A chuva forte que caiu no município de Arcoverde na tarde desta segunda-feira (25), causou alagamentos em pontos críticos da cidade. Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram as dificuldades enfrentadas pela população.
Confira:
A chuva forte que caiu no município de Arcoverde na tarde desta segunda-feira (25), causou alagamentos em pontos críticos da cidade. Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram as dificuldades enfrentadas pela população.
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A defesa de Jair Bolsonaro (PL) entrou com um novo recurso no do STF (Supremo Tribunal Federal) nesta segunda-feira (12) voltando a pedir que o voto do ministro Luiz Fux que absolveu o ex-presidente prevaleça e a condenação dele seja anulada.
No pedido, os advogados também tentam levar o caso para o plenário completo da corte, com os 11 ministros —atualmente, o colegiado tem dez ministros, com a cadeira vaga de Luís Roberto Barroso.
Fux, único a votar pela absolvição de Bolsonaro na fase da análise do mérito da ação, deixou a Primeira Turma a seu pedido e não participa da análise dos recursos. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia maisNum dos pontos levantados pela defesa em referência ao voto de Fux, os discursos de Bolsonaro contra outros Poderes não poderiam ser considerados criminosos.
“O voto proferido pelo eminente Ministro Luiz Fux também destacou o disposto no art. 359-T do Código Penal, que afasta qualquer tipicidade penal de discursos ou ‘bravatas’ proferidas contra os membros de outros poderes e reiterou o que a defesa apontou diversas vezes quanto ao veto ao art. 359-O, que buscava criminalizar ‘campanha ou iniciativa para disseminar fatos que sabe inverídicos, e que sejam capazes de comprometer a higidez do processo eleitoral'”, disseram os advogados.
A peça alega que as condutas imputadas, como críticas ao sistema eleitoral, configuram liberdade de expressão ou meros atos preparatórios impuníveis. Não seriam, assim, atos de execução de crimes contra o Estado Democrático de Direito.
No agravo, os advogados pedem a reconsideração de decisão anterior que negou o último pedido. A defesa apresentou os chamados embargos infringentes em 28 de novembro. O relator, Alexandre de Moraes, rejeitou o pedido em 19 de dezembro.
No documento de 73 páginas, eles afirmaram que o STF cometeu “erro judiciário” ao antecipar o trânsito em julgado enquanto ainda transcorria prazo para a oposição de embargos.
A defesa afirma ainda que o que ocorreu é uma “exceção inadmissível”. O recurso é assinado pelos advogados Celso Vilardi, Paulo da Cunha Bueno, Daniel Tesser, Renata Kalim, Domitila Kohler e Eduardo Ferreira da Silva.
O ministro Alexandre de Moraes declarou o trânsito em julgado da ação penal em 25 de novembro. Na mesma data, o magistrado oficializou a condenação definitiva do ex-presidente a 27 anos e 3 meses de prisão pela acusação de liderar uma trama golpista.
Agora, a defesa retoma argumentos anteriores, como os de que a minuta golpista eram “esboços rudimentares”, ou de que as ações de Bolsonaro não têm nexo causal com os ataques de 8 de janeiro de 2024 e que não é possível caracterizar participação em organização criminosa nos fatos julgados.
Antes disso, a Primeira Turma já havia rejeitado, no início de novembro, por unanimidade, o recurso do ex-presidente e dos demais réus do núcleo central da trama golpista contra a condenação imposta a eles pelo colegiado.
Ainda, dizem conhecer o precedente que Moraes usou pra negar o pedido anterior, mas que o caso merece evolução do entendimento.
Segundo os advogados, o regimento interno do Supremo permite embargos infringentes em caso de decisão não unânime, e o STF fixar um número mínimo de votos para aceitar esses recursos seria invadir competência legislativa do Congresso. Ainda, que todos têm o direito de recorrer de sentença.
O julgamento dos embargos de declaração marcaram o início de uma nova fase no processo, a partir de quando se começou a especular sobre o início do cumprimento de pena dos condenados.
Tiveram também seus pedidos rejeitados Walter Braga Netto (ex-ministro da Casa Civil), Almir Garnier Santos (ex-chefe da Marinha), Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa), Alexandre Ramagem (ex-diretor da Abin e deputado federal), Augusto Heleno (ex-ministro do GSI) e Anderson Torres (ex-ministro da Justiça).
