Deputado cobra que Raquel libere o dinheiro do Piso da Enfermagem

Representante da Enfermagem na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o deputado Gilmar Júnior (PV) questionou o Governo do Estado sobre o motivo de os recursos repassados pelo Governo Federal para pagamento do Piso Nacional da categoria estarem presos em uma conta bancária.

O parlamentar informou em uma live, ontem, que o Estado tem R$ 14,7 milhões enviados pela União para serem pagos aos profissionais, mas o Poder Executivo não liberou os valores. “Governadora Raquel Lyra, com todo o respeito, esse dinheiro não é seu, não é da Secretaria de Saúde. Esse valor pertence aos meus colegas auxiliares, técnicos e enfermeiros. O Estado está segurando um valor que não lhe pertence e isso é simplesmente uma vergonha, um absurdo. O Estado precisa trabalhar para que cada centavo vá para o bolso de quem lhe é devido”, cobrou Gilmar Júnior.

Gilmar fez esse mesmo questionamento para a secretária de Saúde da gestão Raquel Lyra, Zilda Cavalcanti, durante audiência pública da Comissão de Saúde da Casa. Na ocasião, a secretária respondeu que os repasses do Piso são feitos para as Organizações Sociais (OS) e para as entidades filantrópicas. Segundo a gestora, o Estado está 100% em dia com o repasse. “Se você trabalha em uma OS ou hospital filantrópico, o Estado garantiu que todo dia 20 ele faz o repasse, sempre. A gente precisa questionar por que não está chegando no bolso dos profissionais e descobrir se quem está mentindo é o Governo do Estado ou as OS e a filantropia”, enfatizou o parlamentar.

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Por José Nivaldo Junior*

“Metida tenho a mão na consciência / e não falo senão verdades puras / que m’ensinou a viva experiência”. Luís de Camões.

As denúncias reveladas pela reportagem do Domingo Espetacular, da TV Record, colocam o Governo de Raquel Lyra diante de uma contradição histórica difícil de ignorar. Vamos dar um prudente, porém desnecessário, benefício à dúvida. No tribunal da imprensa e da política, não são necessárias tantas cautelas como nos tribunais do Poder Judiciário.

Se ou quando confirmadas, as denúncias não desafiam, apenas, a legalidade e o Estado Democrático de Direito. Afrontam, também, a memória política de dois dos nomes mais emblemáticos da luta contra o autoritarismo no Brasil: o avô da governadora João Lyra Filho, e o tio, Fernando Lyra. Eles não estão mais aqui para defender o seu legado. O outro político da família, o pai de Raquel, João Lyra Neto, está aí para se manifestar, se quiser.

Jaboatão dos Guararapes - IPTU 2026

Revista Fórum

Uma reportagem exibida neste domingo (25) pelo Domingo Espetacular, da TV Record, revelou denúncias consideradas de extrema gravidade envolvendo a atuação da Polícia Civil de Pernambuco durante a gestão da governadora Raquel Lyra (PSD). O material aponta para o suposto uso político da estrutura policial em meio ao cenário pré-eleitoral no estado.

De acordo com a emissora, policiais civis teriam monitorado Gustavo Monteiro, secretário de Articulação Política e Social da Prefeitura do Recife, e seu irmão Eduardo Monteiro, assessor municipal. Mensagens exibidas na reportagem indicam que um rastreador teria sido instalado no veículo de Eduardo, sem autorização judicial. As informações teriam sido compartilhadas em um grupo de WhatsApp formado por agentes e delegados, no âmbito de uma ação interna denominada “Nova Missão”.

Toritama - Tem ritmo na saúde

O prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino (PSB), emitiu uma nota fazendo duras criticas e cobrando respostas à governadora Raquel Lyra (PSD) sobre a “perseguição política” e a “investigação paralela” denunciadas, ontem, em rede nacional pela TV Record. Segundo a nota, uma operação clandestina teria sido montada com uso da estrutura da Polícia Civil, sem ordem judicial ou inquérito, para monitoramento com fins eleitorais. Confira abaixo o documento na íntegra:

“Desde o início de nossa gestão em Garanhuns temos sentido os efeitos da perseguição política e administrativa por parte do Governo Raquel Lyra, mas o que se noticia agora, nunca vimos nada igual.

Caruaru - IPTU 2026

Foi ao ar uma reportagem da TV Record que revela denúncias sérias sobre a possível atuação de uma polícia paralela contra adversários políticos no Governo de Pernambuco, com indícios de perseguições, monitoramento ilegal e uso político da estrutura policial. O deputado estadual Cayo Albino (PSB) postou um vídeo em suas redes sociais questionando quem deu a ordem para a investigação paralela.

