Minha corridinha diária de 8 km, hoje, há pouco, foi em chão de areia respirando o ar puro do Vale do Catimbau, onde passo o fim de semana na maravilhosa pousada Vila Mara, da empresária Marília Santos.
Minha corridinha diária de 8 km, hoje, há pouco, foi em chão de areia respirando o ar puro do Vale do Catimbau, onde passo o fim de semana na maravilhosa pousada Vila Mara, da empresária Marília Santos.
O deputado federal e pré-candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP/UP) discutiu, ontem, a ampliação da linha de crédito criada pela Medida Provisória nº 1.359/2026. A pauta foi debatida em reunião com representantes da Confederação Nacional dos Taxistas e lideranças sindicais da categoria, entre elas o presidente do SindTaxi Pernambuco, Flávio Fortunato.
A MP autoriza até R$ 30 bilhões em financiamentos para aquisição de veículos novos por taxistas, motoristas de aplicativo e cooperativas. Durante o encontro, representantes da categoria defenderam que os motoristas auxiliares também tenham acesso ao benefício.
“Os motoristas auxiliares exercem a mesma atividade profissional e precisam ter acesso às mesmas oportunidades de financiamento para renovação da frota”, afirmou Eduardo da Fonte, que já solicitou participação na Comissão Especial que analisará a medida no Congresso Nacional.
O senador Humberto Costa (PT) passou por um procedimento cardiovascular para colocar um “stent”. Esse tipo de equipamento coronário é utilizado em praticamente todos os procedimentos de angioplastia, funcionando como um pequeno espiral metálico expansível. Ele é inserido na área recém-aberta da artéria para ajudar a evitar que ela se estreite ou se feche novamente. O procedimento aconteceu ontem (26) e ele já está em casa. As informações são do Blog Cenário.
Depois do lançamento nacional em São Paulo, Recife será palco, hoje, da noite oficial de autógrafos do livro “Líderes do Agora”, obra que reúne especialistas de diferentes áreas para discutir liderança, propósito e transformação humana no cenário contemporâneo. O evento contará com a presença da coautora Rejane Maciel, ex-primeira-dama de Arcoverde.
O evento acontecerá às 19h, na Livraria Leitura, no Shopping RioMar Recife, marcando a chegada da obra à capital pernambucana após o lançamento nacional. Entre os 21 coautores do livro está a arcoverdense Rejane Maciel, professora, administradora de empresas e CEO do Grupo LW. Especialista em Psicologia Positiva e Neurociência, Rejane vem se destacando por sua atuação em gestão humanizada, desenvolvimento humano e liderança consciente.
“Será um momento especial de encontros, troca de experiências e muito aprendizado”, destacou Rejane ao convidar o público para a noite de autógrafos. Além do lançamento da obra no Recife, o evento promete reunir profissionais, empresários, estudantes e lideranças interessados em temas ligados à inovação, propósito e desenvolvimento humano. As informações são do portal A Folha das Cidades.
Blog do Luís Machado
Araripina viveu dias de emoção, reconhecimento e orgulho com a visita do consagrado ator global Jackson Antunes. Conhecido nacionalmente por suas marcantes atuações em novelas e filmes, Jackson esteve na cidade para conhecer de perto a trajetória de vida de Antônio Souza, empresário sertanejo que terá sua história retratada em uma grande produção cinematográfica.
A visita não foi apenas institucional. Foi um verdadeiro mergulho nas raízes de um homem que nasceu em meio às dificuldades extremas da pobreza, enfrentou limitações físicas ainda na infância e venceu obstáculos que pareciam impossíveis.
Leia maisSegundo relatos, Antônio Souza quase perdeu os movimentos das pernas após um grave acidente quando ainda era criança. Em um cenário de poucas oportunidades, dores e limitações, muitos imaginavam que aquele menino sertanejo jamais conseguiria construir um futuro promissor. Mas foi justamente no chão seco do Sertão, entre lágrimas, fé e perseverança, que nasceu uma das histórias de superação mais inspiradoras da região.
Com coragem inabalável, Antônio transformou sofrimento em força, limitações em motivação e dificuldades em combustível para vencer. Hoje, tornou-se um empresário inovador, respeitado e admirado não apenas pelo sucesso profissional, mas principalmente pelo coração generoso e pela simplicidade que mantém mesmo após tantas conquistas.
Acompanhado de Antônio Souza e amigos, como o comunicador Eraldo Nascimento, Jackson Antunes percorreu locais marcantes da história do empresário, conheceu a serra onde ele cresceu e onde atualmente mantém residência, além de visitar a tradicional feira de Araripina. Por onde passou, o ator foi reconhecido e recebeu o carinho caloroso do povo araripinense, que demonstraram entusiasmo com a presença do simpático ator.
