Clique no link a seguir e assista ao evento de lançamento da pré-candidatura de Alessandra Vieira (UB) a vice-governadora do Estado na chapa de Miguel Coelho (UB): https://instagram.com/miguelcoelhope/live/18167855707216095?igshid=YmMyMTA2M2Y=
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O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, classificou a operação dos EUA que capturou o presidente venezuelano Nicolás Maduro de “ato de guerra” e uma violação dos direitos internacional e federal.
Maduro e sua esposa, que foram capturados durante a noite em Caracas, estão sendo transportados de volta aos Estados Unidos. Espera-se que o líder autoritário fique sob custódia federal na cidade de Nova York, onde enfrenta uma acusação federal. As informações são da CNN.
Leia maisMamdani, que está há três dias em seu mandato como prefeito, disse que foi informado sobre a operação, bem como sobre a “prisão planejada sob custódia federal de Maduro aqui em Nova York”.
“Atacar unilateralmente uma nação soberana é um ato de guerra e uma violação dos direitos federal e internacional. Essa busca descarada por uma mudança de regime não afeta apenas os que estão no exterior, mas impacta diretamente os nova-iorquinos, incluindo dezenas de milhares de venezuelanos que chamam esta cidade de lar”, disse Mamdani.
“Meu foco é a segurança deles e a de todos os nova-iorquinos, e minha administração continuará monitorando a situação e emitindo orientações relevantes”, continuou.
Nova York abriga uma grande comunidade venezuelana, que cresceu significativamente nos últimos três anos, à medida que centenas de milhares de pessoas fugiram do país. Muitos deles se estabeleceram em Nova York, ajudando a impulsionar uma enorme crise migratória na cidade em 2022.
Mamdani, um socialista democrático, enfrentou algumas críticas durante a campanha para prefeito por hesitar em se referir a Maduro como ditador durante uma entrevista. Posteriormente, ele esclareceu sua posição, dizendo que acreditava que Maduro era um ditador.
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Por Bernardo Mello Franco
Do jornal O Globo
Durou pouco o teatro americano para justificar a intervenção militar na Venezuela. Donald Trump iniciou o pronunciamento deste sábado repetindo acusações não comprovadas de que Nicolás Maduro estaria por trás de um cartel de “narcoterrorismo”.
Em poucos minutos, escancarou que o real interesse americano está no subsolo do país. “Vamos tomar o petróleo de volta. Francamente, já deveríamos ter tomado há muito tempo”, declarou, em seu resort na Flórida.
Leia maisA Venezuela detém as maiores reservas de petróleo do mundo, estimadas em 303 bilhões de barris. Isso coloca o país à frente de petroestados como Arábia Saudita e Irã.
Por muitas décadas, os recursos venezuelanos foram explorados por petroleiras americanas. Isso começou a mudar em 1976, com a criação da estatal PDVSA, até a nacionalização total em 2009, no governo de Hugo Chávez.
Neste sábado, Trump anunciou que os americanos vão governar provisoriamente a Venezuela após a derrubada de Maduro. Ele não detalhou os planos, mas afirmou que os gastos públicos serão cobertos por petroleiras americanas.
“Nossas gigantescas companhias petrolíferas americanas, as maiores do mundo, vão entrar, gastar bilhões de dólares e consertar a infraestrutura petrolífera, que está em péssimo estado”, afirmou.
Em outro momento, Trump reclamou que a indústria petrolífera da Venezuela é “uma bagunça”, e prometeu aumentar o volume de petróleo extraído no país.
Derrubado depois de 13 anos no poder, Maduro comandava um regime autoritário, que censurava a imprensa, reprimia a oposição e manipulava eleições. Isso não justifica a intervenção militar americana, que violou o direito internacional e a Constituição dos Estados Unidos.
A Carta das Nações Unidas só autoriza ataques em caso de legítima defesa ou sob autorização do Conselho de Segurança, que não foi sequer consultado sobre o bombardeio a Caracas. E a Constituição dos EUA exige que o governo peça autorização ao Congresso antes de intervir militarmente em outros Estados soberanos.
