FMO janeiro 2020

07/04


2020

Marília quer licença do trabalho para mulheres grávidas

Mulheres grávidas ou que tenham dado à luz há pouco tempo (puérperas), e que ainda estão trabalhando durante este período de pandemia do coronavírus, deverão afastar-se das atividades e manter o isolamento social.

Isto é o que define o projeto de lei apresentado, ontem, pela deputada federal Marília Arraes (PT). A medida também determina o afastamento do trabalho das pessoas que se incluem no grupo de risco definido pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Marília alerta que já há a orientação e ampla divulgação dos órgãos de saúde para a necessidade do isolamento daqueles que fazem parte do grupo de risco como idosos, pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão e doenças respiratórias, ou pessoas com sistema imunológico baixo, mas ainda há quem esteja se arriscando.

“O projeto de lei quer chamar a atenção também para o grupo de mulheres grávidas e puérperas, que embora não esteja elencado pela OMS como grupo de risco, precisa de maiores atenções e cuidados”, afirma Marília.

O projeto explica que devido às mudanças decorrentes da gravidez ou parto recente, as mulheres têm alterações orgânicas que podem deixá-las mais expostas a infecções respiratórias. “Além disso, as mães com crianças recém-nascidas amamentam e tem contato direto com a criança. Poupá-las é uma forma de proteger os bebês que ainda não têm imunidades desenvolvidas”, escreve Marília no projeto de lei.

A proposta também prevê que os trabalhadores licenciados ficarão à disposição para o trabalho remoto.


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Abreu e Lima

07/04


2020

A revolução na informação

Por Rosa Freitas*

Por essa, o velho Gutemberg não esperaria: ver sua fabulosa invenção do século XV perder o posto de maior meio de transmissão do saber. Gutemberg inventou um dos mais memoráveis instrumentos da revolução moderna: a imprensa. Muito além da engenhoca adaptada do arado, a facilidade que criou foi fundamental para a difusão do conhecimento e da informação por mais de 500 anos.

O poder da palavra foi transmitido e imortalizado, amplamente distribuído e usado das mais variadas formas. No século XIX, as notícias, os anúncios, fofocas e contos chegaram a um número cada vez maior de letrados. A máquina se confundiu com a informação e quando falamos "imprensa" vem a nossa mente um grande aparato econômico e político de criação de conteúdo.

Seu uso? Oh, serve a tantas coisas.... para o bem ou para o mal, à direita, à esquerda, o que não é, é neutra.

Há um tempo, os cientistas políticos e sociólogos perceberam seu poder. Cooptado por setores econômicos, os jornais, revistas e magazines criaram as demandas para seus produtos, ditaram modas e refizeram costumes.

Habermas criticou duramente o papel da imprensa comercial na transmissão da informação. Ao precisar de um anunciante, ela não pode "dizer" o que precisa ser dito. Sob a ótica da experiência cotidiana, gostoso era receber o jornal todos os dias nas portas das casas ou nos finais de semana.

Ler os editoriais e se indignar ou aplaudir, no banco da praça ou do sofá. Antes do café da manhã, para não sair de casa sem saber os assuntos do dia.

O jornal impresso mudou, não sei se somente a forma, já que nessas relações necessárias entre o meio e o conteúdo, algo se perde ou se ganha.

O que se perde parece que estamos descobrindo a cada dia. O jornaleiro do bairro que fechou, o idoso com seu jornal no banco da praça deixou de existir.

Somos ainda a última geração tátil. Precisamos ainda tocar cada coisa, para sentir que ela exista. Talvez um São Tomé com roupas do século XXI em transição para Android.

Mas, definitivamente, os últimos sapiens desse tipo.

É através desse pequeno instrumento portátil, o celular, que temos um mundo aberto e em tempo real. É tanta notícia, que a novidade se perde no instantâneo. Somos consumidores de informações. Antes era necessária uma grande máquina de impressão para fazer uma notícia circular.

Hoje, basta a ideia, uma tela, um perfil. Dos grandes aparatos de imprensa aos pequenos blogs, a imprensa e a informação se confundiram. Meio e conteúdo são um só.

O mundo virtual é o real e não material, como ensinou Pierre Levy. É um mundo fluído e líquido. Se a inteligência artificial consegue identificar padrões e manipular as sensações, as revoluções também se fazem a partir das pontas dos dedos, como a primavera árabe.

Por mais estranho que pareça, na sociedade informacional de economia criativa são possíveis canais com independência na proposição de conteúdo. É essa contradição da dialética, cada coisa traz dentro de si o seu próprio mal. São os blogs de jornalistas independentes, youtuberes, as aulas virtuais etc.