Segundo a matéria, documentos internos, trocas de mensagens e depoimentos apontam que ações da Polícia Civil teriam sido direcionadas por interesses políticos, inclusive em um contexto de disputa eleitoral.

“Não vamos aceitar que a força policial seja utilizada como instrumento de perseguição política. Quem exerce poder deve responder pelos seus atos, sempre dentro da lei e com respeito às instituições. A sociedade pernambucana merece transparência, respeito ao Estado de democrático de Direito e assegurar a proteção de quem pensa diferente”, afirmou o parlamentar.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Araripina segue avançando com trabalho, articulação e resultados concretos. O prestígio político do prefeito Evilásio Mateus, aliado à parceria com o deputado federal Fernando Filho, resultou em mais duas importantes conquistas para o município: a implantação de cobertura 5G nos distritos de Nascente e Bom Jardim do Araripe.

A iniciativa foi viabilizada em articulação direta com o Ministério das Comunicações e vai transformar a realidade de comunidades que, por anos, conviveram com a ausência ou precariedade do sinal de telefonia móvel. No distrito de Nascente, a cobertura existente é insuficiente e instável. Já em Bom Jardim do Araripe, não há qualquer tipo de cobertura de telefonia móvel, o que limitava o acesso da população a serviços básicos, comunicação e oportunidades.

Palmares - Pavimentação Zona Rural

Por Waldemar Borges*

A história já mostrou, e sempre da pior forma, que quando o Estado transforma a polícia em instrumento político, a democracia começa a ruir.

Isso nunca começa de uma vez. Começa com “missões” sem papel timbrado. Com pessoas virando “alvo”, não por decisão da Justiça, mas por ordem de quem se acha acima da lei.

Olinda - Refis últimos dias 2025

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Os devotos da seita vermelha e os rebanhos bovinos movem as forças de gravidade em torno dos seus astros. Aonde a vaca vai, o boi vai atrás. Assim funciona a lei da gravidade. O que seria do azul se não fosse o amarelo! O que seria do guru vermelho e do rei do gado se não fosse a polarização!? Seriam apenas bezerros desmamados. Eles padecem da fadiga dos materiais.

Adivinhão! Quem te contou que o Véio do Pastoril Encarnado é o principal interessado na manutenção da candidatura de Flávio Bolsonaro como seu rival na disputa presidencial. Sem Bolsonaro seria quebrado o círculo de ferro da polarização e o vermelhão ficaria sem discurso. Não se admirem se um dia um beija-flor apresentar uma pesquisa dizendo que Flávio conquistou a dianteira das preferências populares. São as artimanhas do sistema para fazê-lo navegar nas ilusões eleitorais. Os babões não contam esses babados para Flávio com medo de levar uns cascudos dele.

Por que uma polícia criada para proteger o cidadão estaria sendo usada para espionar adversários políticos, principalmente em ano eleitoral? Se não há mandado judicial, se não existe inquérito instaurado, se não há crime tipificado, por que agentes do Estado estariam monitorando servidores da Prefeitura do Recife? Quem autorizou esse tipo de “nova missão” fez isso com base em que fundamento legal?

Desde quando a relevância eleitoral passou a justificar a continuidade de investigações arquivadas por ausência de provas? Qual é o limite entre investigação legítima e perseguição política? Quando policiais chamam um secretário municipal de “alvo” em grupos internos, isso é linguagem técnica ou vocabulário de espionagem? Que tipo de democracia admite que adversários políticos sejam tratados como inimigos internos?

Se hoje a espionagem atinge auxiliares do prefeito do Recife, João Campos, amanhã quem será considerado o próximo “alvo”? É aceitável que policiais sigam servidores públicos, fotografem, monitorem rotinas e instalem rastreadores sem autorização judicial? Que Estado de Direito permite vigilância sem processo, sem juiz e sem defesa?

Que tipo de “inteligência” atua fora da lei? Quando agentes relatam pressão interna para cumprir ordens ilegais, estamos diante de casos isolados ou de um método institucionalizado? Qual o impacto disso na confiança da população em uma Polícia Civil com mais de 200 anos de história?

Quem ganha quando a polícia deixa de servir à sociedade e passa a servir a interesses políticos? Por que um inquérito contra um prefeito foi reaberto na canetada, no meio de uma eleição? Se policiais que se recusam a participar dessas ações sofrem retaliação, quem está protegendo quem age corretamente? Por que a inteligência, tão mencionada, não atuou no combate ao crime, a exemplo das brigas de torcida de ontem?

