Meu pai Gastão Cerquinha morreu aos 100 anos e sete meses sem nunca tirar um dia de férias, como estou no gozo de mais um período agora com meus filhos. O leitor acredita? Confira amanhã na minha crônica domingueira!
Meu pai Gastão Cerquinha morreu aos 100 anos e sete meses sem nunca tirar um dia de férias, como estou no gozo de mais um período agora com meus filhos. O leitor acredita? Confira amanhã na minha crônica domingueira!
O primeiro clube de medicina empreendedora do Nordeste, o Legacy Med Club, realizou seu encontro inaugural na noite de ontem, no Recife. Fundado pelos médicos Antonio Dantas, César Vasconcelos, Seráfico Júnior, Luiz Marcos e Tarcisinho Calado, o projeto reúne profissionais de diferentes especialidades com foco na construção de uma comunidade voltada ao empreendedorismo, à troca de experiências e ao fortalecimento de conexões.
O evento de estreia ocorreu durante jantar no restaurante Cecília Cucina, no bairro de São José, e contou com a participação de integrantes do grupo em uma agenda voltada ao networking e à integração entre os membros. A proposta do clube inclui a formação de um ecossistema de líderes médicos, com encontros periódicos, experiências exclusivas e iniciativas de capacitação.
Este não é um texto fácil de escrever. Talvez por isso eu tenha demorado um pouco e aguardado alguns dias para postar. Deixar um trabalho que gostamos é uma tarefa amarga. Mas tudo na vida é feito de ciclos.
Muitas pessoas me perguntam como é trabalhar com Magno. Eu sempre respondo a mesma coisa: maravilhoso. Essa é a minha experiência com ele, a única que tenho propriedade para falar.
Sempre tive espaço para escrever sem restrição alguma, sempre fui tratada com respeito e consideração e digo sem medo de errar que o Blog do Magno foi um dos melhores lugares nos quais trabalhei. Como aprendi.
Leia maisPor trás do repórter experiente, provocativo, afiado e um pouquinho ácido que todo mundo conhece, além do escritor de sucesso, imponente e altivo, tem um coração megageneroso, um homem que faz o bem a tanta gente, mas não divulga.
Magno é um amigo que a vida profissional me deu. Alguém que eu admiro e tenho um profundo respeito. Sair do blog foi uma decisão dolorosa, mas necessária neste momento da minha trajetória.
Este ano, completo 20 anos de formada. Estava na hora de tentar um voo solo.
Levo Magno e toda a equipe do blog no meu coração.
Em breve, anuncio novidades.
Obrigada, chefe, por tudo. Sigo sendo sua leitora mais fiel e amiga para todas as horas.
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O líder do PL (Partido Liberal) na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), compareceu à sabatina de Jorge Messias ao STF (Supremo Tribunal Federal), realizada nesta quarta-feira (29) na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado.
Em um momento durante a votação, Sóstenes foi até Messias e o abraçou. Os dois conversaram por cerca de 23 segundos. As informações são da CNN.
Leia maisMessias é o indicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para compor uma cadeira vaga no Supremo. Sóstenes compõe a base da oposição governo e é filiado ao PL, que conta como filiados o ex-presidente Jair Bolsonaro e o pré-candidato à Presidência, senador Flávio Bolsonaro (RJ), atualmente maior adversário político de Lula.
Tanto Messias quanto Sóstenes são evangélicos. A religião do advogado-geral da União era vista como um “trunfo” por aliados de Lula frente à parte conservadora do Senado. Mais cedo, lideranças evangélicas circularam pela Casa Alta para pedir voto a Messias.
Durante a sabatina, Messias disse ser um “servo de Deus” e citou versículo bíblico ao falar do Congresso: “Bem aventurados os pacificadores porque serão chamados filhos de Deus”.
Em 2023, situação semelhante ao abraço de Messias e Sóstenes também ocorreu no Senado. Na ocasião, era sabatinado Flávio Dino, hoje ministro do Supremo.
Ele e o senador Sergio Moro (à época, do União Brasil) foram vistos se abraçando e rindo durante a sessão. A cena chamou a atenção porque os dois são críticos um do outro.
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O chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, defendeu mudanças no Supremo Tribunal Federal (STF), condenou o aborto e enalteceu Deus em suas falas na sabatina para uma vaga à Corte, numa sinalização à oposição e em busca de votos de senadores desse grupo.
