O vereador reeleito de Olinda, Márcio Barbosa (Avante), foi autuado pela polícia neste domingo por prática de boca de urna e transporte irregular de eleitores. O flagrante ocorreu durante as atividades de fiscalização eleitoral no município. Este é o segundo incidente relacionado à campanha de Vinicius Castello no dia de hoje. Mais cedo, militantes foram abordados pela polícia enquanto realizavam boca de urna no Alto da Conquista.
Na manhã deste domingo (4), diversos santinhos foram espalhados em pontos da Zona Norte do Recife. Na Avenida Conselheiro Rosa e Silva, nas proximidades do Clube Náutico Capibaribe, havia um amontoado de materiais de campanha. Em alguns locais de votação, como a Escola de Referência em Ensino Médio (Erem) Prof. Cândido Duarte, onde o candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), vota, também foram encontrados santinhos nas calçadas, principalmente de candidatos da chapa Pernambuco de Coração, encabeçada por Raquel Lyra (PSD).
A legislação eleitoral proíbe, no dia da eleição, a realização de propaganda de qualquer natureza, incluindo a distribuição de material de campanha. O derramamento de santinhos e outros materiais de propaganda nas ruas ou nas proximidades dos locais de votação, prática que costuma ocorrer durante a madrugada anterior ao pleito, também é proibido.
A prática está sujeita a multa e pode configurar crime eleitoral, com previsão de detenção de seis meses a um ano, além de outras penalidades previstas na legislação.
O Brasil retomou a democracia em 15 de março de 1985. Já são 41 anos de estabilidade institucional e democrática. O período se iguala ao da República Velha, regime que vigorou de 1889 (fim da monarquia) a 1930. As liberdades e direitos civis atuais obviamente superam por larga margem os que existiram no início da vida republicana brasileira. O país faz neste domingo sua 10ª eleição presidencial consecutiva direta.
A eleição de 2026 marca também o fim de um ciclo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 80 anos, é o último político remanescente de uma geração que atuou nas décadas de 1970, 1980 e 1990 na construção do que foi batizado de Nova República. Em 2030, haverá um novo grupo de atores disputando o Palácio do Planalto. Os próximos 4 anos serão de transição para essa nova fase.
É impossível saber como teria sido a atual disputa se Lula tivesse decidido se aposentar. Ou se o ex-presidente Jair Bolsonaro não tivesse insistido em ter um filho como candidato ao Planalto. Os 2 líderes na corrida presidencial poderiam, talvez, estar sendo Fernando Haddad (pela esquerda) e Tarcísio de Freitas (pela direita). Esse confronto foi adiado.
O Brasil sofreu um trauma logo ao voltar para a democracia: o presidente eleito, Tancredo Neves (1910-1985), morreu antes de tomar posse. Assumiu seu vice, José Sarney, que havia sido presidente do partido que dava sustentação à ditadura militar. Depois, veio o que parece ser uma transição sem fim. Um Congresso constituinte (1988) que fez uma Carta Magna olhando para o passado e não para o futuro. Houve 2 impeachments de presidentes (Fernando Collor, em 1992, e Dilma Rousseff, em 2016). O país conviveu com sucessivos planos econômicos, que congelaram preços e até sequestraram o dinheiro das contas bancárias e de Poupança. Helicópteros da Polícia Federal chegaram sobrevoar fazendas para indicar onde caçar gado no pasto para abastecer supermercados. Os brasileiros conheceram em 1999 o exótico regime cambial modulado por uma banda diagonal endógena.
Os escândalos de corrupção foram muitos durante a atual fase democrática do Brasil. Houve a fraude na licitação da ferrovia Norte-Sul (1987), revelada por Janio de Freitas, o mais experiente jornalista brasileiro em atividade. O caso dos anões do Orçamento (1993). A compra de votos a favor da emenda da reeleição (1997). O mensalão (2005). A Lava Jato ou petrolão (2014). E teve o 8 de Janeiro de 2023, com a invasão e vandalismo dos prédios dos Três Poderes em Brasília.
O Brasil sobreviveu a tudo. A democracia se robusteceu. A economia se estabilizou. O real, a moeda, resiste. Há problemas também. Muitos. Os Três Poderes atuam de forma disfuncional. A politização do Judiciário é uma realidade que os magistrados do Supremo Tribunal Federal parecem incapazes de solucionar. Há inquéritos sigilosos e intermináveis. Ministros decidem sozinhos abrir investigações lendo notícias na mídia. Viajam para cima e para baixo para degustar whisky em eventos pretensiosamente sofisticados patrocinados por empresas com causas no STF. No plenário, uns desrespeitam os outros, há xingamentos e decisões estapafúrdias violando a Constituição que deveriam proteger. Resistem a investigar a si próprios.
O Executivo está fragilizado. Passou anos acostumado a atuar só por meio da fisiologia. O Planalto distribuía dinheiro de emendas ao Orçamento e tocava a vida. O sistema foi classificado de forma equivocada de “presidencialismo de coalizão”, um eufemismo que edulcorava a realidade. Nunca houve coalizão. Houve cooptação pura e simples, com a distribuição de dinheiro para deputados e senadores, que bovinamente aderiam ao governo de turno para ter verbas e se manterem no poder em seus currais eleitorais.
O Legislativo hipertrofiou seu poder. O Congresso tem mais de R$ 50 bilhões por ano para distribuir livremente a deputados e senadores por meio de emendas ao Orçamento cujo desembolso é impositivo e compulsório. A autonomia mais ampla não veio acompanhada de um maior senso de responsabilidade. A maioria dos congressistas segue atuando como vereadores de cidades do interior. Têm poucas ideias, porém, confusas, São incapazes de pensar no Brasil de forma mais elevada.
Está tudo errado.
O Brasil é um país presidencialista. Caberá a quem comandar o Planalto a partir de 2027 atuar com temperança e construir as condições de liderar um processo para normalizar o funcionamento dos Três Poderes. Cada Poder terá de voltar para a sua jurisdição correta. Respeitar o que está escrito no artigo 2º da Constituição de 1988: “São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário”.
O que mais falta hoje é harmonia.
O Judiciário tem sido o principal responsável por dinamitar a possibilidade de convivência pacífica entre os Poderes. Só um presidente da República com grande capacidade de interlocução será capaz de articular uma pacificação. Por enquanto, os 2 finalistas favoritos da disputa pelo Planalto não parecem dispostos a abraçar essa missão.
Se tudo der errado novamente, o Brasil sobreviverá, claro. Só que os próximos 4 anos abrem uma janela de oportunidade para o país se livrar de pensamentos do passado. É necessário abandonar fantasmas que não existem mais. A transição para a democracia acabou, apesar de professores de segunda linha de Harvard ficarem perorando sobre como as democracias morrem. É estelionato intelectual repetir ad nauseam sobre a necessidade de “salvar a democracia” (sic) para encobrir ações que, na prática, dilapidam a democracia.
É hora de reconstruir o contrato social que se esgarçou de forma profunda no Brasil nos últimos 10 anos. Que o próximo presidente tenha clareza sobre a missão que será depositada em seu mandato.