Ao ser questionado sobre isso, Trump voltou a mostrar desprezo pelas instituições do país que governa. “O Congresso ia vazar (a operação). E nós não queremos vazadores”, disse.
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O Sesc informou que parte do telhado do Hotel Sesc Triunfo foi atingida pela forte intensidade dos ventos registrados no município causando apenas danos materiais. Segundo a instituição, não houve feridos nem prejuízos a hóspedes ou colaboradores, e a operação hoteleira segue funcionando normalmente, com equipes já atuando nos reparos e no restabelecimento do serviço de internet, temporariamente interrompido.
Veja nota na íntegra:
Leia mais“Nota à Imprensa – Hotel Sesc Triunfo
O Sesc informa que, devido à forte intensidade dos ventos registrados em Triunfo nesta data, parte da estrutura de telhado do Hotel Sesc Triunfo foi atingida.
Os danos foram apenas materiais, sem qualquer ferimento ou prejuízo aos hóspedes e colaboradores. A área afetada foi imediatamente isolada e equipes já estão atuando na retirada dos materiais e nos reparos necessários no telhado.
O incidente não comprometeu a operação hoteleira, que segue funcionando normalmente. A única consequência temporária é a interrupção do serviço de internet, que já está em processo de restabelecimento.
Vale registrar que este episódio é considerado um caso fortuito, ou seja, um acontecimento inesperado e inevitável, ligado a riscos naturais e que não poderia ser evitado, mesmo com todos os cuidados habituais que a instituição mantém.
Por fim, o Sesc reafirma seu compromisso com a segurança e o bem-estar de todos.“
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Da CNN Brasil
O presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, senador Nelsinho Trad (PSD-MS), defendeu neste sábado (3), em caso de necessidade, interromper o recesso parlamentar para debater o ataque dos Estados Unidos a Venezuela.
“Defendo, se for necessária, a convocação imediata de reuniões extraordinárias da Comissão Representativa do Congresso Nacional e da CRE [Comissão de Relações Exteriores] durante o recesso parlamentar”, disse em nota.
Leia maisO ataque “de grande escala” a Venezuela foi anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por meio das redes sociais. Segundo ele, o chefe venezuelano Nicolás Maduro foi capturado e levado para fora do país.
A ação foi criticada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que considerou o caso “uma afronta gravíssima” à soberania venezuelana. De acordo com o governo, não há “movimentação anormal na fronteira do Brasil com a Venezuela” e a área seguirá sendo monitorada.
O recesso parlamentar começou em 23 de dezembro e os trabalhos no Legislativo têm previsão de retomada a partir de fevereiro. Durante o período de pausa, a Constituição prevê a atuação temporária de uma Comissão Representativa do Congresso.
O colegiado é composto por sete senadores e 16 deputados. Entre as suas competências, a comissão tem a função de exercer atribuições de caráter urgente, que não possam aguardar o início da sessão legislativa.
Nelsinho Trad declarou que a CRE acompanha com atenção a situação na Venezuela e que “é motivo de grande preocupação, em particular, a situação dos brasileiros que se encontram em território venezuelano e os impactos imediatos nas regiões fronteiriças com o Brasil”.
Para ele, o ocorrido terá “consequências de curto, médio e longo prazos”. Ele defendeu aguardar o posicionamento detalhado dos Estados Unidos e também o do governo brasileiro, que têm neste sábado reuniões de emergência sobre o assunto.
“Defesa da democracia e o enfrentamento ao narcotráfico não autorizam a banalização do uso da força contra a soberania de um país e devem observar os marcos do Direito Internacional e os princípios da Organização das Nações Unidas”, afirmou o senador.
Veja a íntegra do posicionamento do senador:
A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado Federal acompanha com especial atenção a situação na Venezuela. É motivo de grande preocupação, em particular, a situação dos brasileiros que se encontram em território venezuelano e os impactos imediatos nas regiões fronteiriças com o Brasil.
A rapidez da ação militar realizada hoje em território venezuelano levanta questionamentos legítimos sobre possível conivência interna. Vale lembrar o histórico amplamente conhecido do regime de Nicolás Maduro: destruição das instituições democráticas, repressão a opositores, prisões políticas e graves acusações de vínculos com o crime organizado.
