Assista a íntegra do podcast com Roberto Freire

Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o ex-senador e atual presidente do Cidadania, Roberto Freire, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!

Petrolina - Destino

De volta à presidência do Cidadania, o ex-senador Roberto Freire é o entrevistado do podcast ‘Direto de Brasília’ de hoje. Na pauta, o cenário nacional, os escândalos do INSS e do banco Master e a eleição presidencial. Freire é defensor da pré-candidatura ao Planalto do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD).

Ao longo de sua vida pública, Freire destacou-se na luta pelo fim da ditadura e pela retomada da democracia, sempre defendendo amplas alianças políticas e criticando os segmentos da esquerda menos favoráveis a acordos e composições com setores da direita política.

Ipojuca - IPTU 2026

De volta à presidência do Cidadania, o ex-senador Roberto Freire é o entrevistado do podcast ‘Direto de Brasília’ de hoje. Na pauta, o cenário nacional, os escândalos do INSS e do banco Master e a eleição presidencial. Freire é defensor da pré-candidatura ao Planalto do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD).

Caruaru - Quem paga antes, paga menos

Vencer a polarização política é o desafio para o Brasil em 2026, na visão do professor, sociólogo e cientista político Antonio Lavareda. Em entrevista ao podcast “Direto de Brasília”, ele projetou um discreto favoritismo do presidente Lula (PT), analisou as postulações da oposição e criticou o sistema político brasileiro, que permite eleger um Congresso Nacional completamente desalinhado em relação ao chefe do Executivo federal. “Está passando da hora de aderirmos a um semipresidencialismo”, disparou.

Professor, entre tantas dúvidas para 2026, qual é sua análise de cenário mais provável para o Brasil?

O maior desafio do Brasil hoje é como enfrentar e vencer essa questão da polarização. Vale lembrar que essa polarização não é simétrica, como será na França, com a extrema-direita enfrentando a extrema-esquerda. No Brasil, temos uma polarização que é de ultradireita versus centro-esquerda. Lula sempre fez governos transversais, que no popular se chama de balaio de gatos, de cores diferentes do ponto de vista ideológico ou frequências. Acredito que para melhorar o clima político do país, precisa ter um conjunto de circunstâncias, como uma economia caminhando bem, o país crescendo. Só o crescimento econômico ajuda a diminuir as tensões numa sociedade. Também precisa fazer um combate eficiente às fake news, enfrentar a necessidade de regulação das redes sociais, que é algo muito difícil no Brasil a preço de hoje. E precisa ter um aperfeiçoamento institucional, uma reforma do sistema eleitoral, além de pequenas reformas em todos os Poderes, haja vista essa crise na qual o Judiciário está mergulhado no momento.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Um dos campos políticos que mais cresceu na última década em disputas eleitorais – mesmo sem apresentar candidaturas competitivas – foi o chamado centrão. Ironicamente chamado de “lado sem lado”, o grupo que apoiou Jair Bolsonaro (PL) e hoje ainda figura na base do presidente Lula (PT) é quem garante a governabilidade, por vezes a um alto preço. Para o cientista político Antonio Lavareda, descobrir os rumos do centrão em 2026 é uma pergunta “instigante”.

“A resposta exata vale um milhão de dólares”, (risos). “Nós não temos uma resposta definitiva, como nada no centrão é definitivo. O centrão não é alguma coisa que tenha concretude, materialidade. Como eu digo, o centrão é uma entidade metafísica, é uma maçonaria sem loja. Ninguém jamais ouviu falar de quem é a diretoria do centrão, quem é a comissão dirigente. Não há presidente, não há o maior líder do centrão. As expressões são sempre ‘líderes do centrão’, ‘membros do centrão’, então ele é amorfo, não tem uma definição, e obviamente a marca principal dele é o pragmatismo, que por definição é contextual. Ou seja, a racionalidade se adapta às circunstâncias. E se as circunstâncias mudam, as posições mudam também. Mas acho que, a preços de hoje, se a decisão fosse nesse momento, boa parte do centrão liberará seus diretórios estaduais para apoiarem os candidatos à presidência que lhes convierem”, pontuou Lavareda, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

