Jaboatão

11/05


2021

Sem recursos, UFRJ pode fechar em julho

Na última semana, a reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) enviou um artigo ao jornal O Globo informando o atual cenário de dificuldade financeira da instituição, consequência da sequência de cortes orçamentários feitos pelo Governo Federal. O documento foi escrito pela reitora da UFRJ, Denise Pires de Carvalho, e pelo vice-reitor Carlos Frederico Leão Rocha.

Com isso, uma das principais instituições de ensino público do país corre o risco de fechar a portas até julho deste ano por incapacidade de realizar o pagamento das despesas que a mantém. De acordo com a UFRJ, no último dia 29, o governo ainda bloqueou R$ 41,1 milhões do orçamento.

O corte de verbas na UFRJ, assim como em outras instituições federais, tem sido recorrente nos últimos anos, dificultando além da manutenção físicas das universidades e o desenvolvimento da pesquisa científica. Na UFRJ, desde 2012 a redução orçamentária do governo fez com que a UFRJ perdesse R$ 474 milhões do seu orçamento em caixa.

Veja os números do orçamento discricionário da UFRJ nos últimos anos:

  • 2012 – R$ 773 milhões
  • 2013 – R$ 735 milhões
  • 2014 – R$ 611 milhões
  • 2015 – R$ 606 milhões
  • 2016 – R$ 541 milhões
  • 2017 – R$ 487 milhões
  • 2018 – R$ 430 milhões
  • 2019 – R$ 389 milhões
  • 2020 – R$ 306 milhões
  • 2021 – R$ 299 milhões

No entanto, os R$ 299 milhões não estão garantidos à UFRJ. A reitoria informou que somente R$ 146,9 milhões foram liberados e, do valor, R$ 65,2 milhões já foram utilizados, ficando apenas R$ 81,7 milhões para a instituição. Os outros R$ 152,2 milhões ainda aguardam aprovação do Congresso Nacional, que não tem data para apreciação.

Como houve o bloqueio dos R$ 41,1 milhões, se a suplementação orçamentária for aprovada, a UERJ só receberá R$ 111,1 milhões, fechando um orçamento de R$ 258 milhões, um valor inferior ao recebido em 2008, quando a instituição tinha 20 mil alunos a menos do que tem hoje.

“É uma situação muito temerária para o nosso funcionamento. Nós temos poucos meses de fôlego, cerca de dois ou três, com base no orçamento livre. E mesmo com o orçamento condicionado vindo a ser aprovado, diante desse bloqueio a gente tem orçamento, no máximo, até o mês de agosto ou setembro. É uma situação muito crítica”, afirmou o pró-reitor de Planejamento, Desenvolvimento e Finanças da UFRJ, Eduardo Raupp.


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PREF DE OLINDA DESAFIOS DA PANDEMIA 21

11/05


2021

Braço direito de Geraldo ganha habeas corpus

O TRF do Recife concedeu, parcialmente, pedido de habeas corpus para Felipe Soares Bittencourt, conhecido em 2020 como "homem-forte" de Geraldo Júlio (PSB) nas compras da covid-19 da Prefeitura do Recife. Ele ocupava um cargo comissionado de diretor da Secretaria de Saúde do Recife e foi afastado do cargo pela Polícia Federal, em medida cautelar da Operação Bal Masqué da Polícia Federal. 

A medida permite que Felipe Soares Bittencourt ocupe cargo em comissão em outras prefeituras, que não o Recife, bem como no Governo do Estado. As demais medidas cautelares contra Felipe, contudo, seguem mantidas por trinta dias. 

Resta saber se o padrinho de Felipe, o atual secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Júlio, vai bancar agora um cargo em comissão para seu afilhado. E se o governador Paulo Câmara (PSB) assinaria este controverso ato de nomeação. 

