Por Jozailto Lima – JLPolítica
Ao morrer na madrugada desta quinta-feira, 25, aos 79 anos, o jornalista Diógenes Brayner já tinha nos deixado uma lição básica e elementar sobre o sacerdócio do jornalismo: a notícia é um trem vivo, deve ser tratada com respeito e nenhuma ideologia que a adultere deve repousar sobre ela.
A tradução real, líquida e certa disso é a de que nenhum noticiador deve se sentir superior à notícia. Muito menos aos personagens de quem ela trata.
Num tempo em que muitos dentro do mundo noticioso atuam para asfixiar a notícia, tirando o foco dela para si, sob o nome xaroposo e narcisista de digital influencer, o modus Brayner de ser constitui-se em uma causa nobre. Numa causa de reação.
Leia maisEra meritoso vê-lo, maduro e passado dos 70 anos, garimpando o ouro da apuração dos fatos com sua bateia de contatos, de liga-liga, de insistência.
Brayner deixou cravado, neste seu modo de ser, algo bom e óbvio: a notícia sempre foi e sempre será fruto de apuração intensa.
Quanto mais apuração, mais depurada e crível será a notícia. E não importa se você tem 70 anos e se comporta como um foca, um xereta iniciante.
Às vezes, para ser grande e preciso, é necessário até se parecer um ingênuo. O exemplo de Diógenes Brayner, que às vezes gostava de umas turras em nome de uma boa investigação, é para ficar numa galeria de comportamentos exemplares.
Vá em paz, companheiro, e mande notícias do mundo de lá!
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A prefeita de Sertânia, Pollyanna Abreu (PSD), anunciou apoio ao deputado federal Clodoaldo Magalhães (PV) como seu pré-candidato à Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. O movimento amplia a base política do parlamentar no Sertão do Moxotó. Segundo a gestora, a parceria tem sido construída por meio da atuação do deputado na destinação de emendas e na articulação de projetos voltados às áreas de saúde, infraestrutura e educação do município.
“A atuação de Clodoaldo em Brasília já trouxe resultados concretos para Sertânia. Com esse respaldo, ampliamos sua base e garantimos que ele continue ainda mais forte defendendo os nossos projetos”, afirmou Pollyanna. Clodoaldo Magalhães agradeceu o apoio e reafirmou o compromisso com o município. “Sou grato à prefeita e ao povo de Sertânia. Vamos seguir trabalhando juntos para trazer ainda mais recursos e oportunidades para o nosso povo. Essa é uma parceria de resultados”, declarou.
Por Rogério Carvalho*
O falecimento de Diógenes Brayner é mais que uma grande perda para o jornalismo sergipano. É, de certa forma, o símbolo de uma passagem de tempo: a despedida de uma geração que fez da reportagem um ofício de presença, paciência e escuta, em contraste com um presente cada vez mais apressado, barulhento e condicionado por métricas e pela disputa permanente por atenção, ainda que efêmera e fluida.
Os últimos anos têm sido particularmente cruéis com a imprensa sergipana. Nomes como Clara Angélica, Ivan Valença, Yara Belchior, Euler Ferreira e Eugênio Nascimento deixaram vazios que dificilmente serão preenchidos.
Leia maisCada um, à sua maneira, ajudou a formar uma memória profissional e afetiva do jornalismo local. A morte de Brayner, portanto, não chega isolada: ela se soma a uma sequência de perdas que nos dá a impressão de estarmos assistindo ao fechamento de uma redação inteira, não apenas à partida de indivíduos.
Brayner pertencia a uma cepa de profissionais que o mundo e o tempo tornaram mais raros. Mais que jornalista, era também um ator político: alguém que compreendia os movimentos do poder, acompanhava seus personagens, percebia seus silêncios e sabia que, muitas vezes, uma notícia nasce antes de ser anunciada. Durante décadas, sua Coluna Plenário foi referência para quem queria entender não apenas o que havia acontecido, mas o que poderia estar por trás dos acontecimentos.
Brayner tinha perfeita consciência do impacto que exercia na política sergipana. Nesse aspecto, lembrava nomes de outra tradição do jornalismo brasileiro, como Carlos Lacerda, Assis Chateaubriand e Hélio Fernandes: profissionais que não apenas narravam a política, mas interferiam no modo como ela era lida, discutida e, em alguma medida, praticada. Evidentemente, cada um com suas contradições e circunstâncias, mas todos pertencentes a um tempo em que a imprensa tinha menos ferramentas tecnológicas e, paradoxalmente, talvez mais centralidade no debate público.
