Em São José do Egito, Sertão do Pajeú, a 400 km do Recife, não se revelou em surpresa alguma a primeira pesquisa registrada sobre a sucessão municipal do Opinião em parceria com este blog. Líder absoluto com 43% das intenções de voto, o pré-candidato do União Brasil, Augusto Valadares, embora hoje seja prefeito de Ouro Velho, cidade vizinha, já no Estado da Paraíba, tem militância política, identificação e um histórico de serviços prestados a São José do Egito.
Ali, foi secretário do atual prefeito Evandro Valadares na sua primeira gestão. Um auxiliar fortíssimo e influente. Com o tempo, Augusto conquistou o coração da pequena Ouro Velho, quase quintal de São José, de tão próxima geograficamente. Eleito prefeito em 2020, faz uma excelente gestão, com aprovação beirando quase a unanimidade: percentuais acima de 90% na soma do ótimo com o bom entre os eleitores que aprovam o seu governo.
Leia maisIsso tem forte repercussão em São José do Egito, berço da origem política de Augusto. Ele enfrenta, entretanto, divergências dentro do seu grupo, mas aparentemente sanáveis na base do diálogo, arma feroz e infalível da boa política e do político que se preza.
Augusto deve polarizar a disputa com o empresário Fredson Brito (PV), que trabalha para unir as oposições em torno do seu nome. É de fato, como Augusto, a cara nova da sucessão municipal em São José do Egito. Embora percentualmente esteja um pouquinho a frente de Fredson, o ex-prefeito Romério (PP) não deve ser candidato. Quanto ao ex-deputado Zé Marcos, este já disse que está fora e que seu candidato será Fredson.
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