Na Operação Bal Masqué, a Polícia Federal identificou "fatores de risco quanto à execução dos valores contratados, indicando tratar-se aparentemente de empresa de fachada". Dentre as irregularidades estavam, segundo a Polícia: "Valor licitado aproximadamente 53 vezes maior que seu capital social; inexistência de empregados declarados na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) desde dezembro/2011; bem como ausência de movimentação declarada pela empresa entre os exercícios de 2013 e 2018".  

Diante dos indicativos de que a empresa não disporia de capacidade técnica para honrar com o fornecimento do material, a Polícia Federal realizou diligências que confirmou, segundo o inquérito, a "ocorrência de pagamentos por itens não entregues, estimando-se um prejuízo ao erário de R$ 7 milhões".


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Ipojuca 2021

11/05


2021

Anvisa manda suspender uso da vacina da AstraZeneca em grávidas

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou a suspensão imediata do uso da vacina contra a covid-19 da AstraZeneca/Fiocruz para mulheres gestantes. A orientação está em Nota Técnica emitida pela agência.

A orientação da Anvisa é que a indicação da bula da vacina AstraZeneca seja seguida pelo Programa Nacional de Imunização (PNI). A decisão é resultado do monitoramento de eventos adversos feito de forma constante sobre as vacinas contra a covid-19 em uso no país.

“O uso off label de vacinas, ou seja, em situações não previstas na bula, só deve ser feito mediante avaliação individual por um profissional de saúde que considere os riscos e benefícios da vacina para a paciente. A bula atual da vacina contra a covid-19 da AstraZeneca não recomenda o uso da vacina sem orientação médica”, ressaltou a Anvisa.

A vacina vinha sendo usada em gestantes com comorbidades. Agora, só podem ser aplicadas nas grávidas a Coronavac e a Pfizer.


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Petrolina abril 2021

11/05


2021

CPI: Médica apontada como peça-chave do “Ministério Paralelo”

O depoimento do diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, previsto para hoje, dará elementos para os senadores da CPI da Covid confirmarem a existência do "Ministério Paralelo da Saúde "do governo Jair Bolsonaro e ainda apontará o nome da médica Nise Yamaguchi como uma das cabeças do gabinete que agia à revelia do então ministro Luiz Henrique Mandetta. As informações são do Blog do Octavio Guedes.

Na reunião em que Barra Torres participou com Mandetta, foi Yamaguchi, que não desempenhava qualquer função pública, quem levantou a discussão de mudança na bula da cloroquina para incluir o combate à Covid-19.

Para surpresa de todos, foi apresentado um texto pronto para a publicação, propondo a alteração. O papel só não tinha brasão, mas era uma minuta de decreto pronto e acabado, indicando que o ministério paralelo produzia documentos que não passavam nem pelo Ministério da Saúde e nem pela Anvisa.

Barra Torres, se perguntado pelos senadores, contará que ficou perplexo com a ideia. Nise Yamaguchi é médica oncologista e imunologista. Ela é defensora do uso da hidroxicloroquina no tratamento para a Covid-19, medicamento sem eficácia comprovada para tratar a doença, e chegou a ser cotada para o cargo de ministra da Saúde, após o pedido de demissão de Nelson Teich.

O "Ministério da Saúde Paralelo" defendia uso da cloroquina e contaminação em massa para acelerar a chamada imunidade de rebanho. E só para lembrar: o Brasil já passa dos 423 mil mortos .


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11/05


2021

PF-PE deflagra 3ª Fase da Operação R$ 4 milhões

A Polícia Federal em Pernambuco dá cumprimento, hoje, a 1 mandado de prisão preventiva e 5 mandados de busca e apreensão, bloqueio de contas bancárias e sequestro de imóvel, todas as medidas cautelares foram expedidas pela 4ª Vara da Justiça Federal de Pernambuco. 

Os mandados foram cumpridos, simultaneamente, nos municípios de Camaragibe e Moreno, e foram empregados, aproximadamente, 30 policiais federais. 

