Lula diz que Braga Netto tem direito à presunção da inocência

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou neste domingo (15) a prisão do general Walter Souza Braga Netto, ex-ministro da Defesa do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, realizada pela Polícia Federal neste sábado (14).

Ele afirmou que acredita que Braga Netto tem direito à presunção da inocência, mas que se for culpado deverá responder pelo que fez — se referindo à trama golpista para manter Bolsonaro no poder após as eleições de 2022, e ao plano de assassinar autoridades, que incluía Lula como alvo.

“O que aconteceu nesta semana com a decretação da prisão do general Braga, eu vou demonstrar para vocês que eu tenho mais paciência e sou democrático: eu acho que ele tem todo direito à presunção da inocência. Eu não tive, eu quero que eles tenham”, afirmou Lula.

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Por Eduardo de Matos*

A eleição deixou uma lição que Pernambuco não pode ignorar, autonomia política não se confunde com adversarismo, e a divergência não transforma automaticamente ninguém em adversário.

Mesmo com a vinda de Lula a Pernambuco para pedir votos para João Campos, o eleitorado decidiu continuar votando em Lula e também em Raquel Lyra. O resultado foi inequívoco, o eleitor pernambucano não se orienta por uma lógica de propriedade partidária. O presidente recebeu votos de eleitores que apoiaram diferentes candidaturas na disputa estadual.

Voto não tem dono. Nenhum partido pode reivindicar a posse da vontade popular. Uma escolha eleitoral não apaga histórias, não rompe automaticamente alianças e não transforma antigos aliados em adversários.

É possível apoiar Lula e divergir do PSB. É possível ter votado em Raquel Lyra e continuar sendo eleitor de Lula. Também é possível ter uma história de décadas com um partido e, em determinado momento, seguir outro caminho sem apagar relações, trajetórias e lutas compartilhadas.

Mesmo ao se posicionar de forma neutra, Raquel Lyra, governadora eleita, age de maneira coerente com sua história, suas tradições, sua trajetória política e com aquilo que representa para seus eleitores. Essa neutralidade não significa afastamento nem negação de vínculos. Raquel já deu sinais de que admira, respeita e agradece ao presidente Lula. Os eleitores perceberam e compreenderam essa mensagem.

Isso é autonomia. E autonomia não deve ser interpretada como traição, deserção ou rompimento.

Há uma diferença decisiva entre não seguir determinado grupo e estar contra ele, entre escolher outro caminho e aderir ao campo adversário. Recusar essa distinção contribui para uma dinâmica de sectarismo político. Colocar todos os divergentes na mesma vala comum empobrece o debate, afasta aliados e dificulta a construção de maiorias.

Por isso, não parece adequado que qualquer liderança, seja A ou B, procure associar Raquel Lyra ao campo bolsonarista. Essa interpretação não corresponde aos fatos, desconsidera a trajetória da governadora e não encontra respaldo na percepção de seus eleitores. Raquel pode manter sua autonomia, reconhecer e respeitar o presidente Lula e, ainda assim, não se submeter a enquadramentos políticos definidos por terceiros.

O próprio resultado de Lula em Pernambuco demonstra que escolhas diferentes podem encontrar uma referência comum. Essa realidade deveria ser reconhecida por todas as forças políticas, especialmente por aquelas que procuram se apresentar como representantes exclusivas do lulismo no Estado.

Nenhuma força política deve tratar Lula como propriedade política ou reivindicar para si o monopólio da representação do lulismo em Pernambuco. O eleitor já demonstrou que pode continuar votando em Lula e, ao mesmo tempo, escolher outros caminhos na política estadual e municipal. A tentativa de falar em nome exclusivo do lulismo ignora essa diversidade e transforma uma preferência compartilhada em instrumento de tutela partidária.

Não se constrói maioria exigindo obediência, uniformidade ou submissão. Constrói-se maioria reconhecendo diferenças, respeitando trajetórias e sabendo conviver com quem não aceita seguir uma única orientação.

Os votos de Pernambuco não pertencem ao PSB, ao PSD, ao PT ou a qualquer outra legenda. Pertencem aos pernambucanos. Nenhum partido deve tratar o eleitor como patrimônio próprio, nem converter divergentes em adversários por conveniência eleitoral.

Pernambuco está acima de todos esses varejos políticos. O Estado não pode ser reduzido a disputas menores, tentativas de enquadramento ou movimentos para posicionar lideranças em campos previamente definidos. O que está em jogo é a capacidade de construir um projeto amplo, respeitando a autonomia de cada força e a inteligência do eleitor.

