Izaías Régis, líder do governo Raquel Lyra, enaltece a governadora em fala durante a solenidade de lançamento do Programa PE na Estrada, realizada no Palácio do Campo das Princesas. Assista:
Izaías Régis, líder do governo Raquel Lyra, enaltece a governadora em fala durante a solenidade de lançamento do Programa PE na Estrada, realizada no Palácio do Campo das Princesas. Assista:
O aguardado debate presidencial da TV Globo, marcado para esta quinta-feira (1º), ainda não tem a confirmação do presidente Lula (PT) nem mesmo o potencial de outrora. É a avaliação dos analistas políticos que participaram do podcast Direto de Brasília, apresentado pelo jornalista Magno Martins. A presença do petista em um encontro só com adversários do campo de centro-direita, no entanto, não é unanimidade.
“O debate será na quinta-feira e a eleição no domingo (4), portanto a três dias do pleito. Talvez não tenha tempo para perder tanta gordura, a depender de como seja a participação. Claro que tem os cortes das redes sociais que produzem muito efeito. Se fizer um cálculo estratégico, talvez se chegue à conclusão de que vale a pena não ir”, observou Marcelo Tognozzi, do Poder360.
Leia mais“A eleição está presa a detalhes. O debate é muito importante, não tanto quanto antigamente, porque o mundo da comunicação mudou muito. Mas um debate em TV aberta tem uma importância muito grande. Um dos argumentos do PT é que Flávio Bolsonaro é um saco vazio, que não tem conteúdo. Seria então um momento de Lula comprovar isso. Agora é a hora de Lula e Flávio se enfrentarem. As informações que tenho são de que o debate está preso a detalhes, sobre como o debate se dará, com regras mais favoráveis para o Lula comparecer”, afirmou José Maria Trindade, da Rádio Jovem Pan.
“Pessoalmente, acho que seria um erro o Lula não ir ao debate a essa altura. Acho que esse quadro que estamos vendo com essas pesquisas mostra uma eleição imponderável, não dá para prever o resultado. Mas Lula não pode, diante desses números, agir como se fosse o favorito. Desde 1989, com o Fernando Collor, surgiu essa ideia de que o favorito só perde indo ao debate. Collor não foi no primeiro turno, só foi no segundo. Fernando Henrique fez com que na reeleição dele em 1998 não houvesse debate. E assim foi sendo. Dessa vez não dá para fazer esse raciocínio, Lula está na frente residualmente, a cinco dias da eleição. Qualquer evento pode mudar o jogo e virar o erro fatal”, colocou Rudolfo Lago, do jornal Correio da Manhã.
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A disputa eleitoral para a Presidência da República, altamente polarizada entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), é tida como a mais imprevisível da história por diversos analistas políticos. Em debate promovido pelo podcast Direto de Brasília, jornalistas abordaram as particularidades do pleito e os rumos da disputa, que poderá findar neste domingo, para um lado ou para outro, a depender do que aconteça nos próximos dias.
“Não é possível ter muita certeza sobre o que vai acontecer num eventual segundo turno. Dessa vez o presidente Lula só tem adversários do campo conservador. Em 2022, havia adversários do campo mais do centro, como Simone Tebet pelo MDB e Ciro Gomes pelo PDT, que acabaram tendo alguma influência. Agora temos um cenário um pouco diferente, o que em tese favorece o Flávio no segundo turno. Mas não é bem assim que as coisas funcionam. Imaginar que pessoas se movem somente por razões ideológicas é um erro. As motivações muitas vezes são outras. Não dá para cravar nada. Estamos numa situação curiosa, porque pode acontecer de tudo nessa polarização exacerbada”, ponderou o jornalista Rudolfo Lago, do jornal Correio da Manhã.