O único que não recorreu foi o tenente-coronel Mauro Cid. Como benefício do acordo de colaboração premiada, o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro não ficará preso pela participação na trama golpista, pois foi condenado a apenas dois anos de reclusão em regime aberto.
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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta segunda-feira que vai aguardar “gestos concretos” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) antes de definir se apoiará o projeto de reeleição do petista no pleito deste ano.
A declaração foi dada à imprensa durante evento em João Pessoa em que o ministro do Turismo e aliado do deputado, Gustavo Feliciano, oficializou o apoio do governo federal ao pré-carnaval da capital paraibana. As informações são da CNN.
Leia mais— A política se constrói com reciprocidade. Nós temos que nessa construção política entender o que vamos ter de apoios e de gestos para decidir quem vamos apoiar. É isso que temos que construir de maneira muito tranquila e respeitosa para com a população do nosso estado — disse Motta, ao ser questionado sobre um possível apoio ao presidente.
Em dezembro, durante café com jornalistas em Brasília, Motta adotou tom parecido ao afirmar que ainda é cedo para falar de endossos. Na ocasião, porém, garantiu que sua posição não será de neutralidade na disputa presidencial.
Apesar de evitar cravar apoio a Lula, Motta indicou que o Republicanos estará alinhado, no estado, ao projeto do grupo governista liderado pelo governador João Azevêdo (PSB). Segundo ele, a prioridade é consolidar um projeto que “represente aquilo que o estado precisa” e dê continuidade ao atual modelo administrativo, que avalia ter aprovação popular.
— Isso primeiro depende do presidente, depende do partido do presidente. O que nós temos procurado dialogar no âmbito do Republicanos e da aliança que nós temos com o governador João Azevêdo, com o vice-governador Lucas, é poder ter um projeto que verdadeiramente represente aquilo que o estado precisa — afirmou.
Motta citou como prioridades da aliança a pré-candidatura do vice-governador Lucas Ribeiro (PP), o apoio à continuidade do projeto de João Azevêdo e a tentativa de viabilizar o pai do deputado, o prefeito de Patos Nabor Wanderley (Republicanos), como candidato ao Senado. Como obstáculo, a chapa governista já tem em campo os nomes dos senadores Efraim Filho (União) e Veneziano Vital do Rego (MDB).
Veto à dosimetria
Questionado sobre o veto do presidente Lula ao projeto que altera regras de dosimetria das penas para condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro, Motta disse que trata o tema “com tranquilidade” e afirmou que o Congresso analisará a decisão do Executivo.
— Olha, (vejo) com muita tranquilidade. Esse é um assunto que acabou dividindo o Brasil durante todo o ano de 2025. A proposta votada na Câmara dos Deputados foi uma proposta bastante dialogada. Ela teve quase 300 votos. Agora nós temos que, respeitando o direito e a prerrogativa do presidente de vetar as matérias que são aprovadas pelo Congresso, o Congresso irá também, na sua prerrogativa, analisar o veto do presidente — afirmou.
Na semana passada, líderes partidários da oposição e do Centrão avaliaram que o veto tende a ser derrubado, citando o placar folgado na votação da Câmara e a leitura de que o Planalto optou por transformar o gesto em marca política em ano eleitoral. A expectativa é de que a decisão seja pautada em sessão do Congresso, possivelmente em fevereiro, mas ainda sem prazo definido. Interlocutores do Parlamento afirmam que caberá ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), bater o martelo sobre a data.
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O republicano Donald Trump informou nesta segunda-feira (12) que os Estados Unidos irão aplicar tarifas de 25% sobre países que realizarem comércio com o Irã.
A medida terá efeito imediato, escreveu o presidente em uma postagem na Social Truth. As informações são da CNN.
Leia maisO anúncio mostra uma nova escalada nas relações entre Teerã e Washington, em meio ao aumento dos protestos contra lideranças no país persa.
Mais cedo, o Irã afirmou estar preparado para um possível conflito armado com os Estados Unidos, mas também se mostrou aberto a negociações diplomáticas. A apuração é de Américo Martins, ao Bastidores CNN.
“O governo do Irã fez uma declaração de que o país estaria preparado para a guerra em uma resposta às pressões dos americanos, que ameaçam atacar pontos do Irã, como disse o próprio presidente Trump, mas, o ministro também disse que existe espaço para o diálogo”, apontou Martins sobre declaração feita pelo ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi.
