Coluna da segunda-feira

Evilásio lidera, mas não tem apoio

Maior colégio eleitoral do Sertão do Araripe, com cerca de 60 mil eleitores, Araripina, a 622 km do Recife, traz um cenário inusitado na pesquisa do Instituto Opinião que este blog postou, ontem, com exclusividade: o vice-prefeito Evilásio Matheus, do PDT, lidera com folga, 48%, mas não tem ainda o apoio do prefeito Raimundo Pimentel, do União Brasil.

Faltando praticamente três meses para as convenções, que acontecem em julho, Pimentel não deu nenhuma sinalização quanto ao candidato do grupo que terá o seu apoio efetivo. Pimentel, aliás, tem tudo para se converter num cabo eleitoral em potencial: sua gestão tem amplo apoio popular, algo em torno de 74% dos entrevistados aprovam o seu governo.

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O depoimento do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, ainda não havia acabado na CPI do Crime Organizado e ele já era alvo de críticas de petistas e assessores no Palácio do Planalto. A reclamação central era que Galípolo teria “poupado” seu antecessor, Roberto Campos Neto, apontado pelos petistas e pelo presidente Lula como responsável pelas facilidades criadas para o Banco Master praticar suas fraudes bancárias.

O presidente do Banco Central já vinha sendo criticado por assessores de Lula e petistas por causa dos juros altos. Agora, foi criticado por ter dito na CPI que não há nada dentro do BC apontando que Roberto Campos Neto tenha feito algo de errado desde a criação do Master até o processo de liquidação do Banco Master. As informações são do blog do Valdo Cruz.

Jaboatão dos Guararapes - Coleta de Lixo

Por Antonio Magalhães*

O ovo, uma maravilha da engenharia biológica, vem transcendendo suas funções vitais de reproduzir a vida em seres ovíparos e alimentar animais e humanos para atuar na política brasileira com muito destaque: um poderoso togado, conhecido como “cabeça de ovo” por sua calvície, complica mais a vida dos brasileiros do que os efeitos negativos pelo consumo descontrolado do alimento.

Como efeito colateral por críticas a esta figura ovoide, o fulano corre o risco de sofrer uma investigação policial, processo judicial ou até mesmo prisão. Um perigo pior do que a infecção pela bactéria Salmonela, que infecta 1% dos ovos de galinha e pode levar à morte crianças e idosos. E, curiosamente, como o ciclo reprodutivo das galinhas que libera um ovo a cada 24 horas, o espaço de tempo das crises políticas nacionais têm quase o mesmo ritmo: uma denúncia de corrupção ou outro mal-feito é substituída por um crime semelhante em dias, assim sucessivamente.

Petrolina - Destino

Nota de esclarecimento

A minha empresa RI Consulting, fundada em 2019, presta serviço de consultoria política e empresarial para várias associações e federações do setor produtivo nacional. Faço acompanhamento de projetos de lei de interesse dos clientes que estão tramitando nas câmaras municipais, assembleias legislativas e Congresso Nacional.

Com o Banco Master, a RI Consulting fez contrato para acompanhar a tramitação da reforma tributária no Congresso Nacional e acompanhamento de projetos de lei nos estados e municípios.

Nunca fiz reunião com Banco Central, BRB ou qualquer instituição citada nas investigações do Banco Master. Enquanto durou o meu contrato, enviei mensalmente relatório de serviços que, inclusive, tive o cuidado de registrar em cartório uma ata notarial.

Silvio Costa – ex-deputado federal e proprietário da RI Consulting

Ipojuca - IPTU 2026

Metrópoles

O banco Master repassou R$ 1,1 milhão para a RI Consulting, empresa do pai do ex-ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho. Os dados foram repassados pela Receita Federal à CPI do Crime Organizado no Senado e obtidos pela reportagem.

O ex-deputado federal de Pernambuco Silvio Costa, pai do ex-ministro de Lula, configura como sócio na RI Consulting. O administrador é o empresário Carlos Antônio da Costa Cavalcanti Neto. Os repasses recebidos do Banco Master pela empresa foram feitos ao longo de 2025.

A RI Consulting Assessoria e Consultoria Empresarial e Governamental Ltda é registrada na Receita Federal como uma empresa de consultoria em tecnologia da informação, publicidade, organização de feiras, congressos e exposições e serviço de levantamento de fundos. O ex-ministro ainda não se manifestou sobre o caso.

Caruaru - IPTU

Com uma gestão municipal marcada por investimentos em saúde e infraestrutura, o município de Ipojuca recebe – de ontem (7) até esta quinta-feira (9) – o XVI Congresso do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Pernambuco (COSEMS/PE). O evento reúne gestores, secretários e profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) de diversas regiões do estado, no Centro de Convenções do Hotel Armação.

A realização do congresso no município ocorre em um cenário de maior protagonismo de Ipojuca na articulação de políticas públicas e na organização da rede de serviços. A abertura contou com a presença do prefeito Carlos Santana, que acompanhou o início das atividades e ressaltou a importância de receber um encontro voltado à qualificação da gestão municipal em saúde. Segundo ele, a troca de experiências entre os municípios contribui para decisões mais eficientes e alinhadas às realidades locais.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Será lançado hoje, às 18h, na Livraria Jaqueira, no Bairro do Recife, o livro “Eduardo Campos – em histórias”, escrito pelos jornalistas Evaldo Costa e Ítalo Rocha Leitão. São 48 histórias que retratam o ex-governador de Pernambuco no seu tempo de criança, adolescente, jovem e adulto.