Em diversos momentos da visita, ficou evidente a emoção de Jackson ao ouvir relatos da infância difícil de Antônio e perceber a dimensão humana de sua trajetória. A produção do longa ainda está em fase inicial, mas já desperta grande expectativa e promete levar para o Brasil inteiro uma história real de fé, persistência e vitória.
Mais do que um filme, a obra promete ser uma homenagem ao povo sertanejo, homens e mulheres que enfrentam diariamente a seca, as dificuldades e as limitações da vida sem perder a esperança.
A história de Antônio Souza prova que grandes vencedores não nascem em palácios. Muitas vezes surgem da poeira do sertão, carregando cicatrizes, sonhos e uma fé capaz de mover montanhas.
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Por Mônica Moraes
Quando o Governo Federal anunciou o lançamento do Tela Brasil no início do ano, a notícia percorreu os corredores da cultura com o vigor de quem anuncia algo há muito esperado. A plataforma pública e gratuita – desenvolvida pela Secretaria do Audiovisual em parceria com a UFAL – tem lançamento oficial marcado para o dia 30 de maio e reúne mais de 500 títulos do cinema nacional: curtas, longas, documentários, séries e animações, acessíveis a qualquer cidadão com login gov.br, sem custo algum.
Para o audiovisual brasileiro, o significado é estrutural. O país sempre produziu mais do que conseguiu distribuir. Filmes premiados em Berlim, Cannes e Sundance cruzam o Atlântico, mas raramente cruzam os limites das capitais. O Tela Brasil rompe esse ciclo: ao colocar o cinema brasileiro na tela de quem nunca pisou em uma sala de cinema, ele não apenas democratiza o acesso – afirma que cultura não é privilégio.
Leia maisMas é na educação que a plataforma pode revelar seu potencial mais transformador. Cinema é linguagem antes de ser entretenimento, e aprender a lê-lo criticamente é tão fundamental quanto aprender a ler um texto. O acervo oferece às escolas possibilidades pedagógicas concretas e imediatas. Um professor de história pode usar um documentário sobre o Movimento Mangue Beat para discutir identidade e resistência cultural. Uma aula de língua portuguesa pode partir de um curta nordestino para explorar oralidade e diversidade linguística. Projetos interdisciplinares podem recorrer a animações nacionais para trabalhar memória e cidadania com crianças do ensino fundamental. O player ainda inclui legendas descritivas e audiodescrição — o que transforma a plataforma em ferramenta de educação inclusiva de forma consistente, algo que plataformas privadas ainda fazem pela metade.
Para que esse potencial se realize, porém, é preciso que educadores sejam formados para mediar essa experiência. Ver um filme na escola não é o mesmo que usá-lo pedagogicamente. É nesse ponto que a formação docente em cinema e audiovisual torna-se não apenas relevante — torna-se urgente.
O Tela Brasil chegou. A pergunta agora não é se o cinema vai entrar na escola. É se a escola está preparada para recebê-lo.
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O deputado federal Luciano Bivar (MDB) publicou, em suas redes sociais, hoje, um vídeo com a análise de que não seria bom para o Brasil eleger alguém que, em suas palavras, extorquiu banqueiro.
“A escolha de representantes e as alianças partidárias não podem ignorar os alicerces jurídicos do país. A administração pública deve ser obrigatoriamente pautada pelo princípio da Moralidade. Não se pode normalizar a defesa do indefensável. A verdadeira mudança exige o cumprimento rigoroso da lei e o distanciamento de quem faz da máquina pública um meio para fins nefastos”, disse o parlamentar em sua publicação. Confira!
A Comissão Especial da Câmara dos Deputados sobre o fim da escala 6×1 retomou os trabalhos, hoje. A previsão é de que o parecer apresentado pelo deputado Leo Prates (Republicanos – BA) será votado ainda hoje pelo colegiado.
A votação do relatório acontece hoje, após pedido de vista. A solicitação de mais tempo para análise do relatório foi apresentada pelo deputado Maurício Marcon (PL-RS) na última segunda-feira (25). O pedido adiou a votação do parecer em duas sessões.
Leia maisApós análise do colegiado, texto seguirá para o plenário. Membros da articulação política desejam votar a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) ainda hoje, após a conclusão da comissão especial. A medida aceleraria a tramitação do projeto.
Com o aval dos deputados, o texto seguirá para a análise dos senadores. Na Casa, existe a possibilidade de uma manobra da oposição com a PEC da Hora Trabalhada, que prevê o pagamento por hora trabalhada e a negociação individual entre empregador e empregado.
Ontem, os representantes do setor produtivo se reuniram com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para pedir o adiamento da proposta. Eles argumentam que a redução das jornadas trará um prejuízo que será repassado ao preço dos produtos e serviços.