Nada pode conter seu fluxo. Admirável mundo novo, temos!  Assim, o velho Gutembergb vive a cada clique, porque deixou de ser a velha engenhosa para ser ideia.

*Professora universitária e advogada


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Banco de Alimentos

07/04


2020

Magno sempre foi uma fábrica de notícias

Por Tonico Magalhães*

Engana-se quem pensa que o ritmo vertiginoso da notícia no Blog do Magno foi implantado a partir do lançamento desse veículo digital, há 14 anos. Nos anos 80, quando trabalhamos no Diário de Pernambuco, eu como editor de Política e Magno como correspondente em Brasília, já era perceptível a rapidez com que apurava a informação e escrevia para o velho DP de Camelo, Joezil, Lúcio Costa, Zenaide e de tantos amigos.

Magno era uma fábrica de notícias que alimentava o jornal diretamente de Brasília. Eu e Marisa Gibson, subeditora na época, às vezes pedíamos moderação a ele por conta da falta de espaço no jornal. Hoje, a questão do espaço não é mais problema no blog.

Ao contrário, se exige mais notícias com mais rapidez. Portanto, anos atrás Magno Martins já era um blogueiro. Parabéns pelos 14 anos do seu blog.

*Jornalista, editor do jornal O Poder


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Prefeitura de Serra Talhada

07/04


2020

Magno e a arte de transformar palavras em textos

Por Décio Petrônio*

Tudo na vida tem um preço e com Magno não poderia ser diferente!

Magno tem uma marca própria, um linguajar único, sendo impossível de ser imitado, pois o dom nasce de Deus e não do nosso desejo. Pode-se até ser dedicado, esforçado, mas a arte de transformar palavras em textos, são para poucos.

E isso ficou muito claro pra mim quando Magno se ausentou do Blog por um longo período, em razão de uma ingrata e absurda depressão, algo tão presente nos dias atuais, mas que graças à ciência e a vontade do criador nos trouxe ele de volta e dessa vez com força redobrada, como se estivesse renascido das cinzas, feito a fênix.

Digo isto, porque durante o seu afastamento do Blog, sua coluna passou um bom tempo sendo escrita, mas o seu leitor compreendia, na simples leitura, que a caneta que assinara aquele texto não era a de Magno, pois não tinha a sua marca, que sempre foi a contundência e firmeza no que escrevia, sempre acompanhado de um toque de amor e poesia.

Eu, como seu advogado particular e do Blog, há anos, sou sua “vítima” predileta, pois cabe a mim defendê-lo nos Tribunais, quando o uso da sua caneta denúncia os desmandos dos poderosos, principalmente agentes públicos que se acham acima da lei e acima de todos.

Ainda bem que Pernambuco e o Brasil têm Magno na trincheira do jornalismo, denunciando, criticando, cobrando e sempre pautando sua luta na defesa incessante da democracia, da liberdade de imprensa e, sobretudo, para o bem comum dos mais humildes.

Parabéns amigo! Que venham outros 14 anos do Blog do Magno e que o peso da sua caneta seja sempre revertido na defesa daqueles que mais precisam.

Um forte abraço!

*Advogado


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07/04


2020

Vai ser magno na vida, profetizou meu pai

Nesta semana festiva em comemoração aos 14 anos de blog, na próxima quinta-feira, com postagens de parabéns vindas de todo canto do País, de personagens às mais múltiplas possíveis e dos mais variados setores da sociedade, o choro despenca por não ter uma mensagem de bater duro, cortar a alma e fazer brotar de água os meus olhos saindo da pena da minha razão de tudo: meu pai, amigo e conselheiro Gastão Cerquinha.

Próximo a completar 98 anos, dia 25 deste mês, papai entrou na fase cruel da senilidade. Se estivesse tão ativo, como até recentemente, já teria feito uma carta bem amorosa ao filho. Para preencher o vácuo da sua escrita – ele é um jornalista de berço e da pena moldada ao estilo Mário Quintana – resgatei esse lindo vídeo.

Tem entre três a quatro anos, não sei ao certo. Só sei que estava viajando em missão jornalística, daquelas que a gente persegue a notícia feito vaqueiro na pega do boi na caatinga, arrastando pelo rabo. Distante dele, dos filhos e da família, virava mais uma página da vida quando me chega sua fala, gravada por minha sobrinha Olga na casa da minha irmã Ana, no Recife.

