*Por Cláudio Soares
O papo furado de lideranças do PSB é que tem 140 prefeitos e que seu pré-candidato ao Governo do Estado, Danilo Cabral, batizado de Coronel Danulo pelo deputado Guilherme Uchoa, ainda vai crescer nas pesquisas.
*Por Cláudio Soares
O papo furado de lideranças do PSB é que tem 140 prefeitos e que seu pré-candidato ao Governo do Estado, Danilo Cabral, batizado de Coronel Danulo pelo deputado Guilherme Uchoa, ainda vai crescer nas pesquisas.
Minha amiga Branca Góes, cerimonialista top e parceira deste blog desde a sua fundação, não poderia estar de fora das comemorações dos 20 anos, emprestando seu talento, experiência e competência.
Ao lado da minha Nayla, Branca dá o tom e o ritmo do primeiro evento em comemoração às duas décadas de fundação do blog: o jantar de adesão, marcado para o próximo dia 18, a partir das 19 horas, no restaurante Sal e Brasa Jardins, na Rui Barbosa. O segundo será em Arcoverde e o terceiro em Brasília.
O jantar de adesão, start das comemorações, será uma noite inesquecível! Já estão confirmados os cantores Alcymar Monteiro, Maciel Melo, Petrúcio Amorim, Almir Rouche, Josildo Sá, André Rio, Fabiana Pimentinha, Cristina Amaral, Irah Caldeira e Walquiria Mendes.
Branca também está coordenando a entrega das 300 pulseiras de acesso ao evento. Para receber sua pulseira comprada antecipadamente, favor deixar mensagem no telefone 81 99973 6095.
O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou que o partido precisa ter humildade para se aproximar da juventude evangélica e dos motoristas de aplicativo para entender porque esses segmentos da sociedade têm resistência à legenda. No discurso de encerramento do 8º Congresso Nacional do PT, o dirigente afirmou que integrantes da sigla não podem ficar “irritados” quando perderem votos na periferia, mas precisam entender onde estão errando.
O mea-culpa foi feito em meio a aprovação do manifesto do partido que faz acenos ao centro e cita a necessidade de uma “concertação social” para reeleger o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As informações são do jornal O Globo.
Leia mais“Não podemos ser reativos quando juventude evangélica diz que não quer conversar conosco, temos que ter humildade e perguntar por que a juventude evangélica não quer conversar conosco. O PT não pode ficar irritado com as periferias quando perdemos votos. Quando a nova classe trabalhadora, os motoristas de aplicativo, se revoltam conosco, evidente que gera indignação, mas temos que ter humildade e perguntar onde estamos errando, se queremos representá-los”, disse Edinho.
Edinho Silva citou a necessidade de o partido ouvir a sociedade, especialmente com aqueles que “não conversam” com o PT. O presidente da legenda afirmou ser preciso a legenda voltar a ter presença de base e organização popular:
“É inegável que a conjuntura está difícil. Mas como a conjuntura está difícil se temos governo mais exitoso da história, com maior volume de obras? Como que esse governo tão exitoso não é reconhecido pelo povo brasileiro? Talvez as respostas sejam diversas, mas a ação é uma só e é conversarmos com o povo brasileiro, não há outra saída.”
Diante do escândalo do banco Master, que tem alimentado sentimento antissistema no país devido as denúncias de corrupção, e respingado negativamente na popularidade do presidente Lula, Edinho fez uma crítica à postura “recuada” do PT e afirmou que a resposta rejeição ao establishment está na esquerda:
“Como pode a gente estar vivendo ambiente de antissistema e o PT ficar recuado politicamente? O PT ficar acuado e não ir para a sociedade dizer que se tem antissistema a resposta do antissistema está na esquerda, não está na direita e não está no fascismo. A resposta ao antissistema está conosco e o manifesto diz isso”, disse o dirigente.
Edinho citou ainda que a o PT precisa influenciar a sociedade a votar em um projeto, não em um indivíduo e criticou o modelo político de emendas parlamentares impositivas, que reduz a autonomia do orçamento do governo federal:
“Queremos que a sociedade vote em projeto, não em indivíduo e não em influencer, que vive de lacração e que se você for debater não tem proposta para educação e para saúde”, afirmou. “Não queremos esse modelo político que está aí, não podemos ser a favor da emendas impositivas que usurpam o direito do presidencialismo”, concluiu.