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Por Inácio Feitosa*
Durante muitos anos, acreditamos que os grandes desafios brasileiros seriam resolvidos por leis, decretos e decisões administrativas. Mas alguns dos problemas mais profundos do país chegam em silêncio: entram cedo na escola pública, ocupam uma cadeira na sala de aula e esperam, muitas vezes sem sucesso, serem percebidos.
Foi dessa inquietação que nasceu Crianças Invisíveis – quando a inclusão bate à porta da prefeitura, obra que lançarei no próximo dia 02.06, às 18h, na sede da OAB Pernambuco, na Rua do Imperador Pedro II, Recife.
Leia maisAo longo da construção do livro, uma conclusão tornou-se inevitável: talvez o maior debate brasileiro sobre inclusão não seja apenas pedagógico ou jurídico. Talvez seja, sobretudo, uma discussão sobre municipalismo.
O Brasil ampliou direitos e produziu leis importantes, mas existe uma distância entre aquilo que se escreve e aquilo que acontece diariamente dentro de uma escola municipal. É no município que a política encontra a realidade. É ali que famílias procuram respostas, professores enfrentam desafios crescentes e gestores precisam transformar direitos em resultados concretos.
Os números ajudam a revelar a dimensão do tema. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no Censo de 2022, identificou aproximadamente 2,4 milhões de brasileiros diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde) aponta prevalência de 7,6% de TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade), o que projeta aproximadamente 15,4 milhões de pessoas convivendo com o transtorno. Somados, esses dados indicam aproximadamente 17,8 milhões de brasileiros convivendo com TEA ou TDAH.
Mas esses números não chegam primeiro aos ministérios. Eles chegam à escola municipal. Chegam à professora, à família, ao diretor e ao gestor local.
Ao pesquisar o tema, compreendi algo simples: incluir é, essencialmente, fortalecer o município.
Inclusão exige estrutura, planejamento, formação continuada, equipes multiprofissionais e integração entre Educação, Saúde e Assistência Social. Nenhuma escola consegue responder sozinha às múltiplas dimensões da vida de uma criança.
O livro defende uma ideia central: a inclusão começa na escola municipal, mas não pode terminar nela. Municípios não podem carregar essa responsabilidade sozinhos. O futuro da inclusão educacional brasileira será decidido nos territórios, porque é ali que a política encontra a vida real.
Na mesma ocasião, também será lançada a obra O Poder das Mulheres Empreendedoras, dedicada ao protagonismo feminino e à transformação social.
*Advogado, escritor e fundador do Instituto IGEDUC
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EXCLUSIVO
O Tribunal de Contas do Estado concluiu o julgamento de auditoria em dispensas emergenciais realizadas pela Secretaria Estadual de Educação da governadora Raquel Lyra (PSD) e multou o secretário da pasta, Gilson Monteiro. As acusações contra a gestão de Raquel Lyra são graves, segundo o processo obtido com exclusividade pelo Blog. O TCE apontou a existência de “emergência fabricada” na Secretaria. O relator do processo foi o conselheiro Rodrigo Novaes.
Segundo o julgamento, ocorrido em 19 de maio, ocorreram “graves fragilidades no planejamento das contratações, que culminaram na utilização indevida de dispensas de licitação por emergência, caracterizando a chamada emergência fabricada, em afronta aos Princípios do Planejamento e da Eficiência”.
Leia maisSegundo os auditores do órgão, na gestão de Raquel, as irregularidades na Secretaria atingiram também a merenda escolar. O TCE apontou “fragilidades sistêmicas na governança do Programa de Alimentação Escolar, evidenciadas pela decisão de alterar o modelo de gestão sem a elaboração de Estudos Técnicos Preliminares e pela paralisação do certame ordinário, criando um vácuo administrativo”.
Outra irregularidade foi contratações sem a ocorrência de processo licitatório, segundo o TCE, que apontou “uso indevido de Termos de Ajuste de Contas (TACs) para custear a prestação de serviços contínuos sem a devida cobertura contratual, em flagrante desrespeito ao art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal e à obrigatoriedade de licitação”. Também na contratação de terceirizados há irregularidades, segundo o TCE, que destacou a “ausência de documentação formal para a desmobilização das empresas terceirizadas, com o encerramento de contratos sem os devidos termos de rescisão ou distrato e sem inventário de bens”.
Gilson Monteiro, considerado um polêmico secretário de Raquel, foi multado pelo TCE e teve as contas pela auditoria julgadas irregulares. O relator do processo, conselheiro Rodrigo Novaes, determinou o envio de peças do processo ao Ministério Público do Estado (MPPE) para abertura de uma investigação criminal sobre os fatos apurados. Também vai ser aberta uma nova auditoria especial para aprofundar as investigações sobre a merenda escolar. “Instaurar AE para verificar se nas unidades que já tinham condição de operar a alimentação escolarizada houve uma preterição em favor da execução sem cobertura contratual com pagamento via TAC”, determinou o relator. O Governo do Estado ainda pode recorrer da decisão, no próprio TCE.
