Resultado de 0,40% das urnas apuradas até o momento. Bolsonaro aparece com 47,41% e Lula com 41,52%.
Resultado de 0,40% das urnas apuradas até o momento. Bolsonaro aparece com 47,41% e Lula com 41,52%.
Por Betânia Santana – Blog da Folha
O presidente nacional do PSB e prefeito do Recife, João Campos (PSB), usou as redes sociais para sinalizar o entendimento com PT e PDT na composição de uma possível chapa para disputar o governo de Pernambuco, nas eleições deste ano.
“Excelente conversa entre os presidentes Edinho, João Campos e Carlos Lupi na construção de uma estratégia nacional, que compreende a importância dos arranjos estaduais para o fortalecimento do projeto de reeleição do Presidente Lula”, registrou em foto ao lado dos presidentes nacionais do PT, Edinho Silva, e do PDT, Carlos Lupi.
Leia mais
Mais cedo o Blog do Elielson divulgou em primeira mão que o senador Humberto Costa (PT) e a ex-deputada Marília Arraes, que deve filiar-se ao PDT na tarde desta quarta-feira (18), serão os nomes para as duas vagas ao Senado.
Mais cedo o Blog do Elielson divulgou em primeira mão que o senador Humberto Costa (PT) e a ex-deputada Marília Arraes, que deve filiar-se ao PDT na tarde desta quarta-feira (18), serão os nomes para as duas vagas ao Senado.
Leia menos
A governadora Raquel Lyra (PSD) pode anunciar o senador Fernando Dueire como pré-candidato à reeleição em sua chapa ainda nesta quarta-feira (18). O movimento vem sendo ventilado porque a chefe do Executivo estadual ficou com poucas opções após acordos costurados pelo prefeito do Recife, João Campos (PSB), seu potencial adversário nas eleições.
Mais cedo, João teria selado aliança com Marília Arraes e Humberto Costa (PT) como seus nomes para o Senado e com Carlos Costa (Republicanos), indicado pelo ministro Silvio Costa Filho (Republicanos), como pré-candidato a vice-governador. Marília e Silvio chegaram a ser sondados por Raquel para o Senado, mas decidiram permanecer no grupo de João Campos.
Leia maisDueire, que não pontua bem nas pesquisas, era considerado a última opção de Raquel e só seria acionado caso ela não conseguisse montar uma chapa competitiva. Se for disputar a reeleição, o senador ainda tem outro percalço no caminho: terá que sair do MDB antes do fim da janela partidária, em 3 de abril, já que o partido está decidido a apoiar João para o governo.
Um nome cogitado para a outra vaga de senador de Raquel é o do ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil), mas recentes investigações da Polícia Federal contra ele e sua família podem complicar a governadora durante a campanha.
Já o deputado federal Eduardo da Fonte (PP), que chegou a ser considerado para a missão, pode não disputar o cargo tanto por vontade de Raquel quanto dele. A governadora teria se irritado com a cogitação do parlamentar sobre integrar a chapa de João Campos. Já Eduardo acabou humilhado, na terça (17), ao saber, pela imprensa, que indicados seus em três órgãos estaduais seriam exonerados por retaliação, ainda que ele sequer tivesse oficializado a saída da base de apoio ao governo.
Leia menos
Por Larissa Rodrigues – Repórter do blog
Em meio às negociações para montagem das chapas majoritárias e proporcionais que disputarão as eleições deste ano em Pernambuco, o União Brasil pode filiar a deputada federal Clarissa Tércio, que deixará o PP, e o deputado federal Fernando Rodolfo, que deixou o PL. Ambos conversam com a legenda e avaliam a possibilidade.
O União Brasil é comandado em Pernambuco pelo ex-prefeito de Petrolina (Sertão), Miguel Coelho, que está prestes a conseguir um espaço na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD) para disputar uma vaga ao Senado.
Leia maisA ida de Clarissa Tércio para o partido liderado por Miguel seria mais uma baixa no PP. Nos últimos dias, o deputado estadual Antônio Moraes deixou a sigla comandada pelo deputado federal Eduardo da Fonte no Estado. Moraes filiou-se ao PSD, da governadora.
Leia menos
Por Julio Lossio*
A expressão “corda esticada” está sempre associada, na política, a movimentos que testam a tolerância da outra parte. Na política pernambucana, o deputado Eduardo da Fonte sempre foi conhecido como um craque nesse jogo da corda. Com uma bancada de deputados federais e estaduais de peso, soube ocupar espaços no governo federal e estadual. No governo estadual, percebendo a relativa fragilidade da governadora em relação à Assembleia Legislativa, usou a corda com força e obteve espaços invejáveis para qualquer grupo político.
