A corridinha diária de 8 km, hoje, foi nas entrequadras da 202 Norte, em Brasília, já sob o início da temporada de frio no Planalto Central. Faço esse tipo de postagem para estimular as pessoas a largarem a vida sedentária.
Correr é muito saudável!
A corridinha diária de 8 km, hoje, foi nas entrequadras da 202 Norte, em Brasília, já sob o início da temporada de frio no Planalto Central. Faço esse tipo de postagem para estimular as pessoas a largarem a vida sedentária.
Correr é muito saudável!
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado (3) ao The New York Times e à Fox News que o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa estão a bordo do navio USS Iwo Jima, rumo a Nova York.
“Sim, eles estão em um navio do Iwo Jima”, disse Trump em uma entrevista por telefone à Fox News na manhã deste sábado (3). “Eles vão para Nova York. Os helicópteros os levaram de lá, e eles fizeram um voo agradável de helicóptero — tenho certeza de que adoraram. Mas eles mataram muita gente, lembrem-se disso”. As informações são da CNN e Reuters.
Leia maisQuestionado sobre as alternativas que ofereceu a Maduro, Trump afirmou: “Bem, basicamente eu disse: você tem que desistir. Você tem que se render.”
Ele disse à Fox que conversou com Maduro há uma semana. “Este era um símbolo muito importante, e nós — eu tive conversas. Na verdade, falei com ele pessoalmente, mas disse: você tem que desistir. Você tem que se render”, disse Trump.
Detalhes da operação militar e situação em Caracas
Testemunhas e equipes jornalísticas relataram explosões, colunas de fumaça e o som de aeronaves sobrevoando a capital venezuelana por aproximadamente 90 minutos. Moradores de cidades costeiras descreveram o céu ficando vermelho e o solo tremendo durante as explosões.
Diversas áreas de Caracas sofreram interrupção no fornecimento de energia elétrica logo após o início dos bombardeios.
Paralelamente aos ataques, a FAA (Administração Federal de Aviação) dos EUA proibiu que aeronaves americanas operem no espaço aéreo da Venezuela, citando riscos de segurança associados à atividade militar em curso.
Trump classificou a ação como uma “operação brilhante” e marcou uma coletiva de imprensa na Flórida para detalhar o ocorrido.
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O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, retornará para Brasília neste sábado (3) em meio às discussões sobre os ataques dos Estados Unidos à Venezuela. O governo terá reunião de emergência nesta manhã no Itamaraty, na capital federal, com a participação de integrantes da diplomacia e militares.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), repudiou a ação norte-americana e afirmou, pelas redes sociais, que os Estados Unidos cometeram uma “afronta gravíssima” e ultrapassou uma “linha inaceitável”. O chefe do Executivo deve participar da reunião por videoconferência e também avalia antecipar o seu retorno para a capital federal. De recesso na Restinga da Marambaia, o presidente retornaria na terça-feira (6). As informações são da CNN Brasil.
Leia maisO chanceler Mauro Vieira também tinha retorno previsto apenas no início da próxima semana. Mais cedo, como a CNN mostrou, Vieira conversou por telefone com o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil Pinto.
Segundo o chanceler venezuelano, Vieira “expressou sua forte condenação a este ato sem precedentes de agressão militar criminosa”.
O ataque à Venezuela e a captura de Nicolás Maduro foram anunciados pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em publicação nas redes sociais. Segundo ele, Maduro foi capturado e levado para fora do país.
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O deputado federal Pedro Campos e a esposa, Augusta Carneiro (Guta), divulgaram uma nota lamentando a morte do sogro, Carlos Augusto Carneiro, ocorrida ontem, e agradeceram as manifestações de solidariedade, orações e mensagens de carinho recebidas pela família neste momento de luto.
Veja nota na íntegra:
Leia mais“Com o coração dilacerado, venho, em nome da minha família, agradecer as orações e mensagens de carinho e fé que nos chegam em razão do falecimento do meu sogro, Carlos Augusto Carneiro, ocorrido na última sexta-feira.
Guto foi um filho exemplar, marido companheiro, pai excepcional e o melhor avô que Nina poderia ter.
Que Deus nos conceda força e consolo para atravessar este momento de profunda dor em nossa família.
Pedro, Guta e Nina“
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Por Roberto Freire*
Há muito lutamos pelo fim do infame regime ditatorial de Nicolás Maduro na Venezuela. Mas sua derrubada tal como está sendo executada por intervenção direta das Forças Armadas dos EUA a mando de Donald Trump — que se imagina dono do mundo — é abusiva e viola o território e a soberania do país latino-americano, num ato que rasga com inaudita violência a Carta das Nações Unidas e tambem reduz o Direito Internacional a uma tábula rasa.