As investigações foram levadas a efeito por meio da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários – DELEFAZ e se iniciaram em outubro, quando a Caixa Econômica Federal descobriu o golpe levado a efeito por um advogado que apresentou uma Procuração Pública lavrada no Cartório de Moreno, com base em um documento de identidade falsificado, e conseguiu levantar o precatório no valor de 4 milhões de reais, na Agência da Caixa, localizada no TRF da 5ª Região, no Recife. É que a verdadeira beneficiária do processo, apresentou-se à agência da Caixa para receber o referido precatório. 

A investigação identificou o líder desta ORCRIM, que foi preso hoje, e outros membros envolvidos. 

Os integrantes da ORCRIM são investigados pela prática dos crimes de Estelionato qualificado, associação criminosa, lavagem de dinheiro e constituir/integrar Organização Criminosa, tipificados nos artigos 171, º3º e 288 do CPB, artigo 1º da Lei 9.613/98 e art. 2º da lei 12.850/2013. Penas que se somadas, em caso de condenação, podem chegar a 30 anos de reclusão. 

O nome da operação faz referência à quantia sacada de forma fraudulenta no valor de 4 milhões de reais.

Com informações da assessoria de imprensa da Polícia Federal.


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ALEPE

11/05


2021

Coluna da terça-feira

Os subservientes de Fernando Santos

Há 15 anos, na condição de pioneiro na blogosfera no Nordeste, tenho observado o panorama dos fatos mais relevantes da região, do Estado e do País, especialmente, com um olhar diferenciado dos convencionais. A propósito do escândalo do Grupo João Santos, os mais variados meios de comunicação do País noticiaram a operação da Polícia Federal sem adentrar nos detalhes que estão além do factual.

Busquei introduzir novos ângulos, sobretudo aspectos políticos e dos dramas familiares, sempre numa perspectiva de acrescentar informação e análise para nossos leitores. Agora jogo luzes sobre a questão política por trás de tudo o que aconteceu. Na verdade, o poderoso Fernando Santos, herdeiro de João Santos, já falecido, foi, durante muito tempo, o empresário de maior poder político em Pernambuco.

Como o mundo dá voltas e nada dura para sempre, no momento desesperador que o mandachuva enfrenta, quadro dantesco nunca imaginado por ele, que pensava ter o poder de Midas, de transformar em ouro tudo na velocidade que julgava mais adequado ao grupo, assiste simplesmente todos os políticos que o paparicavam sumir. Na verdade, todos desapareceram e muitos deles começaram até a falar horrores sobre ele.

Os que sobreviveram por muito à sombra de Fernando Santos, achando que Pernambuco girava em torno da sua venta, perguntam desde quinta-feira, quando estourou a operação da Polícia Federal onde estão Paulo Câmara e Geraldo Júlio, que viviam a bajulá-lo? O tratavam de “Doutor” Fernando. O blog apurou que foram eles, Geraldo e Paulo, que negociaram a compra do terreno onde hoje está instalada a Fiat, em Goiana, dando inúmeros privilégios a Fernando Santos.

Isso, aliás, outra operação suspeita, com viés de direcionamento, deveria também ser parte de nova investigação. Na época, o atual governador era secretário da fazenda e Geraldo Júlio, secretário de Desenvolvimento Econômico, ambos responsáveis por toda a negociata com o grupo João Santos que já tinha, vale a ressalva, dívidas tributárias gigantescas com o Governo de Pernambuco.

Eduardo Campos também tratava Fernando de doutor, era um semideus para ele, assim como seus pupilos “Paulinho” e “Geraldinho”, como se referia a eles. Esse escândalo só focou o nível federal, esquecendo, propositadamente, o estadual, onde se concentra o Grupo João Santos e onde Fernando Santos sempre foi tido como o grande poderoso. Onde está o Ministério Público estadual e a Polícia Civil? Por que só as autoridades federais foram acionadas? Os políticos de Fernando Santos em Pernambuco, hoje, são Paulo Câmara Lenta e Geraldo Covidão. Ambos devem pagar por todos os abusos que praticaram para proteger o grande padrinho “Doutor” Fernando.