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O PT aprovou hoje (26) um manifesto que propõe reformas política, eleitoral e no Judiciário. Deixou de fora sugestões de mudanças no sistema financeiro, após o escândalo do banco Master.
Versão aprovada do documento retirou proposta de “reforma do sistema financeiro”. O texto que vinha sendo discutido nos últimos dias defendia a ideia, em meio ao escândalo do extinto Banco Master. O manifesto “Construindo o Futuro” foi aprovado no encerramento do 8º Congresso do PT, que discute neste fim de semana, em Brasília, estratégias para as eleições deste ano. As informações são do UOL.
Leia maisNo documento original, o PT defendia seis reformas, incluindo a do sistema financeiro. Na versão final ficaram sete, mas sem a do sistema financeiro: 1) reforma política e eleitoral; 2) reforma tributária; 3) reforma tecnológica; 4) reforma do Poder Judiciário, 5) reforma administrativa, 6) reforma agrária e 7) reforma da comunicação — as duas últimas foram incluídas de última hora.
O texto é aceno ao campo político do centro para eleição, disse o ministro das Relações Institucionais. “O manifesto, na minha opinião, a centralidade dele é falar para o país e chamar o centro para compor com o Lula”, afirmou José Guimarães (PT) a jornalistas.
A reforma do Judiciário visa “mecanismos de autocorreção”. Segundo o texto, a medida é necessária também para “democratização” e “fortalecimento do Estado democrático de Direito”. A proposta vem em meio à crise de imagem que atinge o STF (Supremo Tribunal Federal), detonada pela proximidade de ministros como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes com Daniel Vorcaro, dono do Master.
O partido propõe mudanças no modelo de distribuição de emendas parlamentares. A medida integra a proposta de reforma política e eleitoral da sigla para “democratizar o poder e restituir a soberania popular”. A sigla não detalha, no entanto, como seriam estas reformas.
Manifesto reforça prioridade da pauta do fim da escala 6×1, que está em tramitação na Câmara dos Deputados, como um dos elementos do “núcleo” de um projeto de país soberano, defendido pelo partido. A aprovação do fim da atual jornada de trabalho está entre as prioridades de Lula para a eleição deste ano.
Manifesto também traz proposta de renovação no partido. O texto defende limite no número de mandatos (no máximo dois no mesmo cargo e três no total de participação na mesma instância) e estabelece “no mínimo 50% de mulheres nos espaços de deliberação”, para garantir “permanente transição geracional”.
Ainda, texto fala em necessidade de construção de um “bloco democrático popular”. Objetivo seria reunir trabalhadores, movimentos sociais e empresariado para dar continuidade às propostas reformas e políticas iniciadas na gestão Lula, como a reforma tributária. Documento também defende a reforma administrativa e uma “reforma tecnológica”.
Sem a presença de Lula, evento de hoje reproduziu fala dele da semana passada. Durante o evento, foi exibido em telão o discurso do presidente em encontro de lideranças progressistas, em Barcelona.
Presidente não participou por motivos de saúde. Ele realizou um procedimento cirúrgico recente na cabeça para retirar uma lesão provocada por câncer de pele e, apesar de estar bem, ainda não havia voltado para Brasília por recomendações médicas.
Táticas do PT serão encaminhadas para campanha de Lula. Expectativa é de que presidente analise o material em conjunto com outros partidos com os quais deve compor chapa para a eleição deste ano para elaboração do plano de campanha.
Terras raras e reeleição de Lula
Documento trata reeleição de Lula como “decisiva para o futuro do Brasil” e da democracia no mundo. “Seu papel [do Brasil] é decisivo no desenvolvimento global, o que exige a reafirmação da soberania e da democracia”, diz trecho do manifesto.
Nesse contexto, PT defende que minerais raros sejam explorados dentro do Brasil. “É imperativo que o Brasil assuma o protagonismo sobre suas reservas de terras raras. O Brasil detém uma das maiores reservas do planeta e não pode aceitar o papel de mero exportador de minério bruto”, destaca o texto. Além disso, o manifesto propõe regulamentação das redes sociais.
