Embarcando para Petrolina, cidade que tenho uma relação histórica e está destacada no meu primeiro livro “O Nordeste que deu certo”, pela sua performance no agronegócio. Amanhã, lanço “O Estilo Marco Maciel”, minha nona cria literária, em Juazeiro e na terça em Petrolina. Depois sigo por Santa Maria da Boa Vista, Araripina, Belém do São Francisco e Salgueiro.
Pena que não tenho tempo para fazer uma bela reportagem especial sobre a posição invejável de Petrolina. Segundo estudos recentes e levantamento do IBGE, Petrolina é uma das cidades com melhor qualidade de vida no Nordeste. Deu um tremendo pulo nos últimos anos, especialmente na gestão do ex-prefeito Miguel Coelho.
Na sua sequência, Simão Durando, que foi seu vice e está dando conta do recado, tão bem avaliado quanto Miguel. A família Coelho, liderada pelo saudoso senador Nilo Coelho, aproveita o lançamento do meu livro amanhã para fazer uma bela homenagem a Marco Maciel.
São homens, filiados majoritariamente a partidos do campo da direita, a maioria dos candidatos que fazem uso de termos religiosos no nome de urna. Estudo da série Perfil do Poder, produzido pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) em parceria com o Common Data, identificou 445 candidaturas com esse perfil. O levantamento aponta que 66,3% são homens e que 56,6% concorrem por partidos classificados como de direita.
O estudo mostra ainda uma concentração desse tipo de designação entre candidatos a deputado estadual, que representam 51,5% dos registros, e a deputado federal, com 40,7%. Juntas, as duas categorias correspondem a 92,2% das 445 candidaturas identificadas. Regionalmente, a maior parte dos registros está concentrada no Nordeste (33,9%) e no Sudeste (32,4%).
O termo “pastor” é, de longe, o mais utilizado pelas candidaturas e aparece em 64% dos registros identificados. Entre os cinco termos mais usados estão ainda “irmão” (9,4%), “missionário” (8,8%), “bispo” (7%) e “mãe” (3,4%).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou de um evento no Palácio do Planalto nesta terça-feira, dia em que o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, mas não fez qualquer menção ao episódio durante seu discurso.
Lula discursou em uma cerimônia sobre unidades de conservação, realizada em alusão ao Dia da Amazônia. Ao longo da fala, o presidente se concentrou em temas ambientais e nas ações de seu governo para a proteção da floresta. As informações são do jornal O GLOBO.
O silêncio se repetiu nas redes sociais. Lula fez publicações ao longo do dia, mas, até o fim da tarde, não havia se pronunciado diretamente sobre o afastamento de Andrei ou sobre a decisão de Mendonça.
A determinação do ministro atingiu diretamente a cúpula da PF. Além de Andrei, Mendonça afastou o diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada. Andrei foi escolhido por Lula para comandar a corporação no início de seu terceiro mandato.
A Segunda Turma do STF chegou a formar maioria nesta terça-feira para manter a determinação de Mendonça, mas o julgamento foi interrompido por um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. Enquanto a análise não é concluída, a liminar que afastou os dois integrantes da PF continua em vigor.
A Advocacia-Geral da União (AGU) vai recorrer do afastamento de Andrei, sob o argumento de que a decisão invade uma atribuição do presidente da República relacionada ao comando da Polícia Federal.
Nos bastidores, porém, o caso mobilizou o Planalto ao longo do dia. Lula se reuniu com auxiliares, entre eles o advogado-geral da União, Jorge Messias, enquanto o governo discutia a resposta à decisão do Supremo.
Titular do Ministério da Defesa desde o primeiro dia do governo Lula (PT), o pernambucano José Múcio Monteiro comemora os avanços na área, embora reconheça que há muito o que fazer. Defensor desde o primeiro momento de que o país precisa ampliar seu investimento na área da segurança e soberania, ele ressalta que o tema tem sido abordado por todos os candidatos à Presidência da República nesta eleição.