Brayner representava um modelo de jornalismo que dependia menos da autopromoção e mais da credibilidade acumulada. A autoridade não vinha do número de seguidores, mas da confiança construída ao longo dos anos. Não era uma confiança abstrata: era resultado de convivência, memória, acertos, erros, correções e, principalmente, de uma relação quase artesanal com a notícia e as fontes.
Isso acontecia porque, antes de mais nada, Brayner era repórter – a condição mais nobre no jornalismo. E um grande repórter. Talvez por isso cultivasse profundo respeito pelas fontes. Ia atrás da notícia, mas era ainda mais cuidadoso na verificação de sua veracidade, na rigidez da apuração.
Hoje, temos a sensação de que o jornalismo é cada vez mais condicionado por uma lógica que nem sempre nasceu dentro das redações. O que antes era medido pela relevância pública, pela consistência da apuração e pela capacidade de iluminar temas complexos passou a disputar espaço com indicadores como engajamento, alcance, retenção e viabilidade comercial. O tal do algoritmo.
Não há, nisso, necessariamente uma condenação. Os tempos mudam, as linguagens mudam, as plataformas mudam. Há influenciadores responsáveis, há jornalistas que aprenderam a dialogar com as novas ferramentas e há públicos que encontraram nas redes sociais formas legítimas de expressão e participação. O problema aparece quando a lógica da atenção passa a ocupar o lugar da lógica da informação; quando o impacto imediato vale mais que a precisão; quando parecer o primeiro se torna mais importante do que informar corretamente.
É nesse contraste que a figura de Brayner ganha ainda mais significado. Ele vinha de um tempo em que a notícia exigia deslocamento, conversas reservadas, telefonemas insistentes, leitura de ambiente e, muitas vezes, silêncios. Um tempo em que a fonte era cultivada, não explorada; em que a informação precisava amadurecer antes de virar manchete; em que o jornalista era cobrado por sua palavra, não apenas por sua performance.
Talvez por isso sua partida pareça dizer mais do que a biografia de um profissional. Ela nos obriga a perguntar o que estamos perdendo junto com esses nomes. Perdemos repertório, memória, experiência, mas também uma certa forma de estar no mundo: menos ansiosa, menos refém da aprovação instantânea, mais comprometida com a densidade dos fatos.
Brayner, com seu faro aguçado de repórter e seu respeito absoluto às fontes, provavelmente percebeu essas transformações antes de muitos de nós. Talvez tenha visto, com lucidez, que o jornalismo que ele ajudou a construir já não ocupava o mesmo lugar. Talvez tenha compreendido que nenhuma geração permanece indefinidamente no centro da cena. E talvez tenha aceitado, como poucos conseguem aceitar, que chega um momento em todas as redações em que é preciso fechar a edição do dia.
Mas fechar a edição não significa encerrar a história. O legado de Diógenes Brayner permanece justamente naquilo que o jornalismo não pode abandonar, mesmo quando muda de suporte, ritmo e linguagem: a apuração rigorosa, a independência, a responsabilidade com a palavra e a consciência de que informar é também servir à vida pública.
Para pessoas como eu, Marcelo Déda, José Eduardo Dutra e tantos outros companheiros que aprenderam a lidar com a política a partir da militância nos movimentos sociais e fizeram disso uma missão e razão de vida, jornalistas como Brayner tiveram papel decisivo. Eram interlocutores, críticos, observadores atentos e, muitas vezes, testemunhas privilegiadas de uma geração que levou para as instituições as inquietações nascidas nas ruas, nos sindicatos, nas pastorais, nos grêmios, nos DCEs e nos partidos.
Entre a militância e o exercício do poder, havia sempre a necessidade de alguém capaz de registrar, questionar e interpretar esse percurso. Diógenes Brayner foi um desses nomes: acompanhando a política sergipana, ajudou a dar sentido público às trajetórias de quem fez dela uma extensão do seu compromisso ético e social.
*Médico e senador da República
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Se o leitor não conseguiu acompanhar a entrevista com o cantor e compositor Leninho de Bodocó ao quadro “Sextou”, do programa Frente a Frente, ancorado por este blogueiro e exibido pela Rede Nordeste de Rádio, não se preocupe. Clique aqui e confira. Está incrível!