A acomodação de seus aliados políticos o deixou tão confortável que se sentiu com liberdade para discutir com os dois polos da política atual a ocupação de chapa majoritária.
Leia maisPassou a esticar a corda no seu limite; contudo, esqueceu que a tesoura estava em outra mão.
Raquel, por sua vez, não esperou a corda quebrar e, como dona da tesoura, a usou com precisão cirúrgica.
Dudu, como é conhecido no meio político, agora terá que, com o pedaço de corda na mão, avaliar se todos os fios de sua corda de fato permanecem juntos.
Ao que tudo indica, parte dos fios decidiu ficar do lado da tesoura, restando a Dudu entregar seu resto de corda a João ou não.
*Médico e ex-prefeito de Petrolina
Leia menos
Em Brasília desde ontem para fechar as articulações para montagem da sua chapa para governador, o prefeito João Campos (PSB) terá, daqui a pouco, uma conversa com o presidente do PDT, Carlos Lupi, na companhia de Marília Arraes, que será candidata ao Senado na chapa de João, conforme acerto fechado ontem.
João já esteve com o ministro de Portos, Sílvio Costa Filho, com quem fechou a indicação do irmão Carlos Costa para compor a chapa como vice. João também esteve com o presidente do PT, Edinho Silva, e com o senador Humberto Costa, que disputa a reeleição tendo como companheira de chapa a ex-deputada Marília Arraes. Ao final dos encontros, a ideia é o grupo fazer uma foto ao lado do presidente Lula.
A primeira foto oficial da chapa – João governador, Carlos Costa vice, Humberto e Marília senadores.
O movimento para deflagrar uma greve de caminhoneiros ganhou força nos últimos dias, em meio à alta do diesel e à avaliação de que as medidas adotadas pelo governo federal não tiveram efeito prático para a categoria. Lideranças do setor afirmam que a mobilização já foi deliberada em assembleias e pode se concretizar no curto prazo, com adesão de motoristas autônomos e também de profissionais contratados por transportadoras.
À frente do movimento, o presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão, afirma que a paralisação deixou de ser uma hipótese distante. “Vai ter greve. Se for preciso, vamos fechar rodovias. A categoria já deliberou por isso e estamos articulando nacionalmente com outros grupos”. As informações são da Revista Veja.
Segundo ele, o cenário atual é de estrangulamento financeiro da atividade. “Esse movimento agora é pela sobrevivência da categoria. Não é mais uma questão pontual, é porque a conta simplesmente não fecha.” A principal pressão vem do custo do diesel, que subiu de forma acelerada nas últimas semanas, impulsionado pela alta do petróleo no mercado internacional em meio à escalada de tensões no Oriente Médio.
O médico cardiologista Brasil Caiado afirmou, hoje, que o ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou uma evolução no quadro, apesar da melhora ainda ser lenta. Bolsonaro continua na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital DF Star, em Brasília, sem previsão de alta.
Ele foi internado na última sexta-feira (13) pela manhã para tratamento de pneumonia bacteriana aguda decorrente de um episódio de broncoaspiração. O ex-presidente, que cumpre prisão na Papudinha por tentativa de golpe de Estado, passou mal e precisou ser levado ao hospital, onde permanece medicado com antibióticos e acompanhado pela equipe médica.
Leia mais“Nas primeiras horas, os exames laboratoriais indicaram uma piora do quadro, foi o que mais nos preocupou”, relatou o médico. “Ontem foi o dia que ele – muito temerário, preocupado pelo cansaço, pela falta de ar – apresentou melhora progressiva”.
“Nós esperamos hoje para atualizar para vocês – apesar dos boletins diários –, porque estava uma evolução lenta, apesar de gradativa, e parcial”, disse o especialista à imprensa reunida no local.
Segundo o profissional, Bolsonaro passou por uma tomografia computadorizada e o exame apontou melhora mais significativa no pulmão direito. “No lado esquerdo, continua ainda um comprometimento moderado”, ponderou.
“Nós percebemos que ele ficou um pouco temerário, apreensivo. Ele sentiu o peso dessa patologia um pouco mais. Mas, de qualquer forma, já temos um quadro bom, a tendência é melhorar”, prosseguiu.
A informação foi confirmada momentos depois pelo boletim médico. “Apresentou boa evolução clínica, com melhora parcial dos aspectos tomográficos e melhora importante dos marcadores inflamatórios. Tem programação de manter o tratamento com antibioticoterapia e segue com suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora”, diz a nota.