Aí está, de fato, sendo executada a nova política externa de Trump, com expressa volta da Doutrina Monroe de intervenção direta nos países dos continentes americanos com a integração de elementos clássicos do “Big Stick” ou o “Grande Porrete”. Um grave retrocesso histórico.
Entendo perfeitamente que a diplomacia deve presidir a dificeis relações entre os povos e nações, em especial, num momento difícil de conflitos e guerras espalhados por vários continentes e que estão colocando em risco a paz mundial. E não devemos esquecer o contraponto de que a agressão trumpista contra a Venezuela gera o paradoxo de também ser festejada e aplaudida pela maioria do povo venezuelano, tanto no país quanto no exílio, por ter derrubado o execrável ditador Maduro.
Brasil, e por que não, a América Latina e o mundo, aguardam o posicionamento do governo brasileiro ressaltando que o tempo é de grave preocupação para os cidadãos do mundo que prezam pela liberdade, democracia e pela paz.
*Presidente do Cidadania
O megaevento que o PT planeja para comemorar os 46 anos do partido e para lançar a pré-candidatura de Lula à reeleição deve acontecer em uma famosa casa de eventos de Salvador (BA).
A ideia da cúpula do PT é celeberar o aniversário da sigla e lançar a pré-campanha de Lula durante um evento de três dias no início de fevereiro. As informações são do portal Metrópoles.
Segundo apurou a reportagem, o megaevento, previsto para ocorrer de 5 a 7 de fevereiro, deve ser realizado pelos petistas no “Trapiche Barnabé”, um dos edifícios mais antigos do bairro do Comércio.
A previsão é de que Lula participe do último dia. Nos demais dias, a programação do megaevento inclui palestras de ministros e shows que ainda estão sendo definidos pela direção do partido.
Triunfo está ensolarada e quente, mas cumpri meus 8 km da corridinha diária em torno do açude, num cenário de rara beleza com o cine-teatro como principal cartão postal da cidade.
O presidente da república, Luís Inácio Lula da Silva, repudiou, há pouco, o ataque de hoje dos EUA a Venezula, em suas redes sociais. Lula disse que o país norte-americano ultrapassou uma “linha inaceitável” e que os ataques representavam uma “afronta gravíssima à soberania da Venezuela”. Adiante, ele afirma que a ação “lembra os piores momentos de interferência na política da América Latina e do Caribe”.
“Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo.”
O presidente finalizou o texto convocando a Organização das Nações Unidas (ONU) a responder “de forma vigorosa” ao episódio e afirmou que o Brasil seguiria à disposição para o diálogo e cooperação.

A família de Augusto Carneiro, de 56 anos, sogro do deputado federal Pedro Campos, informou que ainda não foram definidos os detalhes do velório e do sepultamento. A decisão depende da liberação do corpo pelo Instituto de Medicina Legal (IML).
Augusto Carneiro morreu na tarde de ontem, após um acidente de moto na Avenida Cruz Cabugá, no Recife. Ele se envolveu em uma colisão com outra motocicleta por volta das 17h30, nas proximidades do supermercado Mix Mateus, no bairro de Santo Amaro. Na outra moto estava um casal, e o homem, de 48 anos, também morreu no local. Augusto era pai de Augusta Carneiro, esposa do parlamentar, conhecida como “Guta”.
Em prolongamento ao feriadão de fim de ano, passo o fim de semana em Triunfo, cidade do meu coração, que em breve voltarei para receber o título de cidadão, de autoria do vereador José Carlos Solon (Podemos), aprovado por unanimidade.
Na volta, curti ontem, na companhia da minha Nayla e de Tayse, sua prima, uma seresta sensacional pelas ruas do sítio histórico da cidade. Entre os presentes, a prefeita de Floresta, Rorró Maniçoba (PP), e seu marido Gatão, casal simpatíssimo, que nos acompanhou também ao concorrido boteco Cachaçaria, do meu amigo Carlinhos, na foto ao meu lado.
Além de velho amigo, Carlinhos é um anfitrião de mão cheia. Seu bar, reduto da boemia de Triunfo, é o único da cidade que funciona sem hora para fechar, varando a madrugada.
E lá sai de tudo, até um irresistível torresmo, bode e outros petiscos maravilhosos. Não deixe de visitar a Cachaçaria em visita à cidade mais linda, romântica e maravilhosa do sertão pernambucano.
O Ministério da Justiça informou que se prepara para receber um aumento de refugiados da Venezuela em território brasileiro após a ação militar dos Estados Unidos contra o país, neste sábado (3).
O governo do presidente Donald Trump realizou um ataque de grandes proporções em território venezuelano e capturou o presidente Nicolás Maduro. A operação foi confirmada pelo governo do país sul-americano. As informações são do portal g1.
