Resultado de 5,61% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Bolsonaro com 53,23% e Lula com 46,77%.
Resultado de 5,61% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Bolsonaro com 53,23% e Lula com 46,77%.
O senador Humberto Costa (PT) participou, nesta quinta-feira (2), de duas agendas na Região Metropolitana do Recife voltadas à saúde e à segurança hídrica. Pela manhã, esteve em Abreu e Lima na inauguração da Unidade de Saúde da Família (USF) Vereador Elizeu Lopes, ao lado do prefeito Flávio Gadêlha. Em seguida, participou, na sede da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), no Recife, da assinatura das ordens de serviço para a instalação de 4.611 cisternas em 57 municípios do semiárido pernambucano, iniciativa que integra um programa federal com investimento superior a R$ 250 milhões.
Durante os compromissos, Humberto destacou a importância do Sistema Único de Saúde (SUS) e das ações voltadas ao abastecimento de água. “O SUS é a maior conquista social do povo brasileiro, e defender ele é defender o direito de cada família ter atendimento digno. É por isso que uma cisterna de água ou uma USF como essa não são apenas obras, elas significam saúde chegando na vida de quem mais precisa”, afirmou. Nesta sexta-feira (3), o senador segue para Garanhuns, no Agreste Meridional, onde participará da inauguração do Hospital de Amor.
A viagem que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fará na próxima semana aos Estados Unidos marcará a sexta ida do senador ao país apenas neste ano e reforçará uma das principais apostas de sua pré-campanha: a aproximação com o governo Donald Trump e com o movimento conservador internacional. Nos bastidores, porém, cresce entre aliados a avaliação de que a campanha precisa agora voltar parte de seus esforços para dentro do Brasil, acelerando a montagem dos palanques estaduais e ampliando a presença justamente nas regiões onde o bolsonarismo historicamente enfrenta maiores dificuldades eleitorais.
Desde que lançou sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto, Flávio já percorreu 17 unidades da Federação. No mesmo período, fez cinco viagens aos Estados Unidos: a primeira, em janeiro, quando tentou uma agenda com o secretário de Estado Marco Rubio; a segunda, em fevereiro, quando passou o carnaval no país; a terceira, em março, para participar da Conservative Political Action Conference (CPAC), no Texas; e outras duas em maio, primeiro para encontros com empresários e, dias depois, para uma reunião com o presidente Donald Trump na Casa Branca. Agora, embarca novamente para Washington, onde participará, no próximo dia 6, de uma audiência pública promovida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) sobre a proposta de sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisNo Brasil, o senador cumpriu agendas em Rondônia, Pará, Maranhão, Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Ou seja, Flávio ainda não passou por dez estados: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Ceará, Pernambuco, Piauí, Roraima, Sergipe e Tocantins. Todos estão localizados nas regiões Norte e Nordeste.
Na volta da próxima viagem aos Estados Unidos estão previstas idas a Pernambuco e ao Ceará, o que reduziria o número de estados por onde ele ainda não passou. Nesta sexta-feira, ele estará no Rio pela manhã e na Paraíba à noite.
Os cenários, porém, variam de estado para estado. Em Pernambuco, por exemplo, o PL ainda não definiu se lançará candidatura própria ao Senado, discussão considerada estratégica por dirigentes locais para fortalecer o palanque presidencial. No Ceará, a visita ocorrerá em meio aos desdobramentos da crise entre Flávio e Michelle Bolsonaro. Já no Amazonas, no Piauí e em Sergipe, o partido já definiu candidatos próprios aos governos estaduais, mas o presidenciável ainda não esteve ao lado desses aliados. Nos demais estados — Acre, Alagoas, Amapá, Roraima e Tocantins — interlocutores da campanha afirmam que as articulações para consolidação dos palanques ainda seguem em andamento.
Parte desse vazio começará a ser reduzido em breve. Logo depois de retornar de Washington, o senador tem agendas previstas em Pernambuco e no Ceará. A passagem pelo estado cearense, porém, carrega um peso político adicional. Foi ali que surgiu a crise entre Flávio e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, após o impasse em torno da candidatura da vereadora Priscila Costa ao Senado. Michelle defendia a indicação da aliada, enquanto o senador conduziu as negociações que abriram espaço para uma composição com o grupo do deputado André Fernandes (PL-CE), episódio que foi o estopim do rompimento entre madrasta e enteado.
