Resultado de 0,65% das seções totalizadas até o momento. Bolsonaro com 48,17% e Lula com 41,1%.
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O STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu nesta quinta-feira (6) condenar administrativamente o ministro Marco Buzzi após acusações de assédio sexual feitas por duas mulheres. Foi aplicada a pena máxima para magistrados que é a perda do cargo.
Esta é a primeira vez que o plenário do STJ pune um de seus colegas com a perda do cargo. Apesar da decisão, a expulsão definitiva do ministro depende de confirmação pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Até que isso ocorra, Buzzi permanecerá afastado das funções, mas recebendo um salário proporcional ao tempo de serviço. As informações são da CNN.
Leia maisEsta é a primeira vez que o plenário do STJ pune um de seus colegas com a perda do cargo. Apesar da decisão, a expulsão definitiva do ministro depende de confirmação pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Até que isso ocorra, Buzzi permanecerá afastado das funções, mas recebendo um salário proporcional ao tempo de serviço.
A sessão de julgamento ocorreu sob um esquema rigoroso de sigilo. Até mesmo assessores dos ministros e chefes de gabinete foram impedidos acompanhar as discussões do plenário. Antes mesmo de a sessão começar, porém, os ministros do STJ já davam como certa a condenação do colega.
Marco Buzzi compareceu ao tribunal e acompanhou o julgamento ao lado de seus advogados.
Além do processo administrativo, Buzzi também é investigado na esfera criminal. O caso tramita no STF, sob relatoria do ministro Kassio Nunes Marques. Conforme apurou a CNN, a investigação ainda está na fase de inquérito, conduzido pela Polícia Federal.
Ao final da sessão, a defesa do ministro, advogada Maria Fernanda Saad, disse a jornalistas que respeita a decisão do tribunal, mas que “discorda veementemente dos argumentos utilizados para fundamentar os votos pela condenação”.
Já a defesa de uma das denunciantes, o advogado Daniel Bialsky, afirmou que o julgamento serviu como mensagem de que independentemente do cargo ou de poder, aqueles que cometem infrações devem ser e serão punidos.
Perda do cargo
Ao aplicar a punição de perda do cargo , o STJ seguiu a nova resolução do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), aprovada na última terça-feira (4). Ela extinguiu a aposentadoria compulsória como punição máxima para magistrados e a substituiu pela “demissão”.
O próprio MPF (Ministério Público Federal), que anteriormente havia defendido a aplicação da aposentadoria compulsória, mudou de entendimento nesta quinta e passou a recomendar a perda do cargo.
Agora, com a decisão pela demissão de Buzzi, o STJ deverá acionar a AGU (Advocacia-Geral da União), que terá 30 dias para apresentar uma ação civil pedindo a perda do cargo ao STF.
Acusações
Buzzi está afastado das funções desde fevereiro. O PAD (Processo Administrativo Disciplinar) foi instaurado em abril, após uma sindicância interna aberta para apurar as denúncias.
A primeira acusação envolve uma jovem de 18 anos, filha de amigos da família do ministro. Segundo a denúncia, o episódio ocorreu em janeiro, durante um banho de mar na Praia do Estaleiro, em Balneário Camboriú (SC).
Durante a investigação, foram reunidas como provas mensagens trocadas entre os pais da jovem e o ministro logo após os fatos narrados. Também constam no processo conversas da denunciante com a namorada, nas quais ela relata que Buzzi teria feito questionamentos sobre sua sexualidade.
A segunda denúncia foi apresentada por uma ex-colaboradora terceirizada do gabinete do ministro. Ela afirma ter sofrido toques sem consentimento e comentários de teor sexual entre 2023 e 2025.
No curso do processo, testemunhas relataram episódios de agressão verbal atribuídos ao ministro e afirmaram ter conhecimento das queixas da colaboradora desde 2023. Algumas disseram, inclusive, que adotaram medidas para evitar o convívio próximo entre os dois como uma forma de evitar novos assédios.
A defesa de Marco Buzzi nega todas as acusações. Em relação ao episódio na praia, os advogados afirmam que depoimentos, imagens de câmeras de segurança, laudos médicos e perícias no local demonstram que a importunação sexual não ocorreu.
Os defensores também sustentam que as condições físicas do ministro e o estado do mar tornariam inviável a conduta descrita pela denunciante. Segundo a defesa, Buzzi usa bengala, tem histórico de quedas e apresentou documentos médicos ao processo, incluindo laudos que apontariam disfunção erétil.
