Clique no link a seguir e assista ao evento de lançamento da pré-candidatura de Alessandra Vieira (UB) a vice-governadora do Estado na chapa de Miguel Coelho (UB): https://instagram.com/miguelcoelhope/live/18167855707216095?igshid=YmMyMTA2M2Y=
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Oriundo do Partido Comunista Brasileiro (PCB), que se transformou no PPS e segue atualmente como Cidadania, o ex-senador e ex-deputado federal Roberto Freire disparou críticas à esquerda brasileira. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o hoje presidente nacional da referida sigla diz que continua sendo um homem de esquerda, mas não como os aliados do presidente Lula (PT).
“Continuo um homem de esquerda, tal como fui durante toda a minha vida. Só que eu não sou daqueles que têm ideia fixa, não sou doido. Se o mundo muda, eu tenho que entender o que mudou para saber como me posicionar, com os meus valores e os meus princípios, que continuam os mesmos. Não estou dizendo que os outros não têm valores, mas que eles estão equivocados em analisar a realidade. Aqueles que se dizem de esquerda não querem perceber que o mundo do trabalho mudou, que estamos vivendo uma realidade que jogou fora toda uma ordem, inclusive internacional, que vinha vigendo”, disparou Freire.
Leia mais“Como é que você continua pensando a política com um programa, com conceitos que não se aplicam mais? E vem me falar de esquerda e vem me criticar como se não estivesse na esquerda? Essa esquerda, com vocês, morre, não tem futuro. E eu quero ter futuro. Eu tenho muito mais passado, por isso que estou apoiando o (governador do Rio Grande do Sul) Eduardo Leite (PSD), porque estou pensando na juventude, porque ele tem futuro e eu quero pelo menos imaginar que meus filhos e netos, agora muito mais os netos, podem ter um mundo melhor. E vou continuar pensando isso, e não tenho nenhum medo de ficar alguém falando que eu deixei de ser de esquerda, até porque esse tipo de fanatismo pega bem para os talibãs, para quem defende a teocracia iraniana, para quem está defendendo Vladimir Putin ou ditaduras por aí afora. Estou defendendo liberdade, democracia, uma sociedade mais justa, menos desigual. Infelizmente, no Brasil, essa esquerda está nesse século 20 há quase 20 anos no poder e nós continuamos sendo uma das sociedades mais perversas em termos de igualdade do mundo”, completou.
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Moradores e comerciantes da Rua Tomé Gibson, no bairro de Boa Viagem, Zona Sul do Recife, relatam o uso frequente de crack em plena via pública. Segundo os relatos, usuários da droga ocupam diariamente calçadas e áreas próximas a residências e estabelecimentos comerciais, em diferentes horários do dia, alterando a rotina da rua.
A situação preocupa quem circula pelo local, especialmente em razão do intenso fluxo de estudantes e trabalhadores que transitam pela área durante o dia. De acordo com moradores, o cenário tem provocado sensação de insegurança e levado comerciantes a registrarem queixas recorrentes sobre a presença constante de usuários de drogas na via.
Ainda segundo os relatos, apesar das reclamações encaminhadas aos órgãos competentes, não houve até o momento mudanças perceptíveis no quadro. A população cobra a adoção de medidas que envolvam segurança pública, saúde e assistência social, com ações voltadas tanto à proteção dos moradores quanto ao atendimento adequado das pessoas em situação de dependência química.
Dois anos após ter sido afastado da presidência nacional do Cidadania, o ex-senador e ex-deputado federal Roberto Freire reassumiu recentemente o comando da sigla. Aos 83 anos, ele garante que, embora o retorno tenha caráter liminar, seguirá com os preparativos para o ano eleitoral. Freire planeja convocar um congresso extraordinário do partido, no qual deverá sair o posicionamento da sigla para a Presidência da República. O dirigente, entretanto, não esconde sua preferência pelo governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD).
“Essa decisão não será só minha. Terá que haver uma decisão do congresso, que eu imagino convocar, e que há tempo de decidir qual o nosso caminho e quem vamos apoiar com o projeto nacional. Vou lutar evidentemente para que o partido tenha uma candidatura, tal como fizemos em 2022 com Simone Tebet, que seja uma alternativa a essa polarização tóxica e embrutecedora da política brasileira, traumática, porque fratura a sociedade até o nível familiar, e é atrasada. O Brasil avança ou cresce a passos de cágado, enquanto outros países cavalgam”, disparou Freire, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.
Leia mais“Vamos trabalhar e discutir internamente nesse congresso para definirmos qual caminho seguir. Vou defender claramente o apoio ao candidato Eduardo Leite. Não é questão de vontade; será uma questão política. Não vou apoiar nenhum candidato do campo bolsonarista. Isso não significa, como pensam os lulopetistas e bolsonaristas, que se você não é um é o outro. Não, eu não sou nenhum dos dois. Estou pensando nisso há muito tempo, porque o Brasil precisa superar essa fase”, completou.