Em cada relato há traços biográficos de Eduardo Campos: sua formatura aos 20 anos em Economia pela UFPE, seu primeiro cargo público (chefe de gabinete do governador Miguel Arraes, seu avô), deputado estadual, 3 vezes deputado federal, ministro de Ciência e Tecnologia no primeiro governo de Lula em 2002, governador de Pernambuco por 2 mandatos e candidato à presidência da República em 2014.

O livro mostra ainda como Eduardo Campos conheceu seu avô Miguel Arraes no exílio, em Argel, capital da Argélia, e também sua participação na campanha vitoriosa de Arraes ao Governo de Pernambuco, em 1986, que teve como uma das marcas os versos de Louro do Pajeú cantados por Zeto do Pajeú: “Volta Arraes ao Palácio das Princesas, vai entrar pela porta que saiu”.

Palmares - IPTU 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, ontem, que cargos públicos não devem ser usados para enriquecimento pessoal. A declaração foi feita em entrevista ao ICL Notícias. Segundo Lula, salários de funções como deputado, governador e presidente não permitem que alguém fique rico. “Se alguém ficou rico durante o mandato, é porque teve outras coisas para ficar rico”, disse.

O presidente também afirmou que quem entra na política com esse objetivo não deveria ocupar o cargo e defendeu investigações rigorosas em casos de suspeitas de irregularidades.

O Partido Liberal (PL) avalia mais um nome feminino para ser vice do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ): o da deputada federal Clarissa Tércio, do PP de Pernambuco.

Como mostrou a Coluna do Estadão, a senadora Tereza Cristina (PP-MS), que era considerada o nome mais forte, foi taxativa ao dizer que não estava nos seus planos compor a chapa do senador.

Clarissa está em seu primeiro mandato de deputada federal, mas cumpre os requisitos buscados por integrantes da campanha de Flávio: ser mulher e do Nordeste, onde a direita tem dificuldade de conquistar votos.

A deputada de 41 anos confirmou ter sido procurada por integrantes da sigla para tratar sobre a vaga de vice. “Fui sondada por algumas lideranças da direita, mas não participei de nenhuma reunião com o Flávio”, disse a parlamentar, que afirmou que aceitaria o convite.

“Eu estou na política por missão e me dedico muito ao que faço. Quando acredito numa coisa costumo dar tudo de mim. Com toda a certeza eu aceitaria o convite, se fosse algo para agregar e se chegar a ser um convite”, completou parlamentar.

Clarissa disse ser “grande defensora” do ex-presidente Jair Bolsonaro e acreditar que o filho 01 vai dar continuidade aos projetos do pai.

Quando pesquisas “estranhas” viram motivo de descrédito

O cenário político pernambucano atravessa um momento de inflexão em que a disputa eleitoral deixa de se restringir ao campo tradicional e passa a ser travada, também, no terreno sensível da credibilidade das pesquisas de opinião. Nesse contexto, a circulação recente de levantamentos controversos acabou por produzir um efeito colateral indesejado para a base governista.

No epicentro desse movimento está a governadora Raquel Lyra (PSD), cuja articulação política se vê tensionada após a divulgação de pesquisas encomendadas. Os números apresentados — que colocam a gestora à frente de João Campos — destoam de maneira significativa do conjunto mais amplo de levantamentos disponíveis e da percepção consolidada no meio político, que aponta o ex-prefeito do Recife como líder absoluto nas intenções de voto.

Por Igor Maciel – JC

A disputa pelo Senado em Pernambuco revela um movimento bastante pragmático dentro da polarização entre esquerda e direita. Dois pré-candidatos, em entrevista recente ao programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal, chamaram a atenção por isso. Em vez de confronto direto entre campos ideológicos, o que se desenha é um equilíbrio de malabares entre identidade política e pragmatismo eleitoral.

Candidatos que, em tese, deveriam se enfrentar, como Anderson Ferreira (PL) e Túlio Gadêlha (PSD), operam com cautela calculada, preservando espaços e evitando conflitos que possam custar votos decisivos.

O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou nesta quarta-feira (8) que vai conversar com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para marcar uma sessão do Congresso Nacional para votar vetos presidenciais, entre eles o veto ao PL da Dosimetria.

“E o meu desejo é, o mais rápido possível, nós fazermos uma sessão do Congresso Nacional para deliberarmos um assunto relevantíssimo e que carece da deliberação do Congresso, que é o veto ou a manutenção do veto do projeto de lei da dosimetria, votada no Congresso Nacional”, disse. As informações são do g1.

Ainda em rota pelo Sertão pernambucano, a passagem de João Campos (PSB) por Serra Talhada, nesta quarta-feira (8), abriu margem para o pré-candidato ao governo de Pernambuco repercutir algo que vem chamando de “coesão de chapa”. A visita foi acompanhada pela prefeita Márcia Conrado (PT), a pré-candidata ao senado Marília Arraes (PDT), o senador Humberto Costa (PT), além do pré-candidato a vice-governo, Carlos Costa (Republicanos), e outros aliados políticos.

Cercado de partidários que já receberam a chancela do presidente Lula (PT), Campos se sentiu à vontade para destacar o apoio que a Frente Popular pretende oferecer ao longo da campanha de reeleição do petista. As informações são do Blog da Folha.