O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte (UB) Allyson tem 40,7% dos votos válidos na pesquisa estimulada do Instituto Media. Álvaro Dias aparece com 32,6%, e Cadu de Lula, com 26,0%. O levantamento foi realizado entre 27 de setembro e 1º de outubro, com 2.000 eleitores.
Os resultados apontam um cenário de segundo turno entre Allyson e Álvaro: os dois ocupam as primeiras posições, e nenhum candidato supera 50% dos votos válidos. Se esse quadro se reproduzir nas urnas, eles disputariam a segunda etapa.
O cálculo dos votos válidos considera apenas as respostas que indicam candidatos, excluindo branco/nulo e quem não sabe em quem votar. Governo — votos válidos na estimulada
Candidato Válidos
Allyson 40,7%
Álvaro Dias 32,6%
Cadu de Lula 26,0%
Professor Robério Paulino 0,4%
Arinalda do MLB 0,1%
Rodrigo de Bolsonaro 0,1%
Dário Barbosa 0,1%
Godeiro Linhares 0,0%
Henrique Lyra 0,0%
Nas faixas estimadas de ±2,4 pontos percentuais para os votos válidos, Allyson varia de 38,3% a 43,1%; Álvaro Dias, de 30,2% a 35,0%; e Cadu de Lula, de 23,6% a 28,4%. A nota ao final explica o cálculo.
Na estimulada sobre o total, Allyson tem 34,7%, Álvaro 27,7% e Cadu 22,1%
Considerando todas as entrevistas, inclusive as respostas não nominais, Allyson registra 34,7%, Álvaro Dias tem 27,7% e Cadu de Lula, 22,1%. Não sabem em quem votar 10,4%, e branco/nulo soma 4,6%.
Governador | Estimulada
Allyson 34,7%
Álvaro Dias 27,7%
Cadu de Lula 22,1%
Professor Robério Paulino 0,4%
Arinalda do MLB 0,1%
Rodrigo de Bolsonaro 0,1%
Dário Barbosa 0,1%
Godeiro Linhares 0,0%
Henrique Lyra 0,0%
Não sabe 10,4%
Branco/nulo 4,6%
Na espontânea, 50,3% não sabem em quem votar
Sem apresentação dos nomes, Allyson é citado por 21,1%, Álvaro Dias por 16,0% e Cadu de Lula por 11,0%. A resposta “Não sabe” representa 50,3%, e branco/nulo, 1,7%.
Governador | Espontânea
Resposta % das 2.000 entrevistas
Allyson 21,1%
Álvaro Dias 16,0%
Cadu de Lula 11,0%
Arinalda do MLB 0,0%
Dário Barbosa 0,0%
Godeiro Linhares 0,0%
Henrique Lyra 0,0%
Professor Robério Paulino 0,0%
Rodrigo de Bolsonaro 0,0%
Não sabe 50,3%
Branco/nulo 1,7%
Rejeição: Cadu tem 20,7%, Álvaro 14,5% e Allyson 8,5%
Na pergunta sobre rejeição, Cadu de Lula aparece com 20,7%, Álvaro Dias com 14,5% e Allyson com 8,5%. Não sabem responder 49,5%, e 6,1% afirmam não rejeitar nenhum dos nomes.
Rejeição ao governo
Resposta % das 2.000 entrevistas
Cadu de Lula 20,7%
Álvaro Dias 14,5%
Allyson 8,5%
Professor Robério Paulino 0,5%
Godeiro Linhares 0,2%
Henrique Lyra 0,2%
Arinalda do MLB 0,0%
Dário Barbosa 0,0%
Rodrigo de Bolsonaro 0,0%
Não sabe 49,5%
Rejeita nenhum 6,1%
Ficha técnica
Pesquisa do Instituto Media, com 2.000 eleitores de 16 anos ou mais no Rio Grande do Norte, realizada entre 27 de setembro e 1º de outubro de 2026. Margem de erro da amostra total de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos; nível de confiança de 95%. Contratante: Potengi Comunicação (O Potengi). Registro RN-01543/2026. Estatístico responsável: Augusto da Silva Rocha, CONRE 7655. Divulgação em 3 de outubro de 2026.
Nota sobre os votos válidos e as faixas estimadas
Os votos válidos foram calculados sobre 1.701 respostas nominais, excluindo branco/nulo e “não sabe”. As faixas são estimativas calculadas por O Potengi com a expressão 1,96 × √(0,25/1.701), sob aproximação de amostragem aleatória simples, a 95% de confiança. O resultado de 2,376 pontos percentuais foi arredondado conservadoramente para ±2,4 pontos e aplicado aos percentuais exibidos. O cálculo não incorpora efeito de desenho e não constitui uma nova margem registrada. A margem registrada para a amostra total de 2.000 entrevistas é de ±2,2 pontos percentuais.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva saiu como o vencedor no primeiro turno das eleições nos postos na Austrália e Nova Zelândia. Os resultados da votação nesses dois países já foram divulgados pelos respectivos consulados, revelando uma forte presença de eleitores e uma ampla vantagem do petista.
Na Austrália, Lula somou 57,4% dos votos, contra apenas 30,7% para Flávio Bolsonaro. Foram 7,1 mil votos computados. Em 2022, Lula havia obtido 54% dos votos dos brasileiros na Austrália. Flávio ainda teve um melhor resultado que seu pai, há quatro anos. Naquele momento, Jair Bolsonaro somou 28%. As informações são do portal ICL Notícias.
No caso da Nova Zelândia, Lula venceu com ampla folga. Foram 234 dos 332 votos no país, cerca de 70%. Flávio somou apenas 19%. Renan Santos obteve um voto.
Pelo mundo, o número de eleitores brasileiros aptos a votar cresce de forma exponencial e, em apenas quatro anos, a alta foi de 32%. Para este ano, são mais de 918 mil, um volume superior aos estados de Roraima (401,5 mil), Amapá (577,5 mil) e Acre (614,4 mil).
No total, o TSE enviou as urnas eletrônicas para 186 cidades de 134 países. Além dos EUA, Portugal, com 134,8 mil eleitores inscritos, e Japão, com 88,4 mil, são os maiores colégios eleitorais de brasileiros no exterior.
O processo eleitoral ganha significado especial quando permite que parcelas historicamente menos representadas ocupem os espaços onde as grandes decisões são tomadas. Num Congresso em que as mulheres ainda estão longe de uma representação proporcional, cada eleição também nos faz refletir sobre quais vozes estarão presentes no poder.
Desde o início da campanha, Marília Arraes manteve-se na dianteira das pesquisas divulgadas. Mas sua candidatura foi além dos números. Trouxe propostas como o tratamento da obesidade pelo SUS, o fim da jornada 6×1, investimentos em infraestrutura e políticas para o clima, além de uma agenda de proteção social e desenvolvimento.
Marília também destacou a importância das mulheres nos espaços de poder, de uma maior presença feminina no Senado e de parlamentares comprometidos com a democracia e o Estado Democrático de Direito.
Quem acompanha sua trajetória percebe nesta eleição uma Marília inteira: firme, intensa e especialmente madura. Entrou de corpo e alma nessa caminhada, consciente do que tem a oferecer a Pernambuco.