Leia menos
O Globo
O Supremo Tribunal Federal (STF) deve retomar, hoje, o julgamento que discute as regras para aquisição de terras rurais por estrangeiros no Brasil. A análise será feita pelo plenário da Corte e envolve, de forma conjunta, ações que da validade de restrições previstas em uma lei de 1971, que estabelece um regime de aquisição de terras específico e mais restritivo aos estrangeiros residentes no país.
No centro do julgamento está a definição sobre se as empresas brasileiras controladas por capital estrangeiro devem ou não se submeter às mesmas limitações impostas a estrangeiros na compra de imóveis rurais.
Leia maisA legislação atual impõe limites à aquisição de terras por estrangeiros e equipara a essas regras empresas brasileiras com maioria de capital estrangeiro. Uma das ações, a ADPF 342, questiona justamente esse ponto, ao sustentar que a Constituição de 1988 não autoriza esse tratamento diferenciado. Já a ACO envolve um conflito sobre a aplicação prática dessas restrições, após decisões administrativas que afastaram a exigência em alguns casos.
O tema já passou por análise preliminar no STF, mas sem definição de mérito. Em 2021, o julgamento foi iniciado no plenário virtual da Corte, mas foi suspenso após pedidos de destaque. O relator do caso à época, ministro Marco Aurélio Mello, defendeu a validade da lei de 1971 e votou a favor de submeter todas as empresas brasileiras de capital estrangeiro ao regime jurídico previsto na lei para aquisição de terras.
No mesmo julgamento, o ministro Alexandre de Moraes votou de forma divergente, apontando que desde a Emenda Constitucional 6/1995 deixou de haver distinção jurídica entre empresas brasileiras com base na nacionalidade do capital.
Em 2023, o novo relator do caso, ministro André Mendonça, acolheu um pedido do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e suspendeu de forma liminar processos sobre o assunto em todo o país. Quando a liminar foi analisada para referendo, o julgamento terminou em empate — e decisões divergentes seguiram sendo tomadas pela Justiça. Na época, ao votar contra a liminar de Mendonça, Moraes argumentou que a suspensão de todos os processos era uma medida desproporcional.
Agora, os ministros irão analisar o mérito da questão. As autoras das ações, Sociedade Rural Brasileira (SRB), e o Instituto Nacional de Colonização Agrária (Incra), devem apresentar sustentações orais, e a OAB, como amiga da Corte, também poderá falar.
Leia menos
Recebi, logo cedo, a informação de que o pré-candidato a governador pelo PSB, João Campos, havia batido o martelo com Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT) candidatos ao Senado. O vice seria Carlos Costa (Republicanos), irmão do ministro de Portos, Sílvio Costa Filho. Uma chapa muito doméstica, primo com primo, no caso João e Marília. A justificativa é que João teria optado por uma chapa mais à esquerda para fazer uma campanha no campo ideológico, jogando a governadora Raquel Lyra (PSD) para o universo bolsonarista.
Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã
No programa “Bom Dia, Ministro”, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), na manhã desta terça-feira (17), o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, admitiu um ponto que é hoje uma das maiores dores de cabeça do governo Luiz Inácio Lula da Silva e dos partidos de esquerda: a dificuldade de interlocução com segmentos da sociedade que tiveram rápido crescimento recente no país, mais especialmente os evangélicos.
A última pesquisa Datafolha, por exemplo, aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), adversário de Lula na corrida eleitoral, tem 48% dos votos entre os evangélicos contra 21% de Lula. Boulos reconheceu: o governo e a esquerda têm dificuldades nessa aproximação.
Leia mais“Temos que ter a humildade de reconhecer as dificuldades que o campo da esquerda tem para dialogar com alguns segmentos”, disse Boulos. O Correio da Manhã foi um dos veículos convidados para a entrevista, e foi justamente do jornal a pergunta relacionada à dificuldade com o segmento evangélico. Dificuldade que há também, admite Boulos, na relação com os novos modelos de trabalho, como os motoristas de aplicativo.
Tais igrejas pregam o que é conhecido como “teologia da prosperidade”, um caminho a partir do qual, pela fé, é possível obter a recompensa em vida, e não somente após a morte, como prega a religião católica tradicional. Tal linha de pensamento estimularia a vitória mais pessoal, menos coletivista, um modelo que contraria a linha adotada pela esquerda. Com relação aos motoristas de aplicativo e entregadores, diz o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, o governo estaria agora conversando mais para mais bem entendê-los.