Na avaliação de aliados, a passagem pelo Ceará também será um teste da capacidade da campanha de reconstruir pontes com lideranças locais depois da crise. Nesta semana, Priscila participou da reunião organizada por Flávio para apresentar o programa Brasil por Elas, elogiou publicamente o presidenciável e fez um gesto interpretado pelo entorno do senador como um sinal de distensão, embora continue sendo uma das principais aliadas de Michelle.
Interlocutores da campanha afirmam que a estratégia de internacionalização cumpriu um papel importante ao aproximar Flávio de Trump, de integrantes do Partido Republicano e de empresários americanos. Agora, porém, defendem que a prioridade passe a ser outra: ampliar a presença em estados onde a candidatura ainda depende da consolidação de alianças políticas e da montagem de palanques competitivos.
Essa necessidade se tornou ainda mais evidente porque as lacunas da agenda estão concentradas justamente no Norte e no Nordeste, regiões em que Lula mantém vantagem histórica e onde o bolsonarismo enfrenta maior resistência. Enquanto Flávio já percorreu todos os estados do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste, além de parte do Norte e do Nordeste, os compromissos pendentes permanecem integralmente nessas duas regiões.
Além da audiência sobre as tarifas, a viagem a Washington terá outro objetivo político. Flávio deve aproveitar a passagem pelos Estados Unidos para se reunir com o irmão Eduardo Bolsonaro, que permanece no país. Aliados defendem que o encontro sirva para alinhar a comunicação da pré-campanha após os desgastes provocados pela crise com Michelle Bolsonaro. Na avaliação desse grupo, declarações de influenciadores ligados ao deputado, como Paulo Figueiredo, e publicações feitas por pessoas de seu entorno ampliaram o desgaste da crise justamente no momento em que a campanha tenta reconstruir sua relação com o eleitorado feminino.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou a família Bolsonaro nesta quinta-feira (2) após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pedir que os Estados Unidos suspenda as taxações anunciadas contra o Brasil. Segundo o pré-candidato à Presidência, a imposição das tarifas representaria uma “vitória política” para o governo de Lula.
Nas redes sociais, Lula afirmou que o Brasil “não está à venda” e que defender o adiamento das tarifas para depois das eleição é uma traição à pátria. As informações são da CNN.
Leia mais“Pedir que o tarifaço contra o nosso país seja adiado para depois das eleições é mais uma atitude de traidores da Pátria. Nunca houve e não há qualquer justificativa para tarifaço agora ou depois”, publicou Lula no X (antigo Twitter). “Nossa Pátria não está à venda. Nossa soberania é inegociável. O Brasil é dos brasileiros.”
Na publicação, o presidente disse ser “inaceitável” que queiram “submeter o Brasil aos interesses dos Estados Unidos”.
“É inaceitável que a família Bolsonaro, com o seu entreguismo, queira submeter o Brasil aos interesses dos Estados Unidos, como fica claro no documento enviado hoje por um de seus integrantes ao governo norte-americano”.
A carta encaminhada por Flávio Bolsonaro ao USTR (Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos) na última quarta-feira (1°), pede a suspensão da proposta de taxação e também a abertura imediata de negociações bilaterais nas áreas influenciadas pela imposição das taxas.
“As tarifas propostas proporcionariam ao atual governo brasileiro exatamente a vitória política que ele vem arquitetando, ao mesmo tempo em que puniriam a economia americana e os próprios brasileiros que buscam uma relação mutuamente benéfica com os Estados Unidos”, conclui o pedido de Flávio.
No entender do senador, as “tarifas propostas recompensariam justamente os infratores que deveriam punir”.
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Motoristas e engenheiros terceirizados que prestam serviços à Secretaria de Educação de Pernambuco denunciaram ao blog atrasos no pagamento de retroativos salariais e diárias. Segundo os relatos, os profissionais vinculados à empresa GT Serviços aguardam há cerca de um ano o pagamento de valores retroativos, enquanto engenheiros estariam há mais de três meses sem receber diárias referentes às viagens realizadas a serviço do Estado. Os denunciantes pediram para não serem identificados por receio de retaliações.
