O deputado federal Kim Kataguiri (Missão) anunciou neste sábado (20) que desistiu de sua pré-candidatura ao Governo do Estado de São Paulo e confirmou que buscará a reeleição para a Câmara dos Deputados. A declaração ocorreu durante um evento oficial da legenda realizado no Auditório Bunkyo, na capital paulista.
Kim Kataguiri afirmou que quer “ser o governador do Estado de São Paulo”, mas que “nem sempre a vida deixa a gente fazer o que a gente quer”. “Nem sempre a gente pode seguir o caminho que gostaria de seguir. Às vezes, a gente tem que encarar estradas mais duras, mais ingratas, mais pesadas”, afirmou. As informações são do jornal O Globo.
Leia maisO parlamentar informou que o partido Missão — legenda idealizada por lideranças do Movimento Brasil Livre (MBL) — avalia se lançará um nome alternativo para a disputa pelo Palácio dos Bandeirantes ou se adotará uma postura de neutralidade no pleito estadual. De acordo com o deputado, a tendência atual é que seja articulada uma chapa pura, composta exclusivamente por integrantes do partido, sem coligações formais no momento.
“Na política brasileira, a gente nunca sabe o que vai acontecer, mas a gente sabe que alguma coisa que a gente não sabe o que vai acontecer vai acontecer. O imponderável torna-se cada vez mais regra, então, assim, a princípio não devemos formar uma chapa com outros partidos, mas a gente não sabe como o cenário vai estar daqui a um ou dois meses”, disse.
Kataguiri também adiantou seus planos para o âmbito nacional e anunciou que aceitou o convite para integrar uma eventual gestão do pré-candidato à Presidência da República pela legenda, Renan Santos. “Tenho muito orgulho de ser anunciado hoje como o primeiro membro da equipe ministerial do governo Renan Santos”, declarou, apontado para a pasta da Reforma do Estado.
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O pré-candidato a deputado estadual, Breno Araújo e a sua esposa, a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, participaram ontem (19) da Feira da Reforma Agrária Regional do Pajeú. O evento reuniu agricultores e agricultoras, representantes de movimentos sociais, instituições e lideranças de diversos municípios da região. A programação teve como foco o fortalecimento da agricultura familiar, a troca de experiências e o debate sobre desenvolvimento rural, cidadania e produção sustentável.
Durante o evento, Breno destacou a importância da iniciativa para o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao homem e à mulher do campo. “A feira representa um espaço de diálogo, aprendizado e valorização da agricultura familiar, que tem papel fundamental na economia e na segurança alimentar da nossa região. É uma satisfação participar de um momento tão significativo para o Pajeú”, afirmou.
Na ocasião, Márcia Conrado assinou um Acordo de Cooperação Técnica entre o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e a Prefeitura de Serra Talhada, por meio do programa Terra Cidadã. A parceria tem como objetivo ampliar o acesso da população rural a direitos, serviços e ações voltadas à regularização e ao fortalecimento das comunidades do campo.
Para a gestora, “a união entre instituições e lideranças é fundamental para ampliar oportunidades e fortalecer as políticas públicas destinadas à população rural de Serra Talhada e de toda a região do Pajeú”, concluiu. A programação contou ainda com a presença da deputada estadual Rosa Amorim, além de representantes de entidades ligadas ao desenvolvimento rural.
A passagem de João Campos (PSB) por Parnamirim, no Sertão Central, neste sábado (20), terminou com a adesão de lideranças políticas de Terra Nova ao grupo que o acompanha na região. Entre os apoios anunciados está o de Duíla do Alazão, principal nome da oposição no município. Ele foi o vereador mais votado em 2016 e disputou a prefeitura de Terra Nova pelo União Brasil em 2024.
Também declararam apoio ao pré-candidato o ex-candidato a vice-prefeito Pedro Callou (Podemos) e o vereador Bado David (União Brasil). As articulações ocorreram durante encontro que reuniu o pré-candidato ao governo e o pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos).
Mesmo sob chuva e frio de 18°C, milhares de pessoas assistiram ontem (19) ao show de Priscila Senna, uma das atrações mais aguardadas da programação junina do São João de Arcoverde, no Polo Multicultural. A cantora, conhecida como “Musa da Sofrência”, conduziu um repertório centrado em sucessos que foram acompanhados em coro pelo público. Antes dela, subiram ao palco do Pátio de Eventos Dani Aguiar e Talita Mel ficaram para aquecer a plateia.
