Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
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Ainda costurando e aguardando definições de seu partido para as eleições de outubro, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), reforça a importância do Nordeste para a política nacional. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o gaúcho destacou o papel da região em uma eventual candidatura e, embora não crave se disputará a Presidência da República ou o Senado, admite que ter um nordestino na chapa majoritária seria importante.
“Uma coisa para mim é muito clara. O Nordeste não é um problema a ser administrado; o Nordeste é uma potência a ser destravada. Estamos falando de uma região que reúne quase um quarto da população, que tem uma potência enorme em geração de energias renováveis, seja da eólica ou solar, as quais estão travadas inclusive por falta de linhas de transmissão. Você tem uma população extremamente talentosa, culturalmente diversa, que é uma tradução muito bonita do espírito brasileiro. Isso naturalmente exige que a gente possa reforçar a inclusão produtiva dessa população, e tem que ser entendido como algo estratégico para o Brasil”, elencou.
Leia mais“O Brasil é um país de dimensões continentais. É claro que o Nordeste não apenas oferece toda essa potência que falei, do ponto de vista econômico, cultural, mas também oferece grandes quadros políticos. Sem dúvida nenhuma, há a possibilidade de garimpar bons nomes para compor uma chapa presidencial. Mas, insisto, a própria definição sobre uma candidatura ainda vai ter o seu momento; a definição de uma chapa de candidato e vice leva ainda um pouco mais de tempo para ser construída, envolve a composição de forças políticas. Só tenho uma coisa que para mim é muito clara: não contem comigo para fazer qualquer movimento de divisão do Brasil entre regiões, entre classes sociais, entre raças, crenças, orientação sexual ou de qualquer maneira. O país precisa promover a união”, completou Eduardo Leite.
O governador ainda justificou sua saída do PSDB para o PSD por conta da “representatividade” do partido, vendo nisso uma “oportunidade” para contribuir na política nacional. “Entendendo que existem outras lideranças, como é o caso do governador Ratinho Júnior (do Paraná). Não haverá disputa, não haverá enfrentamento. Haverá boa conversa, bom diálogo político para construir o melhor caminho para o partido e para o país. O partido vai tomar suas decisões, e se eu não estiver liderando um projeto nacional, vou olhar para o Rio Grande do Sul e onde melhor eu posso contribuir. E aí vamos decidir se o Senado é uma alternativa ou não”, concluiu.
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Ex-prefeito de Lajeado, delegado Rossini Blesmany (Podemos), que na eleição passada perdeu a eleição para prefeito de Pesqueira por 780 votos, chegando a ter 19 mil votos, revelou, há pouco, ao blog, que não apoiará mais o ex-prefeito de Paudalho, Marcelo Gouveia (Podemos), para Câmara Federal.
A decisão implica, consequentemente, segundo ele, implica em desistir também do apoio à reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD). Rossini, no entanto, ainda não abriu interlocução com João Campos (PSB), candidato da oposição ao Palácio. “Tomei a decisão hoje. Você é o primeiro a saber”, disse Rossini, num encontro com este blogueiro, há pouco, em Arcoverde.
Apesar dos acenos da governadora Raquel Lyra (PSD) de que faria um segundo palanque para a reeleição do presidente Lula (PT), aliados avaliam que isso não deve acontecer. O governador do Rio Grande do Sul e pré-candidato à Presidência da República, Eduardo Leite (PSD), afirmou entender as circunstâncias locais da correligionária, mas ressaltou que, quando o partido apresentar uma candidatura presidencial voltada para o centro, a gestora de Pernambuco subirá no palanque.
“A governadora Raquel é uma grande amiga, uma pessoa por quem tenho uma grande admiração, mulher forte, aguerrida, talentosa, competente, que se dedica muito, tem uma paixão por Pernambuco que é admirável pelo que faz. Quando participamos de uma eleição e a gente é eleito, junto conosco são eleitos parlamentares, senadores, deputados e o presidente da República. E a gente trabalha com quem foi eleito. A governadora Raquel tem que trabalhar com o presidente Lula, nós também buscamos trabalhar com ele. Agora, do ponto de vista político eleitoral, naturalmente ela vai encontrar o melhor caminho que ela consiga traduzir para a população pernambucana a sua capacidade de diálogo, de composição política em favor de Pernambuco”, analisou Leite, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.
