A corridinha diária de 8 km, hoje, foi em Brasília, nas quadras residenciais entre a 202 e a 212 Norte. O frio já foi embora e a umidade relativa do ar baixou muito, em média 10%, só comparado a um verdadeiro deserto.
A corridinha diária de 8 km, hoje, foi em Brasília, nas quadras residenciais entre a 202 e a 212 Norte. O frio já foi embora e a umidade relativa do ar baixou muito, em média 10%, só comparado a um verdadeiro deserto.
Corri meus 8 km diários hoje, em Brasília, com a camisa estampando o símbolo do amor: o presente do Dia dos Pais das minhas enteadas Maria Beatriz e Maria Heloísa. Nada mais emocionante! Elas ao meu lado com minha Nayla, que ontem virou cidadã de Arcoverde, minha segunda pátria, onde temos uma choupana.
Conforme anunciado no 20º Prêmio Engenho de Comunicação – O Dia em que o Jornalista Vira Notícia, a partir desta edição, a premiação irá realizar uma série de ações educacionais direcionadas aos estudantes de Jornalismo. Nesse contexto, na próxima semana, vai acontecer o Festival de Jornalismo do Prêmio Engenho, nos dias 19 e 20 de agosto, das 8h30 às 12h30, no Auditório do Sistema CNA-Senar, em Brasília.
“Nosso principal objetivo é estimular a formação dos futuros jornalistas, com conteúdos e temas que o currículo acadêmico ainda não abrange”, conta a presidente do Prêmio Engenho, jornalista Kátia Cubel. A programação reúne jornalistas de renome, para compartilhar experiências e conhecimentos com estudantes dos cursos de Jornalismo das seguintes instituições: IESB, Uniceub, Universidade Católica de Brasília, UDF, UnB e IDP.
Os dois dias de capacitação visam proporcionar um espaço de diálogo qualificado sobre os desafios contemporâneos do Jornalismo, o papel da imprensa, as transformações do Jornalismo na era digital e o combate às fake news. No dia 19, o tema será Onde Estão os Empregos, com palestras e dois painéis: Empreendedorismo no Jornalismo e Jornalismo Especializado. No dia 20, haverá a oficina Entrevistas, Perfis e Biografias. Os patrocinadores do Festival de Jornalismo do Prêmio Engenho são: o Sistema CNA-Senar, Sistema Cofeci-Creci, Caixa e Governo Federal, Sesi e Senai do DF.
Acontece, neste domingo (10), o ato “Reaja, Brasil”, em Brasília, em defesa da anistia aos condenados pelos atos antidemocráticos no dia 8 de janeiro de 2023 e pelo impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
A carreata bolsonarista iniciou a concentração na Torre de TV às 8h30 e segue trajeto pelo Eixo Monumental até o condomínio Solar de Brasília, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) encontra-se em prisão domiciliar. As informações são do Correio Braziliense.
Leia maisO deputado distrital Thiago Manzoni (PL-DF) é um dos organizadores da manifestação. Segundo o parlamentar, o movimento é orgânico e o objetivo é que ações como essa sejam realizadas “até que a justiça seja restabelecida”, comentou Manzoni.
“Esse é o movimento do povo de Brasília que está muito insatisfeito e muito descontente com o cenário atual do Brasil. A impressão que eu tenho é que o povo não vai sair das ruas, até que a justiça seja restabelecida no Brasil e até que o Brasil volte a ser um estado de direito”, disse o deputado.
A advogada e membro da Associação dos Familiares e Vítimas do 8 de janeiro (ASFAV), Carolina Siebra, 38 anos, acredita que as decisões de Moraes em relação aos condenados estão “fora da Constituição” e têm “viés político”.
“O que aconteceu no dia 8 de janeiro foram atos de vandalismo, não existe golpe de Estado”, disse Carolina. Para ela, as pessoas devem ser punidas “mas dentro do escopo legal”.
O ourives Vanderlei Suguino, de 59 anos, defende que os processos dos envolvidos nos atos antidemocráticos saiam do STF e sejam julgados na justiça comum. Entre eles, Bolsonaro. “Como ele não tem mais foro privilegiado, o correto é tramitar na primeira instância”, comentou.