Por isso, é hora de superar a lógica do enquadramento e fortalecer a do diálogo e do respeito. Adversários eleitorais podem voltar a ser aliados, divergências podem ser superadas e antigos companheiros podem fazer escolhas diferentes sem se tornarem inimigos.

A eleição passou. As urnas falaram. Uma das mensagens parece clara: autonomia não pode virar adversarismo.

A transformação de todo divergente em adversário pode até favorecer uma disputa imediata, mas reduz pontes, limita a capacidade de diálogo e pode levar, na próxima eleição, à constatação de que ninguém é dono do lulismo, muito menos dos votos de Pernambuco.

*Empresário, doutor honoris causa em desenvolvimento Regional e observador histórico da política pernambucana

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

Os movimentos nesta terça-feira (6) do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, à procura dos principais líderes do Senado revelam o temor do Judiciário com uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial e com o aumento da direita no Legislativo. O temor é justificado. O STF tornou-se alvo declarado do segmento que saiu à frente no primeiro turno. O plano de formar uma maioria ampla que permitisse a aprovação de processos de impeachment de ministros do Supremo consolidou-se. E há uma expectativa de que isso possa ser reverberado pelo governo Flávio, caso ele de fato vença. Mas não é só o STF quem anda preocupado. O Correio Político apurou que há enorme temor no meio diplomático com a eventual vitória de Flávio Bolsonaro. De que se imprima uma mudança história nos conceitos da diplomacia brasileira.

Não há uma explicação formal sobre por que o Brasil abre sempre a Assembleia Geral da ONU. Mas tudo indica que a tradição tem total relação com a postura diplomática brasileira. Durante a Guerra Fria entre os Estados Unidos e a União Soviética, os países relutavam em fazer o primeiro discurso. O Brasil resolveu assumir esse protagonismo. Até porque foi forte aliado da ideia de se criar um mecanismo multilateral de negociação entre as nações para enfrentar os riscos do projeto totalitário da Alemanha de Adolf Hitler.

Pesou na tradição também o prestígio diplomático que tinha Oswaldo Aranha, que presidiu a assembleia de 1947, a segunda da organização. A adesão ao multilateralismo, soma-se na diplomacia brasileiro o princípio do não alinhamento ideológico a grupos de países. Se hoje o principal parceiro comercial do Brasil é a China, seria um grande erro considerar que o princípio dessa relação deu-se durante os anos de governo de esquerda com o PT. O Brasil reatou as suas relações com a China em plena ditadura militar.

O Brasil reatou com a China em 1974, quando o regime dos generais estava na sua era mais pesada e autoritária. E também quando era bem mais pesado o regime chinês. A ditadura militar permitiu também que empresas bélicas brasileiras tivessem relação com a Líbia, quando o governo dos EUA caçava de maneira implacável Muammar Kadafi. Por quê? Porque o pragmatismo sempre foi a regra.

Ou seja, mesmo o regime autoritário de direita dos generais não quebrou as tradições diplomáticas brasileiras. Agora, porém, há uma forte pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para desestimular as ferramentas multilaterais de negociação entre os países e para que sejam adotadas negociações bilaterais, país a país.

O Itamaraty teme que essa pressão prevaleça, uma vez que já é o que Trump vem procurando adotar com os demais países sul-americanos que passaram a ter governos de direita. Passando a ter uma relação menos pragmática e mais de alinhamento ao projeto de Trump, que tem claros interesses econômicos no Brasil.

Dos Estados Unidos, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio Bolsonaro, já falou em uma “faxina” no Itamaraty, uma caça às bruxas de diplomatas, que poderia se dar a partir da mudança nos eixos principais dos processos de relações internacionais brasileiras. Algo que Jair Bolsonaro chegou a ensaiar, porém de maneira tímida.

No caso de Bolsonaro, houve alguns fatores. O primeiro, sua baixa liderança internacional – foram várias as situações em que o ex-presidente parecia deslocado ao lado de outros líderes. E em seu primeiro governo Donald Trump não assumiu de forma tão incisiva a ideia de promover um movimento de “endireitamento” planetário.

Outro ponto foi a escolha de Ernesto Araújo como ministro das Relações Exteriores. Ernesto nunca foi considerado dentro do Itamaraty um diplomata de primeira linha. Com isso, acabou sendo engolido pelos colegas mais experientes, que mantiveram a linha de condução das relações internacionais. Agora, teme-se uma ação mais concreta.