Leia mais“Hoje o que está posto para o cidadão é a polarização, a mesma que se repetiu nas últimas duas eleições, entre lulistas e bolsonaristas, que não têm rendido ao Brasil grandes avanços, na minha visão. Eu confio na nossa capacidade de trazer, a partir de um caminho alternativo, suficiente mobilização que dê a capacidade aos agentes políticos em cada estado de ajudar a construir o caminho do meio, o caminho alternativo que eu defendo, da moderação e do equilíbrio. No momento certo isso vai acontecer. Entendo que Raquel precisa dialogar e construir com aquelas forças que vão ajudar no seu projeto local para Pernambuco, dialogando também dentro do ambiente que nacionalmente está posto. Mas, no momento adequado, tenho certeza de que se viabilizará a participação efetiva dela também no caminho alternativo”, completou.
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O ex-prefeito de Petrolina e pré-candidato ao Senado Federal Miguel Coelho (UB) criticou o fato de Petrolina ainda não ter um hospital regional, afirmando que o município irá eleger um senador sertanejo para mudar essa realidade.
“É um absurdo Petrolina não ter um hospital regional. Petrolina não é conhecida por ser refém ou ficar reboque nem de governo do estado, muito menos de governo federal. É da nossa força política que Petrolina junto com o povo de Pernambuco vai eleger um senador sertanejo para a gente poder fazer este hospital”, defendeu Miguel Coelho. As informações são do Blog da Folha.
Leia maisO ex-prefeito também prometeu realizar outras obras como a segunda ponte Petrolina-Juazeiro, a expansão da irrigação no Sertão Central e a conclusão das obras do Canal do Sertão e do Canal de Negreiros.
“Claro que nós vamos olhar para o Agreste, que vamos olhar para a Região Metropolitana, mas não podemos negligenciar ou deixar de reconhecer que o interior sempre foi deixado à margem por muito tempo na história política do nosso estado”, concluiu.
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A definição do nome de Flávio Bolsonaro (PL) como candidato à Presidência da República pelo campo da direita favorecerá o chamado centro político a apostar numa terceira via. Essa é a visão do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), que também é pré-candidato ao Palácio do Planalto. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, apresentado por este blogueiro, Leite avalia que a escolha por um filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reforça um nome alternativo à polarização com a esquerda, representada pela candidatura à reeleição de Lula (PT).
“A definição do campo bolsonarista por Flávio ser candidato reforça a disposição do PSD. Isso foram palavras do próprio presidente do partido, Gilberto Kassab, de ter uma candidatura própria. Entendo que, ao longo dessas próximas semanas, já no final de janeiro e especialmente durante fevereiro, nós vamos ter intensas reuniões e discussões, bons debates internos para poder definir a melhor forma de nos apresentarmos para o eleitor brasileiro. E março vai ser o mês de deflagrar esse processo”, analisou.
Leia mais“Se houvesse uma disposição daquele campo de fazer um gesto mais em direção ao centro, que poderia ser inclusive representado pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), haveria a disposição do PSD de apoiar. Mas não é isso que se apresenta, que é justamente essa radicalização. O que trabalhamos é justamente para trazer o país mais para a moderação, a serenidade, o equilíbrio. Isso é o que eu defendo, que é o DNA do PSD. Insisto, o centro não é ausência de posição. Eu tenho posições muito claras sobre tamanho do Estado, privatizações, segurança pública, as diversas áreas das políticas públicas, como que um governo deve agir. Eu simplesmente não acho que quem pensa diferente de mim seja um inimigo a ser exterminado. Então, quando a gente se posiciona ao centro, não tem a ver com falta de convicção, de percepção sobre como as coisas devam ser conduzidas, mas sim sobre a capacidade de conviver com diferentes, de respeitar divergências e de construir a partir dessa divergência o caminho que melhor atenda ao interesse da comunidade”, completou o governador.