Confesso que chorei. Foi ele que pediu para gravar e me enviar. Queria revelar um segredo: meu batismo como Magno. Minha mãe, beata, homenageou santos da sua boa-fé emprestando seus nomes aos filhos. O primeiro, Tarso, ficou Sebastião de Tarso, para render graças ao São Sebastião, padroeiro de Afogados da Ingazeira.

Entre as mulheres, duas Marias, mãe de Jesus: Maria José e Maria de Fátima. Entre os homens, uma homenagem dupla aos avós paternos e maternos: Augusto Severo, hoje vereador. O Augusto é do pai de papai, que criou a filharada curtindo o cheiro da tinta usada para dar luz e charme às sandálias de couro das quais tirava o sustento da prole.

O Severo, do pai de mamãe Margarida, o mais severo sertanejo das vertentes da paraibana Monteiro que conheci desde que me entendo de gente. Se sua severidade não era respeitada, o preço da rebeldia acabava no chicote. Seu olhar com lampejo de cangaceiro tremia as filhas e filhos de medo, ouvi muitas vezes de minha flor que meu deu o seu perfume margarida da vida.

E o Magno, num tempo em que se adoravam os santos José e Antônio? Escapei da morte Severina de ser mais um Zé, Chico ou Toinho pelo raio de bênçãos que iluminaram a cabeça do meu pai para me batizar de Magno e proclamar, em alto e bom som, vais ser magno na vida.

Que linda a manifestação dele no vídeo explicando meu nome! Que exibição do orgulho de pai para filho!

Só não chora quem tem coração de pedra! O meu é bem molinho, derretido pelo verso fácil que brota das águas do Rio Pajeú. Sou do Pajeú das flores, tenho razão de cantar. E assim cantou Rogaciano Leite, o monstro sagrado que agora faz dupla com Valdir Teles no céu:

Eu sou da terra em que o verso

Brota tão perfeitamente,

Que só pode ser presente

Que Deus manda do universo.

O meu sangue está imerso

Na terra em que versejar

É a forma singular

De aliviar tantas dores...

Sou do Pajeú das flores

Tenho razão de cantar!

 

Sou da terra em que Dedé

Com a caneta da paz,

Em cada verso que faz,

Acende a vela da fé.

Sou da cidade que é

Campeã em transformar

Palavras do linguajar

Em rima de cantadores!

Sou do Pajeú das flores

Tenho razão de cantar!


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O Jornal do Poder

07/04


2020

Os destaques do podcast de Ivan Maurício

O jornalista político Ivan Maurício está inovando com a divulgação do seu Podcast, através do WhatsApp. Todos os dias, pontualmente às 6 da matina, logo cedo, ele traz informações e comentários com boa dose de pimenta.

Para se cadastrar e receber o Podcast do jornalista Ivan Maurício, é só entrar em contato com o mesmo pelo seu WhatsApp: 9.8606-7127.

DESTAQUES

- Correntistas da Caixa Econômica Federal recebem vale de R$ 600 reais a partir de hoje, diz ministro da Cidadania. No Banco do Brasil, a partir de amanhã.

- Ministro Mandetta diz que fica no cargo. “Vamos continuar pois nosso inimigo tem nome: coronavírus. Médico não abandona paciente,” afirmou o Ministro da Saúde.

- O motivo que levou o presidente Jair Bolsonaro a cogitar a demissão de Mandetta foram as divergências públicas de ambos a respeito das estratégias para conter a velocidade do contágio pelo novo coronavírus.

- Os generais Braga Netto (comandante do Estado Maior do Exército), Luiz Ramos (ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência), Fernando Azevedo e Silva (Ministro da Defesa) e o almirante Flávio Rocha (Secretário Especial da Presidência para Assuntos Estratégicos) fecharam posição contra a demissão de Luiz Henrique Mandetta.

- O renomado jornal O Globo entrou para história, ontem, ao ser o primeiro a noticiar a barriga (notícia falsa) de que o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, seria demitido pelo presidente Jair Bolsonaro.

- Ministério da Saúde propõe reduzir isolamento em algumas regiões.

- Pernambuco registra morte de adolescente de 15 anos; estado tem mais 9 mortes e vai a 30 óbitos. Fechamento de praias e parques é prorrogado até 13 de abril. Pernambuco tem 73% das vagas de UTI destinadas às vítimas do coronavírus ocupadas antes mesmo de entrar na fase de "aceleração descontrolada".

- China tem primeiro dia sem mortes por novo coronavírus.