Sobre a denúncia da ex-colaboradora, os advogados argumentam que a rotina de trabalho do gabinete, a circulação constante de pessoas e a disposição física da sala não seriam compatíveis com os episódios narrados.
A defesa também afirmou de que a denúncia teria sido motivada pelo receio de demissão da ex-servidora e mencionou a possibilidade de um “conluio” entre as duas denunciantes para prejudicar o ministro.
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Por Maysa Sena – Blog da Folha
A governadora Raquel Lyra (PSD) evitou declarar apoio a um candidato à Presidência da República e afirmou que o PSD em Pernambuco tem autonomia para definir seu posicionamento nas eleições nacionais.
Em entrevista à CNN Brasil, nesta quinta-feira (6), a gestora descartou assumir compromisso com a candidatura do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), mesmo tendo o presidente nacional do seu partido, Gilberto Kassab, como vice-presidente na chapa.
Leia mais“O Ronaldo Caiado tem o meu respeito e o meu carinho, mas sabe que aqui em Pernambuco a gente está trabalhando para que o nosso estado continue crescendo sem deixar ninguém para trás.”
Questionada se subiria no palanque de Caiado em Pernambuco, Raquel afirmou que a prioridade do partido no estado é o projeto local e disse que recebeu liberdade do presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, para conduzir a estratégia eleitoral.
“Quando eu discutia com Kassab, ele sempre me colocou que o PSD tem liberdade em Pernambuco para construir o seu caminho. O nosso caminho está escolhido: é o caminho do povo pernambucano.”
A governadora também destacou a estrutura que o PSD construiu em Pernambuco desde sua filiação, em março do ano passado, mencionando o crescimento da legenda no Estado.
“Hoje o PSD é o maior partido da história de Pernambuco. Temos mais de 80 prefeitos filiados, uma bancada de 10 deputados estaduais, a governadora e a vice-governadora filiadas ao partido.”
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A trajetória política do ex-deputado federal Milton Coelho, que se transferiu do PSB para o PT em busca de um novo mandato na Câmara dos Deputados, se confunde com o arraesismo e o eduardismo em Pernambuco. Dirigiu o PSB no Estado por 17 anos, numa postura de lealdade canina ao grupo.
Gozava de tamanha confiança em Eduardo que foi indicado por ele para vice na chapa do então prefeito do Recife, João da Costa, na aliança com o PT em 2008. Chegou a assumir a Prefeitura interinamente por dois meses, revelando-se excelente gestor.
Na sua longa trajetória no PSB, foi secretário de Administração do governador Paulo Câmara, de 2015 a 2018. Quando Eduardo Campos se lançou ao Planalto, assumiu a condenação da campanha do ex-governador no plano nacional. Ainda militante do PSB foi chefe de gabinete de Paulo Câmara.
Nas eleições de 2018, Milton teve 44 mil votos para deputado federal, mas por causa do famigerado coeficiente eleitoral não se elegeu, ficando na primeira suplência, mas assumiu o mandato na vaga aberta com a vitória de João Campos como prefeito do Recife em 2020.
Nos últimos anos, Milton se distanciou do PSB, ingressou no PT, mas está comprometido com o projeto do ex-prefeito do Recife, João Campos, na disputa pelo Governo do Estado nas eleições de outubro. “É o melhor e mais preparado para levar o Estado a um patamar de avanço só comparável ao do pai Eduardo”, diz Coelho.
Em entrevista à CNN, a governadora Raquel Lyra (PSD) reafirmou Eduardo da Fonte e Túlio Gadelha como os candidatos ao Senado de sua chapa e afirmou que Mendonça Filho, lançado pelo PL, não integra o palanque majoritário. “Tenho todo o respeito por Mendonça, mas ele não é o nosso candidato a senador da República”, declarou. Com informações do Blog Efeito Político.
O vereador do Recife e candidato a deputado estadual pelo PL, Gilson Machado Filho (Podemos), colocou a governadora Raquel Lyra (PSD) como o nome da direita na disputa pelo Governo de Pernambuco. A sinalização foi feita por meio das redes sociais, ao apresentar a composição de candidatos que pretende apoiar nas eleições de 2026. As informações são do blog Ponto de Vista.
Ligado ao bolsonarismo, Gilson Filho incluiu Raquel Lyra em sua chapa ao lado de nomes associados ao campo conservador. A movimentação ocorre após ele e o pai, o ex-ministro Gilson Machado, participarem da convenção que oficializou a candidatura da governadora à reeleição, e o PL ter oficialmente colocado Mendonça Filho como candidato ao Senado.