Freire lembrou ainda que já apoiou Lula em outros momentos, embora tenha lançado o ex-ministro Ciro Gomes (atualmente no PSDB) em 1998 e 2002, disputando contra o petista. Mas a aliança não se repetirá agora. “Nós votamos em Lula algumas vezes, uma delas até no primeiro turno. Mas teve um momento em que inclusive lançamos, em duas oportunidades, o Ciro Gomes, que voltou para o PSDB. Então eu não sei como vai ficar em função desse processo nacional. Mas imagine Ciro Gomes apoiando o Eduardo Leite. Aí eu apoio Ciro no Ceará, pronto”, resumiu Roberto Freire.
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O governo dos Estados Unidos recuou da acusação de que Nicolás Maduro chefiava um cartel de drogas chamado Cartel de los Soles. A mudança ocorre após a captura do ditador venezuelano por militares dos Estados Unidos, em Caracas, no último fim de semana.
A informação foi publicada pelo jornal The New York Times e confirmada pela CNN Brasil.
Após a prisão de Maduro, o Departamento de Justiça americano atualizou as acusações. O ditador ainda é acusado pelo governo Trump de conspiração para tráfico de drogas, mas a alegação de que o Cartel de los Soles é uma organização de fato foi abandonada. As informações são da CNN.
Leia maisEm vez disso, os promotores se referem a um “sistema de clientelismo” e uma “cultura de corrupção” alimentados pelo dinheiro do narcotráfico.
Na versão anterior, que foi publicada pela primeira vez em 2020, a acusação descrevia Maduro expressamente como líder do Cartel de Los Soles, destacando que ele e outros integrantes da organização corromperam instituições legítimas da Venezuela para facilitar a importação de toneladas de cocaína para os Estados Unidos.
Isso incluiria partes das Forças Armadas, do aparato de inteligência, do Legislativo e do Judiciário
“Desde pelo menos 1999, Maduro Moros, Cabello Rondón, Carvajal Barrios e Alcalá Cordones atuavam como líderes e gestores do Cártel de Los Soles, ou ‘Cartel dos Sóis’, comenta a acusação na versão anteriore.
“O Cartel de Los Soles buscava não apenas enriquecer seus membros e aumentar seu poder, mas também inundar os Estados Unidos com cocaína e infligir os efeitos nocivos e viciantes da droga aos usuários americanos”, adiciona.
Já o documento atualizado, divulgado no dia 3 de dezembro, afirma que o ditador e seu antecessor, Hugo Chávez, participa, perpetua e protege uma “cultura de corrupção na qual poderosas
elites venezuelanas se enriquecem com o narcotráfico e a proteção de seus parceiros traficantes”.
Assim, a acusação alega que há um “sistema de clientelismo” e que isso seria referido como Cartel de Los Soles.
“Os lucros dessa atividade ilegal fluem para funcionários corruptos de baixa patente, civis, militares e da inteligência, que operam em um sistema de clientelismo comandado por aqueles no topo — referido como o Cartel de Los Soles ou Cartel dos Sóis, uma referência à insígnia de sol afixada nos uniformes de oficiais militares venezuelanos de alta patente”, explica o texto.
Especialistas já questionavam a ideia de que o “Cartel de Los Soles” seria uma organização formal assim como outros grupos de Colômbia e México, e consideram exagerado sugerir que Maduro o lidere, embora possa haver envolvimento governamental no tráfico de drogas.
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De volta à presidência nacional do Cidadania, após ter sido afastado do comando por dois anos, o ex-senador e ex-deputado federal Roberto Freire rejeita a tese de que a eleição de 2026 está quase definida. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ele ressaltou que o presidente Lula (PT), candidato à reeleição e liderando as pesquisas, não é imbatível e que a vitória apertada que o petista teve sobre Jair Bolsonaro (PL) há quatro anos já deu sinais disso.
“Ele não é imbatível, e já teve riscos em 2022, que foi uma eleição da rejeição. Lembro bem o impacto que a candidatura de Simone Tebet (MDB) tinha. Percebia-se que era um quadro político, que tinha um programa, que tinha um projeto, que Lula hoje relega, de integração com a América Latina. Esse é um grande projeto para o Brasil”, exalta Roberto Freire.
Leia maisSegundo ele, a emedebista, hoje ministra do Planejamento do próprio Lula, foi prejudicada pela polarização do país na última eleição — conjuntura que ele avalia que não se repetirá em 2026. “Quando vinha a grande disputa daquela polarização, aquele eleitor que era simpático a Simone, mas era contra Bolsonaro, dizia que ia votar em Lula para Bolsonaro não ganhar. O mesmo se dava para aquele que era contra Lula e dizia que não ia votar nela, porque, se não votasse em Lula, poderia Bolsonaro ganhar. Esse processo não vai ser o atual; não é o mesmo, não vai ser Lula contra Bolsonaro. Talvez seja contra um filho (Flávio Bolsonaro, do PL), mas, de qualquer forma, a sociedade cansou dessa polarização tóxica”, concluiu.