“A questão da Defesa melhorou muito. Veja que todos os candidatos a presidente estão falando em defesa, o que não se falava. O presidente Lula (PT) disse que uma das pastas prioritárias no segundo mandato será a Defesa. A grande vitória nossa foi trazermos para a discussão. Temos excelentes soldados no Exército, na Marinha, nas Forças Armadas, mas precisamos de instrumentos. Não para enfrentar ninguém, mas para defender o nosso país”, disse José Múcio, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.
“Tem uma coisa importantíssima que é a previsibilidade orçamentária. Enquanto não se aprovar isso, seremos sempre os pedintes. Qualquer presidente que tiver que escolher entre colocar recurso na defesa ou na saúde, vai botar na saúde, ou na educação. Nos países que se preocupam com Defesa, tem uma previsibilidade de tantos por cento e ninguém mexe. Você prepara o resto do orçamento, separando o que foi para a Defesa. O que precisa aqui é previsibilidade orçamentária. No ano passado, investimos em torno de 1,1% do PIB, enquanto a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) recomenda que sejam 5%”, observou.
“O presidente Lula tem sido extremamente sensível com isso. Vamos ter um bom orçamento no ano que vem. Não é o que precisamos, mas é bom. Na nossa fronteira, temos 20 mil homens em 17 mil quilômetros. Não é nada. A República Dominicana tem 300 quilômetros de fronteira com o Haiti, e tem 13 mil homens lá. Precisamos ser mais rigorosos na defesa do nosso território”, ponderou José Múcio. “Mas veja, a questão dos recursos não é uma construção rápida. Quando você encomenda um produto de defesa, é o que mais se vende no mundo. Nada é no curto prazo. Precisamos ter previsibilidade para fazer o contrato e pagar as prestações. Há quatro anos falo diuturnamente nesse assunto”, completou.
Segundo ele, o Brasil precisaria investir entre 2,5% e 3% do PIB na Defesa. “Por conta da riqueza que somos. O Uruguai investe 2% do PIB, a Colômbia 3,2%, o Peru 2%. Estamos entre os menores investimentos da América Latina. Agora, defesa é investimento que não dá voto. É como plano de saúde, tem que ter o melhor e torcer para não precisar usar. Precisamos investir em defesa para dissuasão. Temos tudo o que se discute de valor no mundo. Temos petróleo, gás, quase 17 mil quilômetros de fronteira seca, 8.500 quilômetros de fronteira marítima, terras raras, a maior reserva de água doce, uma reserva florestal que o mundo se preocupa, então precisamos cuidar mais de nós. Nossos grandes adversários estão aqui. Precisamos saber o que queremos, o que somos”, concluiu.
Há três anos e nove meses comandando o Ministério da Defesa, o pernambucano José Múcio Monteiro conseguiu o que parecia impossível no início do Governo Lula (PT): pacificar a relação da classe política com as Forças Armadas, que foi ainda mais abalada logo na primeira semana de gestão, após os ataques de 8 de janeiro de 2023.
Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ele afirmou que sua intenção era apenas passar uma chuva na Esplanada, mas já é o segundo mais longevo na missão, atrás apenas de Nelson Jobim, que ficou entre junho de 2007 e agosto de 2011, entre as presidências de Lula e Dilma Rousseff (PT).
“Acho que foi da política que eu trouxe as ferramentas para trabalhar aqui no Ministério da Defesa. Foi por isso que o presidente Lula, quando me convidou, falou que iria me botar num lugar em que eu era necessário. Fomos uma ponte entre a política e as Forças, e tenho impressão de que conseguimos esse objetivo (de pacificar)”, celebrou José Múcio.
“Vim para passar um ano. Acho que fui a pessoa que mais entregou o lugar na vida pública brasileira (risos). E o presidente, que é um sedutor, me convencia a ficar mais um ano. Já sou o segundo mais longevo aqui no Ministério da Defesa”, brincou o auxiliar do petista.