É antigo o histórico de problemas do secretário Gilson Monteiro. Em sessão pública na Assembleia, realizada em abril de 2025, o secretário criticou abertamente os conselheiros do TCE e justificou que programas da sua pasta estariam parados supostamente por culpa de cautelares do TCE. O órgão de controle respondeu ao secretário em nota oficial, na época. Gilson Monteiro assumiu a Secretaria em clima de mistério, após o paulista Alexandre Schneider deixar a pasta depois de apenas seis meses. Na ocasião, Alexandre Schneider disse em carta para a governadora que “há valores que são inegociáveis”.
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A demora do anúncio da chapa de Raquel tem lá suas razões: Eduardo da Fonte e Miguel Coelho, que disputam uma vaga ao Senado pela federação Progressista, continuam falando inglês e tendem a radicalizar a briga: soube, há pouco, aqui em Brasília, que Miguel não cede no seu projeto de tentar o Senado e já está disposto a concorrer numa candidatura avulsa.
Se isso ocorrer, posta também a candidatura de Eduardo da Fonte, quem vai sair no prejuízo será a governadora, que, oficialmente, não poderá ter o apoio da federação saindo Miguel e Eduardo com candidaturas avulsas. Miguel está em Brasília fazendo articulações desde o início da semana.
Tudo porque soube que Dudu da Fonte, como é mais conhecido o seu oponente, já está estruturando sua campanha para o Senado, inclusive com sondagens a marqueteiros para cuidar da propaganda eleitoral no rádio e na televisão. Miguel também está de olho na estruturação da sua campanha, certo de que terá o aval da direção nacional do seu partido, o União Brasil, que forma a federação com o PP, de Dudu.
Recife foi a cidade onde mais choveu nas últimas 24 horas em Pernambuco, de acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Clima. A Região Metropolitana e Zonas da Mata Sul e Norte são atingidas por precipitações moderadas desde a madrugada da terça-feira (26). As informações são do portal FolhaPE.
Até às 6h07 de hoje, a capital pernambucana recebeu um volume de 55,9 mm. O resultado disso foi mais um dia de transtornos para a população, com registros de alagamento em importantes vias da cidade, como a avenida Caxangá, nos bairros da Iputinga, Madalena e Várzea, além da avenida Mascarenhas de Morais e outras importantes vias.
Leia maisAlém do Recife, a lista de onde mais choveu segue com Abreu e Lima (50,2 mm), Olinda (44,0), Goiana (42,0 mm) e Condado (40,0 mm). Os dados estão disponíveis no Painel de Monitoramento da Apac.
Um alerta amarelo de chuvas moderadas chegou a ser emitido e ficou válido durante toda a terça-feira. Para esta quarta, no entanto, ainda não houve uma atualização. O último comunicado da Apac, publicado na terça, informa que a tendência é de diminuição do volume de chuvas.
Já hoje, a expectativa é de precipitação fraca a moderada (10 a 30 mm) na RMR e Zonas da Mata Norte e Sul. No Agreste e em Fernando de Noronha a chuva deve ser fraca (2 a 10 mm), e no Sertão não deve chover.
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O deputado federal Túlio Gadelha, que fez uma guinada ideológica, se transferindo do Rede para o PSD, e que sempre teve enorme dificuldade para consolidar um mandato, só alcançou maior projeção após o relacionamento com a apresentadora, então global, Fátima Bernardes.
Agora, protagoniza uma mudança política difícil de explicar para quem acompanhou sua trajetória. Durante anos, militou se apresentando como alguém ligado à esquerda, às pautas progressistas e à defesa dos mais vulneráveis. Já foi do PDT e da Rede e agora decide caminhar no PSD ao lado da governadora e, mais do que isso, ao lado de Gilberto Kassab, um dos símbolos maiores da centro-direita brasileira.
Leia maisIsso é exatamente o tipo de aliança que muitos dos seus antigos apoiadores sempre criticaram. Kassab já foi Lula, Bolsonaro e seu candidato é Ronaldo Caiado. Já Túlio já foi de esquerda e agora após a troca de RG e troca de partido, está debutando na direita, mas diz que ama Lula.
Pelo visto, virou adepto do vale tudo pelo poder. Na política, alianças acontecem. Mas também revelam escolhas, prioridades e até limites de convicções. E fica inevitável a pergunta: o que mudou? Os princípios ou apenas a conveniência?
No fim, caberá ao eleitor, especialmente ao eleitor de esquerda, decidir se vota na imagem construída ao longo dos anos ou na prática política que está sendo demonstrada agora. E também saber até que ponto Fátima Bernardes, agora fora da Globo, terá a influência que teve nas eleições anteriores dele.
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