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Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o ex-senador e atual presidente do Cidadania, Roberto Freire, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
De volta à presidência do Cidadania, o ex-senador Roberto Freire é o entrevistado do podcast ‘Direto de Brasília’ de hoje. Na pauta, o cenário nacional, os escândalos do INSS e do banco Master e a eleição presidencial. Freire é defensor da pré-candidatura ao Planalto do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD).
Ao longo de sua vida pública, Freire destacou-se na luta pelo fim da ditadura e pela retomada da democracia, sempre defendendo amplas alianças políticas e criticando os segmentos da esquerda menos favoráveis a acordos e composições com setores da direita política.
O ‘Direto de Brasília’ vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, e também em cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste. Retransmitem ainda o programa a Gazeta News (Grupo Collor) em Alagoas; a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras na Paraíba; a Mais-TV, sob o comando do jornalista Heron Cid; e ainda a Rede ANC, no Ceará, com mais de 50 emissoras, além TV LW, de Arcoverde.
Entram como parceiros na mídia institucional o Grupo Ferreira, de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou nesta terça-feira (6) detalhes dos exames que o ex-mandatário deve fazer no hospital DF Star e pediu urgência para a realização dos procedimentos.
Os detalhes sobre os exames foram apresentados logo após despacho do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que pediu mais informações à defesa e laudo médico da PF (Polícia Federal). As informações são da CNN.
Leia maisSegundo os advogados, o ex-presidente precisa fazer três exames: Tomografia computadorizada do crânio, Ressonância Magnética do crânio e Eletroencefalograma.
O pedido de novos exames foi solicitado pelo médico Brasil Ramos Caiado. Segundo o profissional, o ex-presidente apresenta quadro clínico compatível com traumatismo craniano, síncope noturna associada a queda e uma crise convulsiva a esclarecer.
Segundo a defesa de Bolsonaro, os exames devem ser realizados com urgência.
No despacho, o ministro ainda pediu que a PF apresente laudo médico realizado decorrente do atendimento feito a Bolsonaro nesta terça. O documento ainda deve ser enviado.
Conforme Moraes, “não há nenhuma necessidade de remoção imediata” de Bolsonaro para o hospital, “conforme claramente consta na nota da Polícia Federal”.
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A Federação União Progressista realizou, nesta terça-feira (6), na sua sede no Recife, um encontro com lideranças políticas do Litoral Sul de Pernambuco, marcando o primeiro sees political meeting of the year. Os deputados federais Eduardo da Fonte e Lula da Fonte receberam o deputado France Hacker, o prefeito de Rio Formoso, Berg de Hacker, a ex-prefeita de Sirinhaém Camila Machado, o conselheiro federal da OAB Maurício Albuquerque, além de representantes de Rio Formoso, Sirinhaém e Tamandaré.
Durante a reunião, foram discutidos cenários para as eleições de 2026 e 2028. A Federação União Progressista, formada pelos partidos Progressistas e União Brasil, trabalha para ampliar sua presença nas próximas disputas eleitorais, com a meta de eleger deputados estaduais e federais e disputar uma vaga no Senado. Segundo Eduardo da Fonte, o nome defendido para a candidatura ao Senado é o dele próprio, com apoio da bancada estadual do PP, atualmente a segunda maior da Assembleia Legislativa de Pernambuco.
O deputado France Hacker destacou que a relação política com a federação é construída ao longo do tempo. “Eduardo tem sido um grande parceiro do nosso time, trazendo resultados para as nossas cidades e sempre buscando transformar a atuação parlamentar em benefícios para a população”, afirmou. Já Eduardo da Fonte ressaltou a importância do compromisso político. “Política é feita com palavra. O político que não tem palavra, o povo aposenta na hora do voto. Este é o momento de mostrar trabalho e dar retorno à confiança depositada em cada voto”, declarou.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira que “não há nenhuma necessidade de remoção imediata” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da Superintendência da Polícia Federal (PF) após ele bater a cabeça em uma queda.
Moraes solicitou a apresentação do laudo médico do atendimento realizado pela PF e a indicação, pela defesa, de quais exames pretende fazer, para avaliar se os procedimentos podem ser feitos na própria superintendência. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisEm seguida, a defesa apresentou um pedido médico solicitando a realização de tomografia e ressonância Magnética do crânio e de um eletroencefalograma, exame que analisa a atividade do cérebro.