Diversos países do mundo lamentaram os terremotos que devastaram a Venezuela na quarta-feira e anunciaram nesta quinta-feira (25) o envio de equipes de resgate e ajuda humanitária ao país sul-americano. O desastre natural deixou mais de 100 mortos e centenas de feridos.
A presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, agradeceu nesta quinta-feira à comunidade internacional pela solidariedade e afirmou que os primeiros socorristas estrangeiros devem chegar ao território venezuelano ainda nesta quinta. As informações são do g1.
Leia maisDelcy não especificou a logística da chegada dessas equipes, já que o principal aeroporto do país, o Simon Bolívar, em Caracas, sofreu danos pelo terremoto e foi fechado por segurança. Os socorristas estrangeiros se unirão às mais de 500 equipes venezuelanas que estão buscando vítimas entre os escombros.
O chefe do Escritório da ONU para Coordenação de Assuntos Humanitários, Tom Fletcher, afirmou nesta quinta que a ajuda humanitária à Venezuela requer um “esforço em massa e coletivo” dos outros países.
Veja abaixo o que cada país anunciou ter enviado à Venezuela para ajudar nos resgates:
O presidente Lula chamou a Venezuela de “país irmão” e prometeu enviar ajuda à Venezuela, porém não especificou o que. Ele disse ter pedido ao Itamaraty para coordenar o envio da ajuda necessária.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que o país enviará ajuda humanitária à Venezuela com equipes de resgate, recursos médicos e itens de ajuda humanitária.
O Departamento de Estado norte-americano confirmou o envio de uma equipe especializada em buscas urbanas com 80 resgatistas e seis cães. Segundo Rubio, a equipe enviada também terá um componente para prover imagens aéreas.
O presidente francês, Emmanuel Macron, disse que enviou à Venezuela 85 socorristas de equipe especializada em operações de busca e salvamento em estruturas desabadas.
O governo suíço afirmou que enviará à Venezuela 80 socorristas, 8 cães de resgate e 18 toneladas de suprimentos humanitários.
O governo espanhol anunciou que 54 membros da Unidade Militar de Emergência (UME) estão “preparados” para participar de operações de resgate na Venezuela.
O governo da Holanda anunciou que enviará uma equipe de busca e resgate que inclui socorristas, cães farejadores e equipamentos, além de um pacote de ajuda de dois milhões de euros (cerca de R$ 11,8 milhões).
O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, também disse que vai enviar 300 socorristas e paramédicos, além de 50 toneladas de equipamentos, medicações e suprimentos de primeira necessidade.
Outros países do mundo também disseram que vão ajudar a Venezuela com o que puder, só que não especificaram o que enviariam ao país. É o caso de México, Chile, Portugal, Turquia, Índia e Catar.
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O número de mortos por conta dos terremotos na Venezuela subiu nesta sexta-feira (26) para 920 pessoas, segundo um balanço atualizado do governo venezuelano às 14h20 de Brasília.
Um balanço divulgado mais cedo nesta sexta também afirma que há 2.980 feridos.
Na noite de quarta-feira (24), dois terremotos em sequência atingiram a região norte do país, onde fica Caracas. Além das mortes, os tremores derrubaram prédios e deixaram um rastro de destruição na capital venezuelana e arredores. Os sismos foram os mais fortes no país em mais de 100 anos. As informações são do g1.
Leia maisO novo balanço foi divulgado pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, e é provisório — a Organização das Nações Unidas (ONU) e o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) estimam que o número de vítimas possa ser bem maior, levando em conta a força do terremoto, a falta de estrutura e as áreas densamente populosas que foram atingidas.
O Escritório de Ajuda Humanitária da Organização das Nações Unidas (ONU) estima que o número de desaparecidos na tragédia seja de mais de 50 mil.
Na quinta-feira (25), Rodríguez, que é irmão da presidente Delcy Rodríguez, disse também que havia ainda 200 pessoas presas nos escombros. Ele também afirmou que o governo registrou, até agora, 250 edifícios que foram totalmente derrubados ou sofreram danos.
A presidente interina anunciou ainda que seu governo vai “militarizar” o estado de La Guaira, uma das regiões mais afetadas pelos terremotos. La Guaira, uma área costeira que fica nos arredores de Caracas, está dentro da chamada “zona de desastre” estipulada também pelo governo venezuelano.
