinho enorme pelo ministro Wolney. Ele é um amigo pessoal e sabe disso. Um parceiro político que tem uma história excepcional também”, reiterou o prefeito.
Os três pré-candidatos do PSD à Presidência da República — os governadores Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), Ratinho Júnior (Paraná) e Ronaldo Caiado (Goiás) — defenderam, ontem (6), maior responsabilidade fiscal nas contas públicas e criticaram a proposta do governo federal de extinguir a escala de trabalho 6×1. Eles participaram de um evento promovido pela Fundação Espaço Democrático no Clube Atlético Monte Líbano, na capital paulista.
Na ocasião, também ocorreram as filiações ao PSD dos deputados estaduais paulistas Analice Fernandes, Barros Munhoz, Carlão Pignatari e Rogério Nogueira, que deixam o PSDB; Dirceu Dalben, que estava no Cidadania; e Márcio Nakashima, egresso do PDT. O ato foi conduzido pelo presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab. Também participou do evento a senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), que deve disputar uma vaga de deputada estadual neste ano.
Ao longo do evento, os governadores debateram vários temas. Um deles foram os programas sociais do governo federal e o fim da escala 6×1, aposta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o ano eleitoral.
Caiado e Leite criticaram a condução do processo pelo petismo, e Ratinho Jr. não falou diretamente, mas abordou o impacto da jornada de trabalho entre os mais jovens — segundo ele, desalentados com o atual governo.
“É o tema tipicamente petista. Eles não têm orçamento e não mostram qual vai ser a capacidade orçamentária de arcar com isso”, disse Caiado. “Nós precisamos ouvir pessoas capazes, consistentes, reconhecidas de toda essa economia nacional, para nós podermos dizer quais serão as consequências de um populismo como esse.”
Caiado também criticou Lula diretamente, afirmando que desde a primeira campanha presidencial, em 1989, o partido promete acabar com a pobreza no Brasil. Segundo ele, após cerca de 20 anos no poder, o discurso continua sendo repetido todos os anos, sem que a pobreza tenha sido erradicada no País.
Leite reconheceu que programas sociais são necessários para corrigir desigualdades já existentes, mas defendeu que o foco das políticas públicas deve estar na promoção da igualdade de oportunidades. Segundo o governador, enquanto o Brasil gastou mais de R$ 400 bilhões com programas sociais, destinou cerca de R$ 1 trilhão ao pagamento de juros no ano passado.
Para ele, isso demonstra que a “irresponsabilidade fiscal tem um custo elevado” para toda a sociedade. Ele também foi crítico ao projeto do fim da escala 6×1.
“Antes de falar sobre ajustes na carga tributária ou na jornada de trabalho, nós precisamos ganhar produtividade”, disse o governador gaúcho. “Se um país que não tem capacidade produtiva comparável a outros países no mundo ousa dar esse passo de maneira demagógica, a gente vai para um caminho de suicídio econômico.”
Apesar de não mencionar diretamente o tema, Ratinho Jr. comparou a máquina pública atual a “um grande elefante pesado, lento e que come demais”. Ele questionou a necessidade de o Brasil ter 38 ministérios. Segundo ele, muitas pessoas não saberiam sequer listar quais são essas pastas ou quem são os ministros que as comandam. “Todo dia, ou quase toda semana, todos os anos, a gente vê aumento de imposto e aumento da máquina pública”, disse o chefe do Executivo paranaense.
Durante o evento, ambos também defenderam privatizações e elogiaram a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança, do deputado federal Mendonça Filho (União Brasil-PE), que alterou a proposição inicial do governo federal.
A morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, 43 anos, tem sido marcada pela falta de informações sobre o que aconteceu. Conhecido pelo apelido de Sicário, ele trabalhava para Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, e havia sido preso na quarta-feira (4), durante a 3ª fase da operação Compliance Zero. Teve sua morte oficialmente divulgada ontem (6) por sua defesa.
Sicário estava sob custódia na Superintendência Regional da Polícia Federal em Minas Gerais quando, de acordo com a corporação, “atentou contra a própria vida“. Em nota divulgada às 16h55 de quarta-feira (4), a PF informou que ele foi levado a um hospital, mas não deu detalhes do episódio. As informações são do Poder360.
Ainda na última quarta-feira (4), relatos de morte cerebral de Sicário passaram a ser divulgados. Eis o que diziam os envolvidos:
• Polícia Federal – informou às 22h da quarta-feira (4) que não confirmava as notícias sobre a morte do funcionário de Vorcaro;
• Defesa de Sicário – disse que o estado de saúde de Luiz Phillipi Mourão era grave e negou que havia sido constatada a morte cerebral, mas que houve um “desencontro” de informações;
• Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais – declarou que não divulgaria informações: “A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), em consonância com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), informa que, em conformidade à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), não pode disponibilizar qualquer dado individualizado que diz respeito à privacidade do paciente”.
“A condição clínica não é indicativa da abertura do protocolo. Essa abertura do protocolo depende da manifestação clínica, da evolução para pior, não se chegou ainda a esse momento. Espero que não se chegue, mas os médicos ainda não têm, de acordo com a literatura médica, condição de abrir esse protocolo, dar início a esse protocolo de morte encefálica”, declarou o advogado Robson Lucas da Silva.