De acordo com os trabalhadores, a empresa teria informado inicialmente que os pagamentos não foram realizados porque os recursos ainda não haviam sido repassados pela Secretaria de Educação. Posteriormente, porém, os profissionais afirmam ter recebido a informação de que o Estado já teria efetuado o repasse à prestadora de serviços, sem que os valores fossem creditados aos funcionários. Eles também alegam que continuam sendo enviados para viagens mesmo com as diárias em atraso.
Ainda segundo os denunciantes, os motoristas terceirizados da Secretaria de Educação são divididos entre duas empresas contratadas. Conforme os relatos encaminhados ao blog, os trabalhadores vinculados à RM teriam recebido os retroativos, reajustes salariais e diárias regularmente, enquanto os empregados da GT Serviços afirmam que os pagamentos permanecem pendentes. O blog deixa o espaço aberto para manifestações da Secretaria de Educação de Pernambuco e da GT Serviços sobre as denúncias.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) enviou um documento ao USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos) no qual afirma que a confirmação do tarifaço de 25% proposto pelo órgão daria ao governo Lula (PT) uma “vitória política”.
“As tarifas propostas dariam ao atual governo brasileiro exatamente a vitória política que ele vem buscando, ao mesmo tempo em que puniriam a economia americana e os próprios brasileiros que defendem uma relação mutuamente benéfica com os Estados Unidos”, disse Flávio, pré-candidato do PL à Presidência. As informações são da Folha de S. Paulo.
Com base nesse argumento, o senador pediu ao USTR que suspenda a aplicação de sobretaxas ao país, ao menos até a realização das eleições presidenciais no Brasil.
Leia mais“Os Estados Unidos têm um interesse consolidado em não tomar medidas econômicas de grande porte contra uma democracia estrangeira nas semanas anteriores a uma eleição nacional disputada, onde a ação corre o risco de ser retratada […] como uma tentativa de influenciar o resultado”, escreveu o senador. “Adiar a implementação até depois das eleições elimina essa caracterização.”
O texto de Flávio também cita a classificação do Banco Master como “maior fraude financeira” da história, mas omite seus elos com Daniel Vorcaro, ex-dono da instituição financeira.
O anúncio das novas tarifas já foi explorado contra Flávio pelo presidente Lula (PT), que tem adotado o mote da soberania nacional. O petista também tem se colocado como defensor do Pix, um dos alvos da investigação dos EUA.
O senador submeteu comentários escritos no âmbito da investigação comercial iniciada pelo USTR com base na Seção 301. Ele também se inscreveu para falar na audiência pública desse processo que deve ocorrer no dia 7 de julho, em Washington.
O relatório enviado por Flávio tem 19 páginas de argumentação, além de diversos anexos. Logo no início, ele diz que Lula se fortalece eleitoralmente quando Trump ameaça tarifar o Brasil.
“Pesquisas de opinião no Brasil mostram que a posição eleitoral do atual governo se fortaleceu justamente nos períodos em que a pressão exercida pelas tarifas americanas foi mais intensa. A pesquisa nacional mais recente coloca o atual governo com 39% das intenções de voto contra 29% do autor [do documento, Flávio] em um cenário de primeiro turno, além de indicar que a aprovação do governo subiu desde abril de 2026 e que sua vantagem em um eventual segundo turno aumentou”, diz o senador, no documento.
O parlamentar incluiu no relatório um gráfico de pesquisa de opinião para mostrar que as sobretaxas ajudam Lula eleitoralmente. Além de um “ativo político”, Flávio afirma que Lula adota uma postura de confrontação com os EUA por “inclinação ideológica”.
Flávio faz referência ainda ao primeiro tarifaço imposto por Trump contra o Brasil, de 50%, adotado em meio a atuação de seu irmão, o então deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), para que os EUA pressionassem os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) no processo judicial contra Jair Bolsonaro.
À época, tanto Eduardo como Flávio condicionaram o fim do tarifaço à anistia a seu pai.
Agora, o pré-candidato à Presidência do PL diz que essa medida de pressão foi ineficaz e que não alterou decisões do tribunal contra Bolsonaro e na ação do Marco Civil da Internet.
Ele lembra ainda que o primeiro tarifaço e a abertura da investigação comercial foram justificadas por Donald Trump como resposta a uma “caça às bruxas” contra Jair Bolsonaro. Para Flávio, as medidas adequadas que o governo Trump deveria adotar são a suspensão de vistos de autoridades brasileiras e sanções com base na Lei Magnitsky, como as aplicadas ao ministro do STF Alexandre de Moraes no ano passado.
