Damares diz que não recebeu denúncias sobre crianças Yanomami

A senadora eleita Damares Alves se manifestou sobre a crise sanitária do povo Yanomami em Roraima. A ex-ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos foi questionada nas redes sociais sobre a morte de 570 crianças do povo indígena nos últimos quatro anos e seu nome chegou a um dos assuntos mais comentados do Twitter no sábado (21).

Damares disse a O Antagonista que o papel da antiga pasta era receber denúncias e que todas elas eram encaminhadas aos órgãos competentes: “Não era ministério fim, era o ministério meio”.

“A política não era minha”, afirmou, acrescentando que não chegou a ela denúncia sobre crianças Yanomami.

A ex-ministra saiu do governo Jair Bolsonaro em março de 2022 para concorrer ao Senado. Em seu lugar, a advogada Cristiane Britto assumiu o comando da pasta.

O Ministério da Saúde declarou na sexta-feira emergência de saúde pública para enfrentar à desassistência sanitária das populações no território Yanomami. Na semana passada, técnicos da pasta resgataram ao menos oito crianças em estado grave.

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A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, e o marido, pré-candidato a Estadual, Breno Araújo, deixaram de lado o recente afastamento político e compareceram ao Ouvir Para Mudar, do governo Raquel Lyra, ao lado da governadora. As informações são do Blog do Nill Júnior.

Na posição oposta, o Deputado Estadual Luciano Duque e Sebastião Oliveira, presidente estadual do AVANTE e pré-candidato a Estadual.

O clima tendo como pano de fundo a falta de apoio para a festa de Setembro, com a questão tomando a imprensa, gerou duvidas sobre a presença de Márcia.

A gestora, entretanto, pesou o caráter institucional e apareceu para acompanhar a agenda.

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Na manhã desta quinta-feira (28), a Assembleia Legislativa de Pernambuco debateu, em plenário, a suspensão do serviço na Linha Sul do Metrô do Recife. O deputado Coronel Alberto Feitosa levou o tema à tribuna após o fechamento de 10 estações desde a manhã de ontem por problemas na rede elétrica, o que, segundo ele, afetou cerca de 60 mil usuários, gerando filas nos terminais de ônibus e atrasos para trabalhadores e estudantes da região do Aeroporto e do Shopping Recife.

As estações fechadas foram: Cajueiro Seco, Prazeres, Monte Guararapes, Porta Larga, Aeroporto, Tancredo Neves, Shopping, Antônio Falcão, Imbiribeira e Largo da Paz. Em sua fala, Feitosa citou declarações do assessor de comunicação da CBTU sobre sucateamento do sistema e planilhas apresentadas ao ministro da Casa Civil, Rui Costa, que apontariam incompatibilidade entre custos e repasses federais, além de carências em manutenção, troca de equipamentos e contratação de pessoal. O parlamentar também questionou a proposta de transferência do metrô ao governo estadual e a eventual privatização, alegando falta de atratividade diante do quadro atual.

No contexto do histórico de interrupções, o deputado lembrou que, desde agosto de 2024, o metrô não opera aos domingos por obras de manutenção nas Linhas Centro e Sul, e listou ocorrências recentes: incêndio em trem na Estação Cavaleiro (10/06/2025); interdição do VLT entre Marcos Freire e Curado devido às chuvas (16/05/2025); queda de energia com explosão de transformador que paralisou ramais da Linha Centro por 24 horas (20/06/2024); além de paradas integrais ou parciais por falhas elétricas na Linha Sul e na Linha Centro em 18/06, 10/06, 14/04 e 11/03 de 2024.