A situação no país persa tem se agravado nas últimas semanas, com manifestações populares sendo duramente reprimidas pelas autoridades. Segundo relatos, centenas de pessoas teriam sido mortas e presas durante os protestos, embora seja difícil confirmar os números exatos devido às restrições de informação impostas pelo regime.
“Essa situação do Irã está começando a sair do controle das próprias autoridades iranianas”, disse Martins: “Com elevado número de pessoas sendo mortas, reprimidas e também presas, embora seja impossível confirmar os números”.
As manifestações, que começaram com reivindicações econômicas, rapidamente evoluíram para protestos políticos contra o regime dos aiatolás. Os manifestantes têm protestado contra o alto custo de vida, a inflação elevada e a desvalorização da moeda nacional, mas também pedem o fim da ditadura que governa o país desde a Revolução Islâmica de 1979.
Ameaças americanas e postura iraniana
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem ameaçado realizar ataques contra pontos estratégicos do Irã caso a repressão aos manifestantes continue. “O Irã tenta por um lado resistir a essa possibilidade de ataques dos Estados Unidos, mas, também deu mostras de que poderia dialogar com Washington”, afirmou o analista.
Apesar da aparente abertura para conversações, analistas apontam que não está claro quais seriam os termos de uma possível negociação entre Washington e Teerã. O regime iraniano acusa agentes ligados aos Estados Unidos e a Israel de tentarem ampliar os protestos para desestabilizar o governo.
“O problema é que não está claro quais seriam os termos de uma negociação entre os Estados Unidos e o Irã. Essas são revoltas populares que acontecem de tempos em tempos no Irã, sempre são reprimidas com mão de ferro pela ditadura”, refletiu Américo Martins, explicando: “Esses são protestos pela queda do regime, são protestos para mudanças na economia, porque o custo de vida é muito alto […] Está se transformando cada vez mais em um protesto político e não haveria algum tipo de negociação a ser feito com o presidente Donald Trump que resolvesse essa questão”.
“Trump pode fazer algum tipo de negociação com os aiatolás, por exemplo, em troca do petróleo iraniano, mas, isso não vai resolver a questão dos manifestantes”, apontou.
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O presidente estadual do Partido Liberal em Pernambuco, Anderson Ferreira, afirmou que, este ano, a sigla não aceitará ser feita de “guarda-chuva de palanque”. Para o líder do diretório estadual do PL, o partido tem densidade o suficiente para não aceitar ser coadjuvante e sim protagonista de qualquer projeto político. As informações são do Blog da Folha.
“Andando pelo estado de Pernambuco todo, conversando com várias lideranças políticas, vejo esse jogo de montagem de palanques para ver o que é que a gente pode compor e ajudar. Mas eu quero até dar um recado que a direita em Pernambuco não vai ser usada, né? Quem pensa que vai usar a direita para poder servir de guarda-chuva, não vai”, disse em entrevista á Rádio Folha 96,7.
Leia maisNeste ano, a disputa pelo Senado Federal integra um dos principais eixos do projeto eleitoral do partido. “ Vamos ter sim candidatura ao Senado e dentro do estado de Pernambuco, se não houver espaço para dentro do compor uma chapa, a gente tem condições de sair independente, alinhado com a candidatura nacional.”
Segundo ele, o objetivo do PL é eleger o maior número possível de senadores para combater o que descreveu como “perseguição política no Supremo Tribunal Federal”. “O Partido Nacional quer aumentar o maior número de candidatos ao Senado para ajudar o futuro presidente, que será, não tenho dúvida nenhuma, presidente de direita no nosso país”.
O presidente destacou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), que deve vir como nome da direita após a prisão e impossibilidade de candidatura do ex-presidente Jair Bolsonaro e que não tem dúvidas que o eleitor deve protestar nas urnas contra a prisão do ex-mandatário.
Além disso, para 2026 o presidente do PL projeta eleger oito deputados estaduais, um crescimento em relação aos cinco eleitos na legislatura anterior. Já na bancada federal, a expectativa é que cinco liberais sejam eleitos.
Ainda sobre o nome que o partido deve seguir no caminho ao Palácio do Campo das Princesas, Anderson endossou que o eleitor de direta não vai tolerar falta de postura do candidato.
A disputa para o governo do estado que se constrói apresenta atualmente o possível candidato pelo PSB, o atual prefeito do Recife, João Campos (PSB) com o apoio declarado ao lado oposto do PL, ao presidente Lula (PT). Já a atual governadora Raquel Lyra (PSD), até o momento não fala sobre quem apoiará no pleito da presidência da República.
