Coluna da segunda-feira

Raquel não fez pedalada, garante Ranilson

No apagar das luzes da sua passagem pela presidência do Tribunal de Contas de Pernambuco, o conselheiro Ranilson Ramos quer entregar ao sucessor Valdecir Pascoal, que assume no próximo ano, as contas da instituição equilibradas.

Mas a governadora Raquel Lyra (PSDB) garfou R$ 50 milhões do orçamento do TCE para 2024 e Ranilson depende agora da boa vontade da Assembleia Legislativa em aprovar uma emenda à LOA (Lei Orçamentária Anual) enviada pelo Executivo para apreciação e votação na Casa.

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou nesta sexta-feira (11) um ofício ao presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, no qual cita uma “escolha seletiva” na retirada do sigilo, por André Mendonça, dos inquéritos e procedimentos ligados ao Banco Master. As informações são do g1.

Moraes pediu a derrubada imediata de todo e qualquer sigilo dos documentos. O ministro também solicitou o julgamento conjunto de duas petições em curso no tribunal sobre o caso:

Sebrae - Fazer dar certo

O presidente da Câmara de Vereadores de Arcoverde e candidato a deputado federal, Luciano Pacheco (MDB), realizou, nesta quinta-feira (10), uma caminhada de campanha pelas ruas da Cohab 1, em Arcoverde. Antes do ato, o candidato participou de uma ação porta a porta com moradores e comerciantes do bairro. Durante a mobilização, Pacheco defendeu a eleição de um representante do município para a Câmara dos Deputados. “Arcoverde terá a oportunidade de eleger um deputado da terra para chamar de seu”, afirmou.

Jaboatão dos Guararapes - Saúde nas escolas 2026

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de um inquérito para investigar a atuação do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, no financiamento do filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

A investigação apura os supostos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção. A apuração sobre o filme era conhecida, mas o foco na participação de Flávio veio à tona com a queda do sigilo do caso Master. O presidenciável nega irregularidades e diz que todos os recursos do filme foram privados. As informações são do jornal O GLOBO.

Caruaru - Minha rua nova

Empreendedores que desenvolvem atividades econômicas em Pernambuco poderão contratar até R$ 7,2 bilhões em financiamentos com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) em 2027. O valor foi apresentado nesta sexta-feira (11), durante evento realizado na Superintendência Estadual do Banco do Nordeste, com participação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), representantes do setor produtivo e instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal.

A maior parcela dos recursos, R$ 1,7 bilhão, será destinada ao financiamento de atividades de infraestrutura. Comércio e serviços e pecuária terão R$ 1,5 bilhão cada, enquanto a indústria contará com R$ 1,3 bilhão. Agricultura terá R$ 847 milhões, seguida pelo turismo, com R$ 214,6 milhões. Também estão previstos recursos para pessoas físicas (R$ 20 milhões).

Ipojuca - Na palma da sua mão

O candidato ao Governo de Pernambuco Ivan Moraes (PSOL) criticou o histórico familiar dos também candidatos Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) na política. “Pernambuco não precisa de uma casta de herdeiros”, disparou durante o debate promovido pela Rádio Cidade 99,7 FM nesta sexta-feira (11), em Caruaru, no Agreste.

A afirmação foi feita durante a apresentação inicial de Ivan. “A gente tem competindo como principais favoritos a duas candidaturas que vêm do mesmo centro ideológico, duas candidaturas que vêm de famílias tradicionais na política, que estão muito longe daquilo que as pessoas querem para a política”, disse. As informações são do Diario de Pernambuco.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O debate realizado hoje pela Rádio Cidade, em Caruaru, deixou claro o contraste entre os dois principais candidatos: de um lado, João Campos, seguro, apresentando fatos e falando sobre aquilo que fez no Recife. Do outro, Raquel Lyra, recorrendo ao passado para tentar justificar o que não conseguiu entregar no presente.

João mostrou, com exemplos concretos, que é possível fazer mais por Pernambuco e apontou caminhos para enfrentar problemas que continuam sem solução no estado, como segurança pública, abastecimento de água, saúde, infraestrutura e educação.