Nos Estados Unidos, não há ministro da Relações Exteriores. Quem exerce esse papel é o secretário de Estado. No caso de Trump, Marco Rubio, alguém com forte influência no governo dos EUA. O Itamaraty teme, então, que agora, esse processo aconteça com o assessoramento dele. Os punhos de renda estão eriçados…

Jaboatão dos Guararapes - Saúde nas escolas 2026

A cúpula do Centrão passou a tratar a vitória de Flávio Bolsonaro (PL) na eleição presidencial, cujo 2° turno está marcado para 25 de outubro, como certa. As informações são do portal Metrópoles.

Integrantes do alto escalão afirmam que a decisão da Federação União-PP de declarar oficialmente apoio ao filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se deu após os resultados das urnas no 1° turno, em que Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O movimento mais significativo ocorreu na terça-feira (6/10), quando a Federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas (PP), oficializou apoio a Flávio no 2° turno, diferentemente do 1° turno, quando a opção foi pela neutralidade.

A decisão foi confirmada pela senadora e líder do PP no Senado, Tereza Cristina (PP-MS), após reunião da bancada das duas siglas em Brasília. Nesta quarta-feira (7/10), há a expectativa de a Executiva Nacional formalizar a colaboração das duas siglas para tentar eleger Flávio Bolsonaro.

Durante o comunicado, Tereza informou que foi fechada questão de ordem, isto é, quando o partido determina orientação. Os que forem contra e decidirem apoiar o presidente Lula, segundo a senadora, poderão ser punidos.

O aviso serve de alerta, inclusive, para o deputado federal André Fufuca (PP-MA), recém-eleito senador pelo Maranhão. Na terça-feira, o presidente do PT, Edinho Silva, disse que procurou o ex-ministro, que sinalizou apoio pessoal a Lula

“A tendência é que ele esteja conosco, declarando apoio ao presidente Lula, mesmo com o partido tendo declarado apoio a Flávio Bolsonaro”, afirmou.

A posição nacional do Progressistas de apoiar Flávio representa mudança importante em relação ao primeiro turno. À época, o União Brasil e o PP optaram pela neutralidade na disputa nacional, embora tenham liberado seus diretórios estaduais para construir alianças próprias.

Nos bastidores, a estratégia também era uma forma de preservar espaço para negociar com qualquer um dos candidatos que chegasse ao 2° turno.

Caruaru - Minha rua nova

Apostando em vitória de Flávio, Gilson Machado prevê impeachment de Moraes, cassação de Alcolumbre e mudanças na Constituição

Eleito deputado federal no último domingo (4), Gilson Machado (Podemos) projeta uma próxima legislatura marcada por enfrentamentos com o Supremo Tribunal Federal (STF), trocas no comando do Congresso e uma revisão da Constituição. Em entrevista, ontem, ao podcast Direto de Brasília, o ex-ministro de Jair Bolsonaro traçou esse cenário apostando na vitória de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno e no fortalecimento da direita nas urnas.

Alexandre de Moraes seria, segundo Gilson, o primeiro ministro do Supremo a enfrentar um processo de impeachment, mas não o único. “Dois ministros ultrapassaram todos os limites, inclusive Flávio Dino”, declarou. Ao citar os mais de 100 pedidos apresentados contra Moraes, acrescentou: “O primeiro deve ser ele”. Para o deputado eleito, a nova composição do Congresso dará força às investidas contra integrantes da Corte. “Eles estão vendo que perderam a eleição, que tentaram interferir e as urnas disseram ‘não’. Agora é muito tarde, os ministros do STF vão ter uma surpresa”.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (6) que o PL, partido de Flávio Bolsonaro, age para atrapalhar a votação pelo fim da escala 6×1 no Senado. A Casa deu início às discussões sobre a PEC (proposta de emenda à Constituição) no fim do dia.

“O dia de hoje é importante porque o meu adversário vai ter que tomar uma decisão, se vai mandar a bancada do partido dele votar favorável ao fim da jornada 6×1”, disse Lula.

“Pelo que eu fui informado, eles estão tentando atrapalhar a votação para que essa votação não aconteça. E a sociedade brasileira está de olho, porque é um tema de muita vontade dos brasileiros, que mexeu com milhões e milhões de trabalhadores no país”. As informações são da Folha de S. Paulo.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O plenário do Senado Federal realizou nesta terça-feira (6) a primeira discussão da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1 sem redução de salário.