“O eleitor de direita vai querer essa postura e nós vamos sim dar nomes, buscando direcionamento para que a direita possa ser bem representada em Pernambuco”, afirmou.
Embora o partido finque nessa decisão, Anderson afirma que o PL não deve fechar a porta para nenhum tipo de interlocução, com tanto que a sigla tenha a devida representatividade dentro da chapa.
“A gente tem um cenário que pode compor uma chapa se o partido, o PL e a direita tiverem representatividade dentro dessa chapa. Então a gente indicaria o candidato ao governo que acomodaria e que iria compor essa chapa”, disse
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Por Larissa Rodrigues – Repórter do blog
A Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCLJ) da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) se reúne na próxima quarta-feira (14), às 11h, com a finalidade de distribuir três dos quatro projetos enviados pelo Governo do Estado à Casa durante o período extraordinário. No encontro, serão definidos os relatores de cada proposta. O edital de convocação deve ser publicado no Diário Oficial desta terça-feira (13), 24 horas antes da reunião.
A quarta matéria encaminhada pelo Poder Executivo é a Lei Orçamentária Anual (LOA), mas a orientação da Procuradoria da Alepe é de que a LOA passe apenas pela Comissão de Finanças, porque é de natureza orçamentária. Ainda não há data para o colegiado se reunir. O grupo é presidido pelo deputado Antônio Coelho (UB), da oposição.
Leia maisJá a Comissão de Justiça é presidida pelo deputado Alberto Feitosa (PL), também oposicionista. De acordo com o Regimento Interno da Alepe, cabe a ele escolher os relatores de cada projeto, mas os deputados governistas podem pedir sorteio, como já ocorreu em outras votações. O sorteio é feito de forma eletrônica.
Projetos
Um dos projetos a serem distribuídos solicita autorização para contratação de mais empréstimos para Pernambuco, um no valor de R$ 2,7 bilhões, junto à Caixa Econômica, e R$ 2,5 bilhões com o Banco do Brasil.
As outras matérias alteram textos aprovados em 2025, um deles o empréstimo de R$ 1,7 bilhão e a matéria que autoriza, em caráter excepcional, repasse de recursos pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) ao Estado. No caso desses dois projetos, o objetivo da governadora Raquel Lyra (PSD) é vetar as mudanças realizadas pelos parlamentares.
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Diversos líderes europeus e latino-americanos pediram para falar por telefone com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para saber qual é a posição do Brasil acerca da atual situação na Venezuela, após a captura de Nicolás Maduro. As informações são da CNN.
Auxiliares do petista afirmaram à CNN Brasil que entre os pedidos estão os do presidente francês, Emmanuel Macron, e do português Marcelo Rebelo de Sousa, que devem ligar para Lula nesta semana.
Leia maisA bateria de telefonemas, que promete uma agenda agitada nesta semana para Lula, dá sequência a diversos contatos do presidente com outros líderes estrangeiros nos últimos dias.
No próprio sábado em que Maduro foi capturado, dia 3 de janeiro, Lula falou com a agora presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez.
Durante a semana passada, ele também teve telefonemas com a presidente do México, Claudia Sheinbaum, com Gustavo Petro, da Colômbia, e com os premiês Pedro Sánchez e Mark Carney, de Espanha e de Portugal, respectivamente.
O chanceler Mauro Vieira também recebeu uma série de ligações de ministros das relações exteriores de outros países.
Além do ministro venezuelano das Relações Exteriores, Yván Gil, ele conversou com seus homólogos do México, da Colômbia, da França, da África do Sul, da Espanha, do Irã, do Uruguai, do Canadá, da Noruega, da Holanda e da União Europeia.
A maioria dos pedidos de ligação para Lula e para o chanceler brasileiro Mauro Vieira são de países europeus e latino-americanos.
Segundo fontes do Planalto e do Itamaraty, esses governos buscam saber a visão do Brasil para, a partir das informações obtidas no contato, definirem suas próprias posições acerca da atual situação venezuelana após os ataques dos EUA.
Essas mesmas fontes afirmam que o Brasil é visto como uma referência e como um país que liderou esforços para evitar a escalada bélica.
Segundo as fontes, a procura pelo Brasil também se deve à percepção de que o presidente Lula mantém interlocução tanto com o governo de Delcy Rodríguez como com Donald Trump.