O governo Trump anunciou no início do mês a conclusão da investigação da seção 301 contra o Brasil e propôs novo tarifaço de 25% sobre bens importados do país. A decisão final sobre aplicação ou não cabe a Trump, após a consulta ao setor privado.
Esta investigação foi instaurada em julho de 2025. O governo americano incluiu no processo a análise de práticas em diferentes frentes: comércio digital e serviços de pagamento eletrônico; tarifas consideradas “injustas ou preferenciais”; leis anticorrupção; proteção da propriedade intelectual; acesso ao mercado de etanol; e desmatamento ilegal.
Os alvos vão desde queixas antigas de Washington, como as tarifas brasileiras sobre a importação de etanol, até o Pix. Nesse capítulo, o governo Trump acusou o Banco Central de favorecer o Pix de forma injusta e discriminatória em relação a outros meios de pagamento, numa referência a empresas de cartão americanas.
O governo Lula fez da defesa do Pix uma das principais bandeiras para desgastar Flávio. Ao tratar do tema no documento submetido ao USTR, o senador defende o sistema de pagamentos e diz que ele “é uma das realizações mais emblemáticas do governo Jair Bolsonaro”.
Para atender Washington, o senador defende a aprovação de uma lei que proíba a interconexão do Pix com “arranjos não ocidentais de liquidação transfronteiriça”, numa referência à China.
Políticos do centrão e mesmo aliados de Flávio avaliam que a tarifa é um revés para a campanha presidencial do senador, que se tornou alvo do governo Lula desde o anúncio da medida, ocorrido pouco após visita do parlamentar à Casa Branca.
O senador, por sua vez, tem dito que pediu a Trump para abandonar novas tarifas. Ele tentou ainda resgatar a pauta das facções criminosas, que lhe foi benéfica politicamente.
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O cantor André Love lançou a música “Flores, Meu País”, dedicada ao município de Flores, no Sertão do Pajeú, e ao ex-prefeito Marconi Santana, pré-candidato a deputado estadual. Em publicação nas redes sociais, o artista afirmou que a canção é “um registro da história, da força do nosso povo e da grandeza de uma cidade que aprendeu a vencer desafios sem jamais perder sua essência”.
Na postagem, André Love também destacou a homenagem a Santana, que geriu o município por quatro mandatos. “Esta música também presta uma homenagem a um dos seus filhos ilustres, Marconi Santana, que dedicou parte da sua vida à luta pelo desenvolvimento de Flores”, escreveu. A canção está disponível no Spotify: https://open.spotify.com/track/5vzG1zWDat1NDOF0crGDmu?si=CrdkAvN9QB2R2zyPwlKoYA.
Por Felipe Fernandes – g1
O cantor Gusttavo Lima cancelou, por duas vezes, o show que faria em Surubim, no Agreste de Pernambuco, durante a programação de São João. A primeira apresentação, marcada para 18 de junho, foi cancelada sob a alegação de descumprimento do contrato pelos contratantes. A segunda, no último sábado (27), foi cancelada sob a alegação de intoxicação alimentar.
Publicamente, a história foi contada assim: o artista disse que estava com uma “diarreia absurda”, pediu perdão ao público e informou que iria devolver o cachê da apresentação. “Galera de Surubim, mil desculpas por não comparecer ao show de hoje. Intoxicação alimentar. Traduzindo, caganeira mesmo”, publicou nas redes sociais.
Do outro lado, o prefeito Cleber Chaparral (União Brasil) subiu ao palco da festa e chamou o cantor de “ladrão” após ser informado da segunda desistência. No dia seguinte, contestou a afirmação de que o cachê havia sido devolvido integralmente.
Leia maisNos bastidores, entretanto, produtores envolvidos na contratação afirmam que os problemas começaram bem antes da doença alegada pelo artista. Procurado pelo g1, Gusttavo Lima não respondeu até a última atualização desta reportagem.
Segundo o produtor Bruno Rego, sócio da BG Promoções, o impasse começou por causa do patrocínio da festa. A empresa contratou o cantor para o São João de Petrolina e, em Surubim, atuou como intermediária entre a prefeitura e a equipe do artista. De acordo com Rego, Gusttavo Lima teria se recusado a subir ao palco na primeira data do show ao identificar a marca VaideBet entre os patrocinadores do evento.