Messias foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a vaga aberta pela aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso, e chega a esta quarta-feira sob pressão e sem a garantia de que terá o seu nome chancelado no Senado. Ele passa por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde haverá uma votação. Em seguida, a indicação é votada no plenário da Casa. Governistas projetam cerca de 45 votos para Messias, num resultado apertado. A votação é secreta. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisMessias foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a vaga aberta pela aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso, e chega a esta quarta-feira sob pressão e sem a garantia de que terá o seu nome chancelado no Senado. Ele passa por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde haverá uma votação. Em seguida, a indicação é votada no plenário da Casa. Governistas projetam cerca de 45 votos para Messias, num resultado apertado. A votação é secreta.
A indicação de Messias à Corte contrariou a cúpula do Senado e, principalmente, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que trabalhava pelo nome de Rodrigo Pacheco (PSB-MG). Aliados do chefe da AGU dizem que, além de fazer gestos à oposição, o ministro também faz falas para distensionar a relação com esses senadores. Em sua fala inicial na sabatina, por exemplo, elogiou nominalmente Pacheco, com quem se reuniu na terça.
— Quero enaltecer a atuação de Rodrigo Pacheco na condução da PEC 8/21 — disse Messias, em referência à Proposta de Emenda à Constituição que trata de normas do Judiciário, como prazo de pedidos de vista e concessão de medidas cautelares.
Pastor acompanha sabatina
Evangélico, Messias citou ao menos sete vezes a palavra Deus em sua declaração inicial na sabatina. Antes de entrar na CCJ, se reuniu numa sala privada com aliados, entre eles o pastor Samuel Câmara, da Assembleia de Deus. Na fala, disse que é “um servo de Deus” e que teve a “fortuna” de nascer numa família de evangélicos. “Ser evangélico é uma benção, não um ativo”, afirmou.
Ele defendeu, no entanto, a laicidade do Estado e afirmou que o norte de sua atuação, caso aprovado para a vaga, será a Constituição. O ministro também afirmou que é “totalmente” contra o aborto.
— Quero dizer com muita objetividade e deixar claro este tema para toda a nação brasileira. Sou totalmente contra o aborto. Absolutamente. Aborto é crime. Nenhuma prática pode ser comemorada ou celebrada. Essa é minha convicção pessoal filosófica e cristã — disse.
Na sequência, procurou separar sua posição pessoal da atuação institucional:
— É importante separar a convicção pessoal, a posição institucional e a decisão jurisdicional. Como AGU, defendi a competência do Congresso para legislar sobre o tema, porque assim diz a Constituição — afirmou.
Ele também defendeu a prerrogativa do Legislativo para tratar do assunto, em mais um gesto aos parlamentares, e afirmou que é preciso separar convicções pessoais da atuação institucional.
— Ou a gente defende a separação de Poderes e a legalidade, ou o atalho pelo Direito pode levar a decisões complexas e perigosas — disse.
Recados ao Supremo
A sabatina do chefe da AGU ocorre também num momento delicado para o Supremo, que é alvo de críticas da opinião pública após o caso Master. Messias defendeu um “aperfeiçoamento” do STF, citando a necessidade de se manter a credibilidade do tribunal.
— Precisamos que o STF se mantenha aberto permanentemente ao aperfeiçoamento e disponha de ferramentas de transparência e controle — afirmou.
O ministro disse que a Corte é uma instituição central no arranjo democrático e que a credibilidade do Supremo é “um compromisso e uma necessidade”. Ele também indicou ser favorável à discussão sobre um código de conduta para magistrados, bandeira defendida pelo presidente do STF, Edson Fachin, ao dizer que “todo Poder deve se sujeitar a regras e contenções”. O indicado também afirmou que, caso seja aprovado, vai divulgar toda sua agenda como ministro do Supremo.
— É dever do STF aprimorar-se com lucidez institucional para permanecer respeitado. Juízes constitucionais devem ser farol de uma ética judicial que projete por seus comportamentos um modelo de integridade replicável à magistratura — disse.
Ao mesmo tempo em que deu esses recados, Messias também foi cauteloso e não fez críticas diretas a ministros nem avançou sinais que pudessem contrariar e expor a Corte. Ele citou diversas vezes o termo “autocontenção”, que tem sido usado frequentemente por Fachin.