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O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Vital do Rêgo, disse que o Banco Central concordou com a inspeção da Corte e dará acesso aos documentos sobre a liquidação do Banco Master.
Vital do Rêgo reuniu-se com o presidente do BC, Gabriel Galípolo, nesta segunda-feira (12), após a repercussão envolvendo a inspeção determinada pelo ministro Jhonatan de Jesus. O relator voltou atrás e mandou o caso ao Plenário, que deve julgar os embargos do BC na quarta-feira (21), primeira sessão após o recesso. As informações são do Metrópoles.
Leia mais“Hoje saio do Banco Central profundamente feliz com o resultado da reunião. O presidente Galípolo nos recebeu muito bem. Fizemos reunião com objetivos claros de dizimar qualquer tipo de dúvida sobre a nossa competência”, declarou o presidente do TCU. “O Banco Central quer o selo de qualidade do TCU e a segurança jurídica que o TCU pode dar, porque esse processo é administrativo e criminal”, completou.
Segundo Vital do Rêgo, ficou decidido na reunião desta segunda-feira que a inspeção será realizada. “Ela já está acontecendo, pela reunião que fizemos hoje. Definimos que o TCU vai ter acesso aos documentos do Banco Central que foram base para o processo liquidatório – que só quem poderia liquidar era o Banco Central –, que estão à disposição já a partir de hoje. Nós temos um calendário que será ajustado pelas unidades técnicas”, informou o presidente do TCU.
Segundo Vital do Rêgo, o encontro afasta a possibilidade de determinação de uma medida cautelar contra o Banco Central. “O Banco Central entendeu que o TCU é um colaborador”, declarou.
O ministro disse que “o ato de liquidação é administrativo e regulatório”. “É um modelo técnico que o TCU está acostumado a fazer”, completou. Segundo o presidente da Corte de Contas, o BC manifestou que quer dar segurança jurídica à liquidação do Master.
“Vamos fazer um calendário muito rapidamente entre as nossas unidades. O compromisso da Corte é terminar esse processo o mais breve possível”, declarou. A previsão do presidente do TCU é de que a inspeção dure menos de um mês.
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Por Domingos Melo
Não se fala em outra coisa no mercado de trabalho. A inteligência artificial já faz parte da realidade de muitos profissionais. O Brasil é o 3º maior usuário de inteligência artificial no mundo. Apesar disso, observo que muitos profissionais ainda não exploram o potencial que essas novas ferramentas podem ter em sua atuação. O conhecimento limitado sobre como funciona uma IA generativa faz com que muitas pessoas percam a oportunidade de ter um trabalho mais produtivo e leve.
Essa é a hora em que muitos podem pensar que falo sobre terceirizar nossas habilidades e competências profissionais para esses robôs. Admito que isso não é verdade. Pelo contrário, a ideia é usar nossas habilidades com sabedoria e deixar a IA fazer a parte mais mecânica do processo. Atualmente, um jornalista, por exemplo, tem a possibilidade de usar uma ferramenta de IA para pesquisar notícias atuais com fontes seguras relacionadas a um assunto que pode virar pauta.
Leia maisIsso reduz o tempo de pesquisa do profissional, que pode dedicar mais tempo ao planejamento da escrita. Já um profissional de marketing consegue conversar com uma IA generativa e fazer boas perguntas e comandos que ajudem na organização de um plano estratégico para uma campanha. Nesse mesmo sentido, ele pode reunir dados de clientes de uma empresa e fornecê-los à IA para uma análise mais rápida e eficaz, que ofereça segurança para tomar decisões.
Ou seja, as possibilidades vão além do uso rotineiro, com perguntas básicas e respostas generalizadas. O estudo e o debate sobre a inteligência artificial precisam ser aprimorados, de modo que as pessoas entendam que, para usar essas ferramentas de maneira eficaz, é preciso seguir ao menos alguns passos básicos. O primeiro é conhecer a melhor ferramenta para a tarefa que você deseja executar.
Todos os dias surgem novas tecnologias no mercado, com funções aprimoradas. O segundo é saber realizar os comandos corretos nessas ferramentas. Às vezes, a resposta ruim é consequência de uma pergunta ou comando mal formulado. E o terceiro passo é analisar de que modo você pode ser mais produtivo na sua profissão, delegando à IA tarefas operacionais que tomam o seu tempo, como, por exemplo, produzir um relatório com base nos pontos discutidos em uma reunião.
