O movimento que já era esperado se torna cada vez mais evidente. A Federação tem caminhado ao lado de Eduardo da Fonte, e os gestos da governadora vêm consolidando sua candidatura ao Senado.
Para muitos, até pouco tempo, essa postura ainda era tratada de forma protocolar, em respeito a Miguel Coelho e ao espaço político que ele buscava ocupar. No entanto, diante da insistência de Miguel em manter um discurso de confronto e da falta de maturidade política demonstrada na condução desse processo, a governadora acabou deixando claro, por meio de seus gestos e posicionamentos, que a situação está definida.
Nesse cenário, Eduardo da Fonte não apenas assumiu sua condição de candidato, como também se tornou, até o momento, o principal aliado da governadora na construção desse projeto. Enquanto outros ainda insistem em criar narrativas, Eduardo tem ocupado o espaço político, fortalecido a aliança e demonstrado, na prática, que sua candidatura ganhou consistência e protagonismo.
O PP comunicou ao presidente Lula que a federação do partido com o União Brasil ficará neutra na eleição ao Palácio do Planalto de 2026. O aviso foi dado pelo líder do PP na Câmara, Dr. Luizinho (foto), em conversa com o petista na terça-feira, no Palácio da Alvorada.
O encontro foi confirmado ao portal Metrópoles pelo próprio Luizinho. Ele disse ter conversado com Lula sobre a “federação em nível nacional”. “Com o presidente, conversei sobre a federação em nível nacional. Na nacional, ficaremos neutros”, afirmou o líder do PP. A conversa ocorreu um dia após o líder do PP posar para uma foto com Lula durante a sanção de um projeto de autoria do deputado.
Poder360
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o ex-presidente Getúlio Vargas “conseguiu romper com uma tradição conservadora em que as pessoas de nível mais baixo não eram levadas em conta”. A declaração foi feita hoje, durante participação do petista no encontro de líderes do sistema de ciência e tecnologia no Brasil, na SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), em São Paulo.
Lula elegeu 2 marcos históricos como os mais relevantes do período Vargas. O 1º foi a criação do salário mínimo, em 1936 (regulamentado em 1940). O 2º foi a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), assinada em 1943. Para o presidente, antes da CLT, as condições impostas aos trabalhadores se assemelhavam ao trabalho escravo.
Leia mais“Hoje tem muita gente que é contra a CLT. Mas quando ela foi criada, a gente trabalhava no sistema de escravidão, não tinha horário de trabalho, não tinha horário de entrada, não tinha jornada. A gente não tinha direito”, declarou. Para Lula, a resistência a Vargas tem raízes ideológicas que persistem até hoje. Citou a falta de vias públicas em São Paulo com homenagens ao ex-presidente como exemplo.
O petista também comentou a transformação do perfil dos estudantes da USP (Universidade de São Paulo). “Vocês não têm noção da alegria com que eu vejo hoje a USP ter metade dos estudantes negros, pardos e da periferia”, afirmou. Segundo ele, a universidade era antes frequentada quase exclusivamente por brancos e pela classe média.
O presidente criticou quem se opõe à igualdade de oportunidades entre pobres e ricos. “O problema é que as pessoas não se contentam. Não gostam que a gente faça com que os pobres sejam iguais a eles, com a mesma oportunidade”.
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O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Álvaro Porto, afirmou, hoje, em entrevista à Rádio Lajedo FM, que as parcerias entre o seu mandato, o trabalho do deputado federal Felipe Carreras (PSB) e a força política do prefeito de Lajedo, Erivaldo Chagas (Republicanos), resultaram em obras e serviços reconhecidamente prestados ao município, fazendo contraponto ao oportunismo de muitos pré-candidatos que só aparecem em período eleitoral em busca de votos.
Porto destacou que a população sabe diferenciar quem esteve ao lado do prefeito trabalhando pela saúde e infraestrutura do município daqueles que nada fizeram por Lajedo, mas que agora ressurgem oferecendo tudo para se reeleger, enganando a população.
Leia maisErivaldo e Carreras endossaram as declarações de Porto e reforçaram que a parceria entre eles tem proporcionado avanços. O deputado federal adiantou que Lajedo receberá uma UPA e melhorias no hospital, com apoio do governo federal. O prefeito lembrou que o apoio de Álvaro Porto e Felipe Carreras possibilitou a ampliação da frota de ambulâncias, que passou de três para dez veículos; e o crescimento da equipe de enfermagem, que cresceu de nove para 30 profissionais.