Texto exalta números da gestão Lula. O documento menciona dados como a saída do Brasil do Mapa da Fome, a valorização do salário mínimo, investimentos em programas como o Minha Casa, Minha Vida e o Bolsa Família, além do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto).
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Pré-candidato ao governo de São Paulo, o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad citou neste domingo (26) três ex-colegas de Esplanada como possíveis vices em sua chapa: Marina Silva (Rede), Simone Tebet (PSB) e Márcio França (PSB). Haddad disse que tem conversado com os três e que não há “problema de calendário” para a escolha.
“Temos quatro ex-ministros do presidente Lula disponíveis para compor a chapa majoritária e isso não é um problema. Estamos com bons nomes, mas vou fazer isso (escolher o vice) depois de conversar com todos eles”, afirmou o petista. “Acabei de conversar com a Marina e combinei de me encontrar com ela essa semana. As coisas vão caminhar naturalmente e não temos nenhum problema de calendário, temos tempo e vamos usar o tempo da melhor maneira possível”, disse Haddad no final do 8º Congresso Nacional do PT em Brasília. As informações são do jornal O Globo.
Leia maisO quebra-cabeça de São Paulo também envolve a composição para as chapas ao Senado, onde PT espera eleger pelo menos um nome. Além dos ex-ministros, seguem no páreo o ex-prefeito de Araraquara Marcelo Barbieri (PDT) e a ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira Teresa Vendramini.
Haddad esteve em Brasília para participar no último dia do encontro nacional do PT e discursou a pedido de Lula, que não foi ao evento. O ex-ministro disse a militância que é preciso “trabalhar dia e noite, de segunda a segunda, até outubro, pela reeleição do presidente” e criticou Flavio Bolsonaro (PL), principal adversário de Lula:
“Não temos direito de descansar até vemos essa realidade confirmada nas urnas”, afirmou. “Não podemos de maneira nenhuma considerar a hipótese de um retrocesso em outubro, a reeleição de Lula é um imperativo do nosso futuro. Lula vai concorrer com o Bolsonarinho, com filho do Jair Bolsonaro, família que só entregou caos para esse país. Eles se vendem como antissistema e há 30 anos fazem a pior política desse país, das rachadinhas ao genocídio da pandemia, estão sempre do lado da destruição. E nós somos antídoto a isso, somos a resposta a isso”, afirmou.
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Fundador e ex-presidente da Associação Comercial e Industrial de Toritama (ACIT), Edilson Tavares recebeu homenagem da entidade ontem (25), no encerramento do Festival do Jeans de Toritama. Ex-prefeito por dois mandatos e pré-candidato a deputado federal, ele foi reconhecido pela atuação no comércio local e no Polo de Confecções.
Segundo a entidade, a homenagem destaca o papel de Edilson na organização do setor empresarial no município, que se consolidou como um dos principais polos de produção de jeans do país. Ao entregar a homenagem, o presidente da ACIT, Luan Leitão, afirmou que Edilson foi o primeiro dirigente da entidade e participou da criação do festival. “Edilson é uma inspiração para todos nós”, disse.
Edilson agradeceu o reconhecimento e afirmou que a trajetória foi construída ao longo do tempo. “Dar o primeiro passo é essencial, mas não basta. É preciso ter coragem para continuar e compromisso para construir algo que permaneça”, disse. Ele acrescentou que a homenagem tem significado especial por acontecer no Festival de Jeans. “É a certeza de que nossa história, construída com trabalho e dedicação, continua inspirando o desenvolvimento da nossa terra e do Polo das Confecções”, afirmou.
O empresário do cantor Anderson Neiff, Thiago Gravações, informou nas redes sociais que a cirurgia do artista foi bem-sucedida. O artista passou por uma procedimento cirúrgico após ser baleado na madrugada deste domingo (26). “A cirurgia foi um sucesso, graças a Deus. Sucesso total, ocorreu tudo certinho”, disse em vídeo publicado nos stories do Instagram.
O artista pernambucano voltava de um show e já estava próximo ao hotel onde estava hospedado quando criminosos em motos atiraram contra o veículo, em São Paulo. O cantor foi atingido no ombro e socorrido para o Hospital Sírio-Libanês. As informações são da Folha de Pernambuco.