Palmares - IPTU 2026

O ano de 2026 começa praticamente dando a largada para a sucessão presidencial. E o atual ocupante da cadeira, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), inicia o último ano de seu terceiro mandato com “discreto favoritismo” para a reeleição, na visão do cientista político Antonio Lavareda. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o estudioso ressaltou que o pleito ainda não está definido, mas o cenário atual seria vantajoso para o atual mandatário da República.

“Nós vamos para uma eleição no ano que vem na qual deve ser dito: hoje, Lula é o favorito, mas com ele tem um discreto favoritismo. Não é um jogo jogado, a eleição de 2026 ainda não está resolvida. Vai depender de fatores internos da própria campanha, vai depender de escândalos, se a economia vai na direção projetada, se anda de lado ou até descarrila. Não é um jogo jogado, mas o Lula começa o ano com um discreto favoritismo. Vale lembrar que das nove eleições presidenciais que nós tivemos desde 1989, quem termina o ano anterior em primeiro lugar nas pesquisas, que é como o Lula termina hoje, ganhou a eleição em seis ocasiões”, destaca Lavareda.

Olinda - Refis últimos dias 2025

“A divisão faz a força”. É com essa precisão cirúrgica que o sociólogo e cientista político Antonio Lavareda define a eleição do ano que vem. Embora avalie o presidente Lula (PT) como favorito, o estudioso não vê o campo da direita desarrumado, como pregam alguns analistas políticos, e reforça o potencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-SP), recentemente ungido como candidato do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Flávio é tão competitivo quanto seria o pai se pudesse participar da eleição. O eleitor que votaria em Jair Bolsonaro provavelmente votará em Flávio. Não vejo grandes diferenças. Essa rejeição ao Flávio diminuirá ao longo do tempo, à medida que ficar mais claro para todo o eleitorado bolsonarista que ele de fato é um candidato ungido por seu pai. Então acho que ele terá de 90% a 95% daquele segmento eleitoral que votaria no ex-presidente. Não acho que o Flávio seria inviável. O que vai definir a eleição é a rejeição ao Lula. O candidato que o enfrentar no segundo turno vai ser diretamente beneficiado por essa rejeição. Então a aprovação e rejeição do Lula hoje são as variáveis básicas para a elaboração de qualquer prognóstico que se queira estimar com relação a 2026”, detalhou Lavareda, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

Jaboatão dos Guararapes - Coleta de Lixo

Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o professor, escritor, cientista político e sociólogo Antonio Lavareda, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!

O professor, escritor, cientista político e sociólogo Antônio Lavareda será o entrevistado do último podcast do ano Direto de Brasília, hoje. O programa é uma parceria deste blog com a Folha de Pernambuco, com transmissão para 165 emissoras no Nordeste.

Lavareda é pioneiro no Brasil nos estudos teóricos e na utilização de ferramentas de neuropolítica, mestre em Ciência Política e em Sociologia. É também um dos consultores mais bem-sucedidos em campanhas eleitorais no País, craque em pesquisas e análises de cenários eleitorais nacionais e internacionais.

O professor, escritor, cientista político e sociólogo Antônio Lavareda será o entrevistado do último podcast do ano Direto de Brasília, hoje. O programa é uma parceria deste blog com a Folha de Pernambuco, com transmissão para 165 emissoras no Nordeste.

Lavareda é pioneiro no Brasil nos estudos teóricos e na utilização de ferramentas de neuropolítica, mestre em Ciência Política e em Sociologia. É também um dos consultores mais bem-sucedidos em campanhas eleitorais no País, craque em pesquisas e análises de cenários eleitorais nacionais e internacionais.