Leia maisTúlio Gadelha, candidato na chapa da própria Raquel, disse que a candidatura do ex-ministro da Educação não representa o palanque de Lyra. Nas redes sociais, Gilson Filho publicou: “A chapa está completa! Vamos mudar Pernambuco! Deputado Estadual: Gilson Machado Filho, Deputado Federal: Gilson Machado (ex-ministro do Turismo do governo Jair Bolsonaro), Senador: Mendonça Filho, Governadora: Raquel Lyra e Presidente: Flávio Bolsonaro”.
A posição também ocorre em meio à reorganização das forças de direita em Pernambuco. Mendonça Filho passou a ocupar espaço na disputa pelo Senado com apoio de lideranças desse campo político, enquanto Gilson Machado e Gilson Filho, mesmo após deixarem o PL e ingressarem no Podemos, mantêm “fidelidade” com a família Bolsonaro.
A declaração acende a aproximação de Gilson Filho e do pai com a candidatura de Raquel Lyra. Gilson Machado já havia declarado publicamente apoio à governadora.
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Um fato curioso chamou atenção no registro da candidatura de Raquel Lyra (PSD) à reeleição. No sistema DivulgaCand, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ela alegou ter apenas R$ 1 em sua conta bancária, o que levou internautas a ironizar a situação.
“Conta de fachada?”, questionou um usuário das redes sociais, utilizando um termo que passou a ser associado a Raquel após reformas na fachada de hospitais ganharem destaque na publicidade do governo, ao mesmo tempo em que desabamentos do teto de unidades de saúde foram registrados.
Outros internautas avaliaram como estranha a declaração sobre o saldo bancário partindo de alguém que, além de governadora, ocupa o cargo efetivo de procuradora do Estado, com salário acima de R$ 40 mil. “E o TSE aceitou uma mentira dessas?”, escreveu outro usuário.
A educação municipal de Serra Talhada alcançou um marco histórico. Segundo os dados divulgados pelo Ministério da Educação nesta quarta-feira (5/8), o município atingiu nota 7,1 no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) dos anos iniciais do Ensino Fundamental, o Índice supera pela primeira vez a marca de 7,0 e está acima das médias estadual e nacional.
O município saiu de uma nota 5,7 em 2019, para 7,1 em 2026. Para a prefeita Márcia Conrado, o resultado demonstra que o investimento contínuo na educação gera impactos concretos na aprendizagem. “Recebemos esse resultado com muita alegria e, acima de tudo, com o sentimento de gratidão. Essa conquista é fruto do esforço coletivo de professores, estudantes, equipes escolares e famílias. Seguiremos investindo na educação porque acreditamos que ela é o caminho para transformar vidas e construir um futuro melhor para Serra Talhada”, disse a prefeita.
A candidata ao Senado por Pernambuco, Marília Arraes, integra a campanha nacional Vivas e Livres, uma mobilização que reúne 14 candidatas ao Senado nas Eleições 2026 em torno do compromisso de fortalecer o enfrentamento ao feminicídio e à violência contra meninas e mulheres no Brasil. A iniciativa foi articulada pela ex-deputada federal Áurea Carolina, de Minas Gerais, e reúne lideranças de diferentes estados e trajetórias políticas em defesa de uma agenda comum para ampliar a proteção às mulheres.
Além de Marília Arraes e Áurea Carolina, participam da campanha Marina Silva (São Paulo), Manuela d’Ávila (Rio Grande do Sul), Benedita da Silva (Rio de Janeiro), Mônica Benício (Rio de Janeiro), Marília Campos (Minas Gerais), Anandreia Trovó (Rondônia), Eliziane Gama (Maranhão), Érika Kokay (Distrito Federal), Gizelle Freitas (Pará), Isaura Lemos (Goiás), Luizianne Lins (Ceará) e Sônia Godeiro (Rio Grande do Norte).
Leia maisComo parte da mobilização, as candidatas lançaram um abaixo-assinado nacional convidando a sociedade civil a apoiar uma agenda de fortalecimento das políticas públicas de prevenção à violência, acolhimento às vítimas e responsabilização dos agressores.
A campanha nasce em resposta ao agravamento dos índices de violência contra as mulheres no país. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam que 2025 registrou o maior número de feminicídios desde que o crime foi tipificado, em 2015: foram 1.568 mulheres assassinadas, um aumento de quase 5% em relação ao ano anterior. O cenário segue preocupante em 2026. Somente no primeiro trimestre, o Ministério da Justiça contabilizou 399 vítimas, tornando-o o período mais letal desde o início da série histórica. Hoje, uma mulher é assassinada a cada cinco horas no Brasil.