Ao final dessa campanha, sinto que Marília deve ser eleita senadora por Pernambuco. Mas eleição não se ganha por sentimento, expectativa ou pesquisa. Em uma democracia, a palavra definitiva pertence ao eleitor e se materializa no voto. Marília chega ao fim dessa caminhada tendo apresentado ideias, assumido posições e mostrado sua disposição para o Senado.
E talvez esteja aí o sentido maior desta campanha: transformar representatividade, compromisso e esperança em voz onde o futuro de Pernambuco e do Brasil é decidido.
Neste dia que os brasileiros voltam às urnas, uma reflexão sobre a democracia se faz necessário. Winston Churchill, o grande primeiro-ministro britânico que ajudou a derrotar Hitler, era um frasista genial e autor de grandes discursos. Uma de suas frases mais famosas é uma de 1947, segundo a qual “a democracia é a pior forma de governo, exceto por todas as outras”.
Na ocasião, Churchill citou um predecessor desconhecido e não parece que esta fosse a ideia exata do premiê britânico sobre o assunto. Mas a frase ganhou vida própria e demonstra uma visão paradoxal, entre resignada e pessimista, sobre a democracia, da qual não podemos compartilhar.
Na última sexta-feira, o DataFolha trouxe uma pesquisa na qual a maioria dos eleitores brasileiros concorda que a democracia brasileira é sempre melhor do que qualquer outra forma de governo.
Questionados se a democracia era sempre melhor do que qualquer forma de governo, 73% dos participantes disseram que sim, enquanto 15% responderam que tanto faz se é uma democracia ou uma ditadura. Outros 7% declararam que, em certas circunstâncias, era melhor uma ditadura do que um regime democrático.
Os números falam por si só, mas antes de explicar por que temos um olhar muito mais positivo a seu respeito, é preciso compreender o que é uma democracia. Sigamos com Churchill, desta vez em 1944: “Como a palavra ‘democracia’ deve ser interpretada? A ideia que tenho dela é a do homem comum, que tem uma esposa e uma família, que sai para lutar por seu país quando ele está com problemas, vai às urnas quando chega a hora, marca um ‘x’ numa cédula mostrando o candidato que ele quer ver eleito para o Parlamento — minha ideia é a de que ele é a base da democracia”.
De fato é assim, mas esta ainda é uma definição incompleta — afinal, mesmo ditaduras realizam eleições periódicas. Para isso, Churchill também tem a resposta na sequência deste mesmíssimo discurso: “E é essencial para essa base que esse homem ou mulher o faça [referindo-se ao voto] sem medo, sem nenhuma forma de intimidação ou vitimização. Ele marca sua escolha na cédula em total segredo”.
O fato de as eleições ocorrerem de forma livre e sem coação não basta para uma democracia. Ela ainda pressupõe um sem-número de outros “traços”, entre eles a não perpetuação dos governantes. Não é fácil sintetizar a democracia e sua importância para o Brasil, que já viveu também seus anos de chumbo, de obscurantismo, de repressão, tortura e ódio.
Talvez um sucedâneo para esse esforço seja perguntar-se: o que está na sua raiz? Compreendendo melhor a fonte de suas virtualidades, talvez possamos intuir melhor o que ela mesma, a democracia, é. A meu ver, o respeito pela dignidade humana, resultado de um desenvolvimento de séculos, é a raiz da democracia.
A democracia é a única forma de governo que respeita plenamente a dignidade humana e permite aos seus cidadãos desenvolver ao máximo as suas potencialidades. O homem é um ser tal que as principais decisões a respeito de si mesmo e de seu futuro jamais lhe podem ser impostas coativamente.
De alguma forma, a dignidade implica em que a pessoa seja autora de seu próprio destino. Daí, por exemplo, a necessidade do sufrágio universal periódico. Daí também uma série de atitudes características de uma autêntica vivência democrática.
Numa democracia, por exemplo, o indivíduo precisa exercer a virtude cívica de abrir mão de impor as próprias convicções, ainda que ele esteja convencido de que a sua opinião é a mais correta ou a mais nobre. Ninguém pode arvorar-se dono da sociedade civil, com o direito de impor o seu projeto pessoal de sociedade.
Ninguém tem mais de um voto e esse voto vale tanto quanto o de todos e cada um de seus concidadãos. Essa participação “humilde” é essencial, e só quando amplamente compartilhada e vivida pode-se falar propriamente de uma cultura democrática.
Descontos em carros 0km são os maiores desde janeiro
O mercado brasileiro de carros novos apresentou, em agosto, uma média de 7,4% de descontos em vendas por unidade. De acordo com o PVZ – Estudo de Preços de Veículos Zero Km, feito pela MegaDealer com dados da plataforma Auto Avaliar, o preço de transação médio dos veículos ficou em R$ 157.720, enquanto os valores sugeridos pelas montadoras (MSRP) apresentaram uma média de R$ 170.366. O giro de estoque se manteve alto no período, mas com ligeira queda positiva, de 41 para 40 dias, em média, entre a data de compra e venda do carro usado.
“Observamos fortes movimentos em precificação de novos no mercado, em que dos onze segmentos analisados, sete deles tiveram queda no preço de transação, três praticamente estáveis e somente um teve aumento. E mais: 20 das 24 marcas analisadas tiveram aumento no desconto médio”, afirma Fábio Braga, Country Manager da Megadealer.
Segundo o estudo, as picapes compactas apresentaram, por segmento, os maiores descontos: 15,5% em média. Em seguida aparecem as picapes intermediárias (11,8%) e as picapes médias (10,2%). Na outra ponta, os SUV de porte médio tiveram os menores descontos (4,7%). Por região do Brasil, o Sudeste, representado por MG, RJ e ES, ficou na primeira posição, com alta de 8,1% do desconto médio por unidade. O Norte, com 8%, aparece na sequência, seguido por São Paulo que, analisado individualmente, apresentou um patamar de 7,8% de desconto. Nordeste (7%), Centro-Oeste (6,6%) e o Sul (6,6%) completam o ranking.
O PVZ já reúne dados de mais de 772 mil operações de vendas de veículos Zero KM nos últimos 12 meses, gerando informações qualificadas sobre precificação e descontos praticados pelas concessionárias, nos vários segmentos, cores, modelos e, principalmente, os respectivos descontos sobre o preço sugerido pelo fabricante. Somente em agosto deste ano, o estudo pioneiro analisou indicadores-chave de performance coletados a partir de dados de 76.815 operações de vendas realizadas.
Crise? Cresce a procura por seminovos acima de R$ 500 mil – O mercado automotivo de alto padrão no Brasil está passando por uma transformação impulsionada por um novo perfil de consumidor. Em vez de focar exclusivamente nos veículos 0km, o público de alta renda têm voltado suas atenções para o segmento de seminovos premium. Dados recentes da Webmotors, por exemplo, apontam um crescimento de 17% nas buscas por carros acima de R$ 500 mil no país, um reflexo direto do aumento do patrimônio e de uma mudança no comportamento de compra. O cenário macroeconômico ajuda a explicar esse aquecimento.