Mesmo a tarifa de 50% imposta ao Brasil em alguns produtos exportados aos Estados Unidos, prejudicando a economia brasileira e os setores atingidos pela medida, os manifestantes acreditam que só aconteceu devido à falta de negociação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e não por atuação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
O parlamentar já afirmou diversas vezes publicamente que tem atuado, com Paulo Figueiredo, para impor sanções a Moraes e ao Brasil até que a anistia aos envolvidos na tentativa de golpe de Estado seja concedida.
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O acidente com um avião planador na tarde de ontem, na pista do Aeroporto de Formosa (GO), no Entorno do Distrito Federal, é considerado quase um milagre para quem participou do resgate. Isso porque, mesmo com a aeronave quase partida ao meio devido ao violento choque contra o chão, o piloto de 45 anos não sofreu ferimentos graves.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o homem foi encontrado consciente, orientado e fora da aeronave, apresentando contusão no braço e na perna direitos, além de dores na região lombar. As informações são do portal Metrópoles.
Leia maisApós receber atendimento pré-hospitalar, o homem foi transportado ao Hospital Estadual de Formosa para avaliação médica, mas em condição estável.
A queda do avião ocorreu por volta das 16h30, quando o piloto se aproximava da pista para pousar. Ele perdeu o controle, bateu em uma árvore e atingiu o solo.
O Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar do Estado de Goiás atenderam a ocorrência da aeronave de prefixo PT/PFG, de cor branca, e encontraram o homem na cabeceira da pista.
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Em seu primeiro romance, ‘O Descobrimento da Terra’, Bruno Lago propõe uma reflexão sobre valores centrais da sociedade atual. O autor levanta questionamentos sobre fé, escolhas e lideranças espirituais: seguimos os deuses da forma correta? Estamos certos em nossas decisões? Quem são os nossos Messias?
Inspirado pelas referências históricas das Grandes Navegações, o livro apresenta uma narrativa distópica que remete à chamada “era do Descobrimento”. Após alcançar destaque na versão digital pela Amazon, a obra ganha agora edição impressa, publicada pela Editora Tagore. O lançamento será na próxima quinta-feira (14), em Brasília, na livraria Sebinho, a partir das 17h.
No enredo, a chegada de seres dourados com asas, vindos do espaço, remete à visão que os povos originários das Américas tiveram no século XVI ao confundir os colonizadores europeus com divindades. A trama convida o leitor a refletir sobre crenças, religião, fanatismo e os limites da humanidade diante do próprio ego. Assim como no passado, a população da Terra acolhe os novos visitantes. A dúvida que paira é: será que, novamente, haverá arrependimento?
Por Manoel Guimarães – especial para o Blog
O ex-interventor de segurança pública do Distrito Federal, Ricardo Cappelli (PSB), foi o primeiro nome lançado ao governo distrital, em oposição à atual gestão de Ibaneis Rocha (MDB). Para a missão, tem recorrido a estratégias que beiram o populismo, como morar por uma semana na casa de outras pessoas que vivem nas cidades satélites. O estilo, comparado ao do ex-governador do DF, Joaquim Roriz, não teria a mesma intenção, segundo Cappelli.
“O que estou fazendo é mergulhando na realidade das pessoas. Uma coisa é você fazer uma reunião e voltar para casa, outra coisa é você ir e passar a semana inteira lá, indo trabalhar, pegando ônibus, pegando metrô, chegando à noite, fazendo reunião, indo dormir tarde, andando pela cidade toda. Para mim está sendo uma experiência fantástica. Estou conhecendo um Distrito Federal profundo, que tenho a certeza de que a maioria dos políticos não conhece. Quando você fica lá oito dias é uma realidade completamente diferente, tem muito abandono do poder público”, afirmou ele, em entrevista ao podcast Direto de Brasília, apresentado por Magno Martins.