A noite também marcou a primeira vez, nesta edição do São João, em que os dez polos culturais funcionaram simultaneamente em Arcoverde. A programação espalhada pela cidade reuniu manifestações como samba de coco, forró pé de serra, poesia, artes visuais e outras expressões da cultura popular, ampliando o alcance da festa para além do palco principal.
Entre os espaços com maior movimento esteve o Polo Raízes do Coco, que recebeu público expressivo e encerrou a programação com apresentação da banda Pau e Corda, já na madrugada. Pela primeira vez, o polo também teve transmissões ao vivo pelas redes sociais da Prefeitura de Arcoverde, ampliando o alcance das apresentações.
Com forte presença de público em todos os polos, a noite reforçou a proposta de descentralização da festa e diversidade cultural. A programação segue neste sábado (20) om atrações como Maciel Melo e Almério no Polo Raízes do Coco, além de Ciro Santos, Edy & Nathan e Fabinho Testado no Polo Multicultural. A programação também conta com apresentações de grupos de samba de coco, bandas de pífano, forró pé de serra, artistas locais e manifestações da cultura popular
Na próxima segunda (22), das 9h às 12h, será realizada uma audiência pública em defesa do Canal do Sertão Pernambucano no auditório da Biblioteca da Univasf, em Petrolina. O encontro reunirá autoridades e representantes da sociedade civil para debater a importância do projeto para a segurança hídrica e o desenvolvimento do Sertão do Araripe e do São Francisco.
Na ocasião, será apresentada a “Carta do Sertão em Defesa do Canal do Sertão”, com reivindicações e justificativas que serão encaminhadas aos governos competentes. A programação inclui apresentação do projeto, formação de mesa com autoridades e espaço para falas, além da consolidação dos encaminhamentos ao final do evento.
Depois de passar pelo Araripe, João Campos (PSB) seguiu, neste sábado (20), para Parnamirim, no Sertão Central. O pré-candidato a governador concedeu entrevista a uma rádio local, participou de um almoço com lideranças políticas e discutiu demandas da região.
A recepção contou com a participação do ex-prefeito Tácio Pontes, do ex-vice-prefeito Rennê Alencar, da pré-candidata a deputada federal Kelly Alencar, dos vereadores Galego Carvalho (MDB), Subira (MDB) e Nego Aurélio (MDB), dos suplentes de vereador e lideranças Genário da Saúde (MDB), Mariano Cruz (MDB), Regi Sampaio (PSD), Siylvinha Cabral (PSD), Neuzinha Freire (PP), Elizomar Januário e Valdir Jorge, além dos presidentes municipais do MDB e do PDT, respectivamente, Darlan Sampaio e Wilson Januário.
Entre as demandas apresentadas pela população local está a necessidade de articulação entre a futura gestão estadual e o Governo Federal para viabilizar o Ramal de Entremontes, obra que deve captar água do projeto de transposição do Rio São Francisco e dar segurança hídrica à população local. Em encontro com lideranças, João Campos disse que iniciativas como essa mostram que Pernambuco precisa recuperar a capacidade de tirar grandes projetos do papel.
“É preciso que a gente possa voltar a ter sonho grande e a capacidade de fazer. A sensação que tenho é que, nesses últimos anos, Pernambuco perdeu a capacidade de ter sonhos grandes e realizar. Por isso que a gente vê coisas muito menores do dia a dia sendo discutidas, e o estado perdendo protagonismo. O que está fazendo falta não é discutir o presente, mas sonhar com o futuro. Vamos voltar a sonhar grande”, discursou.
Também acompanharam presentes em Parnamirim o pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), o senador e pré-candidato à reeleição Humberto Costa (PT), a pré-candidata a senadora Marília Arraes (PDT), o deputado estadual Fabrizio Ferraz (Podemos) e o prefeito de São José do Belmonte, Vinicius Marques (PSB).
Por Betânia Santana
Do Blog da Folha
O senador Humberto Costa (PT) manifestou, na manhã deste sábado (20), “absoluta confiança” na inocência do senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado e alvo recente da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal.