Com relação ao segmento evangélico, no entanto, Boulos afirma que “pontes foram rompidas” no relacionamento, e precisariam ser reconstruídas. “Houve um envenenamento do debate, promovido por alguns dos próprios pastores”, afirma o ministro. O desafio, então, do governo e dos partidos de esquerda seria, na sua avaliação, conseguir reconstruir essas pontes.
O discurso contrário vai no sentido de dizer que a esquerda não respeitaria os “valores cristãos”. Boulos questiona: “Quais são os valores cristãos?” Segundo ele, são especialmente os valores ligados à solidariedade. E isso teria relação com as preocupações sociais do governo e dos partidos de esquerda.
O desafio, então, seria levar tal discurso para os “milhões” de evangélicos que, na avaliação de Boulos, teriam seus valores próximos também das mesmas ideias de solidariedade, relacionadas com as preocupações sociais do governo. Um problema, porém, é admitido: com alguns líderes religiosos não há diálogo.
Esse é um grande problema diante da forma como tais comunidades agem e se organizam. Boa parte dessa organização acontece a partir das próprias igrejas e seus mecanismos de socialização. A força dos líderes religiosos é grande. Governo e esquerda terão de encontrar conexão com alguns deles.
Aí, na mesma linha, há uma dificuldade adicional relacionada ao fato de que há um projeto político declarado de parte dessas igrejas neopentecostais. Elas de fato entram no jogo eleitoral, têm partidos e elegem seus próprios representantes rumo a um objetivo. Que tem a ver com um processo conhecido como conquista dos “Sete Montes”.
Também conhecida como “teologia do domínio”, ela parte do princípio de que o cristão teria perdido o “domínio” sobre “sete montes”, que seriam “família, religião, mídia, lazer, negócios e governo”. Para preparar a Terra para o retorno de Jesus Cristo, seria necessário recuperar os tais montes.
Tal teoria foi desenvolvida por um pastor presbiteriano nos Estados Unidos chamado Rousas John Rushdoony a partir da década de 1950. E incorporada pelo partido Republicano nos EUA na década de 1970. Ou seja, são valores que a direita, a partir dos EUA, incorporou. Deixaram de ser valores somente religiosos.
Leia menos
O deputado estadual Romero Albuquerque (UB) aponta mais um revés no programa de construção de creches prometido pela governadora Raquel Lyra (PSD): a desistência formal do Consórcio Creches Pernambuco 2025, formado pelas pelas Enord Engenharia e Arquitec Arquitetura, Engenharia e Construção, publicada no Diário Oficial desta quarta-feira, obrigando o estado a recomeçar o processo licitatório.
“Isso não acontece por acaso. Acontece quando o ambiente de execução é caótico, quando os prazos são irreais e quando a gestão não dá as condições necessárias para quem quer trabalhar”, disparou Albuquerque.
Leia maisPara Romero, o episódio expõe a fragilidade em uma das principais propostas da gestão Raquel Lyra. A governadora prometeu a construção de 250 creches e a abertura de 60 mil vagas em educação infantil, com investimento previsto de R$1,96 bilhão, mas após três anos de mandato o balanço é crítico: apenas 2 creches foram efetivamente inauguradas, sendo uma em Igarassu e outra em Caruaru.
“A governadora passou três anos sem entregar nada. No último dezembro, inaugurou a primeira creche. Em fevereiro desse ano, a segunda. Agora, com o mandato chegando ao fim e uma licitação voltando à estaca zero, ela promete um “boom” de inaugurações em ano eleitoral. A matemática não fecha, e as crianças não podem esperar por promessa de campanha”, o deputado analisou.
A oposição na Alepe tem monitorado sistematicamente o programa de creches desde 2023. Romero e outros parlamentares questionam a viabilidade de entregar, em menos de um ano, o que não foi executado em três. “Somente 1,46% do investimento total foi pago até o momento. É impossível acreditar na entrega dessas creches quando nem os dados da execução financeira sustentam o discurso do governo”, concluiu.
Leia menos
A filiação do secretário de Articulação Política de Caruaru e pré-candidato a deputado estadual, Anderson Luiz, ao Partido Social Democrático (PSD) acontece nesta sexta-feira (20) e deve reunir importantes lideranças políticas de Pernambuco. O ato está marcado para as 18h55, no Maria José Recepções 1, em Caruaru.
A solenidade contará com as presenças do prefeito Rodrigo Pinheiro, da governadora Raquel Lyra e do deputado federal Fernando Monteiro, além de lideranças políticas e autoridades de diversas regiões do estado. O evento oficializa a chegada de Anderson Luiz ao PSD e reforça seu projeto político com foco na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).