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Banner de Arcoverde

07/04


2020

Caixa lança site para solicitar auxílio de R$ 600

A Caixa Econômica Federal disponibilizou, há pouco, o site por meio do qual informais, autônomos e desempregados pode solicitar o auxílio emergencial de R$ 600.

Clique aqui para acessar: https://auxilio.caixa.gov.br/#/inicio


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Prefeitura de Limoeiro

07/04


2020

Hoje no Rio, sempre bem informado pelo Magno

Por Irineu Tamanini*

Um dos mais importantes blogs do pais, o Blog do Magno Martins - esse pernambucano arretado e bem informado, nascido em Afogados da Ingazeira - está completando 14 anos. Está sempre atualizado, com informações "quentes" e exclusivas. 

Eu acompanho os despachos do Magno Martins diariamente, hoje no Rio de Janeiro, onde moro depois de trabalhar e morar  por 44 anos em Brasília, onde conheci o Magno como assessor de Imprensa da Fundação Projeto Rondon.

No Rondon, fui editor do Jornal do Rondon, de circulação mensal, que Magno fez de imediato algumas mudanças tão logo assumiu para dar uma feição mais profissional e moderna ao instrumento de divulgação e propagação da imagem da Fundação, presidida na época por um outro também pernambucano de proa, meu amigo Silvio Amorim.

Magno havia saído do Correio Braziliense e aterrisado no Rondon para substituir outro grande jornalista pernambucano, Roelof Sá, ex-marido da também pernambucana Ana Dubeaux, de ascensão meteórica no Correio, sendo hoje por mérito é condômina e editora-chefe.

Esses pernambucanos, aliás, tomaram, literalmente, o poder em Brasília. Além do Magno, do Roelof e da Ana, convivi na capital com os também ilustres Ricardo Noblat, Antônio Martins e Antônio Arrais, esses dois já falecidos, além de Anchieta Hélcias e meu amigo particular Bartolomeu Rodrigues, o Bartô, hoje secretário do governador Ibaneis Rocha.

Depois do Rondon, o Magno foi emprestar o seu talento ao Jornal de Brasília, Diário de Pernambuco, Agência e o jornal O Globo, passou pela Agência Meridional e mais tarde foi eleito nosso presidente do Comitê de Imprensa da Câmara dos Deputados.

Ele é incansável e inquieto. Quem conhece o seu blog sabe do que estou falando. Quem não conhece, sugiro entrar pelo menos uma vez por dia. Vai ficar muito bem informado. 

Parabéns pelo sucesso, amigo!

* Irineu Tamanini atuou por 44 anos como repórter em Brasília e hoje mora no Rio.


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Shopping Aragão

07/04


2020

Meus encontros e histórias com o Magno

Por Hylda Cavalcanti*

Foi na época em que estagiei na Fundação Projeto Rondon, com apenas 18 anos, quando vi Magno Martins pela primeira vez. Ele, diretor de Comunicação do órgão em Brasília, eu estagiária. Lembro que estranhei o fato de aquele sertanejo baixinho que morava em Brasília ter destacado, em meio a tantas assessorias de imprensa do Rondon, uma matéria feita por nossa equipe de Pernambuco, no jornal nacional da entidade, cujo texto elogiou muito.  

Anos depois, nos encontramos no Diário de Pernambuco, eu repórter de Cidades, ele diretor da sucursal de Brasília no DF. E depois, mais uma vez, eu repórter e assessora do Metrorec, ele secretário de Imprensa de Pernambuco. 

Sempre conversávamos e nos dávamos muito bem, mas o que me chamava a atenção nele era sua rapidez de pegar as coisas de pronto e escrever a matéria. No período do impeachment do Collor e logo depois da CPI do Orçamento, em que eu vivia uma espécie de crise existencial e comentava com colegas que queria mudar de vida, que as coisas estavam acontecendo era em Brasília para os jornalistas e me articulava para morar na capital do País, um amigo em comum comentou com ele. De pronto, sem termos qualquer intimidade, Magno disse que se eu quisesse, de fato, fazer esse tipo de mudança, me contrataria, mas imagino que não acreditou muito.
 
Sou única filha mulher, única neta mulher dos meus avós maternos, não nego que sempre fui paparicada e papariquei muito minha vida inteira pais, avós, tios, irmão, primos e sempre fui e sou muito apegada à família e amigos. Mudar para Brasília seria me distanciar um pouco dessa rede de afetos, embora não tivesse dúvidas de que jamais a romperia. Sem falar que teria de me distanciar, também, de muitas outras coisas importantes para mim.