Raquel, por sua vez, não conseguiu prestar contas de forma convincente sobre os resultados do seu governo. Preferiu atribuir responsabilidades a gestões anteriores, anunciar ordens de serviço e prometer que Pernambuco vai mudar.

O problema é que Pernambuco já deveria ter mudado. Foram quatro anos de governo. E a população quer saber não apenas o que será feito daqui para frente, mas o que foi efetivamente entregue até agora.

João Campos defende que Pernambuco precisa, sim, mudar. Mas mudar de verdade, com trabalho, planejamento, capacidade de execução e resultados concretos, e não apenas com promessas.

No fim, o debate em Caruaru expôs duas realidades bem distintas: de um lado, a verdade dos fatos apresentados por João Campos. Do outro, as mentiras de Raquel Lyra ao esconder a falta de resultados atrás de explicações sobre o passado e promessas para o futuro.

Palmares - Forró Mares 2026

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) fugiu de uma pergunta sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro ao ser questionada pelo candidato ao Governo de Pernambuco Ivan Moraes (PSOL), durante o debate promovido pela Rádio Cidade 99,7 FM, em Caruaru. Em vez de responder diretamente sobre sua posição em relação ao governo Bolsonaro, Raquel direcionou a fala para as gestões anteriores do PSB e para a relação de seu governo com o presidente Lula (PT). “O governo do PSB anterior ao nosso brigou com três presidentes da República: brigou com Lula, com Temer, com Bolsonaro, com Dilma. E aí não é uma questão de ideologia, é uma questão de compreender que não se constrói pontes. Nós estamos construindo pontes e construímos com o presidente Lula e com o Governo Federal”, afirmou. Confira:

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

A provocação feita pelo candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) contra a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), durante o debate promovido pela Rádio Cidade 99,7 FM, em Caruaru, levou o blog a apurar a remuneração recebida pela chefe do Executivo estadual. Na tréplica, João chamou Raquel de “fura-teto”, afirmou que ela recebe como procuradora do Estado valor superior ao subsídio de governadora e questionou a constitucionalidade dos pagamentos. “Eu queria fazer um apelo à candidata Raquel, que ela pudesse devolver ao povo de Pernambuco esses mais de um milhão de reais que foram recebidos de forma inconstitucional, furando o teto e afrontando a nossa Constituição”, disparou.

A documentação consultada pelo blog mostra que Raquel continua recebendo pela carreira de procuradora do Estado durante o mandato. Em julho deste ano, o Portal da Transparência registra, em nome de Raquel Teixeira Lyra Lucena e com vínculo de procuradora do Estado, pagamentos de R$ 50.776,20 e R$ 10.155,24, que somam R$ 60.931,44. Levantamento dos pagamentos entre janeiro de 2023 e junho de 2026 aponta um total de R$ 2.211.744,08. O subsídio do cargo de governador de Pernambuco é de R$ 22 mil mensais.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) aproveitou a pergunta dirigida ao candidato ao Governo de Pernambuco Ivan Moraes (PSOL), no segundo bloco do debate promovido pela Rádio Cidade 99,7 FM, em Caruaru, para destacar programas sociais de sua gestão. Antes de perguntar ao adversário sobre suas propostas para reduzir a pobreza, Raquel citou o Mães de Pernambuco, que paga R$ 300 mensais a 100 mil mulheres, e as cozinhas comunitárias e solidárias. Na réplica, voltou aos números do governo, mencionou investimento anual de R$ 350 milhões no programa e destacou a geração de empregos com carteira assinada.

Ivan rebateu a governadora com os indicadores de pobreza e desemprego do Estado. O candidato afirmou que Pernambuco ainda tem quase 5 milhões de pessoas na faixa da pobreza e 1 milhão passando fome e lembrou que as cozinhas solidárias são uma política defendida pelo PSOL e financiada também com recursos do Governo Federal. Na tréplica, contestou o discurso de Raquel sobre geração de empregos: “Se aumentou o emprego e a gente continua sendo o segundo estado do país com o maior índice de desemprego, está difícil”, afirmou.