“Nenhuma mulher deveria viver com medo de ser a próxima vítima da violência. O feminicídio é uma tragédia que exige resposta firme do Estado e compromisso permanente da sociedade. Ao integrar essa mobilização nacional ao lado de tantas mulheres comprometidas com essa causa, reafirmo que proteger a vida das brasileiras precisa ser uma prioridade do Senado. Não podemos aceitar que tantas mulheres continuem perdendo a vida por falta de prevenção, acolhimento e políticas públicas eficazes”, destacou Marília.
Embora o país conte com uma rede de proteção formada por Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs), centros de referência, Defensoria Pública, Ministério Público, juizados especializados e casas de acolhimento, a estrutura ainda é insuficiente, especialmente nas cidades do interior. Nos municípios com até 100 mil habitantes, menos de 5% possuem uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher.
Áurea Carolina ressalta que o enfrentamento ao feminicídio precisa começar antes que a violência chegue ao extremo. “O feminicídio nunca começa no momento do crime. Ele é o ponto final de uma sequência de violências físicas e/ou psicológicas, que muitas vezes já eram conhecidas pela família, pelos vizinhos ou pelo próprio Estado. Por isso, combater o feminicídio significa fortalecer a prevenção. Impedir que elas sejam deixadas sozinhas diante da violência.”
Caso eleitas, as 14 candidatas assumem o compromisso de defender no Senado uma agenda voltada à ampliação das políticas de proteção às mulheres, incluindo: a ampliação do orçamento destinado às redes de enfrentamento à violência contra meninas e mulheres; a regulamentação e implementação da Lei Maria da Penha nas Escolas; o fortalecimento da fiscalização e do cumprimento das medidas protetivas de urgência; a destinação de parte das emendas parlamentares para ações de prevenção e combate à violência contra as mulheres e a responsabilização das plataformas digitais no enfrentamento à violência de gênero praticada na internet.
A campanha também chama atenção para a baixa representação feminina no Senado. Apesar de as mulheres serem maioria da população brasileira, elas ocupam menos de 20% das cadeiras da Casa. Em 2026, dois terços das vagas estarão em disputa, tornando esta uma oportunidade para ampliar a presença feminina no Parlamento.
Outro alerta da mobilização diz respeito ao crescimento de conteúdos misóginos nas redes sociais. Pesquisa do NetLab da UFRJ, em parceria com o Ministério das Mulheres, identificou que influenciadores ligados à chamada “machosfera” ampliaram significativamente seu alcance nos últimos anos. Em 2026, cerca de 90% dos canais monitorados permanecem ativos, somando mais de 23 milhões de inscritos. “Precisamos combater essas narrativas e quem lucra com a disseminação do ódio precisa ser responsabilizado”, afirma Áurea Carolina.
O abaixo-assinado da campanha Vivas e Livres está aberto à participação da sociedade civil e busca fortalecer o compromisso nacional pelo enfrentamento ao feminicídio e à violência contra meninas e mulheres. Para assinar, basta acessar: https://vivaselivres.com.br/.
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Camaragibe conquistou o 3º melhor desempenho da Região Metropolitana do Recife no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2025. O município alcançou nota 5,8, a maior de sua história, e empatou com o Recife. Apenas Igarassu, com nota 6,0, e Itapissuma, com 5,9, ficaram à frente no ranking.
Os resultados foram divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e colocam Camaragibe entre as redes municipais de ensino com melhor desempenho da Região Metropolitana.
Leia maisPara o prefeito Diego Cabral, o avanço é resultado do trabalho desenvolvido pela gestão e por toda a comunidade escolar. “Recebemos esse resultado com muita alegria, mas também com o sentimento de responsabilidade. Essa conquista é de todos: professores, gestores escolares, servidores, estudantes e famílias. Vamos continuar investindo para que Camaragibe avance ainda mais e ofereça uma educação cada vez melhor”, disse.
O Ideb é o principal indicador da qualidade da educação básica brasileira. O índice reúne os resultados de aprendizagem dos estudantes nas avaliações nacionais e as taxas de aprovação escolar, refletindo o trabalho desenvolvido pelas redes de ensino de forma contínua. A pontuação varia de 0 a 10 e é utilizada como referência para acompanhar a evolução da educação em todo o país.
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O prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Lula Cabral, assinou, ontem, a ordem de serviço para a construção do Complexo Educacional Professora Flávia dos Santos França, em Serraria. O novo equipamento será implantado na área onde funcionava o antigo restaurante Alfredão e reunirá um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) e uma Escola Municipal em Tempo Integral, ampliando a oferta de vagas na rede municipal de ensino. A previsão é que a obra seja concluída no primeiro semestre de 2027.