Leia maisUm vídeo que circula nas redes sociais e foi compartilhado com a reportagem mostra o estado da van do cantor pernambucano Anderson Neiff. Nas imagens, é possível ver dois buracos deixados no vidro traseiro do veículo após os tiros. Veja abaixo:
Polícia investiga o caso
Em nota à Folha de Pernambuco, a Polícia Civil de São Paulo informou que já investiga a tentativa de homicídio contra o cantor. De acordo com a corporação, o crime aconteceu na Av. Nove de Julho, zona oeste da capital.
“No local, os PMs apuraram que a vítima estava em uma van com demais integrantes de um grupo musical, quando suspeitos em motos se aproximaram e atiraram. Eles fugiram na sequência”, afirmou a polícia. A corporação confirmou ainda que Neiff foi atingido no ombro e socorrido para o Hospital Sírio Libanês. “A perícia foi acionada e o caso foi registrado no 14° DP (Pinheiros)”, completou.
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A pré-candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) negou, em comunicado enviado ao blog, a informação de que teria definido Arlen Pereira como seu suplente. Segundo ela, a notícia não procede e foi recebida com estranheza. Marília garantiu que a definição sobre suplências deve ser discutida adiante, priorizando, por ora, a construção de propostas.
Por Marlos Porto*
O presidente Lula, num evento da Embrapa em Planaltina (DF), na última quarta-feira (23), cometeu um deslize grave. Disse, com toda a pompa de quem acredita estar iluminando o mundo, que enquanto outros querem “fazer guerra”, ele quer “ensinar o povo africano a fazer paz”. Ensinar paz? Quem ele pensa que é?
A frase é reveladora. Não fala em “levar uma mensagem”, em “dialogar”, em “aprender com a sabedoria ancestral”. Não. É ensinar — verbo que carrega assimetria e hierarquia. Pressupõe que o mestre tem o que ensinar. Mas o mestre, neste caso, é um Brasil que mal consegue resolver o drama de suas próprias favelas, em grande parte dominadas por traficantes e milícias, e que, ironicamente, não tem grandes lições de paz para oferecer.
Leia maisOlhemos para nossa própria história. Tivemos a Guerra do Paraguai (1864-1870) — conflito brutal que terminou com o massacre de uma nação inteira, sem qualquer negociação de paz. Tivemos Canudos (1896-1897), nossa guerra civil mais grave, imortalizada por Euclides da Cunha, que também foi encerrada pela força das armas, com o arrasamento total do arraial. Não houve acordos, não houve mediação. Houve extermínio. Portanto, o Brasil não está em posição de dar aula de pacificação.
Isso não significa que o Brasil não tenha exemplos positivos, mas Lula, infelizmente, não está aprendendo com eles. Tivemos a grandeza de homens como o Barão do Rio Branco, que resolveu questões de fronteiras com nossos vizinhos de forma pacífica, pela via diplomática. Tivemos, no processo de redemocratização (1979-1985), figuras como Petrônio Portela, Tancredo Neves, Teotônio Vilela, Fernando Lyra e Marco Maciel, e é preciso reconhecer que até mesmo os generais Geisel e Figueiredo, por mais que se desgoste do regime militar que representavam, tiveram a grandeza — ou a inteligência — de buscar a abertura política, de não acirrar os ânimos, de costurar uma transição negociada que evitou um banho de sangue. Isso foi paz construída.
Lula, hoje, faz o oposto. Ridiculariza, estigmatiza, fecha portas para qualquer processo que possa culminar em pacificação genuína, inclusive por meio de anistia ou reconciliação nacional. Ele não olha no espelho. Não aprende com as próprias lições do passado brasileiro.
E, em vez disso, resolveu escolher a África como alvo de sua arrogância professoral. A África, ao contrário do que parece imaginar, sabe fazer paz. Sozinha, sem mediação europeia, sem ONU. Fez e faz. E os três exemplos abaixo são apenas a ponta do iceberg — casos que desmascaram essa retórica subalterna.