Leia mais“É uma eleição muito apertada. Temos um fator importante que é a eleição de Minas Gerais, onde o desempenho de Flávio melhorou muito, onde tem puxadores de voto como o deputado Nikolas Ferreira (PL), que calcula se reeleger com dois milhões de votos, e o senador Cleitinho (Republicanos), que está na frente para governador. E tem a questão da abstenção, que tem tendência de aumentar por conta da meteorologia. Vai chover demais em tudo que é lugar, especialmente no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, onde tem mais votos, onde o eleitor tem dificuldade de sair de casa, já que nem todo mundo vota perto. Será uma eleição disputadíssima, porém acho que esses fatores podem mudar a dinâmica no domingo”, ressaltou Marcelo Tognozzi, do Poder360.
José Maria Trindade, da Rádio Jovem Pan, avalia que será “emoção até o último minuto”. “A temperatura da política subiu muito nos últimos dias. A pesquisa mostra o vai-e-vem em vários setores, com Flávio e Lula empatados em todos os quesitos, seja no mais detestado e no mais amado, na possibilidade de votos novos e na possibilidade de votar não. Ou seja, ninguém sabe quem será o próximo presidente. Estamos nas mãos dos indecisos. Eles que vão definir, de um lado ou de outro. Muito parecido com o que acontece nos últimos anos. Esta polarização é muito comum nas últimas eleições, a divisão é uma marca da política brasileira, não tem jeito. As pesquisas mostram exatamente esse quadro, de muita emoção até o último momento”, cravou Trindade.
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A medida provisória do presidente Lula (PT) que proibiu as bets, às vésperas do primeiro turno das eleições, não teria apenas a razão de proteger as famílias. Segundo o jornalista José Maria Trindade, da Jovem Pan, o petista teria descoberto que essas empresas estavam apoiando e financiando seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL). Em debate no podcast Direto de Brasília, o jornalista comentou o tema.
“Acho absurda a liberação das bets, mas a coisa é complexa. Se proibir, vai para a ilegalidade e pode ser operado de qualquer país, o que já está sendo. Jogá-las na ilegalidade é perder totalmente o controle. Elas provocaram uma epidemia nacional muito grave, várias famílias estão sofrendo com isso. Por outro lado, o bastidor disso é que não é só a questão do voto. O grupo do Lula descobriu que as bets estão investindo alto em Flávio, então é uma réplica que eles estão dando nesse poder econômico, que é muito mais forte que o do Banco Master”, denunciou José Maria.
Leia maisO jornalista Rodolfo Lago, do jornal Correio da Manhã, considerou que as contestações das empresas nesse momento são legítimas, pois a medida provisória do governo acaba trazendo insegurança jurídica por sua duração inicial de 120 dias. “Não há dúvida da insegurança jurídica provocada por essa decisão ter sido tomada por medida provisória. O problema jurídico já está provocando. São legítimas as contestações que estão fazendo, afinal essas bets receberam outorga para operar, e não poderia ter sido rompido desse jeito. Até que ponto isso vai ter efeito político e eleitoral nesse momento, a poucos dias da eleição, não sei”, colocou.
Para Marcelo Tognozzi, do Poder360, a proibição não combateu o real problema, que é a questão do vício nas apostas. “As pessoas já estão jogando nas bets internacionais ilegais, por meio de VPN, onde passa o cartão e um abraço. E o pior é que não vai um tostão para o governo, vai direto para outros países que estão operando esse jogo, que é um transtorno completo”, colocou. “Mas havia uma outorga, o sujeito pagou R$ 30 milhões para fazer uma bet que estava legalizada, que o governo autorizou, em que se tem um contrato que de repente é quebrado. Isso vai repercutir em outras coisas”, completou Tognozzi.
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Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com a mesa-redonda sobre as eleições presidenciais, clique no link abaixo e confira. Participaram os jornalistas José Maria Trindade, da Jovem Pan, Rudolfo Lago, diretor da sucursal do Correio da Manhã em Brasília, e Marcelo Tognozzi, do portal Poder360. Está imperdível!
Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29) mostra como está a disputa pela Presidência da República no 1º turno entre os eleitores de Pernambuco. O levantamento foi encomendado pela Globo. As informações são do g1.
Veja, abaixo, os resultados da pesquisa estimulada, em que a Quaest mostra a lista de candidatos aos eleitores entrevistados:
Leia maisContratada pela Globo, a Quaest entrevistou 1.302 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números PE-00324/2026 e BR-08289/2026.
Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29) mostra como está a disputa pelo Senado em Pernambuco. O levantamento foi encomendado pela Globo.
Em 2026, serão eleitos dois senadores em cada estado e no Distrito Federal, para renovar 54 das 81 cadeiras. Por isso, cada eleitor precisa votar em dois candidatos diferentes. Não é possível escolher o mesmo nome duas vezes. A última pesquisa do instituto havia sido divulgada no dia 23 de setembro. As informações são do g1.
Leia maisNa pesquisa espontânea da Quaest, em que os nomes não são mostrados aos eleitores entrevistados, 68% estão indecisos (eram 73%), porque não souberam citar um candidato.
Já na pesquisa estimulada, a lista de candidatos é mostrada, e cada entrevistado precisa responder duas vezes em quem pretende votar: para a primeira vaga e, depois, para a segunda vaga.
Os resultados da pesquisa para o Senado consideram as menções para a primeira e a segunda vagas em um total que soma 100% das intenções de voto e mantém a proporção entre candidatos, brancos/nulos e indecisos.
Veja os números abaixo:
Combinação – votos totais
Contratada pela Globo, a Quaest entrevistou 1.302 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-00324/2026.
Agora, veja os resultados que consideram apenas as respostas para a primeira vaga e, depois, para a segunda.
Abaixo, veja os dados completos da pesquisa espontânea, quando não são apresentados os nomes dos candidatos:
A Quaest perguntou também aos eleitores sobre cada um dos candidatos: se eles conhecem e votariam, se não conhecem ou se conhecem e não votariam. Os candidatos mais rejeitados (maiores índices de “conhece e não votaria”) são Marília Arraes e Mendonça Filho.
Marília Arraes
Humberto Costa
Mendonça Filho
Eduardo da Fonte
Túlio Gadêlha
Carlos Sant’Anna
Pastor Gilvan Costa
Paulo Rubem Santiago
Mailson da Silva Neto
Mariano Macedo
Samuel Timoteo
Gorett Bitu
No meu podcast ‘Direto de Brasília’ de hoje, parceria deste blog com a Folha de Pernambuco, ancoro uma espécie de mesa-redonda com os jornalistas José Maria Trindade, da Jovem Pan, Rudolfo Lago, diretor da sucursal do Correio da Manhã em Brasília, e Marcelo Tognozzi, do portal Poder360, sobre as eleições presidenciais. O programa vai ao ar das 18 às 19 horas, com transmissão para 165 emissoras no Nordeste.
São três jornalistas bastante experientes em cobertura de eleições. José Maria dirige a Jovem Pan em Brasília há mais de 30 anos, está em Brasília desde a primeira eleição direta, em 89, quando Lula perdeu para Collor.
Rudolfo e Marcelo também atuam na mídia nacional desde o processo de redemocratização, com passagens por grandes veículos nacionais, como O Globo, a Folha de São Paulo, JB, Correio Brasiliense e as revistas Veja e Istoé.
Com eles, vamos tratar do sobe e desce dos candidatos nas pesquisas, da segurança do voto eletrônico, dos últimos debates na TV, da influência das pesquisas e do cenário também na disputa para os governos estaduais.
Em parceria com a Folha de Pernambuco, o podcast ‘Direto de Brasília’ vai ao ar hoje, das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, e mais 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem a Rede Nordeste de Rádio, a Rede Mais Rádios, da Paraíba; a Rede ANC, no Ceará; a revista Mais Nordeste, em Fortaleza; e a TV LW, em Arcoverde.