José Múcio disse torcer pela reeleição do presidente no próximo mês, mas se mostra reticente quanto a continuar na pasta – e, consequentemente, bater o ‘recorde’ de Jobim. “Continuo torcendo pelo presidente. Estou querendo ir para a arquibancada. É aquele lugar que quero, vou pegar bandeira e vou torcer para que o presidente continue construindo esse país do jeito que ele imaginou”, concluiu José Múcio.
A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu, nesta terça-feira (8/9), em caráter de urgência, que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, suspenda a decisão de André Mendonça que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada.
O documento, assinado pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, e por outros integrantes da direção da AGU, sustenta a existência de grave lesão à ordem pública e administrativa. As informações são do Metrópoles.
O órgão argumenta que o afastamento cautelar viola frontalmente a prerrogativa constitucional privativa do presidente da República para prover e desprover cargos de direção da Polícia Federal. Além disso, destaca “que a descontinuidade abrupta na gestão do órgão compromete o funcionamento das atividades de polícia judiciária e gera risco de desorganização institucional”.
Segundo a petição, o conjunto de fatos atrelado à produção e à divulgação de relatórios de inteligência da PF já se encontrava sob a condução direta da presidência da Suprema Corte desde 3 de setembro de 2026, nos autos da PET nº 16.704/DF.
Esse procedimento delimitou pontos de investigação e concedeu prazo de cinco dias úteis para manifestação de autoridades, inclusive dos diretores da PF afastados. Para a União, a decisão monocrática de André Mendonça antecipou juízos cautelares e submeteu ao referendo da Segunda Turma do STF matéria indicada pelo próprio ministro-relator como de competência do plenário.
Diante do quadro de urgência, a AGU requereu a concessão de liminar para suspender imediatamente o afastamento dos dirigentes e a subsequente confirmação do pedido no mérito até manifestação definitiva do órgão competente.
Se Pernambuco vive hoje uma disputa polarizada, a situação não é uma novidade. Quarenta anos atrás, o atual ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, viveu um momento parecido, enfrentando o ex-governador Miguel Arraes numa das eleições mais duras da história do estado. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o atual auxiliar de Lula relembrou com carinho aquele momento. “Eu existo por causa daquela derrota”, afirmou.
“Tudo valeu a pena naquela eleição. Não me arrependo de nada do que fiz. Depois dali, fui deputado federal por cinco mandatos, líder do governo Lula, ministro das Relações Institucionais, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) e agora ministro da Defesa. Se não tivesse perdido aquela eleição, não teria a história política que construí ao longo dos anos”, reconhece o pernambucano.
Entre os principais momentos, José Múcio aponta o debate na TV Globo como aquele que não sai de sua cabeça, especialmente nos tempos atuais. “Não consigo esquecer do debate, um debate de respeito. Eu chamava doutor Arraes de senhor, pedia ‘por favor’, usando o que a elegância e a educação nos impõem fazer. Teve uma coisa curiosa. Eu tinha 37 anos e representava o passado, todo o contencioso político que havia. E Arraes com 70 anos representava o futuro. Os jovens votavam nele, enquanto os mais velhos votavam em mim. Mas foi uma coisa muito respeitosa. Ali fundamos uma amizade que perdurou até ele nos deixar, em 2005. Ele dizia que a vitória dele foi valorizada pelo estilo da campanha que impusemos. E eu existo por conta daquela derrota”, colocou José Múcio.