Segundo o Global Wealth Report, publicado pelo UBS (maior gestora de patrimônio do mundo), o Brasil ganhou 9,2 mil novos milionários em dólar (aproximadamente R$ 5,2 milhões) em 2025. É um público que chega ao mercado buscando oportunidades de alto valor agregado e que se soma a uma base de clientes já consolidada e cada vez mais exigente. Na Via Soho Motors, loja automotiva premium sediada em Curitiba (PR) e com atuação nacional, esse movimento é medido na prática.
A empresa registra atualmente mais de 400 contatos mensais de clientes interessados em conhecer o showroom, realizar trocas ou encomendar modelos específicos — operações de “car hunter” que frequentemente envolvem bilhetes acima de R$500 mil. Para Felipe Janeiro, sócio-fundador da Via Soho, a alta procura tem uma razão. “A parte desse crescimento se explica pela conta que o cliente faz. Um carro que sai da concessionária tem um valor consideravelmente mais alto do que um seminovo capaz de entregar o mesmo pacote: mesma configuração, baixa quilometragem e, muitas vezes, ainda dentro do período de garantia. O valor agregado é o mesmo. O valor pago, não”, analisa.
Personal branding – Se a matemática atrai, é a exclusividade que fecha o negócio. A decisão de compra nesse estrato deixou de girar apenas em torno das especificações técnicas do carro e passou a focar na experiência. Janeiro observa que, para clientes que já possuem coleções de uma mesma marca na garagem, o diferencial está no atendimento ágil, na confiança e no que o veículo representa socialmente.
“O primeiro fator de compra hoje é o personal branding. A vida de cada pessoa passa a estar cada dia mais em evidência e a sua imagem traduz a sua marca. O carro que você dirige mostra quem você é”, destaca. Para atender a esse nível de exigência, a curadoria precisa ser implacável. Modelos raros no Brasil, como Ferrari Purosangue, Ferrari 488 Pista, Lamborghini Urus e configurações exclusivas da Porsche, são exemplos do nível de produto exigido. “A experiência começa na entrada do veículo no estoque, não na saída. Os carros precisam atingir um padrão altíssimo; nem todo carro entra no nosso showroom. Transparência e credibilidade valem mais do que qualquer argumento de venda”, reforça o executivo.
Futuro do segmento – Outro movimento captado pela Via Soho e que reflete a mudança de consumo nacional é a forte procura por veículos eletrificados. A busca por esportivos híbridos e elétricos tem crescido de forma consistente, assim como a demanda por picapes elétricas — um produto que atende diretamente ao agronegócio, setor que movimenta grande parte das riquezas do país. O futuro do mercado premium, segundo o sócio, já está acontecendo. A demanda por exclusividade, tecnologia e performance tem atraído os olhares do mundo para o Brasil, motivando o retorno ou a chegada de operações oficiais de marcas icônicas, como Lotus e Cadillac. “O aumento da concorrência descentraliza quem move o ponteiro, oferecendo mais opções e aquecendo ainda mais um segmento que não para de bater recordes”, conclui.
Diesel S-10 acumula alta de 15,1% em 12 meses – Não adiantaram descontos, renúncia de impostos, chiliques de consumidores ou quaisquer outras medidas, pois o diesel S-10 registrou a maior alta entre os seis combustíveis monitorados nos últimos 12 meses: 15,1%, segundo o Monitor de Preços de Combustíveis, iniciativa da Veloe em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Agora em setembro, o preço médio nacional do combustível chegou a R$ 7,097 por litro — numa alta de 2,2% ante agosto. O diesel comum, por sua vez, registrou altas de 1,9% no mês e de 12,7% em 12 meses, sendo vendido a R$ 6,877 o litro.
No acumulado de 2026, ambos também lideram os avanços no contexto nacional, com altas de 14,8% e 12,3%, respectivamente. Setembro marcou uma mudança no comportamento dos preços em relação a agosto, quando predominaram as quedas. Dos seis combustíveis monitorados, quatro ficaram mais caros nos postos: etanol hidratado (+2,4%), GNV (+2,2%), diesel S-10 (+2,2%) e diesel comum (+1,9%). Na direção contrária, a gasolina comum recuou 0,2%, para R$ 6,638 por litro, e a gasolina aditivada apresentou queda de 0,1%, para R$ 6,780 por litro. Apesar da alta mensal, o etanol continua sendo o único dos seis combustíveis a registrar queda tanto em 2026 (-7,3%) quanto nos últimos 12 meses (-4,1%).
Diesel e gasolina – Entre os derivados de petróleo, o diesel permanece como principal destaque de alta. Além dos avanços de 14,8% e 12,3% acumulados em 2026 pelo S-10 e pelo diesel comum, respectivamente, a gasolina comum registra aumento de 5,7% no ano e de 5,8% nos últimos 12 meses; a gasolina aditivada acumula altas de 5,5% nos dois períodos. Segundo os resultados do Monitor, a gasolina comum teve leve recuo de 0,2% entre agosto e setembro. Os maiores preços médios regionais foram observados no Norte (R$ 7,140) e Nordeste (R$ 6,893); os menores, no Sul (R$ 6,423) e Sudeste (R$ 6,503). O comportamento dos derivados ocorre em um ambiente internacional ainda marcado por preços elevados do petróleo e por diferenças relevantes entre referências externas e preços praticados no mercado brasileiro. Em parte significativa da segunda metade de setembro, o petróleo permaneceu acima de US$ 100 por barril, enquanto cálculos de paridade de importação apontaram um distanciamento expressivo, sobretudo no diesel. Mudanças tributárias e mecanismos de subvenção também compuseram o contexto doméstico do período e podem ter contribuído para limitar a transmissão contemporânea das oscilações internacionais aos preços observados nos postos.
Etanol volta a subir – O etanol hidratado passou de queda em agosto para alta de 2,4% em setembro, alcançando preço médio nacional de R$ 4,148 por litro. O avanço ocorreu em quatro das cinco regiões: Centro-Oeste (+3,7%), Sudeste (+3,0%), Norte (+1,7%) e Sul (+0,3%). O Nordeste foi a única região a registrar recuo no mês (-1,4%): mesmo com a recuperação, o biocombustível continua sendo o único dos seis produtos monitorados com queda tanto no acumulado de 2026 (-7,3%) quanto nos últimos 12 meses (-4,1%). A reversão recente ocorreu em um contexto de mudanças no equilíbrio de curto prazo entre oferta e demanda. Embora as perspectivas para a safra 2026/27 continuem apontando produção elevada de cana-de-açúcar e etanol, episódios de chuva no Centro-Sul podem ter afetado pontualmente a colheita, o transporte da matéria-prima e o ritmo de moagem. Pelo lado da demanda, a maior participação do etanol anidro na gasolina, com a mistura E32 em vigor desde agosto, também representa um elemento adicional a ser considerado na leitura do mercado.