“Tais exames mostram se essenciais para adequada avaliação neurológica do Peticionário, sendo indicada a sua realização em ambiente hospitalar especializado”, afirmou a equipe jurídica.
Mais cedo, os advogados de Bolsonaro tinham solicitado autorização para que ele fosse levado ao hospital, para a realização de exames clínicos e de imagem.
Em resposta, Moraes citou uma nota divulgada pela PF à imprensa, na qual a corporação afirmou que “constatou ferimentos leves e não identificou necessidade de encaminhamento hospitalar, sendo indicada apenas observação”.
“Dessa maneira, não há nenhuma necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital, conforme claramente consta na nota da Polícia Federal”, escreveu o ministro.
Moraes ressaltou, contudo, que a defesa “tem direito a realização de exames, desde que previamente agendados e com indicação específica e comprovada necessidade”, e por isso pediu mais informações.
A informação sobre a queda foi divulgada inicialmente pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que relatou nas redes sociais que o ex-presidente teve uma crise de soluços enquanto dormia, caiu e bateu a cabeça em um móvel.
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A Prefeitura de Goiana celebra, nesta quarta-feira (7), os 315 anos do Estabelecimento da Câmara e da antiga Vila de Goyanna, marco da formação política, administrativa e institucional do município. A data remete a 7 de janeiro de 1711, quando foram oficialmente instaladas as estruturas de poder local, conforme registros históricos.
À época, o edifício que hoje abriga o Paço Municipal das Heroínas de Tejucupapo desempenhava papel central na organização da vila. No pavimento térreo funcionava a cadeia pública, enquanto no andar superior estavam instaladas a Câmara Municipal e a Casa do Júri, espaços onde eram tomadas decisões administrativas, jurídicas e políticas que orientavam a vida da comunidade.
A solenidade comemorativa está marcada para as 8h, no Paço Municipal das Heroínas de Tejucupapo, sede do Poder Executivo Municipal.
Por Terezinha Nunes – BLOG DELLAS – JC
O prefeito João Campos que, no início do ano ,afirmou em entrevista que, no seu entendimento, os prefeitos têm “zero” de influência na eleição de governador – na época, a governadora Raquel Lyra tinha contabilizado a filiação a seu partido, o PSD, de 70 prefeitos – decidiu sair, com gosto de gás, à procura de prefeitos para reforçar sua candidatura. Nos últimos dois meses já tirou quatro dos prefeitos que vinham apoiando Raquel. O último, o de Pedra, Junior Vaz, declarou sua decisão esta segunda-feira na presença de lideranças políticas e correligionários.
Antes dele, já tinham saído do time de Raquel os prefeitos de Xexéu, Thiago de Miel, a prefeita de Santa Cruz, Eliane Soares e a prefeita de Jupi, Rivandra Freire. “Vem muito mais gente por aí, alguns já tiraram até foto com João” disse esta segunda o presidente estadual do partido Republicanos ao qual está filiado o ministro Sílvio Costa Filho, Samuel Andrade. No PSB e no entorno do prefeito ninguém quer adiantar nomes e nem números de atuais e futuros apoiadores. As adesões são anunciadas em cima da hora, mesmo que aconteçam nas sedes municipais do interior, como ocorreu em Pedra.
Leia maisHoje se sabe que João tem o apoio de 24 prefeitos do PSB, seu partido, e mais do prefeito de Araripina, Evilásio Mateus, do PDT, uma conquista recente, do prefeito do Cabo, Lula Cabral, do Solidariedade; e de Petrolina, Simão Durando, do União Brasil. Esses três governam grandes municípios, mas os quatro mais recentes são de pequenas cidades. Jupi tem 15 mil habitantes, Santa Cruz 13.841, Xexéu 11.611 e Pedra 22.795. “Eles filiaram quatro prefeitos de cidades pequenas , o PSD filiou de uma vez só em dezembro os prefeitos de Jaboatão, Mano Menezes e o de Camaragibe, Diego Cabral. Jaboatão é o segundo município mais populoso do estado, com 700 mil habitantes e Camaragibe tem mais de 150 mil”- comentou um deputado estadual da base governista.
Quem está maior
Se houver uma guerra por prefeitos entre João Campos e Raquel Lyra daqui para a frente, a governadora parte bem na frente. Além dos 72 prefeitos do seu partido, tem no total o apoio de cerca de 130 prefeitos, segundo assessores da Casa Civil, que cuidam do relacionamento com o interior. Os outros são de partidos aliados como PP, Podemos, e Avante, além petistas, emedebistas, liberais e do próprio Republicanos. Na Região Metropolitana, por exemplo, ela conta com apoio de 10 dos 14 prefeitos, embora seja a área do estado onde suas intenções de voto são as mais baixas, se comparadas com o percentual do prefeito do Recife, segundo as pesquisas.