Terreno superfaturado – Segundo o blog apurou, a compra do terreno da Fiat gerou ganhos absurdos para Fernando Santos e seu grupo. O valor do hectare antes da entrada da Fiat era em torno de R$ 8 mil e logo depois passou a ser entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão, ou seja, geraram uma valorização entre 60 e 120 vezes dos milhares de hectares das terras de Fernando Santos e do seu grupo. E não ficou só nisso. Fernando e seu grupo receberam áreas de “compensação” várias vezes maior do que entregou, além do que se fala de abatimentos tributários para um dos grupos que mais devia ao Governo do Estado. Isso nunca foi investigado e agora o MP tem a obrigação de iniciar, de imediato, a parte estadual do escândalo.

Laços antigos – As raízes da amizade fraterna entre Fernando e Eduardo Campos brotaram desde o tempo em que Miguel Arraes se tornou muito amigo de João Santos, o pai de Fernando. Arraes era do Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA) e ali que conheceu o velho João. Depois, ficaram ainda mais próximos no Governo de Barbosa Lima Sobrinho, do qual Arraes foi secretário da Fazenda.

O amigo Cali – O ex-governador Carlos Wilson Campos, também já chamado por Deus, foi amigo de juventude de Fernando Santos. Comenta-se que chegaram a ser sócios numa boate. Quando Cali foi vice-governador de Arraes, aproximou ainda mais Eduardo de Fernando, que criaram uma amizade da mais profunda intimidade, sólida, apesar de existir uma superioridade de Fernando, que praticamente dava ordens a Eduardo sobre tudo o que deveria ser feito em benefício do grupo de Fernando. Na verdade, transformou-se no grande mandachuva do Governo.

Poder de fogo – Pessoas que participaram dos governos de Arraes e de Eduardo confirmaram ao blog que o herdeiro de Arraes nem sequer questionava o que Fernando queria. Simplesmente chamava Paulo e Geraldo para cumprirem as ordens do grande padrinho dos três. Sempre foi uma subserviência vergonhosa. Até as paredes do Palácio das Princesas, que têm ouvidos de tuberculoso, atestam o poder de fogo de Fernando Santos, que, por ajudar financeiramente em todas as campanhas, se sentia dono do Governo.

Joaquim e Fiuzão – Já o ex-deputado Ricardo Fiúza, primo da esposa de Arraes, dona Madalena Fiúza, tinha um carinho paternal com Eduardo. Como era um dos políticos mais ligados a Fernando Santos, também foi outro canal de aprofundamento da relação entre Eduardo e Fernando. O ex-governador Joaquim Francisco, por sua vez, trabalhou diretamente com Fernando Santos no grupo João Santos e na sua época, como membro do PSB, também funcionou como ponte adicional entre Eduardo e Fernando. Mesmo tendo relação íntima com Fernando, Eduardo gostava de delegar trabalho para os seus tarefeiros, especialmente Paulo Câmara e Geraldo Júlio, que eram os mais ávidos a satisfazer aos seus dois “senhores”.

CURTAS

TAREFEIRO – O deputado Raul Henry (MDB) fazia de tudo para ser tarefeiro de Fernando Santos. Comenta-se que, no período que ficou ligado a Eduardo Campos, fez de tudo para servir a Fernando. E depois que virou vice-governador de Paulo Câmara, ficava de prontidão para ajudar nas “tarefas” do “padrinho” do governador.

HOJE CONDENAM – Após a morte de Eduardo, Paulo Câmara como governador e Geraldo Covidão como prefeito ficaram sendo os principais políticos de relações profundas com Fernando Santos no Estado. Enfim, todos os que eram bajuladores de Fernando Santos são exatamente os que mais falam mal, hoje, do antigo padrinho. O classificam de inescrupuloso, desonesto, fraudador, criminoso, além de outras acusações de cunho puramente pessoal e íntimo.

Perguntar não ofende: Quem agora apresenta dignidade para dizer que é amigo de Fernando e assume que pediam ajuda ao todo poderoso do grupo João Santos?