A investigação apura se o parlamentar baiano cometeu crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro ao atuar politicamente no Congresso Nacional em benefício de pautas de interesse do Banco Master.
Leia maisOs investigadores suspeitam que Jacques Wagner tenha pedido ao ex-sócio do Master Augusto Lima um apartamente de luxo, avaliado em R$ 2,5 milhões, em Salvador. Em contrapartida, defenderia o banco na Casa Alta.
Em entrevista à Rádio Mais FM, em Ouricuri, no Sertão do Araripe, Humberto Costa rechaçou a possibilidade de o escândalo desgastar a imagem do governo ou prejudicar a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Humberto assegurou possuir plena convicção de que o correligionário prestará todos os esclarecimentos. “Temos absoluta confiança em Jacques Wagner e temos certeza de que ele vai esclarecer todas as acusações feitas a ele. Acredito que ele vai provar integralmente sua inocência”, declarou o senador pernambucano.
A investigação aponta ainda que parentes do senador baiano teriam sido beneficiados. Há indícios de repasses milionários a uma empresa de fachada registrada em nome de sua nora. Jacques Wagner nega tudo.
Na entrevista, Humberto Costa minimizou o impacto eleitoral do episódio, definindo o suposto envolvimento do líder governista como fato isolado, sem ramificação ou ligação direta com o Palácio do Planalto ou com o presidente Lula.
O senador pernambucano sustentou, ainda, que o andamento da apuração policial constitui uma evidência clara da postura republicana adotada pela atual gestão federal. Na ótica do parlamentar, os mandados judiciais cumprem o papel de demonstrar a total autonomia da Polícia Federal.
Humberto garantiu a aplicação rígida das leis brasileiras, lembrando o amplo direito de defesa assegurado ao correligionário, e enfatizou a necessidade de se investigar qualquer cidadão sem distinções ou privilégios políticos.
“Essa investigação sobre Jaques Wagner é mais uma demonstração de que no governo Lula ninguém é protegido de ser investigado pela Polícia Federal. Eu acho que ele não tem culpa no cartório, mas se tiver, ele vai poder se defender. E se tiver culpa, com certeza, haverá a punição”, apostou.
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O líder da oposição na Câmara de São José do Egito, vereador Albérico Tiago, voltou a cobrar coerência do prefeito Fredson Brito diante de um contrato publicado no Diário Oficial dos Municípios no valor de R$ 417.600,00, firmado com uma empresa sediada em Sertânia para manutenção da frota municipal.
O documento chama atenção não apenas pelo valor, mas também pela variedade de serviços contratados. Além de mecânica preventiva e corretiva, o contrato inclui borracharia, lava-jato, alinhamento, balanceamento, capotaria, tapeçaria, vidraçaria, funilaria, pintura, reboque e reposição de peças.

Para Albérico Tiago, a questão central é política. “Na campanha, o prefeito dizia que governaria para gerar emprego e renda em São José do Egito. Agora vemos um contrato de mais de R$ 417 mil com empresa de outro município, inclusive para serviços que qualquer cidadão sabe que existem em São José do Egito, como borracharia e lava-jato”, diz.
O vereador afirma que a população espera uma explicação da gestão. “Se há profissionais, oficinas, borracharias e estabelecimentos capazes de prestar esses serviços em nosso município, por que esse dinheiro não está fortalecendo a economia local? É essa resposta que a população quer.”
Albérico destaca que não questiona a existência do processo licitatório, mas cobra transparência quanto às escolhas administrativas. “O dinheiro público deve, sempre que possível e dentro da legalidade, impulsionar a economia da própria cidade. Foi exatamente essa a promessa feita durante a campanha.”
O parlamentar também observa que a empresa vencedora é de Sertânia, município administrado por uma prefeita politicamente alinhada ao mesmo grupo do prefeito Fredson Brito. Segundo ele, essa coincidência política aumenta a necessidade de que a administração municipal apresente, de forma clara, os critérios técnicos que justificaram a contratação. “Quem prometeu gerar emprego e renda em São José do Egito precisa explicar por que um contrato dessa dimensão está movimentando a economia de outro município.”
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Do UOL
O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), deve deixar o posto após ser alvo da operação Compliance Zero, que investiga as fraudes do banco Master, afirmou a jornalista Daniela Lima no UOL News, do Canal UOL. A colunista apurou que Wagner só não anunciou sua saída ainda para evitar a impressão de admissão de culpa.