O cantor já teve vínculo com a casa de apostas, mas atualmente é patrocinado pela Aposta Ganha, concorrente da empresa. Na ocasião, a equipe do artista anunciou o cancelamento e divulgou uma nota sobre o caso.
“Ao chegar ao local do evento, nossa equipe constatou o descumprimento de itens previstos em contrato (…), entre eles a veiculação da imagem do artista junto à marca da empresa VaideBet, associação que, por princípio, o artista não autoriza em nenhuma circunstância”. Apesar da divergência, Gusttavo Lima e os contratantes voltaram a negociar e chegaram a um acordo para remarcar a apresentação para 27 de junho.
‘DOBRADINHA’ EM CARUARU
Na nova data, Gusttavo Lima manteve uma agenda apertada. Às 22h, apresentou-se no Pátio do Forró, em Caruaru. Depois seguiria para Surubim, distante cerca de 80 quilômetros, conforme combinado. A apresentação, como se sabe, não ocorreu. O cantor deixou Caruaru em direção ao Aeroporto do Recife e, de lá, seguiu para Goiânia (GO).
Rego afirma que, após os desentendimentos envolvendo as casas de apostas, surgiram novas divergências durante a preparação do segundo show. Segundo ele, a equipe do cantor solicitou, entre outras mudanças, a retirada de bandeirolas que exibiam a marca da VaideBet espalhadas pelo evento. Também demonstrou insatisfação com a ordem das atrações da festa.
Após o adiamento, Gusttavo Lima acabou sendo “encaixado” para se apresentar após Luan Santana, por volta da 0h, já na madrugada de domingo. “O primeiro cancelamento foi por causa de bet. O segundo, por birra”, diz o produtor, em entrevista ao g1.
MAL-ESTAR ENTRE PRODUTORES
A BG Promoções é responsável por grandes eventos no Nordeste, como a ExpoCrato, no Cariri (CE), e o Carnaval Boa Viagem, camarote privado na Zona Sul do Recife (PE), onde Gusttavo Lima já se apresentou algumas vezes.
Diante da sequência de acontecimentos, Rego afirma que não pretende mais contratar o cantor enquanto não houver uma retratação pública. “Ele é um artista gigantesco e muito respeitado no mercado. Mas hoje eu não contrato mais. Quem garante que ele não vai cancelar de última hora de novo?”
A empresária Manoela Furtado Rego, sócia da BG, também criticou a postura do cantor. “Foi uma situação de ego, vaidade e irresponsabilidade. É muito fácil para quem tem o poder do microfone contar apenas a versão que lhe convém”, afirmou em suas redes sociais.
CACHÊS MILIONÁRIOS
Durante o São João, Gusttavo Lima foi um dos artistas mais bem pagos do circuito nordestino. Em Petrolina, recebeu R$ 1,5 milhão pela apresentação realizada no dia 20 de junho (o maior cachê entre os mais de 100 artistas que se apresentaram na cidade durante o período). Em Surubim, seu contrato previa pagamento de R$ 1,3 milhão.
Após o vaivém de versões sobre o caso, a prefeitura da cidade informou que o episódio ainda não está encerrado e que adotará as medidas administrativas e jurídicas cabíveis.
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O deputado federal Túlio Gadelha defendeu, nesta semana, a reeleição do senador Fernando Dueire (MDB) durante agenda para a inauguração de um equipamento de saúde em Igarassu, na Região Metropolitana do Recife. O gesto reforça as articulações em torno da disputa pelas vagas ao Senado na chapa governista, em um cenário ainda marcado por indefinições.
Nos bastidores, Dueire tem intensificado as conversas políticas e, segundo fontes, cobrado da governadora Raquel Lyra um gesto de reconhecimento pelo apoio que afirma ter prestado ao seu projeto político e ao governo. A definição das duas vagas ao Senado segue sem consenso, com diferentes movimentações entre aliados e sinais divergentes sobre a composição da chapa para as eleições de 2026.
O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) identificou elementos considerados suficientemente relevantes para determinar a abertura de uma Auditoria Especial sobre o contrato de R$ 185,2 milhões firmado pela Secretaria de Educação de Pernambuco com a empresa CETUS Construtora Ltda., por meio de adesão (“carona”) a uma ata de registro de preços do Estado de Minas Gerais. Durante boa parte da vigência do contrato, a empresa permaneceu declarada inidônea em decorrência de sanções aplicadas em outros contratos com o poder público, informação revelada com exclusividade pelo portal Metrópoles.