Leia mais“O Ministério da Justiça e Segurança Pública, no âmbito de suas atribuições, acompanha um eventual aumento do fluxo migratório em Roraima”, diz a nota da pasta.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convocou uma reunião de emergência neste sábado para tratar sobre a situação no país vizinho e os impactos em território brasileiro. O encontro será no Palácio do Itamaraty, em Brasília.
A fronteira entre os dois países fica na cidade de Pacaraima, ao Norte de Roraima.
A Venezuela vive uma crise política, econômica e social, e o Brasil é o terceiro país da América Latina que mais recebeu refugiados e migrantes venezuelanos, ficando atrás da Colômbia e do Peru, de acordo com dados da Plataforma Regional de Coordenação Interagencial R4V. Roraima é a principal porta de entrada para venezuelanos que buscam melhores condições de vida no país.
Nesta manhã, a fronteira do Brasil com a Venezuela está fechada. Imagens divulgadas pela Polícia Militar local mostram viaturas e militares do Exército posicionados próximos ao marco onde ficam as bandeiras dos dois países, enquanto cones bloqueiam o acesso.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também afirmou em uma rede social que o ataque do governo Trump deve ter impactos na saúde e aumentar o fluxo de venezuelanos na região de fronteira.
“Quando acontece em um país vizinho, o impacto é múltiplo para o nosso povo e sistema de saúde. O Ministério da Saúde e o SUS Roraima já absorvem impactos da situação da Venezuela”, afirmou Padilha.
“Desde o início das operações militares no entorno do país vizinho, preparamos a nossa Agência do SUS, a Força Nacional do SUS e nossas equipes de Saúde Indígena para reduzirmos, ao máximo, os impactos do conflito na saúde e no SUS brasileiro. Que venha a PAZ! Enquanto isso, cuidaremos de quem precisar ser cuidado, em solo brasileiro”, acrescentou.
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Os Estados Unidos prenderam o ditador venezuelano, Nicolás Maduro, para ser julgado nos EUA, segundo um senador republicano que afirma ter conversado com o secretário de Estado, Marco Rubio.
“Ele me informou que Nicolás Maduro foi preso por funcionários dos EUA para ser julgado por acusações criminais nos Estados Unidos, e que a ação cinética que vimos esta noite foi implantada para proteger e defender aqueles que executam o mandado de prisão”, postou o senador de Utah Mike Lee no X na manhã deste sábado (3). As informações são da CNN.
“Esta ação provavelmente se enquadra na autoridade inerente do presidente, nos termos do Artigo II da Constituição, para proteger o pessoal dos EUA de um ataque real ou iminente”, acrescentou Lee.
No início da manhã deste sábado, Lee havia levantado preocupações sobre o ataque, escrevendo no X: “Estou ansioso para saber o que, se houver, pode justificar constitucionalmente esta ação na ausência de uma declaração de guerra ou autorização para o uso da força militar”.
Políticos da esquerda brasileira condenaram neste sábado (3) os ataques militares dos Estados Unidos contra a Venezuela. O presidente Donald Trump afirmou que Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e levados para fora do país caribenho, mas ainda não há informações oficiais sobre o paradeiro.
Em publicações nas redes sociais, deputados afirmaram que a ofensiva fere direitos internacionais e se solidarizaram com a população civil do país. As informações são da Folha de S.Paulo.
Leia mais“O imperialismo exporta guerra e destruição, da Palestina à América Latina. Ataque merece repúdio e condenação rápida. É um ataque à América do Sul que viola todas as regras do direito internacional”, afirmou o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social do governo Lula.
Talíria Petrone, líder do PSOL na Câmara, classificou o ataque como “inaceitável à soberania do povo venezuelano e de toda a América Latina”. “Trump já deixou claro: quer as reservas de petróleo da Venezuela, não tem interesse em aprofundar a democracia naquele país, tampouco em combater o narcotráfico”, afirmou ainda.
Já o deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) cobrou uma manifestação do presidente Lula. “Isso é terrorismo de Estado pra controlar as reservas de petróleo. É fundamental a condenação de toda comunidade internacional a esse crime gravíssimo e sem precedentes. A manifestação do presidente Lula nesse sentido é imprescindível e urgente”, escreveu.
A Venezuela afirmou que sofreu uma “agressão militar” dos Estados Unidos após múltiplas explosões atingirem a capital, Caracas, e outras regiões do país durante a madrugada. Diante da situação, o país declarou estado de emergência.
Segundo comunicado do regime venezuelano, ataques também ocorreram nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, o que levou ao estado de emergência nacional e à mobilização das forças de defesa.
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