Na entrevista, Porto observou ainda que não se vê ação do Governo do Estado em Lajedo. “Eu faço uma pergunta: vocês do interior já viram as laranjinhas (novos policiais militares) andando aqui em Lajedo? O governo está botando esse pessoal que está entrando na Polícia apenas na Capital, e o interior está esquecido”, disse.
“Pernambuco é um dos estados mais violentos do Brasil por falta de capacidade e falta de coragem desse governo”, acrescentou, lembrando ainda que o alto número de feminicídios continua preocupando a população e envergonhando o estado. O deputado voltou a destacar que quem conhece a governadora não vota nela. “Eu conheço, fiz campanha para ela, mas infelizmente, temos hoje um governo incompetente”. Porto ressaltou que Pernambuco vai responder a esta situação.
“Hoje a gente tem a pré-candidatura de João Campos (PSB), que foi o melhor prefeito do Recife, e não temos a menor dúvida que vai ser também o melhor governador da história de Pernambuco. Então, a gente tem tudo para que, no próximo ano, ao lado do Governo do Estado, continue ajudando mais e mais Erivaldo e o povo de Lajedo e todo o Agreste.
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Do G1
Pesquisa Datafolha, divulgada há pouco, mostra o presidente Lula (PT) com 40% das intenções de voto no cenário de 1º turno, oito pontos à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL), que tem 32%. No levantamento anterior, divulgado em 20 de junho, o presidente tinha 41%, e o senador, 31%.
Veja os números para o 1º turno:
Na comparação com a pesquisa de junho, o Datafolha deixou de testar desta vez os nomes de Aécio Neves (PSDB), que desistiu da candidatura, e de Joaquim Barbosa (DC). Foi incluído o nome de Leonardo Avalanche (PRTB), que anunciou a pré-candidatura em 14 de julho.
O Datafolha entrevistou 2.004 pessoas entre os dias 22 e 24 de julho, segundo dados informados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado sob o número BR-01166/2026.
Veja números sobre cenários de 2º turno
No cenário de 2º turno, Lula aparece com 48%, contra 43% de Flávio Bolsonaro. Em junho, o petista tinha 47%, e o candidato do PL, 43%. O Datafolha testou em julho cenários de segundo turno de Lula também contra Caiado e contra Zema. O presidente venceria Caiado por 47% a 40% e Zema por 48% a 40%.
Confira o índice de rejeição dos políticos
A pesquisa também mediu a rejeição aos pré-candidatos. Segundo o levantamento, Flávio Bolsonaro e Lula são os nomes mais rejeitados.
Veja os números sobre rejeição:
Se o leitor não conseguiu acompanhar o tributo ao cantor, compositor, poeta e ator Agnaldo Rayol no quadro “Sextou”, do programa Frente a Frente, ancorado por este blogueiro e exibido pela Rede Nordeste de Rádio, não se preocupe. Clique aqui e confira. Está incrível!
O Diretório Estadual do Partido Democrático Trabalhista (PDT) em São Paulo realizou, na tarde de hoje, a convenção para oficializar os candidatos que vão disputar as eleições de 2026 pelo partido. O encontro ocorreu na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).
A legenda confirmou o apoio à candidatura de Fernando Haddad (PT) para o governo do estado. Haddad participará da convenção do PT neste sábado (25), em Campinas, em que deve ratificar o ex-ministro Márcio França do PSB como seu candidato a vice-governador. As informações são do portal G1.
Leia maisTambém foi confirmado o apoio às candidaturas de Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) ao Senado. Nomes do PDT foram indicados a suplentes nas duas candidaturas. Antonio Neto para suplente de Marina, e o ex-prefeito de Araraquara, Marcelo Barbieri, de Tebet.
As vagas são consideradas importantes, dado o histórico de ambas como ministras. Caso Lula (PT) se reeleja presidente da República, há a chance tanto de Marina quanto de Tebet voltarem a ocupar ministérios – o que, por consequência, daria uma cadeira no Senado para o suplente delas, se eleitas.
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O prefeito de Surubim, Cléber Chaparral, afirmou apoio ao nome do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (União Brasil), para disputar uma vaga no Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD). Em sua avaliação, Miguel acumula experiência administrativa e conhecimento das diferentes regiões pernambucanas, características importantes para representar o estado no Congresso.
Chaparral também observou que a participação de lideranças municipais no debate sobre a composição da chapa demonstra a busca por uma representação que contemple as diversas regiões de Pernambuco. A manifestação se soma a outras declarações públicas de prefeitos que têm participado das discussões políticas sobre as eleições estaduais deste ano.