Tudo ficou na base de especulação até que, acreditem, em plena terça-feira de carnaval,  encontro com Magno nas ruas de Olinda ao lado dos amigos Isaltina Gomes e Cláudio Castanha. E aí? Está pronta para ir para Brasília?”, ele me perguntou. Assim de cara, em meio à música e ao empurra-empurra dos blocos passando. “Esse cara é mais doido do que parece”, pensei.

Não era. No primeiro dia útil depois do carnaval, conversamos, acertamos tudo, ele me explicou sobre o projeto de reabertura da sucursal do Diário de Pernambuco em Brasília e me convidou oficialmente.  Como todo mundo sabe que não resisto a desafios, agarrei a oportunidade com garra e vontade de vencer. O resto já se sabe: saí do Diário de Pernambuco depois de uns bons anos de aprendizado na sucursal de Brasília e cresci muito profissionalmente, passando por redações e caminhos interessantes nos quais incluo Correio Braziliense, Gazeta Mercantil, Rede Brasil Atual, Ipea, Câmara dos Deputados e Jornal de Brasília – dentre outros mais ao longo de 25 anos.

Não posso mentir: Magno é muito chato (no bom sentido): Trabalha muito, acorda cedo e já sai ligando para seus repórteres para passar as pautas. Dependendo da pauta, liga tarde da noite também. Pede muitas matérias ao mesmo tempo, provoca muito (as fontes e os seus repórteres). Às vezes, no meio do dia, quando acontece algo mais interessante muda toda a programação (o que me deixava louca, aliás).

Atua sempre como um trator na busca pelas melhores notícias e pelas manchetes dos veículos onde está.  

Isso é ruim? Quem liga? Qual o repórter apaixonado pela profissão que não fica empolgado com um chefe assim – mesmo que reclame dele depois? A matéria bem editada e repercutida logo depois compensa tudo.

Por outro lado, e para ser justa, esse mesmo Magno é generoso com seus repórteres, sabe valorizar o trabalho, compartilhar fontes e até apresentar suas fontes mais próximas aos seus repórteres. Também gosta de ensinar macetes na profissão, defende quem trabalha com ele com unhas e dentes (ao ponto que eu às vezes até ficava com vergonha de algumas confusões que criava porque algumas matérias minhas “não tinham sido bem editadas”) e dá muito apoio a quem faz parte da sua equipe.

Eu não poderia ter tido ninguém melhor para começar a trabalhar em Brasília e aprender os meandros da cobertura do Congresso Nacional. Nesse período, confesso, brigamos muito entre nós, por não concordar com alguma ou outra matéria. Brigamos muito também os dois juntos contra terceiros, para defender um ao outro sobre alguma boa matéria. Ainda nos unimos muitas outras vezes para prestar solidariedade um ao outro quando necessário e sempre trocamos boas informações e pautas.

Nunca fui repórter do Blog do Magno, só do Magno diretor da sucursal do DP em Brasília, mas sempre que vejo uma matéria que tem a ver com o blog, eu envio para o Magno. Que sempre faz questão de assinar e me prestigiar, mesmo eu dizendo que não é preciso. 

Fico feliz de ver agora, a comemoração de tantos anos de trabalho marcados pelo bom êxito e grande número de leitores.  Não imagino que pudesse ser diferente.  É fruto da sua busca incessante pela notícia e isso posso atestar.  Que venham outros anos de igual sucesso, Magno. Eu sigo aqui meu caminho, lembrando sempre dos aprendizados e da parceria bacana que tivemos e que vez por outra voltamos a ensaiar. Parabéns, amigo! É um sucesso muito merecido!

*HYLDA CAVALCANTI hoje é  repórter especial do Jornal de Brasília e anuarista do site Consultor Jurídico (CONJUR)


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07/04


2020

Magno faz pitadas inteligentes e maliciosas

Por Armando Monteiro Neto*

Na condição de leitor habitual, não poderia deixar de oferecer um testemunho da importância do trabalho jornalístico para a vida política de Pernambuco e do País do Blog do Magno nesse instante em que, ainda mais curtido pelo tempo, brinda seus 14 anos de sucesso e de liderança no Nordeste.

Além da crônica do cotidiano, do conhecimento dos personagens e tudo a partir do seu agudo senso de repórter, Magno sabe sempre colocar uma pitada inteligentemente maliciosa.

Os anos passaram, mas Magno continua afiado como sempre, sua marca imutável.

Vida longa ao blog, minha grande fonte de informação diária.

* Armando Monteiro Neto é ex-senador da República


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