O ministro ainda fez um paralelo com o passado e o momento atual, por conta do risco que havia quanto à democracia, recém-conquistada em 1985. “Quando meu pai dizia que eu tinha que ser engenheiro, eu questionava minha vocação. Mas acho que ele acertou, porque sempre fui um construtor de pontes e estava presente nas polarizações. Em 1986, eu estava numa fase do passado e estávamos reconstruindo a democracia no Brasil. Dessa vez é a mesma coisa. Quando o presidente me chamou pra ser ministro da Defesa dele, não era minha vocação, mas vim para construir pontes. Pena que a política esteja tão polarizada e que as pessoas não respeitem as opiniões contrárias, que é o princípio básico da democracia. Nesse sentido, foi um trabalho parecido”, concluiu.
Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
O candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP/UP) recebeu o apoio do presidente da Câmara Municipal de Sertânia, Vando do Caroá (PL), e de outros sete vereadores do município. Também declararam apoio a Damião Silva, Rielson de Algodões, Doia, Junhão Lins, André Chaves Gijio, Patricia de Júnior do Posto e Luiz Abel.
Eduardo da Fonte integra a chapa majoritária da governadora Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição, e tem participado de agendas políticas ao lado dela em diferentes regiões de Pernambuco. O outro candidato ao Senado na chapa é Túlio Gadêlha (PSD).
“Receber o apoio da maioria dos vereadores de Sertânia aumenta ainda mais a nossa responsabilidade. É uma demonstração de confiança no trabalho que construímos por Pernambuco e no projeto que estamos levando ao Senado ao lado da governadora Raquel Lyra”, afirmou Eduardo da Fonte.
Um vídeo enviado ao blog mostra as condições de abandono de um trecho da PE-499, no Sertão de Pernambuco. Nas imagens, é possível ver diversos buracos e pontos de desgaste no asfalto ao longo da pista.
Conhecida como Estrada da Cebola, a PE-499 teve um trecho de 31,96 quilômetros, entre Terra Nova e Cabrobó, pavimentado pelo Governo Raquel Lyra e entregue em maio de 2024. A obra recebeu investimento de R$ 41,1 milhões e incluiu serviços de terraplenagem, pavimentação, drenagem e sinalização.
Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (8) mostra como está a disputa pelo Senado em Pernambuco. O levantamento foi encomendado pela Globo.
Em 2026, serão eleitos dois senadores em cada estado e no Distrito Federal, para renovar 54 das 81 cadeiras. Por isso, cada eleitor precisa votar em dois candidatos diferentes. Não é possível escolher o mesmo nome duas vezes. As informações são do g1.
Na pesquisa espontânea da Quaest, em que os nomes não são mostrados aos eleitores entrevistados, 78% estão indecisos (eram 80%), porque não souberam citar um candidato.
Já na pesquisa estimulada, a lista de candidatos é mostrada, e cada entrevistado precisa responder duas vezes em quem pretende votar: para a primeira vaga e, depois, para a segunda vaga.
Os resultados da pesquisa para o Senado consideram as menções para a primeira e a segunda vagas em um total que soma 100% das intenções de voto e mantém a proporção entre candidatos, brancos/nulos e indecisos. Veja os números abaixo:
Combinação – votos totais
Marília Arraes (PDT): 17% (eram 16% em 25 de agosto);
Humberto Costa (PT): 14% (eram 13%);
Mendonça Filho (PL): 11% (eram 9%);
Eduardo da Fonte (PP): 7% (eram 6%);
Túlio Gadêlha (PSD): 4% (eram 3%);
Pastor Gilvan Costa (Democrata): 1% (era 1%);
Carlos Sant’anna (Novo): 1% (era 1%);
Paulo Rubem Santiago (Rede): 0% (era 1%);
Mariano Macedo (PSTU): 0% (era 0%);
Gorett Bitu (UP): 0% (era 0%);
Mailson Neto (PCO): 0% (era 0%);
Samuel Timoteo (UP): 0% (era 0%);
Indecisos: 27% (eram 26%);
Branco/nulo/não vai votar: 18% (eram 24%).
Contratada pela Globo, a Quaest entrevistou 1.302 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre os dias 4 e 7 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-00285/2026.