Leia maisAtualmente ocupando a presidência da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Cappeli acredita que a pouca pontuação nas pesquisas de intenção de voto se deve à distância que falta para o processo eleitoral, e que as pessoas ainda não estão preocupadas com a política. “As pessoas não estão pensando em eleição. O que as pesquisas estão medindo agora ainda é notoriedade e conhecimento. Tem muita coisa para acontecer ainda. Me honra muito o PSB ter lançado a minha pré-candidatura. Estamos trabalhando para construir uma ampla frente democrática no Distrito Federal, e com essa frente vamos ganhar as eleições no ano que vem”, afirmou.
Cappeli ainda fez críticas à gestão de Ibaneis, por, segundo ele, ignorar problemas históricos na capital federal e se focar em obras de infraestrutura. “O problema de Brasília não se resolve com obras viárias, e sim com transporte de massa. Não adianta ficar abrindo mais vias que vai entupir de novo. O governo paga R$ 2,5 bilhões de subsídio por ano para as cinco empresas de ônibus que operam aqui. Com esse dinheiro dava para levar o metrô de superfície para várias cidades satélite, mas o que eles estão fazendo é obra viária mal-feita”, disparou Cappelli.
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Embora fria, Brasília já está muito seca, mas dá para correr numa boa, como cumpri minha meta diária, há pouco, na Asa Norte. A temperatura média pela manhã varia entre 16 e 17 graus, mesmo assim a umidade relativa do ar já está baixa, em torno de 35%, beirando a clima de deserto.
Centenas de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fizeram na manhã deste domingo (20), em Brasília, um protesto contra Alexandre de Moraes e Lula (PT), e a favor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O ato, que percorreu parte do Eixão da Asa Sul, região central da capital federal, foi organizado por políticos de direita como a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e a deputada Bia Kicis (PL-DF). As informações são da Folha de S.Paulo.
Leia maisAos gritos de “presidente Trump, contamos com você”, “a culpa é do Lula”, “anistia já”, “fora Moraes” e “Moraes ditador”, entre outros, os manifestantes encerraram o ato no final da manhã, após discurso dos políticos.
As menções a Trump se devem à esperança de setores do bolsonarismo de que os Estados Unidos forcem as autoridades brasileiras a anistiar os acusados de tramar um golpe de estado fracassado contra Lula, incluindo Jair Bolsonaro.
Além de roupas e bandeiras do Brasil, havia bandeiras dos Estados Unidos, de Israel e do Brasil Império.
A concentração foi em frente à sede do Banco Central. Os manifestantes começaram a caminhar por volta das 10h15. Andaram cerca de 1km rumo ao sul e depois voltaram para o ponto de partida
Os manifestantes iniciaram a dispersão por volta das 11h15, depois de cantar o hino nacional e orar. Um dos líderes do ato disse aos participantes que a reza era importante porque estavam em uma guerra espiritual.

Os participantes também comemoraram o informe de revogação do visto americano de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). O governo Donald Trump anunciou na sexta (18) a proibição da entrada nos Estados Unidos de Moraes, de parentes e de “seus aliados” na corte.
A punição ocorreu após o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) ter feito um périplo por Washington em busca de punições ao ministro do STF nos últimos meses.
O anúncio foi feito pelo secretário de Estado, Marco Rubio, em rede social. “Ordenei a revogação de visto para Moraes e seus aliados na corte, assim como para familiares diretos, imediatamente”, disse.
A ordem do governo americano foi anunciada no mesmo dia em que Bolsonaro foi alvo de ação da Polícia Federal justamente sob a acusação de atentar contra a soberania do Brasil ao articular medidas no exterior. O ex-presidente está obrigado a usar tornozeleira eletrônica e não pode se aproximar de embaixadas e consulados estrangeiros.
“O meu visto jamais será cassado!”, gritavam os manifestantes no fim do ato. Essas palavras de ordem eram entoadas no mesmo ritmo que “a nossa bandeira jamais será vermelha”, um canto recorrente em atos bolsonaristas.
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Brasília está fria, mas já muito seca. Uma secura que se prolonga até outubro, chegando a umidades baixíssimas, igual a deserto: 10%, o que obriga até a suspensão das aulas nas redes públicas e privadas. Mas, enquanto o inferno não chega, dá para correr meus 8 km diários como fiz, há pouco, na Asa Norte.