A CRE está ciente de que os eventos estão em desenvolvimento e terão consequências de curto, médio e longo prazos.
Neste momento, é importante aguardar as manifestações oficiais dos Estados Unidos, inclusive o pronunciamento ou coletiva de imprensa do presidente norte-americano, previsto para as 13h no horário de Brasília. Também se deve esperar o posicionamento oficial do governo brasileiro, que convocou reunião de emergência para tratar do assunto. A Comissão tem acompanhado também com preocupação as manifestações de grandes potências ou países considerados aliados do governo de Nicolás Maduro, como China, Irã e Rússia.
Defesa da democracia e o enfrentamento ao narcotráfico não autorizam a banalização do uso da força contra a soberania de um país e devem observar os marcos do Direito Internacional e os princípios da Organização das Nações Unidas.
Na condição de presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) e da Comissão Temporária Externa para interlocução sobre as relações econômicas bilaterais com os EUA (CTEUA), defendo, se for necessária, a convocação imediata de reuniões extraordinárias da Comissão Representativa do Congresso Nacional e da CRE durante o recesso parlamentar.
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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) detalhou, na manhã deste sábado (3), os temas tratados na reunião de emergência convocada após o ataque dos EUA à Venezuela e a captura de Nicolás Maduro. Segundo o ministro da Defesa, José Múcio, fronteira do Brasil com a Venezuela segue aberta, segura e “tranquila”.
“A fronteira está absolutamente tranquila. Nós já temos um contingente suficiente de homens e equipamentos para garantir segurança e dar tranquilidade. Estamos monitorando a situação o tempo todo”, declarou. As informações são do portal Metrópoles.
Leia maisAinda segundo Múcio, não há registro, até o momento, de brasileiros entre as vitimas dos ataques: “A comunidade brasileira está tranquila e nenhuma ocorrência até o momento. Os turistas que lá estão estão conseguindo sair, normalmente, com qualidade total com relação à comunidade brasileira”.
O encontro, que reuniu ministros e assessores do petista, aconteceu no Palácio do Itamaraty, em Brasília. Estavam presentes o ministro da Defesa, José Múcio; as ministras interinas do Ministério das Relações Exteriores, embaixadora Maria Laura da Rocha, e da Casa Civil, Miriam Belchior; e diplomatas do Itamaraty e da Presidência da República. Os titulares do MRE (Mauro Vieira) e da Casa Civil (Rui Costa) estão de férias e afastados do cargo.
Lula participou de forma remota. O titular do Planalto está de férias na Restinga de Marambaia, base da Marinha no Rio de Janeiro. Uma sala no local foi preparada para o presidente acompanhar as discussões. Até então, o petista pretendia manter o recesso até a segunda-feira (6), retornando ao trabalho no dia seguinte. Ele, porém, aguarda informações sobre o desenrolar dos fatos para decidir se retornará antes para Brasília.
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O velório de Carlos Augusto Carneiro será realizado amanhã (4), a partir das 8h, no Cemitério Parque das Flores, no bairro do Curado. O sepultamento está marcado para o mesmo dia, às 11h30, no local.
Carlos Augusto Carneiro era pai de Augusta Carneiro (Guta), esposa do deputado federal Pedro Campos. A cerimônia de despedida deve reunir familiares, amigos e pessoas próximas para prestar as últimas homenagens.
Augusto morreu na tarde de ontem, após um acidente de moto na Avenida Cruz Cabugá, no Recife. Ele se envolveu em uma colisão com outra motocicleta por volta das 17h30, nas proximidades do supermercado Mix Mateus, no bairro de Santo Amaro. Na outra moto estava um casal, e o homem, de 48 anos, também morreu no local.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3), durante uma coletiva de imprensa, que o país norte-americano está preparado para lançar uma segunda onda de ataques contra a Venezuela, caos seja preciso.
“Nós estamos prontos para realizar um segundo — e muito maior — ataque, caso seja necessário. Então, estamos preparados para fazer uma segunda onda, se precisarmos. Nós havíamos pensado que uma segunda onda de ataque seria necessária, mas agora talvez não [seja mais]”, afirmou. As informações são do portal Metrópoles.