O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, é o convidado de hoje do meu podcast em parceria com a Folha de Pernambuco, o ‘Direto de Brasília’. Na pauta, os 40 anos da histórica eleição de 1986, na qual perdeu a disputa para o Governo de Pernambuco para Miguel Arraes. O ministro, com apenas 38 anos na época, tinha sido vice-prefeito de Rio Formoso e depois fora eleito prefeito, mas optou por presidir a Celpe e na gestão de Roberto Magalhães foi secretário de Transporte entre 1982 e 1985.
Franco favorito, Arraes, então com 70 anos de idade, era tido como o novo, foi o candidato dos jovens e da esquerda na época, enquanto Múcio era tido como o candidato dos velhos. Essa inversão de valores mostrava o quanto Miguel Arraes era uma figura icônica e porquê ele cravou seu nome na história de Pernambuco.
A campanha, de alto nível, vale salientar, não teve muitas surpresas para o governo, uma vez que Arraes confirmou seu favoritismo, enquanto Múcio entrou para a história como o derrotado mais vitorioso da história de Pernambuco. A partir dali, ele viria a ser cinco vezes deputado federal, ministro das Relações Institucionais de Lula, presidente do Tribunal de Contas da União e agora ministro da Defesa.
Engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da Universidade de Pernambuco, José Múcio cumpriu mandatos eletivos como prefeito de Rio Formoso (1982 a 1983) e deputado federal (1991 a 2011). Entre as principais atividades parlamentares, foi presidente nacional do PFL (1992 a 1993); líder do PTB na Câmara dos Deputados; e líder do Governo, de 7 de março de 2007 a 30 de novembro de 2007.
Na carreira pública, ele foi presidente da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), secretário dos Transportes, Comunicações e Energia do Estado de Pernambuco, secretário municipal de Planejamento, Urbanismo e Meio Ambiente de Recife, ministro de Estado Chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, ministro do Tribunal de Contas da União e presidente do TCU.
O ‘Direto de Brasília’ vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (8) mostra como está o cenário da eleição estadual, a menos de um mês do 1º turno — que acontecerá em 4 de outubro.
Veja os números da pesquisa estimulada, em que a Quaest mostra aos eleitores entrevistados os nomes dos candidatos. Entre parênteses, o resultado da pesquisa anterior, do dia 25 de agosto.
Professor Jeremias do Banco (Democrata): 0% (era 0%);
Victor Assis (PCO): 0% (era 0%);
Guilherme Fonseca (PSTU): 0% (era 0%);
Indecisos: 12% (eram 12%);
Branco/nulo/não vai votar: 6% (eram 7%).
Para 76% dos eleitores (eram 72%), a escolha do candidato é definitiva. Outros 23% (eram 27%) dizem que ainda podem mudar o voto até o dia da eleição, em 4 de outubro.
Contratada pela Globo, a Quaest entrevistou 1.302 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre os dias 4 e 7 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-00285/2026.
Pesquisa espontânea
Na pesquisa espontânea, em que a Quaest não mostra aos eleitores os nomes dos candidatos, a disputa está assim:
Raquel Lyra:33% (eram 33%);
João Campos: 24% (eram 22%);
Ivan Moraes (PSOL): 0% (era 0%);
Guilherme Fonseca (PSTU): 0% (era 0%);
Professor Jeremias do Banco: 0% (era 0%);
Professora Camila: 0% (era 0%);
Renan Hallais: 0% (era 0%);
Victor Assis: 0% (era 0%);
Outros: 0% (era 1%);
Indecisos: 40% (eram 40%);
Branco/nulo/não vai votar: 3% (eram 4%).
Conhecimento e rejeição dos candidatos
A Quaest consultou os eleitores sobre cada um dos candidatos em disputa: se eles conhecem e votariam, se não conhecem ou se conhecem e não votariam. Os candidatos mais rejeitados (maiores índices de “conhece e não votaria”) são, respectivamente, de João Campos e Raquel Lyra.