Vantagem do etanol – O Indicador de Custo-Benefício Flex se afastou dos mínimos históricos registrados em agosto. Em setembro, o preço médio do etanol correspondeu a 66,5% do preço da gasolina comum na média das UFs, ante 65,6% no mês anterior. Nas capitais, a relação passou de 66,2% para 67,3%. Pela classificação de referência adotada no indicador, o etanol apresentou melhor custo-benefício em Mato Grosso (58,5%), São Paulo (59,9%), Mato Grosso do Sul (61,9%), Goiás (63,6%), Paraná (63,7%), Minas Gerais (66,4%), Distrito Federal (66,5%), Bahia (68,0%) e Acre (69,9%). Já a gasolina apresenta melhor relação em Maranhão (78,4%), Rio Grande do Norte (77,7%), Sergipe (75,9%) e Alagoas (75,5%).
Poder de compra – O Indicador de Poder de Compra de Combustíveis, que nesta edição tem como referência o segundo trimestre de 2026, mostra que o abastecimento de um tanque de 55 litros com gasolina comum correspondeu a 6,1% da renda média domiciliar, ante 5,5% no trimestre anterior e 6,0% no mesmo período de 2025. Nas capitais, o percentual passou de 3,7% para 4,2% no mesmo recorte temporal. O Indicador é apurado trimestralmente pela Fipe com base em dados da Pnad Contínua (IBGE) e do Monitor de Preços de Combustíveis. O resultado representa uma reversão parcial da melhora observada no início do ano, mas permanece abaixo dos níveis registrados no segundo trimestre de 2021 (7,7%) e de 2022 (8,8%). Como o indicador utiliza informações trimestrais de renda e preços, sua evolução se refere a um horizonte distinto daquele captado pelos preços de setembro. Regionalmente, a parcela da renda necessária para custear um tanque padrão com gasolina comum foi maior no Nordeste (9,6%) e no Norte (8,0%), frente ao Sudeste (5,1%), Sul (5,0%) e Centro-Oeste (4,9%). Entre as unidades da Federação, os maiores percentuais foram registrados no Maranhão (10,6%), Alagoas (10,2%), Bahia (10,1%), Pernambuco (10,0%) e Ceará (9,a8%). No outro extremo ficaram Distrito Federal (3,0%), São Paulo e Santa Catarina (4,7%), Rio Grande do Sul (5,0%) e Paraná (5,1%).
BMW iX3 elétrico promete a maior autonomia do país – A pré-venda foi de grande procura, mas agora o novo BMW iX3 50 xDrive chega pra valer – e oferecendo, por R$ 582.950, vários benefícios e avanços. É tratado, por sinal, como a evolução de um utilitário esportivo elétrico para representar o marco inicial de uma nova era de design, digitalização e eletrificação para a BMW no mercado brasileiro. Desenvolvido sobre uma arquitetura criada especialmente para veículos elétricos, o iX3 estreia a sexta geração da tecnologia BMW eDrive. Sua bateria de células cilíndricas possui 108,7 kWh de capacidade útil e é integrada diretamente à estrutura do chassi, garantindo até 570 km de autonomia pelo ciclo Inmetro – a maior marca já registrada por um veículo 100% elétrico no país. A arquitetura elétrica de 800 volts permite recargas ultrarrápidas em corrente contínua de até 400 kW, passando de 10% a 80% de carga em cerca de 21 minutos. Em estações de alta potência, 10 minutos de carregamento adicionam até 372 km de alcance. O controle da dinâmica de condução do iX3 é gerido pelo Heart of Joy, um supercomputador de alto desempenho responsável por integrar a atuação dos motores, freios, direção e regeneração de energia com processamento de dados dez vezes mais rápido. Trabalhando em conjunto com o software BMW Dynamic Performance Control, o sistema proporciona respostas diretas, tração eficiente e a função Soft Stop, que garante paradas extremamente suaves. No uso diário, até 98% das frenagens ocorrem exclusivamente por recuperação de energia, sem acionamento dos freios mecânicos.
Interior – De novo, a BMW é ousada e aponta a cabine do novo BMW iX3 como uma “redefinição da interação entre motorista e tecnologia”. O Panoramic iDrive tem como grande destaque o Panoramic Vision, tela contínua de 43” que projeta dados na base do para-brisa de uma coluna à outra. O ecossistema digital é composto ainda pelo 3D Head-Up Display, pela tela Central Display de 17,9” com tecnologia QuickSelect, além do novo volante multifuncional com respostas táteis. Gerido pelo BMW Operating System X, o veículo se transforma em uma plataforma de entretenimento sobre rodas, oferecendo integração com aplicativos como Spotify e AirConsole, além de acesso a serviços de streaming como Disney+ e YouTube e ao app Zoom para videochamadas quando o carro estiver estacionado.
Sustentabilidade – Com 4,78 metros de comprimento e um coeficiente de arrasto aerodinâmico de apenas 0,24 (Cx), o BMW iX3 reinterpreta proporções clássicas dos SAVs da marca com linhas limpas, grade vertical e iluminação estilizada BMW Iconic Glow. O interior oferece espaço amplo para cinco ocupantes, porta-malas de 520 litros (expansível a 1.750 litros com os bancos traseiros reclinados) e um compartimento adicional sob o capô (frunk) de 58 litros. Produzido na Hungria, o iX3 possui uma pegada de carbono 34% menor em todo o seu ciclo de vida em comparação ao seu antecessor. Cerca de um terço de seus materiais vêm de fontes recicladas ou secundárias, utilizando plásticos na área do motor retirados de resíduos marítimos e fios de PET reciclados nos estofamentos e tapetes.
Vem aí o IM6, SUV de 800V – A MG Motor Brasil deu mais um passo em sua estratégia de consolidação e expansão no país, ao anunciar o início oficial da pré-reserva do IM6, seu SUV elétrico de alto padrão. Os consumidores já podem realizar a pré-reserva do modelo diretamente na plataforma digital oficial da marca. Desenvolvido pela IM Motors, divisão de veículos elétricos de alta tecnologia do grupo SAIC Motor, o IM6 chega ao mercado brasileiro com grandes pretensões — como, segundo a marca, “redefinir os padrões do segmento premium de mobilidade zero emissões”.
O modelo tem estética aerodinâmica vanguardista, boa performance, acabamento sofisticado e uma plataforma tecnológica de última geração. Entre os principais destaques de engenharia do IM6 estão a arquitetura elétrica de 800V, que garante recargas ultrarrápidas, o sistema de esterçamento das quatro rodas para maior agilidade e estabilidade urbana e rodoviária, além de um cockpit inteligente integrado com assistência à condução baseada em inteligência artificial. “Estamos trazendo para o consumidor brasileiro um veículo que não apenas impressiona pelo desempenho e pela autonomia, mas que oferece uma experiência de condução e conectividade totalmente inigualável no segmento premium”, promete Thiago Marques, Head de Marketing da MG Motor Brasil.
Conheça os 10 carros mais roubados do Brasil – O roubo e o furto de veículos continuam entre os principais riscos patrimoniais enfrentados pelos motoristas brasileiros, mesmo após a redução das ocorrências no país. Em 2025, o Brasil registrou 308.440 roubos e furtos de veículos – o equivalente a cerca de 845 casos por dia. O volume caiu 14,3% em relação a 2024, quando foram contabilizadas 345.503 ocorrências, mas permanece elevado. Os furtos concentraram 203.949 registros, enquanto os roubos somaram 104.491 casos.