“O que eu posso adiantar agora é basicamente o seguinte. Uma fonte me disse: ‘Daniela, o Wagner vai sair, não tem ambiente para ficar. O Lula não gostaria de tirá-lo porque é uma das poucas figuras que ainda o presidente conversa de igual para igual, o presidente escuta. Mesma idade, uma trajetória semelhante, 40 e tantos anos de amizade, mas o Wagner vai sair’.”
Leia mais“Eu falei: ‘por que não saiu ontem? Porque ele está impondo um desgaste pavoroso pro Palácio do Planalto, para o presidente Lula, para a candidatura do presidente Lula à reeleição. Que tipo de aliado é esse que impõe ao presidente o custo da barafunda na qual se meteu?'”, questionou Daniela.
“A fonte me respondeu basicamente o seguinte: ‘Conhecendo como eu conheço, entendo que não quis sair no dia porque ali seria uma coisa de quase que de admissão de culpa, mas então logo a coisa assente deve sair exatamente para preservar a própria candidatura, preservar o Palácio do Planalto e preservar o presidente Lula'”, continuou.
A colunista destacou que o descontentamento no Palácio do Planalto foi imenso porque Wagner não só não prestou informações convincentes, como empurrou para Lula, que mantém silêncio sobre o tema, a responsabilidade de resolver a situação dele.
“O Lula ganha tempo porque, ao não falar, o que o Jaques fez? O Jaques disse: ‘Eu conto com a solidariedade do presidente. Ele me ligou para dizer que é solidário, que confia em mim’. O Lula poderia ter dito publicamente, mas não disse. Fica o dito pelo não dito. A palavra do Jaques contra o silêncio do Lula.”
“O silêncio pode ter, nesse caso, duas interpretações. Quem cala, consente, ou seja, endossa. Ou se não pode falar bem, não fale nada. Lula ganha tempo para não tomar uma decisão que vai ser traumática do campo do ponto de vista pessoal, talvez no calor da crise”, continuou a colunista.
A colunista citou pontos da entrevista concedida por Lula ao UOL em fevereiro deste ano que explicariam a postura do presidente diante da crise envolvendo Jaques Wagner. “Pontos da entrevista que a gente fez me chamaram atenção porque achei ela sintomática para entender um pouco o processo de tomada de decisão do presidente Lula. Ele falou: ‘Daniela, eu não tomo decisão com febre alta'”.
“Ou seja, se a crise tá bombando, se a crise tá latejando, ele recua e aguarda. Parece ser o que tá fazendo agora. Não acho que seja a medida mais inteligente, porém é o que o ‘Lula 3’ aos quase 80 anos de idade tem a oferecer”, disse. “É uma figura que se já fez história por ser três vezes presidente da República, entende que foi assim que chegou, até onde chegou, mudar não vai. E, aliás, é o que muitos dos aliados dele hoje dizem. Lula escuta muito pouca gente e ainda assim os poucos que ele escuta nem sempre conseguem convencê-lo de que o que está acontecendo merece uma abordagem diferente da que ele entendeu”, finalizou Daniela.
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Sem saída e desautorizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para falar em seu nome ou construir qualquer articulação política, Túlio Gadêlha não viu outra alternativa senão alegar que o presidente não estava feliz quando gravou o vídeo.
Ironicamente, a reação de todos foi justamente a oposta. Afinal, Lula deixou claro que tem um time em Pernambuco, um projeto político definido e liderado por João Campos.
Ao tentar relativizar a mensagem do presidente, Túlio acabou apenas reforçando a impressão de que não assimilou o conteúdo do recado nem o seu significado político. O gesto de Lula foi uma demonstração inequívoca de que não há espaço para iniciativas individuais ou articulações conduzidas à revelia da estratégia do grupo político que o presidente apoia em Pernambuco.
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20) pelo site do jornal Folha de S.Paulo mostra que o presidente Lula (PT) tem 47% das intenções de voto no cenário de 2º turno, contra 43% do senador Flávio Bolsonaro (PL).
O cenário é o mesmo registrado na pesquisa divulgada um mês atrás. Naquele levantamento, Lula aparecia com 47% e Flávio com 43%. O percentual de eleitores que não souberam ou não responderam ficou em 1%, abaixo dos 2% registrados em maio e dos 1% verificados em abril. Já os que declararam voto em branco, nulo ou nenhum somaram 8%. As informações são do g1.