Assim, penso que é preciso abrir janelas de oportunidades para usar a IA como aliada da sua profissão. Deixe a inquietude tomar conta de você e explore essas novas ferramentas para que sua expertise seja valorizada juntamente com o seu tempo. Esse renascimento tecnológico exige dos profissionais a busca por novas habilidades para se manter à frente no mercado de trabalho. E você? Como tem usado essas ferramentas para potencializar o impacto da sua profissão?
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Em um dos últimos atos de Ricardo Lewandowski à frente da pasta, o Ministério da Justiça encaminhou à Polícia Federal um pedido de uma deputada do PT para investigar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
O motivo foi uma publicação nas redes sociais de Flávio, pré-candidato à Presidência em 2026, associando o presidente Lula ao ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, que preso em uma operação dos Estados Unidos. As informações são do Metrópoles.
Leia maisA denúncia, feita pela deputada Dandara (PT-MG), aponta um suposto crime contra a honra de Lula.
O documento é assinado por Eliza Pimentel da Costa Simões, coordenadora-geral de Administração no gabinete do ministro e foi enviado para o gabinete do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, para “apreciação”.
“Encaminhe-se à PF para apreciação, rogando-se a gentileza de retornar os autos ao gabinete do Ministro, caso haja necessidade, além de enviar resposta diretamente à SAL (Secretário Nacional de Assuntos Legislativos)”, diz o ofício.
O ministério ainda pede que a PF retorne os autos, caso necessário, ao gabinete do ministro da Justiça, além de informar a Secretaria de Assuntos Legislativos sobre o andamento do caso, para repasse à parlamentar petista.
Pedidos da deputada
Na requisição enviada pela deputada ao Ministério da Justiça, Dandara pede que a pasta acione a PF para a preservação de provas digitais e a apuração dos fatos relacionados ao suposto crime contra a honra cometido por Flávio.
“A democracia exige liberdade de expressão. Mas exige também compromisso com a verdade, respeito às instituições e responsabilidade no debate público”, diz a deputada em postagem nas redes sociais.
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Idealizada pelas cúpulas partidárias para formar a maior força política do país, a federação entre União Brasil e PP caminha para ser formalizada em meio a um processo de desidratação. O movimento expõe as dificuldades de negociações desse porte e serve de alerta a legendas que avaliam alianças como forma de driblar a cláusula de barreira.
União e PP já entregaram o pedido ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para que a federação esteja em vigor na eleição, em 4 de outubro, a solicitação precisa ser aceita até seis meses antes da data. O acordo, porém, acontece em meio a disputas internas em ao menos 13 estados, e parlamentares insatisfeitos já anunciam uma debandada. Entre as exigências para os partidos que compõem a federação estão seguir a mesma posição em eleições por no mínimo quatro anos e atuar como se fossem uma legenda só no Congresso, compartilhando o mesmo líder partidário. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisA estrutura reunirá 108 deputados, a maior configuração da Câmara, e 12 senadores, o que a deixará atrás apenas do PL e do PSD. Juntos, os partidos terão ainda um fundo partidário de R$ 954 milhões, além de seis governadores e 1.343 prefeitos, maior número entre as legendas.
As rixas, no entanto, começam na definição do apoio à Presidência e se espalham para questões locais. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), é pré-candidato ao Planalto, mas seu nome enfrenta resistência no PP — ele e o senador Ciro Nogueira, presidente da legenda, já discutiram publicamente sobre o assunto. Aliados de Caiado afirmam que ele cobra garantias formais de que sua pré-candidatura será considerada dentro da federação e defende que a decisão seja submetida a uma convenção nacional, argumento que passou a alimentar resistências ao acordo em Goiás e em outros estados sob sua influência.
Novo cálculo
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), era um nome que unia o apoio da cúpula dos dois partidos, mas diante da decisão do ex-presidente Jair Bolsonaro de apoiar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como candidato, a possibilidade de Tarcísio entrar na disputa perdeu força. As legendas ainda calculam como vão se posicionar nacionalmente.
Em dezembro, o presidente do União, Antonio Rueda, publicou uma mensagem defendendo “responsabilidade fiscal e social”, citando os números da federação e dizendo que todos estarão “juntos”. A equação, no entanto, não é tão simples, diante de rachas internos agora somados aos atritos com o PP. Há chance de desfiliações no União como as dos deputados Mendonça Filho (PE), Felipe Francischini (PR) e Alfredo Gaspar (AL).