A queda também ocorreu em ritmos diferentes: os roubos recuaram 20,6%, enquanto os furtos diminuíram 10,6%, indicando que a subtração de veículos sem abordagem direta à vítima permanece como uma parcela importante do problema. Nesse cenário, conhecer quais automóveis aparecem com maior frequência nas ocorrências deixa de ser apenas uma curiosidade e passa a ser uma informação relevante para decisões que envolvem compra, uso, proteção e custo de manutenção. Entre os fatores que ajudam a explicar os furtos estão a alta demanda por peças no mercado paralelo, a vulnerabilidade de modelos mais antigos e a saída de determinados veículos da linha de produção.
É o caso do Ford Ka, cuja fabricação nacional foi encerrada após o fechamento das fábricas da Ford no Brasil, o que pode ampliar a procura por componentes de reposição. Para transformar esses números nacionais em uma informação mais próxima da realidade do motorista, a Loovi Seguros preparou um levantamento com os 10 carros com maior índice de roubo e furto no Brasil. O ranking considera a base de dados da Loovi, no período do primeiro semestre de 2026, e aponta Ford Ka, Chevrolet Onix, Volkswagen Gol, Hyundai HB20, Renault Sandero, Fiat Argo, Renault Logan, Fiat Uno, Fiat Pálio e Volkswagen Voyage entre os veículos de maior volume de furtos e roubos. Mais do que indicar quais modelos aparecem no topo, a proposta é mostrar que o risco automotivo não se distribui de maneira uniforme: quantidade de veículos em circulação, localização, perfil de uso, valor e procura por peças no mercado de reposição podem alterar significativamente a exposição de um automóvel.
“Um ranking como esse ajuda a colocar informação objetiva na decisão de compra e reforça a importância do seguro. Embora alguns modelos apresentem maior probabilidade de roubo ou furto, o impacto deixa de ser estatístico quando acontece com o próprio motorista, que pode perder integralmente um patrimônio construído ao longo de anos”, afirma Quézide Cunha, CEO da Loovi. “Muitos veículos antigos, descontinuados ou com maior índice de ocorrências enfrentam restrições de cobertura em seguradoras tradicionais. Já empresas de base tecnológica adotam medidas inclusivas ao aceitar veículos recusados pelos seguros tradicionais”, explica o executivo.
A divulgação também chama atenção para uma lacuna maior no mercado brasileiro de proteção automotiva. No fim de 2025, apenas 30% dos veículos do país possuíam seguro; entre os automóveis, a cobertura alcançava 27,8% da frota, deixando a maior parte dos veículos em circulação fora do mercado segurador. É nesse contexto que dados sobre frequência de roubos e furtos podem ajudar tanto quem já possui seguro quanto quem ainda avalia contratar proteção, sobretudo porque o risco pode variar de acordo com o veículo e a região em que ele circula. “O desafio do setor não é apenas indenizar quando alguma coisa acontece. Levar conhecimento sobre riscos e informar o consumidor sobre soluções que muitos desconhecem é fundamental diante de um cenário com alto risco para o motorista”, diz ele.
Avelloz entra no segmento street com a AZ170 Bravo – A Avelloz, empresa brasileira que ocupa a quinta posição entre as marcas com mais emplacamentos no país, dá um novo passo em sua estratégia no mercado brasileiro de motocicletas com o lançamento da AZ170 Bravo, primeira street da marca. Essa categoria representa cerca de 40% das motocicletas comercializadas no país, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Com motor de 170cc Loncin, 18,3cv de potência, torque de 15,5kgfm e consumo estimado de até 40 km/l, a novidade foi lançada na quinta-feira (17) e chegará nas principais lojas entre o final de setembro e começo de outubro. O preço sugerido é de R$ 16.990. Até o final do ano, a companhia projeta comercializar 4 mil unidades do modelo e alcançar 20 mil em 2027, volume que deverá representar 30% do total projetado pela empresa para o próximo ano.
O lançamento ocorre em um momento de crescimento do mercado de duas rodas e acompanha o plano da Avelloz de ampliar sua presença nacional, especialmente nas regiões Sul e Sudeste. Com o novo modelo, a marca expande o portfólio, que já conta com a AZ125 Alfa e a AZ160 Xtreme, oferecendo opções para diferentes perfis e propostas de uso. A linha 2026/2027 traz uma renovação no visual das motocicletas, com novas opções de cores para a carenagem e diferentes combinações de acabamento. Na AZ125 Alfa, as novidades incluem as versões azul, branca com banco marrom e preta com banco marrom, além das opções vermelha e cinza. A AZ160 Xtreme também amplia o portfólio de cores com a versão cinza, que se junta às opções preta, azul e vermelha.
O pós-venda também passa a ocupar um papel mais estratégico na experiência do cliente. Entre as novidades da linha 2026/2027 está a ampliação da garantia dos modelos, que agora são de três anos, reforçando o compromisso da Avelloz com o suporte ao consumidor ao longo de todo o ciclo de uso da motocicleta. A fabricante também lançará um novo aplicativo, desenvolvido para centralizar informações e facilitar o acompanhamento da motocicleta pelo proprietário. Pela plataforma, será possível consultar dados do veículo, acessar o histórico de revisões, acompanhar as próximas manutenções programadas e receber comunicados.
Além disso, o cliente terá um canal para se comunicar com a montadora, reunindo em um único ambiente ferramentas voltadas ao acompanhamento e à gestão da motocicleta. O aquecimento do mercado reforça a estratégia de expansão da Avelloz. Entre janeiro e julho, o Brasil registrou 1,37 milhão de motocicletas emplacadas, alta de 12,4% em relação ao mesmo período de 2025. Para 2026, a Fenabrave mantém a projeção de crescimento de 10% para o segmento. Acompanhando o aquecimento do mercado, a Avelloz ampliou sua rede com 70 novos pontos de venda entre concessionárias, franquias e parceiros. A estratégia de expansão continua ao longo deste ano, com a previsão de mais 20 unidades, concentradas principalmente nas regiões Sul e Sudeste, consideradas prioritárias para o crescimento da marca. Estão previstas novas inaugurações em Campinas e Franca, no interior de São Paulo; Joinville, Ponta Grossa, Florianópolis e Criciúma, na região Sul; Cuiabá, no Centro-Oeste; e na cidade do Rio de Janeiro.
