Miguel Duque toma posse como presidente do IPA

Por Vitória Floro
Do Blog da Folha

O novo presidente do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Miguel Duque, tomou posse na manhã desta segunda-feira (24), em cerimônia realizada no Palácio do Campo das Princesas, no Recife. A solenidade foi conduzida pela governadora em exercício, Priscila Krause (PSDB), e contou com a presença de lideranças políticas como o presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), Marcelo Gouveia, o deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade) e o deputado federal Pastor Eurico (PL).

A chegada de Miguel Duque ao comando do IPA representa um novo movimento político do governo Raquel Lyra (PSD), que tem buscado ampliar a base aliada ao abrir mais espaço para partidos como o Podemos — legenda que agora reforça sua presença na gestão estadual, tendo também sob sua responsabilidade a Secretaria de Desenvolvimento Agrário desde fevereiro de 2024.

Veja outras postagens

Jantei, ontem, em Brasília, como faço sempre, com meu amigo Cláudio Humberto, um dos jornalistas mais bem informados da corte. Apreciador de bons vinhos, o presenteei com uma garrafa de um tinto da vinícola Rupestre, no Vale do Catimbau, a grande e surpreendente novidade no Nordeste semiárido em produção de vinhos.

Informei a Cláudio Humberto que o Vale do Catimbau, onde estive recentemente curtindo um fim de semana na pousada Vila Mara, na companhia da minha Nayla, entrou no mapa da produção de vinhos finos, impulsionado pela Vinícola Rupestre. A região aproveita a altitude e a amplitude térmica local para cultivar uvas de qualidade, buscando fomentar o enoturismo e gerar novas oportunidades de renda na área do parque nacional.

Petrolina - Destino

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) tornou o pastor Silas Malafaia réu por injúria em episódio envolvendo o comandante do Exército e outros generais.

Em sessão nesta terça-feira (28), os ministros Cristiano Zanin e Cármen Lúcia divergiram parcialmente do relator, Alexandre de Moraes, que votou para tornar Malafaia réu também pelo crime de calúnia. As informações são do Metrópoles.

Ipojuca - IPTU 2026

A corridinha diária de 8 km, hoje, em Brasília, foi no maravilhoso Parque da Cidade, que adoro. Tem pistas de até 10 km e é um verdadeiro pulmão verde da corte. Tem de tudo, de parque de diversão a hipódromo. No passado, sua maior atração era uma piscina de ondas.

Caruaru - São João na Roça

O advogado-geral da União, Jorge Messias, chega ao dia da sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) com expectativa de aprovação entre aliados do governo, mas ainda sem uma margem confortável de votos e dependente do comportamento de senadores que não se manifestaram sobre o indicado para garantir sua indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF), em uma votação que passou a ser tratada como termômetro da relação entre o Planalto e o Senado para o restante do ano.

A indicação abriu uma nova frente de tensão entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Embora aliados do governo considerem a aprovação provável, a condução do processo expôs ruídos e reforçou, no Planalto, a percepção de que o apoio de Alcolumbre não se estende automaticamente à agenda do Executivo. As informações são do jornal O GLOBO.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

A Polícia Federal investiga a entrada no Brasil sem fiscalização de cinco bagagens trazidas em um voo que teve como passageiros o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o senador Ciro Nogueira (PP-PI).

A situação ocorreu no retorno de uma viagem à ilha caribenha de São Martinho em um avião particular do empresário Fernando Oliveira Lima, conhecido como Fernandin OIG. O empresário foi alvo da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado que investigava Bets. As informações são do g1.

O caso chegou no Supremo Tribunal Federal (STF) após a PF identificar a presença de parlamentares com foro na Corte na lista de passageiros – portanto só podem ser investigados com aval do STF.

Palmares - IPTU 2026

Ministra das Mulheres diz que deputados travam lei contra misoginia: “Machistas e misóginos não vão votar a favor”

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes (PT), defendeu, ontem, no podcast Direto de Brasília, comandado pelo titular deste blog em parceria com a Folha de Pernambuco, a aprovação do projeto de lei que transforma a misoginia em crime. Para ela, a medida é essencial para enfrentar agressões, discursos de ódio e perseguições contra mulheres em diferentes espaços da sociedade, inclusive na política.

