Caro Magno,
Infelizmente, pessoas mal intencionadas, que vivem na surdina da intriga, lhe repassaram falsas informações sobre minha pessoa e minha atuação como gestor da Superintendência Política Educacional Indígena (SUPIN) do Governo de Pernambuco. Primeiramente, não organizamos nenhum movimento, protesto ou ação que valha tal nome para pleitear permanência em cargo do qual já cumprimos nosso dever e de forma exemplar, entre 2015 e 2022.
Temos o maior respeito pela democracia, a alternância de poder e a liberdade que os governantes, legitimamente eleitos, tem de escolher seus auxiliares em todos os níveis. Nosso apoio ao nome de Raquel Lyra foi dado dentro de uma decisão de um grupo político que viu nela a melhor opção para comandar e fazer as transformações de Pernambuco.
Durante oito anos à frente a Superintendência, sempre pautamos nosso trabalho pela transparência e fomos um dos poucos gestores que ao final de nossa gestão, em dezembro passado, apresentamos detalhadamente todas as ações desenvolvidas nos últimos oito anos. Trabalho esse feito com honestidade, seriedade e diálogo permanente com as comunidades indígenas. Em todos os momentos, sempre estivemos presentes para garantir as soluções reivindicadas.
Por tanto, quero refutar e lamentar, que não tenhamos sido consultado como manda o bom jornalismo, e colocar à disposição de nobre jornalista o nosso relatório de gestão. Como servidor do estado, estamos sempre a disposição de atender a qualquer chamado que possa contribuir para o desenvolvimento da Educação em nosso estado, e assim o fizemos ao longo desses últimos oito anos.
Caetano Bezerra Barboza Neto


