“Não adianta chorar, espernear. Nosso candidato para o Senado é Miguel Coelho e disso não abrimos mão. Surubim e o Agreste estão fechados com Miguel Coelho”, afirmou.
O Sextou de hoje homenageia o cantor, compositor, poeta e ator Agnaldo Rayol, falecido em 2024. Entrevistei a jornalista Nilu Lebert, autora da biografia do artista.
Rayol ficou conhecido pela voz de barítono e sua participação como cantor e apresentador em diversas atrações da televisão brasileira. Entre os maiores sucessos do artista, estão suas interpretações de canções italianas, tais como “Mia Gioconda” e “Tormento D’Amore”.
O cantor deixou um legado inestimável para a música brasileira, com uma carreira que atravessou décadas e tocou os corações de milhões de fãs. O programa tributo em homenagem ao cantor vai ao ar das 18 às 19 horas, pela Rede Nordeste de Rádio, formada por 48 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife. Se você deseja ouvir pela internet, clique no link do Frente a Frente acima ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na play store.
Em pedido à Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), a defesa de Jair Bolsonaro (PL) reclama que a proibição de que ele receba visitas com fins político-eleitorais é um silenciamento político do ex-presidente.
No dia 17 de julho, o ministro Alexandre de Moraes determinou que Bolsonaro fique 90 dias sem receber visitas com esta finalidade. O prazo inclui o 1º turno das eleições presidenciais de 2026, no dia 4 de outubro. As informações são do portal G1.
Moraes também proibiu o senador Flávio Bolsonaro, filho e advogado de Jair, de visitá-lo pelo prazo de 30 dias depois de ele ler uma carta escrita por Jair em suas redes sociais. O ex-presidente está proibido de usar redes sociais, seja pelos seus próprios perfis, seja pelo de terceiros – como os filhos.
Segundo a defesa do ex-presidente, a decisão de Moraes vai além da punição que ele recebeu no julgamento da tentativa de golpe, em 2022, quando teve os direitos políticos cassados.
“Ocorre que a restrição é construída a partir de conceito absolutamente indeterminado, incompatível com as exigências inerentes ao devido processo legal”, afirmam os advogados de Jair.
Os defensores usam como exemplo uma carta escrita por Lula e lida por Fernando Haddad, em 2018, quando o atual presidente estava preso em Curitiba. À época, o petista não tinha restrições para se comunicar, enquanto Bolsonaro tem comunicação restrita após ser condenado pelo STF, segundo analisam especialistas.
A defesa de Bolsonaro argumenta ao STF que “interpretar a perda da capacidade eleitoral como fundamento suficiente para proibir visitas que objetivariam conversas sobre política ou mesmo impedir a divulgação de manifestações por qualquer meio significa acrescentar ao texto constitucional consequência jurídica que dele não decorre”.
O documento, um agravo regimental, foi entregue na tarde desta sexta-feira (24) à Primeira Turma.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou nesta sexta-feira (24) que o governo federal vai manter as negociações com os Estados Unidos após o anúncio de novas tarifas sobre produtos brasileiros.
Em entrevista coletiva após visitar a Avibras, em Jacareí (SP), ele classificou a medida do “tarifaço” como “injusta e descabida”. Segundo Alckmin, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem orientado o governo a manter o diálogo com os norte-americanos. As informações são do g1.
“O que o presidente Lula tem destacado? Primeiro, não sair da mesa de negociação. O que depender de nós é continuar na mesa de negociação, explicitar que é injusto e descabido.”
Leia maisA partir desta sexta-feira (24), entrou em vigor uma nova tarifa de 12,5% dos Estados Unidos sobre parte dos produtos brasileiros. A medida se soma, em muitos casos, à taxa de 25% anunciada anteriormente, fazendo com que alguns itens passem a pagar uma alíquota total de 37,5%.
Alckmin também afirmou que o governo vai adotar medidas para reduzir os impactos da decisão sobre os setores afetados. Segundo ele, já foram autorizados R$ 18,5 bilhões em linhas de crédito para capital de giro, compra de bens de capital e investimentos.
Além disso, disse que o governo continuará trabalhando para ampliar os mercados compradores dos produtos brasileiros. “A outra é buscar novos mercados. O Brasil está ampliando para novos mercados.”
Ele reforçou, por fim, que o governo seguirá aberto ao diálogo com os Estados Unidos. “Junto aos Estados Unidos, permanentemente aberto à negociação”.
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O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, participa, neste sábado (25), de um mutirão de perícias médicas na Agência da Previdência Social da Encruzilhada, localizada na Avenida Mário Melo, nº 343, em Santo Amaro, no Recife.