Dias quentes e velas de ignição: redobre a atenção – A chegada dos meses mais quentes do ano exige atenção redobrada dos motoristas com a manutenção preventiva. Em períodos de calor intenso, o sistema de arrefecimento do motor desempenha uma função essencial para manter a troca térmica estável e evitar que a temperatura interna da câmara de combustão atinja níveis críticos. O conjunto, formado por radiador, bomba d’água, válvula termostática, sensor de temperatura, mangueiras e fluido, é calibrado para que cada motor opere estritamente dentro da faixa ideal definida pela montadora. É exatamente desse equilíbrio que depende a integridade do sistema de ignição. As velas, posicionadas no coração da câmara, são projetadas para trabalhar em uma janela térmica restrita que, no caso dos componentes da NGK, se situam entre 450°C e 850°C. Se o arrefecimento falha e o motor superaquece, o calor excedente não é dissipado, fazendo com que a ponta ignífera da vela fique acima dos 850°C. Esse cenário favorece o fenômeno da pré-ignição, que pode levar ao derretimento dos eletrodos e culminar na fusão das peças ou na ruptura de pistões. Por outro lado, índices abaixo de 450°C resultam na carbonização, por combustível residual não queimado. A NGK, marca da Niterra especializada em sistemas de ignição, alerta para os impactos diretos que irregularidades no arrefecimento causam à vida útil e ao rendimento das velas. Confira os principais pontos de atenção:
1 – Superaquecimento e pré-ignição. Temperaturas acima de 850°C na ponta ignífera indicam superaquecimento da vela de ignição e criam pontos incandescentes no interior da câmara de combustão. O calor excessivo induz à pré-ignição, situação em que a queima da mistura ar-combustível é deflagrada antes do disparo programado da centelha. Entre as principais causas desse descompasso estão falhas no sistema de arrefecimento, mistura ar-combustível pobre, uso de combustível adulterado ou a aplicação de velas com grau térmico inadequado ao veículo.
2 – Desgaste acelerado e fusão dos eletrodos. A exposição contínua ao calor excessivo acelera a corrosão e a erosão dos eletrodos, que pode levar à fusão das peças, em situações extremas. O desgaste precoce aumenta a folga entre os polos, o que exige tensões significativamente maiores da bobina para que a centelha salte. Com o tempo, a sobrecarga provoca falhas na combustão e eleva o risco de queima dos componentes eletrônicos do sistema de ignição.
3 – Danos severos à estrutura do motor. A combinação de superaquecimento e pré-ignição contínua eleva a pressão interna dos cilindros e favorece a detonação, frequentemente chamada de “batida de pino”. O impacto de ondas de choque repetitivas pode perfurar pistões, quebrar anéis e danificar válvulas. Veículos modernos, especialmente os equipados com turbocompressor, injeção direta e alta potência específica, trabalham sob limites térmicos mais rígidos e são ainda mais vulneráveis a colapsos originados por falhas térmicas.
Cuidados preventivos antes das altas temperaturas
Para preservar a integridade do motor nos meses de calor intenso, a Niterra recomenda que a manutenção preventiva contemple uma inspeção integrada entre os sistemas de arrefecimento e de ignição. No arrefecimento, o protocolo envolve checar o nível, a estanqueidade (busca por vazamentos), a limpeza e o ponto de ebulição do fluido, além do teste operacional da válvula termostática, dos sensores de temperatura e do eletroventilador. Já no sistema de ignição, além de respeitar os prazos de substituição e os graus térmicos prescritos no manual do proprietário, a leitura visual dos componentes fornece diagnósticos precisos sobre a dinâmica do motor.
“A manutenção preventiva precisa ser vista como um investimento contínuo, especialmente antes de viagens sob calor extremo”, defende Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da Niterra. O especialista destaca que, durante a revisão, o diagnóstico visual da vela serve como um termômetro da saúde da combustão. “Sinais como coloração escurecida ou corrosão na carcaça metálica indicam infiltração de fluido do arrefecimento para a câmara, além de erosão severa ou degradação na cerâmica do isolador, alertas claros de superaquecimento. O check-up simples protege o condutor de paradas repentinas na estrada e previne reparos de alto custo”, destaca .
Renato Ferraz é especializado em jornalismo automobilístico. Além da coluna “De Bigu com a Modernidade”, também assina a “Multieixos”, no Correio Braziliense.
Acabei de postar um artigo do professor Maurício Romão mostrando que o Quaest foi o instituto que mais errou nos prognósticos eleitorais no pleito municipal de 2024. Errou em sete das 15 capitais em ocorreram o segundo turno. Dá para confiar? Na pesquisa de hoje sobre o cenário em Pernambuco, a Quaest, estranhamente, só trouxe o cenário dos votos válidos.
Cadê a intenção de voto estimulada e a instantânea? Sabe por que a Quaest não trouxe esses cenários? Provavelmente para não mostrar a tendência de Raquel em queda e João em ascensão.
A mesma Quaest trouxe os dois senadores de João eleitos. Ora, se Pernambuco tem um histórico de os governadores eleitos puxarem os dois senadores, algo está errado. O eleitor de Marília e Humberto, líderes na Quaest, não são eleitores de Raquel e Flávio Bolsonaro.
São eleitores de João e Lula. Quem vota em Lula, Marília e Humberto dificilmente vota em Raquel, porque a governadora está alinhada ao bolsonarismo, à direita mais atrasada do Estado.
A pesquisa da Datafolha, sem dúvida alguma, a pesquisa mais respeitada hoje no ambiente político e estatístico do país, mostrou que a evolução de João Campos tem sido permanente. Esse quadro se demonstrou ao longo da semana em várias pesquisas e, hoje, consolida que a eleição será decidida amanhã, mas num clima de João subindo, Raquel caindo. É essa a expectativa que nós vamos enfrentar amanhã, na eleição, sem dúvida alguma, mais disputada, mais carregada de simbolismo.
O Datafolha divulgou neste sábado (3) uma nova pesquisa de intenção de voto para o governo do Distrito Federal. A atual governadora Celina Leão (PP) aparece com 55% das intenções dos votos válidos (que excluem votos em branco, nulos e indecisos), percentual que seria suficiente para uma vitória em primeiro turno, Em segundo lugar aparece o ex-deputado distrital Leandro Grass (PT) com 27%.
O levantamento ainda contabiliza 10% das intenções de voto para Paula Belmonte (PSDB). Mais abaixo estão Kiko Caputo (Novo), com 4%; Capelli (PSB), com 2%; Professora Samara Mineiro (UP), com 1%; e Professor Robson Raymundo (PSTU), também com 1%. As informações são do Valor Econômico.
No último levantamento do Datafolha, publicado na quinta-feira (1º), Celina tinha 53% das intenções de votos válidos, enquanto Grass marcou 26%. Paula Belmonte tinha 10% das menções e Cappelli, 3%.
Na disputa pelas duas vagas no Senado, Michelle Bolsonaro (PL) tem 30% das intenções de voto, seguida por Bia Kicis (PL), com 24%; Leila do Vôlei (PDT), com 21%; e Erika Kokay (PT), com 18%.
A pesquisa Datafolha foi contratada pela TV Globo e pela Folha e ouviu 910 eleitores de todas as regiões do Distrito Federal entre sexta-feira (2) e sábado (3). A margem de erro para os votos válidos é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral com os códigos DF-07243/2026 e BR-09812/2026.
Neste artigo, o professor Maurício Romão, PhD em pesquisas eleitorais, informa que o likely voter (cálculo dos votos válidos) da Quaest nas 15 capitais onde houve eleição de segundo turno em 2024 ficou longe, fora da margem de erro em sete delas, quase 50% dos resultados anunciados na Globo na véspera da eleição.