Entram como parceiros na mídia institucional a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29) mostra como está o cenário da eleição estadual, a menos de uma semana do 1º turno — que acontecerá no domingo (4).
Veja os números da pesquisa estimulada, em que a Quaest mostra aos eleitores entrevistados os nomes dos candidatos. Entre parênteses, o resultado da pesquisa anterior, do dia 23 de setembro. As informações são do g1.
Leia maisContratada pela Globo, a Quaest entrevistou 1.302 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-00324/2026.
A pesquisa traz a simulação de 2º turno. Os dados estão abaixo:
Duas agências de publicidade que mantêm contratos com governos estaduais comandados pelo PT avançaram em licitações do governo federal que, somadas, têm valor estimado de R$ 162,4 milhões.
Uma delas é a S/A Propaganda, uma das 3 empresas vencedoras da concorrência nº 90003/2024 de serviços de publicidade para o Ministério da Educação por R$ 140 milhões. A agência ficou em 2º lugar na classificação, atrás da DeBrito Brasil e à frente da Calia Y2. As 3 empresas foram habilitadas e participam do negócio. As informações são do Poder 360.
Leia maisA S/A tem contrato com o governo do Piauí, comandado por Rafael Fonteles (PT), sucessor de Wellington Dias (PT), hoje ministro do Desenvolvimento e Assistência Social.
A agência é uma das 5 empresas que compõem o contrato nº 01/2022, da Coordenadoria de Comunicação Social do Estado. O vínculo foi prorrogado em fevereiro de 2026 por mais 12 meses, até fevereiro de 2027, com valor global de R$ 19,99 milhões.
A agência também participa da campanha de reeleição de Fonteles. Em janeiro de 2026, o governador, o candidato a vice Washington Bandeira (PT), os candidatos ao Senado Marcelo Castro (MDB) e Júlio César (PSD) e o secretário estadual de Comunicação, Marcelo Nolleto, participaram de uma reunião na sede da S/A Propaganda para iniciar o planejamento de marketing da campanha, como relatou a imprensa local na época.
A outra agência é a EBM Quintto Comunicação, uma das duas empresas vencedoras da Concorrência nº 90001/2026 do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome para serviços de comunicação digital. O valor estimado é de R$ 22,44 milhões nos primeiros 12 meses.
A EBM ficou em 2º lugar na avaliação técnica, atrás da L2W3 Digital. As duas empresas foram declaradas vencedoras e habilitadas para a contratação. O processo ainda está na fase de recursos.
A empresa tem contratos com o governo do Ceará, comandado pelo governador Elmano de Freitas (PT). Em março de 2023, no início da gestão Elmano, o governo prorrogou por 12 meses, por R$ 75 milhões, um contrato de publicidade que incluía a EBM.
Em setembro de 2024, a EBM Quintto também foi declarada vencedora de uma nova concorrência da Casa Civil do Ceará para contratação de 4 agências de publicidade. A empresa ficou em 3º lugar na classificação e foi declarada vencedora.
Em setembro de 2024, a EBM Quintto também foi declarada vencedora de uma nova concorrência da Casa Civil do Ceará para contratação de 4 agências de publicidade. A empresa ficou em 3º lugar na classificação e foi declarada vencedora.
A relação contratual continuou em 2025 e 2026. Em maio deste ano, o governo do Ceará publicou termo de reconhecimento de dívida de R$ 324.107,55 em favor da EBM por serviços prestados em outubro de 2025, no âmbito do Contrato 148/2025, sobre publicidade do Detran.
As duas agências chegam às licitações federais por grupos políticos que se cruzam.
A S/A atua para o governo de Rafael Fonteles, sucessor de Wellington Dias, hoje ministro do MDS – pasta que declarou a EBM vencedora de uma licitação de R$ 22,4 milhões.