Leia maisNo cenário de 1º turno, Lula lidera com 41% e fica dez pontos à frente de Flávio Bolsonaro, que tem 31%. Na sequência, aparecem Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos, ambos com 3%; Aécio Neves (PSDB), Augusto Cury (Avante), Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP), todos com 2%; e Cabo Daciolo (Mobiliza), Joaquim Barbosa (DC) e Rui Costa Pimenta (PCO), com 1% cada.

A pesquisa divulgada neste sábado é a segunda do instituto feita integralmente após a revelação das conversas que Flávio Bolsonaro pedia dinheiro a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que foi preso e é investigado por fraudes e lavagem de dinheiro.
É também a primeira desde que o governo de Donald Trump decidiu classificar as facções criminosas PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas e impor novas tarifas a produtos brasileiros. Ambas as medidas foram anunciadas após um encontro com Flávio Bolsonaro na Casa Branca e foram criticadas por Lula, que as vê como ataques à soberania nacional.
O Datafolha perguntou aos entrevistados se o eventual apoio de Trump a um candidato afetaria a sua decisão de voto, se aumentaria ou diminuiria a vontade de votar naquele candidato.
As respostas:
O Datafolha entrevistou 2.004 pessoas entre os dias 17 e 19 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro da pesquisa é BR-09956/2026.
Lula contra outros adversários
O instituto também simulou cenários de 2º turno com Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) contra o presidente Lula. Nesses casos, também há estabilidade, com pequenas variações dentro da margem de erro. Veja os números abaixo:
Lula x Caiado
Lula x Zema
O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), entidade que analisa a atuação e a influência de deputados e senadores no Congresso Nacional, divulgou a edição 2026 do levantamento “Cabeças do Congresso Nacional”, que identifica os parlamentares considerados mais influentes no processo decisório do Legislativo federal. O estudo considera apenas congressistas em efetivo exercício do mandato até junho de 2026, excluindo os licenciados para cargos no Executivo ou afastados no período de avaliação.
O estudo reúne 100 parlamentares considerados os mais influentes do país (sendo 69 deputados federais e 31 senadores) e destaca ainda um grupo adicional de 50 nomes em ascensão, formado por congressistas que vêm ampliando espaço político no Parlamento. A avaliação considera critérios como capacidade de liderança, negociação, condução de votações, articulação de bancadas e formulação de propostas com impacto na agenda legislativa.
Leia maisO Nordeste é a região que lidera o ranking nacional, somando 40 dos 100 parlamentares listados. Pernambuco aparece em primeiro lugar, com nove representantes, são eles: os senadores Teresa Leitão (PT) e Humberto Costa (PT), além dos deputados Carlos Veras (PT), Pedro Campos (PSB), Renildo Calheiros (PCdoB), Mendonça Filho (PL), Fernando Coelho Filho (União Brasil), Silvio Costa Filho (Republicanos) e Augusto Coutinho (Republicanos). Além dos 100 mais influentes, o levantamento também aponta 50 parlamentares em ascensão, entre eles estão os pernambucanos Felipe Carreras (PSB) e Túlio Gadêlha (PDT).
Na sequência, aparecem Bahia, Ceará e Paraíba, com seis representantes cada, seguidos por Maranhão (cinco), Alagoas (quatro), Piauí (dois) e Rio Grande do Norte e Sergipe, com um parlamentar cada. Entre os nordestinos de maior projeção nacional estão o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado; o senador Ciro Nogueira (PP-PI), ex-ministro da Casa Civil; o senador Camilo Santana (PT-CE); o senador Cid Gomes (PSB-CE); o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara dos Deputados; e o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).
O levantamento também inclui parlamentares de diferentes espectros políticos em nível nacional, como o deputado Aécio Neves (PSDB-MG), a deputada Bia Kicis (PL-DF), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), além de nomes da esquerda como a deputada Erika Hilton (PSOL-SP), a deputada Luiza Erundina (PSOL-SP), o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), a deputada Maria do Rosário (PT-RS) e a deputada Erika Kokay (PT-DF). Também aparecem o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) e Rodrigo Pacheco (PSB-MG), ex-presidente do Senado.
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