Por José Adalbertovsky Ribeiro*
No calendário de 1963-1964 o tempo era de evolução política e social. Choviam raios e temperaturas políticas nas cabeças dos homens e mulheres. Milhões de cérebros estavam fraturados nos comícios e esquinas. Miolos derretiam o perdiam o juízo na fervura dos debates.
O general-presidente Ernesto Geisel o falava para o deputado Ulysses Guimarães nos tempos da distensão: “Segure seus radicais que eu seguro os meus”.
Leia maisOs radiais pregam que todos os heréticos devem ser presos ou terminados. Assim haverá paz dos cemitérios. O Brasil e os brasileiros devem a conquista ida anistia a esses dois grandes brasileiros. As elites que conduzem as nações. A ditaduras conduzidas pelas elites do mal e a sociedade é amordaçada.
O imponderável acontece. O Brazil hoje navega numa tempestade prefeita. As latitudes e as longitudes são imprevisíveis e são incertas. Abram os olhos e as ovelhas e os cérebros.
Erradíssimo dizer que o tempo não para. O tempo dá redemoinhos. O que não para são as conchamblanças política e sociais. O mundo parou nas catracas do tempo na Nicarágua e Rússia. O mundo estacionou ou deu um retrocesso na pré e pós stalinista. Antes disso diabo ressuscitou os genocidas Joseph Stalin e Fidel Castro.
Foi inútil o poema-oração do poeta Evenuchenko papa que fechassem todos os túmulos, todos os infernos para que Stalin ao ressuscitasse mais das profundezas das atrevas.
Voltemos ao tema da pacificação nacional. Os radicais insistem na ideia de que a pacificação deve ser feita a fero e fogo, para que todos sejam servis.
A pacífica nacional é imperativa de desenvolvimentos. A Argentina patina na pobreza e no subdesenvolvimento mais de 40 décadas, desde os tempos d Peron. Atualmente já emite sinais de recuperação. Aqueles outros país comunista, nem precisa falar. E continuar O mudo civilizado abre as portas para as nações. Esse rame-rame de Mercosul tem muito lero-lero e não dá em nada.
Melancólico é imaginar que o Brasil fez opção preferencial pelo autores e subdesenvolvimento, em benefício de umas elites mesquinhas e medíocres encastelas nos poderes.
Brasil, País do Futuro: Abençoado por Deus e bonito por natureza todos os slogans fracassaram. E continuam ao ufanismo, do nosso céu em mais estrelas.
*Periodista, escritor e quase poeta
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