Além do próprio Leite, o PSD também tem o governador do Paraná, Ratinho Júnior, cotado para entrar na disputa, embora o governante tenha sinalizado que pode se candidatar a senador. “Essa decisão não é apenas minha, eu tenho essa disposição (de liderar o projeto), não me conformo com a polarização radicalizada que está posta. O país precisa encontrar um caminho de conciliação, de entendimento, para enfrentar os problemas, não para ficar enfrentando as pessoas. Insisto nisso. No momento adequado vamos tomar essa decisão”, colocou o governador gaúcho.
Sobre os prazos de desincompatibilização, Eduardo Leite avalia que há tempo para construir uma frente que possa somar outras siglas, a exemplo da federação entre União Brasil e PP e de outras legendas que sinalizam para um eventual desgaste do governo Lula. “Naturalmente, temos um prazo fatal em abril, que é o de desincompatibilização. Entendo que estamos no início do ano; agora se abrem efetivamente as discussões do ano eleitoral, e tudo vai se definir com a boa conversa, com o bom diálogo que a política exige, qual será o rumo que nós tomaremos. O que o presidente Kassab tem destacado é que não estaremos nem com o Lula nem com Bolsonaro. A participação de membros do PSD no governo do presidente Lula se relaciona ao fato de que o partido não teve candidato em 2022, e alguns dos integrantes terem apoiado a eleição do presidente Lula, enquanto outros apoiaram Bolsonaro”, afirmou.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse a interlocutores que escolheu o advogado-geral da Petrobras, Wellington César Lima e Silva, para assumir a cadeira de Ricardo Lewandowski, que deixou o Ministério da Justiça e Segurança Pública na semana passada.
Wellington César foi ao Palácio do Planalto para conversar o presidente na tarde desta terça-feira (13). O anúncio oficializando o nome deve ocorrer nas próximas horas. As informações são do g1.
Quem é Wellington César?
Wellington César Lima e Silva já foi, por um breve período, ministro da Justiça de Dilma Rousseff e secretário de Assuntos Jurídicos da Presidência da República, entre 2023 e julho do ano passado, quando assumiu a advocacia-geral da Petrobras.
Wellington Cesar foi indicado procurador-geral da Justiça na Bahia pelo ex-governador Jaques Wagner, quando teve forte atuação no combate ao crime organizado.
Desde a saída de Lewandowski, a bancada da Bahia patrocinava o nome de Wellington César Lima e Silva para a vaga. Wellington César tinha apoio do ministro da Casa Civil, Rui Costa, e de Jaques Wagner, muito próximos de Lula. Ele foi cotado para o STF, antes de Lula escolher Jorge Messias para a vaga de Luís Roberto Barroso.
Ministério da Justiça e Segurança Pública
A mudança no ministério ocorre em um momento de protagonismo do tema da segurança pública no Brasil e na América Latina, e em meio ao avanço de organizações criminosas, e a episódios de violência associados a disputas entre facções.
Estão vinculados ao Ministério da Justiça: a Polícia Federal (PF); a Polícia Rodoviária Federal (PRF); e a Força Nacional, acionada para atuar nos estados em situações de crise e reforço da segurança pública.
Entre os motivos que levaram Lewandowski a antecipar a sua saída do cargo, segundo apurou a TV Globo, estava a retomada das articulações no governo Lula para dividir a pasta em dois ministérios: um da Justiça e outro da Segurança Pública, como ocorreu no governo Michel Temer.
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O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), é o entrevistado de hoje do meu podcast ‘Direto de Brasília’, em parceira com a Folha de Pernambuco. Em entrevista ao programa da última semana, o presidente do Cidadania, Roberto Freire, lançou Leite como candidato à Presidência da República, alternativa ao fim da polarização entre Lula e a direita bolsonarista.
Na pauta, as eleições presidenciais, os escândalos do INSS e Banco Master, a prisão de Bolsonaro e o anúncio da candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Ainda a gestão de Leite no Rio do Sul, sua saída do PSDB e a sucessão gaúcha num cenário no qual ele venha a disputar o Senado e não o Palácio do Planalto.
Leia maisEduardo Leite iniciou sua carreira política no movimento estudantil, como presidente do Grêmio Estudantil de sua escola. Graduado pela Faculdade de Direito da UFPel, filiou-se ao PSDB e concorreu a vereador do município de Pelotas, em 2004, obtendo a primeira suplência e assumindo a vaga após a cassação de um parlamentar.