A sessão teve presença da maioria de senadores que apoiam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), discursos foram somente a favor da aprovação da medida.

Por outro lado, a maioria dos senadores do PL nem mesmo foi à reunião do Senado sobre o tema. Senadores aliados do candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tentam evitar que a PEC seja votada e defendem que outro texto sobre o tema seja analisado. As informações são do g1.

Palmares - Forró Mares 2026

O pernambucano Antônio Rueda, que construiu sua carreira política em Pernambuco, acabou de ser eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro, com 155.836 votos, na Baixada Fluminense.

Agora, segundo fontes, Rueda estaria tentando tirar um coelhinho da cartola: lançar o pernambucano Fernando Filho para a presidência da Câmara dos Deputados.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

A controvérsia sobre Nossa Senhora Aparecida na campanha eleitoral deste ano ganhou novos contornos, agora envolvendo um filiado ao PT e ex-dirigente da legenda. Em dezembro de 2020, o advogado Ralph Anzolin Lichote foi ao Supremo Tribunal Federal pedir o cancelamento do feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida, celebrado anualmente em 12 de outubro. Lichote era filiado ao PT, foi vice-presidente do partido no diretório de Itaperuna (RJ) e tem foto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), circulando na internet.

A ADPF (arguição de descumprimento de preceito fundamental) 775 foi apresentada pela Antiga e Iluminada Sociedade Banksiana e assinada por Ralph Anzolin Lichote, vice-presidente da entidade. A ação sustenta que a lei que criou o feriado “para culto público e oficial a Nossa Senhora Aparecida” era incompatível com a laicidade da Constituição, que proíbe que a União estabeleça cultos religiosos. As informações são do Poder 360.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

A federação formada por União Brasil e Progressistas (União Progressista) anunciou nesta terça-feira (6) apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da disputa à Presidência da República.

Segundo a senadora Tereza Cristina (PP-MS), a decisão foi tomada por unanimidade da federação e das executivas dos partidos, que se reuniram nesta terça. As informações são do g1.

A enfermeira Priscila Ferraz, presidente da Associação Brasileira de Enfermagem – Seção Pernambuco (ABEn-PE), lançou seu nome na disputa pelo comando do Conselho Regional de Enfermagem de Pernambuco (Coren-PE). Ela encabeça a chapa “Levante Coren” e entra na eleição em um momento de reorganização da representação política da categoria no estado.

À frente da ABEn-PE, Priscila construiu atuação voltada à valorização e à autonomia profissional da Enfermagem. Entre as pautas com as quais esteve envolvida está o Decreto Legislativo nº 193/2021, que autoriza a atuação de enfermeiros em consultórios em Pernambuco.

O Coren-PE é responsável pela fiscalização e regulamentação do exercício profissional da Enfermagem no estado. Em uma categoria formada majoritariamente por mulheres, a candidatura de Priscila também amplia a presença feminina na disputa pela direção do conselho.

A eleição promovida pela OAB Pernambuco para a formação da lista sêxtupla do Quinto Constitucional colocou a presença feminina em destaque na próxima etapa de escolha do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).

Dos seis nomes eleitos, três são mulheres: Janielly Nunes, Diana Câmara e Isabela Lessa. Janielly foi a candidata mais votada de todo o pleito, com 6.829 votos. Diana, por sua vez, integra a lista pela segunda vez. Na seleção anterior, ela foi a mais votada pelo TJPE para compor a lista tríplice.

O resultado chama atenção diante da atual composição do tribunal. Das 58 cadeiras de desembargador, apenas seis são ocupadas por mulheres, o equivalente a pouco mais de 10% da Corte.

UOL

Documentos do governo de Donald Trump e do Congresso americano, obtidos pelo UOL, citam o lobby feito pelo ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) junto a autoridades dos Estados Unidos por sanções ao ministro Alexandre de Moraes e revelam detalhes do fundo secreto de US$ 1 milhão (o equivalente a R$ 5 milhões na cotação de ontem) liberado por Washington para financiar ações contra o STF (Supremo Tribunal Federal).

Batizado de “Countering Lawfare and Censorship in Brazil” (algo como “Enfrentando o lawfare e a censura no Brasil”), o programa foi patrocinado pelo Departamento de Estado e os recursos liberados no último dia 30, cinco dias antes do primeiro turno da eleição presidencial no Brasil. Irmão de Eduardo, o senador Flávio Bolsonaro (PL) disputará o segundo turno contra o presidente Lula (PT).