Com capacidade para atender cerca de 500 estudantes, o complexo contará com salas de aula, laboratórios, biblioteca, quadra poliesportiva, playground, refeitório e pista de cooper, oferecendo estrutura para atender crianças da Educação Infantil e estudantes dos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental.
Leia maisDurante a assinatura da ordem de serviço, Lula Cabral destacou que o investimento integra o planejamento da gestão para ampliar e qualificar a infraestrutura da educação no município. “Estamos criando novas vagas e garantindo que nossas crianças e adolescentes tenham acesso a uma escola moderna, segura e preparada para oferecer melhores condições de aprendizagem”, afirmou.
A solenidade também ofereceu serviços de saúde e assistência social à população, além de atividades recreativas para as crianças. A construção do complexo amplia uma série de investimentos realizados pela gestão Lula Cabral para fortalecer a educação municipal. Desde o início do mandato, a Prefeitura recuperou e ampliou dezenas de unidades de ensino, entregou novos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) em bairros como Mercês e Ponte dos Carvalhos, ampliou a oferta de educação em tempo integral e reforçou o quadro da rede com a convocação de 265 professores aprovados em concurso público.
Paralelamente aos investimentos em infraestrutura, a gestão também tem adotado medidas voltadas à valorização dos profissionais da educação, com a atualização do piso salarial do magistério em conformidade com a legislação nacional, progressões previstas no Plano de Cargos e Carreira e ações de fortalecimento da política educacional do município. O conjunto dessas iniciativas integra o planejamento da administração municipal para ampliar o acesso, melhorar a qualidade do ensino e oferecer uma estrutura cada vez mais adequada para estudantes e educadores.
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A construção de uma enfermagem mais inclusiva, humana e preparada para a diversidade da sociedade pernambucana é uma das principais bandeiras defendidas pela enfermeira Priscila Ferraz, presidente da Associação Brasileira de Enfermagem – Seção Pernambuco (ABEn-PE) e candidata a deputada federal.
Segundo Priscila, a enfermagem precisa acompanhar as transformações da sociedade, não apenas na forma de cuidar dos pacientes, mas também na maneira como acolhe e valoriza os próprios profissionais. “A inclusão precisa começar dentro da própria enfermagem. Temos profissionais com deficiência, profissionais neurodivergentes, mães e pais que enfrentam diariamente os desafios de cuidar de filhos atípicos e que também dedicam suas vidas ao cuidado do próximo. Essas pessoas precisam ser vistas, acolhidas e valorizadas pelas políticas públicas”, afirmou.
A decisão da Prefeitura de Sertânia de adiar o pagamento das premiações da Expocose 2026 para depois do período eleitoral voltou a ser criticada, hoje. Durante sessão da Câmara Municipal, o vereador André Gigio afirmou que a gestão poderia ter evitado o problema e cobrou uma solução para os criadores.
A Prefeitura informou que os pagamentos só ocorrerão após as eleições porque os recursos dependem de um convênio com o Governo de Pernambuco e estão sujeitos às restrições da Lei nº 9.504/1997. A justificativa, porém, não convenceu parte dos expositores nem o parlamentar.
Leia maisNa tribuna, André Gigio disse que a prefeita deveria ter se planejado melhor para garantir o pagamento das premiações. “Infelizmente era para ela ter se precavido mais para esse tipo de coisa, porque, com certeza, Safadão e as bandas já estão tudo pagos”, declarou.
O vereador afirmou que conversou com a prefeita e pediu que ela encontrasse uma alternativa para pagar os criadores ainda este mês. “Vou continuar nessas tratativas para que ela possa resolver essa situação”, disse.
André Gigio também criticou o coordenador-geral da Expocose. Segundo ele, o responsável pelo evento informou que havia dinheiro disponível para quitar as premiações, levando-o a acreditar que os pagamentos ocorreriam no encerramento da exposição.
Após o comunicado oficial da Prefeitura, o vereador afirmou ter se sentido enganado e cobrou uma retratação. Também declarou que tentou contato com o coordenador por chamada de vídeo, juntamente com outros vereadores, mas, segundo seu relato, a ligação foi encerrada sem resposta.
A polêmica começou após a Prefeitura anunciar o adiamento das premiações. Criadores questionam o fato de a gestão ter custeado shows e a estrutura da Expocose com recursos próprios, enquanto deixou as premiações dependentes de um convênio estadual que não foi repassado antes do início da vedação eleitoral. Até o momento, a Prefeitura não comentou as declarações do vereador.
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