Em seguida, integrou a administração municipal, primeiro como assessor e secretário interino e depois como chefe de gabinete nos governos de Bernardo de Souza e Fetter Júnior. Em 2008, foi eleito vereador e presidiu a Câmara Municipal de 2011 a 2013.
Após alcançar a suplência para a Assembleia Legislativa na eleição de 2010, Leite foi eleito prefeito de Pelotas em 2012, permanecendo no cargo durante quatro anos e sendo sucedido por Paula Mascarenhas, sua vice-prefeita.
Na eleição de 2018, foi eleito governador do Rio Grande do Sul no segundo turno, com 53% dos votos válidos, derrotando o governador José Ivo Sartori (MDB). Tornou-se assim um dos governantes mais jovens da história do estado e o primeiro governador brasileiro abertamente homossexual. Foi reeleito em 2022 e, após a vitória, foi escolhido presidente nacional do PSDB, sucedendo a Bruno Araújo.
O ‘Direto de Brasília’ vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, e também em cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste. Retransmitem ainda o programa a Gazeta News (Grupo Collor) em Alagoas; a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras na Paraíba; a Mais-TV, sob o comando do jornalista Heron Cid; e ainda a Rede ANC, no Ceará, com mais de 50 emissoras, além TV LW, de Arcoverde.
Entram como parceiros na mídia institucional o Grupo Ferreira, de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sanciona nesta terça-feira (13) a lei que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), tributo que vai substituir o ICMS e o ISS e será compartilhado entre estados, Distrito Federal e municípios.
O comitê será responsável por administração, fiscalização e coordenação a operacionalização do novo imposto. Segundo o governo, a União, os estados e os municípios vão atuar de forma integrada na gestão do novo imposto. As informações são do g1.
Leia maisO governo também lança a Plataforma Digital da Reforma Tributária, que deve dar suporte à nova estrutura tecnológica do sistema tributário brasileiro.
O evento contou com a presença do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).
A partir de agora, ficam estabelecidas as regras de fiscalização do imposto, de devolução de créditos e do cashback tributário, mecanismo de compensação voltado a famílias de baixa renda.
Outro ponto previsto na lei é a obrigatoriedade de progressividade do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), cobrado pelos estados.
As alíquotas continuarão sendo definidas por cada unidade da federação.
Plataforma da Reforma Tributária do Consumo (RTC)
A plataforma digital da reforma tributária poderá ser acessada por meio do portal “gov.br” e vai concentrar serviços como por exemplo, a calculadora de tributos e o acompanhamento, em tempo real, de valores a pagar e créditos a receber.
Segundo o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), que desenvolveu a plataforma, a expectativa é que o sistema monitore cerca de 500 bilhões de eventos fiscais e financeiros já no primeiro ano de operação.
Todo o processamento é feito sob a gestão do Estado, para garantir a autonomia tecnológica, proteção de dados e continuidade operacional.
Segundo o secretário Robinson Barreirinhas, da Receita Federal, as pessoas de baixa renda também vão poder, por meio da plataforma, acompanhar a devolução dos tributos.
Ano sem cobrança de IBS
Durante todo o ano de 2026, não haverá cobrança do IBS nem da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
As alíquotas de 0,1% para o IBS e de 0,9% para a CBS terão caráter apenas informativo e constarão nas notas fiscais sem gerar recolhimento.
➡️As empresas terão prazo para adaptação sem aplicação de penalidades.
➡️Já os microempreendedores individuais (MEI) e empresas optantes pelo Simples Nacional estão dispensados da obrigação de informar as alíquotas neste primeiro momento.
➡️Segundo a Receita Federal, não há impacto nos preços para os consumidores nem mudanças nas regras para trabalhadores autônomos ou motoristas de aplicativos.
Reforma tributária
O Congresso Nacional concluiu em dezembro do ano passado a regulamentação da reforma tributária, quando estabeleceu o comitê gestor do IBS.
O uso das urnas eletrônicas no Brasil completa 30 anos em 2026. Considerado uma inovação que transformou a votação no país, o primeiro modelo possuía poucas funcionalidades. Basicamente teclado numérico semelhante ao de um telefone, com números em braile. Não havia coleta biométrica, por exemplo.