O fim do apartheid na África do Sul (década de 1990) não veio de uma invasão estrangeira nem de um acordo imposto por potências brancas. Veio de negociações lideradas por Nelson Mandela e Frederik de Klerk — ambos africanos —, que desmantelaram o regime racista por dentro. A Comissão da Verdade e Reconciliação, inspirada para o mundo inteiro, foi uma invenção sul-africana. Quem ensinou quem?
No Quênia, em 2008, após a explosão de violência pós-eleição que matou mais de mil pessoas, o continente não chamou Hillary Clinton nem o Conselho de Segurança. Chamou um painel de personalidades africanas liderado por Kofi Annan (ganês). Em semanas, um acordo de coalizão foi costurado. Sem tanques, sem tutela. Somente política africana.
Na Etiópia, a guerra no Tigray (2020-2022) matou centenas de milhares. A solução não veio de Genebra ou Washington. Veio da União Africana, com mediação da África do Sul. O Acordo de Pretória, assinado em 2022, foi inteiramente negociado e garantido por africanos. O cessar-fogo se mantém. Ninguém precisou de “aula brasileira”.
A África não é uma tela em branco para o Brasil. É um continente com instituições, pacificadores e sabedoria própria. Quando Lula diz “ensinar”, ele coloca o Brasil numa posição de superioridade que não tem — e que contrasta com sua própria incapacidade de aprender com os exemplos pacificadores da história brasileira, de Rio Branco à abertura política. Antes de tentar ensinar alguém, que cuide das lições não aprendidas em casa.
Observação: elaborado com auxílio do Deepseek IA.
*Analista político
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Preso após o tiroteio nas proximidades do jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, Cole Tomas Allen, de 31 anos, é professor particular e desenvolvedor de jogos da Califórnia. Ele foi detido ontem (25), após o episódio que levou o presidente Donald Trump a ser retirado do evento por agentes de segurança.
Registros públicos e perfis profissionais indicam que Allen tem formação em tecnologia. Ele concluiu mestrado em ciência da computação pela California State University, Dominguez Hills e se formou em engenharia mecânica pelo California Institute of Technology, em 2017. As informações são do portal g1.
Leia maisUm professor da universidade onde ele estudou descreveu o ex-aluno como dedicado e participativo. Em relato à Associated Press, afirmou que Allen costumava se sentar nas primeiras fileiras, acompanhava as aulas com atenção e enviava dúvidas com frequência. “Ele era um aluno excelente”, escreveu. O docente também disse ter ficado surpreso com a notícia.
‘Professor do mês’
Segundo currículo, Allen trabalhava havia cerca de seis anos na C2 Education, empresa de preparação acadêmica para estudantes que pretendem ingressar no ensino superior. Em 2024, foi citado como “professor do mês” em uma publicação da companhia.
Além da atuação como tutor, mantinha projetos próprios na área de tecnologia. Ele desenvolveu um protótipo de freio de emergência para cadeiras de rodas durante a faculdade, apresentado em reportagem de TV local.
Também criou jogos digitais, incluindo um título baseado em conceitos de química molecular publicado na plataforma Steam, e mencionava estar trabalhando em um novo jogo ambientado no espaço.
Trump escapou ileso
O tiroteio ocorreu na noite de ontem (25), nas proximidades do jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, realizado em Washington. O evento reuniu autoridades, jornalistas e o presidente Donald Trump.
Segundo autoridades, o homem abriu fogo perto do local, atingindo agentes de segurança. Trump e a primeira-dama, Melania Trump, foram retirados às pressas por agentes do Serviço Secreto.
O suspeito foi detido no local. Ele estava armado com uma espingarda, uma pistola e facas, de acordo com informações divulgadas por autoridades.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se solidarizou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelo tiroteio durante um jantar de gala promovido ontem (25) pela Associação de Correspondentes da Casa Branca em Washington, na presença do próprio Trump e de sua esposa, Melania.
Lula disse, em publicação no X na manhã deste domingo (26), que “o Brasil repudia veementemente o ataque” e que “a violência política é uma afronta aos valores democráticos”. As informações são do Estadão.
Leia maisMinha solidariedade ao presidente Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e a todos os presentes no jantar com correspondentes em Washington. O Brasil repudia veementemente o ataque de ontem à noite. A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos…
— Lula (@LulaOficial) April 26, 2026
“Minha solidariedade ao presidente Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e a todos os presentes no jantar com correspondentes em Washington. O Brasil repudia veementemente o ataque de ontem à noite. A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger”, afirmou o presidente.