Como falar em eleições livres se o aparato estatal é usado para intimidar, vigiar e constranger? Que precedente se cria quando o Estado aceita a espionagem política como prática normal? Até onde vai essa lógica se não for interrompida agora? Que garantias restam ao cidadão comum se o pensamento divergente passa a ser tratado como ameaça? O que o ex-ministro da justiça e fiel antagonista contra a ditadura, Fernando Lyra, diria de casos assim?

E, diante de tudo isso, a pergunta que não quer calar: isso ainda é democracia ou já é polícia paralela com espionagem institucionalizada? Quem deu a ordem final para a polícia agir assim? Clique aqui e confira a denúncia feita pela TV Record

Reunião do PT de Pernambuco dará início às discussões sobre rumo do partido em 2026

Por Larissa Rodrigues – repórter do blog

O Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE) do PT de Pernambuco se reúne na próxima quinta-feira (29), às 16h, na sede da sigla, em Santo Amaro, no Recife. A missão é tomar decisões sobre as eleições deste ano. Mas, de acordo com membros do partido ouvidos ontem (25) por este blog, não vai ser um processo rápido definir qual será o rumo do PT no Estado, em 2026. Nesta quinta, apenas terá início uma discussão que ainda vai precisar de muitas reuniões e articulações.

Internamente, a legenda está dividida em Pernambuco, com uma parte dos integrantes defendendo um palanque local único para o presidente Lula (PT), que seria o da Frente Popular, liderado pelo prefeito do Recife, João Campos (PSB), que concorrerá à cadeira de governador. Essa fatia do PT considera, entre vários fatores, a aliança nacional entre PT e PSB.

Uma longa reportagem exibida pela TV Record, no programa Domingo Espetacular de hoje (25), trouxe à tona um conjunto de denúncias de extrema gravidade envolvendo a atuação da Polícia Civil de Pernambuco durante a gestão da governadora Raquel Lyra. O material apresentado reúne documentos internos, trocas de mensagens entre policiais, além de depoimentos públicos e sob sigilo que apontam para o provável uso político da estrutura policial, perseguição a servidores que se recusaram a cumprir ordens consideradas ilegais e práticas de arapongagem, consolidando a presença de uma “polícia paralela” contra adversários políticos do governo estadual, em um contexto diretamente relacionado à disputa eleitoral.

A reportagem destaca que entre os principais alvos das ações denunciadas está o prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, líder com ampla vantagem em todas as pesquisas de intenção de voto sobre a corrida eleitoral em Pernambuco. O fato de o prefeito aparecer indiretamente em duas das denúncias, segundo a TV Record, reforça a suspeita de que investigações e operações teriam sido direcionadas não por critérios técnicos ou jurídicos, mas por interesses políticos, especialmente em um cenário pré-eleitoral.

O Partido dos Trabalhadores (PT) passou a trabalhar com a deputada federal Natália Bonavides como alternativa para a disputa ao Senado pelo Rio Grande do Norte, caso a governadora Fátima Bezerra decida permanecer no comando do Executivo estadual e não entre na corrida eleitoral de 2026.

A possibilidade vem sendo discutida nos bastidores da legenda como “plano B” e faz parte das análises de cenários políticos e institucionais em curso. Embora Fátima Bezerra continue sendo o nome prioritário do PT para a vaga no Senado, dirigentes reconhecem que sua permanência no governo exigiria a construção de um plano alternativo.

Outro fator que pesa nas avaliações internas é a dificuldade do governo em viabilizar a candidatura do secretário Cadu Xavier em uma eventual eleição indireta, hipótese que poderia ocorrer caso a governadora deixasse o cargo para disputar o Senado. Lideranças do partido avaliam que, no atual cenário, não há base política consolidada para garantir esse resultado.

Diante disso, o nome de Natália Bonavides ganha força dentro do PT. Deputada federal com atuação destacada no Congresso Nacional e bom desempenho eleitoral, ela é vista como um dos principais quadros do partido no estado e uma opção viável para a disputa majoritária.

Do blog Dantas Barreto

Pré-candidato à Presidência da República pelo partido Novo, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, quer ser um dos nomes da direita na disputa deste ano, mas sem se colocar como representante do legado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em entrevista coletiva, neste domingo (25), no Recife, Zema disse que concorda em muitas questões com Bolsonaro e em outras não.

Apesar de o pré-candidato do PL ser o senador Flávio Bolsonaro e ter outros nomes do mesmo campo querendo se candidatar, o mineiro garante que a direita não está dividida. Zema participou do Encontro Estadual do Novo e foi ovacionado como futuro presidente do Brasil. Sobre a decisão do ex-presidente indicar o filho para concorrer à Presidência pelo PL, Romeu Zema disse que faz parte da democracia. “É um direito dele. Ele está totalmente certo ao escolher uma pessoa que tem potencial”, respondeu.