Confira o início do artigo e leia na íntegra (PDF abaixo):
Eleições municipais de 2024 nas capitais: pesquisas e urnas no segundo turno
Por Maurício Costa Romão
Introdução
As pesquisas eleitorais exercem um importante papel de comunicação, que é o de expressar para a sociedade o que o eleitor está pensando sobre o processo eleitoral, quais são seus sentimentos e expectativas, suas preferências pelos prováveis candidatos etc. Vistas sob essa senda, as pesquisas eleitorais são a caixa de ressonância do pensamento do eleitor.
Mas as pesquisas, por tratarem de vitórias e reveses eleitorais, mexem com a emoção das pessoas. São, assim, alvo de inúmeras contestações em todos os pleitos majoritários. As reclamações derivam do cotejo que o eleitor faz entre as estimativas dos institutos, realizadas em dias próximos à eleição, e os dados das urnas, na perspectiva consagrada popularmente de que tais estimativas são prognósticos dos resultados oficiais.
Neste contexto, o presente estudo busca responder à seguinte indagação: como se saíram as pesquisas nas capitais onde houve segundo turno na eleição municipal de 2024, quando confrontadas com os dados finais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)?
O critério utilizado nessa avaliação de desempenho das pesquisas no pleito municipal de 2024 foi o de calcular a discrepância média das estimativas de intenção de votos das pesquisas (que envolve o conceito de média aritmética simples de valores absolutos como proxy das médias dos agregadores de pesquisas) e compará-la com a discrepância média dos resultados oficiais.
Isso é feito tanto para votos totais quanto para votos válidos. Ademais, usou-se o mesmo critério avaliativo da discrepância média para testar a acuracidade do método “likely voters” no Brasil, que intenta acessar respondentes mais propensos a comparecer às urnas e votar. A partir de certa elasticidade interpretativa quanto às margens de erro das pesquisas, foi possível confrontar seu desempenho conjunto com os dados da instância máxima eleitoral, em cada capital, e de acordo com os métodos discutidos no presente estudo.
Ainda nessa esteira, fez-se também testes comparativos envolvendo dessa feita o modelo de “votação ideológica”, que se alicerça em transferências de voto por afinidades ideológicas entre candidatos, na passagem do primeiro para o segundo turno das eleições, com a novel característica de que o modelo prescinde de pesquisas de intenção de votos.
O objetivo central do presente capítulo, em apertada síntese, é verificar como se saíram as pesquisas eleitorais nas eleições municipais de 2024, nas capitais brasileiras onde ocorreu segundo turno. Para tanto, o texto repousa nas seguintes seções, em que: (1) contextualiza o significado das pesquisas eleitorais no sentido de como são vistas pelo prisma de diagnósticos ou prognósticos; (2) discute sobre a carga emocional que envolve a leitura dos resultados das pesquisas; (3) apresenta a relevante diferença entre votos totais computados das pesquisas e sua transformação em votos válidos; (4) exibe as evidências empíricas dos resultados do pleito de 2024; (5) confronta os dados da eleição com os achados das pesquisas; (6) introduz os modelos likely voters e transferência ideológica de votos e testa seus achados empíricos e, por último, traça as considerações finais.
O Datafolha divulgou neste sábado (3) uma nova pesquisa de intenção de voto para o governo de Minas Gerais. O senador Cleitinho Azevedo aparece com 53% das intenções de voto, podendo se eleger já no primeiro turno, contra 21% de Patrus Ananias (PT).
Alexandre Kalil (PDT) aparece com 9%, seguido por Flávio Roscoe (PL), com 4%; Mateus Simões (PSD), com 4%; e Gabriel Azevedo (MDB), com 3%. Ben Mendes (Missão) tem 2%; Rafael Duda (PSTU), Professor Túlio Lopes (PCB) e Henrique Áreas (PCO) têm 1% cada. Indira Xavier (UP) não pontuou. Os votos válidos excluem votos em branco e nulos. As informações são do Valor Econômico.
Considerando os votos totais, Cleitinho tem 44% das intenções de voto (contra 40% em 1º de outubro), contra 18% de Patrus (eram 16%). Kalil tem 8%, contra 11% na pesquisa anterior. Roscoe manteve 4% das intenções. Simões caiu um ponto percentual, para 3%; Gabriel ganhou um ponto e passou para 3%. Ben Mendes, Rafael Duda, Túlio Lopes e Henrique Áreas mantiveram-se com 1% cada. Indira Xavier, que tinha 1%, não pontuou na última pesquisa. Votos em branco e nulos somam 6% (eram 9%), e indecisos representam 11% (eram 8%).
Espontânea e segundo turno
Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados os nomes dos candidatos, Cleitinho tem 29%, seguido por Patrus (11%), Kalil (3%), Simões (1%), Roscoe (1%) , Gabriel (1%). Vota no candidato do PT somou 1%; Romeu Zema (Novo) somou outros 1%. Outras respostas totalizaram 7%. Votos em branco, nulos ou não votarão são 5 da amostra. Indecisos totalizaram 39%. Entre os eleitores, 78% disseram que a decisão é definitiva. Outros 21% podem mudar o voto e 1% não souberam responder.
Em uma eventual disputa de segundo turno, Cleitinho registra 60% das intenções de voto, enquanto Patrus tem 25%. Brancos e nulos são 8%, e indecisos são 7%. Em um eventual segundo turno contra Kalil, Cleitinho vence por 60% a 24%. Votos em branco e nulos somam 9%; indecisos são 7%.
Senado
Na disputa pelas duas vagas de no Senado, considerando o resultado agregado (1ª e 2ª vagas), Marília Campos (PT) tem 13% das intenções de voto, mesmo percentual da pesquisa anterior. Em seguida está Carlos Viana (PSD), com 12%, ante 11%; Domingos Sávio (PL), tem 11% (eram 9%). Aécio Neves (PSDB) aparece na sequência, com 8% (eram 11); seguido por Áurea Carolina (Psol), com 6% (eram 5%). Marcelo Aro (PP) manteve 6% das intenções de voto. Marco Antônio Superman (Novo) subiu para 3% (eram 2%). Ana Luiza do MLB (UP) tem 1% (eram 2%). Carlin Moura (Avante), Arcanjo Pimenta (MDB), Fidélis Alcântara (UP) e Victória Mello Vic (PSTU) têm 1% cada. Os outros quatro candidatos não pontuaram. Votos em branco, nulo ou não votarão são 13% dos eleitores (eram 15%). Indecisos somam 23% (eram 20%).
Na votação para primeira vaga, Marília lidera com 20%, seguida por Viana (14%), Domingos Sávio (12%), Aécio (11%), Aro (7%), Áurea e Sperman (2% cada), Ana Luíza e Moura (1% cada). Os demais não pontuaram.
Considerando apenas os votos válidos, Marília Campos tem 21%, Viana tem 19%. Em seguida aparecem Domingos Sávio (17%), Aécio (13%), Áurea (9%), Aro (9%), Superman (4%), Ana Luiza (2%). Moura, Pimenta, Alcântara, Victória, Juiz Ramon Moreira (DC), Manoel Carvalho (MDB) e Tião Pessoa (PCO) têm 1% cada. Jordano Metalúrgico (PSTU) não pontuou.
O Datafolha ouviu 2.010 eleitores de entre os dias 2 e 3. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado sob o número MG-06705/2026. A pesquisa foi contratada pela Folha e pela Globo.