Na decisão, o conselheiro Rodrigo Novaes afirma que a instauração da Auditoria Especial era indispensável diante da gravidade dos fatos e do risco de dano ao erário. Como os pagamentos já haviam sido realizados, o objetivo da investigação passou a ser verificar a regularidade da execução contratual e subsidiar decisões sobre a continuidade do contrato. Um dos pontos que mais chamou atenção foi o posicionamento da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que apresentou nove ressalvas ao processo e, diante das inconsistências identificadas, deixou de emitir parecer jurídico favorável à contratação.
Leia maisA representação encaminhada ao Tribunal relaciona uma série de indícios que motivaram a investigação. Entre eles estão sobrepreço de até 274% na instalação de aparelhos de ar-condicionado, pagamentos em duplicidade mediante reutilização das mesmas fotografias em boletins de medição, supermedição de serviços, divergência de aproximadamente R$ 21,6 milhões entre os boletins de medição e os valores liquidados pelo Estado, suspeitas de subcontratação irregular, questionamentos sobre a representação legal da empresa e a contratação de uma empresa que possuía sanção administrativa aplicada por outro ente público.
O próprio relator registra que esses elementos, embora ainda dependessem de instrução processual, revelavam risco concreto de dano ao erário, razão pela qual considerou imprescindível aprofundar a investigação por meio de uma Auditoria Especial. Depois, a Primeira Câmara do TCE confirmou parte das preocupações levantadas na fase cautelar. O processo foi julgado irregular e o Tribunal concluiu que a Secretaria de Educação incorreu em graves falhas de planejamento e governança.
Em seu voto, o conselheiro relator afirmou que a contratação emergencial decorreu de uma “emergência fabricada”. Segundo o Tribunal, o processo licitatório iniciado em agosto de 2022 permaneceu sem conclusão por mais de dois anos, sendo posteriormente arquivado. Para o relator, a situação emergencial utilizada para justificar a contratação não decorreu de fatos imprevisíveis, mas da própria ausência de planejamento da Administração.
O acórdão também aponta deficiência nos estudos técnicos, pesquisas de preços insuficientes, fragilidade documental, falhas na fiscalização dos contratos e utilização inadequada de instrumentos administrativos excepcionais. Como consequência, foram aplicadas multas de R$ 16 mil a quatro gestores da Secretaria de Educação, incluindo o atual secretário, Gilson José Monteiro Filho.
Poucos dias após o julgamento do Tribunal, no sábado, 13 de junho, data em que a Seleção Brasileira estreava na Copa do Mundo e o noticiário nacional estava concentrado na competição, o Governo de Pernambuco publicou a exoneração de Roberto Vicente Ferreira, então secretário executivo responsável pelo acompanhamento das obras da Secretaria de Educação. A exoneração ocorreu em meio ao avanço das investigações do TCE.
Enquanto o Tribunal aprofundava a investigação documental, deputados estaduais e federais iniciaram uma série de inspeções presenciais em unidades da rede estadual, comparando os boletins de medição com a situação encontrada nas escolas. As vistorias realizadas em municípios como Abreu e Lima, Igarassu, Recife e Camaragibe passaram a revelar um padrão semelhante ao apontado nos documentos encaminhados ao TCE.
Na Escola Pastor Amaro de Sena, em Abreu e Lima, foram apresentados documentos indicando gastos superiores a R$ 450 mil, enquanto a unidade ainda apresentava infiltrações, quadra deteriorada, mofo, lixo acumulado e questionamentos sobre um pagamento de aproximadamente R$ 155 mil referente à substituição de um telhado cuja estrutura permanecia aparentemente a mesma.
Na Escola Aderbal Jurema, em Igarassu, foram exibidos dois boletins de medição de cerca de R$ 82 mil cada, contendo as mesmas planilhas, medições e fotografias. Uma das imagens utilizadas como comprovação do serviço era anterior à assinatura do contrato com a CETUS.