Leia maisAs declarações de Trump foram feitas horas depois de os EUA atacarem a Venezuela e capturarem Nicolás Maduro e sua esposa. Ambos estão a caminho de Nova York.
Logo antes de falar à imprensa, Trump divulgou na rede social Truth Social uma foto de Maduro, supostamente a bordo de um navio. Na publicação, é possível ver o líder chavista algemado, segurando uma garrafa de água. Ele também aparece usando proteção nas orelhas e uma espécie de venda nos olhos.
Segundo Trump, representantes dos EUA permanecerão no país para garantir uma transição de poder e que irão administrar a Venezuela após a captura de Nicolás Maduro até a transição do governo.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que os Estados Unidos vão “administrar” a Venezuela de forma interina após forças dos EUA capturarem o presidente venezuelano, Nicolás Maduro. “Nós vamos administrar o país até o momento em que pudermos, temos certeza de que haverá uma transição adequada, justa e legal. Queremos liberdade e justiça para o grande povo da Venezuela”, declarou Trump em pronunciamento para detalhar a operação de captura de Maduro.
No pronunciamento, Trump também anunciou que petroleiras norte-americanas começarão a atuar em solo venezuelano. “Nossas gigantescas companhias petrolíferas dos Estados Unidos, as maiores do mundo, vão entrar, gastar bilhões de dólares, consertar a infraestrutura petrolífera que está em péssimo estado e começar a gerar lucro para o país”, disse. As informações são do portal g1.
Leia maisApós meses de especulações e operações marítimas perto da costa da Venezuela, os Estados Unidos atacaram neste sábado diversos pontos de Caracas e capturaram Nicolás Maduro e sua esposa. Eles foram levados a Nova York em um navio de guerra norte-americano, de acordo com Trump.
“(…) Sob minhas ordens, as Forças Armadas dos Estados Unidos conduziram uma operação militar extraordinária na capital da Venezuela, empregando um poderio militar americano esmagador, aéreo, terrestre e marítimo, para lançar um ataque espetacular, um ataque como não se via desde a Segunda Guerra Mundial”, afirmou Trump.
Mais cedo, em entrevista à rede de TV Fox News que ainda está decidindo sobre o futuro da Venezuela, após forças dos EUA capturarem o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, na última madrugada.
Trump disse ainda que Maduro e a esposa estão a caminho de Nova York, a bordo de um dos navios da Marinha norte-americana posicionados no Caribe desde o fim de 2025. Até então, o paradeiro do presidente venezuelano era desconhecido.
Em entrevista à rede de TV Fox News, Donald Trump também afirmou que os EUA passarão a estar “fortemente envolvidos” com a indústria petroleira da Venezuela. Ele não detalhou qual será o envolvimento, mas disse que a China “continuará recebendo petróleo venezuelano”.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou uma imagem de Nicolás Maduro vendado com óculos, de moletom e supostamente algemado, a bordo do navio USS Iwo Jima.
Trump afirmou neste sábado que ainda está decidindo sobre o futuro da Venezuela, após forças dos EUA capturarem o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, na última madrugada. Trump disse ainda que Maduro e a esposa estão a caminho de Nova York, a bordo de um dos navios da Marinha norte-americana posicionados no Caribe desde o fim de 2025. As informações são do portal g1.
Leia maisEm entrevista à rede de TV Fox News, Donald Trump também afirmou que os EUA passarão a estar “fortemente envolvidos” com a indústria petroleira da Venezuela. Ele não detalhou qual será o envolvimento, mas disse que a China “continuará recebendo petróleo venezuelano”.
Questionado se a líder opositora venezuelana, María Corina Machado, seria colocada no poder pelos EUA, Trump disse: “ainda estou decidindo sobre o futuro da Venezuela”. “Tem a vice-presidente (Delcy Rodríguez) também”, afirmou.
Transmissão ‘ao vivo’ da captura
Na entrevista, Trump disse ainda que assistiu ao vivo à captura de Nicolás Maduro, transmitida por agentes que participaram da missão em Caracas. “Foi como ver um programa televisivo”, afirmou.