— Cortes devem ser cautelosas ao operar mudanças divisivas que interfiram em desacordos morais razoáveis da sociedade — afirmou.
Em outro momento, evitou responder uma provocação do senador Magno Malta (PL-ES), que citou desentendimento público entre o ministro do STF Gilmar Mendes e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema. Messias não se pronunciou sobre isso
O chefe da AGU também defendeu a separação e independência dos Poderes, queixa recorrente de parlamentares que acusam o Supremo de extrapolar suas prerrogativas ao discutir temas que, na avaliação deles, cabem ao Legislativo. O chefe da AGU disse que o STF “não deve ser o Procon da política” e que esse não é um espaço que cabe ao Supremo.
Função ‘técnica’ no governo Dilma
Em diversos momentos na sabatina, Messias se colocou como um técnico ao longo de sua trajetória profissional e nas funções que ocupou, numa tentativa de afastar a politização de sua sabatina. Ele citou, por exemplo, sua passagem pelo governo Dilma Rousseff, ao afirmar que exerceu “uma função técnica de assessoramento direto”, destacando que atuou com fidelidade e responsabilidade. Ele afirmou, ainda, que a atuação da AGU na investigação do escândalo dos descontos do INSS foi feita de “forma técnica e republicana”.
Na sabatina, elogiou a postura de senadores da oposição, a exemplo de Flávio Bolsonaro (PL), filho de Jair Bolsonaro e provável adversário de Lula nas eleições deste ano. Ao responder perguntas de Flávio, Messias agradeceu o senador por ter sido recebido no gabinete dele para uma conversa, dizendo que ele foi cordato e gentil, e afirmando que numa democracia “tem espaço para todas as posições políticas”.
— O que me impactou não foi a sua negativa de voto, mas a gentileza com que me recebeu em seu gabinete. Me dedicou tempo precioso de sua agenda e sou grato ao senhor por isso. Da minha parte, meu espírito é sempre republicano. Não olho o processo pelo nome na capa, a minha vida inteira como operador do Direito é fazer a coisa certa, da forma certa — disse.
Em outro momento em que fez gestos à oposição, afirmou que só pediu prisões para quem participou dos atos golpistas do dia 8 de janeiro em Brasília por “dever” do cargo que ocupava e falou sobre o equilíbrio das penas dos condenados, outra bandeira defendida por oposicionistas.
— Nunca vou me alegrar em adotar medidas constritivas de liberdade, o fiz por obrigação, dever de ofício (…) O que fiz foi no estrito cumprimento do dever legal para preservar o patrimônio público federal. No 8 de janeiro atuei no estrito cumprimento do meu dever constitucional — afirmou Messias.
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A Câmara dos Deputados acelerou a tramitação de um projeto de lei que permite a derrubada do veto do presidente Lula (PT) ao projeto da dosimetria, que reduz as penas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e dos demais presos pelo 8 de Janeiro, sem impacto na Lei Antifacção, que aumentou a pena por crimes como feminicídio ou organização criminosa.
O requerimento de urgência foi aprovado com 330 votos favoráveis e 104 contrários. A urgência permite que uma medida seja avaliada diretamente no plenário, sem passar por comissões. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia maisA proposta, de autoria do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), decorre do que o autor diz ser uma “distorção técnica” entre o PL (projeto de lei) da Dosimetria e a Lei Antifacção.
Isso acontece porque a dosimetria, aprovada em dezembro de 2025, utilizou como base uma versão da Lei de Execução Penal anterior às mudanças feitas pela Lei Antifacção, que endureceu as regras para progressão de regime. A lei foi sancionada por Lula em março, após ter sido aprovada pelo Congresso em fevereiro.
Dessa forma, se o veto presidencial fosse derrubado na íntegra e a dosimetria passasse a valer, parte das novas regras da Lei Antifacção seria invalidada.

Lula vetou o projeto integralmente em 8 de janeiro deste ano. Os vetos serão analisados nesta quinta-feira (30), em sessão do Congresso Nacional, e devem ser derrubados pelos parlamentares.
Esse efeito colateral, de que os benefícios se estenderiam para condenados por outros crimes graves, é um dos argumentos utilizados pela base de Lula para defender a manutenção do veto.