“A misoginia é crime. Uma pessoa que é violenta, isso é crime. Então, aí nós não podemos aceitar de lado nenhum”, afirmou a ministra. Segundo Márcia, a proposta já foi aprovada no Senado e agora está na Câmara, onde enfrenta resistência de setores conservadores. “Deputados que são machistas e misóginos não vão votar a favor dessa lei, mas eu tenho certeza que a sociedade já está mobilizada”, disse.

O veto ao PL da Dosimetria já é tratado como certo pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Em entrevista à CNN, o parlamentar disse ter convicção de que a maioria do Congresso optará pela derrubada do veto imposto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Eu tenho convicção que, na análise da próxima quinta-feira, o Congresso irá optar, na minha avaliação, pela maioria aqui da Câmara e pela maioria do Senado, pela derrubada do veto. E, com isso, nós vamos ter a condição de podermos reduzir essas penas e, de certa forma, poder virar essa página triste da história do Brasil, resolvendo, de uma vez por todas, esse imbróglio em torno do que aconteceu no 8 de janeiro de 2023”, disse. As informações são da CNN.

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, defendeu o projeto de lei que transforma a misoginia em crime. Já aprovado no Senado Federal de forma unânime, o projeto enfrenta dificuldades na Câmara dos Deputados. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, a auxiliar de Lula reforçou a importância da matéria e relembrou a dificuldade para a aprovação de outra lei importante, a Lei Maria da Penha, que completa 20 anos.

“O PL da Misoginia é um projeto muito importante, porque a nossa Constituição explicita a igualdade de gênero, raça e etnia. A Lei Maria da Penha completa agora 20 anos. Em 2015, tivemos a tipificação do feminicídio. Queremos que aconteça o mesmo com a misoginia”, pontuou Márcia.

A sucessão de pesquisas de intenção de voto tem escancarado a polarização brasileira, com o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) tecnicamente empatados em diversos levantamentos. Apesar disso, o petista é visto como “imbatível” pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ela acredita que o Brasil está dividido, mas o petista é favorito para um quarto mandato à frente do Palácio do Planalto.

“A sociedade é sempre dividida, isso é cíclico na história, mas temos avanços e conquistas. O presidente Lula tem se tornado cada vez mais um líder mundial. Ele é um ser político muito amado, respeitado, mesmo entre quem está na oposição. O presidente vai fazer uma bela campanha, ele não tem nenhum compromisso com a mentira e jamais vai colocar seu nome em risco, porque tem uma história para zelar. Não tenho dúvida de que ele é imbatível. Pesquisas vêm e voltam, mas teremos que saber levar nosso discurso. O governo tem tudo para apresentar e vai dar a resposta que o povo brasileiro quer, que é ter esperança, participação e uma vida plena”, reforçou Márcia Lopes.

A proximidade de grupos bolsonaristas com a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) pode “complicar de vez” a relação da gestora com o PT. É como avalia a ministra das Mulheres, Márcia Lopes. A auxiliar do presidente Lula (PT) esteve recentemente com a governadora, a quem teceu diversos elogios durante entrevista ao podcast Direto de Brasília. Embora tenha evitado cravar o posicionamento do partido localmente, ressaltou que é importante avaliar a questão dos aliados nos palanques.

“Na verdade, eu não posso me manifestar. Claro que temos um grupo político no governo que tem discutido, o presidente Lula é um político responsável, que tem sensibilidade e respeita muito as pessoas. Tem afinidades e proximidades, e na política não é simples. O ideal seria que pessoas do mesmo campo estivessem juntas, mas isso não é sempre possível. É um processo em que temos que respeitar as forças locais. Não é Brasília que tem que definir a vida dos eleitores de Pernambuco. O que vale é participar do processo eleitoral, ver a candidatura que está assumindo compromisso com a democracia, quem vai apoiar Lula. É um processo que ainda tem muito chão. Há manifestação em relação ao apoio a João Campos (PSB), principalmente se o outro lado estiver junto com a governadora. Aí complica de vez para nós”, analisou Márcia.

Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com a ministra das Mulheres, Márcia Lopes (PT), clique no link abaixo e confira. Está imperdível!

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes (PT), é a convidada de hoje do meu podcast em parceria com a Folha de Pernambuco, o Direto de Brasília. No programa, ela irá comentar as ações recentes da pasta, com foco no enfrentamento à violência de gênero, especialmente no combate ao feminicídio, além de iniciativas voltadas à proteção e garantia de direitos das mulheres.