Caso a aliança prospere, Mendonça teria que dividir influência em Pernambuco com o deputado Eduardo da Fonte (PP). No estado, além da disputa por espaço entre as duas legendas, há divergências sobre o palanque de 2026: enquanto setores do PP sinalizam apoio à reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD), alas do União defendem uma aproximação com o prefeito do Recife, João Campos (PSB).
Aliados de Mendonça afirmam que o grupo não abrirá mão do comando estadual e avaliam que uma federação “imposta” pode levar à saída de parlamentares do partido.
Da mesma forma, o líder do União no Senado, Efraim Filho (PB), resiste a ter que compor com o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), que integra um grupo político diferente do dele na Paraíba. No estado, o impasse envolve diretamente a disputa pelo governo em 2026, com ambos os partidos colocando pré-candidatos e sem acordo sobre o critério de escolha do nome da federação.
Crise fluminense
No Rio, a aliança enfrenta dificuldades para definir uma estratégia única. O diretório estadual do União é presidido pelo deputado estadual Rodrigo Bacellar, que passou a conviver com resistências tanto pela falta de consenso sobre uma candidatura própria quanto pelo avanço das articulações em torno do prefeito Eduardo Paes (PSD).
Esse quadro se agravou após Bacellar ter sido preso e, mesmo assim, mantido no comando do diretório estadual com aval de Rueda. Embora tenha sido solto dias depois, o deputado passou a cumprir medidas cautelares, o que fragilizou o partido localmente e ampliou as divisões internas. Paralelamente, o afastamento de Bacellar da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) abriu disputa pelo comando da Casa. Já o PP é comandado no estado pelo deputado federal Doutor Luizinho, que mantém diálogo tanto com Paes quanto com setores do bolsonarismo fluminense, preservando margem de negociação para 2026.
Em São Paulo, o impasse envolve os grupos do ex-presidente da Câmara da capital Milton Leite (União), atual vice-presidente nacional da legenda, e do deputado federal Maurício Neves (PP-SP), presidente da executiva paulista do PP. O comando estadual é estratégico por concentrar o maior volume de recursos e tempo de TV da federação.
Há ainda divergências em outros estados. No Paraná, PP e parte do União não concordam com a pré-candidatura do senador Sergio Moro (União) ao governo. Após Ciro Nogueira afirmar que o partido não apoiará Moro, Rueda gravou um vídeo ao lado de ACM Neto reafirmando que a candidatura é “irreversível”, apesar do veto anunciado pelo PP no estado. A tensão foi agravada com a saída do deputado Pedro Lupion, do PP, em movimento avalizado por Tarcísio.
No Amazonas, pesa um conflito interno herdado da fusão entre DEM e PSL: o partido é comandado pelo governador Wilson Lima (União), mas enfrenta resistência do grupo ligado ao deputado Pauderney Avelino, que vê a federação como um movimento de consolidação de poder nas mãos de Lima. Em Minas, o União se aproxima de aliados do ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD), enquanto o PP mantém diálogo com grupos ligados ao vice-governador Mateus Simões (PSD), dificultando uma costura comum.
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Ao completar o primeiro ano do seu segundo mandato à frente da Prefeitura de Abreu e Lima, o prefeito Flávio Gadelha (PSB) tem a administração aprovada por 58% da população do município, segundo pesquisa do Instituto Opinião. O levantamento aponta ainda que 25,8% dos entrevistados desaprovam a forma como o gestor vem administrando a cidade, enquanto 16,2% não souberam ou preferiram não responder.
Na estratificação por região, os índices de aprovação contrastam: na zona urbana 60,7% aprovam, enquanto na zona rural o percentual é de 26,8%.
Estratificando por gênero, a gestão municipal é aprovada por 62,7% das mulheres e por 53,6% dos homens.
A avaliação por faixa etária mostra maior aprovação entre os eleitores com 60 anos ou mais (61,9%), seguidos pelos entrevistados de 45 a 59 anos (61,2%), de 35 a 44 anos (59%), de 16 a 24 anos (53,6%) e de 25 a 34 anos (52,2%).
O grau de instrução também influencia a percepção sobre a gestão. Entre os entrevistados com ensino superior, a aprovação chega a 64,8%. O índice é de 58,1% entre os que possuem ensino médio e de 56,1% entre aqueles com escolaridade até o 9º ano.