Equipes de resgate agora lutam para encontrar desaparecidos e retirar pessoas dos escombros.
Pelas redes sociais, há também vários relatos e imagens de edifícios que desabaram.
Vários países, entre eles Estados Unidos e Brasil, anunciaram que enviarão equipes para auxiliar nas buscas. Nesta sexta-feira (26), a ajuda começou a chegar à Venezuela.

Os dois terremotos que abalaram a Venezuela ocorreram em um intervalo de menos de um minuto e com uma diferença de 5 quilômetros entre eles. O epicentro do tremor mais forte foi registrado na cidade venezuelana de El Guayabo, a 168 km da capital Caracas.
Réplicas ocorreram em cidades costeiras perto da capital venezuelana, como La Guaira, que ficou fortemente destruída. O aeroporto internacional de Caracas também foi fechado.
Além da intensidade dos tremores — de magnitudes 7,2 e 7,5 — a baixa profundidade dos dois abalos também explica o rastro de destruição deixado. Isso porque, quanto mais perto do solo, mais o terremoto é sentido.
Os tremores também ocorreram em áreas densamente populadas. Um cálculo feito pelo Serviço Geológico dos EUA estimou, com base nessas variáveis, que o número de mortos possa passar de 10 mil pessoas.
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O Hospital Regional José Fernandes Salsa (HRJFS), em Limoeiro, está concluindo a instalação de um novo aparelho de raio-X digital adquirido por meio de uma emenda parlamentar de R$ 200 mil destinada pelo deputado estadual Henrique Filho (PP). O equipamento entrará em funcionamento durante as obras de reforma, ampliação e modernização da unidade. Nesta semana, o parlamentar visitou o hospital e acompanhou a instalação ao lado do diretor-geral, o médico Jaciel Soares.
Segundo Jaciel Soares, o novo equipamento é totalmente informatizado e permitirá ampliar a capacidade de atendimento da unidade. “É um equipamento totalmente moderno, computadorizado, que proporciona imagens de melhor qualidade e amplia nossa capacidade de atendimento. A emenda do deputado Henrique Filho foi fundamental para que esse investimento se tornasse realidade e para que a população passe a contar com um serviço mais eficiente”, afirmou. O deputado também destacou que o investimento busca fortalecer a estrutura da saúde pública e melhorar o atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
Referência para o Agreste Setentrional e a Mata Norte, o Hospital Regional José Fernandes Salsa realiza mais de seis mil atendimentos por mês e passa por obras de reforma, ampliação e modernização. De acordo com o Governo de Pernambuco, a intervenção prevê investimentos próximos de R$ 30 milhões. O hospital também recebeu, em 2021, cerca de R$ 400 mil em emendas parlamentares destinadas por Henrique Filho para a aquisição de equipamentos e mobiliário para a unidade.
Depois de gastar milhões com a instalação e adesivação de tapumes de obras, a gestão da governadora Raquel Lyra (PSD) começa, quase que literalmente, a “rasgar” dinheiro público. Nesta sexta-feira (26), funcionários a serviço do Governo de Pernambuco foram vistos raspando a estrutura metálica que cerca o Memorial Arcoverde, em Olinda. O objetivo é inviabilizar a leitura da marca da atual gestão por conta da proximidade do período eleitoral, que impõe restrições à publicidade governamental.
A partir de 4 de julho, os sites e as redes sociais da administração estadual terão que ficar fora do ar ou só veicular informações de interesse público que não resultem em promoção da gestão, como campanhas de saúde. Além disso, todas as aparições do logotipo do Governo Raquel Lyra em placas, veículos e prédios públicos terão que ser encobertas ou substituídas pelo brasão do Estado em sua forma original e neutra, sem estilizações que permitam identificar o governo de Raquel.
Leia maisÉ nesse ponto que milhões em recursos públicos serão jogados fora. Para encobrir as marcas atuais do governo, Raquel vai ter que gastar mais com adesivos ou simplesmente mandar rasgar os materiais gráficos que já foram impressos. Mesmo tendo conhecimento do prazo apertado, o governo colocou na rua, em fevereiro deste ano, uma licitação de R$ 6,8 milhões para a instalação de estruturas metálicas no entorno de canteiros de obras. O edital previa que, do valor total, R$ 2,1 milhões seriam destinados à adesivação dos tapumes. Todo esse material adquirido com dinheiro público terá que ser danificado nos próximos dias por conta da legislação eleitoral.