A EBM tem contratos com o governo de Elmano de Freitas, sucessor de Camilo Santana, ministro da Educação – pasta que habilitou a S/A em uma concorrência de R$ 140 milhões.
SUBCOMISSÕES
Os 2 processos tiveram subcomissões técnicas formadas por 3 integrantes para avaliar as propostas.
No caso do MDS, os avaliadores foram Simone de Castro Holanda, Antônio Olívio dos Santos Maciel Barbosa e Eronides Pereira de Oliveira Neto.
Simone de Castro Holanda é a atual coordenadora-geral de Comunicação Social do MDS. Trabalhou na Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Teresina de 2003 a 2014 e, de 2015 a 2023, trabalhou na Coordenadoria de Comunicação Social do governo de Wellington Dias, no Piauí.
Em julho de 2019, ela foi escolhida representante do governo estadual em contratos de publicidade que incluíam a S/A Propaganda, agora contratada pelo MEC.
Em janeiro de 2023, já no início da gestão de Rafael Fonteles, sucessor de Dias, Simone foi nomeada diretora da Coordenadoria de Comunicação do governo do Piauí. Segundo o MDS, ela não manteve contato profissional com nenhuma das empresas durante o processo.
Antônio Olívio dos Santos Maciel Barbosa também tem trajetória na comunicação pública federal e em gabinetes políticos ligados ao PT.
Foi diretor-substituto de Publicidade da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República e coordenador-geral de Planejamento e Projetos Especiais, além de chefiar a comunicação no Ministério do Esporte. Antes, trabalhou no gabinete do deputado federal Rubens Pereira Júnior (PT-MA), de 2022 a 2023, e Zeca Dirceu (PT-PR), em 2023.
Eronides Pereira de Oliveira Neto é assessor da Secretaria de Comunicação da Presidência da República. Ele também já participou de outras subcomissões técnicas de processos de publicidade do governo federal, inclusive em processo da Suframa.
A composição da subcomissão que julgou a licitação não foi a inicialmente sorteada.
Gustavo Alves de Souza, funcionário do MDS, foi sorteado em 11 de maio para integrar a subcomissão ao lado de Simone de Castro Holanda e Eronides Pereira de Oliveira Neto. Mas na ata (PDF – 920 kB) da votação, em seu lugar, aparece Antônio Olívio dos Santos Maciel Barbosa.
“A alteração posterior ocorreu em razão do afastamento de Gustavo Alves de Souza da função que exercia, para concorrer a cargo eletivo nas eleições deste ano, ficando impossibilitado de permanecer na Subcomissão”, explicou o ministério. Gustavo é candidato a deputado federal pelo PC do B em Brasília.
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O candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP/UP) defendeu, nesta terça-feira (29), durante sabatina na Rádio Nova Brasil FM Recife, a implantação de um prontuário eletrônico unificado nacional no Sistema Único de Saúde (SUS). A proposta consta no Projeto de Lei 4.885/2025, de autoria do parlamentar, e prevê a integração dos registros clínicos e assistenciais dos pacientes. “Com o prontuário unificado pelo CPF, o médico poderá acessar o histórico daquele paciente onde quer que ele esteja, evitando a repetição desnecessária de exames e permitindo decisões mais rápidas e seguras”, afirmou.
Na entrevista, Eduardo também defendeu uma atuação conjunta entre o Senado e o Governo de Pernambuco para buscar recursos e viabilizar projetos no estado. Candidato na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD), ele afirmou que pretende levar ao Senado a mesma linha de atuação adotada na Câmara dos Deputados. Durante a sabatina, citou ainda seus votos contrários às reformas Trabalhista e da Previdência e voltou a destacar saúde e infraestrutura entre as áreas em que pretende atuar em articulação com o governo estadual.
Após a Justiça conceder medida protetiva à ex-deputada estadual Roberta Arraes, que denunciou ter sido agredida e intimidada pelo ex-prefeito de Araripina e candidato a deputado estadual Raimundo Pimentel (PSD), o político enviou, há pouco, ao blog, uma nota de esclarecimento.