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Comentários

marcos

Sim, Lula é Ladrão e Nehemias Fernandes é um Fresco metido a Nazista. Kkkkkk

marcos

Ô Nazista, as rachadinhas foram no governo Dilma Jumenta. Vamos investigar.

Fernandes

“Orçamento secreto” “Rachadinha” Já não passou da hora de começar a chamar os crimes pelos nomes certos?

marcos

Quem é o maior Ladrão do Brasil de todos os Tempos? .......... Lula. ...... Acertou Mizeravi.

Fernandes

“Orçamento secreto” “Rachadinha” Já não passou da hora de começar a chamar os crimes pelos nomes certos?


Bandeirantes 2021

10/05


2021

Ciro Gomes se compara a Joe Biden em vídeo

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) publicou vídeo nas redes sociais, hoje, no qual compara seu plano de governo ao do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, eleito após derrotar o republicano Donald Trump, em 2020. Nas últimas semanas, o político começou a publicar vídeos em tom de campanha eleitoral de olho nas eleições presidenciais de 2022.

A peça indica que o plano de Biden e o plano de Ciro “têm muitas semelhanças” quando se trata de impostos: “cobrar mais dos muito ricos e menos dos mais pobres e da classe média”.

“Biden quer aumentar impostos sobre os lucros das grandes empresas, os ganhos de capital e os dividendos dos mais ricos”, diz sobre o plano Joe Biden.

Ao falar sobre o projeto nacional de Ciro, afirma: “Ciro quer diminuir a carga para os pobres e a classe média. Aumentar impostos sobre grandes heranças e grandes fortunas. E cobrar sobre lucros e dividendos”.

Joe Biden derrotou em 2020 o republicano Donald Trump, que tinha no Brasil o apoio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que deve buscar a reeleição em 2022.


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Serra Talhada 2021

10/05


2021

Entrega de vacinas pode atrasar por falta de insumos

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, disse, hoje, que o Brasil deverá sentir em junho os impactos do atraso na liberação do IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) vindo da China. O insumo é ingrediente essencial para fabricação das vacinas contra a covid-19. A expectativa do instituto é que 4.000 litros do insumo sejam enviados até a quinta-feira e cheguem uma semana depois. As informações são do Portal Poder360.

De acordo com Dimas Covas, o Ministério da Saúde receberá 2,1 milhões de doses da CoronaVac divididas em duas entregas até a sexta-feira. No entanto, depois desses imunizantes, o Instituto Butantan ficará sem vacinas contra a covid-19 por causa da falta do IFA.

“Situação parecida com essa também é enfrentada pela Fiocruz. A informação que tenho é de que ela também não teve seu IFA liberado”, informou Covas durante a cerimônia de entrega de 2 milhões de doses da CoronaVac ao ministério.

O diretor do instituto e o governador João Doria (PSDB) atribuíram a dificuldade para o IFA ser liberado à postura do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e de integrantes do governo federal, que fizeram declarações contra a China.

“Cada vez que manifestações são feitas aqui de forma desagradável em relação à China, isso cria dificuldades claramente à autorização do governo chinês para o embarque desses insumos para o Brasil”, afirmou Doria.

O país asiático é fornecedor de insumos para a produção da CoronaVac, do Instituto Butantan, e da vacina de Oxford, produzida pela Fiocruz.


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10/05


2021

Fraude em exames da Covid-19

A edição do jornal digital O Poder Brasil de hoje, que já está circulando para os seus assinantes, traz uma denúncia bombástica: pessoas que estão com Covid-19 tentam subornar funcionários públicos ou de laboratórios privados para conseguir o nada consta. Com isso, pretendem frequentar, mesmo doentes, ambientes controlados ou até fazer viagens internacionais.

Além disso, como a criatividade para o mal não tem limites, já foi descoberta uma fórmula que, usando meios caseiros, os doentes conseguem mascarar a doença por algum tempo e enganam a coleta do material.