No recorte por renda familiar, a aprovação é de 57,6% entre os entrevistados com renda de até dois salários mínimos, de 58,2% entre os que recebem de dois a cinco salários mínimos e de 60% entre aqueles com renda acima de cinco salários mínimos.
Entre os entrevistados que aprovam a gestão, o principal motivo apontado é o fato de o prefeito ser considerado bom administrador, citado por 33,8%. Em seguida aparecem a percepção de que a cidade está progredindo (17,9%) e a avaliação de que o gestor é trabalhador (13,1%). Também foram mencionados ser boa pessoa (9%), trabalhar melhor que os prefeitos anteriores (3,8%), investimentos em limpeza pública (3,4%), ajudar a população (3,1%) e investimentos em saúde pública (3,1%).
Na avaliação direta da administração municipal, 13% dos entrevistados classificam a gestão de Flávio Gadelha como “ótima” e 28,8% como “boa”. Outros 35,6% consideram a administração “regular”, enquanto 6% a avaliam como “ruim” e 10,8% como “péssima”. Já 5,8% não souberam ou preferiram não responder.
Quando questionados sobre os principais problemas do município, a saúde pública aparece como a maior preocupação da população, citada por 34,8% dos entrevistados. Em seguida surgem a falta d’água (14%), a segurança pública (13%), o saneamento básico (11,4%) e o desemprego (10,4%). Também foram citados problemas relacionados a asfalto, calçamento e estradas (3,6%).
A pesquisa do Instituto Opinião foi realizada nos dias 6, 7 e 8 de janeiro de 2026, com 500 entrevistas aplicadas em áreas urbanas e rurais de Abreu e Lima. O levantamento tem intervalo de confiança de 90% e margem de erro de 3,7 pontos percentuais, para mais ou para menos.
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A conta oficial do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, compartilhou nas redes sociais uma charge que mostra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como um sarcófago destroçado. O desenho é acompanhado da frase: “Ele também será derrubado”.
O post é de domingo (11), mesmo dia em que o americano afirmou que avalia respostas à violenta repressão aos protestos no país. A imagem publicada mostra Trump representado como um sarcófago adornado com a bandeira e o símbolo americanos, mas trincado e se desfazendo em rachaduras. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia maisJá nesta segunda (12), o Irã afirmou que mantém o diálogo aberto com os EUA. “O canal de comunicação entre nosso Ministro das Relações Exteriores, Abbas Araqchi, e o enviado especial dos EUA [Steve Witkoff] está aberto, e mensagens são trocadas sempre que necessário”, disse o porta-voz da chancelaria iraniana, Esmaeil Baghaei.
Os contatos também permanecem abertos por meio da Suíça, mediadora tradicional, afirmou ele. Araqchi reiterou, em uma reunião com embaixadores estrangeiros em Teerã, que a República Islâmica está preparada para a guerra, mas também aberta ao diálogo.
A mais recente onda de manifestações representa um dos maiores desafios ao regime teocrático desde a Revolução Islâmica de 1979.
O Irã já enfrentou protestos em massa nas últimas décadas, mas, desta vez, os atos estão por todo o país e ocorrem em um momento delicado. A Rússia, uma importante parceira, está em guerra na Ucrânia há quase quatro anos, e aliados do regime na região sofreram derrotas nos últimos meses —o ditador Bashar al-Assad caiu na Síria, e o Hezbollah, no Líbano, enfrentou perdas em guerra com Israel.
A repressão já matou mais de 500 pessoas desde o dia 28 de dezembro, segundo o grupo de direitos humanos Hrana, com sede nos EUA. A ONG disse ter verificado a morte de 490 manifestantes e 48 membros das forças de segurança, com mais de 10.600 pessoas presas desde o início dos atos.
O Irã não divulgou um número oficial de mortos. O fluxo de informações do país está prejudicado por um bloqueio à internet desde quinta-feira (8).
Também no domingo, Trump afirmou que o Irã havia feito um convite para negociar seu programa nuclear. “O Irã quer negociar, sim. Podemos nos encontrar com eles. Uma reunião está sendo organizada, mas talvez tenhamos que agir devido ao que está acontecendo antes da reunião, mas uma reunião está sendo organizada. O Irã ligou, eles querem negociar”, disse ele a jornalistas a bordo do Air Force One.
Israel e os EUA bombardearam instalações nucleares iranianas em uma guerra de 12 dias em junho.
Os protestos começaram em resposta à alta dos preços, mas logo se voltaram contra os governantes religiosos que estão no poder há mais de 45 anos.
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