No início do segundo bloco do debate promovido pela Rádio Cidade 99,7 FM, em Caruaru, os candidatos passaram a fazer perguntas entre si, seguindo ordem definida por sorteio. Primeiro a perguntar, João Campos (PSB) escolheu Raquel Lyra (PSD) e cobrou explicações sobre o fechamento de 1.200 leitos hospitalares durante a atual gestão. O socialista também citou 150 mil cirurgias que teriam deixado de ser realizadas e o fechamento de dois hospitais. Raquel, porém, não respondeu diretamente ao ponto levantado e concentrou a fala em investimentos, reformas e novos equipamentos da rede estadual.

Na réplica, João insistiu no tema e acusou a governadora de não responder à pergunta. “Lamento que a candidata não tenha respondido porque fechou os 1.200 leitos. Isso é um fato, não é uma opinião, dito pelo Ministério da Saúde”, afirmou. Em seguida, comparou os números com sua passagem pela Prefeitura do Recife e disse ter aberto mais de 190 leitos. “Enquanto a candidata Raquel fechou 1.200 leitos, como prefeito, abrimos mais de 190”, declarou.

A justificativa de Raquel só veio na tréplica. “Os leitos fechados eram leitos Covid, e todo mundo sabe que depois da Covid precisava fechar leitos”, disse. A governadora afirmou ainda que sua gestão já entregou 600 leitos e mantém novos hospitais em construção. Antes de encerrar a troca, João voltou a pressionar a adversária e questionou se o governo estadual havia inaugurado alguma UPA.

Três dos oito candidatos ao Governo de Pernambuco participam, nesta sexta-feira (11), dos primeiros debates da campanha, a 23 dias da votação. Daqui a pouco, às 9h, Raquel Lyra (PSD), João Campos (PSB) e Ivan Moraes (PSOL) se enfrentam no teatro do Shopping Difusora, em Caruaru, em debate promovido pela Rádio Cidade 99,7 FM, com transmissão ao vivo pelo canal da emissora no YouTube.

O primeiro bloco do debate entre candidatos ao Governo de Pernambuco, promovido pela Rádio Cidade 99,7 FM, em Caruaru, foi marcado pelo confronto entre João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) sobre os resultados de suas gestões. Ao apontar a desigualdade social como principal desafio do Estado, João afirmou que Pernambuco precisa de “um governo que funcione, que não trabalhe apenas em ano de eleição” e comparou ações realizadas durante sua passagem pela Prefeitura do Recife com a atual administração estadual. Raquel, por sua vez, disse ter recebido uma “casa desmantelada” e sustentou que, em três anos e meio, seu governo investiu mais em diferentes áreas do que a gestão estadual anterior em oito anos.

João destacou a ampliação das vagas em creches e dos investimentos públicos no Recife e prometeu duplicar o número de escolas técnicas de Pernambuco, ampliar o ensino integral e a assistência especializada em saúde no interior. Também anunciou a construção do Hospital Geral Metropolitano, com mais de 900 leitos, e do Hospital da Criança de Caruaru. “Essa eleição não se trata de um debate entre o presente e o passado. Quem está aqui está para discutir o presente e o futuro”, afirmou o socialista, em crítica ao discurso de Raquel sobre as condições em que encontrou o Estado.

A governadora citou investimentos em estradas, abastecimento de água, segurança e saúde e afirmou que 500 mil pessoas deixaram a extrema pobreza durante sua gestão. Raquel também destacou a entrega do Hospital da Mulher do Agreste e as obras do Hospital Mestre Dominguinhos, além de prometer novos investimentos caso seja reeleita. “Agora é importante saber onde a gente está para saber onde a gente quer chegar”, declarou. Ao defender a continuidade da gestão, a candidata afirmou que pretende governar por mais quatro anos para fazer Pernambuco “crescer sem deixar ninguém para trás”.