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O Sextou, programa musical que ancoro às sextas-feiras no lugar do Frente a Frente, recebe hoje o cantor, compositor e engenheiro agrônomo Leninho de Bodocó, um dos nomes mais representativos do forró pé de serra produzido na Chapada do Araripe. Nascido no Crato, no Ceará, e radicado desde a infância em Bodocó, no Sertão de Pernambuco, o artista transformou a paisagem, a cultura e o cotidiano sertanejos em matéria-prima de sua obra.
Autor de dezenas de canções gravadas por artistas como Alcymar Monteiro, Flávio Leandro, Waldonys, Nádia Maia, Joquinha Gonzaga, Fábio Carneirinho e Maria Lafaiete, Leninho também é parceiro de compositores como Chico Bezerra, Flávio Leandro, Maciel Melo, Zé Maria Marques e Josildo Sá. Entre suas composições mais conhecidas estão Tempo, Acalme a Pressa, Fonte do Sertão, Do Exu a Liverpool e Pedra do Claranã.
Leia maisNo programa, Leninho relembra a repercussão de Acalme a Pressa, composta com Josildo Sá durante a pandemia e posteriormente gravada por Alcymar Monteiro, fala sobre o hino do centenário de Bodocó, escrito em parceria com Flávio Leandro, e conta histórias por trás de canções que homenageiam o sertão, sua família e a cultura nordestina. O artista também destaca o romantismo como uma das marcas de suas composições.
O Sextou vai ao ar das 18h às 19h, pela Rede Nordeste de Rádio, que reúne 48 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife. Para ouvir pela internet, acesse o link do Frente a Frente no topo desta página ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na Play Store.
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O pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), realizou, nesta sexta-feira (26), uma caminhada pelo centro de Paulista, na Região Metropolitana do Recife. Durante a agenda, ele percorreu o comércio da Avenida Siqueira Campos, conversou com comerciantes e moradores, visitou o Mercado Público de Paratibe e participou de um almoço com lideranças políticas do município.
Durante a visita, João Campos afirmou que pretende manter atenção às demandas da cidade e da Região Metropolitana. “O dia hoje foi de caminhar em Paulista, no Mercado de Paratibe, no comércio da Siqueira Campos, de conversar com as pessoas e reafirmar o nosso compromisso de cuidar de Pernambuco, de Paulista, da Região Metropolitana. Conheço bem essa realidade. Governei o Recife por cinco anos, fui o deputado mais votado de Paulista e aqui vocês têm o meu compromisso de que vão ter um governador de verdade, que trabalha e sabe tirar do papel aquilo que é importante”, declarou.
A agenda contou com a participação do pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), da pré-candidata ao Senado Marília Arraes (PDT), dos deputados estaduais Júnior Matuto (Republicanos), ex-prefeito de Paulista, Mário Ricardo (Podemos), ex-prefeito de Igarassu, e Francismar Pontes (PSB), além de vereadores e outras lideranças que apoiam a Frente Popular.
A estética do sorriso vai muito além da simples aparência, pois ela está profundamente ligada à autoestima e às relações sociais. Cuidar da saúde bucal não é apenas uma questão de vaidade, mas um aspecto crucial do autocuidado que pode influenciar significativamente a vida cotidiana das pessoas.
Problemas bucais, como cáries e gengivite, podem gerar desconforto físico e emocional, levando ao isolamento social e à diminuição da confiança.
Especialistas demonstram que um sorriso saudável está diretamente associado a uma autoestima elevada. Quando as pessoas se sentem bem com a aparência de seus dentes, tendem a sorrir mais e a se sentirem mais confiantes em interações sociais.
Leia maisPor outro lado, problemas bucais podem levar a constrangimentos e inseguranças, fazendo com que indivíduos evitem situações sociais e se isolem. A percepção negativa de si mesmo pode afetar não apenas a vida social, mas também o desempenho profissional e acadêmico.
Muitas pessoas, ao enfrentarem situações de pressão, desenvolvem hábitos prejudiciais, como o bruxismo (ranger dos dentes) e a má higiene oral. Além disso, o estresse pode provocar alterações hormonais que afetam a saúde das gengivas, aumentando o risco de doenças periodontais.