Pimentel nega categoricamente as acusações e afirma que a decisão judicial tem caráter cautelar, sem reconhecer a prática de violência política de gênero ou a ocorrência de crime. Segundo ele, o vídeo citado na denúncia ainda deverá ser apresentado e analisado no curso da apuração. Confira na íntegra abaixo:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Recebo com profunda indignação e consternação as acusações feitas contra mim pela ex-deputada Roberta Arraes. É doloroso ver meu nome e minha história envolvidos em uma acusação tão grave, que nego categoricamente.
A decisão da Justiça não reconheceu a prática de violência política de gênero, tampouco concluiu que houve crime. Foi determinada apenas uma medida cautelar provisória de proibição de contato, enquanto os fatos são apurados.
A própria Justiça determinou a apresentação do vídeo mencionado pela ex-deputada, que deverá ser analisado antes de qualquer decisão sobre medidas mais amplas.
Não aceito que uma acusação não comprovada seja tratada como verdade ou que uma medida provisória seja confundida com condenação.
Respeito as mulheres, respeito a Justiça e sei da seriedade que envolve uma denúncia dessa natureza. Por isso, espero que todos os fatos sejam apurados com rigor, responsabilidade e respeito ao direito de defesa.
Confio em Deus, na Justiça e na verdade. Quem acusa tem o dever de apresentar provas. E é com elas que os fatos serão esclarecidos.
Raimundo Pimentel – ex-prefeito de Araripina e candidato a deputado estadual
Um documento oficial da Polícia Civil de Pernambuco expõe uma preocupação para o funcionamento da segurança pública no interior do Estado. Viaturas podem ficar paradas por falta de combustível.
A Comunicação Interna nº 614/2026 foi assinada pelo delegado Márcio José da Cruz, titular da 14ª Delegacia Seccional de Caruaru, e encaminhada a Bruno Vital Mota de Andrade, diretor da Diretoria Integrada do Interior 1 (Dinter 1), responsável por coordenar as unidades da Polícia Civil em cidades do Agreste e da Zona da Mata.
Leia maisNo documento, datado de 16 de setembro, o delegado relata ter recebido da Unifrota, plataforma utilizada pela polícia para gerenciar veículos, abastecimentos, rotas e manutenção da frota, a informação de que a cota extra de combustível havia sido extinta. O crédito adicional é solicitado quando o saldo dos cartões das viaturas, caracterizadas e descaracterizadas, chegava a zero. A orientação agora é remanejar valores de um veículo para outro.
“A não disponibilização de cota extra poderá provocar a paralisação de algumas viaturas”, registra Márcio José da Cruz no documento.
A preocupação não se restringe aos veículos. Segundo o documento, a medida pode comprometer “o atendimento de ocorrências, o cumprimento de diligências”, além do apoio a outras unidades e da realização de operações e demais ações de segurança pública.
Diante do risco, Márcio pede orientação à direção da Dinter 1 e solicita que o caso seja analisado pela Diretoria de Administração Geral (DIAG), setor responsável pela gestão administrativa e pelos recursos de suporte interno da Polícia Civil, e pela Unifrota.
O alerta surge em meio a uma sequência de cobranças do Sinpol-PE sobre as condições de trabalho na Polícia Civil. Na semana passada, em Canhotinho, no Agreste, a delegacia teve o atendimento transferido para Angelim. Segundo o sindicato, o imóvel apresentava risco de desabamento e já havia sido alvo de denúncias por infiltrações, problemas estruturais e esgoto estourado.
O caso do combustível acrescenta um problema ainda mais básico aos questionamentos sobre a política de segurança da gestão Raquel Lyra, que pode acarretar na paralisação de viaturas, trazendo prejuízos ao atendimento da população e as operações policiais.
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