Trata-se de um assunto indignante e da maior gravidade. Mais informações no www.jornalopoder.com.br


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10/05


2021

Representações pedem para apurar orçamento secreto

Três representações protocoladas hoje pedem ao Tribunal de Contas da União (TCU) e ao Ministério Público Federal que investiguem se o governo criou um "orçamento secreto" em troca de apoio parlamentar, segundo apontou o jornal "O Estado de S. Paulo".

De acordo com reportagem do jornal publicada ontem, o governo federal teria montado um orçamento paralelo de R$ 3 bilhões por meio do qual deputados e senadores aliados indicavam obras públicas e compra de equipamentos em suas bases eleitorais. Parte dos recursos teria sido destinada à compra de tratores e equipamentos agrícolas com valores superfaturados, segundo o jornal.

O Ministério do Desenvolvimento Regional contesta a reportagem e afirma que não há irregularidades. Das três representações, duas são dirigidas ao TCU e uma ao Ministério Público Federal. Ao TCU, recorreram o subprocurador-geral da República Lucas Furtado e o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ). A bancada do PSOL na Câmara fez representação à Procuradoria-Geral da República.

Os deputados e senadores têm direito às chamadas emendas individuais, limitadas a R$ 16,3 milhões por parlamentar – metade vai obrigatoriamente para a saúde. O chamado "orçamento secreto" permitiria que indicassem obras em valores superiores, executadas pelo Ministério do Desenvolvimento Regional e pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), estatal subordinada à pasta.

Na representação que protocolou no TCU, o subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado pede a adoção "das medidas necessárias a apurar a notícia de que o Presidente Jair Bolsonaro criou orçamento secreto em troca de apoio parlamentar, promovendo a análise, de maneira urgente e aprofundada, do esquema denunciado pela reportagem do site Estadão, de modo a identificar as fragilidades da metodologia de distribuição de recursos a parlamentares e determinar as alterações necessárias ao procedimento denunciado”.

Segundo Furtado, a verba do orçamento paralelo seria aplicada "à margem de todo o regramento constitucional, legal e regulamentar, em ofensa ao princípio da isonomia que orienta a distribuição de recursos orçamentários entre os parlamentares no regime das emendas individuais e sem a transparência que requer o uso de recursos públicos".

Ele diz, ainda, que os fatos denotam, em tese, "inadequada execução orçamentária, motivada supostamente por interesses políticos", podendo "caracterizar eventual crime de responsabilidade, por atentar contra a lei orçamentária".

Líder da minoria na Câmara, o deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ) enviou uma representação à presidente do TCU, ministra Ana Arraes.

No texto, o deputado pede que a Corte instaure uma auditoria para apurar todas as circunstâncias denunciadas pela reportagem e eventuais responsabilidades.

Na representação, Freixo lembra que os 513 deputados e 81 senadores têm direito a indicar, no máximo, R$ 8 milhões em emendas por ano, além dos R$ 8 milhões que vão necessariamente para a saúde.

"No entanto, os parlamentares que apoiaram os candidatos do governo nas eleições para as presidências das casas do Congresso Nacional conseguiram expandir o poder de direcionar gastos do orçamento”, argumenta.

Ele afirma, ainda, que as possíveis ilegalidades apontadas pela reportagem de "O Estado de S. Paulo" não se deram "apenas no âmbito do desvio de finalidade na utilização de verbas públicas. Há também superfaturamento na compra de produtos agrícolas”.

A bancada do PSOL na Câmara dos Deputados ingressou com representação no Ministério Público Federal (MPF) contra o presidente Jair Bolsonaro, o ministro Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) e o diretor-presidente da Codevasf, Marcelo Pinto.

Os deputados do PSOL argumentam que a reportagem revela um “esquema que atropela leis orçamentárias, regras legais e a Constituição Federal". "Para além disso, tem o objetivo de dificultar o controle do Tribunal de Contas da União (TCU) e da própria sociedade. Contrariando princípios administrativos consagrados, os acordos para direcionar o dinheiro não são públicos e não têm transparência”, diz a representação.


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