De acordo com o autor, a proposta visa livrar a avaliação dos vetos à dosimetria “de argumentos que não dizem respeito a ela”. “Uma coisa é debater o apenamento dos manifestantes do 8 de janeiro. Outra, completamente diferente, é afrouxar regras para os chamados crimes graves “, afirma Abi-Ackel.
A aprovação do trâmite acelerado do projeto fortalece uma solução da distorção sem necessidade de inovações legislativas.
A outra possibilidade apontada por senadores de direita à Folha seria que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), considerasse prejudicados (ou seja, sem efeito) os trechos do veto posteriormente modificados pela Lei Antifacção.
De acordo com os parlamentares, esse expediente já teria sido utilizado em casas legislativas estaduais, mas não há precedente no Congresso. Diante disso, senadores do PT e da oposição aventaram a possibilidade da votação parcial do veto acabasse sendo contestada na Justiça.
Durante a votação do requerimento, o líder do PT Pedro Uczai (RS) argumentou que “o regime de urgência não pode ser utilizado para acelerar projeto condicionado a evento futuro e incerto”. “Por que nós estamos votando esse projeto que já tem lei igual o conteúdo que está sendo votado hoje?”, questionou.
A oposição tem, em tese, os votos necessários para derrubar o veto e impor uma derrota a Lula, beneficiando Bolsonaro e outros presos condenados por golpismo com redução de pena e progressão de regime facilitada.
Para que o veto de Lula seja derrubado, é necessário o voto de 257 dos 513 deputados e também de 41 dos 81 senadores —se não for alcançada essa maioria em alguma das Casas, o veto é mantido.
Na Câmara, o PL da Dosimetria foi aprovado com 291 votos a favor ante 148 contrários. Já no Senado, o placar foi de 48 votos a favor do projeto e 25 contrários. Portanto, a queda do veto é o resultado mais esperado, a não ser que o governo consiga virar votos a seu favor.
O texto do PL da Dosimetria suaviza as regras para crimes contra o Estado democrático de Direito e, em relação aos demais crimes, mantém o tempo mínimo de prisão necessário para obter a progressão de regime que já estava estabelecido na Lei de Execução Penal à época da aprovação da proposta, em dezembro.
Em relação aos crimes contra o Estado democrático de Direito, o PL da Dosimetria diz que o tempo mínimo para progressão de regime é de 16,66% (um sexto), reduz a pena caso crimes contra instituições democráticas sejam praticados em multidão e determina que as penas relativas a um mesmo contexto não sejam somadas, mas que prevaleça a maior.
Para o caso de Bolsonaro, condenado a mais de 27 anos de prisão por participar da trama golpista, o PL da Dosimetria pode reduzir seu período em regime fechado dos atuais 6 a 8 anos para algo entre 2 anos e 4 meses e 4 anos e 2 meses, dependendo da interpretação.
Também influenciará na redução das penas o tempo que Bolsonaro dedicar a trabalho ou estudo, atividades que podem ser usadas para diminuir o período na prisão. O ex-presidente completou um mês em prisão domiciliar na segunda (27).
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O Sextou, programa musical que ancoro às sextas-feiras no lugar do Frente a Frente, recebe nesta semana o cantor Neno o Magnífico, um dos vocalistas mais duradouros e marcantes da banda Magníficos, grupo que ajudou a consolidar o forró eletrônico romântico no Brasil a partir dos anos 1990.
Com mais de duas décadas de carreira, Neno construiu sua trajetória dentro de uma das formações mais populares do gênero, integrando o trio vocal que marcou a fase de maior sucesso da banda. Após seguir carreira solo, mantém o repertório que o consagrou, com canções que atravessam gerações do forró romântico.
O programa desta semana gira em torno do novo DVD do artista, gravado recentemente em Monteiro, na Paraíba, com participação da própria banda Magníficos e de outros nomes do forró. O projeto reúne os grandes sucessos que marcaram sua trajetória e celebra sua história na música nordestina.
O Sextou vai ao ar das 18h às 19h, pela Rede Nordeste de Rádio, que reúne 48 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife. Para ouvir pela internet, acesse o link do Frente a Frente no topo desta página ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na Play Store.
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Senadores da oposição no Senado Federal executaram uma manobra nesta quinta-feira (29) para fazer com que o senador Sergio Moro (PL-PR) retornasse à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Casa após ele perder a cadeira para o governista Renan Filho (MDB-AL).