Quem é o “Sicário”
Luiz Phillipi Mourão integrava o “núcleo de intimidação” de adversários e opositores de Vorcaro, segundo a Polícia Federal. Na decisão que autorizou a operação da última quarta-feira (4), o ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo, cita duas conversas entre ele e o banqueiro que podem ser interpretadas como intimidação:
• ameaça contra jornalista – Vorcaro fala sobre Lauro Jardim, que trabalha no jornal O Globo, e afirma que “tinha que colocar gente seguindo esse cara pra pegar tudo dele”. O Sicário responde: “Vou fazer isto”. Depois, o banqueiro declara ter vontade de “dar um pau” no profissional;
• ameaça contra empregada – em outra conversa, Vorcaro diz ter sido ameaçado por uma empregada e afirma que “tem que moer essa vagabunda”. O Sicário pergunta o que é para fazer. O banqueiro então diz: “Puxa endereço tudo”.
Eis o que diz o despacho de Mendonça sobre Luiz Phillipi:
• tinha relação direta com Vorcaro;
• recebia R$ 1 milhão por mês por seus “serviços ilícitos” – o valor era pago por intermédio de Fabiano Zettel, também preso na operação de quarta-feira (4);
• era responsável pela obtenção de informações sigilosas, monitoramento de pessoas e “neutralização de situações consideradas sensíveis aos interesses do grupo investigado”;
• há indícios de que ele acessava e colhia dados de sistemas restritos de órgãos públicos;
• era quem coordenava o grupo conhecido como A Turma, responsável por intimidar as pessoas.
O apelido sicário vem do latim sicarius — sica é uma pequena adaga ou punhal. De acordo com a Agência Pública, o general romano Lúcio Cornéio Sula (138-78 a.C.) usou o termo ao promulgar uma lei para punir principalmente assassinos de aluguel — a Lex Cornelia de Sicariis et Veneficiis.
Atualmente, o termo é associado a um matador de aluguel. No caso do México, por exemplo, costuma ser usado como uma referência a assassinos contratados por cartéis de drogas do país. Também ganhou popularidade com o filme “Sicario: Terra de Ninguém“, dirigido por Denis Villeneuve e protagonizado por Benicio Del Toro.
O gabinete do ministro Alexandre de Moraes afirmou, em nota divulgada ontem (6), que as mensagens de visualização única enviadas por Daniel Vorcaro em 17 de novembro de 2025 não teriam sido trocadas com o ministro, pois os dados de contato não bateriam com o número de telefone de Moraes.
Nota foi divulgada após jornal O Globo revelar trocas de mensagens entre banqueiro e ministro. Segundo reportagem do jornal, Vorcaro e o ministro teriam se comunicado por mensagens de visualização única no WhatsApp no dia da prisão do banqueiro na primeira fase da Operação Compliance Zero, em 17 de novembro do ano passado. Em nota divulgada pela assessoria de imprensa do STF, o gabinete do ministro afirma que ele não teria sido o destinatário das mensagens. As informações são do UOL.
Na nota, o STF afirma que fez uma “análise técnica”, mas não explica quem fez nem quais os parâmetros. Também não comenta como o gabinete do ministro teve acesso ao material, que está sob sigilo no Congresso Nacional.
Episódio revelado pelo jornal ampliou a pressão sobre o STF. Segundo a reportagem, ministro e banqueiro teriam se utilizado de um mecanismo que impede a recuperação da conversa. Ele e Vorcaro teriam escrito o texto em bloco de notas e compartilhado como imagem de visualização única. Parte das anotações de Vorcaro, porém, foram recuperadas.
Ao todo, o jornal divulgou nove mensagens que teriam sido enviadas por Vorcaro a Moraes. A investigação da PF aponta que o banqueiro teria tido acesso a inquérito contra ele que tramitava na Justiça Federal em Brasília no ano passado. Mensagens reveladas pelo Globo indicam que ele teria conversado com Moraes sobre a tentativa de salvar o Banco Master, liquidado pelo Banco Central após a primeira fase da Compliance Zero.
Segundo O Globo, mensagens indicariam que banqueiro tentou impedir que ordem de prisão contra ele fosse cumprida. “Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?”, escreveu o banqueiro, horas antes de ser preso ao tentar embarcar para Dubai no ano passado. Reportagem diz ter confirmado que contato telefônico seria do ministro, o que o STF nega.
Confira nota na íntegra:
“No conteúdo extraído do celular do executivo pelos investigadores, os prints dessas mensagens enviadas por Vorcaro estão vinculadas a pastas de outras pessoas de sua lista de contatos e não constam como direcionadas ao ministro Alexandre de Moraes.
Análise técnica realizada nos dados telemáticos de Daniel Vorcaro, tornados públicos pela CPMI do INSS, constatou que as mensagens de visualização única enviadas por ele no dia 17 de novembro de 2025 não conferem com os contatos do ministro Alexandre de Moraes nos arquivos apreendidos.
A mensagem e o respectivo contato estão na mesma pasta do computador de quem fez os prints (Vorcaro). Ou seja, fica demonstrado que as mensagens (prints) estão vinculadas a outros contatos telefônicos no computador de Daniel Vorcaro, jamais ao ministro Alexandre de Moraes.
Os nomes e contatos das pessoas vinculadas aos respectivos arquivos não serão mencionados na presente nota em virtude do sigilo decretado pelo ministro André Mendonça, mas constam no arquivo que a CPMI do INSS disponibilizou para toda a imprensa.”
Após assumir em janeiro deste ano quatro linhas intermunicipais que eram operadas pela Logo Caruarense — que encerrou as atividades após irregularidades envolvendo a companhia ligada ao ex-governador João Lyra (PSD), pai da governadora Raquel Lyra (PSD) —, a Auto Viação Progresso afirmou que ainda faz ajustes na operação das rotas.
Segundo a empresa, a ligação entre Recife e Caruaru conta atualmente com 92 horários diários, com saídas das 5h30 às 23h. A companhia afirma que a frota pode ser reforçada conforme a disponibilidade de veículos e que há planejamento de renovação, condicionado aos prazos de fabricação das montadoras.