A relação entre saúde mental e saúde bucal é, portanto, bidirecional: problemas bucais podem agravar a ansiedade, e, por sua vez, a ansiedade pode piorar a saúde bucal.
Para prevenir problemas bucais relacionados ao estresse, é fundamental adotar práticas de autocuidado. Isso inclui manter uma rotina de higiene dental rigorosa, com escovação adequada e uso do fio dental.
Além disso, técnicas de gerenciamento do estresse, como meditação e exercícios físicos, podem ser benéficas. Consultar um dentista regularmente é essencial para identificar e tratar precocemente quaisquer problemas bucais.
Cuidar da saúde bucal é uma forma de autocuidado que reflete o amor-próprio e a valorização pessoal. Um sorriso saudável não apenas melhora a estética, mas também promove bem-estar emocional e social.
Investir em tratamentos odontológicos, como clareamento e ortodontia, pode ser uma maneira eficaz de aumentar a autoestima e melhorar a qualidade de vida. Para aqueles que enfrentam dificuldades financeiras, é importante saber que podem recorrer a clínicas-escola em uma faculdade de odontologia, que oferecem tratamentos a preços acessíveis ou até mesmo gratuitos.
O sorriso é uma ferramenta poderosa nas interações sociais. Ele comunica alegria, simpatia e abertura, facilitando conexões com os outros. Um sorriso saudável pode abrir portas em diversas situações, desde entrevistas de emprego até encontros sociais.
Quando as pessoas se sentem bem com seu sorriso, estão mais propensas a se envolver em atividades sociais, o que, por sua vez, contribui para uma vida mais plena e satisfatória.
Em resumo, a saúde bucal é um componente vital da autoestima e das relações sociais. Cuidar do sorriso vai além da estética; é uma forma de autocuidado que impacta diretamente a qualidade de vida. Investir na saúde bucal é, portanto, um passo importante para promover bem-estar emocional e fortalecer as conexões sociais.
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BLOG DO FREDSON PAIVA
Em uma região onde a água representa sobrevivência, produção agrícola e desenvolvimento econômico, a regularização de poços artesianos junto à Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC) tem sido alvo de duras críticas por parte de agricultores, criadores e proprietários rurais do Sertão do Araripe.
Segundo relatos de usuários do sistema, o processo para obtenção da outorga de uso da água subterrânea tornou-se excessivamente burocrático, caro e demorado. Pequenos produtores afirmam que precisam desembolsar entre R$ 7 mil e R$ 10 mil para reunir toda a documentação técnica exigida, contratar consultorias especializadas, realizar testes de vazão, levantamentos geológicos, mapas, coordenadas geográficas e demais estudos necessários para instruir o pedido.
Leia maisEntre os documentos e informações normalmente exigidos estão:
· Requerimento de outorga
· Documentos pessoais do proprietário
· Comprovante de posse ou propriedade do imóvel
· Cadastro Ambiental Rural (CAR), quando aplicável
· Coordenadas geográficas do poço
· Relatório técnico do poço
· Perfil construtivo
· Teste de bombeamento e vazão
· Análise da qualidade da água
· Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)
· Planta ou croqui de localização
· Informações sobre finalidade de uso da água
· Volume pretendido de captação
· Dados do equipamento de bombeamento
· Relatório de limpeza e manutenção do poço elaborado por profissional habilitado com CREA
· Comprovação de manutenção periódica do sistema de captação
· Licença de Operação da CPRH, quando a água for destinada à comercialização por caminhões-pipa
· Estudos complementares eventualmente exigidos durante a análise
O que mais causa indignação, segundo produtores da região, é que, mesmo após reunir toda essa documentação e investir valores elevados para a realidade do sertanejo, o processo pode permanecer parado por mais de um ano aguardando análise.
A sensação relatada por muitos usuários é de completa insegurança. Depois de gastar milhares de reais, ninguém sabe ao certo quando o processo será concluído ou se a outorga será efetivamente concedida.
Em situações de comercialização de água por caminhões-pipa, os custos podem ser ainda maiores, uma vez que outras exigências ambientais e licenças complementares passam a integrar o processo.
A crítica recorrente é que o sistema parece ter sido estruturado sem considerar a realidade do pequeno produtor rural do semiárido pernambucano.
Produtores defendem que a APAC promova uma revisão dos procedimentos, reduza a burocracia, amplie a assistência técnica aos pequenos usuários e estabeleça prazos razoáveis para análise dos processos.
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