Na época, em 1996, o equipamento foi utilizado em todas as capitais e em 31 municípios com mais de 200 mil eleitores, atingindo cerca de 30% do eleitorado do país. A exceção foi o Distrito Federal, que não tem eleições municipais. As informações são da CNN.
Leia maisO objetivo era garantir maior celeridade, sigilo, segurança e eficiência, tanto na votação quanto na apuração.
A expansão foi rápida. Em 1998, a votação eletrônica ocorreu em 537 municípios com mais de 40 mil eleitores e, em 2000, o sistema passou a ser utilizado em todos os municípios brasileiros, informatizando completamente as eleições.
Desde sua criação, a urna eletrônica passou por diversas atualizações tecnológicas, tanto em seu hardware quanto nos softwares. A cada eleição, novas funcionalidades são incorporadas, acompanhando os avanços da tecnologia da informação e reforçando os princípios de sigilo, celeridade e integridade do voto.
Desde a primeira urna até a atual, fabricada em 2023, foram desenvolvidas 14 versões.
A última geração possui novo design e melhorias relacionadas à capacidade de processamento das informações, interação com o mesário por meio de teclado sensível ao toque e diretivas de segurança do equipamento. A evolução desses aparelhos trouxe avanços em diversas frentes:
Biometria
Desde 2008, a Justiça Eleitoral passou a utilizar a identificação por impressões digitais para reconhecer biometricamente o eleitorado. A coleta da biometria é um serviço eleitoral obrigatório.
A identificação biométrica torna o processo eleitoral ainda mais seguro, ao impedir que uma pessoa tente votar no lugar de outra e ao possibilitar a detecção de registros duplicados no cadastro eleitoral.
Essa tecnologia é mais uma medida adotada pela Justiça Eleitoral para reduzir a intervenção humana na votação, principal fator de vulnerabilidade do sistema no passado.
Atualmente, dos mais de 150 milhões de eleitores aptos a votar, cerca de 86% — mais de 137 milhões de pessoas — já possuem dados biométricos cadastrados.
Ao abrir os testes das urnas de 2025, no início de dezembro, a ministra Cármen Lúcia, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ressaltou a transparência e a confiabilidade do sistema eleitoral.
A presidente do TSE destacou que o teste permite a participação direta da sociedade na busca por aprimoramentos dos sistemas eleitorais. “Convidamos a sociedade para investigar, examinar e verificar se há alguma vulnerabilidade que ainda tenha que ser corrigida antes das eleições, daqui a dez meses”, afirmou.
Entre 2008 e 2023, pelo menos 500 visitantes de 50 países foram recebidos pela Justiça Eleitoral brasileira.
Segundo o TSE, somente nas últimas eleições gerais, em 2022, cerca de 200 pessoas de mais de 30 países diferentes tiveram contato com aspectos essenciais do processo eleitoral brasileiro, como a urna eletrônica e o código-fonte, o sistema de identificação dos eleitores, além de estratégias de combate à desinformação.
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A CDL e o Sindcom de Serra Talhada anunciaram oficialmente a realização da 26ª ExpoSerra, Feira de Indústria, Comércio e Serviços de Serra Talhada, marcada para os dias 13, 14 e 15 de agosto de 2026. O evento será realizado no município de Serra Talhada e reúne empresas, empreendedores e representantes de diversos setores produtivos da região.
A ExpoSerra chega à 26ª edição consolidada como uma das principais feiras de negócios do interior de Pernambuco, com foco na promoção comercial, na geração de parcerias e na circulação de oportunidades entre indústria, comércio e serviços. A expectativa da organização é manter uma programação diversificada e um ambiente voltado à ampliação de investimentos e conexões empresariais.
Segundo o presidente da CDL Serra Talhada, Maninho Ferreira, “a ExpoSerra é um patrimônio de Serra Talhada e do Sertão”. Ele afirmou ainda que “divulgar cedo e iniciar rapidamente a venda dos estandes é fundamental para o sucesso da edição”. A organização informou que a comercialização dos espaços será iniciada em breve, com vagas limitadas, e que novas informações serão divulgadas nos próximos dias.