Moro era integrante permanente da CCJ, mas recentemente trocou o União Brasil pelo PL (Partido Liberal). A troca possibilitou com que o PL indicasse o senador como integrante suplente. As informações são da CNN.
Leia maisCom a manobra, Moro conseguiu participar da sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias, indicado para assumir uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal). Seguindo o rito da sabatina, o senador pôde fazer perguntas a Messias, porém, não poderá votar.
Na terça (28), Moro anunciou que havia sido retirado da comissão, perdendo o posto para Renan Filho, ex-ministro dos Transportes de Lula. Além desta, o governo conseguiu realizar mais uma troca na CCJ, na tentativa de obter mais apoio para o nome de Messias, que passa por uma votação de resultado ainda incerto.
Até março de 2026, Moro era filiado ao União Brasil. Porém, deixou o partido para ingressar no PL (Partido Liberal) e concorrer ao governo do Paraná pela sigla.
No Senado, o União integra o bloco Parlamentar Democracia, formado também por MDB (Movimento Democrático Brasileiro), Podemos e PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira).
A vaga na comissão, no caso, era do bloco, e não propriamente de Moro. Com a saída dele do partido, governistas alegaram que ele deveria também perder a cadeira na comissão.
Crítico ao governo Lula, Moro conseguiu retornar ao colegiado para fazer perguntas a Messias. Agora filiado ao PL, o ex-juiz da operação Lava Jato teve a cadeira cedida a ele pelo colega de casa e de partido, senador Eduardo Gomes (PL-TO), que é membro suplente da comissão.
Quando integrava o bloco Democracia Parlamentar, Moro era um membro titular da CCJ – ou seja, tinha poder de voto. Como a vaga cedida por Gomes é de suplente, Moro não poderá votar.
O senador só terá poder de voto quando a análise da indicação de Messias for ao plenário do Senado, depois da votação da CCJ. Ele já adiantou que votará de forma contrária ao advogado.
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A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado deu início, nesta quarta-feira (29), à votação da indicação de Jorge Messias para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal).
O painel de votação foi aberto após um pedido da senadora Eliziane Gama (PT-MA) e faz parte de uma estratégia do governo para agilizar o processo de sabatina, que seguirá até que todos os senadores inscritos façam seus questionamentos a Messias. As informações são da CNN.
Leia maisA CCJ do Senado é composta por 27 senadores. A votação foi aberta após 14 parlamentares registrarem presença no colegiado. Para ser aprovado, Messias precisa do voto favorável da maioria dos presentes.
Se aprovada, a indicação segue para o plenário do Senado. A votação, nessa etapa, só começa quando o quórum atingir a presença de 41 senadores. Este também é o patamar mínimo que Messias precisa atingir para ter o nome aprovado. O Senado conta com 81 parlamentares.
A votação será secreta nas duas etapas. Logo, não é possível saber como cada parlamentar votou, apenas o placar geral do resultado.
Messias foi indicado ao STF pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em novembro do ano passado. Nessa época, ele já passou a percorrer os gabinetes dos senadores em busca de votos. A indicação foi formalizada somente em abril.
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Em aceno à oposição, o advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou nesta nesta quarta-feira (29) que a discussão acerca de anistia é política e cabe ao Congresso Nacional.
O ministro da AGU defendeu que o Legilslativo tem o direito de discutir o tema e que não cabe a ele, como eventual ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), fazer intervenções antecipadas e sem provocação. As informações são da CNN.
Leia mais“A discussão acerca de anistia é própria do ambiente político institucional. A critica pública também. Agora, a definição acerca desse tema cabe aos senhores, e não a mim na condição de operador do direito. A anistia é um ato jurídico politico institucional que cabe ao Parlamento, portanto é algo que poderá estar em debate nesta casa. Não acredito que meu papel seja apresentar manifestações antecipadas a respeito de qualquer assunto e muito menos intereferir num debate politico. O ministro da Suprema Corte pode atuar no debate político quando solicitado a bem de mediar conflitos, essa é a posição que acredito”, disse.
A declaração foi feita durante Sabatina no Senado Federal para cargo no STF. Messias foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para ocupar a vaga deixada por Luís Roberto Barroso na Suprema Corte e agora precisa ser aprovado pelos senadores.
Indicação, sabatina e votação
Messias foi indicado ao STF pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em novembro do ano passado. Nessa época, ele já passou a percorrer os gabinetes dos senadores em busca de votos. A indicação foi formalizada somente em abril.