Outras fiscalizações identificaram pagamentos elevados por estruturas metálicas, pinturas e alambrados que, segundo os documentos apresentados durante as inspeções, não correspondiam às condições efetivamente encontradas nas escolas. Em diferentes unidades também foram apontadas a reutilização de fotografias, a repetição de medições e quantitativos considerados incompatíveis com as dimensões reais das estruturas.
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Um grupo de estudantes do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), Campus Recife, lançou uma campanha de arrecadação para viabilizar a participação na YaleMUN Brasil, simulação da Organização das Nações Unidas (ONU) organizada por estudantes da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. O evento será realizado entre os dias 14 e 16 de agosto, em Brasília. Segundo o grupo, o IFPE é a única instituição pública de Pernambuco selecionada para levar uma delegação à conferência, mas os recursos institucionais não são suficientes para custear passagens aéreas, hospedagem e alimentação dos participantes.
A campanha, organizada pelo Clube de Relações Internacionais Sérgio Vieira de Mello (CRI-SVM), tem como meta arrecadar R$ 30 mil. Durante a conferência, os estudantes representarão diferentes países em debates sobre temas como mineração responsável, extração de petróleo na Amazônia e desenvolvimento de economias dependentes de commodities. “Vivenciar esses debates nos mostra que temas complexos podem ser compreendidos e resolvidos de forma prática. O Clube CRI-SVM traduz a política internacional para a nossa realidade e abre portas que antes pareciam inacessíveis para estudantes da rede pública”, afirmou a estudante Victória Fontes.
Criado em 2019 e oficializado em 2021, o Clube de Relações Internacionais Sérgio Vieira de Mello promove atividades voltadas ao ensino de geopolítica, liderança, negociação e oratória. Integrantes do projeto já participaram de simulações internacionais, incluindo eventos em Harvard, e agora buscam garantir a presença da nova delegação na YaleMUN Brasil.
Serviço
Campanha: Vakinha para participação do CRI-SVM na YaleMUN Brasil
Meta: R$ 30 mil
Como contribuir: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/cri-svm-na-yalemun-brasil-iidv-mun-sergio-vieira-de-mello?utm_source=google.com
Instagram do CRI-SVM: https://www.instagram.com/cri_svm?igsh=MTZ2cW56MW4wdzA4OA%3D%3D
Beneficiários do Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Pernambuco (SASSEPE) denunciaram ao blog a suspensão de consultas, exames e atendimentos em hospitais, clínicas e laboratórios credenciados em diferentes municípios do Estado. Uma das pacientes, que aguarda uma cintilografia do joelho para avaliação de uma nova cirurgia, recebeu um comunicado informando que não há prestadores disponíveis para a realização do exame solicitado.
No comunicado encaminhado à beneficiária, o SASSEPE informou que a Gerência de Credenciamento está ciente da demanda e realiza negociações, em conjunto com outros setores do instituto, para ampliar a rede credenciada. O órgão também informou que publicou um chamamento público para o credenciamento de clínicas e hospitais interessados e que busca novos prestadores para especialidades atualmente sem atendimento disponível.
Além da denúncia encaminhada ao blog, usuários também relatam nas redes sociais a suspensão de atendimentos em hospitais, clínicas e laboratórios credenciados em municípios como Pesqueira, Arcoverde e Camaragibe. Entre as reclamações estão o cancelamento de consultas, a interrupção de exames e a suspensão de atendimentos médicos e de urgência. Segundo os beneficiários, alguns serviços foram suspensos por tempo indeterminado.
O ex-governador do Piauí, ex-senador, ex-ministro de Estado e ex-deputado federal, Hugo Napoleão, lança, no próximo dia 27 de agosto, às 19h, em Brasília, a autobiografia “O Parnaíba Tem Feitiço (A Vida de um Piauiense)”. A obra reúne memórias pessoais e políticas do autor, que construiu uma trajetória marcante na vida pública brasileira, narrando episódios de sua infância, formação e das décadas dedicadas ao serviço público.
O lançamento será realizado na sede do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal (IHG-DF), localizada na SEPS EQ 703/903, Conjunto C, e contará com a presença do presidente da instituição, José Theodoro Menck, e do presidente da Academia Brasiliense de Letras, Fabio de Sousa Coutinho, além de acadêmicos e convidados. Publicado pela Editora CEAT, o livro tem prefácio de José Sarney e apresenta um relato autobiográfico que resgata a história de vida de Hugo Napoleão e sua relação com o Piauí.