Parlamentares petistas têm compartilhado imagens do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) adulteradas por inteligência artificial. O conteúdo original mostra o mandatário durante sua viagem de férias à Restinga da Marambaia, no Rio de Janeiro, no ano novo.
Lula publicou um vídeo em suas redes sociais falando sobre o passeio, no último sábado, em que aparece somente de sunga, e as imagens passaram a ser modificadas para que o presidente apareça “musculoso”. Um dos que compartilharam a publicação falsa foi o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), líder do PT na Câmara. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia mais“O homem está forte e o projeto é longo. Vem tetra!”, diz a fotografia, em alusão à disputa de Lula pelo quarto mandato presidencial nas eleições deste ano.

A publicação do deputado recebeu “Notas da Comunidade” da rede social X, além ser ironizada por opositores pelo fato de ter “adicionado” um dedo a Lula na mão esquerda. O programa é utilizado para “adicionar contexto a posts potencialmente enganosos”.
Segundo a empresa, os próprios usuários “podem deixar notas em qualquer post e, se um número suficiente de colaboradores com diferentes pontos de vista classificar essa nota como útil, ela será exibida publicamente”.
Ao GLOBO, Lindbergh ressaltou que o conteúdo adulterado não é de sua autoria e foi compartilhado por engano. O parlamentar frisou, ainda, ser a favor da regulação do uso de inteligência artificial nas redes sociais.
O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) compartilhou a mesma fotografia. “Tetra vem aí e com base de apoio maior, no Congresso e na sociedade”, escreveu no post. O vereador de Belo Horizonte, Pedro Rousseff (PT), repostou a imagem dizendo que “o tetra vem aí”, em referência a um eventual quarto mandato de Lula no cargo de presidente da República.
O perfil oficial do diretório do Partido dos Trabalhadores em São Paulo também compartilhou o conteúdo com a legenda “Lula com 80 anos”. Entre petistas e bolsonaristas, a imagem fez surgir comparações entre a saúde de Lula e a do ex-presidente Jair Bolsonaro, que tem enfrentado complicações médicas e passado por cirurgias frequentes. Ainda há, em perfis ligados ao ex-presidente, a circulação de imagens falsas que “envelhecem” a aparência do petista na Restinga da Marambaia.
‘Acabar com o preconceito entre esquerda e direita’
Em vídeo postado pela primeira-dama Janja Lula da Silva, neste sábado, o mandatário aparece usando sunga e um boné com o brasão da Presidência da República enquanto comenta sobre a junção do Oceano Atlântico, de um lado, com a Baía de Sepetiba, do outro.
— O que é extraordinário aqui é que vocês vão perceber que tem onda que vem de lá pra cá, e tem onda que vem dali para cá. Essa é uma demonstração extraordinária, até para acabar com o preconceito entre a esquerda e a direita. Aqui, a onda que vem da direita se junta com a que vem da esquerda e constrói o mar — diz o presidente.
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A DPDF (Defensoria Pública do Distrito Federal) instaurou um procedimento para analisar informações relacionadas às condições de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sob custódia da PF (Polícia Federal), em Brasília.
A iniciativa foi após o órgão ser oficialmente oficiado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF) e pelo deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), que solicitaram providências a respeito do caso. As informações são da CNN.
Leia maisJá no final de dezembro, Bolsonaro passou por procedimentos para conter soluços, com reforço no bloqueio do nervo frênico.
Em nota, a Defensoria informou que a abertura do procedimento ocorre “no exercício de suas atribuições constitucionais de fiscalização e de garantia dos direitos fundamentais de pessoas sob a custódia do Estado”.
Segundo o órgão, a medida tem como objetivo “averiguar os fatos noticiados”, sem antecipação de conclusões ou posicionamentos sobre o mérito.
A DPDF destacou que sua atuação é pautada por critérios técnicos, imparciais e independentes.
“A instituição esclarece que atua de forma técnica, imparcial e independente, sem juízo prévio de mérito”, afirmou no comunicado.
O texto ressaltou ainda que todas as apurações seguem os trâmites legais e institucionais previstos.
“Informações adicionais somente serão prestadas se e quando houver conclusão do procedimento ou da deliberação oficial sobre o caso”, concluiu em nota.
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