O presidente norte-americano declarou ainda que o ataque dos EUA à Venezuela estava previsto para ocorrer quatro dias atrás, mas foi adiado devido a condições climáticas.
Acrescentou que chegou a falar com Maduro uma semana atrás, quando o venezuelano supostamente tentou negociar uma saída pacífica do poder. “Eles quiseram negociar no final, mas eu não queria”, disse ele na entrevista.
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Fortes ventos atingiram o município de Triunfo, no Sertão de Pernambuco, e causaram danos estruturais ao prédio do Sesc local. Imagens que circulam nas redes sociais mostram que o telhado da unidade foi arrancado, deixando parte da construção exposta.
Os registros em vídeo e fotos indicam que a destruição foi significativa, com trechos da cobertura completamente comprometidos pela força do vento. A ocorrência chamou a atenção pela intensidade do fenômeno climático.
Até a publicação desta matéria, não havia confirmação oficial sobre pessoas feridas nem detalhamento dos prejuízos. O caso segue sendo acompanhado, enquanto se aguarda um posicionamento das autoridades e da administração do Sesc.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado (3) ao The New York Times e à Fox News que o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa estão a bordo do navio USS Iwo Jima, rumo a Nova York.
“Sim, eles estão em um navio do Iwo Jima”, disse Trump em uma entrevista por telefone à Fox News na manhã deste sábado (3). “Eles vão para Nova York. Os helicópteros os levaram de lá, e eles fizeram um voo agradável de helicóptero — tenho certeza de que adoraram. Mas eles mataram muita gente, lembrem-se disso”. As informações são da CNN e Reuters.
Leia maisQuestionado sobre as alternativas que ofereceu a Maduro, Trump afirmou: “Bem, basicamente eu disse: você tem que desistir. Você tem que se render.”
Ele disse à Fox que conversou com Maduro há uma semana. “Este era um símbolo muito importante, e nós — eu tive conversas. Na verdade, falei com ele pessoalmente, mas disse: você tem que desistir. Você tem que se render”, disse Trump.
Detalhes da operação militar e situação em Caracas
Testemunhas e equipes jornalísticas relataram explosões, colunas de fumaça e o som de aeronaves sobrevoando a capital venezuelana por aproximadamente 90 minutos. Moradores de cidades costeiras descreveram o céu ficando vermelho e o solo tremendo durante as explosões.
Diversas áreas de Caracas sofreram interrupção no fornecimento de energia elétrica logo após o início dos bombardeios.
Paralelamente aos ataques, a FAA (Administração Federal de Aviação) dos EUA proibiu que aeronaves americanas operem no espaço aéreo da Venezuela, citando riscos de segurança associados à atividade militar em curso.
Trump classificou a ação como uma “operação brilhante” e marcou uma coletiva de imprensa na Flórida para detalhar o ocorrido.
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O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, retornará para Brasília neste sábado (3) em meio às discussões sobre os ataques dos Estados Unidos à Venezuela. O governo terá reunião de emergência nesta manhã no Itamaraty, na capital federal, com a participação de integrantes da diplomacia e militares.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), repudiou a ação norte-americana e afirmou, pelas redes sociais, que os Estados Unidos cometeram uma “afronta gravíssima” e ultrapassou uma “linha inaceitável”. O chefe do Executivo deve participar da reunião por videoconferência e também avalia antecipar o seu retorno para a capital federal. De recesso na Restinga da Marambaia, o presidente retornaria na terça-feira (6). As informações são da CNN Brasil.
Leia maisO chanceler Mauro Vieira também tinha retorno previsto apenas no início da próxima semana. Mais cedo, como a CNN mostrou, Vieira conversou por telefone com o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil Pinto.
Segundo o chanceler venezuelano, Vieira “expressou sua forte condenação a este ato sem precedentes de agressão militar criminosa”.
O ataque à Venezuela e a captura de Nicolás Maduro foram anunciados pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em publicação nas redes sociais. Segundo ele, Maduro foi capturado e levado para fora do país.
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