Após a sabatina na CCJ, a indicação de Messias será votada no mesmo dia pelo plenário do Senado. Se aprovado, o indicado estará apto a assumir a função de ministro da Suprema Corte.
Para ser aprovado, um indicado ao STF precisa alcançar um patamar mínimo de votos favoráveis.
A votação será secreta nas duas etapas. Logo, não é possível saber como cada parlamentar votou, apenas o placar geral do resultado.
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O advogado-geral da União, Jorge Messias, disse nesta quarta-feira (29), em resposta ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que o 8 de Janeiro de 2023 “foi um dos episódios mais tristes da história” do Brasil.
Indicado por Lula para o Supremo Tribunal Federal (STF), Jorge Messias deu a declaração durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. As informações são do g1.
Ele foi questionado por Flávio sobre a condenação, pela Suprema Corte, de idosos que participaram dos atos golpistas em Brasília. Na pergunta, o pré-candidato do PL fez críticas ao ministro Alexandre de Moraes, que relatou os inquéritos sobre o 8 de Janeiro no STF.
Leia mais“O 8 de Janeiro, como já pude declarar, foi um dos episódios mais tristes da história recente e acho que fez muito mal ao país. Efetivamente, as pessoas que foram presas no 8 de Janeiro foram submetidas a um processo, foram processadas, muitas foram condenadas, algumas assinaram acordos de não persecução penal, algumas ainda estão presas. A prisão e o processo penal sempre carregam uma tragédia pessoal e familiar, nós não podemos desconhecer”, disse Jorge Messias.
Na resposta a Flávio Bolsonaro, Messias disse também que o sistema penal brasileiro prevê mecanismos de revisão criminal, que permitem a condenados solicitar, na Justiça, uma reanálise e eventuais correções dos seus casos.
Sobre a possibilidade de o Congresso conceder anistia a condenados, por meio da derrubada do veto de Lula ao projeto que trata do tema, Messias evitou fazer comentários e disse que cabe ao Legislativo tomar uma decisão sobre o perdão aos envolvidos no 8 de Janeiro.
“A discussão acerca de anistia é própria do ambiente político e institucional. A crítica pública também é própria. A liberdade de expressão permite que se critique qualquer tipo de posição. Agora, a definição acerca deste tema compete às vossas excelências. E não a mim, na condição de operador do direito. Anistia é um ato jurídico político institucional que cabe ao parlamento”, declarou.
Ao formular perguntas a Jorge Messias, Flávio Bolsonaro também citou o escândalo de desvios de aposentadorias e pensões pagas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), investigado pela Polícia Federal na Operação Sem Desconto, cuja primeira fase ocorreu em abril de 2025 na gestão Lula.
Nas suas perguntas, no entanto, Flávio não mencionou integrantes do governo Jair Bolsonaro que foram alvos das investigações da PF.
Na resposta, Jorge Messias disse que a Advocacia-Geral da União cumpriu seu papel “de forma absolutamente técnica e republicana” nos processos sobre as fraudes no INSS.
“Eu quero dizer que nós já bloqueamos mais de R$ 2,33 bilhões em valores e bens. E quero dizer também que neste processo nós já conseguimos devolver para mais de 4,5 milhões de aposentados e pensionistas os valores que foram indevidamente descontados e integralmente corrigidos”, disse Messias.
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Pré-candidato à Presidência, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aproveitou o seu tempo de fala durante a sabatina de Jorge Messias, na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, nesta quarta-feira (29), para criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).
Em sua fala, o parlamentar ainda defendeu a anistia e questionou Messias sobre o assunto. As informações são da CNN.
Leia maisIndicação, sabatina e votação
Messias foi indicado ao STF pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em novembro do ano passado. Nessa época, ele já passou a percorrer os gabinetes dos senadores em busca de votos. A indicação foi formalizada somente em abril.
Após a sabatina na CCJ, a indicação de Messias será votada no mesmo dia pelo plenário do Senado. Se aprovado, o indicado estará apto a assumir a função de ministro da Suprema Corte.
Para ser aprovado, um indicado ao STF precisa alcançar um patamar mínimo de votos favoráveis.
A votação será secreta nas duas etapas. Logo, não é possível saber como cada parlamentar votou, apenas o placar geral do resultado.
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