O jantar se transformou em pânico quando um homem portando várias armas passou a correr por um posto de controle de segurança no hotel Washington Hilton e trocou tiros com agentes da polícia antes de ser detido.
Trump disse ter ouvido um barulho alto vindo da parte de trás do salão de baile antes de um agente do Serviço Secreto gritar “tiros disparados”. Agentes correram até o presidente e escoltaram ele e a primeira-dama para fora do local.
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O cantor pernambucano Anderson Neiff foi baleado em São Paulo na madrugada deste domingo (26). Em publicação nas redes sociais, o empresário do artista, Thiago Gravações, informou que Neiff passará por cirurgia nesta manhã e pediu solidariedade e ajuda dos fãs. As informações são da Folha de Pernambuco.
“Precisamos de todas as orações para o Mago. Ele está nesse momento em cirurgia”, afirmou o empresário na publicação, que contém ainda uma foto do cantor no hospital.
A reportagem entrou em contato com a Polícia Civil de São Paulo em busca de mais informações sobre o caso. Ainda não houve retorno, mas o canal segue aberto.
O escritor Milton Hatoum tomou posse na Academia Brasileira de Letras (ABL) na última sexta-feira (24), em cerimônia na sede da instituição, no Petit Trianon, no Centro do Rio. Ele passa a ocupar a cadeira 6, na sucessão do jornalista Cícero Sandroni, que morreu em junho do ano passado. Eleito em agosto do ano passado, Hatoum é o primeiro autor nascido no Amazonas a integrar a ABL. As informações são do g1.
A escritora Ana Maria Machado deu boas-vindas ao escritor: “Milton Hatoum realmente tem uma relação muito pessoal com o tempo. Flerta com eternidades, invoca perenidades, submerge em águas de permanência. Por isso, às vezes chega a causar estranheza numa época como a nossa, que se caracteriza por uma certa preferência por fenômenos passageiros”, disse Machado. “Milton Hatoum destoa disso e é assim há muito tempo. Desde bem antes deste momento agora, o instante em que tenho a alegria de saudá-lo com admiração e carinho, quando chega oficialmente à imortalidade literária ao se tornar membro da Academia Brasileira de Letras”, completou.
Leia maisEm seu discurso, Hatoum lembrou a obra do jornalista Cícero Sandroni e de antigos ocupantes da cadeira que passa a ocupar como Barbosa Lima Sobrinho e Raymundo Faoro, por exemplo. O autor também falou de Vidas Secas, obra de Graciliano Ramos, escritor que não entrou para a ABL.
Três prêmios Jabuti
Com uma carreira consolidada, Hatoum é autor de romances, contos e crônicas que ganharam reconhecimento no Brasil e no exterior. Entre suas obras mais conhecidas estão “Relato de um certo Oriente”, “Dois irmãos” e “Cinzas do Norte”, livros premiados com o Jabuti — um dos principais prêmios da literatura brasileira (relembre aqui as obras).
Seus títulos foram traduzidos para diversos idiomas e publicados em países da Europa, América e Ásia. “Dois irmãos”, por exemplo, teve adaptação para a televisão em minissérie exibida pela TV Globo.
Ao longo da carreira, o escritor também atuou como professor universitário e colunista em veículos de imprensa, além de participar de programas acadêmicos e residências literárias em instituições internacionais.
Nascido em Manaus, em 1952, Hatoum viveu em diferentes cidades do Brasil e do exterior. Formou-se em arquitetura pela Universidade de São Paulo (USP) e cursou pós-graduação em literatura em Paris. Também lecionou na Universidade Federal do Amazonas e foi professor visitante em universidades como Berkeley e Sorbonne.
Além da produção ficcional, o autor publicou ensaios, traduções e artigos sobre literatura brasileira e latino-americana. Sua obra ultrapassa meio milhão de exemplares vendidos e reúne uma ampla recepção crítica dentro e fora do país.
Com a posse, Hatoum passa a integrar o grupo de 40 “imortais” da Academia, instituição criada no fim do século 19 e considerada uma das principais referências culturais do Brasil.
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